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-
B
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^KTTH<C^Sk
B5
2UOT1C B
O?^z?k
.
REDACTORES—
D. Miguel Sollo-Mayor e Dr Custodio Velloso.—DIRECTOR—
Aulonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
PREÇO
DÁ ASSIGNATURA
PREÇO
DA ASSIGNATURA
7.° ANNO
Braga, 12
mezes.................................. 1&600
»
6
»
.............................
850
Correspondências
parlic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha....................... 20
Repetição..................................
.
io
PUBLICA-SE
ÃS TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
Províncias,
12 mezes. .... 2^000
»
6
»............................ 1&050
» sendo
duas
assignaturas 3&600
Brazil, 12
mezes, moeda forte. .
3í>600
Folha
avulso................................... 10
N.° 964
.JErS.
j*
1 2
CS
*
Tíieses.
—
Defenderam
theses
no
dia
24,
como
havíamos
annunciado,
os
snrs.
Joaquim Antonio da
Silva e Francisco
Antonio
Martins Vicente,
que
este
anno
concluiram
o
curso
lheologico
no Semi
nário
Conciliar d
’
esta
cidade.
Assistiu
o
E.x.
mo
e
Revd."10
Snr.
Ar
cebispo
Primaz
e
um
numeroso
concurso
de
ouvintes,
que
honraram
este
acio,
que
é
pronunciado
symptoma do
progresso,
que
o ensino
attingirá
em
tam importante
estabelecimento
de
instrucção,
se
o
seu
sabio
Prelado
for secundado
em
seus
ex-
forços
pela boa
vontade
dos
que
podem
e
devem
auxiliai
o
ern
tam
sai^a
cruzada.
Apesar
da
vigorosa argumentação
dos
illusires
arguentes,
satisfizeram
plenamen
te
os
dois esperançosos
mancebos,
que
leem
talento e amor
pelo
estudo;
pena
é
se
despresam
a
sua
pronunciada
vocação
para
estudos
sérios,
e
não
continuam
sua
educação
scientiíica
em
a
nossa
universi
dade,
que
havia
de laureal-os
com
suas
distincções
e
com
seus
gráus.
Cada
um
dos
talentosos
môços
defen
deu theses
por
espaço
de
quasi
duas
ho
ras.
No
intervalo de
cada
um
dos
ar
gumentos
tocava
na
sala
da
entrada
uma
das
bandas
de
musica
d
’
esta
cidade.
Terminadas
as
discussões,
o
Ex.
m0
Pre
lado,
levando ao
seu
lado
os
dois
aluamos
e
sendo
acompanhado
pelo
snr.
Reitor
e
corpo
docente
do
Seminário.
Jingiu-se
á
sua
sala
de espera,
onde
se
felicitou
e
a
todos
os que
tomaram
parte
n
esta
festa
da instrucção pelo
modo dislincto,
com
que se
houveram.
E
assim
terminou
este
acio,
que
para
todos
será
sempre
de
gloriosa recordação.
Congregação.—
Logo
depois
da
de-
feza das
thezes
teve
logar
a
congregação
final,
presidida
pelo
Ex.
m0
Prelado,
para
decidir
sôbre
a
classificação
dos
alumnos
do
curso
lheologico.
Resolveu
conferir
os
seguintes
prémios
e
distincções:
1.
° ANNO
1. °
accessd,
Manoel Ribeiro
Coulinho.
2.
°
accessit, Bernardino
dos
Santos
Portella
i.a
distincção,
Antonio
Martins
Pa-
Ihares
Distinctos
pela
ordem
da
matricula:
Antonio
Gomes
Pereira.
Antonio Luiz
da
Costa
Machado
Vil-
lela.
José
Joaquim
d
’Oliveira.
2.
°
ANNO
1.
°
accessit,
Manoel
Antonio
Borges.
2.
°
accessit,
Antonio
Lopes
Casavedra.
1.
°
dislincto,
José
Augusto
Ferreira.
2.
®
dislincto,
Manoel Joaquim
da
Costa
Faria.
3. °
dislincto,
José
Joaquim
Rodrigues
Peixoto.
4.
®
dislincto.
Manoel
José
de
Cai
valho.
SABBADO
26
DE JULHO DE 187S
As
refúrmas
da
instrucção
secun
daria.
(AO COIUIEU
DA
PENNA)
paiz,
ou
reduzir sua mocidade
a
uma
nova
geração
de
holhenlotes,
ou
obrigar
os
paes
d
’
ella
aos
pesados
encargos do
ensino
particular.
* *
*
®
dia
de
Santa
Henrique
em
França.
I
E
’
uma
verdade sanccionada
pela
his
toria
da
humanidade,
que
a
solida
gran
deza
d
’um
povo
está
sempre
na
razão
directa
da
sua
civilisação,
que
é
o
prodn-
cto
de
dois
factores: a instrucção
e
a
educação; d
’
onde
é
logico
concluir,
que
o
governo,
que
descura
a
legislação,
que
regula
o
primeiro
d
’esles
dois elementos
ci
vilisadores,
longe
de
ler
direito
ás
sym-
pathias
populares,
é
digno
de
que
seja
apeado
das
altas
funcções
que
empol
gara.
E,
porque
assim
é,
as
sociedades mo
dernas
procuram
fomentar
a
instrucção
mais
ou
menos
scientiíica
sobre
todas
as
províncias
do
saber
humano.
E,
porque
assim
é,
os
povos
antigos,
onde
penetrou
um
raio
de
civilisação,
procuraram
sempre
desenvolver
os conhe
cimentos
uleis.
Creso
e
Ptolomeu,
como
tantos
outros
monarchas
poderosos
da
antiguidade,
cha
maram
para
a
sua
côrte
sábios de
diver
sos
paizes;
Alexandre
é
clemente
para
com
Pindaro
só porque
chegara
a
seus
ouvi
dos
a
fama
lilteraria
do
grande
poeta;
e
Lycurgo
e
Solon,
propondo-se
aperfeiçoar
a
legislação
do seu
paiz,
procuram in
stituir-se
primeiro
pelo
estudo
dos
codi-
gos
e
dos
costumes
dos
povos
mais
avan
çados
na
estrada
do progresso
intellectual
e
social.
Tanto
mais
desenvolvida está
a
instruc
ção
d
’
um
povo,
tanto
mais
este se
eleva
em civilisação.
E
a
julgar
pela
sua instrucção
publica,
que
logar
deveremos
assignar ao
nosso
Portugal no
caminhar
da
civilisação
eu-
ropea?
Que
logar
marcaremos
a
este po
vo,
que parece
viver
sómente
das glorias
guerreiras
do
seu
antigo
passado
e
das
descobertas famosas,
que
reaiisara
por
to
das
as partes do
mundo
conhecido?
Consideremos simplesmente as
contí
nuas
innovações
dos
programmas oíficiaes
sobre
a
instrucção
secundaria
e
intuitiva
mente
reconhecemos,
que
os
nossos
go
vernos,
ou
por ignorância,
ou
por
conve
niências
políticas, parecem
interessados
em
dar á
instrucção
publica
um
movi
mento
retrógrado.
Entremos
em
os
lyceus
nacionaes
e
mais
nos
parecerão
relíquias
de
tempos
que
se
foram,
do
que
seminários
feracis-
simos da
instrucção
da
mocidade.
E
para
exemplo,
seja
suíficiente trans
por
a
entrada do
lyceu
d’
esta
cidade, que,
sendo
em
tempos
ainda
não
remotos
um
dos
mais
frequentados,
é
hoje
similhante
aos
quasi
derrocados
e
solitários mostei
ros,
que o
camartello
liberal
derruio
e
lançou
por
terra.
E
’
que
os programmas
oíficiaes
são
de
tal
modo
carecedores
de
bom
senso
governativo,
que
não
ha
chefe
de
fami
lia,
que
não
reconheça
11
’elles um
obstá
culo
ao
progredimento
de
seus filhos no
caminho
da
instrucção
e
do
fim
social
a
que
os
destinaram.
Tam
frequentado
era
o lyceu
d
’esta ci
dade,
que causa
dó
contemplai
o hoje
tam
solitaritj. Parece-,
que
os
governos
e
as
suas
juntas
consultivas
resolveram
em
seus
altos
desígnios
desterrar
para
muito
lon
ge
a mocidade
da
mais
rica
província
do
Foi
este
anuo
extraordinariamente
fes
tejado pelos
legitimistas
francezes
o
dia
de
Santo
Henrique.
