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- conteúdo
-
POI
j
ITICA
«G IWOTICIOS
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IIEDÃCTOIIES
—D.
Miguel Sotto-Mayor e Dr.
Custodio Velloso.—DIKECTÔU—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
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u
a
*
i*
W***Wh
PREÇO
DÁ ASSIGNATURA
7?
ANNO
SenEtoá«>&ÍA^^.A!£nE>uE^
4SMM
PUBLIGA-SE
AS TERÇAS. QUINTAS
E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias, 12
mezes..............................
2&000
’
6
...... 1&050
» sendo
duas assignaturas 3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte. . 3&600
Folha
avulso...................................... 10
N?
950
Braga,
12
mezes.....................................
1&600
»
(5
»
...............................
850
Correspondências
parlic.
cada
linha
40
Annuncios
cada linha......................... 20
Repetição
...........................................
10
s
&
a
TERÇA-FEIRA 24
BE
JUAI1Ô
DE 1879
Visita
Pastoral do Ex,1”’ e
ltev.,M
Snr.
Arcebispo Primaz.
[
Continuação)
No
dia 20,
terça-feira,
voltou
á
Po
voa
o
Excm? Prelado pelas 7 horas
da
manhã,
dirigindo-se
directarnente
á
Egreja,
onde
celebrou
Missa, indo
no fim
d
’
ella
hospedar-se
em
casa
da
Excm?
Condessa
de
Azevedo.
Alli
recebeu
a
visita
do Excm?
Conde
de Margaride,
que
do
Porto
veio
áquella
villa
para
cumprimentar
o
nobre Prelado.
Depois
do
almoço,
sahio
S.
Exc.a logo
para
a Egreja, para
começar
a
administrar
o
santo
chrisma
ás
mulheres
sómente-
n’
a-
quelle
dia.
Feila
a
homilia,
com
que
o Prelado
começa
sempre
a
administração
d’
este
sa
cramento,
na
qual
mostrou
a
importância
e
a
efficacia
do
mesmo
sacramento,
co
meçou
a
administração
do
chrisma.
No
fim
d’
elle,
ás
2
horas
e
meia da
tarde,
regressou
aos
seus
aposentos
em
casa
da
Excm?
Condessa
d
’
Azevedo,
ha
vendo
chrismado n’
aquelle
dia
mais de
tres
mil
e
quinhentas
pessoas.
Pelas
3
horas da
tarde
foi
servido
um
magnifico
jantar,
para
o
qual
foram
con
vidados
os
Excm?
s Conde
de
.Margaride,
Governador
Civil
do
Porto,
Dr.
Amancio
Pinheiro, Administrador do
concelho,
Dr.
Meirelies,
Juiz
de Diteiío
e
Dr.
Cantante,
Delegado
do
Procurador
Regio;
assistindo
egualmente o
rev.tno
P?
João
Rebello,
Dr.
Egydio
Azevedo,
Secretario
de
S.
Exc?
e o
Arcipreste,
Antonio
José
d’
Antas
da
Gama.
A
’
s
4
horas
e
meia
da
tarde
regres
sou
ao
Porto
o
Snr.
Conde
de
Margaride,
havendo
terminado
pouco
antes
o jantar.
Pelas
5
horas
foi
o
nobre
Prelado
com
■
as
auctoridades
da
comarca,
nos seus
res-
pectivos carros,
visitar a
Capella
das
Do
res,
a
Egreja
do
Hospital
e
a
Capella
de
Nossa
Senhora
da
Lapa,
que
se
acha
so
branceira
ao
mar,
cujas
ondas,
quando elle
está
agitado
e tempestuoso,
vem quebrar-
se
contra
o
paredão,
construído
para
se
gurança
da
referida
capella.
Por todas
as
ruas,
por
onde
transitou
o
Excm?
Snr.
Arcebispo,
era
numerosa
a
concurrencia
de
povo;
e a
capella
da
Lapa
eslava
completamenle
cheia
de
gente.
Quando
S.
Exc?
Revm?
alli
chegou,
o
Snr. Leopoldino
da
Costa
Fernandes
to
cou
no
orgão
o
hymno
do
Prelado.
J)’
aqui
regressou
o
illustre
Prelado
a
Villa
do
Conde,
seguindo
após
o
seu
carro
as auctoridades, ecclesiaslicos
e
varios
cavalheiros
de
ambas as
villas,
que oecu-
pavam
oito
carruagens.
Chegados a
Villa
do
Conde,
dirigiram-
se
todos ao
Hospital
da
Misericórdia, onde
o
Excm? Snr.
Arcebispo
era
esperado.
S.
Exc?
visitou
o
Hospital
e
as
suas
en
fermarias,
confortando
os
enfermos
que
alli
se
achavam,
destribuindo
a
cada
um
d’
elles
consolações
gratíssimas
e
aconse
lhando
a
resignação
chrislã,
que
a
Egreja
Calholica
tem e
sabe
dar. Louvou
a
Meza
Administradora
da
Santa
Casa
pela
limpeza
e
aceio,
em
que
tinham aquelle
seu
hospi
tal; incitou-a
a
perseverar
no
exercício
da
sublime
virtude da
caridade
e
deixou-lhe
uma
avultada
esmola para
aquelle
pio
es
tabelecimento.
D
’alli
seguio
para
a
Egreja
da Ordem
Terceira,
que
fica próxima
do
Convento,
onde
o
esperava
grande
multidão
de
povo
com
uma
philarmonica.
Na
Egreja,
onde
o
Excm? Prelado entrou
debaixo do
pallio,
deu
elle
o annel
a
beijar
aos
irmãos
d
’
aquella
Ordem.
Depois
encaminhou-se ao
Asylo
da
mesma
ordem
de
S.
Francisco,
onde
conversou,
consolou
e
abençoou
os
inválidos,
que n
’
aquelia
casa
se
acham
ha
sete,
dez
e
mais
annos
:
e
em
seguida
seguio
para
a
sala
dos
retratos
onde
um
irmão
ministro
leu
a
S.
Exc?
o seguinte:
«Excm? e
Revm?
Snr. Arcebispo Pri
maz.
A
subida honra,
que
V.
Exc?
Revm?
nos
concede,
com
a
sua
visita
a esta
ve
nerável
Ordem
Terceira
de
S.
Francisco
de
Villa
do
Conde,
enche-nos
o
coração
de
tamanho
contentamento
e
de
tam
inti
ma
satisfação,
que não
sabemos
palavras,
com
que
dignamente
testemunhar
a
V.
Exc."
Revm?
a
nossa
profunda gralidão.
A
presença
de
V.
Exc?
Revm?
n
’esla
casa,
que
foi
outr’ora
clausura,
desperta-
nos
a
recordação
dos
sábios
e
virtuosos
filhos
regulares do nosso
Patriarcha
S.
Francisco,
de cuja Ordem
V.
Exc?
Revm?
foi
brilhante
membro
e
ornamento,
e
mo
ve-nos
á
meditação de
como
surgiram
d
’
eila
homens,
que,
como
V.
Exc?
Revm?,
se
tornaram
grandes
por
suas
virtudes,
eminentes
por
sua
sabedoria,
exemplo
vivo
e
espelho
de
todos
pela
nobresa
de
seu
porte,
pela
magestade
da
sua
altitude,
pelo
fulgor do
seu genio,
pelo
ardor
da
sua
caridade
e
pelo
seu
entranhado
amor
consagrado
ao
maior
esplendor
da
Reli
gião
e
bem da humanidade
!
Hoje
observa
V.
Exc?
Revm?
tran
sformada
esta
casa
em
asylo
de irmãos
inválidos
d
’
esla venerável
Ordem
Terceira.
Como
é
outro
o
modo
de
exercer
a
ca
ridade
chrislã,
o
espirito
de
V.
Exe?
Revm?
de certo
sentirá
satisfação
intima
por
ver
este
recinto applicado
agora
áquel-
ie fim.
Acompanhamos
lambem
a
V.
Exc?
Revm?
n
’
essa
satisfação,
de
que
também
lemos
repleto
o
nosso coração,
agora tanto
mais,
quanto
maior
é
a
extrema bondade,
com que
V.
Exc?
Revm?
se
dignou
con
ceder-nos
esta
visita,
que
nos
vem
ani
mar
a
novos
commeltimentos no
jpem
ge
ral
d
’
esta
venerável
Ordem
Terceira.
Onde
a
virtude
passar,
personalisada
em
um Pre
lado
tam
excelso
e
venerando,
deixa
nos
corações
o
seu
perfume
vivificante.
Como
penhor da
nossa
mais
sincera
e
profnnda
gralidão, permilta-nos
V.
Exc?
Revm?
a liberdade
de depôr
em
Suas
sagradas
mãos
o
diploma de
Ministro
Ho
norário
d
’esta
venerável
Ordem
Terceira,
que
é
uma
minguada
olferla
de
filhos
tam
mimoseados
por
tam
generoso
Pae,
mas
que
é egualmente
a
maior,
que, na
hu
mildade
da
nossa
pobresa,
podémos
encon
trar
digna
de
offertar
a
V.
