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-
REBACTORES
—B. Miguel Solta-Mayor
e Dr Custodio Vellosuír-BIRECFBR—toíome
Joaquim <k Mesquita Pkuentel.
7.°
ANNO
P
reço
da
assignatura
1&600.
850
40
20
10
Braga,
12 mezes.
- . . . .
»
6
»,
,.......................
Correspondências
partic.
cada linha
Annuncios
cada
linha. ... .
Repelão
........
PUBLIGA-SE
ÃS TERÇAS.
QUINTAL
E
SABBÍDOS.
r
,
PREÇO
DA
ÀSálGNATUBA
PÍoltncias,
12 mezfes. .. . . .. 2&G00
---------
*
----
—
G
—»
. 1&050
■
»
sa^qp duas assignaturas 3^60Q
Brazil^l2 niezes,
moeda forte. ... 3&60Ó
Folha
^vuis» .............................
io
N.3 926
BR.
A.Q A.
QUINTA-FEIRA 24 BARRIL BE 1879
Critiea á critica.
Com
este
titulo
acabamos
de
lêr um
folheto
do snr.
P.
Senna
Freitas,
em
que
o
distinclo
escriptor
responde
a
uma
cou
sa,
que
ahi
se
publicou
em
nome
do
padre
apóstata
Guilherme
Dias,
com
pre-
tenções
a
refutação
da
Indrucção
Pastoral
do
snr.
Bispo
do
Porto
ácêrca
do protes
tantismo.
Confessamos
ingenuamente
que
não
havemos
lido
o aleijão
litterario
attribui-
do
a
Guilherme
Dias. Em
nosso
inten
der
seriam
algumas
Iwras
perdidas
as
que
houvéssemos
dado
a
leitura
de
um
escripto,
que
por
nenhiim
titulo
se
im
punha
á
nossa
curiosidade.
O
assumpto
era
a
repetição
indigesta
dos
sophismas,
falsificações
e
embustes,
em
que
se
ap-
poia
essa
monstruosa
aberração
do es
pirito
humano,
denominada
Reforma. Dos
dotes
lilterarros
do
auctor
não
tínhamos
fundamento
algum
para
formarmos
uma
avantajada
ideia.
Ouvimol-o
um
dia,
quando
ainda
padre
Catholico,
repetir
do
púlpito
um
sermão
com
soffrivel raimica
e
com
absoluta
"carência
de
uncção
reli
giosa.
O
discurso,
mesmo
que
d
’
elle
fosse
(o
que
nos
pozeram
em
duvida),
não
era
sufficienle
titulo
abonatorio
da
sua
capacidade
lilteraria.
Passados
annos
vi
mos
Guilherme
Dias
representando
o
pa
pel
de
padre
no palco
de
um
theatri-
nho
de
província.
O
homem
tinha
gran
de
queda
para a
arte
dramatica;
não
nos
parece
porém
que
este
predicado
podesse
recommendal-o
como bom
theologo.
Quan
do
pois
elle
sahiu
a
lume
com
o seu
(?)
escripto,
fizemos
antecipadamente
o
nosso
juizo,
e
repetindo
o
conhecido
pro-
loquio
popular
—
não
é
cova
d
’
onde
saia
coelho—poremos
de
parte
o
folhetinho,
e
nem
ao
de leve
lhe
tocamos
nas folhas.
O
snr.
padre
Senna Freitas
teve
mais
paciência, ou mais
coragem
do
que nós.
Leu
o
opusculo,
e
refutou-o. E
’
o
caso
de
podermos
chamar
feliz
ao culposo
desgarro
do
desazado
critico
da
pastoral
do
prelado portuense,
pois que
deu
lugar
a
escreverem-se,
para
lhe
contestar,
122
paginas
de
primorosa
dicção
e
de
argu
mentação
contundente,
como
as
sabe
tra
çar a
penna.
de um dos
mais
respeitá
veis
ecclesiaslicos
e dos
mais primorosos
escriptores
catholicos
portuguezes.
Dizer
que
os
requentados
argumen
tos e
os
deslavados
sophismas
do
novo
discípulo
de
Luthero
(e
seu
digno
imi
tador
na
apostasia
e
no
casamento.......
)
ficaram
completamente
achatados
debaixo
do
malho
descarregado
pelo
rijo
braço
do
snr.
Senna
Freitas,
seria
apenas
uma
superfluidade.
O
auctor
da
—Critica
á
cri
tica é
sobejamente
conhecido
do
nosso
publico
não
completamente
extranho
á
lettra
redonda;
e aqui
só ha
a
lamentar
que
os
seus
deslrissimos
golpes cahissem
d
’esta
vez
sobre
um
miserável
sendeiro,
que
nem
sequer está
ao
par da
theolo-
gia
protestante
da
actualidade.
Foi
uma
lucta
de
Hercules
contra
um
mesquinho
lillipuliano.
Em
lodo
caso
o
folheto
do
snr.
P.
Senna
Freitas
deve ser
lido;
e
nós
o
re-
commendamos
affoutamente
aos
nossos
assignantes,
certos
de
que
hão-de
dar
por
bem
empregado
o
tempo
que
dedi
carem
á
leitura
d
’aquellas
bellissimas
pa
ginas,
em
que
é
applicada
com mão
de
mestre
a
correcção ao
ousado
apostolo
do-erro,
sem
deixar
de
transluzir
n
’
el-
las ao
mesmo
tempo
a
caridade
do
sa-
, o»
n
■<
■ 1
cerdote
catholico,
que
forceja por
recon-1
dusir
ao
bom
caminho
a
rez
trestaalhada
do
ovil
de
Jesus
Gliristó.
Possa
o
cautério
tão
habilmente
em
pregado obstar
á
gangirená,
que
lavra
n
’
aqnel!e
espirito
chagado
pelas ruins
pai
xões;
e
que
o
infeliz
padre
apóstata,
to
cado
pelas
phrases
sublimes,
com
que
o
snr.
Senna
Freitas
conclue
o
seu
opus
culo,
méça
a
profundidade
do
abysmo,
em
que
se
precipitou,
e
forceje
de
véras
por
arrancar-se
d
’
elle.
D'.
M. S.
Uiabua, de
abril
de tb9O.
(Do
nosso correspondente).
A
grave
doença
da snr.a
D.
Maria Pia
tem
dado
toda
margem
possível
á
vêa
cortezã
do
«Diário
de
Noticias».
Tem es
tado
magnifico!
Pois
não
nos
diz
elle,
como
cousa
da
mais,
alta
importância
que
até
um
pobre
sapateiro
tinha
ido
á
Aju
da
saber
da
saude
da
augusta filha
de
Viclor
Manoel! Elles,
os
democratas (i
dalgos,
a
admirarem-se
de
que
um
sa
pateiro
tivesse
a
honra
de
subir
as
es
cadas
da
casa
do
seu
rei.
para
informar-
se
pessoalmente
do
estado
da
snr.a D.
Maria
Pia,
e
ainda
a
maior
honra
de
ser
ahi
recebido!
Elles,
os
sapateiros,
que
agradeçam
ao «Diário de Noticias»
tamanha
fi
neza.
Quinta-feira
fez-se
aqui
a
procissão
votiva
de
Saude,
a
mais
esplendida
das
procissões
de
Lisboa.
As
bandas
marciaes,
que
fizeram
par
te
do préstito,
executaram
uma nova
marcha
triumphal,
composição da
snr.a
D.
Virgínia
Chaves.
E
’
de
um
beilo
ef-
feito.
As
ruas
do
transito
não
se
osten
taram
tão
louçãs
como nos
annos
ante
riores;
todavia,
um
dos
quarteirões
da
rua
Augusta,
e
as
ruas
Nova
da
Palma,
e Marquez de
Alegrete
vestiam de
gala,
como
os annos
passados.
Em
S.
Domingos
orou
o
revd.0
padre
Seabra
com
geral
applauso
do
incalculá
vel concurso
de
fieis,
de
curiosos,
de
in-
differentes,
era
religião, e
até
de espíritos
fórtes.
Tristes
tempos
estes,
meus
amigos,
em
que
se
não
póde
dizer,
com
verdade,
que
os
templos
do
paiz
são, exclusiva
mente,
frequentados
por
catholicos!
Tem
se
discutido, na camara
electiva,
o
orçamento.
As
confissões
da
temerosa
situação financeira
do
paiz,
teem
sido
de
todo
ponto
eloquentes,
embora
os
mi-
nisleriaes
tenham
feito
um ultimo
esfor
ço
para
verem
se
pódem
justificar
o
mo
do
escandaloso
como
a
regeneração
está
esbanjando,
e
tem
dilapidado
a
fazenda
publica,
e açoutado
sem
dó
o
povo
com
a exorbitância
dos
impostos.
Braamcamp
mostrou,
com toda luci
dez,
a
incapacidade
do
poder;
este,
pela
bocca
do
ministro
da
fazenda,
respondeu
que
o
paiz
até
1832,
não
fôra
uma
na
ção
civilisada! Só
quando
a
regeneração
subiu
ao
poder
o
paiz
conquistou
os
foros
de
um
povo
culto!
