comerciominho_22051879_938.xml
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-
FOLHA
RBLIO1OSA, 1’Of.i r«CJL
12 WATlCIOfiK.
REDACTORES—
D. Miguei Sotlô-Mayor e Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Anloni» Joaquim de .Mesquita Pimenlel.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
7.°
ANNO
Braga,
12
mezes...............................
1&600
»
6
»..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuneios
cada
linha.....................
20
Uepeúpo....................................
10
PUBLIC A.-SE
AS
TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
Províncias,
12
mezes.........................
2§000
»
0
»
..........................
1^050
»
sendo
duas
assignaturas 3£'6t
‘0
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso...............................
10
N.°
938
Járià.
.<é^.
.dei*.
QUiNTA-FEIBA 22 DE
MAIO DE 1879
não
deixam
de
ter
importância
os
que
não
o
quiseram
subscrever,
e procurarão
provavelmente
que
Carlos
VII
se
resolva
em
favor
da
sua
política.
Seja
qual
fôr,
alguns
dos
exponentes
propõem-se
a
trabalhar
no
terreno
catho-
lico.
A
sua ideia
principal
reduz
se
a
con
vocar
um
congresso,
para
que
seriam
con
vidados
os
hespanhoes
de
todas as
pro
víncias
que
mais
serviços
prestam
á
unica
Religrào
descida
do
Ceo.
Tratam
de
re
correr a Leão XIII,
subineltendo-lhe
o
seu
pensamento,
e
sollicitando-lhe que
o
aben
çoe,
o
que
elle
fará
benevoiamenie,
por
que,
como
o
seu
antecessor,
anceia
que
não
abandonemos
o
campo
da lucta.
Não
cessa
de
repetir
que
os
catholicos
de
vem
reunir-se
e
agitar-se
sem
descanso,
correspondendo
ás
novas
necessidades
que
teem
surgido.
Se
o
augusto
Duque
de Madrid
ap-
prova
a
política
da
Mensagem
que
se lhe
dirigiu,
os
catholicos
hespanhoes
organi-
sar-se-hão
cotn
a
venia
explicita
do
seu
Rei
temporal
e
do
seu
Monarcha
espiri
tual,
o que
não deixará
de
produzir
van
tagens
de
consideração.
Tenho
a
dar
uma
noticia
desagradá
vel
para
o
partido
catholico hespanhol.
Refiro-me
á
morte
desastrada
do
exc."
*
1
’
snr.
D. Luiz
Maria de
Constantinopla
Fernandez
de
Cordoba y
Perez
de
Bar
radas,
duque
de
Medinaceli,
de
Santisle-
ban.
de
Fexia,
de
Cardona, etc.,
etc.,
occorrida
na
sua
propriedade
das
Navas
de!
Marquês,
hontem
ás
seis
da manhã
Tinha saido
no dia
antecedente a dar
um
passeio
com
sua
esposa,
e,
tendo
caido,
disparou
se
lhe
a
espingarda,
cujos
proje-
clis
recebeu
no
ventre
E’
muito
deplo
rado
este
successo,
por
se
tratar
do
chefe
da
mais
illustre
casa hespanhola.
O
povo
1
hespanhol
conlinúa
amando
os
nobres
do
nosso
paiz.
não
obstante
as predicas
re
volucionarias.
e,
tomada
esta,
a
causa
dos
sitiantes
está
per
dida,
e
a
guerra terminada.
Pensa
n
’isto:
se
quizeres
abraçar
o
meu
conselho,
avisa
me.
To
ma
este
dinheiro,
para
alguma
necessidade
que
tenhas.
E
deu-lhe
tres
crusados
novos.
Depois
foi
fallar
ao
carcereiro
e
ao
guarda,
e
recommendou-lhes
humanidade para
com lo
dos,
particularmente para com
Francisco,
e
re
li
rou-se.
Este
não
poude
dormir.
A
liberdade
sorria-
I
lhe,
mas
o
preço,
porque
a
havia
de
comprar
lera tão
exorbitante,
era
tão
opposto
ás
suas
i
convicções que preferia
os
ferros.
Por
sua
vez
I
se
lhe"
apresentava
o
captiveiro
com
todos
os
:
seus
horrores,
as
chufas da
populaça,
a
má
i
alimentação, os
maus tratos,
a
immorahdade
e
irreligiosidade
dos
que
o
guardavam,
e
final
mente
os
ferros,
que
dos
artelhos
se
lhe
iam
prender
ao
pulso
esquerdo.
No
entanto a
sua
fidelidade
triumphava
de
tudo,
e
o obrigava
a
uma
sublime resignação.
Angelo,
naturalmente
bom e
compassivo,
pro
curou
Francisco,
alguns
dias
depois, e
de
tal
fórma
lhe fallou,
taes
razões lhe
apresentou,
que
Francisco
cedeu,
e
consentiu
em
assenlar
praça.
.
O
que
mais
arrastou
brancisco,
foi
a
pro
messa
que Angelo
lhe
fez,
d
’
entrarem
ambos
em
um
corpo
de
cavallaria,
que
se
estava
or-
ganisando,
e
que
por
esta
fórma, poucas ve
zes
entrariam
em
combate;
e
que, quando
en
trassem,
elle
poderia
ferir ou
espantar somente.
Francisco
declarou
que
queria entrar no
ser
viço,
pelo
que
foi
solto,
entrando
em
seguida
para
camarada
d
’Angelo.
Pouco tempo
depois
foi
na
expedição para
Lisboa;
e
sem
atraiçoar
a
causa,
que
ultima
mente
abraçara,
não
‘
se
manchou
no
sangue
de
seus
irmãos.
O
amado
defuncto
não
tinha
com
pletado
ainda
trinta
annos. Brilhava
por
.-uas ideias e
sentimentos
prolundamente
Cnrs*esg>un«leraeia pnrticaiiar
<Eo
aCommereio
do Minho»
Madrid
15
de
maio.
Annunciei
já
que
vários
carlistas
im
portantes tractavam
de
dirigir
nina
Men
sagem
a
Carlos
VII,
contra a
política
de
relrahimento
patrocinada
por
não
poucos,
inclinados
a
favorecerem
os
defensores
da
republica,
para
precipitar
o
cataclismo
universal inevitável.
Hoje
posso
accrescen
tar
que
se
realisou
já
esse
projecto.
A
dita
exposição
foi
redigida
ha
dias,
e sub-
screveram-n
’
a
realistas
mui caracterisados
de
Mídrid,
cujos
nomes
não
devo
reve
lar
por
motivos
fáceis
de
compreiiender.
Escusaram-se
alguns
a
firmal-a.
Deu-se
ao
barão
de
Sangarren
o
encargo
de a
levar
ao
Senhor
Duque
de
Madrid,
visto
que
elle
se
propunha
conferenciar
com o
príncipe
antes
de
se
abrirem
as
côrtes.
Fica
indicado
o contheudo
do
docu
mento.
Os
que
o
subscrevem
creem
que
os
verdadeiros
monarchicos
devera
sair
de
suas
casas,
não
só
com
o fim
de
se
dirigirem aos
templos
e
aos
campos de
batalha,
se
Deus
permiltir
novamente
a
guerra,
senão
também
penetrar
nas Uni
versidades,
nas
Academias,
nos Municí
pios,
nos
Parlamentos,
e
em todas
as
partes
onde
a
sua
presença
póde ser
fa
vorável
á Religião
Calholica, ou
á
socie
dade
trabalhada
pelas infernaes
doutrinas
do
liberalismo.
Espera-se
com
ancia
a
resposta,
de
que
provavelmente
poderei
fatiar
já
na
minha próxima
carta.
Ao
menos
poderei
indicar
o que
confidencialmente
haja
dicto
o
Bei
ao mencionado
portador.
E
’
diffi-
cil
prediser
qual
seja
a
resolução,
pois
que, comquanto
são
muito respeitáveis
quasi
todos os
que
firmaram
o
documento,
catholicos.
Quando
perdeu
a
sua primeira
esposa,
filha
do
duque d’Alba,
foi
tão
extraordinária
a
sua
dôr,
que
quiz
aban
donar
o
mundo,
e
fazer-se
religioso.
Quantas
vezes o convidavam
com
o
fim
de
que honrasse
qualquer
reunião
de
catholicos.
acudia
pressuroso. Ha
poucos
annos
nos
reunimos
alguns no
seu
pala-
cio,
afim
de
ler
uma
carta
do
iramortal
Pio
IX,
agradecendo uma Mensagem
que
lhe
tínhamos dirigido,
e
as
festas que
ha
víamos
celebrado n’
uin
dos anniversarios
de
sua
ascenção
á
Cadeira de
S.
Pedro.
Os
liberaes
on
os
parlamentarios
pro
curavam
com
alinco
atrair o
joven
du
que;
porém
não
o
conseguiram. Nem
tampouco
foram
vistos
no seu
palacio,
sem
duvida
por
sympalhisar
muito
com
o
Senhor
Duque
de
Madrid.
