comerciominho_17051879_936.xml
- conteúdo
-
fOíATliíLta.
IR NOTICIOSA.
REDACTORES—
D. Miguel Sotlo-Mayor e Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Piiuenlel.
7,°
ANNO
PREÇO
DA
ASSÍGNATURA
Braga,
12
mezes...............................
15600
»
6
»..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
850
40
PUBLIGA-SE
AS TERÇAS,
QUINTAS
E SABRADOS.
PREÇO
DA
ASSÍGNATURA
25000
15050
35600
3&600
10
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso...............................
N.°
936
3ES»
2EFS.
CS-
SABBADO
17
DE
MAIO DE 1879
O veneno
em tudo.
I
Assombra, na realidade,
a
audacia
com
que
se
está
fazendo
propaganda
de
im
piedade.
Que
o
erro
procurasse
vestir-se
de
for
ma
a seduzir
os
menos
apercebidos,
não
seria
uma
coisa nova,
pois que
tal
foi
sempre o
meio
de
propalar-se;
mas
que
para
isso
ouse
fazer
traição
a
todos os
princípios
de
honradez
e
probidade
litle-
raria.
é
o
que
reaimente surprehende.
Isto,
não
obstante,
serve
a
convencer-
nos
de
que
o
terreno
lhe
tem
sido
um
pouco
safaro,
pois
já
lhe
não
chegam
to
dos
os
artifícios
de
que
até
ao
presente
se
tem servido
para
o
eífeito.
E
’
,
comtudo,
uma necessidade, ao
mes
mo
tempo
que
um
dever,
prevenir
os
incautos,
para que
a
sua
boa
fé
não
ve
nha
a
ser trahida.
Os
campos
estão
hoje
discriminados
de
modo
a
não
poderem
ser
confundidos
os
combatentes.
E
se não
é
licito
a
ninguém
cobrir-
se
com
a
capa
do
adversário,
para
fazer
passar
sob
sua
bandeira
princípios
e sen
timentos
que
lhe
repugnam,
também não
se
nos
afigura
de justiça, que se
prestem
as
dobras
de
uma
publicação,
que pelo
titulo
se
promette innocente,
para se
ati
rarem
ao publico doutrinas
falsas,
que
elie
repelliria
á
primeira
vista, se
não
fossem
por
tal
fórma
encapotadas.
Vem
isto
a
proposilo
do
artigo
—
A
agricultura
e
a
política
—
publicado
em
continuação
no
ultimo
numero
do
Agri
cultor
do
norte de
Portugal,
e
que
deve
mos
á
obsequiosidade
de
ura
amigo,
que
para elie
nos chamou
a
attenção.
Se
a
epigraphe
é
ou
não
de
geito
a
designar
o
verdadeiro
assumpto,
lodo
en
caminhado
a
querer enraizar
o
socialismo
na
Egreja
Catholica,
julgal-o-hão os
lei
tores;
que
pela
nossa
parle,
attentos
mais
particularmente
a
conhecer
o veneno
que
se
destila
n
’
aquelles
períodos,
omittimos
quaesquer
observações
a
tal
respeito.
Não
foi
por
certo
feliz
o
articulista
na
escolha
da
these
com
que
se
apresen
tou
em
publico,
pois
que
não
é
coisa fá
cil,
ainda
para
os
engenhos
mais
destros,
provar,
como
pretende,
que a Egreja
sem
pre
foi
e
é
socialista.
Não
se
extinguiu
ainda
completamen-
le
aquelle
bom
senso,
que
faz
conhecer
com
facilidade a
razão
de
certos
factos,
por
maior
que
seja
o
seu alcance.
E
o
articulista
deve
saber,
que
não
é
um
segredo
para
ninguém o abrigo
que
as
victimas
do
socialismo
estão
procuran
do
no seio
da
Egreja.
Tentarão
d
’
este
modo
ser
devorados
mais
depressa?
Como
foi
pois
que se
furtou
ao
tra
balho
de
nos
explicar
este
phenomeno
a
que
bem
póde
chamar-se
—
amor
de
per
dição—e
do
qual
até
o
proprio
Bismark,
com
todo
o seu
passado
odio
contra
os
catholicosse
mostra
accommettido?
Deixemos
por
agora
este
incidente,
e
entremos
no
desenvolvimento
da
doutrina,
que
tém
por
fim
mostrar—
que
o
Chris-
tianismo
atacara
a
propriedade individual.
Antes,
porém,
que prosigamos.
seja-
nos
licito
fazer
uma
pergunta.
—
Qual
o
Tegimen
da
propriedade
na
epocha
em
que
principiou
a
prégar-se
a
religião
chris-
tã?
Que
esse
regimen era
vicioso,
confes
sa-o
o
articulista,
sem
que,
comtudo,
nos
dissesse
em
que
consistiu
o
vicio.
Seria
pelas
demasiadas
garantias
que
talvez firmassem
a
propriedade
na
indivi
dualidade?
Não
nol-o
parece,
visto
como
no
pa
ganismo
havia
só
uma
entidade
com
di
reitos
reconhecidos,
que
era
o
Estado.
E, cotn
respeito
á propriedade,
nin
guém
ignora,
que
só
do
Estado
recebiam
os
indivíduos
os
bens
que
desfructavam,
quer
por
lh
’
os
conceder
directanaente,
quer
pela
sua
approvação,
de
que
estavam
de
pendentes
os
direitos
d
’herança.
Cesar
constituira-se
o senhor
absoluto
da
propriedade,
cujo
dominio
directo
os
codigos
e
as
leis
lhe
consignavam
(1).
E
nem
para
estranhar
é
que
assim
acontecesse,
desde
que,
pelo despotismo,
que
formava
a
base
de
toda
a
organisa-
ção
política e
social,
o
Estado
se
arvo-
rára
em
senhor
exclusivo
de
seus
súbdi
tos.
Era
a
sociedade absorvendo
o indiví
duo
—
o
predomínio
do
interesse
publico
sobre
lodos
os
interesses
particulares.
E
será
facil
de
calcular,
qual
deveria
ser
a
força
com
que
esse
predominio
obra
va,
quando
exercido
á
sombra do
ter
rível
principio
—
salus
populi.
Perante
este
espectro
sanguinário,
que
se
apresentava
rodeado
de
cruéis
satelli-
tes,
o
anniquilamento da
propriedade
de
via
ser
completo.
E o era
com eífeito,
porisso
que
o
Estado
occupara
toda
esphera
da activi-
dade
humana.
Cremos
ser
tal
o
vicio
que
o
articu
lista
encontra no
velho
regimen
da
pro
priedade.
Porque
lhe
não
daremos, pois, o
no
me que
justamente
lhe
compete,
e
lhe
não havemos de
chamar
—
socialismo?
Se o
indivíduo,
póde
dizer-se,
que
não
linha
existência
própria ante
o
poder
que
se
dizia
representante
da
sociedade,
a
con
clusão
é
que
o socialismo
estava
no
fun
do
de
todas
as
constituições
pagãs.
E
sendo
assim,
como
admiitir-se
que
elie
fosse
o
meio
empregado
pelo Christia-
nismo
para
abalar
e
derrocar
o
velho
edi
fício
da
sociedade
pagã?
Também
nas
questáes sociaes
terá
ap-
plicação
o
celebre
principio
—
similia
simi-
libus?
E’
de
crer
que sim,
visto
que
só
por
tal
fórma
póde
explicar
se
o
tom
dogma-
tico
do
articulista,
quando
diz:
a
verda
de
é
que
existia
(o
socialismo na
religião
christã).
Não
só se
deduz
da
doutrina, mas
até
se
descobre pralicamenle
em
muitos
fa
dos
da
vida christã
dos
primeiros
tem
pos
da
sua
existência.
Não
é
como
pensa;
e
nós
o
veremos
para
os
numeros
seguintes,
em
que
pro-
mettemos
acompanhal-o.
M. MARINHO.
(1)
Les
legisles
de
M.
Coquille.
Com
muita satisfação
transcrevemos
os
seguintes
períodos
d’
'ima
carta
que o nos
so respeitável
correligionário
e
collabora-
dor,
o
exm.°
snr.
A.
