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-
RTOLIQIOSA-,
S’<>*u8'S''2 CA IS NOTICIOSA.
REDACTORES—D.
Miguel Sotto-Mayor e Dr.
Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio
Joaquim de Mesquita Pimentel.
PREÇO
DA
ASSÍGNATURA
PREÇO
DA
ASSÍGNATURA
7.°
ANNO
Braga,
12
mezes
...............................
1&G00
»
ti
»...................................... 850
Correspondências
partic.
cada
linha
ÍO
Annuneios
cada
linha
.....................
20
Repetição........................................
10
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS, QUIETAS
E SABBADOS.
Províncias,
12
mezes......................... 2âG00
»
6
»....................................
1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3§fiO0
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
3&600
Folha
avulso................................
10
N.°
943
33
G
A
QUATA-FElFiA 5
DE JUVI10 DE 1879
Visita
Pnstorni do
Ex.
n'°
e Kev.®0
Siir. Arcebispo (Minaz.
N
’
esta
epocha
de
luctas
anti-religiosas,
que
perturbam
os
povos,
cujas
crenças
são
mais
ou
menos
escarnecidas
pelos
li
vres-pensadores,
e
cujos
sentimentos
reli
giosos
são
sempre
o
alvo
a
que tendem
os esforços da
impiedade
hodierna
para
os
diminuir
e
apagar,
é
sempre
louvável
e
benemerita
a
resistência
contra estes
inimigos
da
tranquillidade
e bem-estar
da
sociedade.
•
Hoje
desgraçarnente
desprestigia-se tu
do;
ataca-se
a
auctoridade,
sophisma-se
a
lei,
condemna-se
e despreza-se
a
religião,
procura-se
fazer
esquecer
os
princípios
moraes,
que regulam a
harmonia
e a
fe
licidade
dos
povos,
e
por
toda a parte
pretende-se
construir
uma nova ordem
so
cial
sobre as
ruinas
fumegantes
das
casas
incendiadas,
esclarecer
as
multidões
com
os
incêndios do petroleo
e
instruir
a
so
ciedade,
abolindo
as
escholas
catholicas,
o
ensmo religioso
e
as
verdades
eternas
da
moral
christã!
Escrevem-se
e
publicam-se
folhetos,
jornaes,
patnphlelos
e
livros
com
o
íim
único,
não
de
propagar
a
verdade,
con
solidar
os
governos,
respeitar
a
Egreja
e
fazer
a
felicidade
temporal
e
espiritual
dos
povos, mas
para
ensinar
e
defender
o
erro,
a
falsidade
e
a
mentira,
bloquear
os
estados
e
seus
governos,
cavar
a ruina
das sociedades,
e,
manejando
o
camartello
destruidor
do
sarcasmo
e
da
impiedade,
derrocar
o
invencível
baluarte
da
fé,
fe
rir
a
vigilante
sentinella,
que,
intrépida,
atalaia
as
christandades
afllictas,
e
consum-
marem
estes
filhos
ingratos
o
nefando sa
crilegio
de
levantar a
sua
mão
armada
de
traiçoeiro
punhal
contra
a
sua
própria
Mãe
—
a Egreja
Catholica
—,
que
os criou,
educou
e
nutriu
em
seu
seio!
Mas
—
mercê
de Deus!
—
este
reino
de
Portugal,
que
se
ufana
de
fidelissimo,
que
conserva
ainda
gloriosas
recordações
da
sua
passada
prosperidade,
que
nos
é
at-
testada
pelos
famosos monumentos ergui
dos
pela
piedade
dos
nossos
maiores,
e
que,
não
obstante
ser
já devastado
pela
desoladora
tempestade
de falsas doutrinas,
possue
todavia a
crença
immortal nas
di
vinas
promessas
e
nos
ensinamentos
da
Santa Egreja,
nunca
se
deixará
render
aos
porfiados
ataques
e
aos
pertinazes
es
forços
da
impiedade,
que
por
vezes
infe
lizmente
têern
sido
a
causa da sua deca
dência
e
prostração!
Formoso
jardim
do
catholicismo
e
fi
lho
dilecto
da
Egreja,
Portugal floresceu
e
prosperou
sempre, quando,
abrigado
das
impetuosas
rajadas
da
heresia,
era regado
pelo
sangue dos seus
missionários,
que o
deixavam
derramar
em longínquas
para
gens
em
prol
da
religião,
engrandecimento
da
sua
patria
e
renome
dos
seus
monar-
chas!
As
quinas
que
tremulavam
no
baloiçar
das
vagas dos
mares;
a
cruz
que
se
es-
tadeava
nos
cumes
dos
montes da
Asia
e
da America;
o
heroísmo
dos
missioná
rios portuguezes, que
desobscureciam
in-
telligencias
e
formavam
corações,
que
dis
sipavam
ignorâncias
e derramavam sobre
os
povos
selvagens o
oloroso
nardo
da
fé christã;
a
sublimidade
das
doutrinas
prégadas, que
corrigiam
e
desbastavam
as
rudezas
dos
indí
genas,
tudo
são
feitos
gloriosos
da
mais
assi-
gnalada
epopeia
christã,
de
que
nenhum
outro
povo,
senão
o portuguez,
foi o
es
forçado
heroe,
cujas
victorias
a fama
com
as
suas
mil sonorosas
tubas
fez
echoar
em
todos
os
cantos
do
mundo
inteiro!
Com
o decorrer, porém,
dos
tempos,
esses
feitos não
poderam
ter
similhanles
nos
fastos
da
nossa
historia:
ao
fervôr,
á
piedade
e
até
mesmo
ao
enthusiasmo,
deixem
nos
assim
exprimir,
succedeu uma
tal
ou
qual
indifferença;
o nosso
povo
continuou,
é
verdade,
na pratica
da
re
ligião
dos
seus
antepassados,
na
obser
vância
dos
augustos
mandamentos
da
Egreja
e
no
cumprimento
dos seus
deveres
chris-
tãos;
mas
para
os grandes
accommelli-
mentos,
que
o
passado
lhe indicava,
fal
tavam-lhe
a
coragem
dos
seus maiores
e
a
fé
vivíssima
dos
tempos
apostolicos.
E
hoje,
embora
pareça
lethargico
o
estado
das
crenças do
povo
portuguez
e
apagado
o
fogo
da sua fé
religiosa,
de
para-se,
comtudo,
ainda
com
o
vigor
de
aquellas crenças
e a
vivacidade
d
’esta
fé.
quando
os
Prelados
descem
até
ao
meio
d
’elle para conhecer
de
mais
perlo
as suas
necessidades
espirituaes.
dar-IJie os
meios
eflicazes
para
a
consecução
da
sua
salva
ção
eterna
e
distribuir
as consolações
ne
cessárias
ás
suas
amarguras
e
as
esmolas
para
remediar
a
sua
extrema
penúria!
As
populações
alvoroçam-se
com a
presença
do
seu
Venerando Prelado;
des
perta-se n
’ellas o
seu
vivo
enthusiasmo.
e
parecem
ser
ainda
os mesmos
povos
dos
venturosos
tempos
d
’
el-rei
D.
Manoel!
Embora
a seductora serpente
do
pro
testantismo
mostre
as suas
cambiantes
côres
do
erro,
que
elie
professa,
á luz
esplendida
do
sol
do
catholicismo,
que
por
felicidade
nossa
nos
illumina
e
en
caminha
á
bemaventurança celeste,
trans
formando as
para
elie
lôbregas
entradas
da
eternidade
em
arcos
triumphaes
para
os
verdadeiros
catholicos;
enrbora
elie
pro
cure sedusir-nos
com
as
suas
falsas
dou
trinas; emqnanto no
meio
do
povo
por
tuguez
apparecerem
os seus
Prelados,
dis
tribuindo-lhe as
consoladoras
graças
e
os
doces
confortos
do
catholicismo, evange
lizando
com
a
sua
sempre acatada
pala
vra
e
curando
as
enfermidades
espirituaes
de
seus
filhos,
nunca
aquella seita
pode
rá
recrutar
d
’enlre
o
nosso
bom
povo
nem
um
só
proselyto sequer!
Tal
é
ainda
a
firmeza
e a
robustez
da
sua fé!
As
visitas
pastoraes
feitas pelos Pre
lados
aos
seus diocesanos
serão
sempre
salutares
nos
seus
effeitos,
sempre
fomen
tadoras
da
prosperidade
dos povos, sem
pre
altamente
civilisadoras.
