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- conteúdo
-
REDACTORES
—
D. Miguei Sollo-Mayor e Dr. Custodio Veiloso.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
7.° ANNO
Braga,
12 mezes.............................
»
6
»
.............................
Correspondências
partic.
cada linha
Annuncios
cada
linha.......................
Hepetrão....................................
1&600
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes
..........................
2&G00
»
6
»
.........................
10050
»
sendo
duas
assignaturas
3£'600
?
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
II
Folha
avulso
................................
10
N.o
972
S
S
QOTA-FEIRA
44
BE AGOSTO DE 4879
O par€ãíE<»
civtliuZico.
Não
ha
instituição, que
floresça, se
os
cuidados
de
muitos
não
se
acercarem
d
’
ella,
para
a
ampararem nos
arriscados
lances
de
sua
existência;
se
os
esforços
dos
que
secundam
a ideia,
que
ella
re
presenta,
não
forem
applicados
no
mesmo
ponto
e
no
mesmo
sentido,
para
lhe
da
rem mais
vida,
maior
energia.
Avulta
esta
>erdade
principalmente
n
’
esta
nossa
e; ’<a, que
é
mais de
crí
tica, do
que
de
syslema:
tudo
pretendem
destruir,
como
fizera
Descartes,
buscando
sómenie
novos
materiaes,
para
novo
edi
fício
religioso
e
scientilico.
Deus tudo
póde
na
esphera
do
bem,
mas não
quer
tudo
quanto
póde,
para
que
os
homens não
clamem
contra
a
altenua-
ção
da
sua
psychica
liberdade;
e
eis
por
que
nem
as
instituições,
em
que
visivel
mente
opera
o
dedo
de
Deus,
podem
desenvolver
se
largamente
e manter
se
em
grau
elevado
de
floresceria, se
os
homens
se
empenharem
satanicamenle
pelo esta
cionamento
e
pela
destruição
d
’
ellas.
Succede
assim
com
a
Egreja
Catho
lica.
Vivendo no
tempo
e
no
espaço,
esta
famosa
instituição
divina,
tem
soílrido
re
nitentes
contrariedades
já
dos
que
procu
ram
destruil-a.
pois
sua
missão
ha
muito
que
findára,
como
falsamente
aííirma
A.
Comle,
já
dos
que se
esforçam
por
de
limitar
sua
acção
civilisadra,
como
pre
tendem
Edmundo
Richerio
e
os
publi
cistas
avançados
da
eschola
regalista.
Não
admira
esta
guerra
tilanica
tra
vada
eulre
a verdade
de sempre
e a
ideia
nova
dos
demolidores
de
tudo
quanto
é
antigo
apesar
de
respeitável
aos
olhos
de
lodo
o
homem
pensador,
que
não
recusa
benemerencias
ás
civilisadoras
instituições
ou
sejam
elias
modernas,
ou
sejam
secu
lares.
Não
admira,
porque
logo
em
seu
começo
contra
a
Egreja
se
levantou
a
insidia
farisaica,
a
turbulência
dos
prejui
zos
da
seita,
os
sophismas
das escholas
e
a
espada
dos
Cezares.
Larga
e
tenaz era
esta
conspiração
a
que
responderam
as
imposições
da
con
sciência
austera
dos
crentes
sinceros,
al-
lumiados
sempre
em
seu
espirito
pela
lucidez
da fé,
alentados
em
seu
animo
pela
força
da
esperança, fortalecidos
em
seu
caracter
moral
pelas
obras
da
cari
dade.
N’
estas
tres
virtudes, formosa
synthese
de toda
a
verdadeira
doutrina
religiosa,
formavam
inesgotável
repositorio
de
ar
dências
que
devoravam
êrros,
de
impul
sos
que
espancavam
obstáculos,
de
bran
duras
que
confundiam
adversários
e n’
oma
só
hora
se
convulsionavam
e
se
transfor
mavam
muitos
corações.
Depois
d
’
esta
elaboração
gigantea,
que
durou
por
mais
de tres
séculos,
a
Egreja
sae
das catacumbas
e
apparece
á
luz
do
sol
do
império
romano
e dá
entrada
no
convívio
social.
Parecêra
fulminante
a
derrota
de
to
das
as
religiões
que
dominavam
no
vasto
império;
mas
a
historia
dos
infortúnios
da
Egreja
continuou
a
escrever-se
e
as
convulsões
do
pensamento
e as
grandes
luctas
da
espada
tentaram
destruir
as
suas
fôrças
fecundantes,
os
extremados
esfor
ços
de
parte
da raça
latina,
que
abraçara
a
religião, que já
era
protegida
pelo
im
pério
desde
Rema até
Byzancio.
Por
egual
succede
na
epocha
que
atra
vessámos.
Epocha
de
renascença
scienli
tica lhe
chamam,
periodo
de
destruição
o
appeilidaremos
nós.
Na
Italía,
vasa-se o
ensino
em
moldes
anti-calholicos. conquista-se
perfidiosamen
te
os
domínios
da
Santa
Sé
e é
encarce
rado
o
Pontífice
sem receio
dos
fulminan
tes
analhemas do
mais
incontestável
direito.
E
mais
tarde,
quando
poder
ser
ap
plicada
com segurança
a
monstruosa
theo
na
dos factos
consummados,
cairá
de
lo
do
em
lodo
o
veu,
que
disfarça
a
pro-
lecção,
que
dispensam
ao Vaticano
e o
Pontífice
Máximo
será
expulso
violenta
mente
da cidade
dos
Papas.
Na
Allemanha,
Bhmark
persegue
os
bispos
calholicos,
que
com
a
mais
nobre
isenção
conservam
vigorosa
sua
coragem
espartana,
manifestada
pelas
affirmações
dos
direitos,
que possuem
e
pela
recusa
inconturbavel
das
imposições
do
famoso
chanceller
de
tão
dilatado
império.
Na
França,
dirige
os
destinos
da
gran
de
republica
o
celebre
Grevy,
que
não
ha
muito
arrojou
audaciosamente
a
luva
á
Egreja
e
significou,
que
não cederá
um
só
passo
na
lucla,
que
possa empenhar-
se
entre
os
direitos
dVsta
e
as
preten-
ções
da
novel
republica;
Gambelta
preside
á
parle
pensante
do
seu
paiz, elle, o
in
imigo
confesso
de
todas
as immunidades
e
garantias
da
Egreja,
o
impetuoso
polí
tico,
que por muitos
annos
agita
na
con
turbada
França
o
estandarte
da
revolução
anti-calholica;
Ferry
delimita
em
nome
da
liberdade republicana
o
ensino livre,
pro-
hibindo,
que
seja
ministrado
pelo
clero
mais
dedicado
á
Sé
Romana.
Na
Hespanha...
Mas
para
que
percorrer
todas
as
nações
e
estudar
sua
historia
contemporânea?
Consideremos
tão
só o
que se
passa
em
Portugal,
no
reino,
que
em
tempos
de
suas
antigas
glorias
recebia
com
justo
orgulho o titulo
de
fidelíssimo.
Compare
mos sua
historia d’
lioje
com
as
legítimas
aspirações
da
Egreja,
e
d’
esla arte fare
mos
resaltar
a necessidade
d
’
um
partido
calholico
em Portugal.
N
’
este
remo
fidelíssimo
á Egreja
Ca-
tholica
consideram-se
medidas
da
mais
alta
conveniência
polilica, da
mais
genuina
le
galidade, da
mais
stricta
observância
da
lei
natural, a absorção de
lodos
os pa
droados
instituídos
e dotados
pela Egreja,
a
expulção
das
ordens
religiosas,
cujo
objectivo
eram
sómente
as tres
grandes
virtudes
da
crença
catholica,
a
venda
pu
blica
de
lodos
os
seus
bens,
adquiridos
tão
legitimamente
como
os
de
qualquer
associação
reconhecida
pelo
estado,
a
re
pulsão
covarde
das irmãs
da
caridade,
cujo pensamento
era
a prática
heroica
d
’
esta
grande
virtude christã,
o
beneplá
cito
regio
para
todos
os
decretos
dogmá
ticos
e disciplinares
das
legitimas
auctori-
dades
ecclesiasticas,
a nomeação
dos
pa-
rochos,
dos
bispos,
dos
patriarchas
e
dos
cardeaes,
que
constituem
poderes
importan
tes
d
’uma
sociedade,
cuja independência a
lei
organica
do
paiz
tinge
reconhecer, a
intervenção
dos
tribunaes
civis
nas
decisões
do
foro
ecclesiaslico,
o desprezo affrontoso
lançado
ás
faces
da
alta
e
baixa
clerezia
ou
descendo
do
gabinete
do ministro e
da
tribuna
parlamentar,
ou
subindo
do
botequim
e
da praça
pública,
onde
seus
frequentadores
vomitam
contra
elle
cóle
ras
violentas,
satanicos
analhemas,
expan
ções
tumultuosas,
revestidas da
phrase
só
própria
do
baixo
insulto,
da
protervia
soêz,
da
aposlrophe
de colareja,
mostrando
assim, que
o
padre é despresivel
pária,
ilote
desprotegido, inimigo
da sociedade,
s
endo
certo,
que
a sua
dignidade
é
supe
rior,
sendo
verdade,
que
em
meio
da
depravação
geral
é
elle
o
unico
que pro
clama a
moralidade,
sustentando
em
uma
das
mãos a
cruz,
que
é
o symbolo au
gusto
da
regeneração
social
e
na
outra
o
evangelho,
que deveria
ser
a
carta
con
stitucional
de
lodo
o
genero humano,
pois
lhe
dá
e
lhe
garante
a
ordem em todas
as
espheras, e
a
liberdade
em
todas
as
legitimas
manifestações
da
humana
acti-
vidade.