Ribeiro
Saraiva,
di
rigiu ao nosso
amigo
o
snr.
padre
Senna
Freitas,
a
proposito do
livro
d
’
este
dis-
tincto
escriptor
Critica
á
critica:
Exm.°
Snr.
Londres,
3
de
maio,
1879.
Meu
Estimadíssimo
Amigo — Houvera
respondido
immediatamente algumas
pala
vras
ante-bontem mesmo
ao
seu gostoso
favor,
se
não
fora
o querer antes
exa
minar
até
ao
fim
a
sua magnifica
res
posta
ao
superficial
Apóstata, que
os
char
latães do Protestantismo
adquiriram para
a sua
communidade
— que
bom
proveito
lhes
faça! Emquanto,
cá
na
Inglaterra,
a
nata
do
Clero Protestante
se
vai,
cada
dia mais,
passando
á
Verdadeira
Igreja
de
Jesus
Christo,
vam
as
borras
de um
Catholicismo
vesgo,
juntar-se
ás
de
um
Anglicanismo
ridículo!
E
’
cousa
curiosa
que,
cá
dentro,
é
raríssimo
que um
Ca-
tholico, mesmo
dos
mais
nominaes, passe
á
heresia;
e
que
o
melhor,
motal
e
intel-
lectualmente,
do
Anglicanismo,
esteja
to
dos
os
dias
desertando d
’elle para
a
Ver
dadeira
Igreja!
Provavelmente,
terá
V.
Exc.
a
noticia
da
publicação
que
ha
tempos
fez
aqui
um
papel
faxionavel,
de
uma lista
de
Pro
testantes
que se
fizeram
Catholicos
já
de
pois
que
eu
estou
em
Inglaterra,
mas
especialmente
n
’estes
últimos
annos
(e
con-
tinúa).
Em
lodo
caso,
vou
remetter-lh
’a,
para
o
de que
a
não
tenha
visto.
Para
bem
aprecial-a, todavia,
carece-se
de
cá estar,
e
conhecer
um
tanto
por
dentro
esta
so
ciedade,
e
a
qualidade
moral,
inlellectual
e
social,
d’
esses
convertidos; entre
os
quaes
figuram
as
primeiras,
as
maiores
capaci
dades
intellectuaes,
moraes,
eruditas,
scien-
tificas;
mas
de todas
as
primeiras
classes
d
’
esta
sociedade
especialmente.
j
Que
ridículos,
que
miseráveis,
que
insignificantes, que nojentos,
se
encontram
os
Ennes,
por exemplo,
e
camaradas
ejus-
dem
furfuris,
que
lá,
era
nosso
Lilliput,
arrotam
philozophia
(com
z),
isto
é,
in
credulidade,
atheismo,
«progress.o»
(!) ([sal
vo
tal
logro!...);
se
a
gente
se
recorda
ao
mesmo
tempo
de um
Newman.
de um
Manning,
de
um
Wiseman,
de
ura
Hoc-
klei,
de
um
Allies,
de
um Faber, de
um
Colleródege,
de um
Ward
de
um
Wibber-
force,
e
de
certo
de
outros, Catholicos, ou
Convertidos, do
mais
alto
quilate,
scien-
tiíico,
litterario,
e
moral,
de que
se
ador
na
aqui
a
Igreja
Catholica!
[Que
imper-
cepliveis
insectos
ficam sendo
em vista
de
taes
noraes,
não
só
os ci
devant
«Pa
dres»
Guilhermes
Noites,
mas
os nossos
arrotadores
de
«Progresso»
(carauguejal),
e
de
luzes
(de
velas
de
cebo)!
Ao
ver
a
arrogancia,
a
philaucia,
a
satisfação
de
si proprios,
a
presumpção,
de
taes
insectos,
como
o
da
Soberania
do
Povo
(d
’
Agueda
—
risum
tenealis?],
co
mo
de
um
tal
Trinta
Diabos,
de
Lisboa,
e
tutli
quanli
semelhantes
illuslradores
do
que foi
Portugal,
vem-me
sempre
á
ideia
um
cardume
de guzanos
fervelhando
con
tentíssimos
na
podridão
de
uma
carcassa
de
animal morto—
entendendo,
sem
duvi
da,
que não ha prosperidade
igual!
ou
gloria
!
A.
R.
SARAIVA.
GHROMGA ESTRANGEIRA
O
projecto de lei
ácerca
do
ensino,
é
ainda o
assumpto
do
dia
em
toda
a
França.
Oiçamos
a
este
respeito
um
dos
mais
notáveis
jornalistas
d
’
aquelle
paiz.
«...N
’esta
questão
é
a
Egreja
e
a ma
çonaria
que
se
acham
etn
frente uma
da
outra.
Nós temos
firmissima
esperança
de
que
a
Egreja
sairá
victoriosa
da
lucta;
mas
esta
lucta
será
rude,
porque
a ma
çonaria
tem
por
si o
governo
e
todas
as
más
paixões.
A
França
catholica
levanta-
se
como
um só
homem,
e
as
pessoas
sensatas
de
todos
os
partidos, e
de
to
das
as
crenças
se
intileiram
umas apoz
outras
do
seu
lado;
eis
um
feliz
sympto-
ma.
Pretendeu-se ferir a
Monsenhor o
ar
cebispo
d
’
Aix,
culpado
de
ter
dito
com
energia
a
verdade,
e
todo
o
clero
d
’
Aix,
toda
a diocese
se
acercam
do
Prelado,
ao
mesmo
tempo
que
todos
os
francezes
que
conservam
no
coração o
amor
da
religião
e
da
liberdade.
Os
jornaes
da
Re
volução
gritam
á
revolta;
e,
sim,
ha
uma
revolta,
a
da
consciência
publica
contra
o
proceder
cesariano
dos
nossos gover
nantes,
a revolta
de
que o
proprfo
im
perador
Napoleão
fallava
quando
dizia que
«o
império
da
lei
cessa
onde
a consciên
cia
começa».
Os
christãos
estão
sempre
promptos
a
dar
a Cezar
o
que
é
de
Ce-
zar,
mas
sabem
também
dar
a
Deus
o
que
é
de
Deus,
e
elles
collocam
Deus
acima
de
Cezar.
E’ porque
elles deram
ao
mundo
a
verdadeira
liberdade
que
o
mundo
não
conhecia,
e
que
manteem
atra-
vez
dos séculos,
mau
grado
os
esforços
dos
tyrannos,
de qualquer
nome
que
se
jam,
esta
liberdade
que
é a honra
e
que
constitue
a dignidade dos
povos.
As
petições
que
se
multiplicam,
os
pro
testos
que
se fazem
ouvir,
os
votos dos
conselhos
geraes,
as
reclamações
da
im
prensa,
tudo
clama
ao
governo
que
elie
trilha
um
caminho
errado;
se
o
snr.
Fer-
ry
persiste,
é
duvidoso
que
assista
até ao
fim
da
discussão
como
ministro».
—
D
’
uma
relação
do ministro da
jus
tiça
resulta
que,
durante
um
quinquénio,
os
legados
feitos
ás Congregações
e
es
tabelecimentos escolásticos
de
França
ex
cedem
a
56
milhões
de
francos.
Estes
progressos
do
catholicismo
n
’aqoella
na
ção
trazem enfurecidos
os
inimigos
da
Egreja.
Le
Rappel
escreveu
ha
dias:
«Achamos
n
’esta
collecção
de dados al
guns
particulares
curiosos
e
inéditos,
que
mostram
quanto
é
o
poder
e
a
força
de
acção
do
partido
clerical, e
que
numero
de
adeptos
demasiado
considerável
acha
todavia,
por
desgraça,
em
nosso
paiz».
—
A
questão
religiosa
não
é
menos
seria
na
Bélgica. Ha
muitos
dias
que
a
camara
dos
representantes
belgas
discute
o
projecto
de
lei
apresentado
pelo
minis
tério
chamado
dos
sele
irmãos
maçons,
que
quer
banir
Deus
da
escola,
abolindo
a
lei
de
1842. A’
s
declarações
mais
ou
menos
irreligiosas
dos
liberaes,
os catholicos
res
pondem
por
argumentos
sem
replica;
mas
os maçons responderão
pela força
do
nú
mero.