E
com
eífeito
os
Prelados
na
sita
vi
sita
dão
força
aos
seus
cooperadores
pa
ra
bem
dirigirem
nos
caminhos da
sal
vação
as populações,
que
lhes
foram con
fiadas,
da
mesma
sorte
ensinam
a
estas
a
obediência
e
o
respeito
devido
aos
seus
parochos;
unem
entre
si
os
povos
pelos
estreitos
laços
da
mesma
fé
e par
ticipação
dos
mesmos sacramentos,
dão
prestigio
ás
auctoridades
civis,
que
as go-
FOLHETIM
0
CAPITÃO
ANGELO
BOMANCE (MRIGHt&X.
POR
J.
B.
da Silva liamos.
OFFERECIDO
E
DSDICADO A’ ÉXC.ma SNR.’
D. Anlonia Amsla T.
de Vasconcellos,
o
DA
CASA
l)B
M
a
KB<»N,
EM CELOH1CU
DE BASTO.
VIII
Os
aldeãos
correram a
casa
dos
fidalgos
de
Athayde,
com
descantes e
musicas
campestres;
e
a
casa
que
até
este
dia
parecia,
pelo
si
lencio
e
tristeza
que n’
ella
habitava, a
mora
da
dos
mortos, tornou-se
depois a
estancia
da
alegria.
D.
Maria
Christiua,
livre
das
preoccupações
que,
com
razão,
devia
achar
em
sua
familia,
seguia
por
toda a
parte o
querido
primo;
e
os
paes,
viam
com
gosto,
estes
signaes
de
mu
tua
sympathia.
No"
fim de
quatro
dias, chegou
alli
a
snr.a
Joanna,
que
foi
recebida
nos
braços
do
capi
tão,
de
seus
paes
e
de
todos
os
parentes.
Os
objectos
que
trazia
foram
reconhecidos
como
aquelles
com
que
o
menino
Álvaro
tinha
saido
de
casa,
uos
braços
da
ama.
A
’
noite
contou
a
senhora
Joanna
a
historia
do
achado
do
menino
—historia
que
o
leitor
já
conhece
—no
fim
da
qual,
foi
ternamente
abra
çada
por
todos.
Depois
accrescentou
D.
Anlonia
o
seguinte:
—
Chegando
a
esta
casa
a
noticia
da
inva
são
do
exercito
francez,
e estando
Christovão
em
serviço
na
capital, retirei
com
toda
a
fa
mília
para
Braga.
Pouco
nos
demoramos
n
‘esta
cidade,
porque
os
inimigos
estavam
perto
do
Carvalho
D
‘
este,
e
que
não
tardariam
a
entrar
na cidade,
por
que
as
forças
que
se
lhe
oppunham,
na
maior
parte
paisanos
mal
armados,
não
podiam,
nem
só
por
uma
hora
sequer,
impedir-lhe
o
passo:
retirei,
pois,
com toda
a
minha
familia
para
o Porto;
indo
o
meu Álvaro
entregue
a
duas
creadas,
que
me acompanharam.
Teríamos
tres
horas
de
viagem,
além
de
Bra
ga,
quando
pelos
fugitivos,
que atulhavam
as
estradas,
soubemos
que
os francezes
(inham
já
entrado
n
‘esta cidade.
Chegados
ao
Porto,
alojamo-nos
em
uma
pe
quena
casa
da rua
do
Almada;
mas,
logo
que
se
soube
que
os francezes,
que
tinham
vindo
assediar
o
Porto,
haviam rompido em alguns
pontos
as
linhas,
corremos
á
ponte.
Nas
ruas,
era
tal
o
aperto
de
gente,
que
muitos
dos
que
por
acaso cabiam,
eram
logo
esmagados
pelos
que
vinham
atraz:
a
minha
afllicção
e
espanto
era
indisivel.
Apesar
de
todo
o
meu
cuidado,
e
de
todas
as
precauções,
fui violentamente
separada
da
ama e
de"
meu
filho,
que
levava
nos
braços,
e
impellida para
a
rua
do
Souto, onde
uma santa
familia
me
recolheu,
e
d
’
onde
mandei
logo
Do
mingos
em procura
da
ama.
Este
appareceu-me
já
de
noite,
com uma cu
tilada
em
um
braço,
declarando-me
que
tinha
visto
cair
a
ama
com o
menino
no
vão
da
ponte:
fareis,
senhores,
ideia
da
minha
afllicção
d
‘
en-
tão
pela
alegria d
’agora.
O
resto
sabeil-o
pela
narração da
nossa
boa
amiga
a
snr.*
Joanna.
Christovão
promulgou
então
uma
especie
de
decreto,
em
que
elevava
a
lavadeira
Joanna
á
cathegoria
de
parenta
da
casa,
o
que
muito
foi
applaudido
por
todos.
Havia
porém
uma
duvida a
desfazer,
e
era
—
porque
Álvaro
Augusto
d
‘
Athayde
tinha
o
nome
d
‘
Angelo?
A
snr.a Joanna
a desfez
assim:
—
Encontrando
o
cinto
ou
faxa
do
menino,
e
vendo
n
‘elle
tres
AA, eu
e
minha
irmã
co
nhecemos que seriam
estas
as
iniciaes
do
no
me
d
‘
elie; e
como
o
menino
era
manso
e
bello
como
um
anjo,
pozemos-lhe
o
nome
de
Angelo,
pelo
qual
tem
até
agora
sido
conhecido.
Satisfeitas
todas
as
exigências,
tralou-se
do
futuro
da
casa,
e
assentou-se
logo
no
casa
mento
de
Álvaro
com
sua
prima
D.
Mana
Chns-
tina,
muito
a
contento de todos,
com a
con
dição
de
que
o
capitão
pediria
a
sua
baixa,
ao
que
este
respondeu
serem
essas
as
suas
ten
ções,
havia
muito tempo.
Pediu-a, pois, assim
como
a
de
Francisco,
que
obteve
em
poucos
dias.
IX
Reconhecido Álvaro
por
filho
de Christovão
d
’
Athayde,
foi
este
mostrar-lhe
todas
as
pro
priedades
rústicas,
uma
das
quaes
era
na fre
guezia
d
’
Esporões,
perto
de
Braga.
Chegados
alli,
uma
manhã,
o caseiro mos
trou-se
um
pouco
embaraçado
em
abrir-lhes
a
sala;
mas
em
vista
da
insistência
de
Chris
tovão,
o
caseiro
a
abriu,
declarando
antes
que,
por
caridade,
tinha
alli
recolhido
um
doente.
Abriu-se,
pois, a
sala,
e
chegando-se
o
ca
pitão
para
junto
do
enfermo,
cora
tenção de
lhe
dirigir palavras
de
consolação,
e
dar-lhe
uma
esmola,
recuou,
como
que
fulminado
d
’
espanto.
O
enfermo,
com
voz
fraca,
lhe
disse:
—Senhor!
não
me
denuncie!...
perdão!...
Então o
capitão
pedindo
ao pae
e
ao
casei
ro
que
se
retirassem,
lhe
falia
assim:
—Não
és
tu, infeliz,
Paulo
Figueira,
outr’ora
meu
collega
em
casa
do
snr.
João
d
’Oliveira?
Paulo desatou
a
chorar
e
disse:
—
Desgraçado de
mim, que
estou
perdido!
—
Não... não
estás.
Por
experiencia
conhe
ces
que'
sou
incapaz
de
tirar
qualquer
vin
gança.
—
Bem
sei,
snr.
Angelo...
Se
tivesse
escu
tado
os
seus conselhos
e
seguido o
seu
exem
plo,
não
viria
talvez
expirar
n
’estas
pobres
pa
lhas;
e,
o
que
é
peior,
deshonradol...
O
capitão
informou-se
então da
doença
de
Paulo, e
soube
do
caseiro,
que
na
noite
an
tecedente,
tinha
sido
atacada
a
casa
d
’
um
la
vrador
d
’
uma
freguezia
visinha, por
uma
qua
drilha
de
ladrões,
composta
de
soldados
do
batalhão
da
rainha,
então
estacionado
em Bra
ga, e
que,
defendendo-se
o
lavrador,
tinha
ma
tado
um,
que
ia
entrando por
um
buraco
que
haviam
feito
na
porta,
e
que aquelle
lhe
ha
via
sido
entregue
pelos
companheiros,
grave
mente
ferido
no
peito.
O
capitão
voltou
á
sala e
disse
ao enfer
mo
:
—Paulo,
já
que
em
tempo
despresaste
os
meus
conselhos,
para
tua
desgraça,
não
a
com
pletes
despresando-os
lambem
agora.
Vejo
que
o
leu
estado
é
grave,
e, porisso
—
Saiba
mor
rer
quem
viver
não
soube.
—
Senhor,
emquanto
estive
no
Brazil
nunca
me
confessei,
e
desde
que
voltei
o
anno
pas
sado,
e
assentei
praça,
nunca
me
lembrei
de
Deus.
—
Tanto
peior!...
E'
preciso
que trates
de
tua alma,
porque
do
teu
corpo
me obrigo
eu
a
tratar.