De modo
que
a
civilisação
de
qual
quer
paiz,
no
sentir de
Antonio
de
Ser-
pa, está
em
haver
muitas
escolas
ofli-
ciaes,
cujos
mestres morrem
á
fome,
e
cujos
discípulos
de
lá
sabem
livres pensa
dores;
em
haver
vias
ferreas,
cujas
van
tagens,
para
a
grande maioria
do
paiz,
sejam
de
um
resultado
negativo;
em
ha
ver
innurneras
estradas
intransitáveis, em
bora
o
(isco
exija
fabulosas
somrnas,
annualrnente,
para
a
viação
publica!
Parece
que
esta
gente
está
convencida
de
t[ue; realmente,
falia
só
a
papalvos,
ou
que
o
pãiz
inteiro
jura nas
palavras
do
mestre.
Tem lavrado grande desgosto,
e
in
li-
gnáção
entre
a
soldadesca do 4.® batalhão
do Ultramar,
pelo
obrigarem
a
ir
para
Moçambique,
em
vez
de
Cabo
Verde,
abu
sando assim da
boa
fé,
com
que os
in
divíduos do
referido
batalhão se
alistá-
ram,
persuadidos
de
que
os destina
vam
a
Cabo
Verde,
e
uuncn
a Moçambi
que.
Coitados!
nãd
se
lembraram de
que
iam
contractar
com
um
governo
libe
ral.
Um
dos joruaes opposlos
disse-nos
ha
pouco
que D. Carlos
VII
andava
por
Aftica
com
uma
senorita,
e vae
se
não
quando
o
gentil
rei
legitimo
do
visinho
reino
apparece
em
Roma,
improvisamen
te,
para fazer
chrismar
seus
augustos
Fi
lhos
pelo
proprio
Vigário
de
Christo!
Saneia gente.
Falleceu,
quasi repentinamente,
Tho-
maz
Jorge,
musico
muito
distinclo,
e
de
um espirito de
caridade
inexcedivel.
Era
legitimista,
e
filho
da
Casa
Pia.
Uma
prece
pela
alma
do
pobre fi
nado.
O tempo
tinha
melhorado
considera
velmente
aqui;
mas
para
hoje
termos
ura
dia
como
os peiores
do inverno. Choveu
sem
cessar.
A
esta cidade
éhegaram
boas
noticias
da
Familia
Real.
A
Rainha
viuva, pouco
antes,
fôra
visitada
por
ura
dos
nossos’
amigos,
que
sahiu
de
Brooubach
penho-
radissimo,
pela
affabiIidade,
com
que
ahi
o
receberam
a
augusta
Viuva
do Rei
Mar-
tyr,
e
suas
virtuosas
Filhas,
as
Infamas
D.
Maria
Anua,
e
D.
Antonia.
O
partido
legitimista
acaba
de
soffrer
uma
grande
perda,
pois
falleceu,
no
dia
16,
a
Marqueza
de
Lavradio,
senhora
de
eminentes
dotes
moraes,
e
de
uma
reli
giosidade
exemplaríssima.
A
sua
morte
é
geralmente
sentida,
mas ninguém
deixa
de
crer
que
se
finou para
ir
gosar
o
prémio do
grande
pecúlio
de
virtudes
chrislãs
que
soube
cultivar
como
poucas.
A
primeira
d
’
ellas
foi, de
certo,
a
heroi
ca
resignação,
com
que
sopportou
as
ad
versidades,
que
lhe
trabalharam
atrozmen
te
o
espirito
nos
últimos
annos
de
exis
tência.
São horas
de mandar
esta
para
o
cor
reio, e
por
isso
ponho
ponto.
Quarta-feira
vos
dirá
o
que
houver
de
casa
e
de fóra
O
vosso
amigo
A.
iTHiuin
—
rm
i
i
■iMnnwiKtidinrrm—
■L.
M.TT
E St ZÍLTT
«J A.
Um
treeho
tie historia contempo-
ranen.
Vamos
trasladar
do
fascículo
135
do
Portugal
antigo
e
moderno que o
nosso
presado
amigo
Augusto
de Pinho
Leal
anda
publicando—um
interessantíssimo
ar
tigo em que,
sob
a
palavra
—
Sabroso—elle
se
occupou
de
uma
parle
importante da
nossa
historia contemporânea,—
a
revolu
ção
popular
de
1846
e
1847.
Ahi
conta
o
indefesso
escriplor
o
que
se passou
desde
a vinda
do
tristemente
celebre ge
neral
escocez
Macdonell
alé
ao seu
mise
rável
e
brutal
assassinato
pelos
cabralis-
tas
commandados
pelo
general
Vmhaes,
de feroz
e
execranda
memória, no
dia
l.
°
de
fevereiro
de 1847 no
cabeço
cha
mado
—
Tapada do
Ervedeiro
—
proximo
á
aldeia
de
S.
P<yo,
freguezia
de
Villa
Pouca
d
’
Aguiar.
Não
carece
de
interesse
esta
narrati
va,
mormente
se
attendermos
a
que
o
no^so
amigo
Pinho
Leal
foi
testemunha
presenceal
<le
todas
essas
occorrencias
com
Macdonell,
a
cujo
serviço
andou,
e
sob cujas
ordens
militout
Ora,
oiçam
os leitores:
S
abróso
—
aldeia, Traz-os-montes,
na
freguezia de
Vereia
de
Llornes.
concelho
e
9
kilometros ao N.
E.
de
Villa
Pouca
d’
Aguiar.
Esta
pequena
povoação tornou-se
notá
vel
pelo
facto
seguinte:
Peço
desculpa
por
ser al
guma
cousa
diffuso,
mas
anda, tam
deturpada
a
nossa
historia
contemporânea,
que
me
vejo
obrigado
a
tractar
.
este
poncto.mais
circumstan-
ciadamente.
Serei,
n
esta
narração,
im
parcialíssimo,
e nada
direi
que
não
seja
da
mais exacta
■verdade.
Em maio
de
1846,
varias freguezias
da
província
do.
Minho,
revoltam-se
con
tra
o
governo do
ministro
.Antonio
Ber
nardo
da
Gosta
Cabral.'
que
havia
sido
feito
conde
de
Thomar,
em
8
de
setembro
de
1845.
Em breve,
ou, para
melhor dizer,
com
a
rapidez
do
raio,
a
revolução
se
estendeu
por
arribas
as
províncias
do nor
te,
e
pelo
rasto
de
Pdrtugak
O
povo,
principalmente
do
Minho
e
Traz
os-montes,
proclamava,
na
sua
ma-
xima
parle,
o
senhor
Dom Miguel
L
—
Também
não
faltava
quem
proclamasse
a
republica,
mas
era
geral
o
grito
de
—
Viva
o
povo!
Morramos
Cabraes!
(I).
Os
partidos
realista
e
setembrista
tra
taram
cada
um
de
guiar
para
o
seu
lado
os
insurreccionados;
porém
muitos
realis
tas,
julgando
a
fructa ainda muito
ver
de,
tomaram
o
partido da
junta do
Porto.
Antonio
Ribeiro Saraiva,
animava
de
Londres
os
realistas,
e
o
proprio
senhor
D.
Miguel
se tinha
transferido
para
aquella
cidade,
com o fim
de
estar
mais
proxi
mo
dos
revoltosos
e
poder
reunir-se
mais
facilmente
a elles,
se
as
cousas corressem
favoráveis
aos realistas.
Em
Portugal
tinham-se
organisado
clan
destinamente
cotnmissões,
em
muitas
lo
calidades.
a
favor
do
snr.
D.
Miguel,
e
os
esqueletos
dos
batalhões estavam
forma
dos
em
agosto de
1816.
Ribeiro
Saraiva
convidára
o
general
escocez
Reinaldo
Macdonell (Mac-Donald)
para se
pôr á
testa
do
movimento
rea
lista.
ao
que
elle
logo
annuiu
Mas os
realistas
principiaram
desde
logo
a
ser
atraiçoados,
e
tanto
os
prin-
cipaes
partidários
da
snr.a
D.
Maria
II,
como
os
membros
da
junta
do
Porto,
sa-
(1)
Já
tenho
dito
e
repetido
fóra
do
diccionario,
sou
legitimista,
mas
n
’
esta
obra
sou
apenas
catholico
e
porluguez
—
nada
menos
e
nada
mais:
quem
julgar
o
contrario,
engana-se.
Se
algumas
vezes
errar,
quando
tratar
de
cousas
políticas
contemporâneas,
não
é
por vontade, mas
por
más
informações.
N’
este
artigo,
po
rém,
não
me
engano,
porque
acompa
nhava
o
Macdonell na
qualidade de
ca
pitão
de
atiradores
do
regimento
de in-
fanteria
de
Biaga
(vulgo
—regimento
do
Po-
pulo)
e
que
depois
da
liga com os
da
junta
do Porto,
se
denominou
primeiro,
terceiro
regimento de fusileiros
da
Uberda
de,
e
depois
infanleria
n°
9.
Já
se
vê
que conto
o
que
presenciei.
biam
tanjo
(ou
talvez
mais)
do
que
setnoel
Sebastião
d’Almeida Pei-
.
‘
xoto,
muito digno secretario
do
snr.
Arciprestf, que tem já
em
seu poder, todos
os recibos,
não
só os
do «Commercio do
Minho»,
comô também os
da
mente
convencido
de
que elle
sé
colligou
«SemanaReligiosa».
Porisso
lhes
ia passando
entre
os
realistas,
do
que
estes
mesmos.
Os
cabralistas
mandaram
para
Londres
as
suas
instrueções
ao
general
Saldanha,
que
tinha fugido
para
lá,
e
estou
inteira-
1
‘
com
Maedonell,
para
que a
revolução
ti
vesse o
fim
que
leve em
18Í7.
