comerciominho_26061879_951.xml
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-
FOLHA
íi’O^IT8<L%. >S
BEDACTORES
—D. Miguel
Sotto-Mayor e Dr.
Custodio Velloso.—-DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
jggSW&lS™
7.° ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.................................... 1&600
»
6
»
...............................
Correspondências
parlic. cada
linha
Annuncios
cada linha........................
Repetirão...........................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
AS TERÇAS, QUIETAS
E
SAGRADOS.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Províncias,
12 mezes.............................. 2&000
»
6
».............................. 1^050
»
sendo
duas assignaturas 3^600
Brazil, 12
mezes,
moeda forte. . 3&600
Folha
avulso...................................... 10
N.°
951
j
O
A
O-
A
QUINTA-FEIRA 26
DE
JUNHO DE 1879
EDITAL
D.
Manoel
Martins
Alves
Novaes,
Deão
da
Sé
Primaz,
Reitor
do
Seminário
Con
ciliar
de
S.
Pedro,
Commendador
da
Ordem
de
Nossa
Senhora
da
Conceição
de
Villa
Viçosa e
encarregado
do
des
pacho
no
impedimento
do
Exc.
mQ
e
Rev.
mo
Senhor
Arcebispo
Primaz.
Faço
saber,
que,
achando-se
por
mercê
da Divina
Providencia,
em
plena
conva
lescença
o
Exc.
mo
e
Revd.
rau
Senhor
Ar
cebispo Primaz,
apoz
a
grave enfermidade
que acaba
de
soflrer,
tem
o
mesmo
Exc.
m
°
e
Revd
1110
Senhor
deliberado
fazer,
aju-
dando-o
Deus
nosso
Senhor,
uma
Orde
nação
geral,
conferindo
Ordens
Menores
no dia
14
de
setembro
do
presente
anno
e
Maiores
no
dia
20
do
mesmo
mez;
e
determinado o
seguinte:
1.
®
—
Os
exames
para
esta
Ordenação
serão
feitos
nos
dias
17,
18
e
J9
do
proximo
mez
de
julho
nas matérias
já
determinadas
e
na
fórma
do
estylo;
2.
9
—
Os
alumnos,
que
pretenderem
ha
bilitar
se,
deverão
apresentar
os
seus
re
querimentos
devidamente
documentados na
Secretaria
Particular
de
Sua
Exc a
Rev.
ma
até
ás 12
horas
do
dia
12
do
referido
mez
de
julho;
3. "
—
Todos
os
ordinandos
deverão
en
trar
para o Seminário
Conciliar
de
S.
Pe
dro
no dia 7
do
mez
de
setembro
até
ao
sol
posto;
no
qual
os
ordinandos
de
pres-
bylero
e
de
sub-diacono
terão
dez
dias
de
exercícios
espiriluaes,
e os
de
diácono
e
menores
seis
dias
dos
mesmos exercí
cios;
4.
°—
Os
processos
de habilitação
de
todos
os
ordinandos
deverão
ficar
concluí
dos
até ao
dia
6
do
mesmo
mez
de
se
tembro,
sem
o
que
não
poderão
ser
ad-
mittidos
aos
exercícios
espiriluaes;
5.
°
—
Devem
ser
julgados
de
execução
permanente,
emquanlo
se
não
mandar o
contrario,
as
disposições
da
Provisão
de
Sua
Exc.
a
Revd.ma
,
de
12
de
novembro
de
1879.
Braga,
23
de
junho
de
1879.
No
impedimento
de
Sua
Exc.
a
Revd.
‘na
,
D.
Manoel Martins
Alves Novaes.
---- --------------------------------
Um
joven
escriplor calholico
italiano
deu recentemente
á
luz
em Veneza
um
folheio
com o
titulo
de
—
Os
calholicos
e
as
eleições
políticas na
Jlalía—
em
que
mui
aliladamente
se
trata
a
grande
questão,
que
alli tem
preoccupado
os
ânimos
—
se
é
ou
não
conveniente
que
os
calholicos
concorram á
urna,
se
façam
eleger e
to
mem
assento
no
parlamento
italiano.
Encerra
o
referido
opusculo
muitas
e
mui
sensatas
reflexões
que,
sendo inspi
radas
pelas
circumstancias
especiaes,
em
que
se acha
a península
italica,
não
po
deriam applicar-se
inteiramCule
aos
outros
paize-.
Outras
ha porém
que,
de
um al
cance mais
generico,
não
podem
deixar
de
ser
bem
cabidas
em toda
a
parte
onde
°
liberalismo
predomina, mantendo
uma
Política
manifestamente
hostil
á Egreja
Catholica.
Tal
é
a passagem,
que
vamos trans
crever,
e
que
tem
por
fim
combater
a
falsa
ideia
d’
aquelles, que
julgam
empreza
possivel,
e
talvez
facil,
christianisar os
governos
liberaes,
e
reconstruir
a
socie
dade
sobre
uma
base
catholica,
conser
vando
as instituições
sabidas
do
seio
da
revolução!
Ha
infelizmente
enre
nós
quem
affa-
gue
tão
absurdo
pensamento.
Ha
quem,
a
despeito
de uma fatal experiencia de
quasi
meio
século,
ainda se
reveja
na
es
perança
de
vêr florecer
em
Portugal
o
Catholicismo
á
sombra
da
funesta
mance-
nilheira
da
Carta
e
dynastia
brazileiras;
e
attribuindo
a
paixão
política
a
nossa
re-
luclancia
em
admitiir
similhanle opinião,
forceje
por
arrastar
os
soldados
da
legi
timidade
a
pactuar
com
a
revolução
e
a
reconhecer
esses
monarchas,
que
—na
ins
pirada
phrase
do
vidente
de Palmos—
dé-
ram
o
seu
reino á
Besta,
d
’ella
recebe
ram
o
caracter,
e
com
ella
se
corrompe
ram
pondo-se
ao seu
serviço.
Pois
oiçam
estes
taes
as
palavras
do
illustre
escriplor
italiano,
e
convençam-se
—
se
isto
é
possivel
—
da
inanidade
das
suas
esperanças.
Sejam
lambem
essas
palavras
mais um
brado
de
alerta
a
alguém
dos nossos
cor
religionários,
que
se
tenha
deixado
illudir
pelos
discursos
vãos
de
quem,
fingindo
querer
a
religião
aífastada
da
política,
serve,
talvez
inconscientemente,
a
política
em
detrimento
da
religião.
Diz
pois
o alludido
escriplor:
«Não
se
deve confundir
o
Parlamen
tarismo
ou
instituições
liberaes
com
o
Constitucionalismo.
Por
«instituições libe
raes»
devem
entender-se
todas
aqtielias,
que são
animadas
pelo
espirito
do libe
ralismo,
o
qual
-entenda-se bera
—não
é
a
liberdade,
mas sim o
naturalismo
applica-
do
á
moral
publica
e
á
política.
Assim
o
systema
constitucional
póde
muito
bera
não
ser
liberal
n
’
aquelle
sentido.
E
a
prova
d’
isto é
que
o
grande S.
Thomaz
de
Aquino
indica o
governo
de
um
só,
coadjuvado
pela
participação
da
aristocra
cia
e
do
povo
na
administração
publica,
como
o
melhor
de
todos
os governos.
