comerciominho_12071879_958.xml
- conteúdo
-
FCJLÍIA RELIGIOSA, POLITICA >5 IVOT1CIOSA.
BEDACTORES
—D. Miguel Solto-Major e Dr. Custodio Velloso.—
DIRECTOR—Anlonio Joaquim de Mesquita Pinientel.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes. . . .
1&600
7.°
ANNO
»
6
»
850
Correspondências
partic.
cada linha
40
Annuncios cada
linha. .
20
Repetição........................................
10
PUBLIGA-SE
AS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
N.°
958
Províncias, 12
mezes............................ 2&000
*
6
»
............................ 1&050
» sendo
duas
assignaturas 3&600
Brazil,
12 mezes, moeda
forte. . 3&600
Folha
avulso...................................
10
33
13
& A
SABBADO
<2 DE JULHO DE 1879
A
politica e
us
irmaniltidleg ou
confrarias.
■
Demos as
explicações
que
nos
pedira
o
snr.
padre
Moreira,
e
respondemos
cortezmente
á
fanfarronica
epistola
de
sua
rev.a
na qual,
querendo
inculcar-se
pun-
donoroso,
só
se
mostrou
pouco
corlez
e
menos
prudente.
Hoje
vamos responder
ao
provedor
da
Santa
Casa,
já
que
de
seu
molu
proprio,
e
sem
commissão
da
Meza nos
veio
provocar.
Respeitadores
do caracter
sacerdotal,
nós
não
o
enxovalharemos na
pessoa
do
nosso
inspirado
provocador.
Presando
não
menos
a
nossa
qualidade
de
jornalista
catholico,
não
terá
sua
rev.a
de
expro
brar-nos
o desbragamento
da
linguagem,
nem
o
arrojo
de uma
provocação
inso
lente.
E
’ bem
verdade
que
a
epistola
que
nos
foi
deixada
no
nosso
escriptorio,
nem
honra
o sacerdote,
nem o
provedor
da
Santa
Casa,
nem
por
consequinte
a
Meza
que
a
administra;
mas
pondo de
parte
o
estylo,
que
é
o
homem,
analysemos o
artigo
que
motivou
a provocação,
e
que
incutiu
ao
snr.
provedor da
Santa
Casa
o medo
de
ser
ferido
pelas costas
Que arguições, ou
censuras
fizemos
nós
á
Meza?
Relendo
o
artigo
que es
tampamos, só
deparamos
com
dois
para-
grafos
em
que
se
falia
da
Meza
da
Mi
sericórdia,
mas nestes
de
nada
a
argui
mos.
Dizemos
sómente
que
a
eleição
que
devia
fazer-se
no
dia
2,
não
se fez,
e
que
o
motivo
porque
a
auctoridade suspendeu
a
eleição
a
que
ia
proceder-se,
dizia-se
ser
a política
que
influiu
na eleição
ou
admissão
d
’
um
numero
d
’irmãos
feitos
pela Meza
actual
e
superior ao
prometti-
do
pelo
Compromisso.
Vendo
este
transtorno
que
obrigou
muitos
irmãos
a
protestarem
contra a
or
dem
da
auctoridade
dissemos —
«a
política
traz
a
administração
d
’
aquella
Santa
Casa
em
desordem
com
prejuízo
evidente
de
uma
instituição
que
necessita
do auxilio
de
lodos
os
bons
cidadãos».
E
além
d
’
es-
es
dois
paragrafos em nenhum outro
fal
amos
da
Meza.
A
que
vem, portanto,
a pergunta
dos
prejuízos
dados
pela
Meza;
dos
actos
po
líticos
praticados
por
ella,
das especula
ções
honestamente
feitas, se
a
Meza
não
é
accusada
de nada d
’
isto?
Como
se
con
siderou
também
incluído
no
numero
dos
polilicões
que
especulam
com
os
cargos
de
mezarios,
sem
se
invocar o
seu
nome,
nem
o
de
nenhum
outro mezario,
e
sem
mesmo
haver
indicio
algum
de
que
se
alludia
â
Meza?
Todos
sabem
que
sua
rev.
a
é
um
po
lítico
activo
e
sempre
militante,
já em
favor
d
’
um, já
d
’
outro partido,
confor
me
as
circumstancias;
que
já por
duas
ou
mais vezes
se
propoz
deputado,
posto
que
infelizmente;
que
não
recusa nenhum
logar
honroso
que
a
politica
lhe offereça,
como
o
de
conselheiro
de
districto,
ou
outro;
mas
nada
d’isto
se
aflirraa
no
ar
tigo,
nem
isto, se
se
dissesse, oífenderia
o
provedor
da Santa
Casa,
porque
a
pre-
tenção
a
deputado
ás
cortes,
ou
qualquer
outra
honra
politica,
poderá
dizer-se
uma
ambiçãosila,
uma
mania
até.
mas
nunca
um acto
de
politicão.
Todo
o
cidadão
nas
condições
de
sua rev.a, e
ainda
em me
nos vantajosas, tem
o
direito
de
se
apre
sentar
candidato; o
ponto
está
que
os
eleitores
estejam pela
apresentação,
e
não
voltem
as
costas.
Como
viu
então
sua rev.
a insinuações
á
Meza
ou
á
sua
pessoa
n’um
escripto
que
só
falia
da
Meza
da
Misericórdia,
para
confirmar
o
asserto
de
que
muito
convém
aflastar
a
politica
das
irmandades
e
con
frarias?
Que ha
desordem
motivada
pela
politica,
isso
ainda
o aflirmamos.
Porque
foi a
auctoridade
suspender
a
eleição?
Porque
exigiu
os
livros
da
admissão
dos
irmãos?
Porque
permanece
suspensa
a
fa
culdade
de
eleger
nova
Meza?
Porque
se
lavraram
protestos
na
occasião
em
que
devia
fazer-se
a
eleição?
Será porque tudo
alli
anda
bem ordenado?
Espere
um poucochinho
o
snr.
pro
vedor
e
verá
a
ordem
e
legalidade
que
alli
reina.
Se
a
auctoridade
mandar
riscar
do
livro
dos
confrades
os
que
indevidamente
foram inscriptos
por
não
terem
a edade
requerida
e
outras
condições
exigidas
pelo
Compromisso,
a
belleza
da
ordem
e
da
legalidade
ha
de
brilhar
deante
de
toda
a
irmandade.
Esperemos
Pela
promplidão
com
que o
snr.
pro
vedor
acudia
pela
honra do
seu
cargo
e
pela
allenção-
com
que
o publico
assiste
ao
debate,
procurando
a
nossa folha,
ve
mos
que
o
assumpto
é
digno
do
favor
da
imprensa
religiosa e
da
discussão
pu
blica,
e
por
isso
não
é
preciso animar-nos
á
contenda,
nem
dizer-nos
—
avante!
Por
que
nós
marchamos
corajosos
e
não
tre
pidamos
com
as
insolências
de
qualquer
contendor,
nem
com as
baforadas
de ne
nhum
ferrabraz.
No
tribunal
da
imprensa
ou
no
fôro
civil,
havemos
de responder
pelos
nossos
escriptos,
mas
não
conseguirão impor-nos
silencio
pela
força.
Emquanto não virmos
a
administração
da
Santa
Casa
confiada
a
indivíduos
sem
côr
politica. ou
pelo
menos
de
todas as
côres
políticas,
como
é
conveniente
que
seja
para
interesse
dos
pobres
e
dos
doen
tes
que
aquella
administração
tem
a
seu
cuidado,
havemos
de
envidar
todos
os
esforços
para
salvar
o
credito
de
tãojjsanla
instituição,
e
tutelar os interesses
de
toda
a
corporação.
Goste ou
não
goste
a
poli
tica
dos
mesarios presentes
ou futuros,
não
mudaremos
nosso firme proposito.
Ficamos
de atalaia.
Iiiaboa,
» de
julho
de
1&99.
(Do
nosso correspondente')
Parece-me
que
me
não
engano,
caro
direclor,
quando
não duvido
que
o
pro-
gramma
granjola,
atirado
ás
turbas,
para
as
predispor,
e
tornar
propicias
ao
pro-
gressismo,
é
mais
uma
irrisão
do
libe
ralismo,
contra
o
paiz,
ainda
para
muitos
dos
que
esperavam
pelas
cebolas
do
Egy-
pto,
isto
é,
que
nutriam
fé
nas
promessas
de
campanario
dos
espertos notáveis
da
fac-
ção
dominante.
