comerciominho_26041879_927.xml
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PRECO
DA ASSIGNATURA
’
i
Braga, 42
mezes. .............................1^600
»
6
»
.
........................ ÍJ50( ,
Correspondências
partic. cada
linha. 4
Annuncios cada
linha. .
. . ..' , ,
Repetição
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-1
I
REDACTOHES
—D. Miguel
Stfto-Jlayor e Br Cvstodrò V«|Im.-~-iURECTBR^Airtoiid Jeaquinii de> iIesifà^a' Ptae^él.
PREÇO
DA
^G^ijRÁ
,
"■
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4£k__1_
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(L '■•!■
í&Ofít)
.,
i
.
»
sendo
dua-s
^assigm
.Bçazd,
12
$ezes,
iqoe^a
tof
'
y
'
'J •' q »£••
PLBLLGÀnStí
•
•
SABBADO 26 DABRiL DE 4870
A
easa de iRraçjançta.
O
titulo
de duque
de Bragança,
foi
creado
por D. Affonso
V,
que
0
confe
riu
a
seu
tio,
do
mesmo nome
em
1442:
foi
um
titulo
de juro
para
andar
na
va-
ronia
real
do snr.
D. João
I, e
depois
incorporado
no
principe
herdeiro
da
co
rda
para
o
possuir,
e
gozar
com
todas
suas
terras,
jurisdição,
privilégios,
pre-
rogativas,
bens
de morgado e
de
patri
mónio
não
sugeitos
ás‘
disposições
da
lei
mental.
(Diplom.
de
28
de
julho
de
1521).
O
snr. D.
João
IV,
a
instancias das
cortes
de Lisboa em 1641, cedeu
o
ti
tulo
de
duque
de
Bragança
em
seu filho
o
principe
D.
Theodosio;
e
bem
assim
de
todos
os bens,
e
rendimentos da
dita
casa,
para
sustentação
de sua
real
pes
soa,
e
estado
de
principe;.
e
isto
porque
os
reis
seus
predecessores
não
tinham
deslinadô'
património
para
os
seus
pri
mogénitos.
Este
titulo
e
casa recairam
em
vida
do
snr.
D.
João VI
em
seu
filho
D.
Pe
dro,
herdeiro
presumptivo
da
corôa,
e
depois
l.°
imperador
do
Brazil,
Com
a
outhorga
da
cafta
de
29 de
abril
de
1826,
e
a
separação
do
Bçazil,
e
a
qcceitação d
’
aquella
nova
corpa
por
D.
Pedro,
cessou n’e!le
ô
titulo
de
du
que
de
Bragança,,
e
o
direito
aos
bens,
rendimentos,
privilégios,
e
prerogativas
d’
aquella
casa,
que
de
direito,
e
de fa
cto,
e
pelas
leis
da
sua
instituição
pas
savam
ao
legitimo
successor
da
corôa de
Portugal,
porque
aquelia
carta,
reconhe
cendo
o
novo
direito,
ou
pelo menos
presupondo-o,
diz
no
art.
78:
que
o
herdeiro
presumptivo da
corôa
tenha
o
titulo
de
principe real,
e
o
seu
primo
génito,
o
de
principe
da Beira.
Se
por
tanto, e
por
este
modo
acabara
o
titulo,
e
a
casa
nas
mãos
de
D.
Pedro
l.°
im
perador
do
Brazil,
como
pódem uma
e
outra
coisa
existir
nas
mãos
dos
seus
descendentes?...
E
se
o
titulo,
e
a
casa
sobreviveram
á
nova
lei fundamental de
1826,
se D.
Pedro
não
podia
accumular
a
successão
de
dois
reinos,
porque
seu
pae
não
go
vernava
o
do
Brazil,
quando
falleceu,
nem em
outro
algum
de
seus
filhos
re
caiu
a
qualidade
de herdeiro
presumptivo
da
nova
corôa
do
Brazil, e
sim
nos
des
cendentes
de
D.
Pedro;
qual
pôde
ter
sido
o
principio,
o
fundamento
jurídico,
ou
a
razão
de
direito
publico,
que
au-
ctorisasse,
legitimasse,
e justificasse
a
abdicação
da corôa
portugueza
feita
por
D.
Pedro
em
sjia
filha
brasileira?
E
po
deria
essa
abdicação
involver
a doação
da
casa
de Bragança?!
Pois D.
Pedro poderia
conservar
a
casa,
e
o
titulo depois de
rei
de
um
reino
désmembrado
da
antiga
monarcliia,
e
tornado
independente?!
Não
reconheceu
elle
implicitamente
que
o
ducado,
e
casa
de
Bragança
se
extin
guiam com
a
nova
ordem
de coisas,
sub
stituindo
para
o
principe
herdeiro
o
ti
tulo
de
principe
real; e
para
o primogé
nito
d’
este
o
de
principe
da
Beira
(co
mo
já
dissemos)
e
mandando
que
todos,
e
cada
um
tivesse
assentamento
na
lista
civil
para
alimentos,
e
sustentação
con
veniente?!
Dado
caso
que a
abdicação
da
corôa
portugueza
feita
pelo
pae
á
filha, fosse
de
quem
podia
ceder
a
favor
de
quem
podia
acceitar
(o
que
sómente concede
mos
como
facto
1
cohSummado)
que
tem,
e
o
que
tinha
essa
abdicarão
cotn O
(,dd-
cado,
e
casa dc
Bragança?!
Era
a
filha
de .D.
Pedro
a
sóccéSsora
Iprpsumptiva
da
corôa
de Portugal
'por'
mórte
de
b.
JtoSo
VI?
■
•
II
'd
l
I
E
i
nsiquij O'
'
,/|
near
a'
twdó
'0
’JMnee
'tiídó
o
que
é
ca-
ihólico.',
Jí’
umd'
dhB''sufis
ultimas sèssôes,
tVsi
dos
1
tiossos
èdis
veio expor
grave-
mónde
qiw
‘
esColbs
comnrtunaes
se
dislri-
bw
irvrós
intitólados:
Album
das
escolas,
ÓS'
kornMso
útéis. I
Estes
livros
trazem
a
biographiã
dóá
hcfrwnls
què
teem
ptestado
óèrvlçoB'iá
qo*tèDiMé.'
Mas
eis
a
pédra
de
escandalo
para
os-4áes'icofis^lheirÓs:—
en
tra
■
esiáS btogMphi.atf
fij^irám
as
do
bein-
avôtHór<tío"dj8
Jtt'
feaPS?
tta
Ifmã
Rosalia
ti
:do'
olrrfiãó FilippieJ1 tâo úniversalmente
conhecidos
por seus"efiiihentes
serviços.
<mtii
.ra-zJãd
pohs
sti
'
estantlafisa
o
nosso
dónselfiié
«nuiviftiqáal';
'
pioig
tio
momento
em
■qt|e'
ieHti
1
'
quer
ftizer.^défiappareèer
o
en
sino
congreganista
em
Paris,
a
tídtninis-
'iVação'
tolera
'
a'
idisttifcmição
de obras
que
‘
bouteem
ik>
e*Ugio
de
personagens
<que
l-immi^osv
I»a"s4cieda-de
moderna».
In-
lerpellfidé
sdbrè este
assutnplo,
o
prefeito
•resp^hdeln
que-'esses
livros iam
ser
sup-
primidos.
Causou
aqui"
grai>de
impressão
o
at-
tentado
contra
o
'impèlador
da Rússia.
E«da
impressão attgmeniou
’
dó
ponto quan-
'do"'sè
espalhou
"o
1
boafco 'W
que
o
snr.
Vfè
Bismark
1
'proparftVl
utflá
ntita
ás po
tencial
cdíividia*d&Ms
a
proceder rigoro-
^à'móÀtê'
cotitra
•
os'
revolucionários
e
in-
fertfeóiónbli«ta&.
'Aícrescentàva-se
que
se
assim
fosse, 4
posição
da
França
repu-
lílicafia
áeriaMhhiTó
’
'critica.'
Eflectívamen-
te,
tfortíb
«ãtisfazer
aó
govèrno
allemão
d
aos
oUtros
governós do
Norte,
todos
mteresiados na
suffocação
das
seitas
de-
tíifigogicas;
sem
ferir
os nossos
radicaes
é
romper
abèrldinénte-
com
elles?
Ora,
corrfo
1,
d
'fetfbeií,
o
gabinete
aclual
é
ini-
qttómèhle
-'■sudtentailo
pelos
radicaes;
se
esttis fifiiadòS"
Ó
ãbándomãm,
está
perdi
—
dò
’
e
nío
'tãrdfirá
1
a
cair.
Em
consequên
cia,
lavra
grande
inqliietação
em
o
nos-
só-
mtfnde,
íifiaUCeifo,
que
bem
conhece
que
os
ministros estão
encravados
entre
díiás
atferftaiivaá
igualmente perigosas
'flà/
dò'id
'
dias
qtie
os
«comités»
ca-
tholicos
se
àcham
renhidos
em
Paris.
Ao
contfarió
do .que
se
esòerava!
o
governo
não
se
1
oppoz
até
hoje
á
ésta
demonstra
ção
religiosa, e.
nenhum
obiçe
interpoz
a
esta
reunião.
Todos
se
espantam
d
’
esta
tblerancia.
n
’
tima
epoca
em
que,
como
o
(êdes
pelo
qde
precede,
se
pretende
li-
rár
toda
liberdade
aos
catholicos.
Alli
o
snr.