No
entanto
aquelles
preparam
se
para
luctar
no
terreno
dos
fados;
se
el
les
forem
vencidos
no terreno
legal,
con
tinuarão
victoriosos
na
pratica,
porque
elles
criam
por
toda a
parte escolas
li
vres,
e
alli,
como
na
França,
são
as
esco
las
livres religiosas
que
atrahem maior
nu
mero
de
discípulos.
—
A
Rússia continuúa
sob
regime
do
terror:
multiplicam-se
os
arrestos
em
to
do
o
império,
e
os
atlenlados
dos
nihilis-
tas cada
vez
recrudescem
mais
e
mais.
Na
verdade,
depois
que
os
soberanos con
sentem que
a
Revolução
tenha
prisionei
ro
o
primeiro
d
’
entre
elles,
não
teem
go-
sado
senão
d
’
uma
bem
precaria
liberdade.
Raro
ousam
sair
dos
seus
palacios,
e
quan
do
o
fazem
é
sempre
com
um
luxo
de
policia
apparente
ou secreta
que
bem
tes-
timunha
os
seus
legítimos
receios.
A
cidade
de
S.
Petersbuigo
está
tris
te
e
sombria,
com
as
ruas
desertas.
Trcs
pessoas
que
passeiam
juntas
correm
pe
rigo
de
serem
presas,
se
acontece
apro
ximar-se
a cumprimentai
as
uma quarta.
As
tropas
passam
os
dias
em armas,
promptas
para
sair
dos
quartéis
ao
pri
meiro
signal;
as
patrulhas
que
circulam
são
numerosas;
os
generaes
e
funcciona-
rios
só andam
de
irem e
com
escoltas
de
cavallaria;
os
negocios
estão
paralisa
dos.
As prisões,
que
a
principio
eram
de
nihilistas,
alcançam
agora
a
todas
as
clas
ses.
Entre
os
presos,
contam-se o
sena
dor
Stasoff,
que
n’
um processo
defendeu
os
nihilistas;
Pytin,
um
dos
directores
do
banco
imperial;
o professor
Fanniscyn;
a
snr.
a
Philosopoff,
esposa do
primeiro
pro
curador
militar; os
paes
de
Schulz
e
do
general
Drentein, ambos
chefes
da
poli
cia
secreta,
e
muitos
officiaes
e
outras
pessoas
de
posição civil.
As
Noticias
Contemporâneas,
de Mos
cow,
dizem
que
o vice-governador
de
Ozel,
snr.
Dyakonof,
encontrou
no
dia
2o
de
abril,
pregado
na porta do
seu
quarto
de
cama,
um
papei
impresso
com
grandes
leltras
vermelhas,
dizendo:
—
«Ao
seide do
tyranno
Alexandre
II,
A.
VV.
Dyakonof.—0
governo
abaixo
assignado
intima-o
a
demiltir-se
das
suas
infames
funcções;
de
contrario,
terá
a
sorte
do
príncipe
Krapotkine.
—
Assignado:
0
go
verno
nacional
secreto».
—
Por
toda
a
parte
a
situação
é
a
mes
ma:
progresso
das ideias
republicanas
na
Italia;
agitação
na
Allemanha
por
causa
dos
projectos
aduaneiros
de
Bismark;
dif.
ficuldades
persistentes
pela
execução dQ
tractado
de
Berlim;
dificuldades
entre
China
e
a
Rússia;
continuação
da
guerr
a
contra
os
zulus;
guerra entre
o
Chili
d
fí
uma
parte, e
a
Bolivia
e
o Perú
da outra
------- - --
U"
------
LUbotiy
14
de maio de
(Do
nosso correspondente)
Ha
mais
um
cardeal
porltiguez,
o
rev.°
bispo
do
Porto.
Acato
os
decretos
do
Vaticano...
(I)
A
despeito
do
que
nos
disséra
a
agen
cia
Hivas,
os
filhos
de
Carlos VII,
o
l.°
dos reis
legítimos,
por
sua
energia,
e
gentileza,
foram
chrismados
por
Leão
XIII.
Que
ferro
para
o Aflonso
e
compa
nhia!
Em
virtude
de
uma
tentativa
de
sui
cídio,
que
se
deu
n
’
esta cidade,
já
quasi
indifferente
diante
dos
actos
de
maior
des
crença religiosa,
foi
passado
do
corpo,
em
que
servia,
um
capitão,
bem como
o
oílicial,
que
allentara
contra
os
seus
dias,
em
consequência
de
algumas
alterca
ções
entre
ambos.
E
’
a situação
natural,
a
que
a infame
obra
da
revolução
tem
levado
a disciplina,
e
a
moralidade
do
exercito.
Pouco
depois
um
soldado
de
artilhe-
ria,
que
sahira
de
um
dos
thealros, se
guiu
o
exemplo
do
oílicial,
porém
falle-
cendo
logo.
A
liberdade
folga
com estas,
e
muclias
otras
cosas,
que
o Jpaiz
não
presenciaria,
se
a
(acção patricida,
e
a
quadrupla
al-
liança, de
mãos
dadas
com
a
traição,
e
excessiva
cegueira
dos
vencidos,
não
lhe
tivessem
dicto:
«Entre,
a
casa
é
sua,
não
faça
ceremonia».
E
a
innocente
fez-lhes
a vontade;
entrou
para
fazer
da
fortuna
publica
roupa
de
francezes,
e
desvirtuar
o
povo,
em
grande
parte
já
descrido,
e
corrupto.
A proposito
da
apregoada intolerância
política
da
monarchia
legitima, dir-vos-hei
que
acabo
de
ter
á
vista
um
documento
oílicial,
em
que
figuram
nada
menos
de
tres funccionarios
públicos liberaes da
gemina.
0
alludido
documento
é
de
1830,
isto
é,
de
um
dos
annos,
em
que
o
se
nhor
Dom
Miguel
I,
de
boa
memória,
go
vernou
o
paiz.
Os referidos empregados
eram
—
Rodrigo
Paganino,
o aclual
almi
rante
Gonçalves
de Mattos
Correia,
então
segundo
tenente
da
armada,
e
o
labelliao
Frederico
Bartholomeu.
E
não
só
estes,
innumeros
empregados, d
’
aquelle tempo,
comiam o
pão
á
monarchia
legitima,
contra
a
qual
conspiravam. Confronte-se
isto
com
a
intolerância
liberal votando á
fome
quasi
toda
a
oficialidade
legilimis-
ta,
expulsando
das
respectivas egrejas
quasi
todos
os
parochos,
demittmdo
a
an
tiga
magistratura,
e
a-
quasi
totalidade
dos
funccionarios
de
todas
as
secretarias
etc.
etc.
etc.
e
lire-se
o corollario.
0
nihilismo
continua
a
dar
que
fazer
ao
governo
da
Rússia.
Nas
próprias
re
-
partições
publicas
teem-se
descoberto
pro
vas
evidentes
da
temerosa
conspiração
do
alludido
partido,
primo
co-irmão do
li
beralismo,
o
qual
ha tanto
inquieta, e
vexa a
maioria
da Europa.
S. Pelersburgo
converteu-se
ultimamente
n’
um
vasto
cam
po
militar.
0
general
Gourko
foi eleito
governador
da
referida
cidade
com
pode
res discricionários.
Mas,
estou
que o
im
perador
Alexandre
saberá
conjurar
a
tem
pestade
imminente,
acabando
por
dar
aos
inimigos
da
ordem
publica
uma
severa
licção.
Tive
ha
mui
pouco
dias
noticias
d
’Afri-
ca, insuspeitas,
porque
são
de
fonte
li
beral,
e
sobre liberal
nada
affecta
ás
or
dens
regulares.
0
estado
moral,
e
material
do
ultra
mar
africano
é
de
lodo
ponto
deplorável;
e
só
as
missões,
pelos
frades,
palavras
do
meu
informador, poderiam
arrancar
da
ignorância,
e
da
miséria aquellas
longiquas
regiões,
abandonadas
pela
metropole.
Mas,
caros
amigos, quem
ousa
fallar
de
frades
diante
do
poder
liberal!
Todavia,
creio
bem
que
o
liberalismo
deitaria
mais
foguetes
ainda
do
que
tem
agora
queimado
para festejar
o
restabele
cimento
do
snr.
a
D.