Nada te
faltará,
nem
medico,'
nem
remedios,
nem
o
preciso
para
tua
sustentação;
e
se
tiveres
a
fortuna
de
sarar
e
emendares
a
carreira
errada que tens
seguido,
corre
tam
bém
por
minha
conta
o
teu
futuro.
—
Obrigado,
senhor!
obrigado...
Foi
Deus
que
o
mandou
aqui...
Então
quero
quanto
antes
um
padre.
Foi
chamado
o
parocho
da freguezia,
ao qual
o
capitão
recommendou
lodo
o
cuidado
com o
o
enfermo.
Depois,
deixando
ao
caseiro algum
dinheiro
para
as
primeiras
necessidades
de
Pau
lo,
se
despediu,
voltando
para
Braga.
No
seguinte
dia,
soube
pelo
caseiro
que
Pau
lo
tinha
morrido,
com
todos os
signaes
de
verdadeira
contrição.
O
capitão
mandou
dizer
algumas
rnissas
por
sua
alma.
Passados
dias,
foi
ao
Porto,
e
procurando
o
seu
antigo
patrão,
lhe
contou
haver
encon
trado
seus
paes.
João
d
’01tveira
estimou
a
noticia,
mas
no
seu
rosto
se
manifestou
um
profundo
pezar
:
via
frustrados os
seus
planos...
O
capitão,
porém,
taes offerecimentos
lhe
fez,
e
taes
provas
lhe
deu
de
respeitosa
ami-
sade, que
João
d’
Oliveirase
convenceu
de
que,
se tinha
perdido
um
genro,
tinha
conservado
um
verdadeiro
amigo:
realisou
portanto
em
Pris
cos
o plano concebido
a
favor
d
’
Angelo.
Passados
alguns mezes
faziam-se
grandes pre
parativos
desde
a
casa
dos
fidalgos
d'Athayde
até
á
egreja
parochial da freguezia
de...
O
povo
mostrava-se
alegre,
e
duas nobres
famí
lias
conduziam aos
altares
os
seus
únicos
suc-
cessores;
pela
casa
d
’
Athayde,
Álvaro
Augusto
d
’
Athayde,
e
pela
dos Mascarenhas,
D. Maria
Christiua d
’
Athayde
e
Mascarenhas.
(Continua).
vernam;
e
por
esta
fórma
fazem como
que
um
antemoral
contra
os
erros
e
per
turbações.
que
infelizmenle
se
estão
dando
nas
povoações
d
’alguns
estados
da Eu
ropa.
As
Egrejas,
as
suas
alfaias, os
alta
res.
são visitados
e
melhorados;
o
culto
religioso
engrandecido,
as
crenças
vigora
das,
a
religião
e
a sociedade
prosperam
e
os
estados
vivem
tranquillos,
gosando
da
paz,
que
Deus
legou
aos
homens
de
boa
vontade,
aos
homens,
que
nutrem
ar
dentes
desejos
e
se
esforçam
constante
mente
por
cumprir
na
terra
os
preceitos
vindos
do céo.
Movido
por estas
e
outras altas
con
siderações;
conhecedor,
como
poucos,
dos
deveres
da
sua
elevada
posição,
o
Extn
0
e
Revm 0
Snr.
Arcebispo
Primaz
delibe
rou
fazer
este
anno
a
sua visita
pasto
ral aos dois
arciprestados
de
Villa
do
Conde
e
Barcellos.
E
na
verdade
era
de
urgente
neces
sidade
esta
visita:
por
quanto
a
Villa
do
Conde
nenhum
Prelado,
desde
o
Senhor
D.
Fr.
Caetano
Brandão (1790-1805),
e
a Barcellos. desde
o
Senhor
D.
Rodrigo
de
Moura
Telles
(1704-1728),
havia
pen
sado
em acudir, com
o
pão
da
sua
pa
lavra
e
com a
beneíicencia
da
sua
cari
dade,
ás
instantes
necessidades
dos
povos
d
’
aquelles
dois
arciprestados.
Só
o
Exm.° e
Revm.
0
Senhor
D.
João
Chrysoslomo
de
Amorim
Pessoa é
que,
depois
d
’
aquelles
venerandos
Prelados,
le
ve
a
coragem,
precisa
e
a resolução
evan
gélica
necessária
para
se
aventurar
aos
incommodos
e
ao
penoso trabalho,
que
effectivamente
teve
n
’esta sua
evangeliza
dora
visita.
Com este
intuito
no
dia 17
de
maio
do
presente
anno
de
1879
o
Exm.
0
Pre
lado
sahiu
d’
esta
cidade
de Braga
no
comboyo
do
correio,
que
parte
ás
2
ho
ras
e
14 minutos
da
tarde,
com
desti
no
a
Villa
Nova
de
Famalicão.
Foi
acom
panhado até
á
estação
do
caminho
de
ferro
por
alguns
cavalheiros
desta
cida
de
e
ecclesiaslicos respeitáveis,
como o
snr.
Magalhães,
revm.
0
Deão,
professores
do
seminário,
reitor
do
collegio
dos
or-
phãos.
etc.
Com
S.
Exc.
a
Revm.
a
ia
o
seu Secre
tario,
Dr. Egydiò
Azevedo.
Até
Nine
acom
panhou
o
Exm.0
e
Revm.°
Snr.
Arce
bispo
Primaz
o
exm.
0
snr.
Henrique
Gui
lherme
Thomaz
Branco,
director
das
Obras
Publicas
n
’este
districto.
Em
Villa
Nova
de
Famalição
esperavam
o
Exm.0 Prelado
o
Barão
de
Joanne, Dr.
Champalimeaud,
Juiz
de Direito d
’
aquella
comarca, Delegado
do
Procurador
Regio,
Administrador
do
concelho,
Presidente
da
Camara
Municipal, Arciprestes
de
Villa
Nova
e
de
Villa
do
Conde.
Dr.
Custodio
Velloso
e
outros
cavalheiros
d’
aquellas
úllas
e
muita
concorrência
de povo.
S.
Exc.
a Revm.’
demorou-se
algum
tempo
na
sala da
espera
conversando
com
os
ecclesiaslicos e
auctoridades,
e
ás
3
horas
e
meia partiu com
destino
a
Villa
do
Conde,
seguido
por
dez
carruagens,
em
que
iam
as
pessoas,
que
se
dignaram
prestar
homenagem
sincera
ao nosso
ve
nerando
Antistite.
Na
estrada
foi
S
Exc.
a
Revm.®
con-
slantemenle
festejado
pelas
populações
circuravisinhas,
que
se
esmeraram
em
prestar
ao
seu Prelado
expontânea
ma
nifestação
de
seus respeitos
para
com
as.
virtudes
e
zelo
apostolico
do
venerando
Primaz
das
Hespanhas.
Distinguiram-se
n
’
esta
manifestação
de
seus
sentimentos
de
filial respeito os
po
vos
da
freguezia
de
Balazar,
que
levan
taram
um
formoso
arco
sobre
a
estrada
no
logar
das
Fontainhas,
tendo
alli uma
philarmonica
e
dando
vivas
ao
Exm.0
Pre
lado.
Era
real
mente commo
vente
este
acto
singelo,
mas
expontâneo,
em
que
este
bom
povo
do
Minho
manifestava
as
suas
piedosas
crenças
e
as
suas
firmissimas
convicções
religiosas.
As
mulheres
e as
creanças
espalhavam
no
solo
flores,
he
ras
•
e
outras
plantas
e
prostravam se
an
te
a
bênção
do
Prelado,
que
lh
’
a
dava
commovido e
agradecido
a tão
sincera
prova
do
amor
e dedicação
d
’este seus
filhos,
que
não
conservam
nas suas
tra
dições
d’ha
cem
annos
memória
alguma
de
que
os
Prelados
d
’esta
Archidiocese
fossem
visitar
aquella
localidade.
O
Revm.
0
Parocho
de
Touguinhó,
Dr.
Antonio
Bernardo
de
Moraes Leal,
an
cião
respeitável
pelas
suas virtudes
e
pe
la
sua
posição,
que
ontr
’
ora
occupou
ao
lado
do
Exm.
0
Snr.
D. José,
de
saudo
sa
memória,
veio, não
obstante
as
suas
enfermidades
e
a
sua
adiantada
edade
de
89
annos,
prestar
ao
Exm
0
Snr.
D.
João
laisboa,
31 de
maio de
(Do
nosso correspondente)
Tudo
isto
de
regímen
parlamentar
é
patuscada,
meu
caro
director.
O
rei
liberai
falia
officialmente
ao
seu
primeiro
ministro,
como
qualquer
bon
vivanl
cavaquéa,
com
outro
que
tal.
E
’
incrível?
