comerciominho_05081879_968.xml
- conteúdo
-
SPOBJM
uí
W.
RIÍINffíJSOSA., POIuITICA
E5 JWOTTM^XBSSSzW .
REDACTORES—D. Miguel
Sotto-Mayor
e
Dr. Custodio Velloso.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
PREÇO
DA ASSIGNATURA
7.° ANNO
Braga,
12 mezes.................................. 1&600
»
6
»............................. 850
Correspondências
partic. cada linha
40
Annuncios
cada
linha....................... 20
Repetição........................................ 10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS. QUINTAS
E SABBADOS.
Províncias,
12
mezes.......................
»
6
»
............................ 1&050
» sendo
duas assignaturas
3§600
Brazil, 12 mezes, moeda forte. . 3$600
Folha
avulso.................................... 10
N.°
968
TERÇA-FEIRA
S DE AGOSTO DE
1870
i
mafonuria
e
o
ensino.
A
maçonaria,
nascida
do
erro,
é
uma
arvore
cujos
fructos
dão
a
morle.
E
’
ella
que tem gerado
o carbonaris-
mo,
a
internacional,
o
socialismo,
o
ni-
hilismo,
os
solidários,
e
outras
muitas
seitas,
cujos resultados
são
bem
conhe
cidos
de
todos.
Arvore
maldita,
os
seus
fructos
são
a
destruição
dos
indivíduos,
das
famílias
e
das
sociedades.
Os
jornaes
catholicos
da
Bélgica, pu
blicaram
ha
tempo
uns
documentos
que
provavam
até
á
evidencia
que
os
minis
tros
franc-maçons
do
rei
Leopoldo
II
es
tavam
pondo
em
pratica
o
programma
das
lojas
maçónicas
contra
o
ensino
re
ligioso.
Não
tem
que
ver,
a
maçonaria
é
a
mesma
em
toda
a
parte!
O
que
na
Bélgica
fazem
ou
executam
os
maçons,
põem
em
pratica
exactamente
os
da
França;
o
fim
é
o
mesmo.
—
excluir
Deus
e
toda
a religião
do
ensino,
afim
de
se
constituir
uma
sociedade
sem
Deus
e
sem
religião.
Os
primeiros exforços
foram
dirigidos
ao
ensino,
porque
o
christianismo
é
a
unica
re
ligião verdadeira,
e
arrazada esta inexpu
gnável
cidadella,
o
resto
seria
incapaz
de
resistir.
Quem
duvidará, que a guerra movida,
em
França,
contra
o
ensino
religioso
tem
a
sua
origem
na
maçonaria?
Em
poucas palavras
vamos
demonslral-o,
com
citações
encontradas nas
publicações
da
maçonaria
franceza.
nos
últimos
an
nos.
(1)
Leiamos
o Monde
maçonique,
e
a
Morale
independente,
duas
revistas
fun
dadas
pelos
II.
*
.
Louis
Ulbach,
J.
Favre
e
Caubel.
«Em
1870,
discutia-se
na
Loja
—
les
<Amis
de 1
’
Ordre
—
Qual
a
educação
que
«o
maçon
devia
dar
a
seus
filhos?
As
lo
<jas
discutiram
e
o
1.'.
Carpentier
resu-
«mindo, como
elle
mesmo
declarou
as
«opiniões
de lodos
os
oradores,
disse:
«Todos
os Irmãos, teem
elucidado a
ques-
«tão
presente,
e
todos
são
concordes
em
«que a
educação
que
os maçons devem
•
dar
a
seus
filhos
deve
ser
independen
e
«DO
ENSINO RELIGIOSO.
«Nada pois
de
ensino
religioso!
Não
«queremos
para
nossos
filhos
essa
instruc-
«ção
bastarda, falsa
e
baseada
sobre
do-
«gmas
que
a
aviltam
a
intelligencia
hu-
«mana;
rejeitemos
essa
instrucçào que
sus-
«tenla
o espirito
com
crenças
ridiculas
«e
perigozas,
superstições humilhantes,
«que nos
dá
como
modelos
de
virtude
«um
Deus
ordenando a um
pae
que
lhe
«sacrifique
seu
filho,
um
homem
que
fez
«parar
o
sol,
um
outro
que
esteve
trez
«dias
no
ventre
d
’uma
baleia,
e como
re-
«inate,
apresenta-nos,
uma
mulher
que
«foi
entregar-se
a
um
general
inimigo,
«com
o
fim
de
o
assasinar,
no
meio de
«faustosos
deboches,
com
o
unico
fim
de
«libertar
a
palria.
Não
mais
d
’essa in-
«strucção,
que
começa
pela
historia
san-
«cta,
e
acaba
no
milagre
de
La
Sallette!
«Em
vez
d
’estas
venalidades
devemos
en-
«sinar-lhes
o
estudo
da
natureza,
suas
«leis,
e
suas
propriedades,
para
mais
tar-
«de
nossos
filhos
poderem
tirar
d’
ahi
o
«seu
bem estar
e
a
satisfação
de todas
as
«suas
necessidades
materiaes».
Eis
revelado
o
materialismo
mais re-
(I)
Annaes
catholicos
de
17
de
maio
de
1879.
vollante, a
satisfação
de
todas as
neces
sidades
e
o viver
sem
Deus!
No
jornal
le
Monde
maçonique
e
na
brochura —
Calhecismo
de
moral
universal
dividida
em
trez
partes,
inaugurou
o
!.•.
Caubet,
a
propaganda
maldita
d
’
onde
hoje
saem
os
projeclos
de
lei
contra
o
ensino
religioso.
Foi
por
intervenção
do
conselho
mu
nicipal
de
Paris,
que
a
maçonaria
procu
rou
pôr
em
pratica
o
seu
nefando
pro
gramma.
Em
1872 o
I.
-.
Trébois
escre
veu
ao
1.’.
Caubet
pedindo
para se
esta
belecerem
escolas
leigas
em
Paris.
Foi
a
Loja
L
’Avenir
que
fundou
a
escola
da
rua
Jean
Santier, onde perlo
de
40
me
ninas recebem
uma
educação
puramente
pedantesca, impia
e
perniciosa.
Mais
tarde
o
!.•.
Trébois,
pediu:
que
a
questão
da instrucção
gratuita obriga
tória,
fosse
a
ordem
do dia
de
todos
os
aieliers
e
officinas,
e
que
uma
manifesta
ção solemne fizesse
conhecer,
sobre
este
objecto,
a
opinião do
Grande-Onente.
Alguns
mezes
depois
inaugurou-se
uma
escola
livre.
Os
maçons
assistiram
em
grande
numero
a
esta
solemnidade,
os
1L
*
.
Sauvestre
de
l
’
Opinian
Nacionel
e
Melme, representantes
do
povo, pronun
ciaram
discursos.
«Sede
felizes,
disse
n’
esta
occasião o
«!.•.
Trébois,
os nossos
perseverantes es-
«forços
começam
a
produzir
sasonados
«fructos.
Hoje
somos
apenas
uns
poucos,
«átnanhã
formaremos
uma legião,
dentro
«de
pouco
tempo
seremos
um
paiz
in-
«teiro».
Por
aqui se
vê, a
França
está
sobre
o
vulcão
maçonico.
E
qual
é
o
grupo
de
homens que
ha
perlo
de
10
annos
teem
minado
e
des-
moraiisado
a
maçonaria franceza
e
a teem
condusido
ao abysmo,
onde se
despenhará
se
Deus lhe
não
valer?
Entre
outros
são
os
seguintes
meni
nos
—
o
L-.
Baland
Laribière,
o
I.
’.
Thu-
rifoq,
o
I.'.
Ulbacb, o I.'.
Fauvely,
o
1.
’
.
Alexandre Weill,
o I.
.
Colfavru,
o
*
I.
'.
André
Rouselle,
os
Etienne
e
Emmanuel
Arago,
o
I.’
.
Heredia,
o
!.•.
Herisson,
o
I.
’
.
Edouard
Laferrière, o
L-. Delalre,
o
L
.
Duhamel,
o
L
.
Lai-
sani,
o
L-.
Alberto
Joly, o
1.-.
Malaperi, o
L-.
Jules
Simon,
o
1.-.
Eugenie
Pelletan,
o
I.
.
Guiffrey,
o
1.
.
Jean
Macê,
o
!.•.
Clau-
de,
o
I.-.
Melme,
e
o
venerabilissimo
Ju
les
Grévy,
que
está
encarregado,
como
presidente
da
republica,
da
realisação
dos
planos,
ha
muito
tempo
concebidos,
da
annulação
do
ensino religioso.
