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-
REDACTORES—
D. Miguel Solto-Mayor c Dr. Custodio Velloso.—D1REUTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimenlel
7.° ANNO
PREÇO DA ASSIGNATURA
Braga, 12
mezes. .
. . . . 1^600
»
6
».............................
Correspondências
parlic. cada
linha
Annuncios
cada
linha.......................
Repetição........................................
85»
40
20
10
PUBLICA-SE
AS TERÇAS,
QUINTAS E SABBADÓS.
PREÇO DA ASSIGNATURA
2&C«ÒÔ
1&050
3*>600
3^600
10
Prôvitièias,
12
mezes.
»
6
»
.......................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12 mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso
....
N.»
959
S
20.
A.
cs-
TERÇA-FEIRA
IS
DE
JULHO
DE 1879
Achando-se
repartidos
pelos
vicariatos
geraes
e
arciprestados
d
’
esta
Archidiocese
os
mappas
estatísticos,
que recebemos
da
Secretaria
d
’
Eslado
dos
Negocios Ecclesias-
ticos,
relativos ao anno
de 1878;
e ten
do-se
suscitado
algumas
duvidas sobre
es
ta
importante
matéria;
Havemos
por
bem
Ordenar,
que
na
sua
integra
seja
publica
da
a Regia Portaria
de
4
d’
abril
do
pre
sente
anno,
e
recommendar
a todos
os
Revd.
os
Parochos.
que
lhe
dêem
o
mais
inteiro
e
perfeito
cumprimento,
não
só
para
interesse
do
nosso
paiz,
mas
tam
bém
para
honra
e
credito
da classe
a
que
pertencem;
devendo ser
os
mappas
remet-
tidos
depois
de cheios
aos
Muito
Rev.Os
Vi
gários
Geraes
e
Arciprestes
até
ao fim
do
proxirno
futuro
mez
de agosto, como
mui
to
convém
para
regularidade
d
’
este
servi
ço,
que
em
todas
as
nações
civilisadas
merece
a
mais
seria consideração.
Paço
de
Braga,
5
de junho
de
1879.
João,
Arcebispo
Primaz.
«Sendo
necessário
que
haja
na
secre
taria d’estado
dos
negocios
ecclesiasticos
e
de
justiça
noticia
exacta dos tres
factos,
que
memora
o
registo
ecclesiastico,
dan
do-se
assim
cabal
cumprimento,
em
todas
as
suas
disposições,
ao
decreto
de
2
de
abril
de
1862,
e podendo
realisar-se
uma
minuciosa
estatística
dos
nascimentos,
ca
samentos
e
obitos, e
ao
mesmo
tempo
como
que
um
inventario
annual
da popu
lação
de
todas
as
freguezias
do
reino
e
ilhas adjacentes;
Manda
Sua Magestade
El-Rei
remetler
ao
Reverendo
Arcebispo
Primaz
de
Braga
quinze
mil
quatro centos
cincoenta
e
seis
exemplares
dos
mappas
dos
baptismos, casamentos
e
obitos,
acom
panhados das
respeclivas
instrucções,
com
relação
ao
sexo,
á
edade,
ás occupações
e
profissões,
ao
estado,
á
naturalidade,
á
filiação
e
ao
domicilio
dos
indivíduos
a
que
se
referem,
para que
o
mesmo
Pre
lado
determine a
distribuição
d
’
esses
map
pas
pelos
parochos
da
Diocese
a
seu
cargo, os
quaes,
em obediência
ao
art.°
23.°
do
citado
Decreto,
os
deverão
com
pletar
com
os
dados estatísticos,
que
en
contrarem
nos
respectivos
livros
do
regis
to,
pertencente
ao
anno
de
1878.
Sua
Magestade
confia
em
que
o
Reverendo
Arcebispo
de
Braga,
reconhecendo
as
ob
vias
razões de
utilidade,
que
fundamen
tam a
presente
recommendação,
emprega
rá
todos
os
meios, que a
sua
illustração
e
zelo
lhe
suggerirem
para
que
esses
mappas,
perfeilamente
preenchidos,
sejam
enviados
á
secretaria d’
estado
dos
negocios
ecclesiasticos
e
de
justiça
até
ao
fim
de
setembro
de
1879.
Paço
em 4
de abril de
1879.
Antonio
Maria
de
Couto
Monteiro».
Está
conforme
o
original.
Paço
de
Braga,
3
de junho
de
1879.
O
Secretario do
Exc.
mo
Arcebispo
Primaz,
Egydio
Azevedo.
A.
questão
«Saítlanha».
(
pela
ultima
vez
).
Senão
fosse
a
muita
consideração
que
lenho
pelo meu
exclarecido
e
sympalhi-
co
amigo,
o
ex.
n
'°
snr.
José
de
Freitas
d
’
Amorim Barbosa, deixava
sem
resposta
a
sua
carta
publicada
no n.°
937
do
«Commer-
cio
do
Minho».
—Não
respon
lia,
por
duas
razões
muito
atUradiveis
—
1.
’
,
porque
a
minha
vida
é
airapalhadissima,
e
não
te
nho
um
instante
de vagar,
de
que
possa
dispor,
para
sustentar
polemicas com
que
nada
lucra
a
historia,
nem os leitores
do
«Commercio
do
Minho»
—2.
a.
porque
es
te jornal,
sendo de
pequeno
formato,
e
não
sendo
diário, tem
sempre matéria
superabundante
para
encher
as
suas co-
lumnas,
e
não
póde
(senão
pela
nimia
condescendência
da
sua
administração)
dar
cabida ao
dize
tu,
direi
eu,
de
todos
os
seus
amigos.
Vamos
pois
á
questão.
No longo decurso
de
sete
volumes,
e
436
paginas
do
8.°, do
«Portugal
An
tigo
e
Moderno»,
tenho
dado
provas
de
que
ponho
alhpaixões
políticas
de
parle,
quando
traétff
dos
homens;
e
que
não
poupo
os
meus,
nem
os
contrários,
quer
os
accuse,
quer
os
elogie.
Não
fiz
excepção á
regra,
quando
tratei
do
general
Saldanha.
Disse
a
ver
dade
—
Narrei
factos
geralmente
conhecidos,
por
amigos
e
inimigos.
Da
jornada
de
Torres-Vedras,
repeti
o
que
disse
o
distinctissimo
escriptor, o
exc.“
10
snr.
Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello,
cavalheiro
que
em
todos
os
seus
escriptos
falia
com o
máximo
desassom
bro,
verdade
e
imparcialidade.
Da batalha
de
Almostér,
disse
o
que
vi,
não
a
sangue
frio, como
o
meu
no
bre
amigo,
mas
medido
no
fogo,
desde
as
7
horas
da
manhã áté ás
5
da
tarde.
Tinha
então
apenas
17
annos,
mas
nun
ca
me
equeceu
esse
dia,
de
triste re
cordação.
Retirámos
em
boa
ordem,
sim,
senhor.
Assevero-o
sob
a
rainha
palavra
d
’honra,
e
sem
que
o
inimigo
se
lembrasse
de
nos
picar
a
retirada.
Tanto
isto
é
verdade,
que
o
meu
regimento
passou
a
noite
em
uns
olivaes
pouco
á
reclaguarda
dos
logares
da acção.
De
toda
a
divisão
realista,
o
corpo
que
mais
sofíreu,
foi
o
regimento
de ca
çadores
da
Beira
Baixa,
que,
como
já
disse, teve
mais
de
200
homens
fóra
de
combate. Quando
na
manhã
de 19,
en
tramos
em
Santarém,
tudo
ficou
pasma
do,
quando
nos
viu
entrar,
pois,
cuidan
do
que via
meia
duzia
de
soldados,
estro
piados,
viu
um
regimento
de
1:200
pra
ças,
marchando
com
todo
o
arreganho
militar,
e
com
a
sua
musica
na
frente
tocando
o
hymno
real
(a).
