comerciominho_22071879_962.xml
- conteúdo
-
KKIulíàHOSA.
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S.l
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1
.Uk «í
ÇAOTI
«:
si
OSFSzW-
REDACTORES—D. Miguel
Solto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
7.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
...............................
1&600
»
6
»
..........................
830
Correspondências
partic. cada linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
....................................
10
PUBLIGA.-SE
AS
TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
Províncias,
12
mezes.
.
. .
.
2&000
»
6
».........................
1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3^600
Brazil,
12
mezes, moeda
forte.
.
3^600
Folha
avulso................................
1G
N.° 962
AGRADECIMENTO
O Arcebispo de Braga, Pri
maz
das
Hespanhas.
summa
mente
penhorado
por tantas
provas
de
estima e
testemunhos
de
consideração,
que de toda a
parte
do seu arcebispado e de
fóra d’elle tem
recebido por oc
casiao da grave enfermidade,
que ha pouco padacera, na im
possibilidade
de agradecer
indi
vidualmente,
como desejava, a
todas as
pessoas, que o cum
primentaram e
pediram em suas
oraçoes
pela conservação da sua
vida, dando a Deus Nosso Se
nhor
as devidas
acções de gra
ças por
as
ter
beaignamente at-
tendido,
é obrigado a
servir se
cPeste
meio
da imprensa para ma
nifestar
o
profundo sentimento
de
gratidao, de que o seu cora
ção se acha
possuido.
Residência
em
S. João Baptis-
ta de Gabanas,
19 de
julho de
1879.
João, Arcebispo
Primaz.
S
K
O-
TERÇA-FEIRA 22 DE JULHO DE 1879
A
política
e
«s irmuniSadeo
ou
confrarias.
Appareceu
outra
vez
o
snr.
padre
Do
mingos
Moreira
Guimarães lá
mais
ao
lon
ge
do
nosso
escriplorio, não
já
como
pro
vocador
empinado e
altivo
a
pedir
explica
ções, nem
como
delegado
da Meza
da
Mi
sericórdia,
que
não
lhe
deu
missão
para
insultar
nem
provocar
ninguém,
como
que
ria inculcar,
e como
nós desde
logo
acre
ditamos,
pois
muito
bem reconhecemos
que
a
respeitável Meza não
tem
culpa
nas
precipitações
e
petulâncias
do
seu
infeliz
presidente.
Vem
d
’esla
vez,
como
quem
é,
como
padre
Domingos;
não
traz
balandrau
nem
vara; vem
de
sotaina,
e
é
porisso
que
mais
lastimamos
este
segundo
papel
que
vem
representar
na
scena
publica.
Pois
que
conceito
farão
os irmãos
da
Miseri
cordia,
tanto
nobres
e
lettrados,
como
be
neficiados
e
olliciaes,
vendo
este seu
irmão
servir-se
do
nome
de
provedor da
Mise
ricórdia
para
comprometler
a
dignidade
e
reputação
de
toda
a
irmandade,
indo
ao
escriplorio
d’
uma
redacção
fazer
insolen
tes
e
stultas
provocações,
sem conselho,
nem
premeditação,
induzido
somente
pe
las instigações
de
malévolos
que
porven
tura
se
querem
rir
á
sua custa, e
que
folgam
de
vêr
a
reputação
alheia
enxo
valhada
e
denegrida?
Que
dirão
as
pessoas
sensatas
vendo
íste
padre
a
esgrimir
contra
moinhos
de
vento,
figurando-se-lhe
estar
a
vingar
ag
gravos
e
a
pulverisar
accusações?
Ora
vamos
:
tempo
ao
tempo,
como
nos
diz
sua
rev.’
Nós
não
nos
furtamos
á
responsabilidade
do
que
escrevemos,
como
suppõe
sua
rev.
a; acceitamol-a
toda.
Os
artigos
que publicamos
com
a
mes
ma
epigraphe
que
tem
esie,
são
da
re
dacção
d
’
este
jornal,
e
tanto
bastava
para
serem considerados
taes
o
não
lerem
as-
signatura
de
ninguém.
Não
decimamos
esta
solidariedade,
qualquer
que
seja
a
questão
ou
discussão
em
que entrarmos.
Feita
esta
advertência
para
poupar
tra
balho
e
incommodó
ao
nosso
provocador,
que
anda
a
farejar
o
auctor
dos
artigos
do
(tCommercio
do
Minho»,
vamos
res
ponder
ao Gommunicado
de sua
rev.
a
Como
eile
mesmo
firmou
com o
seu
nome
as
phrases
e
conceitos
que
o
em-
bellesarn,
não
nos levem
a
mal
os leito
res
se
atarmos
o
auctor
a este
pelouri
nho
levantado
pela sua
alta
capacidade
hlteraria,
e
o
fizermos
cantar
a
palino-
dia.
Magoa-nos,
sim, o ter
de
verberar
os
excessos
da
lingua
e
da
penna
d
’
um
sa
cerdote
que
vem
cuspir-nos
o
insulto,
mas
não nos
imputem
a
nós
a
causa,
porque
elle
foi
o
provocador.
Cumprimos
um de
ver
imperioso
que
a
brandura
e
sinceri
dade
do
sacerdote nosso
provocador
podia
tornar
menos
arduo
e
ingrato. Se
elle
mesmo se
quer
deshonrar,
injuriando-nos,
que
culpa
temos
nós?
«A
Meza
da
Misericórdia julgou se
of-
«fendida
por
umas
insinuações
malévolas,
se
por
uns
assertos
injuriosos
que
no
ar-
«tigo
principal
do
Commercio
do
Minho
«n.°
993,
(aliás
n.°
933)
vieram
publica-
sdos,
como
porém
entendi
que
estava
com
«gente
que
se
presava,
dirigi
me
em
ter-
«mos formaes
e
precisos
aos
taes
senho-
«res
e
pedi
explicações: e
que
fazem
os
«taes
meliantes?
atiraram
as
pedras
e
fu-
«giram
como
garotos
que
são,
furtando-se
«muito
sabiamente
á
responsabilidade
que
«se
lhes
exigia!!»
Eis
a
chave
d
’
oiro
com
que sua
rev.
a
abre o
seu
precioso
communicado.
Esta
mellifluidade
da
phrase
revela
desde
logo
a
mansidão
evangehca
do
cândido padre
Domingos,
todo
abrasado
em
amor
do pro-
ximo, e
devorado
pelo
zelo
da
sua
vara
de provedor. Perdoemos
a
injuria,
por
que
a
mesma
grammatica
e
senso
com-
mum
está
pedindo
para
ella
o perdão.
As
pedras
e
os
garotos
são
gratas
reminiscên
cias
da
sua
rapaziada,
do
tempo
da
bilhar
da e
do socco no
paleo
de
S. Victor,
tal
vez.
Os
garotos
atiram pedras, mas
a
garo
tos também,
e
ob
que
o
não são, nem
se
quer
se
lembram
de
pedradas.
Ainda
ha pouco,
padre
Domingos ap-
pellava
para
a
nossa
hortra
e
cavalheiris
mo,
pedmdo
bruscamente
nmas
explica
ções,
e
agora
brinda-nos
com
aquelles
epithetos;
pois
nós
dizemos-lhe que
estas
cabriolas
e evoluções
tão
rapidas
é
que
tem
muito de garotas.
Duas
falsidades
affirma
sua
rev.
3
,
di
zendo
que
a
Meza se
julgou
offendida,
e
que
nós nos
furtamos
á responsabilidade
que
se
nos exigia.
Não,
não
diga a
meza
julgou-se offen
dida,
porque
nós
asseveramos-lhe
que
ella
ficava-lhe
mais
obrigada,
se
sua rev.
a
se
tivesse conservado em
prudente expecta-
tiva,
e
não
rompesse
furibundo a fazer
tão
insensata provocação.
Creia
isto.
Fu
gir
lambem
não
fugimos, porque
já
nos
explicamos
como
sua rev.3 queria,
e
aqui
estamos
ainda
para
responder
pelo
que
está
escripto,
ou
para
agradecer
as
suas
amabilidades.
Entra
sua
rev.
a
a
descrever
os actos
da Meza
actual;
refórraa
de
vários
servi
ços, compra
de panno
crú,
refórma
da
casa
do
banco,
reíórma
da
rouparia.
Mas
a
que
vem
isto?
Diz
nos
que
se
facultou
á
Meza
dispender trinta
e
oito
contos
e
que
só
dispenderam
vinte
e
quatro;
mas
ao
mesmo
tempo
diz
com uma simplicidade
infantil,
que
se
a
administração
não
foi
melhor,
é
porque
para
mais
não
chega
ram
as
furças.
Então
sobram
aproxima-
damenie
quatorze
contos
e
não chegam
as
forças
a
mais?
Sua
rev.a
está
a
caçoar,
ou
não sabe
o que
diz,
nem
o
que
escreve.
E
quem
disse,
padre
Domingos, que
a
Meza
administrou
mal,
que
faltou
ao
tra
tamento
dos
doentes,
que não
metteu
o
gaz, como
sua
rev.
a
quer
que se
saiba que
metteu?
«A
Meza
da
Misericórdia
—
continua
todo
jubiloso
padre
Domingos—
nunca
desacatou
as
ordens
da
auctoridade
superior;
a
au-
ctoridade
prohibiu
os
fogareos,
e
os
foga-
reos
não
sahiram...»
Faltava
mais esta.
Até
os
fogoreos,
que
já
estão
em
des
uso, ha
bom
par d
’
annos,
vem
como
pro
va
de
uma
boa
administração
da
Meza!...
