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-
RELIGIOSA, POLÍTICA
B3 NOTICIOSA.
REDACTORES—
D. Migue! Solto-Mayor e Dr. Custodio Velloso.
7.° ANNO
PHEÇO
DA
ASSIGNATURA
12
mezes,
com
estampilha.
.
.
2§0CÔ
12
mezes,
sem
estampilha
.
.
1&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
. 3&600
Folha
avulso
.......
10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
19
Annuncios
cada
linha.
....
20
Repetição.....................................
10
Assignantes,
20
p, c.
d
’ahatimento
N.° 987
Recebemos
noticias
de
Rotlens-
tein
de
14
do
corrente.
O
baptisado do Príncipe
teve
lo
gar
no
dia 11,
conforme
a
noticia
que
demos
na
nossa folha de
17,
faltando-nos
só
acrescentar
que
Sua
Alteza
recebeu o seguinte
nome:
Francisco
José
Maria
Gerardo Jorge
Humberto
Antonio
Henrique
Miguel
Raphael Gabriel.
O
Príncipe
e
Sua
Augusta
Mãe
continuam
bem.
Do
Senhor
Dom Miguel,
de
seu
filho
mais
velho,
da
Senhora
Dona
Adelaide
de
Bragança
e
de
todos
os
outros
membros
da
Família Real
exilada
ternos
também boas
noticias.
-(Da
«Nação»).
eínsl
a»
íss
sí®
a
35
«s
Toda
a
correspondência
deve
ser
reraettida, franca de porte,
á administração do jornal—O
«Gommercio
do Minho», rua No
va,
n.” 4.
TERÇA-FEIRA
23 DE SETEMBRO DE 4879
E qne
felicidade
para
o
que
|a
multiplicidade
de
systemas
e
opi-
tura
embeberam-se
n
’
ellas,
até
que
de
um guia
seguro para
a
verda-
i
corpo
social
esta
XIII
e
a
profundeza
de
suas
vistas
especie
de
atrôphiamento
para
o,
spbre
a
sociedade.
.
~
~
A
ultima
Encyclica
do
Vigário
'
carabalear
para
todos os
lados,
de
Christo
é
um
d
’esses
remediosj
que
o
bom
medico
costuma
applicar,
ao
enfermo,
quando
está
seguro da
causa
que
produz
a
enfermidade. 1
O
Papa
estudou
a
grande
doen-
)
ça
social;
e ao
sondar
as
feridas
i
que a
caracterisam,
conheceu
não
i
serem
de
natureza
a
poderem
curar-j
se
com
palliativôs.
A
política,
apesar
das suas va-|
riantes,
a
civilisação,
nos
termos
em
|
que
hoje
se
emprega,
não
attingem-
a
gravidade
da
moléstia;
e
o
Papa,
L
~
u
,. .-
que
quer
salvar a
sociedade,
foi
llé
accusaçoesj»e
U>e±T
“
á
origem do
mal que
a
accommette.
Assim como
o
homem
vive
dos
alimentos
que
lhe
robustecem
as
forças
e
lhe
prolongam a
vida,
as
sim
a
sociedade
precisa
das
boas
doutrinas
que
lhe
favoreçam
a
con
servação,
e
lhe
proporcionem a
or
dem,
e
a
justiça.
E
’
á
sciencia
que
principal
mente
incumbe
subminislrar-lhe
essas dou
trinas.
E
ninguém
ignora
quanto
a
sciencia se
acha
viciada
em sua
base
principal,
desde
que
a
reforma
car-
teziana,
sob
o
pretexto
de
libertar
a
philosophia,
lhe
deu por funda
mento
seguro
a
duvida
universal.
De feito
é
á
philosophia,
desnor
teada
como
ella
se
encontra,
depois
A
UE.TiMt
MCICMCA
SíO
SS.
PADBE
I,Eî
XIII.
Eis
ahi
um
documento
mais
a
comprovar
a
alta
sabedoria
de
Leão
produziram
rio
que
o
cartezianismo
a
subtrahiu
á
luz da
revelação,
que se devem
at-
tribuir
todos
quantos
erros
e
desva
rios
a
razão humana
tem
semeado
nos
vastos
campos
da
sciencia.
D
’ahi
brotou
o racionalismo
em
toda a
sua
escala
ascendente
desde
Kant por
Hegel
até
Strauss;
e
o
materialismo
desde
B
scon
ou
Ilob-
bes
até Com
te.
A
razão
humana
errando, sem
norte
certo,
inventou
soluções
as
mais
estravagantes
para
todos
os
problemas
que
principalmente
inte
ressam
ao
homem,
d
’
onde as
scien-
cias secundarias
derivaram
mais
tar
de
suas theorias
com
relação
á
so
ciedade.
V.
Cousin, dando por
fundamen
to
á moral
a
razão,
tirou-lhe,
sem
querer
talvez, toda
a força
obriga-i
toria.
T.
Jouffroy
fez
outro
tanto,
,
quando
procurou
assentar na ordem
universal
o
principio
imperativo
do
dever.
E
o
mesmo
aconteceu
a
quan-
ao
estudo
da
sciencia,
eram
conven
tos
se
exforçaram
por
estabelecer
a
eidos
d
’
esta
verdade,
que
agora
é
harmonia
social
em
outra
base
que
proclamada,
tão
solemnemente, pela
não fosse
Deus.
•
primeira
auctoridade
moral
que
ha
Não
foi
necessário
muito
tempo
na
terra.
para
que
estas
theorias
invadissem'
E
,
1UV
a sociedade
nos
seus
differentes
mo-
muitas
vezes
trepida
indeciso
entre
dos
de ser.
ja
multiplicidade
de
systemas
e
opi-
A
política,
o
direito
e
a
littera-
niões,
o
encontrar
n
’
essa
auctorida
E
o
mesmo
aconteceu
a
quan
1
bem,
esta
embriaguez que
o
m
■
i
i
....
a
.
i
„
1
faz
A
doença
é
grave.
E
Leão
XIII,
propondo-se
ata-!
,
lhal-a
em
seus
progressos,
empenha-
I
Se
em lhe
destruir
a
causa
que
a
i
produziu
e
alimenta.
Tal é
o
fim
do
Vigário
de Christo
instando
pelo
restabelecimento
da
í
philosophia
escholastica, que tem
por
■
chefe
o
Angélico
S.
Thomaz.
O
sabio
Pontífice
aponta
os
gran-
! des
benefícios
que
essa
philosophia
produziu
no
mundo, vingando-a
das
3
espíritos,
muito
superficiaes.
E
depois
de
demonstrar
a
neces
sidade
que
ha
em assim
organisar
o
ensino
philosophico,
faz
o
elogio
d
’
aquelles
philosophos,
que
ao
estu
do
da
philosophia unem
a
obediên
cia
á
fé
christã., porque
os
esplen
dores das
verdades
divinas,
acres
centa
o sabio
Pontífice,
longe
de
fazerem
decair
a
sciencia,
considera
velmente
lhe
augmentam
a
penetra
ção
e
a potência.
Tal
é
em resumo
o
fim
da
En
cyclica
que
será
registrada na
his
toria
contemporânea,
como um do
cumento
verdadeiramente
digno
da
magestade
e
sabedoria
que
caracte
risam
o
sabio
Successor
do
chorado
Pio
IX.
E
para
prova
do
valor
que
tem
esse
documento, basta
o
modo
res
peitoso
como elle
foi
recebido
pela
imprensa
de
todas
as
nações
e
de
todas
as
cores
políticas.
Não
ha
ninguém,
que
não
veja
n'essa
grandiosa
Encyclica
um
dique
sagrado
opposto
aos
erros
que
amea
çam
e
conturbam
o
mundo,
como
lhe
chama
um
jornal
francez.
E
isto
mostra,
que
todos
reco
nhecem
não só
a
necessidade que
tem
o
mundo
de
um remedio
eíft-
caz
pira
os
grandes
males
que
o
atormentam, como
também
que
esse
remedio
é
só
nos
meios
que
a
En
cyclica
aconselha
e
prescreve.
Para
reformar
o
mundo,
é
ne
cessário,
indispensável,
reformar
a
philosophia.
E
essa
reforma
deve effectuar-se,
restabelecendo
nas
escolas
o
syslemaj
e
as
doutrinas
do
grande
S.
Tho
maz.
Muito
tempo
ha
que
os
que li
vres de
preconceitos
se
entregavam
de?...
M.
MARINHO.
BIBLIOGRAPHIA.
Eliatori»
«9a KBeata
Hargari<la VMa-
ria, pelo
i*
.
Bougítuti,
Ainda
ha poucos dias
annunciavamos
,um
excellente
livro editado
pelo
snr.