Exc?
Revm?
de
envolta
com
os
protestos
da
nossa
maior
admiração,
respeito
e
dedicação,
que
do
intimo d
’
alma
votamos
ao
nosso
eximio Prelado,
o Excm?
e
Revm?
Se
nhor
Arcebispo Primaz das Hespanhas».
Terminada
a
leitura
d
’esta
allocução,
o
nobre
Prelado
recebeu
o
diploma,
em
que
era
nomeado
Ministro
Honorário
d
’
a-
quella
venerável
Ordem
Terceira,
e
em
um
brilhante improviso
fez a
largos
traços
o
quadro
da
sua
vida
publica,
e
disse,
que,
aproveitando
a
occasião
de
estar
na
com
panhia
de
seus
Irmãos,
pois
que
todos
eram
filhos
do Seraphico Patriarcha
S
Francisco
d
’Assis,
lhes
assegurava
que
em
1826,
quando no
convento
de
Cantanhede
toma
va
o
sagrado
habito
de
Noviço,
não
ti
nha,
nem
podia
ter idêa
alguma
de se
a
char
hoje, em 1879,
n
’
esta
casa,
em
presença
de seus
Irmãos,
como
Prelado
da
Egreja
Bracarense
;
mas
que
elle
attri-
btiia
este
grande
acontecimento ás
cordoa-
das,
que lhe
tinha
dado
o
Santo
Palna-
rc
hà,
obrigando-o
a caminhar sempre
pela
estrada
do
trabalho,
da
paciência
e
da
resi
gnação.
Em
1834,
em virtude
da nova
ordem
social
fora
elle
para
a
companhia
de
sua
santa
Mãe
e
de
duas
irmãs,
que
se
acha
vam
na
orphandade
e
na penúria
de
meios
de
subsistência;
que acceitára,
resignado,
o
encargo
de
prover
á
sua
decente
sustenta
ção, o
que
conseguira
pelo
seu
trabalho
penoso
e
aturado
; e
quando
começava a
descançar
algum
tanto
de suas
fadigas,
recebeu
segunda
cordoada
e
foi
para Coim
bra frequentar
os
estudos
theologicos
da
Universidade,
em
1843.
Despachado
Lente
da faculdade de
Theologia
em
1853,
tendo
sido
Parocho
collado
na
sua própria
terra e
Professor
de
sciencias
ecclesiasticas
no
Seminário
Diocesano
de Coimbra,
lendo
passado
pe
las
provas
dos
concursos feitos
para
a
Egre
ja e
para
o
magistério
na
Universidade,
quando
esperava
algum
descanço,
que
jul
gava
necessário,
foi
apresentado,
quasi
elle
sem
saber,
o
Bispo
de
Cabo
Verde,
cujo
ministério
acceitára
só
e
unicamente
por
obediência
e
para
o
bem
da
Egreja.
Mas
outra
cousa
tinha
Deus disposto.
Não
acceitára
elle
as
propostas,
que
por
duas
vezes
lhe
foram
feitas
para o
Im
pério do Brazil,
onde
teria,
segundo
lhe
era
assegurado,
honras
e
proveito;
res
pondendo
a
taes
propostas
que,
antes
de
tudo,
era
portuguez,
e
que
por
caso
al
gum
deixaria
o
seu
paiz.
Não era
para
a
America,
mas
sim
pa
ra
a
Asia,
que
o
Seraphico
Patriarcha
o
queria mandar,
como Arcebispo
de Gôa,
para segurar
na
corôa
portugueza a
pedra
preciosa
do
Padroado,
que
n
’
ella
os
frades
Menores
tinham
engastado;
e
que?lle
fóra
impellido
pela quarta
cordoada,
que
lhe
fora bem sensível,
porque
era
empresa
gloriosa,
mas
grande
e
muito
arriscada.
Que,
finalmente,
achando-se
gravemen
te
compromeltida
a
sua saude,
e
tendo
pedido
de
Gôa
uma
e
muitas
vezes licen
ça
a
Sua
Magestade
para
alcançar
da
San
ta
Sé
Aposlolica
a resignação
do
seu
arce
bispado, só
obtivera
licença
de
vir
ao
rei
no,
e
que
aqui,
renovando
muitas
vezes
a
supplica,
que
já
fizera,
para
resignar,
sómente
conseguira
e
acceitára
para
bem
e
serviço
da Egreja
o
logar,
que
occupa-
va;
o
que
devia altribuir
ao
cordão
do
seu
Seraphico
Patriarcha.
E
concluio,
pedindo
que
o
ajudassem
com
as
suas orações;
que
elle
pela
sua
parte
ambicionava
ter
occasiões
de
ser
agradavel aos
seus
Irmãos da
Ordem
Ter
ceira de
Villa
do
Conde, deixando-lhes
agora
uma
importante
soturna
para
o
seu
hospital.
Em
seguida
dirigio-se
o
Exc.
nl0
e
Revd.
mo
Snr.
Arcebispo
a
pé
para
o
Convento no
meio
das
auctoridades
e
ecclesiaslicos,
que
o acompanharam
da
Povoa,
cercado
de uma
innumeravel
multidão
de
povo,
que,
anciosa,
esperava
S.
Exc?
Revm?
para
lhe
beijar
o
annel.
Até
ás
10 horas
e meia
da noute
esteve
a philarmonica
tocando
no
paleo
do
convento, que se
achava
vistosamente
illu-
minado,
assim
como
toda
a
villa.
Antes
de
se
retirar
d
’
esta antiga
e
for
mosa
villa,
onde
deixou
profundas
sauda
des
e agradaveis
impressões,
o
Excm?
Prelado
entregou ao
Parocho
da mesma
villa
uma
avultada
esmola
para
distribuir
aos
pobres
da
sua
freguezia.
No
dia
21,
pelas
7
horas
da
manhã
o
venerando
e
insigne
Prelado
dirigio-se
á
portaria
do
convento
p«ra
despedir-se
das
Religiosas
e
da
sua
communidade,
a
quem
agradeceu
a
boa
hospedagem
e
magnifico
tratamento,
que
se
estremaram
dar-lhe
em
todo
o
tempo,
que
residio
no
seu
convento,
e
as
presenteou
com
uns
livros,
rosários
e
imagens
bensidas
pelo
Santo
Padre.
Depois
de
lhes
dar
a
sua bênção e
o
annel
a
beijar,
tomou
em
seguida
logar
no
seu
carro
com immediato
destino
á
Egreja
da
Povoa
de
Varzim,
onde
princi
piou
logo
a
administrar o
Sacramento
da
Confirmação
aos
homens
e
ainda mesmo
a
algumas
mulheres,
que,
pela
grande
af-
fluencia
no
dia
antecedente,
não
tinham
podido
receber
aquelle
Sacramento.
Chrismou
pérto
de
tres
mil
pessoas
até
ás 11
horas
e
meia
da
manhã,
que
loi
quando
se
levantou
para
seguir
para
os
seus
aposentos.
Foi
então
que
o
Juiz
da
Confraria
do
Santíssimo Sacramento
d
’aquella importante
villa
da
Povoa
do
Varzim
leu
a
S.
Exc?
Revm
a
a
seguinte
allocução,
em
que
pedia
a
honra
de
ser
acceite
pelo
vene
rando
Prelado
o diploma
de
Juiz
Honorá
rio
d
’
aquella confraria.
«Excm?
e
Revm?
Senhor
Arcebispo
Primaz.
Permitta-nos
V.
Exc?
Revm?
a
liber
dade
de lhe
offerecermos,
com
o
mais
profundo
respeito,
o
diploma
de Juiz Ho
norário da
Confraria
do
Santíssimo
Sacra
mento
d
’
esta
villa
da
Povoa de
Varzim.
E
’
um
pequeníssimo
testemunho
da
gratidão,
que
endereçamos
a
V.
Exc
•
Revm?,
mas
é
offerecido
com
a maior
sinceridade
e
dedicação,
que
n
’
este mo
mento
nos
enche
os
corações.
Digne-se
V. Exc.'
Revm?
conceder-nos
a
graça
de
acceital-o,
dando-nos
mais
uma
prova da
sua
muita
benevolencia,
e
con
cedendo-nos
com esta a
sua
bênção
pater
nal».
0
Excm
0
Prelado,
depois
de
lhe
dar
o
annel
a
beijar,
respondeu agradecendo
a
fineza,
que
lhe
fazia
aquella
Confraria;
que
acceitava,
gostoso,
a
nomeação
de
Juiz
Honorário
que
aquella
corporação
lhe
fazia,
e
concedia
a
todos
a
sua bênção
pastoral.
Em seguida
dirigio-se
a
casa
da
Con
dessa
de
Azevedo,
onde
jantou pela
uma
hora
da
tarde
;
e
no
fim
do
jantar,
pelas3
horas
da
tarde,
entregou
ao
digno arci
preste
uma
avultada
esmola
para
as
obras
do
hospital
da
Misericórdia,
e
outra
para
distribuir
aos
pobres
da
sua freguezia.
par
tindo
d’
aquella
villa
com
destino
a
Bar
cellos.