*
*
*
*
Eis
aqui,
em
que mãos
estão
os
ne
gócios
da
França:
esta porção
de
homens
indignos
prejuros
e
impios,
atacam
hoje
o
que
os
francezes leem
de
mais
sagrado,
—
a
liberdade
de
suas
almas.
Se
Deus
não
salva
a
França,
o
futuro
deve
ser
desgraçado,
porque
a
maçonaria
tem
por lema
a
ruina
e a
subversão
total
da
sociedade;
e
a
notar
pelo
que
já
alli
está
acontecendo devemos
antever
qual
o
seu
lim!
Deus
se
lembre da pobre
França!
A
Virgem
Santa
interceda
a
seu
Fi
lho
por
esta
infeliz
nação!
J.
M. R.
Valente.
Da
«Palavra
transcrevemos
o
seguinte
artigo:
Oa
intransigentes.
Já
em
um
artigo
publicado
n'este jor
nal
fizemos ver
qual
era
o verdadeiro sen
tido
d
’
esta
palavra;
mostrámos
que os
primeiros
intransigentes
do
mundo
são
o
Papa
e
a
Egreja,
e que todos
os verda
deiros
catholicos
devem
ser
intransigen
tes.
E
concluímos
assim:
«E’
preciso,
pois,
que
não
nos
illuda-
mos
pelo
paiavriado
dos
transigentes.
De
vemos tapar os
ouvidos
ao
canto
mavioso
das
sereias
revolucionarias,
d’
aquelles
que
sob
a
capa
do
catholicismo
espalham
a
divisão
e
semeiam
a
discórdia.
«Chamem-nos
embora
intransigentes;
gloriamo-nos
d’
esse
nome
que
significa
verdadeiros
catholicos,
sequazes
da sã
po
litica,
do
direito e da justiça,
únicas
ba
ses
sobre
que
deve
assentar
o
edifício
so
cial
>.
Somos portanto intransigentes,
recusan
do
com
a
Egreja
toda
a
conciliação
com
as obras
da
revolução,
com
o
chamado
credo novo,
direito
novo;
porque
não
pó
de
haver
conciliação
entre
o
bem
e
o
mal,
entre a
verdade
e
o
erro.
Já
dissemos,
e
repetimos: Com
o
que
é
bom ou
indifferente
na
civilisação
moder
na,
a Egreja
não
tem
que
reconciliar-se:
dizel-o,
seria
uma
impertinência. Com
o
que
é mau
não
póde
nem
deve
a
Egre
ja
conciliar-se
nem
transigir. Seria
horro
roso prelendel-o.
Foi
isto
mesmo
o
que
disse
Mon
senhor Dupanioup, apezar
de
catholico-li-
beral.
Somos
intransigentes
como
Gaume,
co
mo
Ségur,
como
Veuillot.
E
notável
coincidência! No
mesmo
dia
em
que
estampámos
o
alludido
artigo
na
«Palavra»,
apparece-nos
o
«Commercio
do
Minho»
com
um
bellissimo
artigo
do
snr.
D. M.
S.,
em
que
apresenta
as
mesmas
ideias.
Seja-nos
permiltido
aqui
citar
lextual-
almente
as
suas
palavras
relativas
ao
as
sumpto:
«Agora
ahi
tem
o
snr.
G.
de
A.
mais
um
motivo
para
nos
classificar
na
chus
ma
dos
«intransigentes»
de
Hespanha
e
Portugal
Creia
porém
que
tal
classifica
ção
não
nos
assusta
nem
nos
desgosta,
porque
de ha muito
estamos
affeitos
a
ouvir
grilar
contra
a
nossa obstinação
e
intransigência
uns
certos catholicos,
que
julgam
salvar
a
Egreja,
por
meio
de
con
ciliações
impossíveis
com
os
seus proprios
inimigos.
«Trepidaríamos
um
pouco
vendo
que
entre
os que
nos
apódam
ha
homens,
que professam
á
Egreja
amor
e
respeito,
e
que
parece
consagrarem
á
sua defeza
talento
e
trabalhos,
se
o
grande
Pio
IX
não
nos
houvesse
premunido
de
que
d
’
es-
tes
mesmos
homens,
apparenlemente
tão
respeitáveis,
se
compõe
uma
das
mais nu
merosas
e
temíveis
cohorles,
que aggridem
hoje
o
catholicismo».
Muito bem.
Nem mais
nem
menos.
Pio
IX,
de
santa
memória,
por
muitas
ve
zes
condemnou
o
liberalismo;
mas
que
li
beralismo?
O
liberalismo
calholico,
mais
temivel
que
a
communa
de
Paris,
essa
pes-
te
perniciosíssima da
sociedade,
como
el
le
se
exprimiu
cm
um
Breve
ao padre
Gaume.
O
liberalismo
professado
por
ca
tholicos,
ainda
honestos
e
com
boas
in
tenções.
Lamentamos,
pois,
os
catholicos
de
boa
fé
(se
os
ha;—
mas
são
rari
nates...)
que
transigem com
os homens da
revo
lução,
pensando d’este
modo
salvar
a
Egreja.
«A
longa
experiencia
de
muitos
annos
(diz
optimamente o
snr.
D. M.
S.)
tein-
nos
sobejamente
mostrado
o
que
pode
mos
esperar
das
instituições
e
governos
mais
ou
menos eivados
do
virus
revolu
cionário.
Dar-nos-hão,
quando
muito
essa
politica íluctnante,
de
allalena,
como
lhe
chamou
um dia
o
immortal
Pio
IX,
que
se
aproxima
uma
vez
de
Deus
para
dez
vezes
se
alfaslar
d
’
elle.
Será
isto
o bas
tante
a contentar
um
verdadeiro
catlio-
lico?
Não,
por
certo;
pois que, como di
zia
o
sabio
Bispo de
Poitiers
—
«não
é ao
lado do
fundamento
christão,
mas
sim
so
bre
esse mesmo
fundamento
que
deve
nas
cer
a
ordem.
Fóra d
’
ahi
tudo
é
agitação,
caducidade,
queda,
desordem,
anarcbia,
e
depois
o
regimen
despotico
que
se
reis
con
iemnados
a
acceitar
no
meio
de
maldições».
E’ incontestável
que
o
liberalismo,
se
ja
qual
fôr
o
nome
que
tome,
é
sempre
mau,
ainda
que
não
é
menos
verdade
que
nem
sempre
faz
o
que
quer:
elle
serve-
se
de
todos
os
meios
para
conseguir
os
seus
fins,
que já
são
ha
muito
conheci
dos.
Lê-se
no
Liberalismo
desmascarado
(obra
irrespondivel :
«O
liberalismo
e
a
Revolução
ê
tudo
um.
O
liberalismo
é
a
doutrina
da
Revo
lução,
e
a
Revolução
é
a
applicação
pra
tica
do
liberalismo
Esta
pratica,
assim
co
mo
a
lheoria,
póde
ser
mais
ou
menos
lógica:
ha
Revolução
moderada
e
Revolu
ção
radical.
Mas
entre
as
duas não
ha
outra
differença
mais,
que
a
que distin
gue
a
torrente
no
momento
em que
ella
rompe
os
diques,
da
mesma
torrente
quando
assola
as
campinas:
a differença
entre
o
principio
e
suas
consequências.
Comprehenderemos
isto
ainda
melhor,
con
siderando
a
inexorável
necessidade
em
vir
tude
da
qual
os
povos,
que
se
leem
dei
xado
seduzir
pela
mentira
do principio
li
beral, são
forçados
a
devorar
toda
a
amar
gura
de suas
consequeucias».
Assim
nós,
que
somos
catholicos
con
victos,
inflexíveis,
d
’
antes
quebrar
que
tor
cer,
não
nos
podemos
conciliar
com
os
princípios
revolucionários,
nem
esperamos
cousa
alguma
vantajosa
dos
homens
da
revolução,
embora
sejam
ou
se
digam
mo
derados,
conservadores, ordeiros,
etc.,
etc.
Somos
pois
inlransigiveis.
Todos
os
revolucionários
são
transigen
tes,
e
amoldam-se
facilmente
a
lodos os
syslemas,
excepto
á
razão
e
á
verdade,
ainda
quando
parece
que
se
aproximam
d
’
ella.
E’
o
caso
de
dizermos
com o
poeta:
Ti-
meo
Danaos et
dona
ferenles.
Padre
João Vieira
Neves Castro
da
Cruz.
CHR0N1CA ESTRANGEIRA
Segundo
uma
correspondência
de
Ro
ma dirigida
ao «Soleil»,
no
Vaticano
ha
boas
noticias
sobre
as
disposições
do
czar
para
com
reclamações
da
Santa
Sé,
afim
de
melhorar o
estado
dos
catholicos
na
Rússia
e
na
Polonia.