Er
nesto
Chardron,
do
Porto,
e
já
hoje
te
mos
que
recommendar
aos
nossos
leito
res
outro volume
também
muito
interes
sante,
edição
da
mesma
benemerila
casa,
que,
pelo desvélo
com
que
tem
vulgariza
do
tantos escriptos religiosos,
é
grande
mente
credora
do
favor
publico
O
livro,
de
que
vimos
fallando,
é
a
mais completa
historia,
que
lemos
lido,
da
origem
da
devoção
ao
Sagrado
Cora
ção
de
Jesus,
hoje
lelt/mente tão
diffundi-
da
pelo
mundo
catholico,
e
que
tão
ricos
lhesouros
de
graças e
de
consolações
pro-
mette
aos
que
a
ella
sinceramente
se
de
dicam.
Apezar da
irresistível
sympathia,
que
a
todos
os
corações
verdadeiramente
ca-
tholicos
inspira
esta
terníssima
devoção,
não
deixa
de
ser
uni
facto que
ainda
alguns indivíduos,
que se
dizem
christãos
e catholicos,
eivados
pela
contagião
mo
ral
de anti
religiosas
doutiinas,
não
se
pejam
de
tratar
de
supersticioso
o
culto
do
Sacratíssimo
Coração
de
Jesus
Christo.
Muito
a
proposito
vem
portanto
a
pu
blicação
de
livro, que
aqui
annunciamos;
pois
n’
elle
se
narra
a
admiravel vida
da
Serva
de
Deus Margarida
Maria,
a
quem
primeiro
fora
revelada
esta silutar
devo
ção, servindo-se
o
auclor,
para
esse
fim,
das
memórias
e
documentos
mais
authen-
ticos;
e
ao
mesmo
tempo
se
tornam bem
patentes
os
miraculosos
meios,
de que
Deus
se
serviu
para
autheuticar lambem
a
divina
origem d
’esse
culto,
cujos
ma
ravilhosos
progressos
o
auclor
põe
aos
nossos
olhos
com
muita
precisão
e
com
um
santo
enthusiasmo,
que
não
póde
dei
xar
de
communicar-se
ao coração dos
lei
tores.
Recommendamos
pois
a
lodos
a
leitu
ra
do
livro
do
P. Bougaud,
e especial
mente
aos
sacerdotes,
a
quem
mais
dire-
ctamente
incumbe
o
dever
de
dissipar
no
espirito
dos
lieis as
sombras
do
er
ro,
com
que
a
impiedade
procura oíluscar
o
brilho
de
tão amavel como
proveitosa
devoção.
A
versão
da
obra,
devida,
á
penna
do
snr.
José
Joaquim
Nunes,
que
não
temos
a
honra
de
conhecer
pessoalmenle,
foi
revisla
pelo
snr.
P.
Senna Freiias,
um
dos
nossos
mais
elegantes
escriptores
con
temporâneos.
Tanto
basta
para podermos
affirmar
que
é
accurada
e
vernaeula,
não
destoando
do
aprimorado
eslylo,
em
que
o
livro
foi
originariamenle
escripto
por seu
auclor.
D. MIGUEL
SOTTO
MAYOR.
----
1^—
tS
«Se
seteanbro «Se
ítsíti.
(Do
nosso
correspondente)
A’
manhã
é
dia
de gala
nos arraiaes
legilimislas,
faz
26
annos
o
augusto her
deiro
dos
incontrastaveis
direitos
do
fal-
iecido
Rei,
o
Snr.
D
Miguel
I de
saudosa
memória.
Milhares,
e milhares
de
votos
subirão
até
Deus
para que
o
dia
19
de
setem
bro
de
1880
seja
de
completo
e livre
regozijo
em
todo
solo
portuguez.
Em
outubro
teremos
a
eleição
da
no
va
camara
baixa.
O
governo
ofliciou
aos
governadores civis,
para
que
se
defenda
a
todo
transe
a
liberdade
do
voto
po
pular; mas
estarão
por
isso
os dependen
tes
do
ministério7
Será
este
a
primeira
excepção
da
regra
invariavelmente
segui
da pelos
governos
liberaes?
Nem o affir-
mo,
nem
o
nego,
posloque
me
não
virá
colher
de
sobresallo
a
noticia
de
que
a
Granja
se
ostentara
tão
submissa
aos
di-
ctames da
lei,
e
da
consciência,
como
os
seus antecessores.
Eu.
meu
amigo,
não
creio
nem
em
progressistas,
nem em
regeneradores,
nem
em
calholicos
liberaes
(u
’
estes
ainda
muito
inenosj, porque
lodos
são
íilhos da
revo
lução,
e
inimigos
do
direito,
e mantene
dores
da
obra,
que
mereceu,
em
1834,
os
analhenas
do
Pontífice
Gregorio
XVI.
Dou os
parabéns
ao vosso
concelho,
pois
o
vejo
livre do
escrivão
de
fazenda,
contra
o
qual se movera
justa guerra.
Um
dos
jarnaes
calholicos
declara
que
não
aconselha
os
calholicos
a
insuigirem-
se
contra
os governos
impios
dos
seus
respectivos
paizes.
Em
vista
das
crenças
reveladas
pela alludida folha,
o
conselho
parece
haver
uma
palpitante
antithese.
A-piram
á
regeneração
da
sociedade
pelo
elemento
catholico? Parece
que
sim.
Creem
que
os
governos
liberaes
são opposlos
ao
catholicismo?
Parece
que
sim.
Logo a
vicloria
dos
bons
princípios
religiosos
não
pó ie
vir
sob
o
domimo
da
tyrannia libe
ral.
Mas
«os
povos
não
devem insurgir-se
contra
os
governos
libertinos».
Como
querem
então que se
opere
a
regenera
ção
moral
e
religiosa
da
sociedade?
Espe
ram
acaso
a
conversão
do
liberalismo?
Ha-de
operar
se
lá
para as kalendas gre
gas.
E
só
para
as
kalendas
gregas
se
rea-
jlizaria
a
liberdade
da
Egreja,
e
o
com-
pieto
desenvolvimento
dos
meios
tenden
tes
a
instruir
os
povos, moral
e
religio
samente,
se elles esperassem
de
braços
cruzados
o maná
da
alludida
instrucção
cahido
do
ceu
da
liberdade
dos
liberaes.
Todavia,
é possivel
que
esteja
em
erro,
e
muito
desejara
que
a
illustrala folha,
a que
me
refiro,
me
esclarecesse.
Até
lá
irei
acreditando
que
só
pelo
caminho,
que
trilháram
os
valentes de
1640,
o
paiz
se
poderá
regenerar.
O
«Diário
de
Noticias»
publica
uma
estatística,
da qual
consta
que
sóbe o
numero
das
lojas
maçónicas
a
13:000.
isto
no
velho
e novo mundo,
sem
eulrar
a
Inglaterra,
e
mais
duas
ou
ires
nações.
Por
isso
os
povos
estão
tão
felizes.
Mas
o
numero
dos
profanos é incal-
culavelmente maior. E
desde
que
elles
se
resolvessem
a
montear, em
toda
a
parte,
as
taes
cavernas
infestas
ao
socego,
e
á
prosperidade das
nações,
o
«Diário
de
Noticias»
não
se
deleitaria
mais com
a
enumeração pomposa
das
taes
lojas, e
membros
d
’ellas.
Tenho
á
vista
o
n.°
9
do
«Jornal
do
Povo».
Recommendo
muito
aos
vossos
leitores
o
artigo,
assignado
por
Sousa
TeKes—A
Cruz
—
E
’
magnifico,
considera
do
luteraria,
e
moralmente.
Também
traz
um
artigo
de
muito
alcance,
mas
ainda
incompleto,
anonymo,
sobre
os
que
eram
os
frades,
e
a
utilidade
d’
elles. Parece-me
adivinhar
o
nome
do
auctor.
Porque
se
não
declara?
Ah!
respeitos
humanos,
res
peitos
humanos!...
Em
todo caso,
é
um
serviço
relevan-
tissimo
á
causa
da
regeneração
moral,
e
religiosa do
paiz
o que
está prestando
o
illustrado,
e
honestíssimo
cavalheiro,
que
emprehendew,
e realisa
a
publicação de
um
tão
proíicuo
jornal.
Deus
lh
’
o
agra
decerá.
Quem
quer que
seja,
só
por
um
fa
tal
erro,
involuntário
embora, estará
no
campo
systemalicamente
opposto á
indole,
e
ás sãs
doutrinas' do
«Jornal
do
Povo».
Dá-se
grande importância á
visita
de
Bismark
a
Vienna, onde
fora
recebido
pelo
imperador
Francisco
José.