Maria
Pia,
se
vira
resurgir
todas
as
Ordens
Religiosas
do
paiz,
taes
quaes
as
veiu
encontrar
em 1834,
mas
para
as
expoliar
outra
vez,
e
lançar
ao-
almargetn,
também outra
vez, os
frades.
Que
mina!
E
que
tripudio!
Não
haveria
parente
pobre,
como
não
houve
em
1834.
No
dia
11
do
corrente
casou
o
filho
do dr.
Pinto
Coelho, Carlos Pinto
Coe
lho,
com
uma
filha
de
José
Diogo
da Sil
va,
dono
de
uma
fabrica
de tecidos,
em
Oeiras,
em
mui
prosperas
circumstancias.
0
telegrapho
ainda
nos
disse
hontem
que
o
Aflonso
de
Hespanha
casa
com
uma
Princeza
filha
de um
archiduque
aus
tríaco.
E
’
possível,
m-âs
a consequência,
que
hei
de
tirar, se
se
realisar
o
tal en
lace,
será
que
ha
príncipes
de
uma
vis
ta tão
curta
que
nem
sequer
enxergam
a
alta
e palpavel
inconveniência
de
não
romperem
por
uma
vezcom
tudo,
que
tem
mais,
ou
menos
proximo
parentesco
com
a
revolução.
Parece que
as
licções
que
teem
tido,
lhes
não
aproveitam. Persistam
por
mais
algum
tempo
fóra
do
caminho,
de
que
nun
ca
deveriam
ler
aberrado,
e depois gostarão
amaríssimo
fruclo
das
suas
levianas
con
descendências.
Elias teem
levado
a
Europa
ao estado
impossível,
em
que a
vemos
todos.
Do
vosso
correspondente
A.
(I)
Releve-nos
o
nosso
dlustrado
cor
respondente
que
omitíamos
por
ora
os
commentarios,
aliás
muito sensatos
e
nada
offensivos,
de
que
faz
acompanhar
esta
parle
da
sua
correspondência.
E
’
pleno o
nosso
accordo
com
as
suas considerações,
mas
circumstancias,
cujo
valor
só
nós
conhe
cemos
perfeitamente,
aconselham-nos
a
omittil-as.
Alijó
9 de
maio ee 1899.
(Do
nosso correspondente).
A
escacez
de
noticias
por
aqui
é
sem
pre
grande, e
pouco
ha
que
inteiesse
aos
vossos
leitores. Dir-vos-hei,
todavia,
que
o
tempo
continua
de
má
catadura,
e.
supposto
que
não chuvoso,
mimosea-
nos
todos
os
dias
com
um
vento
insup-
porlavel.
Pouco
mais
vos
direi.
—0
snr. Antonio Augusto
Pereira
e
Sousa,
escrivão
da
fazenda
d
’
este
con
celho,
cavalleiro
honrado
e
funccionario
digno a
todos
os
respeitos,
(1)
tem
per
corrido
quasi
todas
as
freguezias
do
con
celho,
dando
caça
aos
contrabandistas,
que,
segundo
denuncias,
andam aos
for
migueiros.
Não sabemos
o
resultado
dos
seus
esforços,
mas
é de
crer
sejam
favoráveis,
attendendo
á dedicação com que
s.
s.
a
zela os interesses da fazenda.
Parece-se
bem.
com
o
vosso,
não
é
verdade?!
Pois
afianço-vos
que
este
não
é
condecorado
com
o
habito
de
Christo.
(2)
—
Haverá
quatro dias que
dois
crea-
dos
dos
negociantes
Caliados
se
travaram
de
razões
em
S.
Mamede
de Riba
Tua
do
que
resultou
ficar
um
ferido
mortal
mente
com
uma
facada
que
lhe
atraves
sou
o
pulmão
esquerdo 0
criminoso
acha-se felizmenle
já
sob
a
acção
da
jus
tiça.
—
Foi
hontem
rendido,
com
o
fim
de
ir
assistir
aos
conselhos
de
guerra,
o
alferes
Mesquita,
commandante do desta
camento
d’
esla
villa.
Deixou
aqui
algumas
saudades,
por
que,
segundo
dizem,
é
moço
tratavel,
de
licado e
de
bastante
instrucçào.
Conversamos
com
elle algumas
vezes,
mas
não tivemos
occasião
de
apreciar
os
seus
conhecimentos
litterarios.
Sabemos
só
que
pertence
ao
regimen
to
13,
que
jogava
muito
bem
o bilhar,
e que
vae sempre
para
o
Vidago
desta
cado,
nas
occasiões
em que
alli
vem
o
snr.
D.
Luiz,
a
fim
de
divertir
s.
mages-
tade
com
uma
sementeira
de
carambo
las.
—
Sóbe
á
scena
nos
dias
11
e
12
de
junho
proximo.
em
um
theatro improvi
sado, n’
um.armazém
do
exc.
mo
snr.
vis
conde
da
Ribeira
d
’
Alijó,
0 Mario,
dra
ma
em
5 actos,
extrahido
do
romance
do
mesmo
nome, do fabecido
Silva
Gayo,
pelo
snr.
Cazimiro
Eugênio
de
Sousa
Cabral.
Supposto
que
a
nossa
opinião
seja humílima,
o
drama
está
bom
e
de
ve
produzir
efíeito.
Tem
passagens
magni
ficas
e
de
muita
força.
Em
muitas par
tes
a linguagem,
embora
não
seja
de
Silva
Gayo,
é
boa.
0
snr.
Sousa
Cabral
é
intelligente
e
bastante
lido.
0
drama
já
entrou
em
ensaios
e
é
desempenhado
por curiosos.
Ficará
hoje
por
aqui
o
vosso
humilde
correspondente
C.
M.
SECÇÃO
COimCIAL
0
mau
estado
do negocio
no
Brazil
re-
flectido
em Portugal—
Aos nossos
patrí
cios
que do Brazil
vem
devemos
o
des
envolvimento
industrial
—Falta
de
expo
sições
industriaes
—Diminuição
no
tra
balho
—
Protestos
contra
os
varejos —
Des
equilíbrio
do
orçamento.
Se
a
falta
de
letras
do
Brazil
affecta
o
commercio
e
induslua
portugueza,
mui
to mais sensível
se
torna
este mal
na
província
do
Minho,
onde
um
grande
nu
mero
de
famílias
vive
de
recursos
que
d
’aquella
praça
lhe
enviam
seus
paren
tes.
Além d’
isso,
muitos
indivíduos
que
residem
em
Portugal,
conservando
as
suas
casas commerciaes no
Brazil,
ou
lá
teem
os
seus
capitaes,
não
podendo
retirar
de
alli
nenhum
capital
peio
mau
estado do
cambio,
o que
só
poderiam
fazer com
gravíssimo
prejuízo,
veem-se
na
necessi
dade
de
recorrer
ao
credito
de
nossas
pra
ças,
tornando-se
mais
escassa
por
esta
causa a
falta
de
numerário
para
o
giro
do
commercio
e
da
industria.
Podemos
aífoilamente
dizer,
que
o
grande desenvolvimento que ha
alguns
an
nos
se
tem
notado
na
nossa
industria,
é
devido
ao
capital
e exforços
de
nossos
patrícios, muitos
dos
quaes
leem empre
gado
avultadas
sommas
em
edificação
de
fabricas
importantes,
collocando
esse
ca
pital
ganho
com
o
suor
de
seu
rosto
longe
da
palria,
na mão
do
industrial
e
do
artista
que
na
fabrica ou
na
oficina ga
nha
honradamente
o
pão
que
á noite
re
parte
com
a
esposa
e
filhos.
Não
é
ao exforço dos
governos
que
se
deve
esse
pouco
desenvolvimento
in
dustrial;
que
se
não
fosse o capital
que
do
Brazil
nos
tem
vindo,
as
artes
e
a
industria portuguezas
estariam
como
ha
cem
annos.
As
exposições internacionaes, que tanto
incitam
as
artes,
são
entre
nós
quasi
ol
vidadas.