Acrescenta-se
que
elle
ordenára
aos
seus
ministros que
preparassem
um
prejecto
para
uma
in-
telligencia
com
Sua
Santidade.
Este
projecto,
já
apresentado
em
Ro
ma,
propõe:
l.°
a
conclusão
d’
uma
Con
cordata
sobre
a
base
do stalu
quo
para a
Egreja
Calholica
na
Polonia
e
no
resto
do
império
russo:
2.°
amnistia
total
e
completa
para
todos
os
bispos
e
sacer
dotes
desterrados,
sendo
reintegrados
nos
seus
antigos
postos:
3.®
liberdade
abso
luta
de
communicações
entre
a
Santa
Sé
e
o
governo
russo para
tudo
que
lór
de
pendente
do
poder
ecclesiastico,
e
reco
nhecimento
por
parle da
Santa
Sé das
leis do
Estado:
4.°
no
caso
de vagar
al
gum
bispado.,
o
imperador reserva-se o
direito
de apresentar
tres candidatos,
en
tre
os
quaes
a
Santa
Sé
escolherá:
5.°
os
bispos
poderão
estar
em
corre-pondencia
directamente
com
o Vaticano;
porém
de
verão
submetler
ao governo, para
sua
ap-
provação.
o texto
das
suas allocuções
e
pastoraes: 6.°
as
nomeações
para
as
Sedes
episcopaes
de
segunda
ordem
serão
sub-
mettidas
á
approvação
do
governo
russo.
Ainda
não
está
resolvida
a questão
da
representação
respectiva
em
Roma
e
S.
Petersburgo;
mas achando
se
a
Santa
Sé
disposta
a nomear
um
representante
seu
na
côrte
do
czar,
crê-se
que
Alexandre
não
terá
inconveniente
algum
em
no
mear
um
embaixador
episcopal
junto
da
Santa
Sé.
—
0
«Golos»
enumerando
as
disposi
ções tomadas
pelo
ministro
do
interior
e
pelos
governadores
das províncias
russas
conira
os
nihilislas,
infere
que
dista
mui
to
ainda
o
restabelecimento
da
ordem
mo
ral.
0
terrível incêndio
de
Irkoulsk.
que
destruiu
mais de
duzentas
casas,
confor
me
nol-o
annunciou
o
telegrapho,
e
a
condemnação
á
morte
do
doutor
Wei-
man,
reo
de
participação
nas
machina
ções
nihilistas,
provam
que
não
ha
par
te
alguma
do
império,
sem
excluir
as
mais
remotas,
onde
não
se
manifeste
a
horrível
acção
dos
revolucionários.
As
proclamações
do
comité
executivo,
os
periódicos
e
os
libellos
infamalurios
continuam
a
ser
distribuídos
em
grande
numero.
—
Gonliniía o
maldito
reino
da
Italia
transformado
n
uma
especie
de
inferno.
Sérias
desordens
rebentam
por
toda
a
parte. Encontrou-se em
Geneva,
n
’utn
cesto,
o
cadaver d’
um
homem
dividido
em
pedaços.
Ha
dias
uma
creada
tentou
envenenar
a
seus
amos
N
’uma
palavra,
os
crimes
repetem-se
alli
com
muita
fre
quência
e
horror
incríveis.
Encheríamos
completamente
dois
n.Os d’
este
jornal,
se
quizessemos
dar
a
narração
dos
que
a
es
tatística
criminal
registra
n
’
uma
semana
apenas.
Eis
a
felicidade
de
que gosam
os
ita-
lianissimos!
—
0
egregio
Director
da
«Unitá
Ca-
tholica
recebeu
ha
dias uma
formo
sa
medalha
de
oiro, que S.
Santidade lhe
remeiteu
por
intermédio
do
cardeal
Nina.
D
’
um
lado
vê-se
a
imagem
magestosa e
tranquilla
de
Sua
Bealitude,
com
a data
de
1879;
no
outro
mostra-se
a
Egreja,
symhOlisada
por
uma
matrona
com a
thia-
ra
na
cabeça,
sustentando
na
dextra
a
cruz
e
na
sinistra
as
Taboas
da
Lei. No
exergo
lê
se:
Gens
et
regnum.
quod
non
servie
rit
libi,
peribit". Perecerá
a
nação
e
o
reino que
te
não
sirva.
0
referido
pertodico
dedica um
excel
lente
artigo
á
munificência
do
Santo
Pa
dre,
e
cujos
últimos
paragraphos
vamos
traduzir:
«Cornelio
a
Lapide,
para
explicar o
citado
texto
de
Laias,
recorda
uma
lar
ga
serie de reinos
antigos
que
combate
ram
a
Egreja
e
não
existem
já:
o
d»s
arianos,
o
dos
godos,
o
dos
vandalos,
o
dos
nestorianos,
o
dos
eutiquanos, o dos
iconoclastas,
e
o
dos
outros
herejes,
to
dos
os
quaes
hoje
subversa
sunt.
Atten-
tando
mesmo
no
dos
turcos,
então
pre
potente,
Cornelio
a
Lapide
accrescenla
que
elle
seria
lambem
derruído,
se
não
se
submeltesse
á
Egreja
Imperei
licit
aliquol
ííbcu
U
s
Turca,
lateque
dominelur
muitos
que sibi
subjugel,
ipse
tandem
ejusque im-
penuwi,
nisi Ecclesice
se
sulidala
excinde-
tur
fComm.
in
Isai
prophet.,
AP.
IX,
p
360,
edic. de
Leon,
1842).
Que teria dito
d
’
outro
reino
estabelecido
em
Roma para
guerrear
a
Egreja
e
o
Papa?
Além
do do
Turco,
podemos
citar
ou
tro
facto
que
cae
debaixo
dos
nossos
olhos:
o
dos
Napoleões.
Onde
o
império
dos
Bonapartes,
que
se
negaram
a
ser
vir
a
Egreja,
e a
pretenderam
subjeitar
ao
carro
imperial?
Periit.
Petrucelli
.
delia
Gatina
vê
se
obrigado
a
fazer
constar a
desapparição
do «bonaparlismo».
Esuera-
va-o
porventura
em
1861
e
em 1862?
E
se
em
tão breve tempo
desappureceu aquel-
ie
potentissimu
império, lograião
vida
mais
larga
os
títeres,
como os
chama
Pelru-
celli
9
Ah!
nNsle
mundo
só
Mura
o
reino
de
Jesus
Chrislo,
isto
é
a
Egreja,
que
per
manecerá
até
á
consutnmação
dos
sécu
los:
Tu
autem
permanebis.
Os
outros
rei
nos
e
nações
só
pódetn
prometter
uma
larga
duração,
servindo
a
Egreja
e
par
ticipando
assim
da
sua
estabilidade.
Se
a
cása
de
Saboya é
uma
das
mais
antigas
dá
Europa,
deve-o
á
circumstancia
de
ter
antes
servido
sem
sessar á Egreja,
mere
cendo
os
seus
chefes
dos
Romanos
Pon
tífices
os
titulos
de
filhos
devotos
da
Egre
ja:
Zelatores
assíduos
et
pugiles
atque
athle-
tas
Domine
(Vid
GU1CHEN0N,
Histoire
généalogtque
de
lu
Maison
de
Savoye.
tom.
1,
cap.
X,
pag.
92).
Admirae
o
Romano
Pontífice
sobre
a
barca
de
S.
Pedro, entre
os ventos
e
as
tempestades.
Não
teme
perecer,
e de
lá
da
barca,
combatida
pelas
ondas,
diz-nos,
pelo
contrario,
quem
perecerá.
E
perecerão
lodos
os
ingratos
que
não
servem
a
Jesus
Chrislo,
mas
que
perse
guem
a
Egreja,
arrebatando-lhe
a liber
dade,
que
é
o
mais
precioso
que
tem.
Estes
reinos
e nações, tão improvidos e
desaconselhados,
não
pólem
deixar
de pe
recer,
porque,
rebelando-se
contra
a
Egre
ja, conspiram
em
damno
de
si
mesmos,
abrem
por
si mesmos
a
valia,
minam
os
seus
proprios
fundamentos,
e.
além
de
pro
vocarem contra
si a ira
de
Deus,
privam-
se
de
toda
a força
moral,
assim
como
de
todo
o
principio da
verdadeira
e
firme
aucloridade,
que
é
a
vida
dos
reinos
e
das
nações»
—
Para
que
se
conheça
a
razão
da
lei
iniqua
apresentada
por
Julio
Ferry,
eis
al
gumas
linhas
do
periódico
a
«Chaine
tfUnion»,
que datam
do
mez
de
maio:
<0
L-.
