comerciominho_01071879_953.xml
- conteúdo
-
HToiiLijraA.
hbuoiosa
,
política
ms
ivotiêiosa
.
REDACTORES—D. Miguel Sollo-Mayor e Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
*
7.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
.
1&600
850
40
20
10
Braga, 12
mezes.
»
6
Correspondências partic. cada
linha
Annuncios
cada
linha........................
Repetição
................................
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS,
QUIETAS E SABBADOS*
PKEÇO
DA
ASSIGNATURA
Provirfcias,
12
mezes.........................
2&000
»
6
»
..............................
1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes, moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
................................
jq
N.°
953
a»
B ^8.
Z-SK
CS-
TERÇA-FEIRA I
DE
JULHO
DE 1879
Visita Pastoral
do JEx.™°
e ltev.lnu
Snr. Areeliispu Priniiiz.
[ConlinuRçao]
No
fim
da
Missa
voltlu
a
casa
para
almoçar
e
ás
8
horas
e
meia
tornou
a
sahir
na
sua
carruagem
em direcção ao
cemilerio
para
fazer a
bênção
d
’
elle.
Muito próxima ao cemitério
ha
uma
pequena
capella
particular
pertencente
á
Ex.aia
Snr.
a
D.
Eugenia,
que
eslava lin
damente adornada
para
receber
a
vene
rando
Prelado
afim
de
poder
ali
paramen
tar-se.
Mais
de dez
mil
pessoas
se
tinham
congregado
ao
local
do Bom-successo
pa
ra
assistir
á
ceremonia da
bênção
do ce
mitério,
que
S.
Exc.
a
ia
fazer.
A
Camara
Municipal,
os
seus
empre
gados,
o
Administrador
do
Concelho,
o
Juiz
de
Direito,
Delegado,
auctoridades
e
nu
meroso
clero
faziam
o
cortejo
de S.
Exc.a
Revm.
a
O
destacamento
de
infanleria
8
também ali se
achava
estacionado.
Os
cemitérios,
como
todos
sabem,
são
a
ultima
morada
do
homem;
são
exten
sos dormitorios,
em
que
todos
os
homens,
uns
apoz
outros,
vão
ali
repousar
das
fa
digas
do
mundo,
dormindo
o seu ultimo
somno
sob
a
lapide
funérea,
erguida
pela
piedade
dos
vivos,
para
mais
tarde
acor
darem
na
ressurreição
geral
ahm
de
serem
julgados
pelo
Filho
do
Homem.
Estes
campos
santos,
onde
reverdece
e
viceja
a
relva
sobre
os
humildes
tumulos
do
pobre,
pompêa
o
mármore,
levantado
pela
grandeza
do
rico
e
se
ergue
modesta
uma
cruz
sobre
cada jazida
de
nossos
ir
mãos,
são
o
mysteiioso
alrio
da eternidade,
onde
se
despem
e
se
despejam
lodos os
res
peitos humanos,
todas
as
vaidades da ter
ra
e
todas
as honras mundanas, para
se
entrar
na
vida
d’
alem-lumulo
escudado
só
pelas
virtudes
exercidas
durante
a
nossa
altribulada
exislencia
na
terra.
Que
bello
espectaculo,
que
Íntimos
pen
samentos, que
profundas
meditações,
que
terníssimas
melancolias
não
sente
a
nossa
alma,
quando
ao
cahir
da
tarde,
por en
tre
os últimos raios
do
sol
no
occaso,
vemos
um cemilerio,
magestoso
pela
sua
elegante
simplicidade,
myslerioso
pelas
meias
sombras
projectadas
pelas
suas
cruzes
en-
oegrecidas,
que
se
destacam
da
verdura
da
vicejante
relva
dos
tumulos,
e
triste
pelas
amargas
lagrimas,
que
derramamos
por
nossos
queridos
paes,
que ali jazem
desfeitos
em
pó,
e pelos
amigos,
cuja
lem
brança ainda nos
é
tão
saudosa
I
!
mas
também
que
doces
e suaves
consolações
não
recebemos
nós
da nossa
fé,
que
nos
ensina
que
esses,
cujos
corpos
ali
jazem
em
pó,
ainda
os
encontraremos
na
eterni
dade,
que
nos
separa;
na
vida futura,
que
nos
espera;
na bemavenlurança,
para
a
qual
fomos
creados
!
!
1
Um
sentimento
de piedade
natural
le
va o
homem
a
honrar
as
cinzas do
seu
similhante.
E
em
prova
d
’
esta
verdade
en
contramos
em
todos
os
tempos e
em
to
dos
os
povos,
principalmente
entre
os po
vos
civilisados,
quaesquer
que
sejam
as
diíTerenças
das suas
doutrinas,
ceremo-
nias
religiosas
em
honra
dos mortos,
mui
tas
vezes
acompanhadas
da
mais
singular
superstição.
Os
Egypcios,
os Gregos
e os
Roma
nos
consagravam aos
mortos
as
mais
res
peitáveis attenções;
e
em
tempos
mais
re
motos
os
Judeus
consideravam
uma
hon
rosa
sepultura
como
uma
prova
particular
de
humanidade
e
de
caridade
(II
Reg.
II
—5),
e a
sua
denegação
como
um
casti
go e
uma
infamia
(Jerem.
XVI—
4
e
6).
A
esle respeito,
porém,
o
Christianis-
mo
tem
praticas
bem
mais
significativas.
A
fé
positiva
na
immorl?iidade
da
alma,
na
vida
futura,
no Purgatório
e
na
resur-
reição
universal;
o
sentimento
da
dignida
de
humana e
a
idea
que
o Christianismo
dá
do
corpo
humano,
que
é
não
só
o
orgão
de um
espirito immortal,
mas
lambem
o
templo
do
Espirito
Santo;
a
certeza,
final
mente. da
commuuhão
permanente
e
per
petua
das
almas,
inspiram
sempre
uma pie
dosa solicitude
por
aquelles,
que
adormece
ram
o
ultimo
som
no
frio
leito
da mopte.
E
a
alta
e
luminosa
idea,
que
o
Christia
nismo
fórma
da
outra
vida e
a sua
ma
neira
particularíssima
de
encarar
a
morte
acham-se
maniíeslamente
consignadas
nas
orações,
nos
cânticos,
nos
symbolps
e
em
todos
os
usos
da
iuhumação
christã.
A
solicitude
respeitosa,
que
os
pri
meiros
christãos
sentiam
pelos
mortos,
manifestava-se
desde
logo
no
momento
do
obito. Lavavam
os
corpos
inânimes,
perfumavam-os,
fechavam-lhes
os
olhos
e
a boca, para
assim
lhes tirarem o aspecto
horroroso
e medonho
e
dar
por
esta
fór
ma
á
morte a apparencia symbolica
de
um
somno;
achando-se
este
uso
já
ex
presso
no
livro do Genesis XLVI
—
4.
Os
corpos
dos
fallecidos
eram
sepulta
dos,
não em diversos pontos,
mas
sómen-
le n’
um
certo
e
determinado
logar,
em
conformidade
com a
nossa
fé
na
resurrei-
ção
e
no juizo
universal;
e
o
Christianis-
mo
pronunciou-se sempre
abertamente,
desde
a
sua
origem,
contra
o
uso
gentili-
co-romano
de
incinerar
os
cadaveres
dos
mortos.
Respeitando
a dór natural e
intima,
que
nos
causa
a
perda
d
’
aquelles,
que
nos
são
caros
na
vida,
o
Christianismo
prohi-
bio
lambem
desde
o
seu começo
os
ex
cessivos
lulos,
as
extraordinárias lamenta
ções,
os
frequentes
gemidos
e
as
copiosas
lagrimas
derramadas
pelas
mulheres
assala
riadas
para prantearem
os
mortos,
como
era costume entre
os
romanos
e
ainda
hoje
succede
entre
os indios
gentios;
por
que
tudo isto
era
inconciliável
com
a
nos
sa
fé
na
immortalidade,
na vida eterna
e
na
Providencia
divina, que
governa
o
mundo.