Pois
a
carta
do
Chefe
do
Estado,
ao
Fontes,
que se
publicou
ha
pouco,
mostra
que
não
só
não
é
incrí
vel,
senão
um
facto
palpavel,
evidentis-
simo.
Julgo
muito natural
e
muito
louvável
que
o
snr.
D.
Luiz
agradecesse
as
ma
nifestações
de
interesse,
pela
saude
de
sua
augusta
Esposa,
de
muitos
dos
ami
gos
da
dynastia;
acho,
porém,
muito
de
accordo
com
a
educação
dos
príncipes
liberaes,
o
modo como
o
rei
constitucio
nal
se
dirigiu
oo
seu
valido,
para
que,
em
nome
da
realeza
da
carta,
fizesse
sen
tir,
aos
seus
numerosos
amigos,
o
mui
to,
que
lhe
agradaram as
visitas,
as
pre
ces,
e
as
acções
de graças
religiosas,
diante
da
doença,
e
melhoras
da
illustre
princesa
de Saboya.
O
Rei
portugnez,
o
verdadeiro
Rei,
não
escreveria ao
seu ministro
para
o
alludido
fim,
dizendo-lhe:
Meu
caro Fon
tes,
se tivera
o
infortúnio
de ter
um
ministro
Fontes,
nem:
seu
afteiçoado,
ain
da
que
fosse
d
’entre
todos
o
mais
va
lido.
Disse-o,
com
tudo,
a dynastia
li-
boral,
talvez
porque
lhe
tenham
mettido
na
cabeça
que assim
se
conquistam
po
pularidades,
e
se
consolida
um
throno de
papelão.
Os
possuidores
de titulos do
emprés
timo
do senhor
Dom
Miguel
I,
não
de
sistem
de
haver
do
governo
portuguez
o
pagamento d
’
utna
divida,
que
elles jul
gam,
e
toda
gente,
que não
póde
dei
xar
de
ser
satisfeita,
sem
palpitante
of-
fensa
do
direito,
que
lhes
assiste.
Acre
ditava-se,
porém,
que
afinal
o
governo
não terá
remedio
senão
ceder.
Realisou-se
quinta-feira
o
meeting,
dos
cigarreiros.
no
theatro do
Príncipe, para
pedir
ás
cortes
algumas
medidas
propicias
á
classe.
Esteve
muito
concorrido,
e
em
muita
ordem.
Prégaram, porém,
e
pré-
garão
no deserto.
Se
fora a
favor
dos
conlractadores
argentarios,
o
parlamento
não
faria,
por
certo, ouvidos
de
mercador.
Já
sahiu
do hospital o
tenente
An
drade.
aquelle
oílicial, que
pretendeu
sui
cidar-se.
Deus
lhe
dê
a
graça
para
re-
pellir
nova
tentação,
e lhe
tenha
per
doado.
Grévy
continua
a
amnistiar
os
da
Com-
mtina.
E
’
já
muito
volumoso
o
rol
dos
que
teem
regressado
a França.
E’
preciso
que
a
republica
tenha
juncto
de
si
os
seus
mais
fieis,
e
mais
gentis servidores.
A
obra
de
1871
não
está
ainda comple
ta.
Os
armazéns
de
pretroleo
estão
a
re-
gorgitar.
E
’
mister
que
se
lhe
dê
gran
de
consumo,
e
se
reproduzam
as
bellas
scenas, que
Paris
presenceou apenas
ter
minou
o
segundo
império.
Amanhã
começa
a
illuminação
do Pas
seio,
havendo-
concerto,
cujo
programma
é de lodo
ponto
pomposo.
Entre
outras
peças
executa
se
a
Marche
Egypcienne,
estreada
no
dia
da
abertura
do
canal
de
Suez.
,
Dizem-me
que
haverá,
no
dia
8
de
junho,
corridas
no
hypodrorao de
Belem,
em
honra
do
archiduque
d
’
Austria.
Mais
de uma vez vos
tinha
dicto,
meu
excellente
amigo,
que
o
ministério
andava
um
tanto
encatarroado,
e,
posto
que
de
pé
ainda,
inspirava
muito
cui
dado
aos seus
numerosos amigos.
E
o
mal, que
a
muitos
parecia
levíssimo,
re
crudesceu
de
modo,
que
arrojou
á
valia
o
cadaver
da
pobre
regeneração!
Em
portuguez
bem intelligivel: Anto
nio
Maria
foi
hontem
ao parlamento, e
disse-lhe,
que
acabava
de
depôr
nas
mãos
do
Chefe do
Estado
a
demissão
do
governo.
E
’
ainda
mysteriosa
a
verdadeira
cau
sa,
que
levou
o
ministério
a
demittir-se;
todavia
acreditam
muitos
que
a falta
de
meios produziu
a
queda
de
uma
situação,
cuja
indestruibilidade apregoavam
os arau
tos
do
poder
finado,
era
incontrastavel.
Os
fundos
desceram
consideravelmente.
Chrysostomo
a
sua
obediência
e
o
seu
profundo
respeito.
As
auctoridades,
ecclesiaslicos
e
mais
cavalheiros
de
Villa
Nova
de
Famalicão
despediram-se
de
S.
Exc ’ Revm.
a
na
extremidade
da
sua
comarca.
(Continua)
Vou
ver se
posso
colher
mais
alguma
noticia
sobre
a
questão
do
dia,
para
ain
da
hoje
vol-a
enviar.
A
’
hora,
em
que
vos
estou escreven
do
sabe-se
apenas
que
foi
chamado
á
Ajuda
Anselmo
Braamcamp,
e
que
o
snr.
D.
Luiz o encarregou
de
organisar
o
no
vo
ministério, que
será
progressieta
da
gema.
Estou
que
n
’
este
momento
já
o
snr.
D.
Luiz é.
para o
progressismo,
o
melhor
dos reis
constitucionaes
possíveis.
Mas,
as
verrinas
são
ainda
de
mui
fresca
data.
Espera-se
que
seja dissolvida
a
ca
mara.
Em
Belem
houve
muito
foguetorio
á
porta
do
Franco,
o qual,
em demonstra
ção
de
jubilo,
mandou
illuminar
o
seu
jardim,
onde appareceram duas
philar-
monicas,
cuja
desafinação
era de
levar
couro
e
cabello.
E
’ inntil
dizer-vos,
que
não
estive
na
festa,
mas
ouvi
os
hym-
nos,
os
foguetes,
e
a
algazarra.
Dizem-me
agora que o
Braamcamp
encontra
difliculdades
na
formação
do
mi
nistério.
Até
cêdo.
A.
GAZETILHA
Illustre
enfermo.
—
O
Exrn.°
e
Revm.
0
Snr.
Arcebispo
Primaz
está
um
pouco
mais
alliviado do seu
padecimento,
e
tem
continuado
o
despacho.
No
domingo passado
soffreu
novo
e
maior
incommodo,
pois
que
sentiu
uma
pequena
dôr
pleuritica,
que
fortemente
o
impressionou.
Recolheu-se
á
cama
e
observou
dieta
rigorosa no
domingo,
segunda e
terça-
feira,
e
a
dôr
desappareceu
completamen
te;
pelo
que
se acha
mais
animado.
A
espectoração
é
regular
e
não
muito
diflàcil;
acha-se,
porém,
muito
fraco
e
abatido, mas
sempre
trabalhando.
Fazemos ardentes
votos
pelo promplo
restabelecimento
de
Sua Exc.a Revm
a
Chronifn religiosn, —
Hoje:
—
Ex
posição
do
Santíssimo
no
templo do
Car
mo.
A
’manhã:
Exposição
do Santíssimo
na
egreja
do
convento
das
Therezinhas.
Honiariu do Espirito Santo.—
Não
obstante
o pouco
agradavel
das
vés
peras
d
’
esla
grande
romaria, a
concorrên
cia
de
povo
foi
enormíssima
em
todos
os
tres
dias.
Não
houve
nenhuma
desordem
de vulto.
Nesta
esplendida
festa
deu-se
apenas
um
incidente
lamentável.
Uma pobre ve
lha
que
seguia
pela
estrada
do
Bom
Je
sus,
foi
colhida
por
um
trem
de
praça,
e ficou
com uma
perna partida.
Foi
recolhida
ao
hospital
de
S. Mar
cos,
onde
continúa
em
tractamento.
A
zelosissima
Meza
administradora
do
sanctuario
esmerou-se
o possível
para
em
tudo
tornar
brilhante a
festividade. O
fogo,
durante
o
qual
e
até
ao dia
tocaram
duas
bandas
marciaes.
foi
em
grande
quantidade
e
o
melhor
que
alli
se
tem
queimado,
tanto
o
do ar,
como
o
prezo.
A
illumi-
nação
era
igualmente
vistosissima.
