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-
fiUEE.iÍ!KiIOSA.,
SS 7àIOTl«:8OS.<
REDACTORES—D. Miguel Sotto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes. . .
.
1-3600
7,° ANNO »
6 »....................... 85()
Correspondências
partic. cada
linha
10
Annuncios
cada linha....................... áO
Repetição
........................................
10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO DA ASSIGNATURA
Províncias,
12 mezes............................ 2S000
»
6
»
.............................1^05(1
»
sendo
duas
assignatura»
Í&600
Rrazil, 12
mezes,
moeda forte.
.
3&600
Folha
avulso....................................
"*0
N.° 978
diencia á
fé christã,
sam
excellen-
tes
philosophos,
porque
os
esplen
dores
das
verdades
divinas
vem
em
auxilio
que
illumina, e
longe
de
a
fazer
decair, consideravelmente
cres
ce
em
sua excellencia,
penetração
e
potência.
Esses
philosophos
de
que
fala
mos,
dando-se
á
refutação
das
opi
niões
contrarias
á
fé,
e
á
demon
stração
das
que com
ella
se
liarmo-
nisam,
exercitam
sua razão
da
fór
ma
mais
digna
e
das
mais
uteis;
pois,
para
refutar
as primeiras
ne
cessitam descobrir
as
causas
do
er
ro,
pondo
a
descoberto
o
defeito
dos
argumentos
em
que
estas
opiniões
se
baseiam;
para
as
segundas,
des
cobrem razões
que
dam
d
’
ellas
uma
prova
solida
e sam
motivos
effica-
zes
para
a
‘
persuasão.
D
’
esta
arte,
este
exercício
augmenta
necessaria
mente
os
recursos
do
espirito e des
envolve
as
faculdades;
negal-o,
é
um
absurdo,
porque
seria
o
mesmo
que
affirmar
nada
valer,
para o
des
envolvimento
da
inlelligencia,
o
des-
cernir
o
verdadeiro
do
falso.
E
’
por
isso
que
com
muita
ra-
i
zão
o Concilio
Vaticano
exalta
n’es-
!
les
termos
as
vantagens
que
a
fé
procura
para
a
razão:
«A
fé
livra-
«nos
do
erro,
e
contra
elle
premune
razão
ao
passo
que
a
dota
de
licano
sellava com
sua
auctoridade
solemne.
Quando,
pois,
se tratar
das
verdades
da
ordem sobrenatural,
que
evidentemente excedem
muitíssimo
as
forças de
toda
a
inlelligencia
crea-
da,
abstenha-se
a
razão
humana,
cônscia de
sua
fraqueza,
de
querer
elevar-se
mais
do
que
póde,
nem
pretenda
negar
estas
mesmas
ver
dades,
aferil-as
por
suas
próprias
forças,
ou
interpetral-as
a
seu
bel-
prazer;
muito
pelo
contrario,
deve
recebel-as
com a
fé
humilde
e
sin
cera,
repulando-se
soberanamente
honrada
cm ser
admittida
a
prehen-
cher,
com
as
sciencias
celestes, as
funeções de
serva
fiel e
submissa,
e
poder,
d
’
alguma
fórma,
por
benefi
cio
de
Deus,
altingil
as.
Se,
porém,
se
trata
d
’
esses
pon
tos
de
doutrina, que a
intelligencia
humana
póde
apprehender
por
suas
forças naturaes,
é
justo
que
sobre
estas
matérias
se
deixe
á
philoso-,
phia
seu
methodo,
seus
princípios,
!
argumentos,
com
tanto
que.
i
ouse
subtrahir-se
á
au
ctoridade
divina.
Ainda mais,
sendo
certissima-
«General
do
exercito
'
mente
verdadeiro
tudo
que
a
reve-
---- -------------
o,
?,
crede:’
mveecivcl,'Lçãó
x‘
.wo
e
que
tudo
o
quej
•
|defendendo
a
causa
de
Christo,
con-
é
contrario
á
fé
igualmente
é
con-j
'ivcitcii
engenhosamente em
favor
trario
á
razão,
o
philosopho
catho-j
'da
fé
uma
inscripção
encontrada
’
lico
deve
saber
que
violaria
os
di-
aa
'
.
-
.-.
por
casualidade:
porque
tinha
apren-j
reitos
da
razão
e
não
menos
os
da
«conhecimentos
variados»
(7).
1
or
dido
com
o
verdadeiro David
a
ar-
'
fi-
—
-J
—
------ -----
—I
,
I
,
.
.
.
go
e
a
servir-se
do proprio
ferro
do'
depois
que
S.
Agostinho
e
os
ou-1
orgulhoso
Philisteu
para lhe
arrancar
j
tros
Padres
os
tomaram
para
obje-'a
cabeça»
(i).
cto
de
seus elogios,
estudos
e
me-j
própria
Egreja
não
sómente
j
dilações, e
depois que
o
Cone,
do.
aconse
]ha
5
mas ordena aos doutores
Vat.
(1)
a
declara lambem
hucluo-i
c
|
ir
i
s
^os,
q
ue
c
hamem
em
seu
au-j
nativa
dignidade,
pelo
facto de se
sa
no
maior
grau
possível.
Este
co-'x
jij
0
a
philosophia.
E
’
por
isso
que
submetter
á
auctoridade
divina,
c
nhecimento
e
esta
intelligencia
samj0
q
Ujn
t
0
Concilio
de
Latrão,
depois
que,
assim
comprimida
pelo
jugo
de
u;
sem
duvida
adquiridos
mais
com-
j
e
es
t
abelecer
que «toda
a
verdade
uma
especie de escravidão,
sente-sej
plela
e
facilmente
por
aquelles que, (<con
traria
á
verdade
da
fé
sobrena-’
notavelmente
embaraçada
e
retarda-1
a
integridade
de
costumes
e
ao
zelo
((tura
i absolutamente falsa,
por
da na
marcha
que devia
le.val-a
ao'
da
íé, alliam
um
espnito fecundado
ft
j
sso
,
mesmo
que
a
verdade
não
pó-
fastígio
da
verdade
e
de
sua
própria
pela
cultura
das
sciencias philoso-
<((|
c
con
tradizer-se a si
mesma»
(5)
excellencia.
i
/S
.
ZN
rl
ZA
Pr»
■
f
/A
í
O
f
A
OAH G
PlYI
1
1 • 1
1
•
«ria de
Deus,
a sua
doutrina
é
per-
«feita
em
si
mesma e
não
necessita
«do
auxilio
de ninguém.
O
concur-
«so
da
philosophia
grega
nada
acres-
«centa
á
energia
da
verdade; mas
«mostrando
a
fraqueza
dos argn-
«nienlos
oppostos
á
verdade
pelos
«sophistas,
e
dissipando
as insídias
«contra
esta armadas,
é
ella
a
de-
«signada pela
vala
e palissada de
«que
cercam
a
vinha»
(3).
D
’este
modo,
emquanto
os
inimigos
do
no
me
catholico,
das
luctas
contra
a
religião
pretendem
tirar
da
philo
sophia
a
maior
parle
das
armas
de
que se
servem,
igualmenle
á
philo
sophia
pedem, ás vezes,
os
defenso
res
das
sciencias
divinas
os
meios
de
vingar os dogmas
revelados.
E
assim,
as
armas
fornecidas
contra a
fé
christã
pelos
artifícios
da razão
humana,
a
razão
humana
Iam vi
gorosa
como habilmente
as
faz
re-
dundar
em
proveito
da
mesma
fé:
triumpho
não
pequeno
para
o
chris-
tianismo!
|seus
argu
S.
Jeronymo,
escrevendo
a Ma-
ella
nunca
ígno,
recorda
que
esta
especie
de
'
finalmente preciso
que
todas
estasjcombate
foi
usada
pelo
Apostolo!
partes
diversas
e
cada
uma
em
par-
das
gentes:
cÇ''"?"''
1
_____
ticular,
sejam
confirmadas
por
ar-
’chrislão,
Paulo,
o
orador invencível,
1
ação
nos
ensina,
gumentos
adequados
e
irrefutáveis.
n
ix
—
Também
não
deve
omittir-se,
nem
'
verteu
desprezar-se,
o
conhecimento
mais'
aprofundado
e
mais
fecundo do ob-!
jecto
de
nossas
crenças,
e
a
intelli-j
gencia
mais
clara,
tanto
quanto
pos-
rançar
o
gladio
das
mãos
do
inimi
sivel, dos
proprios
mysterios
da fé,q
SABBADÔ 50 DE AGOSTO DE <870
Carla
Encyclica
do Nosso
Santíssimo Pa
dre o Papa Leão XIL, a lodos os pa-
Iriarclias,
primazes, arcebispos e bis
pos
do mundo catholico em
graça
e
commiinlião com a Santa Sc Apostó
lica.