Não
é
im
portuno
recordar
que
os
duques
de
Me
dinaceli
se
julgam
com
direilo
á
coróa
d
’
Hespanha, e
que
de
quando
em
quando
formulam
uma
especie
de protesto, que
cada
soberano admitte
sem impor
castigo
de
nenhuma
natureza
a
quem
o
subscreve
ou
faz.
No
mez
de
fevereiro
ultimo o
duque
de Medinaceli esteve
em
Roma
com
sua
segunda
consorte,
filha do
marquez
de
la
Torrecilia.
Foi
alli
muito
obsequiado
pela
nobreza
da
Metropole
Sancta,
e
Leão
XIII o
recebeu
em
audiência
particular.
Tão
satisfeito
com
elle
ficou
o
Papa
que,
segundo
informações
que
tenho,
estava
re
solvido
a
honral-o
muito
breve
com
uma
gran-cruz.
Ainda
tenho
a
dar
outra
noticia
de
sagradável.
Ha
poucos
mezez.
tomou
parte
activa
n
’
uma
opposição
para
uma
cadeira
de
Valência
o
joven
catholico
D.
Patrício
Borobio
Diaz,
que,
não
obstante
os
seus
poucos
annos,
conslitue
já
uma
demon
stração
vicloriosa
de
que
não
ha
conflicto
entre
a
Religião
e
a
sciencia,
digam
o
que quizerem Draper
e
os
demais
ímpios
que
o
seguem.
Tinha
se distinguido
não
pouco
na
Juventude Calholica
de S. Thia-
go,
a
qual
representou
na
Assembleia
geral
de
1878.
Fez
brilhantes
exercícios,
e
o
tribunal
nomeado
para
as
opposições
colloca-o
no
primeiro
logar das
provas,
dando-lhe
muitos
por
isso
cordealissimos
parabéns.
Pois
não obstante
tudo
isto
o
ministro
altendeu
sómente
a
não
sei
que,
preferindo-lhe
outro
inferior.
São
geraes
e terríveis
as
censuras
contra
o
conde
de
Toreno.
E
’
claro
que
a
lei
lhe
oulhorga
o
direiro
de
optar
por
um dos
tres
oppositores,
e
ainda
o
de
não
se
decidir
por
nenhum;
mas
é in
dubitável
que
não
póde por
fôrma
algu
ma
escolher por
niero
capricho.
Entre
um
candidato d
ideias
sãs
e
de
costumes
puros,
e
outro
de
doutrinas
funestas
e
de
má
vida,
a
escolha
não
póde
ser
du
vidosa;
porém
irrita
e
alborota
o
sangue
preterir
um
eminenlemenle
catholico
por
quem
tem
a
desgraça
sem
nome
de
ser
mais
ou
menos
hostil
á
Egreja
de Deus.
E
’
duplamente
deplorável,
porque,
em
consequência
da
revolução
de
setembro,
as
universidades leem-se
enchido
de
prol
fessores
indignos,
que
dão
aos jovens
veneno
em
vez
do
pão
substancial
da
verdadeira
doutrina.
Continuam
as
noticias
e
os
cálculos
sobre
se
durará,
ou
nao,
muito
o
actual
ministério.
Não
cessam
as
escaramuças
entre
os
periódicos
que
o
defendem
e
os
enthusiastas
dos
ministros
derrubados ha
pouco.
Nada
me
custaria dar
detalhes
so
bre
as
pelejas
a
que
me
refiro, precur
soras
da
guerra
terrível
que provavelmen
te
não
se
fará
esperar
logo
que
se
abram
as
côrtes;
porém
aos
catholicos
preoccu-
pam-os
pouco
as
rivalidades, misérias
e
invejas
dos
homens pertencentes
á maldita
escola
doutrinaria
inimiga
jurada
da
ver
dade.
Continuo
duvidando que
Martinez
Cam
pos
tenha
de
se
retirar
em breve.
A
’s
indicações
feitas
nas
minhas
cartas
pre
cedentes
cumpre-me
accrescentar
a
de
que
os
manejos
dos
revolucionários
farão
em breve
indispensável
uma
situação
de
força,
sendo o
dicto
general
porora
o
17
í1
u
LLÍL
i s ,ij
0
CAPITÃO AIGELO
ROMANCE
OEIS1NAI.
■
POR
J.
B.
da Silva
Ramos.
OFFEKECIDO
E DCDÍCADO A’ EXC.“a SXH.’
D. Antonia Augusta T. de
Vasconceilos,
da
casa
de
mahbon
,
em
celoiuco
de
basto
.
VII
Angelo
baixou
os
olhos,
visivelmente
contris
tado;
guardou
silencio
por
ura
pouco,
dizen
do
depois:
—Só acho
um
meio
d
’evitar
tudo
isso.
—
Qual?
.
—
Se
quizesses
assentar praça no
meu re
gimento,
podias
entrar
para
meu
camarada,
e
eras
logo solto.
—
E
tenho
de
me
bater'contra
raçus
irmãos
d’armas?...
—
Que
remedio.
—Isso
não!... “nunca
desfecharei
a
arma
con
tra
os
meus camaradas,
nem
contra
a
bandei
ra
a
que
jurei
fidelidade!...
—Eu
conheço
que
és
homem
de
bem.
Se
os
vossos
generaes
aferissem
a
sua
pela
tua
hon
ra,
nem
elles
estariam
alli, nem
nós
aqui.
Olha,
falla-se em
uma
expedição
á
capital,
A
convenção
d
’
Evora
Monte
pôz
termo
a
esta
guerra
fratricida;
e
Angelo,
então
já
capitão
de
cavallaria,
pediu
passagem
para
a
cidade
do
Porto;
esta passagem
foi-lhe
concedida,
e
am
bos
voltaram,
nos
fins
de
fevereiro
de
1835,
á
cidade
da Virgem.
Logo
que
chegou
ao
Porto procurou
seu
an
tigo
patrão
e
amigo,
e
este
instou com
elle
para
deixar
a
vida
militar,
e
entrar
na
com-
mcrcial,
poisque
estava
resolvido
a
dar-lhe
so
ciedade
no
negocio.
Angelo
prometteu
fazer-lhe
a
vontade,
por
que
também
fazia
a sua;
poisque
não
queria
seguir a
vida
militar;
porém
declarou
que
não
podia,
já
já,
entrar
ao
serviço,
por
lhe
ser
pre
ciso
pedir
a
baixa,
e
ter
ainda de
cumprir
a
missão,
de
que
fôra
incumbido
por
Fernando.
Que
tinha,
pois,
de
subir
ao
Alto
Minho,
e
que
depois
trataria
‘
de
pedir
a
baixa.
Preparou-se,
pois,
para a
jornada;
pediu
e
obteve
licença
por
15
dias;
depois
partiu
na
direcção
de
Braga.
VIII
A
uma
legua,
pouco
mais
ou
menos,
da
villa
dos
Arcos,
existia
uma nobre
familia,
cujo
chefe
tinha
feito
cora
gloria e honra
a
guerra pe
ninsular,
n
’
um
posto
militar
elevado.
Não
se
lhe
viam
ao
peito
condecorações,
mas
honrosas
cicatrizes,
e
o
braço
esquerdo
de
me
nos,
porque
lhe
tinha
sido
levado
por
uma
bala
rasa
nos
campos
da
Victoria.
Chamava-se
Chris-
tovão
de
Mascarenhas
e
Athayde,
e
sua
esposa
D.
Antonio
de Mascarenhas, únicos
senhores
d
’
um
iinmenso
casal.
Não
tinham
filhos,
porqne
o
único,
que
possuíam,
tinha
morrido
no
ata
que
das
linhas
do
Porto,
no
dia
29
de
se
tembro
de
1832
—Era
Fernando.
O
exterior
da
casa
era
magesloso
e
nobre,
mas
as
janellas
estavam
todas
fechadas,
e
rei
nava
dentro
e
em
torno d
’ella
tal
silencio, que
se
poderia
tomar
por
um
sepulcro,
ou
uma
x
casa
deshabitada.
Eram
quatro
horas
da
tarde.
Angelo,
com
o
seu
camarada, chegavam
a
uma
especie
de
parque,
fronteiro
a
casa.
Francisco dirigiu-se ao
portal,
e
puchando
por
uma corda, fez
soar
ao
longe
um
peque
no
sino.
Dois
grandes
cães
correram
á
porta
ladrando,
e
depois
um
creado
velho
a
abriu
um
pouco,
perguntando
o que
queriam.
—
Está
cá
o fidalgo?
—disse
Francisco.
O
pobre
velho
tornou-se
da
côr
da
céra
,
e
tinha
razão,
porque
os
fins
das
guerras
ci
vis,
são
o
principio
das
vinganças
e
das
in
justiças.
—Não
se assuste,
tio
Domingos—
continuou
Francisco
—
é
gente
de
paz.