Que
perspicácia, e
que
critério!
Para que
trouxe
sua
rev.“
os
fogareos?
a
que
vem
aqui
a
luz
das pinhas e
do
alcatrão? E
’
para supprir a
luz
do
bom
senso
e
da
critica
judiciosa,
ou
para
que
se
veja
a
esta
baça
claridade
a
importan
te
figura
do
provedor
da Misericórdia?
Deixe
lá
estar
os
fogareos,
que
para
esclarecer
a questão
é
sufficiente
a
luz
do
raciocínio.
Diga
cousa que
tenha
geito e
que
me
reça
resposta
séria?
Até
outra
vez, se
quizer,
snr.
padre
Domingos.
Nunca
lhe
peze
de
haver
calla-
do;
mas
se
continuar
a
provocação
ou
communicado,
conte
com
a
resposta.
Corresponileueia
particular
do
«Commereio
do
Minho»
Madrid
15
de
julho.
Por
uma
errada
intelligencia,
e
tam
bém
por
não
ter
estado
bom
de
saude
alguns dias,
não
lhe
remetti
as
cartas
do
costume
durante
o
mez
de
junho.
Ainda
que
nada tenham
perdido
os
lei
tores
do
seu
excellente
periódico,
espero
que
não
solfrerão
nenhuma
outra interru
pção
as
minhas
pobres
correspondências.
Depois
das
oito
da
noite
terminou
no
congresso
a
discussão
da
mensagem,
ou
do
projecto
de
resposta
ao
discurso
da
coroa.
Foi
approvada
por
244
votos
con
tra
47.
Os
ministeriaes
felicitam-se com
a votação,
e dão
os
parabéns
aos
minis
tros
pelo
que
elles
consideram
um
tri-
umpho,
com
sinceridade
problemática.
Ca
da
votação
é
uma
especie
de golpe
dis
tado
legal,
por
meio
da
qual
a
nação
sobrepuja a
razão,
e
a
injustiça
a
equi
dade
ou
direito.
Para
o
homem
pensador,
que
se
não
detem
na
superfície
das coisas
e
procura
penetrar
no
amago
das mesmas,
o
que
n
’
estes
dias
se
tem
passado
no
congresso
é
deplorável,
e não
póde
deixar
de
pro
duzir
consequências
funestissimas.
Deixando
completamente
de
parle
o
caracler
bizantino
da
discussão,
onde tudo
se
pospõe
ás
personalidades,
á vaidade
e
ao
amor
ptoprio
dos
magnos
varões do
parlamento,
tem-se
ella
convertido
n’
nm
ariete
formidável
contra
a
ordem das
coi
sas
que
representa
o
príncipe
D. Affon-
so.
Parece
impossível que possa
durar
muito
depois
dos
attaques
indirectos
que
tem
soffrido
nos
últimos
dias.
Attaques
indirectos
somente,
porque
não
permilte
outros
o
actual
presidente
da
camara,
nem
a
maioria
defensora
do
gabinete.
Mal
um deputado
da opposição
pronuncia
o
nome
de
D.
Affonso,
põe-se,
por
assim
dizer,
a
tremer
o
snr.
Ayala,
e
a escutar
mui
attentamente os
depu
tados
ministeriaes
dispostos
a
cairem
como
um
homem
sobre
quem se
permitia indicar
algo
contra
o
filho
da
rainha
Isabel,
afo
gando
a
sua
voz,
se
é
precizo,
e recor
rendo
ás
medidas
que
contra'um
pae
da
\patria
póde
adoptar
o
chefe
poderoso
do
parlamento.
Com verdade se
tem
recor
dado
que
nunca
se
conheceu
um
servi
lismo
tão
absurdo
nos
tempos
da raonar-
chia
verdadeira
e pura.
Por
uma
especie
de
intuição
conhe
cera
os
seus
defensores
que
D.
Affonso,
mais
que
nenhum
outro
rei parlamentar,
é, por
assim
dizer,
uma
sombra
de
mo-
narcha,
ou
um rei de
theatro
de
cartão,
que
um sôpro
póde
derribar.
Como,
to
davia,
precisam
d
’
elle
para
continuarem
desgovernando,
e
vivendo
á
custa do
paiz,
porque
á
rio
revuelto,
ganancia
de
pesca
dores,
não
é
maravilha
que
procurem
prezerval-o
dos
golpes
que
lhe
dirigem
mórmente
os
que
alcançam
que
nunca
chegarão ao
poder
emquanto
o
regimen
político
actual
se
mantenha
em
pé.
E
’ impossível,
comtudo,
lograr
que
a
tribuna
emmudeça
por completo,
princi
palmente
quando
ha
na
camara
oradores
habilíssimos que
procuram
e
acham
de
continuo
a maneira
de
dirigir os
seus
dardos
venenosos contra
as
viclimas
dos
seus
furores.
Quasi
todos
os
deputados
da
opposição
que tomaram
parte
no
de
bate
referido,
fizeram
o
possível
para
per
suadirem
que
foi
uma enormidade
impo
rem
a
pena
de
morte
ao
joven
Oliva
Moncasi,
auctor
do
attentado,
real
ou
fin
gido,
contra
D.
Affonso.
Ainda
que
os
attaques
iam dirigidos ostensivamente
a
Cánovas
del
Castillo,
qualquer
compre-
henderá
que elles
alcançavam
lambem o
joven
príncipe.
O
rei
ficou
apequenado, para não
em
pregar
uma palavra
mais dura;
mas o
ministério
do
snr.
Martinez
Campos
re
cebeu golpes mortaes.
Sobretudo
Sagasta
pronunciou
na
tarde
de
hontem
contra
elle
um
habil
discurso
mui
violento, que
contribuirá
de
certo
para
desaggregar
os
elementos
pouco
accordes
da
maioria
da
camara.
Destruiu
as affirmações de Ca-
novas
sobre
a
ultima
crise;
poz
em
evi
dencia
a
discordância
entre
o actual
pre
sidente
de
conselh»
de
ministros
e
o
seu
antecessor;
demonstrou
que
não
tem
razão
de
ser
o
governo
que
rege
agora
os
des
tinos
do paiz;
e
collocou
o
afortunado
general
na precisão
de
fazer
manifesta
ções gravíssimas,
que,
no
meu
modo
de
ver.
o
inhabilitam
lotalmente para
uma
política
verdadeiramente
conservadora,
ou
de
ordem.
Antes
de
Sagasta,
já Carvajal,
Caslellar,
Marlos
e
outros
tinham
tirado
grande
partido
da
inexperiencia
do
heroe
de
Sagunto.
Resulta
que,
para
conseguir
a
paz de
Cuba,
fez
declarações e
promessas
insen
satas que
produsirào
forçosamente
conse
quências
tristes
em
extremo,
e
até
a
perda
da
ilha;
se o Ceo
em
sua
bondade
não
realisa
uma
especie
de
milagre.
Do
ban
co
ministerial ou azul
corroborou
as
suas
manifestações
tão
explicitamente
que
La-
bra,
deputado
demagógico, ardente
de
fensor
da
escravidão
immediata,
as
fez
suas
na
sessão
de sabbado,
e
por ellas
felicitou
ardentemente
ao deslumbrado
suc-
cessor
de
Canovas
del Castillo.
Como
se isto
não
fosse
bastante,
fez
hontem
uma
semi-apologia
da
Revolução
de Setembro,
com
grande
desgosto
dos
elementos mais
sans
da camara.
Seguin
do
por
esie
caminho,
não
é
dilficil
pre
dizer
que,
no
momento
menos
esperado,
trauteará
na
camara
o
hymno
de
Riego,
ou
o
de
Garibaldi, ou a
Marselheza.
O
general
Martinez
Campos
desconhece
quasi
inleiramente
a
política,
e tão
pouco
recebeu
do
alto
o
dom
da
palavra.
No-
entanlo,
como
os
aduladores
são
em
bar
da,
elle
persuadiu-se
que
é
uma
especie
de
Melternich
ou
de Cícero.
D
’ahi nasce
o
seu
afan
de
faltar,
devendo
eu
r
co
nhecer
que
não
o
faz
mal em certas
occa-
siões,
porque
tem
boa
voz,
coração,
ou
sadia
ou
serenidade,
ainor
proprio,
e
urna
caterva
de deputados
dispostos
a
enlhu-
siasmar-se
e
applaudir
os
seus
mais
in
críveis
dislates.
Perde-o,
no
entanto,
o
desejo
imrnoderado
da
popularidade,
para
conseguir
a
qual
julgo-o
capaz
de
fazer
e
dizer
vastas
tonterias.
Depois
da entrevista
que
com
elle
ti
ve, para
formar
juizo
proprio
das suas
condições
e
pedir
o
regresso
do
venerá
vel snr.
Bispo
de
Urgel, príncipe de
An
dorra (a),
manifestei
a
minha
opinião
ácer-
ca
d»
actual
presidente
do
conselho de
ministros.
Sustento
que não
passa
de
ser
um
calholico-liberal
;
que
não
conhece
a
politica,
e
que.
animado
de
louváveis
intenções,
fará
muitos
desatinos,
princi-
palmenle
emquanlo
se
deixar
aconselhar
por
Silvela,
por
Toreno,
por
Canovas
del
Castillo,
e
por
outros
que
apoiaram
o
gabinete
anterior.
Com
fundamento
lhe
disse
hontem Sagasta que,
sem
embargo
de
nunca
ter
sido
prisioneiro
dos
seus
adversários,
ao
diante
será
prisioneiro
de
seus amigos.