Houve
uma
exposição
industrial
no
pa
lácio
de
Chrystai
no Porto
em
1865, e já
lá
vão
14
annos sem
que
o
governo
nenhuma
outra
promovesse,
salvo
a
de
soldados
bisonhos
no
acampamento
de
Tancos e
a
de
14
orçamentos
tão
bem
organisados
que
a
divida
nacional
tem
crescido
fabulosamente.
As
importantes
relações
que
lemos
com
o
Brazil
nos
fazem
sentir
os
seus
inter
nos
revezes,
dos
quaes
muito
participa
mos.
A
’
falta
de dinheiro
que
do
Brazil
nos
vem.
ajunta-se
o
retraimento de
ca
pital,
lodos
se
limitam
ao
indispensável,
reduzem
suas
despezas,
e
d
’
aqui
resulta
uma
grande
diminuição
no
trabalho,
o
enfraquecimento
da
industria
e
das
artes
e
o
mal-estar
do
commercio,
que
recorre
n’
estas
circumstancias
a
fazer vendas
com
limitadíssimos
lucros.
A agricultura,
não
lhe
lendo
sido
fa
vorável
o
anuo
de 1878
em
que
teve
pou
cos
cereáes,
vê-se
ainda
assim
obrigada
a
fender
esse
pouco por
preço
barato,
em
consequência
dos cereaes
estrangeiros
que teem occorrido
a
Portugal.
Se assim
não
fosse,
tínhamos em
Por-
tugal
uma
crise
alimentícia.
Deste
mal
se ressente
a
França
e I
q
.
glaterra;
e a
Hespanha decretou
ha
pou-
co
a livre
entrada
de
cereaes
eslrangei-
ros,
porque
uma
crise
alimentícia
se
pro-
nunciava
alli
com
medonho
aspecto.
Tem
havido
pouca
exportação
de
vi.
nhos
porluguezes,
regulando
a
boa
quali
dade
dos
da
Regoa
38$000
e 40$000
rs.
a
pipa.
Continuam
os
protestos
contra
os
va
rejos.
0
Banco
Luzilano
também
protestou,
assim
como
o
tem
feito
outros
estabele
cimentos.
A
lei
do
sello
é
um
pesado
encargo
para o commercio.
e
d
’
ahi
resulta
estar
grande
numero
de livros
sem
este
reque-
silo
da
lei.
Se
os
impostos
já são tantos.......
0
referido
banco
recusou-se
a
apresen
tar
os
livros.
A
importação
de
cereaes
estrangeiros
tem
feito
escassear
o
numerário.
As
inscripções
tem
regulado de
50,50
a
50,80.
Apesar
do
desequilíbrio
do
orçamento
geral
do Estado,
sustenta-se
o
nosso
cre
dito.
O
governo
terá
talvez
de
recorrer a
novos
empréstimos, que não
vão
propí
cios
os
tempos
para explorar
o imposto.
Hade,
provavelmente
encontrar
dinheiro,
porém,
mais
tarde,
soffreremos
as
terrí
veis consequências
de
uma má
adminis
tração
que
ha
tantos
annos
tem
caminhado
para o
abysroo.
O
paiz
verga
sob
o
peso de
grandes
encargos.
Os melhoramentos
concluídos na
viação
não
dão
ao
Estado
o
juro
do
que
dispendeu.
e
os
projectados
e
emprehen-
didos
mais
dificuldades
lhe
vão creando.
A
receita
não
chega, e
mais
cedo
ou
mais
tarde o
imposto
hade
apparecer
para
co
brir
o
defieit.
Nas
acluaes
circumstancias
seria
im
possível.
No entanto precisamos empregar
a
nossa
actividade
combatendo
esta
crise
medonha,
contribuindo
todos
segundo nos
sas
forças
para
a
restauração
do
traba
lho.
Em
auxilio
do
commercio
e
da
indus
tria,
appellamos
para
os homens
de
for
tuna
e
para
aquelles
que
escaparam
aos
desastres
bancarios
que
se
deram
n
’estes
últimos
tempos.
Do
enfraquececimento
do
trabalho
nasce
o
enfraquecimento
moral,
que
póde
acar
retar gravíssimos
transtornos
na
ordem
publica
e
social,
produzindo
um terrível
naufragio.
Os
agiotas tratam
de
especular com a
miséria
publica
e
vão em
seu
proveito
espalhando
uma
desconfiança
exaggerada.
Tratem
portanto
os
homens
de
brio
de
lhe
declarar
guerra.
Não
somos
tão
ricos
como
os
Estados-
Unidos,
mas
isto
não
obsta
a
que
reuni
dos
todos
possamos
conjurar o
mal
que
nos
trabalha.
Não
sejamos
pequenos
na desgraça,
e
empreguemos
nossos
esforços
em beneficio
do
trabalho.
GÀZHIHÀ
Chronien religins».—
A’manhã,
18:
Na
Sé
procissão
do
Sacramento.
Nos
Terceiros
festa
de
N
Senhora
dos
Desamparados.
Em
S
Victor
festa
do
Senhor
das
Ne
cessidades.
Exposição
do
Santíssimo
no
Salvador.
Proeisião
para luerar o
hiteu.—
Como
prenoticiamos,
s. exc.
revd.
ma
o
snr.
arcebispo
Primaz
fez
an-
te-hontem, pelas
5
horas
da
tarde,
as
visitas
para
alcançar
o
Jubileu.
O
préstito era
composto
pelo
corpo
capitular,
pelas irmandades
da
Sé,
e
com-
munidades do
Seminário
Conciliar
de
S.
Pedro
e
Órfãos
de
S.
Caetano. Eram in*
numeros
os
fieis
que
acompanhavam
1
procissão.
Pomo
n»eteori»l«>gico,—
Dizem
q
ue
vae
haver
no
formosíssimo
local
do
Bom
Jesus
do
Monte
um posto
meteorologico-
Bom
é
que
seja
verdade.
.Vlitrn viliaasj «ía
cretição. —■
Distr1
2
'
buiu-se
o
fascículo n
0
5
das
Maravilha
da
creação,
pelo
snr.
P
edro
M.
P
osser
-
A
correspondência
deve ser
dirigida
ao
auctor,
na
Livraria
Franco-Lusitana,
>ua
do
Ouro,
246
e 248, l.°—
Lisboa.
(1)
Se
do de
cá,
d
’
este
abençoado
concelho
de Braga, se
podesse
dizer
ou
tro
tanto...
Mas
qual
historia...
(2)
Está
claro. Todos
nós
sabemos
que
as
condecorações
significam
em terras
de
Portugal
um
prémio...
de
gordas ge
ntile-
as.
z
Exnmea
ílnaes.—
Dizein
que
é
pro
vável
que
os
exames fmaes
sejam
feitos
no
lyceu
d
’esta
cidade,
mesmo
aquelles
que
servem
de
habilitação
aos
cursos
su
periores.
Póde
ser, póde;
mas
porora
não
cre
mos.
Inapeeção
—
A
junta
de
revisão
ins-
peccionou
33
mancebos,
dos
quaes
ficar
ram
apurados
12,
esperados
3
e izentos
18.
Revista
de
direito administra
tivo.—
Recebemos o
n.°
17,
correspon
dente ao
mez de
maio,
da Revista
de
di
reito
administrativo,
de
que
é
redactor
e
proprietário
o
snr.
dr.
José
Caetano
Preto
Pacheco,
distinclo
advogado
nos
auditórios
do
Porto.
E
’
,
como
por
vezes
lemos
dicto,
mui
notável
e
util
esta publicação,
que
tem
tido
o
melhor
acolhimento
da imprensa
nacional
e
estrangeira.
Partida.—
Como
já
annunciamos,
s.
exc.
a revd.
nia
o
snr.
arcebispo Primaz
parte
hoje,
no
comboio das duas
horas,
em
visita Pastoral a
Villa
do
Conde,
Po
voa
do
Varzim e
Barcellos.
E
’
justo.—
A
Junta
geral
d
’
este
dis-
tricto resolveu
mandar
lançar
na
acta
um
voto
de
louvor
ao
engenheiro
snr.
Pláci
do
Peixoto,
pelo
modo louvável
com
que
este
cavalheiro
se
tem
havido
no
desem
penho
de
trabalhos
a
seu
cargo.
ITÍez de Maria,
na
egreja de
S.