E
com
eíleito
as
antigas monarchias
christãs
eram
todas
constitucionaes;
lodos
conhecem
pela
simples
leitura
da
historia
que cousa
fosse
a
Dieta
do
sacro romano
Império,
os
Esiados
Geraes
na França,
os
Fueros na Hespanha (e
os
Tres
Esta
dos
em
Portugal).
A
própria Inglaterra
tinha
já
um
Par
lamento
antes
de
se
apartar
da
Egreja
Catholica. O
absolutismo era
cousa
des
conhecida
nos
paizes
calholicos; os
quaes
todos
se
regiam
por
uma
constituição,
que
obrigava não
menos
o
soberano
do
que
o
povo.
O
Protestantismo
resuscitou
o,
despotismo
pagão
dos
reis,
para
d
’
elle
se
servir
contra
a
Egreja.
A
revolução,
sua
filha
legitima,
parecendo-lhe
os
monarchas
já
inúteis
para
os
seus
fins,
quiz
descar
tar-se
d
’
elles;
mas,
como
o
despotismo
lhe
era
necessário,
transporlou-o
para
as
as
sembleias
políticas.
E
eis
aqui o
Parlamenta
rismo
moderno».
Assim succinta,
mas
claramente
ex
postas
a
origem
e
a
naluresa
do
systema
parlamentar,
o
auctor
passa
a
demonstrar
como
o
vicio
radical
d
este
systema
con
siste
em
que
as
assembleias
legislativas
representam
o
povo,
mas
só na
sua parte
defeituosa
e
nociva.
Conseguintemente
não
devemos
maravilhar-nos
de
que ellas
se
mostrem
geralmente
impotentes
para
fazer
o
bera,
pelo
menos
de
um
modo
perfeito
e duradouro,
ainda
mesmo onde
os
ca
lholicos
teem
conseguido
achar-se
em
maioria.
Quando
uma
planta é
de
sua natureza
venenosa,
inútil
se
tornam
todos
os
cui
dados
para
melhor-al-a.
Só convém
apph-
car-lhe
o
machado,
e
não
aos
ramos,
po
rém
á raiz.
E
quando
isto não
possa
ta-
zer-se,
a
prudência
aconselha que
se
dei
xe
secar
per
si
mesmi,
subtrahindo
lhe
todo
o alimento.
Não
pensam
assim, infelizmente, en
tre
nós
uns
certos
homens,
que
dizendo-
se
catholicos
sinceros
(e
longe de
nós
a
suspeita
de
que
não
o
sejam),
levam
as
suas
illusões
a
ponto
de
proporem
a
for
mação
de
um
partido
calholico
em
Por
tugal
com
um
programma,
cujo
principal
artigo
repelle
do
grémio
d’
esse
partido
to
dos
os
que
não professarem
o
systema
po
lítico
monarquico-represenlalivo,
represen
tado
pela dynastia
da
Senhora
D.
Maria
11,
de
saudosa
memória!....
E
a
par
d’estes
ha
ainda
outros,
que
julgam
corapletamente
indiflerenles
as
for
mas
de governo
para
a
vida
religiosa
dos
povos,
exforçando-se
porque
se
mantenha,
o
que
ahi
está—
essa
arvore
venenosa
—
na
louca
esperança de
que
bastam os
seus
mesquinhos
exforços
para
vir
a
mudar-lhe
um
dia a
sua
naluresa
nociva!
Que
pelo
menos
pos<a
aproveitar
a
estes
homens, de
boa
fé
talvez,
mas
cer
tamente
hostis
á
religião,
que
professam,
o
perdão
implorado
por
Christo
para
os
seus
inimigos:
Paler, dimille
illis,
nes-
ciunl
enim
quid
faciunt.
D.
M. S.
-------
Z
0"
——-
redaeção «Io «Conimereio do
Minho».
Londres,
11
de
Junho, 1819.
SUMMARIO.
III.
—
O
Cardeal
Newman,
sua
despe
dida
do
Pontífice, comêço da
sua
jorna
da,
regressando a
Inglaterra.
IV.
—
Conclusão
da
guerra
no Afghanis-
tan.
Continuação
da
Africana
com os
Zu-
lus.
(Conclusão)
III.
—O
cardeal
Newman
partiu final
mente
de
Roma,
de volta
para
Inglaterra,
na
quarta-feira,
5
do
corrente;
fazendo
uma
primeira
jornada
até
Leorne, onde
devia
parar
descançando
alguns
dias,
an
tes
de continuar a
viagem
para
Ingla
terra.
E
’
mui
notável,
com
effeito,
o inte
resse que por
toda
a
Europa
Catholica
se
tomou
na
nomeação
do
grande
e
excel
lente
homem
á
purpura
cardinalícia.
«Seria
diflicil»
(escrevia
ao Times, um
dia
d
’
estes,
o
seu
correspondente
em Ro
ma)
«o
descrever adequadamente
as in
variáveis
manifestações
de
benevolencia
e
affecluosa
consideração
que
o
Cardeal
tem
recebido,
começando
pelo
Papa, de
toda
a
gente,
desde
sua
chegada
a
Roma.»
Na
audiência
de
despedida
durou
a
conversação do
Santo
Padre
com
o
Car
deal
mais
de
meia
hora,
fallando
ora
em
Italiano,
ora
em
Latim.
Depois
foram
apresentados
também
ao
Pontífice
os
Pa
dres
do
Oratorio
que acompanharam da
Inglaterra
o
Dr.
Newmam.
Dirigiu-lhes
Sua
Santidade
algumas
benignas palavras,
e
disse-lhes
que tinham
grande
responsabi
lidade,
devendo
levar
e apresentar
são
e
salvo
em
Inglaterra
ao
Cardeal
Newman.
Que
tivera
grande
prazer
e
consolação
em
saber,
que
a
nomeação
do
Cardeal
Newman tinha
dado
gosto
ao
publico
Inglez;
e que
esse
prazer
e
consolação
tinham
duplicado
pelas
manifestações
una
nimes
que
o
Sacro
Collegio
lhe
tinha
in
dividualmente
expressado,
por
ter
acres
centado
ao
seu
numero
um
tão
illustre
personagem.
Na
véspera
de
sua partida de
Roma,
o
Cardeal
fez
longa
visita ao
Collegio
da
Propaganda,
onde
recebera
a
primeira
in
strucção
depois
de
sua
conversão
ao
Ca
tholicismo.
IV.
—
Aqui,
agora,
dos
dois
objectos
que
preoccupavam ultimamente
tanto
a
atlenção
e
interesse,
um
delles
obteve-
se
e
completou
se
á
satisfação do
publi
co,
e
do
Governo,
que
o
planeou
e
con
seguiu—não
direi
que foi á
satisfação
da
honra,
da
justiça
e
da
moralidade:
foi
o
negocio
do
Afghanislan.
Obteve-se
alli
o
tomar
virtualmente
ao
Estado
mais fraco,
os
pontos
e
defensas
que
lhe
podiam
servir a
elle
de
alguma
protecção
contra
o mais
forte.
Este
ulti
mo,
apoderando-se
assim
da
propriedade
alheia,
deu
ao
acto
um nome
brilhante,
que foi
chamar-lhe
a
aequisição
de
«uma
fronteira
scientitica».
