comerciominho_16091879_984.xml
- conteúdo
-
MIN
A
REDACTORES—
D. Miguel Sotto-Mayor
e Dr. Custodio Velloso.
7.° ANNO
PREÇO
DA
íASSIGNATIJIU
12
mezes, com
estampilha.
.
.
25.000
|
12
mezes, sem
estampilha.
.
.
15600
Brazil,
12 mezes,
moeda
forte.
.
35600
'
Folha
avulso
...............................
lo
.:
I
1
PUBLIC
A-SE
ÃS TERÇAS, QIHTAS E SABBADOS.
1
PUBLICAÇÕES
Correspondências
parlic. cada
linha
Í0
Annuncios
cada linha
.....................
20
Bepelição
.
10
Assignantes,
20
p, c.
d’
ahatimento
»
■vw*
N.° S84
isso
mesmo
que
os
exemplos
de
Ião
horríveis
devastações
não conseguem
demover
os
conservadores nacionaes
e lornal-os
mais
prudentes,
é
que
nós em
nome
da
patria,
que
nos
é
cara, os condemnamos,
os
combate
mos,
e
nos esforçamos
por
estorvar
o
estabelecimento
da
sua
obra
desas
trosa.
Pelo
contrario,
ao
verdadeiro
par
tido
conservador,
que,
mercê de
Deus,
já
existe
na
Italia,
e
ao
qual
só
falta
reordenar
um
pouco
melhor
as
suas
fileiras
para
mais se
avi-
gorar,
e
tornar-se
capaz
de
grandes
,
nós
o
applaudimos
e
quere
mos
prestar-lhe
lodo o nosso
apoio
e
cooperação. Este verdadeiramente
não
é
um
partido,
mas
o
corpo,
e
o
coração
da
nação,
inleiramente
sub-
,
sem
que
de^misso ás
ordens
do
Chefe,
que
é
o
u
uiuuii?
u intua
iciiivui
ciuiv,j
------
—
muiiiciiiv,
ou-1
....
.....j;
giande
c
sapieu11
ss
inio
Pontífice
da-
que
a
Revolução prepara,
e
que
será
mo
uma
criança
que,
sem
saber
ojidèa
pratica,
que
mereça
as
hon-^do
a
nós
por
Deus.
Combatendo
e
a completa
desorganisação
da
socie-
que
quer,
muda
de
capricho
a
cadaAas
da
discussão.
E para
que
d’
is-i
lidando
após
um tal
capitão,
os
ca-
dade,
e
o
reinado
da
libertinagem
e
mudar de vista; decahe na
Italia,
i to
se
convença, tome
o
leitor
o
lholiCos
italianos
obterão
bem
mais
da
anarchia.
"
;
reduzido
entre
nós
a
descarado
mis-
trabalho
de
lêr
e de
confrontar
en
je
bem
melhor
do
que
aquelles, que
---------------
’
ter
de
traficantes,
que
forcejam
por
tre
si
os
artigos
publicados
sobre
este
pretenderem
realizar
o
bem
da
Egre-
1
------
-■
’
assumpto
pela
«Paz»,
jornal
que
ha
ja
sem
um guia
auctorisado
e
se-
pouco
mais
de
tres
mezes
é
dado
á
gundo o
proprio
capricho.
Obterão
luz
em
Bolonha
por
uma
fraeção
de-aquillo
que
humanamenle
nos
é
da-
conservadores
nacionaes,
e
ficará
de
do
esperar,
isto
é—
-tornar
o
menos
certo
maravilhado de
que
se
possa
funesta possível
á
Egreja
e
aos
ca-
cahir
em
tão
manifestas
conlradi-,
tholicos
a
temerosa
tempestade,
se
ções
n’
uin
tão
curto
espaço
de
tem-
por
meio
de uma
tempestade
Deus
r-
po.
Porisso
aquelles
d
’
enlre
os
con-
determina
de reconduzir
sobre
o
ceu
TERÇA-FEIRA <6 DE SETEMBRO DE 1879
OS
CONSERVADORES
Vamos
hoje
offerecer aos
nossos
leitores,
e
na
sua integra,
a
ultima
parle
do
artigo
da
«Civiltà Caltoli-
ca», intitulado
—
Principia
a
reação?
—de
que
já demos
um
extracto
em
um
dos
nossos
passados n.
OÍ
Esta
ultima
parte
refere-se
espe-
cndmenle
nos
conservadores-nacionaes
italianos,
bem
que todavia
muitas
das
observações,
que
aqui
faz
o
illustre
articulista, i
cação
;
que
querem
os
conservadores
nacio
naes,
e
a
maneira
como
o
querem,
devemos
logo
accrescentar,
que,
por
mais
generosos que
sejam os seus
intentos,
se
illudem
todavia
quanto
ao
fim
proposto,
e
não
.menos quan
to
á
eficacia
dos
meios
destinados
a
conseguil
o.
O
parlamentarismo é
uma
instituição,
que
vae
hoje
deca-
hindo
cada
vez
mais
da
estima
dos
homens
sábios
e
allentos
observado
res
dos
malignos
fructos,
de
que
tem
sido
fecundo
para
os
povos. Elle
de-
cahe
na
Allemanha,
onde
o
grande
chanccller
não
hesita
em
declarar-
commandantes;
e
ao
mesmo
tempo
de
não
poder
manifestar-se
inteira
mente, porque
fazendo-o seria
por
todos
regeitado.
E
esta
tristíssima
condição,
que
os
proprios chefes
do
partido não
négam,
é
de
per
si
só
uma
luminosa
demonstração
da
im
possibilidade
pratica
do
escopo,
que
o
partido
se
propõe,
e
que
em
claros
termos
lhes
censuram, ainda
mais
do
que
os
calholicos
de
velho
cunho, os
proprios
revolucionários,
quer
pro
gressistas,
quer moderados.
D’aqui
necessariamente
acontece
aos
conservadores
nacionaes
o
que
,
que
tiqui i<i/.
v
niu3iipise
-lh;
‘>
em PleQ
o
reichstag,
pouquis-
i
aconteceria
a
todo
aquelle
que
quizes-
feitos,
,
não
deixem
de
ter
appli--
s
*mo
inclinado;
decahe
na
Áustria-
’
se
obstinar-se
em
dar corpo
aos
des-
mos
r
aos conservadores de toda
a
i
Hungria,
onde
nunca
teve
franco
aco-i
temperos
de um sonho,
ou
realidade
parte,
homens
talvez
de
boa-fé,
mas
Ihimento,
nem
o
terá de ora avante;
|a
um paradoxo:
dizem,
desdizem-se,
que
sem
duvida
hão-de
colhêr, co-
decahe
na
França,
porque
arrasta
!
sentenceiam
ousadamente
e
timida-
mo
unico
resultado dos
seus
exfor-'aquella
grande
nação
a
contradizer-jdamente se
retractam,
q"'"
ços,
o
ultimo
e
mais
terrível
acto,'se
sem pudor
a
cada
momento,
co-1
tal mistiforio
se
possa
colhêr
uma
....
ir>
I
~
z-»
11
1YV
O
OPIOII
OO
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11
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nn
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(I
n
li
/i »-»
.
E
para
que
d’
is-j
lidando
após
um tal
capitão,
os
ca-
tome
o
leitor
o
tholicos
italianos
obterão
bem
mais
«N
’este
nosso
fallar
de
calasíro-
empalmar
as
pastas,
e
de regiões,
que
phes
e
de
esphacelos
temos a certe- almejam
por
prevalecer
uma
sobre
za
de
que
não concordará
comnôsco
j outra
(2).
D
onde se
segue
que
até
esse
punhado
de homens
que,
sahidos
'
os
mais cordeaes
amigos
do
parla
das
fileiras
dos
Catholicos
italianos,; mentarismo se preoccupam,
e
lhe
tomaram
o
nome
de
conservadores
|
aconselham
que
olhe
por
si,
afim
nacionaes.
Estes
teem
jornaes,
leem.
de
que, como dizia
a
«Perseveranza»,
5
--------
-
-----------
t
.
----.-i--------
—-
revistas,
teem
eloquentes patronos,
«não
comece
pouco
a
pouco
a
snr-
po.
Porisso
aquelles
d
’
entre
os
con-
determina
de reconduzir
sobre
o
ceu
e
pensam
poder-se,
assim
na
Europa
;«dir
nos
povos
o
desejo
de
uma
di-
,
servadores
nacionaes,
que
teem
em
da
Europa,
e
particularmenle
da
Ita-
em
geral
como na
Italia em parti-
:
«recção
mais
tranquila,
mais
cohe-'
maior
conta
a
lógica, do
que
a
pu- lia,
a
ridente
e
jubilosa
bonança
de
cular, recompor
as
cousas
christan-'
«rente
e
mais
atlenla aos
negocios
reza
das
doutrinas,
vão
já
descan-iurna
verdadeira,
solida
e
estável
res-
menle
sem
passar
por
desastres
de
«públicos».
Os
«conservadores
na-
bando
para
as veredas da
revolução,
tauração
política,
religiosa e
moral»,
qualidade
alguma.
Quebraríamos
a
cionaes»
que
ora
descem
ao
campo
a
ponto
de
não
se pejarem de
pro-j
cabeça
se
quizessemos
apanhar o
con-
'para
combater,
com
armas
tão
des-
testar
pela
bocca
de um
dos
seusj
teúdo
do
seu
prógramma,
poisque
em
!
pontadas
e
ferrugentas,
as
batalhas'chefes
mais
conspícuos:
guenãogue-\
poucos
mezes
de
existência já
elles'da
Egreja
e
da
patria,
não
virão pois.rem
a ingerência
do
clero no
governo
contam
no
seu s.... —
,
r
.
facções,
que
não
se
distinguem
en-
illudam
até
ao
ponto
de
persuadir-j
-
-
.