Poderão
realisar
uma, ou
outra
refor
ma
rachitica,
decretar
uma,
ou
outra
mo
dificação
no
modo de ser
administrativo,
e
financeiro,
annunciados
na vespera
com
muita
pompa
de
palavrões
bombásticos
pelos
arautos,
que
andam
a
soldo
da
situação, e
muito festejadas
no
dia
se
guinte
pelo
enxame
de
parasytas, que an
dam
agarrados
ás
abas
das
casacas
mi-
nisteriaes;
mas
cousa
com
geito,
não;
por
que
os
commettimentos indispensáveis
a
melhorar
a
temerosa
situação
da
cousa
publica
são
de
certo
irrealisaves,
emquan
to
não
subir
ao
poder
um
governo
inde
pendente
da
vontade
despótica
dos
cor
rilhos.
Festejaram,
com
repiques,
e
girando-
las
de
encomios
partidários
o
decreto,
que
acaba
de
ser
publicado,
extinguindo as
gratificações
que
a
regeneração
dava
aos
seus
numerosíssimos afilhados;
mas
que
reis
saber
a importância,
o
alto
alcance
do
alludido
acto
governativo?
Pois
não
vae
FOLHETIM
PRECIOSO
RESUMO DE PRIVILÉGIOS
E
PROMESSAS
FEITAS POR DEUS,
AOS
ESMOLERES.
Bemaventurados
os
que
possuem tão
bello
dom
e
os
que aflervorando-se cada
vez
mais
com
a
chamma
das
bênçãos
por
Deus prometlidas,
souberem
infundar
nos
outros
o
desejo
e
o
goso dos
seguintes
infalliveis
prémios:
PRIVILEGIO
PRIMEIRO
O
esmoler
está
certo
de
não
empo
brecer.
Qui
dat
pauperi,
non
indigebit:
qui
aulem
despicil
deprecanlem,
suslinebil
penuriam.
(Prov.
28).
PRIVILEGIO
SEGUNDO
Nenhum da
família
do esmoler
chegará
a
mendigar.
Non
vidi
juslum
dereliclam,
nec
semen
ejus
quaerens panem
(diz
o
Santo
David, Ps. 36).
PRIVILEGIO TERCEIRO
As
riquezas
do
esmoler
se
multipli
cam.
Honora
Dominum
de
lua
substantia,
et
replebuntur
horrea
lua
saturitale
et
lar-
cularia
redundabunt.
(Prov,
4).
PRIVILEGIO QUARTO
O
esmoler
é
o mais
sabio
e
afortu
nado negociante
do
mundo.
Qui misere-
tur
pauperis
foeneralur Domino.
(Eccl.
19).
PRIVILEGIO
QUINTO
O
esmoler
vive
alegre
e
feliz
porque
na
sua
casa
chovem
todas
as
bênçãos
do
Ceu. Bealus,
qui
inlelligil
super
egenum
ei
pauperem.
(Psal. 40).
PRIVILEGIO
SEXTO
Deus
paga
ao
esmoler
a menor
cousa
que
dé
ao
pobre.
Quisque
(diz
Jesus)
polum
dederit
nobis calicem
aquae
in
nomine
meo
quia
Christi
estis:
amen
dico
vobis
non
perdei
mercedem
suam.
(Marc.
9),
PRIVILEGIO
SÉTIMO
A
esmola
conserva
a
saude
e
prolon
ga
a
vida.
Frange
esurienli
panem
tuum,
et
sanilas
lua cituis
orielur.
(Is.
38).
PRIVILEGIO
OITAVO
O
esmoler
livra-se
de
castigos
imnai-
nentes
e
de
todas
as
angustias.
Quomodo
potueris,
ita
esto
misericors:
praemium
enim
bonum
tibi
thesaurizas
in
die
ne-
cessilalis.
(Tob.
4).
PRIVILEGIO
NONO
O esmoler,
isto é
o
que
dá
e
faz
bem ao
pobre,
o
dá
e
o
faz
a
Christo.
Quod
uni
ex
his
fratribus
minimis meis
fecislis,
mihi
fecistis.
(Math.
25).
PRIVILEGIO DECIMO
O
esmoler
obtem
qualquer
graça que
queira
de Deus.
Conclude
eleemosynam
in
corde
pauperis,
et
haec pro
le exorabil
ab
omni maio.
(Eccl.
29).
PRIVILEGIO UNDÉCIMO
A
esmola
livra
a
alma
das culpas
e
a
purifica.
Facite eleemosynam
(diz
Jesus)
el
ecce
omnia
munda
sunt
vobis.
(Luc.
11).
PRIVILEGIO
DUODÉCIMO
Não
ha
obra
que
torne
o
homem
mais
similhante
a
Deus
e
mais
nobre,
como
a
esmola.
Edote misericordes
(diz
Nosso
Se
nhor
Jesus
Christo),
sicul
Paler
vesler.mi
sericors
esl.
(Luc.
6).
PRIVILEGIO
DECIMO TERCEIRO
O
esmoler
tem a certeza
de
morrer
beme
tranquillamente.
Dominum
opem
feral
alli
super
leclum
doloris
ejus.
(Psal.
40).
PRIVILEGIO DECIMO
QUARTO
O
esmoler
entre
os communs
terro
res.
do
tremendo
dia
do
juizo
não
teme
rá,
mas a elle
assistirá alegre
e
seguro.
Judicium
sine
misericórdia
ei;
qui
non
fecil
misericórdia.
(S.
Thiag.
Apos.
c.
2).
PRIVILEGIO
DECIMO
QUINTO
Confirma-se
a mesma
verdade
mostran
do-se
que
o
esmoler facilmente
com
a
di
vina
graça
se
livrará
do
inferno e do
pur
gatório. Eleemosyna
(diz
o
Espirito
Santo)
a
morte
liberal.
(Tob.
4).
PRIVILEGIO
DECIMO SEXTO
Confirma-se ainda
melhor
o que
se
disse,
’
mostrando-se
que
o
esmoler
tem
o
paraiso
na
mão.
Beati
misericordes,
quoniam
ipsi
misericordiam
consequuntur;
(diz
Christo Senhor Nosso)
(Math.
5).
PRIVILEGIO DECIMO
SÉTIMO
O
esmoler
gosa ao
ver-se
livre
de
tan
tos males
que trazem
comsigo
as
rique
zas,
e
de
todas
as
ameaças
com
que
Deus
fulmina
os ricos.
Facilius
esl,
camelum
per
foramen
acus
transire,
quarn
divilem
inlrare
in regnum coelorum. (Math.
101).
PRIVILEGIO DECIMO OITAVO
Segue-se
a
mesma
matéria
para
con
solação
de
esmoler,
que
se
livra
de
to
dos
os
males
da avareza.
Avaro
nihil
sce-
lestius:
nihil
esl
iniquius,
quam
amare
pecuniam.
(Eccl.
10).
PRIVILEGIO
DECIMO
NONO
!
V
Na
Escriplura
Sagrada lança
Deus
maldições
contra
os
ricos
duros
com
os
pobres,
e
das
quaes
está
completamente
livre
o
esmoler.
Vae
qui
congregae
avari-
tiam
malam
domui
suat.
(Eccl.
18).
ça,
lamentamos
vel
a entrar
no
caminho
da
oppressão
e
da
perseguição que
lhe
ha-de
ser
fatal.
0
exemplo
de
um
paiz
proximo
em
que
uma lucta
idêntica
se travou,
deveria
elucidar
os
mais
obcecados.
Os
jesuítas
sustentam numerosos collegios
na
Ingla
terra
e
nos
Estados
Unidos,
paizes
pro
testantes,
gosando n
’
elles
da estima
ge
ral.
Ha
muito
tempo que
o
protestante
Bacon
disse:
Ad
pedagogium quod
attinet,
consule
scholas
jesuitarum,
nihil
enim,
quod in
usum
venil
his
medius. [De
Augmenlis
scientiarum,
liv.
VI.
Cap.'
IV).
Ao
fechar
as
escolas
em
que
se
edu
cam
nossos
filhos,
põe-nos o
governo
na
dura
alternativa,
ou
de confiar
os nossos
filhos a
quem
nos
não inspira
confiança
alguma, ou
de emigrar
de
França».
—
A
questão
do
Egypto
terminou
pela
destituição
do
kbediva,
devida
á
interven
ção
da
França
e
da
Inglaterra.
Desde
a
sua
semi-independencia
é
este
o
quinto
vice-rei
que
o
Egypto
acclama.
Foram
elles,
pela
ordem
chronologica, Mehemel-
AU;
Ibrahim-Padiá,
filho
de
Mehemel;
Said-Pachá,
irmão
de
Ibrahim;
Ismail-
Pac/iá,
filho
primogénito
de
Ibrahim
que
acaba
de
ser
destituído;
e
Tewfik-Pacliá,
íilbo
de
Ismail,
a
quem
acaba
de
suc
ceder
Foi
publicada
pelo governo
inglez
a
correspondência
diplomática
relativa
a
esta
questão.