(
Continuação
).
Assentadas
solidamente
estas
ba
ses,
requere-se
também
o
uso
fre
quente,
para que
a
sagrada
theolo-
gia,
com
seu
auxilio,
receba
e
re
vista
a natureza,
fórma,
e
o
caracter
d
’
uma
verdadeira
sciencia. Eífecti-
vamente,
é
de
toda
a
necessidade
que
n
’
esta nobilíssima
sciencia,
a
mais
nobre
de
todas,
as
multíplices
e
variadas
parles das
douctrinas
ce-
lesliaes
sejam
reunidas
como
n
’um
só
corpo,
de
sorte
que,
ordenada
men
te
dispostas,
cada
uma em
seu
con
veniente
logar
e
deduzida
dos
prin
cípios
que
lhe
sam
proprios,
fiquem
estreitamente
vinculadas
entre
si;
é
fé,
se
admittisse
uma
conclusão
quej
soubesse
ser
contraria
á
doutrina
revelada.
Nós
bem
sabemos
que
ha
mui
tos
que,
exagerando
as
forças
da
natureza
humana,
pretendem
que
a
inlelligencia
do
homem
decai
de
sua
©
phicas;
e
de
feito,
isto
é
confirma
do
pelo
mesmo
Cone,
do
Vat.
quan-l
do
ensina
que este
conhecimento
deve
haurir-se
«tanto
na
analogia
«que
as
coisas
conhecidas
natural-
«mente
tem
com
as
da
fé,
como
no
«vinculo
que
prende
os
mysterios
«entre
si
e com
o
fim
ultimo
do
«homem»
(2).
A’s sciencias
philosophicas
per
tence,
emfim,
sustentar
religiosamen
te
as
verdades
divinamente
revela
das,
e
contrarrestar
a
audacia
dos
que
as
impugnam.
Bello
titulo
de honra
é,
por
cer
to,
para a
philosophia
ser
o
baluarte
da
fé e
o
solido
ante-mural
da
re
ligião.
«E
’
verdade,
como o
attesta
«Clemente
de
Alexandria,
que
sen-
«do
o
Salvador
a
força
e a
sabedo-
j
impõe aos mestres da
pliilosophia a
cuidadosa
applicação
á
solução dos
argumentos
capciosos;
'porque,
se
gundo
a
palavra
de
Santo
Agosti
nho
«todo
o
argumento,
por
mais
«especioso
que
elle
seja,
adduzido
«contra
a
auctoridade (las
Escriplu-
«ras
não
póde ter
mais
que uma
«apparencia
de
verdade:
verdadeiro
«nunca»
(6).
Mas
para
que
a
pliilosophia
pro
duza
os
preciosos
fruclos,
que
aca
bamos
de
apontar,
é
preciso
que
de
fórma alguma
se
aparte
da linha
recta
traçada
na
antiguidade
pelo
cortejo
dos
Santos
Padres,
e
que
ainda
ha
pouco o Concilio
do"
Va-
(1)
Const.
dog.
de fid. cathol. c.
4.
(2)
Id. ibidem.
(3)
Strom.
lib. I, cap. 20.
(4)
Epist. ad Magn.
(5)
Bulia
Apostolici regiminis.
(6)
Epist 147 (al. 7) ad Morcéllin
n.°
7.
Mas
taes
asserções
sam
absolu
tamente
erróneas
e
falsas;
seu
fim
principal
é
levar
os
homens
ao
cu
mulo
da
loucura e
não
menos
da
ingratidão,
fazendo-lhes
repudiar
as
verdades
mais
sublimes
e
por
si
mesmos
repellirem
o divino
benefi
cio
da
fé,
que
para
a
sociedade
ci
vil
foi
sempre
fonte
de
todos
os
bens.
Com
effeito,
o
espirito
humano,
circumscriplo
a
limites
determina
dos,
e
bastante
estreitos,
acha-se
exposto
a
innumeraveis erros
e
á
ignorância
de
muitas
coisas.
Pelo
contrario a
fé christã
apoiada
como
está np
auctoridade
do
proprio
Deus,
é
a mestra
seguríssima
da
verdade:
o
que
a
segue
evita
ás
ciladas
do.
erro
e
subtrai-se
á
agitação
das
opi
niões
incertas. Aquelles, que
ao
es-
i
consequência,
o
homem,
se
é
sabio,
não
deve
accusar
a
fé
de
ser
ini-
.
miga
da
razão
e
das
verdades
natu-
.
raes;
mas
sim
deve antes dar
a
i
Deus
dignas
acções
de
graças,
e
re-
j
pular-se
muito
feliz
porque,
entre
i
tantas
causas
de
ignorância,
e
no
j
meio
,d’
este
oceano
de
erros,
vê
j
ainda
brilhar
a
seus
olhos
a
santa
ejé,
indicando-lhe
por
entre
os
esco
lhos,
qual pharol
bemfazejo,
o
porto
seguro
da verdade.
E
se
agora,
Veneráveis
Irmãos,
percorrerdes
a
historia
da
philoso
phia, encontrareis plenamente
rea-
lisado
tudo
o
que
vimos
de
dizer.
Pois
é
certo
que
d
’
enlre
os
philo
sophos,
antigos,
aquelles
que
não
tiveram
o
beneficio da
fé,
ainda
mesmo
os
que
passam
por
mais
sá
bios,
cairam
em
erros detestáveis.
Sabeis
como,
por
entre
um
certo
numero
de verdades,
elles
ensina
ram proposições
falsas
e
absurdas
umas,
inexaclas
e
duvidosas
outras,
sobre
a
natureza
da
Divindade,
a
origem
das
coisas,
o
governo
do
mundo,
o conhecimento
que
Deus
tem
do
futuro,
a
causa
e
principio
dos
males,
o
fim
ultimo
do
homem
e
a
felicidade eterna,
as
virtudes
o
os
vicios,
e
sobre
outros
pontos
de
doutrina
cujo
conhecimento
é
indis
pensável
ao
genero
humano.
Bem
pelo
contrario,
os
Padres
e
Doutores
da
Egreja
comprehenderam
.
X
!
1
-----
tudo
da
philosophia
unem
a
obe-
(7)
Conat. dog.
de fid. cathol., c. 4.
perfeitamente
que,
nos
desígnios da
vontade
divina,
o
restaurador
de
toda
a
sciencia
humana
era
o Ghris-
to,
o
qual
é
«.virtude
de
Deus,
sa
bedoria de
Deus»
(8)
e «no qual
es-
tam
encerrados
lodos
os
thesouros,
da
sabedoria
e
da sciencia»
(9).
Foi
n
’
esta
convicção
que eiles
emprehenderam expurgar
os livros
dos velhos philosophos,
e
comparar
seus
ensinamentos com
os
da
reve
lação;
depois,
para
uma
intelligenle
escolha,
aproveitaram
aquellas
dou
trinas
nas
quaes
a
justeza
da
expres
são
correspondia
á
sabedoria do
pen
samento,
e,
quanto
ao
restante,
re-
geitaram
tudo
aquillo que
não
pu
deram corrigir.
Assim
como
Deus,
em
sua
providencia,
suscitou,
para
oppôr
á
crueldade
dos
tyrannos,
mar-
tyres
heroicos
que
davam
sua
vida
pela
defeza
da
Egreja,
assim
aos
so-
phistas
e
hereticos
oppôz
homens
dotados
de profunda
sabedoria,
e
ca
pazes
de
defender,
pela razão hu
mana,
o
thesouro
das
verdades
re
veladas.
Desde o
berço
da
Egreja,
a
dou
trina
catholica
encontrou
adversa-
rios
encarniçados,
que, mettendo a
ridículo os
dogmas e
as
instituições
dos chrislãos,
aílirmavam
que
estes
admilliam
muitos
deuzes,
que
o
mundo
material
não
tinha
começo,
nem causa,
que
a
divina
Providen
cia
não
regia por
seu
conselho
o
curso
das
coisas, mas
que
o
mundo
era
movido
por
não
sei
que
força
cega
e
necessidade
fatal.