0
Administrador
do
concelho,
a
Ca
mara
Municipal,
alguns
cavalheiros
da
Povoa
e
de
Villa
do
Conde,
o revd?
Ar
cipreste
e
outros
ecclesiaslicos
seguiam
em
nove
carruagens
apoz
a
do
Excm?
Prelado
na
estrada
de
Barcellos.
Nas
freguezia
de
Amorim,
em
S.
Thyago
de
Villa
Secca,
em
Laundos
foi
o
bondoso
Prelado
esperado
pelos povos,
que
haviam
erguido
arcos
com
bandeiras,
para
festejar
a
visita
do
seu
Pastor,
a
quem
prestavam a
mais
reverente
home
nagem
do
seu
entranhado
e
filial
amor.
Os
sons
alegres
da
musica,
o
estourar
dos
fogueies
o
repique dos
sinos
tudo
denun
ciava
a
alegria
d’
este
bom
povo,
que
se
es
tremou
em
patentear
o seu respeito
e o
acatamento ao
seu
venerando
Prelado,
que
é
o
chefe
espiritual em
uma
religião
toda
de
doçuras,
paz
e
confortos;
em uma re
ligião
que
suavisa
as
amarguras
da
vida,
enche-nos
de
vivas
esperanças
na
morte,
e
nos
felicita
na
eternidade
com
a
bem-
aventurança
celestial.
No
logar
das
Necessidades
estavam
es
perando
por
S.
Exc?
Revm?
o
Commen-
dador
Faria
Machado,
Commendador
Men
danha,
Arcipreste de Barcellos, Commen
dador
Almeida
Peixoto
e
mais
alguns ec
clesiaslicos
que
tinham
ido
d
’aquella
vil
la
em
tres
carros
aguardar
alli a
che
gada
do
Excm?
Prelado,
não podendo
comparecer
n
’
aquella
localidade
o
Dr.
Faria
Rego,
Administrador
do
Concelho
por
cau
sa
da
sua
adiantada
edade
de
81
annos,
nem
o
Conselheiro
Rocha
Peixoto, Juiz
de
Direito,
por
sua enfermidade.
Chegado
que foi
o
Prelado
defronte
da
Capella
d
’aquelle
logar,
repicaram
os
si
nos
em
signal
de
regosijo,
apeou-se
o
il
lustre
Prelado
e
dirigio-se,
por
entre
in-
numeravel
multidão,
á
mesma
capella,
onde
fez
oração
no altar
do
Sacramento;
e
de
pois
de
examinar
e
visitar
os
altares
e
o
que
era
digno
de
se
ver
n
’ella,
sahiu
para
tomar logar
no seu
carro.
O
Dr.
Atnancio Pinheiro,
Administra
dor
do
concelho
da
Povoa
de
Varzim,
pedio
então
licença
ao
nobre
Prelado
para
regressar
á
Povoa
e
retirou-se
muito pe
nhorado
pelas
affaveis maneiras
e
reco
nhecida
lhaneza
do
venerando
Antistite
Bracarense.
A
Camara
Municipal da
Povoa,
porem,
e
os
outros
cavalheiros,
auctori
dades
e ecclesiaslicos
continuaram acom
panhando
o
Excm.0
Arcebispo
até
Barcel
los,
onde
chegaram
ás
6
horas
da
tarde.
A
comitiva
de
carros,
com
o
do
Pre
lado
na
sua
frente, dirigio-se
á
capella
do
Senhor
da
Cruz
onde
entrou S.
Exc.
a
Revm.’
para
se revestir
afim
de
poder
fazer
sua
entrada
solemne
na
antiga
c
no
tável
villa de
Barcellos.
Foi então que
o
merelissimo
Juiz
de
Direito
da
Povoa,
os
membros
da
Camara
Municipal
da
mesma
villa,
o
Arcipreste,
os
ecclesiaslicos
e outras pessoas de
Villa
do
Conde
se
despediram
de
Sua
Exc.*
Revm.
a
para regressarem
a
suas
casas.
Junto
ao
pavilhão,
não
muito
distante
da
capella
do
Senhor
da
Cruz,
esperavam
o
Exm.
0
Arcebispo
Primaz
o
Administrador
do
Concelho,
Delegado do Procurador Ré
gio,
a
Camara
Municipal,
um
destacamento
de
iníanteria
8,
ido de
Braga,
commanda-
do
pelo snr.
capitão
Araújo
Corrêa
e
al
feres
Stlva,
e
uma banda
de
musica.
Dispostas
as
cousas
indispensáveis
para
o
acto
solemne,
que
ia
ler
logar, o
Excm.
0
Prelado
desceu
da
sua cadeira
e
sahio
da
capella
até
ao
logar
onde
estava
construído
o
pomposo
e,
magnifico
pavilhão,
a
que
já
nos
leferimos,
e
stibio a elle, osculan
do
a
cruz,
que
lhe
foi
oflerecida
pelo
res
peitavel
Arcipreste
de Barcellos,
Manoel
Marques
Maciel.
Terminada
esta
ceremonia,
o
Dr.
José
de
Abreu
do
Couto de
Amorim
Novaes,
Presidente
da
Camara
Municipal,
snbio
ao
estrado
do
pavilhão
e leu
a
S.
Exc.
“
Revm.
a
a
seguinte
felicitação.
«Exm.
0
e
Revm.
0
Snr.
Esta
terra,
ao
receber
a
visita
de
V.
Exc.
Revm.
’
, sente-se estremecer
de
Ínti
mos
júbilos,
de
legitimas
ufanias;
e
esta
mu
nicipalidade,
que
lenho a
honra
de
repre
sentar,
não
podia
deixar
de
incumbir
á
mi
nha
bem
desmaiada
palavra
a
diflícil
traduc-
ção
do
seu
nobre
enthrisiasmo,
que
se
expande
expontâneo,
sinceríssimo,
no
con
tentamento,
que nos
anima,
-n
’
este con
tentamento,
que
tem
uma manifestação
escassa
nas
galas,
que vestimos,
nas
fiam-
mulas
e
galhardetes,
que
se
agitam
ao
vento,
e
nas
musicas
festivaes, que entoam
o
hymno
de
V.
Exc.’
Revm.*
E
com
rasão,
Exm.
0
Senhor,
grande
e
legitimo
é
este
nosso enthusiasmo.
N
’
estè
século
em
que
uma
falsa
scien-
cia
se
empenha
com
zelo
fanatico
em
des
truir
os fundamentos
sagrados
da
Religião
e
da
sociedade,
bom motivo
de
largos
rejubilo»,
de
santas
expansões,
é
por
sem
duvida
para
os povos
d
’
este
concelho,
que
na
profunda
convicção
de suas
crenças
protestam
contra
doutrinas
tão
deletérias,
o
terem
entre
elles,
a
animal-os
com
o
exemplo
e
a
afervora!-os na
perseverança
e
no
bom empenho
pela
mais
santa
das
causas
—a
V.
Exc.
’ Revm.
’
,
o seu
venerá
vel
e muito
amado
Pastor.
E
bem necessário
é,
Exm.
0
e
Revm.
0
Senhor,
que os
Bispos
portugnezes,
sahin-
do
d
’esse
estado
lethargico,
endemistno
pe
rigoso,
em
que
se
têem
collocado.
acordem,
tomando
o
exemplo
de
V.
Exc.
’
Revm.
’
,
subindo
á
cadeira
da
verdade
para
evan
gelizar,
e
descendo
ao
meio
das
suas
ove
lhas
para
as
animar.
«Salve,
oh
venerando
Arcebispo
!»
E
’
este
o
grilo,
que partio
de
todos
os
can
tos
d
’
este
concelho,
ao
saber-se
da
visita
de
V.
Exc.
’
Revm.’
Salvè!
digo
eu
também,
oh
digno
re
presentante
de
uma
longa
serie
de
Bispos
que
conta
entre
si
os
nomes
aureolados de
Dom
Frei
Bartholomeo
dos
Marlyres
e Dom
Frei
Caetano Brandão !
E
agora,
Exm.0
Senhor,
calo-me
eu,
para
logo
no templo,
ao ouvirmos a
voz
do
orgão,
magestosa
e
suavíssima
de
har
monia,
entoar
a
antiphona
do
Ecce
Sacer-
dos
Magnus,
e
erguer-se
para Deus,
no
fervoroso
murmurio
de
uma
prece
inspi
rada.
por
entre
as
nuvens
do
incenso,
nos
curvarmos
reverentemente
perante
o
throno
do
Altíssimo,
pedindo
Lhe
bênçãos
para
este
arcebispado,
saude
e
vida
para
V.
Exc.’
Revm.
’
»
No
fim
da
leitura d
’esta
allocução,
o
sympathico
e
imelligente
Presidente
da Ca
mara
beijou
o
annel
ao
nobre
Prelado,
que
respondeu
á
sua felicitação
do
modo
se
guinte
:
«Senhor
Presidente
da
Camara
Muni
cipal
da
nobre
e
muito
antiga
villa
de
Barcellos.