Se
não
toma
a
deliberação
de
se
cal-
lar,
dentro
de
pouco
elle
se
espantará das
coisas
que
tenha
dicto
e
das
declarações
que haja
feito.
Como
não
tenha
decisão
a opportunidade
para
romper
com
a
sua
espada o
nó
que
resulte
da sua inexpe
riência,
e
das
astúcias
das
raposas
poli
ticas
da
camara,
não
passará
d
’
um
polí
tico
vulgar,
e
de
apressar
o
triumpho
momentâneo
da
demagogia.
A
prova
de que é
assim,
subminis-
tra-a
a
conducta
que
Alexandre
Pidal e
os
restantes
Iradiccionalislas
de
D.
Aflon-
so
de
Bourbon observaram
na sessão
de
hontem.
Consla-me que
não
só
pensavam
votar
com
o
governo,
mas
(azerem
uma
manifestação
em pró
de
Martinez
Cam
pos.
As
declarações
que
elle fez
princi
palmente
hontem,
dissuadiram-nos
do
seu
proposito,
persuadidos
de
que cairiam
em
prolundo
ridículo
se
não
o
abandonassem.
Conlentaram-se
com
não
votarem.
O unico
deputado
verdadeiramente
tradiccionalisla
que
votou
contra
o
governo,
foi
o
meu
amigo
Barão
de
Sangaren.
E
’
inútil
accrescentar que,
se
D. Af
fonso
e
o
gabinete
presidido
por
Marti
nez
Campos
perderam
muito
com
a
dis
cussão,
c<>m
ella
muito aproveitou
a
de
magogia.
Especialmenle
Carvajal e
Martos
pronunciaram
discursos
subversivos
e fi
zeram
o
possivel
para
convencer
o
paiz
de
que
aspiram
a
derrocar
o
existente.
Aqnelle
ex-ministro
da republica
concluiu
o
seu
discurso,
escandaloso
por
varias
rasões,
exclamando
quasi
litteralmente:
«Da
Revolução
venho,
na
Revolução
me
encontro,
e para
a
Revolução
caminho».
Insinuações
que,
por
assim
dizer,
manam
sangue,
fez
lambem
D.
Christino
Martos.
Os
sequazes de
Salanaz
já
as
pagaram
com
uma
serenata,
e
propõem-se recom-
pensal-as
de
novo
com
um
banquete,
onde
dirão,
é
claro,
não
poucas
enormidades,
se
a auclorida le
os
consentir.
Os
escândalos
protrahir-se-hão,
se
o
governo
não
decide,
corno ardenteraenle
o
deseja,
suspender
as sessões da
cama
ra.
A’
ultima
hora,
as
minorias
apresen
taram hontem
uma
proposta
incidental
pe
dindo
que
as
côrtes
continuem abertas
até
serem
discutidos
os assumptos
res
peitantes
a
Cuba.
No
caso em
que
o
snr.
Ayaia
não
mande
ler o
documento,
apre
sentarão
outra
proposta
de
censura.
A
meu
ver,
mais
dia
menos
dia,
as
côrtes
serão
encerradas até
outubro
ou
novem
bro,
para
então
se
discutir
o
projecto
de
lei
referente
ás
núpcias
de
Affonso
com
a
priuceza
d
’Austria.
O
fiiho
da rainha
Isabel
precisa
de
contrahir
novamente
o
matrimonio,
por
que,
segundo
d.sse
S.
Paulo,
vale
mais
casar-se
do
que
abraçar-se.
No
palacio
real occorrem
scenas
nada
edificantes,
e
de
vez
em
quando chegam
a meus
ou
vidos
noticias
de
successos
ignominiosos,
que
julgo
prováveis,
para
não
dizer
se
guros.
Pondo
de
parte
os que
não
posso
expor
á
consideração
dos
meus
leitores
para não
manchar
o papel
sobre
que
voa
a minha penna,
limitar-me-hei
a
dizer
que,
durante
algum
tempo, se leem
re-
produsido
ao natural
n'aquella
mansão
sumptuosa,
por
meio
da
photographia,
(a)
O
correspondente
da
Palavra leve
ha
dias
o
atrevimento
de
pôr
em
dúvida
a verdade
da
conferencia.
Já
se
deve
ir
persuadindo
que
L.
Abidense
não
falta
jámais
ao
septtmo
mandamento
da
lei
de
Deus.
Posso
accrescentar
que
o vene
rando
snr.
Bispo
de
Sanlander
lhe
pediu
a
mesma reparação'
ha
poucos
dias,
inu
tilmente
lambem.
as
desnudezas
mais
obscenas
e
vis.
Igno
ro
se
ainda
continua
o
abomtnavel
escân
dalo.
D.
Affonso,
que
recebeu
uma
péssi
ma
educação, acha-se
ladeado
de
jovens
corrompidos
e
de
pessoas
geralmenle
in
dignas.
O
cardeal
Moreno
e
outros
per
sonagens
sérios
entendem deverem
ir
ao
palacio
as
menos
vezes
possivel.
Que
que
rem
que
succeda?
Por
emquanto
pouco
leem
transluzido
as
abominações
a
que
me
refiro,
por
pe-
zar
sobre
a
itnprensa
a
espada
de
Damo-
cles, principalmente
tractando-se
do
filho
de
D. Izabel
de
Bourbon.
Não
me
sur-
prehenderá,
porisso,
que
muitos,
de
boa-
fé
neguem
o
indicado
nas
linhas
anteriores.
Pouco
a pouco, todavia, a
verdade
irá
rasgando
o
seu caminho.
Talvez
seja eu
o
primeiro
escriptor
que
dê
a
noticia d’
uma
provável
modi
ficação
ministerial.
Trata
se
de
fazer
sair
do ministério
da
Governação
o
snr.
Sil
vela,
elevando
o
ao
conselho
d'Estado.
Querem
subslituil-o
pelo
conde
de
Tore
no, o
qual,
pela
sua
vez,
será
substituído
por
um
irmão
de
Martinez
Campos,
en
genheiro
Como
este
snr.
é
quasi
desco
nhecido
de
lodo,
se
a
combinação
se
rea-
lisa,
choverão
terríveis
inculpações sobre
a
pessoa
do presidente
do
conselho
de
ministros.
Além
das
razões
indicadas,
ha
muito
interesse
em o derribarem,
porque
tem
espada,
e
a
Revolução
leme
sómen
te
os
golpes
materiaes
do
exercito.
Continuam
os
rumores
de
proximos
transtornos.
Tenho
por
indubitável
que
os
demagogos
conspiram
em Saragoça e
em outras
parles,
como
julgo
impossível
que,
para
já,
consigam
o
que
se
pro
põem.
Cm
pouco
mais
tarde
poderão
lo
grar
o que
pretendem,
pois os
aconteci
mentos
favorecem-os
muito
evideutemente.
Faltaria
ao
meu
dever
não
elogiando
a
D.
Diogo
Martinez,
que ha
dias
chamou
a
attenção
da
camara
para
as
imprudên
cias e
desvergonhas
d
’
tim
periodico
sema
nal.
intitulado
«EI Cardoner», que
se
publica
em
Manreza. Na mesma
occasião
pronunciou
algumas
phrazes
energicas
con
tra
o
parlamentarismo,•mercê do
qual
se
dizem
nas
côrtes vanidades
estupendas.
Provavelmente
a
sua reclamação
fará
des-
apparecer
do estádio
da
imprensa
a
refe
rida
publicação,
deshonra
da
religiosíssima
cidade
onde
Ignacio
de
Loyola
compoz
o
preciso
livro
dos
Exercidos
espirituaes.
Isto
faz
recordar-me
que
no
dia 6
do
corrente,
a
R.
Académica
de
Historia
ce
lebrou
solemne
sessão
publica
para rece
ber
o
revd.0
P,
Fidel
Fila,
honra
da
Companhia
de
Jesus,
da
Hespanha
e
da
Egreja,
pela
sua virtude,
pela
sua
eloquên
cia,
pelo
seu
saber incompatível
com
a
sua
edade,
pela
sua
applicação
e
affeição
aos
estudos
sérios.
Os
liberaes
procura
ram
impedir
a sua eleição, mas
não
o
conseguiram.
Leu
um
admiravel
discurso
sobre
El
geru.ndense
y
la
Espana
primi
tiva.
Segoiu-se-lhe
D.
Eduardo
Saavedra,
elogiando
altamente o
flammante académi
co
apezar
de
ter pouco
de
clerical,
de
reaccionario,
de apaga-luzes,
de
reo,
de
inquisilorial,
de
obscurantista,
etc.
etc.
Apezar
do que
fica
dito
n
’
esta
carta,
que
se
não
desalentem
os
meus
irmãos
de Portugal.
A Egreja
vencerá
mais
de
pressa
do
que se
afigura
á
maior
parte
dos
seus
filhos.
Leão
XIII
está, para
as
sim
o dizer,
em
vesperas
de
conseguir
espleudidissimos
triumphos. E’
quasi se
guro
que
o
czar mandou
a
seus
minis
tros
dispor
um
accordo
entre
a
Rússia
e
a
Santa
Sé.
.
E
’
quasi
seguro
que
se
reataram
em Kissingen
as
negociações
en
tre
Bismark e
u<n
representante do
Papa.
E
’
quasi
seguro
que
o
novo
gabinete
ita
liano,
presidido
por
Cairoli, será
o ulti
mo
gabinete
do
filho de
Victor
Manoel.