Contém
os
despachos
troca
dos
a
este
respeito
desde
28
de
abril
do
corrente
atino.
0
despacho
mais
importante
foi
diri
gido
pelo marquez
de
Salysbury
a
lord
Lascelles,
em data
de
18
de
junho.
Ex
plica
as
rasões
que
o
governo
inglez
teve
para
pedir
a
abdicação
do
khediva.
0 marquez
de
Salisbury
declara n
’
e!le
que
o
único
obstáculo
para
a
soa
refór-
tna
parecia estar
no
caracter do
khediva,
cujas
difliculdades
financeiras
eram
taes,
que
conduziam
inevitavelmente
á
oppres-
sào.
A
sua
má fé
tinha
annullado
todos
os
esforços
para
applicar
um
remedio,
e
era
fóra de
duvida
que
não
se
podia obter
uma
mudança
de
política, senão
por
meio
d’
uma
mudança
de
soberano.
Diz
mais
o
despacho
que
as
potências
occidenlaes,
antes
de
tratar
com
o
sul
tão,
quizeram
fornecer
ao khediva
occa-
sião
de
deixar honrosamenle uma posi
ção,
que
pelo
seu
caracter
e
pelos
seus
actos
se
tornou
indigno
de
occupar.
Também
foram
publicados
os
docu
mentos
relativos
á
Grécia.
N’um
despa
cho
com
data
de
12
de
junho
a
sir
Layard,
lord Salisbury examina
muito
minuciosa
mente
a
questão
das
fronteiras
hellenicas.
Reconhece
d’
uma
maneira
formal
que
o
tratado
de
1832,
isto
é
o limite
aclual,
é
em
muitos
sentidos
defeituoso.
Propõe
um traçado
que
exclue
o sandjak
de
Ja-
nina,
que a Porta
recusa
ceder
e
dá á
Grécia
uma
grande
porção
de
territórios,
comprebendidos
na
linha
indicada
no
con
gresso
de
Berlim.
Mas
como
esta
proposta
não
foi
favoravelmente
acolhida
pelas
ou
tras
potências,
lord
Salisbury
discute
os
pedidos
gregos
fundados
no
13.°
proto
colo.
Diz
que
o
governo
britânico
não
toma
parte
na
obra
de
metliação
das
potências
senão
porque
tem
a
convicção
de que
o
território
contestado
é
uma
causa
de
fra
queza
para
a Turquia.
Approva
em
se
guida
completamente
o
pedido
de
garan
tias
feito
pela Porta, no
caso da
cessão
territorial,
com
respeito
a
futuras
intenções
do
governo
grego.
—
Para se
fazer
uma
ideia
de
quanta
é
a
segurança
de
Nápoles,
basta
trans
crever
esta
estatística,
publicada
pelo
Fan-
fulla:
Os
crimes e
dehctos
commettidos nos
tres
primeiros
mezes
de
1879
foram:
ho
micídios,
931;
ferimentos, 8:421; ataques
á
mão
armada,
615;
extorsões
e
roubos,
104;
roubos
simples
e
qualificados,
17:939.
0
total das
perdas
soffridas
em
consequên
cia
de
roubos,
extorsões
e
furtos,
subiu
a
3.123:510
francos.
E
vivam
os
italianissimos.
.........■■■■■■■ éA.iiXtti.,
■
UZETILfli
além
de uma
cantiga
do
poder,
porque o
mal
que
lambem
ahi
contribue
para
o
ma
rasmo
dasfimnças,
continuará
a affectal-as.
Não
se
tractou
de abolir
as
gorgeias,
pensou-se
em
adormecer
a
opinião
publi
ca,
e
lançar
poeira
aos
olhos
do
paiz,
e
nada
mais.
O
artigo
2.°
do
referido
de
creto
diz
que
poderão
ser
gratificados
os
serviços
extraordinários.
Aqui
tendes,
pois,
a porta aberta
para
os amigos,
e
prote
gidos
da
situação.
Hade
haver
sempre,
contae
com
isto,
serviços
extraordinários,
porque haverá sempre, emquanto
durar
o
sol
da liberdade,
necessidade dos
taes ser
viços
extraordinários,
ou
melhor,
desejos
de
melhorar
a
posição
dos
nepotes,
e es
ses
desejos senão realisados
á
sombra
do
referido
artigo.
Aqui
tendes,
meu amigo,
como
o
go
verno
procura
curar
os males
do
lhesouro,
e
aliviar
o
povo,
que
já
não
póde
com
o enorme
peso
dos
impostos.
Quem
viver,
verá:
a
situação
deixará
o
paiz
em
lucla
com
as
mesmas
difliculda-
des,
que
o
trabalharam
durante
o gover
no
regenerador.
Os
mesmos
compadrios,
ou
mesmos
abusos,
as
mesmas
sinecuras,
os
mesmos
sopbismas, as
mesmas violên
cias,
as
mesmas
arbitrariedades,
as
mes
mas
aberrações, as mesmas
dilapidações,
as mesmas
immoralidades
políticas,
a
mes
ma
5
pressa
em
lazer
chegar
este
pobre
paiz
á ultima
ruina.
Na
minha
correspondência
de
2o
de
junho
disse-vos
que
a
morte
do
príncipe
Luiz
Napoleão
prejudicara
incalculavelmen-
te
a
causa
do
império
napoleonico;
e
agora
acabo
de
ver
que
toda
a
imprensa
roo-
narcbica,
legitimista,
e
orleauista, demon
stra
que
hoje
ha
em
França
apenas
duas
bandeiras
possíveis:
a legitima,
e
a
repu
blicana,
e
esta
de
ephemera
duração. Com
a
morte
do íilbo
de
Luiz
Napoleão veiu
a
morte
do partido
imperialista.
Conti
nuarão
a
haver
phanaticos,
que
se
embria
guem
com
a
esperança
de
uma
restau
ração
do
poder
de
um
Bonaparte.
esses,
porém,
ficarão
fazendo
companhia
aos
nos
sos
sebastianistas,
embora
já
raríssimos.
0
futuro,
pois,
meu
excellente
amigo,
é
do conde
de
Chambord.
No
dia,
em
que
a
legitimidade
entrar
na
capital
da
França,
terá triuraphado
a
causa
do povo
christianissimo.
Ouvi
a
alguém, que
anda
mui
perto
das altas
regiões governalivas,
que se
pensa
em
fechar
a
escola
do
exercito
por
dous
annos.
Será
uma
medida
acertada,
atlento
o
excessivo
numero
de
ofíiciaes,
que d’
alli
saem
annualmente
com
grave
damno da
classe da
oílicialidade inferior,
e
não
me
nor
do
lhesouro.
Sei,
com
certeza,
que
a
pequena
fac-
ção
de
que é
chefe o
duque
d
’
A
vila
está
em
activas
negociações
com
os
da
Granja
afim
de levar
á
nova camara
um
certo
numero
de
deputados
avilistas.
Entre
ou
tros,
figuram
no
rol
Pereira
Lima,
e
um
sobrinho
do
referido
duque.
Tem-se
dicto que
elle
está
identifica
do
com
a
situação;
elle,
porém,
nega-o,
com
quanto diga que
prefere
estes aos
regeneradores.
Eu,
comtudo, tenho fortes
razões
para
acreditar
que
o
duque
d
’A-
vila secunda, quanto
póde,
o
progressis-
mo,
a
despeito
de
ser
conservador.
Elle
lá
sabe
o
motivo....
0
liberalismo
não
se ostenta
nada
tran
quillo
com
a
morte
do
herdeiro
de Luiz
Napoleão.
Sente
mouro
na
costa.
Parece-
me
que
tem
rasão
para
estar
com
a
pe
dra
no
sapato.
0
referido
acontecimento
não
lhe
foi,
certamente,
nada propicio.
E’
esta
a opinião
de
muita
gente
boa,
e
a
do
Vosso
obscuro correspondente
A.
CIIROMCA ESTRANGEIRA
Entre
os
protestos
apresentados
con
tra
a
lei-Ferry,
a
qual
os republiqueiros
es
tão
votando,
como
era d’
esperar,
torna-se
notável
o seguinte
dos
estrangeiros
que
residem
em
Paris:
«Senhores
senadores:
Membros
da
colonia
estrangeira
de
Pa
ris,
não
temos
o
direito
de
nos
jnlromet-
termos
nos
negocios
interiores
da
Fran
ça;
mas,
não
obstante
isto,
presentimos o
doloroso effeito
da
lei
proposta pelo
go
verno.