Contra
es
tes
fautores
de
doutrinas
insensatas
levantaram-se
logo
homens
sábios,
conhecidos
pelo
nome
de
apologis
tas, os
quaes,
guiados
pela
fé,
e
com
argumentos
tirados
da
sabedoria
hu
mana,
demonstraram que
devemos
adorar
um
só
Deus,
dotado
de to
das as
perfeições
no
mais
alto
grau,
que
todas
as
cousas
sairam
do nada
pela virtude
de sua
omnipotência,
que
subsistem
por
sua
sabedoria,
e
por ella
sam movidas e
dirigidas
cada
uma
a
seu
fim
proprio.
(
Conlinúa
).
(8)
I ad Corinth. c.
24.
(9)
Ad
Coloss. cap. II,
jL 3.
GAZETILHA
Pelas
melhoras
cie
Sun Kie,
1
Kevm,
a
-.\'o
dia
15
do corrente
mez
de
agosto,
depois de
terminada
a
festivida
de
da Padroeira da
Insigne e
Beal
Colle-
giada de
Barcellos,
o rev.mo cabido
da
mes
ma
Insigne
Collegiada
fez
celebrar
um
solem-
nissimo
«Te-Deum»
em
acção de
graças a
Deus
Nosso
Senhor
pelo
restabelecimento
da preciosa
saude
do
Exc.1110
e
Revd.1110
Snr.
Arcebispo
Primaz,
assistindo
a
este
acto
religioso
não
só
a
camara
munici
pal
e
auctoridades
da
villa
de
Barcellos,
mas
lambem
numerosíssimo
concurso
de
povo.
Chronica
Religiosa.—
Começa
hoje
a
Novena
da
Natividade
de
N-
Senhora.
Amanhã, 31:
—Festa
de
N.
Senhora
da
Consolação,
no
Populo.
Exposição
do
Santíssimo
no
Salvador.
Romaria
de
.V.
Senhora
do
Sa
nteiro.
—
A
Commissão do
Monumento
do
Sameiro,
mandou
construir
um
caminho
que
facilitasse
o
meio de
se
poder
ir
em
carruagem
até
ao
Monumento.
Era
esta obra
ha
muito
reclamada
por
grande
numero
de pessoas
que alli
não
podiam
ir
d
’outro
modo.
O
caminho
ficou
em excellentes
condi
ções,
e
já
ante-hontem
alli
foi
um
carro
com
alguns
membros
da
Commissão.
Sun Santidade
Leão
XIII.
—
O
Nosso
Santíssimo
Padre
continua,
graças
a
Deus, sem
novidade
na
sua
preciosa
saude.
A
’
cerca
da
sua
vida
quotidiana
tradu
zimos
o
seguinte do
«Journal
de
Bruxel-
les:
«E
’ certo
que
Leão
XIII
leva
uma
vida
tão
laboriosa,
que
quasi
ha
razão
para
temer
que
succumba
pela
fadiga;
Oliveira,
moço
muito illustrado e estimá
vel,
e
publicado
no
Porto
pelos
snrs. II-
defonso Correia
e Ferreira
de Brito.
E’
na
verdade
uma publicação
muito
recommendavel.
Boa
impressão,
magnifi
cas
estampas
e
redacção
accurada.
O
«Jornal
de
Viagens»
é
o
primeiro
no
seu
genero
em toda
a
península,
e
talvez
o periodico mais
barato
de
Portu
gal.
Coneurgan.
—
Estão
abertos
para
guar
da
do
gabinete
de
physica
e
chimica
do
lyceu
d
’
esta cidade
de
Braga
com
o
or
denado
de
100$000;
para o
lugar
de
lhe-
soureiro
pagador
do
distrícto
de
Braga
com o
ordenado
do
6
0$000
e
200^000
para
falhas,
devendo
o
agraciado
prestar
a
canção
de 5:55J$000 reis.
Oeswstr®.
—
Um
pobre
ofiicial
de caia-
dor,
de
quem
ha
tempos noticiámos
uma
desastrosa queda d’
uma
casa
da
rua
dos
Sapateiros, andando
a
trabalhar no
telha
do
d
’
uma
casa
na
Veiga
de
Penso
deu
nova
queda,
ficando
muito
mallractado.
Prisão.
—
Foi
ante-hontem
preso
e
recolhido
ás
cadeias d’
esta
cidade,
Jacin-
tho José
Figueiredo,
marchante,
com
ta
lho
á
rua
do
Souto,
indiciado
como
au
ctor
d
’
um
assassinato
perpetrado,
segun
do
uns
ha
8, segundo outros ha
16
an
nos em
Evora.
Perscg«tição
á
imprensa.
-São
do
nosso
collega
do
«Jornal
da
Manhã»
as
seguintes linhas:
«
Ê
”
incrível
!
—Consta que
vae
ser
chamado
aos
tribunaes
o «Commercio
do
Minho»,
por
umas allusões
feitas
pelo
cor
respondente
em
Madrid
d
’aquella
folha
ao
rei
liberal
D.
Affonso
XII. E’
incrível
I
«E é
o
actual
governo
progressista
do
nosso
paiz
que
concorre
para
a
persegui
ção
á
imprensa
porlugueza
!
«Eiles,
que
quando
opposiçãu
difFama-
rara
e
insultaram
o rei
e
as instituições,
tanto
na
imprensa
como
nos
meelings
!
Eiles,
que
publicaram
correspondên
cias
nos
seus
jornaes,
dillamando
e
in
sultando
a
monarchia
hespanhola
!
«Pois são
eiles
mesmos
que
agora
no
poder
perseguem a
imprensa, aliás
muito
mais
moderada
que
a
sua»!
Exames
no
lyeeu.
—
Eis
o
resultado
,
total
dos
exames
que
se
fizeram
no
ly
ceu
nacional
bracarense:
Portuguez
—
entraram 83 —
approvados
43 e
addiados
37.
Dislinclos
os
snrs. Carlos
d
’
Almeida
Braga,
Antonio
Rodrigues
Machado
e
Jú
lio
Cesar
Correia
de
Carvalho.
Frapcez
-entraram
97—
approvados
43
e addiados
53.
Distincto
o
snr. Carlos
Barbeito Pinto.
Inglez
—
entraram
9
—
approvados
8
e
addiados
1.
Desenho (l.a
e
2.
a
parte)
—entraram
26—approvados
24
e
addiados
2.
Desenho
(curso completo)—entraram
18
—approvados
7
e
aJdiados
11.
Mathematica
(1.®
parte)—
entraram
33
—
approvados
14 e
addiados
19.
Latim
—
entraram
32
—
approvados
19
e
addiados
13.
La
tin
idade
—
entraram
22
—
approvados
9
e
addiados
13.
Geographia
—
entraram
42
—approvados
19
e
addiados
23.
Distincto
o
snr.
José
Maria
Braga?
Mathematica
(2.
a
parte,
escripta)
—
en
traram 2l
—
approvados
15
e
addiados
6.
Mathemalhica
(2.®
parte
oralj—
entra
ram
21
—
approvados
7
e
addiados
14.
Philosophia
—
entraram
30 —
approvados
7 e
addiados
23.
Introducção
—
entraram
47—
apprpvados
35
e
addiados
II.
Distincto o snr. Francisco
Gomes de
Castro.
Alumnos
que entraram a
exame:
Os
alumnos
dos lyceus
de
Vianna
e
Braga
que
entraram
a
exame
foram
480;
ficaram
approvados
250,
addiados
225
e
distinctos
5.
Xotici«»H
religiosas.—
Do
exeellente
jornal
«La
Fé», traduzimos
o
seguinte:
Todas
as noticias
lelegraphicas
são
con
cordes,
ern
que
pode
considerar-se
como
consutnmada
a
paz
religiosa
da
Allema-
nha.
Assim
o
esperamos,
e
ao
consignar
tão
fausto
acontecimento,
não
podemos
deixar
de
manifestar
a
nossa
férvida
admiração
perante
o
genio
de
Leão
XIII
que no
curto
tempo do seu
pontificado
poude re
solver
as
graves
questões,
que envolvia
o
conflicto
pendente.
Só
Deus
sabe
os
triumphos,
que
tem
reservado
ao seu Vigário
na
terra.
Seja-
nos,
no
entanto,
licito
esperar
que
á
sub
missão
dos kupelianistas
hade
seguir-se
a
volta
de
grande
parle
dos scismaticos gregos
á
Egreja
Catholica,
o
restabelecimento
das
mas
todos
os
que
o rodeiam
pólem
tes-
limunhar
que
as
occupações,
longe de
o
abaterem,
parecem
rejuvenescel-o
e
dar-
lhe
nova
viila,
o
que
depende
porventura
do
optimo
methodo
de
vida
que
o
vene
rando
Pontiíice
se impoz.
