comerciominho_29051879_941.xml
- conteúdo
-
ílBil.EíiíOSA, J^OÍ.ITKCA.
e
i
^
oticiosx
.
REDACTORES—D. Miguel
Sotto-Mayor e Dr. Custodio Velloso.—
DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
7.°
ANNO
PBEÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes...............................IfiGOO
»
6
»..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
....................................
10
PUBLICA-SE
AS TERÇAS,
QUINTAS
E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes...............
2Ô000
»
6
»
...............
1&OSO
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso..........
+o
í
N.°
941
3EB
áí
-Q.
■./•àh.
QUINTA-FEIRA 29 DE MAIO DE 1879
®B ires
npostatas.
Um
tolo acha
sempre ou
tro
mais
tolo
que o
admira.
B
oileau
.
Mais
uma
vez
se realisou
esta
justa
observação
do
poeta, de
que
fizemos
thema
para
estas
linhas.
O snr.
G.
Dias
achou
no
«Jornal
do
Commercio»
e
na
«Lucta», não
um,
mas
dois
ouvintes,
a
ambos os
quaes
pertence
a
qualificação,
e
só
duvidamos
a
qual
d
’
elles
pertença o
mais
grosso
quinhão;
porque,
se
o
primeiro
está
em
completo
e
perfeito acordo
com
o
imbelle
snr.
Dias,
o
segundo
é
geralmente
indicado
como o
invisível
inspirador
do
mesmo.
Pela
nossa
parte
inclinamo-nos
a
crer
que
todos
tres
são
um.
O
«Jornal do
Commercio»,
conser
vando
todas
as
suas
antigas
tradições,
publicou
uma
apreciação
como
d
’elle
se
podia
esperar,
do
opusculo
do
snr.
pa
dre
Senna Freitas
—
Critica á
critica,
refutando
uma
insensata,
grosseira
e
igna
ra resposta
do
snr.
Dias
á
Instrucção
Pas
toral,
do
snr.
bispo
do
Porto.
Esta
apre
ciação
que
vem
de
reforço
ao
trabalho
do snr.
Dias,
é
digna
d
’
elle por
ser
igualmente
insensata,
grosseira
e
ignara,
merecimentos
que
lhe
davam
jus
a
ser
acolhida
por
a
«Lucta»,
como
foi.
Comludo
esta,
louvando-se
no
traba
lho
do
irmão
e
correligionário
de
Lis
boa, contenlou-se
com chamar empeço
nhada
a
penna
do
snr.
Senna
Freitas.
Coitado!
está- velho
e
desdentado.
Gas
taram-se-lhe
os dentes
e
as
garras
na
li
ma
e
no
rochedo
da
Egreja.
querendo
mordel-a
e
despedaçal-a
Deixemos portanto
o
luctador
exhausto
para
dizer
alguma
coisa
da
tal
aprecia
ção,
que
poderia
ser
com
justiça
apoda
da de
mentirosa,
se
não
fosse
exclusiva,
ou
pelo
menos
principaimenle, o produ-
cto
da
mais indesculpável ignorância. O
apreciador
não
leu
a presumida
resposta
do pobre
ministro
Dias,
e
tão
pouco a
Critica
à
critica do
snr.
padre
Senna
Freitas.
Que
não
leu
o
folheto
do
snr. Gui
lherme
Dias
(não
lhe
chamamos
padre
postoque o seja,
até
no
Inferno,
se
não
se
arrepender
antes
da
morte, pois
fez
quanto
podia
para
raspar
o oleo
sagrado
da sua
ordenação),
confessa-o
quando es
creve:
«Sem
podermos
analysar
o
folheto
do
snr.
Guilherme Dias,
diremos comludo
que
os trechos
que
d
’elie
cita o
snr.
padre
Senna
Freitas
limitam-se
a
pontos
de
controvérsia
religiosa,
onde
não
trans
luz
o
minimo
desejo de
injuriar
pessoa
alguma».
Porque
não
póde
analysar o
folheto?
Porque
o
não
leu;
se
o
tivesse
lido,
te
ríamos
de
dizer
que
o
não
analysára
para
não
ser
forçado
a
publicar
as
expressões
ignobilmente
injuriosas,
que
hberalisou
ao
illustre
prelado, que
ainda
o
é
seu,
por
mais
que se
rebeílasse
contra
elle.
Sem conhecimento
dos
elementos da
discussão,
como
se
atreveu
o
«Jornal
do
Commercio»
a
censurar um
dos
pleitean-
tes?
Não
conhecia
os
documentos,
e
nem
sequer
a
causa do
pleito;
é
quasi
certo
que
nem
sequer
se
lembrou
de
lêr
a
Instrucção
Pastoral,
do
contrario
não
di
ria
da
contenda «pertencer
por
demasia
á
nebulosa
casuística
da
Edade
Media».
Esta
apreciação
denuncia
a
mais
cras
sa
ignorância,
não
só
quanto
á
parle
dou
trinal,
mas
até
á
parte
puramente
histó
rica
e
chronologica.
Na
parte doutrinai,
não
póde quem
tenha
senso
commura,
e
lido
um
compen
dio de
historia
ecclesiastica,
negar que
a
contenda
versa
sobre
a doutrina
de
Jesus,
que,
sendo
Deus,
é
grande impie
dade
alterar-lhe
os preceitos,
illudil-os,
adulteral-os,
ou
negal-os;
e
versando
so
bre
a
salvação
das
almas,
pelas
quaes
o
mesmo
Senhor
Jesus
veiu
do
ceo á
terra
para
padecer
e
morrer
por ellas,
e
assim
readquirir-lhes
a
Bemaventurança Eterna
que
tinham
perdido
pela
desobediencia
de nossos
primeiros
paes,
não
podia
o
snr.
padre
Senna
Freitas
ficar
indiffe-
rente.
Era
mais
honroso
confessar
o
«Jornal
do
Commercio»
que
não
entrava
na
ques
tão por
não entender
nem uma
palavra
da
mesma, conhecel-a
tanto
como
as
leis
da
China,
e preferir
os
divertimentos ao
estudo.
Na
parte
histórica
e
chronologica
só
quem
não souber,
como
com
elles
não
sabe
tainbem o
snr.
Dias,
que as
varias
seitas
protestantes
não
fizeram
ao
irrom
per
senão
repetir
vários
dos
erros
que
os
heresiarchas
tinham
dogmatisado
logo
nos
primeiros
séculos
do
Christianismo,
ainda
muito
antes
de Constantino
ter
dado
a
paz
á
Egreja;
e
que
esses
erros
foram
refutados
e
destruídos
pelos
Santos
Padres
e
doutores da Egreja, quando
não
existia
a
edade
media;
que
no
tempo
em
que
do
inferno
surgiu
o
protestantismo,
como
confessava
Luthero,
ha
muito
que
tinha
findado
a
edade
media;
e finalmente
que
a
contenda
teve
então
de
renovar-
se;
é
que
póde
avançar
um tão
grande
contrasenso,
denunciando a
ignorância
mais
alvar,
e por
ella
o direito
á
quali
ficação
dada
por
Boileau
á
folha
commer-
cieira
e
ao
seu companheiro
e
cúmplice.
Não
é
nosso
intento
analysar
a
serie
de desconchavos,
chamada
apreciação;
queremos
todavia
mostrar
alguns
d’elles.
«Condemna»
o
snr.
padre Senna
Freitas
por
atacar
o seu
adversário,
«que
hoje se
afastou
do
grémio
catholico
por
motivos
que
elle
não
lem
direito
de julgar,
pois
que a
consciência do
homem
é
inviolá
vel
e
sagrada».
Supponhaniol-o
assim,
que não é,
e
lauto
que
o
«Jornal
do
Commercio»
lem
amontoado
provas
sobre
provas
de
qne
não
pratica
nem
crê a
doutrina
qne
estabelece
por
modo
tão
ab
soluto,
que
bem mostra
nem
ao menos
ler
ideia
do
qne
escreve.
O
snr.
Gomes
apostalou;
e
sem di-
ztr
a
palavra
que
designa
a cousa,
d’ella
fez
alardo,
e
indicou
bem
claramente
qual
foi
a causa
da apostasia: e como
essa
causa
era
demais
a mais
um
p
rjurio de
que
se
fazia
honra,
tinha
o
snr.
Senna
Freitas
o
direito
de
apreciar
o
indeco
roso
d
’
essa
apostasia.
