comerciominho_12041879_922.xml
- conteúdo
-
FmLiqTICA.
SS
REDACTORES—D. Miguel Solto-Major e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
Ift
|68ESSKWW.\VA!gffg.l
.Xjgássft
7.°
ANNO
PREÇO DA .ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes...............................
l$600
»
6
»
.............................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição
....................................
850
40
20
10
’
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS, QUINTAS E
SABBADOS.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes......................... 2&000
•
»
6
1»
.
1&050
»
sendo
duas
•
aSsignaturas
3^600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
3&600
Folha
avulso
.......
M'
N.» 922
SABBADO
42
DABRIL DE 1879
Aos
repetidos
alléluias
com que
a
Egreja,
extincto
o
luto,
celebra
o
triumpho
estupendo
de
JESUS
CHRISTO,
associa-se
hoje
toda
a
chrislandade, no meio
dos
maiores
transportes
de
jubilo.
Eis
que
d
’oravante
são reaber
tas
á
humanidade as
portas
do
ceo,
que
se
haviam
cerrado com
a
que
da
do
primeiro
homem;
eis
que
é
extincto
o
império
do
peccado,
e
religados
os
laços
da graça,
que
não
mais
se
dessoldarão.
Justíssimo
é
pois
o
ineffavel
con
tentamento
com
que
commemorà-
mos
esta
festa
de
santas
expansões
e
puríssimo
goso
para
todo o mundo
redimido.
Terminando,
desejamos
aos
nos
sos
leitores
festas
felizes ná
paz
e
alegria
do
SENHOR.
<è
protestantÊgm» em Braga
Ha
pouco
erguíamos
um
bralo
d
’
aler-
ta
contra
um
papel
impio
e
immoral
que
para
vergonha
e
opprohrio nosso,
se
tem
publicado
na
cidade
que
se
ufana
do
seu
amor
e
fidelidade
ao
catholicis-
mo.
Parecia,
logo
nos
seus
primeiros
nu
meros,
dar
as
provas
mais
evidentes
de
ser
uma
lamparina
accesa
n
’
esta
cidade
por
algum
emissário
protestante.
E
certo
que
nunca
então,
nem
hoje,
apezar
dos
escriplos
nojentos.
0
CAPITÃO
ANGELO
ROMANCE
OBXG1NAX.
POIt
J.
B.
da Silva
Ramos.
OFFERECIDO
E DEDICADO
à
’
EXC.
ma
SNK.
a
D. Antoaia Augusta T. de Vasconcellos,
o
D*
CASA DE MAHBON, EM CELOKICU DE BASTO.
III
Angelo ficou
com
o
espirito
tão abatido,
que
não
podia
responder
ás
perguntas
de
sua
mãe;
e
esta,
coitadinha,
estava
em
uma
verdadeira
angustia;
não
só
por
causa
do
descrédito,
co
mo
também
pela
dor
e
afflicção
de
seu
filho.
—
Olha,
Angelo,
amanhã vamos
fallar
cora
o
snr.
conego,
e
elle ha
de
dar
reraedio
a
tudo
isto.
—
Não,
minha
mãe,
eu
não
vou
lá...
tenho
vergonha...
E
chorou copiosamente.
—
Meu
filho,
quen não
deve
não
teme:
mas
isso
é
o mesmo...
irei
eu
só...
Filho, não
cho
res
mais!...
não
te
afflijas
tanto!...
Tu
não
tens
confiança
em
Deus?...
entrega
nas'suas
mãos
o
teu
negocio
e
descansa... Submette-te
resi-
simplesmente
e
soezes
que
alli
temos
vis
to,
o
reputamos
como
mais
um
orgão
da
imprensa
expressamenle
i
creado
para
servir
a
cansa
nefasta
e
diabólica
do
pro
testantismo;
mas
a
ijleia
que
d
’elle
for
mamos, segundo
os
dados;
que
ternos
obti
do
é
a
de
ser
um
meio
torpe
de
espe
culação
d’a.lguns
miseráveis
pandilhas, a
quem
a
batota,
a
vermilhinha
a
roleta
e
ulros
meios
vis
e-
industriosos
não
logra
ram
fornecer
os
ipeios
nec,essarios
para
manterem
q
vicio
do
fumo,
e
poderem
frequentar
os
cafés,
os
thealros
e
os
botequins
e
as orgias.
Quando
outras
provas
não
tivéssemos,
bastava,
para
nos
certificar d
isto,
a
linguagem
torpíssima
e
asnatica
que
empregam,
linguagem
que
bem
os
caracterisa
e
que
não
podia
ser
empregada,
a
respeito
de tudo quan
to
é
justo
e.
sagrado,
senão
por
uma
ralé,
sobre ignorante,
inleiramente
depra
vada.
Como
tal
o
denunciamos então ao
ve
nerando
Prelado da
Atrchidiocese,
ao
cle
ro
e
ao
publico
bracarense.
