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- conteúdo
-
IOI.II
V
IVEI.3<;iOSA,
BE
"^«TíCaOSA.
REDAUTORES
—
D. Miguel Solto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.
7.° ANNO
preço
da
;
assignatura
12
mezes,
com
estampilha.
.
.
2&000
12
mezes,
sem
estampilha.
.
.
1&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso...............................
10
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SAGRADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição.....................................
10
N.° 985
Assignantes,
20
p,
c. d
’
abalimento
Completa amanhã
26 annos
o
Senhor
D.
Miguel de
Bragança.
E
’
pois
dia
de gala
nos
arraiaes
da
legitimidade.
Se
o
não
saúdam
as
salvas
e
os
repiques
festivos,
melhor
commemoração
tem
nas
preces
que
n
’
elle
dirigirão
ao
Céo
os
verdadeiros
e
leaes
portuguezes
que
seguem o
labaro
onde está
in-
scripto
o
lemma
—
Deus,
Patria
e
Rei.
E
ao
memoral-o
em
nossas
ora
ções,
mais
se
radicarão
as
nossas
crenças,
mais
se
a
vigorarão
as
nos
sas
esperanças,
que
os
longos
an
nos
de
provação
não
podem
fazer
estremêcer
ao menos.
Soldados
os
mais
humildes,
mas
não
os
menos ardentes,
da
Legiti
midade,
enviamos
as
nossas
humil
des
felicitações
ao
augusto
Proscri-
pto.
HABE1IUS COATFITE.VTETI BIEIJJI.
Continuamos
a
reproduzir
os
li-
bellos
accusatorios, que
os
liberaes
formulam
uns
contra
os
outros. Se
fossem
apresentados
no
tribunal
da
opinião
publica
por
parte
do
«Com-
mercio do
Minho»,
ou
da
«Nação»,
allegaria a
liberal
companhia
de
re
sponsabilidade limitada,
que
eram
seus
inimigos
confessos
e
que,
por
tanto,
não
procedia
a
accusação.
Não,
senhores,
são
os
proprios
liberaes,
que
veem
declarar
ao
tri
bunal,
que
entre
a
companhia
por
elles
organisada
ha
justo
motivo
para
graves
accusações.
Hoje
vae
depôr
um
dos
orgãos
do
partido
constituinte.
Escutemol-o.
A
jurisprudência
eleitoral
do
governo,
segondo
as
declarações authenlicas
do
Progresso,
resume-se
na
seguinte
formu
la:
A
maxima
liberdade
no
meio
da
ma
xima
legalidade.
E esta formula, julgada
á
luz dos
fa
ctos
que
se
estão
passando
em
todo o
paiz,
desenvolve-se
nos
seguintes
manda
mentos:
1.
°
Deslocação
de
tres mil funcciona-
rios
para sustentar
seis
homens
no
po
der;
2.
°
Promessa d’
uma
comarca
a
todos
os
concelhos,
que
a
não
teem,
se
votarem
nos
candidatos
da
auctoridade;
3.
°
Abrir
concurso
para
as
egrejas
das
paroebias.
que
estão
condemnadas
a
ser
supprimidas, afim
de
fazer
negaça aos
diversos concorrentes
ao beneficio;,
4. °
Informações das auctoridades ad
ministrativas
sobre
recrutamento
só
fa
voráveis
aos
mancebos, cujos
paes
votam
com
a
auctoridade, fazendo-se baixar
os
processos,
que
estão
já
informados
nos
governos
civis, para
os
novos
administra
dores
darem
novas
informações
segundo
as
conveniências
políticas;
5.
°
Proceder
aos
estudos
de
estradas
e á
construcção
d
’
estas
nas
localidades
que
põem
esta
condição
para
darem o seu
voto
á
auctoridade;
6
0
Arranjar
a trapalhada
do
caminho
de ferro
da
Figueira
á
Mealhada para
conseguir
os
votos
das
povoações atraves
sadas
por
aqueila
linha;
7.
°
Transferir
e
demitlir
empregados
judiciaes
a
arbítrio
e
a
capricho;
8.
°
Trazer
n’
uma
roda
viva
os
empre
gados de fazenda,' que deviam
ser
com
pletamente
estranhos
ás
questões
eleito-
raes.
Emfim
não
podemos
completar
hoje
a
relação
de
todos
os
factos,
que consti
tuem
a
jurisprudência
eleitoral
do gover
no
resumida
na
celebre
formula:
A
ma
xima
liberdade no
meio
da
maxima
le
galidade.
Mas
nada
perde o
governo
com
a
de
mora.
——‘-J'
fl--
——
monte-pio
de
§.
José.
Depois
de varias
e
curiosas
peripécias,
que
praticaram
alguns
associados d
’
esta
instituição
de
auxilio
mutuo
e
que
não
tinham
passado
de
combinações
particula
res
e
de
reuniões
na
casa
da
associação,
veio
um
digno
socio ao tribunal
da
im
prensa
a
dar
conselhos
á direcção e
a
prevenil-a,
de
que
seria
necessário
atten-
tar
bem
no
valor
dos
diplomas
dos
fa
cultativos,
que
porventura
pretendessem
fazer concurso ao
partido
medico,
que
havia
sido
creado
e
a
que se
pretende
dar
provimento.
Conduzida,
pois, a
questão
a
este
tri
bunal,
virá
a
proposito
fazermos
algumas
reflexões.
NTima
das
ultimas
assembleias
geraes
para
que foram convocados
os
socios
do
Monte-pio
de
S. José,
foi
proposta
e
vo
tada
a
questão: se
se deveria
crear
mais
um
partido
medico, ou
um
partido me-
dico-cirurgico.
E
succedeu,
que
a
maio
ria
votou
pela creação
do
partido me
dico.
Esta
proposta
e
a
opinião
da maioria
teve
por movei
favoritismo
ou
ignorância
crassa?
Talvez
ambas as
cousas,
como
diz
Nicolau
Tolenlino.
Lastimamos,
que
os
incompetentes, os
que
são
alheios
á sciencia
medica
e
á
sciencia cirúrgica,
pretendessem
crear
ri
validades
e primazias
entre
os
facultativos
das tres
escolas
do
reino,
quando estas
são
igualadas
pela
carta
de
lei
de
20
de
junho
de
1866.
Esta
carta
de
lei
acabou
com
a
odio
sa
e injusta
distineção,
que
se fazia
en
tre
médicos
e cirurgião,
que
sahiam
da
universidade
de
Coimbra
e
das
escolas
do
Porto
e
Lisboa.
Odiosa e
injusta,
sim,
attenta
a
dis
tribuição
dos
estudes
no curso medico
e cirúrgico
da
universidade
e
d
’estas
es
colas
e
a
igual
proficiência,
com
que
são
feitos
por mestres
e
alumnos.
Vivem
em
doce
paz,
em
santa
har
monia os
filhos
das
tres
escolas
do
rei
no,
intervem
o
proprio
legislador
e
sanc-
ciona
tão
excellente
união!
Mas os
sábios
da
academia
do
Monte-pio
de
S.
José,
dizem
aos
homens
da
sciencia,
que
igno
ram
a
profunda
distineção
que
deve
ser
marcada
em suas cathegorias,
e
ordenam
ao
legislador,
que
metia a
viola
no
sacco
e
que
não
confqnda
o
que
rombo
crité
rio
de baixo
bestunto é
capaz
de
destm-
guir!...
E
os
homens
da
sciencia
e
o
legis
lador
de
20
de
junho,
ou
leem
de aban
donar
suas
cadeiras,
ou
teem
de
se
sub-
metler.
Terrível dilemma,
que
faz
lembrar
Gam-
betta
em
frente
e
de
dente
arreganhado
contra
MacMahon!