—
Vossemecè
conhece-me?
—
E
vossemecè
não
me
conhece
a
mim?
—
Não.
—
Então
não
conhece
o
Francisco,
o cama
rada
do
fidalgo
novo,
que
Deus
haja?
—
Oh!
és
tu
rapaz!...
mas
essa
farda?...
—
Isso
são
contos
largos...
Os
homens
nas
ceram
para
os
trabalhos...
Diga-me
se
está
cá
o
fidalgo.
—
Está.
Então
que
lhe
queres?
—
Dizer-lhe
que
eslá
aqui
o
snr.
capitão
An
gelo
—
o
amigo
do
snr.
Fernando,
que
Deus
haja
—aquelle
que
lhe
assistiu á
morte,
no
Porto.
O creado
deitou
então
a
cabeça
fóra,
e
disse:
—Eu
vou
já.
(
Continua).
mais
aproposilo para
a
representar.
O
governo
francez permittiu
ao
snr.
Ruiz
Zorrilla
residir
em
Paris,
d
’onde
poderá
mais
facilmente
dirigir
as
machinações
dos
antigos
progressistas
e democratas,
com-
prehendidos
ua
denominação
commum
de
radicaes. Sobretudo
se
os
amigos
de
Sa-
gasta
não
conseguem
o
poder
logo, á
hora
menos esperada
surgirão
desordens
e
conílictos
terríveis.
Também
os
defensores
da
republica
os
prometlein
mui felizes.
Ha
dias
fallei
com
um dos
mais
grados,
que
ha tem
pos
se
portou
bem
com
os
carlistas
de
uma
das
primeiras
cidades
da
Península,
e
encontrei-o
penalisado
com
as
tendências
dos
seus
correligionários,
cada
vez
mais
violentas
e
ferozes.
Recentemente
tinha
ouvido
dizer
pouco
mais ou
menos
em
uma
reunião:
«Da
outra
vez
posemos
nas
ruas
de
Madrid
cartazes
onde
se
lia:
Pena
de
morte
ao
ladrão;
mas agora
poremos
outros que
digam:
Pena
de
morte
ao
que
nào
rouba. Estas
palavras ajustam-se
a
outras
que
ouvi dizer
ha
algum
tempo
a
Figueras.
ex presidenle
da
Republica:
«As-
seguro-lhe
que
correrá
o
sangue
a
tor
rentes. Da
outra
vez,
pude
contel-os; po
rém ninguém
os
conterá,
em
vencendo
novamenle».
De
proposito
modifiquei
a
ultima
parle
da
energica
expressão,
por
ter
um >abor
impio, e
porque
se
póde
considerar
quasi
uma
blasphemia.
Os
altaques
á propriedade serão
ter
ríveis,
sobretudo
na
Andaluzia.
Os
repu
blicanos
estão
furiosos
principalmente
contra
Castellar,
qne
se
verá
na
necessi
dade
de fugir, se
chegam
os
dias
terrí
veis
cada vez
mais
prováveis.
A
questão
das subsistências
preoccupa
muito
os
pensadores.
Vão
occorrendo
des
ordens
com
alguma frequência, «levida
principalmente
á
carestia
dos artigos
de
primeira
necessidade,
e
teme-se
que
a
miséria
se
transforme
<i
’
um
momento
me
nos
esperado,
em fome.
Os
que
mandam
ou
desgovernam
dispõem
festas
de
varias
classes;
porém
nada
fazem
para
remediar
um
conílicto que
póde
produzir
resulta
dos
funestissimos.
Ignorarn talvez que
os
revolucionários,
aos
quaes
inspira
Lucifer,
affagam
occullamente
as
paixões
dos
fa
mintos,
arrastando
os
a
crimes
espanto
sos
que se commetterào
inevitavelmente,
se
Deus não o
remedeia.
Ignoram
que
cada
vez é
maior
a
má vontade dos
po
bres,
que
teem perdido
a
virtude
da
pa
ciência, contra
os
ricos,
que
perderam
a
virtude
da
caridade
Ignoram
que,
como
disse
ha
dois
annos
um
eloquente
ora
dor,
«a
revolução
tem
sido
tornada
defi
nitiva
pelos
ricos
e
para
os
ricos;
contra
os
reis
e
contra
os
pobres...
Por
meio
do
censo
eleitoral
teem
atirado
os
pobres
aos limbos
sociaes;
e
por
meio
da prero-
gativa
parlamentar
teem
usurpado
a
pre-
rogativa
da
corôa.
Fortes
n
’esta
posição
inexpugnável
se
hão
repartido
impuden
temente
os
despojos
dos
conventos:
o
que
quer
dizer
que
depois
de haverem recla
mado
o
poder
exclusivamente
para
si
na
qualidade
de
ricos,
fizeram uma
lei
que
duplicou
a
sua riqueza
na
qualidade
de
legisladores.
Desde
o
dia
da
Creação
até
tioje,
o
mundo
não presenciou
ainda um
exemplo
mais
vergonhoso
de
audacia
e
de
cubiça».
Ainda
não se
conhece
totalmente
o
resultado
das
eleições
municipaes.
Por
falta
de
conveniente
organisação, os ca-
tholicos
deixaram
de accudir
ás
urnas
quasi
em
todas
as
partes,
e
por
conse
guinte
não
venceram.
Sabe-se,
comtudo,
que
os
de
Manreza
triumpharam,
e
con
seguiram
derrubar
q
«ayuntamienlo»
ruim
que
havia
n
’aquella
cidade.
Não
poucos
senhores
Bispos
virão
ao
Senado.
A
Universidade
de
Granada
será
representada
dignamente
pelo
snr.
Creus,
illustre
medico
qne
se
gloria
de
pensar
e
de
sentir
consoante
as ideias
e
sentimen
tos
da
Egreja.
A
Juventude
catholica
de
Madrid
tem
continuado
estes
dias
as
suas
tarefas
do
costume.
N
’uma
das
ultimas
noules
pro
nunciou
um
admiravel
discurso
contra
o
darwinismo,
o
snr.
Polo
y
Peyrolon,
no
meado
recentemente
cathedratico de
Va
lência.
Ha
dias
chegou a
Madrid
o
príncipe
Rodolpho, herdeiro
da
coroa
d
’
Austria.
Partiu
ante-hontem;
porém
voltará
em
breve,
segundo
todas
as
probabilidades.
Diz-se
que
contrahirá
matrimonio
com
a
infanta
Pilar.
Os
filhos
de Carlos VII
receberam
já
o
sacramento
da
Confirmação,
que
lhes
foi
administrado
pelo Leão do
Vaticano.
A
Duqueza
de
Madrid,
quasi
de
todo res
tabelecida,
poude
deixar
Roma,
e
voltar!
á
capital
da
França,
em
companhia
de
seu
esposo.
A
elevação
do
senhor
Bispo
do
Por
to
ao cardinalato
permillirá que
os
catho
licos
hespanhoes
e
os
portuguezes
saude
mos
outra
vez
a monsenhor
Tripepi,
que
iniciou
as
duas
brilhantes
manifestações
da
imprensa
catholica
em
favor
de
Pio
IX
e
de Leão
XIII.
Foi nomeado ablega-
do
pelo
Papa
e
terá
de
cumprimentar
ao dito
successor
dos
Apostolos
em
nome
do
actual
Vigário
de
Jesus
Chrislo.
L.
ABIDENSE.
Do nosso
muito estimável
collega
a
«Ordem»,
de
Coimbra,
não podemos
dei
xar
de
transcrever,
com a
devida
venia,
o
seguinte:
Snrs.
redactores da
«Ordem».
—
Não
pos
so
conler-me,
que
não
pegue
na
penna,
para
lhes
pedir
publicidade
ao seguinte:
Escandalo
sobre
escandalo
Em Vizeu,
no
dia
6 d
’este
mez
ás
11
horas
do
dia,
no
meio
da
praça,
onde se
achava
muita
gente,
que
atfluiu
ao
merca
do,
um
indivíduo
investe
com
toda
a
in
solência
sobre
um
ecclesiastico, que
vi
nha
da
Sé, e
começa
a
espancal-o. O
pa
dre,
para
se
defender
tem
de repellir
força
com
força,
até
que são ambos pre
sos.
Agora
a explicação
do
facto
é
esta.
Diz-se
que
o
sacerdote
confessara
uma
mulher,
com quem o
aggres>or
mantém
relações
illicitas.
Que
ella
não
fôra absol
vida,
e
que
o
seu
impio
amante
se
apre
sentara
ao
Prelado,
esperando
d
’elle
algu
ma
injustiça
contra
o
Ministro
da
reli
gião.
Como
nada
conseguisse,
vem
desaf-
fronlar
a
sua honra
para o
meio
da
pra
ça,
maculando
ainda
por
cima o
caracter
honesto
de
uma viclima
com a
negra
ca-
lumnia
de
sollicilanlel!
Ah!