Muitos
de
entre nós tem
os
seus
fi
lhos
nos
estabelecimentos
escolares
mais
ameaçados,
achando-nos,
além
d
’
isso,
in
teressados
na sua
fundação.
Por
outro
lado,
amigos
leaes
da
Fran
Progre««o
mindeleiro.
—
-0 «Pri
meiro
de
Janeiro»
botou dithyrambo
no me-
meravel
dia
9 de
julho,
anniversario
da
entrada do,
pxprcilo
libertador
na
qidade
do
Porto.
Falloú
em
Cljristo,
no Evan
gelho,
na liberdade,
nas
viuvas
e
orfãos,
que
pranteavam
desde
o
Minho
até
ao
Guadiana as victimas
do despotismo;
e
depois
acrescentou:
«Quem
tem
hoje
sau-
«dades
do
que
lá vae?
As
estradas
estão
«limpas
de
assassinos
e
malfeitores
etc.»
—Na vespera o
mesmo
jornal
noticiava
o
seguinte:
«No
dia
29
de
junho
ulti
mo
foi
assassinado
com
um
tiro
de
es
pingarda,
na
povoação
de
S. Romão,
con
celho
de Armamar,
Francisco
d
’
Aguiar,
por
Cândido
Dias,
ambos
do
dito
povo,
lendo
o
assassino
8
annos
de
edade!»
Não
aconselhamos
ao
collega
que
use
de
oculos
para
vêr
se
o
paiz
está
bem
limpo
de
assassinos e
malfeitores;
pedimos-lhe
sim
plesmente
que
não
seja
desmemoriado
a
ponto
de
se
esquecer
tão
facilmente
do
que
escreve
no
seu
proprio
jornal.
Aquel
le
assassino
de 8 annos
de
edade
é
real
mente
uma
prova
frizante
do
alto
grau
de
civilisação,
a
que
nos
tem
elevado
o
progresso
mindeleiro!
Não
acham,
leito
res?
..
Cltroniea
Religiosa.
—
A’manhã,
13:—
Festa do
Santíssimo
Sacramento
em
S.
João
do
Souto.
Exercícios
de
N.
Senhora
da
Boa-Morte
no
Collegio.
Exposição
do
Santíssimo
no Salvador.
Real
anniversario
— Completa
ámanhã
18
annos
a
Sereníssima
Senhora
Do
na
Maria
Anna.
Irmã
do
Senhor
D.
Miguel
de Bragança.
Partida.
—
Retiraram
hontem d
’
esta
cidade,
no
comboio
das
9
e
20
minutos
da
manhã,
o
Exc.
m
°
Snr.
Conde
da
Re-
dinha
com
Sua
Exc.
ma
Esposa.
Foram
acompanhados
até
á
estação
do
caminho
de
ferro
por
muitos illustres cavalheiros,
pertencentes
ao nobre
e
leal
partido
legi
timista.
A maior
parte
dos cavalheiros
seguiram
ainda
Suas
Exc.
’
’
até
Nine,
on
de
se
despediram,
com
todas
as demon
strações
d
’
enlranhado
aflfecto
e
saudade,
de tão nobres
e
sympathicos
hospedes.
Podemos assegurar
que
Suas
Exc.as
deixaram
aqui
as
mais
indeleveis
recorda
ções,
que
souberam
conquistar
pela
lhane
za
e
aífabilidade
do
seu
trado
e
pelos
elevados
dotes d’
espirito,
que
tiveram
oc-
casião
de
appreciar
todos
aquelles que
os
cumprimentaram.
Suas
Exc.as
seguiram para
o
Alto
Mi
nho.
•
Cordealmenle lhes
desejamos
boas
via
gens
e
todas
as venturas de
que
são
di
gnos
por
tantos
titulos.
Historia
Universal
de
César
Cantu.
—
Recebemos o volume XII
d’
esta
obra
monumental,
editorada
pelo
beneme-
rilo
editor
lisbonense
o
snr.
Francisco
Arthur
da
Silva.
Todos
os
encarecimentos
que
podes-
semos
exarar
aqui
d
’
’esta
obra,
ficariam
muito
áquem
do
que d’
ella pensamos.
Por
esta
occasião
prevenimos
o
illustre
editor
qúe
não
recebemos
ainda
o
volu
me
XI.
Theatro de
8.
Ceraldo.—
Sobem
boje
á
scena
no theatro
de
Geraldo a
opereta
de
grande
espectaculo
em 2
actos
0
processo
da
luz
electrica,
e a
opereta
0
guizo.
Transferencia. —
0
snr.
dr.
Mar
ques
Coelho,
cirurgião
ajudante
d
’
infanle-
ria
8,
foi
transferido
para
caçadores 8.
Bazar.
—
Rendeu
146^000
reis
o
ba
zar promovido pela
commissão
encarrega
da
da
conclusão
das
obras
da
capella
de
S.
Victor.
Agradecimento
A
Commissão
que
se
encarregou
de
promover
um
bázar,
no
passeio
publico,
para
a
conclusão
das
obras
da
capella
de
S.
Victor,
faltaria
a
um
sacratíssimo
de
ver
se
não
viesse,
por
este
meio,
agra
decer,
em
extremo
penhorada,
a
todas
as
pessoas
que.
lhe
deram as
mais
distinctas
provas de consideração,
dignando-se
coad-
juval-a
em
todos
os
seus
trabalhos;
e
mui
principalmente
á
exm.
*
snr?
D.
Ma
ria
Ignacia dos
Santos
e
família,
exm.a
camara
e
snr.
Francisco
d’Araujo. A
to
dos
protesta
indelevel
gratidão
e
reconhe
cimento.
Braga
9
de julho
de
1879.
CommhgSo
de exames.
—
E
’
com
posta
do
seguinte
modo
a
commissão
de
exames
na 3.
a
circumscripção:
Presidente
da
commissão
de
exames
—
Dr.
Àntonio
Pinto
de
Magalhães
Aguiar.
Vogaes
da
commissão
Para
duas
mezas
de
portuguez
—
Presi
dente,
da
1.a
meia.
dr.
A.lbjno
Augusto
Geraldes,
lente na
Universidade
de Coim
bra^
presidente
da 2.a
meza,
dr, Luiz
Ma
ria
da
Silva
Ramos,
lente
da
Unjversida-
de;
vogaes
para
as
duas
mezas:
José
Si
mões
Dias,
professor
do
lyceu
de
Viseu,
Manoel
Alves
de
Castro,
professor
do
ly.
ceu
de
Braga,
Manoel
Joaquim
Penha
For
tuna,
professor
do
lyceu
de
Braga,
e
Ventura
Faria
de
Azevedo, professor
do
lyceu
de
Santarém.
Para
as
tres
mezas
de
francez—Pre
sidente
da
l.a
meza,
dr.
Filippe
do
Quen-
tal,
lente
da
Universidade
de
Coimbra;
presidente
da
2.a
mesa,
dr.
José
Augus
to
Sanches
da
Gama,
lente
da
Universi-
de;
e
presidente
da
3.
a
meza,
dr.
Philo-
meno
da
Camara Mello
Cabral,
lente
da
Universidade;
vogaes
para
as trez
mesas:
Antonio
José
da
Rocha,
professor
do
ly-
ceu
de
Bragança, Bernado
Xavier
de
Ma
galhães,
professor
do
lyceu
d
’Aveiro,
Ber-
nardino
José
de
Almeida
Rebeilo,
profes
sor
do
lyceu
de Beja,
Eugênio
Fernandes
da
Silva,
professor
do
lyceu
de Viseu,
João
Maria
Godinho
Soares
de
Alberga
ria,
professor
do
lyceu
da
Guarda, e
Joa
quim Augusto
de
Sousa
Macedo,
professor
do
lyceu
de
Beja.
Para
a meza
de
inglez —
Presidente,
Pedro
de
Amorim
Vianna,
lente
da
Aca
demia
Polylechnica
do
Porto;
Hermann
Chrisiano
Duhrssen,
professor
do
lyceu
de
Coimbra;
Luiz
Antonio
Pinto
de
Aguiar,
professor
do
lyceu
do
Porto.
Para
a
mesa
de allemão
— Presidente,
dr.
Antonio dos Santos
Viegas,
lente
da
Universidade
de
Coimbra;
Hermann
Christiano
Duhrssen, professor
do
lyceu
de
Coimbra;
Luiz
Antonio Pinto
de Aguiar,
professor
do
lyceu
do
Porto.