Não
sabemos
se
esse
miasma
jorna
lístico
se
recolheu
já
ou
não
ás
fezes
im-
mundas
d’
onde
saiu;
cremos
porém
que
felizmente
se
evaporou
já,
segundo
o que,
ha
dias,
lemos
n
’
um
periodico.
Como
quer
que
seja,
não
pegamos
na penna
para
nos occuparmos
d
’esse pas
quim
immundo.
O
certo
é
que d
’eulão para
cá
per
passou
por
esta
cidade
e
suas
proximi
dades
um
arejo
protestante,
como
se
vê
claramente
de mnitos
factos, e
especial
mente
de
dois,
de
que ha
dias
promet-
temos
occupar-nos.
Depois
de
ter
appa-
rectdo,
ha
mezes, um vendedor
de
bíblias
protestantes
n
’
utna
terra
não
muito
dis
tante
d’
esta
cidade e
que
foi
devidamen
te punido
e
escorraçado,
como
merecia,
surdiu
ha
pouco
um
outro
por
nome
Pa
trocínio,
ahi
para
os lados
de
S
Paio
de
Merelim.
Logo
que o povo
conheceu
o
criminoso,
foi
caindo
sóbre elle,
que
teve
a
felicidade
de chegar
até
Frossos,
não já
muito
incólume
e
ahi
o virtuoso
e
esclarecido
encommendado,
mais
por
um
ras-
gnado
aos
seus
decretos,
e
não
temas
os
juisos
dos
homens.
Angelo
tomou
a
mão
de
Joanna
e
beijou-lha
com
toda
a
ternura
filial
dizendo-lhe
:
—
Sim,
minha boa mãe;
sinto
que
as
suas
palavras
tornaram
menos
pungente
a
dôr
do
es
pinho,
que
me
cravaram
no
coração!...
O
gol
pe
foi
profundo
e
largo,
e
a
dôr,
que
me
cau
sou,
tinha-me
feito esquecer a
Deus
—Aquelle
que
disse:
«
Bemaventurados os
que
chorara,
porque
elles
serão
consolados».
Depois,
cahindo
de
joelhos, erguendo
as
mãos
e
levantando
os
olhos
ao
ceo,
assim
fallou:
«O’
Deus
de
ti£a
a
consolação!
Pae
de
mi-
sericord^
e
amor!
Eu
esqueci-me
por um
pou
co
de
qmfnada
acontece
no
mundo
sem
o
Vos
so
consentimento!
esqueci que devia curvar-me
huraildemente
ante
os
Vossos
imperscrutáveis
desi°-nios;
porisso
desfalleci.
Agora,
porém,
que
recorro
a
Vós, que
resignado adoro
os
Vossos
santos
decretos,
sinto
descer
ao
coração
o
or
valho da
Vossa
graça,
e
com elle
as
santas
consolações do
Vosso
amor.
Bemditq
sejaes,
ó
Pae
de
toda
a
consolação!
bemdito
sejaes!
Qual
quer
que
seja
a minha sorte, não
me
retireis
a
Vossa
santa graça
;
dae-me a
mesma
força
e
a
mesma doçura*
do
meu
Redemptor,
para
levar
ao calvario
da
minha
vida
a
cruz
que
Vos
dignastes enviar-me!
Perdoae-me,
Senhor,
esse
momento de esquecimento.»
E abaixando
a
cabeça
orou
largo tempo.
Joanna
foi
no
entanto, como
poude,
arran
jar
a
ceia; passado
pouco
terapo,
chamou
An
gelo
para
comer.
Assentou-se
este
á
meza;
seu
rosto
tinha
tro-
cado
a
expressão
de
abatimento
pela
de
firmeza
e
paz,
notando-se-lhe
comtudo
um
lundq
de
raelancholia:
era a
santa
resignação
que
tinha.
go
de
caridade,
talvez
mal
entendida,
que
por
justiça,
lhe
salvou
a
vida,
remettén-
do
o
miserável
discípulo
de
Luthero pa
ra
as
auclóridades
de
Braga.
Estas
deram-lhe
agazalho
durante
al
guns dias
em
sitio
fresco
e
sombrio;
e
ó
tribunal,
não
sabemos
cóm
que
direito,
nern
cóm
que
sentença
mandou-o
ao
ca
bo
d’
esse
tempo prosegnir
a
sua
pere
grinação.
Abençoadas leis do
liberalismo!
Úm
desgraçado
lança
mão
d’
uma
manta
para cobrir a nudez e
ãlienúar
ós
rigo-
res
‘
do
frio
e
dejrófs
de mil
'
vexames
e
trabalhos
soffre
áiiiio
e meio
de
prisão
n
’
unla
masmorra, jejuando a
pão e
agua.
Um
outro tira
uma
camisola
do
valor
de
quinhentos
reis
e
aguenta
com
a
pena
de
tres
mezes
de
prisão.
