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-
POK.ITICA
E
IWOTídIOSA.
HEDÂCTORES
—D.
Miguel Sollo-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimenlel.
Os
MAUS
LIVHOS.
7.°
ANNO
PREÇO DA
ASSÍGNATURA
Braga,
12
mezes.....................................1&600
»
6
»
...............................
850
Correspondências partic. cada linha
40
Annuncios cada
linha......................... 20
Repetição
...........................................
iq
PUBLIGA-SE
AS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSÍGNATURA
(
Províncias,
12 mezes.............................. 2^000
»
6
»..............................1&050
» sendo
duas assignaturas 3^600
Brazil, 12
mezes, moeda forte.
. 3&600
Folha
avulso...................................... 10
N.° 947
JE3 LSHL ...qfeu CSr
SABBADO
14 DE JUNHO DE 1879
Correspondência
pt»rtieular do
aCooiniercio d«* Jlinlto»
Paris, 7
de
junho.
0
conselho d’Estado
declarou
que
o
Senhor
Arcebispo
d'Aix
abusara
na
carta
pastoral
em
que
critica
os actos
d
’
um
governo de
franc-maçons.
Mas isso
não
é
mais
do
que
uma
agoada
satisfação
para
os
nossos
bons
republicanos;
elles queriam
que
agora,
a
exemplo
do
snr.
de
Bis-
mark,
o
Prelado
fosse
arrastado pe
rante
juizes
cujas
decisões
fossem uma
sancção
penal,
como
o
desterro ou
pelo
menos
a multa.
Não
só
o
augusto
pas
tor,
mas
ainda todo
o
seu
clero
são
ob-
jecto
de
continuas
denuncias
da
parte
dos
jornaes
e deputados
radicaes.
Um
d’
elles
fez
ha
dias
da
tribuna
da
camara
uma
de
nuncia,
citando
novos
discursos
pronun
ciados
pelo
bispo d’
Aix,
e
reclamando
a
punição
para
o
clero
incriminado
por
fi
delidade ao
seu
pastor;
principalmente
que
este
fosse
privado
de
seus
honorários, a
punição
mais
dura
aos
olhos
dos
repu
blicanos.
O
ministro Lepère
prometteu
inslrucções,
inquéritos
e
processos
contra
todos
os sacerdotes
da
diocese,
que
elie
qualificou
de
facciosos
e
insurgenles!
—-E
eis
a
rasão porque
este
ministro
ainda
não foi lançado á
margem,
como
geralmente
se
esperava;
espaçaram
a
sua
destituição
para
depois
que
elie
execute
as
suas
pro
messas.
Mas
a
republica
aventura-se
a
uma
empreza
que
a
pode
arrastar
muito
longe;
porque
não é
sómente
o
clero
da
diocese
d
’
Aix;
é
o
da
França
inteira,
que
successivamente
envia
calorosas
adhesões
ao
defensor da liberdade,
são
todos
os
catholicos,
isto
é,
a
nação em
massa que
se
ergue
contra a
tyrannia
maçónica.
As
municipalidades
republiqueiras
pro-
seguem
a
campanha
anli-religiosa
com
mais
ardor
ainda
que
o
gabinete
franc-maçon.
Grande
numero
de
conselhos
municipaes
e
de
«maires» intentam
prohibir
as pro
cissões,
o
que,
em
vesperas
da
festa
do
Corpo
de
Deus,
commove
singularmente
os
povos. No
que respeita aos
conselhei
ros
parisienses,
elles
aclivam
de
feito
a
lucta
contra
o
governo
e
contra
o cle-
ricalismo.
Prohibiram a procissão do
Corpo
de
Deus
em
volta
dos
templos,
etc. Ha
dias
o
prefeito
deu
lhes
grande
gáudio
an-
nunciando-lhes
a
expulsão dos Irmãos
nas
tres
novas escolas
de
Paris. Por
inicia
tiva
do
snr.
arcebispo
de
Paris consti
tuiu-se
ura
«comité»
para
auxiliar
o
es
tabelecimenlo
e
manutenção
d
’
escolas
cliris-
tãs, em
substituição
dos que
estão
sendo
diariamente
supprimidas.
Teem
sido já
re
colhidas
importantes
soturnas,
e
porisso
vão
fundar-se
escolas
livres
ao lado
d
’
aquellas
donde
teem
sido banidos os religiosos.
Porém estas
escolas
só
poderão
subsistir
até
ao dia
em que forem
discutidas
as
leis-Ferry.
Se ellas
forem
votadas,
é
claro
que
as
16
congregações
d
’
homens
e
as
120
congregações
de
senhoras
«não
au-
clorisadas»
não
poderão
dirigir
qualquer
estabelecimento
d
’
ensino.
Ora
quando
serão
discutidos esses
pro-
jectos?
Ignora-se
ainda.
No
seio
do
ga
binete
ha
duas
correntes
a
este respeito:
uma
mui
disposta
em favor da prompta
expedição
das
leis-Ferry, outro
que
julga
esta
discussão incompatível
com
a
priori
dade
reservada
ás
leis
financeiras,
se,
co
mo
geralmente
se
acredita,
a
sessão se
não
prolongar
além
do
dia
5
de
julho.
E’
provável que
as
leis-Ferry não
sejam
discutidas
senão
em
novembro,
com
o
que
muito
folgam os catholicos, pois
que
sendo já 1.500:000
as
assignaturas
do
pe-
ticionamento
a
favor da
liberdade
do
en
sino
religioso, esse
numero
augmentaria
muitíssimo
com
esta
demora;
e
é
prová
vel
que as
ferias
parlamentares concorram
para
modificar
em
muito as opiniões
hos
tis
entre
os
membros
da
maioria. Mas a
catholicos,
suspeitando
que
o
debate
se
abra
em
julho,
nada
descurarão
para
as
segurar
o
triumpho
da
casa
da moral e
do
direito dos
paes
de
familia.
Todas
estas questões religiosas
trasem
apaixonados
os
espíritos,
e
impedem
as
nossas
camaras
de
fazerem
qualquer
coisa
util.
Assim,
quanto
á
discussão
do
or
çamento,
que
deveria
ser
o
objecto
princi
pal
da
sessão,
apenas
se
lhe
deu
princi
pio.
As
commissões
ainda
não
termina
ram
os seus
trabalhos,
e
teem
perdido o
tempo
em
supprimir
os
capellães
milita
res,
em
prohibir
aos
padres
a
entrada
nas
casernas,
e outras medidas
do
mesmo
genero.
Em
tudo
e
por
tudo
vivemos n
’
uma
era
de
contínuos
receios.
Os
relatórios
policiaes
são inquietadores
e
parecem
as-
signalar
a
eventualidade
de
novos
motins
quando
regressarem
a
Paris
os
commu-
nardos,
que estão
sendo
amnistiados
a
cada
momento.
N
’esta
previsão
assegura-se que
o
snr.
Gambetta,
cuidadoso
em
proteger
a
sua
pessoa,
trata
de
nomear
governador
de
Paris
um
dos
seus
amigos,
o
general
Gallifet.
Este
indivíduo,
que
é
ambicio
so,
facilmente
se
prestará
ao
papel
que
se
quer
assignar-lhe.
Diz-se
que, segundo
informações
fornecidas
pela
policia,
os
in
transigentes
da
esquerda estão
de
posse
de
4.000 espingardas
e
que os
futuros
revoltosos
estão
já organisados
em
secções
como
nos
dias
da
primeira
revolução.