No
papel
satírico
Funay
Folks,
onde,
sem
muitas
pretenções
ha na verdade
muitíssimo
talento
artístico
resume-se
o
negocio
do Afghanistan
a esta
repre
sentação:
—
O
Imperador da
Rússia
na
fi
gura
de
um
guerreiro
forte
e
robusto
ar
mado, diante
de
uma
porta
bem
cha
peada
de
ferro,
aleriolhada
com
grossos
ferrolhos,
e
um
enorme
cadeado,
com a
legenda
dirigida
ao
guerreiro:
—
Está
fe
chada.
»
A
’
esquerda
avista-se
em
distancia
Lord
Beaconsfield,
offerecendo,
de joelho em
terra,
urna grande
chave
á
Senhora
Bri-
tania,
e
dizendo-lhe
que
está
bem fecha
da
a
porta
(da
índia).
O
outro
assumpto
que
preoccupa
o
publico
não
é
por ora
tão
agradavel;
é
a
guerra
dos
Zulus,
que
offerece
ainda
suas
diíliculdades,
e
promelte
custar
ainda
considerável
preço
em
dinheiro
e
sangue,
antes
que
aquella
portaria
seja
tragada
par
este
nunca-farlo
Leopardo.
A. R.
SARAIVA.
Liahe-o, 21 «le
junho lfe?O.
(Do
nosso correspondente)
Posso,
talvez,
sem
receio
de
errar,
as
severar-vos,
que
o
nobre
partido
legiti-
mista,
entrará
na lucta
eleitoral,
que não
vem
muito
longe,
nutrindo
bem
funda
das esperanças
de
que
se
fará
represen
tar
na camara
electiva.
Não
move
os
legilimislas,
certamente,
o
desejo
de
conquistarem,
para
alguns
dos
seus,
mais
do
que
a
gloria
de con
tribuírem
com suas
luzes,
e
voto
para
o
bem
geral;
pois
nenhum
realista
deixa
de
aspirar
á
regeneração
da
patria.
Mas,
hão
de
todos,
no caminho
da
urna, mos
trar
ás
escolas
contrarias,
que
não
sa
bem
immolar
a probidade
ás
conveniên
cias,
ainda
de
maior momento;
que
os
dictames
da
honra,
e
da lealdade
serão,
como
teem
sido sempre,
acima
de
tudo
attendidos.
Dizem-me
que
Pinto
Coelho
não
quer
tomar
assento
na futura
camara.
Não
o
posso
louvar,
porque o referido
distinctis-
simo
jurisconsulto,
a
quem
alludo,
sente,
sem
duvida,
que
a
sua
ausência
difficil-
mente
póde
ser
compensada.
São
quasi
sem
numero
as
gratificações
illegaes,
com que
a
defuncta
e
ominosa
regeneração
engordava
a
algibeira
dos
seus
mais
queridos
afilhados.
O
«Diário
do
Governo»
já
tem
de
nunciado
algumas,
e
todas
mais
ou
menos
escandalosas.
Só
aos
empregados
da
fazen
da
gratificava o thesouro
com
107:000^000
e
tantos!
Ainda
não
appareceu,
depois
do
de-
vorismo
de
1834,
corrilho
tão
esbanjador,
como
o
de
Fontes,
e
companhia.
Diz-me
pessoa
muito
sabedora
dos
negocios da
guerra,
pois
anda
com
as
mãos
na
missa,
que
o respectivo minis
tro
pensa em
formar
tres
grandes
corpos
de
exercito,
direita,
esquerda
e
centro.
Observei
que
isso
iria
augmenlar
a
despeza, e
respondeu-se-me
que,
ao
con
trario,
ella
diminuiria.
Só
vendo.
Não
creio
na
elficacia
das medidas
liberaes,
com
quanto
esteja convencido
de que
es
tes
não são
tão
maus
corno
os
outros.
O
Casal
Ribeiro,
o legitimista d
’
outr
’
o-
ra,
vae
substituir o
Lobo
d'Avila
em
Ma
drid.
O
homem
não
é
granjola,
mas
lá
marcha
em
serviço
da situação.
Não
os
entendo.
Uma das
folhas
estrangeiras
diz
que
uma senhora
morta
ás mãos
do
carrasco,
em
Kieff
era
nada
menos
do
que
sobri
nha
de
Gortschakoíf,
chanceller,
como
sabem,
do
imperador
Alexandre.
A
infe
liz
era
nihilista,
isto
é,
liberal.
Foi
mudado
de corpo um
dos capi
tães
da
guarnição
de Btdem,
para
ser
collocado
no
logar
d
’elle o
capiião
D.
Gaslão,
que
fora
passado
a
infanteria
5
por
exigências
do
paço,
embora
indirectas.
O
referido
oílicial
é
progressista
e
agora,
que
está
no
seu tempo,
conseguiu
voltar
ao corpo onde
servira,
e
d’onde
sahira
com
muita
repugnância.
Esperam-se
mais
mudanças.
Muitos
hão
de
pescar
nas
aguas
turvas.
Encerráram-se
as côrtes, quinta-feira.
O
povo
não
apupou
os
paes da patria
no
momento
de abandonarem
as
suas
ca
deiras
de representantes
de
Antonio
Ma
ria,
porque
os
desprezava
muito
para
que
lhes
dirigisse
qualquer
phrase
mais,
ou
menos pungente.
Em
breves
dias
não
restará
da
cama
ra,
eleita
pelas
prepotências
dos
delega
dos
do
poder
finado,
senão
a
mais exe
cranda
memória.
Mas,
será melhor o
que vier?
O problema está,
segundo
creio,
re
solvido,
desde
que
a
eleição
tem
de
ser
feita
sob
a
maligna
influencia
revolucio
naria.
Posso
affoutamente predizel-o:
não
ha
verá
plena liberdade
de
voto.
A
republica
franceza vê-se
em
calças
pardas
com a
guerra
implacável,
que
lhe
move
o
bonapartismo.
Emquanto
os
outros
partidos
monar-
chicos
cruzam
os
braços,
ou se
entre-
teem
com
questões
de
lana
caprina,
con
correndo
com
as
suas
deploráveis
apathias,
e
dissensões
para
a
exislencia da
repu
blica,
isto
é,
para
os grandes males, que,
á
sombra
do
actual
governo
francez
’
a
no
bre patria
de
S.
Luiz
solfre,
o
bonapar-
tismó
dá
signaes
de
vida,
affronta
a
repu
blica
embora
de
um
modo
insolito,
e,
não
aberrando
do caminho
da
hypocrisia,
que
lhe
é
já
proverbial,
desenrola
o
labaro
catholico,
explorando,
com
certa
habilida
de,
os
sentimentos
religiosos do
povo fran
cez
Eu
não desejo,
de
certo,
que
os
ami
gos
de
Henrique
V
imitem os partidá
rios
do
filho
de
Luiz
Napoleão,
vestindo
a
sotaina
de
D.
Bazilio
para
chegarem
agua
ao
seu
moinho;
mas
quizera
que
lhes
fossem
pedir
uma
parte
da
energia,
que
teem,
para se não
limitarem
a alon
gar-os
olhos
para o
exilio,
como
se
de
lá
podesse
vir
alguém
sem
ser
chamado
pelos
de
casa!
A
snr.a D. Maria
Pia, seduzida
pelo
titulo
do
drama
os
Missionários, foi
ao
theatro
de
D.
Maria,
n
’
uma
das
ultimas
noites,
mal
pensando que
tinha
de
ouvir
mais
um insulto
á
Religião
catholica.
Foi
buscar
lã,
e voltou
.,
arrependidissima
de
lá ter
ido...