Como a
pequenez
do
nosso
jornal
não
nos permitte
transcrever
as
longas
e
in
teressantes
descripções
que
trazem
os
jor-
naes,
limitamos-nos
a
copiar
os
seguintes
paragraphos
da
«Uniona:
Os
realistas
celebraram
hontem
a
festa
da
Esperança.
Pela
manhã
foram
á Egre
ja
de
Saint-Germain
des
Prés,
para
depo
sitar
junto
ao
Altar
os
votos
de
seus
co
rações
pelo
Rei
e
pela
França,
que
elles
confundem
nas
expansões
da
sua dedica
ção
e
da sua
fé.
A
’
tarde,
reuniram-se
em
banquetes,
em
differentes
pontos
de Paris,
represen
tantes
de todos
os
districtos.-
Limitamo
nos
pois a
indicar
rapidamente
os
banquetes
que
hontem
houve
em
Paris;
foram
os
seguintes:
Avenida
de
Chisy,
n.°
198.
—Brilhante
discurso
de
M.
de
Baragnon
em
uma
sala
completamente
cheia.
Avenida
du
Bois
de
Boulogne,
n.®
10.
—
Presidiu
o
snr
barão
de
Moracin;
as
sistiram
o
príncipe
de
Leon,
deputado,
o
conde
de
La
Viefoilíe.
Levantou
o
brinde
o
príncipe
de
Leon.
Sainl-Alandé.
—
Presidiu
o
snr.
de
La
Marliniére.
Estiveram
presentes
os
snrs.
de
La
Bassetiere
e de
Kermengny,
depu
tados.
O
snr.
de
La Bassetiere pronunciou
um discurso
sobre
a organisação
do
tra
balho.
Palais-Rayal.
—
Presidia
o
snr.
conde
O.
de
Ghevigní;
assistiram
os snrs. Fres-
neau
e
de
Raisme,
senadores,
os
snrs.
de
Champagny
e Ernest de la
Rochett,
deputados,
e o
conde
de
Demaine, antigo
deputado.
O
snr.
de
Ghevigní
fez
o
brinde,
e
o snr.
de
Fresneau
um
brilhante
dis
curso.
Passy,
presidiu
o
barão
de
Vaux
Tas-
silon;
discurso
e
brinde
feito
pelo
conde
de
Parrachel
e pelo
conde
de
Osrnond.
Rua
Cassete,
n.°
10,
hotel
de Breta-
gne.
—
Presidiu
o
visconde
de
Mayol
de
Ltipé,
e
assistiram
os
snrs.
de
Bodan,
deputado
e
de
Beliomagne.
—Brinde
e dis
curso
pelos
snrs.
de Bodan, de
Lupé,
Cláudio
Lavergne.
Montmarlre.
—
Presidência
do
snr.
de
Houx.
—
Brinde
pelo
snr.
M.
Maggiolo.—
Extraordinária
concorrência
de
operários.
Rua
de
Lille.—
Presidência
do
viscon
de
de
Aboville,
antigo
deputado;
assisti
ram
o duque
de
Riviére,
senador, M.
F.
Boyer,
deputado;
os
snrs.
Etnoul
e
de
Saint
Victor,
antigos
deputados.
—
Brinde
e
discurso
pelos
snrs.
de
Aboville
e
de
Boyer.
Continua
o
mesmo
jornal,
de 16:
Não
recebemos
ainda
noticia,
de
to
das
as cidades
onde
hontem
se
celebra
ram
missas,
solemnisando
o
dia de
Santo
Henrique;
mas
sabemos
já
das
seguintes:
Montpellier,
Toulouse,
Lille,
Avignon,
Boulogne.
Dijon, Agen,
Le
Mans,
Angers,
Nantes,
Poiliers,
Rennes,
Muulías,
Rou-
baix
Vesoul,
e
muitas cidades
do
depar
tamento
na
Alta Saône,
Vitré,
Brest,
Saint
Brienne,
Tours,
Bordeaux, Lyon,
Marseille,
Notre
Dame
de
la
Garde,
Per-
pignan,
Nimes,
Rouen.
"
—O
banquete
realista
de
Versailles
foi
presidido
pelo
snr.
conde
de
Roiboissel,
antigo
membro da
Assembleia
Nacional.
Os
convivas
enchiam
a
grande
sala
do
Hotel
de
France.
Improvisada
em
algumas
horas,
ape-
zar
da
ausência
de
grande
numero
de
realistas,
que
estavam
compromellidos para
os
banquetes
de
Paris,
esta
reunião
ex
cedeu as
esperanças
dos
seus
directores.
Todas
as
classes
da
sociedade
de
Ver
sailles
ahi
estavam
representadas.
O nosso
amigo,
o
snr.
Franchet
de
Esperey,
levantou
uma
saude
ao
Rei.
«Teem
mentido,
e
bem
o
sabem,
disse
elle
no
meio
de
applansos
geraes,
aquel-
les
que dizem
que
o
Rei
nao
quer
voltar
á
Frauça;
leem
lambem
mentido, quando
dizem,
que
com
o
Rei voltariam os
abusos
do
antigo
regimen»
*
.
O
snr.
conde
de
Boiboiseile
respondeu
calorosamente
em
nome
dos
realistas
da
sua
cara
patria,
a
realista
Bretanha.
Os
snrs.
Deslandes-Vinay
e
o
nosso
collega
Nicolau
Roussu
aífirmaratn
que
os
verdadeiros
francezes
contiavam
na
próxima
volta do
Rei.
A
sessão
prolongou-se.
no
meio das
eíTusões
de
fé
realista,
até
ás
dez
horas
da noite.
Todos
sairam
contentes
e
felizes,
ricos
de esperanças
patrióticas,
promeltendo
reunirem-se
novamenle
no
dia
29
de
se
tembro,
anniversario natalício
de
S.
M.
El-Rei.
—Escrevem
de
Tours:
Em Tours,
reuniu
se
no
dia
15
de
julho
um
numero
de
realistas
muito maior
que
nos
annos
precedentes,
na
capella
de
Saint-Martin,
onde
houve muitas
commu-
nhões.
Grande
numero
de
fieis
assistiram
á
missa
nas
suas
respectivas
parochias,
e
no
Oratorio
de
la Sainte
Tace
houve
tam
bém
muitas
communhões.
Todos
rogaram
pela
França
e
pelo
Rei
com um
novo
fervor,
por que
a
Provi
dencia
parece querer-nos
mostrar
com in
vencível
clareza
que
o
Rei
personifica
a
França.
A
nossa
elevação,
a
nossa
honra,
a
nossa
prosperidade,
ha
muito tempo
en
tregues
á
mercê
de
adventícios,
e
cada
dia mais
compromettidas,
não
podem
achar
garantia
no presente,
e
segurança
no
fu
turo,
senão
com
aquelle
que
não
neces
sita
fazer
a
sua
fortuna,
e
que
só
póde
fazer
a
fortuna
da
França.
'ST
05
ES.aJK
SL.
NO
ALBUM DE MINHA IRMÃ
D. Maria
dos
Anjos
NO DIA DOS SEUS
ANNOS.
Neste cantinho
modésto
Do
leu
palacio dourado,
Deixa acolher por
um pouco
Pobre
mendigo
esfaimado.
Quem
chega
pois
de
tão
longe
Num
dia
tão
festejado,
Embora
os
donos
não
gostem,
Tem
jus
a
ser
gasalhado.
Eu
peço pouco!...
bem
vês...
Não
lenho orgulho ou
vaidades
I
E
dou
em
troca
á
hospedagem,
Amores
perfeitos,...
saudades...
Embora
seja
um
mendigo
Que
ura
tal
gasalho
requesta,
Não
é costume
expulsar
Quem
chega
em
dias
de festa.
Que
bom
signal
!... um
sorriso !l
—
Cá
fico
pois
gasalhado; —
Quero
porém
alguns
juros
Qu
’
eu
pago
já
<le
contado.
Rio
de
Janeiro, junho
de
79.
N.
li.
3.
° ANNO
Prémios
pela
ordem
da
matricula:
Francisco
Augusto
Martins
Vicente.
Joaquim
Antonio
da
Silva.
1.
° distincto,
Manoel
José
Antunes
Barbosa.
2. °
distincto,
Alfredo
José
Ferreira.
3.
°
distincto,
Manoel
José
d
’Araujo
Faria.
Chronie»
Religiosa.
—
A
’manhã, do
mingo:
Indulgência
plenaria
na
egreja
da
Congregação,
e
a mesma com absolvição
para
os
Irmãos
da
Santíssima
Trindade.
Exposição
do
Santíssimo
no
Salvador.
Começa
a
Novena
de
N.
Senhora
das
Neves,
na
capella
de
N.