Todos
devem
saber, que
a medicina
e
a
cirurgia
vivem
tão
intimamente
li
gadas
entre
si,
que
é
impossível
haver
um bom
medico
sem
ter
profundos
co
nhecimentos
de
cirurgia
e
que
é
impossí
vel
um
bom
cirurgião
sem
possuir
vas
tos
conhecimentos
de
medicina.
E,
na
verdade,
os
facultativos
forma
dos
pela
universidade
de
Coimbra
não
são
apenas
médicos,
são
medicos-cirurgicos,
como
os
<las
escolas
do
Porto
e Lisboa,
pois
que,
como estes,
estudam
,a
cirurgia,
e
estes,
como
elles,
estudam
a
medicina
E
eis
aqui
o principal
motivo,
que
moveu
o
legislador
a
acabar
com
a
odio
sa
e
injusta
distineção,
que
em tempo
se
fazia
e
contra
a
qual
se
insurgia
o
bom
senso
e
a
mais stricta
justiça.
Para
a
minoria
dos
associados do
Monte-pio
é
que
taes
motivos
não exis
tem.
E
não
admira.
Assim
como
não
admira
que
o
sapa
teiro
não
saiba
locar
rabecão,
assim
tam
bém
não
é
para
estranhar,
que
as
vistas
dos
associados
não
alcançassem
descobrir
estes
motivos,
que são para
elles
da
mais
alta
transcendência.
O
articulista
do
«Amigo
do Povo»,
que
motivou
as
considerações,
que
vimos
fazendo,
falia
também dos
facultativos
das
universidades
e
escolas
estrangeiras.
Não deixaremos,
pois,
de
dizer
duas
palavras
sobre
assumpto
tão
melindroso.
O
decreto de
23
d
abril
de
1840,
e
a
carta
de
lei
de
24’ d
’
abril
de
1861
são da
maior
clareza
sobre
o
caso
sub-
jeito.
Pelo
primeiro
são
obrigados
os
facul
tativos,
formados
no
estrangeiro,
a
fazer
dous exames
perante
as
escolas
medico-
cirurgicas
de
Lisboa
ou
Porto,
para que
lhes
seja
passada
uma
carta
de habilita
ção alim
de
poderem
exercer
a
clinica
n
’
este
reino;
pela
segunda,
que
altera
o
decreto
de
23 d
’abril
de
1840,
são
obri
gados
a
fazer
todos
os
actos,
que
con
stituem
o curso
das
escolas
medico-cirur-
gicas
de Lisboa e Porto
e
a
mostrar,,
que
teem
exame
de
lodos
os preparatórios
exigidos para
a primeira
matricula
nas
mesmas
escolas,
sem o
que
não
lhes
po
derá
ser
passada
a
carta
de habilitação,
para
poderem
curar.
Ora,
como
n
’
este
reino
os
diplomas,
ou
cartas
estrangeiras
não
teem
valor,
pois
só
têm aquelle,
que depois lhes
é
dado
pela carta
passada
por
qualquer
das
duas
escolas;
e.
sendo certo,
que
só
es
tas
a
podem
passar,
somos
obrigados a
concluir,
que,
entre
nós,
os
facultativos
das
universidades e
escolas
estrangeiras
nunca
podem
ser
tidos
como
formados
pela
universidade
de
Coimbra, mas
sómente
podem
ser
considerados
como
formados
pelas
escolas
medico-cirurgicas.
Altenda
a
direcção
do
Monte-pio
ás
simples
reflexões,
que
deixamos
expostas
e diga-nos,
se não
é
odiosa,
se
não
é
in
justa,
se
não
é
illegal
a proposta,
que
fo
*
1
apresentada
e
votada
na ultima assembleia
geral.
Escola
gratuita
na
íreguexia
tle
S.
Pedro <íe
Lomar.—
Acabamos
de
receber
um exemplar do
Regulamento
in
terno
da
escola
gratuita
de
Instrucção
Pri
maria
da
fregw
zia
de
S.
Pedro
de
Lomar,
nos
subúrbios
d
’esta
cidade.
Consolou-nos
sobremodo
a
leitura
d
’
es-
te
opusculo.
Veio
elle
despertar-nos
as
gratíssimas
emoções
que
em 1874
em
nós
produziu
a
noticia
da
abertura
d
’aquella
escola,
e
avivar
a
veneração
em
que
desde
essa
epocha
lemos
o
seu
benemerito
fundador,
o exm.°
snr.
José
Lopes
da
Silva
Granja.
Nós lemos
pela
instrucção
popular
o
mais
entranhado
dos
aflectos,
e
funda tris
teza
nos
vae
n
’
alma quando
a
vêmos
tao
es
quecida,
tão
completamente
desprezada
pelos
poderes
públicos.
Na
verdade,
a
instrucção
entre
nós
chegou
ao
ultimo
degrau
de
decadência,
mormente
a
que
é
ministrada ao
povo
n
’isso
que
irrisoriamente
chamam
escolas
de
instrucção
primaria.
O
professorado
primário,
que
deveria
ser
um
sacerdócio,
é
hoje
olhado
como
um
simples
oíficio
por
aqnelles que
não
teem
outro.
E
como
não
será
assim,
se
attendermos
a
que
o
ordenado
que
o
po
bre
professor
percebe,
dillicilmente
lhe
chegará
para
a
mais
parca
das
subsistên
cias?
Não
temos
por
que
nos
admirarmos.
O
problema
da
instrucção
é
o
mais
in-
I
comprehendido
e
descurado
por
lodos
os
j
governos
revolucionários.
Crearào
elles
tri-
I
bunecas
e
nichos
para
accommodarem
o
I
innumero
exercito
dos
afilhados, e
em
beneficio
proprio;
farão
jogos maiabares
com
os dinheiros
que
o
iisco
por
mil
mo
dos
diariamente
está
extorquindo
ao
po
vo;
mas
procurarem o
bem-estar
e
a
re
lativa
felicidade
do
paiz
que
tem
a
des
ventura
de
os
tolerar,
isso
era
bom
pa
ra
os
tempos do obscurantismo.
Eis
porque
a
instrucção
popular
vae
sendo n
’
este
cantinho
da
Europa
uma
palavra
occa
de sentido.
Todavia,
mercê
de
Deus,
ainda
lia
quem
se
não'esqueça
da miseia;
ainda
ha
espíritos
alevanlados,
corações
gene
rosos
e
sublimes
que
lhe
votam culto
fer
voroso
e
põem
ao
serviço
d
’elia
os
seus
haveres
e
os
seus
exforços
actuosos,
e
prolíficos.
Pertence a
este
numero
o
pobre
fun
dador
da
Escola
gratuita da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Lomar,
o
illustre
e
bene-
merito
cavalheiro
cujo
nome
acima
escre
vemos.
Quizeramos
copiar
todo
o
regulamento
que
temos
presente;
mas
como
não
dis
pomos
d’
espaço,
vamos
transcrever
só
mente
os
seguintes
artigos
do
capitulo
Prémios:
Artigo
14.°
—
Os
alumnos
que
forem
privados
de meios pecuniários,
poderão
receber
da
escola
os
objectos
precisos
para
a sua
instrucção,
mostrando
seus
paes,
parentes,
tutores
ou
pessoas
bem
conhecidas
do
professor da
escola,
o
seu
estado
de
pobreza atlestado
pelo
paro-
cho
e
regedor da
freguezia
a
que
per
tencerem.
Artigo
1o.°
—
Os
alumnos
que
mais
se
distinguirem
nos
cursos da
escola, teem
mensalmente
direito
a
um prémio
que
o
GAZETILH l
professor
lhes
destinar,
conforme
seus
progressos
e
comportamento
moral:
estes
prémios
deverão
sempre
consistir
em
li
vros
úteis
ou
utensílios
para
uso
na au
la,
não
podendo comlu
lo
exceder
o
dis
pendio
annual
a
24$000
ou
2$090
reis
mensalmeme.