O
chanceller
allemão
é,
sem
duvida,
um
espertalhão
de
marca maior e
não
deixaria,
certamen
te.
de
chegar
a
braza
á
sua
sardinha.
Se
effeclivamente
voltou as
costas
aos
libe
raes,
será
de
sumrna
vantagem
para
a
causa
da
ordem,
pois
não
creio
que
elle
deixasse de
abrir
os
olhos á
corte
d’Au-
stria,
que
ha
muito
está
dando
provas
de
myopismo, senão do numero
dos
que
soffrem
a
peior
das cegueiras, dos
que
teem
olhos,
e
não
querem
ver.
Temos
aqui
governador civil
Luiz
de
Carvalho,
irmão
do honrado
conde
da
Re-
dinha.
Lamento
sempre
ver
caracteres,
como
o
de
Luiz
de
Carvalho,
ao
serviço
da
re
volução. Parece impossível, mas
não
é.
que
um
verdadeiro
fidalgo
ande
afastado
do
campo
do
direito,
e
de mãos dadas
com
os
naturaes
inimigos
da
velha
aris
tocracia,
e
ainda
mais
inimigos
do
ca-
tholicismo,
cujos
princípios
são
tradiccio-
naes
na
illustre
casa
da
Redinha!
Vão
marchar
para
Tancos
as alas
di
reitas
dos
corpos d
’infanteria,
e
caçadores
da
capital,
e
alguma cavallaria.
Vão
ati
rar
ao
alvo, isto
quando,
dizem-me,
estão
encommendadas
armas
de
um
novo
sys-
tema,
muito
diverso
do
actual!.
.
Não
comprehendo.
Mas
sei
que
serão
mais
alguns
contos
de
reis
gastos
inutilmente.
Assim
irá
tudo,
até
que o
povo
se
emancipe da
tutella
liberal.
Sabei
que
ha
dias
se
divulgou
em Lis
boa
que
o
vosso
insignificante
correspon
dente
estava
preso,
e
incommunicavel, no
governo
civil,
e
ia
entrar
no Limoeiro,
em
virtude
de
exigências do
ministro
de
Hes-
panha. O
crime
era
o
ler
eu
olfendido el
nino,
n
’
uma
dqs
minhas
cartas
para
o
vosso
excellente
jornal!
E o
mais
é
que
até
alguma gente de
bom
critério
acreditou
a galga.
Eu,
porém, ri
da triste nova,
embora
não
fosse
lançada aos
quatros ventos da
publicidade
innocentemente,
porque
não
tinha
plausível
rasão
de
ser, porque
nun
ca, em nenhuma
das
minhas correspon
dências,
tinha
ultrajado
o Affonso,
com
os
epilhelos
affronlosos,
que
se
dizia
ler
eu
cuspido
na
fronte do
tilho
de
D.
Iza-
bel.
Nem
me
consta que
a
nobre
redac
ção
do
«Gommercio
•
do
Minho»
tivesse
injuriado
aquelle
príncipe,
elevado
ao
thro-
tio
pela trahição de
um
general
feliz.
Mas,
o
fado
deu
se, e
eu
recebi
pa
rabéns
de
muitas
pessoas,
que
me
jul
gavam
ausente
para
evitar a
prisão!
Agradece-lhes,
e
diz-vos
adeus
até
á
semana
próxima
O
vosso
correspondente
A.
CtjrrMpoudencia
particular
do
«foínniereio
do
Minho»
Madrid,
J5
de
setembro.
Escripta a
minha
carta
precedente,
soube
que
uma
das minhas
cartas
ante
riores
tinha
sido
denunciada,
a
reclama
ções
d
’
alguns
servidores
de
D.
Aflonso.
Surprehendeu-me
grandemente
a
noticia,
em
vista
da
liberdade
absoluta
que a
im
prensa
gosa
em
Portugal, cujos magistra
dos
não pódem
vêr
com
bons
olhos a
suscepti|>ilidade
d
’
alguns
políticos,
que
se
tingem
irritados
por
certas
indicações
re
lativas
ao
seu
rei,
sendo
certo
que
o
estão
unicamente
pelo
que
se
diz
ou
allude
con
tra
elles.
Fazem
servir de
capa
indubita
velmente
ao
joven
que
hoje
occupa
o
throno
de
S.
Fernando,
por
obra
e
gra
ça
da
revolução
de
setembro.
E
’ certo
que
se
a
minha
correspondência
se
não
referira
a
elles,
o
«Gommercio
do
Minho»
estaria
livre
da
causa,
que
não deve preoc-
cupal-o,
além
d
’oulras
razões
pela de
«bem-
aventurados os
que
padecem
perseguição
por
amor da
justiça.
»
Devo
accrescentar
que
os
queixosos
teem
em
parte
a
culpa
de
que
se
indi
que
algo
do
muitíssimo
que
se
poderia
dizer
da
ordem
de
coisas
por elles
su
stentado,
porque
permittem
contra
o
au
gusto
Duque
de
Madrid, contra os car-
listas
e
contra tudo o
mais
respeitável
mil
calumnias
ou
insolências.
E’
natural
por
conseguinte,
que
alguma
vez
se acabe
a
paciência,
que
tem
seus
limites,
e
que
se
opponham
aos
innumeraveis
embustes
da
imprensa
liberal algumas das
verdades
que
ella
não
conhece
ou
que
procura afano
samente
encobrir.
Accrescentarei
que
Car
los
VII
não
nos
tem
permiltido
muitas
vezer
dizer
coisa
alguma
contra
os indi
víduos
da familia
real
que
usurpam
os
seus
direitos,
e
que seu
primo
está mui
to
longe
de
imitar
tão
nobre
conducla.
Não
passarei
a
outro
assumpto
sem
declarar
que
nunca
me
haviam
denun
ciado
um
escripto,
não
obstante lidar
ha
mais
de
vinte
annos
na imprensa,
e
ac-
cresceritar
que
deploro
do
intimo
d’
alma
os desgostos
e
despezas
que
a minha
carta
proporcionará
naturalmente
ao
seu
jornal,
ainda
mesmo
que
consiga
uma
sentença
de
todo
ponto
absolutória.
E
’
claro, comtudo, que
os denuncian
tes
não
conseguirão
torcer
o
meu
cará
cter, que,
graças
a
Deus,
é
dos
que
quebram
mas
não
se
dobram,
e
que o
«Gommercio
do
Minho»
continuará
dizen
do a verdade,
sem
se
preoccupar
com
os
desgostos
que
porisso
lhe
possam
so
brevir.
Esta
mesma
carta
constituirá
se
guramente
uma
demonstração
vicloriosa
e
incontraslavel.
E
’
necessário
fallar
do
casamento
de
D.
Aflonso,
que
alguns
pintam
com
tão
brilhantes
côres,
suppondo
que
elle con
solidará
a
ordem
de
coisas
em
Hespanha
existente.
Não necessito
repetir o que
teem
manifestado sobre
o
enlace,
entre
outros,
o correspondente
da
«Palavra»,
que
vê
tudo
côr
de
rosa quando
se
trata
do
filho
da rainha
Isabel,
deslhronada
pela
revolução
de
Setembro.
Tem-se
mesmo
revestido
o
successo
com
um
caracter
in
ternacional,
suppondo
que
Francisco
Jo
sé
anhela
o
casamento
d
’uma maneira
extraordinária
e
que
um
príncipe
da
fa
milia
imperial
russa
será o
padrinho.
Aca
bo
de
lêr
em
«La
Corpondencia
de
Es
pana»
periodico
onde
os
ministros
põem
sempre
o
que
desejam, que ao
despedir-
se
do
imperador
Guilherme
o represen
tante
de
D. Affonso
em Berlim,
aquelle
o
encarregára de
felicitar
em
seu
nome
a
seu
rei
pelo
enlace
com
a
princeza
Maria
Christina. Noticias similhantes
se
irão
dando para convencerem
os
papal
vos,
que
são
innumeros,
de
que
a
Hes
panha
recobrará depressa
o
predomínio
que
leve
nos
gloriosos
tempos
da
monar-
chia
pura.
A
demencia
dos
alludidos
chegou,
co
mo
sabem,
ao
extremo
de
indicarem
e
sustentarem
que as bodas
coincidiriam
com
a renuncia
do
snr.
Duque
de
Ma
drid
em
favor
de
seu
primo.
Como
não
podia
deixar
de ser, Carlos Vil
desmen
tiu
a
noticia
verdadeiramenle
absurda,
fez
vêr
com
suas
nobres
palavras
que
D.
D.
Aflonso
não
podia
ser
senão
um mo-
narcha
liberal
ou
revolucionário
e
assegu
rou que
o
Conde de
Chambord nunca o
reconheceria como
rei d
’
Hespanha.