Até
os
libe-
raes
de
Santarém,
que
formavam
a
maior
parle da população,
diziam
(pela
bocca pe
quena, já se
sabe)
que
o
general, para
encobrir
a
nossa
derrota,
tinha
aggrega-
do
ao
regimento,
praças
de
outros
cor
pos:
o
que
era simplesmente
um dispa
rate.
Quanto
á
ignóbil
carnificina
de Leiria,
respondcJhe—
O
meu
illustrado
amigo
J.
L.
Carreira
de
Mello,
lendo
no «Commer
cio do
Minho»
o
seu
artigo
penúltimo,
es
creveu-me
no
dia
5
do
corrente,
e
na
sua
carta,
entre
outras
cousas,
diz
—
«Sal
danha,
levava
a
força
que
digo,
porque
o
seu
fim
era
abrir
a
coramunicação
en
tre
Lisboa
e
Porto,
o
que não
conseguiu,
porque
Póvoas
moveu-se
para
o
envolver,
ahi
para
Coimbra; e elle
temendo-se
de
Santarém,
d
’onde
eslava
a
marchar
uma
divisão,
que
operaria
com
a
do
norte»
etc.
«A l.
a
edicção da
«Historia
Chronolo-
gica»
é
de
1833, que deu
occasião
ás
(a)
O
meu
regimento
entrou
em fogo,
com urna força
superior
a
1:400
praças,
e porisso,
200
homens
não
faziam
uma fal
ta
sensível.
reclamações
do
general
Lemos,
e
nada
mais».
—
E
contimía
o
exc.m“
snr.
Carrei
ra
de
Mello
—
«Eu
escrevi
à
vista de
do
cumentos o/ficiaes,
e
que
se
veja
o officio
da
tomada
de
Leiria»
etc.
Meu
bom
amigo
—
o
general
Lemos
principiaria por
moço
de botica,
cm
San
tarém; mas
era
um
homem
de
coragem,
chefe
sollícito
e
inteligentíssimo,
e
um
dos
fieis
generaes
do
snr.
D.
Miguel
1
—
De
muilo
mais
baixa
extracção
foram
os
generaes
de
Buonaparte,
e
elles
fize
ram
o
que todo
o
mundo
viu
(por
seus
pec-
cados!....) O
sangue
azul,
não
produz
ge
neraes
(isso
foi
tempo...
.) O que
os
faz
é
a
bravura,
e
a
pratica
das
cousas
da
guerra.
O
snr^aAHk-Anionio
da
Costa,
faz
a
apolheose
de
seu.
tio,
no
seu
novo livro.
Faz
muito
bera, e
ninguém
lh
’o
levará a
mal, porque nobreza obriga.
Talvez o meu
illustrado
amigo
ache
ainda
poucos
esses
encomios—repito-lhe
—
faça
lambem
um
livro no
qual
canonise
o
seu
heroe;
que
eu
desde
já
lhe
prometto
não
o impugnar
era
cousa
nenhuma;
mas lem
bre-se
sempre
d
’
aquelles
dous
versos
de
Alcialo,
nos
seus
Emblemas:
«Abluis
aetbiopem, quid
frustra!
Ah
de-
sine;
noctis
Illuslrare
nigrae
nemo
potest tenebras.»
Ponto
final.
Augusto
Soares
d
’
Azevedo
Barbosa
de
Pi
nho
Leal.
GHRONIGA
ESTRANGEIRA
O
Monde
que
hontem
recebemos,
traz
o seguinte
despacho
particular
de
Roma:
O
Santo
Padre
recebeu
a
resposta
de
S.
M.
o
imperador
Guilherme
á
carta
de
felicitação que
S.
Santidade
lhe dirigira
por
occasião
das
bodas
de
oiro
Assevera-se que
a carta
imperial
affir-
ma
o
desejo
formal
do
restabelecimento da
paz religiosa.
Sabe
se
também
no
Vaticano que
o
imperador
se
comtnovêra
muito
com
as
preces
feitas
nas egrejas
calholicas
da
Allemanha
por
occasião
das
referidas
bo
das
de
oiro.
—
Continúa
a
crise
ministerial
na
Ita-
lia.
Cairoii
insiste para
que
o
snr.
Ma-
gliani
e
o
general
Mazé
de
Laroche
con
servem
as
pastas
das finanças
e
da
guerra.
Diz-se
que
o
snr.
Cairoii
assumirá
a
presidência
do
conselho
com
a
pasta
dos
negocios
estrangeiros.
Nada
ha,
porém,
de
definitivo.
—
Noticias
de
Inglaterra,
refere que
o
tratado
de
Berlim
será
proximamente
sub-
mettido
a
uma
discussão parlamentar na
camara
dos
communs.
A
22
do
corrente
sir Dilk
apresentará
uma
moção,
apoiada
por
Gladslone,
chamando
a
attenção
da
camara
sobre
a execução
dos
artigos 23
e
24
d
’aquelle
tratado, o
primeiro
dos
quaes
concerne
ás
reformas
que
devem
ser
introdusidas
nas
províncias
turcas
da
Asia
Menor,
e
a
outra
respeita
á
reclifi-
cação
das
fronteiras
turco-gregas.
—
Confirma-se
‘ a
nomeação dos snrs.
Bilter,
Lucius
e
de
Pulikamer
para sub
stituir
os
tres
ministros demissionários
allemães.
O
futuro
ministro
da instrucção
publica e
dos
negocios
ecclesiasticos,
Puttmaker,
primo
de
Bismark, é conhe
cido como
conservador
decidido.
Os
ca-
tholicos
da
Silezia,
província
de
que
actualraente
é
o
presidente
superior,
at-
testam
a
sua
equidade
e
sentimentos
pa
cíficos.
—
Da
guerra
ingleza
na
Zululandia
ha
poucas
noticias.
Disse-nos
um
telegramma
que se
ti
nham
entab
lado
negociações
de
paz
en
tre
o
governo
inglez
e
Cettivvayo.
Eis as
condições
de
paz impostas
a
este:
l.3
Enviar
embaixadores
que
recondu
zam
com
elles
os
dois
canhões
e
os
bois
tomados aos inglezes.
2.
a
Proraetter
entregar
todas as
ar
mas tomadas
durante
a
guerra
que
es
tiverem
armazenadas.
3.
a Enviar
ao
campo
inglez
um
regi
mento
que^
deporá
as
armas
em signal
de
submissão.
As
operações
militares serão
suspen
sas
emquanto se
espera a
resposta
do
rei,
e,
se
as
condições
forem
acceites,
lord
Chelmsford
ordenará
que
cessem
as
hosti
lidades
para
discutir
os
termos
da
paz.
—
A situação
da
Rússia continúa
no
mesmo
pé.
No
districto
de
Irkuck
foram
incen
diadas
14
povoações,
cujos
incêndios se
atribuem
aos
nihilistas.
E’
indisivel
o
terror
e
a
desconfiança
que
reinam
etn
8.
Petersburgo.
As
redacções
dos
periódicos
d
’
esla
ci
dade
continuam
a
receber
d
’
um modo
mys-
terioso
o
jornal
nihilista
«Terra
e
Liber
dade».
Tem
este
por
divisa
uma
pistola,
um
punhal
e
uma
urna
estampados
com
vivas
côres
dentro
d’nm
circulo
roxo.
—
Segundo
uma
correspondência
de
Roma,
as
disposições do
czar
para com
a
egreja calholica
na Polonia
e
na
Rús
sia
estão
muito
modificadas
no
sentido
fa
vorável
aos
catholicos.
—O
príncipe
Alexandre
da
Bulgaria
recebeu
a
investidura
do
sultão
e
retirou-
se
de Constantinopla,
onde
apenas
se
de
morou
sete
horas, no
mesmo
dia
3
do
corrente.
—
A
tão
prolongada
questão
da deli
mitação
das
fronteiras
da
Grécia,
não
pa
rece seguir
por
emquanto
caminho
que
a
conduza
a
uma
prompta
solução.