Cbesnélong,
o
eloquente
defensor
de
nossos
'
corrreligionarios
opprimidos,
o
amigo
pessoal
do
Chefe
da
casa
de Bour
bon,
pronunciou
um
notável
discurso
da
mais
palpitante
actualidade.
Fallou
do
perigo
que
presentemente
ameaça
as
es
colas
chfistãs.
A
educação
christã
achou
n
’
elle
um
magnifico
apologista.
Seguiu-
se-lhe
o
celebre
romancista,
bem
conhe
cido
de
vós,
o
snr.
Paulo
Fèval
que
pronunciou
uma
conferencia
sobre
Mont-
martre
e
o
Sagrado
Coração.
O
espiri
tuoso
escríptdr
teve sempre
toda
a
as
sembleia
pendente de
seus
lábios prodi
giosos,
e
verdadeiramente
enlevada
com
os encantos
do
seu verbo
inspirado.
Ter
minou
a
sessão
com
uma
allocução
de
Monsenhor
o
arcebispo
de
Paris.
Depois
de
felicitar
o
«comité»
pela
sua corajosa
attitude
em
face
da
Revolução
triumpban-
te,
o venerando
prelado
mostrou
a
ne
cessidade
de
os
catholicos
de
unirem
pa
ra
luctar com
mais
efficacia
nas
cir-
cumstancias
que atravessamos.
liiMboa,
33 de abril de tt»9O.
fOo
nosso correspondente).
Dizem
que
o
partido
liberal
não
é
de
voto,
meus amigos,
e
todavia
elle
aca-
Ninguém
dirá',
e" mènos
mostrará que
1
**
í
1'1
1
4
»ií»
iJ
».
Era
D. Pedro
duque,
e
senhor
ólà
casa
de
Bragànça
‘
depois
de
constituído
imperador
do
Brazil,‘de
casádd,
e
de
'páfe?!
Em
nenhuma
hypóthèse
póde1
sustentar
’
-
se
a
afiirmativa,
pôfqàe
aquelle
titulo,
è
aquella
casa
'passa
Vóm
da'
mão
dó'
duhpé,
investido
da
sóbei^níá,
1
para
ds
'
dó áetf
successor
presumptivo, ségundo
a
lettra
da
lei.
Logo
nem
a
‘abdicação
d»
cõrôã
comprehendeu
a doSçãb
da
casa,
'd
do
ducado,;
por
‘
serèth boisas
diMinbtissrmas,
Hem
D.
Pedro
$odiá
‘
dar
d
‘qtfè
rfã'o
‘?i-
nha,
nem
sua‘
blha
havel-às
como)
rainha
feita pela
foiça
'do
difeito, óu
pelo
di
reito
da
força;-
e
se
D!
Pedro-
sè
deno-
minou
entre
nós,
é
depois
de‘
ixpulso
do
Brazil,
dtique
de
‘
Braga
nÇsl;-foi
cdtnò
ti
tulo
de
honra!
dó
mfesVno
mbdp
que
seu
pae
gosou.
o
1
de
‘
ifljpèradoi’
do' Br.azili;
mas
não (oi
aquelle-Étufo,
6
Mm
‘
à
'qua
lidade
de
pae
que
‘
lhe
1
*déferru a
ré^encia
durante
a
sua
menbridatle,
com
assentimento
das
côrles.
D.
Maria
ll^nOnéa
sé
’
denòmiiittif
dtl’
-
queza
de
Bragança,
é
!
de
pteld
1:
dédrtsto
‘
dè
25
de
maio de
-
1838
os
bens
da
"casa
de
Bragança'
fortrm “
tirado^ Ida'adminis
tração
do
thesouro
para as
mãos
da rai
nha;
esse
-decreto
foi
sentença
de
juiz
em
causa
própria,
foi
-uma
expoliação
á
fa
zenda
publica,
foi-um
abuso- de
pôder,
foi
nm
despotismo
inqdálificavel',
não
póde
existir
com
a
carta
de
1826,
nem
cotn
a
lista
civil
por
ella
creada,
ou
uma
ou
outra
coisa;
ambas
destroem-se uiutua-
mente.
Acabado
o
titulo,
e
acabada a
neces
sidade
do
patrimopio
para
o
successor da
corôa
emquanto
a
successão
se
não
reáli-
sar,
porque elle
lá
tem
na
lista
civil
o
seu
lugar,
e
o seu
quinhão;
os
bens,
e
rendimentos
da extincta
casa
de
Bragan
ça
são
bens nacionaes
applicaveis
ás
des-
pezas publicas, e
não
podem
constituir
património
de
nenhum
membro da
fami
lia
real,
nem
ainda
por titulo
de
Compra
em
presença
do
novo
direito.
Já
tractamos
judicialmente
esta
ques
tão,
e
levamos
a
administração da
casa
de
Bragança
á
necessidade
de
desistir
de
ella;
e
não
receamos
sustentar
este
di
reito
em
qualquer tribunal,
e
com
quaes-
quer
questionadores,
e
controversistas:
temo-nos
admirado
muito
de
que
nos
nossos
parlamentos
não
tenho
apparecido
um
novo
Vigário
do Thomar do
tempo
de
João
II
que
sentenceie
como
elle
senten-
ceou a
causa
em
que
esse
rei
era
parle!
Pedem-nos
novos
titulos,
e
augmento
dos
existentes;
e
em
reconvenção
pedimos
n
ós—
q
U
e
se
vendam
os
bens da
casa
de
Bragança,
que
são
bens
vagos,
e
que
o
seu
producto
seja
descontado
no
que se
nos
pede.
Não abandonaremos
a
questão.
José
de
Freitas
Amorim
Barboza.
Corceapíimlíiic'
8 particular
do
tCoatmeroio do
Minho»
Paris, 49
de
abril.
As
camaras
separaram-se
a
5
d
’
abril,
depois
de
terem
fixado
o
termo
das
suas
ferias,
o
Senado
a
8
e a
camara
dos
de
putados
a
15
de maio. A
camara baixa
está
furiosa
d
’
este
pequeno
acto
de
inde-
d
•
<
i
(■
i
q
:
r
ii
i
;
j.
irr.i
I
pèttdedçiã1
óa
oiitr»
eatflara;
que
fixón
a
séM
bei-pi‘ázei
l
a
data
ilá
Auâ
reãbeiUuiM'
Eis
'
pois
'
tertnihadã
uma
sessãó
empregadà
apbnak,
j
C0ttid
as preciAiefitbs,*
1
é<ii
discus
sões
festereis oú peiór
ftlndá:
inválídações
dos
deputados
cônserVadoros,'
absolvição
dos
cóinmunardos;
prosíripçãó
dó
•'(êrisino
relígibso,
afastahiéritb
do
padró^de diver
sos
conselhos,
ondè
elle
de direito' iifchi
o
seu
lógat, ietc. No
Cespeitatite ás
ieis
tãó1
ahtiosamdrtte-
esperadas
pela
<
nossa
marinha,
industria,
etc.,
J
ats
camaras
'tiãb
sè
■
dlgfitarâtti
importar-se
coai
tall
otejecti».
“
Do
resto,
o
parlamento
reaclrará qbârí»
do
voltar,
as
crises,
os
conflictoSÍ "08
óowpficações
qúa
dMè'
deixa
-
peildáhtes,'
com
um
govefiio
qué só
lém
utia Ifito.
I
-
Estas
ferias
são
aproveitadas
pala
Vrtií-
ça
catholica
para
prolfeUiatr
com
tojia ^
indignação
contra
,
a
íyraónia e
persegui
ção meditadas pelos
nossos governantes,
mormeríte
-contra
ouprdjecio-dof
snr.
Fer
ry. Protestos
episcopaes,
adresses, cartas,
artigos
de
personagens
competentes,
reu
nião de
catholicos,
emfim
petições
geraes,
eis
a
bella
manifestação
de
vida
da
França
crente,
a
quem
o»
^«(i^oqjd^
fé
teem
provocado
com os
seus
excessos.
Essas'
petições
assumem
tãTproporção,
que
es-l
Cão
’
1
’
nquileiaiid.y
mniló seriatnentè •o'sl noA-
sos
governantes.
I
Eom
eflfeito,'
elle
len-l
de
a tomar
as
proporções
d
’
um
verdadeiro
plebiscito,
e
já
se
cogitam
os
meios
de
o
sus
tar.
ProtiibiRo
absolutamente
é
um im
possível.
Conientam-se
«pois
com
multi
plicar
as
diíli
cu
Idades,
para
Ihd
restrin
gir
o
effeito.
Para'
isso
o ministro
do
Interior
já
iransmittiii
as
suas Instruções
aos prefeitos,
as
quaes
não
tardarão
a
produslr
as
natpraes
cortseqttencías.
j
Poè
’
outro
lado propóein
tedbsii
1
n
subsidio
aos
bispos,
depois
d’
elles
tocará
a vèz
aos
curas,
depois
aos
simples
vi
gários.
E’
por
detraz
da
Cortina,
do
mi
nistro
do iriteriór
e
dos
■ ciíltos
que os
radicaes
emittein
esta
proposta.
Elles
pretendem
que
o snr.
Lepère
aífirmára
as
suas
intenções
a
esté
resfíeito
deanie
da
çommissão
do
orçamento.
Mas
os
nossos
radicaes
illudém'-se
se'imaginam
que
os
bispos
se
submetterãó
por unia
‘sitfi-
pies questão de
dinheiro.
Pelo
contrario,
enrt nada
modificarão
a
sua attitude Os
radicaes
deviam
saber
de
ha
muito
què
a
questão
de
dinheiro
nada
Significa
para
o
clero,
cuja
vida
é
toda
de
abnegação.