Usando
d’
elle
ne
nhuma «allusão
impudica
e inopportuna»
fez;
seguiu
apenas
o
que
reputava
mui
louvável
o
pobre
snr.
G.
Dias.
Apreciar
um
facto
que
se produziu em
publico
está
mui distante
de oflender
a
inviolabi
lidade da
consciência; apreciar
essa
causa
é
mais que um
direito,
é
um
dever. Isto
nunca
se
póde
chamar
invadir
o
sagrado
da
consciência
para
investigar
os
seus
arcanos.
Acaulelai-vos
dos
falsos
profetas,
disse
o
Senhor.
E
cremos
que
para
aprecial-a
podia
legitimamenle
levar
o proprio
critério
aos
diversos
motivos
que
desacordadamenle
suppoz
a
penna commercieira,
v.
g.
aquelle
da
«involuntária
aberração», qne
se não
entende o
que
seja.
Comtudo
estamos
de
acordo
(até certo
ponto)
com
o
articulista quando
entende
que
a
peior apostasia
«é a
do
homem
que,
tendo
tido
por missão espalhar a luz,
teima
em
levar
as
trevas
ao
espirito
dos
que
o
ouvem».
Estou
de
acordo
por
ser
um
golpe
certeiro
que
o
«Jornal
do
Commercio» descarregou sobre
o snr.
Dias, e lhe
varou
o
coração
de lado
a
lado. Com
effeito,
este
snr.
«teima»
em
levar
as
trevas
ao
espirito
dos
que
o
ou
vem.
Ainda não
tinha ido
para
o
Brazil,
e
já
o
fazia;
não
tinha
depois
regressado
a
Portugal
e
conservava
pegada ao
rosto
a
mascara
já
bastante
puida,
e
não
per
dia
occasião d
’espalhar
os
erros
que
hoje
propaga a
rosto
descuberto, quer
de
con
ta
própria
quer
a
meias.
Por
ora
não
se
trata
de
algozes;
e
por
isso
não
sabemos
dizer
como
o
snr.
pa
dre
Senna
Freitas
procederia
para
com
o
snr.
Guilherme
Dias,
se
a este
viessem
velleidades
de
imitar as
praticas sangui
nolentas
dos
seus
progenitores na
here
sia,
e
no
liberalismo
(1530
e 1790
;
mas,
se
se
der
o
caso,
o adversário
do
snr.
Dias
saberá
imitar
o
Divino
Mestre, que
era
tão
intolerante
com
as
más
doutrinas,
como
misericordioso
com os
peccadores;
misericórdia
que
não
vemos
que
abran
gesse
os
«mais
endurecidos»;
como
as
severa o
«Jornal
do
Commercio»,
que não
póde
citar
as
passagens
do Evangelho
em
que se
abona
para
asseveral-o.
O
snr.
Dias reune em
si
a
heresia
e
20
1’OLííGllJJ
0
CAPITÃO
AiSCSLO
StOUJEAMCE
ORIGINAI.
POR
J. B. da Silva
Ramos.
OFFERECIDO
E DEDICADO A’ EXC.ma SNR.’
D.
Antonia Augusta T. de Vasconcellos,
o
DA
CASA !)E MAHBON, EM CELORICO DE BASTO.
VIII
Domingos,
que
tinha
saido
fóra
do
portal,
para
os ajudar
a
montar,
depois
que
elles
saí
ram,
olhou
para
as
janellas, e
vendo
D.
An-
tonia
com
toda
a
família,
enxugando
os
olhos,
lhe
disse:
—
Minha
senhora,
não
reparou
n
’
aquella
li
geireza
em
montar,
n
’
aquel!e
garbo
ao
mar
char,
n
’
aquelles
modos, e
até
no metal
de
voz?
Eu
cá
estou
na
mesma.
E
retirou-se
rapidamente,
como
quem
não
admittia
observações
era
contrario.
Maria
Christina
retirou-se ao
fundo
do
laran
jal,
com
o
duplo
fim
de dar
largas
á sua
dôr,
e
vêr
o
capitão
subir
uma
encosta
fronteira,
que
tinha
forçosamente
de
atravessar.
Maria
Christina
amava-o.
Não
sabemos
se
o
capitão
sentia
o
mesmo
pela
companheira
da
infancia,
porque as
suas
maneiras
attenciosas
e
polidas,
a
sua
extraor-
dinaria
prudencia, não
deixavam
lêr
em
seu
coração
outras
palavras
mais
que estas
—
virtu
des
chrisiãs—
e
11
’estas
se
cifram
todas
as
qua
lidades
do
verdadeiro
homem
de
bem,
consi-
rado,
quer na
vida
publica,
quer
na
particu
lar.
D.
Antonia,
Christovão
e
o
conego
permane
ciam
assentados na
sala,
tão
calados e
tristes,
como
se
um doloroso
acontecimento
os
oppri-
misse
Passado
pouco
tempo,
entrou
uma
creada
que
os
despertou
de
seus
melancólicos
pensares,
di
zendo:
—Minha
senhora,
o
snr.
oflicial
que
acaba
de
partir,
deixou
esta
relíquia
no
quarto.
—
Deixa
vêr...
E
D.
Antonia
entrou a
examinai-a
com
tanto
interesse e
sobresalto que a
final
levantou-se,
e,
chegando se
para
seu
marido, lhe
disse:
—O
’
Christovão,
não
conheces
este Santo
Le
nho?...
Christovão
examinou-o
e
disse:
—
Não
me
lembro!...
E voltando
D.
Antonia
o
relicário
pela
parte
de
traz,
continuou:
—
Nem
ao
menos
este
brazão?...
Christovão
assentou
os
occulos
no
nariz e
ex
clamou:
—
Meu
Deus!
este
brazão é
o
nosso!...
E...
agora
me
recordo...
este
relicário
era
de
mi
nha boa mãe, que
Deus
haja.
—
Esta
relíquia—
disse
D.
Antonia
—iancei-a
eu
ao
pescoço
do
nosso
pequeno Álvaro,
quan
do
fugi
aos
francezes!...
E
toda
convulsa,
continuou:
—
Será
possível
que
as
nossas
desconfianças
se
realisem?
E
immediatamentechamou um creado, a
quem
ordenou
selasse
o
melhor
cavallo, e
fosse
em
seguimento
do capitão, e
lhe dissesse
que, sem
perda
de
tempo
voltasse
alli,
que
era
apenas
demora
de
uma
hora,
mas
de
necessidade
ur
gente.
N’
um
momento
partiu
o
creado
a
todo
o
ga
lope.
Maria
Christina
tinha
os
olhos
pregados
na
encosta,
porque
n
’
esse
momento
a
subia
o
ca
pitão.
Este transpol-a, mas
a
sua
companhei
ra
d
’
infancia
não
podia
tirar
a
vista
d
’
aquelle
logar.
D
’ahi
a
pouco,
viu subir
um
outro
caval-
leiro,
ç
a
pressa
com
que
subia
a
fez
pensar
em
alguma
cousa
d
’
extraordinario.
Passada
meia
hora, desciam
tres
cavalhei
ros
,
e
Maria
Christina,
que
conheceu
o
ca
pitão,
convenceu-se
logo
de
que
havia sido
cha
mado.
Voltou
de
repente
a
casa
para
informar-se
do
motivo de
tal
resolução,
e
ao
sahel-o,
foi
tal
a
sua
alegria
e
anciedade
que
ficou
tre
mendo,
como
se estivesse
no
primeiro
periodo
d
’uma
sesão.
Angelo
chegou,
e
deixando
o
camarada
com
o
cavallo,
subiu
apressado.
D.
Antonia, logo
que
o
viu, perguntou-
lhe:
—Não lhe
falta
nada?
A
esta
pergunta
já Angelo
estava
rodeado
de
todos
os
membros
d
’
ambas
as
famílias.
Angelo
lançou
a
mão
ao
peito,
e
não
en
contrando
o
volume
do
relicário
que
sempre
o
acompanhava,
disse:
—
Falta-me
o
meu
Santo
Lenho.
—
Donde
o houve?
—
Segundo
diz
a
boa
mulher,
que
me
ar
rancou
dos
braços
da
que
me
conduzia,
no
dia
29
de
março, trazia-o
eu
ao
peito
então.
D.
Antonia ia
lançar-se-lhe
ao
pescoço;
mas
recuou
ainda,
porque
julgava
impossível
tama
nha
felicidade;
porisso continuou
a
perguntar:
—
E
nada
mais
lhe
encontraram?