A
e-te
respeito,
como
se
vê,
o
Ghris-
tianis
no
desenvolveu
e
expendeu
ideas
in
teiramente
novas
e
desconhecidas
até
en
tão.
Considerou
a morte
como o
renas
cimento
para
uma
melhor
vida,
como
o
nosso
chamamento
feito
por
Deus para um
mundo
melhor.
E
com.
efleito
a
Religião,
que
inicia
o
homem
na
vida,
não
o
abandona
na
sua
agonia;
ella o
acompanha até
á
sua
ultima
morada
e
ainda
mesmo
junto
ao
tumulo
de
seus
filhos,
endereça ao
Altíssimo
ar
dentes
preces
pelo
seu
eterno
descanço;
e,
medianeira
entre
o
tempo e a eternida
de;
ella
dirige
pela
boca
de
seus
ministros
o
adeus
supremo
á alma,
que
voou para
as
ignotas
e
mysteriosas
regiões
da
eterni
dade.
E’
por
todos
estes
motivos
que
a
Egreja
Catholica,
—
a depositaria
infallivel
da°
unica religião
verdadeira
—
,
recommen-
da
que
a
bênção
dos
cemilerios,
onde
se
deve
dar
sepultura
christã
aos
seus
filhos,
seja
feita
com
toda
a
mageslade,
solemni-
dade
e
magnificente
pompa,
conciliando
por
esta
fórma
o
respeito
e
a
veneração
pela
morada
dos mortos,
excitando-nos
á obser
vância
dos
seus preceitos
para
podermos
ter,
no
meio
dos
nossos
finados
irmãos,
um
’
logar
de
eterno
repouso,
e
ser
axilia-
dos,
ainda
mesmo
depois
do
nosso
passa
mento,
pelas
orações
e
suffragios,
que
os
láaboa,
SS de junho de
itòt».
(Do
nosso
correspondente)
Estão
os
ânimos
muito
mais
tranquil-
los
dos
muitos,
que
se
assustáram
com
a morte, de
febre
amarella,
do
infeliz
Antonio Guilherme. Graças
a Deus, pa
rece
não
haver
nada,
agora,
a
recear.
Mas,
em
compensação,
conlimía
o
íla-
gello,
que
nos
açouta
desde
1834,
com
os
seus
estragos
moraes,
e
materiaes,
e
continuará
até
que
esle
povo
se
cance
de
soffrer.
Diz-se
que
o
general
Visconde
de
Sa
gres
será
demitlido do
cominando
d
’
esta
devisão,
para
entrar
o
general
Maldona-
do,
progressista
dos
quatro
costados.
A
imprensa
do
Fontes
não
cessa
de
pôr
a
calva
á
mostra
aos
da
Granja.
Ra
lham
as
comadres....
E,
em
geral,
todos
elles
se
não
en
ganam,
como
o
paiz
os deve já conhe
cer
por
dentro,
e
por
fóra,
pois
tem tido
tempo
de mais
para
isso.
Uma
das
folhas
diz
que
o
velho
im
perador
Guilherme
recebera,
durante
a
festa
da boda
d’
ouro,
1276
lelegrammas
de
felicitação,
sommando
a
bagatella
de
47088
palavras;
além
de
alguns milhares de
car
tas.
E
’
de
crer
que s.
m, imp.
se
va
lesse
da
faiinha
ferruguiosa
do
nosso
Pe
dro
Franco
no
fim
da
leitura
de
tamanha
estopada.
El nino
Affonso
não
quer
Cear
atraz
do
seu
caro
Primo,
e
collega, pois tem
já
concedido
a
ninharia
de
cento
e
seis
e
títulos
a
outros
tantos
fieis
súbditos da
monarchia
liberanga.
A
morte
do filho
de
Luiz
Napoleão,
segundo
a
opinião
quasi
geral
dos
poli-
licos,
trouxe
a
dissolução do
partido
bo-
napartista,
embora
Cassagnac
já
tenha
pro
clamado
chefe d
’aquella
facção
um
dos
fi
lhos
de Jeronymo
Bonaparte,
o
excellenle
amigo
do
catholicismo.
Foi
de
certo
um
terrível
golpe
para
os
napoleonicos
a
morte
do
seu
chefe!
E
’
possível
que
ps
phanaticos
imperialistas
persistam
na
ideia
de
conservarem
hastea
dos
os
restos
da
bandeira
feita
em
peda
ços pelas
armas
prussianas;
mas,
sou
um
dos
que
acredito
que
as
defecções
se
rão
tantas
no
seio
do
alludido
partido
que,
afinal,
irá
figurar
na
historia
dos que
se
fináram.
Não
applaudo
a
morte
do
antigo
chefe
do
partido
bonapartista;
lamento,
porém,
a
grande
desgraça,
que
acaba
de
visitar
a
ex-imperatriz
mãe
do
desventurado
fi
lho
de
Luiz
Napoleão;
mas,
nem
por
isso,
deixo
de ver
na
referida
morte
um
acon
tecimento
da
maior
importância
para
a
França,
ávida,
de
certo,
de
um governo,
que
lhe
restitua
o
prestigio,
que
a
revo
lução
lhe
usurpou, e
que
só
poderá lo
grar outra
vez
com
a
restauração
do
di
reito.
nossos
parentes
e
amigos
fizerem
pelo
eter
no
repouso da nossa
alma
no seio
de
Deus.
A
bênção
dos
cemilerios
é
remotíssi
ma;
a
sua
origem
é
coeva
com
o proprio
Christianismo,
que
desde
logo
a
ipsliluio.
A
Religião,
que
tantas
vezes
abençfia
o
homem
na
vida; que
benze
os campos,
os
prados,
os
alimentos
e
tudo
quanto
cerca
o
homem,
para
nos
ensinar,
que
devemos
ser
santos,
abençôa
também
e
consagra
o
logar
da
nossa
sepultura, afim
de
nos
recordar,
que a
morte não
nos
despojou
da nossa
santidade, e continua
mos
a
ser respeitados
na
cinza,
no
pó
do
tumulo!
(
Co d.
nua)
Ora,
para
conseguil-a
entendo,
;e
es
pero,
que
ha-de
influir
muito
efficazmente
o
triste
facto, que
acaba
de enlutar
o
partido
napoleonico.
Eu,
meu
caro
director, estou conven
cido
de
que
a
republica franceza
existe
apenas
nutrida
pela divisão
dos
monarehi-
cos;
e
logo
que
elles
se
unam,
immolan-
do
no
altar
da
patria.
velhos
odios,
e
pueris
pundonores,
a
republica
será leva
da,
com
muita
pompa de
assobios,
e
de
apupos,
ainda
de uma
innumerabilidade
de
pés
frescos,
e
geral
applauso
de
todos
os
homens
honestos, e
de coração,
ao
monturo,
a
que foramjarrojadas
as
suas
ascendentes.
«Mal
haver
por
bem
fazer». Também
loi
mandado
para o
lazareto
o
cirurgião
de
arlilheria
1,
Barros
da
Fonseca,
e
lá
está engaiolado
por
ler
assistido ao po
bre
operário
morlo
pela
febre
amarella.
Se
advinhara,
á
fé
que teria
respondido
quando
o
chamaram,
que
eslava constipa
do,
e tomando
um
xarope,
como tantos
outros
doutores,
que
adoecem
só
porque
lhes
batem
á
porta
quando
estão
no
pri
meiro somno.
Mas
Barros
da
Fonseca
não
é
des
ses:
um
triste
operário luctava
com
a
doença;
foi
soccorrel-o;
e
lá
está
de
qua
rentena
rqcebendo
a
recompensa
da
sua
dedicação
pela
causa
da humanidade
aífli■
cia!
São
ossos
do
olíicio.
Ullimamente
tem
sahido
muito
vinho
para o
Brazil.
No
dia
25 do corrente
des
pachou
a
alfandega,
para
differentes
por
tos
do
referido
império,
115:035 litros.