Os
curas,
od
Irmãos
e
Irmãs
da Carida
de
são
modelos
vivos
de
desinteresse,
e
os
sacrifícios
do
episcopado
francez
são
sem
conta.
Só
os
pobres
perderão
Com
esta
medida
reclamada
pelos
inimigos
do
calholicismo.
Ha
alguns
dias
procedeu-se
entre
nós
a
umas vinte
eleições
legislativas.
Estas
eleições
forneceram
mais
uma
prova
do
desgosto
que
ellas
inspiram
á
maioria
da
população.
Os
homens
avisados teem
com-
prehendido
que
a salvação
não
póde
ani-
char-se
no
fundo das urnas
da
Revolu
ção.
Porisso
o
escrutínio abandonado
qua
si
em
toda
a parte
ás
diversas
facções
republicanas,
demonstrou
a
toda
a
luz
as
divisões
e
as
discórdias
que
lavram
entre
ellas.
Em
muitas
circumscripções
houve
votação por
peilouros
em
razão
de
se
apresentarem
candidatos
de
todas
as
republicas.
Em
Saint
Nazaire
sómenle
o
snr. de
la
Rocheite,
irmão do
valoroso
deputado realista
ha
pouco fallecido,
apre-
sentára
a
sua
candidatura,
e
foi
eleito.
Em
Paris
disputaram
a
victoria
tres
can
didatos
republicanos.
Em
Bordéus
o
com
munardo
Blanqui
obteve
um
grande nu
mero
de
votos e
procuram
activamente
assegurar-lhe
a
eleição.
Conjunctamente
com
o
governo,
o
conselho
municipal
de
Paris
procura guer-
ba
de
desmentir,
com
os actos,
os
ca
iu
mniadores.
Ultimamente
teem
sido
tantas
as
pre
ces,
tantas
as
missas,
tantas
as esmo
las,
tantas
as
graças a
Deus,
sabidas
do
campo
liberal,
em
virtude da
doença,
e
das
melhoras
da snr.
1
2
3
D.
Maria
Pia,
que
os
praguenlos
não
teem
remedio
seoão
met-
ter
agora
a
viola
no
saco.
(1) O
aprisionamento d’estes quatro
guerrilhas
teve
sua
graçá.
Elles
estavam
n
’
utna
enseada,
gritando
para
os
dos
bar
cos
—
«A
’
terra!
A
’ terra!»—Um
barco
de
patuleias
obedeceu;
mas,
chegando
a
ter
ra,
e
vendo
só
quatro
paizanos,
agarra-
rara-os
e
os
levaram
no
mesmo
barco
pa
ra
o
Porto.
(2)
Sempre aqui
contarei
uma
anedo-
cta,
que é de
muitos
poucos
conhecida.
Nós
retiramos
(melhor diria
—
fugimos
desordenadamenle)
de
Braga para
o
Car
valho
d
’
Este,
e
de
lá
para
a
Senhora
do
Porto
d
’
Ave.
D
’
aqui
é'qué
marchámos
no
dia
22
para
Guimarães.
Chegados a esta
cidade,
alli
nos
dei
xamos
ficar,
tão
descuidados
e
deseauça-
dos, como se lodo
o
reino estivesse
em
profunda
paz.
Não
tínhamos
um
ponto
avançado
para
o
lado
"de
Braga
,O.)
nem
sequer
ura piquete
na
frénié:
apenas
tí
nhamos
alguma
gente
era
tres
pontos,
á
entrada
da
cidade.
Eu estava
vendo
quando uma
bella
manhã
éramos
suprelrendidos inopidamen-
te
pelas
tropas do
Casal,
e
feitos
lodos
em postas.
Oi
Uma
noite
em
que
eu
estava
de
ofi
cial
superior,
chamei
tnn
sargénto
e
cin
co
soldados
da
minha
companhia,
nos
quaes
linha
’
plena
confiança,
e
com
cu
jo
silencio
contava,
e
guiados por
um rea
lista
de
Guimarães
saitimos
da
cidade,
pela
11
horas
de uma
noite
escuríssima,
e
fomos
dar
tres
descargas, utna
a
cada
um
dos
taes
nossos
piquetes.
Feito
isto,
recolhemos
pelo
mesmo
caminho,
e
fui
dar
ordem
ao
supporle
íque
eslava
na
ca
sa
da
camara)
para
se pôr
em
armas
man
dando
a
corneta
locar
a
reunir,
por
to
dos
os
cantos
da cidade.
Fui
dar
parte
do
occcorrido
ao
Mac-
donell,
que estava aquarlellado
em
casa
do
conde
da
Azenha,
dizendo-lhe
que
já
tres
dos nossos
piquetes
tinham
sido
atacados
Asseverava
o
espirito
de
infamaç
que
o
liberalismo
fechára
os
conventos/
por
odio
á
Religião;
que
derrubara
os
templos,
por
impiedade;
que
empoprecera
o
Clerq
por
desconsiderar,
e
hostiiisar
a
Egreja;
e
com
tudo,
edifica,
deveras,
o
modo
como
se
tem
desienvolvido,
em
todas
as
classes
liberaes,
o
prurido
dè
manifestar
praticamenle
as
saneias
crenças,
que nu
trem,
e
as levam
á
casa de
Deus para
alli
orarem
pela
augusta
Princeza
de
Sa-
boya,
ha pouco
perigosamente
enferma,
boje
felizmente
e<n
conval
scença.
Nada,
o
liberalismo,
crê,
espera, e ama.
Tudo
quanto
a
imprensa adversa
tem
vomitado
contra elle,
religiosamenle
con
siderado,
são calutanias dos
bypocritas.
Os
actos
faliam
mais
alto
do.,que as
aç-
cusações
panidarias
dos
discípulos
de
Loyo-
la.
E
’
por
isso que
no
Vaticano
se
pen
sa já na canonisação
dos defensores
d’
esta
saneia
liberdade, embora
o
Syllabus
a
con-
demne,
por
um
erra
inqualificável
do
fi
nado
Pontífice
Pio
IX.
A
agencia
Havas,
sempre
infallivel.
disse-nos,
ha
quairo
dias, que
D>
Carlos
abandonara
finalmente
a
ideia
de
occupar
o
throno
hespanhol!
E
sabeis,
meus caros
redactores,
quem
virou,
de
dentro
para
(fira,
o
neto
de
Carlos
V? Nada
mais,
e
nada
menos
de
que
Leão
XIII!
1).
Carlos,
depois
de ter
conversado
muito
á
puridade
com
o
Pontífice,
sahiu
do
carceré
de
Leão XIII
dizendo
a
quem
o
quiz
ouvir:
«Leve
o démo a
política!
Acabo
de
renunciar
os
meus
direitos
á
coroa
de
Hespanha»!
Foi
se,
pois,
o
carlisrno!
Parabéns
ao
liberalismo.
O
governo
prohibiu
os guardas
noctur-
nos;
mas
reconsiderou,
obrigado
por
meia
dúzia
de
notáveis
que
confiara
mais
na
policia
paizana,
do
que
na
oflicial.
Oh!
que
liberdade!
O
povo
de
Lisboa
paga á guarda
municipal, á
policia
civil,
tem
os
seus cabos
de
segurança,
e
a
des
peito
de
tudo
isto,
differentes
freguezias
viram-se
na
necessidade
de
manterem
guardas
nocturnos
para
se
porem
a
cober
to
das
gentilezas
dos
amigos
do
alheio.
O
governo,
porém,
entendia
que
os
guar
das nocturnos
deviam
de
fazer
parte
do'
corpo
de
policia
civil,
e
o
resultado,
se
ria
os
moradores
das
parochias,
até
ago
ra
bem
defendidos
pela
vigilância
dos refe
ridos
guardas,
ficarem
á mercê dos
mal
feitores,
como
omfora.
Já
vistes
gente como
a ,
que
nos
go
verna?
,
.
Parece-me
que
o
indivíduo,
que
acaba
de
ser
agraciado
com
o
habito
de Christo,
é
o
vosso
escrivão
de
fazenda.
Se
me
não
engano,
boa
bofetada
levou
do
go
verno o
vosso
concelho.
Elle
que
lh
’a
agradeça.
Tem
estado
em
Lisboa o
barão de
Vegerack,
capitão
sueco.
Veiu
ao
paiz no
intuito
de visitar
differentes
estabelecimen
tos
militares,
da
capital,
e
colher
pessoal
mente
todos
os
esclarecimentos
possíveis
sobre
o
estado
das
cousas
da
guerra
aqui.
Domingo
foi
ao
coilegio militar,
onde
Sá
Carneiro
lhe
offereceu
um
almoço.
E
’
pro
vável
que
o
réferidó
official
estrangeiro
sáia do
paiz
convicto
de
que
é
de
todo
ponto
prospera
a
situação
do
exercito
na
cional,
e
não
menos
lisongeiro
o
desenvol
vimento
dos
diversos
ramos
do
serviço
militar,
mas
porque
não
poderá
ter
vis
to senão
pela
rama
o
que
só
com
de
tida
attenção
de
muitos
dias
é
possível
conhecer
cabalmenle.
Se
o
barão
de
Ve
gerack
podéra
demorar-se
o
tempo
pre
ciso, á
fé
que
de
certo
não
sahiria
do
paiz
admirado
dos
progressos,
que
se
tem
logrado
para
o
exercito,
e
para
o.
mais,
que
tem
com
elle
relação,
sob
o
dorai
nio
da
liberdade,
a
qual
nós
leva
mais
de
quatro
mil
coutos
de
reis
annuaes
para
o
ministério
da guerra.
