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RKLVQIOSA, POLÍTICA E NOTICIOSA.
REDACTORES—D. Miguel Sotto-Mayor
e
Dr. Custodio Velloso.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
PREÇO
DA ASSIGNATURA.
ANNO
Braga,
12 mezes..................................
1^600
»
6
»
............................. 850
Correspondências
partic. cada linha
40
Annuncios
cada
linha....................... 20
Repetição........................................
ip
PUBLIGA-SE
AS
TERÇÃS, QUINTAS E SABBADOS.
I
Províncias,
12
mezes. . . . . 2^009
»
fi
».............................1&050
»
sendo
duas
assignaturas 3&600
Brazil,
12 mezes,
moeda forte.
.
Folha
avulso................................... 10
N.° 974
não
abonam
certamente a
religiosi
dade
dos
que
os
empregaram,
e
que
bem
mostram
como lambem
para
esses
taes
a
política
está
bem
aci
ma
da
religião.
Aqui
poderá
responder-nos
o
snr.
C.
de
A.
que
o
que
então
de
veriam
ter
feito os catholicos
de
Hespanha,
sem
distineção
de parti
dos,
que
era
aggruparem-se todos
em
torno da
bandeira
de
D.
Carlos,
o
podem
e
devem
fazer agora circum-
dando
o
throno
de
D.
Affonso, que
se
mostra
tão
condescendente com
o
calholicismo.
N
’
isto é
que
nós não
podemos
concordar.
E
não
podemos
concor
dar,
porque
não
v
‘mos
que
o
estado
actual de Hespanha
seja
o
produclo
de
convicções
sinceras
e
de
since
ros
exforços
para
constituir
um
go
verno
sobre bases
essencialmente
catholicas.
Daremos
brevemente
a
razão das
nossas
duvidas.
0
proprio snr.
C. de A.
nos
faz
a
classificação
dos
grupos,
que
mais
se
acercam
hoje do
throno
de
D.
Affonso.
São
os
moderados
liberaes,
os
conservadores
liberaes,
os
ultra-
montanos
liberaes.
N
’esses
elemen-j
tos,
que,
auctorisados
ainda pelo
snr.
C.
de A.,
diremos
heterogeneos,
'
predomina
o
liberalismo,
como se!
vê;
e
tanto
basta
para
desconfiar-'
mos
de
que
d
’
elles
possa
partir
uma
acção poderosa,
efficaz
e
uniforme
'
a
favor
dos
interesses
catholicos.
0
'liberalismo é,
como todos
sabem,
’
■um
producto
essencialmente
revo-!
lucionario,
cuja
acção
nociva se
ex
erce
principalmente
dividindo
as j
opiniões
e
desunindo
as
vontades.;
Com
o
liberalismo,
ainda
quando
el
le
ahi
entre
na
minima
parcella,
to-
1
do
o
governo
verdadeira
e
desassom-
QUINTA-FEIRA 21. DE AGOSTO DE 1879
Ternos
de
dirigir-nos
ainda
urna
vez
ao
snr.
C.
de
A.,
correspondente
do
jornal
a
«Palavra»
em
Madrid;
e
fazemolo
tanto
mais
agradavel
mente,
quanto
é
certo
que
o
nosso
contendor
se
houve
para
comnôsco
de uma maneira
tão
delicada
e
be
névola
que, quando mesmo nos
não
impulsásse
o
dever
de
sustentar
as
opiniões,
que
o illustre
escriptor
contesta,
a
cortezia nos aconselha
ria
a
não
deixal-o
sem
alguma
re
sposta.
Além
de
que
a
divergência
en
tre
nós
e
o
snr.
C.
de
A.
não
é
talvez
tão
profunda
como
poderá
parecer
á
primeira
vista. Se,
quanto
á
apreciação
dos
factos,
nós nos
achamos
discordes,
um
ponto
ha
todavia
—e
por
certo
o
mais essen
cial da
questão
—
em
que
a sua
opi
nião
parece
quasi
harmonisar-se
com
a
nossa.
Concede-nos
com
effeito
o
snr.
C.
de
A.
que, se
D.
Carlos
houvesse
triumphado,
teria
restabelecido
com
mais
rapidez
os
negocios
catholicos
em
Hespanha,
porque
—
accrescenta
ainda
o
illustre
escriptor
—os
seus
elementos catholicos
eram
mais ho
mogéneos.
Pena
é
que
o
correspon
dente
madrileno
da
«Palavra»
não
fôsse
mais
explicito
n
’este
ponto,
e
talvez,
no
fnn,
nos
achássemos
com-
pletamente
de
accordo.
Mas
o
que
é
certo
é,
que
das
próprias
palavras
do
snr.
C.
de
A.
podemos
deduzir
affoutamente
o
se
guinte:
l.°
Que
a
causa
de
D.
Car
los,
absolutamenle fallando,
é
uma
causa
mui
favoravel
ao calholicismo,
e
a
mais
azada
para
o
fazer
trium-
phar rapidamente
em
Hespanha;
2.°
Que
o
governo
allonsino,
posto
que
também
(até
agora)
se
haja
mostra
do
favoravel
ao mesmo
calholicismo,
não
tem
podido
proporcionar-lhe
um
triumpho tão
rápido,
porque
lhe
impecem os
elementos
heterogeneos
,
que
circumdam
o
throno
do
joven
filho
de
Izabel
II.
Se
quizessemos
estender
ainda
um
pouco
mais
as nossas conclu
sões,
e
sempre
dentro
dos
limites
da
boa
lógica,
diríamos
que
fizeram
um
péssimo
serviço
á
causa
catho-
lica
aquelles que,
em
logar de
au
xiliarem, ou
deixarem
pelo
menos
que
o
cartismo
triumphasse,
e
com
elle
o
calholicismo
em
Hespanha,
empregaram,
pelo
contrario,
os
seus
exforços
contra elle,
já
suscitando-
lhe
um
rival
na
pessoa
de D.
Affon
so,
já
combatendo-o
com
as
armas
na
mão,
já
promovendo
traições
e
deserções,
como a
de
Cabrera
e ou
tros,
á
força
de seducções,
promes
sas
e
ouro.
Vilíssimos
meios, que
[bradamente
catholico
é
impossível.
i
A fatal
experiencia
nol-o tem
mos
trado exhuberantemente;
e
basta-
'nos,
para o
provar,
a
historia da
!
restauração borbonica em
França
depois
do
império
do primeiro
Na-
ipoleão.
Durante esse
periodo,
que
!
se
devia
esperar
fôsse
uma
epocha
1
de
prosperidade
para
o
calholicismo,
este
soffreu pelo
contrario
uma
ter
rível
guerra. E
qual
foi
a
causa
d
’
isto?
Foi
sem
duvida
o
liberalis
mo,
que
conseguira
acercar-se
do
throno,
dominando
e
dando
as
leis
á
sombra
mesmo
da
legitimidade.
0
snr.
C.
de
A.
parece
ligar
pouca
importância
ás
fôrmas
de
go
verno.
Tem-se dicto,
e
nós
não
o
contestamos em
absoluto,
que
a
Re
ligião
Calholica
póde
bem
subsistir
com
todas
as fôrmas
de
governo.
Abriremos
porém uma
excepeção
para
o
parlamentarismo,
que
muita
gente,
de
boa
ou
de
má
fé,
mas
sempre
erradamênte
confunde
com
o
constitucionalismo,
ou
com
a
mo-
narchia
temperada,
a
favor da
qual,
como
o
melhor
dos
governos, estão
as
opiniões
de
eminentes
escripto-
res
catholicos,
entre
os
quaes
avulta
o
grande
S.
Thomaz
de
Aqui
no.
Ora
o
parlamentarismo foi lam
bem
uma
invenção
revolucionaria,
e
tanto
basta
para
que
tal systema
de governo
deva
ser
detestado
por
um
catholico.
Elle
não
é
só,
poli
ticamente
fallando,
um ruim
syste
ma,
porque
favorece
mais
que
ne
nhum
outro
a
corrupção
e
a
desor
dem.
Ainda
sob
o
ponto
de
vista
religioso
o
parlamentarismo
tem
si
do,
nas
mãos
da
Revolução,
uma
terrível
arma
de
guerra
contra
a
Egreja
Gatholica.
Não
ha
expolia-
ção,
invasão,
violência
e escandalo
que
este
maldicto
systema
não
te
nha
fomentado
ou sanccionado.
Im
potente
para
o
bem,
a
sua
acção
deleleria só
tem
sido
fecunda
no
mal,
neutralisando
as
boas
intenções
do
rei,
a
quem
reduz
ao papel
de
mero
automato,
e
esmagando as
ten
tativas
dos homens de espirito
e
de
coração
recto sob
o
pezo
brutal
das
maiorias
facciosas
e
corrompidas.
E
’
necessário
fechar
absolutamenle
os
olhos
aos ensinamentos
da
histo
ria
de
ha
quasi
um
século,
para
ne
gar
ou
desconhecer
tudo
isto.