Já
não se
falia
no principe
russo,
que
havia
de
ser
padrinho
do
casamento,
e
assegura
se,
pelo
contrario,
que
nem
se
quer
elle
estivera
ha
dias
em
Arachon.
Também
não
se repete que
uma
esquadra
russa
irá
a
Trieste,
para
se
reunir
alli
com outra
austríaca,
atim
de
trazerem
ou
acompanharem
a
joven
archiduqueza.
Ao
chegar
a
este ponto, devo
dizer
alguma
coisa
ácerca d
’
uma carta
que
de
Trieste
me dirigiu
o
cavalheiro
A.,
cujo
nome
não
concluo
por
considerações
fá
ceis
de comprehenler.
Importa
reconer-
se
ás
coçrespondencias
particulares
para
se
conhecer
a
verdade,
continuamente
des
figurada
pelos periódicos
liberaes,
a respeito-
do
que
dizia
ha
muitos
annos
o
egregio
marquez
de
Valdegamas: «N’
este ponto,
senhores,
a
instituição
do
periodismo
é
tão
absurda,
considerada
como
meio
de
alcançar
aquelle
fim,
que
a
sua
absurdi-
dade .
salta
aos
olhos.
Longe
de ser
o
periodismo
um
meio
de
revelar a todos
o
que
devem
saber,
é
o
meio
mais
efficaz
que
os homens
poderatn
inventar
para
enco
brir
o
que todo
mundo
deve
saber,
e
o
que
todo
mundo
sabe.
E
’
esta
uma
questão
de
bom
senso
e
de
boa
fé:
eu apéllo
para
a
vossa
fé
e
para o
vosso
bom
senso
e
vos
conjuro
a
que
me
digaes,
se
não
é
certo que o
unico
meio
que
tendes
de
saber
a
verdade
é
descer
á
rua
para
a
perguntardes
a
vossos
amigos
e
conheci
dos;
e
se
o unico
meio
que
tendes
de
ignoral-a,
não
é
lêr
os
periódicos».
Ora
bem.
Que nos
diz
de Trieste
aquelle
cavalheiro
veraz,
que
tem
meios
de
saber o
que
paira
nas
regiões
altíssi
mas
do
império
austríaco?
Diz-nos
varias
coisas que
muito
des
gostariam
o representante
de
D. Affonso
em
Lisboa
e
a
outros
pescadores
na
agoa
turva,
porém
que alegrarão
segurameule
os
legitimistas
de
Portugal,
como
nos
ale
gram
a
nós.
Diz-nos
que
Francisco
José preoccu-
pa-se
pouquíssimo
do
casamento.
Diz-nos
que
elle
declarara
que,
se
a
noiva
saisse
de
Trieste,
não seria
acompa
nhada
por
ninguém
da
familia
imperial,
porque
não
queria
offender a
veneranda
memória
de
Carlos
V,
avô
do
snr.
Duque
de Madrid. Observarei de
passagem
que
aquelle
egregio
Principe morreu
e
está
en
terrado
na
dita
cidade,
e
que
se
lê
so
bre
o
seu
tumulo
a
phrase:
«Rei
d
’
Hespa-
nha».
Diz-nos
que se tinha
indigetado
ou
tras
princezas
austríacas
para
D.
Affonso,
e
que
nenhuma
quiz
unir
a
sua
sorte
á
do
principe
infeliz,
que
será,
se
Deus lhe
não
accode,
outra
victima
da
Revolução.
Diz-nos
que a
mãe
de
Maria
Chrisli-
na
escreveu
ha
pouco
ao imperador
Fran
cisco
Jesé
que não
daria
o
seu
consenti
mento
para
o
matrimonio,
comquanto
de
pois
mudasse
de
opinião.
D.z-nos,
por
ultimo,
que
a
princeza
Isabel quiz
ir
a
Roma,
sem
duvida
para
consultar
com
Leão
XIII
se
devia
ou
não
acceder
ao
matrimonio
de
sua
filha;
mas
que
os liberaes
conseguiram
que
desistis
se
do
seu
intento.
Resulta
de
tudo isto
que
depois
dal
guns desaires, D.
Affonso
teve
que
pen
sar
na
menina
que
conheceu
quando
estava
no collegio
austríaco,
da
qual
prescindiu
inteiramente não ha
muito,
para
contrair
matrimonio
com sua
prima
Mercedes
de
Orleans.
Os leitores
darão
o
valor que
julga
rem
opportuno
ás
asseverações
do
cava
lheiro
A.
Principio
a
vêl
as
confirmadas
indirectamente por alguns
periódicos
libe
raes. O tempo acclarará
seguramente
mui
tas
coisas que
os
nossos
adversários
pro
curam
obscurecer
ou
encobrir.
(Conclue
no
proximo
n.°)
L.
ABIDEKSE.
GAZETILHA
Novo
seminário.
—
Continuam
ener
gicamente
as
obras
no
antigo
Coilegio,
para onde
vae
ser
mudado
o seminário
conciliar
de
S. Pedro. Teem
sido
demo
lidas
muitas paredes
interiores
para
a
formação
de
espaçosas
aulas;
a fachada
principal
do
edifício
está
cõinpletamente
transformada
e já mostra
uma
bella
e
ma-
geslosa
apparencia;
a
sala destinada
para
ja
bibliotheca
está
quasi
concluída
e
será
juma
repartição
de.
tão vasto
edifício,
que
.mais
interessará
aos
que
reconheciam
a
necessidade
d
’um
melhor
seminário, do
que
o
actual.
Consta-nos,
que
S. Exc.
a
destina
a
sua
grande
livraria
a
esta
ca
sa,
com
que
hade
enriquecel-a,
como
já
enriqueceu
a
do
seminário de
Rachol,
etn
Goa,
com
muitas
obras
compradas
á sua
custa
e
que
lá
deixou.
Deus queira,
que
os
governos
auxilie®
S. Exc.a
Revd.
ma
com
os subsídios
ne
cessários,
para
que
as
obras
não
cessem
e
se
levante
n’
esta
cidade
um seminário
digno
da
Sé
Primacial
das
Hespanhas.
Transforme-se
em
agradavel
casa
de
instrucção
e
de
educação
verdadeiramente
ecclesiaslica
aquelle
negro
e
desmantela-
do
edifício,
que faria indignar A.
Hercu.
lano,
se
alli
tivesse
entrado.
As
fieiras
do
convento
de
Lorvão,
cremos
nós,
não
apresentariam
ao
grande
historiador
mais
tristes
condições
de
existência.
E
os
Aristarchos
de
todos
*
os
matizes
os
que
talvez
tenham
pretenções
a
discÈ
pulos
do
grande
litlerato,
tanto
se
indi
gnaram
contra
quem
olhou para
as
tris-
tezas
das pobres Ursulinas
e
as
melho
rou
de
habitação!
Quem
sabe,
se
ainda
hoje
serão
do
mesmo
parecer?
Quem
sabe!
Pnrttbens
—Damol-os,
e
do
intimo
d
’
alma,
aos
nossos
antigos
condiscípulos,
que
no
sabbado
completaram
a
sua
or
denação:
Francisco
da
Conceição
Pereira
Cabral,
José
Maria
Remardes
Mendes,
e
Manoel
Vieira Reis
Júnior,
tres jovens
sacerdotes
muito
distinctos
pela
sua
intel-
ligencia
«
excellènles
qualidades.
Um
aperto
de
mão,
velhos
e bons ami
gos.
HírantleUa.
—
Appareceu
n’
esta
re
dacção
uma
carta
com
o
carimbo
do
cor
reio
de
Mirandella
para
A.
J.
M.
P.,
rua
Nova, n.° 4.
Pedimos
ao
remettente
a
fineza
de
nos
declarar,
se
esta
carta
é
sobre negocios
d’
esta
redacção
ou
ad
ministração,
ou
se
é
sobre
negocios
par
ticulares
do
destinatário.
Devoção
ao
SS,
Coração
A
jjo
-
ninnnie
«âe
Jeaua.
—
O
snr.
padre
Ma
noel
Martins
d
’
Aguiar acaba
de
obter
do
revm.
0
snr. Patriarcha
de
Jerusalem
o
di
ploma
d
’
aggregaçào
á
Archi
confraria
do
SS. Coração
Agonisante
de
Jesus
e
Maria
Virgem
Dolorosissima, erecla
junto
ao
jar
dim
das
Oliveiras,
na
Cidade
Santa,
para
a devoção
com
o
mesmo
nome e
fins
idênticos,
estabelecida
em
Portugal
e
com
sede
na
egreja
do Collegio
(hoje
Seminá
rio
Conciliar)
d
’
esta
cidade.
Esta
aggregação
foi
approvada
pelo
Exm.° e
Revm.