Co
mo
vèdes,
são
motivadas
as
inquietações
pela
presente
situação.
Cesar Cantu e o snr. Ennea.
Os
nossos
leitores
estão
ainda
bem lem
brados
da
pedantesca tentativa
que
se
apos
sou
ultimamente
do
impio
diífamador
dos
Lazaristas,
de plagiar,
afltdlerando-a,
a
obra
immortal
do
maior
historiador
do
século
presente
Sabem
igualmente
que
tão in
fame
atlentado foi
severíssima
e
justa-
meute
punido,
não
só
por
toda
a
impren
sa
catholica
do
nosso
paiz,
como
lambem
por
alguns
jornaes
do
liberalismo,
em
cu
jos redactores-
ainda bem
—
o
ouro
e
a
torpe
subserviência
não
poderam
suífocar
o
sentimento
da
verdade,
da
justiça
e
mesmo
da
própria
dignidade
humana.
Nós,
que tomamos
n
’esta
questão o
posto
que
convinha
ao
defensor
da
ver
dade
oífuscada
e
da
justiça
opprimida
por
um
atlentado
que
sobreleva
immensamen-
te
o
que
Antonio
Eunes
perpetrou
com
a
representação
do drama-calumnia
os
La-
zaristas,
continuaremos
a
stygmatisar,
to
das
as
vezes
que
se
nos
offereça
ensejo,
a
desmarcada audacia da
impia
creança.
Impõe-nos
este
dever,
além
da
missão
do
jornalista
catholico,
a
lealdade
e
sym-
patbia
pelo
immortal
Cesar
Cantu,
que
quiz
ler
a
defereacia
de
nos
escrever
uma
carta
autographa,
acompanhada
d
’
um
pro
testo
eloquente
e
sublime
que
em
tempo
publicamos
n
’
esta
folha.
Agora
que
já principiou
a
apparecer
esse
pasto
hybrido
e
repellente
da
mais
completa
deturpação
da
Historia Univer-t
sal,
julgamos
a
proposito
transcrever
para
as
columnas
do
nosso jornal
o
que a
esse
respeito
escreve
o
nosso
muito estimável
collega
do
«Apostolo», do
Rio
de
Janeiro,
sob
a
epigraphe
de
Não
ha
duvidar,
o
mau
livro
é
a cau
sa
de grande perda
na
moral e
nos
cos
tumes;
habituar
o
homem
desde
a
infân
cia
á
leitura
de maus
livros,
é
crear
um
elemento
de
desordem
e
de
impiedade,
que
por
fim
dá
em
resultado
o
crime.
Essas
sociedades
perigosas
que
vivem
de conspirar
contra
a
auctoridade,
que
procuram
plantar
seus princípios
anti-ca-
lholicos
e
anti-sociaes,
se
teem
desenvol
vido
pela
frequente
e
exclusiva
leitura
de
livros,
que
a
propaganda
do
mal
profu
samente
espalha.
Entre
nós póde-se
dizer
que
o
mau
livro
e
má
imprensa
estão
conslanlemente
desviando
do
bom
caminho a mocidade
inexperiente
e sem uma firme
educação
moral
e
religiosa.
Um
livro
de
boa
doutrina
é
cousa
rara
em
quasi todas
as casas,
nas
quaes
abun
dam
as
gazetas
políticas
e
commerciaes,
que,
por
amor
do
partido
e
do
interes
se,
não
escrupulisam na
acquisição
de ar
tigos;
insultem
ou
não
a
familia, desde
que
satisfaçam
paixões
políticas ou
são
bem
pagos,
são
publicados.
Se
das
gazeias
passarmos
ao
livro,
a
cousa
é
a mesma.
Quanto
mais sensual
fôr
o
romance,
mais
agrada,
mais
deleita
o
espirito
fraco
e
já
abalado
por
scenas
mais
6u
menos
deshonestas,
que
as
fi
guras
das
vitrinas
de
certas
casas
de
curiosidades
obscenas,
lhe offerecem
aos
olhos.
O
theatro vem
depois
firmar
o mal,
pois
bem
poucas são
as
peças
thealraes
que não
sejam
um
veneno
propinado ao
povo
em
dóses
bastantes
para
produzir
a
morte
moral.
Quem
assiste
a
uma
representação
dos
Lazaristas,
sae
contrariado e
inimigo
de
uma
classe
de
homens,
que
entretanto
só
teem
leito
bem,
que cuidam
da
alma
do
seu
similhanle
ou
lhes
dirigem
a
in-
telligencia,
pois
o
auctor
dos
Lazaristas,
que
é
um
desasado
impio,
inverteu,
com
applauso quasi
geral,
o
fim
e
meios
de
chegar
ao
empregado
pelos
dignos
filhos
de
S.
Vicente
de Paulo,
só
para
expôl
os
ao
ridículo
e
chamar
sobre
elles
o
ódio
do
povo.
Entretanto,
os Lazaristas
foram,
não
obstante
a
opposição
levantada,
represen
tados
nos
lheatros,
e se
estão
hoje
ba
nidos da
scena, é
por
falia
de
mereci
mento
e
de graça, e
senão
vejamos o
que
d
’
elles
disse
auctoridade
insuspeita,
Ca-
millo Castello
Branco:
«A’
cerca
dos Lazaristas
do
snr.
En-
nes
tenho
pouco
que
lhe
dizer.
Citou
o
snr.
Cunha
Seixas.
como
modelo no
gene
ro, o
drama do snr. Eunes
no
seu
ar
tigo
Eslhelica.
Eu por,
mim
não
posso
qualificar
de
bom
genero
—
mas deixo-lhe 1
a cathegoria de
modelo — uma
calumnia
dialogada,
bem
escripta,
mal
pensada,
com
grande
farragem
de adjectivos fortes, e
acepilhados
torneios
de frase.
Tal
drama
é
uma
armadilha
funesta
á
ignorância
das
massas
e
deve captar
medianamente
a
admiração
dos
intelligentes.»
Eis
pelo
que
desappareceu
da
scena
essa
monstruosidade
de
perversão;
se
pelo
menos
tivesse
graça,
o
mal
teria
sido
maior,
o
theatro continuaria
a
especular,
sem cogitar no
escandaio,
e
muito
me
nos
no
prejuizo
que
causaria
á
socie
dade.
Por
fallarmos
no
heroe
dos
Lazaristas,
aproveitamos
a
occasião para
prevenir
ao
povo
que
lê,
e
aos
moços
que
estudam,
contra
a
pretenção
que
elie
tem
de
tra
duzir
a
Historia Universal
do
grande
Ce
sar
Cantu;
e
ainda
mais
contra
a
obra,
se
elie
a
realisar,
porque
a
mentira
pre
valecerá
sempre
que
elie
a
possa
intro
duzir,
e
então
o
mal
será
horrível,
pois
se
irá
logo
citar
o
erro,
não
como
in
troduzido
pelo
infiel traductor,
mas
como
sustentado
pelo
proprio historiador.
Facil
é ver,
portanto,
o
immenso
mal
que
ha de
causar
á
verdade
uma
traduc
ção
infiel,
mas
que
correrá
com o
no
me
de
seu auctor
original,
lilterato
acre
ditado
e catholico
conhecido.
A
intenção
de
Ennes
fica
bem
conhe
cida
desde
que
se
souber
que
se
faz
em
Portugal
uma traducção
limpa
e
com
apra-
zimento
do auctor,
e
que,
apesar
das
dif-
ficuldades
que
tem
encontrado,
está
adian
tada.