E
’
quasi
seguro
que
se
constituirá
em
Vienna,
se
já
não
está
constituído,
um
novo
ministério
mui favoravel
aos
catho-
licos.
E'
quasi
seguro
que
a
Republica
franceza
desapparecerá
em
breve,
e
que
a
crise
subsequente
dará
em
resultado
o
triumpho do
egregio
Conde
de
Chambord,
a
quem
sáudo
respeitosamenle
hoje,
festa
de
S.
Henrique.
E
’
quasi
seguro,
emtim,
que
os
catholicos-monarchicos
hespanhoes
saia
mos
da
deplorável
apathia
em
que vive
mos.
A
Virgem
de
Lourdes,
a
quem
vi
sitarão,
querendo-o
Deus,
em princípios
de
setembro
milhares
d
’
liespanhoes,
nos
illuminará,
pondo
ditoso
fim
ás
pequenas
questões
que
nos impedem de
pôr
bem
a
des-
cuberto
a
maravilhosa
vitalidade
dos
que
permanecem
fieis á
nossa
gloriosíssima
bandeira,
onde
se
leem
as
tres
magicas
palavras:
Deus,
Palria
e
Rei.
L.
ABIDENSE.
GAZETILHA
Pela
*
melhoras
de Sua
íxe."
Revd.™3
o
Senhor
Arcebispo
Pri
maz.
—
A
’
manhã
haverá
um
solemne
Te-
Deum
na
egreja
do
Collegio, d
’esta
cida
de,
pelas
10
horas
da
manhã,
em
acção
de graças
pelas
melhoras
de Sua
Exc.3
Revd.
ma
o
Senhor
Arcebispo
Primaz,
man
dado
celebrar
pelo
clero
do
arcyprestado
de Braga.
Proeiasdo.
— Ia extraordinariamente
brilhante
a
procissão
que
no
domingo
concluiu
a
festividade
de
N.
Senhora
do
Carmo.
Numerosíssimos
anginhos,
mais
de
130,
vestidos
com
a
maior requeza
a
abrilhan
tavam.
assim
como
dois
coros
de
virgens,
um
adiante
do
andor
da
Senhora,
e
ou
tro
junto
do
pallio, sob
o
qual
era
o
Santíssimo
conduzido
por
um
revd.
0
egres
so
da
Ordem
dos
Carmelitas.
O préstito
era
formado
pela irmanda
de,
com
grande
numero
de
irmãos,
pela
communidade
de
S. Caetano,
clero,
etc.
Depois
do
pallio
ia
o
snr.
conde
de
Berliandos,
juiz
perpetuo
d
’
aquella
irman
dade.
Na frente
ia
uma
banda
de
musica,
e
no
couce
uma
guarda
d
’honra com a
banda
regimental.
O concurso de
povo
pelas
ruas
era
innumeravel.
Jiovas
iUezt»s.
—
Procedeu-se
ante-
hontem
á
eleição da
nova
Meza
da con
fraria
do
Santíssimo
da
Sé,
ficando
assim
composta:
Juiz,
dr.
Joaquim José
Malhciro
da
Silva.
Juiz
ecclesiaslico,
dr.
João
Dias
d
’A-
raujo.
Secretario,
José
Fernandes
Valença.
Cartorário,
Anionio
José
Gonçalves.
Vedor,
Alberto
Fernandes
dÃzevedo.
Ex-vedor,
João Rebello
Braga.
Thesoureiro,
Manoel da
Rocha e
Graça.
Procurador,
Manoel Lourenço
d
’Araujo
Braga.
Mordomos,
Domingos Pereira
d
’
Azeve-
do, e José
Firmino
d
’Almeida.
—No
mesmo
dia
procedeu-se
á
eleição
da
Meza
da
confraria
do
Santíssimo
de
S. João
do
Souto,
ficando
eleitos:
Juiz, José
Anionio
Rodrigues
Braga.
Presidente,
José
Cândido
Pereira
Pi
nheiro.
Secretario,
Commendador
Custodio
Men
des
da
Silva
Braga.
Vedor,
José
Martins.
Ex-vedor,
Thomé de Sousa Pereira
Veiga.
Thesoureiro,
Francisco
Aranha.
Procurador,
Domingos
Alves
Pereira.
Mordomos,
Marcos
Anionio,
e João
Jo
sé
da
Fonseca.
Mieeionario
«le
geographia
uni
versal.
—
Recebemos os
fascículos
n.os
79
e
80
do
Diccionario
de
geographia
uni
versal,
a
obra
mais
completa
que no
seu
genero
conhecemos.
E
’
publicação
nítida
da
muito
acredi
tada
empreza editora
Horas
Românticas..
Provedor.—
Foi
reeleito
provedor
de
Santa
Cruz,
o
snr.
dr.
João
de
Paiva
Faria
Leite
Brandão,
cavalheiro
distinclis-
simo.
Na
eleição
da
Meza
respectiva
foi
de
novo
reconduzida
a
que eslava,
á
exce-
pção
d’
um
membro.
Oividendo.
—
o
Banco
Mercantil
de
Braga,
por
deliberação
do
respectivo
con
selho
fiscal, não
dará
dividendo
aos
ac-
cionislas,
reservando
para
o
fim
do
anno
um
dividendo
mais
avultado.
S.
Thiugo.
—
No
dia
25
festeja-se
a
meio
da
rua
da
Boa-Vista
a imagem
de
S.
rhiago,
havendo
de
vespera
brilhante
illuminação,
fogo
do
ar,
e bazar
de pren
das,
locando
alternadamente as
bandas
d
’infanteria 8
e
a
«Philarmonica
Braca-
rense»
.
Theatro
de
S.
Geraldo.
—
A
com
panhia
do
Baquet
vem
dar
tres
recitas,
a
primeira
das
qoaes
é
provável que
seja
ámanhã,
ao
iheatro
de
S.
Geraldo.
Entre
outras
comedias
leva
á
scena
as seguintes,
todas
em
3
aclos:
Naufra
gar
em
terra
firme,
O
Creado
de
dois
amos,
e
Moços
e
velhos.
A
assignatura
acha-se
aberta
na
casi
nha
do
camaroteiro.
E
’, ou
não,
eerto
que
a
políti
ca
entra
nas
irmandades
e
con
frarias?—
Vão
com
vista
ao snr.
padre
Moreira Guimarães
as
seguintes linhas,
que
copiamos
do
«Amigo
do
Povo»:
«Os
regeneradores,
dizia
hontem
o
«Popular»,
grilaram
muito
por que o
go
vernador
civil
de
Braga
mandára
suspen
der
a
eleição
da
meza da
Misericórdia,
d
’aquella
cidade.
Ora,
a
suspensão foi
motivada
em
terem
os
regeneradores
met-
lido
n
’aquella
corporação
bastantes
irmãos
illegalmente
*
.
Isto
quer
dizer
que
a
into
lerância
politica é
já
empregada
contra
as
corporações
de
piedade
e
beneficencia.
Como
a
Misericórdia
de Braga
é
rica,
os
progressistas querem
apoderar-se
d
’
ella
a
lodo
o
transe.......
para
lhe
pôrem
escri-
plOSD.
Ora
os
regeneradores
dizem
isto
dos
progressistas;
e
estes
não
poderão
dizer
o mesmo
dos
regeneradores
?
Claro,
claro.
A
ver
se nos
desmente,
snr.
padre
Moreira.
naravilhng
<in
erenção
—
Recebe
mos o
fascículo
n.°
14 da
obra
Maravi
lhas
da
creação,
ou Historia
e
descripção
illustrada
dos
animaes,
de
que
é
auclor
o
snr.
Pedro
M.
Posser.
E
’
publicação
muito
curiosa e util.
Prízão.—
Foram
prezos
e entregues
ao
poder
judicial José
Maria
e
Anionio
Macieira,
da
freguezia
de
S.
Victor,
por
tentarem
contra
o
pudor
d’
uma
creanci-
nha,
filha
de
Maria
da
Abbadia.
Estas
monstruosidades
não teem
puni
ção
condigna,
tão
execrandas
são
Tem
graça.
—
O
«Amigo do
Povo»,
com
aquella
ingenuidade
e
sinceridade
que
tanto
o
caraclerisa,
tem
pretendido
tirar
(como
vulgarmente se
diz)
a sardi
nha
com
a
mão
do
gato,
isto
é.
por
meio
de
suas
astuciosas
artimanhas
metter
a
zi-
zania
de mãos
dadas
com a
intriga,
no
partido
legitimista,
utlimamente
reorganisa-
do
pelo
exc.
1,10
conde
de
Redinha,
muito
digno
chefe
do centro
da
capital.
E
vem
isto
a
proposito
d
’aquella
celebre
e
in-
nocente
local
que tem
por
epigraphe
O
que
se
diz,
publicada
no
n."
247 do
in
dicado
jornal,
á
qual
se
dignou responder
o
exc.‘
“
J
snr.
dr.
Luiz Maria
da
Silva
Ramos, presidente
do
centro
legitimista
n
’
esta
cidade.
E
o
«Amigo
do
Povo» riu
e
ba
teu
as palmas,
por
terem
produzido
o
eífei-
to
desejado
aquellas
cavilosas
linhas
Agora
estudou
outra
artimanha,
mas ain
da de
maior
alcance,
porque
trata
de
indispor
com
o
centro
dous
respeitabilíssimos
mem
bros
do
partido,
como
o
são
os
exc.
mos
snrs.