0
Snr.
Arcebispo
Primaz,
como póde
vêr-se
do
n.° 222
da
«Se
mana
Religiosa
Bracarense».
Está,
pois,
canonicamente
aggregada.
Os
regulamentos
da
Archi-confraria-mãe.
que
em nada alteram,
só
ampliam
os
da
Devoção
ha
5
annos
aqui
estabelecida,
pódem
ser
obtidos
pelas
mezas
que os
desejarem,
pois
aquelle
respeitável sacer
dote,
verdadeiro
apostolo
no
zelo
para
com
esta
tão
sympatica
devoção,
fez
im
primir
uma
porção
dos
ditos regulamen
tos,
traduzidos
em
vulgar,
para poderem
chegar
ás
mãos
de lodos.
Os
nossos
parabéns
ás
mezas
da de
voção
em
geral,
e
os
nossos
cordeaes
agra
decimentos
ao revm."
snr.
padre
Aguiar.
*
*
*
ilonativos
para
o
sanetunrio
do
Dona
Jesus.
—
Nos
mezes
de
maio,
ju
nho, julho,
e
ago-to
findos,
teve o
san-
cluario
do
Bom Jesus
do
Monte de
es
molas a
quantia
de
l:046$770
rs.
O rendimento
dos barcos
do
grande
lago
nos
mezes
acima
indicados, foi
de
2l9$020
reis,
e
o
pedilorio
feito
na
ci
dade,
já
no
anno economico corrente, foi
de 326^770
rs.
As
esmolas
encontradas
nas
caixas
da
egreja,
chegaram
á
quantia
de
287$49a
reis.
FalSeciauentio
—
Falleceu
no
sabba
do
o
snr. Francisco
José
Alves,
que
fóra
official
no
exercito
do
Snr. D.
Miguel.
Portuguezes falleciãoa.
—
Duran
te
o
2.°
trimestre
do
corrente
anno,
lai-
leceram
nas
republicas
Argentina,
Orien
tal
do
Uruguay
e
Paraguay
os
seguintes.
Francisco
de Souza
Gunba,
56
annos,
solteiro;
Lourenço
Moraes,
42
c.; »ose
Tosta
da
Silva, 32
s.;
Jacinlho
Valerio,
60
c.;
José
A.
Correia,
53
c.;
Maria
Aragonez,
100
v.;
Theolonio
José
Rodri
gues,
54 c.;
Pedro
Antonio
de
Souza,
75
v.;
Antonio Soares,
30
s.;
Antonio
Correia
dos
Santos,
43
s
;
Julio
CandiJo
Couto,
40
s.;
João
Pereira
da
Silva, J
s.;
Manoel
Lopes
Cereja.
©
jornalismo
de íbãsbo».
—
ElS
°S
jornaes
que
actualmenle se
publicam
em
Lisboa:
Diário
do
Governo,
Devolução
de
Se
*
lembro.
Diário
Popular,
Crença
Libe_a,
Diário Illustrado, Diário
de
Noticias,
IDa-
rio
da
Manhã,
Coinmercio
de
Lisboa,
D
ia
'
rasaauí
rio
do
Commercio,
Commercio
de
Portugal,
Progresso,
Nação,
Democracia.
Esperança,
Correspondência
de
Portugal,
Jornal
da
Noite,
Diário
de
Portugal,
As
Novidades,
0
Independente,
Pimpão,
Trinta
Diabos}
A
Luz,
0 Protesto.
0
Economista, 0
An
tonio
Maria,
0
Ecco
de
Roma,
Gazeta
Académica. A
Carapuça,
Gazeta
Medica,
Revista
Militar,
Galeria
Contemporânea.
0
Exercito
Portuguez,
0
Universo
lllus-
trado.
Album
Militar,
0
Toureiro,
Album
de
Gravuras,
Occidenle,
Gazeta
dos
Hos-
pitaes
Militares,
Gazela
dos
Lavradores,
A
Arte,
A
Moda
lllustrada, J' rnal
das
Damas.
Jornal
das
Colonias,
Amigo
da
Verdade,
Ecclesiasterium,
Crença
Religio
sa,
Revista
das
obras publicas
e
minas,
Annaes do
Club
Naval,
Boletins
da socie
dade
de
geographia
de
Lisboa,
Boletim
da
eommissão
central
de geographia, Archivo
Municipal,
Gazeta das
Álfandegas,
Jornal
Official
de
Agricultura,
Reporlorio das
Ga
maras, Diário
das Gamaras,
Novo Aca
démico,
0
Direito,
A
Liberdade, 0
Zoophi-
lo,
Leituras
Populares,
0
Pae
Anselmo.
Publicam-se
também varias
folhas
mu-
sicaes.
»
IJ>esp»ehoa
ecelesiasticoa.
—
0
pre
sbylero
José
Luiz
Forte
—apresentado'
na
capellania
de
Nossa
Senhora
da
Estrella,
extra
muros
da
villa
de
Marvão,
no
bispa
do
de
Portalegre.
0 ordinando
José
Augusto
Cesar
da
Silva
—
provido
na serventia
vitalícia
da
thesooraria
parochial
da
egreja
de
Santa
Iria da
Ribeira
de
Santarém,
diocese
de
Lisboa,
para
n
’
ella constituir
o
seu
patri
mónio ecclesiaslico.
0
ordinando
João
Carlos
Alves—
pro
vido
na serventia
vitalícia
da
thesouraria
parochial
da
egreja
de
S.
João
Baptista
de
Alm-irim,
diocese
de Lisboa,
para
n
’
ella
constituir
o
seu
património
eccle-
siastico.
O
presbytero
José
Gomes Neves
—apre
sentado, precedendo
concurso
por provas
publicas,
na
egreja
parochial
de
S.
Do
mingos
do
Cabral, no
concelho
de
Para-
pilhosa, diocese da
Guarda.
Declarado
sem effeito,
a
pedido do
interessado, o
decreto
de
21
de
agosto
ultimo,
pelo
qual
o
presbytero
Carlos
Au
gusto
Botelho
Palma,
parocho
collado
na
•
egreja
de
S.
Sebastião
de
Gomes Ayres,
diocese
de
Beja,
foi
apresentado
na
egre
ja
parochial de
S.
Miguel
do
Pinheiro,
da
mesma
diocese.
CathuiieiHESio
na
Europa
e
Ame
rica.
—
Nos
fins
do
primeiro
século,
diz
um
jornal
estrangeiro, contavam-se
catho
licos
500:000;
no
século
V.
15,000:000;
no
X,
56,000:01)0 no XV,
100.000:000,
no XVIII,
250,000:000.
Calcula se
que
nos-
fins
do
actual
sé
culo
atlinja
a
300,000:000
o
numero
dos
catholicos.
Nos
Estados-Unidos,
accrescenta
a
mes
ma
folha,
os
calholicos
possuem
111
egre-
jas e 64:510
fieis
possuindo também
as
demais
seitas
os
seguintes
templos
e
se
ctários:
Os
baptistas,
619
egrejas
e
18
mil
e
63
sectários,
só
no
districlo
de
Kausas:
os
congregacionalistas,
73
capellas
e
5 620
freguezes;
os episcopaes,
22
capellas e
1:389
adeptos;
os
methodistas,
152
e
33:767;
ós
lutheranos,
33
e
4:560;
os
presbyterianos,
15
e
1:469.
Na Suissa
existe
uma
associação
ca-
tholica
denominada
de
Pio
IX,
que
conta
aclualmente
mais de
20:000
membros
e
numerosos
íiliaes
em
todas
as
dioceses.
I'LTITÍ.48
NOTICIAS
Lisboa
19.—
Foi
demitlido
o
escrivão
de
fazenda
de Fafe, por irregularidades
de
serviço.
Idem
20
—
Na Bolsa
venderam-se:
5
acções
do
Banco
Lusitano
a
655000
reis;
4
do
Banco
de
Lisboa
&
Açores
a
945000;
57
obrigações
do
caminho
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a
895500;
5
de
coupons
a
895300; 3
contos
em
iascripções a
51,21;
5
a
51,20;
6
a
51,19;
e
5
a
51,15.
A
alfandega rendeu
a
quantia
<!e
reis
16:1365016.
Roma
18
—
No consistorio
de
amanhã
serão
nomeados
cardeaes
os
núncios
de
Paris, Vienna,
Lisboa,
e
Madrid.
O
Papa
nomeará
lambem
8
bispos
e lerá
aos
car
deaes uma
breve
allocoção.
Se o
outro
consistorio
se
reunir
segunla-feira
serão
elevados
a
cardeaes
vários
arcebispos.