Eis ahi
a
rasão porque
o
estado
actual
da Hespanha,
ainda
visto
atra-
vez
do
prisma
excessivamente opti-j
mista,
que
o snr.
C.
de
A.
forcejai
por
approximar
aos
olhos
dos
seusj
leitores,
não
nos
parece
asado
para
inspirar
confiança
no
futuro.
Tudo!
alli
carece
de
base, de cohesão,
de
estabilidade.
Os
partidos
dominantes
mais
ou
menos
saturados do
espirito
liberalesco,
um
systema de governo
de
origem
revolucionaria
e
reconhe-
cidamente
mau, um rei
pessimamente
educado,
e
cujas tendências
para
o!
calholicismo
liberal
elle
não
se
es-l
queceu de
manifestar
bem
claramente
■
antes
de
subir
ao
throno,
a
que:
foi
chamado,
não
pela
nação
mas
1
por
um
partido;
eis
o
estado de
cou-1
sas,
a
que
se
pretende
que
o
nobre
partido
carlisla
preste o
seu
appoio
enrolando
a
sua
bandeira,
que
aliás
se
confessa
ser
mais
genuina e
fran-
camenle
calholica! Confessamos
in
genuamente
que
não
podemos
com-
prehender
tão
tenaz
e
injustificado
empenho
!
Em
vão
se
diz
que
é
este
o
unico
meio
de
fazer
frente
á
revolução,
que
ameaça
a
Hespanha.
Não
será
com um
rei,
que
se
declara
calho-
lico-liberal;
não
será
com
ministé
rios
liberaes
modernos,
catholicos
di
buona
parla
e
dolci
di
sale,
como
lhes chamava
a
«Civillá
Calholica»;
não
será
com
o
regimen
parlamen
tar,
immensa
porta
escancarada
a
todos
os
tent-.mes
revolucionários,
que
a
Hespanha
conseguirá
refazer
o
seu
governo
calholicamente,
e
en
frear
de
uma
vez
o
monstro
fatal
da
Revolução.
Só
um homem
po
deria
ter
feito
isto;
era
aquelle,
que
ao
desenrolar
o seu
estandarte,
bra-
dára
aos hespanhoes:
«Fui
chamado
«a
matar a
Revolução
na
minha
pa-
«tria,
e
matal-a-hei»
—
era
aquelle
que,
durante
trez
annos
de
heroicos
e
incríveis
exforços
attrabiu
sobre
si
as
bênçãos
e
os
votos
de
toda
a
Europa Calholica, assim
como
os
odios
de
toda
a
Europa
revolucioná
rio,
a
ponto
de dizer
d
’
elle
a
revista
religiosa
acima
cilada que
depois
de
Pio
IX
não
ha
no
mundo
outro
ho
mem,
que
n'estes últimos
tempos
haja
sido
tão
honrado
e
glorificado
com
as
iras
e vilipêndios
da
Revo
lução.
Era
Carlos
VII,
que
o
snr.
C.
de
A.
confessa
haveria
restabe
lecido
com
mais rapidez
os
negocios
Catholicos,
e que
todavia
não
poude
ver
triumphar
a
sua
causa,
porque
se
conjuraram
contra
elle
esses mi
litares,
esses
tribunos,
esses escri-
plores,
todos
esses
partidos,
que
o
snr.
C. de
A.
nos
diz
serem
mui
devotados
á
causa
calholica,
o
que
todavia não
os
impediu
de
fazerem
causa
commum
contra
D. Carlos
com
todos
os
revolucionários,
ma
çons
e
liberdadeiros
da
Hespanha
e
do
mundo
inteiro.
Perdeu-se
então
o
mais
opportu-
no
enseio
de
reconstruir
a
Península
o
catholicamenle,
e
de
vibrar
á
hydra
revolucionaria
um
golpe
decisivo;
e
perdeu-se
porque
os
Martinez Cam
pos,
os
Moyanos,
os
Canovas,
toda
essa
plêiada
de catholicos
sinceros,
sahiram
a
parar
esse
golpe
nos
seus
escudos,
e
a
esmagar
com
as
suas
manoplas
de
ferro
as
províncias
mais
religiosas,
mais
monárquicas,
mais
anli-revolucionarias
de
Hespanha,
punindo-as
severamcnle
do
crime
de
haverem
erguido
bem
alto
a
ban
deira,
cujo
lemma
era
—
Deus,
Pa-
tria
e
Rei:
morte
á
Revolução!
E
quer
o
snr. C. de
A.
que con
fiemos
nos
sentimentos
catholicos
de
similhanles
homens?
E
’
impossível.
Os
estreitos
limites
da
nossa
fo
lha
não
nos
permiltem
concluir
em
um
só
artigo
tudo
o
que
lemos
a
dizer
ao
snr.
C.
de
A.;
por
isso
em
um
dos
proximos
numeros
diremos
o
mais,
que
nos
resta;
e
daremos
então
por
terminada
esta
polemica.
d
.
m
.
s.
Promeanaai
e
realidades.
Ha
uma
certa
escola
que
tem
sido
pródiga
em
promessas
de publica
felici
dade.
Quasi
se
não
tem
dado
uma
só
des
sas
tantas
revoluções,
caracleristicas
do
nosso
século,
sem
que
haja
sido
prece
dida
pelas
cem
tubas,
com
que
os
in-
novadores
economistas
proclamam
sempre
a
sua
necessidade
para
o
bem
geral.
Ao
ouvir
suas
lheorias,
dir-se-hia
que
a
prosperidade
e
ventura
dos
povos
de
pendia
essencialmente
da
realisação
que
inculcavam
para
os
seus
projectos.
Todos
os revolucionários
tem
por
sys-
tema
ostentar-se
iniciadores
do
bem-estar
commnm.
Todos
elles
se
dizem
martyres
generosos do futuro grandioso
das nações
que
anteveem e
promeliem
aos
povos,
como
resultado
pratico
dos
princípios fe-
racissimos
que
apregoam.
E
comtudo
a
experiencia,
bem longe
de lhes dar
razão,
de
cada
vez
mais se
empenha
em contestar-lhes
a
sinceridade
e
o
mérito
de
seus
propositos.
Toda
a
abnegação
revolucionaria
con-
verle-se
n
’
um
momento
na
mais
desen
freada
ambição,
que
a
força do
poder
traduz,
mais
tarde,
em
um
augmento
con
siderável
de
desgraças
publicas.
E
senão
vejamos os
factos.
Prescreveu-se
o
luxo,
como
uma
ne
cessidade
para
o
incitamento
ao
trabalho.
As
doutrinas do Chrislianismo que acon
selham
a
sobriedade
e
o
desprendimento
dos
bens
terrrenos, foram
condemnadas
por sereín,
no conceito
da
moderna
sciencia
economica,
uma causal da
miséria.
Crearam
se
necessidades, que
deviam
servir
d
eslimnlo
á industria,
e
assim
con
tribuiriam
para o augmento
da
riqueza
no
seio
da
sociedade.
Effectivamente
cresceu
o luxo;
mas
o
pauperismo
assumiu desde
logo
as
pro
porções que
nós
vemos.
A
sêde
dos
prazeres
foi
atigmentando
com
o enfraquecimento
dos
sentimentos
religiosos;
mas
a
agiotagem
e
a
falta
de
confiança
publica,
produziram
um
tal
ex
cesso no
crime,
que
tornou
necessária
a
creação
de
um
exercito
de policia
para
0
conter.
A
industria,
excitada
pela
concupiscên
cia,
experimentou
um
grande
desenvolvi
mento,
não
ha
duvida;
mas
a
ambição
e
o
egoismo,
sacrificando
uma
multidão
immensa
de
desgraçados,
foram-lhe
a
par,
até
produzirem
este
antagonismo excitante
do
capitai
com o
trabalho.
São
taes
os
fructos
que a
sociedade
está
colhendo
das
moderníssimas
theorias
económicas,
actuando
em
todos
os
ramos
da
actividade
humana.
Para o
commercio
proclamou-se
o li
vre
cambio,
como
uma fonte
de
prospe-'
ridade
publica.
Os
portos
das differenles
nações
appa-
receram
em breve
coalhados
de barcos
com
os
produclos
de
paizes
estranhos.
Os
mercados
da
Europa
foram
abaste
cidos,
é
certo;
mas
a
maior
parte
das
nações,
não
podendo sustentar
a
concor
rência, sentiram
logo
os
primeiros effeitos
do
desanimo
nos
dois principaes
elemen
tos de riqueza—
a
agricultura
e a industria.
A
desamorlisaçao
da propriedade foi
outra
das
grandes
refórmas,
com
que se
dotára
a
economia
revolucionaria.
Aboliram-se
os
vínculos
e decretou
se
a
venda
dós
bens
ecclesiasticos.