Um
Verèeiro
cãlumnia
a
Egreja
Catholica,
mofa
do
cle
ro,
insulta as nossas
crenças,
assassina
as
almas
e
pfetende
comprar
as
consciên
cias a
dinheiro
e
a
aucloridade
passa-
lhe
um pleno
safvo-conducto!
Maldicto
sejas,
liberalismo!
Lamentamos
profundamenle o
facto
que
constitue a nosso
vèr,
um
crime talvez
superior
ao
practicado
pelo desgraçado
apóstata
prqpagaridista,
mas
lamentamol
o,
não
tanto
pelo mal
que
d
’
ahi possa advir
á Egreja
e
á
Réligiãoj
mas
pelo
qne pó
de
e
ha
de
um
dia
sobrevir
á
sociedade.
Estas
lacunas
lastimosas
da
justiça hu
mana
hão
de
um dia
ser
prehenchidas
de
um
modo
terrível
pela
Justiça
Divina,
quando
soár
a
sua
hora.
E
’
já
precisamente
o
que sé vae
ma
nifestando
em
muitas
parles
da
terra.
Na Allemanha
Bismark, o Nero mo
derno
e
o
idolo,
portanto,
do
liberalis
mo,
acaba
de crear
e
estabelecer
uma
Inquisição
horrorosa,
que
em
pouco
tempo
terá
feito
mais
victimas
que
os
abusos
de
todas
as Inquisições
pretéritas,
bem
como
para
os
livros
e
jornaes
um
Índice
expur-
gátorio,
verdadeiramente
barbaro
e
tyran-
nico;
e
embora
haja
em
tudo
isto
con-
tràdicção
ílagrantissima
e
um procedi
mento
contraproducente,
também
ha
ló
gica,
porque
tudo
isso
é
o
cumprimento
de
leis
eternas,
que
tem
de
cumprn-se.
''
I
----- ----------
Fii—t------- ............
TT-nrimiTiT-,
descido
a
seu coração,
essa
piedosa
submissão,
esse
abandono
de
si
mesmo
á
vontade
de Deus.
Este
milagre
tinha-o
operado
a
religião:
«essa
philosophia
sublime,
o
mais
poderoso
mobil
do
homem para
praticar
o
bem;
pois
que a
fé
o
colloca
sempre
diante
dos
olhos de
Deus,
e
obra
sobre
sua
vontade
cora
tanto império como
so
bre
seu
pensamento;
esse
supplemento
da
con
sciência,
que
dirige,
sustenta
e aperfeiçoa
to
das
as
virtudes,
estabelece
novas relações
de
beneíicencia
sobre
novos
laços
de
humanidade;
e
que
nos
mostra, nos
pobres,
credores
e juí
zes,
irmãos
nos
inimigos,
e
em
Deus
um
doce
Pae;
finalmente
o
mais
beilo
de
lodos
os
co-
digos
de
moral,
cujos
preceitos
são outros
tan
tos
benefícios
do
ceo».
Angelo
comeu pouco,
levantou-se,
deu
gra
ças,
tomou
a
bênção á boa
Joanna e foi
dei-
àr-se.
O
somno
bera
depressa
lhe
cerrou
as
palpebras: é
porque a
pureza
de
seus
costu-
tmes
e
de
sua
conducta
o
punha
ao abrigo
de
toda a
censura, quer
a
seu
respeito,
quer
a
respeito
dos
outros.
«A
innocencia
é
uma
pu
reza
sem
mancha;
póde
ser perseguida, ca-
lumniada,
condemnada
mesmo
pela
malvadez
dos
homens;
mas,
cedo
ou
tarde,
triumpha de
seus inimigos,
como
a
verdade
do
erro.»
No
dia
seguinte
foi
Joanna, com
muito
custo,
contar
ao
conego
Mascarenhas
o
que
tinha
acon
tecido;
e
este
ficou
admirado da
causa,
que
João
d
‘
Oliveira
dava
para
expulsar
Angelo;
e
mandou
que
este
de
novo
entrasse
ao
seu ser
viço;
promeltendo
fallar
breve
com
o
negociante,
para
se inteirar
da
verdade.
Angelo,
conhecendo
o
pezo
que
causava
a
sua
boa
mãe,
foi já
de
noute,
para casa
do<
cone
go,
a quem
convenceu
da
sua
innocencia.
Este
vivia
só
cora
sua
irmã
D.
Leonor,
porque
Ma-
Os
abusdá
e
os
excessos
da
liberdade
conduzem
sempre
á
morte
da mesma
li
berdade,
á
tyrannia
mais
horrível
e
omi
nosa.
Na
Hespanha
está
succedendo,
em
parte,
outro
tanto
e
a
toda
a
parte che
gará
urna
visita
da
Justiça
Divina
grave
mente
offendida
pela
humana.