A
«Correspondência
de
Vienna»
refe-
rindo-se
a instrucções
dadas
pelo
governo
italiano ao seu
embaixador
em
Constanti
nopla,
sobre este assumpto,
dizia
que
os
gabinetes
europeus
se
haviam posto
d
’ac-
cordo
no
sentido
de
submetterem
a
ques
tão
a livre
discussão
dos
seus
represen
tantes
em
Constantinopla, não
dando
á
Porta
e á
Grécia
senão conselhos
unani-
memente
approvados.
O
gabinete
turco
occupando-se
ulti-
mamenle
d
’esle
importante
assumpto,
achou-se
dividido em dois
partidos,
um fa
vorável
e
outro contrario
a
quaesquer
con
cessões á
Grécia.
Espera-se
comtudo
que
a
Porta
indi
que
ás
potências
as
condições
em
que
es
poderá
effectuar
a
nomeação
dos
seus
com-
missarios
para
a
demarcação
das
frontei
ras.
agradecimento
Ao retirarem.se
d’
esta
cidade
Suas
Exc.
as o Snr.
Conde da
Redinha
e
sua
virtuosíssima
esposa,
nos
incumbiram
de
leslimunharmos
em
seu
nome,
por
este
meio,
o
seu
profundo
reconhecimento
e
indelevel
gratidão
para
com
todos
os
ca
valheiros
e
damas
bracarenses
que
se
di
gnaram
visital-os
durante
a
sua
estada
em
Braga,
e
bem
assim
de pedirmos, da
sua
parle,
desculpa
de
alguma
falta
involuntá
ria
que
tivesse
podido
dar-se
na
retribui
ção
das
attenciosas
finezas
que receberam
penhoradissimos.
Como
interpretes
dos sentimentos de
Suas
Êxc.as
,
pedimos-lhes
desculpa
da
in
voluntária
falta
de
não
termos
cumprido
já
este
dever
no
n.°
passado.
nhã
e
2
h. 14’ da tarde
(correio)
chega
da
ao
Porto
ás
9
h.
6
’
da
manhã e
4
h.
40
’ da
tarde.
Partida
da
Regoa
ás
4
h.
4
’
(correio)
e
11
h.
44
’
da
manhã;
chegada
ao
Por
to
ás
9
h.
6
’
da
manhã
e
4
h.
40
’
da
tarde.
Ha
também
comboyos
entre
Vianna
e
Valença
que
partem de Vianna
ás
7
h.
30
’
da
manhã
e
4
h.
30
’
da
tarde
e
de
Valença
ás
7
h.
18’
da
manhã
e
4
h.
48’
da
tarde;
bem
como
outros
entre
Nine
e
Braga,
partindo
de
Nine
ás
3
h.
13
’
da
tarde
e
de
Braga ás
9
h.
40
’
da
ma
nhã e
5
h.
14
’
da
tarde.
Aos
domingos e
dias
santificados
ha
um
comboyo
supplementar
de
Braga
ao
Porto,
partindo
ás
7
h.
20’
da
tarde e
chegando
ás
9
e
meia
da
noite.
Atmvez
da
província.
—
Vae
em
breves
dias ser
adjudicada
a
conclusão
da
estrada
municipal
de Valença
a
Chris-
tello-Côvo.
Esta
esirada
é
cerlamente urna
das
mais
importantes
do
concelho
de Va
lença,
porisso
que
põe
em
communicação
directa
a
séde
d’
elle
com
o
porto
d
’
em-
barque
e desembarque
em
Segadães,
e
com a
estação
provisória
de
Valença
no
caminho
de ferro
do
Minho
— O
numero
de
navios
entrados
na
barra
de
Vianna
durante
o
anno
de
1878
foi
de
216.
sendo
166
portuguezes,
26
inglezes
e
14
norueguezes.
Em relação
á
especie
de
navio
entraram
104
hiales,
34
cahiques, 26
escunas,
5
vapores etc.
—
Durante a
semana
finda
em
5
do
corrente
deram-se
á
sepultura
nos
cemi
térios
publico
e
da
ordem
terceira
da
ci
dade
de Vianna
os
cadaveres
dos
seguin
tes
indivíduos:
D.
Margarida
Valeriana
de
Oliveira
Alves
Vianna,
56
annos,
solteira;
Josepha
Maria
Ribeiro,
94
a., s.:
ambas
da
freguezia
de
Santa
Maria
Maior,
d’
aquella
cidade.
—
Joaquim
da
Silva,.
15
a.,
da
fre
guezia
de Monserrate,
d’
aquella
cidade.
-Por
despacho
do
S.
T.
Administra
tivo,
publicado no
«Diário
do
Governo»
de
8
do
corrente,
foram declarados
isen
tos
do serviço do
exercito
os
seguintes
mancebos
do
districto
de
Vianna:—
Con
celho dos
Arcos
do
Valia
do
Vez
—
Joáo,
filho
de
Manoel
Antonio
Puga,
da
fregue
zia
de
Gondoriz
—
Antonio,
filho
de
José
Narciso
Gonçalves,
da
freguezia
de
Padro-
zo
—José,
filho
de Domingos Ferreira,
da
freguezia
de
Portella.
Concelho
de
Ponte
do
Lima
—José,
filho
de Pedro
Fernandes
Vieira,
da freguezia
de
Esturãos.
Conce
lho
de
Valença
—
José,
filho
de
Luiz
José
Rodrigues,
da
freguezia
de
Verdoejo.—
Por
despacho
da
mesma
data
foram
declara
dos
sujeitos
ao
serviço
os
seguintes;
—
Concelho dos
Arcos
do
Valle
do
Vez
—
João,
filho
de
José
Maria Lopes, da fre
guezia
d
’
Alvora
—
João,
filho
de
José
Fer
nandes,
da freguezia d
’
Eiras
—
Joaquim,
filho
de
Antonio
Luiz
Alves, da
fregue
zia
de
Gondoriz—
Camillo,
filho
de
Anlo-
nia Luiza,
da
freguezia
de
Guilhadezes
—
Manoel,
filho
de
José
Manoel Antunes,
da
freguezia
de Prozello
—
Antonio,
filho
de
José
Cerqueira.
e
Manoel,
filho
de
José
Dantas,
da
freguezia
de Rio
Frio—
João,
filho
de
Antonio Pereira, da
freguezia
de
S
Jorge
—
Mano-d,
filho
de
João
Gonçalves
Fidalgo,
da
freguezia
de
Soajo.
Concelho
de
Coura
—Joaquim,
filho
de
Rosa
Maria,
da
freguezia
de
Agua
Longa
—
João,
filho
de
José
Joaquim
Fernandes,
da
freguezia
de
8.
Martinho.
Concelho
de
Ponte
do
Lima—
João,
neto
de Luiz
José
Barbosa,
da
freguezia
da
Gandra.
—
Falleceu
em
Guimarães
a
snr.a D.
Maria
Vaz
Cardoso,
esposa
do
snr.
José
Vieira Cardoso.
—
O
dividendo
distribuído
pelo Banco
de
Guimarães
com
relação
ao
1.°
semes
tre
do corrente
anno
é
na
razão
de
3
p.
c. ou
2$400
reis
por
acção.
DesglitchoH
de
instrusção
pu
blica.
—
Antonio
Ribeiro,
professor
tem
porário
da
cadeira
de
ensino
primário
da
Varzea,
concelho
de
Santarém—
mudado,
pelo
requerer,
para
a
cadeira
do
Pêgo,
concelho
de
Abrantes, até
concluir
o
seu
actual provimento triennal.
Augusto
da
Costa
Santos —
provido
vi-
taliciamente
na
cadeira
de Parceiros,
con
celho
de
Leiria.
José
Antonio
da
Silva,
professor
tem-
>orario da
cadeira
da
Torgueda,
concelho
e
Villa
Real
—mudado,
peio requerer,
para
a
cadeira
de
Matheus,
no
mesmo
concelho,
até
concluir
o
seu
actual
pro
vimento
triennal.
Manoel
José
Fernandes
da
Rocha
—
pro
movido
á
propriedade
da
cadeira
de
Mea-
della,
concelho
de
Vianna
do
Castello.