Mas.
para que
nos
não
ficassem
atraz
os
de
fóra,
mandaram-nos 1:490
caixas
de
genebra.
Já
foi
assignado
o
decreto
suspenden
do
as
gratificações
concedidas pelo
minis
tério defuncto.
Boa
medida.
O
seu
a
seu
dono.
O
«Diário
de Noticias»
não gostou
que
o
revd.0
prior da
Sé
recusasse
receber
na
egreja
o corpo
de
um
infeliz
suicida.
Es
tes
calholicos
liberaes
são
assim:
são
muito
religiosos,
mas
gritam
aqui
d
’el-rei
contra
os
parochos,
que
cumprem
a
lei!
Boa
gente!
O
snr.
D.
Luiz
deu
os
pezames
á
ex-imperatriz
Eugenia;
mas
não
soube
dal-os
a
sua
augusta
thia
a
rainha
D.
Adelaide
quando
enviuvou.
S.
M.
porém,'
não
perdeu
nada
com
isso.
Como
os
vossos
bons
leitores
não
per
dem
nada
que
ponha
já
ponto
o
Vosso pobre
correspondente
CORRESPO.VDEAC1A
Acabo
de
lêr
no
nosso
«Commercio
do
Minho»
o
artigo
sohre
o
Marechal Sal
danha,
que
supponho extraido do
livro
que
publica
o
meu
amigo,
Pinho
Leal,
intitulado
—
Portugal
antigo
e
moderno.
Se
não
fosse
um
livro
de historia,
deixaria
passal-o sem raclificações.
mas
sendo-o,
não
devo
deixar
passar
tudo
o
que n’
ellè
se
escreveu
contra a
verdade
de
factos
que
correram
debaixo
dos
meus
olhos
em
alguns
dos
quaes
tive
parte;
e
muito
menos
a
despeito
da
nobresa
de
caracter
de um
homem,
com
quem
tratei
de
per
to, e
de
quem
ha
pouco
fiz
o retrato,
e
o merecido elogio
no
meu folheto
intitu
lado
—
Interrogatórios
e
confissões.
Diz
o
artigo
suprantado;
que em
1846,
o
Marechal
Saldanha derrotou
em Torres
Vedras
as
tropas
setembrisias
commanda-
das
pelo
conde
de Bomlim.
E
digo
eu:
que
o
conde
de
Bomfim
nem
commanlou
essas
tropas,
nem
esteve
n
’
aquella
acção.
Essas
tropas
sairam
de
Santarém
em
duas
divisões,
uma
com
mandada
por
Luiz
Mousinho,
que
foi
a
der
rotada
com morte
do general;
e
outra
commandada
pelo
conde
das
Antas,
que
não
entrou
em
Torres Vedras, e
que
se
encaminhou
para
o
Porto
depois
da
ac
ção.
,
Diz
mais o
historiador:
que
Saldanha,
na
batalha
de
Almoster
perdeu
grande
nu
mero
de
oíficiacs
mortos.
E
eu
digo,
que
aos
primeiros
tiros
do
exercito inimigo, foi morto
o
coronel
Mi
randa,
quando
saia de
Almoster;
e
ao
lado
do
Marechal
foi
morto
por uma
baila
que
lhe
entrou
pelo
meio
da
lesta,
o
major
Guillet,
francez,
e
um
dos
seus
ajudantes;
e
no
principio
da
acção
foi
ferido
o
coronel
dp 6
de
infanteria, que
não
morreu.
Eis aqui
o grande
numero
de
ofíiciaes.
a
que
se
refere
o historia
dor.
Diz:
que
a
famosa
vicloria
de
Leiria,
não
foi
mais
do
que
uma
ignóbil
carni
ficina;
que
o
Saldanha
levava 4500 infantes,
tres
regimentos
de
cavallaria,
e 6
peças
de
arlilheria.
E
eu digo:
que
Saldanha
para
aquella
expe
lição
apenas
levou 1:600
infantes,
e
50
cavallos,
se
tanto;
e
nenhuma
artilhe-
ria.
O
exercito
de
operações
do
comman-
do
do
Marechal
alé
á
entrada
de
Santa*-
rem,
nunca
excedeu
a
7000
homens
de
1.
a
linha,
e
em
cavallaria
tinha
apenas
os
regimentos
10,
e 11
incompletos,
e
o
regimento,
lambem
incompleto,
de lan-
ceiros
commandado#
por
Becan.
Na
to
mada
de
Leiria,
houve
apenas
uma
pe
quena
escaramuça,
a
guarnição
que
lá
es
tava
fugiu,
e
dos
soldados
de
linha
apre
sentaram-se
alguns.
Diz
mais
o
narrador:
que
na
parte
que
o
Marechal
deu
ao
ministério
da
guer
ra,
escrevera
o
seguinte:
«Eu,
e
lodo
o
«meu
estado
maior,
temos
as
espadas
«até
aos
copos tingidas
no
sangue
dos
«rebeldes»!
E
eu
digo:
que
n’estas expressões
ha uma
refinada calumnia. O
Marechal Sal
danha
não
sabia
usar
de
sitnilhante
lin
guagem,
sómente
própria
da
parlapatice
hespanhola.
Diz
mais:
que
Saldanha
foi
grande
realista,
e
um
dos
que
em
1823
se apre-
sentiram
ao
snr.
D.
Miguel,
no campo
do
Quadro
em
Santarém.
E
eu
digo,
porque
fui
um
dos
que
acompanhei
aquelle
infante
n’
essa
jorna
da:
que
tal
não
ha: que
em Santarém
não
ha campo
algum
que
se
chame
do
Quadro;
e
que
o
general,
que
alli se
lhe
apresentou,
foi
o
Sepulveda.
O
que deixo dito passou
se
debaixo
dos
meus
olhos:
peço
ao
historiador
que
examine
mais
cuidadosamente
os
aconte
cimentos
que
não
viu,
para
honra
sua,
e
da verdade
histórica;
e
a
v.
s.
a
o
ob
séquio
de
publicar
esta no
seu
proximo
numero, para
credito
do
nosso
jornal.
O
duqne
de
Saldanha
linha
o
defeito
de S.
Vicente
Ferreri
—
accreditava
o
que
lhe
diziam!
não
sabia
mentir,
e
parecia-
lhe
que
lodos
lhe
fallavam verdade.
José
de
Freitas
Amorim
Barboza,
Expediente. —
Para
evitar irregula
ridades e
inconvenientes
que
redundam
era
detrimento
da
empreza
d’
este
jornal,
pedimos
a
todos
os
snrs. que
recusarem
receber
esta folha,
nol-a
devolvam,
não
deixando
accnmnlar
os
numeros
nas
di-
recções
dos
correios.
Blospedí-s iltiiNtres.—
No
comboio
das
11
horas
da
manhã
de
sabbado
che
garam
a esta
cidado
o
exc.‘no
snr.
conde
da
Redinha
e
s. exc.
ma
esposa.
Saudamos respeitosamente
ao venerando
caudilho
da Legitimidade.
IKicttoria
«le Portugal.—
Recebemos
e
agradecemos
o
3.*
fascículo
do
4.° vo
lume
da Historia
de
Portugal,
publicada
pela
«Empresa
Lilieraria
de Lisboa».
A
excellente gravura
que
o
acompa
nha
inscreve-se
Antonio
Moniz
Barreto,
vencedor de
Damão.
Copellt*
»ia
Hisericordia.—
Fes
teja-se
amanhã
n
’
este
templo N.
Senhora
da
Visilação,
com
sermão
de
manhã.
Diecionario de
geographio uni
versal.
—
Publicou-se
a
caderneta
conten
do
os
fasciculos
n.°
77
e
78
do
D
lecio
nar
io
de
Geographia
universal, publica
do
pela
muito
acreditada
Empreza
das
Horas
Românticas.
res
a
todo
o
elogio.
Não
menos
é
notá
vel
o adiantamento
e
esmerada
educação
que
alli
se
prodigalisam
malernalmente
ás
asyladas.
Muitos louvores
cabem
pois
á
commis
são
administradora,
á
digníssima
regente,
a
exm.
a
snr.’