'
Artigo
16.°—
Dois dos
alumnos que
mais
se
distinguirem
nos
cursos
da
aula
e
comportamento
moral,
depois
de
24
mezes
de
frequência
ou
mais
tempo,
teem
annualmenle
direito
a
um
vestuário
com
pleto
de
boas
fazendas nacionaes:
no
caso
porém
de
haverem
mais
de dois
alumnos
com
iguaes
merecimentos,
serão
os
dois
prémios
tirados
â
sorte,
e
a
mesma
ordem
de
sorteio
será
seguida
quando
a
admi
nistração
da
escola
tenha
a
distribuir
maior
numero de vestuários ou
outros
prémios.
Artigo
17.°
—
Os
dignos abbades
ou
parochos
que tiverem o
valioso préstimo
e caridosa
iniciativa
de
bem
concorrerem
para
a
educação
moral,
religiosa
e
in-
structiva
dos
seus
parochianos,
e
que as
sim
mais
aconselhem
os paes
ou
tuto
res a
que
seus
filhos
ou
tutelados
cur
sem
a
escola
gratuita
na
fórma
do
seu
regulamento, assignando-lhes
para
tal
fim
os
requerimentos
d
’
admissão
de
frequên
cia
na
mesma escola,
perceberão
como
pequena
retribuição
de serviços
assim im
portantes
10200
reis
por
cada
um
dos
alumnos que
por
sua
intervenção,
forem
frequentar
a
escola,
e
que
seus
paes
ou
tutores
sejam
analphabetos,
a
500
reis
por
cada
um
d
’aquelles
que
o
não
forem,
e
estas
importâncias
lhes
serão
satisfeitas
semestralmente
pela
administração da
es
cola,
á vista
dos
requerimentos que
te
nham
assignado;
os
quaes
serão
archiva-
dos
pela
referida administração.
Por
estas
simples disposições
póde o
leitor
avaliar
os
inestimáveis
serviços que
o exc.
mo
snr.
José
Lopes
da
Silva
Gran
ja,
está
prestando á
sociedade.
Abençoada
a riqueza
que
é
assim
re
partida
em
beneficio dos
pequeninos
e
dos
desprotegidos
da
sorte.
Chrenici»
religiosa.—
Hoje
ha
Ex
posição do
Santíssimo
na
egreja
de N.
Senhora
do
Carmo.
WoSiei»
referente « Stiinia,—O
nosso
collega
«La
Fé»,
excellente
diário
madrileno,
transcreve
do
«Standard»
o
seguinte
telegramma
de
Roma:
Os
despachos
recebidos
no
'Vaticano
do
Núncio
Pontifício
em
Vienna
assegu
ram que na entrevista
dos imperadores
da
Rússia
e
da
Aílemanha,
se
tractou
da
questão do
Pontificado,
convindo os
dois
soberanos
em
que
a
Egreja
Catholica
é uma
força poderosa
para
combater
o
socialismo:
porisso
que
se
adoptára
a
re
solução
de
proteger
os
súbditos
catholicos
romanos dos
dois
poderes,
determinação
que,
segundo
se
crê,
é
devida
á
iniciativa
do
imperador
d’
Austria.
iençfteai.
—Continuamos
a
accu-
sar
a
recepção
das
que
utlimamente
ha
vemos
recebido:
GUIA
DO
BANHISTA,
ou
BREVES
REFLEXÕES
THERAPEUTÍCO-HYGIENI-
CAS
A
RESPEITO
DE BtNHOS
DE
MAR,
por
J.
B.
S. R.—
Foi-nos oíferecido
um
opusculo
assim
intitulado, dado
á estam
pa
pela
actual
proprietária
da
livraria
do
fallecido Germano
J. Barreto.
Cremos
que
é
devido
á
penna
do
distincto
facultativo
o
snr.
João
Baptisla
da
Silva
Ramos,
ca
valheiro
a
quem
muito
bem queremos
pelas
suas
excellentes
qualidades.
Somos
incompetente
para
avaliar
tra
balhos
d
’
esta
natureza;
no
entanto
não
he
sitamos
em
recommendar
a
Guia
do ba
nhista,
desde
que
a
firma
o nome
d’a-
quelle
abalisado
clinico.
—
DICCIONARIO
POPULAR
HISTÓRI
CO,
GEOGRAPHICO,
etc.
—
-Recebemos
os
fascículos
130
e
151
d
’
este diccionario,
pnbliçado sob
a direcção
do notável
es-
criptor
Pinheiro
Chagas.
Vão
de
paginas
145
a
176
do
volume
VI.
—
O
PROJECTO
DE
ORGANISAÇÍO
DO
CORPO
DIPLOMÁTICO
E CONSULAR
BRAZILEIRO.—
E’
auctor
d
’este
opuscu
lo
o
snr.
Viriato
da
Silva,
que,
segun
do
cremos,
reside
em
Vianna
do Cas
tello.
E
’ escripto
por
um
pulso
eviden
temente
experimentado.
O
prologo
que
precede
o
projecto
revela
muita
sensatez
e
um
espirito
atiladissimo.
—
ATRAVEZ D
’
AFRICA
—
VIAGEM
DE
ZANZIBAR
A
BENGUELLA.
—Recebemos
o
fascículo
n.°
14 d
’
esle
importante li
vro
de
V.
L.
Cameron,
traduzido
opti-
mamente
pelo
snr.
Francisco
de
Lencas-
tre,
e
editorado
pela
acreditada
casa
de
Mattos
Moreira
<T C.3
,
de
Lisboa.
E’
pu
blicação
excellente.
—
AS
TRAGÉDIAS
DE
LISBOA,
POR
LEITE
BASTOS.
—
Recebemos o
volume
3.
u
das
Tragédias
de
Lisboa,
publicação
da
empre.za
Horas
Românticas.
E’
o
romance
de
mais intrincado
en
redo
que
tem
Saido
de
penna
portugue-
za;
porisso
deve
ser
muito
apreciado pelos
amadores do
genero.
—MODA
ILLUSTRADA.—Publicou-se
o
n °
18
da
Moda
lllustrada
correspon
dente
a
15
de
setembro.
O
summario
é
o seguinte:
Gravuras:
Vestuário
para
campo (fren
te
e
costas).
—
Meia
de
creança,
feita
com
duas
agulhas.
—
Leque
de
applicação
sobre
lulle.—
Renda
de galão,
crochet
e
minar-
dise.
—
Guarnição
feita
de
bordado
Riche-
lien.
—
Cinco
guarnições bordadas.
—Entre
meio bordado.—
Tira
de
applicação
de linho
branco
sobre
linho cru.
—
Tres
modelos
de
chapéus.
—Trajo
curto
para
viagem
e
passeio
(frente
e
costas).
—Trajo
curto
de
cacheinira.—
Trajo
meio
comprido
de
se
lim
azul
saphira.—
Trajo
de
panno
preto
para
amazonas.
—Enygma.
Supplementos:
Figurinos
de modas,
co
loridos.
—
Folha
de tpoldes e debuchos.
Artigos:
Correio da
moda.
—De
relan
ce.
—A’
sombra
dos
lilazes.
—
Entre-actos.
—
Os
lilazes
brancos
(romance).
Assigna-se
na
Empreza
Horas
Român
ticas, rua
da Alalaya,
42,
Lisboa.
—
A AURORA.
—
E’
este
o
titulo
d’
uma
nova
revista
de
litteratura,
que começou
a
sair
em
Lisboa. O
primeiro
n.°
que
lemos
presente,
traz
artigos
em
prosa
e
em
verso,
alguns
de
merecimento.