Tudo
em
sua
vida
tem
a
sua hora determinada:
o
pas
seio,
a
oração,
o
estudo
e
o
trabalho:
este
fal-o
elle
proprio, ou
manda
fazel-o,
a
seus
olhos,
á
pessoa
mais
apta.
Existe
um grande
movimento no
Vaticano,
po
rém
é
ordenadissimo,
e
conduz
sempre
a coisa eflicaz.
O
cardeal
Pecci,
assim
como
os
prelados
Lmsenzi,
Boccali
e
Ciccolini,
pedem
ás vezes
ao
Papa
uma
hora
de
descanço.
que
S.
Santidade
ou-
thorga na
verdade
aos
seus
collaborado-
res;
mas
elle sempre
se
esquece
de
o
conceder
a
si
proprio».
Os niliiliatas.
—
Ha
dias,
pouco
fil
iou
para
que
fosse
preza
das
chammas
o
famoso
palacio de
Krenlim,
antiga re
sidência
do
imperador, qne
se
ergue
na
margem
esquerda
do
Maskova,
no cenlro
de
Moscovv.
Pegaram-lhe
fogo
a
um
dos
seus
ân
gulos,
depois
de
untarem
com
graxa
e
pelroleo
uma
das
suas
escadas
de
ma
deira.
Incontinenli
locaram
todos os
sinos
das torres
de
Krenlim
A
povoação ac-
cudiu
em
massa,
e
os
soccorros
foram
organisa
los
com
tal
promptidão,
que
pou
cas
horas
depois
era
o
fogo debelado.
Os
prejuízos
são
todavia consideráveis.
No
seu
caderno
de
2
<lo
actual
diz
«La
Civillà Catholica»:
<A
outra
arma
de
que
se
valem
os ni
hilislas
para infundir
terror
é
o
fogo.
Os
incêndios
voltaram á
ordem
d)
dia.
As
cidades
de
Or>
*
nburgo,
de
Ouralsk,
de
Ir-
bii
e
de
Penu,
foram,
em
parle,
preza
das
chammas.
O
telegrapho
traz
a
noti
cia tremenda
de
que
um
incêndio
destruiu
em
hkoulsk
qualorze
bairros. Dir-se
ia
quasi
qne
o
desastre
fóra
ordenado,
se
gundo
um systema
preconcebido,
em
fôr
ma
d
’
um plano
ideado
antecipadamente
afim
de
que não
haja
estragos
em
S.
Petersburgo,
nem
em
Moscovv,
nem
em
Kiew,
nem
em
Odessa,
mas
nos
confins
occidentaes
do
império,
longe
dos grandes
centros,
desprovidos
de
largos
meios
de
defeza
administrativa.
Tudo
induz
a
crer
que
laes
incêndios
são
inspirados
pela
vin
gança.
como
os
crimes
contra
funcciona-
rios
elevados
do
império
suggeridos
pela
pena
de
Talião».
Segundo
alguns
diários
Olga
Gobies-
lawscha
foi ha
dias
a
S.
Petersburgo,
on
de
conspirava
com
os
socialistas.
A
po
licia
esperou-a
algumas
horas á
porta
d
’
uma
casa,
com
o
fim
de
se
apoderar
d
’
ella;
mas
ella
conseguiu
fugir
n
’um
globo.
Com-
quanto
pareça
isto
impossível,
transmitti-
mos
a
noticia tal
como
a
encontramos
em
periódicos
estrangeiros
A
Kneyeliea
de
S.
Santidade.
—
Rcferindo-se
á
estupenda
Encyclica
de
S.
Santidade,
que
nós
andamos
publicando,
o
nosso
sabio
collega
do
excellenle
re
vista
catholica
madrilena
«La
Civilizacion»,
escreve:
Não
necessitamos
persuadir
a
sua im
portância,
nem
provar
com ella
que
o
Nosso
Santíssimo
Padre
brilha
pelo
saber
como
resplandece pela
sua
virtude. Pou
co
a
pouco
vae dispondo
as
coisas
para
que
a
Egreja
recobre
o
seu
primitlivo
es
plendor.
Breve
restará
claro
como
a
luz,
que
elle
tem
prestado
á
Egreja,
e por
conseguinte
á
sociedade,
um serviço im-
menso.
Ha
muilo
tempo
elle é um
campeão
denodado
da doutrina
de
S.
Thomaz.
Em
junho
de
1875,
unido a
todos
os
prela
dos
da
Umbria, dirigiu
uma
sollicitação
a
Pio IX
para
que
declarasse
S.
Thomaz
patrono
de
todas
as
escolas de
philoso-
phia.
Fundou
além
d
’
isso
em
Perugia
uma
Academia
de S.
Thomaz
d
’
Aquino,
que
prosegue
o
seu
glorioso caminho, prepa
rando
n
’
aquelle Seminário
alhlelas intré
pidos
contra
os
pseudo-sabios
que
perse
guem
a
Egreja
em
nome
da
philosophia.
Creado
Papa, Leão
XIII tem procu
rado
com
afinco
persuadir
a
necessidade
do
estudo do
Anjo
das
Escolas.
Em vir
tude
d
’
isso
tem tractado
com
grande be
nevolência
o
abbade
Uccelli,
que
lhe
de
dicou
uma
nova
edição da
Suma;
aos
PP.
Jesuítas
Mazzella, de
Agustinis e
Gualan-
di,
que
lhe offereceram
seus
importantes
trabalhos; a
Monsenhor
Chanlel dOutre-
mont,
porque
tinha
adoplado
em
sua
dio
cese
a
Suma como
texto
no
ensino thelo-
gico;
aos
PP.
Liberatori
e
Cornaldi,
lam
bem
da Companhia de Jesus.
'
«Jornal
de
Viagens».
—
Temos
lido
alguns dos
n.°
s
d
’esle
semanario,
dirigi
do
lilleralmenle
pelo snr.
Emygdio
de
relações
com
a
Rússia e o augmenlo
sem
-
pre
crescente
da
Sé Apostólica na
Euro
pa,
que
d’ella
espera
luz
e
alento
para
sair
vencedora na lucta,
qne
sustenta
com
a
barbaria
revolucionaria.
Deu«
prolongue
a
vida
do
S
umo
Pon
tífice!
Ultimamenle
disse-se
que
elle
es
tava
enfermo:
não
é
verlade,
felizmente.
—
Ha
pouco
mais
d
’um anno
o
periodico
inglez
The
Weekhy
Register
propoz
que
a
Inglaterra
estivesse
representada
na
basílica
de
Lourdes
por
uma
bandeira
digna
d
’
esle
grande
paiz.
Para
isto
abriu-se
uma
subscupção,
que
no mesmo acto
foi
coberta
excessivamente.
A
bandeira
está
prompla
e
é
verda
lei-
ramente
grandiosa. Tracla-se
agora
de
a
levar ao
seu destino,
e
ha
quem
lembre
promover-se
uma
peregrinação
de
inglezes
ao
venerado
sanctuario.
Atrnvez
d»
província.
—
Foi
trans
ferido
para a
comarca
dos
Arcos
do
Valle
do
Vez o snr.
dr.
Antonio
de Sousa
Pinto
Cardoso
Machado,
delegado do pro
curador regio
da
comarca
de
Villa
Real:
e
para
a
comarca
de
Monsào o
snr.
dr.
José
Antonio
Diniz
Ferreira.
delegado
do
procurador
regio
na comarca de
Felgoei-
ras.
—
Na primeira
epoca
dó
corrente
anno
foram
no
distrícto
de
Vianna
examinados
21
candidatos ao magistério
primário,
dos
quaes
foi
um
considerado
distincto,
oito
bons,
nove
suíficientes,
e
tres
excluídos.
—
Do
sexo
feminino
foi
examinada
uma
que
ficou
considerada sufiiciente.
—
Diz
um
nosso
collega
de Ponte
do
Lima:
Na
freguezia
de
Serdedello
foram
en
venenadas
17
pessoas!—
No
dia
23 do
corrente,
João
Luiz
Gonçalves, e
mulher,
Maria
do
Rosário,
do logar
de
Campo-
raso,
da freguezia de Serdedello,
d
’este
concelho, fizeram
uma
roçada.
—
A’
s
3
horas
da
tarde aquella
Maria
do
Rosário
mandou para
o
monte
o
jantar
destinado
aos trabalhadores.
Constava
este
de co
sido
—
que
se
compunha
de arroz,
baca
lhau, e balatas
com
fatias
de
trigo,
as-
sucar
e
agua
de
azeite
e
unto:
—
uma
ba
telada digna de
esloraagos
de bronze.