Senhora
Bran
ca.
Romaria
—
Na
terça-feira tem
logar
no
alto
da
Falperra,
local
pittoresco
d
’
on-
de
se
descobre
um panorama
encantador,
a
romaria
de
Santa
Martha, das
mais
con
corridas
d
’
esta
província,
especialmente
de
povo
d
’esta
cidade
e
povoações
convisi-
nhas
c
da
cidade
de
Guimarães.
Bniita
«nn<«.
—
Tem
ámanhã
logar
no
R.
templo de
Santa
Cruz a
festa de
San
ta
Anna,
com missa
solemne,
Exposição
do
Santíssimo
e
sermão,
e
de
tarde
pro
cissão
em
volta
do
campo
dos
Remedios.
Fallecimento.
—
Fallecen
no
Porto
a
exc.
ma
snr.
a
D
Filotnena
de
Jesus
Dias
d
’
Azevedo,
filha
do
nosso
presadissimo
collega
da
«Propaganda
Calholica»,
o
snr.
Francisco
Pereira
d
’
Azevedo.
Contava
apenas
16
annos.
Sentimos
profundamente
a dor que
alan-
ceia
áquelle nosso querido
amigo
Pedimos
aos
leitores
um
P.
N.
por
alma
da
finada
menina.
Nova publieaçSo
—
Vae publicar-se
dentro
em
breve
uma
obra
intitulada
Ilha
da Madeira.
Constará
de
dois volumes,
sendo
o
preço
de cada
um
600
reis,
pagos
no
acto
da
entrega.
E’
seu auctor
o
sn
r
.
Accurcio
Garcia
Ramos,
cirurgião-mór
do
exercito
e
mem
bro
das
principaes
corporações
scientilicas
de
Portugal.
NCxravitfiafl da
«reação.
—
Rece
bemos
o fascículo
n.°
15
das
Maravilhas
da
creação.
por P
edro
M. P
osser
.
Continúa
a
ter
uma
publicação
regu
larissuna.
Níova
Meza.
—
Jã
tomou
posse
a
nova
Meza
que
tem
de
administrar
a
irman
dade
de
N.
Senhora
da Torre,
erecta
na
sua
capellinha proximo do
arco
do
Colle-
gio,
d
’esta
cidade, e
que
ficou
composta
da
seguinte fórma:
Juiz
—
Dr.
João de
Paiva Faria
Leite
Brandão.
Presidente
—
Padre
José Silverio
da
Silva.
Secretario
—
Padre
José
Maria
Vieira
da
Rocha.
Thesoureiro—
Manoel
Lourenço
d
’
Arau-
jo
Braga.
Procurador
—
Antonio
José
Vieira
Ma
chado.
Mordomos
—
P.e
Manoel Martins
Aguiar,
padre
Francisco Martins
Farinha,
padre
João
Manoel
Martins,
Antonio
José
Mar
tins
Costa,
Francisco
Carvalho,
Custodio
José
Leite.
Zeladores
—
Padre
José
Lopes,
padre
Francisco
Antonio
de
Santa
Cecilia,
Ma
noel
da
Silva e Sousa, Manoel
Joaquim
da
Silva.
Senhora
do
I.eíte.
—
Festeja-se
hoje
e ámanhã
N.
Senhora do
Leite,
venerada
no
seu
oratorio
á
entrada
da
rua
de
S.
João.
Hoje
á
noite
ha
alli
arraial
com
illu-
minacão
e
basar
de prendas,
tocando
du
rante
este
a
«Philarmonica
Bracarense».
Lobo.
-Dizem-nos
de
Requião
que no
domingo
entrára
um
lobo
na egreja
d’
a-
quella
freguezia, na
occasião
em
que
o
povo
esperava
pela
missa
conventual,
e
fugiu
incontinente
para os
lados
de
Lou-
zado,
ond^,
segundo
consta
ao
nosso
assi-
gnanle
que
isto
nos communica,
tem
feito
bastantes
estragos.
Opuaeulo.
—
Do
snr.
dr.
Pereira-Cal-
das
recebemos
um
opusculo
intitulado
Monumentos
epigraphicos
de
Roma,
exal
çados da
memória
do
Papa
S.
Damazo,
prodígio
vimaranense.
Contém
doze
inscripções
commenladas
e
explicadas pelo
erudito
professor.
E
’
um
trabalho
de
muito
merecimento,
como
todos aquelles
a que
se
entrega
áquelle nosso
antigo
mestre
e
amigo.
Revista
de Direito
administra
tivo.
—
Recebemos
o
n.°
19 do
2
0
anno
da Revista de
Direito
administrativo,
pu
blicação
mensal,
redigida
pelo
snr.
José
Caelario
Preto
Pacheco,
distincto
advogado
nos
auditórios
do
Porto.
E
’
periodico
importantíssimo
na
sua
especialidade,
e
porisso
justo
o apreço
em
que
é
tido
pela
imprensa
nacional
e es
trangeira, como
já
em
tempo
constatá
mos.
Posse.
—
Ante-hontem
tomou
posse do
cargo
de
administrador
do
concelho de
Faie,
o
snr.
dr.
Florencio
Monteiro
Viei
ra
de Castro, nosso
antigo
condiscípulo
e
presado
amigo.
Parabéns.
Airavez
da
província.
—
Dizem
de
Guimarães:
Foi
domingo, como
se
annunciára, a
romagem
e
festividade
de
Nossa
Senhora
da
Penha.
—
O
aprazível
tempo
que
fez
n
’
esse
dia,
o
pittoresco local,
o
vasto,
di
latado
e
formosíssimo
panorama
que
d’
alli
se
goza,
de mistura
com
a
devoção
á
San
tíssima
Virgem,
att-airam alli
uma nu
merosa
concorrência,
a
qual
com
as
di
versões
proporcionadas
pela
Meza,
fez
alli
durante
lodo
o dia
um
alegre
e
animado
arraial
—
A
ermidinha,
onde
se
venera a
imagem
da
Virgem,
eslava
deslumbrante
de
belleza
nos
seus
adornos.
A
festivida
de
e
a
procissão
foram
feitas com pompa
e
luzimento.
Finalmente,
foi
uma
roma
gem,
que
hade
deixar
saudosas
e
dura
douras
recordações
aos
que
a
gozaram.
—
Quanto
a
melhoramentos,
em
que
tanto
alli
se
empenham
os devotos
zelUdores
d'aquella
ermida,
d
’
anno
para anno
ap-
parecem
novos
e
importantes, e se
não
tão
grandes,
quanto
seria
para
desejar
e
quanto
estão
reclamando
as
circumstan-
cias
especiaes
d
’
aquelle
pittoresco
local,
pelo
menos tantos
quantos são
compatí
veis
com
os
apoucados
recursos
de
que
se
póde
dispôr.
Este
anno,
por
exemplo,
collocaram-se
grades
de
ferro
nos
pene
dos
que
coroara
a
ermida, abriu-se
para
esta
mais
commoda
entrada,
fez-se uma
nova
escada
para
subir
aos
terrassos,
con-
linuaram-se
na
casa
os
reparos
indispen
sáveis
para
a
tornarem cada
vez
mais
commoda
e
mais
confortável,
e finalmente
fizeram-se muitas outras obras, que
mais
uma
vez
vieram
attestar
o
zelo
com
que
trabalham
no
engrandecimento
d’aquella
formosíssima
estancia
os
que tomaram
a
peito
empenhar-se em
chamar
para alli
as
attenções
dos
que amam o
bello
e
apreciam
o
seu
gozo.—O
principal
porém,
—digamol-o com franqueza
e
com
senti
mento—
está
por
fazer.
Falta
uma
estrada
que
dê
commodo
e
facil
accesso
áquelle
elevadíssimo
pincaro.
E,
se
o
nosso
con
celho
podesse
ser
ouvido
pelos
que
tanto
interessfe
teem
mostrado
em
tornar
cada
vez
mais
apreciável
aquella
pittoresca
es
tancia,
dir-lhes-iamos que
deveriam,
pondo
de
parte
tudo
o
mais,
empregar
toda
a
aclividade
da
sua
fecunda iniciativa
em
estudar
e
arranjar
meios
e
modo
de
ras
gar
uma
estrada
para alli.
—
Com
não
usual
pompa
leve lugar
no
templo
do
Bom
Jesus
da
Cruz da
villa
de
Barcellos,
no dia
18
do
corrente,
o
funeral
do
exc.mo
e
revd.
ta
°
snr.
commen-
dador
padre
Manoel
Sebastião
d
’
Almeida
Peixoto,
sendo
immenso
o
concurso
de
amigos
e
de
pessoas
principaes da
villa
e
concelho.