Bastaria
que
lhe
dissessem
que
o
soldado,
de
qualquer
ar
ma,
serve
apenas
tres annos
para
fazer
ideia
do
exercito,
que
tem
Portugal, etc.
etc.
etc.
Falleeen
o
padre
Cenáculo,
beneficia
do
da
palriarchal.
Era
um
bom
legitimista.
Oremos
pelo
finado.
Já
vos
participei
que
fallecera
a vir
tuosa
Marqueza
do
Lavradio,
mas
não vos
disse
que
se
finou com oitenta e
um
an
nos,
e
que
ainda
vive sua
irmã
a
Con
dessa
de Lumiares,
D.
Luiza,
com
os
seus
noventa
annos
de edade,
e
ainda
em per
feito
estado
intellectual.
A
’ alludida
edade,
meus
caros
redactores,
não chega o
vos
so
pobre
correspondente
de
Lisboa.
Na
minha anterior correspondência
disse-vos
que
o «Diário
de
Noticias», pa
ra exalçar
as
virtudes
do
seu
rei,
deu-
nos
parte
da
visita de
um sapateiro ao
palacio
d
’
Ajuda,
para saber
da
augusta
Esposa
do
snr.
D.
Luiz;
e
domingo
diz-
nos
que na
vespera
fôra
também
Pedro
de
Jesus,
o
popular vendedor
d
’ag«a fres
ca,
e
caramello,
saber
da
Enferma.
Como
se
qualquer
sapateiro
ou
vendedor
de
co
pos
d
’agua
pelo
facto
de
o
ser
não
po-
desse
exercitar
uma das
obras
de
miseri
córdia,
visitando uma doente! Ah! demo
cratas,
democratas!...
O
americano,
tjue
foca
aqoi
preso,
e
entregue
ao
seu
governo,
ioi
condem-
nado
a
dez
annos
de prisão, emquanto
o
démo
esfrega
um olho.
O
infeliz,
verda-
deirainenle
arrependido,
pediu
que
se
lhe
concedesse
conservar
ao
peito
uma
cruz,
que
mn
venerando
sacerdote
irlandez
lhe
of-
ferecera
n
’
uma
das
vezes
qne
esteve
com
elle
no
Limoeiro.
O
prezo
é
protestante,
mas
nutrem-se
muitas esperanças
de
que
se
converta
ao catholicismo.
Publicou-se
o
7
n.°
do
Ecdçsiaslerium.
Não
me
parece
que
a
empreza
d.o
al-
ludido
jornal
tenha tido
o
melhor
gosto
na
escolha
dos
retratos,
que
até
agora
nos
tem
offerecido,
excepto
o
de
Lqãq
XIII.
Serão
muito
agradaveis
ao
liberalis
mo; o
que
basta
para
que
eu,
e
muita
gente
boa
os
não
acceilemos
do
mesmo
modo.
E
a
razão
é
obvia:
nós
somos
catho-
licos
legilimistas,
elles
calholicos
liberaes.
Nós
com
o
Syllabus,
elles
com
a
liberda
de,
que
elle
refuza.
Sois,
de
certo,
da
opinião do
Vosso
obscuro
correspondente
A.
SECÇÃO COMMERCIAL
4
industria
e
o
socialismo
—Falta
de
tra
balho
em
França—
Vinhos—
iNegligencia
i
governamental.
Se os
tempos
não
correm
serenos
e
bonançosos
para
a
nossa
industria, se não
ha
aquelle
afan
de
trabalho
para
os
nos
sos
artistas e
industriaes,
ainda
assim,
se
lançarmos
os
olhos
para
o
que
se
passa
nas outras
nações
da
Europa,
ve
mos
com
prazer nosso
que
em
Portugal
a
falta
de
trabalho
não
é tão
pronun
ciada.
Será tslo devido
a
qne as
nossas
in
dustrias tenham attingido
um maior
grau
de
perfeição
que
as
de
outros
paizes?
Por
certo
qne
não.
As
ideias
dissolventes
do
socialismo
que
agitam
as
nações
fazem
temer
uma
conflagração
geral,
e
este
receio
retrabe
os
capitaes,
porque
todos
se
lembram
que
os
horrores
de
uma
guerra
podem
acar
retar
gravíssimas
desgraças;
retrahem-se
por
tanto
os
capitaes
particulares
e
quasi
todos
se
negam
a
prestar
ás artes
e
á
industria
aquelle
apoio
tão
desqjavel
e
que
as faria
prosperar
e
florescer.
Não
é a
culpa,
não,
não
é
do
pobre
artista,
mas
sim
das
perniciosas
doutri
nas do
liberalismo
que
proclama
o
povo
soberano,
para
que
os
ambiciosos
sejam
o
soberano
do
povo;
que
se
este se
com
penetrasse
da
alta
missão
que no mundo
exerce
—
trabalho
e
honra
—
deixaria
cantar
essas
sirenas
no
mar
da
impiedade
e
do
liberalismo,
qne
do
povo
se
querem
servir
só
para
governarem
em
nome do
mesmo,
opprimil-o
e
estnagal-o.
Ainda
assim,
governando
e
campeando
ha
meio
século
o
liberalismo
em
Portu
gal,
ainda
o
nosso
povo,
mercê
de Deus,
não está
socialisado como
os
Passavanlis
X
C.
a
constituídos
em
sociedade
para
acabarem
com
a sombra
de
seis,
pois
que
o
vulto
gigantesco
d'estes
desappareceu
ha
muito da
face
da
terra,
para
um
dia
reapparecer
magestoso.
E,
porque
em
Portuga!
a
maior
par
le,
diremos a
quasi
totalidade
da classe
artística
e
industrial, não
está
eivada
das
doutrinas dissolventes
do
socialismo,
sof-
fre
é
verdade, mas
não
tanto
como
a
de
outras
nações
europeias,
onde
actualmente
é
muito
mais
accenluada
a
falta de
tra
balho.
Em
França
fecharam-se
estes
dias,
em
Leon,
duas
fabricas
de
tecid%s
de
algo
dão,
e em muitas
outras
se
diminuíram
os
dias
de
trabalho
e
reduziram
os
sala-
rios
dos
operários.
Em
Portugal
não
acon
tece
tanto.
Por
mais
de
uma
vez
temos bradado
n
’
esla
secção
contra
a
adulteração
de
nossos
vinhos,
que
muito
se
pronuncia
no
paiz, principalmente nos
vinhos
que
ba
ratos
por
ahi
se
vendem
a
retalho
com
manifesto
prejuízo
da
saude.
Já que
o
nosso
governo
prefere
os
assumptos
pófiticos
aos
economicos,
já
que
vive
da
indolência
e
do
desleixo,
não
sé
iraportanjlo
com
os
interesses
do
paiz, vão
ao
menos
as aucloridades
locaes
perseguindo
esse
trafico
infame
da
adul
teração
de
vinhos,
que
tal
adulteração
e
falsificação
se
dá
muito com os
desalraa-
doí taberneiros.
Com
manifesto
prejuízo
dos
vinicul-
tores
estão
em
Lisboa
sendo
preferidos
os
vinhos
de
Bordéus,
que
acham
grande
consummo
na
capital,
pe|a
sua
barateza
Como
não
hade
ser
assim,
se
os
vi
nhos
estrangeiros
não
estão
subjeitos
a
direitos
do
consummo,
assim
como
o es
tão
os
portqguezes?
Parece
jnoriveí.
Os
paizes
que não
são
vinhateiros e
que
teem
necessidade
de
importar
vinhos,
lodos,
lodos
esses paizes
cobram
direitos
de
importação,
só
Portu
gal
estabelece
uma
excepção
injustificável
qué
nenhum
principio
de
economia
póde
desculpar.
E
’ verdade
que
na
carnara
electiva
ha
muito tempo
dorme
um
somno
plácido
um
projecto
ou proposta
para
que
os vinhos
estrangeiros
fiquem
subjeitos
aos
direitos
de
consummo;
este
projecto
porém,
que
pela sua
importância
devia
ser
dos
pri
meiros
a
ser
votado
descansa
nos
braços
da
—
respecliva
cotnmissão.
Que
importa
que
o
governo
só
se
em
penhe
em
combates particulares,
que pre
fira
os
assumptos
políticos aos
economi
cos, que
a producção
nacional
soffra.
que
o
couamerçio
explore
as
imprevidên
cias da
lei
e a
negligencia
dos legislado
res,
que
a
fraude
dos
estrangeiros
sé
apro
veite
do
credito
de
nossos
vinhos
para
apresentar
os
seus
como
nossos;
que
im
porta
tudo
isso
a um
povo
que dorme?
Um
dia
se
verá.
Do
«Commercio
do
Porto»
de
12
do
corrente
.
ejçlrabimos
o
seguinte:
«
—
Foram
votados
e
convertidos
em
lei
dous
projectos
que
pela
,
sça
indole
deve
mos
aqui
mencionar.
0
primeiro.é
o
que,
alterando
os
di
reitos
do
tabaco,
os marca
do
seguinte
modo:
.
Por
kilogramma
Tabaco
em
rolo.
.
.
1^140
rs.
»
em
folha.
. .
l$680rs.
»
em
charutos.
2^610
»
As outras
espeeies
de
tabaco
manipulado.