Víeente.—
Tem
logar no
dia
8
de
junho
a
conclusão
do
Mez
de Maria
na
egreja
de
S.
Vicente,
festividade
que
será feita com
grande
esplendor.
Préga
o
nosso
amigo
e
distinclo
orador
sagrado,
o
revd.°
abbade
de Sabariz.
«
Herivão de fazenda.—
Teem-nos
contado
varias
gentilezas
do
digno
escrivão
de
fazenda
d
’
este
concelho,
Antonio
da
Costa
Moraes.
Uma
d
’
ellas,
e
graúda,
respeita a
um
distinclo
cavalheiro
de S. Marlinho
de
Dume.
Havemos
de averiguar
o caso,
e
depois cá
viremos.
Este
snr.
escrivorioestá
mesmo
a pedir...
um
logar
de
delegado do
lhesouro,
sequer.
«Ora
isso
mesmo
é
o
que
se
requer»,
como
diria
o
Rosalino.
&
udieneiatt geraes.—
Foram
julga
dos
Francisco
José
Coelho
e
Antonio
Jo
sé
dos
Reis,
da
freguezia
de
Santa
Eu-
lalia
de Tenões,
por
causa
das
irregula
ridades
praticadas
pelo presidente
da
as
sembleia
eleitoral
da
referida
freguezia
de
Tenões,
na occasião
em
que
alli se
pro
cedia á eleição da
junta
de parochia:
ab
solvidos.
Foi também
julgado
Manoel
Joaquim
da
Cunha,
por alcunha
(o
carriço),
da
freguezia
de
S.
Victor
d’
esla
cidade,
ac-
cusado
do
crime
de
roubo: condemnado
em
dous
annos
de
prisão.
Atravez
«la provineia.—
Os
con
cessionários
da
construcção
e
exploràção
da
linha
ferrea
d’
entroncamenlo
no
cami
nho
de ferro
do Minho,
por
Santo
Thyr-
so,
Vizella
a
Guimarães,
dirigiram
á
ca-
mara
dos deputados uma
representação
pedindo que,
a
exemplo
do
que
se
tem
feito
a
outras
emprezas
d
’
egual
natureza,
se
lhe
conceda
a
entrada
de lodos
os
materiaes
livres
de direitos.
—
Foram
expropriados
vários
terrenos
no
concelho
de Barcellos,
pertencentes
aos
snrs.
Araújo
Taveira
e
Bernardo
da
Roza
para
a construcção
do
lanço
de
estrada
entre
Silva e
Néiva; e em Poia-
res
pertencentes
aos
snrs.
Pedroso
Lima
e Remardes,
no
lanço
da
estrada
entre
Louredo
e
Valle
de
Vez.
iWortoi iilustres.—
No
anno
de
1878
falleceram em
Portugal
os
seguintes
pro
fessores
e escriptores:
Francisco
Antonio
Barrai,
Daniel
Au
gusto
da
Silva,
Augusto
Pereira
Sorome-
nho,
Cesario
Augusto
de
Azevedo
Perei
ra,
Francisco
Juiio
Caídas
Aulete,
João
Nepumqceno, Antonio
Cardoso
Borges
de
Figueiredo,
professores;
Antonio Augusto
Teixeira
de Vasconcellos,
Julio
d’
Aguiar,
Bernardo
Augusto Lobato
Machado, José
Joaquim
Pinto Coelho,
José
Maria
Dias
da
Costa,
Gonçalo
Anlão
de
Macedo
Sá
e
Abreu,
Antonio
de Oliveira
Brandão,
Joa
quim
Roque Correira.
João José
da
Silva
Loureiro,
escriptores
e publicistas
.
E
os
seguintes
engenheiros,
esculpto-
res,
músicos
e
actores:
Julio
Augusto
Leiria,
Joaquim
Antonio Rodrigues
Coe
lho,
Julio
Augusto
Teixeira,
Oclavio Tra-
jano
Guedes,
engenheiros;
José
Rodrigues
Vianna
Juuior,
Joaquim
Pedro
de
Sousa.
eseulptores;
Manuel
de
Almeida
Ribeiro,
archileclo;
visconde
de
Menezes,
Antonio
dos
Santos Garcez,
Antonio Joaquim
Gon
çalves
Pereira,
pintores;
D.
Maria
Sàtí-
c
hes
de
Mello
Queiroz.
Jeronymo
Soller,
Victor
Wagner,
Nicolau
Lopes
Perdigão,
músicos;
Olympia
Augusta,
Maria
Caroli-
na,
Julia Camara,
Carolina
Meira,
Anna
Cardoso,
Romão
Antonio
Martins,
Faus-
tino
Ferreira
de
Araújo,
actores.
—fC.
de
Portugal).
Contra a tysiea.—
No
«Porvenir»
lê-se
o
seguinte:
«A
tysica
tuberculosa
e
as
suas va
riadas
fôrmas,
bem
como
as
inflamações
chronicas
e
ulcerações
das
vias respirató
rias,
teem passado até
agora,
como
é
sa
bido,
por
doenças
incuráveis.
Segundo
a
ultima
estatistica
russa
de
monstra-se
que
só
em S. Pelersburgo
morrem
annualmente
das
referidas
doen
ças
3:000
indivíduos
de
ambos
os
sexos,
termo
medio.
O
doutor
em
medicina
Landsberg
en
controu
ultimamente
o
remedio
radical,
fazendo
uso
da
seguinte
receita:
«Bromureto de
calsio,
drachma
e
meia.
Agua
distilada,
seis
onças.
Assucar
branco,
tres
drachmas.
Dissolva
e
misture.
—
Dr.
Landsberg»
.
Este remedio
toma-se
tres
vezes ao
dia
na
quantidade
de
uma
colher cada
vez.
A’ earidade publiea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo da
Silva
Guimarães. O seu
estado
de
penúria
é
extremamente
dolo
roso.
Pedimos
que pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
ILTIHCS NOTICIAS
Londres
13—
Dizem
de
Lahore
que
so
brevieram
novas
dilficuldades
na
questão
anglo-afghan.
Yakoub
Kham
pede mais
do
que
a
Inglaterra
poderia
conceder.
Madrid 14—
0
«Diário»
hespanhol
diz
que
a
Hespanha
ainda
náo
respondeu
á
nota
da
Rússia
e
da
Allemanha
propon
do
uma
convenção contra
o
socialismo.
Paris
14
—As
difficuldades concernen
tes
á
organisaçâo
da
prefeitura
da
policia
e
á
volta
das
camaras
a
Paris
estão
apla
nadas.
O
gabinete
apresentar-se-ha
sem
mo
dificação
ás
camaras,
e
ahi
pedirá
uma
moção
de
confiança.
Os
russos
começaram
a evacuar
a
Bul
gária.
Paris
15
—
Dizem
da Rússia
que
um
novo
incêndio
destruiu
um
bairro
em Orem-
bourg
no
dia
12.
e que
outro
incêndio
rebentou
em
Ouralks
no
dia
II,
fazendo
grandes
prejuízos.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia
dramatica portu-
gueza
Sabbado
17
de
maio.
l.
a
RECITA
DE ASSIGNATURA
A
representação
da
espectaculosa
comedia
em
2
actos,
e
4
quadros
UOILOE
DO
BOM JESUS
00
MONTE
Principia
ás
8
3
/
à horas.
KECLAMOS
Uma
revoluçdo em medicina.
O
professor
Hardy
fazia
ba
alguns
me
zes
notar,
com
muitíssima razão,
em uma
de
suas
clinicas
do
hospital
da
Carida
de,
de
Paris,
á
qual
eu
assistia,
que
as
preparações
ferruginosas
liquidas
são que
melhor
o
estomago
supporla.
Retine
portanto
o Ferro
Bravais
(fer
ro
liquido
em
gottas
concentradas)
tan
to
para
o
medico como para
o
enfermo,
quantas
qualidades
se
podem
desejar
de
baixo
do ptitilo
<ie
vista
da
administração,
posto
que
não communica nem
cheiro,
nem
tão
pouco
sabor
algum
ao
liquido
no
qual
se
toma
(agoa,
vinho,
etc.)
em
dozes
de
15
a
20 gottas
antes
de cada
comida.