Senhor,
tende
compaixão
dos
cé-
gos, que
não
sabem
o
que
fazem,
e
fa
zei
justiça
aos opprimidos.
Faciens
mise
ricórdias
Dominus,
et
judicium
omnibus
injuriam
patienlibus.
Queiram
vv.
publicar
isto
como local
ou
como
entenderem,
e
desde
já
se
con
fessa
penhorado.
De
vv.
cr.
att.
P.
e
João
Marques Simões.
Ahi
fica
narrado,
em
sua
simplicidade,
um
acto
que
caracterisa
perfeilamente
a
alhmosphera
social
que
respiramos.
Até
aqui,
tem-se
dicto
que
entre
nós
não
havia
ainda
a
lamentar
os
ataques
brutaes
e
á
força
contra
a
Religião
e
seus
ministros.
Diga-se
embora;
mas
os
factos
para
ahi
estão
protestando
bem
alto
contra
tan
ta
simplicidade, se
não
é
ignorância
cri
minosa.
Somos
d
’
hoje
apenas;
mas já po
demos
recordar
os
heroes
caceteiros
da
porta
da
Sé do
Porto,
e
o
feito
não
me
nos
heroico
d
’
um impio editor
do
Porto,
Silva
Mengo,
contra
um illustre
sacerdote.
Faltava
agora
mais
outro
feito
para
se
vir
reunir
ao
catalogo.
Nem nós admiramos que taes
factos
se
repitam,
parque
é
proprio
da
arvore
o
produzir
seus fructos,
é
proprio
da
naaureza
humana manifestar
e
traduzir
ex
ternamente
o que
internamente se
senta
e pensa:
é
proprio
do
homem
a
mani
festação
de
suas
ideias:
e
aquella
será
tal qual
forem
estas.
Hoje,
a
educação
do
povo,
das
mas
sas,
é
bebida
exclusivamente
no
jornal
e
pamphleto;
ora
o
povo
procura
de
prefe
rencia
o
jornal desbragado,
o
que mal
diz de
tudo,
o
calumniador
e
infamador
alliciado:
o
povo
gosta
de
rir
e
folga,
aprecia
a
novivade
indecorosa,
o
escan
dalo
revoltante.
E
os
vendilhões
da
imprensa,
com
mira
só
no
interesse,
elles
ahi
inventam
e
pro
palam
calumnias;
calumniam
homens
e
instituições;
espalham
os
erros
os
mais
grosseiros
e
pervertem
os
corações
e
des
vairam
as
cabeças,
O
povo,
como
igno
rante,
tudo
recebe
e
acceita.
Ora
hoje
é
moda em
certa
imprensa
dar
todos
os
dias
de
sobremeza
a
seus
leitores
um
padre
enforcado,
calumniado,
e
insultado;
um escandalo clerical;
repre
sentar
o
padre
como
o
phanlasma negro
que acorrenta a
sociedade
e tolhe
o
pro
gresso,
e
opprime
as
consciências
e
[ana
lisa
a família.
E
depois,
o
povo
passa
da prégação
á
acção.
Mas
depois,
esperem
pelos
resultados:
hoje é
o padre,
ámanhã
o
proprietário,
o
homem honrado, depois...
serão
uns
aos
outros
que
se
hao
de degolar.
A
’
vista de
tantos
desvarios,
o
animo
quasi
nos
chega
a
desalentar.
Mas
não:
cá estaremos
para
levantar
nossa humilde
voz,
mas
sempre
sincera
e
franca,
em
prol
do
innocenle,
do
direito
e
da
justiça,
verberando
a
calumnia
e
os
vendilhões e
detractores
de todos princípios
d
’ordem so
cial.
Aqui
levantamos
a
voz
pedindo a
re
paração
da
grave affronla
e
injuria
que
em
plena praça
publica
acaba
de
softrer
um
membro
da
classe
ecclesiasltca,
vicli
ma
de
seu
dever e
ministério;
levantamos
a
voz
pedindo
uma
reparação
aos
senti
mentos dos
catholicos
de
Vizeu,
offeudi-
dos
por
um malvado;
pedimol-a
em
no
me
da
sociedade offeodida;
em
nome dos
princípios
do
direito
natural
que
garante
a
nossa
integridade
e
direitos
de
perso
nalidade;
pedimol-a
em
nome
de
nossos
codigos,
que
garantem
a autonomia
e
di
reitos
individuaes
de
todo
o
cidadão.
SAZETILO
Ciironiet» religiosa.—
Hoje: Expo
sição
do
Santíssimo
na
egreja
da
Mise
ricórdia.
Na
Sé,
Santa
Cruz,
etc.,
faz-se
a
Hora solemne,
e
também
no
Bom
Je
sus,
onde
ha
Exposição
do
Santíssimo.
Amanhã começa
a
novena
do
Espirito
Santo.
«S.
Rosto do Senhor. —
No
sabba-
do
e
no
domingo
tem logar
a
festivida
de
do
SS.
Rosto
do
Senhor,
venerado
no
seu oratorio
á
entrada
da
rua
do
Forno.
;
No
sabbado
á
noite
haverá
uma
vis
tosa
illuminação
desde
a
Misericórdia
até
á
rua
do
Forno
e
Rocio
de
Traz-
da-Sé,
onde
se fará
um
bazar
de
pren
das.
No
domingo
tem
na
Misericórdia mis
sa solemne
com
Exposição
do
Santíssimo
lodo o
dia,
e
de
tarde
sermão
pelo
rev.°
José
Maria
de
Barros,
seguindo-se
um
solemne
Te-Deum,
depois
do
qnal
será
a
veneranda
Eííigie
conduzida procissional
mente
para
o
seu
oratorio.
A
procissão
segue
pela
rua
Nova,
praça
da
Alegria,
largo
de
S. Miguel-o-Anjo,
rua da
Sé,
e
Rocio
de
Traz-da-Sé.
.
Visita
Pastoral do
nosso vene
rando Prelatlo á villa
de Bsireel-
los. —
Partiu
hontem para
Barcellos
uma
força de
54
praças
d
’
iufanteria
8,
com-
mandada
pelo
snr.
capitão
Araújo, afim
de
prestar
as
devidas
honras
a
s.
exc.
a
revd.ma
o
snr. arcebispo
Primaz.
legado.—
O
snr.
Antonio
Moreira
Vinha,
fallecido
ha
dias
no Porto, deixou
ao
real
sanctario
do
Bom Jesus
do
Monte
1000900
reis
Follecimento.
—
Falleceu
ha
dias
o
rev.®
padre
Narciso
Antonio
Pinheiro
d
’
AI-
meida,
capellão
do
convento
dos
Remedios.
Era
um ecclesiastico
muito
digno
e
vir-
suoso.
Outro.
—
Falleceu
também
ha
dias
uma
joven
filha
do
snr.
Antonio
José
Borges,
menina
prendada
e
querida.
O
nosso
pezame
á
familia
anojada.
Agylo de 1>. Pedro V—
O
«Diário
do
Governo» publica
a
seguinte
carta
de
lei:
Artigo
l.°
E
’
concedido
ao
asylo
de
D.
Pedro
V,
de
infancia
desvalida
de
Bra
ga,
o
edifício
do
extincto
convento
de
Nossa
Senhora
da
Penha, da
mesma
ci
dade,
com
a
egreja
e
suas
alfaias,
casa
do
capellão,
cerca
e
agua,
que
possue.
§
umco.
A
’
camara
municipal
de
Bra
ga
ficará
pertencendo
a
parte
da
cerca
que
for
cortada
pelo prolongamento
da
rua
do Raio,
que
a mesma
camara
in
tenta
fazer,
no caso
de
que essa
obra
seja
realisada.
Art.
2.°
No
edifício e
seus
accessorios,
de que trata
o
artigo
1.°,
inslallar-se-
ha
o
asylo
de
D.
Pedro V,
de
infancia
desvalida
de
Braga,
não
podendo
a
admi
nistração
do
mesmo
asylo
dar
a qualquer
das
concessões
d
’esta
lei
destino diverso
do
que
n
’ella
vae
determinado, sob
pena
de
serem
annulladas
as mesmas
conces
sões,
e
o
edifício
voltar
á
posse
da
fa
zenda.
Art.
3.°
Fica
revogada
a legislação em
contrario.
O
eaerivfto «Se
fazenda.—
Corre
por
ahi
que
vae
ser transferido
o
indigno
e
execrando escrivão
de
fazenda d
’este
concelho.
Não
acreditamos
tal.
Este
sujeito
tor
nou-se
indispensável
em
Braga, desde
as
celeberrimas
conclusões
d
’
aquella nunca
assaz
illuminada
e
embandeirada
e
esfogue-
teada
comichão.
Mas
diz-se também que
lhe
vae
ser
da
da
uma
posta
mais
gorda...
Isso
lá é
outro
cantar.
Pois
está
visto.
Não
dissemos
nós
que
a
condecoração
era
pouquíssimo,
era
nada?
