comerciominho_08051879_932.xml
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fOffJUTICA
K2 T^ÍOTTa«J«OS-W.-
REDACTORES
—D. Miguel Solto-Mayor e Dr Custodio Velloso.—DIRECTOR—Anlonio
Joaquim de Mesquita Pimentel.
7.°
ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Braga,
12
raezes...............................
IjJGOO
»
6
»
...............................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha....................
Repetição
....................................
850
40
20
10
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»........................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso
.......
2&000
1&050
3&600
3^600
10
N.°
932
QUINTA-FEIRA
8 DE MAIO DE
1879
Como
se faz fortuna no governo
monarchico
puro,
e nos
dos reis
que
só reinam.
O
primeiro conde
da Povoa,
que
de
cabaz ás
costas
a
vender
sardinha
pelas
ruas
de
Lisboa,
veio a morrer
conde,
deixando
um
património
de
muitos
mi
lhões
de
cruzados,
sendo
ministro
de
fa
zenda n’
aquelle
tempo
do
papel
moeda,
costumava
de vez
em
quando
dar
aos
cam
bistas
licções
de
economia
pratica:
man
dava
pelos seus
agentes
comprar
toda
a
moeda papel
que
havia em
giro, e
depois
de lel-o
recolhido
por
alguns
dias,
ia-o
emittindo
a
pouco
e
pouco.
O
resultado
d
’estas
operações,
só
d
’
elle,
e dos
seus
agentes
sabidas, era
que
o desconto des
cia
á
medida
que
o
papel
escaceava,
e
que sobia
á
medida,
que abundava
no
mercado:
e
com
estas
altas
e
baixas,
o
conde
lucrava
em
cada
uma
das
opera
ções
importantes
sommas.
A
este
jogo
deveu
elle
a
extraordinária
fortuna,
que
deixou,
e
deveu
a
fazenda
publica,
a
que
então
se
chamava
Erário,
o
credito
das
suas
notas,
ou
papel
moeda
Este
papel
moeda
representava
uma
divida
de
alguns
milhões de
cruzados
gastos
n
’uma
guer
ra
com
a
Hespanha;
e
esta
divida
não
exigiu
augmenlo
de
tributos,
nem
affectou
a
riqueza
nacional!
Aquella
foi
a
arte porque
se
enrique
ceu
um homem, que
do
mister
de
sar-
dinheiro
soube
adquirir
o
titulo
de
con
de,
chegar
a
ministro da
coroa,
e a
pos
suir,
e
deixar
uma fortuna
talvez
supe
rior
á
dos
ricassos
do
paiz!
E
como
tem,
depois
de
1831,
certos
homens
que
sem
eira,
nem
beira,
nem folha
de
figueira
n
’
aquella
epoca,
chegado
a
Cresos,
e
ao
consulado?!
Querem
sabel-o?
Oiçam
—
uns
fizeram-
se,
ou fizeram-nos
deputados
porque os
eleitores accredilaratn nas
promessas
que
os
eleitos
lhes
fizeram de
promoverem
o
bem geral;
e
feitos deputados
passaram
a
ministros da
fazenda,
e
depois
de
mi
nistros
contraíram
muitos
milhões
de
em
préstimo
em
paiz
estrangeiro,
e
cada
um
d
’estes
empréstimos
lhes
deu
uns
tantos
por
cento
de
commissão;
e
lai
houve,
que
lucrou
de
uma
vez,
e
por
juncto
mais
de
cem
contos
de
reis;
e
por
es
tes,
e
similhantes
serviços
fizeram-nos
con
des! E estes
condes
esqueceram-se
da
baixeza
da
sua
origem,
e
dos
homens
de
que
se
serviram,
e
lhes
fizeram
as
bolas
de
montar!
Outros
deram
d'empreilada
por
altos
preços
a
commissarios
seus, vários
lances
dos caminhos
de
ferro
de
norte,
e
sul,
e
com
as
subvenções
do
governo
fizeram
as
obras
ganhando
50,
e
mais
por
cento,
sem
porem
um
real
de
suas
algibeiras!
Outros
imaginaram
penitenciarias
or
çadas
em
100$0u0
por
exemplo;
reis,
e
tendo
recebido
o
duplo
para
a despeza
comeram
o
total,
e
o
accrescimo,
e
não
concluíram
a
obra,
nem
justificam
a
despeza
feita!
Outros
mandaram
fazer
em
Inglaterra
navios
de guerra,
e
transportes
por
um
preço
fabuloso,
e
com
commissões
avul
tadas,
que
metlem
no seu
bolsinho!
Outros
mandam comprar no
estrangei
ro
armamento
para
o
exercito,
e
celins
para
cavallos,
figurando
um
preço
supe
rior
que ao
custáram, accompanhado
de
commissões,
que
elles embolsam!
Outros
edificam
accampamentos
á
fran-
ceza, para
manobras
e
exercícios
do
grande
exercito;
gastam n
’islo
centos
de
contos
de
reis,
levando
a
sua
maquia sem
fazerem
farinha!
Ora
aqui
está
a
arte,
e
a
industria,
de
que
se
tem servido
muitos
pobretões,
que
hoje
são
senhores
de
grosso
dinhei
ro;
e
quem comeu, comeu;
e
quem
não
comeu,
comesse; e
quem
é
tolo,
peça
a
Deus,
que
o
mate,
e
ao
demo
que
o
leve!
Bem
se
vê que
não
aprenderam
com
o
conde
da
Povoa;
nem
com
o
da
Lou-
zã,
que
entrou
rico,
e
saiu
pobre! Apren
deram
com
o
chefe
mór,
que
de
socie
dade
com
o
seu
ministro
fornecia
o
seu
exercito
pelo dobro do
preço
da
arrema
tação, e
que
andava
a dois
carrinhos!
Os
leitores não
sabem
esta
historia,
nem a
quem
me refiro:
saberão
assim
como
outros
segredos,
que
eu
sei, e que
hinguem
mais sabe,
e
que
vou revellar
em
fórma
de
interrogatórios, e
confissões
para
destruir
illusões
passadas,
que
nun
ca
foram destruídas;
para
desmascarar
os
mascarados,
que
por
ahi
vogam; e
para
abater
certas
prosapias
de agua
de
sabão
sopradas
por
um
canudo,
e
finalmente
para que
os
que
se cobrem
com aboba
das
d’
aço
fiquem sabendo
que
ainda ha
no
paiz
um homem,
que
sabe
o
que
el
les
valem,
e o
segredo
da
obra
edificada
pelos
cantoneiros,
e
canteiros,
que traba-
Iháram
n
’
e!la.
E
quem
tiver
olhos,
que veja:
e
quem
estiver
enganado,
que
se
desengane
que
brando
o
jugo
de
ferro que
nos
opprime.
José
de
Freitas
Amorim
Barboza.
CESAB
f i.vn
Eis o
escripto
que
o
grande
historia
dor
nos
enviou,
respondendo
a
uma
pe
tulantíssima
carta
em
que
mestre
Ennes,
o
pedante,
pretendeu
replicar
ao
protes
to
que
o
illuslre
e
venerando
C
esar
C
an
tu
publicou
a
respeito
d
’uma
nova tra-
ducção,
intentada por
aquelle
pigmeu,
da
monumental Historia
Universal:
Milano,
29,
aprile
1879.
A una
protesta,
colla quale
io
volli
garanlire,
non
interessi
materiali,
ma
i
miei
diritti
intellettuali
e morali,
il
Sig.
r
Ennes
replico
sul
Diário
Popular
19,
aprile.
Ringraziandola
di avere
conservato
quel-
la
urbanita,
che
non
toglie
dignita
al
rispondere, mi
permetto
dirgli
che
io
non
conosco
affatto
le
due
traduzioni prece
dente:
ma
il
vedere
intrapresa
questa
nueva
mi lusingo che
non
fossero
soltunto
cor
tesia
le
lodi
che
egli
mi
prodigava
nel
suo manifesto.
Or egli
mi
fa
delle
cri-
tiche,
e saranno
vere
quelle
generiche,
mia
non
certamente
quelle
ch’
egli
specifica.
L
’opera del
Sig.
r
Herculano
tengo
dall
’
autore
stesso,
ma
per
quanto
eccel-
lente,
non
mi
sento
obbligato
a seguirne
tutte
le opinioni.
II Sig.
r
Ennes
dice
che
alFEgitto
do
appena
mezza dozzina
di pagine.
Trentanove
pagine
in-8.e occupa
la
storia
classica dell’Egilto; poi 13,
le
sue
belle
arti;
poi
altre
la
religione,
delia
quale
di
nuovo
nel
volume sulle
Reli-
gioni,
come
altre
in
quello dell’Archeolo-
gia,
dove
largamente si
tratta
degli
Assi-
ri,
secondo
gli
aulori
ch
’egli
ha la bonta
di
suggerirmi.