A
’
tarde
foi
conduzido
ao
cemiterio
publico
o
cadaver
do
illustre
fi
nado,
sendo muito
grande o acompanha
mento.
—
No
testamento
çom
que se finou
o
snr.
commendador
padre Manoel
Sebas
tião
d
’
Almeida
Peixoto,
de
Barcellos,
con
templou
com
diflerentes
legados
alguns
amigos
seus,
sendo
com
o 2:000$00l>
ao
snr. João
Antonio
da Costa
Guimarães,
com
900^000
reis
o
snr.
Anselmo
Leite,
com
900$000
reis o
snr. Custodio
Leite,
com
5005000 reis
o
snr.
Francisco José
Bento
d
’Oliveira,
com
200$00l)
rs.
o
snr.
Domingos
Ferreira.
Também
contemplou
com
800$000
reis
o
Asylo dos Entreva
dos,
e
com egual quantia
o
Hospital
da
Misericórdia
d
’
aquella
villa.
—
No
dia
20
do
corrente,
finou-se
em
Barcellos,
victirna
d’
um
ataque
de
ver
mes,
uma
filhinha
menor,
e
ainda crean-
ça,
do
snr.
Miguel da
Cunha
Velho.
—
Dizem
de Ponte
do
Lima:—A
’
no
ticia
que
demos
sobre
o
apparecimento
do
cadaver
d
’
uma
mulher
na
freguezia do
Sou
to,
temos
a
accrescentar
os
seguintes
pro-
menores:
—
A
victima
era
casada
com
An-
lonio
Lourenço
Pedrido,
lavrador
d
’
aquella
freguezia,
e
contava oitenta
e
tres
annos
de
edade.
Como via muito
pouco
e
era
quasi
noite
na
occasião
em
que
voltava
do
trabalho,
perdeu-se, desviando-se
do
caminho
que
a
levava
á
sua
habitação.
Depois, já perto
de casa
encaminhou-se
inconscientemente
por um
terreno
que
lhe
era
desconhecido,
abeirou-se
d
’
um
vallado,
que
ficava na
ourela
d
’um
caminho,
e
ao
cahir
bateu
com a
cabeça n
’umas
pe
dras,
ficando
instantaneamente morta,
se
gundo
se
julga, porque
o cadaver,
tendo
o
facto
acontecido
na
tarde
do
dia
14,
só
appareceu
na noite do dia
15.
—Escrevem
de Vianna: —
Um
empre
gado
do
caminho
de
ferro
da
estação
de
S.
Pedro
da
Torre
foi apanhado
por
uma
carruagem,
que
lhe fracturou
a
cabeça.
Dizem-nos
que o
infeliz
estivera
seis ho
ras
á
espera
de
ser
transportado
para
esta
cidade,
afim
de
lhe
serem ministra
dos
os
soccorros
médicos.
—
Durante
a
semana
finda em
19
do
corrente
deram-se
á
sepultura
nos
cemi
térios
publico
e
da ordem
terceira
de
Vianna
os
cadavereres
dos
seguintes
in
divíduos:
Cândido
Ennes
AÍTonso
Ribeiro,
22
annos, solteiro;
Bernarda
Pereira, 49
v.;
Lucinda
d
’
Almeida, 23 a.;
Maria
Fi-
lomena.
30
a.;
lodos
da
freguezia
de
Santa
Mana
Maior,
d’
esta
cidade.
—
Maria
Joaquina
Varella
da
Cunha,
72
v.;
Fran
cisco Gonçalves,
8
a.;
João
Rodrigues Li
ma,
54
c.;
todos
da
freguezia
de
Mon-
serrate,
d
’
esta
cida.de.
—
Marianna
Barbosa,
30
s.;
dos
Arcos
de
Vai
de
Vez
—
Car-
lota
de
Jesus,
42
c.;
da
ilha
da
Madeira.
—
Joanna .Maria,
79
v.;
de
Braga.
Zulandia.
—
As
avançadas
inglezas
já
atravessaram
a
fronteira
da
Zulandia,
che
gando
a
poucas
milhas
do
kraal
ou
acam
pamento
de
Cettiwayo.
Em
resultado
dhsto
parece
que
as
ne
gociações
enlaboladas
por este,
e
que
fo
ram
annunciadas
oflicialmente
pelo
gover
no
brilannico
ante
o
parlamento,
não
lerão
dado
resultado
algum
quando
os exercitos
avançam
e
se
dispõem ao ataque.
Verdade
é
que
os
inglezes
não
teem
que
se
enthusiasmar
com
os
progressos
do
seu
exercito
de
África.
Depois
d’
este
ler
sido
reforçado
por
tres
vezes;
encon
tra-se
actualmente
no
mesmo
estado
e
si
tuação
que
estava
na
vespera
da calastro-
phe
do
Ynsandula.
Também
então
as
tropas
brilannicas
sahiram
do
território
do
Natal
para tran
spor
a
fronteira
da
Zulandia, e
chegaram
além
d
’
isso
a
estar
tão
perto
do
campo
de
Ceitiwayo
que
se
bateram
com
elle
e
foram
por
elle
derrotados.
Depois
de-
passados
muitos mezes pa
rece
que
as
tropas
inglezas podiam
con
tar
maiores
emprezas, além
de
ter
vol
tado
a
occupar
as
posições
da
vespera
da
sua
derrota.
Se
os
cafres
acceitam
agora o
combate
como
acceitaram em
Ynsandula, e se este
fôr
favoravel a
lord Chelmsford, enião
poderá
o exercito
do Cabo
ter
merecido
bem
da sua
patriâ,
e
lavar
a
nodoa
que
mancha
a sua
bandeira
Mas
por
agora
nem
apenas
se
diz
que
o
general inglez
tracle
de provocar
o
seu inimigo
a
com
bale
decisivo,
nem
é
provável
que
o
faça
emquanto
se
não tenha encorporado
ao
exercito
o novo
commandante
em
chefe
sir
Wolseley,
nomeado
para assumir
o
commando
geral
das
forças
da
Aírica
austral.
Queijos
monatron.
—
A
exposição
internacional
dagricullnra
que
actualmente
se
effectua
em
Londres
altingiu
propor
ções d’uma
grandiosidade
como
se
não
vira
ainda
em
todos
os
outros
certamens
do
mesmo genero.
Avultam
alli
productos
notabilíssimos,
entre
elles
diversas
machinas
e
apparelhos
d
’uma
grande
novidade
e
perfeição, e
dois
queijos
monstros
do
Canadá,
pesando
cada
um
para cima
de 15
qumtaes.
—
P.
Fleetricidade.—
Fez-se
agora
uma
engenhosa
applicação da
electricidade
á
navegação.
Lm
inglez,
mr.
Henrique
Se-
vern,
conseguiu
construir
uma
bússola,
que
por
meio d’
uma
campainha,
avisa
o
capitão
de
que
o
navio
deixou
de seguir
a
derrota
prescripta.
A
campainha
func-
ciona
aulhomaticamente. O
apparelho
lo
do
encerra-se
n’
uma
caixinha
de
facil
transporte,
e
que
em
regra
geral,
deve
ser
collocada na camara
do
capitão.
Suppondo-se
que
o
capitão,
retirando-
se
do
convez,
deu ordem
para
se
seguir
certa direcção,
colloca o
ponteiro
do
in
strumento
n
’um
certo
angulo:
e
em
vez
de
ter
que
velar constantemente
para
ver
se
as
suas
ordens
são
cumpridas,
confia
no
instrumento,
que
o
informa
peio
seu
silencio.
Se
o
navio
se
desviou,
a
cam
painha
entra
a
badalar,
e
só
pára
em elle
tomando
novamente
a
devida
direcção.
Um
Creuo
indiano.
—
Chegou a
Paí
ses
Baixos
um alto
personagem
indiano,
o
pangeran,
Havia
Goudosiwayo,
principe
de Solo.
Acompanha-o
seu
filho
e
nu
meroso
séquito.
Pae
e
filho
vestem
á
eu
ropeia,
faliam
o
neerlandez,
e
trazem
com-
sigo
a
sua
orcheslra
composta
de
10
ho
mens
e
de
2
mulheres
que tocam
game-
lang.
O
pangeran Goudosiwayo
é
um
pobre-
sinho;
tem
de
rendimento
annual
apenas
3:960
contos
de
reis!