2^5160
»
«Restabeleceu-se
o
imposto
de
2$000
a
50$000
reis sobre
as
licenças
para
a
venda
dós
tabacos,
tornando-as
obrigatórias;
foi
o
governo
ãiitnorisadb
a reorganisar
o
serviço
da
fiscalísáção
das
alfandegas,
podendo
gastar
mais
150
contos
de
reis
do
que
actualmente,
e
a
rever
a
legis
lação
criminal sobre
descaminho
e
occul-
tação
de tabacos, não
aggravando
as
pe
nas
agora
em
vigor,
e
admittindo
sempre
fiança.
Tal
é
o resumo
da
lei
de
31
de
março
de 1879.
Em
4
de
julho
de
1878
assignara-se
em
Paris
um
acçordo ácerca
da permu
tação
de vales internacionaes;
as
cortes
approvaram-rio;
a
lei
respecliva é
de
20
de
março
de 1879; e em
29
do
mesmo
mez
foi
decretado
o
regulamento
ácerca
da
fórma
e
condições
do
serviço
dos
va
les
internacionaes.
Estabeleceíam-se
dous
Isystemás'
para
a
emissão
dos
que
houve-
j
rem de ser
pagos
em
Portugal; conforme
io primeiro,
os
vales
são
remettidos
pela
estação
postal emissora á deslinalaria,
que
se
encarrega
de
os
entregar
ao
in
divíduo
a quem
teem
de ser
pagos;
no
segundo
systema,
o
vale
é
entregue
ao
remettente
que
o
envia
ao
destinatário.
Em
Portugal
são
pagos
sómente
nas
ad
ministrações do
correio
de
Lisboa
e
Por
to:
o
valor
remettido
não
póde exceder
500
francos, ou
cerca
da
moeda
corres
pondente
nas
outras
nações.
Um trecli®
de
historia cuiatemjp®-
ranea.
[ Continuação]
Este
punhado
de
gente
sahiu
de
Pai
va
a
16,
e
a
18
estavamos
ea
Buáças,
quando
passou
pelo
rio
abaixo
o
general
Sá
da
Bandeira,
com
a
sua
gente
em
13
barcos,
na
retirada
da
derrota
de Valle
de
Paços.
Houve
então
ao longo
do rio,
um
tiroteio
entre
realistas
e
septembris-
tas,
do
qual
apenas
resultaram—
um
guer
rilha
realista
morto;
e
um capitão
e
tres
guerrilhas
prisioneiros.
(1)
Nos
patuleias
houve
alguns feridos,
mas
nenhum
mor
to.
Como Sá
da
Bandeira
tinha
mandado
por
terra
—
pela
margem
esquerda
do
rio
—
o
batalhão
nacional
da
Vista
Alegre,
commandado
por
Alberto
Ferreira
Pinto
Basto, cahiu
todo
—
que
era
muito peque
no
—
em
poder
de
uma
guerrilha
migue-
lisla
que,
mesmo
sem
ordem
de
ninguém,
se
tinha
levantado
em
Nespereira,
e
era
commandada
pelo
capilão-mór,
Luiz
do
Amaral
Semblano.
Os
da
Vista
Alegre
fo
ram
todos
desarmados
e
mandados
para
suas
casas.
Também
antes
do tiroteio,
tinham
sido
em
Buaças
aprisionadas
36
praças
da
guarda
municipal
do Porto,
que
hiam
reunir-se ao
Sá
da
Bandeira, commanda-
das
por
um
coronel
de
artilheria.
Foram
desarmados
(menos
o
coronel)
e
deixados
hir
em
paz.
Como
alli lhe dissemos
que
as
tropas
da
junta
tinham
sido
derrotadas
em
Valle
de
Paços,
por
causa
da
traição
de
alguns
corpos,
voltâfam
para
o
Porto.
Também
então
os
realistas
tomaram
aos
da
junta 2:500
parés
de sapatos,
que
vinham
de Villa
Real,
por
terra,
pela
margem
direita
do
Douro.
Foi
uma
providencia
para
os
realistas,
porque
os
seus
guerrilhas,
hiam
uns
de
sa
patos,
outros
de
chinellos,
e
a
maior parte
de
tamancos.
Apezar
dos
realistas
sahirem
de
Paiva
só
com
470
homens,
chegaram,
no
mes
mo dia
18,
ao
Marco
de
Canavezes,
com
perto
de
2:500,
porque
logo
na
margem
direita
do
Douro,
se
lhes
reuniu
a
gente
de
Bayão, Bem-Viver, e
‘
outras
localida
des.
D
’
aqui
marchamos
para
Braga,
por
Gui
marães,
mas
tudo
na
maior
desordem,
e
apesar
d
’
isso,
a
fofça hia
sempre
cres
cendo,
e,
se
tivéssemos
armas,
polvora,
e
que
lhes
dar
a
comer,
quando
chega
mos a
Braga,
levaríamos
10
ou
12
mil
homens.
A derrota
que
soffreram
os
realistas
em Braga, pelas
tropas do
Casal,
a 20
de dezembro
de 1816; e
a
sua
inquali
ficável
retirada
para
Guimarães,
e
de
lá
para
Amaranle,
onde
estiveram
23
dias,
sem
nada
fazerem,
é
de lodos
bem
co
nhecida,
nem
eu
quero
enfadar
os
lei
tores
com a
narração
crá!
a
instancia
d
a
d
’
es-
la marcha
(2).
Talvez
publique,
em
livro,
toda
a
his
toria
d
’essa
revolta
miguelista,
que
tão
desfigurada
tem
andado
até
hoje.
Finalmente,
a
20
de janeiro
de
1847,
deu Macdonell
ordem
para marcharmos
sobre
Villa
Real.
Sahimos
de
Amarante
muito tarde,
pe
lo
que
tivemos
de
passar
o
Marão
de
noite
e
com
neve
de
0
m
,60
de
alto,
che
gando
á
Campean
pelas
duas horas
da
noi
e!
No
dia
segiiinte
marchamos
para
Villa
Real,
na
força
de
1:200
homens.
Mas
já
então
estavam
em
armas
na
provincia
do
Minho,
mais
de
nove
ou dez
mil
homens
que
alli
tinham
ficado.
O celebre padre
Casimiro,
tinha
uma
força
de
quatro
a
cinco
mil homens (gran
de
parte
d
’
elles
cobertos
de
palhoças e
todos
mal
armados
e
peor
disciplinados).
—
O
abbade
de
Priscos,
commandava
ou
tra
guerrilha
—
O padre
Manoel das
Agras
tinha
levantado outra
—
O
brigadeiro
Luiz
Leite
tinha
reunido
uma
força
superior
a
mil
homens
—
O
coronel Francisco
d
’Abreu
estava
nas
proximidades
de
Vianna,
á
frente
de
uns
300
ou 400
homens
—
E
finalmente
o
marechal
Bernardino
Coelho
Soares
de
Moura
(que
depois
a
junta
fez
barão
de
Freiamunde)
estava
em
Penafiel
com
uns
600
ou
700
homens, sendo
60
de
bons
soldados
de
cavallaria, perfeita
mente
armados,
e
optimamente montados.
Este
nunca
quiz
obedecer
ao Macdo
nell;
e
teve
juizo.
Porém
o
Macdonell
não
quiz
levár
pa
ra
Traz
os Montes
mais
do
que
os
taes
1:200
homens—
elle
lá
se
entendia.
(Continúa)
pelos
cabraes.
Só
assim,
e
ainda
á
força
de
instancias,
é
que
o homem
se
resol
veu
a
retirar
á
meia
noite,
e
na
maior
desordem,
na fórma
do costume.
O
que é
certo é
que
na
madrugada
do
dia
seguinte,
entraram
as
tropas
do Ca
sal
em
Guimarães.
Vejam
do
que
nós
escapámos!...
61ZITILHA
Chrniiica
religiosa. —
Hoje,
de
tarde,
exercício
da
Senhora
da
Torre,
no
Coilegio.
Amanhã:
—
Procissão
da Correia no
Po-
pulo.
De
tarde exercícios
do
Purissitno
Coração
de
Maria,
nos
Remedios.
—
Ex
posição
do
Santíssimo
no
Salvador.
Hospedeis, —
Estiveram
ultimamenie
n
’
esta
cidade,
os snr. dr.
José
Maria
Soa
res
de
Castro,
de
Fafe,
e
dr.
José
Tei
xeira
de
Queiroz,
dos
Arcos
de
Val-de-
Vez,
Preces.—
S.
ex.
R
revm.
3
o
snr.
ar
cebispo Primaz ordenou
que
se
faça
em
todo
o
arcebispado
um
triduo
de
preces
ad
pelendam
serenilatem.
Senhor nos prezos.—
Sae
ámanhã,
com
toda
a
pompa,
da Sé Cathedral
o
Santíssimo
aos
prezos
das
cadeias
civis
d’
esta
cidade.
Para o
grande
esplendor d
’esla
so-
lemnidade,
tem
sido
sempre
incançavel
o
digníssimo
delegado
do
procurador
ré
gio
n
’
esta
comarca,
o
exm.°
snr.
dr.
Ro
drigo
Lobo
d
’Avila.
S. B
juíe
Gonzaga.—A
expensas
da
briosa
classe
académica,
d
’
esta
cidade,
tem
logar
ámanhã
no
templo
do
Coilegio
a
festividade
de
S.
Luiz
Gonzaga.
Hoje
de
tarde
ha
alli
vesperas
solem-
nes,
e
ámanhã:
de
manhã, missa
canta
da,
com
Exposição
do
Santíssimo
a
qual
durará
todo
o
dia,
e
de
tarde Te-Deum
e sermão,
a
que
assistirá
s.
exc.
a
revm.a
o
snr.
arcebispo
Primaz.