Londres
18
—
0
«Standard»
annuncia
o
boato
de
ter
sido
acceite
pelo
czar
a
demissão
do
príncipe
Gorlschakoff
que
se
ria
substituído
pelo snr
LobanoU.
Londres
19—0
«Standard#
diz
que
os
regimentos
afghans de
Herat,
revoltados
massacraram
as
auctoridades
civis e
mili
tares.
Noticias
do
Cabo
em
1
de
setembro,
dizem
que
o general
Wolseley
devia
par
tir
no
dia
5
para
o
Transvvaal.
As
tropas
inglezas
evacuaram
a
Zu-
lulandia,
deixando
apenas
uma
columna
para pacificar o
Noroeste.
SSCÇÃO DE COMDHICiDOS
Estimulo a
exhortação aos devo
tos
e
bemfeitores da devoção
da SENHORA DO DESTERRO
DE JESUS, MARIA, JOSÉ, na
Povoa do Varzim.
Nunca são
de
mais as
devoções
reli
giosas,
manifestadas
pelo
culto
sagrado
das
imagens.
Para
o indifferentismo
religioso é a
tendencia
da epcha;
é
preciso
mostrar
que
não
esquecemos
as
doutrinas
santas
e
ver
dadeiras
que
nos
ensinaram
nossos
paes,
como condição
indispensável
para
nossa
felicidade
espiritual
e
temporal.
Façamos
vêr
que
não
se
apagaram
em
nossos
co
rações
esses
sentimentos
suavíssimos
de
nossa santa
religião;
e
que,
pelo
contra
rio,
são cada vez mais avivados
pelo
fer
vor da
Fé que
nos
allumia
os
passos
no
caminho
da
vida. O
indivíduo
como
a
familia,
deve
considerar
a
vida
como
um
desterro
temporário,
onde
se
depuram
ou
se perdem
almas.
Se seguem
o
caminho
da
virtude,
depuram-se
e
santiticam-se,
se
seguem
o
caminho
dos
desvarios
hu
manos.
perdem-se
e
anniquilam-se.
N
’
es-
te
desterro da
vida
ha, pois
um
modelo
sagrado
que
nos deve servir
de
guia
a
nossos
passos:
é
a
familia
Sagrada
de
—
Je
sus,
Maria José.
Jesus
espelho
divino,
de divinas
per
feições,
que
nos
deu
a
prova
maior
que
podemos
conceber
da
amor
de
um
pae:
o
sacrilicio
pela
morte;
Maria
a
Rainha
dos
Ceos
e
da
terra, concebida
sem
ma
cula,
typo
sem
igual do
amor
de mãe:
o
amor
divino
que
Deus
lhe
infiltrou
no
seio;
José
o
proteclor
eleito
pela divin
dade
para
salvaguardar
o
Redemptor do
mundo
até chegar
a
epocha
do
grande
sacrifício,
e ainda
mais:
José
é
hoje o
proteclor
da
Egreja
Catholica,
como
defi
niu
o
SS.
Padre
Pio
IX.
Não
podemos
portanto
duvidar
de que
a
devoção a
Jesus,
Maria,
José
conside
rado
este
grupo
divino
como
exemplo
na
familia
na
terra,
é
uma
das
devoções
mais
gratas
a
Deus
e
ao
homem:
a
Deus
glo-
riiicando-0
na
sua obra
misericordiosa
da
redempçãO; ao
homem
regulando
a
vida
pelo
espelho
d
’
aquelia
famiha
Sagrada.
Devemos', porisso.
prestar
culto e
ho
menagem
a
Jesus,
Maria, José,
pelos
meios
que
a
religião
regula
e
a
occasião
pro
porcionar.
E’
para
isso
que
se creou esta
sublime
devoção
de
Jesus,
Maria.
José.
com o
titulo
vulgar
de
Senhora
do
Des
terro n’esta villa
da
Povoa
de
Varzim,
e
levar-se
a
eífeito
dando
principio a
uma
capella
com
a
invocação
do
mencionado
titulo
Senhora
do Desterro.
Todos
os bons
catholicos
habitantes
d
’esta
villa,
podem
concorrer
sem
grande
custo
para
esta
piedosa obra,
por
diver
so
modo,
cada
qual
em proporção
de
seus
haveres,
este
póde
concorrer
com
material
para
as
obras,
aquelle
com
es
molas em
dinheiro,
est
outros
com
seu
proprio
trabalho
em dias
disponíveis,
pa
ra
obras
da
supradita
capella.
Em
dous
de
maio de
mil
oitocentos
e
setenta
e
cinco,
promoveu-se
a
creação
de um
fundo,
para
quando
as
circumstan-
cias
o premittirem
se
désse
principio
á
mencionada
capella;
esta tentativa
fui
pou
co
feliz,
porque
desde
então
até
esta data
não
tem
apparecido
um
corajoso
devoto
que
désse
o
impulso
de
que
depende
o
custeio
da
mesma, e
por
este
motivo não
se
deve
descançar
sem
que
se
dê
o
prin
cipio,
para
que
depois
appareça
quem
lhe
dê
o
'
fim,
com
grandeza
e
explendor
devido.
O
terreno
para
a
mesma já
foi
offere-
cido
por um
oenemerilo
bemfeitor
e
au
xiliador
o
illm.°
snr.
Carlos
de
Mello
Pin
to
Cabral,
d
’esla
villa, em
um
logar ao
norte
d
’
esla
villa.
Esta
valiosa
ofíerta
gra
va
com
lettras
de
ouro
o
nome
deste
bemleilor,
nos
annaes
da
historia
d
’
esla
devoção;
o
mesmo
succederá
aos
que
de
futuro
beneficiarem esta
obra
pia,
santa
e
justa.
Animados
por
estes
auspiciosos
auxílios
os
abaixo
assignados constituídos
em eommissão
auxiliadora
d
’
esta
devoção,
imploram
a
todos os
bons calholicos
e
ha
bitantes
d’
esta
villa e
suburbios,
a
sua
piedosa
coadjuvação
n
’
esta
obra
tres
vezes
santa,
porque
é
de
todos,
e
para
todos,
para
a
qual
devem
concorrer
com
donati
vos
em
dinheiro
ou
material
para
as
obras
da
sobredita
capella,
e
tudo
mais
que
lhes
sugerir
os
seus
religiosos
sentimentos
in
spirados
pela
devoção do
Desterro
da
Sa
grada
familia
Jesus,
Maria,
José.
Povoa
do
Varznn,
30
de julho
de
1879.
José
Rodrigues
Barbosa.
Carlos
de
Mello
Pinto
Cabral
.
Subscripcão
e origem
dos
primeiros
fundos
para
custear
as
obras
da
projeclada
ca
pella
da
Senhora
do
Desterro, da
Povoa
do
Varzim.
Leilões
de
prendas
em
1875
45500
Migalhèiros
em
1876
95500
Idem
em 1878
7:120
José
Bodrigues
Barboza
em 1879
785880
José
Martins
de
Oliveira
2:250
D.
Mana
Rosa
Martins
Rios
25250
Anonyma
560
D. Anna
Fernandes
de Castro
500
Anonyma
500
Francisco
Alves dos
Santos
2:000
Migaiheiro
de José
Rodrigues
Bar
bosa
55000
Joaquim Gonçalves
Lima
25250
Somma
rs.
1155250
SEGUNDO
PORTE DE
SUBSCRIPÇÃO
Manoel
Antonio Martins
de
Terroso
of-
fereceu
um
pinheiro
em
taboado.
Manoel
Antonio
Igreja,
idem
em ta
boado.
Antonio
Balbute,
um
dia
de
trabalho
de carpinteiro
com
seus
olficiaes.
Joaquim
Gonçalves
Lima,
um
dia
de
trabalho
de
carpinteiro.
A
obra
de
pedreiro
foi
tratada
por
IO85OOO
reis—espera-se
a
coadjuvação
dos
bemfeitores,
para
concluir
a
obra
que está
principiada!!
Jesus,
Maria, José
Se queres
ventura
na
terra,
Se no ceo
queres
vida
e
luz,
Grava
bem no coração
Os
preceitos
de
Jesus.
Se
n’
esle
desterro
queres
Encontrar
seguro
guia,
Recorre,
que
é
infallivel,
a
’
Virgem
Santa
Maria.
Se nas
agruras
da
vida
Sentes vacilar
a
fé,
Busca
alento nas
virtudes
Do
Patrono
S.
José
KECLAMOS
SAÍDE
i
TODOS
sem medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
0
uso
da
delicio
sa
farinha de
saúde,
hevalesciére
OU BARRY de Londres.