Em
presença
d
’
este
quadro
de
sinis
tros
primores,
que poderíamos
retratar
com
suas
còres
mais
vivas,
se
proposi-
lassemos esfumar
e
avultar
seus
contor
nos,
avigorar
e
coloril-os
com a
verdade
de
mais demorados
commenlos,
qual
será
a
altitude
dos
homens
sinceramenle
catho-
licos
?
Ficarão
mudos
e quedos,
como
diz
o
famoso
epico
das
nossas
glorias
do
orien
te,
mostrando
todos
seu
indiílerentismo
ante
o nefando
quadro da
historia
con
temporânea,
que
se
desenrola
diante
dos
olhos do seu
corpo
e
do
seu
espirito;
ou, semilhanle
a
Nero,
que
representava
de
jogral
na
bora
em
que
era
pasto
das
chammas
a
cidade
dos Gezares,
festejará
com
seus
cantares
e
meloJias
a destruição
da
obra
magestosa
do amoravel
Jesus?
Não!
Nunca
o
calholico
poderá
ser
indiflerente
ou
applaudir,
que
adversários
da
obra
de J.
C.
a
persigam
e bradem:
eis
alli a quasi
demolida
egreja
!
Pela
nossa
parte,
pois,
levantemos
lodos
nós
os
porluguezes
de
boa
vontade
a
nossa voz,
que
será
escutada,
porque
é
a
voz
da
verdade;
levantemos
todos a
nossa
voz, que
será
soberana,
porque
é
a voz
da
justiça
e
abandonemos
esta
bran
da
paz,
que
nos effemina,
esta
luxuriante
Cápua,
que
nos
enerva
e
entremos
na
lucta,
rolando
de
nossos
lábios
e
caindo
de
nossas
pennas
sómente
a farta
elabo
ração
de lúcidos espíritos;
sejamos
aguer
ridos
iucladores
pelos
foros
da
verdade,
que
é
a
fecundante
vida
da
Egreja.
e
pe
los foros
do
direito,
que
é
a
mais
se
gura
garantia
d'essa
verdade.
Mas,
para
que
o inimigo
commum
nos
não
prostre
no
primeiro
recontro,
é
ne
cessário,
que
os
homens dedicados
á
Egre
ja
organisem
um
partido
de
polilica
ca-
tholica
e
que,
para
obviar
a
polemicas
de
simples
palavras,
se
intitule:
UNIÃO
CATHOLICA
de
Portugal.
Esta
união
de todos os
calholicos
in
dependentes
deve
aspirar
a
fazer-se
re-
prêsentar
nos
cargos
de
eleição
da
paro-
chia,
do
município
e
empenhar-se por
levar
ao
seio
da
representação
nacional
os
maiores
benemeritos
do
catholicismo,
dis-
tinctos
pela sua nunca
desmentida
lealda-,
de,
pela
sua
actividade
incançavel
e
pela
sua palavra eloquente.
Entre
porluguezes
calholicos ainda
ha
honras
provadas,
es
forçados
combatentes,
talentos
prestimo
sos.
Haja,
pois,
harmonia
entre
todos os
calholicos
de
boa
vontade
e
afastemos
de
nós
esta
profunda
indifferença,
que
pa
rece
somnambolismo
eterno
e acerquemo-
nos
todos da bandeira
catholica
e
demos
batalha
em
toda
a linha.
Se
ao
dessipar-se
o
fumo
das
descar-
gas
for
manifesta
a
nossa
derrota
e
ja
zermos
prostrados,—
não
imporia!
Fica
de
pé
a
consciência
de haver cum
prido
imprelerivel
dever.
Fica
na
memória
de
todos,
que
nem
só
o militarismo
é
para
temer
e
para
ser
adulado.
Fica
a esperança
de
avigorar
o animo
e
retemperar
as
forças
para
futuros
com
bales.
Foi energica
a
nossa
phrase,
mas
foi
própria
dos
apêrtos
da
occasião
e
esta
simples
consideração
nos
desculpa.
Lreiam
lodos
os que
nos
lerem,
que
não
foi
nosso
proposito
abalar
os
ânimos
e
chamal-os
á polilica
d
’
hoje.
Não
perten
cemos,
mercê
de Deus,
nem
a
Roma
nem
a
Carthago; não
somos
nem
gibelmo
da
monarchia
omnipotente
nem guelfo da
universal
theocracia
Somos
pelas
liberdades
da
Egreja,
p
e
la
emancipação
do
clero, pelo
direito
com
as
armas
do
direito.
A
nossa polilica
é
polilica
meramente
catholica.
E
esta
a
nossa
bumilissima
opinião.
E’
este
o
nosso
ideal.
M.
d
’A
lbuquerque
.
A
Virgem
«lo
Sameiro.
Desde
o
principio
da christandade
se
venera
a Immaculada Conceição
da
Vir
gem Maria,
e
a
ponto
foi
a
devoção
a
este
sancto
myslerio,
que
se
etigiram
egrejas
e
se
elevaram
altares
em quasi
todo
o mundo calholico a
Nossa
Senhora
sob
esta invocação-
porém
como
nem
sempre
a
alma
vê pelos
olhos
da
fé,
al
guns
christãos
houve
que
duvidaram da
graça
que
a
Senhora
recebeu,
e
foi
só-
mente
nos
nossos
dias
que
o Santo
Pa
dre
Pio
IX,
definiu
como
dogma
o
sagrado
myslerio
da
Immaculada
Conceição
Desde
este
dia
de
verdadeiro
triura-
pho
para
a
Egreja,
acabaram
se
as
pe
quenas
nuvens
de
duvida
que obscure
ciam
o
vasto
horisonle.
Os
porluguezes,
porém,
sempre
pro
curaram louvar
a
Virgem
sob
esta
invo
cação;
é
talvez aquella
que
tem mais
de
votos
n
’este
cantinho
da
Europa, e
d
’
islo
deu
plena
prova
o
snr.
rei
D.
João
IV.
quando
submetteu Portugal
á
prolecçãò
da Virgem Maria
sob
o
titulo da
Concei
ção
logo
depois
da
leslauração
do
reino
em
164'1.
E
na
verdade,
este singular
privilegio
deve
ser
muito
agradavel
á
Mãe
da
graça
servir-nos
para
honral-a
nas
nossas
ora
ções,
porque
elle recorda
a
missão
para
que
foi
deslmada,
isto
é,
concorrer
para
a
redempção
do
genero
humano,
como
Mãe
de Jesus
Nosso
Senhor.
Eva,
segundo
as
escripturas,
foi
o
no
me da
primeira mulher: Ave foi a pri
meira
palavra da
embaixada
do
anjo
que
annunciou
a
encarnação
do
Verbo
Di
vino.
Com
as
m
Q
smas
lettras
com
que
se
escreve
o
nome
d
’
aquella
que
nos
con-
demnou
á
servidão
e
á
morte,
sendo
in
vertidas,
se
escreve
a
saudação
d’
AqueHa
que
nos
remiu.
Uma
mulher
colhen
lo
o fructo
pro-
hibido,
legou-nos
o
suor
do
trabalho
e
a
mortalha da
sepultura;
outra
mulher pi
sando
a
cabeça
da sérpe,
deu-nos
a
graça
e
a
vida;
mas
não
a
vida
misérrima
da
terra,
que apenas
se
conta
por
horas,
mas
a
eterna
dos
Céus,
para
a
qual
os
séculos
nunca
hão
de
acab.r.
Esta
segunda
obra
da
Deus
não
po
dia
deixar
de
ser
immaculada,
pois
que
divina
era
a
missão
para
que
fóra
desti
nada:
e
é
na
bocca
do
Enviado
do
Ceo
que
se
encontra
a
conclusão
d
’
essa
ver
dade.
«'Ave
—
ou
traduzido
na
nossa
linguagem
—
Deus
te salve,
ó
cheia
de
graça;
o
Se
nhor
é
comtigo,
e, bemdila
és
entre
to
das
as
mulheres».
E
quem,
em
presença
d
’
esta
sauda-
■ção,
poderá
desconhecer
que
Aquella
que
está
cheia de
graça,
e
na graça
do
Se
nhor,
é
a
immaculada?
E
’
preciso
muita leviandade
para
sup-
pôr,
que
o sacrario
onde
um
Deus
se
ha
via
de
acolher,
tivesse,
ainda
que
de
leve
fosse,
a
mancha do peccado!