O
sermão
é
prégado
pelo
estudioso
collegial
Francisco
Augusto
Martins
Vi
cente.
E’
verdadeiramente
digna
de
louvor
a
nossa
tão
queriíta
classe
escolástica,
pela
promoção
d
’
esta
imponente festividade.
—
Informa
um
jornal
d
’
esta
cidade,
ao
noticiar
o fallecimeulo
d
’uma mulher
da
rua
do
Anjo,
qne
o
snr.
dr.
Albuquerque,
digno
lente
de
theologia
do
Seminário
de
S.
Pedro,
a ouvira
de
confissão.
Podemos
asseverar
que
é
intei
ramente
falso
tudo
quanto
diz
a
tal
res
peito.
O
snr.
dr.
Albuquerque
nem
se
quer teve
o minimo
conhecimento
do
fa
cto
que
esse
jornal
acaba de
publicar.
Atravez
dt»
pv»
vizaeía.
—
Dizem
de
Vianna:
Informam
nos que
na
freguezia
da
Mea-
della,
d
’
este
concelho,
se
tem
praticado
vários
roubos,
com
o
maior
descaramen
to
possivel, sendo
até
certo
que
alguns
são
previamente annunciados!
Ainda
ha
poucos
dias
os
ratoneiros assaltaram a
ca
sa
do snr.
Balthazar
Alves
Conceição,
que,
como é
sabido,
alli
não
reside,
le
vando-lhe
da
capoeira
um
grande
numero
de
gallinhas,
sendo
também
roubado,
na
mesma
occasião,
um
carneiro
a
um
visi-
nho
do
mesmo
snr. Conceição,
e
mais
gallinhas
a
outro
indivíduo
da
freguezia.
—
Tem
estado
alguma
cousa
incommo-
dado
o
snr. João
de
Castro
Sampaio,
di
gno
director
do
Banco
de
Guimarães,
e
estimado
cavalheiro
d’
aquella
cidade.
— Durante a
semana
finda
em
19
do
corrente
deram-se
á
sepultura
nos
cemi
térios
publico
e
da
Ordem
Terceira
da
cidade
de
Vianna
os
cadaveres
dos
seguin
tes
indivíduos;
—
D.
Maximina
Josefa
Pe
reira
Marques
Barbosa
da
Costa,
84
annos,
s.;
Maria
Victoria,
90 a.,
s.,
ambas
da
freguezia
de
Santa
Maria
Maior, d
’
esta
cidade.
—
Na
obra
que se está
fazendo nos
fundos
do
palacete
do
Toural,
em
Guima
rães,
succedeu
na
segunda-feira
pelas
2
e
meia
horas
da
tarde
um
desastre,
de
que
foram
victimas
dois
trabalhadores.
Estando
elles a
trabalhar
sobre
um
an
daime
bastante
alto,
aconteceu quebrar a
ligeira
dp
guindaste
e
este
cair
com
os
infelizes
sobre
umas
pedras,
ficando
muito
mal
tratados.
Os
paus
do
guindaste
apesar
de
muito
grossos,
ficaram
em
pedaços.
A
corda
estava
podre
e
d
’
isso proveio tão
lamentável
desgraça. Os
feridos,
depois
dos primeiros
soccorros,
foram
conduzi
dos
em
mácas
para
o
hospital
da
Mise
ricórdia,
e
o
estado
de
ambos
é
grave.
—
Como
já
noticiamos,
o
intendente
de
pecuaria
do
districlo
de
Vianna
do
Castello
foi
inspeccionar
os vinhedos
do
concelho dos
Arcos
do
Val-do-Vez,
por
suspeitas
de
já
estarem
atacados
do phy-
loxera.
Em
resultado
das
observações
alli
feitas,
o dito
intendente
participou
áquella
auctoridade,
que
taes
suspeitas
eram
in
fundadas;
havendo,
contudo,
nos
vinhedos
um
vérme
que
os
prejudicava,
mas
que
nada
tinha
com
o
phyloxera,
nem
causa
va
tão
grandes
estragos.
—
Os
preços
dos
cereaes no ultimo
mercado semanal
da cidade de
Guimarães
são
os
seguintes:
(Duplo-decalitro)
—Trigo,
900
—
Centeio,
690
—
Milho
alvo,
680—
Milhão
branco,
650
—Milhão
amarello,
630
—
Painço,
550
—
Fei
jão
vermelho,
1$000
—
Feijão
branco.
910
—
Feijão
amarello,
640
—
Feijão
fradinho,
600
—
Feijão
rajado,
600
—
Balatas,
540
—
Azeite
(litro),
260
—Vinho
(litro),
80.
—
Dizem
de
Gontinhães:
Na quinta-feira
de
Endoenças,
na
fre
guezia
de Riba d
’
Ancora,
na
occasião
em
que,
de
noute,
recolhia
da egreja
para
sua
casa,
foi espancado
o
snr. Manoel
Martins
Pinheiro,
d
’aquella
freguezia,
e empregado
do
caminho
de
ferro,
por
um indivíduo
da
freguezia
de
Soutello.
—
A’
uma hora da
noute
de
16
para
17
do
corrente,
na
freguezia
de
Soulel-
lo,
uns
malvados
arrombaram a
parte
da
habitação
de
Maria
Joaquina,
de
21
an
nos
de
edade,
d
’
aquella
freguezia, com
o
intento
malévolo,
segundo
ouvimos,
de
a
assassinarem
e
mais
a
um
filho
da
ag-
gredida
de
um
anno
de
edade
pouco
mais
ou
menos,
intento
que
teriam
realisado,
se aos gritos
de
soccorro
de uma
mu
lher
que
cohabitava
com
Maria
Joaquina,
os
criminosos
não
tivessem
de se
evadi
rem,
tendo
estorvado
por
um
pouco
que
os
visinhos
acudissem
por
meio
de
pe
dradas.
Informaram-nos
que a
pobre
mu
lher
ficara
gravemente
ferida
de
pancadas
e punhaladas.
—
Na
noite
immediata
áquella,
na
freguezia
deS.
Pedro, circumvisinha
da
de
Soutello,
foi
commettido
também
um
cri
me
de
arrombamento e
espancamento
da
dona
da
casa,
que
era
uma
pobre
viuva,
incapaz
de
fazer
mal
a
alguém.
—
Falleceu
em
Valença
o
snr.
José
de
Miranda,
filho
do
juiz de direito
d
’
aquella
comarca.
—
Uma
commissão
composta
de oito
membros,
lodos
pertencentes
â
real
ir
mandade
do Senhor
dos
Passos,
de
Gui
marães,
requereu
e
obteve
da
respectiva
meza
a
permissão
de sair
a
milagrosa
Ima
gem
em
procissão
de
penitencia,
prece
dendo-a
tres
dias
de
preces,
para que
cesse
o
aturado
e
rigoroso
inverno
que
tanto
mal
está causando
á agricultura.
As
preces
começaram
honlem,
e
a
procissão
sairá
ámanhã.
■
r
—
Uma
cigana
de
Valença
deu
a
luz
tres
formosas
creanças.
Duas
pezam
8
ar
raieis
cada
uma
e
a terceira
10.
No
pri
meiro
parlo
que
teve
esta
mulher,
que
conta
agora
22
annos, teve
também
tres
filhos,
dos
quaes
vive somente
um.
__
Na
terça-feira
pela
manhã
appare-
ceu
morto
na
cerca
dos
Capuchos,
em
Guimarães,
um
pobre
homem
conhecido
pela
alcunha
de
—
Cuncra.
Attribue-se a
morte do
infeliz a
um
ataque
cerebral,
poisque
ainda
hontem
trabalhou
nas obras
de
S.
Francisco
na
melhor
disposição
phy-
sica.
Falieeimeuto.—
Lá
resvalou
na cam
pa
mais
um
ministro
da
vinha
do
Se
nhor!
No
dia
3
do corrente falleceu
na
fre
guezia
da
Carvalheira,
do
concelho
de
Terras
de
Bouro,
com
82
annos
de
eda-
dade,
o
revd.0 Manoel José
Martins,
lio
do
nosso
intimo
amigo
Manoel
José
Mar
tins
Capella,
abbade
da
mesma fregue
zia.
A morte
d
’
este
venerando
ancião,, em
extremo
bondoso, affavel
e
caritativo,
foi
chorada,
não
só
pelos
seus
parentes e
ami
gos,
mas por
lodos aquelles
que
tinham
conhecimento
de
suas
elevadas
virtudes.
Era
um
digno
ecclasiaslico.
Foi
sempre
exemplar
em
seus
costu
mes;
e nos
últimos
tempos
de
vida,
du
rante
os
trinta
dias
que
esteve
enfermo,
recebeu
tres
vezes
os
sacramentos
sem
pre
com
todo
o
fervor
e
reconhecimento.
Na
ultima
noite,
já
sem
agonia,
com
as
mãos
postas,
procurava
ainda
respon
der
ás
orações
da
Exlrema-Uncção.
Morreu
na
paz
do
Senhor, sacra
mentado,
absolvido
com indulgência
e
assistido
até aos
últimos
momentos
da
vida,
por
um
seu
sobrinho.
Sempre
desprendido
dos
interesses
mun
danos, linha
no
principio
da
sua
enfermi-
de
apenas
13^500 reis
que
entregou
a
uma sobrinha,
e,
declarando que
não
linha
divida
alguma,
disse,
ao
entregar-
lhe
aquella
quantia—n
’
este mundo
eis a
unica
recompensa
de
Martha.