Fugir
ao
dever
qiie o
pagar
é
certo.
Lóhge
não
vem, a
nosso
vêr,
o
tem
po
em que os
celebrados
horrores
e cruel
dades
que
attribuem
os
liberaes
á
Inqui
sição e
aos
governos
legítimos,
e que
se
tem
entretido
em
contar
com
negras
cô-
res
aos papalvos e
ás
creanças.
ficarão
a
perder
de
vista
em
face
da
satanica
e
ominosa
tyrannia
liberal e
socialista.
Hoje
mesmo se tem
visto claramente
que
n’
uina
hora
de
delirio
e
tyrannia
vós
tendes
produzido
mais
horrores,
mais
victimas
e desatinos,
que,
durante
séculos,
todós'
os
extravios
passageiros dos
gover
nos
legítimos
e
todos
os
abusos
das
ins
tituições
dos
nossos maiores.
A
estes,
como
bons
filhos
da
Egreja
Catholica,
assistia
o
bom
senso
e
a
ver
dadeira
sabedoria,
quando
crearam
todas
essas
instituições,
que
vós
tendes
aboli
do,
e
cujo
desprezo
e
destruição
tem
creado
uma epoca
da
mais
monstruosa
tyrannia
acobertada
com
capa
de
liber
dade.
E
elles
tinham o
bom senso
de
pu
nir os
crimes
contra a
religião
e
a
mo
ral
com maior
severidade
qne
quaesquer
outros
e
d’
esta
maneira
salvaguardavam
a
verdadeira
liberdade
e
mantinham o ex-
plendor
e
a prosperidade
da patria.
E
’
nossa
profunda convicção
que, se
a
sociedade
ainda
subsiste e.não
tem
de
tolio
caido
no
abysmo
para onde
a
im-
pelle
o
liberalismo,
é
isso
devido,
em
grande parte,
á
influencia
ainda
dura
doira
'Ma antiga
educação, do
antigo
re
gímen
ê
das
antigas
instituições,
cujo
só
nome
voS
horrorisa.
Ha
muito
que
estamos
comendo
do
ve
lho, sem
o
advertirmos.
Que
teria
já
sido de nós
sem
a
he
rança1
já quasi exhausta dos
costumes,
riquinhas
não
tinha
voltado
da
casa
de seus
paes.
O
conego
procurou
João d‘
Oliveira,
e,
por
mais
que
se esforçou
por
provar-lhe a innocen
cia do
seu
pupillo,
não
poude
convencel-o;
re
tirou-se
pois
com
a
intenção
de
o
empregar
em
outra
loja.
Passados
dias,
fallou
o conego
a
dilferentes
negociantes,
mas
todos
se
recusaram,
sob
vá
rios
pretextos,
a
acceitar
Angelo;
tal
era
o
ef-
feito
da
calumnia
que
contra
Angelo
se
tinha
levantado.
O
conego nada
d
‘
isto
contou
a
Angelo,
e
conservou-o
em
sua
casa,
esperando
do
tem
po
ou
o
triumpho
da
innocencia,
ou
o
esque
cimento
do
crime,
e
mesmo
porque
queria
des
enganar-se
por
experiencia
própria.
Ó
caixeiro
amigo,
que
o tinha ido
conso
lar
no
dia
da
sua
desgraça, e
que se
chama
va
Antonio Martins
Priscos,
por
ser
natural
da
freguezia
d
’
este
nome, a
uma
légua
de
Braga,
continuou
a
visital-o
e
a
consolat-o;
prometten-
do-lhe
empregar
todos
os
meios
para patentear
a sua
innocencia.
Este
procurou,
como
era
de
costume
todos
os
mezes,
o
seu
confessor,
frei Domingos
da
Pai
xão;
e
depois
de
se
ter
fortificado
com
o
Pão
dos
Anjos,
contou ao
frade
tudo
o
que tinha
passado.
Frei
Domingos
aconselhou-lhe
paciên
cia,
resignação
e
caridade
com
o proximo;
e
por
fim
lhe
disse
que
tivesse
confiança
em
Deus,
que
a verdade
chegaria,
e
que então
abençoa
ria
elle
o
dia
da
sua
afllicção,
pela
alegria
do
seu
triumpho.
(Çontinúa).
EUÃSfiU
das
leis
e
das
instituições
que
nos
lega
ram
os
nossos
maiores?!
Infame
liberalismo, eia!
segue
desas-
sombradamente
a
tua
senda
toda
de
ini
quidades, sustenta
com
a
íorça
bruta
das
bayonetas
o
escandalo
e
toda a
casta
de
crimes,
opprime
com
tyrannico
rigor
o
desvalido,
o
orphão
e
o
homem
de
bpm,
levanta
estatuas
e
monumentos
aos
teus
chefes
visíveis,
solta
e
premeia
o
insul-
tador
assalariado
das
nossas
crenças,
o
offensor
jurado da Divindade,
o
espesi-
nhador
dos
nossos
direitos,
os apóstatas
propagandistas
das
execráveis
doutrinas
de
Luthero,
que
teem
deixado
apoz si
um sem
numero
de
guerras,
sangue,
ruí
nas
e tyrannias,
—sagra-lhe
cultos e
eri
ge-lhe
aliares.