Libertada
assim
a
propriedade,
na
opi-
niãc
dos
reformadores,
a
riqueza
púbica
devia
exercer,
emquanlo
o
producto
dos
bens
pertencentes
á
Egreja,
restaurando
as
forças
do
thesouro, havia
de
contribuir
para
consolidar
o
credito,
aldviandò
ao
mesmo
tempo
os
povos
do
peso
de
mui
tas
contribuições.
Operou
se
a
refórma.
Os
que
eram
ricos,
á
sombra
da.pro
priedade
vinculada,
são
boje
pobres
com
a
propriedade
dividida.
A
Egreja
nada
possue
já;
mas a
di
vida
publica
cresce
lodos
os
mezes. a rede
tributaria
de
cada
vez
é
mais miuda,
e
muitos
d
’
aquelles
para
quem
a
proprieda
de
amortisada
era
ura amparo
providen
cial,
foram
pedir ás
abominações do
cri
me
um
remedio
contra
a
fome
que
os
atormentava.
O
socialismo
começou
então
a
erguer
cabeça.
A
propriedade,
assim
abalada
em
sua
fórma.
a
mais
positiva e permanente, dei
xou
de
ser
uma
garantia,
porque
ninguém
póde
ante-ver
até
onde
chegarão
os
des
pojos
legislativos.
E a
miséria,
crescendo,-
crescendo
sem
pre,
proporcionou
á
cubiça dos
avarentos,
como
um meio
a
mais
de
engrandeci
mento,
a usura legitimada
hoje por
quasi
todos
os
codigos.
São
estes
os
factos.
Haverá
quem
fechando
os
olhos,
para
os não ver,
insista
em
crer,
que
tudo
vae
bem,
haverá.
Os
afortunados
comtudo
no
meio
de
esta
miséria geral,
são
por
certo
ém
li
mitado
numero,
para
que
as
suas
insis
tências
devam
prevalescer.
A
sociedade
experimenta
hoje
o
re
sultado
amargo
das
utopias
que
lhe
fize
ram
acreditar.
Prometteram-lhe
riqueza
e
vè-se
a
braços
com
a
fome.
Disseram
lhe que
renegando
de
Deus,
se lhe multiplicaria
a prosperidade,
e
a
carestia
augtnenta,
os
males
physicos
re
dobram.
as
calaslrophes
succedem
se,
não
se
ouvindo
por
toda
a parte
mais
que
lamentos,
não
se
vendo
senão
lagrimas.
E’ o
desengano
que
chegou
por
fim.
As
multidões
apartaram-se
de Deus
para
seguirem
essa
turba
de
fogos
fátuos
que
as
illudem
com
as
mentidas
promes
sas
de uma
sciencia ephemera,
e
o
re
sultado
fui
cair
no
abystno
em
que
se
debate.
E
’
o
castigo
com
que
a justiça
divina
costuma
punir
os
orgulhosos...
M.
MARINHO.
Corre^ponileneia
partíeulwr
d«
«('Oíisiiif
reio «lo
Nlinho»
Madrid,
15
de
agosto.
A
calma
profunda
dos
dias anteriores,
naturalíssima
durante
a
estação
actual,
mórmente
quando
acabavam
de
encerrar-
se
as
côrtes. ficou interrompida
sobre
tudo
pelo
inesperado fallecimento
da
In-
fanta
D.
Pilar,
joven
de
dezoito
annos,
acontecido
em
Escoriaza,
para
onde
fóra
com
suas
irmãs
menores
afim
de
tomar
banhos
e
furtar-se ao calor.
Eormosa
e
boa,
nãõ
tinha
saido
ainda
da
edade
feliz
em
que
quasi
ninguein
póde
ser
objeclo
de
inculpação
alguma.
E
’
justo,
por con
seguinte,
que
todos
tenham
sentido
a
nova
calaslrophe que afflige a
familia
de
Bourbon.
A
enfermidade
foi
ião
rapida
que
dois
dias
bastaram
para
destruir
uma
existen
cia
vigorosa,
que,
ao
parecer,
podia
du
rar
facilmente
oitenta
annos.
Não
se
sabe
com
certeza
que
doença
conduziu
ao
tu
mulo
a
filha
de
D.
Isabel,
comquanto
pareça
certo
que
deveu a
sua
origem
á
circumstancia
de
haver tomado
bebidas
geladas,
depois de
ler
dançado
muito
e
antes
de acalmar
a agitação
extraordiná
ria.
Só
se
poude administrar-lhe
o sacra
mento
da
Extrema-Unção.
Cumpre-me
accrescentar
em
elogio
da
Princeza,
que
tinha
fama
de religiosa
e que
ouvia
com
gosto
as ficções fecundas que lhe dava
o snr.
Bispo de
Areopólis,
auxiliar
de
Madrid,
prelado
venerável
por
todos
os
conceitos.
D.
Affonso
não
chegou
a
tempo
de
a
ver.
Ao
chegar
a
Escoriaza
só
encon
trou
um
cadaver,
e
disse,
segundo
asse
guram;
«quão
desgraçado
eu
sou!».
Elle
queria
muito a
sua
irmã.
Como
*
se
o
que
fica dicto,
não fôra
bastante,
ao
passar
no
sitio
de
Santo
II-
defonso
chamado
vulgarmente a
Granja,
depois
de
sair
do
Escoriai, voltou-se
o
coche
em
que
ia
com
suas
irmãs, com
Echague,
com
a
condessa
de
Supernada
e
com
um
de
seus
médicos.
Soffreu uma
leve
deslocação
no
braço,
ficando
peior
aquelle
general,
em
cima
de
quem
caiu
a
referida
condessa,
que
é
d
’
uma
obesida
de
extraordinária.
Comquanto
occorresse
o
desastre
no
despovoado,
afortunadimente
ia no
coche
um
bom
discípulo
de
Hipocrates,
que
os
poude
curar
incontinenli, servindo-se,
segundo
dizem, da
faxa d
’
um
guarda.
Ainda
assim
o
quadro
devia
ser
horroro
so,
e a desgraça
podia
produzir
horroro
sas
consequências.
A
quebrar a
roda
op-
posta
á
que
se
fez
pedaços,
é
quasi
se
guro
que
teriam
rolado
todos
por
um
despenhadeiro.
Bem
podem
dar
graças
a
Deus
e
á
Virgem
por
os
ter
livrado
de
maiores
infortúnios.
Continúa
a
fallar-se
do
proximo
casamento
de
D.
Affonso
com
a
archiduqueza
d
’Austria
D.
Chris-
tina,
que
actualmente
se
acha
em
Ara-
chon.
Alli
permanecerá
algumas
semanas,
e
alli
receberá,
segundo
contam,
a
visita
do
joven
principe que
occupa
o
throno
de
S.
Fernando
por
obra
e
graça
da Re
volução de
setembro.
Suppõem
a
princeza
com poucos
de
sejos
de
que
se
realise
o consorcio, e
compellida
por
alguns
dos
seus
parentes.
Ha
dias
exclamou,
se
as
minhas
infor
mações
são exactos:
■
A
primeira
vez
casei
a meu gosto;
porém
agora
casam-me».
Bem
poderá
acontecer que
não
passe
de
projecto
o
decantado
enlace,
ou
que,
se
se
realisar,
não dará a
felicidade aos
mesmos
faltando
a
base do
amor.
Maior
será
seguramente
a
indifferença
ou
a
repugnância de
D.
Christina,
se co
nhece
a
situação do
nosso paiz,
pouco
satisfactoria certamente.
Ao
que
lenho
relatado
nas minhas
anteriores
correspon
dências.
devo
accrescentar
que
teem
au-
gmenlado
ultimamente,
por
desgraça,
as
probabilidades
de
que
se
renove
a
guerra
de
Cuba.
O
governo
preoccupa-se
com
certas
noticias que
tem
tecebido,
ainda
que
procure
convencer
do
contrario.
O
estado
da
Península
é
também
de
ploravel
por
muitas razões.
Nada
se
faz
com
o
fim
de atalhar
á
Revolução
que
naluralmente
toma
incremento.
Sem
ir
mais
longe,
La
Correspondência
de
Espa
na,
só
no
n.°
d
’hoiiiem
traz a
noticia
dos
seguintes
incêndios:
Do occorrido
em
Ancillas,
que consumiu todas
as
casas
me
nos quatro,
perecendo
o
parocho
e
fi
cando
outras
pessoas
em
estado
lastimo
so.
D
’
oulros
quatro,
na
povoação
de
Pol-
los,
que
reduziu
a cinzas
oito casas. D
’
ou-
tro
no
monte de
S.
Joan
de
la
Peni,
famoso
pelo
mosteiro-pantlreon
dos
mo
narchas aragônezes,
o
qual
por
fortuna
nada
soffreu.
Ha
dias
queimou-se
em
Chambe-
ri,
povoação iminediata a Madrid,
uma
fabrica
de veias,
duas
casas,
uma
das
quaes
se
havia
concluído
algumas
horas
antes.