Deixou
em
differentes graus
setenta
e
tres
sobrinhos.
D
’
entre
elles
um
forma
do
em
Theologia,
oito
presbyleros
(sendo
dois
parochos collados),
dois
professores
de
ensino
primário,
e
um
alumno
de
Direito
na
Universidade.
A
seus
sobrinhos
os
nossos
sentidos
pezaines,
e
aos
nossos leitores
pedimos
um P.
N. por
sua
alma.
Requiescal
in
pace.
*
*
*
ULT11KAS
NOTICIAS
Lisboa
24.
—O
conselho
geral
das
ai-
fandegas resolveu
que
o
papel
vindo
do
Havre
e
pedido
a
despacho
na
alfandega
do
Porto
pelo
snr.
Rebelo
&
Pimenta,
pagasse
como
papel
de
escrever;
e
que
o
assucar importado
pelo
snr.
Luiz
Custo
dio
Pacheco seja
classificado
como
não
refinado.
Na
Bolsa
venderam-se:
200
acções
da
Companhia
de
Seguros
Tagus
a
li$300;
67
obrigações
prediaes
a
92$200;
12
di
tas
a
92$300;
23
contos
em
inscripções
a
51;
5
ditos a
51;
50:000
escudos
de
fundos
hespanhoes,
coupon
cotado a
14.
Não
effecluado:
2
acções
do
Banco
de
Portugal,
of.
538$000,
p.
5400000;
10
do
Banco
Ultramarino,
of
510000,
p.
530000; 10 do
Banco
Lisboa e
Açores,
of.
840500,
p. 850)00;
10
do
Banco
do
Povo,
of. 60500,
p.
70500;
10
da
Com
panhia
do
Gaz
de
Lisboa,
of.
780000, p
800000;
20 obrigações da
Companhia
das
Agoas,
of.
830100.
p.
830500; 25
ditas
de
copons,
of.
830500,
p.
830000’ 5
di
tas
prediaes, of.
920000,
p.
920oOO;
4
do
caminho
de
ferro
do
Minho,
of.
88(8300
p.
880600;
5
contos
em
inscripções,
of.
50,93.
p.
51; 10
ditos
para
30
do
cor
rente,
of.
50,80, p. 61.
Os
fundos
portuguezes
em
Londres
re
gularam
a
52
7/8
e
52
3/4;
os
hespa
nhoes
a
13
3/4
e
14;
e
os
consolidados
inglezes
a
99
e 99
1/8.
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
10:9220656
rs.
S.
Petersburgo
22.
—
O
chanceller re
cebeu
honlem
uma
deputação
da
colonia
suissa que
lhe
apresentou
uma
mensa
gem
do
imperador.
O
«Jornal
de
S. Pe
tersburgo»
fallando
d
’
esta
mensagem
cen
sura
a legislação
dos
paizes
civilisados
que
processam
os
assassinos
particulares como
direito
commum e
protegem
os
regicidas
como
criminosos
políticos. Similhante
dou
trina,
acrescenta,
é
inadmissível.
A
Suis
sa
que
devia
a
neutralidade
ás
outras
po-
cias não
deve
dar couto
aos
estrangei
ros
que
fazem
alli foco
das
tentativas
con
tra a
tranquilidade
das
outras
nações.
Cidade
do
Cabo
8.—
Lord
Chelmsford
chegou a Gingolara
no
dia
6.
Teve
um
encontro
no
dia
2
com
7:200
zulus
no
Bassulolemel
morrendo
muitos.
O
capitão
Wood
tomou
2:200
caba
ças
de
gado,
entre
elle
240
cabras
e
3:000
carneiros,
sem
perder
um
homem se
quer.
No
dia 3
leve
o
lord Chelmsford um
ataque
contra
11:000
zulus
nas
proximi
dades
de
Gingholwa,
levantando
o
cerco
de Ekove
na
noite
de
4.
Os
inglezes
perderam
uns
220
ho
mens
entre
mortos
e
feridos.
Os
zulus
diz-se
que
perderam
2:500
homens
Os
boens do
Transwal
ameaçam
sitiar
a
Pretória
e
conservar
em
refens
o
go
verno
de
sif
fiatle
Frere
se
não
acceder
aos
seus
pedidos.
A
camara
dos
debuta
dos
applaudiu
a
leitura
d
’
estas
noticias.
Northecole
disse
que
bavergnari
está
em
Kaudank
continuando
a
négoeiar
com
Yakoub-Kato.
E
’
possivél que,
como
medida
sanita-
ria,
o exercito
avance até
Kandanak,
mas
não
irá
sobre
Caboul sem auctorisação
do
governo.
CORREIO
Amarante.
—
Exc.
tno
snr.
José Monteiro
da
Silva.
Agradecemos.
1 ................... i
i
■
u
i
—
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia
dramatica
portu
gueza
Domingo
27
de abril.
O
drama
em
5
actos
O
ALFAGEME
DE
SANTARÉM
ou
A
ESPADA
DO
GONDESTAVEL
Principia
ás 8
/[2
horas.
A6UDMIM5ST0S
Os
abaixo
assignados
extremamente
pe
nhorados,
agradecem cordealmente
a
to
das
as
pessoas
que,
por
occasião
do
fal-
lecimento
de
sua
presada
filha
e
irmã
Laura
Olinda
Leite
Braga,
se
dignaram
assistir
ao officio de corpo
presente
na
egreja
dos
Terceiros,
e
que
acompanharam
o
cadaver
ao
cemilerio.
Pedem
ao
mesmo
tempo
desculpa
de
alguma
falta
que
hajam
commettido para
com
as
pessoas que
os
visitaram
por
ião
doloroso
acontecimento.
Braga
20
de
abril
de
1879.
Rita
Olinda
Leve
Braga.
José
Rodrigues
Braga.
(2382)
Antonio Augusto Leite
Braga.
Extremamente
penhorados,
agradecem
a
todos
os
illm.
0
’
e
exm.
os
snrs.
eccle-
siasticos
e
a
todos
os
illm.
08
snrs.
eexm.
”
senhoras
que
no
dia
28
de
março
as
sistiram
ao
funeral
de sua
extremosa
e
sempre
chorada
irmã
e
cunhada;
bem como
a
todos
os
revd.os snrs.
que
por
sua
alma
celebraram,
e
a
Iodas
as
pessoas
que
se
dignaram
acompanhal-os
na
justa dôr que
tanto
os
opprime.
A
lodos
a sua
eterna
gratidão.
S.
C.
—Marinhas
20
d’
abril
de
1879.
O
Parocho
de
Santa
Marinha
do
Pedreiro—
Padre
Francisco
Alves
Morgado
Júnior.
José
Alves
Morgado
Júnior.
Padre
Francisco
Alves
Morgado
Sénior.
Os
abaixo
assignados, tributam
elerna
gratidão
a
todas as
pessoas,
que
os cum
primentaram,
e
lhes prestaram serviços,
por
occasião
do
failecimento
e enterro
de
seu
chorado
irmão,
pai
e
sogro,
Anlonio
José
Dias
Palhão,
que
teve
logar
no
dia
16
do corrente,
na
freguezia
de
Chamoim.
Pergoim,
22
d
’abril
de
1879.
Padre Manoel José
Dias
Palhão
Belarmina
Dias
Palhão
Barroso
Domingos
Antunes
Barroso.
(2373)
Andreza da
Costa
Bezerra
Braga
(au-
zente),
Rosa
das
Neves
Simões,
There-
za
de
Jesus
Simões,
Joaquina
Simões,
Ma
ria
Simões,
José
Simões Braga
(auzente),
Ma-
noel
Simões
Braga,
José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro,
e
João
Trindade
de Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
falleçida
AntoniaMa
ria
Simões,
não
o
podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem por
este
meio
a
todas
as
pessoas
da
sua
amisade
o
caridoso
obseqyio
que lhes
fizeram,
acompanhan
do, da
sua
casa á
egreja,
e
cemiterio, o
corpo
de
sua
sempre
presada mãe
e
so
gra,
bem
assim a lodos
os
que
lhes de
ram
seus
sentidos
pezames,
confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março
de
1879.
(2316;
ANNUNCIOS
Em
conformidade
com
a
deliberação
do
snr. juiz
commissario
da
massa
fallida
de
João
d
’Assumpção,
negociante
que
foi
d
’
esta
cidade,
são
convidados
todos
os
credores
a
comparecerem
no
tribunal
com-
mercial d
’esta
mesma
pelas
dez
horas da
manhã
do
dia 7
de maio proximo
futuro
para
se
proceder
á
verificação
de
crédi
tos
e
ser
ouvida uma proposta do
fallido
Os
curadores
fiscaes
(238!)
Pinheiros
&
Irmão.
G
à
NDARELLA
& c.
a
CAMPO
I»K
BA»T’AS1A.
Acabam
de
receber
um variadíssimo
sortido
de
fazendas
nac+onaes
e
estran
geiras,
próprias
para
a
estação,
que
ven
dem
por
preços
muito
baratos como
se
jam,
falo.s,
completos
a
vesjir,
9$000,
KW.
120000,
130500,
150000, e
mais
preços,
camisas
brancas
e
de côr,
cerou
las,
grande variedade'
de gj&vajas. de
c0r
e
pretas, que ludo
vendem
por
preços
sem
competidor.
Ver
para
crer.