Manoel
José
de
Figueiredo—
promovido
á propriedade
da
cadeira
do
Carregado,
mimo
Proetaatlo.
—
Saiu
ante-hontem
a
pro
cissão
que
coroou
a
pomposa festividade
do
Santíssimo
na egreja
de
S.
João
do
Souto.
Ia
verdadeiramente
esplendida,
como
uma
das
melhores
que
se
teem
visto
nesta
cidade.
O
préstito
era
formado
pelas
irman
dades
de
Santa Cruz,
Carmo,
e
Santís
sima
Trindade,
pelas
confrarias
da
casa,
communidade
dos
orfàos de
S.
Caetano
e por
numeroso
clero.
No
centro
das
alas iam 66
anginhos
vestidos
com
todo
esmero.
la
na frente
a
banda
de
musica
de
nominada
«Philarmonica
Bracarense»,
e
no
couce
a
banda regimental, seguida
d’
uma grande
guarda
d
’
honra.
O
sermão,
que precedeu
a
procissão,
foi
prégado
pelo
revd.
m
’
snr.
conego
An
tonio
Lopes
de
Figueiredo,
orador
dislin-
ctissimo.
A
m
examinandos.
—
Lembramos
aos
snrs. estudantes
que
se
habilitaram
perante
a
terceira
secção
da
3.
a
circum-
scripção
(lyceus
de
Braga
e
Vianna),
que
devem
*
declarar
por
escripto
até
ao
dia
17
do
corrente
ao
reitor
do
respectivo
lyceu
onde
se
habilitaram,
se
preferem
ser
exa
minados
no
Porto,
ou
em
Braga.
Uesabnniento.
—
Pela
meia
noite
de
sexta
feira
desabou
o
telhado
da
casa
n.°
105
da
rua
das
Aguas.
Os
inquilinos
nada
soflreram, felizmen
te,
além
do
susto
qué
póde
imaginar-se.
Ainda
o
nfto vimos.
—O
<Cum-
mercio
de
Lisboa»
de
11,
noticia
o
se
guinte:
«Partiu
hontem
para
Braga
no
comboio
correio,
em
carruagem-salão,
um cavalheiro
vindo
do
Alemtejo,
tão
gordo
que
foi
necessário
mandar
fazer
previamente
uma
escada
de
madeira, de
solida
construc-
ção,
afim
de poder
subir
para
a
carrua
gem».
Olhem
que
quem
diz
isto
é
o
citado
collega lisbonense.
Tliettíro
de
S. Geraldo.
—
Abriu-
se
ante-hontem,
no
salão
do
theatro
de
S.
Geraldo,
uma
exposição
de espelhos
que
o
seu
auctor chama
mysleriosos.
e
a
qual
os
annuncios
indicam
como
Di
versão
para
rir.
A
exposição
continua aberta
todos
os
dias,
das
5
da
tarde
ás
11
da
noite.
O
preço da
entrada
é
de
100
reis,
e
para
as
creanças
50
reis.
Furto
—Na
ponte
de
S.
Viclor-o-Ve-
Iho.
ao
pé da
capella
que
anda
a
erigir-
se
n
’
aquelle sitio, os ratoneiros
arranca
ram
na
noute
de
sabbado
para
domingo
uma
porção d
’
um
cano
de
chumbo
que
a
viruosa
esposa
do
snr.
Antonio Joaquim
Fernandes
Braga
mandára collocar na
agua
que
passa
por
baixo
da
ponte,
com o
fim
de
a
esgotar
para
os
operários
poderem
proceder
a
umas
reparações,
que
alli
são
necessárias.
Pedimos
á
auctoridade
competente
se
digne
dar
as
providencias
precisas
para
se
descobrir
o auctor
do
criminoso
desafo
ro,
que
já
não
é
o
primeiro
que
alli
se
commette,
ha
tempos
a
esta
parte.
Correi©.
—
-O
director
do
correio
d
’es-
ta
cidade,
conseguiu
estabelecer
uma ma-
la-posta
diaria
para
o
Gerez.
Sovo
nmtndouro.
—
Dizem
que
a
camara
de
Braga
deliberou
edificar
um
novo
matadouro,
no
extremo
da
rua
da
Boa
Vista,
no
sitio
chamado
do
Marme
leiro.
Ciiminhoo
de
ferro.—
Desde
hon
tem,
dia
em
que se
effectuou
a
abertura do
lanço
do
caminho
de ferro do
Douro,
entre
Juncai
e
Regoa,
o
horário
das
li
nhas
do
Minho
e
Douro,
passou
a
ser
o
seguinte:
Partida
do
Porto.
Para
Vianna
ás
6
h.
da
manhã.
Para
Valença
ás
8
h.
45
’
da
manhã
(correio)
e
4
h.
20
’
da
tarde.
Para
Braga
ás
mesmas
horas.
Para
a
Regoa
ás
8
h.
45’
da
manhã
(correio)
e
3
h.
15
’
da
tarde.
Partida
de Vianna,
ás
4
h.
da
manhã;
chegada
ao
Porto
ás
8
h.
10’
da
ma
nhã.
Partida
de
Valença
ás
3
h.
41
’
e
II
h.
1'8'
da
manhã
(correio;
e chegada
ao
Porto
ás
9
h.
6’
da
manhã
e
4
h.
40
’
da tarde.
Partida
de
Braga
ás
6
h.
40’
da ma
freguezia
de
Cadafaes,
concelho
de Alem-
quer.
Manoel
(Padre)
José
Rodrigues,
pro
fessor
temporário da
cadeira de Valdreu,
concelho
de
Villa
Verde
—
mudado,
pelo
requerer,
para
a
cadeira do
logar do
As
sento,
freguezia
de
S. Paio
da
Carvalhei
ra,
concelho
de
Terras
do
Bouro,
até
con
cluir o
seu
actual
provimento
triennal.
Manoel
Máximo
Cardoso
e
Silva, pro
fessor
vitalício
da
cadeira
de
Santa
Ma
ria
da
cidade
de
Beja
—
transferido,
pelo
requerer,
para
a
cadeira
da
Varzea,
con
celho
de Santarem.
Theodoro
de Almeida
—
provido,
por
tres
annos,
na
cadeira
de
Vermoim, con
celho
de Villa
Nova de
Faraalicão.
Anna
do
Rosário
da
Luz
Viegas—
pro
vida,
por
tres
annos,
na
escola
mixta
de
Fanhões,
concelho
dos Olivaes.
Joanna Leopoldina
de
Castro
e
Ama
ral,
professora vitalícia
da
escola
de me
ninas
da
Praia
do
Almoxarife,
concelho
da
Horta
—
transferida,
pelo requerer,
para
a
de
Flamengos,
no
mesmo
concelho.
ÂHsaHainios.
—
Na
noite
de
23 de
junho
ultimo
foi
assaltada
a
herdade
de
Santa
Luzia,
no
concelho
de
Alandroal,
comarca
de
Redondo,
por
oito
indivíduos
que se
suppõe
serem
hespanhoes,
assas
sinando
com
um
tiro de
espingarda
o
boieiro
da
mesma herdade,
José
Martins
Mourão,
e
roubando
grande
porção
de
di
nheiro,
joias
e
roupa.
Na
herdade
da
Defessinha,
do
mesmo
concelho,
appareceu
gravemente
ferido
e
agonisante
um
rapaz
de
20 annos.
o
qual
expirou
no
«lia
26
de
junho,
no
hospital
de
Alandroal.
Suppõe-se
ter
sido o
feri
mento
feito
com
uma
pedra do
peso de
8
kilogrammas.
As
auctoridades
prose-
guem.
Noticiai»
ayrieolaa.
—
Dizem
de
Mi-
randella, que
a
ceifa do
centeio
está
con-
cluida, sendo
a
preducção
superior
á
dos
annos
anteriores;
—a
do
trigo,
a
que
tam
bém se
está
procedendo,
promette
ser
no
quadruptilo
da
do
anno
passado.
As
vinhas estão
excellentes.