Ora,
o
que
vem
fazer
Ennes
com
a
sua
traducção,
se
não
continuar
com
mais
malefício a
sua
perversa
missão
de
pre
judicar
a
mocidade
estudiosa,
em bene
ficio
seu,
porque
lhe pagam
para isso,
e
ataque
á
verdade
histórica.
Em Portugal
e
no
Brazil,
se
appare
cer
a traducção
da
Historia
Universal
de
Ennes,
todos
a
manusearão,
e
d
’
ahi
resul
tará
que
a
mentira
histórica
ficará
sendo
um
documento
e
será
a
cada
passo
cita
da
pelos
pouco
escrupulosos da
boa
leitu
ra,
e
princiapalmente
pelos
de
má
fé.
Levantamos
esta
cruzada
em
tempo,
para
evitarmos maiores
males.
A
«Palavra»,
do
Porto,
e
o
«Commer
cio
do
Minho»,
denodados
defensores da
sã doutrina, já
teem
combatido
a singu
lar pretenção
de
Ennes,
e
no
«Jornal
do
Commercio» de
Lisboa
o
digno
auctor
da
Historia
Universal
já
protestou
de um
modo
bem
eloquente
e
frisante.
Nós
aqui
não poderíamos
deixar
pas
sar
despercebida
tão
prejudicial
empreza,
pois
sabemos
o
mal
que
nos
viria
cau
sar
a
nós,
que
já
tanto
soífremos
da
es
peculadora
lilteratura.
Basta-nos,
por
emquanto,
o
que
ternos
dito,
e
ainda
repelimos,
que
em
Portu
gal
a
imprensa
sã
combate
a
pretenção
de Ennes
e
recormnenda
a
traducção
'
or-
thodoxa
que
se
está
fazendo
da
Historia
Universal
de
Cesar
Cantu,
que,
por
sua
vez,
como
zelador
de
sua
reputação
de
historiador
verdadeiro
e
lilterato
honrado
e
honesto,
e
principalmente
como
catho
lico,
protestou
contra
tamanha
audacia.
Previnamo-nos
lodos.
Lisboa, 11 de
junho de 1S59.
(Do
no»*o correspondente^
Não
estão
contentes
os
oíliciaes
da
guarnição
d
’esta
capital
com o
novo
mi
nistro
da
guerra.
Foi
muito
exiguo
o
numero
d’elles
reui-
dos
na
secretaria
da
guerra,
por
ordem
superior,
para
cumprimentarem
aquelle
se
cretario
(Testado.
Não
foi,
pois,
muito
auspiciosa
a
re
ferida
manifestação
dos
árbitros
dos
nos
sos
destinos.
Não
falta
quem,
em
vista
d’
ella,
o de
olras
cosas
muchas,
que
me cumpre
calar,
espere
que tenhamos, hoje, ou
ámanhã,
uma
embo-cada,
que
termine
por
uma
restauração
do
poder
d’
el-rei
Antonio
Maria.
O
Trinta,
a
despeito
de
ser
o
Trinta,
de
domingo,
appareceu
optirno.
Põe,
como
nenhum
outro,
os pontos
nos ii. Define
a
Granja,
como
ella
realmente
é.
Elie
diz: «São
péssimos
os
regenera
dores,
mas
conhecemos
outros
peiores,
os
chamados
progressistas.»
Não
digo
tanto, mas
que
são
tão
bons
uns
como
os
outros.
São
todos
liberaes.
O
referido jornal
diz,
no
seu
artigo
principal,
o seguinte,
que
robora
o
que
ry-j-n
w. '.w
o
nobre
partido
legitimista
assevera,
pela
voz
do seu
orgão official:
«Já não
ha
n
’
este
paiz
instituições
po
líticas
nacionaes.
Isto
que
para
ahi
se
chama
carta
constitucional,
representação
nacional
são
meros
phantasmas,
são
mon
struosidades
anachronicas,
em
manifesta
contradicção
com
os
interesseis,
as
neces
sidades,
e
a
genuina
vontade
do
paiz.
«Succedem-se
osconflictos,
os
contra-
sensos,
os
disparates
de
toda a especie,
que
resultam
da
confusão
dos
poderes,
da
anarchia,
entre
os
diversos membros
do
Estado.
‘
«A
dissolução
é manifesta,
caminha
ra
pidamente».
São
elles,
os
mantenedores
da
obra
de
34,
que
o dizem,
e n
’islo
faliam
a
ver
dade;
mas
persistem
impenitentes.
E*
incomprehensivel!
Como
o é,
de
certo,
esta
inércia, este
espreguiçar,
de
longos annos.
no
leito
da
apathia
em
que
o
povo
jaz. parecendo que
se
deleita
com
os
golpes
do
azorrague
da
liberdade, que
ahi
o
está
fustigando
atroz
mente
ha
cerca
de
meio
século,
paro
diando
o
incrível
servilismo
dos
que,
na
Roma
pagã,
entravam
no
circo,
para
se
rem
atassalhados
pelas
feras,
saudando
a
tyrannia
=
Ave
Cesar,
moriluri
le
saiu-
tanl.
Quandoque
bonus
domilal
Homerus...
A
«Naçáo»,
de
domingo,
para
mostrar
que
o
prior do
Beato,
padre
liberal,
não
soltára
senão
disparates,
no
sermão, que
prégara
na
Conceição
Velha,
em
honra
da
princeza de
Saboya,
disse
que
a snr?
D.
Maria
I,
instituirá
a
Casa
Pia
de
Lis
boa.
Foi
effectivamente
no
reinado
da
re
ferida
rainha
que
surgiu
do
nada
aquelle
estabelecimento,
mas
a
sua
existência
de
ve-se,
principalmente, ao
intendente
ge
ral
da
policia.
Diogo
Ignacio
de
Pina Ma-
nique.
Suum
quique.
O campo
de
Sinta
Anna,
muito co
nhecido de
um
dos
nobres
redactores
do
vosso
jornal,
foi
chrismado,
pela camara
municipal,
por
proposta
do
boticário
Al
ves,
e
pozeram-lhe
o
nome
de praça
dos
Martyres
da
Patria.
Us
taes
martyres
da
patria
eram
uns
tantos bons portuguezes, que
conspiravam
contra
o
governo
legitimo,
pensando
em
dotar
o
paiz
com
o
systema.
que felizmente
nos
rege,
e
que
tão
bons
fructos
tem
pro
duzido.
E
’
em
memória
d
’
aquelles
benemeri-
los, que Alves
propoz
que
se
mudas
se
o
nome
ao
campo,
que sempre con
servará
o
de
Santa
Anna,
como
o
Rocio
é,
e
será
sempre
Rocio,
a
despeito
de
oííicialmente
lhe
chamarem
praça
de
D.
Pedro.
E
’
provável
que visseis, no
alludido
jornal
legitimista,
de
domingo,
uma
carta
de
João
de Lemos. Aquella grande in-
telligencia
não cança;
zomba dos
annos,
e da
doença,
para
metter, sempre
que
quer,
n
’
um
chinello
o
enxame de
sabe
dores.
que
ahi
nos
estão
dando
a
justa
medida
do
desenvolvimento
dos
vários
ra
mos
da
sciencia
n
’
esta
epocha
de
progresso.
As
corridas
do
dia
8,
estiveram
muito
concorridas.
Ganhou
o
1.®
prémio o
Ibrahun,
do
Carlos
Eugênio
de
Almeida,
montado
pelo
D.
Alexandre,
Villa
Real,
o
qual
ainda
venceu
em
mais
duas
corridas.