Dice
che,
nelle
edizioni
posteriori,
non
feci
che aggiunger
qualche nota.
Invece
non
v’
e forse
pagina
non
ritoccata;
vi
sono
aggiunli
capitoli
interi.
Ed
uno
in-
tero
n
’
e
sulle ricerche
preisloriche,
che
il
Sig.r
Ennes
mi
"accusa
di ignorare;
dove,
accetlo
gli
studj
naturali,
pur
vo-
lendo
salvare
quel
che
piu
imporia
l
’
unita
delia
specie
umana.
Perche
annunzio
una
primitiva
revela-
zione
delle
capilali
verita,
egli
nega
au-
ctorita
scienlifica
al
mio
lavoro:
e
sia,
ma
non
parli
di quishoni
di
sacristia
a
chi
espose
lealmente
anche
le
opinioni
oppos-
te,
e
oitenne
da
lui
stesso testimonianza
di
verídico
e
di
sincero;
non
di
ambizio-
ne
a
chi
avrebbe
poluto
facilmente
ele-
varsi
se
avesse
voluto
abbassarsi.
Quando la
Societa
dei
Letterati
Ingle-
si
publico
la
famosa Storia
Universale,
i
Tedeschi
traducendola
vi
fecero
lante
ag-
giunte, da
riuscirne quasi
un
’
opera
nuova.
Io
pure saro
gratíssimo
delle
aggiunle
e
correzioni,
ma
dovrebbero
stare
in
note
o
14
FOLHETIM
0
CAPITÃO
ASGELO
KOMAAÍCE
ORIGXNAE
POR
J. B. da Silva Ramos.
OFFERECIDO
E DEDICADO á
’
EXC.
m3
SNR.’
D.
Aníoiiia Augusta
T. de Vasconcellos,
DA
CASA DE MARBUN, EM CELORICO DE BASTO.
VII
No
verão
de
1832
entrou
no
Porto
a
ex
pedição
commandada
pelo
snr.
D.
Pedro
I,
im
perador
do
Brazil.
Por
motivos que
ignoramos,
João
d
’Oliveira ficou
na
cidade;
mas
o cone-
go
e
sua
irmã,
fugiram
aos
horrores
d
’um as
sedio.
Não
é
nosso
intento
fazer
a
narração d
’
esta
guerra fratricida;
tomaremos
d
’
ella
sómente
os
factos
que
nos
são
precisos
para a
historia
que
começamos.
Logo
que
a
expedição
entrou
na
cidadedo
Porto,
decretou-se
a organisação
de
batalhões,
isto
é,
armou-se
tudo
quanto
podia
pegar em
armas.
A
edade
e
as
doenças excluíram
João
d
’Oliveira
do
serviço
militar,
mas
não
acon
teceu
o
mesmo
a
Angelo
e
a
Antonio
Martins
Priscos,
então
caixeiros
d
’
Oliveira.
Angelo, como
já
notamos,
tinha
decidida
vo
cação para
as
armas
;
porisso
sugeitou-se
ao
decreto
com
certa
alegria.
Oliveira
fez
quanto
poude
por
subtrahir
An
gelo
á
vida
militar,
mas
nada
conseguiu:
re-
ceiava
menos pela
vida
d’este,
do
que
pela
perda
de
suas
boas
qualidades.
Angelo
entrou n um
dos batalhões
moveis
no
nosto°de sargento.
A
primeira
vez
em
que
Angelo
entrou
em
foo-o,
foi no
dia
de
S.
Miguel.
O
ribombo
da
artilíieria,
e
o
extenso
estrondo
da mosqueta-
ría
fel-o’
estremecer;
mas, elevando
seu
pen
samento
a
Deus,
fez uma
breve
e
fervorosa
supplica,
e
avançou
com
coragem
e
bravura;
mas
recebido
com
igual
valentia, viu-se
obri
gado
a
retirar.
.
Quando
viu
os
sitiantes
transporem as
linhas
de
defeza,
e
entrarem
audazes
e
corajosos
pela
cidade
dentro,
entendeu
que a
causa
que
de
fendia
estava
perdida.
O
terror
dentro
da
ci
dade
era
indescriptivel,
todos
se
julgavam
per
didos
e
uma
grande
parte
dos
mais compro
metidos,
corriam
á
Ribeira
a
procurar
a
sua
salvação no Belfast.
Angelo
batia-se
retirando
pelo
Poço
das
Pa-
tas, quando
se
ouviu
o
loque
de
retirada
do
lado
dos
sitiantes.
—
Então
—
lhe
diz
um official,
negociante
mui
to
conhecido
d‘
Angelo
—
que
lhe
disse
eu?...
E
certo
ou
não
que
temos
fóra
quem
trabalhe
mais
que
nós, pela causa
que
defendemos?...
E deu
a
voz
d’
avançar.
An°elo
avançou
cora
um terço
de
gente,
mas
as
descargas incessantes
d
‘
uma
companhia de
linha
commandada
por
um
joven
official, não
só
lhe
mataram muita
da
sua
gente,
mas
ate
os
obrigaram
de
novo
a
recuar
em
plena
des
ordem.
Repetiu-se
efitão
o
toque
de
retirada
do
lado dos
assaltantes,
e
o
official
legitimista,
no
momento
em
que
obedecia
ás ordens
qne
o
instrumento
bellico
lhe
impunha,
caiu
feri
do!
Um
robusto
soldado
quiz
tomal-o nos bra
ços
e
retirar;
mas
quando
fugia com
a preza,
áchou-se
cercado
por Angelo
e
a
sua
gente.
Esta
queria fazer
em
postas
os
prisioneiros,
mas
Angelo
impoz respeito
á
sua
tropa,
lan
çando
em
rosto
aos seus
a
cobardia,
que
só
ós
fazia
corajosos
contra
os
que
se não
podiam
defender.
Levado
de
caridade
e sympathia
pelo
feri
do,
raetteu-os
n
‘uma
casa
próxima,
que
fez
abrir;
entregando
o
ferido
aos
cuidados
d
‘
uma
pobre
mulher, dona
da casa,
e
avançou.
Terminado
que
foi
o
combate,
chamou
um
joven
cirurgião
muito
habil,
e
seu
particular
amigo, e
com elle
correu á
casa,
onde
estava
o
official
ferido.
Ao
vêl-o,
lhe
disse
Angelo:
—Snr.
official:
se a calamidade
da
guerra
nos
obriga
a
ser
cruéis,
o
remanso
da
paz
nos
im
põe
o
dever
de
sermos humanos
e
caritativos.
Se,
ha
pouco,
nos
batemos
como inimigos,
agora
nos
devemos
abraçar
como
camaradas
e
irmãos,
porque o somos
por
Deus
e
pela
patria. Trago-lhe
aqui
um
snr.
facultativo muito
habil
e
meu
particular
amigo;
e
pela
minha
parte
venho fazer-lhe
todos
os
offerecimenlos
e
prestar-lhe
lodos
os serviços
que
de
mim
exigir.
O
official
ferido
jazia em
uma
cama,
e
a
pallidez
do
seu
rosto indicava
a
gravidade
do
ferimento.
Junto
da
cama estava o fiel
e
va
lente
soldado,
camarada
d
’elle, debulhado
em
lagrimas.
O
official
poude
com
custo
proferir
estas
palavras
em resposta
ás
de
Angelo:
—Snr.
sargento:
Deus perdoe
a
quem
accen-
deu
o
facho
da
guerra
n
’
esta nação!
Deus
per
doe
a quem
lançou
o
pomo
da
discórdia
no
meio d
’
esta
grande
família,
fazendo inimigos
entre
paes
e
filhos,
entre
irmãos
e
parentes!...
Vejo
que
a
morte
se
me
aproxima!...
Sinto
morrer
longe
d
’
um
pae e
d
’
uma
mãe
respei
táveis,
e da
esposa
que
tanto
amava!...
Con
sola-me
unicamente
encontrar
tanta
caridade,
tanta
generosidade
entre
aquelles
que*
reputo
inimigos!
Em
toda
a
parte
apparecern
almas
ge
nerosas.
Deus
o
recompensará, senhor,
porque
eu
não
posso.
O
cirurgião foi
então
examinar
o
ferimento:
o
official
linha
o
ventre
trespassado
por
uma
bala, e
já
muito
meteorisado.
O facultativo
di
rigiu
em
seguida algumas
consolações
aos
pri
sioneiros,
indicou
o
tratamento,
"e
retirou-se.
A
Angelo
disse,
em
particular,
que o
ferimen
to
era absolutamente
mortal.
Este
ficou
vivamente
contristado.