Para
a
meza
de
latim
e
latinidade
—
Presidente,
dr. Manoel
Emigdio Garcia,
lente da
Universidade
de
Coimbra;
José
Joaquim
Martins
Lima,
professor
do
lyceu
de Vianna
do
Castello;
Manoel
José
Pinto
Rosa,
professor
da
cadeira
de
latim
de
Barcellos.
Para
a mesa de
mathematica
(1.
*
parte)
—
Presidente,
dr.
Raymundo
Venan-
cio
Rodrigues,
lente
da
Universidade
de
Coimbra;
Rodrigo
de
Mello
e
Castro
de
Aboim,
lente
da
Academia
Polylechnica
do
Porto;
Antonio
Correia
da
Silva
Monte-
negro,
professor
do lyceu
de
Viseu.
Para
a
mesa
de
malhematica
(curso
completo)
—
Presidente,
dr.
Antonio
dos
Santos Viegas,
lente
da
Universidade
de
Coimbra; dr.
Adriano
de
Paiva
Faria
Leite
Brandão,
lente
da
Academia
Polylechnica
do
Porto;
dr.
João
Ignacio
do
Patrocínio
da
Costa,
lente
da Escola Polylechnica
de
Lisboa.
Para
a
mesa
de
desenho—
Presidente,
dr.
Raymundo
Venaneio
Rodrigues,
len
te
da Universidade
de Coimbra;
dr.
Adria
no
de
Paiva
Faria
Leite
Brandão,
lente
da
Academia
Polylechnica;
José
Miguel
de
Abreu,
professor
de desenho
na
Univer
sidade.
Para
a
mesa
de
historia
e
geographia
—
Presidente,
dr.
Antonio
de
Assis
Tei
xeira
de
Maga
hães,
lente
da
Universida
de
de
Coimbra;
Antonio
Maria
Pinheiro
Ferro,
professor
do lyceu
de
Braga;
Jo
sé
Maria
de
Sousa
de
Macedo,
professor
do
lyceu
de
Vizeu.
Para
a
mesa
de
philosophia
—
Presiden
te,
dr.
Bernardo
de
Albuquerque,
lente
da
Universidade
de
Coimbra;
Clemente
Pereira
Gomes
de
Carvalho, professor
do
lyceu
de
Aveiro;
João
Antonio
Pires
Vil-
lar,
professor
do
lyceu
de Bragança.
Para
a
mesa
de
introducção
á
histo
ria natural
—
Presidente,
Agostinho
Anto
nio
do
Souto,
lente
da
Escola Medico-
Cirurgica
do
Porto;
dr.
Adriano
Xavier
Lopes
Vieira,
lente
da
Universidade;
Edur-
do
Aguslo
David e
Cunha,
professor
do
lyceu
de
Viseu.
Esta
circumscripção
divide-se
em
tres
secções,
comprehendendo
a l.
a
os
lyceus
de
Aveiro
e
Porto,
com
a séde
de
exa
mes
no
Porto;
a
2.a
os
lyceus
de
Braga
e
Vianna
do
Castello.
com
a séde
de
exa
mes
em
Braga;
e a 3.
a
os
lyceus
de
Bra
gança
e
Villa
Real, com
a
séde
de
exa
mes
em
Villa
Real.
O
capitão
Angelo.
—
Assim
se
deno
mina
um
lindo
romance,
que
saiu em
folhetim
n
’este
jornal.
Acha-se
impresso
em
folheio,
e vende-se
no
escriptorio
do
«Commercio
do
Minho»
pela
módica
quan
tia
de
80
rs.
Atravez
da
provineia.—
Nascama-
ras
de
Vieira
e
Celorico
de
Basto,
tra-
cta-se
da
organisação
de
novos
centros
pro
gressistas.
—O
rendimento
da
alfandega
de Va-
lença
e
delegações
annexas,
no
mez
de
junho
ultimo,
foi
de
1:Ô93$653
rs.
—
Falleceu
em
Guimarães
a
snr.
3
D.
Francisca
Augusta
d’
Oliveira
Guimarães,
esposa
do
snr.
Antonio
Mendes
Ribeiro.
—
A
estação
do
caminho
de ferro
de
Vãlença,
provisória
em
Segadães,
rendeu
o
o
mez
de
junho
ultimo
a
quantia
de
2:5415
’
20
rs.
—
No
dia
3
do
corrente,
o
snr.
João
Pereira,
antigo serviçal da
casa
do snr.
fernando
Magalhães,
de
Barcellos,
deu
uma
queda tao
desastrosa
das
escadas
da
■casa
em
que
morava,
que apesar
dos
prom-
ptos
soccorros
que
se
lhe
prestaram,
den-
tro
em
pouco
era cadaver.
—
Um
incêndio
devorou quasi comple-
lamente
o
alelier
photographico
em
que
u
snr.
Francisco
Sarmento
trabalha
nas
ruinas
da
Citania.
Attribue-se
o
sinistro
a
t
e
r
o
snr.
Sarmento
deixado
ficar
so
bre
a
machina
um
cigarro
acceso.
—
Dizem
de
Barcellos:
—
No
domingo
estiveram
abertos
ao publico o hospital e
asylo
de
entrevados
da Santa
Casa
da
jlisecordía,
e
a
cerca
d
’
esta.
Foi
muito
grande
a
concorrência
de visitantes, e
unanimes
os elogios
feitos ao
aceio
e
boa
ordem
com
que
estão
dispostas
e
expos
tas
as
diversas
enfermarias,
e
mais fabri
cas
dependentes
do
hospital
e
asylo. Hon
ra
seja porisso ás irmãs
hospitaleiras,
a
quem
esse
serviço
está
incumbido,
e
ao
ex-provedor
da
casa
o
commendador
snr.
José
Marques
da
Cosia
Freitas
que não
poupou
tempo
nem
cuidados
para
se
des
empenhar d
’
este
honroso
mas
ao
mesmo
tempo
trabalhoso
encargo.
A
liberdade.
—
Lê-se
no
jornal
hes-
panhol
«La llustracion
Popular
y Económi
ca»:
«Não
me
saberá
dizer,
perguntou-me
o
tio
Pedro,
o
que
significa
isso
de
en
sino
obrrgatorio?
—
Que a
liberdade
ordena
que
vossa
mercê mande
os
seus
filhos
á
escola.
—
E
se
eu
não
quizer?
—A
liberdade
impor-lhe-ha
uma
multa.
—E
se
eu
preferir
pagar
a
um
mes
tre
que
ensine
os meus
filhos
em
minha
casa?
—
A
liberdade
prohibe-lh
’
o.
—
E
quem
póde
privar-me
dos
meus
direitos
de
pae
para
a
eduçação
de
meus
filhos e
governo
da
minha
casa?
—A
liberdade
priva-o
d
’
esses
direitos.
—
E
se
eu
viver
a
Ires
legoas
do
po
voado?
—A liberdade
ordena
lhe
que
compre
um
machinho,
ou um
cavallo,
ou
uma
via-ferea
para
seu
filho
ir
á
escola.
—
E
se
meu
filho
fôr
achacado
e lhe
fi
zer
mal
ir
á
escola?
—
A
liberdade
concede-lhe
o direito
de
morrer.
—
E
se
o
mestre
for
um impio ou
um
escandaloso
que
corrompa
a
intelli-
gencia
e
o
coração
dos
discípulos?
—
A
liberdade
ordena
que
se
deixem
corromper.
—E
se
o
mestre
for
um
ignorante
chapado
e os
discípulos
perderem
o
tempo?
—A
liberdade
manda
que
o
percam.
—E
se
meu
filho
ficar
um
pedaço
d’
asno
?
—A
liberdade
manda
que
assim
fique.
—
E..?
basta,
basta.
Parece-me
que
essa
liberdade
deve
ser
da
raça
d
’aquelle
que
pedia
esmola
de
trabuco
na
mão.
Nas
Batuecas, e
n
’
outras
partes,
chama-
se
rabão
ao
macho
que
não
tem
rabo.
—Pois
olhe,
tio
Pedro,
d
’
isso
e
dou
tros issos
se
trata
actual mente
em
França.
E
o
ministro
d
’
inslrucção,
Julio
Ferry,
é
um
dos
filhos
predilectos
de
Dom
Li
beralismo
Moderno
e
de
Dona
Civilisação
Idem.
—
Ora
pois,
qualis
pater,
talis
(ilius:
que
eu
também
sei
algum
latinorio
para
certas
occasiõess.
Oidium.—
O
oidiurn
tukery
atacou
for
temente
os
vinhedos
da
Bairrada.
Os
la
vradores
desanimaram á
vista
de
tão
des
graçado
quadro.