Domingos
Manoel
de
Mello
Freire
Barata
e
Manoel Ferreira
d
’Azevedo
e
Castro,
cavalheiros
estes
tão
firmes
no
seu
posto
d'honra
como
honrados,
prestimosos
e
bemquistos;
não
havendo
a
mais
levís
sima
falta em desabono da sua
lealdade
e
fidelidade
para
com
o
seu
partido.
Mas
como
o
«Amigo
do Povo» colheu
o
fructo
desejado
da
sua
primeira
local,
vem
agora
com a
segunda,
dizendo,
(en
cobrindo
o veneno com
a
epigraphe
de
Boato),
que
aquelles
dous
cavalheiros
nos
sos
dignos
correligionários,
foram
postos
fóra
do centro
por
insinuações
pérfidas
d’
alguem!...
Isto
não
se
commenta.
São
sempre assim
os
renegados
de
qual
quer
partido,
que
se
não
pejam
de
pôr
de
parte
toda
a
sisudez
para
manejar
a
arma
da
calumnia
e
da
intriga.
Outro
modo de
vida,
porque
em
uma
quem
quer
cae.
Atravez
d»
província.
—
Foi
exo
nerado
de
director
da
alfandega
do
porto
de
Vianna,
o snr.
José
Guedes
de
Al
meida Carvalhaes.
—
Dizem
de
Guimarães:
—
Ahi
vae
a
lista
dos
jurados,
que
leem
de
servir
no
segundo
semestre
do
corrente
anno:
Augusto
dos
Santos
Guimarães—d
’
esta
cidade.
—Anionio
de Machado—
do
Souto
(S.
Salvador).
—
Manoel
Joaquim
Affonso
Barbosa
—
d
’esta
cidade.
—Gaspar
da
Silva
—
idem.
—
Francisco
Fernandes
de
Macedo
—
S.
Salvador
de
Briteiros.
—
Anionio
Fran
cisco
Vieira
de
Azevedo
—
Polvoreira.
—Cus
todio
Mendes
—
S. Miguel
das Caídas.
—
An-
tonio
Luiz
Carneiro
—
d
’
esta
cidade.
—
João
da
Silva Freilas—S.
João
de
Ponte.—An-
tonio
Vieira
—
Polvoreira.
—
Anionio
de
Ma
cedo
—Salvador de
Souto.
—
Antonio Joaquim
Gomes—
S.
Torquato.
—
Domingos
José
An
tunes
Machado
—S. Lourenço
de
Sande.—
Anionio
José
Alves
da
Costa
Guimarães
—
d'esta
cidade.
—
Antonio
da Rocha
Al-
poim—
idem.
—
Joaquim
José Pereira
Pei
xoto—
Infamas.—
Manoel
Luiz
Pereira
de
Mattos
—
Oleiros.—
Antonio
José
Mendes
—
Serzedo.—
Anionio Augusto
da Costa
Vaz
Vieira—d
’
esta
cidade.—José
Pimenta
de
Carvalho
—
idem.
—
Francisco
José
da
Silva
—
idem.—
João
Pinto—
S.
Paio
de
Vizella.
—
Diniz
da
Costa
S. Thiago—
Taboadello-
—
Manoel
Antonio dAlmeida
—d
’
esta
ci
dade.
-■
Luiz
Anionio Figueiras
—
idem
Domingos
da
Silva
Martins
—
Villa
Nova
de
Sande.
—
Francisco
Mendes—S.
Marti-
I
j
0
de
Sande.
—
Manoel
Dias Pereira
—
S.
Miguel
das
Caídas.
—
Eleuterio
Leiradas—
d
’
esta
cidade.
—Antonio
Manoel
Gonçalves
d
’
Oliveira
—
Castellões.—
Joaquim
Augusto
Alves
Carneiro
—
Polvoreira.
—Victorino
Ro-
drjoues
Salazar
—Santa Maria
Airão
—
An-
lon
io
Leite
Guimarães
—
Serzedo.
—João
pinto
Pereira
Cardoso
—Abbação.
—
Antó
nio
Francisco
Reis
—
Leitões.
—Antonio Go-
mes
—
S.
João
das
Caídas.
—
O
abastado
capitalista
snr.
José
Rento
Rodrigues
Monteiro,
que
tem
residido
no
império
do Brazil,
subscreveu
para as
obras
do
novo
lheatro
de
Vianna com
o
donativo
de 1000000
reis.
—
Foram
julgados
quites
para
com
a
fazenda
os
snrs.
Cândido
Augusto
Martins
Brandão,
thesoureiro
da alfandega de
Vian
na,
pela
sua gerencia no
anno
de
1877-
1878,
e
Delfim Amancio
Martins,
dire-
€
tor
do
correio
d
’
esla
cidade,
pela
sua
gerencia
no
anno de
1876-1877.
—
O
preço
do
kilo
das
carnes
nos
ta
lhos
do
concelho de
Vianna,
na
primeira
quinzena
do
corrente
mez,
foi
de
240 de
vacca,
de
320
de
porco,
e
de
60
de
car
neiro.
.—
Na
tarde
do dia 10 do
corrente,
afogou-se
no
rio
Cavado,
margem
direi
ta,
junto
da
freguezia
de
S.
Martinho
de
Villa
Frescainha,
do
concelho
de
Barcel-
|os,
Domingos
Pereira
d
’Andrade,
visinho
da
mesma freguezia.
Padecendo
elle
môi-
to
do
tigado,
e
tendo
por
vezes
ataques
de
allucinação,
suppõe-se
que
n
’
um
d’
estes
se
lançara á
agua.
—Na
manhã
de
7
do
corrente estava
quasi
asphixiado
no
rio
Cavado,
aonde
fôra
nadar,
o
snr.
Francisco Alves
d
Oli
veira, caixeiro
do
snr. Daniel,
Gonçalves
da
Costa,
negociante
de
Barcellos.
—
Tira
do
da
agua
sem semidos,
com
pequeno
intervallo
de
sua
ida
ao fundo,
conse
guiu
se,
graças
aos
promptos
soccorros
a
esse
fim
empregados,
resliluil-o
á
exis
tência.
Saimento
<lo
príncipe
Luiz
Ma-
poleão.
—
Eis
a
descripção
do cortejo
no
saimento
do
finado
principe Napoleão:
Na
frente,
iam
os
antigos
officiaes da
casa
de
Napoleão
III
e
os
ofíiciaes
da
casa
do
principe;
A
deputação
dos
francezes
de
todas
as classes,
que
foram
expressamente de
França
para renderem uma ultima
home
nagem
ao
principe
finado;
O
clero
francez;
O
caixão
collocado
sobre
um
trem
de
peça,
tirado
por
oito
cavallos
de guerra.
Suas
altezas
reaes
os
príncipes
da
familia
d
’
lnglaterra
segurando
os
cordões.
A
’
direita
e
á esquerda
do
carro
fú
nebre
os
antigos
dignitários
da
corte
de
Napoleão
III;
o
duque
de
Bassano,
os
generaes
Fleury,
principe
de
la
Moskowa,
Caslelnau,
o
conde
Davilliers,
o
barão
cor-
visarl
e
M.
M.
Roulier
e Pietri.
Atraz
do
carro
fúnebre:
a
familia
im
perial,
o
principe
Jeronymo
Bonaparte
e
seus
dois
filhos
Victor
e
Alexandre;
os
príncipes
Carlos
Bonaparte
e
Luciano
Bo
naparte;
os
príncipes
Luciano
e
Achilles
Mural;
o duque
de
Huescar,
primo
da
imperatriz
Eugenia;
lord
Sidney,
repre
sentando
sua
magestade
a
rainha
de
In
glaterra;
Os
representantes
do
rei Humberto;
Os
ministros
estrangeiros
residentes
em
Londres;
0
lord
maire
de
Londres e
os
slie-
rifs;
0
general
cominandante
da
escola
de
Woolwivh
e
os
alumnos
da
escola;
Os
antigos
ministros
de
Napoleão
III;
Os
antigos
senadores;
•
Os
antigos
prefeitos dos departamen
tos;
Diversas
deputações
estrangeiras.
Distribuição.
—
Decretou-se
que
a
dis
tribuição
de
despeza
do
ministério
dos
negocios
ecclesiasticos e
da justiça, no
an-
n
o
economico
de 1879-1880,
na impor
tância
de 601:7540735
reis,
se
regule
pe
la forma
seguinte:
Secretaria
de
estado
32:2180296
reis;
uioceses
do
reino,
145:2630161 reis; su
premo
tribunal
de
justiça,
28:0110996;
Jribunaes
de
2.
=
instancia,
69:9630319;
juízes
de
l.
a
instancia,
89:5360643;
mi-
msterio
publico,
84:1830333;
sustento
no
cPrezos
e policias
das
cadeias, reis
'
“
•2980900; diversas
despezas,
12:1000000
reis
;
exercícios
findos 4500000
reis;
Wntados,
39:3290988
reis;
subsídios
a
conventos
de
religiosas, 2:4000009
reis.
IJ
ubsíi
será
u
general Gresley.
~~O
general
Gresley,
aclual
ministro
da
«aorra,
da
republica
franceza,
quem
será?
v
»®os
a
ver.
^.
in
^23
um tal Henrique
Gresley,
"
Ce
''ente
christão, mas
um
pobre
profes
sor
d’
um
collegiosinho
de Vassy
chegou
a
Samur
em
Auxois
para cumprir no
collegio d
’esta
ultima
cidade
as
suas
mo
destas
funcções.
Ora
querem
saber onde
o
snr.