_
tre
si
unicamente por
méros
acciden-'se
que
acharão
um
eflicacissimo
re-ule
Leão
XIII,
julgam
que
um
pae
bem
um
punhado
de
homens,
que
tes
Crêmos
todavia
poder
dizer
mui-
paro
aos
males
religiosos
emoraesAem
o
direito
de
provêr
como
lhe
sonha
com
a
——
J-
to
em
geral,
que estes
conservado-',
ch
patria nessa
mesma instituição
fm..™
do
Con
C
filh™ o
nn.uidn
donn.r
res
nacionaes
querem
conservar
no que
ahi
íoi
introduzida
para os pro-
todo
ou
cm parle
as
transformações,
'
que
principalmente
ha
um
século
se
veem operando
na
vida
social
e
polí
tica das
nações
europêas, baptizan-
do-as
porém,
isto
é,
empregando
to
dos
os
exforços
para
que,
longe
de
se
tornarem
damnósas,
concorram
an
tes
para
o
bem,
lustre
e gloria da
Religião
Calholica,
á
qual os
conser
vadores
nacionaes
professam
reveren
cia
e
amor,
não
deixando
de crêr
lam
bem
que
n
’
ella
está
posta a salvação
da
Europa.
E
quaes
são
os
meios,
que
elles
tencionam
empregar,
para
chegarem
a
um
fim
tão
benefico
e
sublime?
São
aquelles, que
a
legali
dade
põe
nas
mãos
de
todo
o
cidadão
de
um
paiz
livre,
o
parlamentarismo
sobretudo,
que
é
ao
mesmo
tempo
o
mais
nobre
e
o
mais efficaz
modo
pelo
qual nos
nossos
tempos
se
pode
manifestar
e
cumprir-se
a
vonl
de
popular
(1).
Apresentado
assim
em
resumo
o
NOTAS
___
o
„
(1)
Ideias o
planos
idênticos
aos
seio
tres ou
quatro
1
muito
tarde?
E
será
possível
quese^os Estados; e
de
dizerem
que,
com-
dos
conservadores-nacionaes
de
Italia,
■
■
____ ........
■
’
’
"
r-
quanto
venerem
também
a palavra
julgamos
adoptar
em
Portugal tam-
b
a
constituição
de
úm
pareça
ao
futuro
de
seus
filhos,
e
partido
denominado
cathoUco.
Estes
que
não
póde
inculpar
um
catholico
homens,
sahidos
em
grande
parte
só porque
este
faz
na
Italia o
mes-
do
seio
do
partido
liberal,
teem
con-
mo,
que
os
outros
catholicos
fazem
seguido
associar
a
si
uma
pequena
licitamentc
n
’
outras
partes.
'fraeção
do
partido
legitimista que,
Sim!
N’outras
partes,
em
nome
'
tibia
em
suas
crenças políticas,
ima-
d’
esses
mesmos
princípios, que os'~
:
"" ——
....
.
>
conservadores
nacionaes
pugnam
por
implantar
lambem
na
Italia,
vae sen
do
por
calholicos consummada
a
rui-
na
da
familia
e
da
patria,
da eco
nomia
e
da
política,
da
tranquilida
de
e da
ordem,
de
tudo,
emfim,
quan
to
é
mais
caro
e necessário ao ho
mem!
Eis
ahi
o
que
se
tem
feito
e
se
está
fazendo
n
’
outras
partes;
eis
ahi
o
que
se
tem
feito
em
França,
e
se
está
fazendo
na
Bélgica em
virtude
da
malfadada alliança,
que
se
quiz
tentar,
dos
princípios
de
89
com os
princípios
da
Egreja Ca-
tholica,
que
são
de
lodos
os
tempos
e
de
todos
os
lugares, antigos
sem
pre
e
sempre
novos,
immutaveis
co
mo
a
verdade
eterna,
da
qual
pe-
rennemente
se
vem
gerando. E
por
duzir?
Portanto
o
fim, que
elles
se
pro-;
põem,
é
completamente
impossível,
j
í
não
diremos
só
pelas
razõesparlicular- j
mente
próprias
da
Italia,
onde
ai
!
questão
do
principado
civil do
Sum-j
mo
Pontífice
torna
necessária
esta
al-|
ternativa
terrível:
ou
de
destruir
os
fructos
da
Revolução
para
conservar
a
liberdade
da
Egreja,
ou
de
destruir
esta
para
conservar
aquelles;
mas
impossível
ainda
por
outras
razões
mais
universaes,
das quaes
a
mais
forte
é esta—
que
as
cousas,
que
se
pretende
conservar
unidas,
pelo
con
trario
mutuamenle
se destroem.
(3)
Nasce d
’
aqui
a
desgraçada
e
ao mes
mo
tempo
pouco
digna
condição,
a
que
o
partido
dos
conservadores
na
cionaes se
acha
reduzido,
de
se
vêr
na
necessidade
urgente
de se mani
festar
sem
equívocos
e sem
reticên
cias,
afim de
formar o
seu
exercito,
visto que por
ora apenas
tem
os
fracção
do
partido
legitimista que,
gina
servir
melhor
por
este
modo
a
causa
religiosa
no
nosso
paiz.
Deus
nos
livre
de
conde
mnarmos
as
in
tenções
d
’
estes
indivíduos que,
pelo
menos na
sua
maioria,
nos
parecem '
calholicos
sinceros,
posto
que
illu-
didos
sobre
o
modo
de
realisarem
suas
esperanças
e
projectos.
Que
el-
les
leiam
com
attenção
o
artigo,
que
acabamos
de
estampar, e
talvez
se
faça
a
luz
em
seus
espíritos
um
pou
co
obscurecidos
per
damnosos
pre
conceitos.
(2)
O
illustre
articulista
passou
Portugal
em
silencio,
talvez
por
lhe
constar
que
aqui
o
parlamentarismo
está
cada
vez
mais
acreditado
E
se
não
haja
vista
ao
que
ahi
dizem
to
dos
os
dias
os
jornaes
liberaes
sobre
a
consciência,
verdade
e
espontanei-
datle
com
que
o
povo exerce
o
mais-,
importante
dos
actos
t/a
sua
sobexa-\
nia—
as,
eleições,
e
sobre
a
dignida
de,
independencia
e
moralidade,
que
caraclerisam
os
nossos
parlamentos!
E
’
um
louvar a
Deus!
O
leitor
cu
rioso
d’
estas
cousas
póde
edificar-se
'
lendo
as
Ulopias-liberaes
do
snr.
So-•
riano,
auctor
insuspeito;
e
nole-sej
que
elle
publicou
o
seu
folheto ha
j
uns
poucos de
annos,
quando
o
sys-i
tema
eleitoral
ainda
se
não
havia i
aperfeiçoado-MúvQ
nós
pelo
alarga-1
mento
do
suffragio,
que
veio collo-'
car
o
resultado
das eleições
mais
á
I
mercê'de
quem
dispõe
de
dinheiro
'
e
de
vinho para
comprar
e
angariar
votos.
E
’ de
crer
que de
hoje em
diante
o
parlamentarismo
dê
entre
nós
ainda
mavslisongeiros resultados,
visto
que,
como
afiirma
um escri-
plor
inglez
e
liberal,
quanto
mais
se
alarga
o
suffragio,
mais
se
entre
ga
a
multidão,
propri daria
do
poder
soberano
e
incapaz
de usar
d
’
ella
justa e
utilmente,
á
astúcia
dos
fazedores
de
eleições,
e
á
exploração
de
ambiciosos, que
estimularão
sem
o
menor
escrupulo
os
seus
mais
per
versos
instinctos.
(3)
Com eífeito, unir o bem ao
mal,
a
verdade
ao
erro
parece
ser
em
toda
a parle o
programma
con
servador.
Haja
vista
a
>
que
dizia
ha
poucos
dias
a
«Época»
de Madrid,
um
dos orgãos
do
partido
conserva
dor-liberal,
hoje
dominante
em
Hes-
panha,
cuias
tendências
em
favor
da
Egreja
tanto
tem
exaltado
o
snr.
C.
de
A.
correspondente da
«Palavra».
—
«Assim
é
que ha um
anno
a
esta
«parte
(escreve
o
alludido
jornal
ma
drileno)
o
movimento
conservador
«é
continuo
e
geral na
Europa.....
«A
própria
moderação,
com
que
ac-
«centuarão
a
sua
polilica
conscrva-
«dora
os
homens
cTEstado,
que
me-
«recem
a confiança
dos
soberanos
da
«Áustria
e
da
Allemanha,
dará
maior
«força
e
solidez a
este
movimento.
«Porque
equivocar-se-ia grandemenle
«quem
visse
no
que
succede
hoje
«na
Europa
alguma
cousa
parecida
«á
reacção
de
1850. Úma foi
o
Ce-
«zarismo;
a
outra
é
a
victoria
da
«monarchia
constitucional
em
presen-
«ça
da
republica,
que
desde
França
«queria
estender-se pela
Europa,
e
«do
internacionalismo,
que
ameaça
«tanto
o Throno
como
a
Egreja
e
a
«sociedade.
Mas
estas
forças
sociaes
«sabem
perfeita
mente
que
nada
pó-
adem no
nosso
século
sem
o
auxilio
«d'aquellas
ideias
liberaes,
que
são
«a necessidade
do
nosso
tempo.