ConveraSo.
—
Os
jornaes
catholicos
hespauhoes
narram
a
tocante
conversão
á
Egreja
Catholica
d
’
um
hebreu,
ou
judeu.
E
’
natural
de
Tanyer;
como
sua
fami
lia
se
opposesse
á
sua
conversão,
veio
para
Hespanha, saindo a
pé,
e
esmolan
do
pelo
caminho
até
que
chegou
a
Ca-
diz,
para
n
’
esta
cidade
poder
dar
ingres
so
no
seio
da
Egreja
Catholica.
O
exm.°
e
revm.
0
snr.
Bispo
de
Cadiz,
apenas
sou
be
do
facto,
mandou
chamar
logo
o
mo
ço
hebreu,
encarregou-se elle
proprio de
ensinar-lhe
a doutrina
christã
e
o calhe-
cismo,
bem
como
de
prover
á
sua
sus
tentação.
O
moço
hebreu,
hoje catholico,
tem
captado todas
as sympathias
dos
calho-
licos
da cidade
de
Cadiz.
Que
outra
religião
inspira
d
’
estas
ab
negações?
tós
zulua
—
Um promenor
curioso
com
respeito
aos
zulus.
E
’
sabido
que
esta
tribu
africana,
ape
sar
de
que
apparentemente
está
ainda
em
estado
selvagem,
possue
bastantes
noções
da arte
militar,
e
peleja
segundo
os
usos
da
taclicta europeia.
Segundo
noticias
fidedignas,
pouco
an
tes
da
batalha
de Waterloo,
naufragou
um
bergantim
de
guerra franceza
que cruza
va
n
’
aqnellas
costas,
e
sete
marinheiros,
únicos
que
se
salvaram,
poderam
tomar
terra
no
Zululand,
onde,
em
paga
da
ge
nerosa
hospitalidade
que
receberam,
in
struíram
aquelles
indígenas
na taclica
que
actualmente
observam.
Estranha
coincidência!
Os
soldados
de
Napoleão
I
ensinando
a
arte
da
guerra
aos
que
haviam
de
matar
o
herdeiro
da
sua
raça.
ESalkans.
—
A Inglaterra
desenvolve
a
mais
energica
actividade
na
quasi
ilha
dos
Balkans,
para
se
assegurar da
sua
preponderância
commercial.
Falla
se
em
diversos
projectos
de
li
nhas
ferreas,
concebidas por
diflerenles
companhias
inglezas
que desejam
pol-os
em
execução.
As
correspondências
de
Belgrado
para
os
jornaes
húngaros
faliam
d
’
um
novo
projecto,
apresentado por
uma
companhia
que teria
já
obtido
dos
governos
da
Ser
via
e
da
Turquia
as
necessárias
aucto-
risações
para
proceder
aos
competentes
estudos
lopographicos.
O
caminho
de
ferro
em questão
par
tiria
de
Nisch
a
Durazzo,
passando
por
Lskub,
0
que
seria
muito
vantajoso
para
as
relações
commerciaes da
Servia
com
a
Inglaterra,
a
França
e
a
Ilalia,
do que
o
de Nisch-Vrauja-Uskub-Salonica,
porque
os
navios,
indo
a
Durazzo,
não
teriam
de
tornear
o
continente
hellenico,
como
os
que
se
dirigem
para
Salonica;
a
distancia
entre
Durazza e
Uskub
é
menos
do
que
a
de
Salonica
a
Uskub.
Esta
via
permittiria
á
Inglaterra
e
á
França,
e
especialmente
á Italia,
cujo
littoral
é
muito
proximo
de Durazzo,
fa
zer
temivel
concorrência
ao
commercio
austríaco
na
Servia e na
Turquia
central,
diminuindo
notavelmente
a
importância
com
mercial
de Salonica.
fazendo
de
Durazzo
um porto
considerável, o
que
determina
ria,
segundo
se
diz,
a
Turquia
a
favore
cer
o projecto.
Phenomeno.
—
A
America
é a
pa-
tria
das raridades.
—
Está
em
Paris
uma
interessante
americana
que
tem seis
bra
ços,
quatro
na parte
anterior
do
corpo,
e
dois
nas
costas. Com
duas
mãos
da
frente
toca
piano,
com outras
duas
violon-
cello.
Com
as
mãos que
tem
nas
costas
e,
bem
assim, com
os
pés,
toca
diver
sos
instrumentos.
Miss
Patwork
não
é
mulher;
é
uma
orchestra.
Será
assim,
será.
1»
altura»
«íos
Andes.
—
Um
pe
riódico
do
México
dá conta
da
altura dos
pontos
mais
importantes
dos
Andes,
em
diflerentes
épocas.
Estas
alturas
teem
ido
diminuindo
gradualmente
A
cidade
de
Quito,
segundo
Conda-
mine,
estava
em
1745
—
9:596 pés
acima
do
uivei do
mar;
segudo
Humboldt,
em
1803.
9:570
pés;
segundo
Bonssingault,
em
1831,
9:567
pés;
segundo
Orion,
em
1867,
9:520
pés.
Por
conseguinte. Quito baixou
76 pés
em 125
annos,
e
o
Pecincha
218 no
mesmo
período.
A
sua
cratera
baixou
lam
bem
425 pés
nos
últimos 26 annos,
e
a
do
Antisano
165
em
64
annos.
Deteoberta
importante.
—
Um
me
dico
saxonio,
o dr.
Mire,
inventou
um
appareiho
para
aliumiar
o
interior
do
cor
po
humano. Esle
appareiho
foi
fabricado
recentemenle
por
inr.
Leiter,
fabricante
de
instrumentos
de
cirurgia
de
Vienna.
A
illuininação
produz-se
por
meio
de
platina
posta
no
estado
de
incandescente
por
uma
corrente
galvanica.
O
appareiho
está
munido
de
um
con-
ductor hydraulico
de
corrente constante.
Esle
instrumento
allumia
o
interior
do
es
tomago,
da laringe,
do
esophago,
etc.
Uma
memória
ácerca d
’este descobri
mento
acaba
de
ser
enviada
á
academia
de
medicina
de Vienna.
A
’
eitridmã©
ptiblíea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penúria
é extremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A
’
caridade publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do
peito ha
mais
de
seis
mezes,
e
se acha
impossibilitada
para ga
nhar
a
vida
Vive
em
extrema
pobreza.
Habita
no
sotão da
casa
n.°
4,
na
rua de
S.
Miguel-o-Anjo.
UIíTIMAS
NOTICIAS
Lisboa
12
—
Foi
assignado
o
decreto
nomeando
conservador
de
Chaves
o snr.
Francisco
Fernandes
Figueiredo.
Foram
nomeados
escrivães:
para Cas
tro
Daire
o
snr.
João
Teixeira,
e
para
Montalegre
o
snr.
José
Dias
Mattos.
Foi
concedido
o
titulo
de
barão
de
Esposende
ao
snr.
Antonio
Pereira
da
Motta;
de
conselheiro
ao
snr.
Antonio
Cor-
reia
Leal,
juiz
de direito
do
Porto;
com-
menda
da
Conceição
ao
snr.
conde
de
Sarzedas;
e
de
Christo
ao snr. coronel
de
iníanteria
6.
Foi
expedida
circular
aos
presidentes
das
relações
para
que
ouçam
os juizes
de
direito,
empregados
no
foro,
advogados
e
solicitadores,
sobre
conveniência
de
mo
dificar
as
labellas
de emolumentos
e
sa
lários
judiciaes.
Na
Bolsa
venderam-se:
54
obrigações
da
companhia
das
aguas,
de
coupons, a
83^000
reis;
10
ditas
liberadas
a
83$000;
10
ditas
prediaes
de
coupons
a
91^800;
20
ditas
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a
87$500;
20 contos
em
inseri-
pções
a
50,15;
9
ditos
a
50,10.
Os
fundos
portuguezes
em
Londres
re
gularam
a
51
3/4
e
51
7/8;
os
hespanhoes
a
15
1/8
e
15
3/+e
os
consolidados
ingle
zes
a
98
1/8
e
98 1/8.