A
inlelligencia
humana
tem
sido e será
sempre
a
rainha
do mundo.
Póde
a
(orça
do numero
snpplantal-a
algumas
vezes:
podem
as paixões,
e
muito
principalmenle
as
paixões
políticas,
aflfas-
tal-a por
algum
espaço
de
tempo e
impe-
dil-a de
governar
os homens:
podem
tam
bém os
interesses
materiaes
predominar
na
sociedade
e
obscurecel-a,
atropelando a
justiça,
desconhecendo
o
mérito
individual,
despresando
todas
as
considerações sociaes
e
empregando
os
meios
mais
ignóbeis
para
conseguir
seus
intentos
criminosos
ou
me
recedores
da
geral
reprovação.
(Co
<t
núa)
--- —
''ú
J-
_
A
’ re<Ii*cçil« «lo
«Commercio «lo
ninho».
Londres,
11
de
Junho,
1879.
SUMMARIO.
II.
—
Artigo direclivo
do
Times grande
mente
enfadado
contra
Bismark,
pela
harmo
nia
d
’este
com
o
Chefe
do
partido
Catholico
no
Reichstag;
aborrecido
porque
o
mesmo
Parlamento
elegeu
para Vice-Presidente
Herr
von
Frankenslein
t
ultramontanos
ou
Catholico
(que
sam
synonimos
hoje
na
geringonça
Liberanga).
III.
—
O
Cardeal
Newman,
sua
despe
dida do
Pontífice,
comêço
da
sua
jorna
da
regressando
a
Inglaterra.
IV.
—Conclusão da
guerra
no
Afghanis-
lan.
Continuação
da
Africana
com
os
Zu-
lus.
II.
—
Em minha opinião,
e
segundo
as
opporlunidades
que
a
minha
longa
resi
dência
em
Inglaterra,
e
leitura
constante
do primeiro
de
seus
orgãos
políticos
na
imprensa, estou
persuadido
que
o
Times
soube
mais
particulares
ainda
do
que
os
que
deixo notados segundo
a
sua corres
pondência
na
folha
d
’hontem,
a
respeito
da
mudança
de
política
e
conducta
de
Bismark,
em
relação
aos
interesses
e
ques
tão
catholicos,
contra
os
quaes manifestou
ha
6
ou
7
annos
tão
imprudente,
apaixo
nada,
e
precipitada
hostilidade.
Faz-lhe
isso
honra
como homem-d’
Es-
tado;
mudando
de
rumo,
e
emendando
a
mão,
quando
percebeu
que
jogava
mal:
não
é
como
os
superticiaes
e
fátuos
Li-
berangas
de
Portugal,
por
exemplo
(e
creio que
do
Brazil lambem
,
que
dei-
xarám
antes
arruinar a
nação,
deteriora-
rem-se,
perderem-se,
os
mais
solidos in
teresses
da
Patria,
que
abandonar
os
fi
tos
de
suas descabelladas theorias,
e
ma
çónicos
objectos.
Sendo
èsta
matéria,
no
meu
enten
der,
da
mais
alta
e
transcendente
impor
tância—
a
que
nem o
Times
sem
isso
teria
sáido
a
campo
com artigo
principal
e
di-
rectivo
tal
como
logo
no
dia
seguinte,
27,
publicou
sobre
aquellas noticias
de
Berlim
—
vou
analysar
o
mesmo
artigo,
e
copiar,
abreviando
no
que
possa, o mais
significativo
do
dito
artigo.
Começa
elle:
—
«Por
muitos mezes
se
não
tem
dado
na Allemanha acontecimento
mais
im
portante
que
a
eleição
do Barão
de
Fran
kenslein
como
successor
de
Herr
von
Slanf-
fenberg,
Primeiro
Vice
Presidente
do
Rei
chstag.
«O
Ba
r
ão
de
Frankenslein
é
um Ul-
tramontano»
(quer
dizer
Catholico]
«bem
conhecido,
que
succede
a
um Liberal.
E
’ o
primeiro
do
seu
partido que
tem
che
gado
a
tal
altura. A
sua
eleição
marca
o
triumpho do
Centro» (opinião
catholi
ca
na
Assemblea
de
que
Windhorsl
tem
sido
sempre reconhecido
Chefe
na
mesma
Assemblea)
«e
o
principio
de
uma
nova
ordem
de
cousas
no
Reichstag.
«O
facto
é,
que
a situação
política
na
Germania
ha
notavelmente
mudado
desde
a
reunião
do
Reichstag
depois das
férias
da
Paschoa.
Antes
que
a
sessão
termine
poderá ter
começado
uma
era
totalmente
nova.
«A
resignação
de Herr
von
Forchen-
beck,
o
Presidente
do
Reichstag,
e
a
elei
ção
de
Herr
von Scy.levnta,
conservador,
para
lhe
succeder,
marca o
termo
de
um
naes
começam
a
sentir
que
foram
uni
pouco
complacentes
de
mais:
que
perde-
rám
demasiado de
vista
os
princípios,
pa.
ra
favorecerem
os
objectos
do
Chanceller,
e
chegou
o
tempo
de
recusarem-se
a
se
guir
o Governo
em
tudo.»
Dizendo
então
que
os liberaes
estám
a
ponto
de
tornar-se
Opposição,
continúa
o
Times:
—
«D
ora
em diante o
Governo
se
apoiará
n
’
uma
coalisão
dos
membros
Conservadores
e
Ultramontanos
do
Rei
chstag;
e
que
isto,
a
julgar-se
pela
elei
ção
de
Herr
von Seydewitz,
lhe
assegurará
cousa
de
200
votos.»
Acrescenta
o
mesmo
Times que
á
vista
de
taes
circumstancias,
os
Liberaes
pódem
fazer
excellenles
discursos,
mas
serám ven
cidos
nas
votações.
No
resto
do
artigo,
qne
é
muito
longo ainda,
exprime
o
Ti
mes
alguma
esperança
de
que
Bismark
possa
vir
a
desconchavar-se
com
os Con
servadores
e os
Catholicos;
exhorta
os
Li
beraes
a
se
concertarem
e
unirem;
apon
ta-lhes
o
ex*emp!o
da
Inglaterra,
desejan
do
que
na Allemanha
se
fórme
um
par
tido
Liberal
uniforme e
composto
syste-
maticamente,
etc.
Para
nós
Catholicos, o
mais interes
sante
é vêr
a
zanga qne
causa
ao
Times,
como
orgão principal
do
Liberalismo-anti-
Catholico,
a
influencia
e
pezo
que
os
Ca
tholicos
ultimamente
ganharam
no
Parla
mento
Allemão. E a
este
respeito,
não
tenho
eu
a
minima
duvida
de
que
o
Times
teve
informações
e
noticias
mais exten
sas
e
importantes
do
que
o breve
para-
grapho
qne copiei
do
papel
de
26
de
Maio,
as quaes
ella
não
quiz
divúlgar.
No
meu entender, o
que
deixo
co
piado
até
aqui
n
’esta
carta, <?
muito
im
portante,
muito satisfactorio
para
nós
Ca
tholicos;
e
creio
que
assegura
muito
bem
para
que
esperemos
vêr. antes
de
muito,
relações
cordiaes
e
satisfactorias
estabele
cidas
entre a Santa
Sé e o
novo
Império
Germânico.
Por
ser isto
um objecto
de
tanta
consequência,
é
que
hoje
quiz
d
’
elle
fazer
o
principal,
e quasi
exclusivo
assum
pto d
’esta carta;
como
o
que
mais
póde
e
deve
interessar
aos
leitores
Catholicos.
A. R.
SARAIVA.
(Continúa)
periodo
na
vida
polilica
da
Germania;
e
um futuro
em que
ouviremos
fallar
de
novas formações
de
partido
inteiramente,
parece
estar
chegando
«O
primeiro
dos
dois
personagens
men
cionados,
tem
sido
Presidente
do Rei
chstag,
sessão
atraz
de
sessão. N’
esta po
sição
manifestou
raro
tacto,
imparcialida
de
e
bom
senso,
e com
effeito
muitas
das
virtudes
apropriadas
ao seu
logar;
sen
do
reeleito
por
commum
accordo
uma
vez apoz
outra.
«A
sua
retirada,
especialmente
depois
de
seguida
pela
de
Herr
von
Slanffenberg,
o
Primeiro
Viee-Presidenle
será
perda
séria para o Parlamento Germânico, que
póde
mal
dispensar
a
sua
experiencia;
mas
tinha-se
tornado
inevitável.
Elle
explicita-
menle
declarou
ser
totalmente
opposto
á
nova
polilica
fiscal
do
Império.»
Entra
o limes
aqui
nos
detalhes dos
pontos,
concernentes
ás
finanças,
em
que
o
Presidente
demissionário
disse
que
não
podia
«como
liberal
que
era»
concordar
com as medidas
fiscaes
propostas
pelo
Governo;
como
declarára
em
um
ban
quete
a
que
assistiram 72
representan
tes
de cidades
d’
Allemanha.