A
po-
«litica
conservadora
da
Áustria
tem
«a
contar
com
as
aspirações
da
«Hungria,
e
a
Allemanha
sabe per-
«fei
ta
mente que o
dia
em
que
feris-
«se
a
Italia
ou
se
pozesse
em lucta
«com as
ideias
modernas,
feriria
a
«sua
própria
unidade,
e
trabalharia
«pela
restauração
das dynaslias
e
«dos governos,
sobre
cujas
rui
nas
se
«funda
o império
germânico
.......
L'm
«proeclo
contrario á
unidade
de
«Italia
lançaria
esta
nos braços
da
«França
.....
A
republica franceza
«com
a
sua
instabilidade,
privada
de
«allianças,
que
não
póde
ter
no
ex-
«terior,
collocada
em face
de
uma
«Europa
constitucional,
carece
de
to
ada
a
força
de
propaganda; (como
«esta
gente
se illude,
apezar
das
li-
«ções
da
experiencia!)
mas
o
seu
in-
«fluxo
seria
grande
ante
uma reac-
«ção
europeia, que ameaçasse
as
con-
«quislas liberaes
c
os
direitos
dos
«povos.
Nem
reacção,
nem
revolução,
«nem
cesarismo,
nem
republica
(quer
dizer
nem
frio
nem
quente)
eis
o
«que
significam
as
mudanças
impor
«tantese
transcendentes
recentemen-
«te
occorridas na
Áustria e
Allema-
«nha»,
A
’
vista
d
’
isto já
sabemos
o
que
podemos
esperar
do
tratamento
ho
meopático,
que
se
pretende
applicar
á
Europa
enferma!
Estamos
servidos!
D.
M.
S.
Por
esqueci
mento
do
distribuidor
da
matéria,
só
hoje
damos
o
seguinte
tele-
gramma
que
a
«Nação»
recebeu
no
dia
8.
Meran,
7
de
setembro, ás 7
ho
ras
da
tarde.
D.
Jorge
de
Locio,
Minha
mulher
deu
á
luz,
esta
manhã,
um
filho.
O filho e
mãe es
tão
bem.
Dom
Miguel
de
Bragança.
ffAab
*
»»,
de
HstesMbro fiS?®,
(Do
nosso
correspondente^
Parecem
agora
intimas
as
relações
de
amisade
entre
os
tres
imperadores,
Ale
xandre,
Guilherme,
e
Francisco
José.
No
dia
3
do
corrente
estiveram
em
Alexundrowe
os
soberanos
da
Russia,
e
da
Allemanha.
o
qual
já
antes
conferen-
ciára
com o
da
Áustria.
Accordariam
afi
nai?
Talvez.
E
se
não
attenderem,
como
lhes
cumpre,
ao
estado,
em
que
a
sua
incúria,
ou
nimia
boa
fé,
tem
posto
a
Europa,
caro,
muito
caro
lhes
custará.
O
soberano,
que
transige
com
os
apo
stados
inimigos
dos
reis,
cava
a
reina
d
’
elle
e
a
do
povo,
que
dirige.
A revo
lução
tem
adquirido
forças
hercúleas
é
verdade,
o
elemento reaccionario.
porém,
é
ainda
capaz
de
lhe
fazer
roslro,
e
de
a
prostrar
se
os
soberanos legítimos
en
trarem
na
vereda,
de que
nunca
deveriam
ler
aberrado,
mas de
que,
infelizmente,
se
leem
afastado,
para
mal
d
’elíes, e
dos
povos.
Todavia,
tudo
indica
que
a
politica
infesta
das
contemporisações
vae
dar
to
gar
á
da
energia
e
da
prudência,
no
in
tuito
Je estabelecer
detinitivamenie
a
or
dem
s«bre
as rumas
da
revolução.
Emquanto
as
grandes potências
da
Europa
parecem
decididas a
resolver o
problema,
que
tem de
dar
aos
povos
o
socego;
neste
cantinho
d’ella a liberdade
só
tracta
de
opprimir,
e
de sugar a
sub
stancia
publica
para
que
continuem
os
pagodes
altos,
e
baixos,
e
da
magna
questão
do
dia
—a eleição
dos
deputados.
E
sabeis
qual
é
o
escolhido
pelo
repu
blicanismo
de
Lisboa?
U
Latino
Coelho,
olficial
do
exercito,
que
jurou
defender
a
dytiaslia
actual,
e
os
princípios
monar-
chicos
!
Gomes
d’
Abreu, e
o
major
Zacarias
foram
demiltidos
por
não
quererem
jurar
a
carta, e a
dynastia
liberal;
os
funccio
narios
revolucionários
formam
centros
re
publicanos,
declaram
se
inimigos
dos
se-
;
ahores,
a
quem
servem,
e ninguém
os
incommoda
!
Já
vistes
gente
assim
?
O
«Diário de Noticias»,
descobriu,
ha
poucos
dias,
que
a
ordem
de
Jesus,
em
vista
da
Encyclica de
Leão
XIII,
fizéra
as
pazes com o
Vigário
de
Chrislo
!!!
Já
ouvistes
baboseira
maior,
mas
sa-
;
lurada
d
’
aquelle
espirito
de ingénua pie-
\dade,
que
já
careeterisa
a
folha dos
Ca-
,
lafales
?
Leão XIÍÍ
mal
com
os
jesuítas!
Não
se
commenta,
meu
amigo.
Já
sabeis
que
o ministro
da
guerra
parece
resolvido
a
acabar
com
as
cente-
i
nas
de
abusos,
que
o
governo transado
tolerava,
se
não
auctorisava.
De
infanleria
12
foram
passados á
inactividade
tempo
rária,
e
deportados
os
tres
oíliciaes
su
periores,
e
um
subalterno,
e
suspenso
do
cominando
do
collegio
militar
o
José
Paulino.
A verdade
manda
que
digamos
que
o actual
secretario
dos
negocios
da
guerra
não
parece
liberal.
E
na
escolha
que
fez
do
honrado
coronel
Cláudio
de
Chaby para
director
da
pri
meira
repartição
do
ministério
da
guer
ra,
mostrou
logo
que
desejava
acertar.
Mas,
a despeito de
lodos
os
seus
bons
desejos,
estou
que
não
poderá
desempe-
í
nhar
cabaimente
o
cargo,
porque
parte
Ide
um
governo
de
origem
espúria,
e
em
diametral
opposição
com
a
indole, e
aspi
rações d’este
pobre
povo.
Lestes
o
telegramma,
que
o
Senhor
Dom
Miguel
II
enviou
a
D.
Jorge
de
Lo
cio,
participando
lhe o
nascimento
d
’
um
Filho d’aquel!e
augusto
Príncipe.
E’
-mais
um
Bragança
nascido
longe
de
Portugal!
Valha
nos
Deus!
Feslejou-se,
com
muito
luzimento, no
dia
oito,
na
capelia
da
Memória,
Nossa
Senhora
da Salvação,
por
meros,
e
espon
tâneos
esforços do
revd.0
padre
Fialho,
capellão
da
referida
ermida. Apezar
de
ser
capelia
real,
foi
preciso
mendigar
o
obolo
dos
fieis, e
gastar da
sua algibeira
algum
dinheiro
o
revd.
0
capellão,
para
que se
realisasse
a
aliudida festividade;
porque
a dynastia
gasta
largo,
menos
com
o
culto, que
não
anda
hoje,
em
moda
nas
altas
regiões
liberaes.
Prégou o pa
dre
Gircia
Diniz, de
manhã,
e
de tarde
o
muito
revd.
0
pa
Ire Moreira
de
Seabra.
Não
louvo
que
se
tivessem
lembrado
de
um
padre
liberal,
como o
tal
Diníz,
que
será
muito oom
orador
mas
é
padre
li
beral.
Grande
celeuma
se tem
ultimamente
levantado
por
causa
do caminho
de
ferro
da
Beira,
não
só
pela direcção,
q
>e
re
solveram dar-lhe,
senão
pelas
condições
desvantajosas
para
o thesouro,
com
que
é
coulraclada
a
eonstrucção
da
mencio
nada via
ferrea,
pois
havia
uma
compa
nhia
que
tomava
aos
hombros
a
empresa
sem
nenhuma
subvenção,
ao
passo
que
a
preferida
a
hade
receber.
São
econotmas
libtxaes.
Dizem-me
que
se
vae
tirar
o
cominan
do
a
dous cotoneis
de cavallaria, sendo
um d
‘
élles o
de
lanceiros
1.
Falia-se
no
motivo,
mas
como
sã»
ru
mores
vagos, não
vol-o declaro.
Basta
por
hoje.
Todo
vosso
A.
(HIRONICA ESTRANGEIRA
N
’
um
artigo
que o
«Times»
publica
referente ao
auniversario de
Sedan,
vem
uns
paragraphos
que
pintam optimamente
a
situaçao
da
Europa.
Eil-os:
«O
continente
inteiro
parece
um
acam
pamento
em
armas.
«As
nações
estão
conspirando
contra
as
nações,
não
sómente
debaixo
do
ponto
de
vista militar,
mas
lambem
debaixo
do
ponto
de
vista
economico
e
mercantil.
Antes
d’
um
anno
ou
dois
póde
prever-se,
segundo
as
declarações
dos
estadistas
eu
ropeus.
que
cada
Estado
apparecerá
cir-
cumdado
d
’
uma
verdadeira
muralha
china,
com
medo
de
que
os
seus
cidadãos
se
aproveitem
dos
adeantos
dos
visinhos.
«Dos
dois grandes
Estados que sus
tentaram
a
lucta gigantesca
de
1870
e
1871
é
dillieil
dizer
qual
saiu
menos
fe
rido
e
debilitado.