Se
fôra n
’oulros
tempos, o
escrivão
de
fazenda,
cm
prémio
dos
seus
serviços,
iria...
para
o
alto;
segundo
as
leis vi
gentes
deve
ir...
para
longe.
Mas
ágóra
vae...
Contribuiçãi»
ctt^siararia.—
Ter
minou
na
terça-feira o
praso
marcado pa
ra
o
pagamento
voluntário
da
contribui
ção
directa
de
1878
a
1879. Não
lendo,
porém
pago
suas coleclas dois
terços
dos
contribuintes,
devem
estes
ir satisfazer
até
4
de
junho
proximo
futuro.
KSeUi-atoi» do
«rainie
orador pa
dre
Antonio Vieira
—
Teem
tido
mui
ta
exlracção
os
retratos
do
padre
Anto
nio
Vieira,
que
por
200
reis
se
vendem
na
rua
da Sé,
n.°
3.
O
producto
d
’
esta
venda
é
destinado
á
sustentação
d’
um
or-
dinando
pobre
V. Senhora
da
Batalha.—
No
do
mingo
tem
logar
na
capella
do
pittoresco
monte
de
S.
Gregorio,
a
festividade
de
N.
Senhora
da
Batalha,
havendo
de
manhã
missa
cantada
e
de
tarde
sermão e
ar
raial.
Tocará no
mesmo
a Philarmonica
Bracarense.
Para
as
Caldass.—
Já
teem
partido
muitas
famílias d’
esta
cidade
para
as
Caí
das
de
Vizella
e
Taipas.
Nas primeiras,
o
mais importante
dos
nossos estabeleci
mentos
thermaes,
é
já
mui
crescido o
nu
mero
dos
banhistas.
Cositribuições.—
A
importância das
contribuições
d’este
districto
e
quotas
de
cada
um
dos
concelhos
é a
seguinte:
IMPORTANG
A
DAS CONTRIBUIÇÕES
Concelhos
Predial
Industrial
Amarss
7:1570830
9310981
Barcellos
23:5470463
5:0730689
Braga
31:8230953
24:0940395
Cab.
de
Basto
8:3220129
1:4150918
Celorico
de
Basto 10:8130614
1:4110830
Espozende
6:6710
69
2:4850098
Fale
12:5670388
2:1840118
Guimarães
31:6080894
15:4220650
Povoa
de
Lanhoso 10-3840663
1:1190929
Terras
de Bouro
4:6980138
1770332
Vieira
7:8360748
1:0030238
V.
N.
a
de
Fama
licão
15:8660987
2:6350333
Villa
Verde
16:8440753
1:7330806
190:4430949
39:6910337
250
.1350286
17:6000743
Concelhos
Quota
pertencente
a
cada
concelho
Amares
5660239
Barcellos
2:1540634
Braga
3:9340689
Cabeceiras
de
Basto
6830217
Celorico de
Basto
8600242
Espozende
6440294
Fafe
1:0370988
Guimarães
3:3300479
Povoa
de Lanhoso
8090063
Vieira
6220
I
67
Villa
Nova
de Famalicão
1:361-8914
Villa
Verde
1:3070278
B«eemnag«ido8.--
Foram
encontra
das
uma creança
recemnascida
do
sexo
feminino
no
corredor do
prédio n.°
50
do
campo
de
Sant
’
Anna,
e
outra
do
sexo
masculino
junto
a
uma casa
da travessa
dos
Congregados.
E
ella
a
crescer....
F.ngenheria
díatrseíal.
— Eis
a
quota
com
que
contribuirá
cada
concelho
d
’
este
districto
para
o
pessoal,
e
material
da
repartição
d
’
engenheria districtal
no
anno
de
1878
a
1879:
Amares,
550270—
Barcellos,
2710175
—
Braga,
4490847—
Cabeceiras
de
Basto,
950(163
—
Celorico
de
Basto.
1030927
—
Espozende,
990760
—
Fafe,
970394
—Gui
marães,
4870626.
—
Povoa
de
Lanhoso,
890448
—
Terras
de
Bouro,
390205
—
'iei-
ra,
1090930
—
Villa
Nova
de
Famalicão,
1480001
—
Villa
Verde,
162093
i=To tal,
2:2010990.
BCxames
ffliaaeg.
—
Continua
a
dizer-se
que
serão
feitos
no
lyceu
d
’
esta
cida
de
os
exames
de
habilitação
aos
cursos
superiores.
Muito
folgamos
que
assim
aconteça-
iruj
^e^.VOfEQE
CateeheB®
creanças.—
Encerra-
se
no
dia
8
de
junho,
dia da
SS.
Trindade,
a
catechese
que
por parte
da
Associação
Catholica,
se íaz ás
creanças desde
a
dominga
da septuagésima. Termina
com
a
primeira
communhão
solemne
dada
ás
que
tendo
a
idade
conveniente
se
acha
rem
suíficientemente
preparadas
para
este
acto, e tiverem
liceoça
dos seus
paro-
chos.
No
mesmo
dia
serão
designadas
aquel
as
que
se
tornaram
dignas
dos
prémios
q
U
e
a
mesma
Associação
distribuirá
como
estimulo
ás
que
foram
mais
assiduas
e
applicadas.
Apparecímento.Nas
obras
de
re-
construcção
da
egreja
de S.
Pedro
de
Maximinos,
appareceu
debaixo
do
allar-
mór,
enterrada
a
não
pequena
profundida
de,
uma
imagem
de 8.
Pedro,
a
qual,
segundo
dizem,
jaz
alli
escondida
desde
a
invasão
franceza n
’
este
paiz.
E’ de
tamanho
natural,
de
esculptura
mui
razoavel.
e
de
fina
doiradura.
Movimento do
Hospital de S.
lHarcos.
—
Doentes
existentes em
11
de
maio:
97
homens
e
131
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
28
homens
e
19
mulheres.
Sahiram: 23
homens
e
21
mulheres.
Falleceram:
4
homens
e
1
mulher.
Ficaram
em
tratamento
em
17
de maio
96
homens
e
128
mulheres.
Preço do»
eereaes.—
Na terça-feira
ultima,
n
’
esta
cidade,
o
preço dos
cereaes
foi:
Trigo................................................ 760
Centeio........................................
500
Cevada............................................. 560
Painço
..............................................
57(1
Milho
branco
................................
530
>
amarello. ....
510
Milho
alvo....................................... 580
Feijão branco
................................
700
>
vermelho..............................
800
s
amarello................................ 600
»
rajado
................................
480
»
fradinho
................................
460
Batata......................................... 640
Azeite
.......................................................
65000
Atravez
da
provinda.—
Amanhã
pelas
9
horas
e
meia
da manhã, sae
pro-
cessionalmente
da
Insigne
e
Real
Collegia-
da,
de
Guimarães,
o
rev.
“
lf)
cabido,
afim
de
visitar
as ègrejàs
de
S.
Francisco
e
S.
Domingos.
—Foi transferido para
a
comarca
da
Ponte
da
Barca
o
juiz
de
direito
da
co
marca
de
Foscôa
snr.
dr.
Abel Pereira
do
Valle,
que
em
Ponte
do
Lima
exer
ceu
o elevado
cargo
de
delegado
do
pro
curador
regio
por
muitos
annos.
—
Falleceu
em Guimarães a
mãe
do
abastado
negociante
d
’aquella
praça
e hon
rado director do Banco
Commercial
de
commendador
Antonio
Guimarães,
o sm.
Mendes
Ribeiro.
—Foi
acommellido
de
um
ataque apo
plético
o
snr.
Francisco
Bernardo
da Cu
nha Barros,
boticário
da
Santa
e
Real
Casa
da
Misericórdia
de
Ponte
do
Li
ma.
—Dizem
de Guimarães: Em
uma
ta
berna
de
Silvares,
d
’
esle
concelho,
foi
aprehendido por
denuncia
do
comprador,
ura
pipo
de vinho
tjtalmente
artificial,
e
cujas
substancias
venenosas
foram
certi
ficadas
pela
analyse
chimica
a que
a
au
ctoridade
mandou
proceder
por
dois dos
nossos
mais
hábeis
pharmaceuticos. O
vendedor
do
liquido
foi auctoado
e
pro
cede-se
aos
ulteriores
lermos
do
pro
cesso.
—Ha
dias
foi
acommetlido
d
’
um insul
to
apopoletico o
snr.
Francisco
Pereira
dos
Santos,
escrivão
de
paz
do
circulo
da
villa
de Ponte
do
Lima.
—
Dizem
de
Ponte do
Lima:
Ainda
não
cessaram
para
esta
villa
as
repetidas
remessas
de
vinho
de
Amarante
e Villa
Real,
que,
a avaliar
pelo
que
se tem
passado
rfoulras
parles,
muito
bem
se
póde
julgar
da
sua
falsificação,
se
não
no
todo, pelo mtenos
n
’uma
parte,
pois
que
não
é
muito
para
acreditar
que
aquel-
las
terras
tenham
ainda
vinho-
em
tanta
quantidade,
que
para aqui
possam
enviar
tantas
e
tão
repetidas
remessas.