Caminho
d®
ferro
da
JJeSra
Al
ta.—
Foram
inaugurados
segunda-feira
14
do
corrente,
os
trabalhos
da
conslrucção
do
caminho
de
ferro
da
Beira
Alta,
na
secção
da
Guarda,
no local
destinado
para
a
estação
que
fica distante 5 kilometros
d
’
aquella
cidade,
os
quaes
são
percorridos
por
uma
excellente
estrada,
quasi
con
cluída,
e
que
dá
igualmente
accesso
a
Pinhel
e
Almeida.
A
eausa
Is-gitimistn
em
França.
—
Ganha
todos
os
dias
terreno
a
causa
le-
gitimista
em França.
A
adversidade é
uma
grande
mestra,
ella
tem
ensinado
á
França
o que
é
a
revolução
e
o
que ha
a
esperar
d
’
ella.
O
partido
imperialista,
que se está
desfazendo
depois da
morte
do
Principe
Luiz
Napoleão,
vae
na
sua
maioria
engros
sar
as
fileiras
legitimistas.
Hoje
mesmo
lemos no «Universa:
«La
Gazette
du
Midi»
annuncia
que tres
no
vos
jornaes
bonapartistas
acabam
de
se
unir
á
causa
monarchica>.
O
espirito
da
verdade
triumpha,
os
francezes
de
coração
desejam
mais
que
tu
do
salvar
a
França, e
para
o
conseguirem
esposam
a
causa
do
rei,
que
é
a causa
da
patiia.
—E.
Tran^plantaçtóo
«lati
arvore
*
no
verão.
—
Para
transplantar
arvores
procu
ra-se
o momento
em
que
a
seiva
pouco
ou
nada
se
mexe.
As
estações
em
que
este
phenomeno
vegetal
se
dá
são
o ou-
tomno
e
o
fim
do
inverno.
Póde
comtudo
acontecer
apresentar-se
um
caso
urgente,
em que haja
a
fazer
transplantações
na
força
do verão.
N
’esse
caso,
Joigneaux
recommenda o processo
seguinte:
«O
caso,
diz
elle,
é possível,
mas
demanda muitas
cautelas. Quinze
dias
an
tes
de
fazer
a
transplanlaçao,
deve
se
lo
dos
os
dias
desfolhar
uma
parte
dos
ra
mos,
deixando
agarrados
á
arvore
os
pe-
ciolos
das
folhas.
Estaesfolha
quotidiana
men
te,
suspende
pouco
a
pouco
oandamento
da
seiva;
e
no
fim
de
quinze dias, quando
a arvore
se
achar
completamente
despo
jada da
sua
vestimenta,
achar-se-ha
com
pouca differença
no
estado
em
que
a
ve
mos
ao despertar
da vegetação
na
prima
vera. Transplanta-se
então;
rega
se
fre
quentes
vezes
com
regador
munido
de
crivo
ou
á bomba
com
ralo
de
cfiuva,
e
o
exilo
será
completo».
Os
nihiiiataa.
—
Um
judeu
que
não
quiz
pagar
ao
comité revolucionário
50:000
rublos
ficou
com
os seus
armazéns
redu
zidos
a
cinzas.
Chama
se
K'ein;
linha
en
tregado
á
policia a
carta
em
que
lhe
era
pedida
aquella
importante
somma, e
que
era
concebida n
’estes
termos:
«Tu
roubas
bastante,
e
por
isso
pódes
entregar-nos
50:000
rublos,
se
queres
que
te deixemos
virver».
O
comité
revolucionário
dirigiu-se tam
bém
ás municipalidades
a
pedir-lhes
di
nheiro.
A’
cidade
de
Uzianij,
cuja
população
se
compõe,
na
maior
parte
de
judeus,
impoz
a contribuição
de
rublos
200:000.
Como
a municipalidade
se
recusasse
a
pagar,
o
fogo
rebentou na cidade, e du
rou quatro
dias.
Arderam
completamente
tresentas
casas
e
morreram
quatorze
pes
soas.
Dizem
de
Carcovia
que
foi
ultimamen-
le
tirado
do
rio
Neva
o corpo
d
’
um homem
ainda
novo.
Tinha
ao
pescoço
um
cordão a
que
eslava
alado
um
papel
em
que
se lia:
«Este indivíduo
é
Conslanlino
Salin.
estudante
do
instituto
Nicolau.
Foi
por
nós
executado
por
traidor.
—
O
comité
re
volucionário».
Os
jesuítas na
Inglaterra
e
no»
Estados-Unídoa.—
Na
Inglaterra
os
je
suítas
vão
sempre
augmentando
em
nu
mero
e unporlancia.
Existem
lá
500,
e
só
o
coliegio
de
Stonyhurst
conta
85
entre
os
quaes
o
pa
dre
Perry,
enviado
pelo governo Britâni
co
para
estudar
o
meridiano
magnético
na
África
e
a
passagem
de
Veuus
sobre
o
sol
na ilha
de
Kerguelen.
No
Canadá,
em
Montreal
tem
elles
um
coliegio
ílo-
rentíssimo. Na
Índia
os
grandes
collegios
de
Negapalan,
Bombay, Calcuttá etc.,
são
d
*
el!es,
sendo
muito
bemquislos
pelas
au-
ctoridades.
Na
America
do
Norte
sobem
ao nu
mero
de 1377
divididos
pelas
diversas
ca
sas
e
collegios
de
Nova-York,
Boston,
Washington,
Baltimore,
Cincinnati/tíhica-
go,
Kansas,
Michigan,
Ohi, etc. O
seu
coliegio
de
S.
Luiz
tem
o
titulo
de
Uni
versidade.
Vários
outros
tem
o
poder
de
n
ferir
graus
académicos em
letras
e lau-
íeas
ad
honorem.
gmigrnç&o.
—
L^mos
no «Apostolo»,
.
q
l0
de
Janeiro, a
seguinte
nota:
d
Durante
o
mez
de
maio
ultimo,
deu-
0 S
eguinte
movimento
da
imigração
no
®
orlo
do
Rio
de
Janeiro:
"
Entraram
2,910
colonos,
sendo alle-
j
gs
482,
austríacos
18,
francezes
41,
hespanhoes
69,
italianos
920, porlugue-
zes
1,174,
de
diversas
nacionalidades
6.
Sahiram
1,504,
sendo
para o Espirito-
Santo
37,
Rio
de
Janeiro
546,
S.
Paulo
jOl,
Paraná
12.
Santa
Catharina
278,
gio’
Grande
do
Sul
521.
Foram introduzidos
por
Francisco
Fer-
reira
de Moraes,
com o
auxilio do
Esta
do,
de
conformidade
com
o
aviso
n.°
14
de
’
15
de
março de
1879,
474
vindos
da
jlda
da
Madeira,
dos
quaes
sahiram,
pa-
ra
Cantagallo
122,
Campos
222
e
estra
da
de
ferro
de D.
Pedro
II
110.
Vieram
espontaneamente
2,436
e
sahi-
fani
1.050.
—
Na
barca americana
«Azorian»
che
garam
109
emigrantes
de
origem
portu-
gueza,
procedentes
das
ilhas
dos
Açores,
foram
recolhidos á
hospedaria
do
governo
31
dos
mesmos
que
pediram
este
favor
e
esperam
achar
locação;
os
demais ira-
2iam
destino
determinado.
São lodos es
pontâneos.
e
fizeram
a viagem
sem
qual
quer
auxilio
do
governo.
São
do
sexo
mas
culino
71
e
do
sexo
feminino
38
e
todos
de
boa
apparencia.
Anomalias
entre
os aniiuaes
«obre
alimentos.
—
A
cegude
«(conium
luacidatumj»
mala
as
vaccas,
nutre
as
ca
bras,
e
não
faz
mal
ao
cavallo.
A
pimenta
é mortal
aos
porcos,
e
in-
nocenle
ás
gallinhas.
As
ortigas
engordam
as gallinhas
da
Jndia
e
matam
os pavões.
Os
fructos
do
mesereão,
da
cigude,
e
da
bella-dona,
nocivos
aos
animaes
car
nívoros,
são
innocentes para
as
especies
herbívoras.
Come o porco a
raiz
do meim°ndro
com
avidez, devora a
cabra
do
mesmo
modo o
hellebro,
e a
cicuta, sem
lhe
fazer
’
mal.
A
perdiz
e
o
estorninho também
co
mem
impunemente as
bagas
do
louro-ce-
rejo.
Oa
gt»tos
de
nove
eaudas.
—
Na
camara
dos communs,
ingleza,
onde se
tem discutido estes dias
a diminuição
do
numero
de
açoites
que
legalmente se
póde
dar
em
soldados,
marinheiros
e
prezos,
estão
adualmente expostas
quatro
amos
tras
dos
instrumentos
que
servem
para
o
castigo.