Julio
Ferry.
que
tem
a
insigne
honra
de
ser
iniciado
em nossos my»le
rios,
propõe-se realisar
uma
obra
essen-
cialmenle
maçónica,
e devemos
suslental-o
de
todas
as maneiras». Ao
mesmo
periódi
co
correspondem
as
seguintes
palavras:
<0
nosso
inimigo
é
a
Egreja
romana-
catholica-papal,
infallivel,
com
sua
organi-
sação compacta
e
universal
Eis
aqui
o
nosso
inimigo hereditário
e
implacável.
Se
desejamos
ser
verdadadeiros
e
honra
dos
franc-maçons,
devemos
dizer
bem al
to
com
Strauss:
Não somos
já
christãos,
mas
franc-maçons,
e
nada
mais.
Christãos
ou
franc-maçons:
escolhei».
I.iHhot»,
31
de
julho
de
1S19.
(Do
nosso correspondente)
Lá
partiu
para
Madrid
o
Casal
Ribei
ro,
o realista
de
oulr
’
ora,
o regenerador
de
hontem,
o
granjola
d
’
hoje.
Vae repre
sentar
a
dynastia.
contra
a
qual o illus-
tre
pae
do
alludido
diplomata serviu
no
bremente.
Muitos
julgam
Casal
Ribeiro
sincero
liberal; eu
creio
que
elle
é tudo,
e
não
é
nada.
Os seus
actos
convencem-me
d
’islo.
Se
a
legitimidade
estivera no
paiz.
Casal
Ribeiro
seria
um
legilimista
dos
quatro
costados
0
homemsinlio
oão tem
paciência,
não 'se pó
le
resignar
a
viver
muito
tempo
na
obscuridade
politica. E
pena,
porque
no
fim
de tudo, é uma
inlelligencia
superior,
e
que
poderia
ser
mui
util ao
paiz,
servindo
a
causa
da
nação.
Tem
estado
muito doente
o
duque
de
Avila.
Na
edade
de s. exc.
a, e
com
a
moléstia,
que
soffre
ha
annos,
é sempre
motivo
de
receios
para os
amigos
d’
elle
a
exacerbação
do
mal.
S. exc.
a
,
porém,
está
melhor.
A
«Nação»
publicou
ha
pouco
uma
serie
de
artigos,
com
que
deixou
em len-
çoes
de
vinho
o
«Commercio
de
Portu
gal»,
pondo,
mais
uma vez,
a
calva
á
mostra
ao
partido
liberal.
Nunca
as
mãos
lhe
doam.
Tudo
quanto
se
possa
dizer
das
virtudes
dos
sequazes da
bandeira
revolucionaria,
é pouco.
Elles empregam
a
mentira,
quasi
sempre,
para
verem se
é
possível
polluir
o
estandarte
portuguez; a
«Nação»
responde-lhe
com a
eloquência
dos
fados.
Bem
haja
!
A
mililança.
que
foi divertir os
cu
riosos
no
dia
24
deste
mez,
fez
completo
fiasco.
A
despeito
de
andar
ha
mais
de
seis
mezes
em
ensaios,
marchou
de
tal
modo desde
a
praça
do
Commercio
até
o
theatro
de
D.
Mana, qu.e
obrigou
o
general
da
divisão
a-dar-lhe o
seu
sabo
nete
no
dia
seguinte.
OITiciaes,
sargentos,
e
sol
lados, todos
levaram
a
sua
conta.
Tenham
paciência.
Mas
o
que
eu
achó
de
uma
caturreira
inexcedivel
é o
papel,
que o
chefe
do
Estado
foi
fazer,
collocando se
á
Irente
da
divisão!
Elle
não
commauda
o
exer
cito;
e
todavia
apresentou-se,
seguido
de
um
estado-maior mais
numeroso
do
que
o do
imperador
Alexandre,
na
vanguarda
das tropas,
que
foram
á parada,
de
espada
nua,
como
se
realmente
alli fosse
em
virtude
da
lei
!
Salvo o
respeito devido,
o rei
dos
liberaes
mais
parece
um
Pro-
theu,
do
que
um príncipe
chefe
de
facto
de
uma
nação
culta.
Ora
é
generalíssimo,
ora
almirante, ora
burguez,
ora
caçador,
ora...
etc.
e
tal.
Na
sua
guarda •
roupa
ha
todos
os
costumes
possíveis.
Coitado,
com isso
não
faz
mal
a
nin
guém
! E
’
um
gosto
como
qualquer
ou
tro. Só
lhe
falta
um sceplro d
’ouro, em
vez
da
cana,
que
o
fazem
empunhar,
e
uma
corôa
do
mesmo
metal,
em
logar
da
de
papellão,
que
lhe
cinge
a
fronte.
Só
lhe
falta
o
que o
direito
publico
na
cional
lhe
nega,
embora
a
revolução
o
enfe
te
com todos os
atavios
realengos,
mas
de
ouropel.
Estão
amuados
os
granjolas
com os
do
Dias
Ferreira.
Não
admira; uns
andam
ás
apalpadellas,
e os
outros
não
dão
car
reira
direita.
Contintía a
paralysia
a
afleclar o
com
mercio
Poucas
vendas,
muitas
queixas;
mas,
em
compensação,
a
liberdade
a
me
drar,
e
a
rir
despropositadamenle
dos pa
palvos das perpetuas
do
dia
24
de
julho,
que deram para
os
fogueies,
e a
esmagar
o
povo
innocente,
e
completamente
estra
nho
ás
orgias
revolucionarias.
Disse-vos
que
o
padre
Leilão
fóra
eleito
mestre
de
ceremonias
do Núncio,
porque
o
lera
n
’um
dos
jornaes
da capital;
a
mesma
folha,
porém,
declara que
fóra
mal
informada,
que
não
houve
tal
no
meação.
0
alludido
padre veio no
jornal a
«Nação»
declarar
que
não
foi.
nem
é pe
dreiro
livre;
é
porém
padre
liberal.
E’
de crer que
saibres
que
o
arce
bispo
de
Mytelene
ofliciou
no
Te-Deum-
pirraça,
assistindo-lhe,
entre
outros,
di
zem-me,
o
parodio
de
Santa
Justa.
Ar
redaram
com
o
pé
o
Syllabus,
e
dirigi
ram
se
com
lodo
desassombro ao
altar
do
Deus
Vivo,
para fazerem coro
com a
turba
bypocrila,
que
foi,
mais
uma
vez,
profanar
a
casa
do
Senhor.
Falleceu
a
esposa
do director
da
ty-
pographia
do
jornal
a
«Nação»,
artista
honrado,
que
serve
a
referida
folha
ha
mais
de
trinta
annos.
Oremos
pela
finada.
No
ultramar
não
correm
as
cousas
bem.
Em
Mossamedes
foi
alterada
a
or
dem
publica,
e
ferido
gravemente
uin
ca
pilão.
Tinha
partido
para
alli
de
Angola
um
vaso
de
gtíeria
cdm
uma
fórça
de
caçadores.
Está
em
Lisboa
o
Mendes
Leal,
nosso
ministro
em
Paris.
A
egreja
palriárchal
esteve
sempre
aberia
de
sol
a
sol;
desde
segunda-feira,
porém,
fecham-na
antes
das
duas
da
tar
de. Progresso,
e excesso
de
zelo
pela
devoção
dos
callíolicos.
Pobre
egreja
lis-
bonense!
Influencias
cabralmas.
Todo
vosso
A.
ESLRÍPTOS
DIVERSOS
A
Cruz.
A
Cruz,
esse
affrontoso
patíbulo,
no
qual,
oun
’
ora,
eram
supliciados
os
cri
ininosos,
é
hoje
olhada
pelo Christiánis-
mo
como
a
fonte
salutar
d
’
onde
emanou
a
felicidade
do
homem,
o
altar,
onde se
consummou
o
sacrifício
do
Filho
de
Deus,
o
symbolo da
redempçào
humana.
Cercada de
uma
auréola
divina,
creu
o
imperador
Conslaulino
vêl-a
no
alto dos
ceos
—
e
da
mesma
fórma em
que a
vira,
a
mandou
bordar
nas
bandeiras
e
colló-
car
nas armas, ordenando
que
fosse
leva
da
no
meio
dos
éxercitos,
na
ponta
das
lanças,
guarnecida
de
oiro
e
lecamada
de
pedras
preciosas,
em
substituição ás
ima
gens
do
imperador.
Ordenou
ma-s
que
com
ella
se
ornas
se
o diadema
imperial,
que
fosse
gravada
nas
inoeiLs
de
maior
valor,
e
que
se
le
vantasse
uma estatua
empunhando-a.