Por
Jesus
Christo,
Deus toroou-se
o
nosso
verdadeiro
Pae;
o
ahysmo
incom-
inensuravel
que
separa
a eternidade
do
tempo;
o
creador
da
creatnra;
o
íinilo do
inhnito;
íicou
cheio
pela
encarnação:
ora,
•se
Jesus
é,
por
isso,
o
céu
sobre
a
terra,
Maria
é a
eslrella
da
manhã
que
annun-
ciou o
sol
da
justiça e
o
manná
da sal
vação.
Maria
é
a
Jesus
no
tempo,
o que
Deus
seu
Pae
é
na
eternidade.
Ella
produziu
o
e
gerou
o,
e
diz-lhe
com
tão
real
direi
to,
8 como
o
Padre
increado: Tu
és o meu
ti
lho.
Maria
está
tão
ligada
a
Jesus
Nosso
Deus,
que
S.
Cyrillo
dizia
no
concilio
ecuménico
de
Epheso:
firae
Maria
do
Calvario,
e
a
cruz
cairá.
1/
pois
com razão
que
a
Egreja
nos
seus
hymnos
diários lhe
diz:
«Toda
formosa
sois
Maria
porque vos
não
coinqumou o
peccado
original».
iSois
a
gloria
de
Jerusalém,
e alegria
de
l»rael».
«Sois
a
honra
do
vosso povo,
e
a
ad
vogada
dos
peccadores»
.
«Fostes
immaculada
na
vossa
Concei
ção,
rogae
por
nós
ao
Pae
cujo filho
nu
triste».
E
é
também
coin
todo
o
fundamento
que
os
devotos
de
Maria Santíssima,
se
empenham
em
fazer
exabar,
quanto
o
fraco
pó da
terra se póde
elevar,
o
sagrado
dogma
da
Immaculada
Conceição da
Vir
gem,
e
a
23
de
setembro
d
’
este
anno
de
1869,
sobre
uma
montanha
juncto
da
cidade
de
Braga (no
monte Sarceiro)
se
erigiu
um padrão, que
ha
de
allestar
aos
vindouros,
que,
n
’
esle
século
de
duvida
e
scepticismo, ainda
ha
quem
creia.
A. F. de Sousa
Pinto.
Tendo-se
retirado
da
direcção
e
administração
d
’
este
jornal,
e
da
ad
ministração
da
«Semana
Religiosa»,
o
snr.
Antonio Joaquim
de
Mesquita
Pimentel,
prevenimos os nossos
as-
signanles
e
correspondentes,
que
des
de
29
de
julho
em
diante
toda
a
correspondência
concernente
tanto
á
redacção,
como
á
administração,
do
«Commercio
do
Minho»,
e hem
assim
a
que
diz
respeito
á
admini
stração
da
«Semana
Religiosa»,
de
ve
ser
dirigida
para o
responsável
d
’
este
jornal,
o
snr.
Luiz
Raptista
da
Silva,
rua
Nova
n.°
4.
melhora®
de Sua
Exe.®
Bevâ,
1"
’--
-A
Meza
da
Real
Irmandade
de
Nossa
Senhora
da
Consolação
e
San
tos
Passos,
da cidade
de
Guimarães,
man
dou
cantar
no dia
17
de
julho
um
so
lemne
Te
Deum
na
sua
capella
em
acção
de
graças
pelo
feliz
restabelecimento
da
saude
de
S. Exc.® Revd.
m
'
<
o
Senhor
Ar
cebispo
Primaz,
rogando
fervorosamente
ao
Altíssimo,
pela
conservação
de
sua
preciosa
vida.
%
’
iajnaite
illuwtre. —
O
snr.
padre
José
Benjamim
Rodrigues,
parochoda
egre
ja
de
Mapuça,
na
índia,
e
de
quem
a
im
prensa
se
tem
occupado
largamente,
rela
tando
as
suas
virtudes
e
os
muitos
ser
viços
prestados
ao
padroado
portuguez
do
Oriente,
saio
no
dia
11
d
’
e>ta
cidade
em
Continuação
da
sua
viagem pelo
reino
S.
ex.
“
espera
visitar
depois
algumas
cida
des
de
França
e
de
Italia.
Que
a
fortuna
lhe
seja
sempre
propi
cia,
corno
bem
merece
pelas
suas
virtudes
religiosas
e
civicas.
Festividade®.
—
A’
manhã festeja-se
em
S.
Vicente
o
Senhor
das
Anciãs,
que
se
venera
no
seu
oralorio
a
Inflas.
Hoje
á
noite
ha
arraial
com
illumina-
ção,
ledão
de
prendas
e
fog>
prezo
e
do
ar:
ámanhã
missa
cantada, Exposição
lodo
o
dia,
e
sermão
de
tarde,
e
Te
Deum
a
instrumental.
E’
orador
o
revd.0
abbade
de
Sabariz.
—
Festeja-se
lambem
ámanhã,
na
ca
pella
da
Senhora
Branca
a
Imagem de
N.
Senhora
das
Neves,
com
missa
solem
ne,
Exposição
e
sermão.
.
Chroniea
religiosa.
—
A
'manhã,
15:
Indulgência
plenaria
n
’esle
arcebis
pado.
Na
Sé
Pontifical.
Festa
na
capella de
N.
Senhora
da
Abbadia,
no
largo
do Castello, havendo
hoje
á
noite
illuminação
e
fogo
Exposição
do Saniissimo no Bom Je
sus.
No
Populo,
Bênção
Papal.
Exercício
e lerço
de
N.
Senhora
’
da
Torre
no
Coliegio.
Sabbado:
—
Festa
de
S.
Roque
na
ca
pella
de
Santo Antonio.
Domingo:
—
Na
Sé,
procissão
do Sa
cramento.
No
Salvador,
festa
do
SS.
Sacramento
com
Exposição
e
sermão
de
tarde
Exercício
n
>s
Terceiros
e
no
Carmo.
Novena.—
Começa
ámanhã,
e
não
ho
je.
como
outro
dia
noticiamos,
na egreja
do convento
dos
Remedios,
ás
6
horas
da
manhã,
a
Novena
do
Puríssimo
Cora-
ração
de
Maria,
cuja
festa
terá
logar
no
dia
24
com
todo
o
esplendor
e
luzimenlo.
Exame®.
—
O
resultado
dos
exames
no
dia
11,
no
lyceu
d
’esta
cidade,
foi o
seguinte:
Francez
—
entraram
12, approvados
6,
addiados
6.
Mathematica
(l.
a parte)—
entraram
18,
approvados 14,
addiados
4.
Latim
—
entraram
6,
approvados
3,
ad
diados
3.
Portuguez—entraram
12,
approvados
9,
addiados
3.
—
Horário
dos
exames:
Latim,
ás
9
horas
da
manhã.
Mathematica
(prova
oral),
ás
9
1
[2.
Francez, 10
horas.
Portuguez,
10
1|2.
Introdncção,
11
tioras.
O
resultado
dos
exames anle-hontem
foi:
Introdncção
—
(internos),
approvados
3,
addiados
1,
(externos)
approvados 2.
Portuguez
—
distinclos,
os
snrs.
Carlos
d
’Almeida
Braga
e
Antonio
Rodrigo
Ma
citado,
approvados
9
e
addiados
1.
Francez
—
approvados 6,
addiados
6.
Matbematica
(1.a
parte
oral)
—
approva
dos 3
addiados
3.
Latim—
approvados
4
e
addiados
2.
Os
exames
principiaram
ás mesmas ho
ras.
Partido.—
Partiu
hontem
para
a
fre
guezia
de
Villar
de
Mouros,
concelho
de
Caminha,
onde
foi
ha
pouco apresentado
parocho,
o
revd.
,n
°
snr.
padre
João
Luiz
Aflonso
Mouleira, que desempenhou
com
dignidade
inexcedivel
o
logar
de
capellão
do
Hospital
de
S
Marcos.
E’
o
snr.
padre Mouleira
um
sacer
dote
de
todo
ponto
considerado
pelo
seu
comportamento
exemplar,
traclo
affavel
e
robusta
iulelligencia.
Felicitamos
os
habitantes
da
freguezia
que
s.
rev.
a
vae
pastorear.
ProvideneiM.
—
Os
moradores
da
rua
de
Santo
Antonio
das
Travesaas
pe-
dem-nos
para
que lembremos
á
auctori-
dade
competente
a
necessidade
de
mandar
policiar
aquella
rua,
onde
se
dão
conti
nuas
altercações
que
oflendem
sobremodo
a
moral
publica.
Acresce
a
circumstancia
de
ser
o
de
saforo presenceado
por
vários
policias,
que nenhumas
medidas
tomam
para
lhe
pôr
cobro.
Theatro.—
No
domingo
effeitua-se
no
thealro
de
S.
Geraldo
ura
espectaculo
d’
alta
prestidigitação,
dado
pelo
celebre
dr.
Nicolay, a
quem
a
imprensa
estran
geira
lera
tecido
alevantados
elogios
e
vários
monarchas
cumulado
de distincções.
Toma
também
parte
no
espectaculo
a
menina
Elenita,
(ilha
d
’
aquelle
cavalheiro.
S.
Pedro
de
tomar.