Eia!
não
esmoreças
em
face
da
tua obra,
acaba
de
destruir
ra
dicalmente,
de
íorma
que não
fique
pe
dra
sobre
pedra,
o antigo
edificio,
acaba
de soltar
d
’
uma
vez
por
todos
os
diques
que
ainda
represam
as
paixões.
Acaba
com estes
restos
de
anachro
nismos
que
ainda
teimam
em
conservar-
se
em
lace
do
teu propesso’
,
da
tua
li
berdade
e
da tua
civilisação.
Quanto
melhor
e
mais
depressa
fize
res
tudo
isso,
tanto
melhor
e
mais
de
pressa
terás
concorrido,
se
o
mundo
não
marcha
ao
seu
fim,
para
o
triumpho
da
Verdade
e
da Justiça!
Entretanto,
se
o
povo
exasperado fi
zer
justiça
por
suas
próprias
mãos,
não
se
queixem,
nem
clamem
com
ocos
e
bombásticos
palavrões.
Elle
não
fará
mais
talvez
que
usar
d’
um
direito
e
d
’
um
de
ver
de
que
a
auctoridade
lhe
faz
conces
são.
E
oxalá
que
muitos outros
actos
fossem
tão
fáceis
de
defender-se
e
justi
ficar-se
como
a
justiça
popular
em
taes
casos.
Não
tem
a
polvora
culpa
em
arder;
mas
quem lhe
chega
o
fogo.
Continuaremos.
A. M.
€'oa-veag»oiidencia
particular do
eComiuereio
do lUinlio»
Paris,
2
de abril.
O
vento
que
impelle
a galera
das
es
querdas
para
o
escólho
onde
ella tantas
vezes
se
tem despedaçado,
dia a dia
au
gmenta
de
violência.
1879
ameaça
tornar-
se
a
reproducção
de
1848.
Espera-se
a
onda
caledoniana,
como
se
esperava
a
ap-
proxiraação
do
heroe
de
junho.
O
centro
esquerdo
ergue
atonito
os
olhos
ao ceo
em
signal
d
’anguslia; o proprio
governo
fareja
o
perigo.
Corre-se
ao
choque,
custe
o
que
custar, com
a
morte
na alma
verdade,
más
com
a mesma
furia
coíbo
se
alli
os
impulsionasse
o
jubilo
do^rco-
ração.
<
Toda
a gente
sensata—
mesmo,ío
par
tido
republicano
—
bem
sente
qtie
nós
vamos
realmente
muito depressai'
Não
so
mos
conduzidos,
somos
arrebatados,
di
zem;
e
não
sabemos
onde
se
irá
parar.
Vêie,
em duas
palavras,
todo
o
caminho
que nós
temos
percorrido,
depois
das
eleições
de
5
de
janeiro.
Desde
o
dia
se
guinte
á
transformação
do
Senado,
o
snr.
Dufaure,
que
tinha
a
confiança
da maio
ria,
não
mais
teve
liberdade
de acção,
e
viu-se
constrangido
a
precipitar
a
demis
são
do marechal
Mac-Mahon.
Logo
que
este
partiu,
bem
depressa se descartaram
do
snr.
Dufaure,
depois
do
snr.
Bardoux,
apezar
das
suas
proverbiaes
complacências
e
depois
d
’
este
do
snr.
Marcère.
Este
queria
manter
a
auctoridade
do
governo
da
França
contra
as
pretensões do
con
selho
municipal
de
Paris,
ao
qual
explo-
bava generosidades
feitas
em
favor
dos
communardos
amnistiados.
Não
queria
tam
bém
que
a
Prefeitura
de
policia,
esta
ul
tima
força
protectora
da
pouca
ordem
que
nos
resta,
dependesse
d
’
este mesmo
con
selho
municipal,
reivindicando uma
aucto
ridade
superior
á
das
duas
camaras.
De
via
deixar
os
negocios
públicos
depois
de
ter sido
achincalhado.
Quanto
á
Prefei
tura
de
policia
ella
foi
immediatamente
deslocada
e
desorganisada.
Hoje,
nem
o
presidente
Grèvy
nem
os
ministros
sabem
uma
unica
palavra do
qne se passa
nos
conciliábulos socialistas,
tanto
como
nas
cortes estrangeiras. To
dos
os
agentes
secretos,
tanto
no
interior
como
no
exterior,
leem
desapparecido,
afugentados
pelas
denuncias
e
ameaças
da
imprensa
radical.
Em
compensação,
os
policias
estrangeiros
e
os
conspiradores
sabem
perfeitamente
o
que
dizem
e
fazem
os
nossos
ministros.