D.
Maria
José
Soares
Pinto,
e
suas
cooperadoras.
Durante
a
missa
e
jantar
das
asyladas,
locou
no jardim
a
musica
«Philarmonica»,
e
de
tarde a
do
regimento d
’infanleria
8.
De
manhã
celebrou
se no
oratorio do
asylo uma
missa
pór
alma
dos
bemfei-
tores
fallecidos.
Agradecemos
á
benepi^rita
commissão
o
delicado
convite que
se
dignou
enviar-
nos
para
assistirmos
áqutelle
acto.
Pelas
melhoro» de Sua Fxe.a
Revd.ma-
A
Direcçào dó
çollegio
da Re
generação mandou
honte|n
celebrar
uma
missa
em acção
de
graças
pelas
melhoras
do
Senhor
Arcebispo
Primaz,
á
qual
as-
íistram
a
digna
Direcção
e
muitas
outras
senhoras.
Foi
celebrante
o
revd.
0
padre
João
Airosa, Dirècior espiritual
do
mesmo
collegio.
Festividade. —
Festejou-se
ante-hon-
lern,
na
capella
de S.
Sebastião
das
Car
valheiras,
o
Senhor
da
Boa-Vista.
O
templo
achava-se
decorado
’
com
gran
de
esmero
e
mimo.
Toda
a
funcção
d
’
egreja
foi
feita
com
muita
pompa,
a
grande
instrumental.
Na
vespera
houve
profusas
illumina-
ções
aos
lados
do
adro
e
pelos
quartei
rões
das
Carvalheiras,
a
meio
dos quaes
se
fez
o
basar
de
prendas.
Queimou-se
variado
fogo
d
’
artilicio.
e
tocou
a
banda
de
musica
dos
«Artistas»
Não
podemos
deixar
de
louvar
os
de
votos
que
promoveram
esta festividade.
Komuría.
—
Foi muito
concorrida
de
gente
do
campo
a
romaria
que
no
dia
de
S.
Pedro se
faz
no
Bom
Jesus
do
Monte.
Ensaio*
de leitura
em sete li
çSe«.—
Assim
se
intitula
um
folheto
que
recebemos
do
seu
auclor,
o snr.
Joaquim
Gonçalves
Paredes,
digno
professor
de
Sei-
xas.
Agradecidos.
Festejo».
—
Promovidos
pela
classe
académica
d'esla
cidade,
fizeram-se
ante-
hontem
esplendidos
festejos,
em
consequên
cia
de
ter
sido
elevado
a
secção
de eir-
cumscripçào
o
nosso
lyceu.
A
’
noite
estiveram
illuminados
o
edi
fício
do campo
de
Sant
’
Anna, onde
toca
ram
tres
bandas de
musica.
Também
appareceram
tlluminadas
mui
tas
casas,
entre
as
quaes
sobresaia
a
da
Sociedade Democrática
Recreativa.
Haiuariu
«le
S. Torqunto.—
E’
no
proximo
domingo
a
grande
romaria
de
S.
Torquato,
no
concelho
de
Guimarães,
que
costuma
ser
das mais
concorridas
d’
esta
província.
Maravilhas da ereação.—
Rece-
mos
o
fascículo
n.°
il
da
interessante
obra
Maravilnas
da
ereação,
por
Pedro
M
Posser.
O
escriptorio
da empreza editora é
na
Livraria
Franco-Lusitana,
rua
do
Ouro,
n.
Os
246
a
248,
l.°
andar-
—Lisboa.
Ueatacaiuento.
—
Partiu
na sexta-
feira
para
Melgaço
uma
força de
infanle-
ria
8
commandada
pelo
snr.
alferes Cou
to,
que
vae
render
a
que
alli
se
acha
ha
mezes,
da
mesma
arma.
Epidemia.—
Dizem
que
n
’
esle
con
celho
se
tem
desenvolvido
o
mal
das
vi
nhas,
posto não
ser
por
emquanto
muito
ameaçador
o
aspecto
que
o
mal apre
sente.
Atravez da provineia.—
Falleceu
ha
dias
em
Tadim,
a
mãe
do
revd.
0
abbade
d’
aquella
freguezia.
—
No
mez
passado
foi
recolhido
ás
ca
deias
da
villa
de Barcellos
por ordein
ad
ministrativa
Antonio
Xanelho,
da fregue
zia de
Barqueiros,
mas
residente
na
de
Gilmonde,
suspeito
do
furto
de
um
traço
de
panno
crú
e
differenles
peças
de
rou
pa,
â
Francisco
José
da
Silva,
de
Bar-
cellinhos, e
por
vadio.
—Tomou
posse
da
administração
do
concelho
de Ponte
do
Lima,
o
snr.
dr.
José
Joaquim
de Castro
Feijó.
—
Em
S. João das Caídas
de
Visella
festejou-se
ante-honlem,
com
toda
a
pom
pa,
o
Santíssimo
Sacramento,
havendo
de
tarde
uma
esplendida
procissão.
—
A
requisição
lelegraphica
do
snr.
administrador
do
concelho
de
Barcellos
foi
capturada
no
Porto, no
mez
passado,
Ri
ta
da
Cunha,
da
freguezia
de
Midões,
por
haver
furtado
a
Josefa
do
Valle,
da
mesma
freguezia,
em
casa
de
quem
es
tava
por
favor,
dous
cordões
e
umas
ar
golas
d
’ouro, e
vários
objeclos
de
roupa,
que
tudb
lhe
foi
aprehendido.
Dando
en
Metliodo João de Deus.—
Tem
de
responder
por
estes
dias
no
tribunal
d
’esta comarca, um
indivíduo
da
fregue
zia
de
S. Victor, accusado
de
haver
al
terado,
viciando-o,
o
tnethodo d
’
ensino
do
distinctissimo
poeta
João de
Deus.
Abaixo
o« Jesuitaa e o« Pa
dres!,
—
Assim
se
intitula
ura
folhetinho
que acaba
de
sair
á
luz
no
Porto,
tra
duzido, pelo
nosso
excellente
collega
da
«Propaganda
Catholica»,
o
snr.
Francisco
Pereira
d
’
Azevedo,
da
vigesima-quinta
edi
ção
franceza.
Para
que
os
leitores
avaliem
da
im
portância d’este
liyrinho
de
todo
ponto
recommendavel,
vamos
extraclar
o
primei
ro
capitulo,
que
é
como
segue:
«Era
durante
os
nossos
desastres
de
1870,
na aldeia
de Loigny.
Os
zuavos
de
Charelte
eram mil
e
qui
nhentos,
os Bavaros, quinze
mil.
Jus
tamente
um contra dez.
Mas
tinha-se-lhes
dito
que
tomassem
os
canhões aos
alie-
mães.
Sob
uma chuva
de
balas
Charelte,
TrOussure
e
de
Sonis
—os
discípulos
dos
Curas
e
dos Jesuitas,—passavam a
pequeno
trote
em
frente da
bandeira,
socégados
como
se
fossem
para
uma
parada.
«
—
Vamos,
senhores,
—
dizia
Charelte,
—os
olhos
na
bandeira
e
apertae
os
co-
tovellos.
»
«
—Devagar,
filhos,
devagar
—
exclama
va Troussure.
—
Socegae,
que
ha
de
chegar
para
todos.»
Os
zuavos
avançavam.
Um
dos
seus,
Loiz
de
Villeray,
cae
com
duas
pernas
quebradas:
«Peço-vos
noteis
que
tive
a
estreia
do
dia,»
diz
elle,
e
morre!
Avança-se
sempre;
mas
a
chuva
dé
balas
redobra:
»
—
Deita vos—ordenou
Charette.
Obedeceram.
Bem
entendido,
os
ofíiciaes
conservam-se
de
pé:
de
Sonis
e Charette
cahem.
Um
simples
soldado
se
linha
con
servado
a
pé
como
os
chefes.
E’
neces
sário perdoar-lhe
esta
desobediencia:
elle
tinha
70
annos
e levava
ao pescoço o
cordão
da
Legião
de
Honra.