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
reis
15:099á325.
Londres
10
—Annunciam
do
Cabo q»
e
chegara
alli o
general
Wolseley,
partindo
mel
iat
amente
P
ara
a ci(lade
do
Natal.
A
vanguarda
das
tropas
inglezas
estava
A
25
milhas
do
Kraal
de
Cettiwayo.
3
jSew-York 10
—
Houve
em
Memphis
mais
cinC0
casos
de
febre
amarella,
um dos
quaes
fatal.
Roma
10—
Dizem
os jornaes
que
o
juinistero
está
quasi
constituído,
com os
snrs:
.
Cairoli,
presidente
e
ministro
dos es
trangeiros,
Grimaldi,
das (inanças,
Perez,
d
’
instrucção
publica,
Vella,
do
interior.
Baccarini,
das obras
publicas.
pievv
York
10—
Decresce
o
pânico
em
Memphis
em
consequência
do
relatorio
dos
médicos,
que
affirmam
que
os novos
ca
sos de
doença
não
são de
febre
amarel
la.
Ainda assim
a
população
continua fu
gindo
de
Visburgo
e
Nova
Orleans,
e
es-
labelecem-se
quarentenas.
E
’
excessivo
o
calor.
Tem
havido
fallecimentos
por
des
amparo.
RECLAMOS
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
BEVAIiESCIÈ&E
DU BARR.Y de Londres.
30
annni
*
d
’
invariavel
sne«eHBO
2 Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
gastiica, gasiralgia,
llegma,
arrotos,
amargor
nabocca,
piluiias.
nauseas,
vomilos,
irrita
ções
inlestinaes,
bexigas, disenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes, debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta, do
aIito, dos
broochios,
da
bexiga,
do
ligado,
dos rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue,
83:000 curas
en
tre as
quaes
contam-se
a
do
duque
de
Pluskow, da ex.
ma
snr.
a marqueza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Oicies, par
d’
In-
glaterra,
o
doutor
e
ptofessor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.
—
Vervani,
28
de mar
ço,
1866.
—
Senhor.
—
Bemdito
seja
Deus!
A
sua
Revaleseière
salvou
me
a
vida.
0
meu
temperamento,
naluralmente
fraco,
estava
arruinado em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia que dinava
ha
oito
an-
nos,
tratado
sem
resultado algum lavora-
vel
pelos
médicos,
que declaravam que al
guns
mezes
de
vida
me
restariam, quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
Revnles
tíère
me
raslitoiu
a
saude.—
A.
B
rune
-
lière
,
cura.
Cura
n.°
78:364.
—
Mr.
e
m.me
Leger,
de
doença
do
fígado,
diarrhea,
tumor
e
vo-
miios.
Cura
n.°
68:471.
—
Mr. Pierre
Gastei-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade
de
83
annos
;
a
Hevalescière
re
moçou-o
«Prégo,
confesso,
visito os
doen
tes,
dou
grandes
passeios
a
pé,
e sinto
o
espirito
lúcido
e
a memória
f-esca.»
E
’seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
econotnisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
rernedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de
*
/ t
kilo.
500;
de
1
/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
15400
reis;
de
2
1/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12$000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
0
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Kevaleseière
eSxoeeíaiac!#
*
$
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão, somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
a»
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
maif
l
u
e
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário.
se
m
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
folha
dt
■atade
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave-
css,
800
reis;
de
48
chavenas,
15400;
dt
120 chavenas, 35200
reis,
ou
25
reis
cad»
tbaveua.
BABBT
Os
C?
L1HITB».
-
Place
Vendòme, 26,
Paris. 77
Regem-
hcíd,
Londres. Valverde,
1,
Madrid.
. pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
c.eiros,
etc.,
das províncias
devem
diri-
S
lr os
seus pedidos
ao
deposito Central
;
(,
ar-
',3rz04ello
&
C.
’
Largo
do
Corpo
âa
lo
16,
Sxisfeaa,
(por grossa
e
miudo);
‘
^y
t
;da
Filhos,
praça
de D.
Pedro,
31,
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12
—P-w-
i
?
*
,
J
‘
da
Sousa
Ferreira
& Irmão,
rua
da
^aaria,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.=Aveiro,
F. E.
da
Luz e Costa-
pharm.
—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.—
Brafla,
Domingos
J.
V.
Machado, drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
'rmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna
do
Ca»-
tello,
Adonso drog.,
rua
da
Picota; J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua grande.
140.
—
CfuimarAet
*
,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33.
—
Miranda, pharm.—
Porto,
M.
J.
de Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm., Casa
Vermelha; E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a 108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio,
225 a
227.
—
Ponte
do
14-
aa».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo
*
do
Varzim,
P.,
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valrnçw
do
Vlinha.
Francisco
José
de
Sousa, pharm.
—
ViSl»
Conde,
a
.
L.
Maia
Torr s.
pharm.
ÂGB1DECIBOTOS
O
abaixo
assignado
agradece
cordeal-
menle
a
todas
as
pessoas
que
se
digna
ram
cumprimental-o
por
occasião
do
grave
desastre
que
teve
logar no
dia
24
do
mez passado—dia
de
S.
João,
bem
como
aos
exm.°
s
snrs.
conde
de
Margaride
e
Custodio
Arnozo, sendo
estes
cavalheiros
os
primeiros
que compareceram no
local
do
desastre
e
prestaram
os
primeiros
soc-
corros;
a
lodos
em geral
protesta
o
seu
reconhecimento
e
indelevel
gratidão.
Braga
10
de
julho
de
1879.
(2498)
Francisco
Rebello
Bizarro.
ANNUNCIOS
Vende-se
uma
victoria
que
trabalha
de
lança
e
baral,
uma
cama
de
pau
preto
de bilros
torcidos,
e
6
cadeiras,
tudo
de
pau
preto.
Quem
pretender
falle
com
Fran
cisco
d
’Araujo
Coelho,
da
rua
da
Ponte,
n.»
80.
(2304)
AGIAS
NtlNíER
AES
Vende-se na
pharmacia
de
Antonio
Dotningues
Alvim, na
praça
d
’
Alegria
—
de
Vidago, Verim,
d
’Entre-os-Rios.
de
Sei-
dlitz,
das
Caídas
da
Rainha,
do
Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide.
Al
calinas
de
Moura
e
de
Vicliy.
(2303)
INJECÇÃO
HYGIERTICA
BALSAMIGO
PROPH1LATIGO
Esta
injecção
é
a
única
e
eíTicaz
que
cura
em seis
ou
oito dias toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga na pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova. Em Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Barlholomeu
Deposito
principal
no
Porto
na Phar
macia
Madureira,
rua
do Triunfo
n.°
742,
proximo
ao
Palacio
de
Chrystal.
Preço
de
cada
frasco
—
400
rs.
(2306)
m.
A
Camara
Municipal
d
’
esta
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
tendo
sido
arrematado
o
imposto
denominado
dos
carros,
por
termo
de 30
de maio
ultimo,
e
que
foi
approvado
por accordão da Commissão
Districial
de
13
de
junho
seguinte,
são
condições
especiaes
da
mesma
as
sêguin-
tcs
*
'
Abolição
do
§
unico
do artigo 84
do
Codigo
de
Posturas
que exceptoava
do
pagamento
do dito
imposto
os
carros em
pregados
nas
obras
do
município;
e
bem
assim
os
das
propriedades
existentes
den
tro
das barreiras.
O
carros
que,
estando
dentro
das
bar
reiras,
houverem de sahir
para
transitar
nas
ruas
e
praças
da
cidade,
devem
ser
a
companhalos do
recibo
d
esse
uia
do
im
posto
competente,
que
será
previamente
comprado
na
barreira
que
ficar
mais
pró
xima.