—
Uma
pequena
trouxa
cora
roupa, além
da
que
eu
vestia,
que
minha
boa
mãe
Joanna
guar
da,
como
uma
preciosa
relíquia.
—
Oh!
se
nós
vissemos
todas
essas
roupas...
—
E’
ura
vestido e
capa de
cachemira bran
ca;
uma
louca
de
selim
côr
de
rosa,
com
fi
tas
brancas;
uma
faxa,
ou
cinto
de
seda
on
deada,
verde,
com
tres
AA
bordados
a
ouro.
Não tinha
bem
acabado,
e
já D
Antonia
se
lhe
estreitava
ao
pescoço,
exclamando:
—Meu
filho!...
meu
filho!...
tu
és
meu
fi
lho!...
(Continua).
o peccado;
é
herege
apóstata,
e
pecca-
dor
(não
lhe
chamamos
endurecido,
com
quanto
reconheçamos estar
em grande
pe
rigo
de
o
ser).
Como sequaz
e
mestre
de
heresia,
o
snr. padre
Senna Freitas
combate
com
ardor
e
vehemencia
as heresias;
como
peccador,
cobre-o
a
caridade
e
compai
xão
do
mesmo;
o
que
nos
auctorisa a
suppor
que
é
o «Jornal do
Commercio»
quem
invade a
inviolabilidade
e
o sacra-
rio
da
consciência
do
auclor
da
Critica
á
critica,
representando
o
em
antagonismo
com
Christo
Senhor
Nosso.
Até
aqui
o
commerdieiro
expóz uma
certa
apparencia
de
razões
que
podiam
ser
tomadas
em
conta
para
discutir-se;
mas
ao
aproximar-se
do
remate,
come
çou a dar
por
paus
e
pedras,
e
não
du
vidou
lançar
mão
da
calumnia
desbragada:
é-o
d'zer,
que
o
snr. Senna
Freitas
«cospe as mais
baixas injurias»; é-o
di
zer,
que
«o
crime
unico»
do
snr.
Dias
é'
não partilhar «o
seu
dogmatismo
in
transigente»;
é-o
aíhrmar,
que
«a
lingua
gem de
que
usa é descomposta»
e
que
«nem mesmo pela
energia
plebeia,
pelo
desbragarnento
picaresco,
(do
cominerciei-
ro),
se
torna
notável».
Poderá
dizer-se
o
mesmo
da
que
empregou
o
snr.
Dias
para
com
o
seu
prelado?
0
commercieiro
implicitamente confes
sa
nas
ultimas
linhas que
transcrevemos,
remorder-lhe a
consciência
por estas
fal
sidades, que
o
despeito
lhe
fez
escrever.
Sousa
Monteiro.
Correipondenela particular do
«Coanmereio do Wlí»sl»o»
Paris,
19
de
maio.
A
chronica
d’
esta
semana
resume-se
ainda
nos
incidentes
da resistência
enér
gica
dos catholicos
opprimidos,
contra
os
assaltos
da Republica.
De
fórma
alguma
tem
affrouxado
este
grande
movimento
de
protestação
contra
as
violências
dos
radi-
caes.
A
Europa
inteira
une-se
aos
calho-
licos
para
fazer
ouvir
as
suas
legitimas
reclamações;
os
nossos
bispos
leem
fal-
lado
com
uma
grande
eloquência;
caloro
sas
mensagens
são
dirigidas
ao
snr.
Ar
cebispo
d
’
Aix,
citado
pelo
ministro
livre-
pensador
perante
o
Conselho
d
’
Estado.
Prosegue
com
ardor
o
peticionamento
ca-
tholico contra
a confiscação
das
modestas
liberdades
de que
a
lei
permille
simples
mente
ao ensino
christão
aproveitar-se ho
je
um
dia sem
o minimo
privilegio.
E’
provável
que este
facto
universal
intimi
de os
nossos
governantes.
Elles hesitarão
porisso
antes
de
continuar
uma
campanha
que,
desde
logo,
excita
a
indignação
de
toda
a
gente
honesta.
Falia-se
ja
em
addiar para
a
sessão do
outono
a
discus
são
da lei
alludida,
talvez
ella fique mes
mo
para
o
proximo
anno.
D’
este
modo
poderia
ser
que
alé
nunca chegasse
a
ser
discutida,
porque
ninguém
poderá
predi
zer,
sem
receio
de
se
enganar,
queaquel-
les
que
hoje
são
mandões
da França,
es
tarão
ainda
no
poder
por
alguns
mezes
mais.
Porora
vão
elles
fazendo
tudo
quando
pódem
para
vexar
os
catholicos.
Teem
fechado
um
grande
numero
d
’escolas
con-
greganistas
para
os
substituir
por
laicaes.
O conselho municipal
de
Paris acolheu
mui
benevolamente
um
voto
tendente á
abolição
dos
privilégios
ecclesiasticos,
á
abolição
da
Concordata
e
á
separação
da
Egreja,
do
Estado.
Pela
sua
vez
o
con
selho
geral
do
Sena
concedeu
uma
liber
dade
illimilada
a
todas as
associações,
com
exclusão
das
religiosas.
Estão
amea
çados
de
suspensão
todos
os funccionarios
suspeitos
de
abrigarem
sentimentos
reli
giosos.
Um g:
neral
commandante
d
’um
corpo
do exercito
foi
intimado para reti
rar
os
seus
filhos
da
instituição
congre-
ganista
onde
eram
educados;
mas
prefe
riu
dar
a sua
demissão
a
submelter-se
a
uma
ordem
tão
iniqua
e
arbitraria. Eu
podia
citar-vos
mil*
factos
do mesmo ge-
tiero,
que são
outras tantas
ameaças
e
attentados
contra
a
liberdade
da
consciên
cia.
A
impiedade
campeia sem obstáculo
algum.
A
imprensa
honrada acaba de
de
nunciar,
mas
vãmente, aos
nossos
gover
nantes
uma
brochura
intitulada
A
bas
la
calolte.
primeiro
volume
d
’
uma
serie
annun-
ciada
sob
o
nome
significativo
de
Biblio-
lheca
anti
clerical.
0
governo,
como
era
d
’e-perar,
ainda
não deu a
minima
pro
videncia
contra
este crime;
elle
tolera
igualmente
furibundos
desarrazoados
con-
■
ra
a
religião
proferidos
nos
cemiierios,
por
occasião
dos
enterros
civis,
onde
até
se
teem
leventado
gritos
de—viva
a
amnistia
e
a
Communa;
mas
em
compen
sação
a
cadeira
sagrada
da
nossa egreja
é
severamente
vigiada
sob
o ponto
de
vista
político,
e
quando
um padre,
um
bispo, falia
em
termos
os
mais
dignos
em
pró
da
fé
e dos
direitos
catholicos,
tica
logo
subjeilo
ás
vexações
e ás
per
seguições governamenlaes.
Apezar
de
tudo
isto
o
governo
não te
rá
vida
muito
folgada;
a
sua queda
não
é
senão
questão
de
alguns
dias.
Com
o
começo
da
sessão
começaram
também
as
interpellações
da
esquerda
intransi
gente.
Hoje
mesmo
o
snr.
Lockroy apertará
fortemente
o ministro
a
proposito
da
sua
política
interior.
Esperava-se
estes
dias
uma
crise
ministerial;
poderam evital-a
por
agora,
mas
não
tardará
que
se
apresente
uma
nova
causa
de
deslocação
governa
mental.
As
mais
tempestuosas
discussões
que
leem
estallado
no
seio
do
conselho
de
ministros
é
a proposito
da
transfe
rencia
das
camaras
para
Paris.
0
snr.
Gambetta
mostra-se
partidário
do
slalu
quo,
porque
teme
ser
obrigado
a
accei-
lar
o
poder
em
seguida
á
queda do
ga
binete
adual. Ora,
como
todos
os minis
tros
logo
que
deixam
o
poder
são
ho
mens
mortos,
Gambetta
não
quer
correr
o
risco
de
se
despopularisar
para
todo
sempre.
20
de
maio.
As
interpellações
de
que
hontem
vos
fallava
não
tardaram
a
apparecer.
Muitos
membros
radicaes,
anciosos de
empolgarem
o
poder,
fazem
todos
os
esforços
por
der
rubar
os
ministros afim
de
os
substituírem
elles
mesmos.