—
Lomar
cha
ma-se
assim
porque
no
tempo
dos
Suevos
e
mais longe
havia
ahi
ura
lago
artificio
samente
feito,
na
chan,
que
ainda
hoje
se
vè,
e,
segundo
os
vestígios,
linha
de
circumlerencia
meia
legua,
e
lhe
ia
do
rio
Deste
a
agua.
Era
quinta
real
de
prazer.
E
como
a
linguagem
antiga
se
parecia
com
a
gallega,
e
o
lago por sua
grandeza
similhava
o
mar,
os
que lá
iam
deverlir-
se
ou
pescar
era
bolezinhos
diziam
uns a
outros:
«Vamos
a
Lo
mar?»
Juntas de
pois
as
duas
dicções
em um
só
nome
fi
cou
Lomar,
onde
se
edificou
mosteiro
be-
nediclino.
(C.
Castello
Branco.
Mosaico).
Preço
do®
eereae®.
—
Na
terça-feira
ultima,
nesta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
oi;
Trigo
.
.
.
.
.................................... 760
Centeio
.........................................................
460
Cevada
..........................................................
520
Milho
alvo
...................................................
70u
Milho
branco
.........................................
540
Milho
amarello
..........................................
530
Painço
..........................................................
800
Feijão
vermelho....................... .
700
»
branco
..........................................
600
>
amarello
...........................................
480
>
rajado
...............................................
480
>
fradinho
.
»..............................
480
Btatas..................................................
520
Azeite
(almude)
.......................................
6$000
Atravei
da
provineia.
—
Já
vae
estando bastante concorrida
a praia
de
Gontinhães,
sendo
certo,
porém,
que
só
em
princípios
de
setembro
alli
concorre
grande
numero
de
famílias do
Alto
Minho.
—
Hoje
festeja-se
em
Guimarães,
no
clássico
Padrão da
Oliveira,
a
Imagem
da
Senhora
das
Oliveiras,
invocação
d
’
el-rei
D.
João
I, para commemorar
a
vicloria
alcançada
em
igual
dia na
celebre
bata
lha
d
’
Aljubarrola,
contra
os
castelhanos
O
pellote
que o
denodado
rei
envergava
n
’
essa
sangrenta
e
memorável
batalha,
of-
ferecido
a
Nossa
Senhora
das
Oliveiras,
estará
exposto
ao
publico
como
na fórma
dos
mais
annos.
—
O
snr. comraendador
José
Bento
Rodrigues
Monteiro,
tendo
sido
admittido
como
socio
na
Associação
Fraternal
dos
Arústas
Viannenses.
fez
logo
á
mesma as
sociação
o
valioso
donativo
de
100^006
reis.
—
Na semana
passada
falleceram
na
cidade
de
Vianna
cinco
pessoas.
—
Dizem
de
Caminha que
fôra
no
do
mingo
festejada
alli
com desusada
pom
pa
a
Virgem
das
Dores. Dentro
e
fóra
do
templo
houve
inequívocas
manifesta
ções do
culto
fervoroso
que
os
caminhen-
ses
tributam
á
Mãe
de
Deus.
No
templo
missa solemne, exposição
do
SS.,
vesperas
e
sermão
de
manhã
e
de
tarde
pelo snr.
padre
José
Maria
de
Barros,
prior
da fre
guezia
de
Monserrate
da
cidade
de Vian
na:
no
de
manhã
pondo
bem
ém
relevo
a
divindade
de
Maria, e o
incomparável
das
suas
enormes
dores:
e
no
de
tarde
fazendo
a
apologia
da
maternidade, e
pro
vando
a
toda
a
evidencia
que
a
Virgem
é
a
mais
poderosa
medianeira
entre
Deus
e
o
Homem.—
Na
rua
uma
procissão
sum
ptuosa,
musica,
fogo
e
brilhante
illumina
ção
—
No
passado
mez de
julho sepulta
ram-se
no
cemiterio
municipal
do
alto
da
Athouguia,
em
Guimarães,
31
cadaveres,
sendo
16
do
sexo
masculino
e
15 do
sexo
feminino.
Despachou.
—
Por
decretos
de
30
de
julho
ultimo
e
7
do
corrente
mez,
effe-
cluaram-se
os
seguintes:
O
presbytero
José
Marques
Madeira
—
apresentado,
precedendo
concurso
por
pro
vas
publicas,
na
egreja
parochial
de
S.
Miguel
de
Paços,
no
concelho
de
Gouveia,
diocese
de
Coimbra.
O
presbytero
Luiz
Augusto
Correia
da
Silva
Cardoso
—
apresentado
na
egreja
pa
rochial
de
Nossa
Senhora da
Assumpção
de
Morlagua,
no
concelho de
Morlagua,
dio
cese
de
Coimbra.
O
presbytero
Manoel
Gomes
Tavares
de
Almeida, parocho collado
na
egreja
de
S.
Miguel
da
Junqueira,
diocese
de
Vi
zeu.
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Marinha
do Tropeço,
no
concelho
de
Arouca,
diocese
de
Lamego
O
presbytero
José
Joaquim
da Cruz
Diniz,
parocho
collado
na
egreja
de Nossa
Senhora
da
Oliveira de
Tramagal,
diocese
de
Castello
Branco
—
apresentado
na
egre
ja
parochial
de
S.
Thiago
de Cezimbra.
concelho
de Cezimbra,
diocese
de
Lisboa.
O
presbytero
Luiz
Alves
Gomes
Frei
re
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
do
Monte Siào
de
Amo
ra, no
concelho
do
Seixal,
diocese
de
Lis
boa.
O
presbytero
José
Lourenço
de
Al
meida
e
Costa,
parocho
collado na egre
ja
de
Nossa
Senhora
da
Varzea,
diocese
de
Vizeu
—
apresentado na
egreja parochial
de
S.
Vicente,
no
concelho
de
Oliveira
de
Frades,
da
mesma
diocese.
Egreja®
a
coweurso.
—
Estão
a
con
curso
as
seguintes:
Adão
(S.
Bartholomeu),
concelho
da
Guarda,
diocese da
Guarda.
Aldeia
do
Bispo
(S.
Bartholomeu),
con
celho
de
Penaraacor,
diocese
da
Guarda.
Almancil (S.
João
Baptista
e
S.
Lou
renço),
concelho
de
Loulé,
diocese
do Al
garve.
Arões
(Santa
Christina),
concelho
de
Fafe,
diocese
de
Braga:
Balança
(S.
João
Evangelista),
conce
lho
de Terras
de
Bouro,
diocese de
Braga.
Balazaima (S. Pedro),
concelho
de
Agueda,
diocese
de
Aveiro.
Bemposta
(Santa
Maria
Magdalena),
con
celho
de
Abrantes,
diocese
de
Castello
Branco.
Covas
do
Rio
(S. Facundo),
concelho
de
S. Pedro
do
Sul,
diocese
de
Vi
zeu.
Faia
(S.
Thiago),
concelho
de
Cabe
ceiras
de
Basto,
diocese
de
Braga.
Fernão
Joannes
(S.
João
Bapista),
con
celho
da
Guarda,
diocese
da Guarda.
Fraguas
(Santo
Antonio),
concelho
de-
Rio
Maior,
diocese
de Lisboa.
Lordello
(S.
Thiago),
concelho
de
Gui
marães, diocese
de
Braga.
Meios
(Nossa
Senhora
da Assumpção),
concelho
da
Guarda, diocese
da
Guarda.
Pega (Nossa Senhora
da
Conceição),
concelho
da
Gtiarda,
diocese
da Guarda.
Pena
(S.
Miguel),
concelho
de
Villa
Real,
diocese
de
Braga.
Porto da
Carne
(S.
Pedro),
concelho
da,
diocese
da
Guarda.
Pouzada
(Sanl
’
Anna),
concelho
da
Guar
da,
diocese
da
Guarda.
Prados
(Nossa
Senhora
da
Assumpção),
concelho
de
Celorico
da
Beira, diocese
da
Guarda.
Bana
(S.
Domingos),
concelho
de
Cas-
caes,
diocese
de
Lisboa.
Rapa (Santo André),
concelho
de Ce
lorico da
Beira,
diocese
da
Guarda.
Revelhe
(Santa Eulalia),
concelho
de
Fafe,
diocese
de
Braga.
Rio
de
Moinhos
(S.
Miguel),
concelho
de Satam,
diocese
de
Vizeu.
Santa
Comba
de
VHIariça
(S. Pedro),
concelho
de
Villa
Flor,
diocese
dellraga.
Sorielha (Nossa
Senhora
das
Neves),
concelho
do
Sabugal,
diocese
da
Guarda.
Valle
de
la Mulla
(Nossa Senhora
da
Assumpção),
concelho
de
Almeida,
diocese
de
Pinhel.
Villar
(Santa
Maria),
concelho
de
Villa
do
Conde,
diocese do
Porto.
Kaufragio.
—
Entrou
no
sabbado
a
barra
de
Lisboa
o vapor
«Lucrecia»,
con
duzindo
a
bordo
o
capitão
do
«Gongora».
tuvio naufragado
ao
sul
do
cabo
Finis-
terra,
em
consequência
de
u<n
abalroa
mento
com
o
«Lucrecia».