—
Os
preços
dos
cereaes
no
ultimo mer
cado
semanal
.da
cidade
de
Guimarães,
são
os
seguintes:
Duplo
decalitro
—Trigo
850—
Centeio
700
—Milho
alvo 700
—
Milhão
branco 630
—
Milhão
amarello
630
—
Painço
640—
Feijão
ycrrneiho
l$000
—
Feijão
branco 800
—
Fei
jão
amarello
620
—
Feijão
fradinho 560
—
feijão
rajado
600
—
Batatas
530
—
Azeite
(litro)
280
—
Vinho
(litro)
90.
O
imperadai* JFraaadseo
José.—
Diz
un
jornal
hespanhol,
que
«o
impe-
fador d’Austrh
fez
saber
ao
Papa
que
se
o
Vaticano
fôr
atacado
pelos
republicanos,
o
embaixador
austríaco
com
todo
o
pes
soai
da embaixada
se
irá
collocar
ás
por
tas
da
residência
de
Sua
Santidade,
para
o
que
já
recebeu as
devidas
instrucçõesj.
E’
assim
que
deviam
proceder todos os
soberanos
catholicos,
e
assim o
fariam
se
o
fossem
verdadeiramente;
mas
quasi
to
dos
os
que actualmente
reinam o
são
no
nome,
e
uns
são
parentes,
outros
ami
gos
do usurpador
de
Roma.
A leitura
doa mau» livros.—
O
primeiro
mandamento
do
Senhor
bispo
de
Montevideo,
tem
por
objecto
a
necessidade
de
evitar
a
leitura
dos
maus
livros
e
dos
maus
periotlicos.
Entre
nós lêem
se
e
pro-
legem-se
os
maus
periódicos,
e
deixam-se
morrer
de
fome os
que
defendem
a
fé
catholica.
As maravilhas de S. Vicente do
Paulo.
—
Na
Italia,
um simples
padre
re
novou
em
nossos
dias
as
maravilhas
de
S.
Vicente
de Paulo,
sem
a
sombra
de
recursos
pessoaes.
Dom Bosco,
de
Turim,
fundou
successivamente,
no Piemonte,
em
Génova,
na
America,
em
França,
oi
tenta
e
uma
casas
de
asylo,
para
os
me-
meninos
abandonados
ou
pobres,
e,
além
d
’
isto,
uma
dupla
congregação
de
padres
e
de
religiosos
para
os
servir.
Actualmente
existem
quarenta mil
meninos
n
’
estes
es
tabelecimentos.
A
’
caridade piifcliea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
O
seu
estado
de
penúria
é
extremamente
dolo
roso.
Pednnos
que pelo amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
SECÇÃO
COMMIICOOS
Profeisor
de
latim em
Santa
.Ylartha
de Honro,
Considerando
o modo
perfunctorio,
e
até
vergonhoso,
como
entre
nós
se
en
cara,
no
geral,
o
ensino
da
lingua
la
tina,
cujo
conhecimento,
se
é
util
a
to
do
o
que preza a
lingua
patria,
muito
mais
o
é,
e
até
necessário,
ao
padre,
que
pre
cisa
de andar
de contínuo
com livros la
tinos
entre
mãos;
considerando
por
quanto
tempo
enreda
um
estudante
o
estudo
d
’
esta
disciplina
e
quanto proveito
vae
em
ir
da
aldeia
desenvolvido
senão
prompto
a fazer
exame; o
padre
Manoel
Antonio
Fernan-
des,
de
Santa
Martha
de Bouro,
faz
pu
blico
que,
empenhado
por
taes
motivos,
e
até
pelas
reiteradas
instancias
d
’
alguns
de
seus
amigos,
assim
d
’
Amares
como
de
Terras
de
Bouro,
se
resolve
d’
oravante
a
recomeçar
o
ensino
do
latim,
que
desde
o
termo
de
sua
ordenação,
e até
já
an
tes, professara,
mas
que
ha
tres
annos
a
esta
parte,
havia abandonado,
para
se
dedicar,
quasi
unica
e
exclusivamente,
ao
ensino
da
instrneção
primaria. Ficará,
pois,
de
futuro,
o
supradito
padre Fernandes,
dando,
como
ate
qui,
prelecção
duas
ve
zes
ao
dia,
mas
uma d
’
instrucção
pri
maria
e
outra
de
latim;
e
nunca
admit-
tirá
ao
estudo
d
’
este
alumnos
que
não
tiverem
feito
exame
d
’aquella,
ou
que,
pelo
menos,
não estiverem
n
’
ella
rasoa-
velmente
desenvolvidos.
Santa
Mar,lha
de Bouro,
maio
de 1879.
Padre
Manoel Antonio
Fernandes.
(2416)
CONVITES
A
Meza
da
Irmandade
da
SS.
Trindade,
Nossa
Senhora
da
Consolação
e
Santa
Rita
convida
a
todos
os
irmãos
para
se
reuni
rem
na
sua
egreja
no
dia
24
do
cor
rente
pelas
4
e
meia
da
tarde,
para
in
corporados
com
a
Real
Irmandade
de
Santa
Cruz
fazerem a
visita
do
Jubileu.
N
’esse
dia
pela manhã
lerão
confessores
na
sua
egreja
do
Populo
para
os
que
qtiizerem
preparar-se
pela
Confissão
Sacramental
pira
lucrarem
as
graças
do
presente
Jubileu.
O
secretario
José
Maria
dos
Santos
Araújo
Esmeriz.
(2421)
A
Meza
da
Irmandade
da
Senhora
do
O
’
,
S.
Miguel
e
S. José
no
Presepe
con
vida
todos
os
irmãos
a
reunirem-se
na
sua
capella
no
dia
24
do
corrente
pelas
4
e
meia
da
tarde,
para
irem incorpo
rados
com a
Real
Irmandade
de
Santa
Cruz
fazer
as
visitas
do
Jubileu.
O
secretario
(2422)
Antonio
Maria Peixoto
Vieira.
O
Definitorio
da
Venerável
Ordem
Ter
ceira
da
Penitencia
do
Patriarcha
S.
Fran
cisco
d
’
esta
cidade,
resolveu
fazer
a
sua
visita
para o Jubileu
Pontifício,
na sex
ta-feira,
23
do
corrente pelas
4
horas
da
tarde,
para
cujo
fim
convida
a
todos
os
seus
caríssimos
irmãos
que
queiram
acompanhar,
a
reunirem-se
na
sua egre
ja,
d
’
onde
sahirão
procissionalmente.
(2419)
ItIXLAMOS
O
FERRO
DIALISADO
Antídoto
do envenenamento
pelo
arsénico.
Os
periódicos
da
Virgínia dão-nos
o
resumo
d
’
uma communicação
apresentada
á
academia
de
Medicina
de
Richmonl pelo
Doutor
Crenshaw.
E
’
mui
provável
que
ao
enumerar
as
muitas
propriedades
therapeuticas
do
/er
ro
dialisado
que
tem
o
seu
nome,
não
tinha
pensado
o snr.
Raoul
Bravais
que
poderia servir algum dia
como
um dos
mais
preciosos
antídotos
nos
casos
de
en
venenamento
pelo
acido
arsénico.
Rep-o-
duzimos
em
seguida
as
duas
observações
clinicas;
Duas
meninas,
uma
de
9
annos
de
edade
e
outra
de
il,
tomam
um
pacote
contendo
acido
arsénico (mata-ratos);
mis
turam
certa
quantidade
d’
esses
pós
com
farinha
de
centeio,
e
preparam
uns
pas-
telitos
que
comem
com
bom apetite.
Em
poucos
momentos
manifestam-se
n
’
ellas
os
symptomas
d
’envenenamento;
apercebe-se
a
pobre
mãe
do
fatal
equivo
co,
de
suas
filhas,
e
manda
buscar o
me
dico
com
toda
a
pressa.
Chegou
este,
o
snr.
Crenshaw,
ás
11
da
manhã,
e
consignou
nas
duas irmãs,
principalmente
na
mais
velha,
symptomas
denvenenamento;
administra-lhes
em
se
guida
uma
poção
cometizada,
e emquan
to
lhe
parece
estar o
estomago
sufficien-
temente
desoccupado,
prescreve gottas
con
centradas
de
ferro dialisado, administradas
em
colheres
de
chá,
cada
meia
hora.
Na
segunda
visita,
que
fez
ás
2
da
tarde,
reconheceu
o
Doutor
uma melho
ria
notável
nos
symptomas
morbidos
(vo-
mitos,
gaslralgias,
etc.)
Seguiu
o mesmo
tratamento,
com
ferro
dialisado.