A
funcção
degreja
esteve
muito
pom
posa.
O
sermão,
prégado
pelo snr.
conego
dr.
Alves
Mendes,
da
cidade
do
Porto,
foi
dos
mais
brilhantes
que
alli
se
teem
pronunciado.
Nem
outra
coisa
era
d
’
es-
perar
d’
esse
esplendido
talento,
gloria
do
clero
portuguez.
Mez
de
.vtíaria.
—
Corno
nos
anterio
res,
a
tocante
devoção
do
Mez
de
Maria
fez-se
este
anno
com
muito
esplendor
em
vários
templos d
’
esta
cidade.
D
’
enlre elles
especialisaremos
o
dos
Remedios,
onde
tanto
os
exercícios
como
a
festividade
que
os
coroou
foram
brilhan
tíssimos,
e
sempre
mui
numerosas as
communhões,
devido
ao
zelo
do
snr.
pa
dre Luiz
Gomes
da
Silva;
o
do
Populo,
e
o
de
N.
Senhora
Branca.
N’
este
penúltimo
templo
teve logar
pela
primeira
vez
este
anno
aquella
de
voção
pela
circumstancia
de
se
achar
alli
a
formosíssima
Imagem
de
N.
Senhora
do
Sameiro.
Os
exercícios
foram
sempre
con-
corridissimos
de
fieis,
que
saiam
encanta
dos
com
as
brilhantes
praticas
do
fervo
roso
promotor
d
’
esta
devoção,
o
revd.
m
°
snr.
padre
João Velloso.
A
festa
da
conclusão
foi
sobremodo
tocante
e
esplendorosa.
O
altar
da
Senhora
eslava
deslumbran-
tissimo.
O
sermão,
que
foi
muito
commovente
e
bello,
prégou-o
o
referido
snr.
padre
João
Velloso.
No
templo
da
Senhora
Branca
foi
igualmente
pomposissima
esta
devoção,
que
terminou
com
communhão
geral.
A
fes
tividade da conclusão terã
logar
no
dia
22.
E’ n’
ella
orador
o
nosso
antigo
col-
lesra
e
ecclesiastico
illustradissimo
o
snr.
V-
padre
Marnoco
e
Sousa.
Novo ministério.—
O
novo
minis
tério
ficou
assim constituído:
Presidência
e
estrangeiros
—
Braam
camp.
Reino
—
Luciano de Castro.
Justiça
—
Adriano
Machado
Obras
publicas
—
Saraiva
de
Carvalho.
Fazenda
—
Barros Gomes.
Marinha
—
Marquez
de
Sabngosa.
Guerra—General
Chrysostomo
(interi
namente).
CreaHça
queimoda.—
Tendo-se
in
cendiado uma
caixa
de
phosphoros
com
que
estava
brincando,
morreu
queimada
uma
creança
em S. Jeronymo, a
qual
os
paes
tinham
deixado
só
em
casa.
Hoinagem
do
Espirito
Santo
em Nogueira.
—
No
proximo
domingo
tem
logar
na freguezia
de
Nogueira
a
romagem
do
Espirito
Santo, que costuma
ser
muito
concorrida
de
povo
d
’
esta
cidade.
Historia
Universal,
por Cesar
Cantu.
—
Do
benemerilo
editor
lisbonense
o
snr.
Francisco
Arlliur da
Silva, acaba
mos
de
receber
a
obsequiosissima
offerta
dos
volumes
nono
e
decimo
da
monumen
tal
Historia
Universal
por C
esak
C
antu
,
desde
a
Creaçào do
mundo até
1862
—
Continuada
até
1879
por
D.
Fernandes
Guesta—Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
Portugal
e Brazil.
E
’
esta
segunda
edição
portugueza
tra
duzida
da
edição
franceza
de
1867,
acom
panhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas
e
annotada
por
Manuel
Bernardes
Branco&ocio
da Academia
Real
das
Scien
cias
de
Lisboa:
prolessor
das
linguas
gre
ga
e
latina,
etc.
Tudo quanto
disséssemos para encare
cimento
d
’esla
obra,
ficaria
muito
áquem
do
que
d
’
ella
pensamos.
O
nome
do
venerando
C
esak
C
antu
não
pó
le
ser
desconhecido
ainda
dos
me
dianamente
lidos;
o
do
seu
interprete
por
tugnez
é
d
’
um
escriptor
doutíssimo e
d
’
um
caraeter
verdadeiramente
respeitável.
As
condições
maleriaes
da
edição
do
snr.
Francisco
Arlliur
da
Silva,
são
excellentes, e primorosissimas
as
gravuras
que
a
embellezam.
O
serviço
inestimável
que
o
arrojado
editor
presta
ás
lettras
nacionaes com
esta
publicação,
deve
ser
por
todos
com-
prehendido,
e
porisso
de
todos auxiliado.
Estação de Walenxça.—
Abriu
no
dia
3
de
junho
á
exploração
a
estação
provisória
de Valença;
mas
só
para
pas
sageiros.
e grande
velocidade.
Theatro de S. Geraldo.—
A
ex
cellente
companhia
dramatica do
Baquet
vera
dar
ao
nosso
theatro
4
recitas
d'as-
signatura,
com os dramas: O
policia,
A
falsa
adultera,
e
O
espelho
da
verd
ade.
Deve
debutar
no
dia
16
do
corrente.
Follecimento.
—
Na
sexta-feira
passa
da
deu se
á
sepultura
no
cemilero
publi
co
d
’esta cidade
o
cadaver
da
mãe
do
snr.
José
Antonio
Ferreira
Gomes,
honrado
ne
gociante
da
rua
Nova
de
Sousa.
Le
Monde.—
D
’
esle
jornal
traduzimos
o
seguinte:
Dêmos graças
á
Agencia
Havas!
Em
coisa
de
novidades
communica-nos
ella
esta
manhã
uma verdadeira
pérola...
E’
o
texto do
telegramma
em
que
o
vice-governador
de Perm
annunciou ao
ministro
do
interior
da Rússia o
incêndio
d
’
Irbit.
Eis
a
maravilha:
«18
de
maio.
Tenho
a
honra
de
vos
informar
que
pôr
aqui
tudo
vae
bem.
A
cidade
inteira,
á
excepção
d
’
alguns
quarteirões
da
extrema,
eslà
queimada
de
fio
a
pavio.
Os
prejuisos
são avaliados
em
22
milhões.
Procura
se
activamente
désciibfir os
incendiarios.
Já
está
preso um
indivíduo
suspeitou
.
Preço dos cereaes.—
Na
terça-feira
ultima, n
’esta cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Trigo................................................ 780
Centeio........................................ 500
Cevada
..............................................
560
Painço..............................................
500
Milho
branco
................................
520
i>
amarello................................ 500
Milho alvo,
................................
600
Feijão
branco
................................
^60
»
vermelho
...............................
^00
»
amarello
................................
560
b
rajado................................ 480
»
fradinho
................................
420
Batata
.........................................
600
Azeite........................................................
6$000
llgumas
notieias do
estrangeiro.
_(Jma
correspondência
de
Roma
affirina
que
os
cemros
catholicos
desenvolvem
uma
actividade
extraordinária
para
as
elei
ções
administrativas
que
devem
ter
logar
proximamente
em
Roma.
Corre
lambem
p
boato de
que
o
Santo
Padre
estabele
cerá,
Elle proprio,
a
lista
dos
candidatos,
uue
será
composta
em
parle
de
nobres
e
em
parte
d
’
homens
moderados. Damol-a
pelo
que
vale
e com
toda
a
reserva.
H —
Segundo
a
declaração
feita á
Ga
mara
dos
Communs
pelo
coronel
Stanley,
a
s
perdas
soffridas
pelo
exercito
inglez
desde
o
principio
das operações
contra
os
zulus
elevarani-se
a
1:186
mortos
pelo
inimigo
com
mais 86
por
doença.
—
Os
radicaes
trabalham
no
parlamento
com
insistência
por.
obter
uma
radical
am
nistia
para
todos
os seus confrades.
Lavra grande agitação
e
não
pequenas
dissenções
causadas
pelas
insolentes
exi
gências
d
’
aquelles
senhores.
Dentro
em
pouco
só
lhes
faltará
exigir
do
governo
e
dos
tribunaes
que
sejam
declarados
lodos,
inclusivé
os que
já
tem
morrido no
des
terro.
illibados
de
todo
o
crime.
Em
face
do que
se
tem
visto,
já
não
poderia causar
espanto
mais
essa
exigên
cia,
—
A
Marseillaise
exproba
aos
republica
nos
o
terem
tendências
para
o
esqueci
mento
e
para
a indifferença,
e
fal-o
nos
seguintes termos: «E’
a
indifferença
que
vos
perdera,
que
vos
matará.