Declarando
que
como
liberal
que era,
não
podia con
tinuar
presidindo
a
uma
Assembleia
onde
a
maioria discordava
dos
seus
princípios,
d
’
elle.
Continúa
depois
o
Times
dizendo,
por
sua conta,
em
relação
a
isto:—
«Este
passo
é
significativo da
mudança
que
deve
ha
ver
tido
logar
em
todo
o
Liberal
partido
Nacional.
Até
aqui
o Governo apoiava-se
n
’
esse
partido,
que
algumas
vezes
cedeu
por
excepção
n'um ou
n
’
oulro
ponto,
para
satisfazer
o
Chanceller. Mas
a
ru-
ptura
entre
elles
chegou
a
final. O
Prín
cipe
Bismark
voltou-se
para
o
Centro,
apoiando-se
n
’
elle.
Herr
Windhorsl,
e
Herr
Richensperger
sam
os
seus
novos
amigos,
e
se
mostram agora
no
Parlamento
fu
mante
do
Príncipe
no
Sabado.»
—
Os
lei
tores
concordaram
comigo,
creio
eu,
em
*êr
h
’
estas irónicas expressões
do
Times,
que até
agora
era
o
maior
apologista
e
admirador
do
«Chanceller
de
Ferro»;
quan
ta
zanga
faz
ao
Oráculo
da
política
ma
çónica
Protestante,
a
concordia
de
Bis
mark
com
os
Chefes
e
representantes
da
secção
Catholica
e
Conservadora
no
Par
lamento
Allemão.
No
que
segue,
e
vou
traduzir
fielraente,
se irá
vendo
mais e
mais
o
rancor
que ao
Times
causa
o
vêr
que
o seu
Bismark
principia
de abrir
os
olhos, e
a
vêr
que
não
é
nos
nova-
dores
ambiciosos,
Liberaes
egoístas,
que
a
paze
boa
ordem
dos
Estados
póde
solida-
mente
buscar-se.
Vejamos
como
conti
núa:
—
-Ardentes
proteccionistas
e
represen
tantes
de
districtos
interessados em
passar
a
tarifa,
os
deputados
Ultramontanos
da
Westphalia
e
do
Rheno estám
zelosamen
te
cooperândo com elle (Rismark],
em
fazer
a
revolução
fiscal
de
que,
se acha
namorado.
Estám
confiadameale
contando
com
a
sua
recompensa.
O
Príncipe
Bis
mark,
poderá,
por fim
de
contas,
ir
a
Canossa»
Gô.
Em
sua
zanga,
por
vêr
que Bismark
se
reconcilia
com
os
Catholicos,
e
n
’
elles
busca
apoio
a
suas
medidas
governati
vas, quer
o
Tines
vêr
sê
envergonha o
Príncipe
e
o desune
dos
mesmos
Calho-
licos.
Parece-me
que
perde
o
seu
tem
po,
e
que
Bismark
ha
de
estimar
muito
arranjar
amigavelmente
as diflerenças
còm
a
Santa
Sé.
Continúa
elle
Times:
—
«Não desesperam
os Catholicos
de
vêr
o
seu
inimigo Falk
lançado
fóra
da
con
fidencia
do
Chanceller;
e
de
obter
sub-
stanciaes
melhoramentos
nas
Leis de
Maio.
E
’
provável
que
tqphara
obtido
promessas
com
que
estejam sátisfeitos.
Elles
tiveram
meio
dé
fazer
adoptar
suas
vistas
na
elei
ção
do
novo
Presidente
Herr
von
Sey-
dewitz,
político
um
tanto
obscuro,
que
apenas
tem
aberto
a
bocca
no
Reichstag.
Mais
notavelmente
ainda
mostráram
a
sua
força
na
eleição
de
Herr
Von
Frankéns-
tein,
Ultramonlano
elle
proprio,
para
Pri
meiro
Vice-Presidente.
Pelo
presente,
o
poder
passou
ás
mãos
d
’
ellès,
que
não
ha
muitos
mezes
eram
os mais
acres
ini
migos
do
Chanceller.
«Por
outro
lado,
os Liberaes
Nacio-
(«)
No
tempo
em
que
as
medidas
anti-
Calholicos e
execução
das
leis
do
Falk se
estavam
praticando
em
Allemanha,
Bis
mark,
alludindo
á
penitencia
que
o
Im
perador
Henrique IV
tinha
ido fazer
aquelle
logar por
ordem do
Pontífice
Gregorio
V|f,
dizia:
—
«Eu
não
hei
de
ir
a
Canossa».
O
Ti
mes
quer vêr se
pica
o
amor proprio do
Grande
Chanceller,
e
o
fáz
mudar
de
reso
lução.
Liabon,
1$ de
junlio de 1919.
(Do
nosso correspondente)
«Fervet
opus»!
Ha
já
grande
faina
eleitoral.
Todos
querem
salvar
a
patria.
Realmente,
ella
deve
muito aos
políti
cos da
epoca.
Comtudo,
parece
que
a
grande
maio
ria
dos eleitores está
resolvida
a
votar
pelos
deputados que
defenderam
o
go
verno
regenerador,
alterno
o
espirito
de
independência,
a
abnegação
espartana,
e
a
assiduidade,
com
que
cumpriram
a
sua
missão.
O
Te-Deum
dos creádos
da
casa
do
snr.
D.
Luiz
espera
as
ordens
da
priu-
ceza
de
Sjboya,
cujo
estado
lhe
não
per-
milte
ir
ainda
ao
templo
das
graças,
em
bora
se
achasse
sã.
e
escorreita
para
as
sistir,
no
h'ppódromo
de
Belem, ás
cor*
ridas
que
últimamente lá
houve.
Deus
a
ponha
boa
de
iodo para poder contentar
os
festeiros,
já
impacientes.
Hontem
reuniu-se
a
commissão
cen
tral
legilimista.
A
febre
eleitoral
visitou,
e
não
abandona,
ainda
os mais
intransigen
tes
adversários
da
urna.
Fçlizinenle
sou
dos
T/iomés,
mas
dos.
Thomes,
que
veem,
e
palpam,
e
ficam
como
dantes.
Eu
meu
excedente
amigo,
creio,
mas.
no
aforismo:
«Nisi
utile
est
quod
faci-
mus
stulta
est
gloria».
E
como
estou
agora com
véa
de
la
tinório,
de
que,
aliás,
nada
percebo,
ac-
crescento:
«Qui
potest
capere,
capiát».
A
«Nação»
recebeu
noticias,
de
-í do
corrente,
de
Brònnbach.
A
augusta
Rai
nha
Viuva,
a
Snr.’
D. Adelaide, bem
como
suas virtuosas
Filhas,
gosavarri
per
feita saude.
Ainda bem!
Dizem-me
que
o
Fontes
tenciona
ir
novamente
visitar
algumas
cortes
extran-
geiras.
Que
saudades
não
irão
lá
pela
Ajuda!...
Todavia,
o
snr.
D.
Luiz
não
deve
estar,
descontente
com
os
granjolas,
pois estão
agora
mais cortezãos
do
que
eram
pés
frescos.
Toda
aquella
saraivada
de
vitupérios,
e
de
ameaças,
mais
ou
menos
republicanas,
não ia
além
de
um
grande
ferro;
agora, porém,
estão
no
po
leiro,
e
o
caso
é
lodo outro. A’
manhã
mandarão
que
o
Chefe
do
Estado ponha
escriptos,
se
elle
se
lembrar, e
ha-de lem-
Tar
.se,
de
chamar o seu caro
Antonio
Ma*'ia.
.
,
S.
Em.* continua
mal,
e
com muito
datnno
dos
interesses
do
patriarchado.
Falleceu
Eugênio
de
Faria,
viuvo
da
s
nr.
a
condessa
da
Povoa.
Era legitimisla.
São
cem
mil
rs.
mensaes, que lucra
a
casa
de
Palmella.
Voltam
effectivamente
a
Paris as ca-
maras
francezas.
Parece
uma
medida de
pequena
Importância;
todavia
não
o
é,
decerto,
quando
vemos
o
interesse
que
lhe
liga
o
partido
republicano.
Foi
nomeado
2.°
oíTicial
das obras
pu
blicas um
dos
redactores do
«Progresso^.
Pescou
nas
aguas
turvas. E'
porque
el
les
fazem
política,
como
qualquer
sapateiro
deita
meias solas.
Continua
o
desanimo,
e
a paralisação
no
commercio.
Poucas
vendas,
e
porisso
uma
grande
parte
das lojas
ás
moscas.
Falta
de
trabalho,
fome,
por
conse
quência,
na
triste
morada
do
operário.
A
snr
*
D.
Maria
Pia,
que
ainda
não
foi
aos
Jeronymos,
foi
ao
lhealro,
pro
vavelmente,
dar
graças
a
Anna
Pereira,
e
a
Cesar
de
Lima.
vraoJ
O
ministro
da
justiça
nomeou o
prior
da
Lapa
seu
secretario.