Um
dos
corredores,
a
quem
os
cavallos cuspiram
de
si,
sahiu
do
campo
em
estado
gravís
simo.
Os
campeões
eram
amadores,
e
por
isso
admira
que
não
houvesse
mais
sinis
tros.
Esperava-se
o
indulto
de Blanqui,
o
que
mostra
a grande influencia
que
to
dos
os
dias
acommuna
vae
adquirindo
so
bre
o governo da
republica.
Esperem-lhe
pela
paveada.
Chegou
aqui
o
arrojado
explorador
Serpa
Pinto.
Dizem
de
Londres
que
Bismark
pensa
no
atigmento
do
exercito
allemão,
em
vir
tude
do
recente
desenvolvimento
das
for
ças
russas,
e francezas.
Não
é
bom
sym-
ptoma.
O
movimento commercial
continua frou
xo,
o
capital
desconfiado,
todos
os
titulos
de
divida publica mui
pouco
procurados.
Navega-se,
pois, em
maré
de
rosas.
Co
meça,
decerto,
o
reinado
de
Saturno,
sob
a
propicia
influencia
do
progressismo,
que,
a
final,
é
ião
capaz
de nos
arrancar
das
temerosas
difficuldades
creadas
pelos
go
vernos
revolucionários,
como
qualquer
ou
tra
facção
liberal.
Le
monde marche.
O
prefeito
de
Lyão
prohibiu
as
procissões
fóra
do
templo.
A
’
manhã
extenJer-se-ha
a
medida
a
pro.
hibição
dentro
dos
templos,
se
a
republi
ca,
filha
predilecla
do
liberalismo, conti-.snr.
João
Mendes Osorio, do
Porto, o
nuar
a dominar
em
França.
lexcm?
snr.
conselheiro Francisco
Maria
A
.1,
nnorri
nõn
nna- «no
Ua
Silvo
Tnrrps
n
PYfm
°
snr
Jnãn
F.dliar-
O
ministro
da
guerra,
não
quer
qneIda
Silva Torres, o
excm.0
snr. João
Eduar-
•Artlilizvr»
rlzx
/IrsG ContAC Q 11 <1 DVOm OCnHC.) P D 11 -
o
exercito
pense
em
política.
Os
milita
res
são,
pois,
convertidos
em
coisas
pelo
novo
secretario
d’estado
da
guerra.
E ha
ainda
officiaes,
que
defendam
o
systema!...
Adeus,
até
breve.
A.
&ÀZITILBA
llluatre enfermo.
—
Com
intimo
jubilo podemos
hoje
annunciar
aos
nossos
leitores
que
Sua
Exc.*
Revd.
m
’ o
Snr.
Arcebispo
Primaz
se
acha
livre
de
peri
go,
e tem ultimamente
experimentado
sen
síveis
melhoras.
Chroniea religiosa.—
Começa
áma-
nhã
a novena
de
S.
João
Baptista
na
egreja
parochial
de
S. João
do
Souto.
—
Exposição
do
Santíssimo
no
Salva
dor.
Procissão.
—
Saiu ante-hontem,
da
Sé
Calhedral,
a
imponente
procissão
do
Corpo
de
Deus.
Ia
na frente
a
Imagem de
S.
Jorge,
precedido
de
dois
batedores,
e
seguido
peio
seu
estado-maior e
por
um
esquadrão
de
cavalleria.
Iam
depois
todas
as
irmanda
des
e
confrarias
d
’
esta
cidade
e concelho
por
ordem
da
sua antiguidade,
com os
seus,
respeclivos
parochos,
communidades
do
Seminário
Conciliar
de S. Pedro
e
orfãos
de
S.
Caetano,
clero
e
irmandade
de
S.
Pedro
e
S.
Thomaz
d
’Aquinó e corpo
docente
do
Seminário
Conciliar
Depois
do
pallio, debaixo
do
qual
no
impedimento
de
Sua
Exc.3 Revd.
nia,
que
infelizmente ainda
conlintía enfermo, con
duzia o
Santíssimo
o
revd mo snr.
Deão,
ia
o snr.
governador
civil,
delegado
do
thesouro,
director
do
correio
e a
camara
encorporada, fechando
o
apparatoso
prés
tito
o
regimento
de infanteria
8
com
a
respecliva
banda.
Ao
recolher
a
procissão,
o
regimento
deu
as
descargas
do
costume.
Todas
as
ruas
do
transito
eram
ob
struídas
por
numerosíssimo
povo.
Procissão «lo Santíssimo.—
Ter
mina
ámanhã
o triduo
da
grande
festivi
dade
do
Santíssimo
na
Sé,
com
a
costu
mada
lusídissifna
procissão,
de tarde,
a
qual
percorrerá
o
mesmo itinerário
da
de
s.
Jorge.
O
preço <l« carne.—
Como
todos
sabem,
tem abatido
muito
o
preço
do
gado.
Já
dissemos,
e lambem não
ha
quem
o
ignore,
que
em
muitas
terras
do
reino
os
snrs.
contracladores
de
carnes
verdes
teem
porisso
diminuído
o
preço
do
seu
genero.
Porque
não
farão
o
mesmo
os
de
Braga?
Pela
segunda
vez
lembramos
este
as
sumpto
á
exc.
ma
camara.
Administrador do
eoncelho de
Villa Verde.
—
Ouvimos
que
vae
ser
nomeado
administrador
do
concelho
de
Villa
Verde
o
nosso
esclarecido amigo
dr.
João
Feio
Soares
d
’
Azevedo.
Escojha
excellente.
Asylo
de D.
Pedro
V.—
Desde
ju
nho
de
1878
a
março de 1879
foi
este
asylo contemplado
com
os
seguintes
do
nativos:
Um
lombo
de
porco,
batatas
e
hor
taliças,
pela
ex.
ma
viscondessa
de
Pindella.
Sobremeza
de
doce
para
dois janta
res,
pelo
revd.0
padre Luiz Gomes
da
Silva
director.
Um
costal
de
bacalhau,
pelo
snr.
Joa
quim
José
da
Silva
Pipa.
Duas
arrobas
d
’
arroz
e
uma
de
figos,
pela ex.
nia
snr?
D.
Maria
Jozefa
Carva-
lhaes.
Uma
saca
d’
arroz
e
frigideiras,
por
duas
vezes,
por
um
anonymo.
Uma saca d
’
arroz,
e uma primorosa
Imagem
do Senhor dos
Passos,
pelo
snr.
Francisco
José
Vieira
de
Carvalho.
'
Seis
cobertores
de
lã,
pela
ex.,na
snr?
D.
Maria
Carolina
de
Carvalho
Braga.
Vinte arraieis
de
reboçados,
pelo
revd.
0
padre
José
Luciano
Gomes
da
Costa.
Malla-posta
paru
Guimarães.—
D
’oravante o
serviço
d
’
esta
cidade para
Guimarães será
feito
em
trens
que
pos
sam
conduzir
as
malas
e
passageiros.
Parte para
aquella
cidade
ao
meio
dia,
da
casa
do
snr.
Ribeiro
Braga,
no
largo
Barão
de
S.
Martinho.
Xo
ílom Jesus da Ylonte.—
Tem
sido
muito
concorrido
por
grande
nume
ro
de
forasteiros
o bellissimo
local
do
Bom
Jesus
do
Monte.
Actualmente
estão
alli,
entre
outras
famílias as
do
excm.
0
do
dos
Santos,
sua excm.’ esposa e
afi
lhada,
o
excm.