Era
o
mar-'
quez
de
Coislitr,
antigo
coronel
de
Hus-
sards,
hoje
alistado
simples
Voluntário
«
—
Peio
ceo,
senhor,
deitae-vos
—lhe
grita
o
commandanle
Lallemand.
<
—
Ah!
meu
commandante,
desculpae-
rae!
Na minha idade
quem
se
deita
é
para
se
não
levantar
mais..
»
Finalmente
elles
se
levantam
todos
e
atacam á
baioneta!
Vinte
e
duas
vezes
as
peças
allemães
troam.
Meia
hora
depois
estavam tomadas...
Era
a
ordem!
Sómente
Troussure
tinha
càido,
como
Charelte,
como
Lallemand,
como
de Sonis,
couto
todos
finalmente,
porque
de
mil
e
qui
nhentos
restavam
cento
e
sessenta
em pé.
Tn
leste
esta
esplendida
e
verídica
historia,
amigo
leitor,
ora bem!
Nada
mais
le
resta
que
grilar
com
os cidadãos
que
voltam
de
Cayenne: A
baixo
os
je
suítas
e
os
padres
!
porque,
assim
como
o
dizem
os
seus
jornaes:
«Julgas tu
que
a
Republica
queira
tor
nar
a ver
gerações
de
mulhersinhas
e
de
velhos
como
aquelles
formados
pelo
ensino
clerical? »
Este
livro
custa
apenas
40
reis,
e
ven
de
se
na
rua
do
Bomjardim,
n.°
453,
Porto.
Preço
«la
carne.—
Baixou o
preço
da
carne
20
reis
em
kilo.
O
acreditado contraclador
de carnes
verdes, o
snr.
Conceição,
morador
á es
quina
da
rua
da
Misericórdia,
vende
desde
hoje em
diante
a
220
reis
o
kilo e
a
306
reis
sem
osso.
A que
lodaçal desceu
o
then-
ir«
portuguez!—
Na
sexta-feira
passa
da,
a
companhia
do
Baquet
levou
á
sce-
na
no
theatro de S
Geraldo
uma
coisa,
que
nos
cartazes
se
intitulava
O
milho
da
padeira,
opereta
burlesca.
Não
vimos a
immundicie;
mas,
segun
do
informações
que
temos,
nunca
em
o
nosso
theatro
se
exhibiu
nada
tão
immo-
ral,
tão
indeceme
e tão
estúpido.
E tolera-se isto, e applaude-se d
’
islo!
A que
tempos chegamos!
Jornal
«lao Damas. —
Recebemos
O
n.°
150
do
Jornal
das
Damas,
a
mais
an
tiga das
publicações
porluguezas
de
mo
das.
Contém
uma
desenvolvida
revista
das
ultimas
modas
e
alguns
artigos
líttera-
rios.
Asylo «le D. Pedro V.—
Esteve
an
te-b
ontem aberto
ao
publico
o
edifício
do
Asylo
de
D.
Pedro
V,
que
foi
visitado
por
innuineras
pessoas.
O
aceio e boa
ordem
que
se
notam
n’esle
pio
estabelecimento,
são
superio
trada
na cadeia
da referida
villa
na
tar
de
de
22,
em
que
chegara
do
Porto
aon
de
a
foi
buscar
um
otlicial
da
adminis
tração:
foi
no
dia
seguinte
entregue
ao
po
der
judiciário.
—
Ha
dias
appareceu
afogado
na
fre
guezia
de
Arentim,
d’
este
concelho,
um
homem
da
freguezia
de
Martim.
do
con
celho
de
Bracellos,
por
nome
Manoel
Mar
tins,
viuvo.
—
Para
o
lugar
de
amanuense
da
admi
nistração
do concelho
de
Ponte
do Lima,
vago
pela exoneração concedida ao
snr.
Antonio
José
Alves,
hoje
tabellião priva
tivo
na
comarca
de Vianna
do
Castello,
foi
nomeado
o snr.
Alexandre
José
Gon-
çílves, que
foi
escrivão
e
tabellião
aju
dante
n
’aquella comarca.
—
Falleceu
ha
dias
em Ponte
do
Lima,
a mãe
do snr.
Nicolau
José
Ferreira,
com
a
avançada
idade
de
87
annos.
—
O
preço
dos
cereaes
no
mercado
de
Ponte
do
Lima,
foi
o
seguinte:
Trigo
800
—
Milho
amarello
540
—Milho
branco
550—
Centeio
500
—
Feijão
branco
930—
Feijão
vermelho
700—
Feijão
rajado
600
—
Feijão
fradinho
480—
Batata 550
—
O
azeite
por
almude,
esteve
a
5$75O
reis
—
e
o
vinho verde regulou por 2$400
a
3$000
reis.
Um
jesMíta !...—O
jornal francez
«L
’
Union
de
Vaucluse»
dá
a
noticia
de
que
o
revd
0 padre
José
Chrélien
Henry,
missionário
jesuíta
ha
28
annos
no
monte
Líbano,
acaba
d*
abrir
no
Cairo
(Egyplo)
um
estabelecimento
de
educação
destinado
a
ser
um
dia
uma
Universidade.
Deva! lição
no Pnraguay.—
Rio
de
Janeiro,
12
de
junho, á 1
hora
e
40
mi
nutos
da
tarde.—Acaba
de
chegar a
no
ticia
de
ter
rebentado
uma
revolução
no
Paraguay,
dirigida
por Godoy, que
á frente
dos
revolucionários
apossou
se
da
capital,
depoz
o
presidente
Barreiros
e
tomou
o
logar d
’
esle.
A
Califórnia
na
Eurspa.—
E
’
se-
guramenle
uma
outra
Califórnia
a Fin
lândia,
aliás
modesta
em
tudo
o
mais.
Desde
1870
que
alli
são exploradas
mi
nas
de ouro
no
valle
de
Ivalo, que
pro
duziram
alé
1877
a
somma
total
de 220
kilos
d
’aquel!e
me
al
Cura
da eegueír».—’As
folhas
ame
ricanas
narram
a
cura da
catarata
por
meio
da
applicação
da
electricidade.
O
dr.
VVilliam
Neftel, de
New
York,
sujeitou
o
paciente,
uma
velha
senhora
de
63
annos,
com
catarata incipiente,
a
repetidas
applicações
de
electricidade
na
visinhança
do
olho
doente,
com
tal
feli
cidade.
que a
cataiata
desapparecéu.
Conspiração.
—
O dr.
Wied
‘e, preso
em
Milão
e
accusado
de
conspirar
contra
Humberto
e
a
rainha
Vicloria,
duranle a
permanência
d
’
esta
em
Baveno,
foi con
duzido a
Nápoles.
Despaeh»»
eccleaiantieos.—
Por
decretos
de
29
de
maio, e
11
e
14
de
junho, etlectnaram-se
os
seguintes:
O
presbytero
Joaquim Airtonio de
Oli
veira
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
João
Baptista
e
Santa
Justa
de
Santa
Cruz,
da
cidade de
Coimbra..
O
presbytero
José
Luiz
Lage,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Lonreeço
de
Azei-
tão, diocese de
Lisboa
—
apresentado na
egreja
parochial
de S.
Sebastião
da
cida
de
Setúbal,
da
mesma
diocese.
Cwtastropi»®.
—
A
procissão do
Cor
po
de
Deus
em
Nápoles
foi
assignalada
por
uma horrível
catastrophe.
A
procis
são-
seguia,
segundo
o costhme; da ca-
thedral
de
S.
GenarO
para
a
egreja
de
Santa
Clara,
onde se
guardam
os
restos
mórlaes
da
casa
real
das
Duas
Sicilias,
No
palacio
dos
duques
de
Saugro
reu
nira-se
a
primeira
aristocracia
napolitana.
A
duqueza
de
Saugro
com suas
filhas,
as
duqtiezas
de Marliha
e
de Bagnoli
e
outras
senhoras,
occupavam
uma das
varandas
do segundo
andar.