Chamam-se
elles,
era
inglez,
cais,
ó
nine
tails
(galos
de
nove
câudas),
porque
é
um
chicote que tem
nove
per
nas.
0
«Daily
News»
descreve
do
seguinte
modo
um
d'esses bonitos, o
que
serve
para
a
marinha:
«0 cabo tem
19
pollegadas
de
com
prido;
d
’
uma
das
extremidades
pende
uma
corda
muito
grossa, que
a
quatro
polle
gadas
de
distancia do
cabo
se
divide
em
outras
tres
cordas,
estas
por
sua vez sub
dividem-se
cada
uma
em
mais tres,
de
14
pollegadas
de
comprido,
e
da
gros
sura
d
’
um
lapis.
Cada
uma
d
’estas
ulti
mas,
formada de
corda
rija
de
chicote,
tem
nove nós.
De
modo
que
este in
strumento
produz
oitenta
e
uma
feridas
década
chicotada.»
Alguns
dos membros
da
camara que
examinaram o
gato
de
nove
cau ias,
es
tavam
profundamente
surprehendidos.
Aotieirtsi
agrieolits
—
Diz
O
«Com-
mercio
de
Villa
Real»:
Procede-se
á
ceifa
do
trigo
e
centeio,
eujas
novidades
proraetlem
ser
um
pou-
eo
melhores
do
que se
esperava.
0
oidium
tem
atacado
muito
as vi
deiras,
em
alguns
sitios, tendo
os
lavra
dores
de
o
combater
á
força
de
enxofre.
Os
batataes
apresentam
bom
aspecto;
por
emquanto
não
consta
que
os
accom-
®etta
a
doença
costumada.
Com
o
calor
continua
a
propagar
se
0
phyloxera
e
cada vez
são
mais
desas
trosos
os
seus effeitos.
,
0 calor
dos
últimos
dias
tem
sido
pro-
P
‘
«o
para
o
milho;
apezar d’
isso
está
atrazada
esta
novidade.
No
mercado
ha
grande
escassez
de
hortaliças,
poucas
variedades
e
essas
muito
,<;aras.
Os
legumes
lambem
se
teem
conser-
Mo
caros
bem
como
as fructas,
que
es-
a°
pela
hora
da
morte,
como
diz
o
ada-
»
10
popular.
Pot-tuguezes
fullecidaa.
—
De
1
a
7
de
julho,
falleceram
no
Rio
de
Ja-
®
e'*'° os
seguintes
súbditos portugue-
Antonio
Coelho
da
Silva,
36
annos;
Manoel
Joaquim
de
Sousa,
40;
Antonio
Rodrigues,
26 casados;
Joaquim
Francis
co
Caverno,
45
c.;
Bento
José
de
Me
deiros,
53
v.; José
Miguel
Gomes,
26 s.;
Manoel
José
Gomes da
Silva,
70
c.; An
tonio
Peixoto,
28
s.;
Francisco
Domin
gos Palermes,
27
s.; Manoel
de
Oliveira
Figueiredo, 64
s.;
Manoel
Alves
Chaves,
53
s.;
João
Gomes Ferreira,
42
c.;
José
de
Sousa
Pacheco,
28
s.;
Custodio
Vil-
lela,
55
s.;
José
Francisco
de
Oliveira
e
Silva,
64
c.; Emilia
Alves Gomes,
25
s.;
Domingos
Gonçalves
Ribeiro.
22
s.;
José
Cardoso,
25
s.;
Joaquim
José
Mo
reira, 34
s.;
Manoel
Amaro de
Brito,
25
s.;
José
dos
Santos
Ala, 49 s.
A
’
cavidade
publica.
—
Muito
re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa n.°
4,
3
o
andar,
que
se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o
soccorrem
com
alguma
esmola.
A
*
caridnde
publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina,
de
8
annos
de
idade,
que está
entrevada
ia
8
mezes. Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.°
14.
A
’
caridade
publiea.
—
Recommen-
dainos
muito
e
muito ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penuria
é
exlremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de o soccorrer. Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A
’
eari«lade publiea.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do peito ha
mais
de seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada
para
ga
nhar
a vida
Vive
em
extrema
pobreza.
Habita no
sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
S.
Migiiel-o-Anjo.
•
(LTIH4S
NOTICIAS
Lisboa
23
—«Diário»:
—
Foi
confirmado
solicitador
de
Baião
o
snr.
Cunha
Vascon-
cellõs.
Idem
24
—
Manifestou-se
grande
incên
dio no
pinhal
de Leiria.
O
governador
civil partiu com a
po
licia para o
local do
sinistro,
e
requisi
tou
a
força
militar
disponível
de
Leiria.
Washington
22
—
Augmeniam
os
casos
de
febie
amarella
em
Memphys.
Os
habitantes
continuam
fugindo.
Londres
23
—
Na
camara
dos
deputa
dos
começou
a
discussão
da proposta
para
que seja
dirigida
uma
mensagem
á
rainha
pedindo
a
execução
das
reformas
na
Asia
menor
e
a raclificação das
fronteiras
gre
gas.
O
snr.
Bourke,
sub-secrelario
do
es
tado,
reconhece
que
é
revoltante a
situa
ção
da
Asia
Menor,
e
a
Inglaterra
conta
que
pela
persuasão
ou
outro
meio
se
le
vará
a
Turquia
a
executar
as reformas
promeltidas.
Relalivamente
á
Grécia,
as
negociações
continuam
activamente.
A
discussão
foi
adiada
para
terça-feira.
Londres
23
—
Um
telegramma
de
Sofia
para
o
«Daily
News»
annuncia
que o
príncipe
Alexandre
proclamára
em
estado
de
sitio
os
districtos da
Bulgaria,
próxi
mos
ao Danúbio.
Esperam-se
desordens
depois
da
retirada
dos
russos.
Um
despacho
ofiicial
do
Cabo
da Boa
Esperança
annuncia
que,
não
tendo
Cet-
tiwayo
acceitado
as condições
da
Ingla
terra,
antes
mandado
fazer fogo
sobre
o
exercito
inglez,
este
avançou
no
dia 3
do
coirente
e bateu
completamente
os
zulus.
Ulundi
foi
tomada
e
destruída.
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as desordens
no
peito,
na
gargan
ta,
do
alho,
dos
broochios, da bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:00
curas,
comprehendendo
n’
ellas
as
da
duqueza
de
Castlesiuart,
do
duque
de
Pluskow,
da
marqueza
de
Brehan,
de Lord
Stuart,
par
dTnglaterra,
do
doutor
e
professor Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
65:811.—Mr.
A.
Brtineliére,
cura,
de
uma dispepsia
de oito annos,
e
depois
dos médicos lhe darem
só
pou
cos
mezes
de
vida.
Cura
n.°
62:476.
—
Sainte-Romaine-des-
les
(Saône et-Loire.
—
Senhor.
—
Bemdito
seja Deus!
A
fíevalescière
du
Barry
poz
fim
aos
meus
18
annos de
sofTrimentos
do
eslomago
e
dos
nervos, de
fraquezas
e
de
suores
nocturnos.
—
J.
C
omparet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
— H
ydropsia
,
retenção
.
—
Tres
d
’
estes
casos foram
ra
dicalmente
curados. Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um
resfriamento,
produz a
sus
pensão
repentinamente;
para
as
retenções
de
ouiina
e
doenças
de
estomago,
pro
duz o
melhor
efleilo
e
dissipa
a
melan
colia.—
L
angevin
,
cura.
Cura
n.°
48;S16.
—
Certificado
do
ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
Bonn,
19
de
janeiro
de
1855.
—
A
Revaleselère
substituiu
admiravelmente
toda a
medici
na
em
muitas
doenças,
sobretudo
nas
dia
bethes,
constipações
obstinadas
e
habituaes,
assim
como
nas
diarréas
nas
aflecções dos
rins
e
da
bexiga,
nas
contracções e
nas
hemorrhoidas, assim como
nas doenças
pulmonares
e
dos
bronchios, nas
tossesre
na tísica.—
Doutor
R
ed
.
W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades
scientificas.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva do que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
lixos
da
venda
por
miudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
dè
.folha
de
lata,
de
l
/t
kilo
*
500
;
de
i
/i
kilo
800
rs
; de ura
kilo,
1^400
reis; de 2
*
/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400; e
de
12
kilos,
12$00Ó
rs.