0
imperador
Jusliniano, como
prova
do
gran
de
respeito
quê
tributava
ao
estandarte
da
fé,
mandou levantar
uma
eslatua
sobre
umà
Colúiniiá,
lendo
na
mão
esquerda
um
globo,
com
uma
cruz
em
cima;
queren
do
significar
com isto
que
pela fé
na
Cruz,
se
consegue
dominar
o mundo.
Muitos
imperadores
puniram severamen
te
a
falia
de
respeito
á
Cruz.
Theodòro
e
Valentmiano
decretaram
leis,
prohibindo
que a alguém
fosse
licito
in-
scblpil-a
ou
pintai
a em mármore,
ma
deira,
tela,
etc., de
módo
quê
ficando
ao
nivel
do
chão,
pudesse
ser
pizada:
sendo
obrigado
lõho
aquélle
qtie
assim
a
visfee,
a
erguel-a
immediatamente,
sob
pena
gra
víssima,
que
segundo
a
glosa,
era
de
morte.
Conslantino
chegou
mesmo
a
prohibir
expressamente,
que
alguém
fosse
condern-
nado
ao
supplicio
da
cruz. Não
deve
o
signal
da
vida,
dizia
elle,
ser
o
instru
mento
da
morte.
A
grande
carta
de
In
glaterra,
que,
no
dizer
d
’
um
escriptor,
é
um
codigo
de
leis
meditadas
nos
pre
ceitos
do
Evangelho,
é
sellada
com
uma
cruz.
Entre
os
antigos
egypcios,
a
Cruz
era
o
symbolo
da
esperança,
da
saude
e
da
vida;
como
tal
a
tinham
em grande
vene
ração,
e
chegaram
mesmo
a
insculpil-a
no
peito do
seu
deus
Serapis.
A
Cruz,
assignala
a descoberta
de
no
vos
mundos,
annuncia
os
decretos
da
Pro
videncia,
serve
de divisa
ao
escudo dos
guerreiros,
adorna a
thiara
dos
Pontífices,
abrilhanta a corôa
dos
reis,
enfeita
a
mi
tra
dos
bispos,
remata
a
fachada
dos
templos,
descança
sobre
o mármore dos
cemitérios,
e
ergue-se
no
caminho
do vian
dante,
ora
symbolisattdo
a
Omnipotência
Divina,
ora
sopplicando uma
prece pelos
que
já
não
existem;
sempre
annunciando
a
paz,
com
os braços
abertos
para
aco
lher
a
humanidade,
e
em
nome
da
vi-
ctima
innocente.
proinelteodo
o
perdão,
e
apontando
para
o
ceo!
Braga.
Manoel
Maria
de
Miranda.
6AZETILH1
»•:
x
»• ?:
s a j i; r
Tendo-se
retirado da
direcção
e
administração
d
’
este
jornal, e
da
ad
ministração
da
«Semana
Religiosa»,
o
snr.
Antonio
Joaquim
de
Mesquita
Pimentel,
prevenimos
os
nossos
as-
signantese
correspondentes,
que
des
de
29
de
julho
em
diante
toda
a
correspondência
concernente
tanto
á
redacção,
como
á
administração,
do
«Commercio
do
Minho»,
e
bem
assim a que
diz
respeito
á
admini
stração
da
«Semana
Religiosa»,
de
ve
ser
dirigida
para
o
responsável
d
’
este
jornal,
o
snr.
Luiz
Baplista
da
Silva,
rua
Nova
n.°
4.
8l»eaí
anni vrrsario.—
Perfaz
hoje
27
annos
a
Sereníssima
Senhora
D.
Maria
das
Neves,
1.'
irmã
do
Snr.
D
Miguel
de Bragança,
e
Esposa
de
S. Alteza
Real
o
Snr.
Infante
de
Hespanha
D.
Afifónso
de
Este
e
Bourbon.
Felicitamos
a
Real
Familia
proseripla.
—
Começa
ámwiliã
a
Novena
de
N. Senhora
da
Abbadia,
no
seu oratório
no
largo
do
C-stello.
CaanpsBnhia
-
—
A
elei
ção
da
gerencia
da
Companhia
Edificadora
e
Industrial
Bracarense,
a que
ultunamenle
se
procedeu, produziu
o
seguinte
resul
tado:
Presidente
—
Dr
João
Carlos
Pereira
Lobato.
Vice-presidente
Fernando
Castiço.
1.
"
secretario
—João
Augusto
d
’
Oliveira
Braga.
2.
"
secretario
—
Manoel Joaquim
Gomes.
Conselho
fiscal
—Effeclivos:
Henrique
Freire
d
’
Andrade,
José
Ferreira
de
Ala-
galhães,
e
José
Alves
de
Mmra.
Supplentes—
João
da
Silva
Moura,
e
Francisco
Freitas
de
Carvalho.
Direcção
—
Effeclivos:
Francisco
da
Sil
va
Araújo.
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga,
e
José
Pinto
Barbosa.
Supplentes
—
José Anlonio
d
’
Olivéira
da
Costa
Gonçalves,
e
Domingos
José
Fer
reira
Braga.
Xovo
conselheiro.
—
0
ex.'n
“
snr.
José
Borges
Pacheco
Pereira,
da
nobre
casa
d
’
ln|ias, foi
agraciado
com
a
carta
'de
conselho.
Can
—0
nosso
amigo
o
snr.
Francisco
Barbosa
da
Cunha
Couto
Sollo-
mayor,
apresenta
a
suá
candidatura
a
deputado
pelo,
circulo
d
’Estarreja.
0
snr.
Francisco
Barbosa
é um ca
valheiro
estima
lissiino
n’aquelia
localidade
a
que
tem
prestado
grandes
serviços.
Festi
vírlÀde.
—
Jeín
hoje logar
na
capelfá
da
Senhora
Branca
ã
festa
de
N.
Seniidra
d
is
Neves,
com
Exposição,
ínissa
solemne
e
sermão
de tarde.
Askniversai-io
jornaliHtico.
—
0
nosso
fxcellehle
collega portuense «A
Pa
lavra»
entrou
no
dia
1
corrente
no
oita
vo
anno
da sua exislencia.
felicita11108
cordealmente
o
denodado
bfensor
da
causa
calbolica.
«
Collegio
*
•«
tV.
Senhora
da
Con-
leão,
*
•
“
—
Inslallou-se ha
*
e
c0
na
cidade
de
Penafiel
ura
estabele-
^'raenio litterario
intitulado
Collegio
de
V
Senhora
da
Conceição,
que
já
é fre-
uentado
por
uns
quarenta
alumnos.
**
abemos
que
a
instrucção
que
alli
se
ministra,
é
alliada
a
uma
educação
ver
dadeiramente
religiosa,
porisso
muito
o
recommeii(iamos.
0
preço
annual
é
de
60$000
rs.
Os
naes
de
familia
que
quizerem
que
seus
{jUios
permaneçam
no collegio
durante as
ferias,
pagam
a
diflerença.
0
director
do
Collegio
de
N.
Senhora
j
a
Conceição,
é
um
cavalheiro
digno e
u<n
caracter
integro.
Hosp
e,*
e
-
—
Está
entre
nós
o
exc
m0
snr
. José
Benjamim
Rodrigues,
ex-viga-
r
j
0
geral
de Ceylão,
e
sacerdote
respeita-
hilissimo
pela
sua
erudição,
zelo
aposto-
|jc0
e
patriotismo.
Dos
serviços
prestados
por
s.
exc.
a,
nomeadamente
na
questão
do
Padroado
Real
do
Oriente,
já
os
leitores
leem
al
gum
conhecimento
pela
notícia,
que
á
sua
chegada
a
Lisboa
publicou
a «Revolu
ção
de
Setembro»,
e
que
nós
transcreve
mos
n’
um
dos
n.
os
anteriores
0
illustre
sacerdote
tem
intimas
rela
ções com
S.
Exc.
a
Revd.'
na
o Senhor
Ar-
oehispo
Primaz,
com quem serviu
em
Goa
como
professor
de theologia
no
Real
Se
minário
de
Rachol.
ProeísBão. —
No
domingo
sae
da
ca
pella
de
S.
Sebastião
das
Carvalheiras
a
procissão
dos
gloriosos
Martyres
S.
Lon-
renço
e S
Sebastião,
que
é
o
cerco
da
cidade.
Será
feita
com a
pompa
costu
mada.
Caldna
de
Vizella.
—
Dizem-nos
d
’
es-
u
formosíssima
localidade
que
a
concor
rência de
banhistas
tem
sido
este
anno
extraordinária,
tendo
de
se
retirarem
nu
merosas
famílias
por
falta de
quartéis.
Ineendio.