Para
construil-a em
pouco
tempo,
trabalhavam
ainda
nos
dias
festivos.
Irri
tado
Deus, tardou
menos
a destruil-a
e
pul-
verisal
a.
Sabe-se
positivamenle
que
alguns
des
tes
incêndios
teem
sido intencionados, e
pode-se
persumir
o
mesmo dos
outros.
Tenho
manifestado
sempre
a minha
per-
suação
intima
de
que
os
horrores
dos ni-
hilistas,
não
se
deplorariam
só
na Rús
sia,
estendendo-se
naluralmente
logo
ás
demais
nações,
e
os
factos
começam a
darem-me
rasão.
Assim
como
os
cathoii-
cus
puros,
seguidores
de
Jesus
Christo,
se
apaixonam sempre do
melhor
e
do mais
santo;
os
demagogos,
vendidos
a Satanaz
em corpo
e alma,
enamorafn
se
natóral
mente
do
mais
vil
e
infame.
Bem
se
póde
accrescentar
que, se
lograssem
extirpar
o
Catholicismo
da
Pe
nínsula,
os
revolucionários
hespanhoes
se
riam
peiores
que
os russos, por
ser
in
dubitável
que
corrupti
optimi
péssima,
como
diariamente
o
affirma
a
experiencia.
O
ceo
em
sua bondade
não
permillirá
que
tal
infortúnio
sobrevenha,
podendo
eu
repetir
com
o inspirado
auctor
do
poema
catalão La
Allantida:
Y
ans
que
lon
Deu, oh
Espanya,
t
’
arrancarão
les
serres,
que
arrels
hi
té
lan
fondes
com
elles
en
lo
mon;
podem
tos
rins
escorres
venir
al
mar
tes
terres,
no
I’
uil
peiò
aclucarshi
delSnlque nay
se
poti. (I)
De
todos
os
modos
indigna
que
nada
se
possa
fazer
de grande,
pela
ruindade
ingenita
do
regimen
político
vigente. As
mais
serias
occupações
dos ministros
li
beraes
reduzem
se
geralmenle
a
impedir
que um general
se
irrite;
a
obter
qual
quer
manifestação
dynastica
do
chefe
dal
guma
facção do
parlamento,
decidida
in
dubitavelmente
a
conspirar
contra
o
thro
no,
se
não
lhe
entregarem
o
poder
em bre
ve;
a lograr
que se não
desgoste a pessoa
*
do rei,
nem a
maioria
d
’
uma
ou
outra
camara;
e
a
intervirem
nas
tristíssimas
dis
cussões
pessoaes,
de
todo
ponto
infecun
das para
o
bem.
Entretanto
descuidam
as
instituições
mais
sublimes,
de vida
ou
de
morle
para
o
Estado,
e
a
Devolução
fe
roz
e
altiva dizpõe-se
a
derramar-se
por
praças
e
ruas
no
dia
menos
esperado cmn
o
facho
incendiario
n’
uma mão
e
o
pu
nhal
homicida
na outra.
Acaba
de
occorrer
uma
coisa
que faz
mais
legitimas
as
minhas
lamentações.
A
nenhum
pensador
catholico
se
occul-
ta
que a
Hespanha
tem
a
cumprir
uma
missão
no continente
africano
e
realisar
o
conhecido
testamento
de
Isabel
a
Ca
lholica, que
gloria
se
podesseinos dar a
Deus
aquella
parle
do
mundo
que
vive
ainda
em trevas
e
sombras
de morte!
Afo
ra
que
parece
justo
devolver
aos
maho-
metanos
a
visita
que
nos fizeram,
e
fa
zei
a
durar
tanto
como
a
sua,
isto
é,
oito
séculos.
O
general
Martinez
Campos
compre-
hende
bem o
manifestado
nas
linhas
an
(1)
E
antes
que
a leu
Deus,
ó Hes
panha,
le
arrancarão
as
serras,
pois
tem
raízes
tão
fundas
como
eilas no
mundo;
poderão
seccar
os
teus
rios
e
descerem
ao
oceano
as
tuas
campinas;
mas nunca
cerrar
se
para
ti
a
pupilla do
Sol
que
não
conhece
occaso.
leriores.
Em
virtude d
’isso, e
vendo,
por
outra
parle,
que
os
de
Marrocos
insultam
frequentemenle
os
hespanhoes,
sem
cum
prirem ainda
por
cima
o
convencionado
com O
’
Donell,
pensára estabelecer
uma
capitania
general
em Ceuta, confiando-a
desde
já
a
Primo
de
Rivera.
Não lhe
faltariam
com
certeza
as
sympathias
dos
catholicos
verdadeiros
e
dos
monarcbicos
puros.
Desgraçadamente
desistiu
da sua
re
solução,
ou
pelo
menos
a
deixa
para
dian
te.
Suppõe
se
que isto
se
deve
a uma
conferencia
com
o
embaixador
inglez.
o
qual
manifestou
o
desgosto
com
que
o
gabinete
<ie
San
James
soubera
o
que
ae
pensava
em Ceuta. Comtudo
espero
que
o
leão
hespanhol
se
levantará
do
seu aba
timento,
provando
ao
inundo
que
conti
nua
a
ser
o Rei
dos
Selvas,
comquanto
o
tenha
um
pouco
alethargado
a
peçonha
mortífera
do
liberalismo.
Não
passarei
a
outro assumpto
sem
dar
uma
noticia
satisfactoria,
referente
ás
nossas
missões
na
África.
Ninguém
a
sabe
ainda: seguramente
é
o
«Commer-
cio
do Minho» o
primeiro
periódico
que
a
dá.
A
Santa
Sé e o
governo
hespanhol
es
tavam
discordes
relativamente
á designa
ção
do superior
das
missões
hespanholas
em
Marrocos,
confiadas
a
excellentes
fi
lhos
do
Seraphim
de
Assis.
Os
ministros
de
D.
Affonso fallavam
das
regalias
da
Coroa,
contra
a
lettra
e
o
espirito
da
Concordata,
applicavel
sómente
á
Penín
sula. Roma
e
o
Collegio
de
Propaganda
naluralmente
combateram as
suas
preten
sões,
deixando
a
final
incólumes
as
pre-
rogalivas
da
Egreja.
Ainda
que
podia dar
promenores
julgo
conveniente
reserval-os
por
agora.
A
próxima
peregrinação
a
Lourdes
se
rá
magnifica
e
imponente.
Especialmente
da
Catalunha
serão
innnmeras
as
visitas
á
Virgem thaumaturga
dos
Pyreneos.
Op-
porlunamenle
darei
detalhes
da
briihan-
tissiraa
manifestação
da
piedade hespa-
nhola.
Visto
que
o
correspondente
da
«Pala
vra»
se
occupou
um dia
de
mim,
per-
mittam-me
que
eu lhe
dedique
algumas
linhas,
respeitantes
á
carta
que
elle
pu
blicou
com
data
de
11,
dirigida quasi
ex
clusivamente
ao
«Commercio
do
Minho»,
e
redigida
sem
duvida
em
defeza
própria.
Nunca
o
alludido
correspondente
demon
strou
tanto
ás
claras que
por
desventura
é
realmente,
sem
querer
advertil-o,
utn
catholico
liberal.
Nada
tem
que
oppor
aos que,
contra
a
condemnação
termi
nante
do
Syllabus,
estabelecem
uma
dis-
linèção
arbitraria
a proposito
do
libe
ralismo, suppondo
que ha
um
libera
lismo
innocenle.
Tal
é
o
refugio
univer
sal dos
maus
catholicos,
que
insistem
ain
da
nas
suas ideias infandas,
não
obstante
os anathenas
do
Vaticano.
Que
diríamos
do
que defendesse
o
protestantismo, ou
patrocinasse
o
jansenismo, respondendo
que
nada
tinha
que
vêr com
os
anathema-
tisados
pela
Santa
Sé?
Cnndemnado
o
li
beralismo,
nenhum
catholico
tem
direito
a
sustentar
de
modo
algum
nem
a
mesuia
palavra
sequer.
E’
completamente
inexacto
que
Pio
IX
e
o
cardeal
Franchi
tractassem
a
Cáno-
vas
del
Castillo
como
amigos
carinhosos.
Ambos
condemnaram
e
proscreveram
pu
blica
e
privadamente
a
politica
funesta
d’aqiielle
homem
funeslissimo,
sobretudo
por ter
aitenlado
contra
a unidade
ca
lholica.
Precisa-se
de
muito
valor,
para
não
empregar
uma,
palavra mais dura,
para
suppor
o
contrario.
O
correspondente
dá
ao
facto
de
irem
ao
Senado alguns
Bispos
uma
significação
que
elle
não
tem.
Quod
nimis
probal,
ni
hil
probal.