Na
respectiva
se
cretaria
ha
grandes
despeitos,
e
são
el
les
de
lodo
ponto
justos,
pois é
impossí
vel
que
alli
não haja
um
empregado
apto
para
o
cargo, para
que
foi
eleito
aquelle
padre
liberal.
O
projecto
do
governo francez
com
relação ao
ensino,
e
que
tanta
celélima
tem levantado
em
toda
a
França, parece
qtiè
não
será votado
n
’este
anno. «Em
quanto
o
pau
vae
e
vem,
folgam
as
cos
tas».
D
’
aqui
até
lá
quem
sabe o
que
será.
Todavia
já
é
uma
victoria
para o
ul-
tramonianismo;
por
quanto
se
o
governo
quizesse.
quem
duvida
que
a
lei
opposta
ao
ensino
religioso
passaria
logo,
logo?
Ha
causas
meu
amigo,
que
não
teem
exércitos,
que
as
defendam,
e
comtudo
fazem
trepidar
os
adversários
que,
afinai,
fazem
meia
volta,
retirando
a march-
march.
A
causa
do
Catholicismo
é
uma
d
’
el-
las.
e
gosto
com que
se
achava
embellesadoe
pela
profusão
de
lumes
que
o
adornavam.
São, pois, dignos
de
todo
o
elogio
os
devotos
que
assim
se
esmeram
pelo
culto
d’
A
que
é
Rainha
dos
Ceus e
Refugio
dos
peccadores,
a
qual
lhe dispensará
n
’esta
vida
abundantes graças
e
na outra
a
vida
eterna
na
Bemaventurança.
Collegio
de
HI
hb
Ilenensy,—
Rea-
iisou-se,
ha
dias,
neste
excellente
col
legio
de
meninas,
dirigida
pela
talentosa
Miss
Henessy
a
tocante
e
commovente
ce-
temonia
da
primeira
Communhão
dalgu
mas
edncandas.
Depois
que
todas
as
me
ninas
entraram
procissionalmente
na
ca
pella,
fez-lhes
uma
tocantissima
practica
o
revd.
0
padre
João
Rebello,
tomando
pa
ra thema
aquellas
palavras
da
Escriplu-
ra:
Eccé
sponsus
venit.
A
missa
foi acompanhada
a
harmoni-
fluto,
cantando,
durante
ella.
as
collegiaes
.
O
revd.®
padre
João
Rebello dirigiu-
Ihes
nma nova
practica
depois
da
Com-
munhâo.
No
commovente
acto
dos
perdões,
uma
intelligente
filhinha
da
exc.
m
*
snr.a
D.
Maria
Anlonia
Pimenlel
e
do
exc.
m
®
snr.
dr.
Sampaio
fez
o
acto
do
perdão,
em
seu
nome
e
no
das companheiras,
ar
rancando
por
esta occasião
lagrimas
a
lodos
os
circumstantes.
A
Communhão foi
administrada
no
meio
dos
angélicos
cânticos
d
’
algutnas
educan-
das.
No
fim
da
missa
houve
nova
praclica,
em
que
o
celebrante
tomou
para
thema
aquellas
conhecidas
e
apropriadas
palavras
de
Jacob,
dirigidas
ao
anjo
que
lhe
ap-
pareceu:
Non
dimittam
te, nisi
benedixe-
ris
mihi.
Este
imponente
e
edificantissimo
aclo
terminou
pela
imploração
das
bênçãos pa
ra
as collegiaes, para
as
mestras,
para
as famílias,
para a
Egreja
e
para
as au
toridades.
A
’
tarde,
pelas
cinco
horas,
voltaram
todas
as
edticatidas
á capella
e
ahi
ou
viram uma
bella
praclica
sobre
a perse
verança,
terminando
o
sacerdote
por
lhes
recomendar
com
as mais
vivas
exhortações
que
fugissem
da<
occasiões,
que
amassem
a
frequência
dos
Sacramentos
e
que
con
servassem
sempre
uma
grande
e
sincera
•devoção
a
Maria
Santíssima.
A
mesma
menina
que de
manhã
pe
dira
o perdão em
nome
das
suas
com
panheiras,
recitou
a consagraçao
d
’ella e
de
todas
as
collegiaes
á
Virgem.
Assistiu,
segundo
nos
informam, a
este
acto
religioso
grande
numero
de ca
valheiros
e
de
senhoras
d
’esta
cidade.
Companhia
«Iraniatiea «lo 61a-
qtiet.—
Por
esies
dias
vem
esta óptima
companhia
dàr
algumas
recitas
no
lheatro
de
S. Geraldo.
Entre
outras
peças
de
merecimento,
levará O milho
da
padeira,
que
r
,
segun
do
os
jornaes
do
Porto,
é
especlaculo
-muito
attrahente.
Falleeimento.
—
Falleceu
na semana
passada a
mãe
do
nosso
particular
amigo
e
antigo
condiscípulo,
o
snr.
alferes
Ro
drigues.
Tarde
soubemos
d
’
este
triste
aconteci-
I
mento, porisso
só
hoje
podemos
cumprir
um doloroso
dever d
’
amÍ8ade,
comprimen-
tando
aquelle
nosso
amigo,
e
recommen-
dando
a
alma
da
finada
ás orações'
do
leitor.
n-jv•
■}
'
Aftnailos^-nw'
piarÁuis.'
—
Rééommen-
damos
o
trabalho
do
muito distincto ar
tista lisbonense.
o
snr.
Antonio
Maria
de
S.
Romão
e
Sousa,
que
se
demora
nesta_
I
cidade
alguns
dias.
Está
domiciliado;
no
hotel
Portuense,
na
rua
de
S.
Joãn
do
Sontm.
Exames
em
Braga.—
Felizmente
haverá
exames
de
habilitação1
para
os
cursos
superiores,
no
lyçeu.
d
’
esta cidade.
Assim
nol-o
asseveram,
e
assim
dizem
vários
telegrammas.
Excellente
medida.
Já faileeeu.—
A
pobre
mulher
que,
por-
occasião
da
festa
do
Espirito Santo,
foi
atropellada
por
um
trem
de praça,
como
noticiámos,
falleceu
ha
dias
no
Hospital
de
S.
.Marcos,
onde
estava
em
Iractamenlo.
liuiz Napoleôo.—
Segundo
dizem os
últimos
telegrammas,
o
príncipe
Luiz
Eu
gênio
Napoíeão,
foi
morto
n
’
um
recontro
na
guerra
com
os
zulus.
Todo
Vosso
A.
6AZETIIHA
Pr!»»
melhorai de S. Kxe.a
Kev.'as
—No
domingo
houve
na
Gathedral
um
so,-
,
lemne
Te
Deurn
mandado
cantar
pelo ca
bido,
pelas melhoras
do
Snr.
Arcebispo.
Olficiou
o
exc.™0
Deão,
assistiram
toda
a
camara
ecdesiasvica,
corpo
docente
do
Seminário
je
Lyceu,
bem
como
o
coro
nel
do
regimento
8 e
oiiicialidade,
achan
do-se
também
presente
o
snr.
director
d
’
obras
publicas. Também
alli
sé
acha-'
va,
representada
na
pessoa de
seu
digno
presidente,
o
exc
mo
dr.
Penha
Fortuna,
a
Associação
Catholica d
’esta cidade.
A
concorrência
foi
muito
regular,
e
seria
muito maior
se
a isso
se
tivesse
dado
a
publicidade
que
se
não
deu.
Festividades.
—
Tiveram
logar
na
sexta-feira
da
semana
passada, na
egreja
do Collegio, a
do
SS. Coração
de
Jesus,
havendo
de
manhã,
communhão
geral
ás
11
horas,
missa
solemne
a
instrumental,
com
exposição do
SS.
De
tarde
houve
sermão
pelo
revd.° Velloso, e
Ladainha;
na
Sé, festa
de
Santo
Antonio
dos
Coris-
'
tas,
com
missa
de
manhã
e
de tarde
sermão,
.pelo
snr.
conego
Figueiredo,
ha
vendo
no
(im
d
’este,
exposição
do
SS.
no
altar
do
Santo,
e
Te-Deum,
a
instru
mental.
Pelas
6
horas
da tarde
d’
este
mesmo
dia,
saiu
como
tínhamos
annunciado,
a
procissão
do
SS.
da
Sé,
que
ia
com
toda
a
pompa
e
explendor:
levava
57
angi-
nhos,
ricãménte
vestidos.
São
dignos
de
lodo
o
elogio
os
actuaes
mesarios
d
’
aquella
confraria,
porque não
se
furtaram
a
tra
balhos
que
tanto
os
ennobrece.
No
domingo
festejou-se
também
na
Laihedral,
a
milagrosa
Imagem
do
Senhor
Agonia.
Nct
Senhor,a
Branca,
conclusão
do
®
ez
de
Mana:
de manhã,
tercia
e
missa
s°lemne
a
grande
instrumental
pela ca-
P
ejla
da
Sé;
com
exposição
do
SS.
e
ser
mão
e Te-Deum de
tarde.