O
«Gongora»,
segundo
as
declarações
feitas
pelo
seu
capitão,
Victoriano
Olalde,
sahira de
Santander
no
dia
6
do corren
te,
cora
destino
a
Sevilha.
A
carga
com
punha-se
de
rails
de
f rro,
vidros,
cebo
em barricas,
azeite
e ferragens.
No
dia
8,
pelas
11
horas
da manhã,
e
por
oc
casião
de
um
espesso
nevoeiro,
é
que
occorreu
o
sinistro,
por
abalroamento
cwm
o «Lucrecia»,
como
já
dissemos.
Da tripulação,
qtse
se
compunha
de
vinte
e
tres pessoas,
salvaram
se
apenas
o
capitão
e
oito
marinheiros,
que
foram
recolhidos
a
bordo
do
vapor
«Lucrecia».
Falleceu
lambem
um
passageiro.
Os
dois pilotos
foram
victimas
da
sua
dedicação,
por
quererem
ir á
camara
sal
var os
papeis
do
«Gongora».
•
O
abbade
Yloigtio.
—
O
sabio
abba
de
Moigno
recebeu,
por
occasião
da
pu
blicação
de
sua
obra
monumental
os
Es
plendores
da Fé,
uma
carta
do
Nosso
Santo Padre
Leão
XIII
que
é
para
ella
a
mais
desejada
approvação
e
ao
mesmo
tempo
um
poderoso
incentivo por
prose-
guin
Este
notável
abbade francez
é
um dos
primeiros
homens
nas
sciencias
malhemâ-
licas,
e
possue
uma
penna
de
elegante
es-
criptor.
0
nosso
valente collega da
«Ordem»
pergund^
ao
seu
visinho
«Partido»,
e
á
«Democracia
*
:
não
estão
a
vèr
já
o
dedo
de
Jesuila?
Pois olhem
que se não en
ganam
se
disserem
que com
os
Jesuítas
aprendeu
a
ser
o
que
hoje
é.
No
entanto,
para
estes
e
quejandos
il-
luminados
nada valem
vultos
d
’estes: o
que predomina
em
sua
insensatez
é
o
grito
de:
«Abaixo
os
Jesuítas!»
Porque?
Porque
são
homens
de
scien-
cia,
e
constituem
um
perigo
social: ergo
toda
a
sciencia
é
um
perigo
social;
logo
«Abaixo
a
sciencia!»
Em
que
pecca
o
argumento?
Portuguezes
faiieeido®.
—
De 15
a
21
de
julho,
falleceram
no
Rio
de
Ja
neiro
os
seguintes
súbditos
portugue
zes:
José
Ferreira
Gomes,
10
annos;
Hen
rique
Alves
da
Silva,
37,
casado;
Jactnlho
de
Sousa
Pinto.
41,
c.;
Miguel
Alves
Ve
ras,
22,
solteiro;
João
José Gomes,
36, s.;
Manoel
Garcia de
Alello,
70,
viuvo;
Tho-
maz
Joaquim
dos
Santos,
53; Antonio
Jo
sé
Lopes,
35,
s.;
João
Manoel
Fernandes,
34,
c.; Joaquim
Alves
da
Gosta
Carva
lhal,
52,
c.;
Manoel
Paulino
Francisco
da
Silveiia,
35,
c.;
Martins,
45;
João
da
Cos
ta
Andrade,
18,
s.;
Manoel
Francisco
Ignacio,
45,
v.;
José Antonio
Rodrigues
de
Lemos,
52,
c.;
Migue!
José
Barbosa,
24
c.;
Lanrentino José da
Cunha,
22,
s.;
Antonio
Joaquim
Antunes,
24,
s.j Joã9
Pinto
Nunes,
65.
v.;
Manoel
Gomes.
53,
.
André
Fernandes Correia, 42,
c.;
Eu-
«enia
Emilia
de
Azeredo
Coutinho,
43,
Caetano
José
Mendes,
3
>,
s.;
João
Es-
[jtes
Ferreira.
19,
s.;
Josepha
Guilhermi-
C«rr
e,a
’
62,
c.;
Francisco
de Azeredo
pinheiro,
27,
s.;
Manoel
José
da
Rocha,
38
s ;
Elyseu
de
Oliveira
Damas,
26;
Fran-
{
isco Martins,
54, s.;
Jacintho
José
de
freitas
Guimarães,
40,
s.;
Antonio
José
Gomes
Braga,
46,
c.;
Edultredes
Amélia
Dutra.
6;
Victormo
Anlonio
de
Oliveira,
38
c.;
Veríssimo Antonio
d
’
Oliveira,
38.
.
Anlonio
de
Sousa,
28,
s.; Francisco
Cândido,
46
s
;
Antonio
Gonçalves
Cos
ta,
3L
s
’
Moreira
Campos,
29,
s.;
pèiiciano
José
Pereira
de
Sousa,
36,
s.;
Albino
de
Jesus
Vianna, 40,
c.;
Antonio
Rachado
Candeia,
45,
c.;
Maria
Augusta
da
Sdva,
38,
v.
Gtrnnile
incêndio.
—
A
’cerca
do
gran
ja
incêndio
que
houve
no Poço
do
Bis
po
a
que
se
refere
tim
lelegramma que
,
ae
n
’outro logar
d
’esla
folha,
diz
um
cor-
reS
pondenie
de
Lisboa:
A’
cerca
do incêndio,
no
armazem
de
vinhos e
saboaria
a
vapor
do
Telhai,
no
Poço
do
Bispo,
ha
mais os
seguintes
pro
menores:
fia
saboaria
a vapor
do
snr.
Agosli-
n
|io Ferreira
da
Silva era
costume
ao
do
mingo
o
trabalho
até
ao
meio
dia, e as-
5im
succeiieu
.no
ultimo.
Os
operários
apagavam
as
fornalhas
e
iam
todos pas
sear.
No
domingo,
pelas
8
horas
e meia da
noite,
appareceu
incêndio
no madeiramen
to,
e
quando
foi
vislo
já estava
muito
adiantado,
e seria
difficil
ahi
dominal-o,
devido
á
escassez
de
soccorros e
á
difii-
tuldaJe
que
ha
em
extinguir o fogo
n’
ti-
mas
tercenas
que
tem
o
comprimento
de
cem
metros,
e
em
que
o
serviço de
ex-
tincção
tem
de
ser
feito
pelas clarabóias
dos
armazéns
dos
visinhos,
sem
que
para
isso
haja
sempre
escadas
collocadas
ao
telhado.
0
incêndio
tomou proporções
aterra
doras,
devorando
todo
o
madeiramento,
tjtie
era assente
sobre
dez
asnas,
e
em
seguida
passou
ao
sotão,
que
egualmente
devorou.
Ao
tempo
chegavam
as
bombas
dos
snrs.
Bonneville,
Bravo
e
João
de Brito,
que
se prestaram
a
trabalhar,
conseguin
do
o
pessoal
e
material
do
snr.
Bonne
ville,
com
muito
risco
e
bravura
salvar
da
fabrica
de
sabão
o
escriplorio,
oílicinas
de
córte
e
de sabonetes, e
tres tanques
de
azeite,
únicas
coisas
que
se
salvaram
d’
aquelle estabelecimento
fabril.
Esta
fabrica,
que
era
a
primeira
a
va-
Jior
d
’
este
paiz
fornecia
diariamente
para
lisboa
setenta
caixas
de
sabão.
Já
este
mez
tinha
vendi
lo oito
mil
caixas
e
o
mez
passado
vendera
treze
mil
e
seis
cenlas.
0
sinistro
não
se
limitou
só
a
fazer
desapparecer
tão
importante
estabeleci
mento,
apoderou-se
também
do
grande
armazem
de
vinhos
e
aguas
ardentes,
que
lhe
ficava
contigno,
pertencente
ao
snr.
Francisco
de
Paula
Raposo
da
Silva
Alie,
que
o
devorou
complelamenle
em
madei
ramentos,
sotão
e
tudo
quanto
continha
na
superfície
de
cento
e
cincoenta melros
quadros.
Toneis,
machinas,
vinhos
abafa
dos,
azeite para
embarque,
aguas-arden-
tes
tudo
consumiu,
indo
o
liquido
parar
d
praia
e
com
tão
grande
violência
que
ta
fôsso
na
areia.
D'este
estabelecimento
®á
se
salvaram quatro pipas
de
vinho,
duas
de
agua-ardente
e a machina
de
dis-
lillação.
Este armazem
era importantíssimo
em
cascos
e
por
bem
que
estavam
montados
sobre
os
frexaes
com
cachorros
de
can
taria.
Do
edifício
só
se
salvou
a casa
de
ha
bitação.
0
local do
sinistro
foi
muito
frequen
tado
por
auctoridades
e povo:
os
prejui-
«os
corno
dissemos
orçam em
100
contos.
,
Conta
eallndn.