Os
carros
das
propriedades
sitas den
tro
da
cidade pela
primeira
vez
que
no
dia
sahirem as
barreiras,
visarão
o
recibo
que
acompanha
o
carro
no
respectivo
bi
lheteiro,
e
o
mesmo farão no
seu regres
so
immediato,
afim
de
n
’
essa
entrada
se
rem
dispensados
de
pagar
o
respectivo
imposto;
ficando
sempre
na
intelligencia
de
que todas as
vezes
que
n'esse
dia
tornarem
a
entrar
as barreiras,
terão
de
pagar novamente
o
imposto.
E para
conhecimemo
de todos
e
nin
guém
allegar
ignorância,
se
mandou
aífi-
xar
o
presente
edital
nas
competentes
bar
reiras
e
publicar
por
bando em todas
as
ruas
e
praças
da
cidade.
Braga
3
de
ju
lho de
1879.
O Presidente
da
Camara
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
EOITOS
DE
30
DIAS.
Pelo
juizo
de
direito d
’
esta
cidade
e
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
do 4.°
cilicio,
abaixo assignado,
correm
éditos de 30
dias
a
contar
da
publicação
do
segundo
annuncio,
citando,
chamando,
e
requerendo
todas
as
pessoas
incertas
e
quaesquer
credores
e
legatários
desconhe
cidos
e residentes
fóra
da
comarca,
que
se
|ulguem
com
algum
direito
ao
casal
do
finado
Manoel
José
d
’
Araujo,
morador
que
foi na
rua
das
Aguas, d
’
esta
cidade,
para que
fiquem scientes
de
que se
an
da
procedendo
a
inventario
orfanologico
e
venham
ahi
deduzir
e
allegar
seus
di
reitos,
assistindo
aos
termos
do
inventario,
sob
as
penas
da
lei.
Braga
26
de
junho
de
1879
e
nove.
O
escrivão
do
4.° oflicio
Gaspar
Augusto
d’
Oliveira
Faria Bastos.
Verifiquei
a
exactidão.
Adriano Carneiro
de
Sampaio.
(2303)
EDITAL.
A
Camara
Municipal
d
’
esta
Cidade
e Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
ficam
espaçadas
para
o
dia
18
do
corrente
pelas
11 horas da
manhã, no
Paço
do
Concelho, as
arre
matações
das
obras
das
ruas
de
S.
Thia-
go
e
do
Poço,
e
de
um
caminho
em
Souto-Chão.
Bem
assim se
hade
arrematar
por
tem
po
de
seis
mezes,
ou
por
um
anno,
á
escolha
da
mesma
camara,
o
rendimento
de
todos
os
estrumes
ou
lixo
do
campo
denominado
do
Salvador,
da
rua
do mes
mo
nome,
e
avenida
para
o
Carmo,
e
com
as
demais
condições já
publicadas.
Braga 4
de Julho de
1879.
O
Presidente
da
Camara
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
ALVIÇARAS
Perdeu-se
na
quinta-feira
á
noite,
des
de
o
campo
de Sant
’
Anna até
á
rua
do
Alcaide,
um rubim
de primeira
qualidade
e
fórma
oval.
Pede-se
á
pessoa
que o
achar
o
favor
de
o
entregar
n
’esta
redac-
ção,
ou
no
café
Faria,
recebendo
alviça-
ras.
Previnem-se
os
snrs.
ourives
para que
não o comprem
e
igual prevenção se
fez
já
para
differenles
terras.
(2502)
EDITAL.
A
Camara
Municipal
d
’esta
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
no
dia
25
do
corren
te,
pelas
11
horas
da
manhã,
no
Paço
do
Concelho
se hade arrematar
a
obra
dos
passeios
da
Lapa,
ao
norte
da
ca-
pella
do
mesmo nome,
incluindo
o
atrio
d
’esla,
sob
a
base de
licitação
de
2$000
reis
cada
metro quadrado, e
cem
as
de
mais
condições
já
publicadas.—Braga
4
de
Julho de
1879.
O
Presidente
da
Camara
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
cainhas
DE
COBRE
Vendem-se
duas
em
bom
estado.
46,
RUA DE SANTO ANDRÉ, 46.
(2497)
CAIXEIRO
Offerece-se
um
muito
bem
conhecido
n
’esta
praça,
para
casa
de
modas
ou
pan-
nos,
muito habilitado,
e
com bastante pra
tica;
dá
as
melhores
informações.
Carta
a
esta
redacção
com as iniciaes
M.
J.
C.
B.
(2499)
TABACARIA
50
—
BUA
DO
CARVALHAL
—SB
BRAGA
Sortido
em
rapè XABREGAS
Meio
grosso,
em
250
gram.
400
reis
Cruz
de Malta,
»
»
450
>
Meio
grosso secco
»
»
580
»
»
»
pacotinhos
de
>
23
gram?
40
»
Variedade
em
tabacos
de
todas as
fa
bricas.
Satisfaz
se com
promptidão
qual
quer
pedido
com
VANTAJOSAS
COMMISSÕES.
(2500)
Manoel
de Barros
Braga, representante
do
acreditado commerciante
de
Villa
No
va
de
Gaia
o
snr.
Joaquim
Coelho Bra-
gante,
tem
a
honra
de annunciar
aos
seus
freguezes
e
amigos
que
abriu
o
seu de
posito
de vinhos no largo de
S. Fran
cisco n.°
13
A,
onde
poderão
encontrar
os
vinhos
propriamente
genuínos
do
Porto.
Previne
os
seus
freguezes
que
lodos os
bilhetes
das
garrafas
são rubricados,
ten
do
na
rolha a marca de fogo —
BRA-
GANTE —
e
o
carimbo
em
lacre.
O
proprietário
responsabilisa-se
pela
pu
reza
dos
seus vinhos dos
quaes
garante
a
sua
qualidade.
(2478)
DINHEIRO
A
JURO
A
confraria
de
Santo
Antonio
da
Pra
ça
Municipal
tem
6305000
reis
para
mu
tuar,
a
5
p.
c.
(2461)
~~iARRENDAM-SE
Tres
moradas
de
casas
de
dous
anl
dares,
construídas
de
novo,
com
quinta-
e
agua,
sitas
na
rua
de S.
Geraldo
n
08
18, 20
e
22.
Para
ver
e
tractar
na
mesma
rua
n.°
17.
(2466)
DINHEIRO
A
JURO
Na
confraria
de Santo
Amaro
da
Sé
Primaz
existe
para
mutuar
a
juro
de
5
p. c.
a
quantia
de
7005000
reis.
(2483)
CASAS
Arrendam-se
duas,
na
rua
das
Agua8
n
‘
°
S
100
e
101
•
Tcro
bons
Afeím
commodos. Tratam-se
na
rua
de
S.
Vicente
n.
’
56.
(2475)
Fabrica
de papel
de
Ruães
Papel
de impressão
e
de
embrulhos
de diflerentes marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabi«cas
*
in
Braearense
—
27,
Rua
do
Souto 27—
(2340)
CASA
Arrenda-se
uma
na rua
de S.
qoâ
Geraldo
n.°
18.
Trata
se
no cam-
fei&sSà
p
0
(j
e
Sanl
’
Anna,
n.°
68.
(2298)
BILHETES DE VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto a
500
rs.
x
Enviam-se
pelo
correio,
francos de
por
te
sem
augmento
de
preço.
APPAHICie
«fc
NXAI.1IKIHO
27,
Praça
do
Bardo
de
S.
Marlinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27,
Praça do
Barão de S. Marlinho,
27
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e veludo.
89,
Praça
do
EtarSo
de
3.
Mnrti-
nho,
8
9
APPAKICIO
& ftlÂLHEIRO
BllAGA
Caixa penhorista
Braearense
na
Travessa
de
■>.
Gualdim d
’
esta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro sobre
penhores
lodos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se roupas
Pede-se
a
lodos
os
mutuários
que
ti
verem
objeetos
empenhados na
mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de tres mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar, senão se
rão vendidos.
I
hua
de
s
.
MARCOS, N.° 5.|
H
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sallas,
à
lindíssimos
gostos,
a prin-
cipiar
em
80
reis
a peça.