Se
a
sua falsa lógica
preva-
lescesse,
poderia
sustentar se
que
a Egre
ja
sympathisa
corn
os
protestantes
e
com
os
turcos,
por suas
relações
com
os mi
nistros
da
rainha Vicloria,
do
sultão,
etc.
No seu
sentir, apenas
ha
absolutistas
na
Hespanha.
Se
se
refere
aos defenso
res
do
calliolicismo
verdadeiro
e
da
mo-
narchia
pura,
é
sabido
que
os
carlistas
estiveram a
ponto de
triumphar
recente
mente.
Se aliude
aos
partidários
do
go
*
verno
despotico e
arhitrario,
não
ha
li
beral
que
não
o defenda, na
prática
pelo
menos.
Emfim
o
snr.
C.
de
A.
queria
que
os
catholicos e
os
mónarchicos
hespanhoes
se
collocassem
ao
lado do joven orador
Pidal.
llistím leneatis,
amici?
Sem des
lustrar
o
mérito
d
’
este
orador, é
innegà-
vel
que
ainda
na
camara eile
ficará ob
scurecido
quando
alli
entrar
algum
dos
oradores
que possue
o
partido
carlista.
0 correspondente da
«Palavra» parece
cândido
de
mais...
L.
ABIDENSE.
UZETILIA
Festividade
e
romaria
da
liti-
niaeulada
Conceição
do
monte
Sa-
gieiro.
—
No dia
31 d
’
este
mez
terá
lo-
„
ar
a
brilhante
festividade, que
este anno
será
muito
mais
concorrida
em
razão
de
poderem
os carros
conduzir
a
gente
até
iiinlo
do
Monumento.
O
extenso
e
varia
do
panorama que
do
alto d’
aquelle for
moso
monte
se
contempla,
e
que muitos
n
ão
tem
podido
admirar
pela difliculdade
do
caminho
que
se
percorria
a pé,
pode
rá
n
’esse
dia
ser
apreciado
pelos
ama
dores
das bellezas
e
seenas
da
natureza.
A
festa
do
templo, a
oração
e
cânticos
D
a
montanha,
as
perspectivas
seductoras,
as
distracções
e
recreios
que
hoje offerece
o
piitoresco
local
do
nosso
Bom
Jesus
do
Monte,
convidam a
esta
grata
e
reli
giosa
funcção.
Chronjca
religiosa.
—
Hoje:
Expo-
sição
do
Santíssimo
na
egreja
do
Carmo.
Festividade
em
Cabanellas.—
No
proximo
domingo
tem
logar
na
freguezia
de
Cabanellas
a
festividade
de
N.
Senhora
das
Dôres, venerada
na
egreja parochial
da
mesma
freguezia.
Esta
festividade
é
feita
com
grande
pompa, a
expensas dos devotos
da
pa-
rochia.
Constará
de
missa
solemne
e
sermão
de
manhã,
e de
tarde
sermão
e
uma
bri
lhante
procissão.
Livraria
Charãron.
—
Reabriu
a
aereditadissima
livraria
que
pertencera
ao
fallecido
Eugênio
Chardron,
estabelecida
no
largo de
S. Francisco
d
’
esta
cidade.
Conlinúa
como
até
aqui
a
servir os
seus
freguezes,
e
a encarregar-se
de
quaes-
quer encomritendas
de
livros
tanto
nacio-
naes
como
estrangeiros.
Donativo
para
IV.
Senhora
das
Dôres.—
-No
sabbado
passado
foi
entre
gue
pelo
revd.
0
capellão
da
irmandade
de
N.
Senhora das
Dôres,
dos
Congregados,
á
Meza
da mesma,
um
adereço oíferecido
áquella
Senhora
pela
exc.
rna
D.
Francisca
Machado,
juiza
perpetua
da
irmandade.
Compõe-se
d
’
um
colar
guarnecido
de
pe
dras
com
uma
cruz,
brincos,
broche
e
duas
pulseiras,
no
valor de
300$090
reis.
.<
IHoda (Ilustrada.
—
Publicou-se
e
n.°
16
da «Moda
llluslrada»
correspon
dente
a
15
de
agosto. O
summano
é
o
seguinte.
Gravuras:
Trajo
curto
de
lã
alvadia
(frente
e
costas).
—
Chinelias
com
borda
dos
de
applicação.
—
Entremeio
de
crochet
e
galão ondeado.
— Renda
de crochet e
galao
ondeado.
—
Guarnição
de
renda
Re
nascença.—
Entremeio.—
Quadrado
feito
a
crochet.
—
Trajo
para
viagem,
de
lã
cinzen
ta
(frente
e
costas). —
Trajo
curto
para
campo.
—
Vestuário
para
casa
e
visitas
de
manhã.
—
Trajo
curto
de
lã
clara.
—
Ves
tuário
de
linho azul.
—
Dois
penteados
pa
ra noivas.
—
Vestuário
para
casa
(frente
e
costas). —
Vestuário para passeio.—
Eny-
?ma.
Supplemenlos:
Figurinos de
modas,
co
loridos.
—
Folha de
moldes
e
debuchos.
Artigos:
Correio da moda.
—
De
relan
ce.
—A
’
sombra
de
lilazes.—
Os
lilazes
bran-
cw
(romance).
—
Correspondência.
—
Mil
e
receitas,
etc.
Assigna-se
na
Empreza
Horas Roman-
'
ím
,
rua
da
Atalaya,
42,
Lisboa.
Exattseg.
— O
resultado
dos
exames
continuam no
lyceu
d’
esta
cidade
No
dia
18-
—
Portuguez
—
entraram
5
—
approvados
3,
distincto 1, que
foi
o snr.
’•
Cesar
Correia
Carvalho, e
addiados
1.
Francez
—-
entraram
18—
approvados
7,
“istiocto
1,
que
foi
o snr.
Carlos
Barbei-
10 Pinto,
e addiados
10.
Inglez
—
entraram
6—
approvados
5
e
«Miados
1.
Mathemalica
(prova
escripta),
internos
"entraram
2—approvados
2
—
externos,
—
Cctrarara
16
—
approvados 14 e
addiados
2.
Pliilosoohia
—
entraram
5
—addiados
5.
'ntroducção
—-entraram
5
approvados
4
’
addiados
1.
Geographia
—
entraram 5
—approvados 2
'
addiados
3.
No
dia
19;
—
Francez
—entrou
1
—
ap-
hvado.
Portuguez
—
entraram
4
—approvados.
Pnilosophia
—
entraram
3—
approvados
2
e
Mdiados
I.
,
Ntroducção—entraram 4
—
approvados
’
e
addiados
3.
^glez
—
entraram
3
—
approvados.
Geographia
—
entraram
6
—approvados
3
e
addiados
3.
Mathematica
(l.
a
parte)—
entraram
3
—
addiados.
Mathematica
(2.a
parte)
—
entraram
(in
terno)
1
—
approvado
—externos 2
—
appro-
vado
I
e
addiado
1.
Atravez
da
província.
—
Manifes-
tou-se
incêndio
na
rua
da Collegiada,
da
villa
de Valença, em uma
pequena
casa
pertencente
á exm.s
snr.
a
D.
Carlota
Pi
nheiro
e
habitada pelo
guarda-íio
da
es
tação
teiegraphica
d
’aquelia
villa.
Poucos
momentos
foram
precisos pa
fa
a
reduzir
a
ura
montão
de
ruinas,
não obstante
os
soccorros
serem
rápidos.
0
fogo
prin-
cipiára
na
cosinha,
na
occasião
em
que
o
guarda
estava
na
estação
teiegraphica
e
sua
mulher
linha
ido
para
a
missa.
Quando
lhe
acudiram,
já
o
fogo
se
tinha
apoderado
da
casa, e
não
obstante
o
con
curso
enorme
de
povo,
e
a
boa
vontade
de
lodos,
não
foi
possível
salvar
senão
alguma
da
pouca
raohilia
que
élles
ti
nham;
demais
tudo
foi
consumido
pelo
terrível
elemento.
—
Por
decreto
de
14
do
corrente
foi
nomeado
administrador
do
concelho
de
Ponte
da Barca
o
snr.
dr. Antonio
Au
gusto
Moniz
Arriscado
de Lacerda,
que
já
estava
exercendo
interinamente
o
mes
mo cargo.
—
Falleceu
em
Vianna
a snr.
a
D.
Ma
ria
Carmina Martins
Guimarães,
sobrinha
dos
snrs.
Cândido
Augusto
Brandão, the-
soureiro
da
alfandega
d
’
aquella
cidade,
e
Delfim A
maneio
Martins,
direclor
do
cor
reio
da
mesma.
—
Foi
julgado
quite
para
com a fa
zenda
o
snr.
Tristão
d’
Araujo
Abreu
Ba-
cellar,
pela
sua gerencia
desde
1
de.
ju
lho
a
5
de
setembro
de
1877,
na
qua
lidade
de
thesoureiro
da alfandega
de
Va
lença.