<2383)
ÉDITOS
DE 30 DIAS
Pelo
juizo
de
direito
da comarca
de
Braga e
cartorio
do 2.°
oflicio
que
é
es
crivão
Ribeiro, correm
éditos
de
30
dias
a
citar
todas
as
pessoas incertas
e quaes-
quer credores
ou legatários desconhecidos
e
residentes
fóra
da
comarca
que
por
ventura
tenham
algum
direito e acção
ao
espolio
e
herança
do
fallecido
Francisco
José
Rodrigues,
morador
que foi
no
lu
gar
d’
Agrinba,
freguezia
de
Celleirós,
de
esta
mesma
comarca, para que no pre
dito
prazo
o
venham
deduzir
e
allegar
no
respectivo
inventario
a
que por
falle-
cimenlo
do
mesmo
se
anda
procedendo,
sob
pena
de
revelia,
e
de
se
seguirem
todos
os
mais
termos
até
final.
Braga
19
de
março
de
1879.
O escrivão
João
Marcos
d
’
Araújo
Ribeiro.
Verifiquei
a exatidão.
(2386)
Adriano
C.
Sampaio.
João
Lopes
ex-2.°
sargento
do
regi
mento
de
infanteria
n.°
8,
faz
publico
que
adoplou
os
appellidos
de,
da
Silva
Fer
reira
em
addicionamento ao
nome
João
Lopes
que
linha
n
’aquelle regimento.
(2387)
João
Lopes
da
Silva
Ferreira.
PAPEIS
IMPRESSOS
PARA
ARRENDAMENTOS
Vendem-se
na
rua
Nova
n.°
2,
em
casa
de
Antonio
Joaquim
Loureiro.
(2385)
MASSA
FAI
í
LIDA
»E
ÂVTOMO
JOSÉ FERJITAarBES BRAGA
Por
ordem
do
illm.
0
snr.
Juiz Com
missario,
são
convidados
os snrs. credo
res
a
comparecerem
no
tribunal
do
com-
mercio
d
’esla cidade
no
dia
9
do
proxi
mo mez
de maio
pelas
10
horas da
manhã,
para
consliuir
o
contracto
d
’união,
e
votar
sobre
qualquer
concordata
que
porventura
se
apresente
visto
se acharem
resolvidas
as contestações
que
se
levan
taram
por
occasião
da
verificação
de
cre-
ditos
e
mais
formalidades
prescriptas
no
Codigo
Commerçial.
Lembra-se porém
aos
snrs.
credores
que
quando se
façam
re
presentar
por
procurador
deve
vir
attçto-
sado
com
procuração
bastante,
a
qual
não
póde
ser
feita
a
outro
credor.
Braga 25
d
’abril de 1879.
O
curador
fiscal
provisorio
(2,384;
Domingos
Pereira
d'
Azevedo.
PROTESTO
Deparando
em
uma
PREVENÇÃO
AO
PUBLICO
distribuída avulso,
assignada
pe
lo
commerciante
d
’
esta
cidade,
d
snr.
Ber
nardo
José-
Fernandes
Carneiro, declaro
eu
abaixo
assignado,
que
desde
que
tomei
a
responsabibilidade
de
ser
commercian
te
desde 1858
a
esta
parle; como
cai
xeiro
d
’
ordenado ao
meu
serviço,
nenhum
tne
por
nome
Anlonio
Alves
Cunha.
Apenas
live
um
chamado
Silvestre d'Araujo,
hoje
na
cidade
do Porlo
como caixeiro em
uma
casa
commercial
d’
aquel!a
cidade.
Pelo
abuso
de
confiança,
será
bom
que o
digno
e
reclo
Commissario
de
Po
licia
dê
as
providencias
necessárias
por
causa
dos
incautos.
Braga 23 d’
abril
de
1879.
(2379)
Joaquim
Assumpção.
SORTE GRANDE
Ei
EIS 9O;OGO0OOO
EXTRACÇÃO
DE 5
D
’ABRIL
DE
1879
ESTABELECIMENTO DE LOTERIAS
321, BUA
DE
SANTA CATHARINA,
331
PORTO
João
Marques
d
’
Almeida
Castro,
afiian-
çado no
governo
civil do
Porlo,
com
es
tabelecimento
de
loterias
na
rua
de
Santa
Catharina n.
os
327
a
331,
tem
a
honra
de
participar aos
seus amigos,
freguezes
e
correspondentes
da
província,
que
da
loteria
que
homem se
extrahin,
vendeu
no
seu
feliz
estabelecimente
(aberto
em
cautelas
de
diversos
preços)
parte
do
bi
lhete
n.°
6215
premiado
com
500:000
pesetas
ou
reis
90
contos.
O
mesmo
faz
publico
para
que
os interessados
apre
sentem
as
fraeções
que
tiverem
do
dito
numero
para
assim
receber
o prémio
que
lhes
pertencer.
N.
B.
—
Como
se
vê
por outro
annun-
cio
pi
blicado n’esle
jornal
continua
a
ter
á
venda
bilhetes
e
fraeções para
as
seguin
tes
loterias.
Porto
6
d
’
abril
de
1879.
(2358)
ATTEXÇî
Quem
tiver
uma
casa
de
pouco dinheiro,
que
queira
vender
ou
emprasar,
dirija
car
ta
pelo
correio
com
as
iniciaes
A.
J.
T.
M.
(2372)
»1AHEIRO
A JI RO
Há
na
Irmandade
de
Nossa
Senhora
das
Dores
dos
Congregados
a
quantia
de
2000000
reis
para
mutuar
a
juro
sobre
bypotheca.
Quem o
pretender póde
diri
gir
seu
requerimento
á
Meza
da
mesma
Irmandade.
(2370)
VIAIIE1KO
A JURO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
4000000
para
mutuar.
(2305)
MIxTHEKRO
A J1JBO
A
irmandade
de
Nossa Senhora da
Torre,
tem
3300000
rs.
para
dar
a juro.
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes da
Silva.
Fabrica de
papel de líuães
Papel
de impressão
e
de
embrulhos
de
diflerentes
marcas e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria
Hraearense
—
27,
Rua
do
Souto
27
—
(2340)
LA MODE
N1OLVELLE
ANNO
12
Jornal
de
modas
illustrado
12
ANNO
Publiea se no dia l.° de cada mez
NÃO
SE
ACCEITAM
ASSIGNATURAS
POR
MENOS
DE UM
ANNO
Aulilidadee
esmerado
«slyle da
sug
redqqção;
os
feellos
gravados
da moda
e
pan-
nos.
os
moldes
cortados,
a
comprimento
;
nalural,
que
permillem
arranjar
todos
os
toiltlles
publicados;
os
modellos
de
estofadosa
côr.
a?
folhas
de
bordados
comas
iniciaes
das
subscriploras,
numerosos
labores
de
corchele,
coifas,
guipure,
ponto
de
meia
e
penteados,
chapéus,
pannos,
musica,
aguadas,
rendas,
rebus illustrados,
folhas
de
franxias
para
vestidos
e
retrozeria,
fazem
d
’esta
publicação
a mais
completa
que
póde desejar
uma
senhora ou
uma
menina.
La
Mode
Nouvelle
é
o
unico
jornal,
podendo
dar,
por
a
extensão
do
texto,
a
explicação
detalhada
dos
desenhes
e
moldes,
com
tal claridade,
que
pódem
lodos
executar-se com
a
maior
facilidade.
Preço
para
todo o Portugal, por iian» anno, 90400 reis.
Subscreve-se
na
administração
do
«Commercio
do
Minho»,
e
na
livraria
Moré:
Praça
de
D.
Pedro
no
Porto,
e
rua do
Souto
em
Braga.
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia fabril SINGER
13
—
rua de S. Vicente—13
As
melhores
machinas
para costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
989:819
machinas
de
costura!!!
mais
9Ot49G
que
em
1876.
A Companhia
Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
500
reia
«emnnaea
sem prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a menos a promplo paga
mento.
MACHINAS LEGITIMAS
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e sapateiros
4
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas machinas
não
só
no seu beilo
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico que
te
nha
todo o cuidado para
não
ser
enganado com as machinas
imitações, como
algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIXGER
só
se encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL SINGER
17,
RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em todas
a
ca
pitães
dos
districlos
de
Portugal
e
His
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador.
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de preços,
que se
enviarão
GRÁTIS.
Empreza
editora de Francisco Arthurda
Silva—Lisboa.
BRINOE
A
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cetar
taiitu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862—
com
.
’
Linuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
E
BRAZIL
Traduzida da
edição
franceza
de
1867
e
acompanhada
da
versão das
citações
gregas
e
latinas,
e annotada
por
Manoel
Bernardea Branco
Da
Academia
Real
das Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
liuguas
grega
e
latina,
etc.
2.a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes in-4.® grande.
O
editor
proprietário
d
’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hemlendo
a
necessidade
de
publicar um
13.°
volume
para
qne
esta
2.a
edição da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan
tes
que
o
auxiliaram
n
’esla empreza e áquel-
les
que
de
hoje em
diante o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BRB
de
o
decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois indices,
sendo o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal, servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de todos
os homens
no
táveis
que figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879, escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parte
que diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
H1STOBIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.
ú
grande
e
custará:
Brochada
....
200000
reis
fortes
Encadernada.
.
.
270900
»
»
Para
facilitar
a
aequisição
d
’
esta
tão
importante obra ás
pessoas
menos
abasta
das que
a
não possam comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duascolum-
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—Cada
fascículo de 80
paginas
e
1
gravura,
290rs.
Parte de Comércio do Minho (O)