A
MULHER DO
CARRASCO,
por LEI
TE
BASTOS
—
E’
nm volume
ornado
de
estampas—
desenhos
de
Manoel
Macedo—
gravuras
de Alberto. E
’
uma narrativa-
palpitante
de interesse
dramatico.
que
prende
a
attenção
do
leitor
da
l.
a
á
ul
tima
pagina.
Preço
500 rs.
Vende-se
nas
livrarias
do
costume,
e
imprensa
do
edi
tor,
Sousa
Neves,
rua
da Atalaia,
65,
a
quem
devera
ser
remeltidas
as
importâncias
para
enviar
o
livro
franco
de porte.
-ESTUDO
PARA A
SOLUÇÃO
DAS
QUESTÕES
DO
CAMBIO
E
DO
PAPEL-
MOEDA
NO
BRAZIL,
per
Julio
Roberto
Dunlop.
—
Foi-nos
remellido de
Londres
este
opusculo,
impresso
com
desusada
ni
tidez.
Welle
revela
o
seu
illuslrado
au
ctor
grande
competência
para
os
assum
ptos
economicos, que
expõe
em boa
phrase
portngueza.
Agradecemos
a
delicada
offerta
que
se
dignou
fazer
nos.
Atravez
da
província.
—
No
anno
de 1878
existiam no
dislricto
de
Vianna
2:515
cabeças
de gado cavallar.
426 de
gado
muar,
1:896
de
asinino.
44:617
de vaccum,
35:354
de
lanígero,
18:120
de
caprino
e
31:955
de
suino. No
con
celho
de
Vianna havia
138
cabeças
de
gado
cavallar, 34
de
muar,
1:474
de asi
nino, 4:294
de
vaccum,
2:516
de
la
nígero, 1:350
de
caprino,
e 2:816
de
suino.
—Acabam
no
dia
25 do
corrente,
as
matriculas
’
de
admissão
no
lyceu
nacio
nal
da
cidade de
Vianna.
As
disciplinas
a
cursar
são:
(Primeiro
anno) portuguez,
francez,
calculo, desenho
—(segundo anno)
portuguez,
latim,
arilhmetica,
francez,
de
senho
—
(terceiro
anno) geographia, latim,
malhemalica,
philosophia,
desenho
—
(quar
to
anno)
introducção, geographia,
latira,
portuguez
(oratoria
e
litteratura).
O
corpo
docente
compõe-se
dos
snrs.
Fernando Antonio
Zamilh,
José
Pires
Bar
bosa
Juuior,
José
Joaquim
de
Araújo
Sal
gado, Ernesto
Julio
Goes
Pinto,
José
Joaquim
Martins de
Lima,
Bento
Alvares
Pereira
de
Moura.
A
ultima
irwvoada.—
No
concelho
de
Rezende
foram gravíssimos
os
prejuí
zos
cansados
pela
chuva
e
saraiva;
mui
tas
uvas
e
fructas
foram
destruídas,
e
muitas
propriedades
ficaram
arruinadas
n
’
esle
concelho;
e
consta
que
o
mesmo
aconteceu
nos
concelhos
de Baião e La-
mego,
principalmente
nos campos
con
finantes
com
os
ribeiros,
que
estavam
semeados
de
milho,
e
que
em
grande
parle
foram
destruídos
e
arrastados
pelas
impetuosas torrentes
d
’
agua.
Grande
catastrophe esteve
para
acon
tecer
á
familia
do
snr.
Joaquim
de
Car
valho
Azevedo
Mello
e
Faro,
da
casa
da
Soenga,
porque
caindo-lhe
uma
faisca
ele-
ctrica
sobre
a
torre
do
nascente,
pene
trou
em
um quarto
onde
estavam
a
orar
a
Deus a esposa
e
filhos
do snr.
Mello
e
Faro,
caindo
a
faisca
perpen
dicular
apenas
um
metro
distante
da
di
ta senhora,
que,
com
um
valor
inaudi
to,
levantando-se
e
abraçada
aos
filhos
transpoz
a
porta,
grilando
quasi
louca;
se
não
fosse
aquella
heroica
resolução,
decerto
seriam
victimas
esta
senhora e
seus
quatro
filhos, asphixiados
pelo
fu
mo
e
vapores
que
se
desenvolveram.
O
raio
fez
bastantes
prejuízos
na
tor
re
e
portas
do
interior,
sendo muito no
tável
a
destruição
occasionada
nos
papeis
dourados
das
salas
e
filetes
dos
apaine
lados
Também
consta
que
a
egreja
de
Pe-
najoia
foi
fulminada
por
uma faisca,
que
lhe
causou
gravíssimos
prejuízos;
e
mui
tas
arvores
tem
apparecido
partidas,
o
que
se
attribue
á
mesma causa.
Felizmente não
houve
victimas
a
la
mentar.
Ordens
e
Cnnçjregnf
ões
Reli-
gíoatsis.
—
As
Ordens
e Congregações
Re
ligiosas
contam
até
hoje
256
dos seus
membros
elevados
a
altas
dignidades
ec-
clesíasticos.
A Ordem
do
Pobresinho
de
Assis
é a
que
tem
maior
numero
de
bispos,
sendo 32
dos
Menores
Observan
tes,
13
dos Reformados,
6
dos
Conven-
luaes,
22
dos
Capuchinhos;
em
tudo
I
Cardeal
e
72
Bispos;
a
Ordem
dos Do
minicanos
tem
2
Cardeaes
e 27
Bispos:
a
Sociedade
das
Missões
Estrangeiras
de
Paris
25
Bispos;
os
Benediclincs
1
Car
deal
e
23
Bispos;
os
Padres
da
Missão
13
Bispos; os
Ublalos
de Maria
12,
os
Padres
do
Oratorio
8;
a
Companhia
de
Jesus 1
Cardeal
e
9
Bispos; os
Eremi
tas
de
S.
Agostinho
1
Cardeal
e 8
Bis
pos; os Carmelitanos
9;
os
Monges Ba-
silianos
do
SS.
Salvador
do
Rito
Grego
7;
os
Redemptoristas
de
S.
Affonso
de
Liguori 1
Cardeal
e
5
Bispos;
a
Congre
gação de
Picpus
4;
os
Conegos
Regula
res
3;
os Bernabitas
1
Cardeal.
Os
ou
tros
47
Bispos
pertencem
aos
Escolapios,
Padres
do
Espirito
Santo,
Congregação
do
Preciosíssimo Sangue, Marislas, Me-
chitaristas
de
Vienna,
Servitas,
Theatinos,
Passionistas,
Minimos,
Jeronymos,
Merce-
darios,
Oratorianos
de
Paris,
Missionários
do
Sagrado
Coração.
Olitétanos,
e
Socie
dade
de
Maria
de
Lyon.
Eis
aqui
unia prova do
grande
bem
que
fazem
á Egreja
as Corporações Re
ligiosas,
da
grande
honra
em
que as
tem
a
Santa
Sé,
e
dos
grandes
méritos
dos
seus
membros.
E
’ por isso
que
a
maço
naria
as
odeia
e
persegue
com
tanto
fu
ror.
Guerra
eivàl
esss Marroeos.—
Um
telegramma
de Argel
diz:
Declarou-se
em
Marrocos
a
guerra
ci
vil.
Trata-se
nada
menos do
que
desthro-
nar
o
sultão
actual
e
dar-lhe
por
suc-
cessor
um
príncipe
capaz
de
livrar
o
paiz
d
’
ura
despotismo
brutal.
Os
insurgentes
são
20:000,
dispostos
era
tres
corpos
de
exercito.
O
stiltão
tem
30:000
homens,
mal
pa
gos
e
mal
armados
para
se
defender
con
tra
os
insurgentes
e
manter
a
ordem n’
um
império
que se
desmorona
por lodos os
lados.