O
que
é
certíssimo
é
que
Saldanha
e
Maedonell
saíram
de
Londres
no
mesipo,
vapor
inglez,
com
direcção
a
Portugal.
Saldanha
receiou
desembarcar
em
qual
quer
ponto
do
desembarcar
em
ra
para
Lisboa
quê;
para
fazer
tubro.
Maedonell
já
liltoral
portuguez,
e
foi
Gibraltar,
vindo por
ter-
(disfarçado
não
sei
em
a
'esboscada
de
6
de
ou-
rogamos
a
fineza de se digna
rem
«atisfazer-os
seus débitos,
com
a possível
brevidade, áquel-
le rev.,no
snr.--
»
a
' n
Toda a
correspondência
di
rigida ao director e
administra
dor d
’este
jornal,
Antonio Joa
quim de Mesquita Pimentel.
tinha
desembarcado no
Porto, coin
passaporte
passado
em
outro
nome, 5
ou
6
d
’
agostb
de
1846,
e
foi'
para
casa
do
cônsul
inglez,
onde
èstevé
alguns
dias.
’
Os
realistas
souberam
logo
da
chegada
do
seu
futuro
general;
mas
antes
d
’elles,
á o
sabiam
os
chefes
do
píúrtido
cabra-
jlista.
Maedonell
deixou-se
estar
no
Porto,
muito
descançado,
sem
cuidar de
cousa
nenhuma
que
respeitasse
atf
fim
para
que
vinha, e
só
a
poder
de
muitas
instancias
saiu
do
Porto
para
a
quinta
de Linhares
(sobre
a
margem esquerda
do
Douro,
na
freguezia
de
Sardoura,
concelho
de
Cas-
tello
de Paiva, a
33
kilometros
do
Porto)
a 6
de setembro.
Em
Linhares
tratava só
de
lêr
o
«The
Tablet»
e outros jornaes
britannicos;
de
comer
bem,
e
beber
melhor (co-mo
bom
inglez)
e
de
dormir.
-
Todo
o
mundo
sabia
onde
elle
esla
va,
e
nada
era
mais
facd á
junta
do
Porto,
do
que
mandai
o
prender;
mas
não
o
fez,
porque
suppunha
do
interesse do
seu
partido,
que
os
realistas se
posessem
em
campo,
para que,
saindo-lhes
as
cousas
adversas,
se
reunissem
aos
repu
blicanos, como
se
realisou.
Por
mais que
fosse
instado
para
pro
clamar
o
snr. D.
Miguel,
se
recusava
sempre
a
isso, alle.ando que
só
elle
su
bia
quando
era
occasião
própria.
(Na
minha
opinião,
esperava
pela
emboscada
de
6
de
outubro)
Só
a
14
de
novembro
é que deu
or
dem
para
se
fazer
a
acclamação
na
villa
de
Sobrado,
capital
do
concelho
de
Cas-
tello
de Paiva.
Rodrigo
de
Sousa
Tondella
(o
fidalgo
do
Atalho)
tinha
a sua
gente
prompta
em
Agueda
e
suas immediações—
o
major
Vasconcellos,
em
Aveiro
—
João
rPAIbuquet-
que
(o
fidalgo
da Insua)
nas
proximida
des
de
\izeu
—
os
Bandeiras,
em
Eslar-
reja
—
Antonio
de
Castro
Corte-Real
(tio
de
José
Luciano de Castro) na
Feira
—
Sebastião
de
Castro
e
seu
irmão,
Anto
nio
Carlos
de
Castro
(os
fidalgos
do
Cô-
vo)
em Oliveira
de Azemeis.
—
Estes
eram!
os
que
estavam
mais
proximo
de
Linha
res;
e do
mesmo
modo
havia
forças
clan-
dfistinamente
angariadas,
e
que
estavam
promptas
á
primeira
voz,
ao
S.
e
ao
N.
do
Douro;
porém
Maedonell
não
deu
parte
do
dia
da
revolta,
senão
ao
com-
mandante
do
batalhão
denominado
volun
tários
realistas
de Paiva, que
foi
o
unico
que
fez
a
acclamação.
Este batalhão
saiu
á
rua
com
a
força
de
470
homens
só
das
primeiras
4 companhias
(duas
de
Pai
va
1.
a
e
2.a a—
3.
a
de
Melres
—
e a
4.
a
de
Fermêdd)
porque
a
3.
a
e
6.a
,
que
deviam
ser
de
Canêdo
e
Grijó,
não
se
formaram,
porque
se
não
apresentaram
senão
tres
indivíduos,
qne deviam ser
ofliciaes,
para ambas
as
companhias,
e
um
soldado
de
cada
uma!
(2).
Depois
é
que
se
organisaram com
gente
que
se
foi
apresentando.
6AZETILHÀ
(Continua)
(2;
Bernardo
José
da
Silva
Tavares
(filho
do
brigadeiro
Tavares,
de
quem
tenho
de fallar)
estava nomeado
capitão
da
3.
a
.
e não
poude reunir
mais
do
que
um
alferes
e
um
soldado.
—
Um
funileiro,
de
appeliido Freitas,
de
Grijó,
nomeado
capitão
da
6.
a,
e
que
linha certificado
que
á sua
parte levaria
mais
de
300
ho
mens,
apresentou-se
só
com
um.
que
logo
em
Marco
de
Canaveses foi
expulso
por
ladrão
!
Ótironiea
religiosa.
—
Hoje:—
Expo-
sição
do
Santispimo
no
templo
da
Mise-
ricordiá.
Começa
a novena
do Senhor
dos
Passos.
A
’
manhã,
23:
—
Ladainhas
maiores.
—
Procissão
do
cabido
á
capella
de
S.
João
Marcos,
e
ahi
principia
o
Triduo
com
Exposição,
e
sermão
de tarde.
Exereieies religiosos..—
V
rev(j.mo
snr.
padre
João
Rebello
deu
na
segunda-
feira
principio
aos
exercícios
religiosos aos
prezos
nas
cadeias
d
’
esta
cidade,
como
preparação
para
a
Communhão
paschal,
que
terá
logar
no
proximo
domingo,
27.
h'ào
cêrca
de
cem
os
prezos.
Exames «1’inKtriieçAe primaria.
Começam
no
dia
1
de
maio
os
exames
d
’instruccão
primaria
no
Lyceu d’
esta
ci
dade.
Jubileu.
—
Brevemente
vae
ser
pu
blicado n’
este
arcebispado
e
em
outras
dioceses
d
’
este
reino,
o
Jubileu
concedido
ultimamente pelo
Santo
Padre
Leão
Xllí.
A
razão
da
demora
d
’
esta publicação
em
varias
dioceses
de
Portugal
e
da
Hes-
panha,
foi
o
não
complicar
o
serviço
pa
rochial
por
occasião
da
desobriga,
pois
que
não
podia
salisfazer-se
ao preceito
paschal
e
lucrar
o
Jubileu
com uma
só
confissão
e
communhão.
Maravilhas
da
bemos
o
fascículo
n.°
publicação
em
Lisboa.
As
Maravilhas
da
dois
grossos
volumes,
e
40
estampas em
separado,
distribuídos
em
fascículos
semanaes
de
16 paginas,
peio
preço
de
60
reis.
O
escriptorio
da
Empreza
editora
é
no
primeiro
andar
da
Livraria
Franco-
Luzilana,
rua
do
Ouro, n.°
246
e
248
—
Lisboa.
Audiências
geraes.—
Começam
no
dia
1
dfe
maio
as audiências
geraes
no
tribunal
d’
esta
comarca.
O
Mestre
Popular
—
D
is
t
r
i
bui
U
-
se
o
n.°
8
do
Mestre
Popular
(O
Inglez sem
Mestre],
publicação
linguística
redigida
pelo
snr.
Joaquim
Gonçalves
Pereira,
—Figueira
da
Foz, rua das
Flores,
n.°
,15.
Hospedes. -
Estiveram
n
’
esta
cidade
os
snrs. dr.
João Antonio
Vieira
de Cas
tro,
de
Fafe,
dr.jFernandes Vaz,
lente
da
Universidade
de Coimbra,
e
o
snr.
Ca-
millo
d'Araujo
Fonseca.
Exposição
portuguezn no 58 i o
de
Janeiro
—
A
commissão
que
n
’
esta
cidade promove
a
concorrência
de pro-
ducl.os
á
exposição
portugueza
na
capital
do
Brazil,
é
composta
dos
snrs.
Antonio
dos
Santos
Azevedo
Magalhães, João An
tonio Machado
Moreira
e
José
Joaquim
d
’
Araujo
Correia.
Corrigenda.
—
Na
local
intitulada
Ser
mão
do Mandato,
publicada
em
o n.°
an
tecedente,
onde
se
lê:
«Foi
a
humanida
de»
etc,
deve
emendar-se
para
—
Foi
a
hu
mildade
etc.
Preço
dos eereaes.—
Na
terça-feira
ultima,
n
’esta cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Trigo.
Centeio
.
Cevada.
Painço. .
Milho
branco
»
amarell
Milho alvo.
Feijão
branco
»
»
»
creaçSo.