0
snr.
Antonio
Bernando
da
Cunha
Carneiro,
sua excm.’
esposa,
interessante
tilhinha
e
seu mano Bernardo
Teixeira
da
Cunha
Carneiro.
Também
alli
estiveram os
snrs.
Eduardo
Coelho,
reda-
ctor
do
«Diário
de
Noticias»
de
Lisboa,
sua
excm? esposa
e um
seu
amigo.
Theatro.—
Dizem-nos
que
brevemen
te virá
dar
algumas
recitas
ao
nosso
thea
tro
a
notável
ãctriz
Emilia
das Neves.
Bella acção.—
A companhia
das
«Aguas
de
Pedras
Salgãdàs» enviou
cir
culares
a
todos os hoãpitaes
de
Portu
gal,
pondo
á
disposição
d
’eslas
casas
de
piedade as
suas
famosas
aguas.
Curioaida.le.—
Da
«Esperança»
tran
screvemos
a
seguinte
curiosissima
publi-
ca-firma:
—
Thimoteo Semeado
Varella,
escrivão
do
juiz
eleito
da
freguezia
de
Santo
Ama
ro,
abbade
do
concelho
de
Santa Catha-
rina
da
ilha
de
S.
Thiago
de
Cabo
Verde,
etc., etc.,
etc.
Certifico
que
nos
autos
de inventario
a
qué
se
procedeu
no espolio
do
ausen
te
em
parte
incerta,
F., amanuense
do
concelho
(digo)
amanuense
da
administra
ção
do
concelho
de
Santa
Catharina, a
folha uma
se
encontra
o
seguinte.
«Anno
do
Nascimento,
et coelera...
E
aberto
o
dito
bahu,
que
não
linha
cha
ve,
mandou
elle snr.
juiz
eleito verificar
o
que
continha,
e
se
achou:
«Um
volume
velho
(digo)
volume
en
cadernado
em couro
velho e
rafado,
com
o rotolo
—
Hisloria
de
Portugal,
por Ma
noel de
Faria
J. Sousa.
«Outro
dito
dito.—
Valado
Condeslavel,
por
fr.
Domingos
Teixeira.
«Outro
dito
dito,—
O
Engenhoso
Fidal
go
D.
Quixole
de
la
Mancha
por
Miguel
Cervantes
Savedra.
«Seis
ditas,
dito
—
As
Mil
e
Uma
Noi
tes,
contos
arabicos.
«Urti
pergaminho
velho e
encorreado,
que
não se
póde
decifrar.
«Dois
collarinhos
de
papel.
«Um
cachimbo
turco.
«Uma
bota
velha.
«Tres
cigarros.
«Varia
papelada.
«Quatro
baratas.
«E
mais
nada
(digo).
E
sobre
a
ban
ca
se
achou
mais
uma
folha de
papel
escripta
em
letra
recente
e
linhas
de-
seguaes,
n
’
uma
linguagem
que
elle
dito
snr.
juiz
qualificou
de
herelica,
barbara
e
incendiaria, e
cujo escripto
será
o
se
guinte:
Povo do
Tarrafal,
eu
vou-me
embora:
Tu,
íica-te
prahi,
ou
ri,
ou
chora:
Que
eu vou-me, sacudindo
os
calcanhares,
Buscar
venturas
novas,
novos
ares.
Ingrata
terra,
não
lerá
meus
ossos!
Mas
p
’
ra te
consolar,
esses
destroços
Te
deixa no
bahu
que
além
se
vê,
Boceta
de
Pandora,
arca
de
Noé.
Emigração portugueza.
—
Lê-se
n
’
um jornal do
Rio
de
Janeiro:
—
«Chega
ram
a
esta
cidade
no
piquete
Olders,
procedentes
da ilha
da
Madeira,
469
por
tuguezes,
trabalhadores
ruraes,
importa
dos
nos
termos
do
ajuste
que
se
nos
diz
haver celebrado o
governo
imperial
com
o snr.
Ferreira
de
Moraes,
residente
em
Portugal, para
à
introducção
de
emigran
tes
d
’
aque!la
nacionalidade, mediante
adian
tamento
do
preço
da
passagem, que
lerá
de
ser
reembolsado
ao
estado
pelos
lo
catários
dos
serviços
dos
mesmos emi
grantes».
Assim o
diz a
«Gazeta
da
Noite».
O«
níhilístas.—
Dizem
de
Kieff
que
seis nihilista
se
haviam
introduzido
occtil-
tamente no
palacio
do
governador,
e
que,
quando
julgaram
a
occasião
opportuna
en
traram
no
quarto
d
’
aquelle funccionario,
agarraram-n
’
o, despiram-n
’
o
e
deram-lhe
cincoenla
açoutes.
Em
seguida
fugiram,
e
ningiiem
pôde
captural-os,
apezar
das
diligencias
empregadas
para
isso.
Os
empregados
de
policia
receberam
ordem
de se
apresentar
ao
'serviço
ar
mados
de
rewolvers.
As
conspirações,
o
movimento
nihilis
ta
e
os
processos
políticos
que
lhe
dão
origem,
dão
logar
a
um
grande
numero
de
deportações
para
a
Sibéria.
A
junta administrativa da
associação
de
legislação
russa,
estudou
delidainente
a
questão
das
deportações.
A
memória
apresentada
pelo
snr.
Fognitzki
contém
dados
muito
curiosos.
Conforme
a
esta
tística
official havia
na
Sibéria
no
anno
de 187o,
197:000
deportados;
75:000
na
Sibéria
oriental e
na
Occidental
122:000.
Actualmente
ha
na
Sibéria
300:000
deportados.
Os
tribunaes
enviam
para
alli
annual-
mente
8:000
pessoas;
a
administração
18.000.
Grnndc basar
para a conclu
são
da
nova capella de
S.
Vietor.
—
A
Commissão
que
lem
a
seu
cargo
a
construcção
da
nova
capella
dedicada
a S.
Victor, na rua
Nova
de
Santa
Cruz,
re
solveu
promover
um basar
de prendas
para
com
o
seu
producto
concluir
a
mesma.
O
basar lerá
logar
nos
dias
24
e
29
do
corrente
mez,
no
jardim
do
campo
de
SanfAnna.
Para
isto
a
Commissão dirige-se
ás
Damas
bracarenses
sollicilando-lhes uma
prenda
qualquer
que
abrilhante
e
torne
mais
rendoso
aquelle
basar.
As prendas,
assim
como
qualquer
do
nativo
destinado
ao
fim
em
vista,
podem
ser
dirigidas
a
Antonio
Joaquim
Fernan
des Braga,
na
referida
rua
Nova
de
San
ta
Cruz.
A’ caridade
publica.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penúria
é
exlremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor
de Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A
’
caridade publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
que padece
do
peito ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada
para
ga.
nhar
a
vida.
Vive
em
extrema
pobreza-
Habila
no
sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo.
«■aure——m»»»» 1'mrnwma—u
keclamos
SALVAE
AS
CREANÇAS
pe
ia
doce
Revalescière
du
Barry de
Londres
—
Por
toda
a
parte
se deplora
que
a
creança
—
a
alegria da
familia
e a esperança
da na
ção—
é
muito
mal
tratada.