A
França,
tnaierialmenle
próspera, contintía
sem
saber
se
se
acha
ou
não
no
caminho que convém
seguir.
A
Allemanha, que
possue
uma constitui
ção
que a
põe
ao
abrigo
de
lodo
perigo
de revolução, imagina
que
o
commercio
póde
ser
disciplinado
e dirigido
como
um
exercito.
«A
guerra
de
1870
talvez
não creasse
as causas
que
desde
essa
epoca
apresen
tam
a
Europa
a
cada
momento
suspensa
sobre
um
abysmo;
mas
indubitavelmente
precipitou
a
sua
acção».
A origem
d’este
estado
de
coisas não
é
a
que
o
«Times» assignala-
mas
sim
e
unicamente
o
çevolucionar.ismo,
como
ninguém
pó
le
contestar.
—No
dia
18
da
corrente
terá
iogar
no
Vaticano
um
consistório
secreto
e
a
22
um
coosislorio
publico,
em
que
serão
creados cardeaes
a
Nuacios
apostolicos
de
Lisboa,
Madrid,
Paris
e
Vienna.
—
Uma
das
questões
que
actualmente
mais
preoecupam
os
iiomens
políticos,
é
das
relações entre
os
governos
da
Alle
manha
e
da
Kussia.
O
antagonismo
que
existe
entre
os
dois homens
d’Estado
que
dirigem
os
ne
gocios d
’
e>les
dois paizes,
o
príncipe
de
Bismark
e
o
príncipe
Gorlchakolí,
accen-
tua-se
e
tem
o
seu ecco
na
imprensa.
Existe entre
a Allemanha
e
a
Ilussia
uma
rivalidade
cujos effeilos
só
foram suspen
didos
pela
amisade do velho imperador
Guilherme
por
seu
sobt.inho
o
czar
Ale
xandre.
Mas sente-se
que
os
interesses
do
dois
estados
se
tornam
mais
e
mais
di
vergentes.
Talvez
fosse
para prevenir o
futuro
que
o
príncipe
de
Bismark
enca-
minhára
a
entrevista de
Gastein
entre
os
imperadores
da Allemanha
e
da
Áustria.
O
príncipe
de
Bismark
queria
abiar
a
Allemanha,
a
Áustria
e
a
Italia
contra a
Russia,
e
sem duvida
também
contra
a
França;
pehsaria
mesmo
em
fazer
entrar
nos
seus
vastos
planos
a
China,
que
não
esquece
um momento
o
pensamento
de
retomar
á Russia
as
províncias
que
recen
temente
perdeu,
e
que
poderia
agora
lan
çar
contra
o
colosso
moscovita um
for
midável exercito,
com
400
milhões
d
’
al-
mas
que tem
sob
o
seu
dominio.
Referindo-se
a
esta
gravíssima
questão,
accrescenla
um
notável
jornalista
fran-
cez:
«E’
um
transtorno
geral
do
mundo
que
se
aproxima:
os
homens
agitam-se,
Deus
os
conduz;
mas
que
magnifica
posi
ção
a Fiança
poderia
reconquistar
se.
etn
Iogar
de
repellir
Deus
das
suas
institui-
ções,
ella
se
preparasse
a
secundar
os
ãeus
desígnios
por
uma
polilica
christã
e
pela
sua
regeneração
mural»!
Sobre
as
graves
noli ias
que
o
tele-
grapho
tem
transmittido
ácerca
do
Afgha-
nistan,
escreve um
collega:
A
pretexto
de
que
os
seus
soMos
lhes
não
eram
pagos ha
muito
tempo,
alguns
regimentos
afghans
revoltados,
a
que
se
reuniu
a
populaça
armada,
cercaram, ata
caram
e incendiaram
o
edtficm da
em
baixada
ingleza
em Caboul,
perecendo
na
lucta
o
proprio
embaixador
inglez
major
Cavagnari,
todos
os oíliciaes
que
o
acom
panhavam
e
76 homens
que
compunham
a
sua
escolta.
Ignora-se
ainda
o
destino
do
emir
Yakoub-Khan
que
difierentes
telegrammas
dizem
que
a
principio
fez
inúteis
esfor
ços
p»ra
fazer
entrar
na
ordem
os
re
gimentos
revoltados
a
que
se
reuniu
a
população
<ie Caboul.
Mal
leve
conhecimento
do
facto
o
vi-
ce-rei
da
índia,
lord
Lytton.
mandou mar
char
para
Caboul
o
general
Roberts e
ordenou
ao
general
Stewart que
concen
trasse
as
suas
forças
em
Gandahar,
cuja
evacuação ainda
não eslava
completa
depois
da
recente
guerra.
Mas
a
revolta
attingiu
proporções ião
consideráveis
que se
suppõe
não serão
sulliçienles
pira
a
dominar
as forças
do
general
Roberts.
«O
vice-rei
da índia
procurou
pois,
diz
o
«Journal
des
Debates»,
parar
com
ra
pidez
e
energia
o
golpe
dirigido
á
influen
cia
britanmca
no
Afghanistan,
apenas
al
gumas
semanas
depois
da
assignatura
do
tratado
da
paz e
quasi
no
dia
seguinte
á
chegada
do
representante
inglez
em
Ca
boul».
O
facto
causou pela
sua
gravidade
a
maior
sensação
na
Europa e
toda
a
im
prensa
começa
a
occupar-se
detidamenle
d
’
tdle.
O
«Journal Des
Débats»
narrando
o
facto faz-lhe
em
seguida
a
apreciação,
no
artigo que
em
seguida
transcrevemos,
que
nos
parece
ir
buscar
a
verdadeira
origem
d
’
esles
lamentáveis
acon
ecimeutos.
<E
’
esta,
diz
aquella
folha,
uma
dura
lição
para
a
politica
de
lord
Lytton
e
para
o
optimismo
de
que
lord
Beacons-
(ield
e
seus
collegas
faziam
ainda
hontem
uma
pomposa ostentação.
Como
admitlir,
com
eITeilo,
que os
regimentos
exasperados
por
não
se
lhes
ter
pago
ha
mais ou menos
tempo,
se
combinem
para
ir
reclamar
os seus
soldos
ao
major Cavagnari?
t
omo
comprehender
que a
população
se
una
a elles e
laça
o
cêrco
da embaixada, se
todos,
soldados
e
habitantes,
não
estão
convencidos que
o
representante
de
Inglaterra
tem
só
elle
o
poder
de
abrir
e
fechar
o
thesouro.
E
esta
a
consequência
do
trata
lo
imposto
por
lord
Lytton
a
Yakoub
Khan; e
a
vas-
disfarçada
do
emir não
salagem apenas
disfarçada
do
emir nao
tardou a
produzir
os
resultados
que
d
’
ella
se
podiam
esperar.
As
tribus
afghans,
que
nunca
mostra
ram
uma
submissão completa
ao
emir
in
dependente
estão
cerlamente menos
dis
postas
a
obedecer
a
um
soberano
_
cujo
primeiro
acto
foi
acceitar
a
soberania
da
Inglaterra.
E’
provavelmente
ti
’este
senti
mento
que
é preciso
procurar
a
verdadei
ra
causa
da
revolta
de
Caboul
que
1
’
óJe
pôr
em
perigo
o
throno
de
Y;-koub-Khao.
E
’
pois
verdade
que
o
fim
da
pum
*
-
ca
de
lord
Beaconsfield
não
foi alling1
']
0
e
que
se as
fronteiras
scientiíicas estw
matei ialmente
occupadas,
as
fronteuas
moraes
da
influencia
ingl-zi recuaram
sensivelmente.
As
promptas
medidas
l°'
ma
las
pelo
vice-rei
mostram
que
elle
com-
prebende
tudo
o
que estes acontecitn
e0'
los
leem
de
grave;
porque
não
é
so
vida
do
major
Cavagnari
e
a
dos
sea
companheiros
que se
trata
de salvar
c
faboul,
mas uma posição penosamentel
conquistada
ha
seis
mezes
e
que
está
hoje
sériamente
ameaçada».
A vida
do
major
inglez
essa
já
não
nó-le
ser
salva;
mas a Inglaterra
vae
na-
ttiralmenle
vêr-se
envolvida
n’
uma
nova
guerra,
talvez
mais
terrível
do
que
a
pri
meira,
porque
a
reparação
da
affronta.
precisa
ser
completa,
aliás o
seu presti
gio
e
a
sua
inlluencia
estarão
perdidos
para
sempre
n
’
aquelles
paizes
em
que
sá
a
força
dá
direito
ao
respeito.
GAZETILHA
PeregriíiHçião
hespnnholt
*
ao
Sanetuario
de Aí.
Senhora
de
JLonr-
«les.
—
Lêmos
n
’um jornal
francez
a
se
guinte
salisfactoria
e
commovente
noticia:
«Havia
hontem
(5)
mais de doze mil
pe
regrinos
no
Sanctuario
de
Lourdes.
Só
a
peregrinação
hespanhola,
com o
venerá
vel
bispo
de
Leão
á
frente,
conta
5:000
catholicos.
Houve
á
tardinha
uma
procissão
com
vellas
accesas,
das
mais
esplendidas
que
se
leem
visto
em Lourdes
»
Dando
esta noticia consoladora,
accres-
centa
o
nosso
collega
da
«Palavra»:
Quando
será
a
occasião
de
se
vêr
alh
reunido ura
numero
de
portuguezes,
igual
ao
dos hespanhoes? Não diremos
que
nun
ca,
porque
era
um
desespero;
oxalá
que
seja
bem breve.
Atruvrz
«ia
província.