Ainda
as
sim
mandou
á
mulher,
dona
da
casa,
lhe
fi
zesse
uma
sustancia
de
gallinha,
e
mandou
buscar
todos
os
remedios
que
o
cirurgião recei
tou, pagando
tudo
do seu
bolso.
O
official
acceitou
os
serviços
mas
não
a
des
peza,
declarando
que
tinha
’
comsigo dinheiro
bastante
para
o
que
fosse
preciso.
Depois
disse
ainda
a
Angelo:
—
Snr. sargento,
conheço
que tem
uma alma
verdadeiramente
nobre,
pois
que as
suas
pa
lavras
e
acções
m
’
o
disseram.
Sinto
só
conhe-
cel-o
hoje,
a
um
passo
da
eternidade!
Creia,
porém,
que,
se
tiver
a
felicidade
de
gosar
á
face
de
Deus,
não
me
esquecerei da
caridade
que
houve
para
commigo...
Se
podesse
prepa
rar-me
pelos
Sacramentos
para
a morte!...
se
eu
podesse
escutar,
n’
este
leito
de
dôr, as con
solações
da
Religião!...
oh!
quanto
obrigado lhe
ficaria!...
(
Continúa).
appendici,
non
mai
alterare
il
testo;
nón
dare
all
’
autore
um
mérito
che
non
ha.
Quanto
alie
opinioni
e
ai
giudizj,
qua-
lauque
siano, sono
património
sacro,
e
sarebbe
basso inquisitore
chi
volesse
al-
terarli.
Combattemmo
40
anni
perche
un
censore
governalivo
non potesse
farei
di-
re
di piu
o di
meno
di
quel
che pensa-
vamo.
Nessuno
ha
dirillo di
cambiare
l
’
es-
pressione
de’
sentimenii
d’
un aulore,
tan
to
meno
d
’
un
aulore
vivo.
Quando
il
Sig.r Ennes
dice
che, an-
nunziando
egli 1’
onera
mia
come
reforma
da,
nessuno
cerchera
in
quella
le
mie
opi
nioni, fo
appello
al
principio
di
lealla,
che
egli
professa
di
non
offendere.
lo
ho
pubblicato
la
Storia
di
Cento
Anni,
una
Cronistoria
deli'Indipendenza
Italiana
fin
al
1877,
un
Compendio che
arriva
ai nostri
giorni;
e
questi
ed
altri
lavori
completano
la
Storia
Universale.
Da
chi
voglia
quesla
proseguire
io
non
posso
prelendere
che
si
affatichi
a
leg-
gerli;
ma
io
medesimo
sto
facendo
tate
conlinuazione
dal
1848,
in
poi,
col
mé
todo,
riassuntivo
a
me consuelo, e
con
quella
unita,
che
forma
il
mento
di
un
libro,
come delia vila.
Companra
presto
a
Parigi.
.
E
quesla
é Pullima
parola
che
io
di-
ro
in
proposito,
alieno
come
fui
sempre
dalle
pjlemiche;
e
facendo
voti che
piu
nobile
soggelto
abbiano
le
comunicazioni
fra
la
mia
patria
e
le generose
nazioni
del
Portogallo
e del
Brazile.
Cezare
Canlu.
Milão
29 d
’abril
de
Í879.
A
um protesto
com
o
qual
eu
quiz
garantir,
não interesses
materiaes,
mas
os
meus
direitos
inteleciuaes
e moraes.
o
snr. Ennes
respondeu
no
«Diário
Popu
lar»
de
19
d
’
abril.
Agradecendo-lbeo
ler
conservado
aquel-
la
urbanidade, que
não
tira
a
dignidade
á
pessoa,
que
responde, .tenho
a
dizer-
Ihe
que
não
conheço
nada
das
duas
tra-
ducções
precedentes:
mas
ao
vêr
empre-
hendida
esta
nova
traducção,
lisonjêo-me
de
que não
fossem
sómente
çortezia
os
louvores
que
o snr.
me
prodigalisava
no
seu
escripto.
Ora
o
snr.
faz-me
uma
cri
tica,
que
na generalidade
será
verdade,
mas não
na parte
especificada.
Tenho
a
obra do
snr.
Herculano,
of-
ferecida
por
elle
mesmo, e.
com
quanto
a
ache
excellente
não
me
julgo obrigado
a
seguir
todas
as
suas
opiniões.
O
snr
Ennes diz
que a
respeito
do
Egypto
ape
nas
fallo
em
meia
dúzia
de paginas.
A
historia
classica
do
Egypto
occupa
39
paginas em
oitavo;
depois
as
suas
bellas
artes,
13;
depois tracla-se
de
re
ligião,
da
qual
de
novo
se
tracta
no
vo
lume
sobre
religiões
bem
como
no
tra-
ctado
d’
archeologia,
onde
largainente se
tracta
dos
assyrios, segundo
os
auctores,
que
o
snr.
teve
a
bondade
de
citar-me.
Diz
o
snr.
que
nas
edições
posteriores
não
fiz senão
collecionar
algumas
notas.
Pelo
contrario
não
ha
talvez
uma
úni
ca
pagina,
que não
fosse
revista;
foram-
lhe
addicionados
capítulos inteiros.
Ha
um
inteiro
sobre
investigações
pre-histo-
ricas,
que
o
snr.
Ennes
me
accusa
de
ignorar;
e
neste
capitulo
acceito
os
es
tudos
naturaes,
querendo, todavia,
salvar
o
que
mais
imporia
á
unidade
da
especie
humana.
Pelo
facto
de
eu
acceitar
a
primitiva
revelação
das
verdades capitaes,
o
snr.
Ennes nega
aucloridade
scienli/ica
ao
meu
trabalho.
Seja
isso;
mas
não
falle de questões
de
sacristia,
a
quem
igualmente
expoz
com
lealdade as
opinões
oppostas;
a
quem
obteve
do
snr.
Ennes
teslimunho
de
ve
rídico
e
sincero;
e
não
d
’
homem
ambi
cioso,
a
quem
teria
sido
íacil
elevar-se,
se
tivesse
querido abaixar-se.
'
Quando
a
sociedade dos
litteratos
in-
glezes
publicou
a
famosa
Historia
Univer
sal,
os
allemães,
traduzindo-a, acçrescen-
taram
lhe tanto que
quasi
fizeram
d’
ella
uma
obra
nova.
Eu
proprio
agradeceria
muito
esses
additamentos
e correcções,
se
estivessem em
notas
ou appendices,
não
sendo
alterado
o
texto,
para
não
da
rem
ao auctor o
mer
to
que
não
tem.
Quanto
ás
opiniões
e jtiizos,
quaes-
quer
que
sejam,
são
património
sagrado,
e
tornar-se
hia
um
inquisidor
abjecto
quem
quizesse
alterai-os.
Combatemos 40
annos
para
que
um
censor
do
governo
não
nos
podesse obrigar
e
dizer
mais
ou menos
d
’
aquillo
que
pensamos.
Ninguém
tem
direito
de
mudar
a
ex
pressão
dos
sentimentos
d
’
um
auctor,
e
muito menos
d
’
um
auctor
vivo.
Quando
o
snr.
Ennes
diz
que,
annun-
ciando
a
minha
obra
como
reformada
ninguém
procurará
n
’ella
as
minhas
opi
niões,
estou certo
de
que
cumprirá
a
promessa.
Publiquei
a
historia
de
Cem
Annos,
uma
Chronica-Historia
de independencia
italiana
até 1877,
um
Compendio
que
chega
até
nossos
dias,
e
estes
e
outros
trabalhos
completam
a
Historia
Universal.
Se
alguém
quizer
contumal-a,
eu
não pos
so
exigir
que
lêa
estas
obras.
Eu
mesmo
estou
fazendo taes contumações
sobre
1848
e
por
diante,
com
o
meu
resumi
do
e
costumado
methodo,
e
com
a
uni
dade
qóe
fórma
o
mérito d’
um
livro. Es
te
livro
será publicado
brevemente
em
Paris.
.
E
’
esta
a
ultima
palavra,
que
direi
a
tal
respeito,
alheio
como
fui
sempre
a
polemicas;
e
fazendo
votos para
que
mais
nobre
assumpto
sejam
as
communicações
entre
a minha
patria
e
as
generosas
na
ções—
Portugal
—
e
Brazil.
Cesar
Canlu.
ITTJE
zlkTT
USB.
A.
Apontamento chorographico
Somos
muito
e muito amigo
do
ex.
mo
snr.
visconde
de
Villa-maior, e até
pres
tamos
culto
ás
suas
eminentes
qualidades,
e
ao
seu
profundo
saber.
Lêmos
com
muito
gosto
o
seu
Dou
ro illuslrado,
e sentimos
profundamente
que
sacrificasse
á
sua
modéstia
a
decla
ração
de
alguns
factos,
que
muito
convi
nha
fossem
sabidos.