A
proposito;
os
festeiros
da
casa
real
ainda
estão á
espera
de
que
a
illuslre
esposa
do
snr.
D.
Luiz,
lhes
dè
dia
para
o
Te Deurn
na
egreja
dos
Jero-
nymos:
Sua
mageslade,
porém,
consla-me,
não
se
acha ainda
cm
estado
de
ir á
egreja.
Deus
a
restabeleça,
até
para
conten
tar
aquella
boa
e
devota
gente,
cuja
im
paciência
é indescriptivel.
Até
quarta-feira.
A.
.......
■'
■■l
"
■
—
—
■
hl
.
8
sr
lie
sí
«.
a«.
HYMNO
smà
(
versão
)
Salve,
ó
do
mar
Estrella,
De
Deus
Mãe Virginal;
Por
ti se
abrem
os
áditos
Da
estancia
divinal.
Deu-te
o
celeste
núncio
O
àve;
e
assim
ficaste
Mãe,
que da antiga
Eva
O
nome
transformaste.
Aos
réus
desata
os
ferros,
Aos cegos
traze
a
luz;
P
’
ra
longe
expelle
o
crime
Co
’a
mão,
que
o
bem produz.
Mostra
que
és
Mãe
benigna,
Faze
que
aos
filhos
teus
Perdôe
o
que é
teu
Filho,
E
que
é
Fiho
de
Deus.
O’
Virgem tão
piedosa,
E
cheia
t
de
brandura,
Desliga-nos
da culpa.
Dá-nos
ua
vida
pura.
Aponta-nos
a
estrada
Que
á
gloria
nos
conduz;
P
’
ra
que
possamos
todos
Unir
nos
a
Jesus.
Gloria
ao
Padre,
ao Filho
E
ao
Espirito
lambem;
Gloria
a
Deus
Trino
e
Uno
Por
todo
sempre.
Amen.
Junho
—
1879.
m
.
s.
UZETILHi
Contrailictorio.—
Sob
esta
epigra-
phe
diz
o
nosso
estimável
collega
a
«Palavra»,
que
o senador
Carnot,
que
em Paris
é
anti-clerical,
no municipio
de
Sainl-Quentiue
de
Chabannais fez
dom
á egreja
parochial
de
uma
magnifica
cruz,
que
será
collocada
no
ponto culminante
d’
aquelle
templo.—
«Ha
muito
d
’
isto
por
esse
mundo
fóra!
(observa
o
nosso
col
lega).
No
entretanto louvemos
a
parte
boa».
—
E
nós
tomaremos
a
liberdade
de
accrescentar,
porque
vem a
proposito,
que
não
só
nos
indivíduos,
como
também
nos
governos,
especialmente
nos
chamados
liberaes,
se
notam
muitas
d’
estas
contra-
dicções;
por
onde
se
prova
que
ma!
avi
sado
anda
todo
aquelle
que
—
como
o
snr.
C.
d’A.,
correspondente
da
«Palavra»
em
Madrid,—
confere
o
diploma
de
catholico
a
um governo
oú
situação
política
só
porque,
n
’
um
ou
n
’
outro
acto,
se
ha
mos
trado
favoravel
á
Egreja,
0
que
muitas
vezes
não
passa
de
simples
calculo poli
tico.
Se
um
tal
critério fosse
seguro,
leríamos
de
dar a Napoleão
III
um logar
fiislincto
entre
os
príncipes
amantes
da
Egreja;
e
todavia
é
bem diverso
0
con
ceito,
que
d
’elle
tem
de
fazer
a
historia
á
vista do
conjunclo
das
medidas
do
seu
governo,
e
mesmo
de
muitos
dos
seus
actos
pessoaes.
Talvez
um dia
tratemos
esle
assumpto
com
maior
desenvolvimento.
Festas «lo S. João.—
Foram
esplen
didos
os
festejos
populares
em
honra
d’
este
grande
Santo.
Em
nada
desmereceriam
do
esplendor
e
regosijo
dos do
anno passado,
se
não
fôra 0
desapontamento
produzido
pela
chuva,
que
principiou
a
cair
por
volta
das 2
horas
da
noute,
e
que
imprimiu
a
estas
expansões
e
folias
populares
um
certo
caracler
de
soturnidade.
Foi
agua
na
fervura.
No arraial
de
segunda-feira
em
S.
João
da
Ponte
notava-se
uma
concorrên
cia enorme
de
povo.
Reinava
grande
ani
mação
e
regosijo.
Tocavam
duas
bandas
de musica.
O
fogo
esteve excellente
e
a
illuminação vistosa e
brilhante.
Como a
chuva,
que
principiou
a
cair
na
noute
de
segunda
para
terça,
não
passou
d
’uma
pezada
orvalhada,
que
de
pois
amainou,
não
deixaram
de
ler
logar
n
’este dia
as
costumadas
procissões.
A
que
saiu
ás 5
e meia
da
tarde
levava
tres
andores,
um
coro
de pastoras
adean-
te
da
imagem
de
S.
João; seguia-se
a
communidade
dos orphãos
de
S.
Caetano,
e
numeroso clero. Fechava
0
préstito
uma
força
d
’
infanteria
8,
precedida
da
respe-
ctiva
banda
de musica.
Todo
0
vestuário
dos
pastores, das
pastoras,
dos
anginhos
e
do
rei
David,
era
do
acreditadissimo
armador
João
Baptista
Ribeiro,
da
rua
Nova de
Souza, d’
esta
cidade.
A
belleza
e 0 bom
gosto
com
que
lodos
se
apresentaram
ao
publico,
hon
ra
sobremaneira
este
cavalheiro, que
mais
uma
vez
confirmou
os
bons
créditos
de
que
goza.
Por
falta d
’espaço
não
damos
mais
es-
tensos
pormenores
como
desejávamos.
Eiesastre.—
Ante-honlem,
por
volta
das
cinco
horas
da
tarde,
desenfrearam na
rua
da
Sé
os
cavallos
d
’um
carro
freta
do pelo
snr.
José
Maria
Torres
Macha
do,
e,
tomando a
direcção
da
capella de
S.
Miguel-o-Anjo,
ahi
0
carro
tombou,
ficando
gravemente
feridos
os
cavalheiros
que
elle
conduzia,
que eram 0
snr.
Tor
res
Machado,
seu
filho,
dois
genros,
e
0
snr.
coronel
Talaía.
Informam-nos
que
os
que
mais
soffre-
ram,
foram
este
ultimo
cavalheiro
e
um
dos
genros
do
snr.
Torres.
O
cocheiro
que
ia
sendo
victima
mor
tal
da
sua
dedicação
e
arrojo,
ficou
muito
maltractado.
Eleição.
—
Procedeu-se
ha
dias á
elei
ção
da
nova meza
que
tem
d
’
adminis-
trar as irmandades
da SS. Trindade,
N.
Senhora
da
Consolação da
Corrêa
e
San
ta Rita
de
Cassia,
erectas
na
egreja
do
Populo, tendo
ficado eleitos
os
seguintes
snrs:
Juiz
—
Antonio
Santos
d
’
Azevedo
Maga
lhães.
Secretario
—José Cardoso
da
Silva
Gui
marães.
Vedor
da fazenda—O
escrivão
Antonio
José
Gonçalves.
Vedor
das
missas
—
Padre
João
Antonio
Velloso.
Thezoureiro
da
caixa
—José
Carlos
Ma
chado
d
’
Almeida.