Tres
questões
foram
hon
tem
apresentadas
ao ministério;
mas
a
mais
importante
foi
a
do
snr
Lockroy
relativa
ao
arcebispo
d’
Aix. Sabeis
que este
digno
prelado
publicou
uma
pastoral
em
que
protesta
contra
o
iniquo
projecto
de
Fer-
ry.
0
deputado
radical
fez
a
leitura da
carta
episcopal,
que
elle julga
injuriosa
para
os
mmistros.
Exigiu
para
o
prelado
e
para
os
seus
collegas
que
combatem
o
governo,
todas as
severidades
da
lei.
Res
pondeu-lhe
o
ministro
dos
cultos.
Decla
rou
partilhar
das
mesmas
ideias
que
o
deputado
radical,
e é
d’opinião
que
se
torna
necessário cohibir
os
excessos
do
clero.
Procede-se a
um
inquérito, e
se
as
palavras
attribuidas
ao
eminente
pre
lado
d
’
Aix,
este
comparecerá
«perante
os
juizes
competentes».
0
mesmo
acontece
rá
áquelles
que
felicitaram
por
aquelle
mo
tivo
o prelado.
Eis
em
summa
a
respos
ta
do
ministro.
As
esquerdas
satisfeitas
com
estas
palavras
fecharam
o
incidente.
Entre
o
ministério
e
os
radicaes
em
penham-se
negociações
d
’um
caracler
mui
grave
e
delicado.
Alguns
delegados
d
’
a-
quelle
grupo
foram
pedir ao snr.
Lepère
a
amnistia
de
Blanqui,
que,
como
o
sa
beis,
foi
eleito deputado. 0
ministério
con
sente
n
’aquella
amnistia,
mas
considera-a
como
uma
concessão extrema,
e
elle nao
quer
para
já
dar-se muita
pressa. Acabará
sem
duvida
por
ceder,
mas
as
negociações
continuam,
e
com
este
fim
espaçam
to
das
as
questões
pendentes.
Foi
por
isto
que
o snr.
Lockroy
de
boa
mente
addiou
a interpellação
que
devia
dirigir ao snr.
Lepère
sobre
este
assumpto,
cujo pare
cer
só
será
apresentado
para
o
fim
da
se
mana.
Esperam
que d
’
aqui
até
lá
as
ne
gociações
tenham terminado, e
que
os
mi
nistros
que resistem ainda
tenham
cedido,
sendo
pois o
snr.
Blanqui
amnistado
an
tes
do
dia
5
de
junho.
GAZHIHA
Ao
jornal eatliolico «I<a Fran-
ee
atoaivelle». —
Este
nosso collega
fran-
cez,
um
dos
periódicos
catholicos
mais
noticiosos,
que
se publicam em
Paris,
dignou-se
fazer
a
troca
com
o
«Commer-
cio
do
Minho».
Agradecemos
a
fineza
do
itenodado
campeão
que
ha
muitos
annos
milita
entre as
hostes
do jornalismo ca-
tholico,
e
cuja
reputação
em
França
é
uma
das
mais
solidas
e
bem
merecidas.
Temos
também
motivo
para
nos
con
gratularmos
com
os
nossos
leitores
pela
acquisição
de
mais
um
novo
elemento
de
progresso
para
a
nossa
folha.
Porquanto,
isto permittirá
irmos
realisando
o
que
mais
lemos
tomado
a
peito
depois
que
nos
incumbimos d
’esta espinhosa
e
diíH-
cil
missão
jornalistica,
—
tornar
a
leitura
d
’esta folha
vasiada,
instrucliva
e
amena,
e
crear
lhe
elementos
de
prosperidade
e
progresso,
com
que
possa
aspirar
a
uma
posição
mais importante
e
elevada,
como
convém,
no
campo
da imprensa catholica
legitimisla
do
nosso
paiz.
Esperançados
em
que
nos
não
falte
o
favor
do
ceo e
a
coadjuvação
dos
nos
sos estimáveis
assignanles,
proseguiremos
n
’
esta senda, embora
atravez
dos
mil
at-
trictos,
embaraços
e
diíficuldades,
com
que
se tem
pretendido
tolher
a
nossa
actividade,
toda
de sacrifício
e
abnega
ção pela
causa da
Egreja
e
da
Socie
dade.
Sua
exc.a revti.111'
o snr. arce
bispo
Primaz,
—
Regressando
de
visita
Pastoral
que
acaba de
fazer
á
Povoa
do
Varzim,
Villa
do
Conde
e
Barcellos,
o
ve
nerando
arcebispo
entrou
n’
esla
capital da
sua
vastíssima archidiocese
na tarde de
segunda-feira
da
presente
semana.
Devido, a
nosso
vêr,
á
enorme
con
corrência
de fieis que
na
villa de
Bar
cellos
anhelavam
vêr
o
prelado
e
rece
ber
o
Santo
Sacramento
da
Confirmação,
foi
algum
tanto
alterado
o
programma
do
itinerário
que
em
tempo
publicamos.
Sua exc.a
revd.
ma veio
acompanhado
alé
o
Paço
Archiepiscopal
por
oito
car
ros,
onde
vinham vários cavalheiros,
tanto
d’
esta
cidade
como
de
Barcellos.
Sabemos
que
por
toda a
parte
por
onde
s.
a
exc.
a
rev.
uia
passou,
os
povos,
abandonando
tudo,
accudiram
pressurosos
a
saúdal-o,
desentranhando-se
em
mil
ma
nifestações
imponentes e commovedoras
de
amor
e
veneração pelo
Inclyto
Antis-
tite
da
Archidiocese Bracarense.
Na
Povoa do
Varzim
e
Villa
do
Con
de
o
enthusiasmo
e
alegria
de
multidões
de
nove
e
dez
mil
pessoas
attingiu
o
de
lírio.
Como
brevemente
publicaremos
nas
columnas
d’
esta
folha
a
descripção
cir-
comslanciada
e
minuciosa
d’
esta
íVisita
Pastoral,
não
damos
por
agora
outros
pro-
menores.
Festividade.
—
No
sabbado,
31
do
corrente,
concluir-se
hão
os
devotos
exer
cícios
do Mez
de Maria,
na
egreja
do
convento
dos
Remedios,
com uma
appa-
ratosa
e
devota
soiemnidade.
Ligo
pela
manhã,
findo
o
exercicio
e
consagração
á
SS. Virgem,
se
procederá
á
communhão
solemne,
em
que
será
ora
dor
o
revd.
0
missionário
padre
João
Ma
noel
Teixeira.
A
’
s
10
*/
2
horas,
exposto o
SS.
Sa
cramento,
canlar-se-ha Terlia
e
immedia-
tamenle
a
missa solemne.
A’
s
cinco
horas
da tarde
cantar-se-hão
vesperas,
depois
das
quaes
haverá
ser
mão
e
Te-Deum,
concluindo
se
tudo
com
a
bênção
do
SS.
Sacramento.
De
tarde
é orador
o
revd.
0
Luiz
Go
mes
da
Silva
A
musica
é
da capella
dos
snrs. Luiz
Baptista
e
Esmerizes.
Illustre enfermo.
—O
exc.
m9 e
rev.
mo
snr
arcebispo
Primaz
sentiu-se
ante-hontem
muno abatido,
accusando
um
incommodo
de
vísceras
e
uma
pequena
dôr
no
ouvido
esquerdo:
levantou-se
mais
tar
de.
que o
seu
costume,
e
com
o
traba
lho
do
expediente, que
foi
grande,
ag-
gravou-se
o
seu
padecimento
e
ao-
cahir
da
tarde
teve
alguma
febre.
Fazemos
votos para
que
este
incom
modo
de
s.a
exc
a
rev.nia
seja
apenas
o
resultado
das
suas
ladigas
na
visita
pas
toral,
que
acaba
de
fazer,
e
que
algum
tempo
de
descanço
seja
bastante para
re
cuperar
o
vigor
de
que
tanto
precisa.
Falieeimento.
—
Falleceu
ante-hon
tem
n
’esta
cidade
a
exc.
‘
1,a
snr.
a
D.
Ma
ria
Magdalena
da
Costa
Rebello, sogra
do
dislinctissimo
advogado o
snr.
dr.
Manoel
Joaquim
Penha
Fortuna,
a
quem
compri-
mentamos.