Emquanto
á
sua
eíficacia,
é
incontes
tável;
os
numerosos
testimunhos
dos
mais
eminentes
médicos
contidos
no folheto
sobre
a
anemia
e
seu
tratamento
o
justificam
ir
recusavelmente.
(Este
folheto
envia-se grátis
a
quem
o pedir
ao
deposito
geral,
rua
Lafayette,
13,
Paris).
Os
resultados
que
se
obteem
sobre
a
saude geral,
ao
cabo
d
’
alguns
dias
de
tratamento,
são
verdadeiramente
surpre-
hendentes
e
cada
qual
pode
fazer
d
’isso
a
agradavel
e
barata
experiencia.
«Quem
não
é
alguma
cousa
anémico?...»
Doutor
PAULO
LABARTHE.
(Copiado do
Evènemenl,
de
Paris).
SAÚDE A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o
uso
da
delicio
sa farinha
de saúde,
REVAIiESCIÈBE
DL
1
BARRY
de
Londres.
30
annoa
d'invari»vei HueeciUio
3
Combatendo as
indigestões
(despe-
psias)
gaslrica,
gastralgia,
flegma,
ar
rotos,
ventos,
Halos,
amargôr
na
bocca,
piluilas,
nauseas,
vomilos,
irritações
intes-
tinaes,
bexigas,
diarrea,
dizenteria,
cólicas,
tosse, athsma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabelhes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na gar
ganta,
do
alito,
dos bronchios,
da
bexi
ga,
do ligado, dos rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85.000
curas
entre
as
quaes contam-se
a
do
du
que
de
Pluskow,
da
exm.
a
snr.
a
marque-
za
de
Brehan.
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par d
’
i
ng la
ler ra,
do
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.0
65:311.—Vervant,
28
de
mar
ço
de
1866.—Senhor.—Bendito
seja
Deus!
a
sua
Hevaleseière
salvou-me
a
vida-
O
meu
temperamento,
naturalmete
fraco,
eslava
arruinado
em
consequência
de
um-
horrivel
dispepsia
que
durava ha
oito an
nos,
tratado
sem
resultado
algum
lavoras
vel
pelos
médicos,
declaravam
que
alguna
mezes
de
vida
me restariam,
quando
a
eminente
virtude
da
sua
Revaleseière
me
resiituiu a
saude.
—
A.
B
runeliére
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.
—
M.
Ro-
berls,
d’uma
constipação
pulmonar
com
tosse,
vomotos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n.°
74:442.—Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Maritimos),
julho
de 1871.
—
«De
pois
que fiz
uso
da
sua
benefica
Beve-
leseière,
sinto
novo
vigor;
a
laryngite
de
que
soffro
ha dois
annos tende
a
desap-
parecer
assim
como
os
inçommodos
que
sentia érn
todos
os
membros.
E
’
seis
vezes mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.—
Preço*
fixos
da
venda
por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
500
; de
1
/,
kilo
800
rs
; de um
kilo.
1$400
reis;
de
2
*/,
kilos,
3$200
reis;
de
6 ki-
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12$000 rs.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somuo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas, e
sustenta
dez vezes mai«
que
a ’carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
l$400;
dr
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cads
chavena.
Í9U J3AIMAV C.a
IA.HITED.
--
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street, Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr. Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
sasbaa, (por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro, 31,
32;
Barrai
&
hmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
OEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=
A.veiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Darcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.—
8x'«»gí®,
DómfágòS J.
V.
Machado,
drog..
praça
Municipal, 17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31—
'Pipa
<k
Irmão,
rua
do
Souto.—
Vianna
do
C»«-
tello,
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
GutnurSe», A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29 e
33.—
PenaSel,
Miranda,
pharm.—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs., Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a 108;
Antonio J.
Salgado, Pharmacia Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a 227.
—
Ponte do
IA*
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—Povo# do
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.—
Valença do
Jlinhe,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—
Villa
de>
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
ÀfiBADECIWTOS
O
abaixo assignado, summamente
grato
a
todas
as
pessoas,
que
o
visitaram
por
occasião
do fallecimento
de sua
estreme
cida
mãe,
a
ex.
ma
snr.
a
D.
Maria Bene-
dicta
de
Mesquita
Montenegro,
a
todas
protesta,
em
seu
proprio
nome
e no
de
sua
familia,
o
seu
mais
profundo
reco
nhecimento.
Braga,
16
de
maio
de
1879.
Dr.
Bento
Joaquim
de
Mesquita
Pimenlel
de
Carvalho.
ANNUNCIOS
ÉDITOS DE
30 DIAS
Pelo juizo
de
direito
da comarca.;de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Freitas,
a
requerimento
de
Maria
d
’Apresenção,
sol
teira,
de
maior idade,
d
’
esia
mesma,
cor
rem
éditos
de
30
dias
citando
e
chaman
do
todas
as
pessoas
incertas,
quê se
con-
sidérem
com algum direito
e acção,
ao
espolio
ou herança
do
finado
Francisco
José
de
Sousa,
morador
que
foi
n’
esta ci
dade,
para na
segunda
audiência
d
’este
juizo,
posterior
ao
praso
dos
éditos
que
commeçará
a
correr
depois
do
2.°
annun-
cio na folha
official,
verem
accusar as
citações,
e
na
dita
segunda
audiência
terão
de
ser
assignadas
3,
para
a
impu
gnação
de qualquer pessoa.
Declarando
que
as
referidas
audiências
se
fazem
ás
segundas
e
quintas-feiras,
excepto
nos
dias
sanctificados
ou
friados
em
que se
tran
sferem
para
as
seguintes
quando
o
não
sejam
também.
Braga
13
de
maio
de
1879.
O
escrivão
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei
(2415)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
ÉDITOS
DE 50 DIAS
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Gonçalves,
correm
éditos
de
trinta
dias
a
contar
da
publicação
do
segundo
annuncio,
citando
os
credores
e
legatários
incertos
e
resi
dentes
fóra d’
esta
comarca, para assisti
rem, querendo,
aos
lermos
do
inventário
orphanologico
a
que
se
anda procedendo
por
fallecimento
de
Maria
Joaquina,
viu
va
que
ficou
de
Francisco
José
Pereira
Carromano,
moradora
que
foi
na
rua
das
Palhotas
da
dita
cidade
de Braga.
Braga
12
de
maio
de 1879.
O
escrivão
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei
a
exaclidão.
(2414)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
ATTÉVÇî
Precisa-se
d
’uin
indivíduo
que
queira
encarregar-se
de
fazer varias
cobranças
dentro
e
fóra
da
cidade;
no
largo
de
8.
Francisco
n.°
6
dão-se
os
esclarecimen
tos
necessários.
2413)
AO
PUBLICO
Todos
os alquiladores d*esta
cidade,
conslituiram-se
em
sociedade
para
na
quinta-feira
d
’
Ascensão
22
do
corrente,
principiarem
uma corrida de Braga ao
terreiro
do
Bom
Jesus
do
Monte, con
tinuando
esta
iodos
os
domingos
e
dias
sanctificados. A
toda
a
hora
estarão car
ros
no
largo
da
Lapa,
para
este
serviço.
A
mesma
sociedade
terá
carros
na
es
tação
do
caminho
de
ferro
para
conduzir
directamenle
os
passageiros
d
’
esta
estação,
ao
Bom Jesus.
Preços
reis.
Preços
Preços
reis.
Preços
reis.
da
do
do
do
estação
ao
Bom
Jesus
200
largo
da Lapa 160
reis.
Bom
Jesus a
Braga
120
Bom Jesus
á
estação
160
AOS PROPRIET.RJIUS DOS BOTEIS E L Einpreza editora de Francisco Arlhiir da
HOSPEDARIAS
Silva—Lisboa.
Braga
15
de
maio
de
1879.
Pela
sociedade
(2404)
Manoel
Gonçalves
Vieira
Prim.
São
de
novo
convidados
os
snrs.
cre
dores
da
massa
fallida de
João
d
’
Assum-
pção,
negociante
que
foi
d
’esta
cidade,
a
reunirem
no Tribunal
do
Commercio,
no
largo
de
Santo
Agostinho, d’esta
mes
ma,
pelas
10 horas
da
manhã,
do
dia
24
do corrente, para
se
concluir
a
veri
ficação de
créditos
e em
seguida se
pro
ceder
á
concordata.