Prognostico
«lo
mez
<le
julho.—
Calores
fortes
de
1
a
3.
Chuvas
de
pedra
nas
regiões llorestaes.
Tempestades,
especialmente
tros
Pyreneos.
Chuvas
torrenciaes
no
ultimo
quarto
da
lua
(II
a
19).
Vento
variavel
intermittenle,
porém
vio
lento
em
todo
o decurso
d
’
esle
periodo—
de
gravidade
excepcional.
Mediterrâneo muito
agitado,
principal-
le
a
H, 13
e
18.
Arribadas
ás
Baleares
e
a
todos
os
Portos
do
Mediterrâneo.
Calores
excessivos
durante
a
lua
nova
<19
a
26).
Borrascas em diversos
pontos
a
22
e
*>,
precedidas
de
vento
impetuoso.
Névoas
diurnas
e
nocturnas
nas
costas
do
Ocèano
e
Meditérfaúeo.
Continuam
os
calores
de
26
a
31.
Ar
^twado
de etectricidade. Tempestades a
*"•8
*
0
perigosas
as
exposições
ao
sol.
Variações
bruscas
de
temperatura
no
«neiado d
’
este
mez.
A
caridade
publiea.
—
Recommen-
damos
muito
e
muito ás
pessoas carita
tivas Leonardo da
Silva
Guimarães.
O seu
estado
de
penúria
é
extremamente
dolo
roso. Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros, n.°
24.
A
’ earidade
publiea.—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do
peito
ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada
para
ga
nhar
a
vida
Vive
em
extrema
pobreza.
Habita
no
sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo.
UI
í
TIWAS
IVOT1CIAS
Lisboa
9
—«Diário»:
—Transferido o
snr.
Barreiro,
professor
da
freguezia de
S. Salvador,
concelho
de
Vizéu,
para
a
freguezia
de Lurdosa,
do
mesmo
conce
lho.
Promovidos
á
propriedade:
o
professor
de
Villas
Boas,
concelho
de
Chaves,
a
professora
de
S.
Cosme,
concelho
de
Gon-
domar.
Provido
vitaliciamente
em
Barrei
ro,
freguezia
de S.
Salvador,
o
snr.
João
Dias
Augusto.
Caria
de
lei
approvando o
convénio
que proroga
o
tratado
de
commercio
com
a
França.
Foi
transferido
o
snr.
Francisco
de
Sá Chaves,
conductor no caminho
de
fer
ro
do
Minho, para a tíscalisação
do
ca
minho
de
ferro
da
Beira
Alta.
Idem
10
—Na
Bolsa
venderam-se: 10
obrigações
da
companhia
das
Aguas
a
825800; 30
ditas do emprestimo
feito á
cidade
de
Lisboa
a
87$400; 13
ditas
pre-
diaes
a
925300; 7
ditas
de
coupons a
915600;
146
ditas
dos
emprestimo
para
a
compra
de
navios
a
865800; 8
ditas do
caminho
de
ferro
do
Minho
a
875500.
Os
fundos
portuguezes
em Londres re
gularam
a
51
3/4
e
51 7/8;
os
hespanhoes
a
15
5/16 e 15 7/16
e
os
consolidados
ingle-
zes
a 97 3/4
e
97
7/8.
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
reis
11:0515557.
Berlim 9.—
Dizem de
S.
Petersburgo
que
foi
condemnado á
morte
0
dr. Wem-
raer,
que
comprara
0
rewolver
com
que
Solowieff atirou
sobre
0
imperador.
Paris
9
—
0
governo
recusou
aos
mare-
chaes
Mac-Mahon,
Canrobert e
Leboeuf,
licença
para
irem
a
Chislehursl
assistir
aos
funeraes
do
príncipe
Napoleão.
S.
Petersburgo
9—
Rebentaram
tumultos
nihilislas
em
Oral
e
em
Karkolf.
Marchou
para
alli
0
gran-duque
Vladimiro
com
14
batalhões
e
8
esquadrões,
afim
de
repri
mir
as
desordens.
Londres 10
—
Dizem
do
Cabo
que
os
inglezes
transpozeram no
dia
21
de
junho,
0
rio
Oumvolosi.
CORREIO
Villa
Nova
de Foscóa.
—Revd.
mo
Snr
Antonio
Joaquim
Noyes de
Carvalho.
Re
cebemos.
Refoios do
Lima.—
Revd.
ma
Snr.
An
tonio
Joaquim
da Costa
e
Souza.
Muito
agradecemos. Cumprimos,
como
desejava.
Arcos.
—
Snr.
Manuel
Marinho. Rece
bemos
e,
pedindo
de
novo desculpa,
muito
agradecemos
tanta
delicadeza.
Como breve
verá, a
minha
resolução
é
irrevogável.
Resumo
do
aetivo
e
passivo do
Banco
Commercial, Agrícola
e
Industrial
de
Villa Real, em
30 de junho de 1879.
Aetivo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e a
rece
ber.................
Letras
caucionadas
com hy-
potheca
sobre
bens
de
raiz
Letras
em liquidação.
.
•
Letras
protestadas
.
.
.
Letras
em
execução.
.
.
Tilulos
e
obrigações
a
receber
Empréstimos sobre
penhores:
De
acções deste
Baáeo.
De
diversos
objeclos
d
’
ouro
e
prata.
.
.
•
«
‘
De
vinhos;
•«
aw
Operações »
longo
prazo
com
hypotheca
sobre
bens
de
raiz
.................
*
.
•
■
•
Aéções
de
conta
própria
em
17:4275630
635:1975743
65:0545000
6:6085472
5:2915500
8:8445310
3:9035153
3:7555000
1005000
5005000
12:9015949
numero
de
415.
.
.
.
Contas
correntes
com
garantia
De
acções deste
Banco. .
De
leiras
e
cartas
de
credito
De
vinhos
.............................
Agentes
no
paiz, dinheiro
e
leiras
a
cobrar.
.
.
Agentes
no estrangeiro .
Diversos
devedores
.
.
.
Moveis
e
utensilios
.
.
.
Despezas
de
installação
19:4305000
3:4505000
5:5345695
7005000
76:5735074
7:1965857
8:9365540
6
IO54OO
1:3505000
883:3655323
Passivo
Capita!
do
Banco.
.
.
.
800:0005(100
Deposito
á
ordem.
.
.
.
12:6205178
Deposito
a
prazo.
. .
.
12:1845215
Dividendos
a pagar
.
.
.
1:6485950
Fundo
de
reserva.
.
.
.
11:8205000
Quantia
destinada
para
0
im
posto
industrial.
.
.
.
5:2005000
Reserva
para
prejuizos
even-
tuaes
....................................
8:0005000
Ganhos
e
perdas. .
.
31:8915980
883:3655323
Villa
Real,
3
de
julho de
1879.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa.
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez.
RECLAMOS
sa
SAflDE A
TODOS
sem
medicina, pur
gantes,
nem
despezas,
com
0
uso
da delicio-
farinha
de
saúde,
BEVALESOlÈaE
DE
BARRY
de
Londres.
30
«nnot
d
’
invariavel
jatiecesao
1
Combatendo
as
indegestões
(dispepsias)
gastrica
,
gaslralgia
,
ílegma
,
arrotos,
amargôr
na
bocca,
pituitas, nauseas, vo,
mitos,
irritação
intestinal,
bexigas,
diarrea-
disenleria,
collicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
ner«os,
diabethes, debilidade, todas
as
des
ordens
no
peito,
na
garganta,
do
ahto,
dos
bronchites,
da
bexiga,
do
íigado,
dos
rins,
dos
intestinos, da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue,
85:000
curas
entre
as
quaes
con-
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
das
ex.
nias
snr.
as marqueza
de Bréhan, duqoeza de
Castlestuart,
dos
exm.uS
snrs. Lord
Stuart
de
Decies,
par
d’
lngLterra
0
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
N.®
49.842:
M.me
Mane
Jurie Joly,
de
cincoema
annos
de
constipação,
indiges
tão,
nervoso,
insomnias,
asthma,
tosse,
flatos,
espasmos
e nauseas.—N.°
46:270:
M.
Roberts,
d
’
uma
constipação
pulmonar,
com
tosse,
vomitos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.—N.°
46:210:
O
doutor
em
medicina
Martin, d'uma
gastralgia
e
irrita
ção de eslomago,
que
faziam vomilar
15
a
18
vezes por
dia,
durante
oito
annos.
— N.°
46.218:
0
coronel
Watson,
de
got-
ta,
nevralgia
e
constipação
obstinada.