O
snr.
visconde
de
Villa-maior para
não
failar
n
’
alguns
nobres
prédios,
que
possue nas
margens
do
Douro,
e
da
Vil
lariça,
deixou
de
os
descrever
Confessamos a
nossa inçompetencia
para
descrever
estes factos.
Porisso
tão
somente
os
apontaremos
para
conhecimen
to
do
publico,
e
na
esperança
de que
algum
dia
apparecerá
escriptorcompelenle
e
amante
da
nossa
patria
que
os
descreva
com aquel-
la
riqueza
de
estylo,
de
que são
dignos.
O
Douro,
como
diz
o
snr.
visconde,
quando
recebe
o
Sábôr, descreve uma
curva
em
volta do
monte
Meão.
Sobre
esta
curva
cae
uma
perpendicular
des
de a
serra
de
Bórnes
até á
foz
do
Sábôr.
A
esta
perpendicular
podemos
dar
o
no
me
de
Villariça,
por
ser
a ribeira da
Villariça
que
a
fórma
quasi
toda.
Tem
esta
linha
na
sua
extremidade
norte
a
serra
de
Bórnes,
e
na
extremi
dade
sul o
Douro.
Comecemos
pela
extremidade
norte.
A
serra
de
Bórnes
é
bastante
elevada,
e
abunda
para
o
nascente
de
cal,
a
mais
fina
que
póde éncontrar-se,
de
uma
al
vura
deslumbrante.
Para
o
poente
abun
da
em
amianto;
mina
que
sendo
bem
explorada,
traria
bastante
riqueza
ao
paiz.
Podemos
asseverar que
as
fibras
d’
este
linho
mineral são bastante fórtes, porque
tivemos as amostras
em
nossas
mãos
Voltando
para
o
Douro,
encontramos
logo á
descida
da
serra
uma grande nas
cente
d’
agua,
a
que
chamam
a
Burqa,
junto
ha
uma
aldeiasinha
do
mes
mo
nome,
e
que dá
começo
á
ribeira
da
Villariça.
Na
margem
direita
d
’
esta,
e
proximo
a
Sampaio
encontra
se
um
nascente
d’
a-
gua,
a
que
o
vulgo
chama
Agua
do
Bem
Saúde,
talvez pelas
suas
qualidades
salutiferas.
Estas
aguas
correm
despresa-
das por falta
de
serem
compelentemente
examinadas
e
analisadas.
Apenas
na
esta
ção
thermal
por
alli
se
encontram
algu
mas
damas
macilentas
e
descóradas
a
be
bei-as
para
restaurarem
a
côr
e
a
saude;
e
a
cura
de
umas
lá
chama
outras.
Sóinenle
podemos
dizer
que
estas
aguas
são
muito
gazosas,
e
que
queimam
na
língua
como
pimenta.
Agora,
sèguindo
a
Villariça até
o
Dou
ro,
sómente
apontaremos
um
facto,
e
é
—
que
quando
na
margem esquerda
a
pedra
é
esquislo,
na
margem
direita
é
granito;
e
quando
na
direita
é
esquisto,
na
esquerda
é
granito;
isto sem
interru
pção até
ao Douro.
Seguindo
a
corrente
do Douro, achá
mos
entre
este
e
a
povoação
de Louzã
um
principio
de
vulcão, que
et»
alguns
dias
claros
lança
bastante
fumo.
E
junto
ás aldeias
do
Pinhal
do
Dou
ro,
e
Colleja
ha
uma
calargda,
formada
por
um
ribeiro
que
vem de
Villarinho
da
Castãnheira,
que se
despenha
de umas
rochas
duríssimas,
e
extremamenle
lisas,
a que
chamam
as
Lageas
do
Sibio.
Escrevemos ao
correr
da
penna
estes
factos,
sem
alguma qualquer
pertensão
mais,
do
que
alguma
utilidade
que
do
co
nhecimento
d
’
elles
possa porventura
vir
á
nossa
patria.
E muito
nos
gloriaremos
se
algum
dia
uma
penna
elegante
e competente os
apre
sentar
ao
publico.
No
que
deixamos dito não
pretende
mos,
nem
levemente,
locar
no
melindre
do
exc.
mo
snr.
visconde
de
Villa-maior,
cujo
alto
saber
muito
accatamos,
e
de
quem
por
dever
e
gratidão
somos
since
ro
amigo
e
admirador.
D.
A.
O
varejo
aos Baneos
Quando
appareceu
de
surpresa,
e
co
mo
por
encanto,
n
?
esta
cidade
o
fiscal
do
imposto
do
sêllo,
a
dar
varejo
aos
Bancos,
levantamos
logo
a
nossa
humil
de
voz,
e
classificamos
similhante
facto
d’
um
assalto,
embora revestido
d'outro
ca-
racler,
—fundando-nos
para
isso em
que
as
leis
do
fisco
são
d
’
interpretação restri-
cta,
e
não
auctorisavam
a
tanto
o
agen
te
do
governo,
saindo
assim da
orbita
dos
seus
deveres,
dando
â
lei
uma
cer
ta
elasticidade
que
ella
não
tem,
e por
consequência
tudo
quanto
fez
e
obrou
não
passa
do
vexame
mais
escandaloso,
ro
deado
d
’
um
processo
tumultuoso
e
anar-
chico,
para
por meio
d
’elle
se tirarem
avultadas
multas.
Mas,
no
meio
de
tudo
isto,
ainda
as
sim
appareceu
quem defendesse
o mal
in-
tepretador
da
lei,
o qual
defensor
em
uma
serie
d’
artigos
estampados
no
«Jor
nal
da
Manhã»,
tem
verberado,
injusta
e
calumniosamente
os
gerentes do
Banco
do Minho,
—
artigos
que
mais
parecem
guia
dos
pelo
despeito do
que
por
homenagem
á
verdade,
—o
que
deveras estranhamos
no
nosso
collega
do Porto.
Como
porém,
tinhamos
dito
alguma
cousa
sobre
similhante
assumpto—
fisca-
lisação
da
lei do
sêllo
—
transcrevemos
dô
«Coromercio
de
Lisboa»
de
3
do
corren
te,
um excellente
artigo,
firmado
pelo
snr.
Lúciano
Cordeiro, que
vem corroborar
o
que havíamos avançado:
«O
expediente
fiscal
dos
varejos
ado-
ptado
para verificar
a
execução
da
lei
do
sêllo,
nos
estabelecimentos
bancarios,
mas
adoptado
por
fórma
que
ao
seu
caracter,
já
de
si
e
perante
os
nossos costumes,
violento
e
irritante,
accrescenta
o vexa
me
de
não
ser
um
expediente
geral
e
a
suspeita
de
uma legalidade mal definida
e
segura,
começa
a
suggerir
reclamações
e
resitencias
d
’uma
certa
importância
que
devem
aconselhar
aos
poderes
puhlicos
toda
a
circumspecção
e
prudência.
«Theoricamente
poderiamo-nos
achar
em desaccordo
com
boa parte
da
dou?
trina
que
fundamenta
essas reclamações.
«No
caso
presente,
porém,
perfeita
mente
determinado
e
circumscriplo,
nós
vemos
n
’
essas
reclamações taes
argumen
tos positivos
e
fórtes
que
pensamos,
mes
mo,
que
são
muito
para
agradecer
por
que
em
vez
d
’ellas poderia
abrir
se
uma
situação
grave e
perigosa
qml seria
a
da
resistência
formal
e
energica
áquelles
va
rejos
tiscaes,
resistência
que encontraria
em
direito
escripto
e
vigente,
excellantes
razões
de
ser.
«O
commercio
tem
entre
nós
um
fo
ro
especial, que
nos
parece
ter
passado
desapercebido
ao
fisco,
n’a!gumas
das
suas
mais
importantes
correlações
com o
exer
cício
verificador
que
elle
se
arroga
aos
livros
e
papeis
dos
estabelecimentos
de
credito.
«A
exhibição
dos
livros
de
escriptu-
raçào
mercantil
é
regulada,
talvez
até
com exaggerada
prudência,
pelo
codigo
commercial
que especifica
os
casos
e
as
auctoridades
que
pódeno
determinar
essa
exhibição,
facultando
ainda
assim
a recu
sa
d
’
ella sob
a
pena
simplesmente
de
ge
rar
presumpção
contra
si
quem
essa
recu
sa
faz.
«O
artigo
231
do
Codigo
estabelece
terminantemente
que
«nenhuma
atictorida-
de,
juiso
ou tribunal,
debaixo
de
pretex
to
algum
por
mais especioso que
seja
pó
de
fazer
ou
ordenar
varejo
ou
dehgeucia
qualquer
para
examinar
se
o
commercian-
te
arruma
ou
não
devidamente
os seus
livros de
escripturação mercantil.