O
que
vos falta
não
é
sómente,
como
dizia
Luiz Blanc
outr
’
ora,
a
fé
na Repu
blica; o
que
vos
falta é
o
odio
contra
seus
inimigos,
contra
os
renegados,
con
tra
os
traidores. A fé que
não
odeia,
será
por
ventura
uma
fé
sincera?
Sim!
Não hesitamos
em affirmal-o e
a
historia
inteira
ahi está
para
atteslal
o:
o
grande
recurso das
sociedades
humanas
não é
o amor,
è
o
odio. Sem
o
odio nada
ha
sublime,
nada
grande,
nada
forte,
nada
nobre!
»
E
’
inútil
commentar
estas
odiosas
in
sanidades,
accrescenta
La France Novel-
le,
d
’
onde
extraimos
esses
trechos.
O
ideal
da
Republica
está
pois
na applicação
dé
esta
maxima:
«Detestemo-nos
uns
aos
ou
tros!
Eis
ahi
a
era
da
paz
promettida
pela
republica
franceza.
A
Marseillaise
é
um
dos
principaes
orgãos
da republica
em
França.
—
Lê-se
na
Marseillaise: «O
administra
dor
do
jornal
«o
Escandalo»
recebeu
in
timação
para
comparecer
a
31 de
maio
findo
perante
o
tribunal
pelo crime de
contravenção
aos artigos
2
e
7
da
lei
de 6
de julho
de
1871. O
negocio
da
liberdade
da
imprensa
vae cada
vez
a
melhor».
E
’
assombroso,
com
effeito.
vêr
o
mi
nistério
perseguir
o
Escandalo,
quando
teria
sido
mais natural que elle
o
tomasse
por
seu
orgão
oílicial (La France
Nou-
velle).
—
A
darmos
credito
a
muitos
jornaes
de
Berlim,
ordinariamente
bem
informados,
corre
como
certo
que
a
situação
do
clero
catholico
na
Allemanha
será
sensivelmente
melhorada
por
occasião
das
bodas
de
oiro
do
Imperador
Guilherme.
Falla-se
lambem
com insistência
n
’
uma
amnistia
em
que serão
comprehendidos
os
bispos expulsos
das
suas dioceses.
Embora
o
desejemos
assim,
não
o
es-
.peramos.
A*
caridade
publíea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seo
estado
de penúria
é
extremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem de
o soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A.’
caridade pubticn.
—
Recòmmen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria
Candida,
<I>ie padece
do
peito
ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada para
ga
nhar
a
vida.
Vive
em
extrema
pobreza.
Habita
no
sotão
da
casa
n.°
4,
na
rua
de
Miguel-o Anjo.
ULTIMAS
NOTICIAS
Lisboa
2-Poucos governadores
civis
teem
pedido a demissão,
mas vão
ser
todos
demitlidos.
Vão ser transferidos
muitos secretários
geraes,
e
vão
ser
de-
ntittidos
muitos
outros
funccionarios
ad
ministrativos.
Também
haverá
alterações
*>os
Liiiccionirios
de
policia
de
Lisboa.
Está
para
se
resolver
as
nomeações
das
goverm
fores
civis
de
Braga,
Vianna
®
Villa
Real.
Para
o
Porto
está
decidi
da
a
nomeação
do
snr.
dr. Thomaz
An
tonio
d
’
Oliveira Lobo,
que partiu
hoje
no
comboio
da
noite.
O
ministério
entrou
na
camara
dos
de
putados
ás
3 horas.
Fallaram os snrs.
Iraamcamp,
marquez de
Sabuguosa,
José
.uciano
de
Castro
e
Barros
Gomes.
Fallaram
contra o
governo
os
snrs.
Julio
de
Vilhena,
Osorio
e Lopo
Vaz.
que
apresentou
uma
moção
de
desconfiança.
Deram
explicações
os
snrs.
Lourenço
de
Carvalho e
Alfredo
Peixoto.
Prometteram
(icar na
espectaliva os
snrs.
Dias
Ferreira,
e
Freitas
e
Oli
veira.
O
snr.
visconde
de
Moreira
de
Rey
fez
um
grande
discurso, e
terminou
por
resignar
o
mandato.
O
snr.
Hinlze Ribeiro
fallou
contra
o
governo.
O snr.
Barros
e
Cunha
em noine
de
seus
amigos
promelteu
apoiar
a
situa
ção.
O
snr.
Luciano
de Castro explicou
claramenle
o
fim
da
moção de
descon
fiança.
Foi
approvada
por
7o
votos
contra
29.
Idem
2—
Pediram
a
demissão todos
os
governadores
civis
e
substitutos,
menos
o
de
Santarém.
Foram
nomeados:
escrivão
de
fazenda
de
Evora o
de
Monsão;
e
os
escriptura-
rios de fazenda de
Reguengos
para
Va-
ença
e
o
de
Paredes,
o
snr.
Bento
Bar
reiros
de
Oliveira,
para
Coura.
Foi mandado
fazer serviço na reparti
ção de
fazenda
de
Vianna o
snr.
Barreiros
da
Cunha, que era
escrivão
de
Valença.
Foi
reintegrado
o fiscal
de
Valença.
Chegou
o
hiate
«Miramar»,
conduzindo
os
príncipes
Rodolpho
da Áustria
e
Leo
poldo
da
Baviera.
Na
Bolsa
venderam-se:
17
acções do
tanco
Commercial
a
84$000;
12
obriga
ções
prediaes
a
92$200;
23 ditas
a
93$100;
3
contos
em
inscripções
a
30;
1
dito a
30.10; 10
ditos para
30 do
corrente
a
50,03.
A
alfandega
rendeu
hoje
26:011^359
reis.
Idem
3—
Está
decidido
nomear gover
nadores
civis
de
Portalegre,
o
snr. The-
mudo
d
’
Oliveira;
de
Leiria,
o
snr.
barão
de
Viampnte;
de Coimbra
o
snr.
Fernan
des
Vaz.
Para
Braga, dizem
que
será
nomeado
o
snr.
visconde
de
Pindella
ou
o
snr. Alves
Carneiro.
Paris
31
—
Parle
da
esquadra
ingleza
do
Pacifico
recebeu
ordem
para
ir
cruzar nas
costas
do
Chili
e
do
Perú.
Dizem de
Vienna
ao «Journal
des
Débats»
que
a
Rússia,
a
Allemanha
e
a
Inglaterra
adheriram
á
nova
circular
do
snr. Waddington,
relativa
ás fronteiras
gregas. E
’
certa a
adhesão da Áustria
e
da
Italia.
S
Pelersburgo
31—O
czar
não
parti
rá
de
Livadia antes
de
quinta-feira.
Um
incêndio
destruiu
100 casas
do
burgo
de Mstow, dislricto
de
Tchenslolk.
O
fogo
propaga-se ás
aldeias
visinhas.
Paris 1
—
Quatro
navios turcos
recebe
ram ordem
de
cruzar
as
aguas
da
Gré
cia.
Prosegue
rapidamente
a
evacuação
da
Bulgaria
pelos
russos.
Continua
em
grave
estado
a gran
du-
queza
Maria
Paulowna.
Foi
ordenado
por
um
«ukasi»
a
ter
ceira
emissão
para
o
empréstimo
interno
de
300
milhões
de
rublos
nominaes
para
as despesas
da
guerra
do
Oriente.
Paris
2—
Assegura-se
que
existe
um
tractado
de
alliança
entre
a
Rússia
e
a
Turqiua.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia
Dramalica
do
Baquel.
Está
aberta
a
assignatura
para
quatro
recitas
com
os
dramas: O POLICIA.
A
FALSA
ADULTERA,
e
O ESPELHO
DA
VERDADE.
A
primeira
recita
terá logar
no
dia
16
do
corrente
junho.
agbaoecisiesto
Os
devotos,
e
promotores
da
festivi
dade
do
SS. Rosto,
que
está
collocado
na
rua
de
N. Senhora
do
Leite
(atraz
da
Sé),
não
podendo
pessoalmente
agradecer
a
todas
as
pessoas
que
os
coadjuvaram
com
os seus
serviços
e esmolas,
para
tor
nar
mais
esplendida
a festividade
que
le
ve
logar
no
dia
23
de
maio,
na
real
ca
pei
la
da
Misericórdia, significam
por
este
meio
o
seu
agradecimento
a
todas
ellas,
e
especialmenle
aos
exm.
08
snrs.
Mezarios
da
real
Irmandade
da
Misericórdia,
por
lhes
franquearem
em beneficio
da
devoção
não
só
a
egreja
como
todas
as
alfaias
neces
sárias;
ao
rev.°
padre
José
Maria
de
La
cerda,
D.
capellão-mór, que
se
prestou
da
melhor
vontade
a
celebrar
gratuita
mente
a
missa
capitular,
e
o
Te-Deum,
e
á
irmandade
das
Almas
da
Sé,
e de
S.