—
A
dona
da
casa
e
a
cosinheira,
não
le
varam
o
jantar
por
se
sentirem incom-
modadas,
motivo
porque
pediram
a
uma
visinha
para
lhes
fazer
este
serviço.—
Os
trabalhadores.
2
horas
depois
da
refeição,
sentiram-se
affl
cios,
com
vomitos
frequen
tes
e
soltura
de
ventre
agudíssima,
apre
sentando
todos
os
symptomas
de
enve
nenamento.
Mas
não foram
só
eiles:
—
todas
as
pessoas,
mulheres e
creanças,
que
comeram d
aquelle
jantar,
em nume
ro
de 17,
sentiram
iguaes
symptomas.
—
Um
dos
atacados
foi
sacramentado
pouco
depois, e todos
estão
mais
ou
menos
pe
rigosos.
—O
digno
administrador
substituto
d
’
este
concelho,
correndo
a noticia
do
acontecimento,
dizendo-se
que
já alguns
d
’
aquelles
infelizes
tinham
fallecido,
foi,
no
dia
25,
áquella
freguezia,
acompanha
do
do
distincto
facultativo,
o
snr.
Anto
nio
Ignacio
Pereira
de
Freitas,
para
fa
zer
as
averiguações
necessárias,
e
prestar
os
soccorros
médicos
de
que
carecessem.
—
Não
sabemos
o
resultado
das
inves
tigações
da
auctoridade,
mas
é
certo
que
o
envenenamento
foi
casual,
porque
a
dona
da
casa,
o marido
e
a
cosinheira,
foram os primeiros
atacados
pela
droga
desconhecida, que
produziu
eíleitos
tão
horrorosos
Guerra
Russo-China.
—
Segundo
um collega,
parece
estar
próxima
a
reben
tar a
guerra
entre a
Rússia
e
a
China.
As
tropas
do
general
Pelachewska
estão
preparadas
para
transpor
a
fronteira.
O pretexto ollicial
d’
esla
guerra
é
a
occupaçào
por parle
da
China
de
alguns
territórios
da
Turquia,
collocados
sob
a
protecção
da
Rússia.
O
embaixador
d’
esta
potência
em
Pekin
reclamou
em
vão a
entrega d
’aquelies
terrenos
ao
seu
possui
dor
legal o
emir
Kali
Beg, porém a Chi
na,
por única
resposta,
foi
concentrando
um
grosso exercito na fronteira
dos
ter
ritórios disputados.
Se o
governo
do
ce
leste
império não satisfizer
completa
e
iminediatamente
ás
exigências
da
Rússia,
formuladas
por
um
ullimatum,
esta
rom
perá
sem
demora
as
hostilidades.
Purtugnezeg faíleeidos.
—
Desde
29
de
julho
a
6
de
agosto
falleceram
no
Rio
de Janeiro,
os
seguintes
súbditos
portuguezes:
José
Maria Antunes, 45
annos,
casado;
Manoel
Dias
Nunes, 28
a.,
solteiro;
José
Gomes Ferreira,
40 a.,
c.;
Bento
Ribei
ro
da
Motta, 17
a.,
s.;
José
da
Silva
Lotizada,
50
a.,
c.;
João
da
Silva
Aydro,
42
a
,
s.; Antonio
Dias
Bailado.
43
a.,
s.;
Rita
da
Conceição
de Jesus,
65
a,, s.;
ipnoel
José
Ventura,
46
a.,
c.;
Antonio
Duarte
Claro,
62
a
,
s.; José
Ayres
de
Carvalho,
30
a.,
s.;
Joaquim
José
da
Silva
'
.
r
êjs,
25 a.,
s.;
João
Barbosa,
22
a.,
s.;
Anionio
Maria
Frucluoso
Ferreira,
23
a,,
'.
yhrianno
Cordeiro
de Benevides,
44
’
’
s
_;
Antonio
José d’
Azevedo
Veiga,
36
c.;
J"ão de
Paiva,
30
a.,
c.;
Rodrigo
Salgado,
52
a.,
c.; José
Ignacio Goulardt,
39°a.,
c.;
Manoel
José
Vieira Pinto,
48
a
c.; Quileria Rosa
da
Silva,
28
a.,
v.;
O
c»«irtris».
—
Antoninha
pedia
inces-
sanieoaente
a
sua
mãe que
lhe
compras
se
um
canario.
—
Terás
um
canario,
lhe
respondeu
a
m
ãe,
se
conslantemente
tiveres
juizo,
fò-
res
docii
e
applicada.
E
Antoninha
tudo
promeileu.
—
Vou
sair
um
instante.
Vês
aquella
caixa?
Toma
conta;
não
deves
abril-a
nem
tocar-lhe,
sequer.
Se fôres
obediente
e
cumprires
o
que
te
mando,
eu
te
pro-
•
metto
dar
le
um
grande
prazer
quando
voltar.
Ainda
bem
sua mãe
não
tinha
dado
costas,
já
a
curiosa
menina
estava
com
a
caixa
nas
mãos.
—
Peza
pouco,
dizia;
e tem
tres
hu-
raquinhos
na
tampa:
que lerá?
que
não
terá?.
.
Volta
que
volta,
e
pondo na
mente
a
ideia de
que
não era
vista
por
sua
mãe,
abriu
a
caixa
e
um
lindo
canario,
muito
amarello
saiu,
e
dando-lhe
com as
pon-
tas
das
azas
nos
olhos,
el
vou-se
pian
do
alegremente
e
percorrendo
o
tecto
da
casa.
Queria
Antoninha
apanhar
o
canario
para
guardal-o
na
caixa;
para
que
sua
mãe
não
desse
pela
desobediencia.
Fez
todos
os
esforços
para
seguir
de um
a
outro
extremo
da
sala
a
pobre
avesi-
nha,
e,
por tim,
rendida
e arfando
de
cansaço,
quasi
sem
poder
respirar se
que
dou.
Emrou
então
a
mãe
e
disse:
—
Filha curiosa
e
desobediente,
sabe
que
a
minha
tenção
era
dar
te
de
pre
sente
este
canario;
mas
queria
saber pri
meiro
se
o
merecias. Porém,
depois
d'es
ta
prova
tão
ciara
da tua
desobediên
cia,
voo
restituir
a
avesinha
ao
seu
vi
veiro.
—
P.
tíova
viagem
de
Stanley.—
O
in
fatigável
Stanley,
um dos
mais
notáveis
exploradores
da
África,
partiu
ha
dias de
Gibraltar
para a
costa
Occidental
d’
aquel-
le
continente, onde
o
espera,
na
desem
bocadura
do
rio Congo, um
presente
ma
gnifico
do
rei da
Bélgica,
—
um
navio car
regado
de
viveres,
de
vários
artigos
de
commercio,
armas
e
instrumentos scien
tificos.
além
de
algumas
pequenas
em
barcações
que
se
armam
e
desarmam
com
uma facilidade
extrema.
Macrobto.
—
No
hospital
gera]
de
Ma
drid
morreu,
ha
pouco, um
porteiro, que
contava
a
bagatela
de
103
annos,
e
que
ainda
ha tres mezes,
antes
de adoecer,
■conservava todas
as
suas
faculdades
in-
lellectuaes e
dava
perfeitamente
conta
do
recado.
(ura
iniliigrim.
—
A
sVraie Fran-
ce»,
de Lille,
conta
o
seguinte
facto:
«Acabamos
de
receber, de
fonte se
gura
e auctorisadissima,
uma-
nova
que
alegrará
aquelles
de
nossos
leitores
que
porventura
se
dispõem
a
fazer
a
peregri
nação
a
La
Salelle.
«Um
homem,
que
tinha
a
perna
par-
fida,
e
por consequência
o calcanhar
lo
do
torcido,
acaba
de ficar
curado
repen-
imanente,
na
mesma
occasião
em
que
Sua
filha
commungava em
La
Salelle.
O
facto
está
já
averiguado,
e dentro
em
pouco
appirecerão
os
detalhes
dados
por
Pessoas
qualificadas
e
auctorisadas
na
ma
ioria.
E'
um
novo
prodigio
que
temos a
accrescentar
aos
já
feitos
na
montanha
da
apparição, desde ha
trinta
annos.»
Se o
facto for
certo,
como
é
de
pre-
su
®ir,
attenla
a
seriedale
do jornal que
0
menciona,
é
mais
um
desespero
para
a
unpiedade.
Esperemos
mais
explicações,
e
aguardemos
a
decisão
das pessoas com-
feientes.