S
*
o!icia
em
Londres.—
Quando
se
estabeleceu
em Londres
o
corpo
de
poli
cia
no
anno
de
1829,
compunha-se
de
3:341
indivíduos,
sendo
de
1.468:442
ha
bitantes
a
população
da mesma
cidade.
Hoje
tem o
dito
corpo
19:477
indivíduos
e a
população
sobe
a 4.534
040
habitan
tes.
aá?
—
O
inverno
já
fez
a
sua apre
sentação
na
Escossia,
referem
os
diários
estrangeiros
que
acabamos
de
receber.
Ha
alguns
dias
que
é
sensível
e
inu
sitado
o frio.
Geou
em
alguns districlos.
Os
montes
Grampians
appareceram
coroa
dos
de
neves.
Bem
dizem os
meteorologistas,
que
o
anno
de 1879
é
um
anno
excepcio-
nal!—P.
H
Itxparis-ncsas
eom
os pnmbus-
carreioM.
—
Diz
um
jornal
que'
nas
cos
tas
de Inglaterra
se
teem
feito
experiên
cias
com
os
pombos-correios
para
se
uli-
lisarem
a
grandes
distancias das
observa
ções
meteorológicas.
Muitos dos
pombos
percorreram
a
dis
tancia de
270
milhas
em
6 horas,
isto
é,
com
uma
velocidade
de 45
milhas
por
hora.
As
tempestades n
’
aquellas
regiões
nunca
avançam
mais
de 30 milhas
por
hora,
podendo
por
tanto
um pombo-cor
reio
annuncial-as
com
alguma
anlicipação.
Sinistro.
—
Lêraos
no
«Campeão
das
Províncias»
:
Na
quarta-feira
de
manhã
succedeu
um
desastre na praia
da
Torreira.
O
bar
co
da
companhia
denominada
Retirada,
entrou
no.mar
com
desembaraço,
e
seguiu
sem
maior
inconveniente,
quando
se
lhe
partiu
o
remo
de
sotavento.
Este
incidente
é
sempre perigoso,
porque
a
falta
de
um
remo
desnorteia
o
barco,
que
fica exposto
ás
ondulações
da
vaga.
Foi
o
que
ítjf
e
_
lizmente
aconteceu.
Com
o
outro
remo
procurava
a
tripulação,
que
se
compunha
de
16 homens,
singrar
para terra,
p
u
.
chando
a
gente
que
estacionava
na
praia
por
a
corda, para
trazer
o
barco
para
o
areal.
Uma
onda
mais alterosa
bateu
na
proa
e
impelliu-a
para
sotavento,
oíFere-
cendo
o
casco
a
borda á força
da
maré
que enchia
então.
Um
golpe de
mar
en
trou
logo
dentro,
alagando
o
apparelho
a
ponto
do
barco
meter
a
cinta
na
ag^
Na
praia
começou
o
alarido
da
mu|.
lidão
alli
aglomerada,
pois era
á
hora
do
banho.
E
cada
vez
o
barco
mais
se
afun
dava,
até
que se
virou
a
dez
metros
de
di-tancia
da praia.
Os
mais
afloilos
ati
ravam
se
á
agua
e
nadaram
para
terra.
Mas
ném
todos sabiam
o
exercício
de
na
tação.
e
quando
o
casco
se
aproximava
via-se
um
dos
tripulantes
agarrado
á
ban
cada
da proa,
o
que
causava
verdadei
ramente aíllicção
aos
que
assistiam
ao
triste
especlaculo,
sem
todavia
poderem
concorrer
para
a
salvação
do
pobre
nau-
frago.
O
barco varou,
afinal
na
areia,
fez-
se-lhe
um
rombo
no
costado,
e
a
poder
de
muito
trabalho
pôde
tirar
se
de dentro
o
misero,
que
estava
ainda
agarrado
á
bancada,
e
que
vira a
morte
diante
dos
olhos.
Este successo
causou
viva
satisfa
ção
ern
todos.
Mas
o
peor
foi
que
om
dos
tripulan
tes havia
desappãrecido.
Enredar-se
ia
no
apparelho,
ou
cairia
desfallecido
por
ter
levado
alguma
pancada
’
Ainda
se
ignora.
Era
um
rapaz
vigoroso,
e
casado
ha
3
annos.
Deixou
a
viuva
com
um
filho
e
em
vesperas
de
tornar
a
ser
mãe.
Não
sabia
nadar.
A
infeliz
estava
a
lavar roupa
quando
lhe
deram
a
noticia
de
qne o
barco
se
achava
em
perigo.
Declarou
logo
que não
iria
á
praia,
-
porque
seu
marido
eslava
morto, visto
que
não
sabia
nadar.
Previa
a immensa
catastrophe
que
a
havia
de
cobrir
de
luto
e
mais
aos
íilhinhosl
E
’
notável
qne muitos
pescadores
do
nosso
littoral,
creados á
beira d
’
agua,
devendo ser
verdadeiros
lobos
do
mar,
não
saibam
nadar.
Devia
haver
um
certo
escrúpulo
em
não
consentir
que
tripulem
os
barcos
de
pesca
os
que
nunca
se
en
tregaram
ao
exercício
de
natação.
A
’
erav
-jmhJsea.
—Muito
re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da Costa, morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3 0
andar,
que
se acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o
soccorrem
cora
alguma
esmola.
A
*
et»ridc»«le
jmSjliess.—
Recommen-
damos
ás almas
caridosas
Anna
Joaquina,
de 8
annos
de
idade,
que
está entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.°
14.
LEITURAS
POPULARES
Convidam-se
os snrs.
assignantes
(Fes
ta
publicação, no
circulo
de
Braga,
a
pa
garem suas
assignaturas
até
ao
fim
do
19.u
vol.
na
rua Nova
n.° 4,
a
Domin
gos
José
de
Sousa
Aguiar,
em
poder
do
qual
estão
os respeclivos
recibos
da
dita
publicação.
UIiTÍMAS
Lisboa
15.
—
«Diário»;
—Decreto
fixando
em 240400o
reis 0
preço
das
substitui
ções
de
recrutas
para
0
exercito
e
ar
mada
no
anno
de
1879.
O
preço
das
substituições
para
os
refraclarios será
de
6400000
reis.
Idem 16—
Na
Bolsa
venderam-se:
3
obrigações
prediaes
a
920300;
2
dos
ca-
tniuhos
de
ferro
do
Minho a
89-0300;
-0
ditas
externas
a
89^800;
6
contos
em
inscripções a
51; 5 a
51,01;
4
a
51,10;
20
para
30 do
corrente
a
51,10-
A alfandega
rendeu
a
quantia
de
reis
12:483^684.
Berlim
13
—
Confirmam
que
0
príncipe
de
Bismark
irá
ámanhã
a
Vienna e q
u0
será
recebido
em
audiência
pelo impcra
'
dor
d’Austria.
Londres
13
—
As
forças
inglezas
da
ju
dia
começaram
a
avançar. Segunda-feira
devem
chegar
a Khotal.
Dizem do Cabo da
Boa
Esperança q«e
0
general Wolseley
teve
uma
entrevista
com
vários
chefes
zulus
para explicar-lhes
c
projecto
de organisação
da
Zulandia.
O
refugio
de
Cettywayo
eslava
cercado
por
trezentos
inglezes.
Simla
13
—
0
general
Roberts
pediu
mais
quatro
regimentos
de
reforço.
Foi
abandonado
o
projecto
de
marcha
immediata sobre
Cabul.
Simla
14
—
0
emir
do
Afghanistan
as
segurou
a
sua
amizade
ao
governo
da
ín
dia.
0
general
Roberts
recebeu
instrucções
para
exigir
provas
d
’
essa
amizade.