A
’
meia
hora
passava a
procissão.
A
essa
hora desmoronou
se
o
pavimento
da
varanda
sobre
a
do
primeiro
andar.
Ga
bei
de
Medieis,
duqueza
de
Saugro,
des
penhou-se
com
suas íiliias,
depois
de ba
ter
com
o
corpo
na varanda
inferior.
Um
brado
de horror partiu
da mui'
tidão.
Ficaram
feridas
e
contusas
muitas
pessoas.
Isabel
de
Medieis
stíccunibiu
mo
mentos
depois.
Suas
filhas
escaparam.
A zagaia.
—
Os
telegrammos
que
dão
conta
da
morte
do
principe
imperial,
di
zem
que
elle
foi ferido por
dezesete
gol
pes
de
zagaia.
A
zagaia,
de
que
estão
armados
os
zulus,
é uma
arma
lerrivel,
quando
empregada
para
ferir
o
inimigo
a
pouca
distancia.
’
E’
um
dardo, ordina
riamente
envenenado
por
meio
de
sucos
de
vegetaes
venenosos.
Lançada
por
mãos
vigorosas
a alguns
metros,
o
ferro
rasga
as
carnes,
e
penetra
e
crava-se
profun
damente
na
parte
do
corpo
que
alcança.
A
zagaia
é uma
arma
primitiva.
Usam-
n
’
a
todas
as tribus
selvagens
da
África
e
das
ilhas
do
Grande
Oceano.
Na oc-
caSjão
da
expedição da
Abyssinia,
as tro
nas
inglezas
encontraram
em
numerosas
emboscadas
os guerreiros
armados
de
za
gaias,
dos
quaes
triumpharam
facilmente
c0(U
armas
de
fogo.
<Ha
tres
coisas
de
que
o
negro
se
lembra
sempre,
diz
Chateaubriand:
a
caba-
na,
a
zagaia
e
a
bananeira».
Zagaia
é
um
termo
de
origem
hes-
panhola.
Hevoluçffo
no Rio
de Janeiro.
—
Por
telegramma
enviado
da
capital
do
Brazil consta
haver
alli
rebentado
uma
re
volução
contra
o
governo
d'aquelle
impé
rio.
AgooK alcalino-ferreo-gnzozas
da
Quinta do Bem Mande, no
eon-
eelho
de
Vilia
Flor.—
0
ex.
mo
snr.
Joaquim dos Santos
Silva,
chefe
do
la
boratório
chimico
da
Universidade
de
Coim
bra,
acaba
de
regressar
a
sua
casa,
da
digressão
que
fez
á
província
de
Traz-os-
Monles,
onde foi
passar
alguns
dias
na
Quinta
de
Bem
Sande,
na
Villariça,
afim
de
fazer
os
primeiros
ensaios
analylicos
das
agoas
mineraes
exploradas
na
mesma
Quinta.
S.
exc.", que
é
um
dos
primeiros
analyslas
d
’
aguas
mineraes
em
Portugal,
parece
que
voltou
satisfeito
com
os
seus
trabalhos,
que
vae uliimar
no
laboralorio
da Universidade.
Durante
a
sua
estada
alli,
deixou
mui
to
penhorado
o
snr.
Malheiro
e
familia,
pelo
seu
tino
tracto
e
maneiras
delicadas.
» •
*
Notieins
dívergas.—
O
mundo
fi
nanceiro
soffreu ba
pouco
um
grande
aba
lo.
em virtude dos boatos de perturba
ções
que
tiveram
logar
na
fronteira
da
Áustria
e
ílalia,
e
das
complicações
que
essas
perturbações
poderiam
accarretar
ás
duas
potências.
Chegou-se
a
fallar d’
uma
concentração
de
tropas
italianas.
Até
agora,
porém,
nada
veio
confirmar similhantes
boatos.
—
Um
despacho
de Constantinopla,
nn-
nuncia
que
a
evacuação
da
Romelia
está
quasi
effectuada
e
que
apenas
existem
5:000
entre
Bourgas
e
Varne
—
As
ultimas
noticias
de
Berlim
assi-
gnalam
novos
manejos
socialistas
n’
esta
cidade.
Receiou-se,
ha pouco,
qne
se
perpe
trasse
novo
attentado
contra
o
impera
dor.
A
policia
tomou
durante
alguns
dias,
as
mais
rigorosas
medidas.
O
imperador
não foi
ao
templo
na
sua
sege
de
gala,
mas
entrou
n
’
uma
de
aspecto
muito
modesto
e seguiu
um tra-
jecto
extravagante
e
differenle do
annun-
ciado
no
programma.
No
regresso ao pa-
lacio.
entrou na
sege
de
gala
e
observou
no
caminho
o
programma,
illudindo
a
multidão
que
se
linha
agglomerado
nos
locaes
por onde
primeiro atravessara.
E
’
notável!
—
Na
Rússia
as
medidas
de
rigor
con
tra
os
socialistas
tomam
uma
feição
hor
rivelmente
barbara
e
cruel em
todos
os
pontos
do
império.
—
Nos
círculos
políticos de
Madrid,
falia-se
novamente
do projecto
de
casa
mento
do
nino
Affonso
com
a
archidu-
queza Maria
Chrislina.
Diz-se
mesmo
pro
vável
uma
excursão
do
rei a
Biarrilz,
caso
a
archiduqueza
viesse
ahi com
sua mãe.
—
As
ultimas
noticias
de
Tanger
as
seguram
que o
imperador
de
Manous
aca
bou
de
submeller
as
tribus
Berheres
da
província
de Tedlá,
que
ha
muitos
annos
se
achavam
em estado
de
sublevação.
Fo
ram
pregadas nas
muralhas
de Robak
trin
ta
cabeças
dos
principaes
rebeldes,
para
mttmidar
outras
tribus
que recusam
sub-
metter-se.
—Os
ministros
da
rainha
Victoria,
nu
merosas
notabilidades,
membros
do
corpo
diplomático
e
da
casa
real
e
a
própria
rainha
foram visitara imperatriz Eugenia.
I?nora-se
ainda
se
o mallograçL
príncipe
deixou
testamento.
—
Em
França
continua
a
guerra ás
procissões, e.
leem-se
coínmetlido á
luz
do
dia,
no
meio
das
ruas
d
?al»umas cidades,
grandes
aiienlados
e
sacrílegas
irreverên
cias.
—No
dia 26 de
junho
celebram-sè
e
^
e
quias
por
alma
do desventurado
prin-
Ç'Pe
Napoleão,
na
egreja
de
Santo
Agos-
ln"o
em Paris.
—
Na
corrompida
cidade
de
Marselha,
®
n
de
foi
muita sentida
a
morte tragica
0
principe
Nipoleão;
ha
!
dous
dias
que
as
auctoridades tem consentido
que
se
deixe
vender
pelas
ruas impressos
em
que
se
ultraja
da
maneira
mais
soez
e
grosseira
a
memória
d
’
aquelle
príncipe.
Um
grupo de
legitimistas
indignados
com
tal
tolerância
fizeram
cessar
o
escandalo,
que
tinha
tomado
uma feição
simplesmen
te
infame.
A
’
earidade publiea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas carita
tivas
Leonardo da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penúria
é
extremamente
dolo
roso.
Pedimos
que pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A*
earidade publiea.—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do
peito
ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha impossibilitada
para
ga
nhar
a
vida
Vive
em extrema pobreza.
Habita
no sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
S.
Miguel-o
Anjo.
UETtn.Aâ
NOTICIAS
Lisboa
28.—
«Diário»
—
Apresentado
o
presbylero
Antonio
Mendes
d
’
Abreu
em
Bobadella, diocese
de
Coimbra.
Declarado
sem
effeito
o
decreto
apre
sentando
Francisco
Mendes
Barata
na egre
ja
de
Vinhaes
o
Velho,
diocese
da
Guarda.
O
snr.
Eduardo
José
Coelho,
juiz
de
Mangualde,
foi
collocado
no
quadro
da
magistratura
sem
exercício
por
ter
sido
nomeado
governador
civil
de Bragança.