Gres
ley
com
sua
esposa
e
dois
filhinhos,
ainda
no
berço,
se
foram
installar.
No proprio
presbyterio,
em
casa
de
seu
tio,
o
venerando padre
Baithazar, pa-
rocho
de
t
Samur,
em
cuja casa
elle
e
os
seus
foram
alojados
e
sustentados
duran
te
oito
annos.
Os
snrs.
Glesley receberam a
herança
do
padre Baithazar
e
depois
morreram.
Mas
que
foi feito
de seus filhos,
outr
’
ora
sustentados
com o
pão
da Egreja e
etn
bailados
pela mão
de um
padre.
E
’
aqui
chegado
o
ponto,
redobrae
d’
at-
tenção:
um
d’eiles é
o
snr.
Henrique
Gres
ley, ministro
da republica e
companheiro
de
armas
de
Julio
Ferry na
guerra
contra
a
Egreja.
Na
verdade
seria
muito
para
admirar
que o
exercito se
não
ufanasse
por
ter
á
sua
testa
um
chefe
que
é
dotado
de
tamanho
reconhecimento.
—P.
A
theoria «la lavoura.—O
ar
me
lhora
a
terra;
é
coisa
provada.
Ha, por
tanto,
vantagem
em dispôr
a
terra
por
fôrma
que
o
ar
a
banhe
por
todos
os
lados.
Esta
é a
razão
por
que
nós
a di
vidimos
o melhor possível,
empregando
a
charrua,
enchada
e outros
instrumentos.
Um pequeno torrão que nós fecha
mos
na
mão,
mede apenas
alguns
cenli
melros
de
superfície
e
não
recebe
o
ar,
por
conseguinte,
senão
sobre
esse
peque
no
numero
de
centimelros.
Mas se
nós
esmiuçamos
esse
torrão, se
nós
o
dividi
mos
em mil fracções,
não bastará
a
mão
de
um
homem
para
o
conter.
Occupará,
portanto,
mais
espaço
do
que
anteriormen-
te,
e
o
ar
que
no
primeiro
caso
apenas
estava
em
contacto
com
uma
pequena
porção,
isto
é,
a circunferência
sómente,
passou
a
alcançal-a
em
cada
uma das
suas
partes
aproximadamente.
Mostrar
ao
ar
o
que
lhe
está
occulto;
abrir
ao
ar
milhares,
milhões
de
canaes;
eis
em
duas
palavras
a
theoria da
lavou
ra.
Voltar
bem
a
terra
de
modo
que
o
que
eslava para
baixo
fique
voltado
para
o
ar
e
veja o
sol,
eis
em
que
consiste
a
arle
do
pratico.
Waufragio.
—
Um
telegramma
de
Lon
dres,
datado
de
14
de
julho,
diz
que
o
vapor
egypcio «Samanoot»,
que
vinha
de
Maurice,
foi
a
pique.
Pereceram
23
indí
genas
e
2
europeus.
Cyclone.
—
Uma
correspondência
diri
gida
á
«Gazeta
d
’
Augsburg»
contêm
ex
tensos
promenores
ácerca
de
um
cyclone
que
se
desencadeou
a
4
de
maio
no
ar-
chipelago
da
Polynesia.
conhecido
pelo
no
me
de
Ilhas
dos
Navegadores
ou
Ilha
Samoa.
Foram
destruídas
quasi
todas
as
plan
tações,
as
choupanas
dos
indígenas, e
até
as construcções
mais
solidas,
como
os
edi
fícios
«los consulados,
do
governo,
das
sociedades,
das
missões
foram
levados
pe
lo
temporal.
Em
consequência
d’
estes
estragos
re
ceia
se qae
haja
grande
fome
nas
ilhas.
Exéquias
—
Na
quinta-feira passada
celebraram-se
na
egreja
da
Ordem
do
Car
mo,
no Porto,
solemnes
exequias
para
suffra-
gar
a
alma
do
caridoso
bemfeitor
e
prior
honorário
d
’
aquella
ordem,
o
barão
de
Cas-
lello de
Paiva.
A
egreja
eslava
toda
coberta
de preto,
lendo
ao
centro
uma
larima onde
se
via
o
retraio
do
fallecido,
e
uma
corôa
de
per
petuas,
que
uma commissão
d
’alumnos
alli
deposera.
Assistiram
a
este
religioso
acto,
a
me-
za,
os
alumnos
e
alumnas
com os
seus
respectivos
professores,
asylados,
irmãos
pobres
que
recebem
a sopa
economica,
os
meninos
orphãos
e muitas
outras
pes
soas.
O
Etna.
—
A
erupção
do
Etna
não
cessou
completamente, comludo
os
aba
los
de
terra
teem sido
sensíveis
sómente
na
região
superior
da
montanha;
os
pe
quenos vulcões
que
lhe
cercam
a
base
conservam-se
exlincios.
Do
lado
meridional
do
Etna
começaram
os
trabalhos para
a
construcção
do
gran
de
observatorio astronomico, projectado
pe
lo
professor
Facchini,
quando
foi
a
Ca-
tanea
assistir
á
ceremonia
da
rasladação
das
cinzas
de Belline.
Este
observatorio
será
collocado
aproximadamente
a
3:01)0
metros
d
’
elevaçào,
e
o
maior
telescópio
lerá
uma lente
de
33
centímetros
de
dia-
melro,
conslruir-se-ha
lambem
junto
do
observatorio,
uma
pequena
casa,
para
servir de
azylo
aos viajantes.
Ainda
uma
noticia
curiosa sobre
o
Etna.
Os
proprietários
dos
terrenos
que
circumdam
o
vulcão
tiveram
a
idea
de
se
pór
d
’
accordo,
para
formarem
uma
com
panhia
de seguros mutuos
contra
os pre
juízos
causados
pelo
vulcão.
Para este
fim
dividir-se-lião
em
zonas,
os
arredores
e
a superfície do
Etna,
e
ca
da
um
pagagá um
prémio
maior
ou menor,
conforme
as suas
propriedades
estiverem
situadas
n
’uma
zona
mais ou
menos
pró
xima
do
cume
da
montanha.
A
’
caridade publica.
—
Recommen-
damos
ás almas
caridosas
Anna Joaquina,
de 8
annos
de
idade,
que está
entrevada
ha 8 mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.°
14.
A
’
caridade
publica.
—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de penúria
é
extremamenle
dolo
roso.
Pedimos que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.° 24.
A
’
earidade
publiea.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do
peito
ha
mais de seis
mezes,
e
se acha
impossibilitada
para
ga
nhar
a
vida
Vive
em
extrema
pobreza.
Habita no
sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo.
mente
a questão
da
indemnisação das
famí
lias
dos
guardas
da
alfandega,
hespanhoes,
mortos
e
feridos
por
portuguezes.
Paris
18
—A
commissão
senatorial do
projecto
de liberdade do
ensino
nomeou
presidente
Julio
Simon.
Ha crise
ministerial
em
Constantino
pla.
Khéreddine
Pachá
pediu
a demissão
e
põe
condições
para
continuar
no
gran-
vizirado.
Formou-se
o
ministro
búlgaro.
Londres
18—Noticias
do
Cabo
da
Boa
Esperança
dizem
que
as
tropas inglezas
tinham
avançado
até
doze
milhas
do
kraal
de
Celtiwayo
e
que
proposera
paz:
o
ge
neral
Wolseley,
novo
commandante
in
glez,
convidou
o
rei
dos
zulus
a
enviar
tres
principaes
chefes
para
as
negocia
ções.
O
«Standard»
considera
a
guerra
ter
minada.
A
China
faz
preparativos
de
guerra
contra
a
Rússia.
Berlim
19
—
Ha
crise
ministerial
na
Servia.
RECLAMOS
SAUDE
1
TODOS
sem medicina,
pur-
gantes,
nem despezas, com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
HEVALESCZÈaE
DL BARRI de Londres.
80
Hnnoi
d’invariavel sueeoaao
5
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia) gastrica,
gastralgia, flegma,
airotos,
flatos,
amargor
na bocca,
piloitas,
nauseas,
vomitos,
irritações
iuleslinaes,
bexigas,
diar-
réa,
disenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
fal
ta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabelhes,
debilidade,
to
das
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do fí
gado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
muco
sa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:000 curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
duque
de
Pluskow,
da exm.®
snr.
a
marqueza
de
Bre-
han,
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’lo-
glalerra,
do doutor
e
professor
Wurzer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
63:476.—Mr. Comparet,
cu
ra,
de
dezoito
annos
de gastralgia, de sof-
frimentos
d
’
estomago, dos
nervos,
fraque
za
e
suores
nocturnos.
Cura
n.°
74:422.
—
Prostração.—
Bald-
vvin,
da
mais
completa
decadência
de
saú
de,
de
paialysia
dos
membtos
por
efleito
e excessos
da
mocidade.
Cura
n.°
76:448.
—
Verdum,
16
de
ja
neiro
de
1872.
—Havia
cinco
annos
que
soflria
graves
incommodos
no
lado
direito
e
na cavidade
do
estomago,
más diges
tões
etc.
Não hesito
em
certificar
que
a
sua
Kevaleseière
ine
salvou
a
vida.—
E
rnesto
C
atté
,
musico
do
63
de
linha.
Cura
n.°
62:986.
—
M.
,e
Martin,
do
amenorrhea.