_
Vende
olio,
tintas e
S
vernizes para
pinturas
de
**
casas,
tudo
de
boa
quali-
e
preços
muito resu-
Vende
cimento
roma
no para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques de
ca
sas,
tudo
de
primeira qua
lidade.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamenle
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc
*
Revm.a
o
Snr.
B.
Joao Chrysostumo
d
’
Atnorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga, na
typographia
Lusitana, rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço
*
=16O
tm
brochura,
e 240
enca
dernado.
RETRATOS
EO
P.
e
ANTONIO
VIEIRA
Vendem-se
na
rua
da
Sé
n.°
4, e
na
administração
d
’
este
jornal.
Preço
200
rs.
£^£•1
fc
Lssa t
Adaptado
em
todos
os
Uospitaes.
Coitra
a
ANEMIA,
CHLOROSE,
DÉBILIDAD
O Ferro
Bravaís (ferro liquido
em gottas concerd. adas} é o uni
exemplo de qualquer
acido; não_ tem
cheiro nem^sabor,-tujo j>rod.
prisão
do
ventre, di.._.Z_.. ,' ,"
'
2
é
o
único
que não faz os dentes pretos.
E’
o mais economiso fle
todos os forfnginosos, pois une nm frasco dura nm mez.
Deposito
geral
em Pariz, 13, rue Lafayette (Perto da Opera), e em Iodas as Pharmacias.
Desconfiar-se
das imitações perigosas í/exijjr
a marca de fabrica que vae juiicta.
au-,
fí
•
-i
■
y
íJ
fôlKtfF
U
0 U
(FtBSO
BIALYSADO
ÈSAVAIS)
Rscouimeotlaii
ror
tatos os
FRAQUEZA.
PEROAS
BRANCAS,
etc.
‘
‘
í
.iarrhea,
irritação
nem cança o estoinagó; alem d’isto
K
...............
í
^Eovta-se
grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada,
um
interessante
folheto
sobre
a
Anemia
e
o
seu
tratamento.
Deposito
no
Porto, Ferreira &
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias do
reinno.
MACHINAS
PARA COSER
DA
Companhia fabril
SINGER
19—
rua <Ie
S.
Vicente
—
4
9
BRAGA
As
melhores machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que nunca tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de 1877,
888:818
machinas
de
costura!!!
mais
8®8<®a
que
em
1876.
A
Companhia Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas, ao
alcance
de todas
as
fortunas,
a
prestações
de
&«®
reãs
«emanacH
sem
prestação
de
entrada
ou
10 por
cento
a
menos a
prompto
paga
mento.
Para
famílias, alfaiates,
costureiras,
chapelleiros e
sapateiros
A COMPANHIA
FABRIL
Garante todas
as
suas
machinas
não
só
no seu bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o
publico que te
nha todo o cuidado para não
ser
enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIlíeER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL
SINGER
17,
RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em todas a
ca
pitaes
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
VENDE-SE
a
casa
da
rua
do
An-
J°
n.°
11
e
11
A.
Quem
a
pre-
á
tenter
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
V
n.°
1.
(2423)
■p
-
— •
—’
— - - - -
————
ÉDITOS
DE
3®
SAIAS.
Por
este
juizo
de
direito
da
comarca
de Braga
e
Cartorio
do
escrivão
do 6.°
oflicio
do
mesmo
juizo
que
este
assigna,
e
no
inventario
orphanolog.co
a
que
se
procede
por
fallecimento
de
Francisco
Go
mes,
viuvo,
morador
que
foi
no
logar do
Gontijo.
freguezia
de
S.
Marlinho
de
Du-
me,
d
’
esta
coiíiarca,
em
que
é
lingua
inventariante a, irmã do
fallecido;
Jerony-
ma
Gomes,
da mesma freguezia, correm
éditos
de
30
dia»
a
contar
do
2.°
an-
nuncio
publicado
n
’
esle
jornal,
citando
e
chamando
todos
os
credores incertos
e
legalarios
desconhecidos
ou
domiciliados
fóra
d
’esla
comarca,
que se
julguem
com
algum
direito
e
acção
ao cazal
inventa
riado,
para
que
o
venham
deduzir
no
in
ventario,
dentro
do referido praso,
sob
pena
de revelia
e
sem
prejuízo do
anda
mento
do
processo.
Braga
12
de
julho de
1879.
Verifiquei.
Adriano
Carneiro de
Sampaio.
O
Escrivão
(2507)
José
Luiz d
’Oliveira Pessa.
No largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’
esta
cidade,
duas
moradas
de
casas
construí
das
de
novo;
tracla-se
com
Antonio
Sil-
verio
de Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
DINHEIRO
A
JURO
Dá-se
na
confraria
de
N.
Senhora
da
Boa
Memória
da Sé
Primaz
2600^00
reis
a
juro
de
5
p
c.
(2477)
Euipreza editora de
Francisco Arlhur da
Silva—
Lisboa.
biu
.
vbi
'
A
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cegai
*
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo até
1862
—
con
tinuada até
1879 por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza de
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas e
latinas,
e
annotada
por
tlaiHifl
Ileruardea
branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
daslinguas
grega
e latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
£3
volumes
in-4.°
grande.
O
editor
proprietário
d
’esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico, e
compre-
hendendo
a necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para que
esta 2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
les
que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza e
áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BRINDE
o
«heinm
terceiro
volume,
contendo
trinta
e cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo alphahelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no--
laveis
que
figuram
na historia,
e
os
titu-
los geraes
de
todas
as
matérias,
servia,
do
de auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol.
vida
dos
acontecimentos
hisloricos
occor.
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues.
ta,
e accrescenlados na parle
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber
.
nardes Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
200000
reis
fortes
Encadernada
. . .
270000
»
,
Para
facilitar
a
aequisição
(Testa tão
importante
obra
ás
pessoas
menos abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duascolum-
nas,
59
rs.
—
Cada
gravura
primorosameth
te
executada.
40
rs.
Condições
da
assignatura
:—A
assigna.
lura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura
e por
volumes
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e 1
gravura,
140
rs.
—Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
l.°
vol. br.
orn. de
9
grav.
1^870
2.°
>
»
6
9
10665
3.»
>
>
>
7
9
10605
4.°
>
>
>
5
9
10525
5.°
í
>
B
> 6
9
10613
6.°
»
»
6
9
10690
7.o
9
»
> 6
9
10640
8
0
1)
»
6
9
10613
9.°
D
•
>
> 6
9
10565
10.°
D
>
> 6
>
10615
11.°
>
>
6
9
10610
12.°
>
>
> 6
9
10815
13
.«
K
ULTIMO,
1
ornado
de
6
gravu-
ras,
brinde
a
lodos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de que
consta
a
obra
estão
tiradas 45,
pertencentes
aos
vol.
I
a 7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os
assignantes
leem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
<lo
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos ou
por
volumes.
LISBOA:—
A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e por
volumes.
0
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier, pelos preços
acima
marcados,
pagando ao
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—
A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte, esó
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza que
não
re
ceberá o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como
das
provinciase
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REA
USÁVEIS
terão
UMA
GRATUITA, dirigindo-se
directamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do editor-
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Arlhur
«la
Silva
—
editor
72,
rua
dos
Douradores,
72
—
LISBOA.
QUIHZE
MINUTOS
Devoção
muito agradavel e
util
para
ser
recitada
em presença
do
SS. Sacra
mento,
e
com
especialidade
no mez
du
junho,
dedicado
ao Santíssimo
Coração de
Jesus.
Vende-se
no
escriptorio
da Typogra-
pbia
Lusitana,
em
Braga,
na rua
Nova
n.°
4.
Preço.
...
10
reis.
A
APPARIÇÃO
DE
N.
SENHORA DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio
d
’este jornal-
Preço.
...
30 reis.
-mm
um-,
■iniiiai"™
——
—n
—
RESPONSÁVEL-Lniz Eaptista
da
Sil«
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1^
Parte de Comércio do Minho (O)