A
’
s 8
da
manhã
achou
a menina mais
velha
sensivelmente
melhor,
emquanto
to
davia
a
mais
nova
continuava
delicada.
No
dia
seguinte
a
primeira
poude ir ao
collegio,
e
tinha
desapparecido
todo
peri
go
para
a
segunda.
Declarou
o
snr.
Crenshaw
aos
seus
collegas
da
Academia que
em
ambos
os
casos
o
ferro
dialisado
foi
um
verdadeiro
antídoto.
Aprecia
elle
esta
preparação
co
mo
tanto
mais
vantajosa,
quanto
que
se
póde
procurar
immediatamente
em
to
das
as
pharmacias
e
que
não
necessita
nenhum
tractamento ulterior.
D
’
ahi
a
obrigação
para
todos
os
prá
ticos
de lavarem sempre um frasco
de
ferro
dialisado
Bravais
nas
suas sacas de
viagem
e
nas
pharmacias
portáteis.
Todas
as
famílias
devem possuir
um
producto
tão
precioso
pela
sua
etlicacia
em
grande
numero
d
’enfermidades.
Acha-se
á
venda
em
todas
as
phar
macias.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina, pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DL
BA1U1Y
de
Londres.
34»
axatao»
d*invariav®l
sseaease
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia) gastrica,
gaslralgias,
flegmas,
arro
tos,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuitas, nauseas,
vomitos,
irritação
intesti
nal,
bexigas,
diarréa,
desenteria, cólicas,
tosse,
aslhma, falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal dos
nervos,
diabethes,
de
bilidades,
todas
as
desordens
no peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronçhios,
da
be
xiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e do
sangue.
85:000
curas,
entre as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskow
e
da
exm.a
snr.
a
mar-
queza de
Brehan,
da
snr.*
duqueza
de
Cas-
tlestuard,
do
Lord
Stuard
de
Decies,
par
dTnglaterra,
do doutor
e
professor Wur
zer,
etc.,
etc.
Cura
n
9
48:614.
—
A
snr.
a
marqneza
de Brehan,
de
seie
annos
de doença
do
figado,
d
estomago,
emnoagrecimenlo,
pal
pitações
nervosas
em
todo
o corpo,
agita
ção nervosa
e
tristeza
mortal.
Cura
n.
9
62:986.
—
M'
e
Martin,
de
sup-
pressão
da
menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurável,
perfeitamente
curada
pela
Revalescière.
Cura
n.°
65:112.—
E.
Payard,
de
gas-
tralgia
e
vomitos.
Não
podia
suster-se
de
pé,
nem
dormir,
tendo
sempre
a
cavida
de
do
estomago
intumecida.
Cura
n.° 62:845.—
M. Boillet, cura,
de
36
annos
de
aslhma
com
suflocações
du
rante
a
noite.
Cura n.°
70:421.—
M. A. Spadaro,
de
utna
constipação
obstinada
de
nine
annos.
Era
terrível,
e distiuctos
médicos
linbam
declarado
que
não havia meio
de
cu-
ral-a
E
’seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas de folha
de lata, de
*/
4
kilo,
300
; de
1
/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
15400
reis;
de
2
*/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
65400;
e
de 12
kilos,
125000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em caixas
a 800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é a
ítievaleaeière ehoeoftatada
s
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somoo,
energia
e carues
duras ás pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mai»
jue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de folha
da
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48 chavenas, 15400 ;
da
120
chavenas, 35200 reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
IHJ «AHlll <*«;.’
M.niTED.~
Piace
Vendòme, 26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do Corpo
Santo
16,
fjíshoa,
(por
grossn
e miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro,
31,
32; Barrai
&
Irmãos, rua
Áurea,
12—
Por
to,
j.
de
Sousa
Ferreira
&
irmão,
rua
da
Banharia,
77.
OEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Aveíro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.
—
-
liras»,
Domingo*
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
ma
dos
Cliaus
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto.—
Vianaaa
Ca»-
telio,
Aflouso
drog ,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
graode,
140.
—&uimarft®s, A
J. Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo Carvalho, Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva, drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e 33.
—
PenafSel,
Miranda, pharm.
—
Porta,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
Óc
Lmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes &
C.
a, drogs.. Pra
ça
de D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
SaUado,
Phatmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227.
—
Pcmto
<io IJ.
m*.
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa
dlo Vwrzàm,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—Valceaça
do
fíinho,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—
V
í
IS
m
áe
ipwncle,
V.
L.
Maia
Torr s
pharm.
AGRADECIMENTO
A
Companhia
Dramatica Portugueza,
sob
a
protecçào
de
S. M.
ei-rei
o
snr.
D.
Fernando, retirando-se
d
’este
cidade,
agradece
a
todo
o
publico bracarense em
geral
a
protecçào
que
sempre
lhe
dis
pensou.
Faltaria
lambem
ao
mais
sagrado dos
deveres
senão
patenteasse
o
seu
profun
do
reconhecimento
para com
o
exm.°
snr.
Alfredo
Campos,
que
generosa e
desinte-
ressadamenle
se
prompliíicou
a
escrever
a comedia=L
7
ni
milagre
do
Rom
Jesus
do
Monte=;
bem
assim,
ao
illm.
0
snr.
Luiz
Esmeriz,
que
igoalmente compoz
e
en
saiou
a
musica,
e também
a lodos
os
1
llm."’ snrs
que
formam
a
orcheslra,
pela
cedencia
dos seus
honorários
a
favor
da
companhia
em
a noile
de
18
do
corrente.
Ao
distinclo artista
o illrn.
0
snr.
Carva
lho,
pela sua
muito
boa vontade,
em
pin
tar
o
scenarió,
e ao
illm.0
snr.
Fran
cisco
d
’Araujo
pela
sua
coadjuvação
para
o
bom
andamento
da
peça.
Fmalmenle,
a
lodos,
em
geral,
a
nossa mais
sincera
gratidão.
Manoel
Maria
Soares,
(2418)
Director da Companhia.
AGBA9ECIMEHT0S
O
abaixo
assignado,
summamente
grato
a
todas
as
pessoas,
que
o visitaram
por
occasião do
fallecimento
de
sua
estreme
cida
mãe, a
ex.
ma
snr.a
D.
Maria
Bene-
dicta de
Mesquita
Montenegro,
a
todas
protesta,
em
seu proprio
nome
e no
de
sua
familia,
o
seu
mais
profundo
reco
nhecimento.
Braga,
16
de
maio
de
1879.
Dr,
Bento
Joaquim
de
Mesquita Pimenlel
de
Carvalho.
ANNUNCIOS
uvwo
A
Camara
Municipal d’esta ci
dade e concelho de Braga
Faz
saber,
que
finda
hoje
o
praso
marcado
para
o
pagamento
voluntário
da
contribuição
directa
de
1878
a 1879;
e
que
não
tendo
pago
suas colectas
dois
terços
aproximadamente
dos contribuintes,
devem
estes
ir
satisfazer
até
ao dia
4
de
junho proximo futuro; porque desde
esse
dia
em
diante,
terão
de pagar além
da
importância
do
aviso,
mais
a
de
seis
por
cento
do
juro
da
móra
—
contado desde
21
de
maio
corrente.
O
que
assim
se
pu
blica
para
que
ninguém
possa
allegar
igno
rância.
Braga
20
de maio
de
1879.
—
Eu
An-
lonio
Manoel Alves
Costa,
escrivão
da ca
mara,
o
subscrevi.
O presidente
Joaquim
José
Malkeiro
da
Silva.
(2420)
A
Meza
da Real
Irmandade
do
Bom
Jesus
dos Passos,
Santa Cruz e
Sanl
’
An-
na, annuncia
que
no dia
24
do
corrente,
pelas
5
horas
da tarde,
sairá
a
Irmandade
em
procissão
á
visita
do
Jubileu
e
que
nos
dias
23
e
24 terá
na
egreja
confes
sores
para
prepararem
os
confrades
que
quizerem
lucrar
as
graças do
mesmo
Ju
bile
tv
Em
sessão
de
16
do
corrente
mez.
O
secretario
(2416)
Padre
Joào
Antonio Velloso.
BBÈ
BOO
Tabaenria
Bracarense.
Meio
grosso
cada
250
grs.
250
rs.
Vinagrinho
>
p
p
Rosa
D
P
»
0
Secco
P
p
O
Pacotes
de
25
p
25
rs.
(2102)
MANOEL
DA COSTA
ALVES
ALFAIATE
RUA
DE SANTO
ANDRÉ N.° 18.
Acaba
de
receber
um
bonito
e
varia
díssimo
sortido
de
cachemiras
para
a
es
tação,
que
vende
por
preços
limitados,
taes
como:
factos
completos
a
vestir
por
85500,
105000,
12,5000
e
135000
reis,
e
mais
preços.
Palelots
de
melton
a
vestir
de
65500
e
mais
preços.
Guarda-pós
de
esguião
de
linho
a
reis
25000.