Thiago,
que
de
muito
boa
vontade
se
dignou
acompanhar
a
procissão,
tornan
do-se
mais
grandioso
e
respeitável aquelle
acto.
A
todos
o
nosso
mais
profundo
re
conhecimento
e gratidão.
Braga
3
de
junho
de
1879
(2136)
ASHAMCIMEITOS
««sááá «á àá
àá áá xá iá -ká áá W tí»
Os
abaixo
assignados
veem por este
meio
agradecer
a
todos
os
illrn
®
s
e
exm.os
snrs.
e
senhoras
que
se
dignaram
èum-
primental-os
pela
occasião
do
fallecimento
de
sua
sempre chorada filha.
Do
mesmo
modo
agradecem
pelo
não
poder
fazer
pes-
soalmente,
a
todos
os
snrs.
que
a
acompa
nharam
ao
cemiterio
publico
no
dia 29
do
proximo
passado.
Braga
4
de
junho
de 1879.
D.
Luiza Maria
das
Dores
da
Silva
Braga.
Bento
José
da
Silva
Braga.
(2441)
José
Antonio
Ferreira
Gomes,
e
sua
mulher,
Maria
dos
Prazeres,
agradecem
por este
meto
a
todas
as
pessoas
de
sua
amisade
e
relações
que
os
cumprimenta
ram
e
lhes
prestaram
serviços
por
occa-
siào do
fallecimento
de
sua
presadá
mãe
e
sogra
Victoria
Ferreira,
acompanha
ram
o
cadaver
ao
cemiterio
publico
no
dia
29,
e
assistiram
aos
officios
que
por
alma
da
mesma
tiveram
logar na
capella
do
dito
cemiterio
no
dia
30
do
passado
mez
de
maio.
A todos
agradecem
e
pro
testam
sua
indelevel gratidão. (2437)
ANNUNCIOS
O
conselho
administrativo
do
regimen
to
d
’
lnfanteria
8,
faz publico,
que
no
dia
18
do
corrente,
pelas
11
horas
da ma
nhã, na
sala
das
sessões
do
mesmo
con
selho,
tem
de
proceder
á
arremetação
dos
generos
para
consumo
no rancho
e
die
tas
dos doentes
no
hospital
militar.
Os
generos
a
arrematar
são
os
seguin
tes:
Carne
de
vacca,
arroz,
macarrão,
tou
cinho,
unto
e
azeite.
Convida pois
as
pessoas
que
desejarem
concorrer
á
dita
arrematação,
a
compa
recerem
no
dia,
hora
e
local acima
in
dicado.
Quartel
em
Braga,
2
de
junho
de
1879.
O
secretario do
conselho
Bernardo
Osorio,
(2138)
Tenente
d
’
infanleria
8.
DILIGENCIAS DIARIAS
PARA
GUIMARÃES
E
VISELLA
Narciso
José
Marques, anntincía
ao
publico
que
as
duas
carreiras
para
os
pon
tos
acima
ditos,
que
principiam
no
dia 4
de
julho,
ficam
estabelecidas
da
fórma
se
guinte
:
Sae
de
Braga
para Guimarães
e
Vi
sella
ás 4
e
meia
horas
da
manhã
e 2
da
tarde,
chega
a
Guimarães
ás
7
e
7
e
meia
da
manhã e
3
da
tarde, e a
Vi
sella
ás
9
e
meia
da manhã
e 6
e
meia
da
tarde.
Sae
de
Visella ás
3
da manhã
e
ao
meio
dia,
chega
a
esta
cidade
ás
8
da
manhã
e
3
e
5
da
tarde.
Preço:
em
direitura a
Visella, 400
reis,
para
Guimarães,
o
já
annunciado.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Visella
em
casa
do
snr.
Francisco
da
Costa
e
Silva
Guimarães,
em
Guimarães,
em
casa
do
snr.
Joàb
Manoel
de
Mello,
e
n
’
esta
ci
dade
em
casa
de
José
Antonio
Marques
<fc
C.a
,
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
5.
Braga
3
de
junho
de
1879.
(2412)
Narciso
José
Marques.
ÉDITOS DE 50 DIAS
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Iraga
e
cartorio
do
1.®
officio,
correm
éditos
de
30
dias,
a
contar
de
29
do
corrente
mez
de
maio,
citando
os
credo
res
e
legatários
desconhecidos,
ou
mo
radores
fóra
da
comarca,
para
virem
as
sistir,
querendo, ao
inventario
por
falle
cimento
de
João
Peixoto,
morador
que
loi
no
logar
da
Cruz,
da
freguezia
de
Celleirós,
d’
esta
comarca,
em
que
é
in-
ventariante
Rosa
Ferreira, viuva
do
inven
tariado,
moradora
no
dito
logar
e
fregue
zia,
e
deduzirem
os
seus
direitos
no
mes
mo
inventario,
sem
prejuiso
do
andamen
to d
’elle.
Braga
29
de
maio
de
1879.
O
escrivão
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei.
(2439)
Sampaio.
ÉDITOS
DE 90 DIAS
Pelo juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga e cartorio
do
l.° officio,
correm
éditos
de
30
dias
a
contar
de
30
de
maio
corrente,
citando
os
credores
e
le
gatários desconhecidos,
ou
moradores
fóra
da comarca,
para
virem
assistir,
queren
do,
ao
inventario
por
fallecimento
de
Luiz
Peixoto
de Magalhães,
parodio
que
foi
na
freguezia
da
Graça, d
’esta
comarca,
em
que é
inventariante
José
Peixoto
de
Ma
galhães, da
freguezia
de
S. Jeronymo
de
leal
d
’
esta
mesma
comarca, e
deduzirem
seus
direitos
no
mesmo
inventario,
sem
irejuiso
do
andamento
d
’elle.
Braga
30
de
maio
de
1879.
O
escrivão
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei.
(2140)
Sampaio.
M.
me
MARGUERITE
tem
a
honra
de
participar ,ao
digno
publico
d’
esta
cida
de
que
no
dia
9
do
corrente chegará
de
Lisboa
com
um
lindo
e
variadíssimo
sor
timento
de
chapéus
<i
’alla
novidade,
rece
bidos
ullimamenle
de
Paris,
e
já
adopta-
dos
pelas
senhoras
elegantes
de
Lisboa.
Também
tem
artigos
de
phantasia
da
ultima
moda.
Deverá
ser
procurada
no
HOTEL
TRANSMONTANO.
BILHETES DE
VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
J00
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
fftncos
de por
te
sem
augmento
de
preço.
APPARICIO
«fc TXAa.III.IKO
27, Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400, 420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27
ffl»
M
ífflSSi
Com capas
de
marfim,
Ébano, madre
pérola, massa
e
veludo.
97,
í*rnça do Barão de 8. Marti-
nho, 9 7
A1TARICI0
4
MAHIEIRO
BIIAI.Í
ARMAZÉM
PARTICULAR
DE
VINHOS
DO
ALTO DOURO
Campo de D. Luiz
1 n.° 9
Reabriu-se
esle
armazém
de
vinhos
maduios,
de superior
qualidade,
vindos
direclamenle
da
casa
do
Douro do
Bacha
rel
A.
J.
da
Silva
Cerqueira,
e
sem
re
ceio
de
fraude.
Vinho
da
novidade
do
anno
proximo
passado,
quartilho....................................... 80
Dito
da
novidade
de
1875
para
engarrafar,
quartilho................................
120
Por
garrafa........................................... 200
(2435)
CARREIRAS
DIARIAS
O
Santa
Marinha,
Antonio
de Couto
&
C.
a,
todos da
cidade
de
Guimarães,
fa
zem
publico, que
abrem
as
carreiras
dia-
rias
para
Visella,
a
principiar
no
dia
1
de
junho,
a
sair
de Visella
para
Braga
ás 3
e
10
horas
da
manhã
e
uma e
meia
da
tarde,
e
de
Braga
para Vizella
ás
4e5
horas
da
manhã
e
2
<la tarde.
Todo
este
ser
viço
é
feito
em
direitura
a
Visella,
sem
muda de
carros
e
bagagens.
Também principia uma
outra
nova
car
reira
por
Basto
a Chaves,
no
mesmo
dia
acima
indicado.
PREÇOS:
De
Visella
em
direitura
a Braga
440
reis,
vice-versa
o
mesmo
preço;
de
Braga
ao
Arco
15040
reis;
de
Braga
á
Trofa
1^640 reis;
de
Braga
a
Villa
Pouca
2$240;
de
Braga
a
Chaves
2,5840
rs.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Visella
nas
casas
dos
snrs.