—
Na
fre
guezia
de
Serdedello,
concelho
de
Ponte
do
Lima, foi
mordida,
por um
porco
atacado
de
hydrophobia,
Custodia
Fer-
nandes, solteira.
—
Escreve
um
collega
de
Ponte
do
Lima:
Pessoa
fidedigna aíTirma-nos,
que
na
freguezia
de
Beiral,
d
’
este
concelho, e
proximo da
Armada,
existe
uma
fabrica
de vinhos
falsificados.
Além
d
’
isto,
n’
es-
ta
villa,
o vinho
entra
em
grande
quan
tidade;
as
tabernas estão
abundantes,
e
vende-se
por
preço
demasiadamenle
bara
to,
atlendendo
á
colheita
escassíssima
do
anno
passado,
o
que tudo
nos
f«z
crer,
que a
falsificação dos
vinhos,
hoje
é
qua-
si
geral.
—O
disliicto
de Vianna.
no
anno
de
1878.
produziu
14:827
kilogrammas de
lá
branca,
e
11:473
de
lã
preta. O conce
lho
de
Vianna
produziu
1.680 da
primeira,
e
763
da
segunda.
—
Dizem
de
Ponte
do
Lima:
Depois
da
violenta
trovoada
que
ul-
timamente
pairou
sobre
esta
villa,
o
tem
po
tem
continuado
inconstante.
O
sol
anda
de
continuo
a
nçgacrar-nos
beijos
luminosos,
e
de
tempos
pos
grandes
chuveiros
açoitam
mente
as
nossas
vidraças.
A
’s
dia
apresenta-senos
com
um aspecto ri
sonho,
o
ceo
veste
o
seu fato
azul e
as
névoas
fogem
acossadas
por
um
vento
leve;
mas
de
repente
a athmosphera
tur
va
se,
as nuvens acastellam-se,
o
vento
sopra
com violência
e
a
chuva
torna
a
visitar-nos
copiosamente.
A
temperatura
varia
constantemente,
de hora
para hora,
e
as
noites
estão
frigidíssimas.
Se o
tem
po continuar
d
’esta maneira,
a
agricultu-
ílontws-ía.
—
Suspeitando,
pelos
estra
gos
de
ha
mezes
notados
no
tronco
das
videiras
e
dos
castanheiros,
e
pelos
ves
tígios
das
pégadas,
que
ande pelas
maltas
do
logar
de Souto-chão um
urso,
que
dizem
haver
fugido
ha
tempos
a
um do-
mador
de feras, que
se
retirava
d
’
esta
cidade,
vários
lavradores
e
outras
pessoas
tizeram
ante-hontem
de
tarde
uma mon
taria
por
aquelles
silios,
mas
sem
resul
tado
algum.
Tencionam
brevemente
organisar
uma
nova
montaria
em
fórma,
que
segundo
a
opinião d
’algumas
pessoas
deverá
realisar-
se
em
noite
de
luar.
Só
nas videiras
das
dilferentes
proprie
dades.
os
prejuízos
causados
pelo desco
nhecido
animalejo
ou
qjier
que
seja,
ava
liam-se em
dez
pipas
de
vinho.
Falleeiment».—
No
sabbado
falleceu
n
’
esta
cidade o
snr.
André
Jusúno
Ama
do,
major
reformado.
Sepultou-se
na
tarde
d
’ante-hontem,
sendo-lhe
prestadas
as honras
militares
pela
ala
direita
d
’
infanteria 8.
Outre»
—
Falleceu
também n
’esta ci
dade
o
snr
Estevão
Barbosa,
morador
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra.
Foi no
domingo de
tarde conduzido
para
o
templo
do
Carmo, onde
hontem
teve
oíficios
antes
de
ser
conduzido
para
o
cemitério.
rubiíeações.
—
Temos
sobre
a
meza
as
seguintes,
que agradecemos:
JORNAL
DE
VI
AGENS
—
Recehemos
o
n.°
15
d
’
este
semanario,
que
é
uma
das
mais curiosas
publicações
periódicas
do
paiz.
Eis
o
summario d’
este
n.®:
Pelas
regiões
longínquas:
O
domador
de
serpentes
e
o
caçador
de
panteras.
—
Viagens
celebres:
As
regiões
polares.
—
O
■
r
a
soffrerá
graves
prejuízos.
Pelo
contra-
lago
de
Genebra.
—
O
globo,
oitenta
narra-
rações
de
geographia
popular.—As
caver
nas.—Aventuras
de
terra e
mar.
—Aven
turas
perigosas
em
a-
Nova
Guiné.
—Histo
ria
dos
piraias,
corsários
e
negreiros.
—
Os
zulos
e
hollandezes
da
África
Austral.
—
A
antiga
armada
portugueza.
—
Serpa
Pinto
e
os
leopardos
da
África
Austral.
—
Chronica.
E
’
adornado
de
4
formosas
estam
pas.
—
JORNAL
DAS
DAMAS.
—
Publicou-se
o n.°
152, pertencente
ao
mez
d'agosto,
o
qual
contém
o
seguinte:
Revista
de
Modas.—
Descripção
de
fi
gurinos.
—
Explicação
da
folha de
bordados.
--Educação
da
mulher.
—
Joias
e
ílôres.—
O
po-ta
e
o
campo
(poesia).
—Amor.—
La-
vater
-MAR
AVILHAS
DA
CREAÇÃO.
-Dis
tribuiu-se
o
fascículo
n.
u
22
d
’
esle
livro,
de
que
sempre
temos
escripto
com
o
me
recido
louvor.
—
RECORDAÇÕES
E
IMPRESSÕES
DE
VIAGEM,
por
João
Haplisla
de
Freitas
Leal.
— Recebemos
do Funchal
um
volume
contendo
a
1.
a
p
rte
d
’
esta
obra,
que
é
interessantíssima.
Damos-lhe
esta
qualifi
cação,
embora
não
esteja
ainda
publica
do
em
volume
o
restante;
porque
lemos
grande
parte
dos
capítulos
que
a compo
rão,
em excellenles folhetins
do
jornal
«A
Verdade», do
Funchal.
O
snr.
Freitas Leal
é
um
escriptor
calholico
distmctissimo.
Muito
agradecemos
a
sua
mimosa
of-
ferta.
—
DICCIONARIO
DE
GEOGRAPHIA
UNIVERSAL.
—
Recebemos
os
fascículos
n.
os
83
e
84
d
’
este
magnifico
diccionario.
editorado
pela
muito
acredi
ada
empreza
Horas Românticas.
Nenhum
motivo
temos
para
modiiicar
o
excedente conceito
que
desde
as
suas
primeiras
folhas
nos
receu e
a
toda
a
imprensa
esta
obra
mo
numental.
Contmúa
as
leltras
T
L
O
até
F
O
Z.
e
coiuprehende as
folhas
38,
39, 40 e
41
do
volume
IV
—
tomo
II.
me-
novo
a
que
á
o
di-
a
im-
j
untos
nossa
os seus
a
lem-
furiosa-
vezes
o
rio,
se o
sol
voltar
de
novo
a
aquecer-
nos. teremos
um
anno
prospero,
uma
colheita
abundantíssima.
—
Começaram
os trabalhos
de cen-
slrucção das barracas para as
feiras
an
nuaes,
que
se reaiisam
na
villa
de
Ponte
do
Lima
nos
dias
19,
20
e
21
do
cor
rente,
por
occasião
da
festividade
de
N.
S.
das
Dores.
Roubo
importante.
—
No
ministé
rio
da
fazenda
em
França
descubriu-se
136,665
francos
(ou sejam
um
roubo de
27:3330000).
Mandem
os
que
ha
lá
<Sei»er®s
panha
desde
ir
mais communistas,
que
ainda
são
poucos.
aEiaieiiticíi»».
—
Em
Hes-
que
a
fushiua
appareceu
íerp-se
tomado
medidas
rigorosas;
as
au-
ctoi idades
procedem
rigorosamente
contra
a
falsificação
e
loubo
dos
generos
alimen
tícios
Ha
dias uma
commissão
de
qua
tro
cavalheiros percorreu
em
Vigo
as
pa
darias,
aprehendendo
e
mandando
para
no,a
casa
de
caridade
uma boa
porção
de
pão,
que
encontraram
de má
quali
dade e
com falta
no
pezo.
Emre
nós,
que
rados pela
maioria
ueros
de
primeira
iguaes
produziriam
explo
de
ge-
mos
que
as
coisas
grandes
só
são
gran
des
pela
divindade
que
encerram;
e
que
quando o
Arbítrio
Supremo
julgar
a
in
significância
das nossas
acções.
das
nos
sas
vaidades edas
nossas
glorias, só po
derá
glorificar
o
seu
Nome.—E.
Os
Andes.
—
Um
jornal
americano
dá
conta
da
altura
dos
pontos
mais
im
portantes
dos
Andes
em differentes
épo
cas,
Estas
alturas
leem
diminuido
gra-
dualmenle.
A
cidade
de
Quilo,
segundo
La
Con-
damine,
estava
em
1745
a
9:596
pés
aci
ma
do
nivel
do
mar;
segundo
Humboldt,
em
1803, a
9:570
pés
segundo
Bonssin-
ganlt,
em
1831.
a
9:537;
segundo
Orion,
em
1807,
a
9:530.
Segtie-se
que
em 125
annos
tem
abatido
76
pés.
Outro
tanto
acontece
com
o Pichin-
cha,
que
no
mesmo
espaço de
tempo
aba
teu
218
pés.
A
cratera
d
’
este pincaro
abateu
425
pés
nos
últimos
26
annos,
e
a
do
Anlisana
165,
em
64
annos.