Sómente
devi-
do
á
ignorância
das mães
e
das
amas,
mor
rem
ellas
no
primeiro
anno, 60:000
em
França
e
40:000
em
Inglaterra
I
Esta
mi
séria
é devida
ou
a
uma
alimentação
do
leite
muito
frequente,
ou antes
ao
uso
de
leite
de
vacca
ou
de
cabra, ou á
açorda
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da mucosa,
e,
como
consequência
inevitável,
a
escan-
descencia
ou
a
diarréa,
os
vomitos
contí
nuos,
a
alrophia,
as
caimbras,
os
espas
mos,
a morte.
Reconheceu
se
que
a
di
gestão
de
uma
créança,
uma vez com-
promettida, as
drogas
mais
bem escolhidas
oão teem
poder
de
reparar
o
mal
!
E’ um
llagello
para
a
familia
e para
o
paiz
esta
cruel
destruição!
Ha
comtudo
um
meio
simples
e
pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem
sido provado
durante
vin
te
e
ono
annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peno
e
as
creanças
doentes
e
fracas
de
qualquer
edadecom
a
Revaleseière
Du
Barry,
tres
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
com
agua
e
sal.
Si’
,
flnalmente, o sustento por
excellcneia
«jue, elle nó eonuegue
evitar
todos
os accidentes «lo in
fância.
Citemos
algumas
das
provas
abundan
tes
da
sua influencia
mvariavelineme
salu
tar,
mesmo
uos
casos
mais
desesperados.
Cura
n.°
80:416.
— O
snr.
doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de
medicina
na
Uni
versidade
de
Marbourg, refere-se da
se
guinte
maneira
á
clinica
de
Berlin,
em
8
de
abril
de
1872:
«Nunca
esquecerei
que
devo
a
vida
de
um
de
meus
filhos
á
Revaleseiére
Du
Barry.
«A
creança,
na
edade
de quatro
an
nos,
soifria
sem
causa
apparenle,
uma
alrophia
completa,
com
coulinuos
vomitos
que resistiam á
mais
cuidadosa
dieta
a
duas amas
e
a
todos
os
tratamentos
da
sciencia
medica.
A
Hevalesciére
fez
parar
immediaiaoiente
os vomitos
e
res
tabeleceu-lhe
complelamente
a
saude
em
seis
semanas.
De todas
as
minhas
expe
riências
feitas
posteriormenle
com
a
H«-
valesciére
obtive
os
mesmos
resultados.
E
’
quatro
vezes mais
nutritiva
que
a
carne».
Cura
n.°
70:410.—
Fabrica
de
Grau-
villars
(Alto Rheno)
12
de
julho de 18tí8.
Senhor.—Considero-me
feliz
por
poder
di
zer-lhe
que o
meu
primeiro
filho, muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
an
no
pela sua
Revalcseiére,
e
que
a
soa
saude
e o
seu
desenvolvimento
são
unia
maravilha
para
todo
o
mundo.
Não
ha
na
aldeia
creança
tão
forte
como
o meu
fi
lho
em
relação
á
sua
edade.
— M
ercier
.
Cura
n.°
87:421.
—
Bruxellas,
23 de
junho
de
1874.—O
meu
filho
mais
novo,
abandonado
oa
edade
de
quatro
para
cin
co
mezes pelos médicos,
não
queria
to
mar
oem
digeria
alimento
algum,
e
acha
va-se,
po
r
consequência, n
’
um
estado
de
fraqueza
que
punha
em
perigo
a sua
exi
stência;
foi
então
que
lhe
fiz
preparar
um
caldo
de
Revalesciére
fraco,
que
elle
comeu
com
apetite,
e
de
que
continuou
a
ali
mentar-se exclusivamenle
durante
alguns
mezes.
Hoje,
que
tem
donze
annos
de
eda
de, é
forte
e
gosa
saue.
—
D
eswert
.
E’
seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne, sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
500
;
de
1
/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
1^400
reis; de 2
*/,
kilos,
3$200
reis; de
6
ki-
los,
6^400;
e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em caixas
a 800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
ehoeolatada
|
ella
res-
titue o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas, e
sustenta dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó e
em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800 reis;
de
48
chavenas,
l$400
;
di
120 chavenas, 3^200
reis,
ou
25 reis
cada
chavená.
OU B4BKY A
C.’
LITUTEII).
-
Plaee
Vendòme, 26,
Paris.
77
Régenl-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
:
snr. Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16, Ibisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12
—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE DOURO
E
MI-
NH0.=Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pbarm.
—
Bareellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antòtlio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna
do
Caa-
ulio,
Affonso
drog.,
rua
da
Picota; J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
Guimarães.
A.
J.
Pereira
Martius,
pharm.—Antonio d
’
Araujo Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva, drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Penaílel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua da Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D. Pedro,
105
a
108; Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Anionio,
225 a 227.
—
Ponte
do IA-
«n».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa do Varzim,
P.
Machado de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
do Minho,
Francisco
José de Sousa, pharm.
—
Villa
A.
L.
Maia
Torr s
pharm.
ÃfilADECIWTOS
Profundamente
reconhecidos
aos
mem
bros
da
illustre
classe
académica
d
’
esta
cidade,
e
mais
pessoas
que
tanto
nos
pe
nhoraram
por
occasião
do
fallecimento
do
nosso
estremecido
filho
e
irmão,
Aurélio
Cândido
Ferreira
Macedo
d
’
Aguiar,
por
este
meio
lhes
patenteamos
o
signal
da
nossa
gratidão,
na
impoSsibiliadade
de
o
fazermos
pessoalmente.
Maria
José
d’
Aguiar
Pimenta
Carneiro
y
t^ina
Rosalina
Ferreira
Macedo
Aguiar
Mecia dos
Prazeres
Ferreira Macedo
Aguiar
Mariola
Candida
Ferreira
Macedo
Aguiar
Anna
Carolina
Ferreira
Macedo
Aguiar
Antonio
Emilio
Ferreira
Macedo
Aguiar
José
Ferreira
Ma.edo
Aguiar
^aquini
Bernardino
Ferreira
Macedo
Aguiar
ernando
Leonel
Ferreira
Macedo
Aguiar.
(2453)
ANNUNCIOS
ARREMATAÇÃO
Pelo
juizo
ordinário
do
julgado
de
S.
Victor,
d
’esta cidade,
e
escrivão
Cor
rêa Guimarães,
e
para
cumprimento
na
delegação
ordenada
no
mandado
recebido
do
meretissimo
dr.
juiz de
direito,
d’esta
comarca
de
Braga,
e
na
execução
que
a
gerencia
do
Banco
do
Minho,
d
’esta
cidade,
move
contra
os
herdeiros
de
José
Pereira
da Silva Braga,
d
’esta mesma
ci
dade,
pelo cartorio de
Gonçalves,
foi
de
signado
para
a
arrematação
dos moveis
penhorados
aos
executados,
o
dia
22
do
corrente
mez, pelas
9
horas
da
manhã,
o que terá
logar na
propriedade
que
foi
do
executado,
denominada
da Boavista,
no
logar
da
Venda Nova,
freguezia
de S.
Paio
de Pouzada, d’este
julgado,
cujos
moveis
são
os
seguintes:
Um
tonel
arca
do
de
ferro,
no vaitvp-.de
dois mil
e qui
nhentos
reis.
Um
d?
,
no
valor
de
dois
mil
e
seis
centos
reis.
Um
dito
peque
no
no valor de
quinhentos
reis. Um
di
to
pequeno,
no
valor
de oitocentos
reis.
Um dito,
no
valor
de
oitocentos
reis.
Uma
dorna
grande,
no valor
de
dois
mil
e
quinhentos
reis.
Uma
dita
pequena,
no valor
de
setecentos
reis.