Ainda
não
é
tudo.
Eis
que
se
falia
agora
de
votarem
uma
lei
que
entregará
directamente
ao
conselho
municipal
de
Paris
a policia
da
cidade,
isto
é,
um
exercito
d
’
agentes
organisados
militarmen-
té,
e
cuidadosamente
arrebanhados
para
a
obediência
passiva.
E
é
depois
de
se
ter
percorrido esta
vereda semeada de
decepções,
de
erros,
de
amnistias
e
ou
tras
loucuras,
que se
lhe
quer
pôr
cu
mulo
reconduzindo as
duas
camaras
para
Paris.
Esta
grave
questão
foi
vivamente
dis
cutida
n
’esta
semana.
Ha
muitos
dias
que
se
annunciava
d’
uma
maneira
certa, que
as
camaras
iam
definitivamenle
deixar
Versalhes.
A
cauwa
dos
deputados
tinha
já votado
a
reunião
d
’
um
congresso
que
devia
decidir
o
regresso
a
Paris.
O
sena
do
devia
sanccionar homem
essa votação;
mas ultimamente
reconsiderou.
Tem
re
ceio
de
assumir
uma
grande
responsabili
dade,
e
porisso addiou
a
sua
decisão
para
depois das ferias
da
Paschoa,
afim
de
deixar
ao
ministério
o
tempo
necessá
rio
para
preparar
e
apresentar
ao
par
lamento
projeclos
de
lei
que
garantissem
a
segurança
das
camaras
depois
do
seu
regresso
a
Paris.
Os
projectos
tyrannicos
do
ministro
d
’
instrucção
publica
ácêrca
do ensino
su
perior,
leem
levantado
geral
reprovação.
De
toda
a
parte
se
organisa
um
grande
movimento
de
petições
com
o
fim
de se
protestar
contra
esses
projeclos.
Esse
movimento
que
começou
no
Norte,
na
Bretanha
e
Normandia,
estende-se
agora
ás
outras
províncias,
onde
se
teem
orga-
nisado commissões
para obterem
a
adhe-
são
dos
paes
de
familia.
Não
ha
duvida
que
a propaganda
se
desenvolve
com
ra
pidez
e
que
será
chamada
a reagir
sobre
as
disposições
de
muitos deputados,
que
se
acharão
nos
departamentos
por occa
sião
das
ferias
da Paschoa.
Os
radicaes
começam
já
a
inquietar-se
sériamenle
com
a
resistência
dos
calholicos;
propõem-se,
afim
de impedir que
a
maré suba,
exi
gir
o
reconhecimento
de cada
uma das
assignaturas
das
petições.
Esperam
assim
que o
numero
das
reclamações
seja
me
nos
considerável.
E
ainda não
é
tudo.
Certas
folhas
emittem
a
opinião
de
que
será
bom
amedrontar
os
funccionarios
que
em
virtude
dos
seus
direitos
de
ci
dadãos
e
lambem
na
qualidade
de
paes
de
familia
sejam
tentados
a
reclamar
con
tra
os
projeclos
de
lei
do
ministro
d
’
ins-
trucção
publica; e
propõe
que
se
fornem
medidas
severas
contra os
funccionarios
que
forem
de sentir
diverso
ou
do
go
verno.
Notae
que
se
não
tracta
ainda
se
não
de simples
projectos
de
lei
submet-
tidos
ao
parlamento.
Que
seria
então
se
se
iractasse
já
de
leis votadas!
Os nossos
republicanos
authorilarios
não
hesitariam
então
em
pedir
as cabeças
dos
peticio
nários.
Eis
a
liberdade
que
nós
gosamos.
Os
nossos
bispos
mesmo
não
teem
mais
liberdade
para
tomar
aberlamente
a
defeza
dos
catholicos:
os
ministros en
carregam-se
de
os
chamar
á
ordem.
Tal
acontece
com
o
snr. Lepere,
ministro
dos
cultos,
que
acaba
de escrever uma
carta
ao
bispo
de
Grenoble.
O piedoso
prelado
pró-
testára,
em
termos
muito
dignos,
contra
os iniquos
projectos
que
o
governo
pre
parava
para
destruir
a
liberdade
do
en
sino
e
a
das congregações
religiosas.
O
snr.
Lepere
não
achou
um
só
argumen
to
a
oppor
a
este
justo
protesto:
toda
a
sua
resposta
róla sobre
uma
falsa
inter
pretação
da
Concordata.
Apezar
d’essa
carta,
os nossos
bispos
não
teem
cessado
de enviar
iguaes
protestos.
Está
travada
d
’oravanle
a
lucta
entre
os
catholicos
e
os
seus adversários:
essa
lucta
será
séria.
Todas
estas
questões
são
palpitantes,
e
agitam
muito
lodo
o
paiz.