Theatro.—
Vem
dar
dois
especlacu-
los
no
theatro
de
S. Geraldo
a
celebre
companhia
Baile phantastico
dos
vinte
meninos florenlinos,
dirigida
pelo
notável
prestidigitador
Mr. Velle.
Esta
companhia
verdadeiramenle
ma
ravilhosa,
a
darmos
credito
á opinião
de
vários
jornaes
estrangeiros e
nacionaes,
debuta
no
proximo
sabbado.
Por
certo
que
não
ficará
um
logar
de
vago.
j3&eeeinna>8ei<lo.
—
Foi encontrada
uma
creança
recemnascida
do
sexo
masculino,
dentro
da
porta
de uma
casa do
largo
de
S.
Sebastião
das
Carvalheiras.
Audiências geraes.—
Foram
julga
dos
os
reus
seguintes:
Manoel,
exposto,
casado,
do
logar da
Estrada,
freguezia
de
S.
Paio
de
Mere-
lim,
pelo crime
de
roubo
de
uma
caixa
das
almas,
proximo
á
capella
da
Senho
ra
do
Carmo
da
mesma
freguezia:
absol
vido.
João
Antonio
Lopes,
solteiro,
da
fre
guezia
de
Golães,
comarca
de
Fafe,
e
José
Pinto
da
freguezia
de
Santo
Ildefonso
da
comarca
do
Porto;
o
primeiro
pelo
crime
de
ter
vendido cautellas
falsas
da
loleria
de
Hespanha,
e
o
segundo por
ter
occul-
tado
em sua casa
o
primeiro reu
e
en
cobrir-lhe
o
crime:
absolvidos.
Vicente
Correia
e Francisco
José
Mon
teiro
da
Silva,
o primeiro por
espanca
mento
e
o
segundo
por
tirar
um
preso
das
mãos
da
aucloridade:
absolvidos.
Domingos
da
Silva
Belchior
e
Ignacio
da
Silva
Belchior, da freguezia
de
Cres
pos,
por
tirarem
um
preso
das
mãos
da
aucloridade:
absolvidos.
Comboyoia —- \
direcção
dos
cami
nhos
de
ferro do
Minho e
Douro
resol
veu
estabelecer
comboyos a
preços
redu-
zidos,
nos
dias
31
de
maio,
1
e
2
do
mez
de
junho
proximo, dias
em
que tem
logar
a
festa
do
Espirito
Santo
no
Bom
Jesus do
Monte.
Os
bilhetes
serão
vali-
dos
por
Ires dias,
não
havendo
transbordo
em
Nine.
No dia
1 de
junho
sae
do
Porto o
primeiro
comboyo
ás 6
e
15
minutos
da
manhã,
chega
a
Braga
ás
&
e
36.
O
se
gundo parte
do
Porto
ás
6
e
40 minu
tos da
manhã
e
chega
a Braga
ás
9
e
38.
A
partida
de Braga
é
ás
4
horas
e
20
minutos da
tarde,
o
primeiro;
e
o
segundo
ás 6
e
25.
Preço
dos
eereaes.—Na
terça-feira
ultima, n
’esta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Trigo................................................
760
Centeio........................................
500
Cevada............................................. 560
Painço
..............................................
520
Milho
branco
..........
520
»
amarello.
...
500
Milho
alvo.................
600
Feijão
branco
................................
700
»
vermelho
.........
800
»
amarello
....
600
»
rajado
..........
440
»
fradinho
..........
440
Batata
........................................
600
Azeite
.................................................65000
Já é
fallar... n
vnpsr,.. —
Nos
dias
5
e
6 do corrente
o
deputado
italiano
Grimaldi
pronunciou
um
discurso
sobre
caminhos
de
ferro,
o
qual
tem
sido
muito
admirado.
Fallou
seis
horas
tão
velozmente,
que
alguns escriptores
maravilhados
pergunta
ram
aos
tachigraphos
quantas
palavras
pronunciára
por
minuto.
Resultaram
190
por termo medio.
Nas
seis
horas,
mais
de
68.000,
com
as
quaes
se
póde formar
um volume
de
500
a
600
paginas.
Assim
o
diz
a
excellente
revista
«La
Civilisacion»,
de
Madrid.
A
’
caridade publiea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penúria
é
extremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorref.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
A
’
caridade publiea,—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Maria Candida,
que
padece
do
peito
ha
mais
de
seis
mezes,
e
se
acha
impossibilitada para
ga
nhar
a
vida.
Vive em extrema
pobreza.
Habita
no
sctão
da
casa n.°
4,
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo.
UíiTa.IB
IS
XOT1CSAS
Lisboa
26
—
Foi
provido
o
snr.
Mon
teiro
Aragão na
escola
da
freguezia
de
Jar-
mello, concelho
da
Guarda.
Foi
transferido
o
professor
de
Guiães,
concelho
de
Villa
Real,
para
as
Aguas
San
tas,
concelho
da
Maia.
Foi
apresentado
o
presbytero
Manoel
Marques
Maciel,
na
egreja
de
Santa
Ma
ria Maior
de
Barcellos,
diocese
de
Braga.
Foi
confirmado
no
logar
de
solicitador
de
Santo
Thyrso
o
snr.
José
Bento
Cor
reia.
Aviso
de
que
no
dia
5
de
julho
se
paga
a
3.
a
prestação da
sexta
emissão
das
obrigações
do
caminho
de
ferro
do
Mi
nho.
Aviso
do cônsul
do
Rio de Janeiro
de
ler
sido
assassinado
o
porluguez
João
Pi
nheiro
d
Oliveira
no
arraial
da
capelliuba
do
termo
da
cidade
de
Minas
Novas.
O
espolio
é
de
24
contos.
Idem
27
—Chegou
o
bispo
de
Cabo
Verde.
Foi nomeado
para
a
repartição
de
fa
zenda
da
Covilhã o snr. Adelino
Abiho
de Sousa.
Na
Bolsa
venderam-se:
20
acções do
banco
Ultramarino
a
53$000;
20
obriga
ções
da
companhia
das aguas
a
85^000;
10
prediaes
a'
93$00l);
2
contos em
ins"
cripções
a
50,89;
mais
2
a
50,80;
mais
10
para 31 do corrente
a
50,80.
Os
fundos portuguezes
em
Londres
re
gularam
a
527
/
8
e
53*/8
;
os
hespanhoes
a
15
7
/
16
e!5
9
/
16
;
os
consolidados
inglezes a
983
/
4
e
98
7
/
8
A
Alfandega rendeu hoje
12:8975662
reis.
Paris
24
—
A
folha
oílicial publicará
amanhã
um
decreto
amnistiando
400
con-
demnados
das
insurreições
de
1871,
Um
telegramma
d
’
Athenas diz
que
a
Grécia
prepara
a mobilisação
de
30:000
homens,
e mandou
comprar
dois
coura
çados
na
America.
Houve
em
Phanari
(Thesalia) uma
seria
escaramuça
entre
os
soldados turcos
e
os
insurgentes
gregos.
Foram
mortos
60
insurgentes
e
o
seu
che
fe,
de
nome
Sachioti.
O
governo
russo
expediu
uma
circular
aos
governadores das províncias,
recom-
mendado
lhes
as
medidas
necessárias.
Diz
o
«Telegraph»
que
o
khediva
do
Egypt*J
tenciona
ir
a
Constantinopla.
Londres
24—
A
camara
dos
deputados
approvou
o
«bill»
auctorisanlo
o
governo
da
Índia
a
contrair
um
empréstimo
de
5
milhões
de
libras
sterlinas.
Provavelmente,
segunda-feira
será
assi
gnado o tratado
com Yakoub-Khan.
Foi
approvada
a
eleição
de
Alexandre
de
Baitemberg
para
príncipe da
Bulgaria.
A
Áustria
occupará
brevemente
No-
vi-Bazar.
Paris
26—O
«Dirilto»
aífirma
que
a
junta
dos
clericaes
desenvolve
actividade
extraordinária
nos
trabalhos
das
eleições
municipaes.
Londres
26
—0
«Daily
News»
diz
que
Celtivayo
ameaça
invadir a Colonia do
Natal.
O
coronel
Wood
deu
ordem
para
as
trepas avançar.
Londres
27—
O
«Times»
e
o «Stan
dard»
cerlilicam
a
existência
de
duvidas
entre a
França
e
a
Inglaterra,
mas
não
ha
difliculdades
diplomáticas
e
o
accordo
será
completo brevemente.