— Segundo
refere
o
•Unimbricense»,
a
companhia
dos
cami
nhos
de
ferro
do
norte
e.
leste
é
deve-
nn^a
á
alfanlega
da
quantia
de
reis
29
*
:6
o
8$225,
importância
de
direitos
por
'"ercadorias
importa
ias
do
estrangeiro,
des-
da
1838
até
1876
;
Consta
que
o
governo
vae
obrigar aquel-
?
c
oinpmhia
a
embolsar
a fazenda
da
quan-
lla
que
não
pagira,
apesar
dos
preceitos
Opressos
da
lei,
e
das
murmurações
da
npinião
publica.
Seern»
originalissi
—
Os
jornaes
’
n
glezes contam
una
scena
originalíssima
'l'le
teve
logar
em
Londres,
n
‘
um tribu-
por
occasião
do
julgamento
d
’
um
pro-
esso
promovido
contra
os
proprietários
e
Alexandre-Palace.
A
queixosa,
miss Thurman, fora
vi-
ctima
d
’
um
accidente
durante
um
pas
seio
de
carruagem
nos jardins
do
palacio.
A
’
vista
d’tim
elephanle
os
cavallos
es
pantaram-se,
e
cuspiram
fóra
do
trem
a
respeitável
miss,
que quebrou
uma
cla
vícula.
Miss
Thurman pediu
que
fosse
citado
o elephanle para
comparecer
con-
junctamente
no
tribunal com
as
testemu
nhas.
O
enorme
pachiderme
foi
introduzido
no
tribunal,
mas
em
logar
de
depor,
di
vertiu
se
em
amachucar
com
a tromba
os
chapéus
que
encontrou
ao
seu
alcance.
A
parte
adversa protestou,
protesta
ram
perdas
e
damnos
os
prejudicados,
e
por
fim
o
processo
terminou
por
uma
transacção.
Mello
enxoval.
—
Uma irmã
do ce
lebre
proprietário
do
«New
York Heraldi,
o
snr.
James
Gordon
Bennett,
acaba
de
dar
á
luz
um
filho.
Sabe
o
leitor
qual
foi
o
presente que
o
snr.
Bennett
depoz
no
berço
de
seu
so
brinho?
Cem
notas
de mil
dollards,
obra
de
90
contos de
reis!
Experieneins
de balSee.—
O
exer
cito
francez
continiía
fazendo
experiencias
com
balões. No
dia
16
fizeram
ascensões
livres
em
Meudon,
em
dois
globos
aeros-
talicos
chamados
o
Senlinella
e
o
Explo
rador,
vários capitães e
tenentes,
que
des
ceram
sem
novidade
alguma.
1'ma
baleia.
—
Ha
dias
arrojou
o
mar
á
costa
íranceza,
proximo
de
Saulac-les-
bains,
uma
enorme
baleia
morta,
que
me
de,
aproximadamente,
30
melros
de
com
primento.
Posto
em
leilão
o
cetáceo,
foi
adjudi
cado por
60
francos
á
municipalidade
d’
a-
quelle
porto,
a
qual determinou
a
collo-
caçào
do
esqueleto
n
’um
edifício
annexo
á
escola
publica,
corno
objecto curioso que
se
mostra
aos
banhistas.
Um
rio em ehammaa.—
Foi
um
especlaculo
surprehendente
o
que
o
povo
de
New-York
presenciou
ha
pouco
tempo
—
o
rio
de
Este
incendiado.
Por
paradoxal
que
pareça,
não
deixa
por
isso
de
ser
menos
verdadeiro
o
fa
cto.
Uma
grande
porção
de
petroleo
crú,
que
sae
das
minas,
vem pelo
rio
Hudson,
ou pelo
caminho
de
ferro
marginal
até
New-York
Como
se
sabe, esta
prodigiosa
cidade
assenta
sobre
uma
ilha
collocada
entre
o
rio
Hudson
e
o
rio
de
Este.
O
petroleo
que
desembarca
do
Hudson
é
conduzido
por
um
tubo
de grande
dia-
melro,
que
depois
de
atravessar
subter
raneamente
as ruas
de New-York,
chega
á
margem
direita
do
rio
e
vae
cair
na
ouira
margem
em
Brooklin,
terminando
na
fabrica
de
Honter,
onde
é
refinado
para
depois
ser
entregue
ao
commercio.
O
petroleo
é
obrigado
a
percorrer
este
longo
canal
por
meio
de
uma bomba
de
pressão—Blake.
O
tubo
rompeu-se
a
meio
do
percurso
do
rio
de
Este.
Viu-se apparecer
á
tona
d
’
agua
uma
mancha
gorda,
que
se foi
alargando.
Suppoz-se
immediatamenle
que
seria
petroleo.
O
garoto,
que
é
sempre
o
mesmo
em
toda
a
parte, para
verificar
a
hypothese,
atirou
immediatamenle
com
phosphoros
accesos
á
agua.
O
incêndio communicou
se
rapidamente
de
uma
á
outra
margem
e
prolongou-se
pela
corrente.
E
’
claro
que,
emquanto
o
canal
se
não
esgotou,
foi impossível
apagar
o
incêndio
que
durou
umas
quatro
horas.
Houve
ainda prejuízo
nas
docas.
E
’
curioso
que
n
’
esse
dia
não
havia
navios
dentro
da
área
do incêndio,
em
geral
muito
frequentada.
As
bombas
de incêndio
limitavam-se
a
impedir que
o
fogo
se
communicasse
á
cidade.
An
mima da
America
do
Mor-
*e.—A
producção
de
melaes
preciosos
das
minas
de
Far-West
(Estados-Uuidos)
foi
em
1878
de 73 milhões
de
dollars,
metade
em
ouro,
metade
em
prata.
Este
total
é
inferior
em
10
milhões
ao
anno
de
1877
e
parece
que
a
producção
ten
ie
a
diminuir
progressivamente.
As
fecundas
minas da
America
do
Nor
te,
das
quaes
algumas
como
as
da Cali
fórnia,
surprenderam
o
mundo
com
sua
producção
e
são
exploradas
sem
descanso
ha
mais
de 30
annos,
poderão
ser
esgo
tadas
de
um
dia
para
o
outro, sem
que
isso
cause
admiração.
Assim
a
Califórnia,
que
ainda ha
pouco
rendia 80
milhões
de dollars,
já
produziu
mais de 19
milhões.
O
Estado
de
Nevada,
onde
a
prata
occupa
o
primeiro lugar,
produziu
32
milhões
de
dollars
e já
deu
resultados
muito
mais
vantajosos
em
annos
anterio
res.
E
’
n’
esle
Estado
que
existe
o
celebre
filão
de
Comslock,
descoberto casualmente
em
1839
e
sobre
o
qual
se
acham
tam
bém
as minas
de
Ophir,
de
Virgínia
e
da Califórnia,
onde
em
1874
se
acharam
massas
de
mineral
tão
grandes, que
fize
ram
millionarios
a
uns
poucos
de accio-
nistas, outr’
ora
uns
pobres
diabos
e
hoje
rivaes de
Rolhschild.
Em
Ulah,
ou
paiz
dos
mormons,
en
contram-se
excellentes
minas
e
crê
se que
n
’
esle
Estados
haverá
mais
ouro
do
que
na
Califórnia.
Tanto
estas
regiões
como
as
do
Co
lorado,
a
Montanha
e Idaho,
concorrem
á
producção
dos melaes
preciosos
em
uma abundancia sem exemplo na histo
ria.
A
America
do Norte, dizia
Lincoln
em
1865,
chegou
a
ser
o
thesouro
do
mundo.
A
’
eavidade
publica.
—
Muito
re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S. yiguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
0
andar,
que
se
acha na
maior neces
sidade
e
doente, vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o
soccorrem
com
alguma
esmola.
A’
earidade
publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas caridosas
Anna
Joaquina.
de
8
annos
de
idade,
que está
entrevada
ia
8
mezes. Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.°
14.
A'
enridnde
publiea.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do
peito ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada para
ga
nhar
a
vida
Vive
em
extrema pobreza.
Habita
no
sotão
da casa n.° 4,
na
rua de
S.
Miguel-o-Anjo.
UKiTI.VKAS
VOT1CIAS
Lisboa II
—
Hontem
á noite
rebentou
violento
incêndio
na
fabrica
de
sabão
do
snr.
Agostinho
da
Silva,
proximo
ao
Poço
do
Bispo.
Arderam
támbem
os
armazéns que
es
tavam
pegados,
os
quaes
continham vi
nhos
e
aguardente,
e
pertenciam ao snr.
Raposo.
A
fabrica
de
sabão
estava
segura
em
80
contos.
Esteve ameaçado
o
deposito
do
mate
rial
de
guerra
que
fica
proximo.
Não.
houve
desastres
pessoaes.
Despachos
pelo
ministério
da
fa
zenda:
Foram
transferidos
mutuamente
os
es-
criptnrarios
dos escrivães
de
fazenda
de
Mi-
randella
e
Moncorvo.
Foram mandadas
sustar
as
transferen
cias
dos escrivães da Barquinha
e
Sar-
doai.
Foram transferidos
interina
e
mulua-
mente
os
escrivães
de
Macieira
de
Cambra
e
Sever
de Vouga.