—
N.°
18:744:
0
doutor
em medicina Shorland,
d
’uma
hydropisia
e
constipação.
— N.®
49:522:
M. Baldwin,
completa
protação,
paralysia
da
bexiga
e
dos
membros,
em
consequência
de excessos da
mocidade.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
0 seu
preço
em remedios.
— Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*
/ t
kilo,
500 ; de
*
/
a
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
1540C
reis;
de
2
’
/,
kilos,
35200
reis;
de
6
ki-
los,
65400;
e
de
12
kilos, 125000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é a
Bevaleaeière
ehoeolatada
4
ella
res-
titue
0
appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mait
que
a
j»me,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de folha
dt
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
15400
;
<k
120
chavenas,
35200
reis,
ou 25
reis
cad»
chavena.
nr
BARHY
*
C.
a
LiniTED.-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo 16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32; Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
Poe
to,
J.
de
Sousa Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.=Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A. Pereira
Maia,
Pharm-.,
rua
dos
Chãos
31—
Pipa
&
’
rmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna
do
C»
b
-
tello,
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
Kiiimarãea.
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
silva,
drog..
Rua da
Rainha,
29 e
33.
—
Penaflel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a,
drogs..
Pra
ça
de
D. Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central, Rua
de
San
to
Antonio,
225
a
227.—
Ponte
do Li
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo»
do Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira, pharma.
—
Vaiença
do
Minho,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—
Villa
d®
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s.
pharm.
AfiBiBECWBHOS
O
abaixo
assignado
agradece
cordeal-
mente
a
todas
as pessoas
que se
digna
ram cumprimental-o
por occasião do grave
desastre
que
teve
logar
no
dia
24
do
mez passado
—
dia
de
S.
João,
bem
como
aos
exm.®
’
snrs.
conde
de Margaride
e
Custodio Arnozo,
sendo
estes
cavalheifbs
os primeiros
que
compareceram
no
local
do
desastre
e
prestaram
os
primeiros soc
corros;
a
lodos
em
geral
protesta
0 seu
reconhecimento
e
indelevel
gratidão.
Braga
10
de julho
de
1879.
(2498)
Francisco
Rebello
Bizarro.
ANNUNCIOS
JIOXTF.-J’
IO
DF.
S. JOSÉ.
Por
ordem
do
snr.
presidente
da
As
sembleia
Geral,
são convidados
todos
os
socios do Monte pio
que
estejam
no
goso
dos
seus
direitos,
a
reunirem-se
em
As
sembleia
Geral,
no
dia
20
<
*o
corrente,
ás
duas
horas
da
tarde,
na
casa
da
As
sociação
no
largo
de
Santo
Agostinho;
sómente
para
dar
cumprimento ao
dis
posto
no
art.°
41,
—
1.®
do
respectivo
es
tatuto.
Braga
11 de
julho de 1879.
O
L° secretario
(2501)
Anlonio
Luiz
Rodrigues.
EDITO
*
BE
30 DIAS.
Pelo
juizo
de
direito d
’
esta
cidade
e
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
do
4.®
oflicio, abaixo
assignado,
correm
éditos
de
30 dias a
contar
da
publicação
do
segundo
annuncio,
citando,
chamando,
e
requerendo
todas
as
pessoas
incertas
e
quaesqtier
credores
e
legatários desconhe
cidos
e residentes
fóra da comarca,
que
se julguem com
algum
direito
ao casal
do
finado
Manoel
José
d
’Araujo,
morador
que
foi
na
rua
das
Aguas,
d
’
esta cidade,
para que
fiquem
scientes
de que
se
an
da procedendo a
inventario
orfanologico
e
venham
ahi
deduzir
e
allegar
seus
di
reitos,
assistindo
aos
termos
do
inventario,
sob
as
penas da lei.
Braga
26
de
junho de
1879 e
nove-
O
esêrívão
do
4.°
oflicio
Gaspar Augusto
d
’Oliveira
Faria
Bastos..
Vórifiqiiei
a
exactidão.
Adriano
Carneiro,
de Sampaio.
(2503)
AI.VIÇAKAH
Perdeu-se
na
quinta-feira
á
noite,
des
de
o
campo
de Sant
’
Anna até
á
rua
do
Alcaide,
um
rubim
de
primeira
qualidade
e
fórma
oval.
Pede-se
á
pessoa
que
o
achar
o
favor
de
o
entregar
n
’esta redac-
ção, ou
no
café
Faria,
recebendo
alviça-
ras.
Previnem-se
os
snrs.
ourives
para que
não
o
comprem
e
igual
prevenção
se
fez
já para
differenles terras.
(2502)
EDITAL.
A
Camara
Municipal
d
’
esla
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
ficam
espaçadas
para
o
dia
18
do
corrente
pelas
11
horas
da
manhã,
no
Paço
do
Concelho,
as
arre
matações
das
obras
das
ruas
de
S.
Thia-
go
e do
Poço,
e
de
um
caminho
em
Souto-Chão.
Bem assim
se
hade
arrematar
por
tem
po
de
seis
mezes,
ou
por
um
anno,
á
escolha
da
mesma
camara,
o
rendimento
de todos
os estrumes
ou
lixo
do
campo
denominado
do
Salvador,
da
rua
do
mes
mo
nome,
e avenida
para
o
Carmo,
e
com
as
demais
condições
já
publicadas.
Braga
4 de
Julho
de
1879.
O
Presidente
da Camara
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
EDITAL.
A
Camara
Municipal d’
esla
Cidade
e
Con
celho
de Braga
Faz
saber,
que
no
dia
25
do
corren
te,
pelas
11
horas
da
manhã,
no
Paço
do
Concelho
se
hade
arrematar
a
obra
dos
passeios
da
Lapa,
ao
norte
da
ca-
pella do
mesmo
nome, incluindo
o
atrio
d
’
esta,
sob
a base
de
licitação
de
20000
reis
cada
metro
quadrado,
e
com
as
de
mais condições
já
publicadas,—
Braga
4
de
Julho
de
1879.
O
Presidente
da
Camara
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
eiiital
.
A
Camara
Municipal
d
’esla
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
tendo
sido
arrematado
o
imposto
denominado
dos
carros,
por
termo
de
30
de
maio
ultimo,
e
que
foi
approvado
por
accordão da
Commissão
Districial
de
13
de
junho
seguinte,
são
condições
especiaes
da
mesma
as
seguin
tes:
Abolição
do
§
unico
do
artigo
84
do
Codigo
de
Posturas que
excepluava
do
pagamento
do
dito imposto os
carros
em
pregados
nas
obras
do
município;
e
bem
assim
os
das
propriedades
existentes den
tro
das
barreiras.
O
carros
que,
estando
dentro
das
bar
reiras,
houverem
de
sahir
para
transitar
nas
ruas
e
praças
da
cidade,
devem
ser
acompanhados
do
recibo
d
’
esse
dia
do
im
posto
competente,
que
será
previamente
comprado
na
barreira
que
ficar
mais
pró
xima.
Os
carros
das propriedades
sitas den
tro
da
cidade
pela
primeira
vez
que
no
dia
sahirem
as
barreiras,
visarão
o
recibo
que
acompanha
o
carro
no
respectivo bi
lheteiro,
e
o
mesmo
farão
no
seu
regres
so
immediato,
afim
de
n’
essa
entrada
se
rem
dispensados
de
pagar
o
respectivo
imposto;
ficando sempre
na
intelligencia
de
que
todas
as
vezes
que
n'esse
dia
tornarem
a
entrar
as
barreiras,
terão
de
pagar novamente
o
imposto.
E
para
conhecimento
de
todos
e
nin
guém
allegar
ignorância, se
mandou
affi-
xar
o
presente
edital
nas
competentes
bar
reiras
e
publicar
por
bando
em
todas
as
ruas
e
praças
da
cidade.
Braga
3
de ju
lho
de
1879.
O Presidente da
Camara
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
CASAS
Arrendam-se
duas,
na
rua
das
Aguas
n.®
s
100
e
101.
Tem bons
commodos.
Tratam-se
na
roa
de
S.
Vicente
n.
’
56.
(2475)
BB eOBtt®
Vendem
se
duas
em
bom
estado.
46, RUA DE SANTO ANDRÉ, 46.
(2497)
Offerece-se
um
muito
bem
conhecido
n
’esta
praça,
para
casa
de modas
ou
pan-
nos,
muito
habilitado,
e
com bastante
pra
tica; dá
as
melhores
informações.
Carta
a
esta
redacção
com
as
iniciaes
M.
J. C.
B.
(2499)
TABACAKLi
50-
KIA
no
CARVALHAL-
30
BRAGA
Sortido
em
rapè XABREGAS
Meio
grosso,
em
250
gram.