Francisco
da
Costa
e
Sil
va
Guimarães,
Luiz
Paulino,
e
no
correio;
em
Guimarães
na
casa do
snr.
Ferreira
Guimarães,
e
em
Braga
na tabacaria
do
bem
conhecido
Ribeiro
Braga.
(2426)
BSTABKLEUUIw\lll BK LUTKHIAS
DE
Joao
Marques cCAlmeida Castro
327,
rua
de
Santa
Calharina,
331
PORTO
Este
estabelecimento,
que
por grande
numero
de pessoas tem
sido
preferido a
outros,
não
só
por
os
prémios
que
no
mesmo
conslantemente
estão
saindo,
mas
por
a
promptidão
com
que
executa
as
encommendas
que
lhe
são
dirigidas,
con
tinua
a
ter
á
venda
para
todas
as
lo-
terias,
bilhetes
inteiros,
meios-ditos,
quin
tos,
quartos,
décimos,
oitavos
e fraeções
de
600, 500, 300,
250,
200,
130,
100
e
40
reis.
Satisfaz
para
as
províncias
todas
as
encommendas
(de
bilhetes
ou
fraeções
em
pequena
ou
grande
quantidade) vindo
as
mesmas
acompanhadas
da
sua
importân
cia,
em ordens,
vales
do
correio
ou es
tampilhas
do
mesmo.
—
Envia
gratuitamen
te,
os
prospectos,
a
todas
as
pessoas
que
desejarem
ser
informadas
dos-
prémios
de
que
se
compõem
as
loterias e
dos
dias
em
que
as
mesmas
se
teem
de
extrahir;
assim
como
remelle
no fim
das exlrac-
ções,
as
respeclivas
listas
geraes dos
pre
mios.
•
AOS
PRETENDENTES
Apesar
do
grande
numero de
corres
pondentes
que
este estabelecimento tem
nas
províncias
para
a
venda
de
bilhetes
e
fraeções
de
todas as
loterias,
o
mesmo
recebe ainda
propostas
das
pessoas
que
pretenderem
vender
esle
genero
á com-
inissão
Os
pretendentes
que
quizerem en
carregar-se
da
venda
d
’
esta
fazenda,
po
dem
com
ella
negociar
sem
risco,
porque
se
acceita
de
novo
até
ás vesperas
das
extraeções,
toda
a
fazenda
que
os
mesmos
não tiverem
vendido.
Além
d’
isso
teem
a
vantagem
de
poderem
negociar sem
em
pregar
capital porque
a
importância
de
qualquer
remessa
que
lhes
seja
feita,
po
de
ser
enviada depois
da fazenda vendi
da,
bastando
para
isso
que
o
pretendente
dê
como
conhecimento
um
negociante
da
cidade
do
Porto.
A
commissão
é vantajosa
e os
mais
esclarecimentos
dão-se
a
quem
os
pedir.
(2330)
Desconfiar das
falsificações.
^RUEotFABSATI
PARIS
À
Unico
successor dos Carmelitas
FABIS,
14,
Rue de
1’Abbaye,
14 FABIS
Contra a Apoplexia, o
Cholera, Flatos, Desmayos, Indigestões,
Febre
amarella, etc. Veja-se
o
prospecto
que
deve
envolver
cada
frasco.
p
ls
UCfs&So
J
Exija-se o
rotulo branco c preto que devem
levar pegado, os
frascos de todos os
tar~'
“"K''£’ n ° ôccirmafura innincn •
Deposito
no
Porto, Ferreira &
Irmão,
Banharia,
77
e
MáS
b
.
16 «s
e
rra ’
s x ss
MACHINAS
PARA COSER
DA
Companhia fabril
SINGER
—
rua <le S.
Vicente—15
BRAGA
As
melhores
machinas
para costura
que
todo
o mundo
conhece
e que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de 1877,
3S9:818
machinas
de
costura!!!
mais Sí»:4S8
que
em
1876.
A Companhia
Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
soo
reis
aemanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a menos
a prompto
paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para famílias,
alfaiates,
costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
4
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu bello trabalho,
como
na
sua
immensa duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o
publico que
te
nha todo
o cuidado para não
ser enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas,
por
infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SI3VGER
só
se
encontram
á
venda na Sub-succursal da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17, RUA DE S. VIGENTE, 17
BB.\GA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislrictos
de Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.
(2443)
VENDE-SE
a
casa
da
rua do
An-
jo
n.°
11
e
11
A. Quem
a
pre-
**£■•&-* t
en
t
er
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
V
n.°
1.
(2423)
AGUA
de
MELISSA
dos
Carmelitas
todos
os assignantes
que
tenham
pago
decimo
segundo
volume
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van-
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
d
a
obra,
e
poder
receber
como
e quando qui-
zerein,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde
fazer-se
jor
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
0
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
olhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
Empreza
editora
de Francisco Arlliur da
Silva
—Lisboa.
BRI.VDK
A
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVESRAL
POR
Cesar
Cantu
Desde
a
creação do
mundo
até
1862—
con
tinuada até 1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a PORTUGAL
E
BRAZIL
Traduzida
da edição
franceza
de
1867 e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e annotada
por
ÍVEiinuel
WernardeH Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
lingnas grega
e latina,
etc.
2.
a
edição, illustrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13 voUuiuen
in-4.° grande.
O
editor proprietário d
’esta publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
2.
”
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
les
que
o
auxiliaram n
’esta
empreza
e áquel-
les
que
de
hoje
em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
HRiaíDE o
tleeínio
terceiro volume,
contendo
trinta
e cin
co
capítulos,
seis
gravuras e dois-
indices,
sendo o
primeiro chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico, con
tendo
os
nomes
de todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Coinprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
hisloricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
la,
e
accrescentados
na
parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.
u
grande
e
custará:
Brochada ....
20-3600
reis
fortes
Encadernada.
. .
27-5900
j
»
Para
facilitar
a
aequisição
d
’esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a não
possam
comprar
defuma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada.
40
rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as gravuras
como
convier—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma gravura,
e
por
volumes
brochados.—
Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
l.°
vol. br. orn.
de
9 grav.
l#870
2.°
>
»
6
>
1$665
3.»
>
>
»
7
1
«5605
4.°
>
*
d
5
D
1
5525
5.°
>
»
6
>
15615
6.°
>
>
»
6
15690
7.°
>
>
>
» 6
1,5640
8
0
1)
»
6
15615
9.°
B
»
>
»
6
>
15565
10.°
>
>
> 6
>
15615
11.°
>
»
6
>
15640
12.°
>
6
>
15815
13.
”
f<
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu
ras,
brinde
a
lodos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81 gravuras
de que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
I a
7.
Esle
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
marcad-
s.
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo-
umes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
frameo
de
porte,
e
só
depois de recebidos mandará
satisfazer a
sua
importância
em
estampilhas, valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
RE
a
LISAVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor-
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu-
genio
Cbardron, e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco Artiiur
<Ia
Silva—editor
72, rua
dos
Douradores, 72
—
LISBOA,
No
largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’
esta
cidade,
duas
moradas
de casas
construí
das
de
novo;
tracta-se
com
Antonio
Sil-
verio
de
Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
Fabrica de
papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de diflerenles
marcas
e
preços.
DEPOSITO EM
BRAGA
Tabacaria
Hracarense
—
27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
CASA
Arrenda-se
uina
na
rua de
S.
(•■•W
Geraldo
n.°
18. Trata
se
no cam-
p
0
je
SanCAnna,
n.° 68.
(2298)
Caixa
penhorista BraearenM na
Travessa de
D. Gualdiiu
d’eala
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os mutuários
que
ti
verem
objectos
empenhados
na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
ilãlâlBõ
Ventura
Malheiro Reimão
Telles
de
Me
nezes
e
Sá,
declara,
para
todos
os
effeitos,
que
deixou
de
ser
socio
da
casa
commef-
ciai que
gira
sob a
tirma
Apparicio
&
Malheiro,
esperando
apenas
pela
realisa-
ção
do
balanço
para
fazer
a
competente
escriplura.
QUINZE
MINUTOS
Devoção
muito
agradavel
e
util
Parl
ser
recitada
em
presença
do
SS.
Sacra
mento,
e
com
especialidade
no
mez u®
junho,
dedicado ao
Santíssimo
Coração
de
Jesus.
Vende
se
no
escriptorio
da
Typog
r8
'
phia
Lusitana, em
Braga, na rua No
íJ
n.°
4.
Preço.
...
10
reis.
RETRATOS
DO P.e
ANTONIO
VIEIRA
Vendem-se
na
rua
da
Sé
n.°
4,
e
ci
administração
d’
este
jornal.
Preço
200
rs.
RESPONSÁVEL
—Luiz
Baplisía da Sife
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
18$
Parte de Comércio do Minho (O)