Suppressão
de
menstruaçãe
e
dança
de
São
Guido, declarada
incurá
vel, perfeilamenle
curada pela
Bevales-
eière.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula :
Em
caixas
de
folha de
lata,
de
*
/
4
kilo,
500
; de
t/
1
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
reis;
de
2
*
/,
kilos,
30200
reis;
de
6
ki
los, 60400;
e
de
12 kilos, 120000 rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a
800
e 10400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde é
a
K.®valeseière
ehoeolatada
,
ella
res-
titue
o
appeitite.
digestão,
somno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mais
]tie
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
pó
e em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
10400
; de
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
ill
Os
C.a MffliTE»,-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77 Regent-
Straet,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguLtas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Iiisbwa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por-
iltios
noticias
Lisboa
18
—
sDiário»
:—Alfredo
Ferreira
da
Silva,
nomeado
por
2
annos guarda
do
gabinete
de physica
do
lyceu
do
Porto.
Provido
por
3
annos
na
cadeira
de
ensino
primário
da
freguesia
de
Valdreu,
Villa
Verde,
o snr.
João
Antonio
Pereira.
Promovido
a
proprietário
da
cadeira
o
professor
da
freguesia
de
Villa Chã
de
Sá,
no
concelho
de
Vizeu.
Foram
transferidas
mutuamenle
as
pro
fessoras das freguesias
de Macinhata
do
Vouga, concelho de
Agueda,
e
de
Valle-
ga,
concelho
de
Ovar.
Transferido
o
professor
de
Soutello,
concelho
da
Pesqueira, para
Guardão,
con
celho
de
Tondella.
Providas
por 3
annos: em
Sanguinhe-
de,
freguesia de Cotta,
concelho
de Vi
zeu,
a
snr.®
D.
Maria
Maximina d’
Albu-
querque;
e
em
Foz
d
’Arouca,
concelho
de
Louzada,
a
snr.
a
D.
Maria
Mamede.
Idem
19—«Diário»:—
Manoel
Pires
de
Mattos,
na
egreja
do
Pezo, concelho da
Covilhã,
diocese
da
Guarda,
e Lino
José
Roque,
na
de
Carniçaes, concelho
de
Tran
coso,
diocese
de
P.nhel.
Foi
declarado
sem
effeito
o
decreto
apresentando o
snr.
Antonio
Jacome
Costa
em
Caldellas,
diocese
de
Braga.
Na
bolsa
venderam-se:
10
obrigações
da
Companhia
das
Aguas
a
830000 reis;
1900
libras da
divida
externa
a 51;
11
contos
em inscripções
'
a
50,29; 39:000
escudos
de
fundos
hespanhoes
a
14
60.
Os
fundos
portuguezes
em
Londres
re
gularam
a
50
3|4
e
51
0|0; os
hespanhoes
a
15
1[8
e 15
1|4,
e
os
consolidados
inglezes
a 97
7(8
e
97.
3|4
A
alfandega
rendeu
hoje a quantia
de
11:1030253
rs.
Londres
17—O
presidente
da
socieda
de
geographica deu
hontem
um
banquete
em
hotira
do
viajante
porluguez Serpa
Pinto.
No
banquete
conservador
no
palacio
de
Crystal,
lord
Crahrooke
exprimiu
a
convicção
de
que
a
Rússia
cumprirá
to
das
as
clausulas
do
tratado
de
Berlim.
O ministro
defendeu
a
Turquia
de
futuro,
da
qual
tem
confiança
contra
a
accusação
de
demorar
as
reformas.
Tem
augmentado
a
influencia
ingleza
em
Constantinopla.
Paris
17
—
Um
telegramma
da
alta
Si-
lesia
annuncia
que
em
consequência da
reducção
dos
salarios
rebentaram
desor
dens
entre os operários
das
minas
da
rainha
Luiza;
os
desordeiros
demoliram
as
casas dos
funccionarios.
A
tropa
disper
sou
os
operários,
ferindo
alguns e
pren
dendo
sessenta.
Foi restabelecida a
or
dem.
Chegou
a
Berlim
em
missão
especial
o
ministro
das
finanças
da
Roumania.
O
general
Totleben,
governador
militar
de
Kieff,
pediu
subitamente
licença em re
sultado
de
divergências
com
as
auctorida-
des
de
Kieff.
Roma
17—
Um
capitão
de
infanleria
que
marchava para a
Alexandria,
em
Ita-
lia,
matou
a
tiros de
rewolver
o
general
Frazini.
Madrid
18
—
0
ministro
dos
estrangei
ros
declarou
na
camara,
que
cnviára
in
strucções
ao
representante
da Hespanha
em
Lisboa,
para
ser
tractada
amigavel
to,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
d?
Banharia, 77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NHO.=Aveiro,
F.
E.
da Luz
e
Costa-
pharm.—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
irmão,
rua
do
Souto.—
Tíitnna
do
Ca»-
tcllo,
Afionso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barcos,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
Cuiuiarftes,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Pena fiel,
Miranda,
pharm.—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
hraão, Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha; E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225 a
227.—
Ponte
do
Li-
ma,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo»
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Vuíença
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
de
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s,
pharm.
AWADECnsniOS
iíàà:
«ísártH
UàárJá&á&i tt si
Os abaixo
assignados,
não
lhes
sendo
possível
agradecerem
a
todas
as
pessoas
que
se
dignaram
acompanhar
ao cemité
rio
os
restos
mortaes
de
sua
presada
e
innocente
filhinha
Rosa
da
Conceição
Cor
rêa
da
Silva
Villas
Boas,
veem
por
esle
meio fazel-o. protestando
a
todos
a
sua
eterna
gratidão.
Também
agradecem,
pe-
nhoradissimos,
a
todas
as
pessoas
que
se
dignaram
visital-os
pela
mesma
occasião.
Braga,
18
de
julho
de 1879.
Calharina
Teixeira
da
Silva
(2514)
José
Joaquim
Corrêa
Villas
Boas.
Profundamente penhorados
pelas pro
vas de atnisade
e
consideração
que
rece
bemos
por
occasião
do
fallecimenlo
de
nosso
irmão
e
lio,
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida,
vimos
agrade
cer
lantos
obséquios,
e
deixar
aqui
o
si-
gnal
da
nossa
gratidão.
Braga, 19
de
julho
de 1879.
Francisco
Xavier
de
Sousa
Torres
e
Almeida
Anlonio
Maria
Pinheiro
Torres.
Maria
Angelina
Salgado
de
Nápoles,
e
sua
mãe
Angélica
Marcellina Salgado
Car
neiro,
em
exlremo
penhoradas,
agradecem
a
iodas
as
pessoas que
se
dignaram
di
rigir-lhes
os
seus
cumprimentos
de
peza-
mes,
e
acompanharam
ao
cemilerio
pu
blico
os
reslos
moriaes
de sua
sempre
chorada
filha
Beatriz
Angélica
Salgado
de
Nápoles;
e
na
impossibilidade
de
agrade
cerem
pessoalmente,
como
desejavam,
ma
nifeslam
por
este
meio
o
seu reconheci
mento
protestando
a
lodos
sua
profunda
gratidão.
(2516)
ANNUNCIOS
EDITAL
A
Camara
Municipal
da
cidade
e
Conce
lho de
Braga
Faz
saber, que
no
dia
8
d
’agoslo
pro-
ximo
íuluro,
pelas
11
horas
da
manhã,
no
Paço
do
Concelho
se
ha
de
arrematar
o
rendimento
do
armazém por
baixo
do
Tribunal
Judiciário,
com
as
condições
que
se acham
patentes
na
Secretaria
Munici
pal.
Braga
18
de
julho
de
1879=-Eu
An
tonio
Manoel
Alves
Costa,
Escrivão
da
Camara,
o
subscrevi.
O
Presidente
Jcaquim
José
Malheiro
da
Silva.
VENDE-SE
a
casa
da
rua
do
An-
jo
n.°
11
e
11
A.
Quem a pre-
â.sO
’
■
tenter
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
j
n.°
1.
(2423)
EDITAL
A
Camara
Municipal
da
cidade
e
Conce-
i
lho
de Braga
Faz
saber,
que
fica
espaçada
para
o
dia
25
do
corrente
pelas
11
horas
da
ma
nhã,
no
Paço
do Concelho,
a
arremata
ção
da
obra
de
carpinteiro
e
caiador
para
a
reparação
do
edifício
do
Tribunal
Ju
diciário,
na
conformidade
do
orçamento,
e
com
as
condições
correspondentes
que
se
acham
patentes
na
Secretaria
Municipal.
Braga
17
de
julho de
1879=Eu
An
tonio
Manoel
Alves Costa,
Escrivão
da
Camara,
o
subscrevi.
O
Presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
TABACARIA
50 —
BUA
DO
CARVALHAL
—
50
BRAGA
Meio
grosso,
cada
250
gram.
300
reis
Vinagrinho
»
»
300
»
Secco
»
»
300
»
Pacolinhos
de
25 gram.
30
»
Garante-se
a
boa
qualidade.
Cirandei
*
descontos
para
revender.