—
Rece-
2
d’
esta obra
etn
Creação
formarão
com
400
gravuras
800
540
360
300
360
330
600
700
760
330
300
560
5'JO
5^800
—
Falleceu
Prevenimos
os
nossos esti-'em
Ponte
do
Lima,
a
snr.
a
D.
Jozefa
maveis assignantes de todo o
Ignacia
da
Conceição,
esposa
do
snr.
arcyprestado
de
Barcellos
que,
José
Pereira
Lopes
de
Mello
Maciel,
pódem satisfazer suas
assigna i
—
Falleceu em
Vianna a
snr.
a
D.
Ma
turas
ao
rev.'
no snr. padre Ma-
ria
Maximina
Pereira
Marques
do
Couto
'sá
zslip
’
sa
íe
.vr as
vermelho.
amarello.
rajado
....
fradinho.
Batata
.
.
.
.
.
Azeite
.......................................
Atrnvez
da
província
Vieeaite
de
tran-
Maciel
Caminha
da
Rocha,
sogra
do snr.
Antonio
Pereira
Bezerra
Fagundes
e
ihia
do
snr
João
Barboza
Teixeira
Maciel
e
do nosso
esclarecido
amigo
o
snr.
Sebas
tião
Pereira da
Cunha
Sotto
Mayor.
—
Cantou
no
domingo,
como
noticia
mos,
missa
nova
na
egreja
parochial da
freguezia
de
Perre
o
nosso
amigo
o
snr.
padre Antonio
de
Barros
de
Carvalho,
que foi sempre
um
estudante distincto
e
apreciado
de todos
os
professores
e
con
discípulos
pelas
suas
excelienles
qualida
des.
—
A
festa,
apezar
da
aspereza
do
tem
po,
foi
concorrida
por
gráhde numero
de
pessoas,
e
ao
jantar,
dado
para
celebrar
este
fausto
acontecimento,
em
casa
do
pae
do
joven
levita,
o
nosso
presado
ami
go
o
snr.
João
Antonio
de Carvalho,
abastado
lavrador
d
’aquellã
freguezia,
com
pareceram
muitas senhoras
e cavalheiros
de Vianna.
muitos
parochos
e mais
sa
cerdotes,
e
outros
amigos
particulares
do
dono
da
casa,
ao
todo
150
pessoas,
que
tantas
eram
as
que
se
sentavam
na vasta
meza
em
que
foi
servido
o
opíparo
jan
tar.
—Quando
entrava
a
barra
de
Vianna
o
hiate
Barbosa
l.°,
propriedade
do
snr.
José
Martins
Barbosa,
bateu
no
Penedo
do
ladrão,
que
fica
ao
sul
da
barra,
e
de
que não
pôde
desviar-se
em razão
do
i
urioso
vendaval,
abrindo
logo
rombo,
por
onde
principiou
a
entrar
agua
em
grande
quantidade.
—
Pôde
felizmente
vencer
a
barra,
e
deu
entrada
no porto,
indo an
corar
junto
do
caes
da
doka,
onde
mer
gulhou.
—
A
carga,
que era
de
sal,
jul
ga-se
toda
perdida,
mas
o
navio
espera
pôr-se
a
nado,
feitos
os
devidos
reparos.
—Na
semana
passada
falleceram na
cidade
de Vianna
3
pessoas.
Conferencia de
S.
Paulo,
no
Perto.—
Da
«Palavra»
screvemos
o
seguinte:
Como eslava
annunciado,
teve
no
domingo
a
reunião
preparatória
para
se
implantar
n’
esta
cidade
esta
obra
emi-
nentemente
catholica,
que
tem
por
unico
fim
o
exercício
da caridade
nas
condi
ções
em
que
a
inculca
e
impõe
o
Evan
gelho
—
esmola
corporal
e
espiritual, be
neficio
ao
corpo
e
beneficio
á
alma,
sem
altender
a
preconceitos
de
qualquer
or
dem,
nem preferencias
de
associação
ou
confraria,
mas unicamente ás
necessida
des
reaes
de quem
quer
que
seja.
Foi
primeiro
orador
n
’
esta
reunião o
revin.0
snr. padre
Senna
Freitas,
illustra
ção
bem
conhecida
n
’este
paiz
pelos
seus
numerosos trabalhos
lilterarios
e
pela
sua
competência
oratoria,
começando
por
ad
vertir que
a
Conferencia
de
S.
Vicente de
Paulo
era
instituição
distincla
da
Asso
ciação
Catholica;
que esta
tinha
por
fim
principal
o
derramamento
da
instrucção
por
meio
da
escola
e
da
palavra,
aquel
la
porém
linha
um scopo
mais
vasto
no
intuito
—
a
pratica
da
caridade pela
esmo
la
de
differentes
especies,
e
no
meio
—
toda
a
humanidade
que
sofire.
Desenvolveu
depois
as
origens
d
’esta
piedosa
instituição,
e
os
muitos
serviços
que
ella
tem
prestado
á
sociedade
em
lodo
o
mundo
conhecido,
pois
que
em
lodo
elle
se
tem
radicado
esta
maravi
lhosa
obra
da
mais
pura e
acrisolada
ca
ridade,
obra
essencialmente
catholica.
Passou
em
seguida
a
dar
uma
ideia
da sua organisação e
da
fórma
porque
são
desempenhadas
as
funeções
que com
pelem
a
cada
socio.
Por
fim
terminou
com
um
bello rasgo
de eloquência,
frequentes
em
tal
orador,
fazendo
um
appello
aos
portuenses
para
que
deem
o
seu
apoio,
já pessoal, já
pecuniário,
a
uma
instituição
tão
neces
sária
n'esta
cidade,
principa.mente
na
épo
ca
presente,
em
que
pairam
sobre
ella
dois corujões
medonhos
—
o
protestantismo
e
o
socialismo,
que
espreitam
a
necessi
dade
e
a
miséria
afim
de
especularem
com
ella
para
seus
abomináveis fins:
o
1.®
dando
a
esmola,
a
troco
da
alma—
o
2.®
insuflando
o
espirito de
rapina
e
de
destruição
contra
os
que possuem
meios
de fortuna.
De
sorte
que,
neste
sentido,
a
obra
de
S.
Vicente
de
Paulo
é
lambem
essen
cialmente
elementos
que fosse
daria
bons
Foi
de
curso,
pois
que
o
fechou
bella
palavra
do
Evangelho,
diz
que—
o
que
se
faz
ao
proprio
Deus.
S.
revm.
a,
que
foi
acolhido
na
tribu
na
com
uma
salva
de
palmas,
leve
ou
tra,
mais
ruidosa
e prolongada,
ao
termi
nar,
como
era
de justiça.
logar
patriótica,
porque
combate
os
de
desordem;
esperava
porisso
acceite
a
ideia,
que
esperava
fructos
etc.
ouro
a
chave
do
seu
bello
dis
co® aquella
em
que se
ao
pobre
é
feito
Tendo
vindo expressamente
a
esta
reu
nião
uma
deputação
da
Conferencia
d
e
S.
Vicente
de
Paulo,
já estabelecida
|la
mais
d
’
um
anno
em
Braga,
composta d0
seu
presidente
o
exm.®
snr.
dr.
Antonio
Maria
Pinheiro
Torres
e
de
mais
6
ca
valheiros,
entre
os
quaes
se
aebavam
os
exm.°
s
snrs.
D.
Luiz
da
Tapada,
Bento
Miguel e
Henrique
Freire,
julgou
conve
niente
o
referido
snr.
presidente
tomar
a
palavra
para
expor
o que se
tem
feito
em
Braga
n’este
sentido;
historiou
o
co
meço
da
instituição, os pequenos
recur-
sos
com
que
iuiciou
os
seus
soccorros
e
como
hoje
o
seu l.°
relalorio
accusa
os
recursos
reunidos na
importante
verba
de
cerca
de
um
conto
e
quinhentos
mil
reis,
com
o
que
se
estão
já
ministrando
soc
corros
de
varias
especies
a
80
famílias,
que
estão
por
esta
fórma
ao
abrigo
da
miséria.
Concluiu
s.
exc.
8 desejando
que
o
Porto
acolha
esta
benefica
instituição,
que
tendo
aqui
um campo
mais vasto,
maior
proporção
deve
tomar
esta
grande ma
nifestação
da
mais
bella
das
virtudes.
O
snr.
dr.
Pinheiro
Torres
mostrou-
se
orador
distincto
e
calholico
de
alma
e
coração,
sendo porisso
muito
applaudi-
do
por
um
audilorio que
ouvimos
orçar
em
300 pessoas,
entre
as
quaes
se
acha
vam
muitas
do que
ha
de
mais
nobre
e
distincto n
’
esta
cidade.
A
reunião
tpve
logar
nos
salões
da
exm.a
snr.
a
Condessa
de
Azevedo,
que
para
isso
os
facultou
da
melhor
vontade.
Filíei-lio.—
Na
freguezia
dos
Cazaes,
comarca
de Tomar, Manoel
dos
Santos,
tão
barbaramente
espancou
um
filho
seu,
ainda
menor,
que
lhe
causou
a
morte.
Este
desnaturado
pae,
já
se
acha
em
poder
da
justiça.
línufrngio
®
seis mortes.
—
Na
quinta
feira
Santa,,
no ponto de
Bulia,
no
rio
Douro,
naufragou o
barco
do arraes
Francisco
Pinto
Mmjoadas.
do
Collo,
com
carregamento
de
vinho
para
duas
casas
commerciaes da
praça
do
Porto.