Londres
15
—
Diz
o
«Daily
Telegraph»
que
o exercito
inglez
espera
chegar
a
Cabul
no
dia
2')
de
outubro.
Idem
16
—
Telegrammas
de
Kandahar
publicados
pelo
«rimes»
e
«Standard»
annnnciam
que
o
emir
do Afghanistan
reune
as
tropas,
e
chamou
as
tribus
para
a
guerra
santa
contra
os
inglezes.
Noticias
do
Panamá
em
6
do corren
te.
dizem
que
em
Lima
corriam
boatos
de
haver
negociações
para
paz,
e
medea-
ção representante
dos
Estados-Unidos,
mas
não se
sabe
coisa alguma
positiva.
KLCLAMOS
SALVAE AS
CREANÇAS peia
doce
Revalescière
du
Rarry
de
Londres.
—
Por
to
la
a
parte
se
deplora
que
a
creança
—a
alegria
da
familia
e
a
esperança
da
na
ção—
é
muito
mal
tratada.
Sómenle
devi
do
á
ignorância
das
mães
e
das
amas,
mor
rem
ellas no
primeiro
anno, 60:000
em
França
e
40:000
em
Inglaterra
I
Esta
mi
séria
é
devida
ou
a
uma
alimentação
do
leite
muito
frequente,
ou
antes
ao
tiso
de
leite
de vacca
ou
de
cabra,
ou
á
açorda
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da
mucosa,
e, como
consequência
inevitável,
a
escan-
descencia
oo
a
diarréa,
os
vomilos
contí
nuos,
a
alrophia,
as
caimbras,
os
espas
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que
a.
di
gestão
de uma creança,
uma
vez
com-
promettida,
as
d'ógas
mais
bem
escolhidas
não
teem poder
de
reparar
o
mal
I
E
’
um
flagello
para
a
familia
e
para
o
paiz
esta
cruel
destruição!
Ha
comtudo
um
meio
simples
e
pouco dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem
sido provado
durante
vin
te e
oito
annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peito
e
as creanças
doentes
e
fracas
de
qualquer
edadecom
a
HevaSescière
IJw
Barry,
ires
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
cora
agua
e sal.
K’
,
flntilnieitte,
o
scaaitento
por
exeelleetcií
*
que,
elle só
consegue
evitar torio»
os aecldetites
«St»
in
fância.
Citemos
algumas
das provas
abundar):
tes
da
sua
influencia
invariavelmente
salu
tar,
mesmo
nos
casos
mais
desesperados
Cura
n.°
80:416.-0
snr.
doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de
medicina
na
Uni
versidade
de
Marbourg,
refere-se
da
se
guinte
maneira
á
clinica
de
Berlin,
em
8
de
abril
de
1872:
«Nunca
esquecerei
que
devo
a
vida
de
um
de
meus
filhos
á
Kevnlesíciére
B)u
Barry.
«A
creança,
na
edade
de quatro
an
nos, solfria
sem
causa
apparente,
uma
alrophia
completa,
com
contínuos
vomilos
que
resistiam
á mais cuidadosa
dieta
a
duas
amas
e
a
todos
os
tratamentos
da
sciencia
medica
A
H-evalesciére
fez
parar
immediatamenie
os
vomilos
e
res
tabeleceu-lhe
completamente
a saude
em
seis
semanas.
De todas
as
minhas
expe
riências
feitas
posteriormente
com a
Be-
valeseíére
obtive
os
mesmos
resultados.
E
’
quatro
vezes
mais
nutritiva
que
a
carne».
Cura
n.°
70:410.
-Fabrica
de Gran-
villars
(Alto
Rheno)
12
de
julho de
1-868.
Senhor.—Conddero-me feliz
por
poder
di
zer-lhe
que
o
meu
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante um. an
no
peia
sua
Hevalcscíére,
e
que a
sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são
uma
maravilha
para
todo
o
mundo.
Não
ha
na
aldeia
creança
tão
forte
como
o
meu
fi
lho
em relação
á
sua
edade.
—
•
M
ercier
’
.
Cura
n.° 87:421.—
Bruxellas,
23
de
unho
de
1874
—
O
meu
filho
mais
novo,
abandonado
na edade
de
qualro para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não queria
to
mar
nem
digeria alimento
algum,
e
acha-
va-se,
por
consequência,
n’
um
estado
de
fraqueza que
punha
e:n
perigo a
sua
exi
stência;
fui
então
que
lhe
fiz
preparar
ura
caldo
de
Revalesciére fraco,
que
elle
comeu
com
apetite,
e
de que
continuou
a
ali
mentar-se
exclosivamenie
durante
alguns
mezes.
Hoje,
que
tem
dooze
annos
de
eda
de,
é
forte
e
gosa
saue.
—D
eswert
.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva do que
a car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em remedios.
—
Preçot
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a pe
nínsula
:
Em caixas de
folha
de
lata,
de
l
h
kiio
500 ; de
*
/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
reis; de
2
*
/ t
kilos,
30200
reis;
de
6
ki-
los,
60400;
e
de
12 kilos,
120000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas a
800
e 10400
reis.
O
melhor chocolate para
a
saúde
é
a
SlewalssBeière
eftnasswlsitasSa ;
et
la
res-
uiue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas, e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta dez vezes
mais
que
a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em pó e
em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave-
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
10409;
cl
120
chavenas,
30200
reis, ou
25
reis
cadí
chavena.
DSJWíKY
«fc ®.s
M.WITE».
—
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Streel,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Eisb®a,
(por grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro, 31,
32;
Barrai
&
irmãos,
rua
Aurea,
12
—
I?®r-
t<u>,
J.
de
Sousa
Ferreira
á
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.=Aveíro,
F. E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.—
tBareeiiou,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da Ponte.
—
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
— Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
'fmão.rua
do
Souto.
—
VÃasaaia d®
C®«-
UíK®,
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua grande,
140.
-GuinariMi,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.—Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e 33.
—
fPenaGel,
Miranda,
pharm.—
Parto,
M.
J.
de
Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
I>.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
(iedofeila,
160; Fontes
&
C.
a
,
drogs., Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108; Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central, Rua
de
San-
jo
Antonio,
225 a
227.—
JFosite
«lo
Kd-
me»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
d®
VarziBM, P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
—
Valença
do
Minho,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—Villa
d»
Conde,
a
.
L.
Maia
Torrs,
pham.r.
fsttotvflu
i
m
i
vjaiwaaatgd SMnxiarininiiiBMmBauwMMMWi
i
MBWimTOS
ssá
as ;íá «ã H
zsk
ísà ££ «à $£ tí
Os
abaixo
assignados
não
podendo
pessoalmente
manifestar o
seu
eterno
re
conhecimento
a
todos
os
ill.11108
e
ex.
mos
snrs.
que
os
cumprimentaram
por
occa-
sião
do
fallecimento
de
seu sempre
chora
do
filhinho,
fallecido
no
dia
7
do
corrente,
acompanhando-o
á
Real
Capella
de
Santa
Cruz,
e
assistindo
á
missa
solemne que
para
maior gloria
de
Deus
alli
se
cantou
no
dia 9,
e
finalmente
o
acompanharam
ao
cemilerio
publico,
prestando-lhe
assim
as
ullimas
honras,
o
fazem
por
este
meio,
protestando
a
todos
infinda
gralidão.
Braga, 15
de
setembro
de
1879.
Anna
Adelaide
de
Jesus
G.
Vieira
de
Campos.
Antonio
Fernandes
Gomes de Campos.
(2618)
ANNUNCIOS
Consultoria Medico-Cirurgico
10
—RUA
DE S.
JOÃO—10
Alfredo
Passos
ouve
de consulta
to
dos
os
dias
do
méio dia
ás
2 horas
da
tarde.