Calças
de
eachemira
a
vestir
de
35000
íeis e
mais
preços.
(2393)
xdoptKlo
em
talos
os
lio-pitaes.
(FERRO
DIALYSADO
BRAVAIS)
Recomaondada
por
os
Médico.-.Çj
Contra a
SHEILA,
CHLOROSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA. ?ÉRDAS
33ANCAS.
etc.
|
„ O
Ferro
Bravais
(ferro liquido em
ffottas
concenliadax)
é o tini
•>
’
3!
^exemplo
mo
qualquer
acido; não
tem
cheiro
nenrsabor,
não
produz 4
J?prisão
do
ventre,
diarrhea,
irritação
nem cança
o
estomago; alem
d
’
.sio
«
e
o
wnico
que não
f
iz
o.s
aeities
pretos.
>
E’ 0 mais economico de
toclos os ferruginosos, pois que um frasco dura um mez.
1
Deposito
geral
et» Pariz.
13,
rue
Lafayette
(Perlo
da
Opera),
e
era
todas
as
Pi
ar
macias.
<
Desco
Qar-sc das imitações perisosas c exijir a marca de fabrica que vae juiicla.
x
.Envia-se
grátis
a
qaem
o
pedir
por
carta
franqueada,
nrn
interessante
folneto
sobre
a
Anemia e o
seu
tratamento.^
Deposito
no Porto,
Ferreira &
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
Empregadas
com
o
mais
grão
successo,
depois
mais
de
40 annos
por
a
maior parte
dos
médicos
por
curar
a
Morosis (fluxo
branco)
doança
das
mancebas
filhas
e
to
das
as
moléstias
chloróticas.
Eis
aqui
a
opinião
dos
mais
eminentes
médicos
que as
tem
experimentado
:
«
Depois
35
annos
que
exerço a
medicina,
«
tenho
reconhocido
a
este
medicamento
« (Pílulas
de
Blaud)
vantagems
incontesta-
«
veis
sobre todos
os
outros
ferreos
e
eu
«
0 miro
como
0
melhor
anti-chlorótico.
»
Dr
DOUBLE,
ex-prisidente
da
Academia
de
Medicina.
<r
De
todas
as
preparações
ferreas
que
«
nos
hão
dado
bons
resultados
no
trata-
«
mento das
affeições
chloróticas,
as
pilu-
«
las
de
Blaud
parece-nos
devem
estar
na
«
primeira
fila. » —
Diccionarío unir.
de
Medicina,
t.
n,
page
99.
Como
prova d*
authenticldade, o.
nome do inventor e»ti gravado aonrel
cada
pilula como aqui junto I
Depositos:
Paris,
l, r.Payenne.
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
n.° 28—
3
Vende
papeis
pinti-
dos
para
guarnecer sa Has, ||
lindíssimos
gostos,
a
prin-
cipiar
em
80 reis
a
peça.
Vende
oiio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas, tudo
de
boa
quaii-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma-
no
para
vedar
aguas, ges-
pà
so
para
estuques
de
ca-
&
sas,
tudo
de primeira
qua-
$
f
li
ia
'
le
-
I
3?
wiORrsíat;»;
Caixa penlioriHt
«
Travessa
de
I).
cidade.
E£t
‘ór..r<n«e
na
<í
«laEtiiiDi
d’esta
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores todos
os
dias
desde
as
8
horas
da manhã até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
lodos os
mutuários
que
ti
verem
objectos
empenhados
na
mesma
caixa com atrazo
de
juros
de
ires
mezes
os
venham
pagar
mi
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
AOS PROPRIETÁRIOS DOS BOTEIS
E
HOSPEDARIAS
Na
Typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
vende-se
participações
das
que as
hospedarias
lem
obrigação
de
entregar
to
dos
os
dias
na
repartição
policial,
e
se
gundo
o
modelo
do
regulamento
das
hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600
rs.
Avulso
10 rs.
ATTEXÇÃO
Precisa-se
d
’
um indivíduo
que
queira
encarre-,ir-se
de
fazer
varias
cobranças
dentro
e
fóra
da
cidade;
no
largo
de
S.
Francisco
n.°
6
dão-se
os
esclarecimen
tos
necessários.
(2413)
BILHETES
DE VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo correio, francos
de
por
te
sem
augmento
de
preço.
A
FA»AleiCW -fc
M
ALHEIRO
27,
Praça
do
Bar
ao
de
S.
Marlinho,
27.
Bilhetes
de
visita em
branco:
Cento,
200,
220
e
240 reis.
Tarjados
de
prelo:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de S.
Marlinho,
27
raibÍM
.fflíSSA
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola, massa
e
veludo.
9
7,
Praça do Rarão de
S. Marti-
nho,
99
ÁFhíHCIO
£
BLI
í
E
í
IW
PADRE
SENNA
FREITAS
BK
Aí.
A
CI1AHUTÍKS
ESTMGEihOS
Grande
sortimento
das
melhos
mar
cas,
conservando
os
preços antigos.
Por
caixa
lem
grande
abatimento.
Chegaram
á
TABACARIA
BRACARENSE.
(2403)
Fabrica
a
vapor
de
fundição
ferro
e
metaes
Trnves.a
de
S. João—
Braga.
N
’esta
fabrica,
uníca
na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
lem
pou
pado
a
sacrifícios
para poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades.
e
em
parle
o
tem
conseguido,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras de
todos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que
possam
ser
encontrados
no
Porto
N
’
esta
fabrica fundem-se peças
de
pezo
de
5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achandc
e
já
muit.s
obras
fundidas, co
mo
são:
buxas
para
eixos
de
carruagens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés para
me
tas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para
jardins,
bomhas
de qualquer
pres
são
até
á
altura de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prendas
para
copia
dores,
fuzos de
novo
systema
para la
gares,
ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
tapetes
e ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua, de
todas as
grossu
ras,
de
guinchos
de
pedreiro de lodos
os
tamanhos.
Também
concerta todas
as
obras
d
’
este
genero principalmente
bom-
bas de
poços.
Preços
os
do
Porto.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
FIVAIEIRO A JI
BO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto, tem
reis
400500O
para
mutuar.
(2305)
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel
de
impressão
e de
embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabncaria Bracarense
—
27,
Rua
do
Souto
27—
(2340)
JOSE
’
DA
SILVA FUNDÃO
Com
loja
<le
fat»
feito
13
—Largo do
Barão
de
S.
Marlinho
—13
t
Participa
aos
seus
amigos
e
fre,
guezes.
tanto
d
esta
cidade
coma
das
provioCias
que
tem um
bonito
e variado
sortimento
de
fato
fei-
to,
casimiras
para
fato
muito,
baratas,
cortes
de
calça
a
15300,
25OOO
e 25500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de alpa.
ques
inglezes, roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulaj
de
400
reis
até
800,
de panoo
familiar,
e
meotes,
bonets
de
górgurão
de
seda e
de
casimira
de
todas as qualidades,
de
500
rs.
até
80>'
;
mantas de
seda
de
to-
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que lhe
seja
encommendada,
e
ptompii.
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
tique
á
vontade
do
freguez.
(22
49)
PEíimo
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima despeza
que está
custan
do
0
fornecimento
de pannos
e
fios
para
0
curativo
de
feridas
no
Hospital de
8.
Marcos,
empenha
n
’
este
acto
de
caridade
a
devoção de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardes.
biUlIU
A
iJIpbí
Preço
120
reis.
A
’
venda
no
Porto,
Livraria
Portuen
se,
editora,
121
—
Rua do
Almada
—
123,
e
nas
principaes
livrarias
de
Coimbra,
Lisboa
e
Braga.
Ceremonial
segundo
0
rito
Romano
que
deve
observar-se
na
Ter cia
e
missa
conventual
cantada
na
capella do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto pelo
Presbytero
JOÃO
REBELLO CARDOSO DE MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário, e
no
escriptorio d
’
este
jornal.
Preço....................................
120
rs.
mim
m
viw
DO
?
a
LT0
DOURO
BA
(
ASA BSB; VILLA WJUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
—
Braga.
N
’este armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de meza. (sem garrafa)
150
»
>
»
»
. 190
>
Lagrima
........................................
200
«
Branco
de
meza
.............................
210
»
tinto
de
meza
tino.
...
240
b
Je
prova
secca.
...
300
»
Malvasia
de
2/
............................
360
»
»
velho
....................................
400
t
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a 500
»
Roucão
........................
.700
»
Velho
de
1854
.
...
600
»
a
retalho
para
meza
60
e
80,
0
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se e
garante-se
a
pureza®
boa
qualidade
de todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
tu
an
dai-o
experimentar
por meio
de qualquer
processo
chytnico.
A
APPARIÇÃO
DE
N.
SENHORA DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio d
’este
jornal.
Preço.
...
30
reis.
RESPONSÁVEL—Luiz Baptisla da Siha*
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
18^
Parte de Comércio do Minho (O)