1 Combatendo
as
indegeslões
(dispepsias^
gaslrica, gaslralgta
,
ilegma
,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo-
mitos,
irritação
intestinal,
bexigas,
diarrea,
disenteria,
collicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as
des
ordens
no
peito,
na
garganta,
,
do
ahto,
dos
bronchites,
da
bexiga, do
figado. dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
ao
cerebro
e
do
sangue,
85:000
curas
entre
as
quaes
cori-
lam-se
a do
duque
de
Pluskow
das
ex.
mas
snr.as
marqueza
de
Bréhan,
duqueza
de
Casllestuart,
dos exm.
os
snrs.
Lord Stuart
de
Decies,
par
d
’
lnglalerra
0
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
N.°
49.842:
M.ine Marie
Jurie Joly,
de
cincoenta
aunos
de
constipação,
indiges
tão,
nervoso,
iosomnias,
asthma, tosse,
flatos,
espasmos
e
nauseas.
—
N.°
46:270:
M.
Roberts,
d
’
uma
constipação
pulmonar,
com tosse,
vomitos,
constipação
e
sur.iez
de 25
anoos.
—
N.°
46:210:
O
doutor
em
medicina
Mailio,
d’
uma
gastralgia
e
irrita
ção de
estomago,
.pie
faziam
vomitar 15
a
18
vezes
por
dia,
dutante
oito
annos.
—N.°
46.218;
0
coronel
Walson,
de
got-
ta,
nevralgia
e constipação
obstinada.
—
N.°
18:744:
0 doutor
em
medicina
Shorland,
d
uma
hydropisia
e
constipação. —
N.°
49:522:
M.
Baldwin,
completa
pro
tação,
paralysia
da
bexiga
e
dos
membros,
em
consequência
de
excessos
da mocidade.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
0
seu
preço
em
remedios.
—
Preço»
(ixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*
/
A
kilo,
500
; de
*
/
a
kilo
800
rs
;
de um
kilo.
15400
reis;
de
2
kilos,
3$200
reis;
de 6 ki-
los,
65400;
e
de
12
kilos, 125000 rs.
Os
biscoilos
da
Revalesciére que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendeía-se
em caixas
a
800
e 15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
|
ella
res-
titue
0
appettile,
digestão,
somno,
energia,
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
as mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
jtie
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Êm
pó
e
em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de 48
chavenas,
15400
;?•
1
20
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chaveoa.
M&J
SJARBBV
4!
M.nSTEO,
—
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Streel,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Cert-a!
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31»
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12-v-Por-
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.
=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
Antonio João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.-—
Bragn,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos 31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Visana
doCas-
4©íS»,
Aflonso drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—
«iMiâMiiarft®»,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Pen»a»l,
Miranda, pharm.—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
<5c
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
B,
de
Sequeira,
pharm..
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de San-
jo
Antonio, 225
a
227.
—
Paate
do
M-
m«,
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
—
Povoo
do
Voraitn»,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Vaíençs»
do
Minho
*
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
CtoMd®,
a
.
L.
Maia Torr
s,
pham.r.
ÀOiBcmmos
Os abaixo
assignados
não
podendo
pessoalmenle
manifestar
0
seu
eterno
re
conhecimento
a
lodos os
ill.
“
,os
e
ex.
mos
snrs.
que os
cumprimentaram
por
occa
sião
do
fallecimento
de
seu sempre
chora
do filbinho,
fallecido
no
dia
7
do
corrente,
acompanhando-o
á
Real
Capella
de
Santa
Cruz,
e
assistindo
á
missa
solemne
que
para
maior
gloria
de
Deus
alli
se
cantou
no
dia
9,
e finalmente
0
acompanharam
ao
cerniterio
publico,
prestando-lhe
assim
as
ultimas
honras,
0
fazem
por
este
meio,
protestando
a
lodos
infinda
gratidão.
Braga,
15 de setembro
de
1879.
Anna
Adelaide
de
Jesus
G.
Vieira de
Campos.
Antonio
Fernandes
Gomes
de
Campos.
(2618)
Luisa
Maria
Barbosa,
e
filhos,
agra
decem
a
todas
as
pessoas
que
compar
tilharam
da
sua
grande
dôr,
pelo infausto
e
permaturo
fallecimento
de
seu
muito
presado
esposo
Estevão Barbosa,
e 0
obsé
quio
de
terem acompanhado
os
seus res
tos
morlaes ao
cerniterio
publico
d
’
esta
cidade.
Braga
17
de
setembro
de
1879.
(2620)
ÁNNUNCIQS
Quem
precisar
de
um
cosinheiro
ha
bilitado,
dirija-se
á
rua
de
8.
Geraldo,
n.°
15.
(2597)
EDITAI.
Camara
Municipal
da cidade
e
conce
de
Braga
Faz
saber
que
no
<!ia
10
d’outubro
proximo
futuro
pelas
11
horas
da
ma
nhã
no
Paço
do
concelho
se
hão
de
ar
rematar
em
actos
seguidos
as
obras
de
construcção
-
de
dous
canos
collectores do
largo
das
Carvalheiras
a
ligar
com
o
que
vem
da
rua
da
Sé;
d
’outro
cano
collector
com
sarzelas
na
rua
do
Raio—e
das
ruas
do
Poço
e
S.
Thiago,
tudo
na
confor
midade
dos
projectos
e
condições
corres
pondentes
que
se acham
patentes na
Se
cretaria
da mesma
Camara,
para poderem
ser
examinadas
pelos licitantes.
O
que
assim
se
publica
para os
devidos
eflei-
los.
Braga
19
de
setembro
de
1879.
E
eu Antonio
Manoel
Alves
Costa,
es
crivão
o
subscrevi.
O
presidente
Malheiro da
Silva.
ADMINJISTISAÇû
DA
MAS»
%
OLLIUA
DE
JOAQUIM
GON
ÇALVES
louheiiio
.
Achando-se
terminada
a
liquidação
da
massa,
são
por
ordem
do
exc.,no
snr.
juiz
Commissario
convidados
os
snrs.
credores,
a
reunirem-se
no
dia
8
de
outubro
pro
ximo.
pelas II horas
da
manhã,
no
Tri
bunal
Commercia! d
’
esta
cidade,
atim
de
lhes
ser
apresentadas
as
contas
da
admi
nistração,
e
fazer-se
o dividendo
do saldo
do aclivo
da
massa,
na conformidade
do
artigo
1259
do cod.
com.
Braga
22
de
setembro
de
1879.
Os
administradores
Antonio
José Antunes
Reis.
(2626)
Valença,
Filho
&
C.\
Banco Commercial
de Braga
em
liquidação.
Leilão
de
moveis.
A
Commissão
liquidataria
d’
este
Ban
co,
resolveu
fcnccionar
desde
o
dia
29
do
corrente
mez nos
baixos
do
edifício,
por
ter
alugado
o
primeiro
andar;
e como
póde dispor
de
muitos
dos moveis
como
sejam
escrivaninhas,
mezas,
cadeiras,
ar
mários,
secretarias
e
um balcão
e
mais
objeclos
que
existem
no
Banco, annuncia
vendei
os
em
leilão
no
dia
2S
do
corrente
mez
no
edifício
do
Banco,
ás
10
horas
da
manhã.
Braga
19
de
setembro de 18"9.
Arrematação
No
dia
7
d
’
outubro
do
corrente
an
no
pelas 11
horas
da manhã,
no
quartel
do
regimento
d
’infanteria
8,
tem
de
se
proceder
á
arrematação
em
hasta
publica
de
feijão
branco,
vermelho,
amarello, man
teiga,
e
outros,
grão
de
bico,
e
lenha
para
o
rancho do
dito
corpo.
Pelo
Secretario
do
conselho
administrativo,
José
Maria
Pinheiro,
Tenente
quartel-mestre
d’
infanteria
8.
(2625)
O
abaixo
assignado declara que
é
se
nhor no dominio
direclo
dos
prédios
ur
banos
com os
n.
os
36. 37, 38
e
39,
si
tuados
na
rua
do
Anjo,
e
de
n.cs
poli-
ciaes
10, 11,
12,
13
e 14, situados
ao
largo
do
antigo
arco
de
S.
João,
praso
fateusim
de
que
é
cabeça
a
casa
de
n.°
40
da
quina
ao
entrar
para a
dita
rua
do
Anjo,
com
frente
principal
para
esta,
e
para
o
dito largo
para
onde
tem
o
n.°
9,
com
o
laudemio
da
quarentena
parle,
por
ler arrematado
em
hasta
publica
o
foro
dominical
que
á
camara
municipal
se
pagava.
Por isso
declara
que
ninguém
faça
con
trato
algum d’
alienação
dos
ditos
prédios
menos
que não
vá
com o
dito
encargo
do
onus
referido
como
encargo
inheren-
te, que
os
affecta,
pelo
que
protesta.