400
reis
Cruz de
Malta, »
>
450
>
Meio
grosso
secco
»
»
580
»
»
»
pacotinhos
de
25
gram.
40
o
Variedade
em
tabacos
de todas
as fa
bricas.
Satisfaz
se
com
promptidão qual
quer
pedido
com
VANTAJOSAS
C0MM1SSÕES.
(2500)
NOVA
CARREIRA
ENTRE
BRAGA
E
POVOA
DO
VARZIM
José
Antonio
Duarte
Pregoeiro
•&
Ir
mão,
annunciam
aos
seus
amigos e
fre-
guezes
que
desde
o
dia
10
do corrente
inclusivè, principiam
com
a
sua
carreira
entre
esta
cidade e a
villa
da
Povoa
do
Varzim—
como nos
annos anteriores.
Sae
d
’
esta
cidade
ás
4
horas
da
manhã
e che
ga
a
Barcellos
ás
6
e
meia;
demorando-
se
alli
meia
hora,
sae
ás
7,
chegando
á
Povoa
ás
10
horas
da
manhã. Da
Povoa sae
ás
4 horas
da
manhã
e
chega
a
Barcel
los
ás
7;
demora-se
alli
meia hora, e
chega
a
esta
cidade
ás
10
e
meia
horas
da
manhã.
Os
bilhetes
acham-se
á
venda
nos
seus
antigos
escriptorios:
em
Braga,
casa
de
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova,
n.°
2,
e
na
Povoa
na
do snr.
Francisco
dos
Santos
Cunha, rua
do
Rego.
Também acceita
passageiros
na
ultima
hora
para
Barcellos
e
vice-versa.
Preçoai
De
Braga
a Barcellos
e vice-versa,
dentro
300
reis, fóra
250.
De
Braga
á
Povoa
e
vice
versa,
600 reis
dentro,
e
fóra
500.
Cada
passageiro
tem
10
kilos
de
ba
gagem,
e
o
excesso
20
reis
em
cada
kilo.
Braga
8
de
julho
de
1879.
O Gerente
(2493)
Antonio
Joaquim
Loureiro.
Quem
achasse
um
titulo
d
Egresso
que
se
perdeu
no
dia 7 do
corrente
desde
o
largo
do Paço
até
o
Governo
Civil,
queira
enlregal-o
na
rua
Nova
n.°
26,
e
rece
berá
alviçaras.
(2496)
Aluga-se
uma
casa
construi-
da de novo, com
commodos
hftSfSw
*
para
familia,
e
por
diminuto
preço,
nos
Atalantes,
fim
da
congosta
das
Gavieiras; quem
a
pretender
falle
com
seu
dono,
na rua
do Conselheiro
Januario,
n.°
83.
(2492)
VENDE-SE
a
casa
da rua
do
An-
ípjW jo n.°
11 e
11
A.
Quem
a
pre-
■ tenter
dirija-se
á
rua
de
D. Pedor
V
n.°
1.
(2423)
M
PiiBLiCO
Cera
de
qualidade garantida
igual
á
mais
superior
que
appareça
no
mercado
em
velas,
grumo
e
flor
da
Companhia
Ceriíica
Portuense. Sociedade
anonyma
de
responsabilidade
limitada.
Capital
200:0000000.
Praça
de
Carlos
Alberto—
Porto.
Vende
em velas
de qualquer tamanho
a
retalho,
400
reis
cada
459
grammas
(antigo arraiei),
de
5
a
15
kilos
340
reis
cada
arratel
e
de
15
kilos
para
cima
gran
de
abatimento e
praso.
Em
grummo
ou
flor:
Preços
muito
modicos
e
o
praso que
convier
ao
com
prador
de 60 kilos para
cima.
(2491)
DINHEIRO
A
JURO
Dá-se
na confraria
de
N.
Senhora
da
Boa
Memória
da
Sé
Primaz
2600000
reis
a juro
de
5
p
c.
(2477)
Manoel
de
Barros
Braga, representante
do
acreditado
commerciante
de
Villa
No
va
de
Gaia
o
snr.
Joaquim
Coelho Bra-
gante,
tem
a
honra
de
annunciar
aos
seus
freguezes
e
amigos
que abriu
o
seu
de
posito
de
vinhos no
largo
de
S.
Fran
cisco
n.°
13
A,
onde
poderão
encontrar
os
vinhos
propriamente
genuínos
do
Porto.
Previne
os
seus
freguezes
que
todos
os
bilhetes
das
garrafas
são
rubricados,
ten
do
na
rolha
a
marca
de
fogo
—
BRA-
GANTE
—
e
o
carimbo em
lacre.
O
proprietário
responsabilisa-se
pela
pu
reza
dos
seus
vinhos
dos
quaes
garante
a
sua
qualidade.
(2478)
DINHEIRO
A
JURO
A
confraria
de
Santo Antonio
da Pra
ça
Municipal
tem
6500000
reis
para
mu
tuar,
a
5
p. c.
(2461)
Tres
moradas
de
casas
de
dous
anl
dares,
construídas
de
novo,
com
quinta-
e
agua,
sitas
na rua
de
S.
Geraldo
n.
os
18,
20
e
22.
Para
ver
e
tractar
na
mesma rua
n.°
17.
(2466)
miiEim» a
jvro
Na
confraria
de Santo Amaro
da
Sé
Primaz
existe
para
mutuar
a
juro
de
5
p.
c. a quantia
de
7000000
reis.
(2485)
Empreza
editora de
Francisco Artliur da
Silva
—Lisboa.
BRINDE
V
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cegar
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a
noticia dos
factos mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL 2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Jlanoel
Bernardes Braneo
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das linguas
grega
e latina,
etc.
2.
edição,
illuslrada
com
8i
gravuras
primorosamente
executadas.
*
13
volumes
in-4.°
grande.
O editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato
aos favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com-
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs. assignan-
tes
que
o
auxiliaram
n
’
esta
empreza
e áquel-
les que
de
hoje
em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
brinde
•
decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis gravuras
e
dois
indices,
sendo
o primeiro chronologico
e
remissj.
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
serviu/
para
a
procura
dos
iactos
que
n
’el|a
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
C0|1b
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens no>'
taveis
que
figuram
na historia,
e
os
tit
u
*
los geraes de
todas
as
matérias,
servil
do
de auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvo],
vida
dos
acontecimentos históricos occor.
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues.
la,
e accrescentados na
parte
que diz
res
peito
a
Portugal e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segnnda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em treze
volumes
in-4.°
grande e custará:
Brochada
....
200000
reis
fortes
Encadernada
. .
.
270000
»
,
Para
facilitar
a
acquisição
d
’
esta
tà
ft
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
(uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil,
Cada
folha de
16
paginas
a
duas
colun/
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen-
te
executada,
40
rs.
Condições da
assignalura
:—A
assigna-
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e uma gravura
e
por
volumes
brochados.—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
l.°
vol.
br. orn. de 9 grav.
10870
2.°
>
>
»
6
»
10665
3.°
>
>
>
>
7
»
10605
4.°
>
»
>
>5
»
10525
5.°
D
>
D
>6
d
10615
6.°
>
>
»
6
»
10690
7.°
>
>
»
6
»
10640
8
o
D
»
6
»
10615
9.°
1»
»
>6
»
10565
10.°
>
*
>
»
6
»
10615
11.°
>
>
«6
»
10610
12.°
>
»
>
>
6 >
10815
13.®
K
ULTIMO,
ornado de 6 gravu-
ras,
brinde
a
todos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de
que consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos vol.
I
a
7.
Este
decimo
terceiro volume será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes que
tenham
pago
o
decimo
segundo volume
Os
assignantes teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra, e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerern,
por entregas, por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
0
assignante
receberá
uma
entrega de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier, pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
esó
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas, valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REAl.ISAVEIS
terão UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no escriptorio do
editor-
rua
dos Douradores,
72,
LISBOA
;
®
e
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Eraneiseo Arthur
da
Silva—
editor
72,
rua
dos
Douradores,
72—LISBOA.
Linimento
BOYER-MICHEL para caval-
tos,
fazendo az vezes de fogo e não detxana»
vestígios
do
»eu emprego
M
ichbl
,
pharmv
ceulico em
Aix
(na Provença) França.
"
Preço
1,000 rela.—Em „ „
Lisboa,
o»nr. Barreto,
Loreto,
u.° 28—«u. (
/
>■
1
■
_L.
H
i
______________
RESPONSÁVEL
—Luiz BaptisU da Sih»
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
Parte de Comércio do Minho (O)