Berlim
27
—A
«Gazeta
do
Norte»
diz
que
a
Allemanha
está
resolvida
a salva
guardar os
capitaes
allemães
empregados
no
Egypto;
se
não
fôr
acompanhada,
ope
rará
isoladamente.
Londres
27—
O
ministro
da
guerra
dis
se
aos deputados
que
deu
instrucções
ao
general
VVolseley
para
terminar
a
guerra
contra os
zulos,
logo
que
a
paz
seja
com
patível
com
a
honra
da
Inglaterra.
ESCRIPTOS DIVERSOS
Aos
meus bons
amigos os
pobres
[
Continuação]
E
’
pois
muito
para
lamentar
que
as
sim
malbaratemos
os
elementos
d’
equidade
e
justiça,
tão
sabiamente
distribuídos
no
circulo
dos
deveres,
para
caracterisar de
fraudulentos
os
membros
do
corpo
social.
Prestar
consolação
ao afflicto,
auxilio
ao
fraco,
pão
ao
faminto,
vestido
ao
des
nudado
é
o
signa!
mais
evidente
da
exis
tência
d
’
um coração humano,
o
teslimu-
nho
mais
claro
d’
uma
alma
erguida
á
al
tura da
sua
causa,
o
rasgo
mais
bello
d
’
um
pensamento
grandioso,
o
effeito
pri
mário
das
verdadeiras
lides, do
estudo
da
sciencia-nnicas.
0
mendigo
é
o
homem
a
quem
a
so
ciedade
nega
a
compensação
dos
serviços
que
recebeu;
a
victima do
esquecimento
mais
atroz;
o
infeliz
que
supporta
a
in
gratidão
mais
inqualificável.
E
no
entan
to
cheio
de fé,
d’esperança
e
d
’amor,
une
as
mãos,
levanta
os
olhos,
brilhantes
de
piedade
celeste,
e
implora
a
enchente
de
todas
as
graças
para
aquelles
que se
não
pejam
d
’atirar-lhe
os escassos
cmeo reis,
voltando
o
rosto,
para
se
substrairem
á
voz
da
natureza,
que
os
compelle
a
pri
varem-se
d
’
um goso epheraero,
cujo
dis
pêndio
póde
cobrir a
nudez
d
’
aquellas
car
nes,
fortificar
aquelles membros
regelados
e
abatidos
pelo
frio
e pela miséria.
Ah! como é
sublime
o
mendigo!
e
quan
to
eu
me reconheço
mesquinha
ao
lado
d esse vulto tão
grande!
Verdadeira
imagem
do
Unigénito
de
Deus,
não sei
que
ha d
’
imponente,
de di
vino,
n
’
aquelle
ser
apparenlemente
baixo
e
despresivell
A
sua
magestade
não
deslumbra,
ele-
Va
; a
sua
sciencia
não
maravilha,
commo-
a
sua
conformidade
não
surprehende,
dulcifica;
a
sua linguagem não
seduz,
al-
trae.
Que
exgotos
de soffrimentos ha
na
doçura
d
’
aquelles
sorrisos!
que
poemas
de
luctas na
severidade d
’aquelles
olhares!
que
globos
de
resentimentos
na
distribui
ção d
’aquellas
bênçãos!
que inabalavel
constância
na
oscillação
d
’
aquelles
passos!
Oh!
soccorramos
o pobre;
esmaguemos
d
’
uma
vez esse
sentimento
de
vaidade
qtre
não
é
nosso,
que
nos
vem
ministrado
pe
lo
espirito
do
mal,
e,
na suppressão
dos
nossos
esbanjamentos,
adquiramos
o
indis
pensável
para a victima
que
nos
soffre.
Não póde
haver na
vida
um prazer
mais
suave,
do
que
o
proporcionado
pelo
exercício
da
benelicencia.
Sempre
que
a
nossos
ouvidos
quasi
surdos
por esses rumores
tumultuosos
que
fermenta
a
guerra
das
nossas
paixões
na
simultânea
transacção
dos impulsos
d
’
al-
ma;
chegam
as
vozes
dulcíssimas dos in
divíduos
cuj>s soffrimentos
minoramos,
sentimo-nos
transportados,
por
um
goso
que
não
definimos,
acima
do
materialismo
pungente,
partilha
forçada
do
homem,
de
pois
da
sua queda.
Vemos
então
verificada
a
verdade
de
Confucio quando diz:
O
bem
que
fazemos
a
nossos
irmãos
é
um
allivio
para
as
nossas
torturas.
O
particular pó
le
repartir
os
seus
be
nefícios,
em
proveito
d
’um
numero
mais
ou menos avultado
dãndividuos
pobres,
que
circulam
no
recinto por
elle
conheci
do,
e
já
faz
muito;
mas
não
lhe
é
pos
sível
estender
os
effeitos
da
sua caridade
á
massa
geral, que
gorgita
nas raias
de
esquecimento
humano,
como
seres
nocivos,
ou
lepra
contagiosa.
Zulmira
E.
A.
de
Sá.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Sabbado
31
de
maio.
Dois
únicos
espectaculos dados
pela
companhia
Baile fantástico dos vinte
tnesii-
nos
Florentinus
DIRIGIDA
POR
MR.
VELLE
Principia
ás
8
3
/
4
horas.
WKBBKESBBÊ&SSSBXBBXUK33nSS)BtEBnSBEBKKB3BKBEBSfnBB3SSSCtHK3E3^
KliCLAMOS
SAÚDE
1
TODOS
sem
medicina
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha de
saúde,
DL
BARRY
de
Londres.
30 annoa
d’invas>iavcl suieeoooo
6
Combatendo as
indigestões (dispe
psia)
gasltica,
gastralgia,
ílegtna,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas, nanseas,
vó
mitos,
irritações
intestinaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
aslhma,
bexigas,
falta
de respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes, debilidade,
todas
as de'ordens
no
peito,
na
gargan
ta,
do
alito,
dos
bronchios, da
bexiga,
do
ligado,
dos
rios,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue. 85:00
curas,
comprehendendo
n
’
ellas
as
da
duqueza
de
Castlestuart,
do
duque
de
Pluskow, da
marqueza
de
Brehan,
de
Lord
Stuart,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor
Wur
zer,
etc.,
etc.
Cura nP
65:811.
—
Mr.
A. Brnneliére,
cura,
de uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos
médicos
lhe
darem
só
pou
cos
mezes
de
vida.
Cura n.° 62:476.
—
Saiote
Romaine-des-
lles
(Saòne el-Loire. —
Senhor. —
Bemdito
seja
Deus! A
Revalesciére
du
Barry
poz
fim
aos
meus
18
annos de
soffrimentos
do
estomago
e
dos
nervos,
de
fraquezas
e
de
-uores
noctumos.—
J.
C
omparet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
—
H
ydropsia
,
retenção
.—Tres
destes casos
foram
ra
dicalmenle
curados.
Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um lesfriamenio, produz
a
sus
pensão
repentin^mente;
para
as retenções
de
omitia
e
doenças
de
estomago,
pro
duz
o
melhor
effeito
e
dissipa
a
melan
colia.
—
L
angevin
,
cura.
Cura n.u
48:816.—Certificado
do
ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
Bann,
19
de
janeiro
de
1855.-A
Bevalescière
substituiu
admiravelmente
toda
a
medici
na
em
muitas
doenças,
sobretudo
nas dia-
bethes, constipações
obstinadas
e
habituaes,
assim
como
nas
diarréas
nas
affecções
dos
rins
e
da
bexiga,
nas
contracções
e
nas
hemoriboidas,
assim
como
nas doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
nas tossesre
na
tisica.
—
Doutor
R
ud
.
W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades
scientificas.
E’
seis
vezes
mais
nutritiva
do que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em
remedios.
—
Preços
lixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo,
500
; de kilo
800
rs
;
de una
kilo.
15400
reis;
de
2‘
/.
ktlos,
35200
reis;
de
6
ki-
los,
65400;
e
de
12
kilos,
125000
rs.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
íi®val«»eière ehoeoKatad® i
ella res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
as mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a carne,
e
que
o chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis
;
de
48
chavenas,
15400
; de
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25 reis
cads
chaveoa.
»U ÍSAWE&T C.’ MJHTED. -
Piace
Vendòme, 26,
Paris.
77
Regent-
Street, Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmacenticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
:
snr.
Serzedello
&
G.a
Largo
do
Corpo
Santo 16,
lõsboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça de D.