E
para
que
chegue
ao
conhecimento
de
lo
dos
e de
futuro
não
poderem
allegar
ignorância,
se
faz
a
presente
declaração
e
protesto
para
os
fins
e
eíleitos
que fo
rem
convenientes.
Braga
18
de
setembro
de 1879.
(2621)
Manuel José
Vieira.
o
-x^x«-X4:
VELOUTINE
GH
1M FAY I
POLVO
DE ARROZ ESPECIAL PREPARADO CON BISMUTO !<;
INVISIBLE Y ADHERENTE, dá
al cútis frescura y trasparencia.
I
nventor
CHARLES
FAY,
9, RUE
de
la
P
aix
,
PARIS Jxj
Se
vende en las Farmacias, Perfumerias, Eeluquerias J tiendas da quinealla.
$
yj
SANGTUARIO DE
S TORQUzVTO
Aviso
aos
eawjireiteiros.
No
dia
28
de
setembro,
por volta
das
onze
horas
da
manhã,
na
secretaria
da
irmandade
de
S.
Tarquato,
terá
logar
a
arrematação
das
obras que
hão de
ser
executadas
no
terreiro inferior do
men
cionado
Sanctuario.
As propostas serão feitas
em
cartas
fechadas.
O
licitante,
no
acto
da arrematação,
depositará
a
quantia de
sessenta
mil
reis,
para
garantia
do
fiel
cumprimento
do
seu
contracto.
As
condicções
e
o
projecto
podem
ser
examinadas todos
os
dias
na
secretaria
da
irmandade.
S.
Torquato,
17
de
setembro
de 1879.
O
secretario
da meza
(2622)
Francisco
Martins
Fernandes.
INJECÇÃO
UKISmCÍ
BALSAMIGO
PROPHÍLATIGO
Esta
injecção
é
a
unica
e
efficaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de
de
purgações tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á Porta
Nova.
Em Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Bartholomeu
Deposito
principal
no Porto
na
Phar
macia
Madureira,
rua
do
Triunfo
n.°
742,
proximo
ao
Pafacio
de
Chrystal.
Preço
de
cada frasco
—
400
rs. (2506)
COEI.EGIO
D«i
aOJÍ
feUCCESS©
N
’
este
collegio,
em
Villa
Nova
de
Gaya,
ao
pé
da ponte
pênsil,
admiltem-
se
alnmnos
internos
d
’
ambos
os
sexos,
por 6, 7
e
8
mil
reis mensaes,
confór-
me
as edades. O
ensino
da
leitura
é
pelo
systema
de
João
de
Deus.
Dirigir ao
di-
rector
M. J.
G.
de Mello.
(2554)
Consultor
io Medico-Cirurgico
10
—RUA
DE S.
JOÃO--10
Alfredo
Passos ouve
de consulta
to
dos
os
dias
do
meio
dia
ás
2
horas
da
tarde.
Faz
operações
de
grande
e
peque
na cirurgia.
Especialidade—
partos.
(2617)
AIBRtESDA-SE
Uma
casa
de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e
agua,
na
rua
de
S. Geraldo,
n.°
20.
Trata-se
na
mesma
rua
n
“ 17.
(2623)
AI.UGAM-SE
Os
altos
da
casa
da
rua do
Campo,
n.°
22,
com
bons
commodos
para
uma
numerosa
familia,
agua encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
.
(2557)
Aluga-se
toda
ou
separada,
a
casa
n.°
7
da
rua
do
Forno.
Tem
commodos
para
ecclesiaslicos,
ou
mesmo
pessoas
parlicu.
lares.
Tem
lojas
para
armazém.
(2614.
FEOHIVCHA.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos
e
lindas vistas—
situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.° 53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado
o snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres, negociante,
morador
na
mesma
rua—
e
póde-se vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
Vende-se
ou
aluga-se
uma
rnora-
ixià
da
de
casas
n.°
8
na
rua
de
D.
pe(]
r0
5,o
com
bons
commodos,
quintal e
boa
agua;
a
casa é
decente
pa
ra
qualquer
familia.
Tanto
para uma
co
mo
outra cousa, trata-se
na
mesma rua
casa
n.°
76.
(2559)
Vende-se
uma
machina
de
costura
de
Singer.
Quem
pretender
falle
com
o
ta
noeiro,
no
largo
de Santo
Agostinho.
(2613)
,<»;
CA’
1BI° CASA KLiZL0TEI11AS
Tem
distribuído
esta
casa
cerca
de
2.000:0006000 em
prémios
no
paiz e
Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e
58,
com filial
no
Porto, Feira
de
S Bento,
33.
34
e
35,
faz
sciente
ao
respeitável
publico
que
tem
sempre
nos
seus
estabelecimentos
variadís
simo
sortimento
de bilhetes
e
suas
divi
sões
das
loterias
portugueza
e
hespanhola.
Satisfaz
lodos
os
pedidos das
provín
cias,
ilhas,
ultramar
e Brazil,
com
prom-
plidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para jogo
particular ou
para
negocio.
Nas
terras
onde
não
lenha
ainda
corres
pondente
acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias.
Os
vendedores
teem
boas
vanta
gens.
sendo
uma
d
’
ellas
o
poderem re
cambiar,
o
que
não
tenham
vendido, até
á
vespera
do
sorteio.
E’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e
nada
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos e lelegrammas.
O
4.°
sorteio,
é
o
da
loteria
portu-
gueza.
a
29
de
setembro.
O
prémio grande
é
de
8:00í
-,>000
reis.
Os preços
dos
bilhetes
e
fracções
d
’esla
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
inteiros,
46800;
meios,
26400; quartos,
l$200;
oitavos,
600;
fracções
de
520,
440,
330,
260,
220,
130,
110,
65,
55,
45 e
30
rs
Srande
loteria
em Elodrid
iVo
dia
7
d’
oulubro
Prémios
distribuídos
em
moeda portugueza
Keis
pela
seguinte
fórma:
I
de
90:0006000
1
de
45:0006000
1
de
22:5006000
1
de
14:4006000
1
de
7:2006000
2 de
1:8006000
2 de
1:4406000
50 de
9006000
2
de
8!06000
600
de
2706000
661 prémios
Os
preços
dos bilhetes
e
fracções
são:
bilhetes
inteiros,
486000;
meios,
246000;
quintos,
96600;
décimos,
46800;
series
de
dez
numeros,
de
2í$000,
126000,
66000,
46800, 26400,
1$200
e
600 reis;
fracções
de um só
numero
de 36000,
26400,
16200,
600,
480,
240,
120
e
60
reis.
Chamamos
a
attenção
do publico
para
um
ponto
importante.
As
fracções
da
nos
sa
firma,
tem um
pertence
muito
mais
vantajoso
para
o
jogador,
que
o
das
ca
sas
das
províncias.
Por
exemplo:
em uma
fracção da
nossa
firma
do
preço
de
600
reis em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo
teria
de
Madrid, toca-lhe
na
sorte
grande
1:1006000
reis. Em
igual
fracção,
com
qualquer
dos prémios
minimos
loca-lhe
46500
ou
36000
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
de loteria,
um
dos primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que
não
vivem
nas
duas
principaes cidades.
Os
prémios
são
pagos á
vista
das competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-os
nas
suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
leiras
ás ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos
do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos
freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca,
rua
do
Arsenal,
56,
58
e
60,
Lisboa,
ou Feira
de
S.
Bento,
33,
34
e
35,
Porto.
(2529)
AEUGA-SE
Uma
boa
morada
de
casas
com
dois
andares,
sita
na
rua
do
Anjo, n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de a
mostrar
e
tra
tar
do
aluguel
o
snr.
Oliveira, aferidor,
morador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
CA
B
r
ST
3
W.'SL
MACHINAS PARA
COSER
DA
Companhia
fabril
SINGER
BRAGA
í®
—
rua
de
S.
Vieente
—
1®
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
tnachinas
de
costura!!!
mais
SOriBG
que
em 1876.
*
A Companhia
Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
soo
reis
semanues
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a menos
a
promplo
paga
mento.
Para
famílias, alfaiates,
costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL •
Garante todas
as
suas machinas
não
só
no
seu bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos o publico que te
nha
todo o cuidado para
não
ser enganado
com as
machinas
imitações, como
algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
sistgek
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17,
RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em todas a
ca
pitães
dos
districtos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
Caixt»
penllioriBta Bewearenií®
118
Tritvessn»
de
D.
Guuldim
d’
est»
eidttde.
Continua
a
emprestar dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
hpras
da
manhã
até
ás
9
da
noule
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem objeclos
empenhados
na
mesma
caixa
com
alrazo
de juros de
ires
mezes
os
venham
pagar
ou resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
RESPONSÁVEL
—Luiz Baptista da
Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