Os
biscoitos da
Revalesciére que
se
po
dem
comer
a
qualquer hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e 15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é a
8Se»valeseière
e&t©eoE»tiada}
ella
res-
liiue
o
appettite,
digestão,
somoo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus, em
caixas
de folha
de
lata de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave-
aas,
800
reis;
de
48
chavenas,
l$40<>
;
de
120
chavenas, 35200
reis,
ou
25
reis
cad?
chavena.
ItS ÍLWHY
C.
a
LIJHTEB.
-
Place
Vendòme, 26,
Paris.
77
Regent-
Streel,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os seus
pedidos
ao
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lishra,
(por
grosso
e
miudo):
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
à
Irmãos,
rua
Áurea,
12—
Por-
t«»,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPÓSITOS
ENTRE
DOURO E
MI,
NH0.==
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
Barcellos,
Antonio João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
8r»8», Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Anlonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31 —
Pipa &
'rraão,
rua
do
Souto.
—
Vâaiaom
do
Ca»»-
&®M®,
Aflonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,- Rua
grande,
140.
—
G
sai
mar
S®»
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Caia
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
biíva, drog.,
Rua da
Rainha,
29
e
33.
—
Peaaflel
Miranda,
pharm.
—
^orto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro, 105
a 108;
Anlonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225
a
227.
—
Ponte
do I»i-
sn»,
A. J. Rodrigues Barbosa,
pbarra.
—Pe-vem
d»
Voraisn,
P.
Machado
dt
Oliveira,
pliarma.
—
Valença
d®
Minh®,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Willls»
d*
>
A.
L.
Maia
Torr
s,
pharm.
UKCLAMOS
SAÍDS Á
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
I&EVAIdESClè
8JS
DO
BARRY
de
Londres.
30
anaon
d’
i«ivariavel
gaeeMie
6
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gasliica, gastralgia,
ílegma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo-
tnitos,
irritações
intestinaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
astt.ma,
bexigas,
KIADECI^ENTOS
Maria
Angelina Salgado
de Nápoles,
e
sua
mãe
Angélica
Marcellina
Salgado
Car
neiro,
em extremo
penhoradas, agradecem
a
todas
as
pessoas
que se
dignaram
di
rigir-lhes
os
seus
cumprimentos
de peza-
mes,
e
acompanharam ao
cemiterio
pu
blico
os
restos
mortaes
de sua
sempre
chorada
filha
Beatriz
Angélica
Salgado
de
Nápoles;
e na
impossibilidade
de
agrade
cerem
pessoalmente, como
desejavam,
ma
nifestam
por
este
meio
o
seu
reconheci
mento
protestando
a
todos
sua
profunda
gratidão.
(2516)
ANNUNC10S
A J088
José
de Carvalho
Mattos, rua
de
S.
Victor,
n.°
76,
tem
para
dar
a
juro
a
quantia
de
350$000,
por
escriptura,
a
5
p.
c.
(2521)
Pelo
juizo
de
direito
da comarca de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
do 1.°
of-
ficio
Freitas,
se
faz
publico
que
no
dia
10
do proximo seguinte
mez
de
agosto,
pelas
10
horas
da
manhã,
á
porta
do
Tribunal Judicial,
situado
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esta
mesma,
se
tem
de proceder â
arrematação
d
’uma
morada
de
casas,
situada
na
rua
dos
Chãos
de
Baixo,
com
o
numero
54,
avaliada livre
de encargos
na
quantia
de
2:4155000
rs.
penhorada
aos
executados
Rosa
Clara
de
Lima
e
Leonardo
da
Silva Pereira de
Li
ma,
moradores
na
dita
rua
dos
Chãos,
nos
autos
de execução
de
sentença
dic
ção
commercial
por
letlra,
que
lhes
move
Joaquim
José
Gonçalves
Salgado,
nego
ciante d
’
esta cidade.
Braga
19
de
julho de
1879.
O escrivão
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei.
(2518)
Correia
Velloso.
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Gonçalves,
e no dia
dez
de
agosto
proximo
futuro,
por dez
horas
da
manhã,
á
porta
do
tri
bunal
da
jusliça
silo no
largo
de
Santo
Agostinho
da
cidade
de
Braga, se
hade
proceder
á
venda
em
hasla
publica,
de
uma
morada
de
casas
com
todas
as
suas
pertenças e
eido
junto,
tudo
situado
no
lo
gar
do Carreiro,
ou
da
Portella,
freguezia
de
Palmeira,
da
dita
comarca,
avaliada
no
liquido
valor, livre
de
todos
os
encargos
e
do foro
annual
de
sessenta
reis
e
lau-
demio
da
quarentena,
que
pertence
á
ca
lmara municipal
do
concelho
da
dita
cida
de,
e
a
presiação
periódica
de
nove
mil
e
seis centos
reis
annuaes
a
favor
do
reverendo
Manoel de
S.
Bento,
da
mesma
cidade,
na
quantia
de
seis
centos
e
oito
mil
sete centos
e
trinta
íeis,
penhorada
a Anna
Joaquina
Correia
e
marido
Ma
noel
Antonio
da
Silva Chaves,
em
exe
cução
movida
por
Thereza
Dias Corrêa
e
marido
Anlonio
José
Corrêa,
lodos
da
di
ta
freguezia
de Palmeira; para
cujo
caso
se
passaram
editaes,
e
por
elles
são ci
tados
lodos
os
credores
incertos
para
os
fins
designados
na
lei.
Braga
19
de julho de
1879.
O
Escrivão
Anlonio
José
Gonçalves.
Verifiquei a
exactião.
(2519)
Manoel Joaquim
Corrêa Velloso.
CASA
Arrenda-se
uma,
na
rua
das
Aguas
n.°
101.
Tem bons
com-
modos.
Trala-se
na
rua
de
S.
Vicente
n.°
56.
(2475)
KAPAX
FU6IDO.
Desapparece.u
ha
tres
semanas
Antonio
Ferreira,
de
10
annos
d
’
edade,
(ilho
de
José
Ferreira,
carpinteiro,
da
rtia
dos
Pellames,
n.°
44.
Quem
d
’elle
souber
quei
ra
parlicipal-o ao
pae,
qúe
pagará todas
as
despezas.
(2517)
0 secretario
da
direcção
do
Asylo
de
Infancia
Desvalida
de
D.
Pedro
V,
na
rua
do
Anjo
n.°
32.
está
aulhorizado
a
receber
propostas
em
carta fechada
para
o
apiamento
e
reconstrucção
da
parede
do
edifício
do
exlincto
convento
da
Pe
nha,
voltada
ao poente,
e
abertura de
vinte
e
oito
janellas
no
pavimento
terreo
e andar
nobre,
na
referida
parede.
O
prazo
da
recepção
das propostas
começará
a
ser
contado no
dia
24
do
corrente mez
de
julho
e terminará
no
dia
3
do
proximo
mez de
agosto
pelas
12
horas
da
manhã.
As
propostas
deverão
designar
sepa
radamente
o preço
do
apiamento
e
re-
conslrucção
da
parede,
e
o
preço
da
con-
strucção
das
janellas,
e
não
deverão
in
cluir
disposições
em desaccordo
com
as
condições e
projecto
das
obras,
que
es
tarão
patentes
ao
publico
todos
os
dias
das
10
horas da
manhã
até
ás
3
horas
da
tarde,
em
casa
do
ill.
mo
snr.
João
Augusto
da
Cunha, no
largo
do
Barão
de
S.
Marlinho.
As
propostas
serão
abertas
no dia
3
do
proximo
mez
de
agosto,
pelas
12
ho
ras
da
manhã,
na
secretaria
do
mesmo
Asylo,
perante
a
respectiva
direcção
e
na
presença
dos proponentes,
e
será
acceite
o
que oíferecer
preços
mais
favoráveis,
se
estes
convierem.
Braga,
22
de
julho
de 1879.
Linimento
BOYER-MICHEL
para cavai-
las,
fazendo as vezes de fogo e não deixando
vestígios
do
seu
emprego M
ichel
,
pharm
a-
ceutico em
Aix
(na Provença) França. —
Preço
i,000
reis. —Em
Lisboa, o snr
Barreto, Lcreto, n 0 28 — 30. (25j
’
nas,
5°
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen-;
DINHEIRO A
JURO
te
executada.
40
rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna-
'
A
confraria
de
Santo
Anlonio
da
pra
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas,^a
Municipal
tem
65O$000
reis
para
mu,
folhas,
e
as
gravuras
como
convier—
-por
j
luar
’ a a
p.
c.
(2461)
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e por
volumes brochados.—
Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura, 140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura, 290 rs.
CADA
VOLUME:
br.
9
9
O
secretario
(252
*
))
José
Maria Gomes
Bello.