Carta
de
lei
declarando
livre
a
indus
tria
da
polvora.
Decreto
acabando
com
as
gratificações,
excepto
as
determinadas
por
lei
e des-
criptas
no
orçamento.
Na Bolsa
venderam-se
25 obrigações
do
cammho
de
ferro
do
Minho
a
88$
100;
20
ditas
de
coupons
a
885200;
17
con
tos
em inscripções
a
51;
6
ditos
a
50,91;
6
ditos a
50,93;
6
ditos
a
50,85;
5
ditos
a
50,93
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
14:703^691
rs.
Londres
26.
—
Um
telegramma
offícial
expedido
de Constantinopla
annuncía
que
o sultão
assignou
um
decreto
destituindo
o
khediva
do
Egypto
e
nomeando
em
seu
logar
o
príncipe
Nahamede
Tevvíik.
Noticias
do Cairo confirmam
a
abdi
cação
do khediva.
O
seu
successor
foi
proclamado
hoje.
Dizem
de
Chislchurst
que
o
estado
da
ex
imperatriz
inspira
sérios
receios
ás
pes
soas
que
a
cercam.
Paris
26.
—
Na
camara
dos
deputados,
o
republicano
Lamy combateu
em
nome
da
liberdade os projectos do
snr.
Ferry.
Paris
27. —
A
Porta
aproveitando
a
mudança
que
houve no
Egypto,
vae
re
tirar
do
novo
khediva
o
direito
de
tratar
com
as
potências
e
fixar
o
effectivo
do
exercito
do
Egypto.
Londres
27.
—
O
«Morning
Post»
diz
que
a
Rnssia
busca
entender-se
com
a
Porta
para
abolir
as
clausulas
odiosas
do
tratado
de
Berlim.
A
Rússia
queria
uma
coalisão
da
Rnssia, Turquia
e
França,
no
Oriente,
contra
a
Inglaterra,
Allemanha
e
Áustria.
ItliCLAMOS
SAttflE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha de
saúde,
BE
VAUESC3È
SE
DL
BARRY
de
Londres.
30
wraBK»»
d’
invariável
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gastrica,
gastralgias,
flegmas, arro
ios,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca, pi-
luitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intesti
nal,,
bexigas,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
de
bilidades,
todas as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
dos bronchios,
da
be
xiga,
do
fígado, dos
rins,
dos
intestinos, da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
<ie
Pluskow
e
da
exm.a
snr.a
mar-
queza
de
firehan,
da
w.a
duqueza
de Cas-
tlestoard,
do
Lord
Stuard
de Decies,
par
dlnglaterra,
do
do-Ulor
e'
professor
Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
48:614.
-A
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
de
sete
annos de
doença
do
fígado,
d
’
estomago,
emmagrecimento,
pal
pitações
nervosas
em
todo
o corpo,
agita
ção nervosa
e tristeza
mortal.
Cura
n.°
62:986.
—
M'
e
Martin,
de
sup-
pressão
da
menstruação
e
dança de São
Guido,
declarada
incurável,
perfeitamente
curada
pela
Kevalescière.
Cura
n.°
65:112.
—E.
Payard,
de
gas-
tralgia
e
vomitos.
Não
podia
suster-se de
pé,
nem dormir, tendo sempre a cavida
de
do
estomago
intumecida.
Cura
n.°
62:845.—
M.
Boillet,
cura,
de
36
annos de asthma
com
suffocações du
rante
a
noite.
Cura
n.°
70:421.
—
M.
A.
Spadaro, de
uma
constipação
obstinada
de nove
annos.
Era
terrível,
e
distinctos
médicos
tinham
declarado
que
não
havia meio
de
cu-
ral-a.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo.
500
;
de^j
kilo
800
rs
;
de um
kilo, l$400
reis;
de
2
*/.
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12$00Ó
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Sfcovaleaeière
elaeeolatada ç
ella res-
tnue
o
appettite.
digestão,
somno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
maií
que
a
carne,
e que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus, em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas, 500
reis
;
de
24 cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1$400
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
1)5
BAKȴ
«fe
C.a
LIMITED.-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miúdo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Banal
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12
—
Por-
«o,
J.
de Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.
=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Cosla-
pharm.
—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pbarm.,
Largo
da
Ponte.
—
síraga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.—
Viann»
do
C«
ii
-
tellw, Affonso drog., rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua
grande,
140.
—
GuUuarSsii, A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, .1.
da
bilva, drog.;
Rua
da
Rainha,
29
e
33.
—
PennSel.
•Miranda,
pharm.
—
Porto
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Dmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J. R, de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pbarm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.a
,
drogs..
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Sal,<ado,
Pharmacia
Central,
Rua de
San
to
Antonio,
225 a
227.—
JPonte
do
14-
m».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Varizíen,
P.
Machado
de
Oliveira,
pfiarma.
—
Valença
d»
Minhe,
Francisco
José de
Sousa, pharm.—
Villa
de
C<mde, A.
L. Maia
Torr
s
pharm.
ANNUNC10S
CASAS
z.,
Arrendam-se
duas, na
rua
das
■
Aguas
n.°
s
100 e
101.
Tem
bons
.ícSám
cotnmodos.
Tratam-se
na
rua
de
S.
Vicente
n.°
56.
(2475)
CONTRIBUIÇÃO INDUSTRIAL
Acha-se
em
reclamação
até
ao
dia
4
de julho proximo
futuro a
matriz
da
con
tribuição industrial do
corrente
anno,
e
cujas
notas se
achara
em poder
dos
res-
pectivos
regedores
de
parochia.
(2474)
No
largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’esta
cidade,
duas
moradas
de casas
construí
das
de
novo;
tracta-se
com Antonio
Sil-
verio de
Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
Antonio
Lobo
de
Sousa
Carvalho, na
tural
de
Cabeceiras de
Basto,
e
residente
na
rua
de S.
Marcos,
d
’esta
cidade,
de
clara,
para
todos
os
efleitos,
que não
paga divida alguma
que
seus
filhos
te
nham
contraído
até
hoje
ou
a
que
por
ventura
contraiam
de
ora
em
diante.
Braga, 21
de junho de
1879.
(2473)
ED1TO8 DE 30 DIAS.
Pelo
juiso
de
direito d
’esta
cidade
e
comarca
de
Braga e
cartorio
do
escrivão
abaixo assignado,
correm
éditos
de
30
dias,
citando,
chamando
e
requerendo
to
das
as
pessoas
incertas
e
quaesquer
cre
dores
ou
legatários
desconhecidos
ou
re
sidentes
fóra da
comarca,
que
se
julguem
com
algum
direito
ao
casal
do
finado
José
Martins
d
’
Araujo
Ponlevedra.
viuvo,
mo
rador
que foi
na
rua
de
S.
Sebastião,
d
’
esta
cidade,
para
que
fiquém
scientes
de
que
se anda
procedendo a
inventario
de
menores,
e venham
n
’aquelle
praso,
que
correrá
na
fórma
da
lei,
deduzir e
allegar
seus
direitos,
assistindo
aos
ler
mos do inventario, sob
pena
de
revelia
e
lançamento.
Braga
8
de
Maio
de
1879
e
nove.
O
Escrivão
do
4.°
officio
Gaspar
Augusto
d
’
Oliveira
Faria
Bastos.
Verifiquei
a
exactidão.
(2472)
A.
Carneiro
de
Sampaio.
ARRENDA-SE
Uma
casa
na
rua
da
Boa-
^
’
s
'
a
n,
° ^6’
lem
b°
ns
com-
modos,
quintal,
agua
limpa
com pia para
lavar
roupa,
tirada
por
bomba
de
ferro.
Para
tratar
na
mesma
rua
n.°
113.
(2470)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
conecta
e
muito augmenlada
com
novas orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas poslerior-
meple
á ultima
Raccolla.
Com approvaçào
de
S.
Exc.A
Revm.
9,
o
Snr.