—
0
preço
do
kil.
de
carne
de
vacca,
na
primeira
quinzena
do
corrente
mez,
foi
de
210
reis
em
Vianna:
de
320
reis
o
de
carne
de
porco:
e
de
60
reis
o
de
carne
de
carneiro.
Morte d'um
blasphemo
—A
Ga
zeta
de Fulda,
publica a seguinte
carta,
escripta
de
Mullhiem:
«Escrevemos
debaixo
da
impressão
de
um terrível
acontecimento.
Domingo
da
Paixão, pela tarde,
um
mascbale
saiu
de
uma
taberna
muito
conhecida,
por
ser
frequentada
pela
mais
impia
gente,
para
se
dirigir
a
sua
casa.
«Não
chegou
a ella
por
ler
sido
en
contrado
no
dia
seguinte
esmagado
de
baixo
da
Cruz
do
Calvario,
sita
á
porta
da cidade.
«Aquelle
homem
era
por
todos
co
nhecido
como
um
blasphemo.
Seu
corpo
jazia
debaixo da
Cruz;
a
perna
com
que
tentára
derrubai
a
estava
partida em
3
pedaços
e
o
peito
eslava
todo
despeda
çado.
«O
desgraçado
estava
ainda
com
a
mão
fechada em
altitude
de
ameaça
á
Cruz.
Seu
cadaver
ficou durante
lodo
o
dia
n
’
aquella
posição,
e
milhares
de
pes
soas
compareceram
para
vêrem
o
sacrí
lego
e
o
seu
terrível
castigo.
Não
que
rendo
nenhum
christão
presiar-se
a
en
terrar
aquelle
monstro,
as
aucloridades
tiveram
de recorrer
aos
judeus
do
lo
gar.»
E’
que
Deus
não
guarda tudo
para
o outro
mundo,
commenla
a
«Ordem»:
n
’este,
dá-nos
já
exemplo de
sua justiça.
Razão
tem
o
povo
quando
diz,
com
o
adagio
—
graças
a Deus
muitas,
graças
com
Deus
poucas.
Podia
isto
succeder
por
mera
casua
lidade;
mas
ha coisas
como
esta,
que
se
não
explicam
satisfactoriamente.
A
farça
das
eleições.
—
Hão
de
ser
eiles
que
darão
farto
contingente
para
a
historia
d
’eiles
mesmos
e
do
systema
«que
(elizmenle
nos
rege».
Leiam
o
que
escreve o
correspondente
lisbonense
para
o
«Primeiro
de
Janeiro»:
«Diz-se
que
as
eleições
geraes
para
de
putados
serão
no
ultimo
domingo
de
no
vembro
ou
no
primeiro
domingo
de
de
zembro.
Também
se
diz
que
na
escolha
d
’
esles
dias
influe a
circumstancia
de
que
os
domingos
anteriores
serão
occupados
com
as
eleições
dislriclaes,
municipaes
e
parochiaes;
e
que
em
outubro não seria
facil
realisar a eleição
geral, os
desem
pates
e
apuramentos porque iriam
com-
phear-se
coui
as
eleições
dislriclaes
e mu
nicipaes.
Temos
pois
o
paiz
inteiro
a
eleger
du
rante
o
mez
de
novembro;
não seria
mau
que
elle
se
desse
a
escolher
em
vez
de
eleger,
porque
embora
a
muitos pareça
que
estas
duas
palavras
significam
a
mesma
acção,
o
certo
é
que
entre nós
represen
tam
dois
actos
nas
mais
das
vezes
mui
to
diflerentes.
Aqui
chama-se
eleger
o
acceiiar
sem
escolha
muitos
dos
que
se
propõem
ou
impõem; assim
é
que
quem
escolher
não
chega
a
poder
eleger».
Ora
isto
não
é
edificante?
Quando
es
tes
snrs. liberaes
desandam
á
pancadaria
n
’
elles
mesmos,
não
ha
quem
melhor
ma
neje
o
varapau.
E
’
de
varrer
a
feira.
Portugueze»
fallecidoH.
—
De
19
a
29
de julho,
falleceram
no
Rio
de
Ja
neiro
os
seguintes
súbditos
portugue
zes:
Maria
José Bittencourt,
18
annos,
sol
teira;
Custodio
José
da
Costa.
21
a,
s;
Francisco
de
Sousa,
28
a,
s; Gil
Pruden-
cio,
24
a,
s;
Antonio
Ferreira
da
Silva,
28 a,
casado;
José
Fernandes
Correia
de
Sá,
55
a.
s;
Bernardo
Martins Leite,
45
a,
s;
Antonio
Augusto
Taveira,
39
a.
c;
Domingos
Viegas
Lopes,
62
a, c;
Domin
gos Lima
33
a, c;
Bernardino
Francisco
da
Costa,
32
a,
s;
Anselmo
Pinto
Bor
ges,
25
a,
s;
Rita
Placida
de
Azevedo,
46
a,
c;
José
Antonio
Hermido Baplista,
24
a,
s;
Joanna
Maria
Augusta,
25
a;
Raphael
Rodrigues,
33
a,
c;
Rosa
Maria
Teixeira,
42
a,
s;
Joaquim José da
Cos
ta, 47
a,
s;
Custodio Gonçalves,
33
a,
c;
João
Vieira
Martins,
41
a,
s;
José
Mar
tins
Duarte, 40
a. s;
Manoel
Joaquim
Pacheco,
54
a,
s;
Manoel
Dias
da
Motta,
40
a,
s; João
Miguel
Soeiro,
49
a,
s;
Marianna Dias
dos
Santos, 24 a,
c;
Fer
nando Monteiro
de
Sousa
Lobo,
20
a,
s;
Manoel
Domingues
Guedes, 45
a,
s;
Francisco
Anlonio
de
Menezes,
50
a,
viuvo.
ULTIMAS
IVOEICSAS
Lisboa
19—
«Diário»:—Portaria
nomean
do
director
interino
dos meamos
cami
nhos
de ferro,
emquanto
durar
a
sus
pensão
do
snr.
Boaventura José Vieira,
o snr. Augusto Cesar
Justino
Teixeira;
bem
como
exonerado
este
ultimo de
dire
ctor
da
exploração
dos
mesmos caminhos
de
ferro,
e
nomeando
o
snr.
Agnello
José
Moreira,
que
é
exonerado
de
director
das
obras
publicas
de Lisboa,
sendo
nomeado
para
este
cargo
o
snr.
João
Cândido
Mo-
raes.
Na
Bolsa venderam-se:
30
acções
do
Banco
Ultramarino
a 50$000
reis;
50 do
Banco
Commercial
a 82$000;
2 do
Banco
Insulano
a 60^000;
6
obrigações
da
com
panhia
das
aguas
a
84$500;
4
do
emprés
timo
da camara de
Lisboa
a
88$600;
3
contos
em
inscripções
a
50,79;
7
a
50,80;
50:000
escudos
de
fundos
hespanhoes
a
14,68.
Os
fundos
portuguezes em
Londres
re
gularam
a
51
3|8
e
51
5|8;
os
hespanhoes
a
15
1[2;
e os
consolidados
inglezes
a
97
3|8
e
97
5[8.
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
9:539^791
reis.
Paris
16
—
Crê-se
que
a
Porta
cederá
Larissa
á Grécia
Vienna
16
—Corre
o
boato
de
que o
conde
de
Karoly
substituirá
na
chancel-
laria
imperial
o
conde
d
’
Andrassy.
New-York
16
—
Chegara
a
Calláo,
par
tindo
depois
para
o
Chili,
o
enviado in
cumbido
de
oíferecer
ás republicas
em
guer
ra
a mediação
dos
Estados-Unidos.
Roma
17
—
Por
ser
hoje dia
do
santo
do
seu
nome,
o Papa
recebeu
os
cardeaes,
embaixadores
e
a
juventude
catholica.
Londres
18
—
Dizem
de
Calcuttá
ao
«Times»
que
o
emir do
Afghanistan
res
pondera
ao
general
Kauffirmann
que
só
mente
se
communicará
com
elle
por
en-
terniedio
do
governo
da
índia.
Paris
18
—Diz
um lelegramma
do Cairo
que
pediu
a
demissão
todo o gabinete,
es
tando
já
nomeado
novo
ministério.
A
pre
sidência
foi
assumida
pelo
khediva.
Roma
18
—
Foi
abafada
a
insurreição
da Macedonia,
retirando-se
por
isso
as
tro-
pas
turcas.
Paris
19
—Os
embaixadores
das
po
tências
deram
á
Porta
o
praso
de 48 ho
ras
para
atíixar
a data
da reunião
da
conferencia para
discutir
a
questão grega.
filECLAMOS
Usnik
revolução
en»
medicina.
O
professor
Hardy
fazia
ha
alguns
me
zes
notar,
cora
muitíssima
razão,
em
uma
de
suas
clinicas
do
hospital
da
Carida
de,
de
Paris,
á
qual eu assistia,
que
as
preparações
ferruginosas
liquidas
são
que
melhor o
estomago
supporta.