Barco
e
carga
se
submergiram
imme-
diatamente ao
desastre,
morrendo
seis
ho
mens
pertencentes
á
tripulação.
Mestre
ftnneM,—Do
im&so
excellente
collega
da
«Ordem»
transcrevemos
o se
guinte:
Onde
se
polerá
encontrar
uma Historia,
Universal
de
Cesar
Canlu
falsificada
e
de
turpada?
R.
Em
casa
de
Antonio
Ennos,
a
quem
podem
dirigir
os
pedidos
em
carta
fecha
da
á
sua
morada
da
Traição,
rua
do
Descaramento, em
frente
do
Largo
da
Correcção
de
Milão.
No
mesmo
logar
sa
encontram
á
venda
grande
sortimento
de
historias
falsificadas,
em variados gostos.
Os compradores
leem ainda
uma
gra
tificação.
Aviso
aos
amadores
dos
grandes
suc-
cessos.
Afobados.—
Um
esquadrão
de
caval
aria
que
em
31
de
março, pelas
11
ho
ras
da
noite
atravessava
o
Cabul
em
Jel-
lalabad
(rio
da
Asia,
no
Afghanistan) foi
levado
pela
corrente. Um
alferes
e
40
homens
desappareceram;
foram
encontra
dos
16
cadaveres.
Jfioticias
«ie Roma.
—
Assegura-se
que
o
Papa
prepara
uma
encyclica
relativa
á
questão
do
ensino.
Falia-se
igual
mente
de
uma
carta
que será
dirigida
por
Leão
XIII
a
um
cardeal,
por causa das esco
las
da noite
abertas
em
Roma.
A
reu
nião
consistorial
terá
lugar
a
24.
Além
dos
nomes
já
conhecidos
dos
cardeaes que
vão
ser criados,
citam-se
os
do
sabio
professor
Pecci,
irmão
do
Papa,
e
do
P.
Zigliara,
dominicano.
Portugueses
falleeidas.—
No
Rio
de
Janeiro
falleceram
os
seguintes:
José
Rodrigues, 64
annos,
casado;
Antonio
José
Fontoura,
40
a.,
c.;
José
Rib-
iro
da
Silva,
30
s.;
Francisco
José
Subtil,
36
s.;
José
Francisco,
50
s.;
Antonio
Ferreira,
42
s
José
Bernardo,
Rodrigue§
ro,
43 c.
Antonio
Felicio,
40
c.;
Pontes,
23
s.; Joaquim
Salvador
João
Baptista
Fernandes,
26
s.;
Domingos
Pardal,
30
s„;
José
Pereira,
33
c.
d©
lei.
—
Sobre
a
Maria
do Rego, 60
v.;
18
s.; Francisco
Coelho,
da
Rocha,
26
s.;
José
;
José
Almeida, 70 s.;
Antonio
Joaquim
Gonçalves
Ribei-
Carolina,
7o
c.;
Manoel
Martins
22
s.;
Joaquim
Narciso
44
c.;
39
c.; João
Maria
Penne
liberda-
de
de
imprensa,
o
«Paris
Journal»
publi
ca
o seguinte projeclo
que
dedica
a
Julio
Feiry.
Art.
I.'1 A liberdade
de
imprensa
é
a
mais
completa
e
ampla.
Art.
2.°
Todas
as
cauções
são
confis
cadas em
nome
do
governo.
Art.
3.°
As
assignaturas
de
todos
os
jornaes são
recebidas
na
caixa
do
«Jornal
Oflicial»
que
embolsará
o
seu
importe.
Art.
4.°
Todo o
cidadão
francez
póde
escrever
n
’
um
jornal.
Deste
direito
são
exceptuados:
1.°os
eleitores
que
no
dia 14 de
outubro
de
1877
votaram
por candidatos conservado
res,
seus
ascendentes
e
descendentes,
ir
mãos,
sobrinhos,
tios,
primos
e
alliados
até
ao
decimo
oitavo
grau.
2.
°
Aquelles
que
não
assignarem
uma
simples
declaração
reconhecendo
que
Cob-
bert,
Richelieu,
Fontanes
Villele,
não
eram
senão
uns
patetas
em comparação
de
Jú
lio
Ferry.
3.
®
Todos
os
francezes
que contrahi-
rem
o
matrimonio
religioso
depois
de
pro
mulgada
a
presente
lei.
Horrível cnrnifleina.—
Da
cidade
de
Caruaru escrevem
ao
«Jornal do Recife»
(Pernambuco)
em data
de
18
de
março:
Esta
cidade
presenciou
um
espectaculo
lugubre
e
compungente.
Foi
a
entrada
dos
cadaveres
e
feridos
em
uma
lucta
que
se
deu
no
sitio
de
Guaribas,
d
’esta
comarca,
tres
léguas
de
aqui
distante.
Eis o caso:
No dia
16,
pernoitavam
sertanejos
na
fazenda Jua
e pela
manhã
seguinte
deram
pela
falta
de
seus
cavallos,
e
procurando,
os
acharam em
um
cercado
pertencente
a
Antonio
de
Gouveia.
Quando
se
dis
punham
a
tirar
d
’alli
os animaes,
sae-
Ihes
ao
encontro
Antonio de
Gouveia,
que,
atirando
sobre
um
d’
elles,
o
de
no
me
Aleixo,
fraclurou-lhe a
perna
direita.
Seu
companheiro
de
nome
Manuel
Fran
cisco
do
Lago,
ajuda o
ferido
a montar,
porém
as dôres
do
ferimento
o
impedem
de
continuar
montado;
então
Lago
o
apeia
junto
a
uma
arvore
e
procura
soc-
corro
na
visinhança.
Chegando
á
casa
do
inspector
de
quar
teirão
Francisco
de
Salles
Tinné,
conta-
lhe
o
facto
e
este
reune
uma
patrulha de
10
homens
e
vae
buscar
o
ferido,
po
rém
ao
chegar
ao
logar indicado
pelo
companheiro
do ferido que ia guiando,
não
o
encontraram,
mas
uma
grande
por
ção
de
sangue;
mais adiante descobriram
pégadas
e
rastos
de
sangue,
e
por
ellas
a
patrulha loi seguindo até
chegar
a
uma
grande
fogueira, onde
estava
completa
mente
carbonisado
o
infeliz
Aleixo.
Hor
rorisados
os
da
patrulha
com
tal
espe
ctaculo,
trataram
entretanto
de
Conduzir
o cadaver
carbonisado,
quando
ao
seu
encontro
saiu
um grupo
de
malfeitores
capitaneado
por Antonio
e
Pedro
de
Gou
veia,
e
trava-se
uma
lucta
horrível,
da
qual
morreram
imreedialamente
quatro
pessoas
das
que
compunham
a
escolta
e
um
dos
aggressores,
o
de
nome
Antonio
de
Gouveia,
e
feridos
mortalmente
mais
dois
da
escolta,
um dos
quaes
já
falleceu,
saindo lambem ferido gravemente
Pedro
de
Gouveia,
que
se
acha
recolhido
á
ca
deia
d
’
aquella
cidade,
Isidora
de
tal
e
Garolina
de
Torres
Galinda,
que
se
eva
diram
apesar
de
feridas.
A
lucta
foi
terrível,
houve
mortos
com
26 facadas
e
outros
com
15
e
16,
além
dos
tiros
que
jogaram
de parte
a
parte.
Foi
uma
carnificina
espantosa.
Corre
que
os parentes
do
aggressor,
Pedro
de
Gouveia,
pretendem tomar
um
desabafo
com
alguns membros
'la
familia
do
inspector
Tinné,
que falleceu
na
lu-
cla,
e o
delegado
de
policia pela pouca
força
que existe
aqui
destacada,
15
pra
ças,
não
póde
dar
caça
a
taes
malfeito
res,
que,
segundo
corre
no
publico,
es
tão
nas proximidades do sitio
onde
se
deu
o
confliclo.
ULTIH.4S
JÍOTICIAS
Lisboa
22
—Foram
transferidos
mutua-
naente
os
escrivães
de fazenda
de
Ama
res
e
Fragosas.
No
supremo
tribunal
de
justiça
aos
processos
’n.
os
10:427,
10:415,
10:448,
10:730,
16:622
e
10:407,
foram
negadas
revistas;
ao
n.°
17:382
foi
mandado
bai
xar á
relação;
ao n.°
11:949
não
foram
julgados
os
embargos;
ao n.°
15 979
foi
julgada
a
habilitação;
aos
n.
Os
10:105
e
10:178
não
foram
julgados;
aos
n.
os
9:976,
16:970, 15:781
e
10:491
não
foram con
cedidas
revistas.
Na
bolsa
venderam-se:
1
acção
do
Banco
de
Portugal
por
540$)00
reis:
2)
ditas
do
Banco
Ultramarino
a
5350'10;
20
ditas
do Banco
Lisboa
e
Açores
a
8559'6;
10
obrigações
da
Companhia
das Aguas a
835510;
185
ditas
prediaes
a
92-5200;
19
do
empréstimo
para
a
compra
dos
navios
de
guerra
a
86:509; 10
ditas
do
cami
nho
de
ferro do
Minho
a
885700; 7
con
tos
em
inseripções
a
50,50;
1
dito
a
50,65;
20:000
escudos
de
fundos
hespa-
nhoes
a
14,25.