Pedro, 31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
Por
to,
J. de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE DOURO
E
MI
NHO.
==Aveir«», F.
E.
da Luz e
Costa,
pharm.
—
Bnreell®»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31—-Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Viansaa
do Ca«-
seíí®,
Aliocso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
A
.1. Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33.
—
iPenoBel,
Miranda,
pharm.
—
l’
or#o,
M.
J.
de Sou
sa
Ferreira
& Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir, Rua de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227.
—
Ponte de E4-
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
P&m
«So
Varzisu,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Vaiemça
do
Francisco
José de
Sousa, pharm.—
Villa
d»
A.
L.
Maia
Torr
s,
pharm.
ANNUNCIOS
ALUGA-SE
a
casa
n.
os
115
e
j-kjj
1
’
6,
sita na rua
da
Boa-Visla,
fcvJM
COIU
commodos
para
numerosa
-fa
mília,
agua
potável,
e
para
lavar.
Trata-
se
na
casa
n.°
113
da
mesma
rua.
(2427)
iiasffiâwlõ
Pelas
10 horas
da
manhã
do
dia
1
do
proximo
futuro
mez
de junho,
á
por
ta
do
tribunal
judicial
d’
esta
cidade e
comarca
de
Braga
que
é
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho,
se tem
de
proceder
á
arrematação
e
hasteação,
pela
segunda
vez,
e
por
ametade
da louvação,
dos
bens
penhorados
a
Antonio
José
Martins,
e
mulher,
Rosa Maria
Rodri
ues,
do
logar
de
Viacova,
freguezia
de
S.
Miguel
de
Paredes
Seccas.
comarca
d
’Amares, eseus
fiadores,
para
pagamento da execução que
por
este
juiso
e
carlorio
do
escrivão
abai
xo
assignado,
lhes
move D. Manoel Mar
tins
Alves
Novaes,
Deão
da Sé
Primaz,
na
qualidade
de
reitor
e
administrador
do
Seminário
de
S.
Pedro,
d
’
esta
cidade;
cujos
bens
são
os
seguintes:
Leira
do
eido
de
baixo,
com
laranjal,
circuitada
sobre
si,
sita
no
logar
de
Viacova,
freguezia
de
Paredes
Seccas,
comarca
d
’Amares,
de
na
tureza
allodial:
foi
avaliada
na
quantia
de
4185000
reis,
e
entra
em
praça
por
reis
2245000. Leira de
cima
da
estrada,
sita
no
mesmo
logar
e
frègnezia,
de nature
za
allodial: foi
avaliada
em
60-5000
reis
e
entra
em praça
por
305000
rs.
Pelo presente
annuncio
também
são
citadas todas
as
pessoas
incertas
e
cre
dores
desconhecidos
para
usarem
dos
seus
direitos
e
assistirem
aos
lermos
da
exe
cução
na
fórma
prescripta
na
lei.
Braga 24 de
maio
de
1879
e
nove.
O
escrivão
Gaspar
Augusto
d
’
Oliveira
Faria
Bastos.
Verifiquei.
(2433)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
Ventura
Malheiro Reimão
Telles
de
Me
nezes
e
Sá, declara,
para
todos
os effeitos,
que
deixou
de
ser socio
da
casa commer-
cial
que
gira
sob
a
firma
Apparicio
&
•
Malheiro,
esperando
apenas
pela
realisa-
ção
do
balanço
para fazer
a
competente
escriptura.
ÉDITOS
DE 50 DIAS
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Gonçalves,
correm
éditos pelo
praso de trinta dias
a
contar
da
publicação
do
segundo
an
nuncio,
citando
os
credores
e
legatanos
incertos
e
residentes
fóra
da
mesma
co
marca,
para,
querendo, assistirem aos
ler
mos
do
inventario
orphanologico por
fal-
lecimento de
Antonio
Francisco,
morador
que
foi
no
logar
do
Padrão,
fraguezia
de
Cabreiros,
da
dita
comarca,
do
qual
é
inventariante
Maria
Pereira,
viuva
do
dito
fallecido.
Braga 23
de
maio
de
1879.
O
escrivão
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei
a
exactidão.
(2432)
Adriano
Carneiro de
Sampaio.
QUINZE
MINUTOS
Devoção
muito
agradavel
e
util para
ser
recitada
em
presença do
SS.
Sacra
mento,
e
com
especialidade
no
mez
de
junho,
dedicado ao Santíssimo
Coração
de
Jesus.
Vende
se
no
esciptorio
da
Typogra-
phia
Lusitana,
em Braga,
na
rua
Nova
n.°
4.
Preço.
...
10
reis.
CARREIRAS
DIARIAS
O
Santa
Marinha,
Antonio de
Couto
&
C.
a,
lodos
da
cidade
de
Guimarães, fa
zem
publico, que abrem as carreiras
«lia
rias
para Visella, a
principiar
no
dia
1
de
junho,
a
sair
de
Visella
para
Braga
ás
3
e
10
horas
da manhã
e
uma
e
meia
da
tarde,
e
de Braga
para Vizella ás
4e5
horas
da
manhã
e
2
da
tarde.
Todo
este
ser
viço
é
feito
em direitura
a
Visella,
sem
muda
de
carros
e
bagagens.
Também
principia
uma
outra nova
car
reira
por
Basto
a
Chaves,
no
mesmo
dia
acima
indicado.
PREÇOS:
De
Visella
em
direitura a
Braga
440
reis,
vice-versa
0
mesmo
preço;
de
Braga
ao
Arco
15040
reis;
de
Braga
á Trofa
15640
reis;
de
Braga
a Villa
Pouca
25240;
de
Braga
a
Chaves
25840
rs.
Os
bilhetes vendem-se
em
Visella
nas
casas
dos
snrs. Francisco
da
Costa
e
Sil
va
Guimarães,
Luiz
Panlino,
e no
correio;
em Guimarães
na
casa
do
snr.
Ferreira
Guimarães,
e em
Braga
na
tabacaria
do
bem
conhecido
Ribeiro
Braga.
(2426)
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel
de
impressão e
de
embrulhos
de diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria
HrneRrente
—27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
EM
LIQUIDAÇÃO
Na incerteza
de
que
a circular
que
abaixo
segue
chegue
ao
poder
de
todos
os
snrs.
credores
a
quem
acaba de ser
enviada,
mandamos
publical-a
n
’este jor
nal,
para
por
esu-
meio
se
tornar
conhe
cida
de ledas
as
pessoas
a quem
inte
ressar.
Illm.» snr.
Tendo
um
dos
credores
d
’este
Banco,
o
illm.0
snr.
Lourenço
da
Silva
Pereira
Magalhães,
obtido
despacho
judicial
para
este
estabelecimento
ser
intimado
para
no
prasôde
10
dias
pagar
ao
mesmo
snr.
Ma-
galhões
os
seus
créditos
por promissórias,
ou nomear
bens
á
penhora, e
tendo
si
do
sempre
a norma
do
nosso
procedi
mento,
como
liquidatários,
considerar
igual
mente
a
todos
os credores,
norma
nunca
até
hoje
desmentida
por
qualquer
exce-
•
pção
que se
tivesse
feito
no
modo
de
pagar
as
promissórias
d
’
este
Banco, an-
nunciando-se
previamente
as
alterações
fei
tas
nos
preços
das
acções;
convidamos
lo
dos
os
snrs.
credores
a
virem
receber
os
seus
créditos,
sendo
80
0/0
em
acções
confórme
o
rateio
que
demonstramos
na
nota
inclusa,
das
de
que
este
Banco
pó
de
dispor,
e
20
0/0
em
metal
sonante.
Cremos
cumprir
o
nosso
dever
pro
pondo
aos
snrs.
credores
o
pagamento
das
suas
promissórias
com
os recursos
de
que
dispõe
este
estabelecimento;
mas
se
v.
s.
a
não
liquidar
os
seus
créditos,
nós
não
podemos
deixar
de
entregar
a
final
a
liquidação
d’
este
Banco ao
Tribu
nal.
Para
evitar
as
desastrosas
consequên
cias
que
d’esle
passo
lerão
de
resultar,
para
isenção
da
nossa
responsabilidade,
não
podemos
proceder
d
’
outra
maneira,
pois
o
que
nunca
faremos
é
proceder de
modo
a
que
credor
algum
possa
ser pri
vilegiado,
quando
todos os
snrs. credo
res
leem
iguaes
direitos.