D. Joao
Chrysostomo d
’
Ainorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro,
rua do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de Lisboa.
Preço=160
em brochura,
e
240
enca
dernado.
BILHETES DÊ
VISITA
COM NITIDEZ E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de
por
te
sera
augmento
de
preço.
APPAKWIO «fc MALHEIRO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400, 420 e
440
rs.
27,
Praça
do Barão
de S.
Martinho,
27
Com
capas
de
marfim, Ébano,
madre
pérola,
massa
e veludo.
97,
Prnça do
Rarno de S. Marti
nho, 9 7
APPAIUCIO
&
HAL»O
CASA
Arrenda-se
uma
na rua
de S.
Geraldo
n.°
18.
Trata
se
no
cam
po
de
SanUAnna,
n.b
68
(2298)
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia
fabril SINGER
19
—rua de
S. Vicente
—19
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece e que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
383:81»
machinas
de
costura!!!
mais
«O:i«e
que
em
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende
as suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
SOO reis
semanars
sem
prestação
de entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
promplo
paga-
rafento.
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
c
sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos o publico que te
nha
todo
o cuidado para
não
ser
enganado
com as
machinas
imitações, como algumas pes
soas,
por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SINGER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL
SINGER
17, RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos illuslrados
com
lista
de
preços, que
se
enviarão GRÁTIS.
(2443)
ARRENDAM-SE
Tres
moradas
de
casas
de
dous
anl
dares,
construídas
de
novo,
com
quinta-
e agua, sitas
na
rua
de
S.
Geraldo
n.
os
18,
20
e
22.
Para
ver
e
tractar
na
mesma
rua
n.°
17.
(2466)
Fabrica de papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria
llracarenae
—27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
Empreza
editora de
Francisco Arlliur da
Silva
—Lisboa.
BK1A2.E
V
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTOKIA
USIVIIISAL
POR
Ce*nr Cantil
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a noticia
dos
factos
mais notáveis
relativos
a PORTUGAL
2 BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza
de
1867 e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Manoel
Bernardes
Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e latina,
etc.
2.*
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes in-l.° graade.
0
editor
proprietário
d
’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
coinpre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar um
13.°
volume
para
que
esta
2.a
edição
da
HISTORIA UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
oíferecer aos
snrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza e áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BRLVBE
o
dreimo
terceiro volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e remissi
vo
de
toda a
Historia
Universal,
servindo
para a
procura
dos
factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que figuram
na historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos occor-
ridos
desde
1851
até
1879, escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
la,
e accrescenlados na
parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
20$600
reis fortes
Encadernada
.
. .
27$000
»
»
Para
facilitar
a
aequisição
d’esta
tão
importante
obra
ás pessoas menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de ;uma
só
vez, o
editor
deliberou conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada folha
de
16
paginas
a duas
colurn-
nas, 50 rs.—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura, 140
rs.
—
Cada
fascículo
de 80
paginas
e
1
gravura, 290 rs.
CADA
VOLUME:
!.°
vol. br. orn.
de
9
grav.
1$870
2.°
>
D
>
» 6
»
1
$665
3.°
>
>
.
7
5)
M605
4.°
>
n
>
»
5
’
*
»
M525
5.°
>
•
»
6
1$615
6.°
>
»
6
1$69O
7.o
>
í
»
6
&
1^640
8
0
B
»
»
»
6
D
1$615
9.°
B
*
>
»
6
1$565
10.°
>
8
6
>
M615
1^610
11.
>
fi
o
12.°
>
»
>
i>
6
1$815
13.
.0 K
ULTIMO, ornado
de 6
gravu-
S;
ras,
brinde
a
todos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81 gravuras
de que consta a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1
a
7.
Este decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os assignantes
leem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e poder receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:—
A
assignatura
póde fazer-se
)or
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
O
nssignante
receberá
uma
entrega
de
duas
Tolhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcadas
pagando
an
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—
A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes. O
assignante
receberá o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
-alisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
vailes
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ AS-
S1GNATURAS
REAl.lSAVEIS
terão UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
direclamenle
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor—
rua
dos Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria Internacional de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco Artliur da Silva—editar
72,
rua dos Douradores,
72
—
LISBOA.
Fabrica
a
vapor
de
fundição
ferro
e
metaes
Travessa
de 8.
João—
Braga.
N’esta
fabrica,
única
na
provincia
do
Minho, fabrica-se toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de
metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
com
as
fabricas
de igual
genero
do
Porto e
outras
loca
lidades, pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de
todos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços
que possam
ser
encontra
dos no
Porto.
N'esta fabrica fundem-se
peças
de
pezo
de
5:000 kiios
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me-
zas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para jardins,
bombas
de
qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos, grades
para sacadas ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prensas
para
copia
dores, fuzos
de novo systema
para
la
gares, ferros
para
alfaiates e chapelleiros
tapetes
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de todos
os
tamanhos.
Além d
’estas
obras,
que
ha
feito,
toma
encommendas
para
todas
que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço ou
metal.
Também
concerta todas
as obras
d
’
este
genero
principalmente
bombas
de
poços.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
V
ende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sailas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em 80
reis
a
peça.
Vende
olio,
tintas e
vernizes para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito resu
midos.
&
Vende cimento roma-
S
no
para
vedar
aguas,
ges-
so
para
estuques
de
ca-
S
sas,
tudo
de primeira
qua- Lj
A
APPARIÇÃO
DE
N.
SENHORA DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se no escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço.
...
30
reis.
DINHEIRO A JURO
A
confraria
de Santo
Antonio
da
p
ra
.
ça
Municipal
tem
65(1^000
reis
para
tnu'
tuar,
a
5
P-
(2461)
VENDE-SE
a
casd
da
rua
do
An.
jo
n.°
II
e
11
A.
Quem
a
pre
,
--■oes*
tenter
dirija-se
á
rua
de
D.
p
e(
)
0
V
n.° 1.
(2423)
Caixa
penhorista Braearenae
Travesaa
de D.
Gualdim d’e«ta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde as
8
horas
da manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
lodos
os
mutuários
que
tj.
verem
objeetos
empenhados
na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
QUINZE
MINUTGS~~
Devoção
muito agradavel
e
util p3ra
ser
recitada
em
presença
do
SS.
Sacra-
mento,
e
com
especialidade
no
mez de
junho,
dedicado
ao
Santíssimo
Coração
de
Jesus.
Vende-se
no
escriptorio da
Typogra-
phia
Lusitana, em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
4.
Preço.
...
10
reis.
AOS PROPRIETÁRIOS DOS
HOTEÍ
s
T
HOSPEDARIAS
Na
Typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
vende-se participações
das
que
as
hospedarias
tem
obrigação
de
entregar
to
dos
os
dias na
repartição
policial,
e se
gundo
o
modelo
do
regulamento
das
hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600
rs.
Avulso
10
rs.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em consideração
a
avulladissíma
despeza
que
está
custan
do o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de S.
Marcos,
empenha
n’
este
acto
de
caridade
a devoção
de
seus
concidadãos.
O escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Remardes.
UIHSI
M
UM
DO
ALTO
DOURO
»A
CASA J»E VII
í
I
í
A
POUCA
RUA
DO SOUTO
N.° 15
—
Braga.
N
’este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
»
>
»
.
190
»
Lagrima
.................................
200
»
Branco
de
meza
...................
210
»
tinto
de
meza
fino.
...
240
»
de
prova
secca................... 300
o
Malvasia
de
2.
a
............................
360
»
»
velho
....................................
400
»
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
8
Roncão......................................... 700
>
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
para
meza
60
e
80,
o
quartilho tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza e
boa
qualidade de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
Ceremontal
segundo
o
rito
Romano
que
deve
observar-se
na
Tercia
e
missa
conventual cantada na
capella
do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbylero
JOÃO
REBELLO
CARDOSO
DE
MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
e
no
escriptorio
d
’este
jornal.
Preço.................................
120
rs.
.
i
'■
__Bg
RESPONSÁVEL
—Luiz Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