Faz
operações
de grande
e
peque
na
cirurgia.
Especialidade
—
partos.
(2617)
_
Aluga-se
uma
casa
na
rua
de
S
Marcos
n.° 52.
Tem
bons
commo-
dos
para
grande
familia.
Para
vêr
e
tratar,
na
mesma
rua, n.°
5.
(2591)
GUANO
FRANCEZ
Concentrado
par»
todas
as
cul
turas
SYSTEMA
G.
VILLE
Fabrica na
quinta (1’Alegria,
junto da
Pedra
Salgada
(
defronte
DE
CAMPANHÃ)
PORTO
Administração—
Rua
das
Taypas,
44
Adubo
muito
especial
para
as
terras
e
muito
superior
aos
estrumes
geralmenle
empregados.
De
grande resultado
para
as
arvores
e
vinhas.
Transporte
em
sacos
ou
barricas
—Preço
450
rs.
por
15
kilos.
(2615)
ACHADO
Quem
perdesse
certa quantia
de
di
nheiro,
desde
o
Penedo
até
o
Pinheiro,
na
estrada
que
segue
para
Salamonde,
dando
os signaes certos,
tanto
da
quan
tia como
da
especie,
e
pagar
a
despeza
d
’
este
annuncio,
póde
intender-se
a
tal
respeito
na
freguezia
de
Sanflago d
’
Oli
veira,
Povoa
de
Lanhoso,
com o revd.0
abbade
da
dila
freguezia.
(2604)
VENDE SE
Quem
quizer
comprar uma
grande
quin
ta,
faciada
com
a
estrada
que
vae
para
Ponte
do
Lima,
na
freguezia
de
S.
Mi
guel
de
Frossos,
denominada
a
quinta
da
Goja.
Quem
a
pertender
dirija-se
á
rua
do
Souto
n.°
55.
(2605)
Aluga-se
toda
ou
separada,
a
casa
n.°
7
da
rua
do
Forno.
Tem
commodos para
ecclesiasticos,
ou
mesmo
pessoas particu
lares.
Tem
lojas
para
armazém.
(2614)
VENTWA
BE
FIA8O.
Vende-se
um
piano
de
meza,
d
’
oitavas
completas
e
de
soli-
<j
a
constrocção.
Modicidade
de
preço.
Quem
o
pertender,
falle
na
rua
do
Soulo,
n.°
55.
(2616)
PECHINCHA.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos
e
lindas vistas
—
situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado
o snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres,
negociante,
morador
na
mesma
rua—
e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
AEVGA-SE
Uma
boa morada de casas
com
dois
andares,
sita
na
rua
do
Anjo,
n.°
20
e
20
A.
Está encarregado
de a
mostrar
e tra
tar
do
aluguel
o
snr.
Oliveira,
aferidor,
morador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
Caiin
{ifnhorintii
Bi-aciíreEJM?
n:»
Ti-aveBHt
*
de
Ctualdim
d
’eata
eidade.
Conlinua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
lodos
os
mutuários
que
ti
verem
objeetos
empenhados
na
mesma
caixa
com atrazo
de
juros
de tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
venfidos.
CAMBI
°
W FELIZ
L0TEIilAS
Tem
distribuído
esta
casa
cerca
de
2.000:OOOtSOOO
em
prémios
no
paiz
e
Brazil.
O
cambista Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e
58,
com filial
no
Porto,
Feira
de
S
Bento, 33, 34
e
35,
faz
sciente ao
respeitável
publico
que
tem
sempre
nos
seus
estabelecimentos
variadís
simo sortimento
de bilhetes e suas
divi
sões
das
lolerias
portugueza
e
hespanhoia.
Satisfaz
lodos
os
pedidos
das
provín
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com
prom-
ptidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para
jogo
particular
ou
para
negocio.
Nas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceiia
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias.
Os
vendedores
teem
boas vanta"
gens,
sendo
uma
d
’
ellas
o
poderem
re
cambiar,
o
que
não
tenham
vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E
’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e
nada
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e
telegrammas.
O
3.°
sorteio,
é o
da loteria
de
Ma
drid,
em
24
de
setembro.
O prémio
grande
é
de
14:409^000
reis
e
o
prémio
minimo
é
de
54$
00
reis.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções d’es-
ta
loteria
são
os
seguintes: bilhetes
intei
ros,
5$800;
meios,
2$900;
quintos,
I$I6O;
décimos,
580;
e
fracções
de
480,
240,
120
e
60
reis.
O
4.°
sorteio,
é
o
da loteria
portu
gueza,
a
29
de
setembro.
O
prémio
grande
é
de
8:000$000
reis.
Os preços
dos
bilhetes
e
fracções
d’esta
loteria
são os seguintes:
bilhetes
inteiros,
4$800;
meios,
2$400;
quartos,
1$200;
oitavos,
600;
fracções
de
520,
440,
-330,
260,
220,
130,
110,
65,
55,
45
e 30
rs.
Grande
loteria
eiu
Madrid
No
dia
7
d’
oulubro
Prémios
distribuídos
em moeda
portugueza
ííeiH
3»4:eOO$OOí»
aela
seguinte
fórma:
1
de
90:000$000
1
de
45:00(i$000
1
de
22:500$0(l0
1
de
14:400$0()0
1
de
7:200$000
2
de
1:800$000
2 de
1:440$000
50
de
9000000
2
de
8100000
600
de
2700000
661
=s
=
s=s
prémios
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções
são:
bilhetes inteiros,
48$000;
meios, 24$000;
quintos,
9$600;
décimos,
4$800;
series
de
dez
numeros,
de
21$000,
12$000,
6$000,
4$800,
2$400,
l$200
e
600
reis;
fracções
de
um só numero
de
3$000,
2$400,
l$200,
600,
480,
240, 120
e
60
reis.
Chamamos
a
attenção
<
íq
publico
para
um
ponto
importante.
As
fracções
da
nos
sa
firma,
tem
um
pertence
muito
mais
vantajoso
para
o
jogador,
que
o das
ca
sas
das
províncias.
Por
exemplo:
em
uma
fraeção
da
nossa
firma
do preço
de 600
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo
teria
de
Madrid, toca-lhe
na
sorte
grande
l:100$000
reis.
Em
igual
fraeção,
com
qualquer
dos prémios
minimos
loca-lhe
4$500
ou
3$000
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
de
loteria,
um
dos
primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do favor
pu
blico
e
em
especial dos que
não
vivem
nas
duas principaes
cidades. Os prémios
são
pages
á
vista das
competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-os
nas suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
letras
ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos
do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou como
melhor
convier
aos
freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca, rua
do
Arsenal,
56, 58 e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de
S.
Bento,
33.
34
e
35,
Porto.
(2529)
COLLEGIO
»»
S5OM
SECCESSO
N
’este
collegio,
em
Villa
Nova
de
Gaya, ao
pé
da ponte
pênsil, admittem-
se
alumnos
internos
d
’
ambos
os
sexos,
por
6,
7
e
8
mil
reis
mensaes,
confór-
me
as
edades. O
ensino
da
leitura
é
pelo
systema
de
João
de
Deus.
Dirigir
ao
di-
reclor
M.
J. G.
de
Mello.
(2554)
Vende-se uma
machina de
costura
de
Singer.
Quem
pretender
falle
com
o
ta
noeiro,
no
largo
de
Santo
Agostinho.
(2613)
Quem
precisar
de
um
cosinheiro
ha
bilitado,
dirija-se
á
rua
de
S.
Geraldo,
n.°
15.
(2597)
AEVIÇAKAS
Dão-se
a
quem
entregar
na
Povoa
do
Varzim,
ou
em
Braga,
nos
escriptorios
do
snr. Ribeiro
Braga, um
rôlo
com
estam
pas.
perdido
desde
a
Povoa
até
Fama-
licão.