Esperando
que v.
s.a
dará
ao
conteú
do d’
esta
circular
a atlenção que
lhe
de
ve
merecer,
subscrevemo-nos
com
toda
a
estima
De
v.
s.*
mt.°
atl.
os
vn.r*
A Commissão
liquidataria
do Banco
Commercial
de
Braga
João
Luiz
Pipa
Francisco
José
d
’
Araújo
Manoel
Duarte
Goja
Antonio
Jo“é
Antunes
fíeis
Manoel
Antonio
da
Silva
Pereira
Guimarães
Albano
da
Silva.
XOTA
do
rateio
das acções qne o
Baneo Commercial de Braga em
liquidação oíTereee
aos seus
cre
dores,
eom «» 0/0
em moeda cor
rente.
RATEIO na
proporção
de
1:000$000
Do
Banco
União
Portugal
e
Bra
zil
1,778
acções,
ao
preço
de
6<'0OOO
Do Banco
Commercial
da
Ma
deira
7,285
ditas,
a 550000
Do
Banco da
Begoa
1,011
di
tas,
a
300000
Do
Banco
da
Covilhã
2,580
ditas,
a 660000
Do
Banco
de
Bragança
4,596
ditas,
a
200000
Rs.
20
0/0 em
moeda
corrente
1060680
4000675
30:330
1700280
910920
7990885
2000115
Rs. 1:0000000
ATTESÇÃO
Precisa-se
d
’
um
indivíduo
que
queira
encarregar-se
de
fazer
varias cobranças
dentro
e
fóra da
cidade; no
largo
de
S.
Francisco
n.°
6
dão-se
os
esclarecimen
tos
necessários.
(2413)
No
largo
da
Ponte
n.°
9
e
10,
d
’esta
cidade,
duas
moradas
de
casas construí
das
de
novo;
tracta-se
com
Antonio
Sil-
verio
de
Paiva,
na
rua
de
S.
Marcos.
(2431)
RETRATOS DO P-e ANTONIO
VIEIRA
Vendem-se
na
rua
da
Sé
n.°
4,
e
na
administração
d’
este
jornal.
Preço
200
rs.
»
DEPOSITO III
lllllhl
Previne-se
o
publico
de
que
desde
hoje
em
diante
o
ÚNI
CO
DEPOSITO DA
CERVEJA
BAVIERA
é
em
casa
de
ANTONIO
JOSÉ
GONÇALVES
VIEIRA,
10 - RUÃ NOVA DE SOUSA -10
Preços
os
mais
rasoaveis.
Adoptado
em
todos os
llospitaes.
(FERRO DIALYSADO BRAVAIS)
Kecominendait
i
por
todos
os
Méilico
.
v/
L-
Contra
a
ANEMIA, CHLOROSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA,
PERDAS
BRANCAS,
etc.
<■/
O Ferro
Bravais
(ferro
liquido
em
gottas
concentradas)
é o
tini •
exemplo de
qualquer
acido;
não
tem
cheiro
nem
sabor,
não
produz®
S?
prisão do
ventre,
diarrhea,
irritação
nem
cança
o
estomago;
alem
d
’isto
r è o
único
que
não faz
os
aenles
pretos.
E'
o mais economico de
todos os ferruginosos, pois çne um frasco dura um mez.
K
Deposito
geral
em
Pariz,
13, rue Lafayette
(Perto
da Opera),
e
em
todas
as
Piarmacias.
fey
Desconflar-se das imitações perigosas í/exijir a marca de fabrica que vae jmicta.
^Envia-se
grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada, um
interessante
folheto
sobre
a Anemia
e
o seu
tratamento.
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias
do reinno
VENDE-SE
a
casa da rua
do
An-
jo
n.°
11
e
11
A.
Quem a
pre-
tenler
dirija-se
á
rua
de
D.
Pedor
V
n.°
1.
(2423)
PERDEU-SE
no
dia
d
Ascensão
do Se
nhor,
em
Braga,
desde
o
Bom Jesus
do
Monte
até á l.3
estação
dos
caminhos
de
ferro
uma caixa
de metaes
da
Rússia,
pa
ra
rapé.
Pede-se
á
pessoa
que
a achasse
o
favor
de
a
fazer
entregar
no campo
de
D.
Luiz
I,
a
Pinheiros
&
Irmão,
que
se gratificará.
(2429)
No
dia
28
do
corrente, chega
a esta
cidade
o
dislincto
afinador de
pianos,
do
Porto,
José Julio
de Barros, com demo
ra
de quatro
dias.
Quem precisar
dos
seus
serviços,
que
durante
a
sua
estada
oílerece,
dtrija-se
com
tempo
a
esta
re-
dacção.
(2430)
BILHETES
DE
VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo correio,
francos
de por
te
sem
augmento
de
preço.
APPAKICI®
Jb
PALHEIRO
27,
Praça
do
Barão
de S.
Martinhó,
27.
Bilhetes
de visita
em
branco:
Cento,
200, 220
e
240 reis.
Tarjados
de preto:
Cento,
400,
420 e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar
linho,
27
Ulltt M
OUSO
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
87,
Praça do Barão de S. IVarti-
nlio, 8 7
■
APPABICia
|
MALHEIM
£ S
xfl
A APPARIÇÃO
DE
N. SENHORA
DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço.
...
30
reis.
<2424)
Empreza
editora de
Francisco Arlliur da
Silva—Lisboa.
BRIXISL
A
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cesar
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL E BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867 e
acompanhada
da versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Manoel Bernardea Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega e
latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13 volumes
in-A.» grande.
O
editor
proprietário d’
esta
publicação,
grato
aos favores
do
publico,
e compre-
hen
lendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
2.a edição da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais com
pleta,
resolveu offerecer aos
snrs. assignan-
l- s
que o
auxiliaram n
’esta
empreza e
áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BKBJVBK
o decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo os nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos históricos occor-
ridos
desde 1851
até
1879,
escriplos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.
u
grande
e
custará:
Brochada
....
200000
reis
fortes
Encadernada
.
. .
270000
»
»
Para
facilitar
a
acquisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás pessoas
menos
abasta
das
que
a
não possam comprar de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em Portugal e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16 paginas a
duas
colum-
nas, 50 rs.
—
Cada gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna-
lura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura
e
por
volumes
brochados.—Cada entrega
de
32
paginas
e
I gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
l.°
vol. br.
oro.
de
9
grav.
10870
2.°
9
9
>
6
9
10665
3.°
9
9
9
*
7
9
10605
4.°
>
i>
>
9
5
9
10525
5-°
9
9
©
9
6
9
10615
6.°
9
>
9
9
6
9
10690
7.°
9
9
9
9
6
9
10640
8
0
D
»
9
9
6
9
10615
9.°
p
>
9
9
6
9
10565
10.°
D
»
6
9
10615
11.°
>
>
9
9
6
))
106
40
12.°
>
0
>
6
>
10815
13.»
K ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras, brinde
a todos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81 gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
Ia
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois de
completo
e brochado
a
todos os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo volume
Os
assignantes teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos, e
por
volumes. 0
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—
A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos e
por
vo
lumes.
O
assignante
receberá o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas que
angariarem
DEZ
AS-
S1GNATURAS
RE
A
USÁVEIS
terão UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
direclamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor-
rua
dos Douradores,
72,
LISBOA;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Franeigeo
Artlmr da
Silva—editor
72,
rua
dos
Douradores, 72
—
LISBOA.
AOS PROPRIETÁRIOS DOS
DOTEIS E
HOSPEDARIAS
Na
Typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
vende-se
participações
das que
as
hospedarias
tem
obrigação
de
entregar
to
dos
os
dias
na
repartição
policial,
e
se
gundo
o
modelo
do
regulamento
das
hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600
rs.
Avulso
10
rs.
Caixa penhorista
IJrsearenve
Travenii de D. Cualdini
d’e»i»
eidade.
Continua
a emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se roupas
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
U*
verem
objectos
empenhados
na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros de tres
mezes
os venham
pagar
ou resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
CASA
/to
Arrenda-se
uma
na
rua de
S.
Geraldo
n.°
18.
Trata se
no
cam-
jgJazM p
0
de
SanUAnna,
n.°
68
(2298)
■. . . . .
RESPONSÁVEL—
Luiz
Baplisla da Sih*
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—-1^
Parte de Comércio do Minho (O)