Nu
entanto,
avisamos
jí
o
«Partido»
e
companhia,
para
que
não abocanhe
ji
a
Micia e
venha
dar-nos
sobre
ella
cotn-
fiicuiarios
insensatos
e
ridículas,
porque
d
dc
ser
forçado
a
engulir
as
bernardi-
tes.
°
Lsjjbre-se
do
que
succedeu
em
prin-
'P^s
,lo
corrente
anuo, a proposito
tam-
de Nossa Stpihora
de
La
Salelle,
®
va
udo
po
r
essa
oecas
jão U
m
desmenti-
0
lorinal
nas
bochechas,
que
de enver-
Whado,
provavelmente,,
nem animo le-
e
estampal-o
em
suas columaas,
como
a
honra
e
tinos
de
jirnalisla.
.
Ji
se
vê,
refere-se aos jirnalistas
rios
e
que
se prezam.
Porisso,
veja lá,
não se
adeante
mui
to;
nó'
damos
noticia
de
facto,
que
não
temos ainda
inteira
e plena
certeza
de
que
seja
verdadeiio:
póde
sei
o,
como
pó
de
ser
producto
de exageração.
E’
preci
so esperar
por
mais esclarecimentos.
Até
lá,
não se
assuste.
—
Ordem.
Rrcrutanient»
—Aos governadores
civis
foi
dirigida
a
seguinte
portaria:
«Tendo
chegado
ao conhecimento
de
sua
mageslade
el-rei
que muitos
mance
bos
se
eximem
do
serviço militar,
obten
do
a
declaração
de
nullidade
da sua
in-
scripção
nos
recenseamentos
com o
fun
damento
de
ser
feita
em freguezia
diver
sa
da
do
seu
verdadeiro
domicilio,
com
quanto
pertencentes
ambas
a
um mesmo
concelho;
e
sendo
certo
que
este
funda
mento
não
tem
apoio
nas disposições
das
leis,
pois
que.
segundo
as
regras
estabe
lecidas
no
artigo
13.° da
lei
de
27
de
julho
de 1833,
o
domicilio,
que
a inscri-
pção nos
recenseamentos,
é
o
do
conce
lho
ou
bairro,
nada
importando, pois,
para
a
legalidade
do
recenseamento
que
a
inscri-
pção
se
faça
em freguezia
diversa d’
aquel-
la
em
que residem
os
recenseados
ou
as
pessoas
de
quem
elles
dependam,
uma
vez
que
tanto
uma
como
outra freguezia
pertençam
ao
mesmo
concelho
ou
bairro;
sem
que
obste
a
esta
interpretação
o
de
terminar-se
no
artigo
27.°
da
cilada lei
que
os
recenseamentos
se
aflixem
em
ca
da
freguezia,
sómenle
na
parte
respecti-
va, d’
onde
se tem
pretendido
inferir
que
a
mesma
lei
suppõe
inscriptos
em
cada
fre
guezia
sómenie
os
mancebos
nella
domi
ciliados,
porquanto
a
referida disposição,
suppondo
apenas, como é
regra
geral,
que
em
cada
freguezia
sómente
se
inscre
vem
os
mancebos n’
ella
domiciliados,
e
mandando
n
’
esta
supposição
aflixar
o
re
censeamento
respectivo,
só
podia
ter
em
vista
evitar
o
complicado,
e
muitas
vezes
inútil,
trabalho
de
aflixar
em
cada
fre
guezia o
recenseamento
de todo o
con
celho.
e
nunca,
o
que
seria
absurdo,
in
validar
as
regras
determinativas
do
domi
cilio,
que
no
logar proprio
tão
clara
e
expressamenle
fixou:
Determina
o
mesmo augusto
senhor
que
os
governadores
civis dos dislrictos
dêem
as
convçuienles
instrucções
aos ad
ministradores
dos
concelhos
e
aos
secre
tários geraes,
como
agentes
do
ministé
rio
publico, afim
de
que
estes
funccio
narios,
cada
um
na
parle
que lhe
toca,
reclamem
e recorram
pelas
vias
compe
tentes,
sempre
que
as
camaras
munici-
paes,
commissôes
de recenseamento e
com-
missões
dislrictaes
do recrutamento
deli
berem
e
resolvam em
sentido
contrario
á
doutrina
exposta.
Paço
em
20
d
’
agoslo
de
1879.
—Josè
Luciano
de
Castro,
Bem hajam.
—
Em
Caceres
(Hespa
nha)
circula
uma
especie de
compromis
so
escripto
e
assignado
por grande nu
mero
de
pessoas,
que
se
obrigaram
so-
lemnemente
a
não
assistirem
ás
corridas
de
touros.
Inatrucç&ea
úteis sobre
o
sn-
ranipo.
—
O
delegado
e
sub-delegados
de
saude,
convocados
pelo
snr. governador
civil
do
Porto
para
declararem
qual
a
intensidade
e
gravidade
da
epidemia
do
sarampo,
que
tem
grassado
n
’
esta
cidade
e
em algumas
freguezias
limitrophes,
e
designadamente
na
de Valbon,
aonde,
por
ordem
da referida
auctoridade,
fora ob-
serval-a
o
delegado
de
saude,
declara
ram:
1.
°
que
é
verdade
haver numerosos
ca
sos
de
sarampo,
occasionando
grande
mor
tandade
mas
creanças;
2.
°
que á
constituição
medica reinante
se
deve
atiribuir
o
mal;
3.
°
Que
a
sua gravidade
procede,
em
geral,
dos abusos
e
más
praticas
de
dar,
logo
em
começo
da
doença
vinho
em
gran
de'
’
quantidade,
suppondo
favorecer
a
eru
pção,
e
dos
descuidos
que
ha
no
perío
do
da desecção, deixando
expór
os
doen
tes
ao
ar;
4.
°
Que os
meios a
empregar
consis
tem
em
fazer
conhecer
ás
mães
estes
in
convenientes para
que
ellas,
desde o
co
meço
do
mal,
agasalhem
quanto
possam,
as
creanças,
as
adieletn
e
lhes
dêem,
co
mo
.unico
remedio, ac
infusões
(chás)
de
flores
de
tília
ou sabugueiro,
ou
de
fo
lhas
de
larangeira,
e
recorram
ao
medico
apenas
appareça
algum
symptoma
de
maior
gravidade,
como
tosse
violenta,
diarrbea,
inchação,
inflammação
de
bocca
e
gargan
ta,
ou
convulsões.
Somma
e segue.
—
D
íz
um
jornal
hespanhol da
Corunha,
que
por
occasião
da
visita
pastoral
do revm.
0
bispo
d
’
aquel-
la
diocese,
uns
liberaes
aperfeiçoados
ati
raram
para
a
multidão
com
uma
bomba
de
dynamile,
que
matou
uma
infeliz
mu
lher,
que
estava
no
seu
estado
interes
sante,
e
feriu
tres
ou
quatro
pessoas.
Viva
a
liberdade
liberal.—
E.
O
novo
México,—
O
«New-York-Ti-
mes»
publica
uma
interessante
descripção
de
uma
das
regiões
menos
conhecidas
da
America
do Norte,
o
Novo
México, onde
ainda
se
encontram
indícios
pertencentes
á
antiga
nação
dos Aztecas.
Estes
indios,
em
numero
de 9:090
proximamente,
oc-
cupam
14
aldeias:
são
tranquillos
e
hos
pitaleiros,
especialmente
nos
dislrictos
de
Albuquerque
e
Bernardillo,
onde
habitam
os
mais
ricos
das
antigas
famílias
hespa-
nholas.
A
mais
curiosa
de todas
estas aldeias
é
a
de
Teaos,
onde
a
maioria
dos
habi
tantes
vivem
em
grandes
edifícios
de pe
dra,
de cinco
andares,
construídos
em
fórma
de pyramide,
sendo
assim
de
an
dar
mais
pequeno
que
o
precedente.
Es
tes edifícios
leem um
numero
considerá
vel
de
quartos,
e
para
entrar
n'elles
ser
vem-se
de
escadas
coilocadas
no
exterior,
e
entra-se por
um buraco
feito
no
teclo,
porque
não
ha
portas
nem
janellas.
Estes
indícios
recebem
cordealmeme
os
estrangeiros,
mas
não
os
deixam en
trar
no
centro
dos
seus
edifícios, onde
se
acha a
grande
eslufa
em
que
arde
o
fogo sagrado
de
Moiitezuma
e
onde
pra
ticam
os
antigos
ritos
da
religião
az-
te«a.