Foi
orador,
co-
jã
tinham
os
annunciado,
o
nosso
con-
terraneo
e
amigo
padre
Mártioco: do
Sermão
só
diremos
que
esteve
a
altura do
assumpto.
Foi
uma
festa
esplendida.
Todâ
à
egreja
sé
/achava
ricamente
de-
Orada;
mas
o
que mais
surpreheo-
eui
foi
o altar da
Virgém,
peló
mimó
A'
enridade publiea.—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria Candida,
que
padece
do
peito
ha
mais de seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada
para
ga.
nhar
a
vida
Vive
em extrema
pobreza-
Habita no sotão da
casa
n.° 4,
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo.
riiTIVIlS
NOTICIAS
Lisboa
19. — Foram
nomeados
gover
nadores
civis
substitutos:
de
Portalegre,
o
snr.
Martinho
da
França
Coutinho;
de
Leiria,
o
snr.
barão
de
Salgueiro;
de
Coim
bra,
o
snr.
Duarte
Alarcio Velasques;
de
Beja, o
snr.
Antonio
Baptista
Faria;
de
Santarém,
o
snr.
José
Maria
de
Mello.
Transferidos
os
secretários
geraes:
de
Braga
para
Ponta
Delgada,
o de
Coimbra
para
Braga,
o
de
Angra
para
Vianna,
o
de
Evora
para
Coimbra.
Nomeados
administradores:
da
Povoa de
Lanhoso,
o
snr.
Augusto
Clemente
Geão;
de
Monte-mór-o-Velho,
o
snr.
José
Elisio
Regalão;
de
Coimbra,
a snr. Antonio
Ma
ria
Sousa
Basto;
de Leiria,
o
snr.
José
Tavares
Alçada;
de
Porto
de
Moz,
o
snr.
José
Barreiros
Callado;
de
Ancião,
o snr.
Roberto
Feio
Carvalho; de
Alcobaça,
o
snr.
Manoel
Antonio
de
Sousa;
de
Pedro-
gão
Grande,
o
snr.
Arnaldo
Torres
Mas
carenhas;
dos
Arcos,
o
snr.
Pedro
de
Sousa
Brito;
de
Melgaço,
o
snr.
José
Joa
quim
Gomes;
de
Monsão,
o
snr. José
Pereira
Eça;
de
Ponte
do Lima,
o
snr.
José
de
Castro
Feijó;
de
Valença,
o
snr;
Gaspar
Pereira
Peixoto;
de
Gondomar,
o
snr.
Ramiro
de Sousa
Nunes
Foram
nomeados
administradores
sub
stitutos:
de
Famalição;
de
Coimbra,
Agos
tinho
Abreu
de
Castro,
de
Condeixa,
Vas
co
Eça
de
Azevedo;
de
Melgaço,
Manoel
Correia
Feio; de
Caminha,
Manoel Torres
Silva;
de Ponte do
Lima,
José
Lopes
Ma
ciel;
de
Vianna,
Manoel
Gavinho.
CORREIO
MonTAlegre.
—Snr.
Antonio
João
Fer
nandes
de Miranda.
Agradecendo,
respon
deremos
na
próxima
semana.
■
Mogadouro.
—
Snr.
Joaquim
Maria
Fel-
gueiras
Leite.
Muito
agradecemos,
e
por
estes
quinze
dias
daremos
expediente.
Louzada.
—
Revd.0
padre
José Ribeiro
Correia
de
Faria.
Ficamos
sciente
e
agra
decido.
Barcellos.
—Revd.0
padre
Manoel
Se
bastião
d
’
Almeida
Peixoto. Recebemos.
Mil
agradecimentos.
Lisboa.
—Snr.
Antonio
Castanheira.
Fi
camos
sciente e
esperamos.
Vianna
do
Caslello.
—
Snr. Caetano
Luiz
da
Silva.
Ficamos sciente.
Não ha
pressa.
Obrará
como
entender. O
recibo
já
foi.
ItECLAMOS
A’ caridade publica.—
Recommen-
damos
muito
&
muito
ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
i
Silva
Guimarães.
O
seu
estado,
de
penúria
é
exlremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor,
de
Deus,
se
lembrem
de
p
soccorrer.
Mora
na rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
MUDE
À
TODOS
sem
medicina,pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
ítEVAliESGlèKÊ
,DU
BARRY
de
Londres.
30 anno»
«Finvaríavel
oueeogso
2
Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
gaslrica,
gastralgia,
llegma, arrotos,
amargor
na
bocea,
piniuas,
oauseas,
vomitos,
irrita
ções
inteslinaes,
bexigas,
dizeuleria,
cólicas,
tosse,
alhsmá’
,
falta
de
respiração, oppressào,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na gar
ganta,
doalito,
dos,
hrouchios,
da
bexiga,
do
l
igado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue,
85:000
curas
en
tre
as
quaes
coutam-se
a
do
duque
de
Pluskow, da ex.“
‘
a
sur.
a
marqueza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Dicies, par d
’
Ia-
gíalerra,
o
doutor
e
piõfessor Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.
—
Vervant,
28
de mar
ço,
1866.—
Senhor.
—
Bemdito
seja
Deus!
A
sua
Kevalescière
salvou
me
a
vida.
0
meu temperamento,
naturalmeoie
liaco,
estava
.
ariumado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito
an
nos,
tratado
sem
resultado
algum
lavora-
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
ISevale»
cíère
me
rastiluiu
a
saúde.—A.
B
rune
-
lière
,
cura.
Cura
n.®
78:364.
—
Mr.
e
m.me
Leger,
de
doença
do fígado,
diarrbea,
tumor
e
vo-
mitos.
Cura
n.°
68:471.
—
Mr.
Pierre
Castel-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade de
85
atínos
;
a
Kevttleseière
re
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
visito
os
doen
tes,
dou
gfandes
passeios
a
pé,
e
sinto
o
espirito
lúcido
e
a
memória
fresca.»
E
’
seis
vezes
mais nutritiva
do que
a
car
ne,
sem
esquentar, economrsa cincoenta
vezes
o
séu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por miudo
em toda
a
po
□insula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata, de
V.
kilo,
500
; de1
/,
kilo
800
rs
;
de
una
kilo,
1^400
reis;
de
2
4/,
kilos,
3^200
reis;
de
6
ki
los,
6$
400;
e
de
12
kilos, 12^000
rs.
Os
bistiòttos da
lievàlesciére
que se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixis
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Revaleseière
ehaeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes maia
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó e
em
paus,
em
caixas
de folba
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48 chavenas, 1^400
;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25
reis
cad»
cbavena.
OU
B1KHY
«fc
C.» MMITED.-
Place
Vendòme, 26,
Paris.
77
Regent-
Street, Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os seus pedidos
ao
deposito
Central
;
sjnr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Uisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
to,
J.
de Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NHO.=
Aveiro,
F.
E.
da Luz
e
Costa-
pharm. —
Barcellos,
Antonio
João de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31—Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna
do
Caa-
tèllo,
A
fio
oso drog.,
rua
da
Picota
; j.
A.
de
Barros,
drdg.,
Rua
grande,
140.
—
OuimarSe»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pfcarm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam-
po-da Feira,
1;
José,
J.
da
Silva, drog..
Rua
da
Bainha,
29
e
33.—
Penaftal,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua da
Banha-
riá,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto, pharm.,
Largo
dos
Lóyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs., Pra
ça
de D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua de
San
to Antonio,
225 a
227.
—
Ponte
do
Kd-
m«.
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
—
Povoo do Varzim,
P.
Machado
de
Qliveira,
pharma.—
Valença do
Minho,
Fiàhcisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
Conde, a
.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
ANNUNCIOS
ÉDITOS
DE 50 DIAS
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga e
cartorio
do
1.®
oíficio,
correm
éditos
de
30
dias
a
contar
de
31
de
maio
d
’
este
corrente
anno,
citando os
credores
e
legatários
desconhecidos,
ou
moradores
fóra
da comarca,
para
virem
assistir,
querendo,
ao
inventario
por
fal-
lecipnento de
Bento
da
Costa,
morador
que
foi
no
logar de
Adegães,
freguezia
de Semelhe,
d
’
esta
comarca,
em
que
é
invénlariante
Rosa
da
Silva,
viuva
do
meSmo,
do indicado
logar
e
freguezia
e
dedbz
irem
seus
direitos
no
mesmo
in
ventario!
sem
prejuízo
do
andamento
d
’elle.
Braga
14
de
junho
de
1879.
O
escrivão
José
Firmino da Costa Fritas.
Verifiquei
(2463)
Sampaio.
de
RECUMAÇAé
A
junta
dos repartidores
do concelho
Braga
etc.