Um
lagar
de
pau
completo
com
trave,
fuso e peso
de
pedra, no
valor
de
quinze
mil reis.
Uma
mezã de
pinho
com aba
d
’
abrir,
no
valor
de
seiscentos
reis.
Tres
quadros
com cai
xilhos
no
valor
de
seiscentos
Yêií.
Uma
barra
de
cama
de
cerdeira,
no
valor
de
setecentos
reis. Um
quadro
com
caixilho,
no
valor
de
sesséhla
reis.
Um
caixão
de
pinho,
no
valor
de
duzentos
reis
Um
ar-
mario
de
castanho,
no
valor
de
tres
mil
reis.
Um
banco
de
pinho,
no
valor
de
cento
e
sessenta
reis.
Um
caixão
de
pi
nho,
no valor
de
cem
reis.
Um
dito,
no
valor
de
oitenta
reis. Um
dito
no
valor
de sessenta
reis.
Um bahí
de
couro,
no
valor
de sessenta
reis.
Uma
cadeira
de
castanho, no
valor
de
vinte
reis.
As
pe
dras
amontoadas,
peso,
trave,
e
fuso
que
foram
de
um lagar, no
valor
de
nove
mil
reis.
Um
carrinho
de
terra,
no
va
lor
de
cento
e
sessenta
reis.
Quem
pretender
arrematar
póde
com
parecer
no
local
dia
e hora
acima men
cionada.
O
escrivão
João
Bento
Corrêa Guimarães.
Verifiquei a
exaclidão
O
juiz
Bernardino
José
da
Cruz.
(2455)
10
POB
CENTO
Acceita-se
qualquer
quantia,
e
dá-se
este
juro.
Rua
das Palhotas
n. 8.
Compra-se
acções,
promissórias
e
di
vidas
bem ou
mal
paradàs
—
Palhotas—8.
Desconta-se leiras,
ordenados
etc.
—
Palhotas—8v
LulullYl
-•
'
(2456)
iBMTíÕO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia
d
’
estã cidade
faz
publico,
que
até o
dia
20
do
corren,te, recebe
propostas
em
carta
fechada
para
o fornecimento
de
pão
trigo
e
de mistura
e
de carne de
boi
para
os
doentes
do
Hospital
de
S.
Marcos,
as
sim
como
de
cêra
para as
festividades
e
serviço
quotidiano
das
capellas d’esta
Ir
mandade
e
do
mesmo
Hospital.
As
condições
d
’
estes
fornecimentos
acham-se
patentes na
secretaria
do
Hos
pital
todos os
dias não
sanctificados,
desde
as
2
horas
até
ás
7
da
tarde.
Braga e Santa
Casa
da
Misericórdia
8
de
junho
de
1879.
O
escrivão
Lourenco
da
Costa
Gonçalves
Pereira
Ber
nardos,
(2452)
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel
de impressão
e
de embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabaearia Braearense
—27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
BILHETES
DE
VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de por
te
sem
atigmenlo de preço.
APPAHIC1O 4? MALHEIRO
27,
Praça do Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27
mwidíw
mm
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa e veludo.
5
9, Pmç» do
Rurão de S. Marti
nho, 99
APPARICIO
&
MALHEIRO
Empreza editora de
Francisco Artiiur da
Silva—
Lisboa.
BRIJVBE
A
TODOS OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
USIVESKAL
POR
1'esar
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
E
BRAZIL
Traduzida
da edição
írancezade
1867
e
acompanhada
da
versão das citações gregas
e
latinas,
e annotada
por
Manoel
Bernardea Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e
latina,
etc.
2.
®
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
—
pr
i
morosamen
te
executadas.
9
3 volumes in-4.° grande.
O
editor
proprietário
d
’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade de
publicar
um
T37*”
WhIme
para
que
esta
2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
tique
mais com
pleta,
resolveu
offerecer aos
snrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza
e
áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
bhiniie
o
decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e remissi
vo
de
toda a Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
íactos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
ds
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
decor
ridos
desde
1851
até
1879, escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parle
que
diz
res
peito
a Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber
na
rdes
Branco.
Fica portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
20$000
reis
fortes
Encadernada.
. .
27$000
»
»
Para
facilitar
a
aequisição
d’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar de
Juma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16 paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40 rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como convier—por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e 1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME
:
1.
°
vol.
br. orn.
de
9
grav.
1$870
2.
°
» »
»
» 6
»
1$665
3.
°
»
»
»
»
7
»
1$605
4.°
»
.
»
> 5
»
1^525
5-
°
» »
•
>6»
1^615
6-
°
»
»
>
>
6
>
1^690
7-
°
>
>
»
» 6
»
1-5640
8
o
»
»
»
>6
»
1^615
9-°
-
•
»
»6
>
15565
10.°
>
>
»
»
6
>
1$615
H.°
*
>
»
»
6
»
15610
12.°
>
»
>
>
6
»
15815
13.
°
K
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu
ras,
brinde
a todos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras de
que
consta
a obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos vol.
1
a
7.
Este decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo e
brochado
a
todos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo volume
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e por
volumes.
O
assignante
receberá
uma
entrega de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
aí
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—
A assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O
assignante receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
sú
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro, e assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REA USÁVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
; me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de Ea-
genio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil. 1
Francisco
Àrthur da Silva—editor
72, rua
dos
Douradores,
72
—LISBOA.
QUINZE
MINUTOS
Devoção
muito
agradavel
e
util
para
ser
recitada
em
presença
do SS.
Sacra
mento,
e
com
especialidade
no
mez
de
junho,
dedicado
ao
Santíssimo
Coração
de
Jesus.
Vende
se
no
escriptorio
da
Typogra
phia
Lusitana,
em
Braga,
na
roa
Nova
n?
4.
Preço.
...
10
reis.
Caixa
penhorista Braearense na
Travessa de 1>. Ciualdiin d’esta
cidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores lodos
os dias
desde
as 8
horas
da
manhã
até
ás
9
da noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeclos
empenhados na
mesma
caixa
com
atrazo
de juros de tres mezes
os
venham
pagar ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
VENDA
DE
CASA
Vende-se
a
casa
n
3.°
na
rua
de
Santo
André;
para
vêr
e
tratar
fallem
na
mesma,
desde
o
meio
dia
até
ás
6
horas
da
tarde.
(2454)
I™®
Arrenda-se desde já
na
rua
do
Anjo
n.
0
20,
a
casa
que
foi
do
capitão
Car
valho;
tem
commodos para numerosa
fa
milia.
Trata-se
na
rua
de
S.
Lazaro,
n.°
4.
(2450)
RETRATOS DO
P.e
ANTONIO
VIEIRA
Vendem-se
na
rua
da
Sé
n.°
4,
e
na
administração
d’
este
jornal.
Preço
200
rs.
A
APPARIÇÃO
DE
N. SENHORA DA
SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio
d’
este
jornaL
Preço.
...
30
reis.
SINGER
MACHINAS
PARA
COSEU
DA
Companhia
fabril
SINGER
17—
rua de S. Vicente—17
BRAGA
OlíNGER
As melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
SS®:S1«
machinas
de
costura!!!
mais
que
em
1876.
A
Companhia Fabril
O
ingeb
Vende
as
suas magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
ftoo reis
■emanneM
sem
prestação
de
entrada ou
10
por cento
a
menos
a prompto
paga
mento.
FERRO 8MV.A1S
AtMplado
em
todos
os
Hôspitaes.