Thezoureiro
da devoção—Manoel Lou-
renço
d
’Araujo
Braga.
Procurador
—
Antonio
Carlos
Velloso.
Mordomos
—-Francisco
Martins da
Silva
Araújo,
e
Manoel
Joaquim
de
Castro
Lou
reiro.
Zeladores
—José
Bento
de
Barros,
e
Faustino
José
de
Sousa.
Festividade.
—
D
’
uma
parocbiana
de
Arnoia,
amante
do
progresso
do
bem
e
inimiga
do
progresso
do
mal,
recebemos
a
seguinte
communicação,
que
não
temos
publicado
ha
mais
tempo, por
falta
d
’es-
paço:
No
dia
8
do
corrente mez
de junho,
em
que
a
Egreja
celebra
a festa
da
San
tíssima
Trindade,
houve
na freguezia
de
S.
João Baptista
d’
Arnoia,
concelho
de
Celorico
de
Basto,
a
primeira Communhão
dos
meninos,
promovida
pelo revd.
0
padre
Rodrigo
José Cardoso
da
Fonseca,
da
casa
de
Toando,
da
dita
freguezia, feita
com
solemnidade
á
altura d
’
um
acto
tão
re
ligioso.
O
parocho
fez uma
pratica
muito
tocante,
concernente
áquella
jubilosa
festa,
mostrando
aos
meninos
a
disposição
e
aerfeição
com
que
deviam
chegar
á
Sa
grada
Meza
Eucharistica;
e locando
nos
areceilos
da
Lei do
Senhor,
no 4.” lhes
ez
sentir
0
respeito
que
devem
ter
a
seus
paes
e
superiores,
e
igualmente
fez
vêr
a
estes 0
quanto
eram
responsáveis
pela
educação,
e
bons
costumes
daquel
es,
e
que não se
podia
regenerar
a
so
ciedade,
sem
haver
bons
paes,
e
que
d’
estes
dependia
a felicidade
da
socieda
de,
e
a
manutenção
da
boa
moral.
Em
to
do esle
acto
se
viam correr
lagrimas
dos
as-istentes,
mórmente na
occasião
dos
per
dões.
Foram 50
e tantos
meninos
que
se
habilitaram
para
commungarem,
sendo
d
’
admirar
alguns
de
pouca
edade,
com
es-
aecialidade
as
meninas:
no
exame
a
que
se
procedeu, alguns
ficaram
addiados, no
tando-se
que
na
freguezia
se
ensina
dou
trina
todos
os
domingos e dias
santos,
duas
vezes,
á missa
conventual
e
ás
duas
horas
da
tarde, e
bem
assim 0
coadju
tor
na
capella
de
S.
Sebastião,
ás
mes
mas
horas
da tarde.
E
’
um gosto
vêr
com
que
fervor
os
meninos
aprendem
a
dou
trina
para
serem
admittidos
á
Sagrada
Com
munhão.
,
Morte
do príncipe Luiz
Xwpo-
leão. —
O
«Standard»
dá
os
seguintes
promenores
ácerca d
’este
trágico
suc-
cesso:
O
destacamento
enviado
em
reconhe
cimento,
havia
uma
hora
que
descançava,
quando
0
logar
tenente Carey
e
0
prín
cipe
divisaram
alguns
zulos
11
’
um
campo
de
milho.
Sellaram
immedialamente
os
cavallos,
mas
os
zulos
deram
uma
descarga
de
fu-
silaria
e precipilaram-se
logo
sobre
el-
ies.
O
príncipe
agarrou
uma
correia
da
sella
que
se
lhe
partiu
nas
mãos
e
0
íez
cair
para
traz.
O
cavailo
desappare-
ceu; 0
piincipe
deitou
a
fugir;
mas não
linha
corrido
ainda
300
yardas, quando
os
zulos
0
apanharam,
matando-o.
O prín
cipe
recebeu
dezesete
golpes
de
zagaya,
dos
quaes
um
lhe atravessou
0
olho
es
querdo.
Sobre
a
dor
da
desventurada
ex-impe-
ratriz extraímos
0
seguinte
d’
outro
jornal
francez:
A
consternação
da
infeliz
mãe
é
immensa.
Ao
receber
a
noticia
da
morte
do
príncipe
Napoleão,
que
lhe foi
com-
municada
por
lord
Sydney
enviado
por
parte
da
rainha
de Inglaterra e
pelo
ab-
bade
Coddard, caiu
sem
sentidos.
Um
outro
despacho
de
Chislehurst
diz:
No
momento
em que
lord
Lydney
participou
a morte
do príncipe á
ex-im-
peratriz,
esta
soltou
um
grande
grito
de
desespero
e
cahiu
desmaiada.
O
voto
ex
presso
pelo
príncipe,
antes
da
sua
parti-
da,
de
ser
enterrado
juncto
de
seu pae,
será
respeitado.
Nada
se sabe
relativamente
á
succes-
são
do
príncipe.
Rouher
é
esperado
em
Chislehurst.
Os
senadores e
deputados bonapartis-
tas
enviaram
uma
mensagem
á
infeliz
princeza.
Noticias
diversas.—
O
Santo
Padre
satisfeito
com
a
feliz
solução
dos
negocios
arménios,
acaba
de
enviar
os
grandes
cor
dões
da
ordem
de
Pio
IX
a
Kheredine,
Caralbreodori,
Osman
e
Laid Pachá.
—
São
boas
as
noticias
referentes
á
insurreição
da
Argélia.
—
Nas
eleições
municipaes
de Roma
que
tiveram logar
a
15
do
corrente,
saí
ram
eleitos 8
liberaes
e
5
catholicos.
Pelo
conselho
provincial
foram
eleitos
2
liberaes
e
1 catholico.
—
Um
despacho
de
Roma
annuncia
0
fallecimento
do
cardeal
Carafa
di Traetto,
arcebispo
de
Benevenlo.
A
’
caridade
publica.—
Recommen-
damos
muito
e
muito ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penúria
é
exlremamente
dolo
roso. Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
0
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A’
caridade
publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que
padece
do
peito
ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada
para
ga
nhar
a
vida
Vive
em extrema
pobreza.
Habita
no
sotão
da
casa n.°
4,
na
rua de
S.
Miguel-o-Anjo.
CORREIO
Armamar.
—Snr.
João
Maria
Magalhães
Cabral
Nada
deve.
Ovar.—
Revm.®
snr.
abbade Manoel
Barbosa
Duarte
Camossa.
Em
vale
ou
es
tampilhas.
Valença.—
Snr.
Manoel
Francisco
de
Lima
Baceilar.
Vamos
satisfazer.
RECLAMOS
SAÚDE À
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com 0 uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
MsswA&ESciÈaE
DL
BARRY
de
Londres.
30
aui»e>s
«Fêsivariavel
sueeesso
3
Combatendo
as
indigestões
(despe-
psias)
gastrica,
gastralgia,
flegma,
ar
rotos,
ventos,
flatos,
amargôr
ua
bocca,
pituitas,
nauseas, vomitos,
irritações
intes-
tinac-s,
bexigas,
diarrea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos, diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alilo,
dos bronchios,
da
bexi
ga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85.000
curas
entre
as
quaes conlam-se a
do
du
que
de
Pluskow,
da
exm.a
snr.
a marque-
za
de
Brehan,
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’
inglaterra,
do
doutor
e
professor
VVurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:3'11.