O
clima
e
a
paisagem
são verdadeira
mente
formosos,
e
a
capital
Santa
Fé
está
situada
7:000
pés
acima
do
nivel
do
mar.
Os indios
do
Novo
México
são
cida
dãos
americanos,
mas
preferindo
viver
isemptos
de
tributos,
não
querem
votar
nem
desempenhar empregos
públicos.
No
seu
território
encontram-se
a
cada
passo
ruinas
de
monumentos
aztecas
que
já
per
tenciam
a
uma
antiguidade
remota
quan
do
Hernan
Costés
conquistou
o
vasto
im
pério
mexicano.
Estes
monumentos
estão
principalmen
te
na
gran
ie
altura plana
do
Colorado
e
na
parte
noroeste
do
Arizona.
A
cada
passo se
vêem montões
de
pe
dras
de uma
cor
avermelhada,
cheias
de
figuras
gravadas
grosseiramente,
represen
tando todo
o
genero
de animaes,
como
serpentes,
raptas,
etc.
Desgraçadamente,
não
existem
no paiz
tradicções
nem lendas
que
possam
dar
luz ácerca
da origem d
’estas
escnlptu-
ràs.
A
’
earidade
publica.
—
Muito re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa n.°
4,
3
0
andar,
que
se
acha na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que o
soccorrem
com
alguma
esmola.
A’
earidnde
publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina.
de
8
annos
de
idade,
que
está
entrevada
ha 8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.° 14.
ULTIHAS
NOTICIAS
Lisboa
28—
Na
Bolsa
venderam-se:
2
titulos
do
Banco
de
Portugal
a
5404000
reis;
3
ditos
a
5394900;
5
acções
do
mesmo Banco
a
1074900;
2)
do
Banco
Ultramarino
a
504000;
50
do
Banco de
Portugal e
Brazil
a
414200;
4
obrigações
prediaes
a 924000;
100
do
empréstimo
para
a compra de
navios
de
guerra
para
30
de
setembro
a
904500;
2
contos
em
inscripções
a
31,20.
Os
fundos
portuguezes
em
Londres
re
gularam
a
51
3|8
e
51 5|8;
os
fundos
hespanhoes
a
15 e
15
1[8; e
os
conso
lidados inglezes
a
97
3|4
e 97
3|8.
A
alfandega
rendeu
hoje
a quantia
de
12:2164606
reis.
Idem
29—Reuniu o
conselho
d
’
estado,
votando
lodos
pela
dissolução
da camara.
O
snr.
general
Caula disse que julga
va
imprelerivel
a
dissolução,
e
que
só
duvidava
por
não
estar
reunida
a
camara.
Foi
assignado
o
decreto
dissolvendo
a
camara
e
marcando o
dia
19
de
outubro
para
a
eleição.
Vienna
26
—
Andrassy
parle
hoje
para
Gastein,
para
conferenciar com
o
principe
Bismark.
Constantinopla
25—
Ha
grande
excita
ção
na
Arménia.
RECLAMOS
SAUDE A
TODOS
sem
medicina
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha de
saúde,
REVAhEsciÈatE
DL
BARRY
de
Londres.
30
hu
»<!
ií
4
’
invariavel
»uce
*
»Be
6
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gasliica,
ga^tralgia, flegma,
arroios,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo
mitos, irritações
lulestinaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas, tosse,
asthma,
bexigas,
falta
de
respiração,
oppressào, congestões,
mal dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as
desordens
no
*
peito, na
gargan
ta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
figado,
dos
rios,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro e
do
sangue.
83:00
curas,
comprebendendo
n
’ellas
as
da
duqueza
de
Castlestuari,
do
duque
de
Pluskuw,
da
marqueza
de
Brehan, de
Lord Stuart,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor
Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
65:811.
—
Mr.
A.
Bruneliére,
cura,
de
uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos médicos lhe
darem
só
pou
cos
mezes
de
vida.
Cura
n.°
62:476.—
Saiote
Romaine-des-
lles
(Saòne
et-Loire.
—
Senhor.
—
Bnmdito
seja
Deus! A
Hevalescière
du
Barry
poz
fim
aos meus
18
annos
de
sotTriraentos do
estomago e
dos
nervos,
de
fraquezas
e
de
suores
nocturnos.
—
J.
C
ompahet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
— H
ydkopsia
,
betenção
.—Tres
d
’
esles
casos
foram
ra-
dicajmente
curados.
Para
as
tosses adqui
ridas
por
um
tesfilamento,
pioduz
a
sus
pensão
repentinamente;
para
as
retenções
de
ourina
e
doenças
de
estomago,
pro
duz o
melhor
efleilo
e
dissipa
a
melan
colia.
—
L
angevin
,
cura.
Cura
n.u
48
816.—
Certificado
d
> ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
Bonn,
19
de
janeiro
de
1853.
—
A
Kevaleaeière
substituiu
admiravelmente
toda
a
medici
na
em
muitas
doença»,
sobretudo
nas
dia
bethes,
constipações
obstinadas
e
habituaes,
assim
como
nas
diarréas
nas
affjcções
dos
rins
e
da bexiga,
nas contracções
e
nas
hemorihoidas,
assim como
nas
doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
nas
lossesre
na
lisica.
—
Doutor
R
ud
.
W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades
scientiíicas.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva do que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço em remedios.
—
Preços
tixos da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
uinsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata, de
*
/
4
kilo,
500
;
de
*
/ t
kilo
800
rs
; de
um
kilo,
14400
reis;
de
2
i
/
i kilos,
34200
reis;
de
6
ki-
los, 64400;
e
de
12
kilos, 124000
rs.
Os
biscoitos
da
Hevalescière
que
se po
dem
comer a
qualquer
hora,
vendein-se
ám
caixas
a
800
e
14400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Hevalescière
ehoeolatada
(
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mai»
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
pó
e
em paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis; de 24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
14400
;
d»
120
chavenas,
34200
reis,
ou 25
reis cad»
chavena.
»U
BARKA
«fc
C.
a
LiniTB».-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regenl-
Streei,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos, droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Uiisbo»,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo Filhos, praça
de
D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua Aurea,
12—
Por-
tn,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE
DOURO E
MI,
NH0.
=
iveíro,
F. E.
da
Luz
e
Costa-
pbarm.
—
Barcellos,
Antonio João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da Ponte.
—
Rrag»,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
— Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa &
'rmão,
ru<i do
Souto.
—
Vianna do
Ò«»-
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de Barros,
drog.,
Rua
grande.
14G.
-Guimarãe»
A
J.
Pereira Martins,
pharm.—Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, J. da Silva,
drog..
Rua da
Bainha, 29
e
33.—
K
s
‘
en»11
*
A,
Miranda,
pharm
—
M»orto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira &
Irmão,
Rua
da Banha-
ria,
77;
.1.
R.
<le
Sequeira,
pbarm., Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
do?
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
df
Cedofeila,
160;
Funtes
&
C.
a
,
drogs., Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San-
jo
Antonio,
225
a
227,
—
Ponte
«8o
Ui
ma,
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pbarm.
—
Povoa «Ho
Varziin,
P.
Machado
dr
Oh
«eira,
pharma.
—
Vaiençt
*
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
ViHn
Vinhos puros
do
Douro,
colhidos
em
casa
do
proprietário,
e
enviados
sob
a
vi
gilância
do
mesmo
para
esta cidade.
Garante-se
a
sua
pureza,
e
agradeci
do
se
acceita
qualquer
analyse
que
pre
tenda
fazer-se-lhes.
Vende-se
no
campo
de
S.
Thiago
n.°
8
ou
na
rua
do
Farto
(traz
da
Sé)
n.°
9
a
2$400
reis
o almude ou
dezeseis
li
tros
e
oito
decilitros.
(2545)
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s,
pham.r.
AÊaâ»
‘cn®MTos
Os abaixo
assignados, não
lhes
sendo
possível,
por justos
motivos, agradecer
pessoalmente,
como
era seu
desejo
e
de
ver,
vêem
por
este
meio,
em
extremo
pe
nhorados
para
com
todas
as
pessoas que
os
cumprimentaram
por
occasião
do
falle-
cimento
de
sua
sempre chorada
esposa,
cunhada
e
mãe,
patentear
mais
uma
vez
o
seu
alto
reconhecimento
e sincera
gra
tidão,
com
especialidade
aquelles
senhores
que
se
dignaram
acompanhar
o
cadaver
da (inada
ao cemiterio;
pelo
que
se
con
fessam
eternamente
gratos.