—
A
’
s
8
horas da
noite
de
anle-hontem
deram
as
torres
signal
d’
in-
cendio
na
circuinscripção
dos
Terceiros.
Tinha
pecado fogo n
’
uma
córte
da
casa
do
Armão, de
que
é
proprietário
o
snr.
Fonseca,
ourives da
rua
do
Souto.
0
fogo
communicou-se
a
um
deposito
de
palha
que ticava
na sobre-loja, mas
foi
extincto
depois
de
não
poucos
exfor
ços.
Dizem-nos
que
o
trabalho
dos bom
beiros
mtinicipaes
foi
irregularíssimo
por
causa
do
commandante
dos
mesmos.
Os
prejuízos
são calculados
em 500$000
reis.
Morreu
asfixiada uma
vacca.
Atrnvez
<!»
ps-ovincãa.
—
Dizem
de
Ponte
do
Lima:
A
convinte
dos snrs. Luiz
Palhares
Malheiro,
e professor
João
Manuel Ma-
llieiro,
houve
na manhã
do
dia
24
uma
reunião
na
escola
«Conde
de
Ferreira»
desta
villa.—
Versou
sobre
o
methodo
do
snr.
dr,
João
de
Deus;
e
ahi
os
mesmos
snrs.
apresentaram
doze
creanças
a
lèr
e
s
dar
a
regras
todas sobre
as difleren-
les
lenras
do
mesmo
methodo.
—
Gompa
receram
os
snrs.
dr.
juiz de
direito,
dr.
delegado,
padre Pereira
Lima,
João
Car-
los
<lo
Valle,
João
Manoel
da
Silva, di-
reclor
dó
collegio,
e
outros.
—
Os
snrs.
professores,
que
foram
convidados
não
tranpafècéram,
à
não sèr o
da
cadeira
de
Smtto.
—
A
camara
e
o
snr.
administra
dor
do
concelho
não
compareceram igual-
ra«»le
por
estarem
impedi
los.
como
com-
fflunicaram.
—
Finda
que foi
a
analyse,
que
Se
lez
ás
doze
creanças,
a
que
alludimos,
o
s
«r.
dr.
delegado,
n’
aquella
sua phrase
a
raena
e
fluente,
elogiou
áquellas
e
os
Seils
pr.
ceptores, depois
do
qué
(aliaram
tombem
os
snrs.
Xavier,
e
padre
Lifna.
~D
snr.
Luiz Palhares
Malheiro.
fallou
ultimo,
fazendo alg
umas
considerações
sobre
as
excellencias
da
Cartilha
maler-
como
discreteando
ácerca
das
vanta-
8
l
'ns.
para
a
infância,
do estudo
das pri
'
“
«
lr
as
letiras
pelo
engenhoso e
racional
toethodo
do
mavioso
poeta
o snr.
dr.
João
de
Deus.
~~Na
nojte
de
quarta-feira
passada,
«ajreguezià
ifé
Tagilde,
do
concelho
de
“tonarães,
manifestou-se
um
violento
in-
ctudio,
sendo
prezas
das
cbammas
3
ino-
touas
de
casas,
da
propriedade
ifè
Arri-
«°uha,
U|
na casa
propriedade da
Lage
8 Oul|
a
da
propriedade
das
Portas.
—
Nas
Taipas
também
na
terça feira
um
incêndio
de
menores
propor-
e
prejuízos.
"Durante
a
semana
(in la
em
26
do
lesado
deram-se
á
sepultura
nos
cemi-
■j
10'
públicos
e
da
Ordem
Terceira
da
aue
de
Vianna, os cadaveres dos
se
guintes
indivíduos;— Rosa
Candida
de
Al-
poim Martins,
70
a.,
s.; da
freguezia
de
Santa
Maria
Maior, d’esta
cidade.—
Janua
rio
André,
14
m.,
da
freguezia
de
Mon-
serrate,
d
’esta
cidade.—
Maria
Joaquina
Dias
Lage,
48
a.,
c.; de
Ponte do
Li
ma.
—
Antonio
da
Costa,
40
a.,
c.;
de
Melgaço.
A
onda
—
A
«France
Nouvelle»
noticia
o
seguinte
facto,
que
prescinde
de
commentarios;
<Os
Irmãos
de
S.
Lowrenço,
estabele
cidos etn Nemy
(Vendée)
que
teem
a
ca
sa
rodeada
de
altos
muros,
encontraram,
quinta-feira
de manhã
(15
de
julho)
col-
lado
no
cimo
da
porta
da
casa
que
abre
para
o
jardim,
o
seguinte
pasquim:
«Abaixo os
frades!
morram
os
padres,
morram
lodos
os sotainas!»
A
onda
sobe:
a
trovoada
tem
de
re
bentar,
infelizmente.
Nihíiiiitas.
—
O
correspondente
espe
cial
da «Gazeta
Russa»,
dá
os
seguintes
promenores
sobre
o
incêndio
que teve
logar
em Nigni-Nowgerod.
»As
lojas
de
mercearia,
bem
como al
guns
materiaes
inflammaveis,
arderam
no
grande
basar
da
feira
situada
n
’
um
gran
de quarteirão
mal
construído
e
muito po
puloso.
O
fogo
propagou-se com
grande
rapi
dez,
de
sorte
que
foram
inúteis
todos
os
esforços
dos
bombeiros
para salvarem a
parte
d’aqnellas
edificações
onde
elle
se
declarou.
Houve
durante
o
incêndio 14
explosões
que
damnilicaram
bastante;
pe
receram
40
pessoas
e
(içaram feridas
grande
numero
de
outras.
Ainda
não
está
bem averiguada
a
causa
do
sinistro».
—
Outra
folha
russa,
a
«Sibéria»,
par
ticipa
que
no
dia
20
de
maio
um
violen
to
incêndio
destruiu quasi
metade
de
Pe-
troponlowsk,
cidade
da
Sibéria
oriental
Foram
preza
das
chammas
quinze
quar
teirões
do
centro,
contendo
180
casas, 2
egrejas
e
uma
mesquita.
Os
prejuízos,
que
estão
calculados
em
500
mil
rublos,
são
tanto
mais
sensíveis
quanto
a
população
é pouco
abastada
e
commercial.
Eslabeleceram-se acampamentos
para
abrigo
dos
que
ficaram sem
domicilio.
—
Telegrapham
de
Ouralsk,
em data
de
24
de
julho, ao
«Golos»:
«Hontem
de
manhã
rebentou
de
novo
um
grande
incêndio
em
Ouralsk:
foram
seis
casas
reduzidas
a cinzas,
mas
os
bombeiros
podaram
circumscrever
a
acção
do
fogo».
46
partido
imperialista. —
Escreve
o
nosso
estimável
collega da
«Esperança»:
O
partido
imperialista
não tem
razão
<Le
ser, depois
da morte
do
príncipe
Luiz
Napoleão.
Era
absurdo
ser
por elle
invocado
o
principio
da
hereditariedade;
havia
todavia
quem
o
invocasse,
fundado
no
ultimo
ple
biscito;
mas
hoje
em que
se fundam?
O
direito
plebiscilario
admittimol-o,
sob
o
ponto
de vista
revolucionário;
mas
atrever-se-iam
os
imperialistas
a
consul
tar
hoje
a
opinião
do
povo?
Oxalá
que
o
fizessem.
O
snr.
de
Cassagnac
e
os
seus
parti
dários
exigem
que
o
príncipe
Jeronyino
se
retracle
de
quanto
tem dito
e
feito
até
aqui;
mas
isto,
sem
adquirir
sympa-
thias
para
aquelle
príncipe,
provaria
ape
nas
que
elle
aos
seus
amigos defeitos
reunia
agora
o
da hypocrisia,
vindo
decla
rar-se
em
política
um
renegado,
e
em
Religião
um
calholico liberal.
O
nosso
collega
o
«Jornal
da
Noite»
escreve
a
respeito do
snr.
Paulo Cassa
gnac
um
artigo
que
conclue,
com
a
íllus-
tração
própria
do
collega,
por
modo
que
folgamos
de
transcrever
em
nossas
colum-
nas;
eis o que
elle
diz:
França.
—
O
snr.
Paulo
de
Cassagnac
publica
no
«Figaro»
uma
carta
em
que
franca
e
lealmente
diz
lodo
o
seu
pensa
mento
ácerca do
futuro império.
Posto
que
não
sympalhise
com
o
prín
cipe
Jeronytno
Napoleão.
que
esteve
con-
stanlemente
em
hostilidade
com
o
impe
rador,
que
ainda
ullimamente
desconsi
derou
’
a
imperatriz,
entregue
ao luto
e
á
magna,
o
snr.
de
Cassagnac
eslava
e
está
proinpto a
servil-o,
sem
enthusias-
mo,
mas com
fidelidade,
se
elle
publi-
camente
se
penitenciar
dos
erros
com-
mellilos.