—Vervant,
28
de mar
ço
de
1866.
—Senhor.—Bendito
seja
Deus!
a
sua
ESevalegeière
salvou-me
a
vida.
O
meu temperamento, naluralmete
fraco,
estava
arruinado
em
consequência
de
um-
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito ân
uos,
tratado
sem
resultado
algum
layoral
vel
pelos
médicos,
declaravam
que
alguns
mezes de
vida
me
restariam,
quaado
a
eminente
virlud
e
da
sua
Revalesciére
me
restituiu
a saude.
—
A.
B
runeliére
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.
—
M. R°"
berts,
d
’
uma
constipação pulmonar
cotn
tosse,
vomolos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n.°
74:442.—Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Maritimos), julho
de
1871.—«Be-
pois que
fiz
uso
da
sua
beoefica
Be»»'
lescière,
sinto
novo
vigor;
a
laryogite
de
que
soffro
ha
dois
annos tende
a
desap-
parecer assim
como
os
incommodos
que
sentia
em
lodos
os membros.
E
’
seis vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em
remedios.—
Preçot
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
t
kilo,
500
;
de
*/»
kilo
800
rs
;
de
um
kilo, l$40C
reis;
de
2*/t
kiios,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6^400;
e
de
12
kiios,
12^000
rs.
Os
biscoitos
da
Bevalesciére
que se po
dem
comer
a qualquer hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e 1$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Revaieaeière
ehoeolatada ;
ella
res-
titue
o
appetlite.
digestão,
somno,
energia
n
carnes
duras
ás pessoas,
e ás
creauças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó e
em paus,
etn
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cads
chavena.
®U
flSASSUY C.n
MMITEO.-
place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regcnt-
Street, Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticoâ,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Gorpc
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miudo)
:
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro, 31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
OEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.=Ave«ro,
F.
E. da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
BarceHos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos 31—Pipa
&
Irmão,
iua
do
Souto.—
Vianna
dotas-
telío,
Aftonso
drog.,
rua'
da Picota;
J.
A.
de Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
Síiàmarã»»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29 e
33.—
Penallel,
Miranda,
pharm.
—
Forto
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
..
Viuva
.
Desirè
Rahir, Rua de
Cedofeita,
160;
Fontes & C.3
,
drcgs.,
Pra
ça
de
D. Pedro, 105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225
a
227.
—
^onto do
14-
nin. A,
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—Poroa
do Varaiasa,
P.
Machado
de
Oliveira, pharma.
—
Aalença
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—WãSls
da
Cunde,
A.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
ANNUNCIOS
Pelo
juiso de
direito
da comarca de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Gonçalves,
no
dia
treze de
julho
proximo
seguinte
por
dez
horas da
manhã,
á
porta
do
tri
bunal da justiça,
silo no largo
de
Santo
Agostinho
da
mesma
cidade,
se
ha
de
pro
ceder
á venda
em
hasta
publica,
de
duas
moradas
de casas
sobradadas,
com
seus
respeclivos
quintaes
e
poço
mieiro,
designa
das
pelos
numeros
de
policia,
noventa
e
dous
e
vinte
e
nove,
sitas
na
rua
da
Ponte,
da dita
cidade,
avaliadas
no
liqui
do
valor,
livre,
uma
na
quantia
de um
conto
e.
duzentos
mil
reis,
e
outra
na
de
oito
centos
mil
reis,
penhoradas
por
execução
movida
por
Daniel
de
Moraes
Lopes, e mulher,
Rosa Maria
Coelho,
con
tra
Joaqnim
Fernandes,
ourives,
e
mulher,
Anlonia Maria
Duarte
Moita,
e
madrasta
desta,
Custodia
Maria Gomes,
todos
mo
radores
na
dita
rua
da Ponte,
para
cuja
arrematação
se
passaram
editaes
a citar
quaesquer
credores
incertos
afim de
que,
querendo,
usarem
dos direitos
que
lhes
facultam
as
leis
vigentes.
Braga
18
de
junho
de
1879.
O
escrivão
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei
(2169)
Adriano Carneiro
de
Sampaio.
VENDE-SE
a
casa
da
rua do
An-
Jjjl
j°
n,
°
11
e
11 Q
uein a
pre"
tenter
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
V
“
-°l.
(2423)
WM
Uma morada
de
casas
com
gran-
J-jW
de
quintal,
sita
na
rua
das
Car-
valheiras, n.°
17.
Para
ver
e
tractar
na
rua
de
S. Ge
raldo
n.°
17.
(2465)
ARRENDAM-SE
Tres
moradas
de
casas
de
dous
an
dares,
consiruidas
de novo,
com
quintal
e
agua,
sitas
na
rua
de
S.
Geraldo
n.os
18, 20
e
22.
Para
ver
e
tractar na
mesma
rua
n.°
17.
(2466)
DINHEIRO
A JURO
A
confraria
de
Santo
Antonio
da
Pra
ça Municipal
tem
650-3000
reis
para
mu
tuar,
a
5
p.
c.
(2461)
raw
Aluga-se
o
que se
acha
situado
no
largo
da
Lapa,
proximo
ao theatro;
quem
o
pretender
falle
no
deposito
de machinas
da Companhia
Singer,
na
rua
de
S.
Vi
cente
n.°
17.
(2462)
Fabrica de papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de
diflerenles
marcas e
preços.
DEPOSITO EM
BRAGA
Tabacaria
Rraearense
—
27,
Bua
do Souto
27
—
(2340)
bilhetes
de
visita
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500 rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de
por
te
sem augmenlo
de preço.
APPAStICIO «e IHALHEIRO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420 e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de S.
Martinho,
27
mws
IDE
innssij.
Com
capas
de
marfim, Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
@9,
Praça
dn SSarão de S. .Tíarti-
nho,
89
APP
à
RICIO
&
MALHEIRO
£
SSMLAAÍÍAA
RUA
DE
S.
MARCOS, N.° õ.t
Vende
papeis
pinta-
Ç
dos
para
guarnecer
sallas, ||
lindíssimos
gostos,
a
prin-
||
cipiar
em
80
reis
a
peça,
g
Vende
olio,
tintas
e
]
vernizes
para
pinturas de
|
casas,
tudo
de
boa
quali-
j.
dade.e
preços
muito
resu-
i
midos.
4
Vende
cimento roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
Fabrica
a
vapor
de
fundição
ferro
e
metaes
Travesti de
S.
Jowo-Brngn,
N
’
esta
fabrica,
única
na
provincia
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
q.ualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de
metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de industria
á altura
de
poder
competir
em tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem obras
de
todos
os tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços
que
possam
ser
encontra
dos
no
Porto
N
’esta
fabrica
fundem-se
peças
de pezo
de
5:000
kiios
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me
ias
de
mármore
ou
de madeira,
bancos
para jardins,
bombas
de qualquer
pres
são
aié
á altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões, prensas para
copia
dores,
fuzos
de
novo
systema
para
la
gares; ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
tapeies
e ventiladores para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de
todos
os
tamanhos.
Além
d
’
estas obras,
que
ha
feito,
toma
encommendas
para
todas que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
todas
as
obras
d
’este
genero
principalmente
bombas
de
poços.
O proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
DO
ALTO
DOURO
»A CASA VI11A POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15—
Braga.
N
’este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos engar
rafados:
Vinho tinto
de meza. (sem
garrafa)
150
>
>
» »
.