Não
effectuado:
5
contos
em
inscri-
pções,
offerta
50,60
pedido
50,80; 10
di
tos
para
30
do
corrente,
pedido
50,70;
18:600
escudos
de
fundos
hespanhoes,
pe
dido
14,25.
Os fundos porluguezes
em
Londres
re
gularam
a
521/
i
e
523
/
g
; os
hespanhoes
a 14
5
/
8
e
14
3
/
4;
e os
consolidados
in-
glezes
a
98
‘
/
16
e
98»/ls
.
A
alfandega
rendeu
hoje
a
quantia
de
13:2805881
reis.
Londres
20
—
Ha
completo
accordo
en
tre
a
Inglarerra
e
a
Rússia a
respeito
de
todos
os
pontos
essenciaes
do
accordo con
cernente
á
Romelia.
Está
combinado
que
a
Rússia
e
a
In
glaterra
apoiarào
a
Porta
por
notas
diplo
máticas
idênticas.
Este
novo
accordo
só
encontrou
junto
do
sultão
tres
pontos
secundários
em
que
ha
divergência.
S.
Petersburgo
20—No
dia
14 reben
taram
desordens
em
Bostow.
A multidão
saqueou
a
casa
dos
chefes da
p
dicia
,
des
■
truindo
os
papeis.
A
ordem
porém
foi
restabelecida.
Constantinopla
20—
Em
resultado
da
energia
da
intervenção
dos
representantes
da
Allemanha
e
da
Inglaterra
o
sultão
approvou
a convenção
relativa
a
Novi-Ba-
zar.
Terminou
portanto
a
crise
ministerial
na
Turquia.
Paris
2
t
-
Estão
desmentidos
os
boatos
de
que
a
Allemanha
faça
exfbrços
diplomá
ticos
para
uma
reunião
em
Berne
dos
representantes
das
potências.
Madrid
22
—O
resultado
das
eleições
é
o seguinte:
300
deputados
são
gover
namentaes
e
112
da
opposição.
CORREIO
Lamego.—
Revd.
0 snr.
padre
Anlonio
Joaquim
da
Silva
Chanesco.
Nada
nos
foi
possível
obter,
conforme
0
que
pretendia.
SECÇÃO
DE COMUNICADOS
Snr.
redactor.
Até
que
0
nosso
homem, isto
é,
0
snr. Moraes,
escrivão
de
fazenda d’
éste
concelho,
foi
agraciado
pelo
governo
com
um habito de
Chrislo.
Na
verdade,
foi
pouco;
pois 0
snr.
Moraes,
que
tantos
serviços
tem
presta
do
á
fazenda,
e
tantos
desgraçados
tem
esfolado,
tirando-lhe
até
de
cima
da
meza
a
ultima
migalha
de pão
que
linhain
para
malar
a
fome,
fazendo além
d
’
isso
tola
a
casta
de violências
e
atrocidades nos
processos
d
’
execuçôes
fiscaes,
para saciar
a
sêde
d’
ouro
que 0
devorava;
0
snr.
Moraes
faz tudo
isto para
receber
de
r
ecompensa
um
simples
habito?
Foi
maroteira,
de
certo. Não
póde deixar
de
ser.
Porque um
habito
de
Cbristo
hoje,
que
sé
escarnece
de
Chrislo,
não
vai nada,
e, como
v.
muito
bem
sabe,
dá-se a
qualquer
farroupilha, e
até
a
um
moleiro,
pois
se
bem
me
lembro,
ainda
ha
pou
cos
annos se
deu
igual
graça
a
um
de
Fiscal,
que
ullimamente
cegou,
e
trata
de
se
desfazer d
’
elle.
Por
consequência,
tem
logar 0
snr.
Moraes
de
podel-o obter
muito mais
em
conta,
porque
é
em
se
gunda
mão, e
corre na
mesma
escala de
de
nobdiarchia.
Ora
quem
leve
a
culpa
de
tudo
isto
foi
v.,
porque,
se 0
tivesse
tosado
co
mo
devia,
pondo-lhe
á mostra
a
medo
nha
e
feia
caveira
que
elle
galvanisa
todos
os
dias
para
se
apresentar
na
re
partição
de
Fazenda,
de
certo
0
tería
mos
commendador,
ou
moço
fidalgo;
mas,
como
0 quiz
poupar,
agora teve de pas
sar
pela
decepção
de
0
vêr
com
um
sim
ples
habito
de
Chnsto,
que até
alguns
moleiros,
como
já
disse,
hoje
vendem.
Em fim, 0
nosso homem
ainda
está
em
tempo
de
poder
apanhar
mais
algu
ma
cousa;
0
ponto
é
ter
elle
a
habilida
de
precisa—
dotes
estes
que
nunca
lhe
faltaram.
Deve
d
’
ora
em
diante
ter
uma
foice
encabada
(expressão
minhota),
e
uma
móca,
á
beira:
quando entrar
algum
con
tribuinte
na
repartição,
com
as
lagrimas
nos
olhos
pedindo
justiça,
0
snr.
Moraes...
zás, pescoço
a
terra:
vem
outro,
moca
da
que
te parla.
E
d
est
arte
vae
extin
guindo
em
Braga
os
contribuintes
que
s.
s.
a
vexou,
executou, e
a
quem
exturquiu
do
losamente
de
seus
pobres
bolsos os últi
mos
cinco
reis.
Mandará
em seguida,
para
não
cheirarem
mal,
enterral-os
pelos
seus
malsins,
abrindo-lhes
sepultura
junto
ao
seu gabinete,
para
não
tornarem
a resus-
cilar.
Ainda
não
estará
satisfeito?
Concluído
este
processo,
que
o snr.
Moraes
é
capaz de
fielmente
executar,
verá então
v.
como
um
dia elle
apparece
feito
visconde,
ou
viso-rei
da
Índia!
Desengane-se:
o
tempo
só
está
para...
e
não
para quem
pretende
viver
honesta
mente.
De
v.
etc.
Braga
21
—
4
—79.
8.
T.
Resumo
do
acliuo
e
passivo do
Ranco
Commercial da Madei
ra, em
28
de
fevereiro de
1879.
Activo:
Acções
por
emittir.
.
Leiras
descontadas e
a
re
ceber
...................
Diversos
devedores
.
Agencias
no
paiz.
.
.
Gastos
de
instalação
.
Sello
em 6:100
acções.
Moveis
e
utensílios
.
Edifício
do
Banco
.
Hypothecas
de
raiz.
Juros
a
liquidar
.
.
.
Empréstimos
sobre
penho
res........................
Contas
correntes
garanti
das.........................
Papeis
de credito . .
Lettras
em
execução
.
Caixa
existência
em cofre
em
metal...................
600:0005000
180:4285078
59:1585918
9:2365605
2:8345341
6105000
1:4235623
5:1355199
95:1955490
8915925
18:3135505
202:5125168
32:4105000
4:2605000
41:5525593
1.253:9635545
Pasaivai
Capital
....
Obrigações
a pagar
Depositos
á
ordem
Fundo
de
reserva
Diversos
credores
Dividendo
a
pagar
Lucros
e
perdas.
.
1
200:6005000
15:8695693
1:0935950
5:1705282
2:2835381
3475945
29:1985894
1.253:9635545
Pelo Banco
Commercial
da Madeira
Os
Directores
J.
de
Salles
Caldeira.
(2363)
José
Paulo
dos
Santos.
Â6Si2HCiM5H'fOS
Os abaixo
assignados,
tributam eterna
gratidão
a
todas
as pessoas,
que
os
cum
primentaram,
e
lhes
prestaram
serviços,
por occasião
do fallecimento
e enterro
de
seu chorado
irmão,
pai
e
sogro,
Antonio
José
Dias
Palhão,
que
teve
logar
no
dia
16
do
corrente,
na
freguezia
de
Chamoim.
Pergoim, 22 d
’
abril
de
1879.
Padre Manoel
José
Dias
Palhão
lielarmina Dias
Palhão
Harroso
Domingos Antunes Barroso. (2373)
Os abaixo assignados extremamente
penhorados
para
com
todos
os
ill
m
'
!
e
exc.
Q10S
snrs.
e
snr.as
que
se
dignaram
cumprimental-os
por
occasião
do
falleci
mento
de
sua sempre chorada
e
idolatra
da
esposa
e
mãe,
Maria
Valentina
de
Sousa
Cruz
Vianna,
agradecem
por
este
meio,
emquanto
0
não
fazem
pesscal-
mente,
protestando
a
todos
indelevel
e
profunda
gratidão.
Manuel
José
da
Silva
Araújo
Cruz.
Elvira
Adelaide
de
Sousa
Cruz
Vieira.
Filomena
Benedicla
de
Sousa Cruz
Vieira.
João
Maria
de
Sousa
Cruz
Vieira
(auzente).
Manuel
Maria
de
Sousa
Cruz
Vieira.
Francisco
Casimiro de
Sousa
Cruz
Vieira.
(2365)
Os
abaixo
assignados,
servem-se
d’
este
meio
para
agradecerem
a
todas
as
pes
soas
de
sua
amisade
e
relações
que os
cumprimentaram
por
occasião
do
falleci
mento
de
sua
sempre chorada
irmã
e
lia
D.
Francisca
Benedicta
d
’
Aguiar,
e
assistiram
aos
oíficios fúnebres
que
por
sua
alma (iveram
logar
na
egreja
de
S.
Francisco
d
’
esta
cidade no
dia 2
do
cor
rente
mez.