Reune
portanto
o
Ferro
Bravais
(fer
ro
liquido
em
gottas
concentradas) tan
to
para o medico
como
para
o enfermo,
quantas
qualidades
se
podem
desejar de
baixo
do
ponto
de
vista
da
administração,
posto que
não
communica
nem
cheiro,
nem
tão
pouco
sabor
algum
ao
liquido
no
qual
se
toma
(agoa,
vinho,
etc.)
em
dozes
de
15
a
20
gottas
antes
de
cada
comida.
Emquanto
á sua
eíTicacia,
é
incontes
tável;
os
numerosos
lestimunhos
dos
mais
eminentes
médicos
contidos
no folheto
sobre
a
anemia
e
seu
tratamento o
justificam
ir
recusavelmente.
(Este
folheto
envia-se
grátis
a
quem
o
pedir
ao
deposito
geral,
rua
Lafayelte,
13,
Paris).
Os
resultados
que
se
obleem
sobre
a
saude
geral,
ao
cabo d
’
alguns
dias de
tratamento,
são
verdadeiramente
surpre-
hendentes
e cada
qual
pode
fazer
d
’isso
a agradavel
e
barata
experiencia.
«Quem
não
é
alguma cousa
anémico?...»
Doutor
PAULO
LABARTIIE.
(Copiado
do
Evènement,
de
Paris).
AIWECL1IIT0S
Rosa da
Conceição Rodrigues,
extre
mamente
penhorada
para
com todas
as
pessoas,
que
a
cumprimentaram
por
oc
casião
do passamento de
seu
estremoso
marido,
João Rodrigues
Gomes,
vem por
este
meio
testimunhar-lhes
a
sua
eterna
gratidão;
bem assim
ás
que
acompanharam
o
cadaver
para a
egrejr
dos
Congregados,
assistiram
aos
officios,
que
na
mesma
egreja
tiveram
logar
no
dia
10,
e
ás
que
no
dia
15
assistiram
á missa
de
requiem,
que
teve
logar
no
templo
do
Populo,
pa
ra
suffragar
a
alma
do
finado.
(2556)
ANNUNCIOS
BRINCO.
—
Achou-se
um
brinco
d
’
ouro
o
qual
se
acha na
mão
do revd.0
abbade
de
S.
Pedro
de
Maximinos,
d
’esla
cidade.
A
pessoa
que
provar
pertencer-lhe
e
pagar
o
importe
d
’
este
e outros
annuncios,
se
lhe entregará.
(2565)
EDITAL
A
Camara
Municipal da
cidade
e
conce
lho
de Braga
Faz
saber
que
no
dia
5
de setembro
proximo
futuro
pelas
11
horas
da
ma
nhã,
no Paço
do
concelho, se
hade
arre
matar
o
fornecimento de
919
melros
cu-
bicos
de
pedra
britada
para
a reparação
da
estrada
d
’
esta
cidade
á
Ponte
do
Por
to,
na
conformidade
das
condições
que
se
acham
patentes
na secretaria
da
mesma
camara.
Braga
16 de
Agosto
de
1879=E
eu
Anlonio Manoel
Alves Costa,
Escrivão
da
Camara,
o
subscrevi.
O
Vice Presidente
Antonio
Santos
Azevedo
Magalhães.
HlIDAXÇl
DHOBA.
José
Duarte
Pregueiro
&
Irmão,
fazem
publiéo
que
a
sua
carreira
que
leem
d
’
es-
ta
cidade
para a
Povoa
do
Varzim,
e
que
sae
ás
4
horas
da
manhã,
conlinúa
a
sair
ás
5
horas
da
manhã
desde o
dia
23
do
corrente.
Chega
a
Barcellos
ás
8,
on
de
demora
meia
hora,
e
chega
á
Povoa
ao meio
dia.
Sae
da
Povoa
ás
5
horas
da
manhã,
chega
a
Barcellos
ás
8,
demora
meia
hora,
e
chega
a
Braga
ao
meio
dia.
Braga,
20
d’
agosto
de
1879.
0
Gerente
Anlonio
Joaquim
Loureiro.
Visto.—
O
Vereador
Fiscal
(2563)
A.
Reis.
Precisa-se
d
’
um
cosinhetro
habilitado
e
de
bom
comportamento.
Quem
pretender
dirija-se a
esta
redacção,
onde
receberA
mais
esclarecimentos.
(2350)
ABK EM Afl^ÃO
0 conselho administrativo
do
regimen
to
d
’infanteria
8, faz
publico,
que
para
cumprimento
do
determinado
na
ordem
do
exercito
n.° 14
de
16
do
corrente,
tem
de
proceder
á
arrematação, em
bas
ta
publica,
do
fornecimento
das
rações
de
forragens
para
a
força
de cavallaria
estacionada
n
’esta
cidade, que
vier
esta
cionar
ou
por ella
transitar
no
periodo que
decorrer
do
l.°
d
’
outubro
do
aclual
anno
a
30
de
setembro
de
1880,
e
bem
assim
para
os
cavallos
praças
dos
offi-
ciaes
montados
do
mesmo
regimento; cu
ja
arrematação terá
logar no
dia
3
do
proximo
mez
de
setembro,
pelas
11
ho
ras
da
manhã,
na
salla
das
sessões
do
mesmo
conselho.
Os
proponentes
á
mesma
arrematação
deverão
fazer
o
deposito
de 420$000
rs.
em
dinheiro
ou
em litulos
de
divida fun
dada
pelo
seu
valor no mercado.
As
condições
para a
dita
arrematação
acham-se
exaradas
no
regulamento
para
a
administração
da
fazenda
militar
de
16
de
setembro
de
1864,
e
ordem
acima
ci
tada, que estará patente
no
referido
con
selho todos
os
dias
não
santificados,
desde
as
9
horas
da
manhã
até
ás 2
da
tarde.
Quartel
em
Braga,
18
d
’
agosto
de
1879
O
secretario
do
conselho
Bernardo
Ozorio,
(2561)
Tenente
d
’
infanteria
8.
CASA
z'^%.
Vende
se
uma,
d
’
um
andar,
com
-
;
bom
e
grande quintal,
boa
agua
j
e
pO
çO
m
ie
j
rOi
na
rua
ja
c
ruz
de
Pedra,
n.°
52 A.
Póde vêr-se
das
2
horas
da
tarde
em
diante.
(2562)
A nova
firma
da
Livraria
Nacio
nal
e
Estrangeira do
failccido
Ger
mano
Joaquim
Barreio, 23,
rua
do
Souto,
23
B,
Braga,
é
Viuva
Ger
mano
Filho.
Pedem
a
todos
os
freguezes
e
ami
gos
para
que os
procurem
na
dita
rua
e
n.
u
Os
seus
preços
serão
mais
rasoaveis
do que
em
outro
qualquer
estabelecimento.
(2552)
Acaba
de
chegar
á
Livraria Nacional
e
Estrangeira
do
fallecido
Germano
Joa
quim
Barreio (successores viuva
Germano
&
Filho),
rua
do
Souto,
23
B,
Braga,
O
PAPA
E
A
LIBERDADE,
pelo
Padre
Constam
—
Approvada
por
vinte
e
dous
arcebispos
e
bispos
—
Prefaciada
por
Camillo
Castello
Branco
—
1
volume
600
reis;
ALMANAK DAS
SENHORAS
para
1880
—preço
240; e
muitas
mais
obras.
(2553)
LIVRARIA
NACIONAL E ESTRANGEIRA
DO
FALLECIDO
Jeremano
Joaquim Barreto
Successores
Viuva
Germano
A Filho
23,
Rua
do
Souto,
23
B
—
Braga.
Acaba
de
chegar
a este
abastado
estabelecimento
grande
e
variado
sorti
mento
de
livros,
tanto
clássicos
como
scientificos,
e de
piedade,
podendo
sortir
todos
os lyceus,
seminários e aulas
par
ticulares,
sendo as ultimas
edições.
Tem
também
um
grande
e
variado
sortimento
de
romances
de
lodos os
auctores,
fazen
do
a
tudo
preços do
Porto,
com
abatimen
tos.
Recebem-se
assignaluras
para lodos os
jornaes
de
modas,
e
de outros
diversos,
tanto
nacionaes
como eslrangeiros; rece
bem-se
encommendas
para
todas
as
par
les, tanlo
em
Portugal
como
no
estran
geiro,
o
que
serão
logo
ponlualmenle
sa
tisfeitas.
Encontra-se
lambem
n
’
esle
esta
belecimento
grande
sortido
de
papeis
para
escriptorios,
e
outras
mais
cousas,
ven
dendo
tudo
mais
barato do que
em
ou
tro
qualquer
estabelecimento.