ARREMATAÇÃO
Pelas
10
horas
da manhã,
do
dia
5
do
proximo
futuro
mez d’
outubro,
á
porta
do tribunal judicial, d’esta cidade
e
co
marca
de
Braga,
que
é
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho,
se
tem
de
proceder
á
hasteação
e
arrematação
pela
segunda
vez
e
por
amelade
do
seu
valor, das
pro
priedades
penhoradas
a
Manoel
Antonio
d’
Araujo
e
mulher
Maria
Fernandes
e
seu
lilho
e
nora,
lodos
da
freguezia
de
Paranhos,
comarca d
’A
mares,
para
paga
mento da
execução
hypolhecaria
que
por
este
iuizo e
cartorio
do
escrivão
abaixo
assignado lhes
movem
as
Religiosas
do
Convento Ursulino,
d
’esla
cidade;
cujas
propriedades
são
os
seguintes:
—A
leira
do
Pedro
sita
no
logar
de
Paranhos
de
Ci
ma,
freguezia
de
Paranhos,
comarca
de
Amares,
com
agua
de
rega;
é
de
natu
reza
allodial e
foi
louvada
na
quantia
de
148^000
reis
e
entra
agora
em
praça
pela
quantia
de
74:000
reis—O
campo
do
Talho Rodrigo,
prédio
rústico
de
terra
lavradia,
com
agua
de
lima
e
rega,
si
tuado
no
mesmo
logar
e
freguezia;
é
de
natureza
allodial e foi
tomado
na quan
tia
de
80$000
reis
entrando
agora
em
praça
no
valor
de
40$000
rs.—
O
campo
do
Freirozo
e
leira
da
Farrapilha,
terra
lavradia
com
agua
de
rega,
sita
no
mes
mo logar
e
freguezia
de
natureza
allo
dial;
foi
louvado na
quantia
de
176$0H0
reis
e
entra
agora
em
praça
no valor de
88$000
reis.
De
todas
estas propriedades
é
depo
sitário
José
Antonio
Soares,
viuvo,
pro
prietário,
do
já dito
Jogar,
freguezia
e
comarca.
Pelo
presente
annuncio
lambem
são
ciladas,
chamadas
e
requeridas
todas
as
pessoas
incertas
e
quaesqner
credores
desconhecidos
e
residentes
fóra
da
co
marca,
para
ficarem
scientes do
dia
da
praça
e
uzarem,
querendo,
dos
seus di
reitos.
luEOITIMAS
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia
fabril
SINGER
*7—rui»
de
8.
Vieente
—
1»
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
888:81#
machinas
de
costura!!!
mais
80:1»®
que
em
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de todas
as
fortunas,
a
prestações
de
rei»
«einanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a menos a
prompto
paga
mento.
Braga I
de setembro
de
1879
e nove.
O
escrivão
PíWMPTO 1NFÀLL1VIL
0 TO® SlMiffl
O
ELIXIR
SAR
RAZIA
cura
os
rheumatismos
chronicos;
®
siim
saiam
cura
as
goltas;
O ELIXIR
SARftAZIN
cura
o
lumbago;
e
ana
máixíH w
a,
0
ELIXIR
SABBâZIil
cura as
enxaquecas.
Gaspar Augusto
d
’
Oliveira
Faria
Bastos.
Verifiquei
a exaclidão.
2619)
Manoel
Joaquim
Correia
Velloso.
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e sapateiros
4
COMPANHIA FABRIL
ADOPTADO
POR
TODOS
HOSPITAES
FRANCEZES
PREMIADO
PELAS
ACADEMIAS
Deposito no
Porto—FERREIRA & IRMÃO
77
—RUA DA BANHARIA—
79
. 3.a
MORADA ACIMA DA ESQUINA DA
PONTE NOVA
PREÇO............................ . . .
ycoo
REIS.
_ _ _
Gran
êxito en Paris
VEL0UTINE
GH'“ FAY
POLVO DE
ARROZ ESPECIAL
PREPARADO CON BISMUTO
INVISIBLE
V
ADHERENTE,
dí
a/
cútis frescura
y trasparencia.
I
nventor
CHARLES
FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
Se
vende en las Farmacias, Perfumerias, Beluquerias y tiendas de quincalla.
IOX>X>X>X>X>XÍ
,
Vende
papeis
pinta- ifd
dos
para guarnecer
sallaff, ||
lindíssimos
gostos,
a prin- g
cipiar em
80
reis a peça, g
Vende olio, tintas e
vernizes
para pinturas de g
casas, tudo de boa quali-
dade.e
preços
muito
resu-
midos.
á
Garante
todas
as suas
machinas
não
só
no
seu
belio
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico
que te
nha
todo o cuidado para não
ser enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas legitimas
SINJGER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
Desconfiar
das falsificações.
PARIS
J
£
COMPANHIA FABRIL S1MIER
17,
RUA DE S. VICENTE, 17
’
BRAGA
Vende
cimento roma
no
para vedar aguas,
ges-
so
para estuques de
ca
sas,
tudo de primeira qua
lidade.
1
e
nas
casas
estabelecidas
em todas
a
ca
pitães
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão GRÁTIS.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolla.
Com
approvação
de
S.
Exc.
’1
Revrn.
3
o Snr.
D.
Joào
Chrysostomo
d
’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e Catbolica,
de
Lisboa.
Preço=l60 em
brochura,
e
240
enca
dernado.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
que
está
custan
do o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’
esle
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa G.
Pereira
Bernardes.
-C'
X
$
k
se
venae en ias rarmaaas,
rernunenas, reiuquenas y u
Desconfiar
do las falsificaciones.
^AGUA
de
MELISSA
dos
Carmelitas
3
Unico successor
dos
Carmelitas
Rue
de 1’Abbaye,
14 FARIS
Contra
a Apoplexia, o Cholera, Flatos, Desmayos, Indigestões, x*"*
—)
X?
Febre
amarella, etc. Veja-se o prospecto
que deve envolver cada
frasco.
d
$
Exija-se
o rotulo branco e preto que devem levar pegado, os
irascos de todos os tamanhos,
e a assignatura inclusa :
j
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão, Banharia,
77 e
79.
Fabrica a vapor de
fundição
ferro
e m taes
Travessi
*
«Se
§.
J
oíd
-Braga.
N
’
esta
fabrica,
única
na província
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro como
de
metal.
O
proprietário da
mesma
não
se tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
competir
em
tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento se
fazem
obras
de
lodos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços
que possam
ser
encontra
dos
no
Porto.
N’
esta
fabrica
ftindem-se
peças
de pezo
de
5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me-
zas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para jardins,
‘bombas
de qualquer
pres
são
até
á
altura de 200
palmos, grades
para
sacadas ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para lampeões,
prensas
para copia
dores,
fuzos
de
novo syslema
para
la
gares,
ferros
para alfaiates
e
chapelleiros
tapetes
e
ventiladores
para soalhos, canos
e joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras, guinchos
de
pedreiro
de
todos os
tamanhos.
Além
d
’
estas
obras,
que
h
a
feito, toma
encommendas
para todas
que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
todas
as
obras
d
’
este
genero
principalmente
bombas
de
poços.
© proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
Ceremontal segundo
o
rito
Romano
que deve
observar-se
na
Tercia
e
nusso
conventual
cantada
na
capella
do
Seminal
Conciliar Bracarense.
Escriplo
pelo
Presbylero
JOÃO
REBELLO CARDOSO DE MENEZES.
Vice-Reilor
do
mesmo Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
eDI)
esçriptorio
d
’
este
jornal.
Preço....................................
120
rs-
RESPONSÁVEL—Luiz Baptista da SM-
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITAI^
Parte de Comércio do Minho (O)