A todas
se
confessam
penhorados,
e
lhes
protestam
sua indelevel
gratidão.
Braga
18 de
abril
de
1879.
Marianna
de
Jesus
Aguiar.
Margarida
Angélica
Aguiar.
Joaquina
d
’
Assumpção Aguiar.
Padre
Manoel
Martins
d
’
Aguiar.
(2368)
Andreza
da
Costa
Bezerra
Braga (au-
zenle),
Rosa
das
Neves
Simões,
There-
za
de
Jesus
Simões,
Joaquina
Simões,
Ma
ria
Simões,
José Simões
Braga
(auzente).
Ma
noel Simões
Braga,
José
Fernandes, Bento
José
Salgueiro,
e João Trindade
de
Freitas,
nora, filhos
e
genros
da
fallecida
Antonia Ma
ria
Simões,
não
0 podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem por
este
meio
a
todas
as
pessoas
da
sua
amisade 0
caridoso
obséquio
que
lhes fizeram,
acompanhan
do,
da
sua
casa
á
egreja,
e
cemiterio,
0
corpo
de
sua sempre
presada
mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
lodos
os
que
lhes
de
ram
seus
sentidos
pezames,
confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março
de
1879.
(2316)
ANNUNCIOS
AVISO
E COHVITE.
Tendo
de
celebrar-se
no
proximo
do
mingo,
27
do
corrente,
a
ceremonia
re
ligiosa
da
Communhão
aos prezos
da
ca
deia civil d
’
esta
cidade,
vou
por
esta
fórma
prevenir
e
convidar
todas
aquellas
pes
soas
que
tiverem
a
devoção
d
’
assistir
áquelle
acto
e
acompanhar
0
Santíssimo
Sacra
mento.
Braga
23
d
’abril
de 1879.
O
Delegado
(2380)
Rodrigo
Lobo
d’
Avila.
Obras
de construcção do edifício do
extincto
Collegio das Irsulinas em Braga
para
o novo Seminário Diocesano.
A
commissão
administrativa
das
obras
de
reconstrucção
do
edifício do
extincto
Collegio
das
Ursulinas,
faz publico
que
está
aberto
concurso
por
espaço
de vinte
dias,
que
findam em
sete
de
maio
ás
onze
horas
da
manhã,
durante
os
quaes
recebem propostas
em
carta
fechada
para
reforço
dos
madeiramentos
do telhado
da
parle
do
referido
edifício
voltada
ao
Cam
po
de
S.
Thiago,
comprehendendo
0
for
necimento
das
madeiras e
ferragens.
As
propostas deverão conter
a
declaração
de
que
os
proponentes
se
prestam
a
fazer
a
obra
de
construcção
de
doze
firmes
pe
quenos
e cinco
grandes,
tudo
como
é
expresso
nas
condições
e
desenhos
do
res-
peclivo projecto.
As
cartas
devem ser
subscripladas
da
seguinte
fórma:
Proposta
para
construcção
de
firmes no
edifício
do
extincto
Collegio
das
Ursulinas.
As
condições
e
desenhos
para
a
indi
cada
obra estarão
patentes
no
Paço
Ar-
chiepiscopal
todos
os
dias
não santifica
dos desde
as 9
horas
da
manhã
até ás
2
da
tarde.
As
propostas
serão
entregues
no
Pa
ço
Archiepiscopal aié
á hora
e
dia
indi
cado.
As
cartas
serão
abertas
perante a
Com
missão
administrativa
no referido
edifício,
assistindo
os interessados,
se
quizerem,
no
dia
em que
findar
0
concurso,
pelas
onze
horas
da manhã,
e
acceite
0 lanço mais
favorável,
se
convier 0
preço
oíferecido.
Braga,
18 de
abril
de
1879.
PilOTESTO
Deparando
em
uma
PREVEAÇÃO
AO
PUBLICO
distribuída
avulso,
assignala
pe
lo
commerciante d’
esta
cidade,
0
snr. Ber
nardo
José
Fernandes
Carneiro,
declaro
eu
abaixo
assignado,
que
desde
que
tomei
a
responsabibilidade
de
ser
commercian
te
desde
1858
a
esta
parte;
como
cai
xeiro d
’ordenado
ao
meu
serviço,
nenhum
li
>
e
por nome
Antonio
Alves
Cunha.
Apenas
tive um chamado Silvestre
d’
Araujo,
hoje
na
cidade
do
Porto
como caixeiro em
uma
casa
commercial
d
’
aqnella
cidade.
Peio
abuso
de confiança,
será
bom
que
0
digno
e
recto
Commissario
de
Po-
licia
dê
as
providencias
necessárias
por
causa
dos
incautos.
Braga
23 d’
abril
de
1879.
(2379)
Joaquim
Assumpção.
ÉDITOS
DE 50 DIAS
Pelo
Juizo
de
Direito d
’esta
cidade
e
co
marca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Gaspar Augusto
d’
Oliveira
Faria
Basto,
correm
éditos
de
30
dias
citando^
chaman
do
e
requerendo
todas
as
pessoas
incertas
e
quaesquer
credores
ou legatários des
conhecidos
ou
rezidentes
fóra
da comarca,
que
se
julguem
com
algum
direito
ao ca
sal
do
finado
João Baptista
da
Cruz,
mo
rador
que foi
no
logar
da
Egreja
Nova,
freguezia
de
Nogueiró,
d
’esla
comarca,
para
que
fiquem
scienles
de
que
se
anda
precedendo a inventario
de
menores
por
fãllecimento
do
mesmo
e
venham
ahi, n’
a-
quelle praso.
querendo,
deduzir
e
allegar
seus
direitos,
sob
pena
de
revelia e ser
por
sentença
julgado
o
alludido
inventario.
Braga
5
d
abril
de
1879
e
nove.
O
Escrivão
do
4.°
ofiicio
Gaspar
Augusto
d
’
Oliveira
Faria
Basto.
Verifiquei
a exatidão;
(2371)
Adriano
C.
Sampaio.
SOBTE
GKANDE
búeís
<)o:o(>o$ooo
EXTRACÇÃO
DE
5 D
’
ABRIL
DE
1879
ESTABELECIMENTO
de
loterias
327,
BUA
DE
SANTA
CAT11AB1NA, 331
PORTO
João Marques
d
’
Almeida
Castro,
aflfian-
çado
no
governo
civil
do Porto, com
es
tabelecimento de
loterias
na
rua
de
Santa
Calharina
n.°
s
327
a
331,
tem
a honra
de
participar
aos
seus
amigos,
fregUezes
e
correspondentes
da
província,
qué
da
loleria
qua
hontem
se
extrahiu,
vendeu
no
seu
feliz
estabelecimente
(aberto
em
cautelas
oe
diversos
preços)
parle
do
bi
lhete n.°
6215
premiado
com
500:000
pesetas
ou
reis 90
contos.
O
mesmo
faz
publico
para
que
os
interessados apre
sentem
as
fracções que
tiverem
do
dito
numero
para
assim
receber
o
prémio
que
lhes
pertencer.
N.
B.—
Como
se
vê por
outro
annun-
cio
publicado
n
’
este
jornal continua
a
ter
á venda
bilhetes
e
fracções
para
as
seguin
tes
loterias.
Porto
6
d
’
abril
de 1879.
(2358)
DECLAKAÇÀO
A
Caixa
Penhorista
da
rua
das
Palho
tas,
n.°
8,
liquidou
com a Companhia,
por
assim
convir
ao gerente
da
mesma
Caixa.
Braga
20
d
’
abril
de
1879.
(2376)
J.
P.
Magalhães.
DECIAHAÇÃO
Maria
das
Dôres
Gomes,
viuva
de
Ma
noel Gomes, ex-feitor
da
casa
das
Hor
tas,
d
’
esta cidade,
e
moradora
na
rua da
Boa-Vista,
n.°
135,
declara
que
não
tem
dividas
algumas
por
escriptura,
letra,
ou
outro
qualquer titulo,
e
nem
mesmo
de
primor.
Se
porém
houver
alguém
que
se
julgue
no
direito
de
credor
com
re
lação á
mesma,
a
annunciante pede
para
que
assim
se
lh
’o faça
saber,
afim
de
evitar
complicações
na
eventualidade
do
seu
fãllecimento.
(2366)
ATTEMÇÃO
Quem
tiver
uma
casa
de
pouco
dinheiro,
que
queira
vender
ou
emprasar,
dirija
car
ta
pelo correio
com
as iniciaes
A.
J.
T.
M.
(2372)
Vende-se
uma
casa
na
rua
de
S.
Domingos,
n.°
26,
com poço
mieiro
e
quintal.
Quem
a
perten-
der falle
com
Domingos
José
Pereira,
na
-casa
contígua
áquella.