(FERRO
DIALYSADO
BRAVAIS) Reconwndada
por
todos
os
Médicos.;
Contra
a
ANEMIA,
CHLOROSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA,
PERDAS
BRANCAS, etc.
;
q
Ferro
Eravais
(ferro
liquido ewi
gottas
coitcèntradas)
é
o
uni'o
<
exempto
de
qualquer
acido;
não
tein
cheiro
npm
sabor,
não
produz
<
prisão
do
ventre,
diarrhea,
irritação
nem cança
o
estomago;
alem
disto
<
e
o
unico
que
não faz
os
aenles
pretos.
,
E’
o mais economizo de
todos os ferruginosos, pois qne nm frasco dura um mez. ;
Deposito geral
em,
Pariz.
13, rue
Lafayette
(Perto
da Opera),
e
em,
Iodas
as
P/iat
macias.
<
'
Desconfiar-se
das imitações perigosas
íTexijir a marca de fabrica que vae juncti.
^Envia-se
grátis
a
quem
o
pedir por
carta
franqueada,
um
interessante
folheto
sobre
a
Anemia
e
o
seu
tratamento.^
Deposito no Porto,
Ferreira
&
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
qualquer
acido;
não
tem
cheiro
npni
sabor,
não produz»
itre.
diarrhea,
irritação
nem
cança
o
estomago;
alem
d
’
isto
<
PBMPTO
IlILLIffl
BARATlSSIfflO
TBAMENTO
DO
ALTO
DOURO
í>.<
CASA
BE VIELA POI CA
RUA
DO
SOUTO
N,°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar.
rafados:
Vinho
tinto
de meza. (sem
garrafa)
156
>
>
>
>
.
190,
»
Lagrima
........................................
200
»
Branco
de
meza
.............................
210.
»
tinto
de
meza
fino.
. .
.
240
»
de prova
secca.
.
...
300
o
Malvasia
de
2.
a
............................
360
»
»
velho.................................... 400
»
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500,
»
Roncão
.........................................
700
»
Velho
de
1854
....
600
>
a
retalho
para
meza
60
e
80,
0
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
&
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po.
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
PADRE
SENNA
FREITAS"
MACHINAS
LEGITIMAS
MMGEB
Para
famílias,
alfaiates, costureiras,
chapelleiros e sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
IWGER
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o
publico que te
nha todo
o cuidado
para não
ser
enganado
Com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas,
por
infelicidade
d’ellas, o
tem sido.
As
machinas
legitimas
1IKCER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17, RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitaes
dos
districlos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador
Peçam
calhalogos
illustrados
cora
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.
SIKGER
(2443)
Ceremontal
segundo
o
rito
Romano
que deve
observar-se
na
Tercia
e
missa
conventual
cantada
na
capella
do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbylero
JOÃO
REBELLO
CARDOSO
DE
MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo Seminário.
Vende-se
no
mesmo Seminário, e
no
escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço..............................
120 rs.
VENDE-SE
a
casa
da
rua
do
An-
jÍHS?
í°
n
-°
11 e
11
A<
Q
uem
a
pre‘
tétlãsX
tenter dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
y
n.°
1.
(2423)
O
ELIXIR
SARRAZIN
cm 111:1 raiTiu
Preço
120
reis.
A
’
venda
no
Porto,
Livraria
Portuen.
se, editora,
121
—Rua
do
Almada
—
123,
e
nas principaes
livrarias
de
Coimbra,
Lisboa
e
Braga.
cura
os
rheumatismos
chronicos;
©
mm
Muami
cura
as
gottas
O
ELIXIR
SARRAZIN
cura
o
lumbago
0
mxa
SAMBAXfll
cura
as
dores sciaticas;
0
ELIXIR
SARRAZIN
cura
as enxaquecas.
ADOPTADO POR TODOS HOSPITAES FRANCEZES
PREMIADO PELAS
ACADEMIAS
Deposito no
Porto
—FERREIRA
&
IRMÃO
77
—RUA DA BANHARIA—79
3.
a
MORADA
ACIMA
DA
ESQUINA
DA
PONTE
NOVA
PREÇO
..................... .....
.
.
.
l$000
REIS.
Deposito
no Porto,
Ferreira
&
Irmão,
Banharia,
77
e
79.
L.i
MODM
MíUVELLE
ANNO
12
Jornal de modas illustrado |2 ANNO
Publica ge no dia l.° de cada mez
NÃO SE
ACCEITAM
ASSIGNATURAS POR MENOS
DE UM ANNO
A
utilidade
e
esmerado
estylo da
sua
redacção;
os
bellos
gravados
da
moda
e
pan-
nos,
os moldes
cortados,
a
comprimento natural, que
permittem
arranjar
todos
os
loilettes publicados
;
os
modebos
de
estofados
a
côr.
as
folhas
de bordados
com
as
iniciaes
das
subscriptoras,
numerosos
labores
de
corchele,
coifas,
guipure, ponto
de
meia
e penteados,
chapéus,
pannos,
musica,
aguadas,
rendas,
rebus
illustrados,
folhas
de franxias
para
vestidos
e
retrozeria,
fazem
d
’esta
publicação
a
mais
completa
que póde desejar
uma
senhora ou
uma
menina.
La
Mode
Nouvelle
é
o
unico
jornal,
podendo
dar, por
a
extensão
do
texto,
a
explicação
detalhada
dos
desenhos
e
moldes,
com
tal
claridade,
que
pódem
lodos
execular-se
com
a
maior
facilidade.
Preço
pura tcdo o Portugal, por um anno,
2^400 reis.
Subscreve-se
na
administração
do
«Commercio
do
Minho»,
e
na
livraria
Moré:
Praça
de
D.
Pedro
no
Porto,
e
rua do
Souto
em
Braga.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a avultadissima
despeza
que
está
custau-
do
o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’
esle
acto
de
caridade
a
devoção
de seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardes.
AOS PROPRIETÁRIOS DOS HOTÉIS E
HOSPEDARIAS
Na
Typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
vende-se
participações das
que
as
hospedarias
tem
obrigação
de entregar to
dos
os
dias
na
repartição
policial,
e
se
gundo
o
modelo
do
regulamento
das
hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600
rs.
Avulso
10 rs.
Fabrica
a
vapor
de
fundição
ferro
e
metaes
Traveagn
<le
S. João—Braga.
N
’
esla
fabrica,
única
na
provincia
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade de
obra,
tanto
de
ferro como de
metal.
0
proprietário da
mesma
não
se
lem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
dft
poder
compelir
em
tudo
coin
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
e em
parle o
tem
conseguido,
pois que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de lodos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que
possam
ser
encontrados
no
Porto
N’
esta
fabrica
fundem-se peças
de
de
5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
rnuilss
obras
fundidas,
co*
mo
são:
boxas
para
eixos
de
carruagens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
nie-
zas de mármore
ou
de
madeira,
bancos
para jardins, bombas
de
qualquer
p
rei"
são
até
á
altura de
200
palmos, grat
l
e4
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prendas
para
copia*
dores,
fuzos
de
novo
systema
para
h"
gares, ferros
para
alfaiates
e
chapellei
ros
tapeies
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
de guinchos
de
pedreiro
de
todos
os
tamanhos.
Também concerta
todas
aS
obras
d
’
este
genero
principalmente
bom*
bas
de
poços.
Preços
os
do
Porto.
Antonio
Germano FerreirinlW'
O
proprietário
RESPONSAVEL-Luiz Bapíisla
(la Sil'4
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1^
Parte de Comércio do Minho (O)