«Nação»,
publica
as
palavras
dirigidas
por
Leão
XIII
ao advogado
Ancini.
Estas
palavras
são
da
mais
alta im
portância
porque
se
agita
de
questão
do
poder temporal
do Papa.
Eis
as
mais frisantes:
«Os
príncipes
e
os povos
estão
sendo
combalidos
por
uma
espantosa
tempesta
de,
e
se quizerem
com
segurança
encon
trar
porto
de
salvação
devem
devolver
á
Egreja
a
soberania,
liberdade
e
indepen
dencia,
para
que desempenhe ellicazmenle
a sui
missão
na
sociedade.
Que
se
dê
á
Egreja
romana
o
Egreja
pertence;
que se reconheça
reilo dos
catholicos,
que formam
mensa
maioria da nacção,
e
lodos
navegaremos
bem
na
Italia,
que
é
patria
com mura.
A
soberania,
a
liberdade,
a
indepen
dência
da
Sé
Apostólica
são
as
condi
ções
da grandeza
da
Italia;
e
negar
os
benefícios que
a
Italia
deve
ao
Papado,
jé
negar
uma
verdade
evidentissima».
Coneurao»
ecclesíosticoiv.
—
Estão
a
concurso
as
seguintes egrejas
paro-
chiaes:
Agua
Longa
(S.
Paio),
concelho
de
Coura,
diocese
de
Braga.
Albergaria
das
Cabras
(Nossa
Senhora
da
Assumpção), concelho
de
Arouca,
dio
cese
de Lamego.
Alturas
de
Barroso
(Santa
Maria
Ma-
gdalena),
concelho
de
Boticas,
diocese
de
Braga.
Arnas
(Nossa
Senhora
da
Conceição),
concelho
de
mego
Barreiros
res,
diocese
Besteiros
res,
diocese
Carvalhal
lista), concelho
de Nellas,
diocese
de
Vt-
zeu.
Castello
Melhor
(Espirito
Santo),
con
celho
de Foscos,
diocese
de Pinhel.
Figueiredo
S.
Pedro),
concelho
de
Arou-
diocese
de
Braga.
Janarde
(S.
Bernabé),
concelho de
Arou-
diocese
de
Lamego.
Lordello
(Santa
Maria), concelho
de
Mon-
são,
diocese
de
Braga.
Mascotellos
(S.
Vicente',
concelho de
Guimarães,
diocese
de
Braga.
Monçós
(S.
Salvador)
concelho
de
Villa
Real, diocese
de Braga.
Paredes
Secas
(S.
Miguel),
concelho
de
Santa
Martha
do Bouro,
diocese
de
Braga.
Pedrogão
Grande
(Nossa
Senhora
da
Assumpção),
concelho
de
Pedrogão
Grande,
diocese
de
Coimbra.
Pecegueiro
(S.
Simão),
concelho
Pampilhosa,
diocese
da
Guarda.
Pindo
(S.
Marlinho),
concelho de
nalva
do
Castello,
diocese
de
Vizeu.
Rio
de
Moinhos
(Santa
Eufemia),
con
celho
de
Abrantes,
diocese
de Castello
Branco.
faboaças
(S. Julião),
concelho
de
Vieira,
diocese
de
Braga.
Valhelhas
(Santa
Maria
Maior),
concelho
Guarda,
diocese
da
Guarda.
Vaile
Nogueiras (S.
Pedro),
concelho
Villa
Real,
diocese
de Braga.
Villa
Alva
(Nossa
Senhora
da
Visita-
ção), concelho
de
Cuba,
diocese
de
Beja.
Ferreiros
de
Arões
(Santa
Maria),
con
celho
de
Lamego,
diocese
de
Lamego.
Tratiiçiíí»
arabe.
—
Um
dia
O
rei
Nemrod
mandou
chamar
os
seus
tres
fi
lhos
para
que, viessem
á
sua
presença,
apresentou-lhes
tres
urnas
fechadas,
i
mãos
de
tres
escravos;
uma
d
’
estas
urnas
era
de
oiro,
a
outra
de
ambar,
e
a
ultima
de
barro.
O
rei disse
ao
pri
mogénito
de
seus
filhos
que
escolhesse
entre
as
urnas
a que
lhe
parecesse
the-
souro
do
maior
valor.
O
primogénito
escolheu
a de
oiro,
na
qual
estava
escripta
a
abriu-a
e
encontrou-a
O
segundo
tomou
onde
estava
inscripto
encontrou
a
cheia
das
que
tinham
tido
grande
renome
no
mundo.
O
terceiro
tomou
a
urna
que
restava,
e
era
a
de
barro,
e
encontrou-a vasia,
mas
no fundo
lia-se
o
nome
de
Deus.
Qual
d
’
essas urnas
peza
mais?
pergun
tou
o
rei
á
sua
corte.
Os
ambiciosos
responderam
que
era
a
urna
de
oiro;
os
poetas
e
conquistado
res
que
era
a urna
de ambar;
os
sábios
que
era
a
urna
vasia,
porque uma só
letra
do
nome
de
Deus
valia mais
que
o
globo
dá
terra.
Lamarline
que refere esta
tradicção
na
sua «Historia da
Turquia»
acrescenta:
Seguimos
a
opinião
dos
sábios. Julga-
Sernancelhe,
diocese
de
La
(S.
Pedro),
concelho
de
Ama-
de
Braga.
(S.
Paio), concelho
de Ama-
de
Braga.
Redondo
(S.
João
Evange-
(JLTI.UAS
NOTICIAS
ça,
ca,
da
de
e
i
nas
estamos
senda
dos
vendedores
necessidade,
medidas
iguaes
eíleilos e nin
guem
deixaria
de
dizer que
eram ópti
mas.—
C.
P-
„
SJuviss»
«Se
g«aeura.
— Somma
em
1800
o
total
dos seguintes navios
de
guerra
peitencentes
as
diversas
nações.
*
A
IngLlerra
tem
255 navios,
sendo
59
couraçados;
1
Rússia,
218,
com
quenos
e
velhos;
18;
Hespanha,
132.
com 2',
Italia,'90,
com
na
sua
maior
iria,
80.
com
Dinamarca,
40,
com
6; 1
ortugaR
o-,
com
I;
Grécia,
18,
com
3;
Peru,
2a,
com
6;
Republica
Argentina,
24,
com
4;
e Chili,
15,
com 2.
A.
qwcistíio
guííilcr
ítMíftgBom"
do
r«i»>».
—
A
«Uíiitá
Cattolica», refere
a
França,
166,
com
46;
parle
pe-
110,
com
Turquia,
com
18;
com
20,
Aus-
22,
a
maior
Allemanha,
45,
com
28;
22;
Hollanda,
110,
20;
Brazil,
85.
parte
imprestáveis;
15; Suécia,
80,
com
20;
de
Pe-
Lisboa
12.
—
«Diário»:
—
Decreto
determi
nando
que
nos
primeiros
8
dias
uteis
de
ou-
Uibrosejamadmillidos
aexames
em qualquer
das
cidades
de
Lisboa,
Coimbra
os
alumnos
que
por
falta
de
exames,
além
de
desenho,
não
matricular-se
no
curso
superior.
Aos
alumnos
militares
é
permittido
fa
zer
exames
tinaes
de
quaesquer
discipli
nas
de
instrucção
secundaria.
Participação
do
consulado
de
Carliíf.
noticiando
o
ler
morrido
afogado
nas
dokas
o
marinheiro
portuguez
Francisco
Henriques,
natural
de-
S.
Marlinho,
de
35
annos de
edade.
Idem
13
—
«Diário»:
—Decreto
determi
nando
que
o
pagamento
dos
juros
de
in-
scripções,
que
até
aqui
se
effectuava
na
alfandega
do
Porto,
passe
a
ser
feito,
além
d
’
esta,
pelo lhesoureiro
pagador
do
dis-
tricto
aos juristas
que
o
requeiram.
Na
Bolsa venderam-se:
10
acções
do
Banco
Ultramarino
a
48^000
reis;
52
obri
gações
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a
89$700
reis;
11
contos em
inscripções
a
51; 2
ditos
a
50,90;
50
para
30
do
corrente
a
50,08;
6
^itos
de cou-
pons
a
51,10;
20
mil escmlos
de
fundos
hespanhoes
a
14,69.
A
alfandega
rendeu
a quantia
de
reis
16:4930728.
Londres
11.—
Todas
as
tropas
ingle-
zas
da fronteira
da
índia
vão
marchar
para
Caboul,
aonde
o
general
Roberts
es
pera
chegar em
15
dias.
Londres
12.
—
O
«Standard»
diz que
cartas
recebidas
de
Labore
aílirmam
que
a revolta
de
Ciboul
é
devida a
intrigas
dos
russos.
O
«Morning
Post»
aífirma
que
o
baixador
turco
em Paris
pedirá
a
demissão.
Londres
12
—Despachos
oíficiaes
cam
que
é
amigavel
a
altitude
do
do
Afghanistan
e
confirmam
que
a
insur
reição
foi
premeditada.
O
vice rei
da
Índia
julga
que
será
fá
cil
a repressão.
palavra
«império»,
cheia
de
sangue.
a
urna
de ambar,
«gloria»;
abriu-a
e
cinzas
dos
homens
e
Porto,
um
dos
possam
em-
sua
indi-
emir
ANNUNCIOS
Concentrado
parn
toilos
as cul
turas
SYSTEMA G.
VILL
Fabrica na quinta dllegria, junto da
Pedra
Salgada
(DEFKONTE
de
campaniiã
)
PORTO
Administração—
Rua
das
Taypas,
44
Adubo
muito
especial
para
as
terras
e
muito
superior aos
estrumes geralmente
empregados.