Previnem-se
os
snrs.
para
todos
os efleitos,
se
devem
apresen
tar
on
fazer
representar por
seu
procura
dor bastante,
ignorância.
Braga
14
credores
que,
para que não possam-alegar
de
maio
de 1879.
Os
curadores
fiscaes,
(2411)
Pinheiros
&
Irmão.
DECLARAÇÃO
E PROTESTO
O
abaixo
assignado, da freguezia
de
Cossourado,
concelho
de Barcellos,
vindo
ao
conhecimento
de
que
sua mãe
Rosa
Maria Baptista,
viuva,
da predita fregue
zia,
tenciona
fazer
venda
simulada
de
seus
bens
em
prejuiso
do
annunciante
e
seus
irmãos,
Domingos
e
Luiza,
e
em
beneficio
exclusivo
de
sua
filha
d
’
ella
Maria
Josefa,
casada
na
freguezia
de
Tibâes,
comarca
de
Braga,
protesta
desde
já
contra
simi-
Ihante
contracto,
reservando-se
o
usar
em
todo o
tempo
do seu
direito
para
o
fa
zer
annullar,
bem
como
qualquer
outro
contracto
em
prejuiso
do
annunciante.
O que
faz
publico
por
este
meio
para
que
ninguém
contracte com
a
referida
sua
mãe.
Barcellos 11
de
maio
de
1879.
(2409) José
Bernardino
Alves
Chaves.
Meio
grosso
cada
250
Vinagrinho
»
»
Rosa
Secco
Pacotes
de
Tabacaria
Braearenue.
(2402)
grs.
250 rs.
25
rs,
18.
MANOEL
DA
COSTA
ALVES
ALFAIATE
RUA
DE
SANTO
ANDRÉ
N.°
Acaba
de
receber
um
bonito
e
varia
díssimo
sortido
de
cachemiras
para
a
es
tação,
que
vende
por
preços
limitados,
taes
como:
factos
completos
a
vestir
por
80500,
100000,
120000
e
130000
reis,
e
mais
preços.
Paletots
de
melton
a
vestir
de
60500
e
mais
preços.
Guarda-pós
de
esguião
de linho
a
reis
20000.
Calças
de
cachemira
a
vestir
de
30000
reis
e
mais
preços.
(2393)
CHARUTOS
ÊSTRAKGEILOS
Grande
sortimento
das
melhos
mar
cas,
conservando
os
preços antkos.
Por
caixa
tem
grande
abatimento.
Ghegaram
á
TABACARIA
BRACARENSE.
(2403)
Na
Typographia
Lusitana,
rua Nova
n.°
4,
vende-se participações
das
que
as
hospedarias
tem
obrigação
de
entregar
to
dos
os
dias na
repartição
policial, e se
gundo
o
modelo
do
regulamento
das
hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600
rs.
Avulso
10
rs.
te
BILHETES
DE
V1SITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500 rs.
Enviam-se
pelo correio,
francos
de
por-
sem
augmento
de preço.
APPAKICIO
*fc Ml
ALHEIRO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar
linho,
27.
Bilhetes
de
Cento,
200,
Tarjados
de
Cento,
400,
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar
linho,
27
visita em
branco:
220 e
240 reis,
preto:
420
e
440
rs.
Com
capas
de
marfim, Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
89,
Praça do
Barãn de g. Murti-
nlio,
8 9
APPARICIO
4
UAI.I1F.IR0
BlLMiíA
DUVHEIKO
A JIJBO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
4000000
para
mutuar.
(2305)
Caixa
penhorista Rraearense na
Travessa de
I).
Gualdim d’esta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
icnhores
lodos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás 9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeclos
empenhados
na mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
de
&
Fabrica de papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria
SSraearense
—
27,
Bua
do Souto
27
—
(2340)
g
braga
gRUA
DES.
MARCOS,N.°
5.|
jg
Vende
papeis
pinta-
g
®
dos
para
guarnecer
sallas,
g
g
lindíssimos
gostos,
a
prin-
W
cipiar
em 80
reis
a
peça.
S
R®
ia
O
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas, tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
(udo
de
primeira
qua
lidade.
s
BHIOE
A
TODOS OS ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
U1V1VERSAL
POR
Cesar
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1832
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
E
BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annolada
por
VInnoel Ilernardes Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e
latina, etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
£3 volumes
in-4.» grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato
aos
favores do
publico,
e
compre-
hendendo
a necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para que
esta
2.a edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta, resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esla
empreza
e
áquel-
les
que
de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
HRINJDE
o
decimo
terceiro
vnlume,
contendo trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’ella
vem
exarados,
e
o segundo
alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados na parte
que
diz res
peito
a
Portugal
e Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a segunda edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.
u grande
e
custará:
Brochada ....
200000
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
270000
»
»
Para
facilitar
a aequisição
d’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a não
possam
comprar
de uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te executada,
40
rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura, 140
rs.
—
Cada
fascículo
d
e
80
paginas
e
1 gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
orn.
de
9
>
n
vuras
que
lhe
convier,
pelos prcçcs
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—A assignatu-,
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e por
vo
lumes.
O assignante
receberá
o primeiro
fascículo
ou
volume franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REAl.lSAVEIS terão UMA
GRATUITA,
dirigindo-se direclamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do editor
—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron, e
nas
principaes
livrarias,
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Fruneiseo
Ariliiir
da Silva—editor
72,
rua
dos Douradores,
72
—LISBOA.
ARliAZKJi i HW
DO
ALTO
DOURO
BA
CASA I»E V1LIA
POl'CA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a retalho
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar-
as
:
rafados:
Vinho tinto
de
meza.
(sem
garrafa)i 150
190
200
210
240
300
360
400
500
700
600
80,
o
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e qualquer consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
Lagrima
....................................
Branco
de
meza........................
tinto
de
meza
fino,
de
prova
secca.
.
.
Malvasia
de
2.
a........................
»
velho
...............................
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
Roncão
....................................
Velho
de
1854
.
.
.
.
a
retalho para
meza
60
e
»
»
»
O
»
D
D
5
>
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Fabrica
a
vapor de
fundição
ferro
e
metaes
S.
João
—Brago,
unica
na
província
do
toda
a
qualidade
de
vol.
»
»
1.°
2_o
3.
°
4.
°
5.
°
6.
°
7.
»
8
0
9.°
10.
°
11.
°
12.
°
13.»
B
_____
_
ras,
brinde
a
todos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
H
Das
81 gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os assignantes
teem
as seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem, por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:—A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
O
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra-
br.
s
s
&
D
D
D
D
»
D
D
D
D
D
D
D
6
7
5
6
6
6
6
6
6
6
6
grav.
»
»
»
»
i>
»
»
ULTIMO,
ornado
de
10870
10665
10605
10525
10615
10690
10640
10615
10565
10615
10610
10815
6
gravu-
Travessa
de
N
’
esta fabrica,
Minho,
fabrica-se
obra,
tanto de
ferro
comó
de
metal.
0
proprietário
da mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
competir
em
tudo
com
as
fabricas
de igual
genero
do
Porto
e
outras loca
lidades,
e em
parte o
tem
conseguido,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de
todos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que possam
ser
encontrados
no
Porto.
N
’esta
fabrica
fundem-se
peças
de
pezo
de 5:000
kilos
e maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas obras
fundidas,
co
mo
são:
buxas
para
eixos
de
carruagens,
moinhos
para
moer tintas, pés
para
me-
zas
de mármore
ou
de
madeira,
bancos
para
jardins,
bombas
de
qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins, columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prendas
para copia
dores,
fuzos
de
novo
systema para
la
gares, ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
tapeies
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
de
guinchos
de
pedreiro
de
todos
os
tamanhos.
Também
concerta
todas
as
obras
d
’
este
genero
principalmente
bom-
ias
de poços.
Preços
os
do
Porto.
O proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
A
APPARIÇÃO
DE
N. SENHORA DA SALETTE
(Traducção)
Vende-se
no
escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço.
...
30
reis.
lESPONSAVEL—
Lniz Baplista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPIIIA
LUSITANA
—
1879
Parte de Comércio do Minho (O)