Faz.
publico,
que
a
matriz da
contri
buição
industrial
do
corrente
anno,
hade
estar patente
na repartição de fazenda
d’es-
le
concelho
para
quem
a
quizer
examinar
e
contra
ella
reclamar,
pçr espaço
de
10
dias
a contar de
25
de
junho
a
4
de
julho
futuro,
em
qne
os
contribuintes
po
derão
solicitar
do regedor de parochia
as
notas
d
’
onde
constam
os
factos
sobre
que
tem
de
recahir
a
contribuição,
e
o
pra
zo
em
que hão
de
ser
decididas
as
re
clamações,
que
devem
ser
individuaes,
e
em
papel
sellado;
bem
como
o
da
in
terposição
dos
recursos
das
decizões
da
junta.
N
’
esta
conformidade
se
passaram
edi
taes
para
serem
affixados em
todos
os
lo-
gares
do
costume.
Braga
19
de junho de
1879.
O
presidente
da
junta
(2461)
José
Jorge
Soares
Russel.
iMÍMÍã
S.
TORO PATO
Uma
morada
de
casas
com
gran
de
quintal,
sita
na
rua
das
Car
valheiras.
n.°
17.
Para
ver
e
tractar
na
rua
de
S.
Ge
raldo
n.°
17.
(2465)
ARRENDAM-SE
Tres
moradas
de
casas
de dous
an
dares, construídas
de
novo,
com
quintal
e
agua,
sitas
na
rua
de S.
Geraldo
n.
“
18,
20
e
22.
Para
ver
e
tractar
na
mesma rua
n.°
17.
(2466)
A grande
festividade
e romaria
para
cbmrnemorar
o
27.
’
anniversario da
trasladação
do
inclylo
Martyr
S. Torqtlâlo,
Arcebispo
Bracarense,
lerá
logar
no
dia
6,
primeiro
domingo
do
proximo mez
de
Julho,
e
será
precedida
de
uma
no
vena
que
principiará
no
dia
27
do c.orrente,
segundo
o costume dos
annos
ante
riores.
No
dia 5
do
proximo
mez
de
Julho,
vespera
da
solemnidade,
se
farão
os
si-
gnaes
festivos
do
estylo,
tocando na
tarde
d
’
esse
dia
uma
banda
de musica
no
lo
cal
da
romaria, e
tanto n
’
este
dia como
no
seguinte,
dia
6,
estará
patente
á
vene
ração
dos
lieis,
desde
o nascimento
até
ao
occaso*
do
sol,
a veneranda
relíquia,
o
corpo
inteiro de
S.
Torqualo.
No
dia
6,
durante
o
tempo
em
que
se
não
estiverem
celebrando
alguns
dos
actos
de
culto
externo,
se
ouvirão no
local
da
romaria
os
sons
de
duas
bandas
de
musica
marcial,
e
depois
das
10
horas
da
manhã
cantar-se-ha
a
musica
vocal
é
instrumental a
missa
solemne,
com
exposição
do
Santíssimo
Sacramento,
havendo
sermão
no
fim
do
Evangelho.
Depois
das
4
horas
da
tarde
fará
o
seu
transito
em
volta
do
grande
adro
que
circumda
o
sanctuario, a
imponente
e
apparatosa
procis
são,
ornada
de
trez
coros
de musica,
e
figuras
representando
as
virtudes
que
o
santo praticou
em
sua vida, e
de
dous
carros
triumphaes allusivos
ás
virtudes
da
Diligencia
e
Fortalesa
do
Santo
que
no
cumprimento
do
seu
dever de.bom
pastor
se
dispoz
a
persuadir
com
a
sua
voz
ao
deshumano
general
Muça
que
poupasse
as
vidas
dos
fieis, confiadas
ao
seu
exercício
pastoral,
o
que
não
alcançou,
mas
antes
soffreu
o martyrio,
succumbindo
ao
golpe
da
cimitarra
do
cruel general.
A
’
noite
queimar-se-ha
um abundante
e
variado
fogo
do ár e preso,
produ-
cto
dos
melhores
artistas
d’
este
genero
na
província,
entre
os
quaes entrará
o
distinclo
pyrotechnico
Antonio
Pereira
Caneco,
de
Cabeceiras
de
Basto,
e
será
bri
lhantemente
illuminado
o escadario
fronteiro
ao
sanctuario.
A
Meza
administradora
não
se
poupa
a
exforços
e
emprega
os
meiôs ao
seu
alcance
para
que
esta
solemnidade
seja
celebrada
com
o
lustre
e
esplendor
que
caracterisam
as
ceremonias religiosas
do
culto
catholico.
(2467)
ARRENDAM-SE
as lojas
da
rua do
Sal
tador,
onde
está
o talho,
e
pegado
ao
mesmo
onde
está
a
venda.
Falla-se
na
mesma
casa.
(2468)
MALA-POSTA
ENTRE BRAGA E
GUIMARÃES
Manoel
Gonçalves
Vieira
Prim,
alqui-
lador
d
’esla
cidade,
participa
ao
respeitá
vel
publico,
que,
tendo
principiado
com
a
nova
carreira
de
mala-posta do
cor-|
reio
entre
Braga
e
Guimarães,
se
prom-
ptifica
a
servir
o
publico
com
toda
a
se
riedade,
esperando
do
mesmo
a
coadju-
vação para
tal empreza.
Horarioi
Sae
de Braga
ao
meio
dia, chega
a
Guimarães
impreterivelmente
ás
3
horas.
Sae
de
Guimarães
ás
3
da manhã,
e
che
ga
a
Braga
ás
5,45,
podendo
os
passa
geiros
seguir ainda
no
comboyo
para
o
Porto.
Prefost
De
Braga
a
Guimarães
e
vice-versa
240
rs
(2458)
AGUA DO
GEREZ
Colhida
na
nascente
sob
a
direcção
de
Thomé
de
Sousa
Pereira
Veiga,
pharrna-
ceutico
do
Hospital
de
S
Marcos.
Ven
de-se
a
retalho,
e
se
satisfaz
com
prom-
plidão
qualquer
encommenda
por
junto.
Para revender,
offerece-se
percentagem.
Depositos:
Braga
—
Pharmacia
do
Hospital
de
S.
Marcos.
Porto
—Rodrigo
A. M.
Guimarães
—
Bomjardim,
115.
Vianna
do
Castello—
Duarte
P. D. Ri
beiro—
Pharmacia Aurea.
(2460)
DINHEIRO
A
JURO
A
confraria
de Santo Antonio
da
Pra
ça
Municipal
tem
650$000
reis
para mu
tuar,
a
5
p.
c.
(2461)
Aluga-se
o
que
se
acha
situado
no
largo
da
Lapa,
proximo
ao
thealro;
quem
o
pretender
falle
no
deposito
de
machinas
da
Companhia
Singer,
na
rua
de
S. Vi
cente
n.°
17.
(2462)
PROMPTO
IffllW
TB
ATAIEHTO
:'
V
cura
os rbeumatismos agudos;
O
ELIXIR
SARRAZIN
cura
os
rbeumatismos
chronicos;
©
WB
SaMMí
cura
O
ELIXIR
SARRAZIN
0
SM!»
cura
ELIXIR
SâllRAZIK
0
cura
as
enxaquecas.
ADOPTADO
POR TODOS HOSPITAES FRANCEZES
PREMIADO
PELAS ACADEMIAS
Deposito
no
Porto
—
FERREIRA
& IRMÃO
77—RUA
DA BANHARIA—79
3.
a
MORADA
ACIMA
DA ESQUINA
DA
PONTE
NOVA
PREÇO..........................
.
. . yooo REIS.
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel
de impressão
e
de
embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacai-in
Rraearenae
—
27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
Geraldo n.°
18.
Trata
se
no
cam-
po
de
Sant
’
Anna,
n.°
68.
(2298)
as
gottas;
cura
o
lumbago;
as
dores
sciaticas;
OM
BI
Compra-se
na
rua
de
D.
Pedro
V,
n.°
24.
(2459)
VENDE-SE
a casa
da
rua
do
An-
•
jo
n.°
11
e
11
A.
Quem
a
pre-
•
-
t
en
ter
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
V
n.°
1.
(2423)
No largo da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’
esta
cidade,
duas
moradas
de
casas
construí
das
de
novo;
tracta-se
com
Antonio
Sil-
verio
de
Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
SINGER
eb
ovBl»
0
MACHINÁfe
PARA
COSER
DA
Companhia
fabril
SINGER
—
rut» de S. Vieente—
BRAGA
U
iwgeb
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
machinas
de
costura!!!
mais
qu
&
em
1876.
A Companhia Fabril
ÍI
íwíb
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
.
a prestações
de
&OO
rei*
aemnnaeB
sem
prestação
de
entrada
ou
10 por
cento
a
menos
a prompto
paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos o publico que te
nha
todo
o
cuidado para não
sèr
enganado com as machinas
imitações, como
algumas pes
soas,
por
infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SINICiER
só
se
encontram
á venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17, RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislriclos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.-
(2443)
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa da Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração-
a avultadissima
despeza
que
está
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’esle
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardo
RESPONSÁVEL—
Luiz Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1879
Parte de Comércio do Minho (O)