190
p
Lagrima
....................................
200
í
Branco
de
meza
........................
210
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
240
>
de
prova
secca.........................
300
»
Malvasia
de
2.
a
........................
360
»
s
velho...............................
400
Malvasia
Bastardo e
Moscatel
a
500
Roncão ....................................
700
Velho
de
1854
....
600
>
a
retalho
para
meza
60
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garanie-sea
pureza
e
boa
qualidade
de todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de qualquer
processo
cbymico.
Caixa
penhorista
Braearenge
na
Travessa «le 8>. Cualdini «Testa
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro sobre
penhores
todos
os dias
desde
as 8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se roupas
Pede-se
a todos os
mutuários
que
ti
verem
objeclos
empenhados
na
mesma
caixa
com atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
vendidos.
-
AOS
PROPRIETÁRIOS
DOS BOTEIS
E
HOSPEDARIAS
Na
Typographia
Lusitana,
rua Nova
n.°
4,
vende-se
participações
das
que
as
hospedarias
tem
obrigação
de
entregar
to
dos
os
dias
na repartição
policial,
e
se
gundo
o modelo
do
regulamento das hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600
rs.
Avulso
10
rs.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia, de Braga, tendo
em
consideração
a
avultadissirna
despeza que
está
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
è
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’
esle
acto
de
caridade
a
devoção
de seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardes.
QUINZE
MINUTOS
Devoção
muito agradável
e
util
para
ser
recitada
em
presença do SS.
Sacra
mento,
e
com
especialidade
no
mez
de
junho,
dedicado
ao
Santíssimo
Coração
de
Jesus.
Vende-se
no
escriptorio
da
Typogra
phia
Lusitana,
em
Braga,
na
rua Nova
n.°
4.
Preço.
...
10
reis.
JOSE
’
DA
SILVA
FUNDÃO
Com loja
de fato feito
13—
Largo
do Barão
de S.
Martinho—
13
Participa
aos seus
amigos
e
fre-
'SwTI &uezes' tanl
°d
’esta
cidade
como
afrrr
das
P
rov
*
nc
’
as
9
ue
tem
um
bonito
tík
1
e
var
'
ad°
sortimento
de
fato
fei-
to,
casimiras para
fato muito
baratas,
cortes
de
calça
a
1^500,
2$000
e
2$
500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles, bonets de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas as
qualidades,
de
500
rs.
até
800;
mantas
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(2249)
rawo
de
imiiiás
DE
Joao
Marques
cUAlmeida Castro
327,
rua
de Santa
Calharina,
331
PORTO
Este
estabelecimento,
que
por grande
numero
de pessoas tem
sido
preferido
a
outros, não
só
por
os
prémios
que
no
mesmo
constanlemente
estão
saindo, mas
por
a
promptidão
com
que
executa as
encommendas
que
lhe
são
dirigidas,
con
tinua
a
ter
á
venda
para
todas
as
lo
terias,
bilhetes
inteiros,
meios ditos, quin
tos,
quartos, décimos, oitavos
e
fraeções
de
600,
500,
300,
250,
200,
130,
100 e
40
reis.
Satisfaz
para
as províncias
todas
as
encommendas
(de
bilhetes
ou
fraeções
em
pequena
ou
grande
quantidade)
vindo
as
mesmas
acompanhadas
da
sua
importân
cia,
em
ordens,
vales
do
correio
ou
es
tampilhas
do
mesmo.
—
Envia
graluitamen-
te,
os
prospectos,
a
todas
as
pessoas
que
desejarem
ser
informadas
dos
prémios
de
que
se
compõem as
loterias
e
dos
dias
em
que as
mesmas
se
teem
de
extrahir;
assim
como
remette
no
fira
das
exlrac-
ções,
as respectivas
listas
geraes
dos
pré
mios.
AOS
PRETENDENTES
Apesar
do
grande
numero de corres
pondentes
que
este
estabelecimento
tem
nas
províncias para
a
venda
de
bilhetes
e
fraeções de
todas
as loterias,
o
mesmo
recebe
ainda propostas
das
pessoas
que
pretenderem
vender
este
genero
á com-
missão
Os
pretendentes
que
quizerem en
carregar-se
da venda
d
’esta fazenda,
po
dem
com
ella negociar
sem
risco,
porque
se
acceita
de
novo
até
ás vesperas
das
extraeções,
toda
a
fazenda
que
os
mesmos
não
tiverem
vendido.
Além d’isso teem
a
vantagem
de
poderem
negociar
sem
em
pregar
capital
porque
a
importância
de
qualquer
remessa
que
lhes
seja
feita,
po
de
ser
enviada depois
da
fazenda
vendi
da,
bastando
para
isso
que
o
pretendente
dê
como
conhecimento
um negociante
da
cidade
do
Porto.
A
commissão
é
vantajosa
e
os
mais
esclarecimentos
dão-se
a
quem
os pedir.
(2330,
A
APPARIÇÁO
DE
N. SENHORA
DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço.
...
30 reis.
RETRATOS DO P-
e
ANTONIO
VIEIRA
Vendem-se na rua
da
Sé
n.°
4,
e
na
administração
d
’
este
jornal.
Preço
200
rs.
Empreza editora de Francisco Arlliur da
Silva
—Lisboa.
BR1SDE
1
TODOS OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA UNIVERSAL
POR
César
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até 1862—
con
tinuada
alé
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza de
1867
e
acompanhada da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
VIanoel
Bernardes Branco
Da
Academia
Real
das Sciencias
de
Lisboa;
profèssor
daslinguas
grega
e
latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes in-4.°
grande.
O
editor
proprietário
d’
esla
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
2.a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
íique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos snrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza e áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BHIJVBE o
deeimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin-
co capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos factos
que
n
’ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los geraes
de todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a narração desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
òccor-
ridos
desde
1851 até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por D.
Nemesio
Férnandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parle
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
20$000
reis
fortes
Encadernada
. . .
27$000
»
»
Para
facilitar
a aequisição
d’esta
tão
importante obra ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
defuma
só
vez,
o
editor
deliberou conservar
aber
ta
a
assignatura em
Portugal e
no
Brasil.
Cada folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.
—Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40 rs.
Condições
da
assignatura
:—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por
entregas de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fasciculos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas e 1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de 80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA VOLUME:
vuras
que lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcad
s,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—
A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fasciculos
e
por
vo
lumes. O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois de recebidos
mandará
>alisfazer a
sua
importância
em
estampilhas, valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro, e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
S1GNATURAS
REAUSÁVEIS terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio do
editor—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco Arlliur
da Silva—editor
72,
rua
dos
Douradores, 72
—
LISBOA.
Llnlm.nto
BOYER-MICHEL
para
caval-
tos,
fazendo
a*
vezes
de fogo
e
não
deixando
vestígios
do
seu
emprego
M
ichbl
,
pharm
a-
ceutico
em
Aix (na
Provença)
França.
—
Preço
1,000
reis.
—Em
Lisboa,
o snr Barreto, Lcreto,
n
0
28
—
30.
(25j
PADRE
SENNA
FREITAS
Preço
izu
reis.
A
’
venda
no Porto,
Livraria
Portuen
se,
editora,
121
—
Rua
do
Almada
—
123,
e
nas
principaes
livrarias
de
Coimbra,
Lisboa
c
Braga.
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia fabril SINGER
19—rua de
S.