Manoel
José
Tinoco
d
’
Azevedo.
Roza Maria
Tinoco.
Maria
do
Carmo
Tinoco
d
’
Azevedo.
Luiz
Maria
Tinoco
d'Azevedo.
(2375)
ANNUNCIOS
BOM
VINHO
VEHDE
Do
snr.
José
Lopes,
da
freguezia
de
Esporões:
vende-se
na
rua
de S.
Thiago
n.°
3.
(2374)
DEPOSITO
DE
MOVEIS
IUTA
1
‘
OV-
TE
BA
BARCA.
Acha-se
n
’esta
localidade
um
deposito
de
moveis
que se
vendem
por
preços
muito
rasoaveis
e
que
mais
tarde
terão
de
ser
vendidos
em
leilão,
em
dias
que
serão
annunciados.
(2573)
LOMBRIGA
SOLITARIl
Cura
segura
pelos
GLOBULOS
(2)1
tenlafugos
(ao
exlracto
verde
de
rhizomos
frescos de
feto
machodasVosges)
de
8KCRETAN,
iPharmacentico,
laureado
e
me
dalhado.
Unico
remedio
infalli-
▼el,
facil
a
engtilir e
digerir;
experimentado
com
o
maior
successo
e
adoptado
noa
hospitaes
de
Paris.
Sem
carência
de
snccesso.Deposito:
SECRETAfl,
37,
Avenue
Friedland,
PARIS,
R
nas
boas
pharma
-
cias
de
cada
cidadr
.
(Evilente
aa
fAUifloaçõ88,)
Vende-se
ou aluga-se
uma
rnora-
ít
*
Tw.
da
de
casas
n.°
8
na
rua
de
D.
Pedro
5.°
com
bons
com
modos,
quintal
e
boa
agua;
a
casa é decente
pa
ra
qualquer
familia.
Tanto
para uma
co
mo
outra
cousa,
trata-se
na mesma
rua
casa
n.°
76.
(2559)
ALUGAM-SE
Os
altos
da
casa
da
rua
do
Campo,
n.
“
22,
com
bons
comrnodos para
uma
numerosa
familia,
agua
encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
adoptadas
pelos
missionários
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmenlada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc.
s
Revm.a
o
Snr.
D.
Joao
Chrysostomo
d
’Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e Catholica,
de
Lisboa.
preço=l6O
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
Precisa-se
d
’
um cosinheiro
habilitado
e
de bom
comportamento.
Quem
pretender
dirija-se
a
esta
redacção,
onde
receberá
ciais
esclarecimentos.
(2350)
img
l-SE
Uma
boa
morada
de
casas
com dois
andares,
sita
na
rua
do
Anjo,
n.° 20
e
20
A.
Está encarregado
de
a
mostrar
e
tra
tar
do aluguel o snr.
Oliveira,
aferidor,
moratdor
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
PECHINCHA.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
comrnodos
e
lindas vistas
—
situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.° 53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado
o snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres,
negociante,
morador na
mesma
rua
—
e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
Caixa
penh«rUta
Braearense na
Travessa
de D.
Stualdim
d
’
et»ta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
Ja
manhã
até
ás 9 da
noule
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
.todos os
mutuaiios
que
ti
verem
objeclos
empenhados
na
mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
ven lidos.
JOSE DA SILVA FE MJ
AO
Com
loja de
fu
to
feito
13
—
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho—
13
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
gnezes,
tanto
d
esta
cidade
como
Arfd
^
as
Pl0V‘°cias
que
tem um
bonito
J/l
1
e
variado
sortimento
de
falo
fei-
to,
casimiras
para
fato moilo
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500,
2$000
e 2$500 reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda pés
de casimha
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca, assim
como
camisas
de
600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de casimira de todas as
qualidades,
de
500
rs.
até
800; manias
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de fazer qualquer obra
que
lhe
seja
encommendada,
e prompti-
tica-se
a
íicar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do freguez.
(2249)
Fabrica a vapor de
fundição
ferro
e
m taes
Travessa
<Ie
S.
João
—
Braga.
N
’esla fabrica, unica
na
provincia
do
Minho, fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de metal.
O
proprietário da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem obras
de
todos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços
que
possam
ser
encontra
dos
no Porto.
N’
esta
fabrica
fundem-se
peças
de pezo
de
5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já muil.s
obras
fundidas,
avul
sas, como
são:
buxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para moer
tintas,
pés para
me-
zas
de
mármore
ou
de madeira,
bancos
para
jardins,
bornbas
de
qualquer pres
são
até
á
altura
de
200
palmos, grades
para
sacadas ou jardins,
columnas
e
con
solas
para lampeões,
prensas
para
copia
dores,
fuzos
de novo
systema
para
la
gares,
ferros
para
alfaiates e chapelleiros
tapeies
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de todos
os
tamanhos.
Além
d
’
eslas
obras,
que
ha
feito,
toma
encommendas
para
todas
que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
todas
as
obras
d
’
este
genero
principalmente
bornbas
de
poços.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
SU
SE 2 r
AT S g»
MACHINAS
PARA COSER
DA
Companhia
fabril SINGER
17
—
r««
de S. Vicente—41
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno de
1877,
machinas de
costura!!! mais SOs49®
que
em
1876.
A
Companhia Fabril
Vende
as
suas magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
SOO
reis
aemanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10 por
cento
a menos a promplo
paga
mento.
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros e sapateiros
4
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu bello
trabalho,
como
na
sua
immensa duração,
com séria
garantia.
Avisamos
o publico
que te
nha
todo o cuidado para não
ser enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas,
por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
8INGER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL SINGER
17,
RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pilaes
dos
districtos
de
Portugal
e
Hís-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
DO
ALTO
D0UE0
DA
CASA
BE
VILLA
POUCA
RUA
DO SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
»
»
»
.
190
»
Lagrima
.........................................
200
>
Branco
de
meza
............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
,
240
»
de
prova
sècca.
.
.
,
.
300
»
Malvasia
de
2.
a.............................
3gq
»
»
veltio
....................................
4oÒ
»
Malvasia
Bastardo
e Moscatel a
500
»
Xoncão
.........................................
70
q
»
Velho
de
1854
....
ggg
»
a retalho
para
meza
60
e
80 0
.
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
p
0
.
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
mau,
dal-o
experimentar por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
INJECÇÃO
HIGIENIcT^
BALSAMICO PROPHILATICO
Esta
injecção
é
a
unica
e
efficazque
cura
cm seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto antigas
como
mo-
dernas, ainda
as
ma
;
s rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim, á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata Di-
niz,
rua
de
S. Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
Phar
macia
Madureira, rua
do
Triunfo
n.°
742,
proximo
ao
Palacio
de
ChrysUl.
Preço
de
cada
Irasco
—
4(0
rs.
(2306)
COLLEG1O
DO
«OU SUCCESSO
N
’
esle
coliegio,
em
Villa
Nova
de
Gaya, ao pé
da ponte
pênsil,
admittem-
se
alumnos internos d’
ambos
os
sexos,
por
6, 7
e
8
mil reis
mensaes,
confór-
me
as
edades.
O
ensino
da
leitura
é
pelo
systema
de
João de
Deus.
Dirigir ao di-
redor
M.
J.
G.
de
Mello. (2354)
Vende
papeis
pinta-
|
g
dos
para
guarnecer
sallas,
|
lindíssimos gostos, a
prin-
í
£
cipiar
em
80
reis
a
peça. J
t
—
|
Vende
olio,
tintas
e
|
vernizes
para
pinturas
de
|
casas,
tudo
de
boa
quali-
4
dade.e
preços
muito
resu-
B
midos.
j
H
Vende cimento
roma-
Í
no
para vedar
aguas,
ges-
•is
so para estuques
de
ca-
sas,
tudo
de primeira
qua-
g
lidade.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
que
eslá
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
fios
P
a
^
a
o
curativo
de
feridas
no
Hospital de
y-
Marcos, empenha n
’
esle
acto
de
caridade
a
devoção
de seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Cosia
G.
Pereira
Bernarde^
Ceremontal
segundo
o
rito
Romano
que deve
observar-se
na
Ter
cia
e
missa
conventual
cantada na
capella
do
Seminanc
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbytero
JOÃO
REBELLO CARDOSO DE
MENEZES.
Vice-Reilor
do mesmo Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
6
no
escriptorio
d
’este
jornal.
Preço.
.»...-
120
rS
'
RESPONSÁVEL-Luiz Baptisla da SiM-
-------------
—
1879
BRAGA, TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
Parte de Comércio do Minho (O)