Na
Bolsa venderam-se: 5 obrigações
da Companhia
das
Agoas
a
83$90(4;
5
di
tas
prediaes
a
920400;
4
ditas dos
cami
nhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a 890700;
o
ditas
de
coupon
a
893000;
8
contos
em inseripções
a 50
60;
11
ditos
a
50,56; 14 ditos
para
30
do corrente
a
50,71.
Idem 12—Consta
que será
exonerado
o
coronel
de
infanteria
3,
sendo
nomea
do
para
este
cominando
o
coronel
Ma
cedo.
Falleceu
o
contra-almirante Mattos
Cor
rêa.
Na
Bolsa
venderam-se: acções
do
Ban
co
Ultramarino
a 500000;
49
obrigações
da Companhia das
Agoas
a
830900; 10
ditas
prediaes a
923400; 4
ditas
do
em
préstimo
da
camara
de Lisboa
a
880000;
20
ditas
do
emprestimo
para
a
compra
de navios
de
guerra
de
coupons
a
890500;
16
ditas
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a 893000;
14 contos
em
ins-
cripções
a 50,70;
10
ditos
para
31
do
corrente
a
50,80; 6000
escudos
de
fun
dos
hespanhoes
a
14,55.
A
alfandega
rendeu
a
quantia
de
reis
13:4390698.
Vienua
9
—Rebentou
um
grande incên
dio
em
Seravejo, capital
da
Bosnia.
Fo
ram
destruídos
1000
edifícios,
entre
elles
varias
egrejas.
mesquitas, basares
e
arma
zéns.
Morreram 3
soldados.
Estão
sem
abrigo
20:000
habitantes.
Londres
9—
O
deputado
Goldsmidlh
in-
terpellara
segunda-feira
o governo
relati-
vamenle
á
intervenção
da
Inglaterra
nc
Egyplo.
Começou
a
evacuação
ingleza
do
Afgba-
nistan.
Noticias
da
Rússia
dizem
que
foi
reforçada
a
guarnição de
Nijni-Novogo-
rod.
Um
telegramma
de
Memphis
annuncia
que houve hontem oito obilos de
febre
amarella
e
22 casos
novos.
Vienna
10—
Recomeçou
o
incêndio
era
Seravejo.
Madrid
11
—
Foi
roubada
do
thesouro
do
imperador
de
Marrocos
grande quan
tidade
de moedas,
joias
e
objeclos
d
’
ar-
te
d
’
um
valor
considerável.
Ignora-se
quem
seriam os
roubadores.
Roma
10—
Foram
chamados
ao
Vati
cano
os
núncios
de
Lisboa,
Paris e
Ma
drid.
O
actual delegado
apostolico
no
Perií
substituirá
o
núncio Vannulelli,
em
Bru-
xellas.
Londres
12
—
Assegura-se
que
a Ingla
terra está
resolvida
a
exigir
energicamen
te
á
Porta
a
execução
das
reformas.
Corre
o
boato que
lord
DuíTerin,
em
baixador
inglez
em
S.
Petersburgo,
res
tituirá
ao
snr.
Layard
a
embaixada.
ANNUNCIOS
Vinhos
puros
do Douro,
colhidos
em
casa
do
proprietário,
e
enviados
sob
a
vi
gilância
do
mesmo
para
esta
cidade.
Garante-se a
sua
pureza,
e
agradeci
do
se
acceita
qualquer
analyse
que
pre
tenda
fazer-se-lhes.
Vende-se
no
campo
de S.
Thiago
n.®
8
ou
na
rua
do Farto (traz
da Sé)
n.®
9
a
20400
reis
o
almude
ou
dezeseis li
tros
e
oito
decilitros.
(2543)
Antonio Garcia,
faz
publico
que
desde
o
dia
20
de
agosto
fica
suspendida
a
sua
carreira
que
tem
entre
Braga
e
Villa
Verde.
Villa
Verde
12
de agosto
de
4879.
Anlonio
Garcia.
Verifico
—
O
vereador
fiscal
(2546)
.4.
JL
Antunes
Reis.
ALUCáA-SE
Uma boa
morada
de casas
com
dois
andares,
sita
na
rua do Anjo,
n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e
tra
tar
do
aluguel
o
snr.
Oliveira, aferidor,
morador
na
mesma
roa
n.°
22.
(2547)
AHHIHATIÇÍ».
Pelo
juizo
<!e
direito
da
comarca
de
fraga,
e
carlorio
do
escrivão
do
2.®
ofli
cio
João
Marcos
(FAraujo
Ribeiro,
no
dia
24
do
corrente
mez d’
Agosto,
pelas
10
loras
da
manhã,
á
porta
do
tribunal
ju
dicial,
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d’
esta
mesma
cidade,
onde se costumara
iazer
as
arrematações,
se
tem
de
proceder
em
hasta
publica
á
arrematação
d
’umas
moradas
de
casas,
com
quintal
e
poço,
com
os
n.
os
f>7
e
48,
sitas
na
rua
de
S.
Domingos, freguezia
de
S.
Vietor,
d'esta
mesma
cidade,
de
natureza
de
iraso
á
casa
do
fidalgo
do
Tanque,
d
’esta
mesma,
com
o
fôro annual
de
10800
reis,
em
dinheiro,
com
o laudemio
da
quaren
tena;
confronta
do
nascente
com
a
rua
publica, poente
com
a quinta
do fidalgo
do
Tanque,
norte
com prédio
dos
her
deiros
de
José
da
Cunha, sul
com
prédio
de Domingos
José Fernandes;
e
foram
penhoradas
ao
executado
Anlonio
José
Ferreira Buzêna, solteiro,
de
maior
eda-
de,
da mesma
rua
de
S.
Domingos,
fre
guezia
de S.
Vietor,
d
’
esta
cidade,
nos
autos
de
requerimento
de
execução que
Domingos
José
Fernandes,
viuvo
que
ficou
de
Francisca
Thereza
Buzêna.
da mesma
freguezia,
lhe
prom>ve
por
este
juizo
e
carlorio
do
prediclo
escrivão;
cujas
pro
priedades
voltam
á
praça
segunda
vez por
não
haver
na
primeira
lançador,
por
meta
de do seu
valor
que
é
a
quantia
de,
4890000
reis.
Todas
as
pessoas
que
nas
ditas
casas
queiram
lançar,
poderão
comparecer
no
dito
dia, hora
e
local designado.
Braga,
11
d’
agosto
de
1879.
O
escrivão
João
Marcos
d
’
Araújo
Ribeiro.
Verifiquei
a
exactidão
A.
Carneiro
de
Sampaio.
(2548)
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
d
’
esta
cidade,
faz
publico,
que
se
acha
vago
um
logar
de
capellão
do
Hos
pital
de
S.
Marcos.
Os
revd.08
sacerdo
tes que
pretenderem
occupar
o
dito
lo
gar,
dirigirão
seus
requerimentos
á
dita
Meza
até
o
dia
31
do
corrente,
e
colhe
rão
quaesquer
esclarecimentos
que
preci
sem
na
secretaria
do
mesmo
Hospital.
Braga,
11
d
’
agosto
de
1879.
0
Escrivão
da
Meza
Lourenço
da
Coda
Gonçalves
Pereira
Remardes.
(2549)
OFFERECE-SE
para
qualquer
serviço,
nm
homem
que necessita
de
ser
arruma
do, e que
dá
abonamento
n
’esta cidade.
Já
foi
soffrivelmenle
remediado, mas
pre-
sentemenle
necessita
ganhar
pelo
trabalho
os
meios de
subsistência
para
si e
para
uma filha.
Quem
d’
elle
precisar,
mesmo
que
seja
por
caridade,
póde
dirijir-se
á
rua
dos
Sapateiros,
n.°
6.
Pelo
juizo de
direito
da comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
de
l.°
ofli-
cio—
Freitas
—
se
faz
publico
que
no
dia
24
do
corrente
mez
de
agosto
por dez
horas
da
manhã,
á
porta
do
Tribunal Ju
dicial
situado
no
largo
de
Santo
Agosti
nho,
d
’
esla
mesma,
se
tem
de
proceder
á
arrematação
d
’
uma morada
de
casas
de
dois
andares
com
seu
quintal
e
poço
mieiro,
situadas
na
rua
da Ponte, desi
gnadas
pelo
numero
de
policia 31
e
31
A,
avaliada livre
de
todos
os
encargos
na
quantia de 1:7440920
reis
penhorada
aos
executados
Carlos
Augusto
José
Cor
reia
da
Cunha
e
mulher,
moradores
na
rua
da
Ponte
nos
autos
de execução
que
contra
os
mesmos
promove
a
Gerencia
do
Banco
do
Minho,
com
séde
n
’
esta
ci
dade.
Braga
2
de
agosto
de
mil
oito centos
setenta
e
nove.
0
escrivão
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei.
(2541)
A.
Carneiro
Sampaio.