(2560)
DINHEIRO
A
JURO
A
confraria
de
Santo
Antonio
da
Pra
ça
Municipal
tem 650$000
reis
para
mu
tuar,
a
5
p.
c.
(2461)
SSr^áÍBUU
O
á
0
W fe W •
IdopfU» n
Mos
os Hospitaes.
(HM
DIALYSAJO BRAVAIS)
Recomendado
todos
os Mídfe-
Contra
a
JlNíMIA,
CHLOROSE, DEBILIDADE,
FRAQUEZA.
PEROAS B3AUSAS.
etc.
0
Ferro Bz-avais (ferro liquido
cm gottus conccnti (idas) é
u
uni
’
.**
-'xempto
<ie
qualquer
acido: não tem cheiro
nem sabor, não produz
prisão do
ventre, diarrhea, irritação nem cança o estômago; alem d’isto «
é o
unico que não
fte
os aenles preto.r.
||
E’
o mais economico de
todos os ferraginosos, pois que um Irasco dnra um mez.
$
1
Deposito geral m
Pariz.
13, rue Lafayette (Perto da Opera), e em
todas as PUarmacia*. S
»
Desconfiar-se
das
imitações perigosas a’exijir a marca de fabrica que vae juncta.
'
^Envia-se
grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada,
um
interessante
folboto
sobre
a
Anemia
e
o seu tratamento
ÀíA
Deposito
no
Porto,
Ferreira &
Irmão,
e
nas principaes
pharmacias
do
reinno.
Empregadas
com o mais grão successo,
depois
mais de 40
annos
por a maior parte
dos
médicos
por curar
a chlorosis (/luxo
branco)
doança
das mancebas
filhas e to
das as moléstias chloróticas.
Eis aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos que as
tem
experimentado
:
«
Depois
3S
annos
que exerço a medicina,
«
tenho reconhocido a este medicamento
«
(Pílulas de
Blaad) vantagems incontesta-
«
veis sobre todos os outros ferreos e eu
«
o miro como o melhor anti-chlorótico. »
Dr DOUBLE, ex-prisidente
da Academia
de
Medicina.
«
De todas
as preparações ferreas que
«
nos hão dado bons resultados no trata-
«
mento
das affeições
chloróticas, as pilu-
«
las
de Klaud parece-nos devem estar na
«
primeira fila. »
— Diccionario univ. de
Medicina,
t.
n, page99.
Como
prova
da
authentlcidade,
nome do Inventor e»U
gravado
aobrefTW-V/TT]
cada
pílula como aqui junto
Depositos:
Pariz, S, r.Puvenne.
vfej&af
Em
Lisboa, snr. Barreto,
Lorèto n.°
28—3
(27
*
)
VIMHe
VERDE,
Dá»
ti,
PURO
E
Vende-se
aos
almudes
e
meios
almudes,
ao
preço
de 3$600
rs.
cada
almude,
em
casa
de
seu
dono,
no
campo
de
Santa
Anna,
n.°
53
—
lado
de
baixo. (2555)
MONTE
PIO
DE
S.
JOSÉ
Por
ordem
do
snr.
presidente
da
me
za,
são
convidados
lodos
os
socios
que
estejam
no
goso
dos
seus
direitos,
a reu
nirem-se
em
assembleia
geral
extraordiná
ria
de
harmonia
com
o
arl.
44,
dos
res-
pectivos
Estatutos,
no
dia
24
do
corrente,
ás
2
horas
da
tarde,
na
casa
da
Associa
ção
no largo
de
Santo
Agostinho,
afim
de
resolver-se
o
que
convier
respeito
a
admis
são d’
um
outro
snr.
facultativo,
para
tra
tar
dos
socios
doentes
e
suas
famílias, con
forme
requerem
diversos
socios
em
re
querimento
de
6
do
corrente.
Braga,
15
d
’
ago“
to de
1879.
O
secretario
(2558)
Anlonio
Luiz
Rodrigues.
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia, d
’esta
cidade,
faz
publico,
que se
acha
vago um
logar
de
capellão
do
Hos
pital
de
S.
Marcos.
Os
revd.
“
s
sacerdo
tes
que
pretenderem occupar
o
dito
lo
gar,
dirigirão
seus
requerimentos
á
dita
Meza
até
o
dia
31
do
corrente,
e
colhe
rão
quaesquer
esclarecimentos
que
preci
sem
na
secretaria
do
mesmo
Hospital.
Braga,
11
d
’
agosto
de
1879.
O
Escrivão
da
Meza
Lourenço
da
Cosia
Gonçalves
Pereira
Remardes.
(2549)
PECHINCII
I.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos
e
lindas
vistas
—
situa
da na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53.
Para
tratar,
acha-se
auclorisado
o
snr.
Fran
cisco José Ferreira
Torres,
negociante,
morador
na
mesma
rua
—
e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
AD(J
«A-SÉ
Uma
boa
morada
de
casas
com
dois
andares, sita
na
rua
do
Anjo, n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e
tra
tar
do aluguel o
snr.
Oliveira,
aferidor,
morador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
iollegki
do
hdm
successo
N’
este
collegio, em
Villa
Nova de
Gaya,
ao pé da ponte
pênsil,
admiltem-
se
alumnos
internos
d
’ambos
os
sexos,
por
6,
7
e
8
mil
reis
mensaes,
confor
me
as
edades.
O
ensino
da
leitura
é
pelo
systema
de
João
de
Deus.
Dirigir
ao
di
rector
M. J.
G.
de
Mello.
(2554)
Empreza
edilora de Francisco Arthur da
Silva—Lisboa.
brinde
\
TODOS
OS
ASS1GNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
(lesar
Cantai
Desde
a creação
do
mundo
até
1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza
de 1867 e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas e
latinas,
e
annolada
por
JlaiKiel
UernardtH
Branco
Da Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas grega
e
latina,
etc.
2.3
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes
grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato aos
favores
do
publico,
e compre-
hendendo
a
necessidade de publicar
um
13.°
volume
para que
esta
2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
li-s
que
o
auxiliaram
n
’esla
empreza
e
áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BRINDE
o
decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de toda a Historia Universal,
servindo
para a
procura
dos
factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico, con
tendo
os nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida dos
acontecimentos
hisloricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escripios
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parte que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
20$000
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
27$900
»
d
Para
facilitar
a
aequisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez, o editor
deliberou
conservar
aber
ta
a assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições da assignatura
:
—
A
assigna-
tura
póde
fazer-se
por entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA VOLUME;
l.° vol. br. orn.
de
9
grav.
1$870
2.°
D
>
í
6
»
1^665
3.°
D
>
»
7
»
1,5605
4.°
>
»
>
»
5
»
1^525
5.°
D
0
»
6
>
1$615
6.°
>
D
»
6
»
1^690
7.°
D
»
6
»
l$640
8
0
D
í
»
6
»
1£615
9.°
D
»
»
6
»
1
$565
10.°
>
»
6
»
1$615
11.°
>
»
6 »
1$64O
12.°
»
4
6
»
1$815
13.o K
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras,
brinde
a todos
os
assignantes,
no
pre-
lo,
GRÁTIS.
Das 81
gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro volume
será
dis
tribuído
depois
de completo
e
brochado
a
lodos
os assignanles
que
tenham
pago
0
decimo
segundo
volume
Os
assignanles
leem
as
seguintes
van.
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
d
a
obra,
e
poder
receber
corno
e
quando quj.
zerem,
por
entregas,
por
fasciculos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura póde fazer-se
por
entregas,
fasciculos,
e
por
volumes.
()
assignante receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—
A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fasciculos
e
por
vo-
lumes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha satisfeito
o
primeiro, e
assim
successivamente.
As
pessoas tanto de Lisboa como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SJGNATURAS
REALISAVEIS terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor
—
,
rua
dos
Douradores,
72, LISBOA
;
me
BRAGA, na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Arthur
ca
Silvo
—
editor
72, rua
dos Douradores,
72
—
LISBOA.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUABTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com approvação
de
S.
Exc.
3
Revm.
1
o Snr.
D.
João
Chrysoslomo
d
’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga,
na typographia
Lusitana,
rua
Nova n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=l60
em brochura,
e
240
enca
dernado.
Caixa
penhorista
Braearenae
n»
Travessa
de
D.
Gualdim
<l
’esta
cidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã até ás
9
da
noule
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeetos
empenhados
na
mesma
caixa
com alrazo
de juros
de
tres mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
que está custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’este
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço da Costa G.
Pereira
Bernardo
*
Ceremonial
segundo
o
rito
Romano
que
deve
observar-se
na
Tercia
e
mtssa
conventual
cantada
na
capella
do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbytero
JOÃO
REBELLO
CARDOSO
DE
MENEZES.
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
«110
escriptorio
d
’este
jornal.
Preço
.....................................
120
rs.
RESPONSÁVEL
—
Luiz
Baptisla
da
Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA irSITANA-
Parte de Comércio do Minho (O)