De
grande
resultado
para
as
arvores
e
vinhas.
Transporte
em
sacos
ou
barricas
—
Preço
450
rs.
por 15
kilos.
'
(2615)
Aluga-se
toda
ou
separada,
a
casa
n.®
7
da
rua
do
Forno. Tem
commodos
para
ecclesiasticos,
ou
mesmo
pessoas particu
lares.
Tem
lojas
para
armazém.
(26
14}
VliVBA
S»E
PIO®.
Vende-se
um
piano
de
meza,
d’
oitavas
completas
e
de
soli
da
construcção. Modicidade
de
preço.
Quem o
perlen
ler,
falle
na
rua
do
Souto,
n.°
53
(2616)
Vende-se
uma maehina
de
costura
de
Singer.
Quem
pretender
falle
com
o ta
noeiro, no
largo
de
Santo
Agostinho.
(2613)
Quem
precisar
de
um
cosinheiro
ha
bilitado,
dirija-se
á
rua
de
S.
Geraldo.
n.
e
15.
(2597)
SANTA
CASA
DA
MISERICÓRDIA DO
PORTO
Resposta
á prevenção
do snr.
Antonio
José Ferreira, da
fre
guezia de
Chorente, inserta
em
o
n.° 204
do «Diário do
Governo» de 10 de setembro
do corrente anno.
A
Administração
da
Santa
Casa da
Misericórdia d
’
esta
cidade,
tem a
preve
nir
as
pessoas
que
desejarem
concorrer á
arrematação
das
propriedades,
que
foram
legadas
á
mesma
Santa
Casa
pelo
insi
gne
bemfeilor
d
’ella,
o
snr.
Manoel
José
Ferreira
Braga,
sitas
no
dislriclo
de
Bra
ga,
freguezia
de Guizande,
que
pódem
sem receio
a
!gum
licitar
n
’cllas,
porisso
que
é
menos
verdade,
que
esta
Santa
Casa
esteja
respondendo
a
acção
alguma
na cidade
do
Rio de Janeiro, e
nem
o
poderia
ser,
porisso
que
o
domicilio
d
’
el-
la
é
aqui,
e
não
lá,
para onde
a
querem
chimar.
declarando
esta
Atninislração
que
se
responsabilisará
em
tudo e
por tudo,
para
com os
arrematantes
das
mesmas
propriedades,
e
protestando desde já
por
este
meio
contra
os
irmãos,
sobrinhos
e
seus
parentes d
’aquelie
finado
bemfeilor,
Manoel
José
Ferreira
Braga,
pelas
perdas
e
damnos
que
teem
causado
e
causarem
com
pleitos injustos,
como
os
que
lhe
moveram no Rio
de
Janeiro,
de
que
leem
decahido
em
todas
as
instancias
até
ao
Supremo
Jríbunal
de
Justiça, como
pó
dem
verincar
as
pessoas
que
o
deseja
rem
pelos
documentos
aulhenticos,
exis
tentes
na
secretaria d
’esta
Santa
Casa.
Porto
e
secretaria
da
Santa Casa
da
Misericórdia,
II
de
setembro
de
1879.
0
Provedor
Antonio
Augusto Soares
de
Sousa
Cirne.
(Segue-se
o
reconhecimento).
(2607)
NOVOàHOKARIO.
Manoel Gonçalves
Vieira
Prim, d
’
esta
cidade,
laz
publico,
que
a
sua
diligencia,
que
sae
da
casa
do
snr.
Ribeiro
Braga
para
a
Povoa
do
Varzim
ás
9
horas
da
noite,
fica
saindo
desde
o dia
15
inclu-
sivè
ás
6
horas
da
manhã,
chegando
a
Barcellos
ás
8
e
meia; demora
uma
hora;
sae
ás 9
e
meia,
chega
á
Povoa
á
uma
hora;
volta
da
Povoa
ás
5
horas
da
ma
nhã,
chega a
Barcellos
ás 8
e
meia;
de
mora
uma
hora;
sae
ás 9
e
meia,
e
che
ga
a
Braga
á
meia
hora
depois
do
meio
dia.
Braga
12
de
setembro
de
1879.
Manoel
Gonçalves
Vieira
Prim.
Verifiquei
(2611)
Antunes
Reis.
ACHADO
Quem perdesse certa
quantia
de
di
nheiro, desde
o
Penedo
até
o
Pinheiro,
na
estrada
que
segue
para
Salainonde,
dando
os
signaes
certos,
tanto
da
quan
tia
como
da
especie,
e
pagar
a
despeza
d
’
este armuncio,
póde
intender-se
a
tal
respeito na
freguezia
de
Santiago
d’
01i
veira.
Povoa
de
Lanhoso,
com
o
revd.0
abbade da dita
freguezia.
(2604)
VENDE
SE
Quem
quizer
comprar uma
grande
quin
ta,
faciada
cem
a
estrada
que
vae
para
Ponte
do
Lima,
na
freguezia de
S.
Mi
guel
de
Frossos, denominada a
quinta
da
Goja.
Quem
a
pertender dirija-se
á
rua
do Souto
n.?<§.
(2605)
■ ARREMATAÇÃO
Simultânea
no ministério
da
Fazenda
e na
repartição
de fazenda do districto de
Braga,
no
dia
28
de setembro proximo, ao
meio dia:
D
-STA-CíO
O
í
.
B
ií
A
úi
A
Concelho
<!e
Slraga
Freguezia de
Guizande
Bens
pertencentes á Santa Casa
da
Misericórdia
do
Porto
A
QUINTA
denominada
do
Ribeiro
que
se
compõe
das
seguintes
propriedades:
Umas
casas
nobres
e
terreas,
cobertos,
quinteiros,
eira
de
pedra,
tanque
com
agua
de bica, lojas
para gado,
adega, lagar
de
pedra
completo,
latadas,
terra
e
horta
com
arvores
de
vinho
e
fructa,
tendo
juntos
os
campos
denominados
do
Ca
sal,
Linhares, Rudolho,
Pereira.
Eira, Cortelho,
Garra! Cova,
Seara,
Culnrellos, Novo,
Cuturellos
da
Laniella,
Vinha
Velha
de
Baixo.
Esmoutada,
Arco
de
Baixo,
Arco
de
Cima,
Seara
Comprida,
Seara
das
Vides,
Torre,
Cortelho,
casa
e
eido
de
Villa
Pou
ca;
quatro
prados
unidos
chamados
da
Bicainha,
Prado
da
Vinha
Velha
e
do
Ro-
dolho.
Todas
estas
propriedades
são
de
terra
lavradia
com
arvores
de
vinho,
algumas
arvores
de
fructa
e
oliveiras,
com
agua de
rega
e lima,
que
vem
das poças do
Cabo
da
Ribeira.
Sernadello
e
Ribeiro
de
Xides,'além
de
outras
dentro
das
mes
mas
propriedades;
confronta
tudo
do
nascente
com
caminho
publico
e
padre
Joa
quim
José
Gomes
Ribeiro,
norte
com o
caminho
que
vae
para
S.
Pedro
de
Oli
veira,
poente
com
caminho
de
servidão
d
’esla
propriedade
e
outros,
e
sul
com
o
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro.
Um campo
denominado
de
Souto
Lizão,
terra
lavradia,
com
arvores
de
vinho,
agua
de
rega
e
lima,
tendo
ao
sul
em
toda
a
sua
extensão
uma
testada
de
mat-
lo
com
pinheiros,
carvalhos
e
sobreiros.
E‘
formado
em
ires
sucalcos
e confronta
do
norte
com
o
ribeiro
de
Guizande,
sul
com
terra
d
’esta
Santa
Casa
e
do
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro,
nascente
com
herdeiros
de
José
Joaquim
de Faria
e
do
poente
com
o
monte
denominado
do Outeiro
de
Meias,
pertencente
a
esta
San
ta
Casa.
Uma
bouça
chamada
da
Cachada,
terra
de matlo
e
pinheiros,
dentro da
qual
do
lado
do
poente
existe
uma leira
pertencente
ao
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro;
confronta
do
norte
com
terra
d
’esta
Santa
Casa,
sul
com
herdeiros
de
An
tonio
Luiz de
Sousa,
nascente
com
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro
e
poente
com
ter
ra
da
Santa
Casa.
Um
montado
solto
chamado
do
Outeiro
de
MUs,
terra
de
malto,
carvalhos,
pinheiros
e
ameeiros; cofifronta
do
norte
com o
ribeiro
de
Guizande,
nascente
éom
terra
d
’ésla Santa
Casa,
poente
com
a extrema
das
freguezias
de
Guizande
e
S.
Pe
dro
de
Oliveira.
Uma
leira
de
terra
de
matlo
e
carvalhos chamada a
Bouça
Nova
e
picoto
de
Cima;
confronta
do
norte
com
caminho
para
a
Bouça
do
Trigo
e
terras
do
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro, sul
com
terras
da
Santa Casa,
nascente
com
Ma
noel
da
Costa
e
outro,
e
poente
com herdeiros
de
Antonio
de Sousa
e
outros.
Uma
bouça
chamada
de
Meias,
terra de
matlo
solta,
no
monte de
S.
Mame-
de,
que
confronta
do
norte
e
nascente
com
terras
da
Santa
Casa,
sul
com outra
bouça
de
Meias,
pertencente
lambem
a
esta
Santa
Casa,
e
do
poente
com
terras
da
Santa
Casa
e
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro.
Uma
bouça
chamada
da
Chã,
terra de malto
solta
no
monte
de S.