Vicente—19
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura
que
lodo
o
mundo
conhece
e
que nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no anno
de 1877,
«S«:S13
machinas
de costura!!!
mais
SOilSG
que
em
1876.
Garante
todas
as suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico que te
nha todo o cuidado para não
sei
’ enganado
com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas, por
infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIVGEB
só
se
encontram
á
venda na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL SINGER
17,
RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador.
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
(2443)
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
fjjjW
Geraldo
n.°
18.
Trata
se no
cam-
p
0
(]e
Sant
’
Anna,
n.°
68.
(2298)
Afloptado
em
todos
os
Hospitaes.
(FERRO
DIALYSADO
BRAVAIS)
Recommendado
por
todos
os
íédicos.jS
Contra a
ANEMIA,
CHLOROSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA, PERDAS BRANCAS,
etc.
J
O
Ferro
Bravais
(ferro liquido
em
gottas concentradas)
é
o
unico
J
exempto
de
qualquer
acido; não tem
cheiro
nem
sabor,
não
produz
prisão
do
ventre,
diarrhea, irritação
nem
cança
o
estomago;
alem
d
’
isto
«S
a
e
o
unico
que
não
faz
os
dentes
pretos.
E
’
o mais economico de
todos os ferruginosos, pois que um frasco dura um mez. g
K
Deposito
geral
em
Pariz,
13,
rue
Lafayette
(Perto
da Opera),
e
em
todas
as
Pharmacias.
,
’
rj
Desconfiar-se
das
imitações
perigosas
&
‘exijir
a
marca
de
fabrica
que
vae juncta.
Envia-se
gralis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada,
um
interessante foi
leto
sobre
a
Anemia
e
o seu
tratamento.
Deposito
no Porto,
Ferreira
&
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias do
reinno.
dos Carmelitas
LA
MODE
SOLVEI
ANNO 12
Jornal
de modas illustrado
Publiea se no
dia l.° de cada mez
NÃO
SE ACCEITAM ASSIGNATURAS POR MENOS DE
Desconfiar
das falsificações.
nico successor
dos
Carmelitas
Rue
de l’Abbaye,
14
FARIS
Contra
a
Apoplexia,
o
Cholera,
Flatos,
Desmayos, Indigestões,
Febre
amarella,
etc.
Veja-se
o
prospecto
que
deve
envolver
cada
frasco.
j
Exija-se
o rotulo branco e preto que devem levar pegado, os
frascos
do
todos
os
tamanhos, e a assignatura inclusa :
Deposito
no
Porto, Ferreira
&
Irmão,
Banharia,
77
e 79.
AGIA DO
GEREZ
Colhida na
nascente
sob
a
direcção de
Thomé de
Sousa Pereira Veiga,
pharma.
ceutico
do
Hospital
de
S
Marcos.
Ven.
de-se
a
retalho,
e
se
satisfaz
com
protn.
plidão
qualquer encommenda
por junto.
Para
revender,
offerece-se
percentagem.
Depositos:
Braga
—
Pharmacia
do
Hospital
de
S.
Marcos.
Porto
—Rodrigo
A.
M.
Guimarães—
Bomjardim,
115.
Vianna
do
Castello
—
Duarte
P.
D.
Ri.
beiro—
Pharmacia
Aurea.
(2460)
WH1
No
largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’
esla
cidade,
duas moradas
de
casas
construi,
das
de
novo;
tracta-se
com
Antonio
Si|.
verio
de Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
Ceremontal
segundo
o
rito
Romano
que
deve
observar-se
na Tercia
e
missa
conventual
cantada
na
capella do Seminaric
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbylero
JOÃO
REBELLO
CARDOSO DE MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
e
no
escriptorio
d
’esle
jornal.
Preço....................................
120
rs.
J
ií
&
À
12
ANNO
UM
ANNO
1.° vol. br.
orn.
de
9
grav.
1$870
2.°
>
>
»
6
1$665
3.»
>
>
»
7
D
1^605
4.°
>
»
>
»
5
1$525
5.°
>
»
6
>
M615
6.°
>
D
»
6
D
1$690
7.°
>
9
>
6
D
1^640
8o
D
»
6
»
1^615
9.°
B
9
»
6
D
1$565
10.°
»
9
»
6
>
M615
li.°
>
>
D
»
6
9
1^640
12.°
D
»
9
>
6
9
1^815
13.
” K
ULTIMO, ornado
de
6
gravu
ras,
brinde
a todos os assignantes, no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de
que
consta
a obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído depois
de
completo
e brochado
a
todos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo volume.
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber como e
quando
qui-
zerem,
por entregas, por
fasciculos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde fazer-se
por
entregas,
fasciculos,
e
por volumes. O
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra-
A Companhia Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
50® reis
semannes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
prompto
paga
mento.
MACHINAS LEGITIMAS
Para famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
A
utilidade
e esmerado
estylo
da
sua
redacção;
os
bellos gravados
da
moda
e
pan-
nos,
os moldes
cortados, a
comprimento
natural,
que permiltem
arranjar
todos
os
toiltlles publicados;
os
modellos
de
estofados
a
côr.
as
folhas
de bordados
com
as
iniciaes
das
subscriptoras,
numerosos
labores
de
corchele,
coifas,
guipure,
ponto
de
meia e
penteados,
chapéus,
pannos,
musica,
aguadas,
rendas, rebus
illustrados,
folhas
de franxias
para
vestidos
e
relrozeria,
fazem
d
’esta
publicação
a
mais
completa que
póde
desejar
uma
senhora
ou uma
menina.
La
Mode
Nouvelle
é o
unico
jornal,
podendo
dar,
por
a
extensão
do
texto,
a explicação
detalhada
dos
desenhos
e
moldes,
com
tal
claridade,
que
pódem
todos
executar-se
com
a maior
facilidade.
Preço
pura
todo o Portugal, por um anno,
3^400 reis.
Subscreve-se
na
administração
do
«Commercio
do
Minho»,
e na
livraria
Moré:
Praça
de
D.
Pedro
no
Porto, e rua
do Souto
em
Braga.
MAG
â
SIN
DES DEMO1SELLES
Publica-se
a
10
e
25
década mez,
por
fasciculos
in-8.°
grande
Gravuras
de
modas e
modelos de tapeçaria coloridos; a agua;
gravados
a preto; novidades
para piano e canto; álbuns de lavores,
folhas de eonfeeções;
erochet e rendas; riscos,
etc.
O Ilaganin
des
líemoiselles,
graças
ás
importantes
reformas
que
introduziu
na
sua
publicação,
é
hoje
o
mais
elegante,
o
unico
que
dá
mensalmenle
um
trecho
de
musica,
e
reune
o
duplo
attractivo
de
um
periodico
litterario
interessante
e
um
periodico
de modas completo,
inteiramenle
independentes
um do
outro.
Preço
para Portugal
(as assignaturas
fazem-se
por
um
anno
principiando
no
l.°
de
janeiro)
4$000
rs.
Também
se
acceitam assignaturas
separadamente
de
cada
edição:
edição
do
dm
10,—
2$800
reis;
edição
do
dia
25,
—
í$700
rs.
Subscreve-se
na
administração
do «Commercio
do
Minho»,
na livraria
Moré»
Praça
de
D. Pedro
—
Porto,
e
na
rua
do
Souto
em
Braga.
Parte de Comércio do Minho (O)