REmillAÇÃO
DE
ANNVNC1O
Manoel
Joaquim
Dias
Paredes,
doma
res,
e
José
Anlonio
de Sousa Leite Car
neiro,
de
Braga,
fazem
publico,
que
no
dia
18
do
cmrente,
estabelecem
uma
car
reira
diaria
d
’
Amares
e
Monsul á
Povoa
de
Varzim,
por esta
cidade
e
vice-versa,
saindo
d
’
Amares
e
Monsul
para
Braga
ás
5
horas
da
manhã,
chegando
a
Braga
ás
7
*
/
2
e
tem
meia
hora
de
demo:
a,
e
sae
de
Braga
ás
8
e
chega
a
Barcellos
ás
11
’
/
2
e
tem
uma
hora
de
demora
e
sae
de
Barcellos
para
a
Povoa
á
meia
hora
da
tarde
sobre
o
meio
dia
e
chega
ás
3
i
li
e
sae
da
Povoa
ás 5
horas da
manhã
chega
a
Barcellos
ás
8
e
tem
1
hora
de
demora
e
sae
de
Barcellos
ás
9
e
chega
a
Braga
ás
12,
e sae de Braga
para
Amares,
e
Monsul
ás
3
da
tarde.
Preçoav
De
Amares
e
Monsul
á
Povoa
dentro
SOO
reis
e
fóia 700
reis.
De
Braga
á
Povoa
vice-versa
dentro
€00
reis
e
fóra
500
reis.
Tiram-se
os
bilhetes
em
Amares na
casa
do
annuncianle,
em
Braga
em casa
do
snr.
Francisco
Freitas
de
Carvalho a
S.
Vicente
e na
Povoa
em
casa
do
snr.
Joaquim
Gonçalves
Martinho,
no
largo
dos
Banhos.
Braga
9
de
Agosto
de
1879.
Verifico
—
O vereador
fiscal.
i
{2539}
4- J-
Antunes
Reis.
Idopiilo
em
todos
os
Hospitaes. FZRSã Dl
ALYSADO BRAVAIS;
Banam
-»
W
>
por
»1«<
os
«>
Contra
a
MJEISIA, CHLOR3S-, DEB!’.I3.«DE, FRAQUEZA. PERDAS BRAXAtó- etc.
O
Ferro
Bravais (ferro liquido
em goltas concent anis) é o >mi •• ■
exemplo
<!e qualquer
acido: não tem cheiro nem sabo.. não pro.br
prisão do
ventre, diarrhea,
irritação nem cança o estomago; alem d tslo
e
o único que não fiz
os aenles pretos.
E’ o inais economíco
fle
toíos os ferruginosos, pois que um Irasco dura um mez. ||
Deposito
geral,
em. Paris, 13, rue Lafayette (Perto da Opera:,
e em todas as Pharmacias.
'
Deseo
.fiar-se das
imitações perigosas c
exijir a marca de fabrica
que vae jiiucla.
tfnvia-se
grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada, ura
interessante fol.rato sobre
a
Anemia
e
o
seu tratamento.^»
Deposito
no Porto,
Ferreira &
Lmão,
e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
Quem
perdesse
um
objecto
de
ouro
pertencente
a
corrente
de
relogio
falle
em
casa
do
ourives
Mello;
dando
os
signaes
certos
será
entregue
pagando
o
annuncio.
(2543)
ISiCEfflASMTiffliS
BISAR.
A
commissão
promotora
do basar
em
beneficio
das
obras
da
egreja
de
Santa
Maria Maior
da
Covilhã, annuncia
que
re
solveu
abril-o
nos dias 21 e
28
de
se
tembro,
e
5
d’
ou
*
ubro
proximo
futuro
continuando
a
receber
quaesquer
prendas
ou
donativos
para
o
mesmo
até
ao
dia
15
de setembro.
Covilhã
8
d
’
agosto
de
1879.
INCISA.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos e
lindas
vistas
—
situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado
o
snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres, negociante,
morador
na
mesma
rua
—e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
LEILÃO ME MOVEIS
Pela
retirada
d
’
uma
familia
No
domingo
17 do
corrente,
pelas
10
horas
da
manhã.
A.
S. V1CTOR N.°
41.
Consta
de
mobilia
de
pau
mogno,
dita
de
nogueira,
um
bom
piano de 7
oita
vas,
secretária,
commodas,
camas,
meza
de
jantar,
guarda-louça, toilette,
guarda-
vestidos,
caixas
de cabeceira, lavatórios,
louças e
finalmenle
muitos
outros
objectos
que
estarão
patentes.
(2544)
AUGiSi:
A
.
Uma
morada
de
casas
sita
no
campo
Novo,
designadas
por
o
n.°
10,
do
lado
de
cima,
por
cima
da fonte,
por
preço
muito
rasoavei.
A
tratar
na mesma.
(2536)
■L'>5 « 9 rJT.K A.S
MACHINAS PARA
COSEU
DA
Companhia
fabril
SINGER
1
7
—
rua
«le
S.
Vicente—17
BRAGA
ENGER
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
machinas
de
costura!!!
mais
sotio®
que
em
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende
as suas magnificas
e
sempre
acreditadas machinas,
ao
aic-nce
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
5®o
reis
aemanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
prompto
paga
mento.
Para famílias, alfaiates,
costureiras,
cliapelleiros
e
sapateiros
4
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico
que te
nha
todo o cuidado para
não
ser enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas,
por infelicidade d’ellas, o
tem sido.
As
machinas
legitimas
SINGER
só
se
encontram
á
venda na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
17,
RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a ca
pitães
dos
districtos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador
Peçam
cathalogos illustrados
com
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.
Empreza
editora
de Francisco Arthur da
Silva
—Lisboa.
BRINDE
V
TODOS
OS ASS1GNANTES
\
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cecar
Cantu
Desde
a creação
do
mundo
até
1862
—con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza
de
1867 e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e annotada
por
IVSitnoe!
Bernardes Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e latina,
etc.
2.
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
*
13
volumes
in-4.°
grande,
O
editor
proprietário
d
’esta
publicação,
grato aos
favores
do publico,
e
compre-
hen
tendo
a
necessidade
de
publicar
um
13."
volume
para
que
esta
2.a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
Us
que
o auxiliaram
n
’esla
empreza
e
áquel-
les
que
de hoje em
diante
o continuarem
a
coadjuvar,
como
brinde
o
decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
renijg
•
vo
de
toda
, a
Historia
Universal,
servjnd
para a
procura
dos
factos
que
n
’
el|
a
v
4
exarados,
e
o
segundo
alphabetico,
Co
n4
^
tendo
os
nomes de
todos
os
homens
no
'
laveis
que figuram
na
historia,
e
o
s
los
geraes
de
todas
as
matérias, serviu"
do
de auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
deseovol
vida dos
acontecimentos
históricos
occo/
ridos
desde
1851
até
1879,
escripios
e®
hespanhol
por
D.
Nemesio Fernandes
Cues.
ta,
e
accrescenlados na
parte
que
diz
res
peito a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber"
liardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
trezè
volumes
in-4.°
grande
e custará:
Brochada
....
200600 reis
fort
e&
Encadernada
. . .
27,0000
»
,
Para
facilitar
a
aequisição
d’esia tj0
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das que a não possam
comprar
de
uma
só
vez, o
editor
deliberou
conservar
a|)er.
la
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil
Cada
folha
de 16 paginas
a
duas coluna
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen-
te
executada. 40
rs.
Condições da
assignatura
:
—
a
assigna-
tura
póde fazer-se por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma gravura
e
por volumes
brochados.
—Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura, 140 rs.
—Cada
fascículo
de
80
paginas
e
I
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
l.°
vol. br. orn.
de
9
grav.
10870
2.°
>
>
»
6
10665
3.»
»
»
»
7
10605
4.°
>
D
>
»
5
10525
5?
»
D
n
»
6
10615
6.°
>
D
»
6
10690
7.°
>
1»
> 6
1>
10610
8
o
D
D
»
»
6
))
10615
9.°
u
D
»
6
10565
10.°
»
>A
s 6
>
10615
1L°
s 6
10610
12.°
D
»
>
»
6
>
10815
13
•°
K
ULTIMO,
ornado de
6
gravu-
ras, brinde
a
todos
os
assignanles,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
I a 7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e brochado
a
todos
os
assignanles que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume
Os
assignanles
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
0
assignante
receberá
uma
entrega
de duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E ILHAS:—A
assignatu
ra
póde fazer-se
por fascículos
e
p<>r vo
lumes.
O
assignante receberá
o
primeiro
fascículo
ou volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
vallesdo
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o primeiro,
e
assim
successivameote..
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REALISAVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio do
editor-
rua
dos Douradores,
72,
LISBOA
;
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu-
genio
Chardron,
e
nas principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Arthur
«la
Silva—edit<”“
72,
rua
dos
Douradores,
72—
LISBOA.
DECLAR
«ÇÃO
O
abaixo
assignado
declara
para
os
effeitos
que
d
’ora
em
diante
se
nao
assignará
mais
Domingos
Antonio d’
Arau-
jo,
mas
sim
Domingos
Antonio
d
’
Araujo
Simões
Antunes
Macuas.
Villa
Verde
10
d
’
agosto
de
1879.
Domingos
Antonio
d
’
Araújo
Simões
A»t^
nes
Macuas.
RESPONSÁVEL—
Luiz Baptisla
(la Silva»
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITAKA—
1^-
Parte de Comércio do Minho (O)