(2515)
ÉDITOS DE 40 DIAS
Pelo
juizo
de
direito da
comarca
e
cidade
de
Braga,
e
cartorio do
escrivão
Gonçalves, a
requerimento
de
Dona
Ma
ria
Emilia da
Cunha,
solteira,
maior,
da
freguezia
de
Tebosa,
da
mesma
comarca,
na
qualidade
de arrematante
de
diversas
propriedades
de
casas
e
terras
cultas
e
incultas,
todas
situadas
na sobredita
fre
guezia,
penhoradas
em
execução
movida
pela
dita
arrematante
e
suas
irmãs,
con
tra Samoel
Pinto
da
Cunha,
ausente
em
parte
incerta
no
Império
do
Brazil,
se
publicaram
éditos
de
quarenta
dias,
citan
do os credores
hypothecarios,
José Pinto
da
Cunha Ferras, Anselmo
Pinto
da
Cu
nha, ausentes
no
dito
Império,
e
a
fir
ma commercial
Brito Carneiro
e
compa
nhia,
estabelecida
na
cidade
do
Rio de
Janeiro
do
mesmo
Império,
cada
um
d
’
a-
quelles,
pelo seu
credito
de quatrocentos
mil
reis,
e
esta,
pela
de
quatorze
contos
quatrocentos
e
seis
mil cento
cincoenta
e
cinco
reis,
para
na
segunda
audiência do
mesmo
juizo,
posterior
ao
praso
do
éditos,
que
começará
a
correr
depois
da
publi
cação
Jo
segundo annnncio
na
folha
of-
ficial,
e
em
um
dos
periódicos
da dita
cidade,
comparecerem
no
tribunal
da
jus
tiça
da
dita
comarca,
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho, para
verem
accusar
a
citação,
e
ahi
lhes
será
assignado
o
pra
so legal,
para
dentro
d
’
elle
allegarem
o
que
se
lhes
offerecer,
sob
pena
de re
velia
e lançamento,
julgando-se
as
pro
priedades
arrematadas
livres
para
a
arre
matante
de
todo
e
qualquer encargo,
e
devidamenle
expurgadas,
e
os
credores
só
mente
com
o
direito
salvo
sobre
o
pro-
ducto
da
arrematação
em
deposito;
com
declaração
que
lhes
foi
nomeado
para
advogado
o
bacharel
José
Borges
Pache
co
Pereira de
Faria,
da
dita
cidade.
As
referidas audiências
fazem-se
ás segundas
e
quintas-feiras, excepto
nos
dias
santi
ficados
ou
feriados,
em
que se
transfe
rem
para
os
seguintes,
que
o
não
sejam
também.
Braga
10
de
julho
de
1879.
Verifiquei
a
exactião.
A.
Carneiro
de
Sampaio.
•
O
Escrivão
(2511)
Anlonio
José
Gonçalves.
DIIHEÍRO A JUB<»
Na
confraria
de Santo Amaro
da
Sé
Primaz
existe
para mutuar
a
juro
de
5
p.
c. a
quantia
de 7G0$000
reis.
(2485)
CASAS
Arrendam-se
duas,
na
rua
das
■'
Aguas
n.°
s
100
e
101.
Tem
bons
. -."isa com
medos.
Tratam-se
na
rua
de
S. Vicente
n.°
56.
(2475)
I
£
KA
Adoptido
em
todos
os
Hospitaes.
(FERRO
DlALYSADO
BRAVAIS)
RecommenihJi
por
todos
os
Méilien
Centra
a
ANEMIA,
CHL0R9SE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA.
PERDAS
BRANCAS,
et-.
O
Ferro
Bravais (ferro liquido em gottas concentradas) é o uni-o
exemplo
<ie
(
, qualquer
acido; não tem cheiro
nem sabor, não produz 3
^H^ÀÂS^prisãó
do ventre, diarrhea, irritação nem cança o estomago; alem d’isto «
Vftfer
e o
único que não faz
os aenles pretos.
' E’ o mais economlco fle
todos os ferruginosos, pois que um frasco dura um mez.
)
Deposito geral
em
Pariz, 13,
rue Lafayette (Perto da Opera), e em todas
as Pharmacias.
1
Desconfiar-se
das imitações perigosas oexijir a marca de fabrica que vae jirncta.
_
,
Envia-se
grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada,
um
interessante
fol
ieto
sobre
a
Anemia e o seu
tratamento.
„„
Deposito
oo Porto,
Ferreira
&
bmão,
e
nas principaes
pharmacias
|do
reinno.
Empregadas
com o mais grão successo,
depois
mais
de 40 annos por a maior parte
dos médicos
por curar a Morosis (fluxo
branco)
doança
das mancebas
filhas e to
das
as moléstias
chloróticas.
Eis
aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos que as
tem
experimentado:
«
Depois 35
annos
que
exerço a medicina,
«
tenho
reconhocido
a este medicamento
«
(Pílulas
de Bland) vantagems
incontesta-
«
veis sobre todos os outros
ferreos e eu
«
o
miro
como o melhor
anti-chlorótico. »
Dr
DOUBLE, ex-prísidente da Academia
de
Medicina.
«
De todas as preparações ferreas que
«
nos hão dado bons resultados no trata-
«
mento das affeições chloróticas, as pilu-
«
las de ítlaud parece-nos
devem
estar na
«
primeira
fila. >
— Diccionario unir, de
Medicina,
t.
n, page 99.
Como
prova
da authentlcldade, oBSealjaS»
nome
do
inventor
esU gravado lobreg.AlUV//.4
!
cada pílula
como aqui Junto WMM&J
Depositos: Paris,
t, r.PaycnneM^gfây
Em
Lisboa, snr.
Barreto, Lorêto n.° 28—3
(27
*
)
AGUAS
AIIERARS
Vende-se
na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim,
na
praça
d
’Alegria
—
de
Vidago,
Verim,
d’
Entre-os
Rios.
de
Sei-
dlitz,
das
Caídas
da
Rainha,
do
Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de Cabeço
de
Vide.
Al
calinas
de
Moura
e
de
Vichy.
(2503)
INJECÇÃO
HYGIENICA
BALSAMICO
PROPHILATICO
Esta
injecção
é a
única
e
efficaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de de
purgações
tanto antigas
como
mo
dernas, ainda
as
mais
rebeldes. Vende-se
em
Braga na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra, pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Barlbolomeu
Deposito
principal
no
Porto
na
Phar
macia
Madureira,
rua do
Triunfo
n.°
742,
proximo
ao Palacio
de
Chrystal.
Preço
de
cada frasco
—4')O rs. (2506)
Manoel
de
Barros
Braga,
representante
do
acreditado
commerciante
de
Villa
No
va
de
Gaia
o
snr.
Joaquim
Coelho
Bra
game,
tem
a
honra
de
annunciar
aos
seus
freguezes
e
amigos
que
abriu
o
seu de
posito
de vinhos
no
largo
de
S.
Fran
cisco
n.°
13
A,
onde
poderão
encontrar
os vinhos
propriamente
genuinos
do
Porto.
Previne
os
seus freguezes
que
todos os
bilhetes
das
garrafas
são
rubricados,
ten
do
na
rolha
a
marca
de
fogo
—
BRA-
GA5TE
— e
o
carimbo
em
lacre.
O
proprietário
respomabilisa-se pela pu
reza
dos
seus
vinhos
dos
quaes
garante
a
sua
qualidade.
(2478)
Acha-se
vago
o
Irmandade
da
SS.
quem
o
pertender
Meza.
logar
de Capellão
da
Trindade do
Populo:
faça
lequerimento
á
(2509)
Offerece-se um muito
bem
conhecido
n
’esta
praça,
para
casa
de
modas
ou
pan-
nos,
muito habilitado,
e
com
bastante
pra
tica;
dá
as
melhores
informações.
Carta
a
esta
redacção
com
as
iniciaes
M.
J.
C. B.
(2499)
DINHEIRO A
JURO
A
confraria
de
Santo
Antonio da
Pra
ça
Municipal
tem
650^000
reis
para
mu
tuar,
a
5
p.
c.
(2461)
BILHETES
DE VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
400
por
minulo
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos de por.
te
sem
augmento
de
preço.
4l
’
PAin(
’
IO
O-
MALHEIRO
27,
Praça
do
Bardo
de
S. Marlinho,
27,
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220 e
240
reis.
Tarjados
de
preto;
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27,,
Praça
do
Barão
de
S.
Marlinho,
27
UOM
M
BIS
Com capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
89,
Praça
do
BarSo
de
S.
Marti-
nho,
89
Amimo
& MALHEIRO
A
G&
Vende-se
uma
victoria
que
trabalha
de
lança
e baral,
uma
cama
de
pau
preto
de
bilros
torcidos,
e 6
cadeiras, tudo
de
pau
preto.
Quem
pretender falle com Fran
cisco
(1
’
Araujo
Coelho,
da
rua
da
Ponte,
n.»
80.
(2504)
CASA
,.
va.
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
iu:|L
Geraldo n.°
18.
Trata
se
no
cam-
p
0
(]e
Sanl
’Anna,
n.° 68.
(2298)
VXSr-S
No
largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d’
esta
cidade,
duas moradas
de
casas
construí
das
de novo;
tracta-se
com
Antonio
Sil-
verio
de
Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
ARREHBAm-SE
Tres
moradas
de casas de
dous
ani
dares,
construídas de
novo,
com
quinta-
e
agua, sitas na rua
de S.
Geraldo
n
“
18,
20
e
22.
Para ver
e
tractar
na
mesma
rua
n.
a
17.
(2466)
Caixa
penhorigta
Braearenae
na
Travessa
de
D.
Gualdim d
’
esta
cidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobro
penhores
todos
os
dias desde
as
8
horas
da
manhã até
ás
9
da
noute
na mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeetos empenhados na
mesma
caixa
com atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
PEDIDO
A Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a avultadissirna
despeza
que
está
custan
do o fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’esle
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardes.
RESPONSÁVEL
—LnTz; laplisla da Silva
BRAGA,
TYPOGRAPIIIA LUSITANA— 1879
Parte de Comércio do Minho (O)