«O
sêllo
sendo
um
dos
requisitos
legaes da
escripla
commercial,
é
factor
da
sua
devida
arrumação,
até
porque
o
é
do
seu
valor
como
prova
jurídica.
«Sem
ir
mais
longe,
e
mais
longe
de
verá
ir-se,
estas
disposições
e
circumstan-
cias
poderiam
fundamentar
uma inteira
resistência
aos
varejos
que
se estão
fazen
do
aos livros
de
certas
entidades
commer-
ciaes
sem
indicação
legal períeitamente clara
e
segura.
«E’
grave
o
assumpto,
repetimos,
e
naturalmente leremos
de
o
tratar
com
maior
desenvolvimento».
GAZSTILHA
Ctironica religiosa
—
Hoje:
—
Ex
posição
do
Santíssimo
na
egreja
da
Mise
ricórdia.
A
’
manhã
começa
a
novena
de
N.
Se
nhora
dos Desamparados.
maravilhais
da
Crenção. —
Distri-
buiu-se
o
fascículo n.°
4
das
Maravilhas
da
Creação,
ou Historia
e
descripção
il-
lustrada
dos
animaes,
por
P
edro
M.
P
os
-
SER.
Morte súbita
—
Falleceu
repentina
mente
n
’esta
cidade
a snr.
a
D.
Angélica
Teixeira
de
Queiroz,
esposa
do
snr.
An-
tonio
Pereira
da
Costa
Lacerda
e
Mello,
da
Ponte
da
Barca.
A
Morta
ailustrarta. —
Recebemos
o
n.°
9
da
Moda
Illustrada,
.de
que
é
director-proprietario
o
illuslrado
editor
Da-
vid
Corazzi.
Já
temos dicto
que
esta publicação
não
receia
competências
com
as
estrangeiras
do
mesmo
genero.
aVan milagre do
Senhor do
Monte».
—
Assim
se intitula
uma
peça
que
por
estes
dias
deve
ir
á
scena
no
theatro
de
S.
Geraldo.
E’
producção
do
elegante
escriptor
e
nosso amigo
o
snr.
Alfredo
Campos.
Dizem-nos
que
é
um
trabalho
digno
dos
créditos
de
que
justamente
gosa
o
seu
au
ctor.
C5
Moístre Popular. —
Recebemos
o
n.°
10
do
Mestre
Popular
(O
Inglez
sem
mestre],
excellente
publicação
linguís
tica
semanal destinada
á
inslrucção
de to
das as
classes.
A
correspondência
deve
ser
dirigida
ao
seu
redaclor
o
snr.
Joaquim
Gonçal
ves
Pereira,
Figueira
da
Foz
—
rua
das
Flo
res.
13.
® Mensageiro do Coração de
Jesus.
—
Recebemos
o
caderno
correspon
dente
ao
mez
de
maio
d’
esta
publicação
excellentememe
dirigida
pelo
revd.
m0
pa
dre
José
Rodrigues Cosgaya,
doutor
na
Sagrada
Theologia.
E’
este
o
seu
summario:
—
Intenção
ge
ral
do
mez
de
maio
—
Relatorio
do
Apos
tolado
da
Oração
em
Portugal
—
Missão
da
índia
—
Noticias
particulares
do
circulo
de
Lisboa—
Colheita
do
thesouro
Espiritual.
Stijceionario Popular. —
Recebemos
o
fascículo
n.°
137
do
Diccionario
Popu
lar,
da
einpreza
«Bibliolheca
dos
Dois
Mundos».
Movimento
do
Hospital
de S.
Hareos
—
Doentes
existentes em
27 de
abril: 93
homens
e 120
mulheres.
Entraram
durante
a semana finda:
22
homens
e
31
mulheres.
Sahiram:
18
homens
e
23
mulheres.
Falleceram:
1
homem
e
4
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
3
de
maio
96
homens
e
124
mulheres.
Preço dos eereaes.—
Na
terça-feira
ultima, n
’
esta
cidade, o
preço
dos cereaes
foi:
Trigo
................................................
750
Centeio........................................
520
Cevada.............................................
560
Painço..............................................
600
Milho
branco................................
520
»
amarello...............................
500
Milho alvo
.......................................
600
Feijão
branco
.....
700
»
vermelho..............................
800
»
amarello
...............................
600
»
rajado................................
480
»
fradinho................................
480
Batata
........................................
560
Azeite..............................................
5^800
Atravez
da
província.—A
cama-
ra
de
.Guimarães
na
ultima
sessão
man
dou
proceder
aos
necessários
estudos
a
fim
de
levar
a
eíleito o estabelecimento
de
talhos
municipaes,
ou
á
arrematação
do forneeimenlo
de
carnes
verdes,
e
por
um
d’
estes
meios
cohibir
os
abuzos
dos
atuaes
marchantes
que
apezar
do
preço
do
gado
eslãr
relativarnente
baixo,
conti
nuam
a
vexar
o
povo
retalhando
o
gene
ro
por
preço
excessivo.
Falloceu
ultimaménte
na
freguezia
de Mozellos.
da comarca de
Paredes de
Goura,
a exc.
111:1
snr.®
D.
Narcisa
Felizar-
da Brandão,
lia
do
snr.
João
Joaquim
Pereira
Telles.
—
Na
sexta-feira,
pelas 10
horas
da
manhã,
manifestou-se
incêndio
em
casa
do
snr.
Manoel
Fernandes
Lopes,
á
rua
da
Bandeira,
em Vianna.
Foram
insigni
ficantes
os
prejuízos.
—
Os preços
dos cereaes no ultimo
mer
cado
semanal
da
cidade
de
Guimarães,
são
os
seguintes:
Duplo
decalitro
—
Trigo
880
—
Centeio
700
—-Milho
alvo
750
—
Milhão
branco
680
—
Milhão
amarello
640—
Painço
550—
Feijão
vermelho
900—
Feijão
branco
800—
Fei
jão
amarello
700—
Feijão
fradinho 560
—
Feijão
rajado
600—
Batatas
540
—
Azeite
(litro)
260
—
Vinho
(litro) 880.
Egrejas
a
eoneurso.—
Estão
a
Con-
curso
por
provas documentaes
as
seguintes
egrejas:
Alcorrego
(Santo
Antomo),
concelho
de
Aviz,
diocese
de
Evora.
Alverca
(Nossa
Senhora
de
Assum
pção),
concelho
de
Pinhel,
diocese
de
Pi
nhel.
Basto
(S.
Clemente),
concelho
de Ce-
lorico
de
Basto,
diocese
de
Braga.
Figueira
(S.
Braz),
concelho
de
Aviz,
diocese
de
Evora.
Fonte
Arcada
(Nossa
Senhora
da
As
sumpção),
concelho
de Serncelhe,
diocese
de
Lamego.
Goteira (Nossa
Senhora
da
Concei
ção),
concelho
de
Soure,
diocese
de
Coim
bra.
„
. .
Machede
(Nossa
Senhora
da
Nativi
dade), concelho
de
Evora,
diocese de
Evora.
Navaes
(Salvador), concelho
da
Povoa
do
Varzim,
diocese
de
Braga.
Olaia
(Nossa
Senhora
do 0 ,
concelho
de
Torres
Novas,
diocese
de
L
;sboa.
Penha
de
Aguia
(Nossa
Senhora
das
Candeias),
concelho
da
Figueira
de
Cas-
tello
Rodrigo,
diocese
de Pinhel.
Peso
(Santa
Maria
Magdalena),
concelho
da
Covilhã,
diocese
da
Guarda.
Rendo
(S. Sebastião),
concelho
de
Sa-
bugal,
diocese
de
Pinhel
Por
provas
publicas
foram também pos
tas
a
concurso
perante
o
vigário capitu
lar
do
bispado
da Guarda,
pelo
praso
de
trinta
dias,
a
contar
de
1
de
maio,
as
egrejas parochiaes
de
S.
Pedro
de
Vogas
de
Baixo
e
de
S.
Domingos
do
Cabril.
Çonf«?r
eneia «le S.
Vicente de
Paulo, en* 8. Thiago dti dallizn.
—
Acabamos
de
lêr
no
nosso
estimável
•collega
de
S.
Thiago,
«EI
Porvenir»,
a
noticia
que abaixo
transcrevemos,
para
que
sirva
de estimulo á
mesma
confe
rencia
ultimamenle
instituída
n
’esta
cida
de,
pois
como
disse o revd.0
padre Sen-
na
Freitas
no
seu discurso
inaugural
«o
Porto
é
a
cidade
mais
adiantada
no
mal,
assim
como
a mais adiantada também
no
bem;
não
ha
meio
termo,
e
por
isso
ou
muito
nos
enganamos ou
n
’esta
cidade
a
dita
Conferencia
de
S.