Mamede;
confronta
do
norte
com
terras
d
’
esta
Santa
Casa,
sul
com Antonio
José Ferreira,
nascente
com
Domingos
Martins,
e
outros,
e
poente
com
a
bouça
de
Meias, d
’
es-
ta
Santa
Casa.
Urna
leira
de terra
de
matlo
solta,
chamada
de
Portas
do
Sol,
sita
no
monte
de
S.
Mamede; confronta
do
sul
com
os
limites
da
freguezia
de
Santa
Marinha,
da
Portella,
norte,
nascente
e
poente
com
o
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro'.
Uma leira
chamada o
Campello,
terra
de malto
e
carvalhos,
solta,
com
al
guns
penedos,
sita
no
monte
de
S.
Mamede;
confronta
do
norte
com Antonio
Mo
reira
e
Domingos
Martins,
sul
com
Domingos
Martins
Gomes
e
faz
uma'
chave
con
frontando
com
o
mesmo,
nascente
com
o
dito
Martins
Gomes
e
poças
de
Campello,
e
do
poente
termina
em
ponla
aguda.
Uma
bouça
chamada
da-
Porta do
Sol,
terra
de malto
solta,
no
monte
de
S.
Mamede; confronta
do
norte
com
José
Mendes,
sul
com o
limite
da
fieguezia de
Santa Marinha,
nascente
com
José
Antonio
Villaça
e
poente
com
Luiz
de
Pedrouços.
Uma
leira
de
terra
de matlo,
solta,
com
pinheiros,
denominada
da
Cruz;
con
fronta
do
norte
com
herdeiros de
Manoel
Justino,
sul com o
caminho
publico,
’
nas
cente
com
terra
da Santa
Casa e poente
termina
em
ponta
aguda
no
penedo
que
tem
uma
cruz.
Uma
leira
de
terra
de
matlo
e
carvalhos
solta, chamada da
Cova
da
Deveza-
confronta
do
norte
e
poente
com
o
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro,
sul
com
terras
da
Santa
Casa,
nascente
com
Antonio
José Ferreira.
Uma
deveza
chamada
do Matheus
ou
Fonte
do
Frade,
terra
de matlo
solta-
confronta
do
sul
com terras
da
Santa
Casa,
norte
e
nascente
com
o padre Go
mes
Ribeiro
e
poente com
os
herdeiros
de
José
Joaquim de
Faria.
Uma
bouça
chamada
do
Trigo,
terra
de
matlo
com
carvalhos
e
castanheiros
toda
tapada
por
parede;
confronta
do
norte
com
José Manoel
Mendes,
sul
com
ter
ra
d
’
esta
Santa
Casa
e
outro,
nascente
com terras
do
padre
Gomes
Ribeiro
e
outro
e
poente
com
terra
de-Francisco
Pereira.
Uma
bouça
de
terra
de
matto
e
carvalhos
solta,
chamada
dos
Folechos-
con
fronta
do
norte
com
Antonio
Joaquim de
Araújo,
sul
com
José
Pereira
e
outros
nascente
com
Manoel
José
Ferreira
e
poente
com
José
Martins
Barreiro
e
outros^
Uma
leira
de
terra
de
malto e
carvalhos,
solta,
chamada
da
Cova
da
Deveza
*
sita
no monte
de
S.
Mamede;
confronta
do norte e
sul
com
terras
d
’
esta
Santa
Casa,
na-cente
e
poente
com
terras
do
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro.
Uma leira
de
terra
de
matto,
solta
chamada
Gardinheiral,
sita
no
monte
de
S.
Mamede;
confronta
do
norte
com terras
de
Manoel
Ferreira
e
da
Santa
Casa
sol
com
bouças
do
monte
de
S.
Mamede,
nascente
com
Domingos
Martins
Gomes
e
poente
com
terras
de
Antonio
José
Ferreira
e
outro.
Uma
bouça
de
terra
de
matto
solta,
chamada
de Meias,
sita
no monte de
S
Mamede,
confronta
do norte,
nascente
e
poente
com terras
d
’
esta
Santa
Casa
é
sul
com
terras do
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro.
Uma leira
de matlo solta,
contígua
á
da Porta
do
Sol
chamada
da
Bouça
No
va,
sita
no
monte
de
S.
Mamede;
confronta
do
norte
com
terra
da
Santa
Casa
sul
com
terras
do
padre
Joaquim
José
Gomes
Ribeiro,
nascente
com terras
dà
Santa
Casa
e
poente
com
terra de
José Antonio
Villaça.
Uma
leira
de
matlo
solta,
chamada
dos
Penedos
Pintos, sita
no
monte
de
S
Mamede;
confronta
do
norte
com
Antonio
José Ferreira,
sul
e
poente
com
terra
da
Santa
Casa, e
nascente
com Antonio
Gonçalves
Lima.
Esta
quinta
tem
alguns
terrenos
de
matto,
foreiros
á
camara
municipal
de
Braga
em
l$98a
reis
annuaes,
a
José
Pereira
em
6,042
de
pão terçado,
e
ao
pa
dre
Joaquim
José Gomes
Ribeiro
em
50
reis
annuaes,
com
laudemios
d’
e
quaren
tena,
sendo
os outros
terrenos
livres
e
allodiaes.
Foi
louvada
em 1O:866$I76 reis
e
volta
á
praça
com
o
abatimento
de
20
p. c., peia
quantia
de
8:699^940
rs
Porto
e
Santa
Casa
da
Misericórdia,
26
de
agosto de
1879.
O
official
maior,
(2572)
Manoel
Gonçalves
da
Costa Lima.
11JEÍÇÃ0
HIGIÉNICA
BALSAMICO PROPH1LATIC0
Esta
injecçâo
é
a
unica
e
eílicazq^
cura
em seis
ou
oito
dias
Ioda
a
qualid
a
.
de
de
purgações
tanto antigas como mo.
dernas,
ainda
as
ma
s rebeldes.
Vende-se
em Braga na pharmacia
Alvim.
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz.
rua
de
S.
Bartholomeu
Deposito
principal
no
Porto
na
Phar.
macia
Madureira.
rua do
Triunto
n.°
742
proximo
ao
Palacio
de Chryslal.
Preço
de
cada
frasco—
4'
0
rs.
(2506)
DESPEDIDA
Antonio
José
Pereira
Pedregaes, resi
dente
n
’
esla
cidade,
lendo
de retirar-se
para
o Rio
de Janeiro
e
não
podendo
despedir se pessoalmenle
de
todas
as pes.
soas
de
sua
amisade, o
faz
por este meio
e
alli
lhes
oflerece
os
seus
serviços.
Braga 13 de setembro
de
1879.
(2609)
Aluga-se
uma
casa
na
rua
de
S.
Marcos n.°
52.
Tem
bons
commo-
(j
os
paía
grande
familia.
Para
vêr
e
tratar,
na mesma
rua,
n.°
5
(2591)
Os
altos
da
casa
da
rua do Campo,
n.° 22,
com
bons
commodos
para
umà
numerosa
família,
agua
encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
Vendem-se
duas
moradas de
casas
ambas
mixlas, sitas
na
rua
das
Êsèâ
Aguas,'
designadas
com
os
nume-
ros
104
e
105.
Trata-se
dtreciamenle
na
Pharmacia Alvim
á
Porta
Nova, ou
na
rua
do
Carvalhal
n.°
47
com
o commen-
dador
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
(2600)
A
B
IA.1IOS
oi;
VISED&A.
Sociedade anonyma,
responsabilidade'
limitada
Direcção
convida
os
snrs.
accionis-
las
a
pagar
a
7.
a
prestação
de
1(
’
$000
reis
por
acção, até
o
fim
do corrente
mez,
o
qual pagamento
pódem
mandar
satisfazer
n'esta
cidade
ao
l.°
ou
3.°
si
gnatários,
em
Visella
ao
2.°,
e
no
Porto
aos
illm.oS
snrs.
José
Duarte d
’
Oliveira
&
C.a
Guimarães
1
de
setembro
de
1879.
Os
Directores
Antonio
José
Ferreira
Caídas
Joaquim Ribeiro
da
Costa
Antonio
Peixoto
de Mattos
Chaves.,
(2590)
Vende-se
ou
aluga-se
uma
mora-
,i,.;
da
de
casas
n.°
8
na rua
de
D.
•
Pedro
5.°
com
bons
commodos,
quintal
e
boa
agua;
a
casa
é
decente
pa
ra
qualquer família.
Tanto
para uma
co
mo
outra
cousa,
trala-se
na
mesma
rua
casa
n.
u
76.
(2559)
Precisa-se
d
’
um
cosinheiro
habilitado
e
de
bom
comportamenio.
Quem pretender
dirija-se
a
esta redacção,
onde
receberá
mais
esclarecimentos.
(2584)
COMPRA-SE
Uma
talha
de
folha para
gaz,
que
le
ve
168
litros
pouco
mais
ou
menos.
N esta
redacçào
se
diz
quem
a
pretende.
(2593)
Vende-se
ou
tr.oca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos commodos
e
lindas
vistas
—
situa
da na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53. Para
tratar,
acha-se auclorisado o
snr.
Fran
cisco
José Ferreira Torres,
negociante;
morador
na
mesma
rua—e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
AWeA-SE
Uma
boa
morada
de
casas
com
dois
andares,
sita
na
rua do
Anjo, n.°
20
e
20 A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e
tra
tar
do
aluguei
o
snr.
Oliveira,
aferidor,
morador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
5J
ÍK
MBBPWBiMMWao
wtyjt';
-r~t-
v?
.i-
-vrei
RESPONSÁVEL
—Luiz Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA-—1^9
Parte de Comércio do Minho (O)