No
nosso
mundo
político
falla-se
muito do
desa
lento
que se
vae
apossando
do
novo
pre
sidente
da
Repubbca.
Alguns
obstinam-se
em
olhar
a
sua
próxima descenção
do
po
der
como
um facto
inevitável.
Diz-se além
d’
isso
que
no
Palacio—
Bourbon,
onde re
side
o snr. Gambetla,
já
estão
tomadas
todas
as
medidas;
no
dia em que o
snr.
Julio
Grévy
abdicasse a presidência,
Gam
betla
chamaria
immediatamente
para
o
sen
lado
um
general
dos seus
amigos,
ao
qual
confiaria
o
commando
executivo
de
terra
e
mar.
Ao
mesmo
tempo,
um
outro
general,
que
occupa
nma
elevada
posição
no
exercito,
o
duque
de
Aumale,
seria
nomeado
governador
de
Paris.
Uma vez
garantido
por
estes
dois
generaes,
Gambetta
se
apossaria
do
po
der,
e, então
como
primeiro
descarte
dos
radicaes,
seria
pronunciada
a
dissolução
da
camara,
tractando-se
de fazer
eleições
menos
radicaes."
Ao mesmo tempo organisa-se já
um
plano
de
defesa
para
o
caso,
geralmenle
previsto,
em
que
rebentassem
perturba
ções
em
Paris,
depois
do
regresso
das
camaras
á
capital.
Tractar-se-ia
de
ins-
tallar os
deputados
no
Palacio
—
Bourbon,
os
senadores
no
ministério
dos
negocios
estrangeiros,
e
o presidente
da
Republi
ca no
hotel actualmente
occupado
pelo
presidente
da
camara.
As
camaras
vão
separar-se
por alguns
dias,
em
razão
das
ferias
da
Paschoa,
e
terão
de
reunir-se
novamente
nos
princí
pios
de
maio.
-------s
—----
IjiHbua, 9
de abril de
1S59.
(Do
nosso correspondente).
No
dia em
que
vos
escrevi,
5
do
cor
rente,
deixou
o
Tejo
o
bello
navio
bri
tânico,
«Osborne»,
conduzindo
a
seu
bordo
o
filho
da
rainha Victoria, que
viera
vi
sitar
Lisboa.
Estamos
na Semana
Santa.
E
’
tempo
de
perdões.
Não
m
’
os
negareis,
de
certo,
já
que
tendes
a
felicidade
de
comprehen-
der,
e de praticar
a
sublime
doutrina
de
Nosso Senhor Jesus
Christo.
Perdoemos
nós
todos
também
aos que,
ha
mais
de
quarenta
e
quatro
annos,
estão
immolando
este
pobre
paiz
no
altar
patricida,
em
que
perecerá
necessariamen
te,
se
a
nação
continuar
impassível,
por
mais
alguns
annos,
diante
de
tamanha
e
tão
pertinaz
aberração
dos
sãos
princí
pios
da
morai,
e
dos
diclames
do justo
e
do
honesto,
inseparável,
até
agora,
dos
governos
revolucionários.
Sexta-feira
houve
tempestade
na
camara
electiva. A
grita foi
alli
enorme,
as
pro
vocações
taes,
que
obrigaram
o
Fontes
a
perder
o
seu
habitual
sangue-frio,
e
po
lidez,
por momentos.
E
’
realmente
uma
vergonha,
e
define
bem
exaclamente
este
modo
de
ser
re
volucionário,
que
se
diz
liberdade.
Para
que
os
vossos
leitores
saibam
como
se
come,
e bebe
nesta
capital,
dir-
Ihes-hei que
em
1878
o
valor
das
carnes
consumidas
subiu
a
3:441
contos
de
reis;
dos farináceos,
3;304
contos
de
reis;
de
fructas,
298
contos
de
reis; de
ovos,
810,717
kilogrammas;
de
manteiga,
kilos
173,737;
de
queijos,
182,817
ditos;
de
peixe,
348
ditos;
de
vinhos,
1:520 con
tos
de
reis. A
alfandega
de
consumo
ren
deu
1:880
contos
de
reis,
e
o
valor
to
tal
dos
generos
entrados
pelas
portas
da
cidade
para consumo,
elevou-se
a
9:464
contos.
Já
é
comer, e
beber, meu
caro re
dactor,
não
achaes
?
E
o
fisco
não
levou
pequena rasca
na
assadura.
Todavia,
nada
chega
para
fartar
esta
maldicta
comilona
que
se
denomina
liberdade!
Muitas
das
egrejas desta
cidade
estarão
fechadas
durante
os
proximos quatro
dias
solemnissimos
para
o mundo
christào.
Não
sei
se será
preferível,
attentas
as
profanações,
que
se
commeltem
nos tem
plos
da
capital
da
monarchia
fidelíssima.