Vicente de Paulo
ha
de
produzir
excellenle frncto».
Eis
a
noticia:
«No
salão dos
exames
do
seminário
conciliar
d
’
esta
cidade,
celebrou no
dia
28
d
’
abril
a junta
geral dos
socios
das
Conferencias
de
S.
Vicente
de
Paulo
uma
reunião,
debaixo da
presidência
do
em.
0
snr.
cardeal
arcebispo
da
diocese.
Depois
de se resarem
as
orações
do
costume,
o
snr. Vasquez*
Queipo
lei
um
interessante
capitulo
d
’
um
livro
piedoso
e
o
snr. Villelga
deu
conta
do
estado
em
que
se
achavam
os
fundos
da
sociedade.
O
digníssimo
presidente
da
conferen
cia,
snr.
D.
José
Alfageme,
começou
a
leitura
d’um
brilhante discurso,
no
qual
demonstrou
d
’
um modo completo
as
ex-
cellencias
da obra
de
S.
Vicente,
da
qual
deviam
formar
parte
todos
os
que
se
in
teressam
a
favor
das
classes
operarias.
Por
ultimo,
o
nosso
eminentíssimo
prelado,
cuja
invejável
facilidade
de
pala
vra
encanta
a
todos
os
que
teem
a
dita
de
o
ouvir,
improvisou
uma
commovedora
exhortação
moral,
fundada
na
passagem
a
que
havia
dado
leitura
o
snr. Vasques
Queipo,
e
deu
além d’isto
explicações
uteis
aos
fins
da
Conferencia
de
S.
Vicente
de
Paulo.
A
coPecta
deu
um
resultado
de 1242
reales e 20
cêntimos.
—
E.
«neendiog
na tKwssia.
—
Segundo
o
jornal
russo.
«O
Mensageiro
do
Gover
no»,
os
incêndios
occorridos
no
mez
de
março
em
todo o
império
sobem
á
cifra
de
600,
destruindo
outras
tantas
casas,
sendo
a
perda
avaliada
em
cerca
de
dois
milhões
de
francos.
O
que
é para
notar,
é
que
melade
.de
aquelles
incêndios
foram
devidos
a
mãos
criminosas
e vingativas.
Aíjj9B5.s»ç3«s.
—
Escreva
<
A Verdade»,
do
Funchal:
Duas
pessoas
d
’
esta
cidade
perleneen-
tes
á
seita
maçónica,
achando-se grave
mente
doentes,
pediram
os
sacramentos
e
voluntariamente
abjuraram
da
maçonaria.
São
actos
muito
louváveis
e
muito
frequen
tes
em
todos
os
paizes em
que
se
acha
estabelecida
aquella
seita,
para
a
qual
teem
sido
arrastadas
muitas
pessoas
de
boa
fé.
Doeliínger.
—
O
professor
e
um
dos
mais robustos
talentos
da
Allemanha
—
Doellinger,
que
desde
1869
havia
saido
para
fóra
da
Egreja
Catholica,
produzin-
do-lhe
um
scisma conhecido
pelo
nome
de
velhos
catholicos,
acaba
de
se
recon
ciliar
com
a
Egreja.
Que
bello trinmpho!
No
entanto
estamos
a
ver
que
a
De
mocracia
e
mais
fraternal
companhia
es
tão
aqui
a descobrir
o
dedo
do
Jesuilu!
Não
é
verdade?
A
nós
nada
obsta
que
0
acreditemos;
porque
isso
provava
ainda
que
aos
jesuítas
deve
a
Egreja
grandes
triumphos.
Portuguezes
falleeídos.
—
Em 7
a
10
de
abril
falleceram
no
Rio
de
Ja
neiro,
os
seguintes súbditos
portugue-
zes:
Avelino
José
Pereira, 18
annos
soltei
ro;
Antonio
Gonçalves
Agra,
54;
Manoel
de Almeida. 45
c.;
Antonio
Diogo
de
Carvalho,
33;
João,
filho
de João
Fer-
reira.
7;
Antonio
Cardoso
Pimentel,
18
s.;
José Pereira, 23 s.;
Manoel
Antonio
da
Silva,
34
c.;
Domingos
da
Silva
Pin
to,
27
s.;
Manoel
Ignacio
Junqueira,
21;
Francisco
da
Cunha
Guimarães,
26;
Ma
noel
de
Lima
Cerqueira,
28;
José Rodri
gues
da
Rosa,
20
s.;
Isidoro
Rocha,
29;
Antonio José
da Costa
Braga,
85
c.;
Francisco
Joaquim
Pereira,
24
s.;
Gabriel
Ignacio
Bettencourt,
20 s.;
José Torquato
Moreira. 32
s
;
Joaquim
Ferreira.
21;
Carlos
Ferreira,
38
s.;
Manoel
Martins
Gomes. 36
c.; José Maria
Esperança,
35;
Guilherminá
de
Jesus
Carvalho,
22
s.; Francisco
Marianno
da
Conceição,
33
c.. Catharina
Rosa
do
Coração
de
Jesus,
49
v.;
Arnaldo
Martins
da
Silva,
48
v.;
Angelina
Rosa
Xavier
Pinheiro,
38
c.;
Manoel
Marques,
47
c.;
José
Pereira,
25
s.;
Francisco
Pereira
do
Amaral,
28
s
;
Porphirio
José
Ribeiro,
39
c.;
Joaquim
Veiga,
52
c.;
Manoel
de
Oliveira
Torres,
50
s.;
Antonio
Pereira
Alves
da
Silva,
16
s
; Joaquim
de
Souza
Neves,
33
s.;
José
Gomes
dos
Santos, 34
c.;
Candida
Margarida
de
Medeiros.
33 v.;
Joaquim
Alves
de
Bessa,
27
s.;
Maria
da
Anntin-
ciação,
34
s
;
José
Teixeira
França, 52
s.;
José
Pinto
de
Moura,
23
s.;
José
Ma
ria
Antunes,
22
s.;
Joaquim
José
da
Costa,
83
s.;
José
Ribeiro
da
Silva,
35
s.;
José
Joaquim
Pereira
de Castro,
32
s.;
e
Frederico
Raphael
da
Silveira,
26
s.
A
’
caridivtie
jmbliea.—
Recommen-
datnos
muito
e
muito
ás pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva Guimarães.
O
sen
estado
de
penúria
é
exlremamente
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
UDTIjttAS
NOTICJAS
Lisboa
5
—
Foram
declarados limpos
da
peste
os portos
de
Salonica,
mar
Negro,
Azoff, costas
da
Turquia,
Syria
e
ilhas
no
mar Egeo.
Foi
provido
por 3
annos
a
snr.
a
D.
Anna Marques
na
cadeira
do
logar
de
Gais,
freguezia de
Sande, concelho de
Guimarães.
Aviso
declarando
aberto
concurso
para
o
provimento
da
egreja de S.
Simão
da
Junqueira,
diocese
de
Braga.
—
Foi
nomeado
escripturario
do
escri
vão
de
fazenda de
’
Boticas
o snr.
José
Francisco
Gomes
Rosa.
Idem
6.--Providos
por
3
annos
os
pro
fessores
de instrucção
primaria
nas
seguin
tes cadeiras:
Álvaro
Martins,
na
de
Ferreiros,
fre
guezia da
Moita,
concelho
de
Anadia; Leite
Magalhães,
na
de
Varzea
da
Cova,
em
Fafe;
Avelino
Campos,
na
de Ribeira
Soaz,
freguezia
de Ventosa,
concelho
de
Vieira;
Bento
Martinho,
na
de
Jule Pra-
zeres,
no
Fundão;
João
Joaquim
da
Sil
va
Cruzeiro,
na
de
Lanhoso;
Rodrigues
Azevedo,
na
de
Apulia,
em Esposende;
José
Botta.
na
de
S.
Pedro
d
’
Este,
em
Braga;
Manoel ■ Barroso,
na
do
Arco
de
Bauihe,
em
Cabeceiras
de Basto; Manoel
Amado
’
,
na
de
Penile.
em
Vianna; Manoel
Rodrigues
Brilulo,
na
de Ponte
da
Barca;
AnnaMe
Jesus,
na
de
Seyer do
Vouga.
Promovidos
á
propriedade
os
professo
res
seguintes:
O
de
Ayalla
do
Campo,
no
fundão;
o
de
Ferreira
”
do
Coura,
o
de
Fornellos,
em
Smfães;
o
de
Esperança,
em
Lanho
so; o
de
Monteiras,
em
Castro
Darre;
o
de Santa
Comba,
o
de
Ceia,
o
de
Bor-
bella.
em Villa Real;
o
de Aradas, em
Aveiro; o
de
Valbom,
o
de
Villa Verde,
o
de
Saccaes,
-em
Mirandella;
o
de
Ja
neiro
de Cima,
no
Fundão;
o
da
Povoa,
em
Trancoso;
o
de
Lamalonga,
em
Ma
cedo
de
Cavalleiros;
o
de
Villa
Verde,
o
de
Pampilhosa
e
o
de
Bodiosa,
em
Vi-
zeu.