EDITAL
yi
Camara
Municipal
da
cidade
e
Conce
lho
de
Braga
Faz
saber,
que
no
dia
8
d
’
agosto
pro
ximo
futuro,
pelas
11
horas
da
manhã,
no
Paço do
Concelho
se
ha
de
arrematar
o
rendimento
do armazém
por
baixo
do
Tribunal
Judiciário,
com
as
condições
que
se
acham
patentes na
Secretaria
Munici
pal.
Braga
18
de
julho
de
1879=Eu
An
lonio
Manoel Alves Costa,
Escrivão
da
Camara,
o
subscrevi.
O
Presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
TABACARIA
50-
RI
A
DO CARVALHAL
—
5«>
BRAGA
wi
’ M&M
Meio
grosso,
cada
250
gram.
300
reis
Vinagrinho
>
9
300
»
Secco
»
»
300 »
Pacotinhos
de
25
gram.
30 »
Garante-se
a
boa
qualidade.
Cirandes
descontos
para
revender.
(2515)
CASA
PARA
ARRENDAR.
Arrenda-se
o
l.°
andar
da
casa
sita
no
campo
de
D.
Luiz
1,
em
que
func-
ciona
o Banco Commercial,
d
’
esta
cidade,
desde
o
proximo
S.
Miguel
em
diante.
Quem a pretender
poderá
vel-a
todos
os
dias
das 10
horas
da manhã
ás 3
da
tarde.
Trata-se
na
mésma
casa com
a
commissão liquidataria
do
mesmo
Banco.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente correcta
e
muito
augtnenlada
com
novas
orações
e devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc
*
Revm.a
o
Snr.
D. Joao Chrysostomo d'Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana, rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro, rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=160
cm
brochura,
e
240
enca
dernado.
VENDE-SE a
casa da
rua
do
An
jo n.°
11
e
II
A. Quem
a
pre-
•
tenter
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
J
n.°
1.
(2423)
BILHETES DE YiSITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minulo
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de
por
te
sem
augmento
de preço.
APJPAKICB©
A
MALMEIKO
27,
Praça
do
Bardo
de
S.
Marlinho,
21.
Bilhetes
de
visita em branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420 e 440
rs.
27,
Praça do
Barão
de
S.
Marlinho,
27
tíWitíí
■fflilsSA
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
tí,
Praça
«ira
liarão
de
9.
YSarti-
niao,
âppáiucio
&
MVW
5?
".
’
■
í
B
zí.
Empreza
editora de
Francisco Arthur da
Silva
—Lisboa.
BRIAIIE
V
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA UNIVERSAL
POR
Cesnr
Cantu
Desde
a creação
do
mundo
até
18ô2
—con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da edição
franceza
de
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e annotada
por
Manoel
Bernardea
Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e latina,
etc.
2.
a
edição, illuslrada
com
SI
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes
in-4L.°
$|i
*
ande.
O
editor
proprietário d’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do publico,
e compre-
hemiendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume para que esta
2.a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
s-nrs.
assignan-
les
que
o
auxiliaram
n
’
esla
empreza e áquel-
les
que
de
hoje
em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
hrinde
o
deeimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras e
dois indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para a
procura
dos
factos
que
n
’ella
vem
exarados,
e
o segundo
alphabetico,
con
tendo
os
nomes
de
iodos
os
homens
no
táveis
que figuram
na
historia,
e
os títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de auxilio
ao
primeiro
Coinprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
C.ues-
ta,
e
accrescentados
na
parle
que
diz
res
peito
a Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e custará:
Brochada
....
20$000
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
27$'J(J0
»
»
Para
facilitar
a
acquisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás pessoas menos abasta-
das
que
a
não
possam
cott prar
de
uma
só
vez, o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada folha de
16
paginas
a
duas
colum-
vol.
»
9
9
9
»
0
9
9
9
9
orn.
de
9
6
7
»
»
»
9
9
grav.
»
»
»
6
6
6
6
6
6
6
6
9
9
9
9
»
de
1$870
1$665
1$605
l$52ò
I$6I5
1$690
1
$640
1$6I5
1$565
1$615
1$6iO
1$8I5
6
gravu-
9
9
9
9
9
9
>
ULTIMO,
ornado
a
lodos
os
assignantes,
no
pre-
1.
°
2.
°
3.
°
4.
"
5.
°
6.
°
7. °
8
u
9.°
10. °
11.
°
12. °
13.»
K
ras,
brinde
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
43,
pertencentes
aos vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes que
tenham
pago o
decimo
segundo
volume
Os assignantes
teem
as seguintes
van
tagens:
Garantia e
certeza do
complemento
da
obra,
e poder
receber como
e
quando
qui-
zerem,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:—A assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
O
assignanle
receberá
uma entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos preços
acima
marcadi
s, pagando
ao
distribuidor no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:-A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e por
vo
lumes.
O
assignanle
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará satisfazer
a
sua
importância em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que não
re
ceberá
o segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS REALISAVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor—
rua
dos
Douradores, 72,
LISBOA ;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Arthur
da
Silva—
editor
72,
rua dos
Douradores,
72—
LISBOA.
ss
para
pinturas
de
tudo
de
boa
quali-
preços
muito resu-
F
Vende papeis pinta-
&■
dos
para
guarnecer
sallas,
||
g
lindíssimos
gostos,
a
prin-
$
cipiar
em 80
reis
a
peça.
í
-----
I
Vende
olio,
tintas
e
g;
vernizt
B
casas,
$
dade.e
S
mi
dos.
U
Vende
cimento
roma-
§
no
para
vedar
aguas,
ges-
g
so
para
estuques de ca-
$■
sas,
tudo
de
primeira
qua-
S
BISHEIR©
A
JLK©
Na
confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
Primaz
existe
para
mutuar
a
juro
de
5
p.
c.
a
quantia
de
700$000
reis.
(2483)
Vende-se
uma
victoria
que
traba|||
de
lança
e
baral,
uma
cama
de
pau
pr
J
de
bilros
torcidos,
e
6
cadeiras,
ludod
pau
preto.
Quem
pretender
falle
com
Fran
cisco d’
Araujo
Coelho,
da
rua
da
p
oni'
nJJTO.
(2304)
*
Caixa
penhorista
Braraarense
nt»
fíTu-avessa
de
D. Gualdini
eidade.
Continua
a emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
beras
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
tj.
verem objeclos
empenhados
na
mesma
caixa
com atrazo de
juros
de tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
veniidos.
Fabrica a
vapor
de fundição
ferru
e
m laes
Traveaa»
de
9.
João
—Draga.
N
’
esta
fabrica,
uníca
na
província
da
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra, tanto
de
ferro como
de metal,
o
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios para
poder
elevar esle
melhoramento
de
industria
á altura
de
poder
compelir
em
tudo
com
as
fabricas
de
igual
gencro
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de
todos
os
tamanhos
e
quali-
dades
pelos
preços
que
possam
ser
encontra
dos
no Porto
N’esta
fabrica
fundem-se
peças
de pezo
de
5:000
kilos
e
maiores,
sendo preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para eixos de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para me-
zas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para
jardins,
borabas
de
qualquer
pres
são
até
á
altura
de 200
palmos, grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prensas para
copia
dores,
fuzos de
novo systema para
la
gares,
ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
tapetes
e
ventiladores
para soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de
todos os
tamanhos. Além
d
’estas
obras,
que
ha
feito,
toma
encommendas
para
todas
que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também concerta
todas
as
obras
d
’esl&
genero
principalmenle bombas
de poços.
O
proprietário
Anlonio
Germano
Ferreirinha.
.
PEIHDO
A
Meza
da
Santa Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
lendo
em consideração
a
avulladissima
despeza
que
está custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
lios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
*le
S.
Marcos,
empenha
n
’
esle
acto
de
caridado
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da Costa
G.
Pereira
Bernardes.
Ceremontal
segundo
o
rilo Romano
que
deve
observar-se
na
Tercia
e missa
conventual
cantada
na
capella
do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escriplo
pelo
Presbytero
JOÃO
REBELLO
CARDOSO DE MENEZES,
Vice-Reilor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo Seminário,
e
no
escriptorio
d
’este
jornal.
Preço.................................... 120
rs.
A
APPARIÇÃO
DE
N.
SENHORA
DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio
d’
este
jornal.
Preço.
...
30
reis.
_
Wi
vt?r
RESPONSÁVEL-Luiz
Baptisla da Silva
BRAGA,
TVPOGRAPUIA LUSITANA— 1^
Parte de Comércio do Minho (O)