(2377)
fflWÃO
ÍO
PCBLICO
O
Conslando-me
que
Antônio
Alves
da
Cunha,
pretextando
ter sido
meu
caixeiro,
terti
astuciosa
mente
enganado muitas pessoas
d
’
esta
cidade,
pe
dindo
a umas
dinheiro
para
se
estabelecer,
e
a
outras
para
arranjar
meios
afim
d
’
embarcar
para
o
império
do
Brazil,
allegando,
aleivosamen
te,
ter
sahido
de
minha
casa
por
eu
o ter
obrigado
a
praticar
actos
me
nos dignos;
declaro
que
Antonio Alves
da
Cunha,
nunca
foi
meu
empre
gado,
nem
meu
caixeiro, nem
nunca
exerceu
tal
profissão,
mas sim
que
é
um
grande
larapio,
que,
astuciosamente,
sabe
empregar
meios
para illu-
dir
a
boa
fé
das
pessoas
a
quem
se
dirige
a
pedir
dinheiro —não
para
embarcar
nem
para
se
estabelecer,
mas para sustentar
seus
criminosos
vicios. Este
Cunha
já
esteve
por
vezes
prezo
por
vários
roubos que
tem
praticado,
sendo
um
d
’
elles feito
a
mim. Dirigindo-se
elle
por
vezes, ao
meu
estabelecimento
inculcando-se
como
freguez,
soube
ardilosamente
enganar
dous
meus
caixeiros,
menores,
chegando
estes
a
tirar
dinheiro
da
gaveta
para
lhe dar,
sabendo
exercer
sobre
elles
certa
pressão,
para
que
eu
nada
soubesse,
por
cujo
motivo
eu o
persegui,
e esteve
prezo
por
um
anno.
Faço esta
declaração,
para
que ninguém
se
deixe
illudir
por
este
astucioso
larapio,
que
tem
o atrevimento
de
allegar
a
umas
pes
soas,
que
foi
meu caixeiro,
e a outras,
que foi
do
snr. Assumpção,
e
que,
não
lhe
pagando
este
os ordenados de muitos
annos, se
via
forçado
a
pedir
dinheiro
para
embarcar,
quando
elle,
repilo,
nunca
exerceu tal
pro
fissão,
tendo sido
sempre
um
gatuno
industrioso.
(2378)
Bernardo José
Fernandes Carneiro.
em
Mos
os
Hospitaes.
irtRRu
DIALYSADO BRAYA1S)
Recoinmendado por
todos
os
Médicos
.
MB
Contra
a ANEMIA,
CHLOP.OSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA,
PERDAS
BRANCAS,
etc.
|l
O Ferro Bravais
(ferro
liquido
em
gottas
concentradas)
é
o
unico
S
exemplo
de
qualquer
acido;
não tem
cheiro
nem
sabor,
não
produzi®
prisão
do ventre,
diarrhea,
irritação
nem
cança
o
estoinago;
alem
d
’
isto
4
h
e
o
unico
que
não faz
os
aenles
pretos.
’
jg
E’ o
mais economico de
tolos os ferruginosos, pois que nm frasco dura um mez.
$
Deposito
geral
em
Pariz,
13, rue
Lafayette
(Perto
da
Opera!,
e
em
todas
as
Pharmacias.
Descorfiar-se
das
imitações
peritiostis c-
exijir
a
marca
de
fabrica que vae juncla.
Envia-se grátis
a
quem
o
pedir
por
carta
franqueada,
um
interessante
fol.
eto
sobre
a
Anemia
e
o
seu
tratamento.&
Deposito
no
Poito,
Ferreira &
tunão,
e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
XI<X<XOIOXXOXX<I
VELOUTINE
GH1” FAY 1
POLVO DE
ARROZ
ESPECIAL PREPARADO CON BISMUTO X
INV1SIBLE
Y ADHERENTE,
dá ai cútis frescura
y
trasparenoia.
I
nventor
CHARLES
FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
x
Se
vende en
las Farmacias,
Perfumerias, Eeluquerias y tiendas de quincalla.
y
♦x>
Desconfiar
de
las falsificaciones.
Deposito
no
i'"tto, Ferreira
&
Irmão,
Banharia,
77
e
79.
Empregadas
com
o
mais
grão successo,
depois
mais
de
40
annos
por
a
maior
parle
dos
médicos
por
curar
a
chlorosis
(fluxo
branco)
doança das
mancebas
filhas
e
to
das
as
moléstias
chloróticas.
Eis
aqui
a
opinião
dos
mais eminentes médicos que as
tem
experimentado
:
«
Depois
35
annos
que
exerço
a
medicina,
«
tenho
reconhocido
a
este
medicamento
« (Pílulas
de
Blaud) vantagems incontesta-
«
veis
sobre
todos
os
outros
ferreos
e eu
«
o
miro
como o
melhor
anti-chlorótico.
»
D
r
DOUBLE, ex-présidente da Academia
de
Medicina.
«
De todas
as
preparações
ferreas
que
« nos
hão
dado
bons
resultados
no
trata-
«
mento
das affeições
chloróticas,
as
pilu-
«
las
de
Blaud
parece-nos
devem
estar
na
«
primeira
fila.
»
—
Diccionario u
nir, de
Medicina,
t.
n,
page
99.
dSWMb-
Como prova da
authentlcldade,
nome
do inventor
esU
gravado •obref.tBV/TJl
cada
pílula como aqui junto
Depositos:
Paris,
t, r.Payenne.
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorèto
n.°
28—3
(27
*)
DI.VHKIBO A
JVKO
Ha
na
Irmandade
de
Nossa
Senhora
das
Dores
dos
Congregados
a
quantia
de
200^000
reis
para mutuar
a
juro
sobre
hypoiheca.
Quem
o
pretender
póde
diri
gir
seu
requerimento
á
Meza da
mesma
Irmandade.
(2370)
mwifflii
oe
Limiiiis
DE
Joao
Marques d’Almeida
Castro
327,
rua
de
Santa
Calharina,
331
PORTO
Este
estabelecimento,
que
por grande
numero
de
pessoas
tem
sido
preferido
a
outros, não
só
por
os
prémios
que
no
mesmo
conslantemente
estão
saindo,
mas
por
a
promplidão
com
que
executa
as
encommendas
que
lhe
são
dirigidas,
con
tinua
a
ler
á
venda
para
todas
as
lo
terias,
bilhetes
inteiros,
meios
ditos,
quin
tos,
quartos, décimos, oitavos
e
fracções
de
600,
500,
300,
250,
200,
130,
100
e
40
reis.
.
Satisfaz
para as
províncias
todas
as
encommendas
(de
bilhetes
ou
fracções
em
pequena ou
grande quantidade)
vindo as
mesmas
acompanhadas
da
sua
importân
cia,
em ordens,
vales
do
correio
ou
es
tampilhas
do
mesmo.
—
Envia
graluitamen-
te,
os
prospeclos,
a
todas
as
pessoas
que
desejarem
ser
informadas
dos
prémios
de
que se
compõem
as
loterias
e
dos
dias
em
que as
mesmas
se
teem
de
exlrahir;
assim
como
remelte
no fim
das
exlrac-
ções,
as
respeclivas listas
geraes
dos
pre-,
mios.
AOS PRETENDENTES
Apesar
do
grande numero
de corres
pondentes
que
este
estabelecimento
tem
nas
províncias
para a venda
de
bilhetes
e
fracções
de
todas as
loterias, o
mesmo
recebe
ainda
propostas
das
pessoas
que
pretenderem
vender este
genero
á
com-
missão.
Os
pretendentes
que
quizerem
en
carregar-se
da
venda
d
’
esta
fazenda,
po
dem
com ella
negociar
sem risco,
porque
se
acceila
de
novo
até
ás
vesperas
das
extraeções,
toda
a
fazenda
que
os
mesmos
não
tiverem
vendido.
Além d’
isso
teem a
vantagem
de
poderem
negociar
sem
em
pregar
capital
porque a
importância
de
qualquer
remessa que
lhes
seja
feita,
po
de
ser
enviada
depois
da
fazenda
vendi
da,
bastando
para
isso
que
o pretendente
dê
como
conhecimento
um negociante
da
cidade
do
Porto.
A
commissão
é
vantajosa
e
os
mais
esclarecimentos
dão-se
a
quem
os
pedir.
(2330
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de
difierentes marcas
e
preços.
Linimento
BOYER-MIGHEL
para
caval-
los,
fazendo
as
vezes
de fogo
e
não
deixando
vestígios
do
seu
emprego
M
ichel
,
pharma-
ceutico
em
Aíx
(na
Provença)
França.
«■
Preço
1,000
reis.
—
Em
Lisboa,
o
snr
Barreto,
L<
reto,
n
0
28
—
30.
(25^
1IIR9IF.IKO
A
JURO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João do
Souto,
tem
reis
400^000
para
mutuar.
(2305)
BINHEIRO A
JURO
A
irmandade
de Nossa Senhora
da
Torre,
tem 330$000
rs.
para
dar
a juro.
0
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
'3')
”
Geraldo
n.°
18.
Trata-se
no
cam-
p
0
f
j
e
Sant
’
Anna,
n.°
68
(2298)
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria Braearense
—
27,
Bua
do
Souto
27
—
(2340)
BILHETES DE
ViSíTÂ
COM
N1T1DEZ E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de
por
te
sem
augmenlo
de
preço.
APPARIC1O
MAXJIEIRO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200, 220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e 440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho, 27
OTOBÍM
fflSSA
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
Praça do
Barão dc S. Marti-
nho,
S3
AFPARICIO & MALHEIRO
bbaga
IÍB
í
T
í
CATOS
DO
PADRE
ANTONIO
VIEIRA
Vendem-se
por
200
reis em
Braga,
na
rua
da
Sé,
n.°
3.
RESPONSÁVEL
—
Luiz
Baptista da Silva.
BRAGA, TYPOGRAPHIA LUSITANA—1879 J
Parte de Comércio do Minho (O)