Na
Bolsa
venderam-se:
3
acções
do
banco
de
Portugal
a
5
6$5!IO;
23
ditas
do
banco
Predial
a
13$5'J0;
19
obriga
ções
da
companhia
das aguas
a
83$500;
11
ditas
prediaes
a
92$800.
Não effecluado: 12
acções
do
banco
Lusitano,
oíferta
66$000,
pedido
69^000;
7
obrigações
da
companhia
das aguas, of.
83:700^
p.
84$000;
20
diias do
caminho
de
ferro
do
Minho,
of.
88$7$0. p.
88$900;
15
ditas
do
empréstimo
para
a
compra
de
navios,
of.
86$500,
p.
87$500;
5
con
tos
em
inscripçôes,
of.
50.67,
p.
50.75;
10
ditos
para 15
do
corrente,
of
50,70,
p
50,84;
30:000
escudos
de
fundos
hes-
panhoes,
of.
14,70,
p.
14,80.
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
16:100^290
reis.
Falfeceu o snr.
visconde
de Almeida,
cunhado
do
snr.
visconde d
’
Alemquer.
Roma
2—Giribaldi pensa em
voltar
brpvemente
para
Caprera.
Nawman
ifuina
entrevista particular
com
o
Papa
expoz-lhe
os
pogressos
que
o
catholicismo
faz
em
Inglaterra.
Paris
3
—
O ministro
do
commercio
re
cebeu
hoje
diflerenles
delegados
das ca
marás e
do comuvfcio,
favoráveis
ao mó-
vimento
proleccionista;
consta
que
o
mi
nistro
fez
ver
qúé
’
o gpyefno
é
partidá
rio
dos
tratados
de
commercio.
O
presi
dente
da
republica
lambem
recebeu
os
delegados
e
disse-lhes
que não
duvida
que
o governo
se
exforçará
para
conciliar
to
dos
os interesses.
Paris
5
—
Mallograram-se
as negocia
ções
para reunião
da
conferencia em
Con
stantinopla,
afim
de
ser regulada
a
ques
tão
das
fronteiras gregas.
A
Inglaterra
não
acceitou
as
propos
tas.
Alexandria
4—
A
Erança e
a
Inglater
ra
pediram
a
installação
dos
ministros
inglezes
e
francezes. O
Khediva
respon
deu
que
a
proposta
deve
ser
submetlida
a
conselho
de
ministros.
Julga-se
que
ahi
a
proposta
encontrará
resistência.
Roma
5
—
Assegura
se
que
morreu
re
pentinamente
Snisla
Mahomed,
fiilho mais
velho
de
Cher-Ali-Pachá.
Londres
6—
Na
camara
dos
communs,
Northecolh
disse
que
o
gabinete,
desejo
so
de
apressar
a pacificação
da
colonia
do
Cabo,
enviou
instrucções
para
não
per
seguirem
em annexações
do'
território,
senão
para
tomar
medidas
atim
de
pre
servar
as
colonias
contra
os
ataques
dos
ztilus.
Na camara
dos
lords, Salisbury,
res
pondendo
a
Grandville,
passou
em
revis
ta
tudo
o
que
se
fez
para a
execução
do tratado
de
Berlim.
Disse
que a
eva
cuação
russa
devia começar a
3
de maio
e
estar
completa
em
3
de
agosto.
Paris
6—
Uma
nota
dirigida
pela
Fran
ça
e
pela
Inglaterra
ao
khediva
exprime
o
seu
vivo
pesar
pelos
sticcessos
recentes
e torna-o
responsável
pelas consequências.
Uma
circular
energica
da
Porta
diri
gida
á
Rússia
aponta
a
agitação
fomenta
da
pela Rússia,
que impede
a
volta
da
administração
turca
á
Romelia.
wiw
m
i
ti
iimb
—
—
mmbmmwi
» r m
wwm
CORREIO
Aljubarrota.
—
Exc.
m
®
snr.
Joaquim
Henriques
Farto. Visto o que
diz,
conti
nuaremos
a
enviar-lh
’o
e
agradecemos.
» ..... ...................
KECLAMOS
, ■
i
Toaos
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DL
’
BAKRY
de
Londres.
1
Combatendo
as indegestões
(dispepsias,
gastr.ica
,
gastralgia,
ílegma
,
arrotos
7
amargor
na
bocca,
pituitas.
nauseas,
to’
mito*-,
irritação intestinal,
bexigas,
diarrea
disenteria,
coliicas,
tosse,
asthma,
falta
d
’
respiração,
oppressào,
congestões,
mui
do
8
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as des
ordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchites,
da
bexiga,
do figado, dos
rins,
dos
intestinos, da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue,
85:000
curas
entre
as
quaes
coo-
tam-se
a
do
duque de
Pluskow
das
ex.
mas
snr.
as
marqueza
de
Bréhan,
duqueza
de
Casllestuart, dos
exm.
os
snrs.
Lord
Stuart
de Decies,
par
d’
Ingl.iterra
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
N.°
49.842;
M.me
Marie
Jurie
Joly,
de
cincoenta
annos
de
constipação, indiges
tão,
nervoso,
insomnias,
asthma,
tosse,
flatos,
espasmos
e
nauseas.
—
N.°
46:270:
M.
Roberts,
d’
uma
constipação
pulmonar,
com
tosse,
vomitos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
—
N.°
46:210:
O
doutor
etn
medicina
Martin,
d
’
uma
gastralgia
e
irrita
ção de
estomago,
que
faziam
vomitar
15
a
18
vezes
por
dia,
durante
oito
annos.
—
N.°
46.218:
o
coronel
Walson,
de
got-
ta, nevralgia e
constipação
obstinada. —
N.^
18:744:
o
doutor
em
medicina
Shorland,
d
’
uma
hydropisia e
constipação. —
N.®
49:522:
M.
Baldwin,
completa
pro
tação,
paralysia
da
bexiga
e
dos
membros,
etn
consequência
de
excessos
da
mocidade.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o seu
preço
em
remedios.—
Preço*
lixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4
kiio,
500
; de
l
li
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
1$400
reis;
de
â */s
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a 800 e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Hevaleseière
ehoeolatada;
ella
res-
titue o
appettite,
digestão,
somoo,
energia
e
carnes duras
ás
pessoas,
e
ás creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1$400
;
da
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25 reis
cada-
chaveoa.
»U
BARRT O!
CA
nniTED.—
Plaçe
Vendòme,
26,
Paris. 77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid;
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ff-Asboa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro,
31,
32;
Barra!
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
ta,
J.
de
Sousa
Ferreira
A
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPÓSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
BarceiioH,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.. Largo da Por.te.
—
Straga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal, 17
•
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto*—Vianna
do
Cao-
tello,
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—
íJniníarilei»,
A
.1.
Pereira
Martins,
pharm.—Antonio d
’
Araujo Carvalho,
Cam
po
da Feira, 1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
í*era»ael,
Miranda,
pharm.—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira &
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77; J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D. Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio,
225 a 227.
—
Ponte
«3o JLi-
m». A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—Povoo
do
Warzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
VaSeiaç»
do
.TísiíSto,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villw
í
S<-
Corade,
A.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
ÀSlilSCIllITOl
Andreza
da Costa
Bezerra Braga
(au-
zente),
Rosa
das
Neves
Simões, There-
za
de
Jesus
Simões,
Joaqmna
Simões, Ma
ria
Simões,
José
Simões
Braga
(auzenle),
Ma
noel
Simões
Braga, José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro,
e João
Trindade de
Freitas,
nora,
filhos
e genros
da
fallecida
Antonia
Ma
ria
Simões,
não
o podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem
por
este
meio
a
todas
as
pe-soas
da
sua
atnisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes
fizeram,
acompanhan
do, da
sua casa á
egreja,
e
cemitério,
o
corpo
de
sua
sempre
presada
mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
todos
os
que
lhes
de-
ram
seus
sentidos
pezames,
confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março de
1879.
(2316)
ANNUNCIOS
PROFESSOR
Precisa-se
d
’
um
competentemente ha
bilitado
para
leccionar
primeiras
leltras
na
escola Brileirense,
sita na freguezia
de
S.
Salvador
de
Briteiros,
do
concelho
de
Guimarães, perto das
Caídas
das
Taypas.