.
E’
necessário,
diz
o
snr.
Cassagnac,
que
a
França
saiba
com
o que
póde
con
tar,
e
que
os
catholicos
se
convençam:
d,e que
o
herdeiro
dos
B<>napartes
deixou
de
ser atheu,
e
os
imperialistas
fiquem
certos
de que a
bandeira
do
partido
será
erguida
por um
homem
que
lhe
respei
tará
as
tradicções.
Querer
viver
bem
ao
mesmo
tempo
com
a republica
e
o
império,
accender
uma
luz
ao Diabo e outra a
Deus, não
é
nem
leal
nem franco,
não
é
generoso
e
nobre.
Parece-nos que
o
snr.
Cassagnac
tem
razão,
e
que os
partidários da
monarchia
podem
e
devem
de
preferencia
seguir o
snr.
conde
de
Chamb.ird,
porque esse não
transige
com
os
interesses
de
momento,
e
sacrifica
tudo
a
conservar
inlaclos,
puros,
sem
mancha,
os
honrosos princípios
que
representa.
Afovo metal.
—
M.
Telleff
Dahll
des
cobriu
um
novo
metal
n
’
um minério
com
posto
de
arsenieto
de
nickel
e nickel
gla-
seds,
em
Olera,
pequena
ilha
situada
a
pouca
distancia
de
Krozer.
O
seu
descobridor
deu-lhe
o
nome
de
norvergium.
Este metal
é
branco,
muito
mallea-
vel, duro
como
o
cobre,
fusivel
ao
rubro
incipiente.
A
sua
densidade
é
de
9,44
Dissolve-se
dilficilmente
no
acido
chlo-
rhydrico,
facilmente
no
acido nitrico.
Dis
solve-se também
no acido sulfurico.
A
solução
é
azul;
lorna-se
verde,
addicio-
uando-se-lhe
agua.
Reações
particulares
caracterisam
o novo
metal.
Portuguezes
folleeidos.
—
De
9
a
14
de
pilho
falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes
portuguezes:
Manoel
Teixeira Pimenta,
24
annos,
solteiro;
Guilhermina Rosa
Rodrigues,
52
a.,
casada;
Francisco de
Oliveira
Sousa,
28
a.,
c.;
Felicidade
Alves
Mendes,
18
a.,
s.;
Antonio
José
Gonçalves,
58
a.,
c.;
Domingos
Gonçalves Ribeiro,
22
a.,
s.;
José
Cardoso,
25
a.,
s.;
José
dos
Santos
Alia, 49
a.,
s.;
xManoel
Amaro
de
Brito.
25
a.,
s.;
Joaquim
José Moreira,
34
a.,
s.; Emilia
Alves
Gomes 25
a., s.;
Manoel
José
Ribeiro,
19
a.,
s.;
Januario
José
de
Novaes,
45
a.,
s.
A
’
cavidade
publica.
—
Milito
re-
commeodamos
ás
pessoas
caridosas o in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
°
andar,
que
se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o soccorrem
com
alguma
esmola.
A
’
caridade
ggublica.
—
Recommen-
damos
ás almas
caridosas
Anna
Joaquina.
de
8
annos
de
idade,
que
está entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do Theatro,
n.°
14.
A’
cari«la'de
publiea.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece do
peito
ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada
para
ga
nhar
a
vida
Vive
em
extrema
pobreza.
Habita
no
sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
S.
iMiguel-o
Anjo.
UI»TIYIA<4
IVOriCíAS
Lisboa
2
—
Na
Bolsa venderam-se;
II
j
contos
em
inscripções
a
50,41;
2
ditos
a
50,42; 20
duos
para 31
do
corrente
a
50,55;
3
acções
do
Banco
Ultramarino
a
50$000
reis;
18
obrigações
prediaes
de
assentamento
a
94$400.
A
aifandega
rendeu
a
quantia
de
reis
22:943^697.
Paris
30
—A
commissão
senatorial
do
projeclo
Férry,
sobre
a
liberdade
do
en
sino,
conclue
o
parecer
propondo
a
re-
geição
do
projecto
da
camara
dos
depu
tados,
e
approvou
a
reducção
dos
orde
nados
dos
arcebispos
e bispos, e
o
augmento
dos
ordenados
dos
parochos.
S.
Petersburgo
30—0
tribu
ia!
militar
de
Kharkofl
acaba de
julga
uma
senho
ra,
diversos
estudantes
e
operários,
accu-
sados de nihilistas.
Alguns
foram
con-
demnados
á
morte
na
forca
e
os
restan
tes
a
trabalhos
forçados.
Constantinopla
1
—A
Porta
expediu
uma
ciicular,
explicando
que
a
demissão
de
Khèreddine-Pachá
foi
porque
o
seu pro-
gramma
tendia
a
enfraquecer
a
auctori-
dade
do sultão.
Roma
1
—
São
boas
as relações
entre
a
Rússia
e
o
Vaticano.
Londres
2
—Diz
o
«Giobe» que
se
ma
nifestou o cólera
entre
as
tropas
que
veem
de
volta
do
Afghanistan
para
a
Índia,
nas
quaes
é
espantosa
a
mortalidade;
só
um
regimento
perdeu
n
’
um
dia
40
homens.
Paris 2
—
A
camara
approvou
o
orça
mento
das receitas
O
senado
approvou
um projecto
dispondo
a
creação
de
escolas
normaes
para
o
sexo
feminino.
A
discussão
foi
tempestuosa
entre o
senador
Chesnelong
e o ministro
Ferry.
As
camaras
serão
adiadas
para
ámanhã.
KECLAMOS
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o
uso
da
delicio
sa
farinha de
saúde,
DE BARRY de Londres.
30 annoK d
’
invariave!
sueeeano
3
Combatendo as
indigestões (despe-
psias)
gastrica,
gastralgia
,
flegma,
ar
rotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituftas,
nauseas, vomitos,
irritações
intes-
linaes,
bexigas,
diarrea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,alhsma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexi
ga,
do figado,
dos
rins,
dos
intestinos, da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85.000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
dn-
que
de
Pluskow,
da
exm.a
snr.a marque-
za
de
Brehan,
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’iuglatetra,
do
doutor
e
piofessor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.—
Vervant,
28
de
mar
ço
de
1866.
—
-Senhor.—Bendito
seja
Deus!
a
sua
Hevaleacíère
salvou-me
a
vida.
0
meu temperamento, naluralmete fraco,
eslava arruinado
em
consequência
de
ura-
hornv.
I
dispepsia
que
durava
ha
oito
an
nos, tratado
sem
resultado
algum
lavoral
vel
pelos
médicos,
declaravam
que
alguns
mezes de vida
me
restariam,
quando
a
eminente
virlud
e
da
sua
Kevaleseière
me
restituiu a
saude.
—
A.
B
kuneliéhe
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.
—
M.
Ro-
berts,
d’
uma
constipação
pulmonar
com
tosse,
vomolos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n.°
74:442.
—
Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Maritimos),
julho
de
1871.
—
«De
pois
que (iz
uso
da
sua
benefica
Reva-
legeière,
sinto
novo
vigor;
a
laryngite
de
que
soffro
ha
dois
annos
teude
a
desap-
parecer
assim
como
os
tncommodos
que
sentia
em
lodos
os
membros.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne, sem
esquentar, ecõnomisa
cincoeata
vezes
o seu
preço
em
remedtos.—
Preço»
fixos
da
venda
por miudo
em
Ioda
a pe-
niosuia
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
‘
/
4
kilo,
500
;
de
1
^
kilo 800
rs
;
de
um
kilo,
l$40Õ
reis;
de
2
‘
/j kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de 12 kilos, 12$000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesctére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora
tmdem-se
em
caixas,
a
800
e
|$400 reis.
O
meibor
chocolate
para
a
saúde
é
a
K»eva£e»cièr«»
eZiocolatada y
ella
res-
tilue
o
appeitite,
digestão,
sornoo, energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mata
que
a
carne,
e que
o
chocolate
ordinaria-,
sem esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
folha
d
*
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas, 800
reis,
de 48
chavenas,
1$400
;
d®
120 chavenas,
3$2U0
reis,
ou
25
reis
cad»
chaveua.
C?
LIMITE».
-
Placo Vendòme, 26, Paris.
77
Regent-
Hreot, Londres.
Valverde,
í,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos aa
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedelio & C.
3 Largo
do
Corpo
Santo
16,
itisfeea,
(por
grosso
e
rniiicfov
;•
Azevedo
Filhos,
praça
de D. Pedro,
31,
32;
Barrai íc
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
»»®r-
t<»,
J.
de
Sousa
Ferreiia
à
Irmão,
rua d®
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.=Aveir«»,
F.
E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
«wrceJJcssi,
AntontO
João
<le
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
Ponte.
—
Bruga,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
— Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
à
Irmão,
tua
do
Souto.
—tUnaa «io
C
*
»-
A(kmso
4
drog.,
rua
da
Picota,4
4.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
graude
140.
—
fiuimaeieg,
a
J,
Pereira
Martins,
pharm.
—
Anlonio d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1; José,
J.
da bilva,
drog..
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Miranda,
pharm
—
Porío
M.
J
de
Sou
sa
Ferreira &
Lmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E. J.
Pinto,
pharm., Largo
dos.
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes &:
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San»
jo
Antonio,
225
a
227.
—
5
*
®níe
d»
54
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo«
do
Varzlm,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
do
Minho,
Francisco
José de
Sonsa,
pharm.—
Villa
de
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s.
pharm.
ANNUNCIOS
ARRENDA-SE
do
S.
Miguel
etn
dian
te
o
primeiro
andar
da
casa
n.°
71
do
campo
de
Sanl
’
Anna,
esquina
da
rua
das
Aguas,
onde actualmente
está a
Socieda
de
Democrática.
Tem
bons
commodos
pa
ra
qualquer
repartição
ou
escriplorios.
Póde
ver-se a qualquer hora
do
dia. Tra
ta-se
na rua
de
Santo
André,
n.°
10.
(2528)
ATTE.VÇÃO
Por
escriptura
de
21
de
julho
de
1878
lavrada
na
nota
de
João
Marcos
d’
Aranjo
Ribeiro, tabellião
n
’esta
cidade
de
Braga,
foi
dissolvida
a sociedade sem
firma,
ver
balmente
estabellecida entre
Manoel da
Silva,
mulher
Calharina
Rosa
e
seu
filho
Joaquim
da
Silva
Gonçalves,
casado
com
Anna Thereza
de Jesus,
todos
da
mesma
cidade,
escriptura
que
se fez
registrar no
tribuna! commercial da
dita,
o
que
se faz
publico
para
todos
os effeitos.
(2524)
AGUAS
MIAEHAES
Vende-se
na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim, na
praça
d
’
Alegria
—de
Vidago,
Verim, d
’
Entre-os-Rios,
de
Sei-
dlitz,
das
Caídas
da Rainha, do
Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide.
Al
calinas
de
Moura
e
de
Vichy.
(2505)
15JECÇÃO
HYGIENICA
BALSAMICO
PROPHILATICO
Esta
injecção
é
a unica
e
efficaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de de
purgações
tanto antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova.
Em Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de S.
Barlholomen.
Deposito
principal
no
Porto
na
Phar
macia
Madureira,
rua
do
Triunfo
n.°
742,
proximo
ao
Palacio
de
Chrystal.
Preço
de
cada
frasco
—
400
rs. (2506)
wbihí
No
largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’
esta
cidade,
duas
moradas
de
casas
construí
das
de
novo; tracta-se
com
Antonio
Sil-
verio
de
Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
ARRENOAM-SE
Tres
moradas
de
casas
de
dous
an
dares, construídas
de
novo,
com
quintal
e
agua,
sitas
na
rua
de S. Geraldo
n.°
s
18, 20
e
22.
Para
ver
e
tractar
na
mesma
rua
n.°
17.
(2466)
Caixa penhorista Bracarense na
Travessa de
D.
Gualdim
d
’
esta
eidade.
Continua
a emprestar
dinheiro
sobre
penhores
lodos
os dias
desde
as
8 horas
da manhã
até
ás
9
da
noule
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objectos empenhados
na
mesma
caixa
com alrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
VENDE-SE
a
casa
da
rua
do
An-
Í:
:
;È
jo
n.° 11 e
11
A.
Quem
a
pre-
tenter
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
V
n.°
1.
(2423)
*
DINHEIRO
A
JURO
A confraria
de
Santo
Antonio
da Pra
ça
Municipal tem
6500000
reis
para
mu
tuar,
a
5
p.
c.
(2461)
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua de
S.
Geraldo
n.°
18.
Trata
se
no
cam-
'•"■k
po
de Sanl’Anna,
n.°
68.
(2298)
MACHINAS PARA COSEU
DA
Companhia
fabril
SINGER
1
9
—
rua
«ie
S. Vicente
—
11
ERAGA
As
melhores
machinas
para costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
98S:S1«
machinas
de
costura!!!
mais
«Os4»«
que
em
1876.
A Companhia Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
500
reis
BemanaeB
sem
prestação
de entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
prompto
paga
mento.
Para
famílias, alfaiates,
costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
A COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico
que te
nha
todo o cuidado para
não
ser enganado com as machinas
imitações,
como
algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
sixger
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL SINGER
17,
RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em todas
a
ca
pitães
dos
districlos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
SINGBB
(2443)
ARRENDAM-SE dous
campos
de
terra
lavradia,
sitos
na freguezia de Lomar,
pertencentes
ao
collegio
dos
Orphãos
de
S. Caetano.
(2525)
Empreza editora
de
Francisco Arthur da
Silva
—Lisboa.
HKfVHIÍ
\
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
C«sar
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
18ô2
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
Z
BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade 1867
e
acompanhada
da
versão das
citações
gregas e
latinas,
e annotada
por
1M
unoel
5»eraiar«Ses
Branco
Da Academia
Real
das Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e
latina,
etc.
2.a
edição,
illuslrada com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes
in-X.° grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato aos
favores
do
publico,
e
compre-
hen.lendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta 2.a edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza
e
áquel-
les
que
de hoje em
diante
o continuarem
a
coadjuvar,
como
BRINDE
o
dreimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois indices,
sendo o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabetico,
con
tendo
os
nomes
de todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada ....
200000
reis
fortes
Encadernada
. . .
270000
»
»
Para facilitar
a
aequisição
d
’esta tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez, o editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de 16
paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignalura
:—
A assigna-
tura
póde
fazer-se por entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.—Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME
:
1.°
vol.
br. orn. de
9
grav.
10870
2.°
>
>
» 6
»
10665
3.»
»
»
>
»
7
»
10605
4.°
>
»
>
>5
»
10525
5.°
>
D
>
6
»
10615
6.°
>
>
>
>6
»
10690
7.°
>
>
>
»
6
»
10640
8
0
»
>
>6
D
10615
9.°
•
>
»
6
>
10565
10.°
$
>
>6
>
10615
11.°
>
>
>
> 6
>
10640
12.°
>
»
>
> 6
>
10815
13 .»
K ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras,
brinde
a
todos
os
assignantes,
no
pre-
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de que
consta
a
obra
estão
tiradas
45, pertencentes
aos
vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será dis
tribuído
depois
de
completo e
brochado
a
todos os
assignantes
que
tenham
pag0
decimo
segundo
volume
Os
assignantes teem
as seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
à
obra,
e poder
receber
como
e
quando
qu
j.
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
p
Ot
'
volumes.
LISBOA:
—
A
assignalura
póde fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes,
o
assignante
receberá
uma
entrega
de
d
Uas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra-
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços acim
a
marcados,
pagando
ao distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—A assignatu.
ra
póde fazer-se
por
fascículos
e
por
vq
.
lumes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
esó
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re.
ceberá
o
segundo setn
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS.
SIGNATURAS
REALISAVEIS
terão UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do editor-
rua
dos
Douradores, 72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu.
genio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Artiaur <í« Silva
—
editor
72,
rua
dos Douradores,
72
—
LISBOA.
mOUBAl
gRUA
DL S.
MARCOS, N.° 5.
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a prin-
||
cipiar
em
80
reis
a
peça.
sV
Vende
olio,
tintas
e
|
vernizes
para,
pinturas
de
|
casas, tudo
de
boa
quali-
g
dade.e
preços
muito resu-
midos.
á
s]t
Vende cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para estuques de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS
MISSIONAMOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamenle
correcta
e
muito
augnsentada
com novas
orações
e
devoções
indul-â
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc
*
fíevm.
1
o
Snr.
D.
João
Chrysostvmo
d’
AmoiW
Pessoa, Arcebispo
Primaz.
Vende-se em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua Nova
n.°
4,
e
nas
livra
*
rias
de
Manoel Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=160
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
A
APPARIÇÃO
DE
N.
SENHORA DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio d’
este
jorna»
Preço.
...
30
reis.
RESPONSÁVEL-Luiz Baptista da
Sil«
*
------------------
1879
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—’ -
Parte de Comércio do Minho (O)