A
casa
é
especialmente
feita
para
au
la,
tendo
accommodações
para
morada
do
professor,
e
está
mobilada.
O
ordenado
é
de
1200000
reis an
nuaes.
Quem
pretender
dirija-se
ao
fundador
da escola, João
Antunes
Guimarães,
cor
reio
das
Taypas,
Donim. (2398)
MANOEL
DA COSTA
ALVES
ALFAIATE
RUA
DE
SANTO ANDRÉ
N.° 18.
Acaba
de receber
um
bonito
e
varia
díssimo
sortido
de
cachemiras
para
a
es
tação,
que
vende por
preços
limitados,
taes
como:
factos completos
a vestir
por
80500,
100600,
120000
e
130000
reis,
e
mais preços.
Palelots
de
melton
a
vestir
de
60500
e
mais
preços.
Guarda-pós
de
esguião
de linho a
reis
20000.
Calças
de
cachemira
a
vestir
de
30000
reis
e
mais
preços.
(2393)
AOS
PROPRIETAKKIS
DOS
HOTÉIS
E
HOSPEDARIAS
Na
Typographia
Lusytana,
rua
Nova
n.°
4,
vende-se
participações
das
que
as
hospedarias
tem
obrigação
de
entregar
to
dos
os
dias
na
repartição
policial,
e
se
gundo
o
modelo
do
regulamento
das
hos
pedarias.
Cada
100
exemplares
600 rs.
Avulso
10
rs.
GANDARELLA & C.
a
CAMPO DE SAArT’AATJirA.
Acabam
de
receber
um
variadíssimo
sortido
de
fazendas
nacionaes
e
estran
geiras,
próprias
para
a
estação,
que
ven
dem
por
preços
muito baratos
como
se
jam,
fatos
completos
a
vestir,
90000,
100000,
120000,
130500,
150000,
e
mais
preços,
camisas
brancas
e
de côr,
cerou
las,
grande
variedade
de
gravatas
de
côr
e
pretas,
que
tudo
vendem
por preços
sem
competidor.
Ver
para
crer.
(2383)
BILHETES
DE VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de por
te
sem
augmenlo
de
preço.
APJPAKICIO
«ft
MILHEIRO
27,
Praça
do Barão de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200, 220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento, 400,
420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
®9,
Praça do Barão
de 8. Marti-
nlio,
99
ÁPPARICIO
4 HALI1E1R0
BHAGA
DI.yiIF.lBCO
A
JI KO
A
confraria
de
N. Senhora
da
Apre
sentação,
de S.
João
do
Souto,
tem
reis
4000000
para
mutuar.
(2305)
Idopátoo
em
todos
os
Hospitaos.
(FERRO
DIALYSADO
ERAVAISJ
Recomm»ndad.i
por
todos
os
Médicn.
Contra
t
ANEMIA,
CHLOROSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA,
PERDAS
BRANCAS,
etc.
O
Ferro Bravais
(ferro
liquido
em
gottas
concentradas)
é
-o
unico
28
exemplo
de
qualquer
acido:
não
•
tem
cheiro
nem
sabor,
não
produz,
&
prisão do
ventre, diarrhea,
irritação
uem cança
o
éstomago;
alem
d
’
isto
e
o
único
que
não
faz
os
aenles
pretos.
E
’
o mais economlso fle
todos os ferruginosos, pois gue um frasco dura um mez.
p
Deposito geral
em
Pariz.
13, rue Laíayette
(Perto
da
Opera),
e em
todas
as
Pharmacias.
3
Descos
fiar-se das imitações perigosas & exijir a
marca de fabrica que vae janela.
3
Envia-se
grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada,
um
interessante
folheto
sobre
a
Anenlia
e
o
seu. tratamento.^
Deposito
no Porto,.
Ferrei.ra
à
limão, e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
Empregadas
com
o
mais
grão
successo,
depois
mais
de
40
annos
por
a
maior
parte
dos
médicos
por curar
a
chlorosis
(fluxo
branco)
doança
das
mancebas
filhas
e
to
das as
moléstias
chloróticas.
Eis
aqui
a
opinião
dos
mais
eminentes médicos
que
as
tem
experimentado
:
«
Depois
35
annos que
exerço
a
medicina,
«
tenho
reconhocido
a
este
medicamento
«
(Pilulas de
Blaud)
vantagems
incontesta-
«
veis
sobre
todos
os outros
ferreos
e eu
«
o
miro
como
o
melhor
anti-chlorótico.
»
Dr DOUBLE,
ex-prisidente
da
Academia
de
Medicina.
’
« De
todas
as
preparações
ferreas
que
« nos
hão
dado bons
resultados
no trata-
« mento
das
affeições
chloróticas,
as
pilu-
«
las
de
Blaud parece-nos
devem
estar
na
«
primeira
fila.
»
—
Diccionario
univ.
de
Medicina,
t.
n,
page
99.
Como
prova da
authentlcldade, o
nome do
Inventor
e«U gravado «obre
cada
pilala como aqui junto
Deposites
:
Pari», t,
r.Pavenne.
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorèto
n.°
28
—3
(27
*)
Empreza
editora de Francisco Artliur da
Silva
— Lisboa.
BR1MÍE
A
TODOS
OS
ASS1GNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cegar
Cantu
Desde
a creação
do mundo
até
1832
—con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
E
BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867 e
acompanhada da
versão das citações
gregas
e
latinas, e
annotada
por
Manoel Remardes
Branco
Da
Academia
Real
das Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas grega
e
latina,
etc.
2.
&
edição,
illuslrada com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes in-4.°
grande.
O
editor
proprietário d
’esta publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume para que esta
2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
tique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
.-nrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esla
empreza e
áquel-
les
que de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
brinde
o
drcimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e cin
co capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal, servindo
para
a
procura
dos
laclos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo alpliabetico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que figuram
na
historia,
e"
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a narração desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por D.
Netnesio
Fernandes
Cues-
la,
e
accrescentados
na
parte
que
diz res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
200000
reis
fortes
Encadernada
.
. .
270000 »
d
Para
facilitar
a
acquisição
d’esta
tão
importante
obra
ás pessoas menos abasia-
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da assignatura
:
—
A
assigna-
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.—Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de 80 paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA VOLUME:
l.°
vol.
br. orn. de
9
grav.
10870
2.°
>
»
6
10665
3.»
»
»
7
10605
4.°
>
»
>
i
5
D
10525
5.°
D
D
»
6
D
10615
6.°
>
»
'6
»
10690
7.»
D
»
6
1»
10640
8
0
»
D
»
6
10615
9.°
D
>
>
»
6
>
10565
10.°
>
6
>
10615
11.°
>
D
»
6
>
10610
12.°
>
»
D
»
6
>
10815
13
•°
K
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras, brinde
a
todos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
£&£
Das
81
gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos vol.
1
a
7.
Este decimo
terceiro volume
será dis
tribuído depois de
completo
e brochado
a
todos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo volume.
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra, e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por volumes.
O
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—
A
assignalu-
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos mandará
satisfazer
a
sua
imporiancia em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REALISAVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA ;
me
BRAGA, na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Cbardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Franetaeo Artliur
da
Silva—
editor
72,
rua
dos Douradores,
72
—
LISBOA.
Fabrica de papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO EM
BRAGA
Tabacaria Braearenge
—27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
HOSPEDES
Na
casa, n.°
54,
da
rua
de
Santa
Margarida,
recebem-se
hospedes.
Preços
modicos.
(2397)
Caixa
penhorista Bracarense na
Travessa de
1>. Cíualdini
d’esta
cidade.
Continua
a
emprestar dinheiro
sobre
penhores todos os dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objectos
empenhados na
mesma
caixa
com atrazo
de
juros de
ires
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
<w
H
rJT»B
ss
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia fabril SINGER
19
—
rua de 8. Vieente—19
BRAGA
As
melhores
machinas
para costura
qu^
todo
o mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
989:81®
machinas
de
costura!!! mais
9Otl9S
que
em
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
590
reig
semanaei»
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a menos a
promplo paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros e sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o
publico que te
nha
todo o cuidado
para
não
ser enganado com as machinas
imitações, como
algumas pes
soas, por
infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As machinas legitimas
SlAfGER
sã
se
encontram-á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SIWER
17, RUA DE S.
VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas a
ca
pitães
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
(2297)
PADRE
SENNA
FREITAS
Preço
120
reis.
A
’
venda
no
Porto, Livraria
P°
rlJÍ?’
se,
editora,
121
—
Rua
do Almada—
e
nas principaes
livrarias
de Coi®^'
Lisboa
e
Braga.
RESPONSÁVEL—Luiz Baptista
da Sil*
BRAGA,
TYPOGRAPIIIA
LUSITANA—
Parte de Comércio do Minho (O)