Domingo
foi
a
estreia,
no
salão
do
theatro
da
Trindade,
dos
concertos
clás
sicos
da
associação
24 de
Julho
[sympa-
thica
denominação
!...),
dirigidos
pelo
hes-
panhol
Barbieri. Dizepi-me
que
não
teem
má assignatura.
Foram
calorosamente,
ap-
plaudidos.
Domingo, e segunda-feira
tivemos
aqui
um rigoroso
inverno.
O
Tejo,
açoitado
assaz
pelo
sudueste,
poz
em
respeito
as
embarcações, que
o
povoam.
Comtudo,
não
me
consta
que
houvesse
algum
si
nistro.
Houve,
não
ha
muito,
um
jornal,
que,
mal informado,
censurou
o
respeitável
prior
de
Santa
Maria
de
Belem,
allribuin-
do-lhe,
sem
razão,
o desejo
de exercer
pressão
sobre
um
dos
^dres
da
fregue
zia,
valendo-se
de
uma
das
disposições
do
novo
regulamento
patriarcIsT
ainda
não
conhecido
do
allu
ido
revd."
parocho,
porque o
tal
sacerdote
se
negara
a
mi
nistrar
a
Santa
Uncção
a
uma
enferma,
pretextando
doença.
O
referido
jornal
dis
se
que
o
revd.0 parocho
de Belem
linha
ido
passear;
mas
a
verdade
é
que
então
se
achava
de
cama
doente,
e
nem
por
sombra
se
lembrou
de
ameaçar
o
eccle-
siaslico,
a
quem
mandára
pedir
a
men
cionada fineza.
Conheço
o
parocho
de
Santa
Maria
de
Belem,
e
por
isso
posso,
sem
receio,
as
severar
que
é
um
dos
ecclesiasticos
mais
zelosos
no
cumprimento
da sua
espinhosa
missão.
A
maioria
da
camara
franceza
desis
tiu
da
interpellação,
de
que
se
lembrára,
sobre
o
modo
como
o
nobre
episcopado
da
nação
christianissima
se
está
pronuncian
do contra
a
lei
do
ensino
pelas
corpora
ções
ecclesiasticas
illegaes.
Todavia,
esta
questão
póde
produzir
graves
resultados,
porque se
de
um
lado
a
força
dos
inimigos
do
catholicismo é
muito
considerável,
os
elementos,
de que
elle
dispõe
são
ainda
mui
poderosos,
e
não
duvido
que,
afinal,
a
victoria
será
dos
que
defendem
o
labaro
da
Cruz.
Oxalá
que
o
episcopado
fôra aqui,
como
é em
França!...
Está
sendo, em
Lisboa,
muito feste
jado o
vo^so
jornal,
cuja
missão
compre-
hendem,
indubitavelmente,
os
illuslres
re-
dactores
d
’
e!le.
Crede
que prestaes
á
causa
do
paiz
um
relevante
serviço.
Per
mitia
Deus
que
o
publico continue
a
se
cundar-vos
a
ideia,
que
realisaes
com
in-
contrastavel
merecimento,
e
não
menor
credito
do campo
realista.
Relevae-me
o
desassombro,
com
que,
de
certo,
oílendo
a
vossa
proverbial
modéstia.
Chegou
de Santarém o
em."
10
cardeal
prelado
d
’esta
diocese.
Dizem-me
que
s.
exc.
a
não
veiu
melhor,
e
que está
re
solvido
a
pedir
quem
o
substitua
na
di
recção
dos
negocios
ecclesiasticos
do pa-
triarchado.
Temos
em
Lisboa
o
conde de
Valbom,
o qual
conferenciou
com o
Fontes,
e
Cor
vo
logo
que
chegou
a
esta
capital.
Diz-
se
que
o
referido
ministro não voltará ?
Madrid.
As
cortes francezas
vão
entrar
em
ferias
até
maio.
O
que
haverá
em
França
na
presença
dos
ocios
parlamentares?
Os
da
communa
regressáram
á
patria
de S.
Luiz. Garibaldi
saiu
do
seu
retiro,
os
elementos
mais deleterios,
aqui
e
alli,
movem-se.
e, de
certo, não
é
para man
ter
o socego,
nem
promover
o
bem
dos
povos.
Todavia,
sou
dos
que
acreditam
que do
cahos nasce
a
ordem;
e
porisso
não
me
repugna
a
actividade
dos
naturaes
agitadores,
e
perturbadores da tranquilli-
dade
publica.
Antes
elles,
do
que
os
ordeiros,
e
conservadores,
uma
das
pragas
mais
no
civas,
que
podem
vir
ás
nações; porque,
no
fim
de
tudo,
vão-nos
matando
lenta
mente,
ao
passo
que
a
demagogia,
em
bora,
muito mais
violenta,
tem
uma
vida
ephemera,
e
acaba
por ceder
o logar
aos
governos
de
verdadeira
ordem,
sem
a
qual
não
fia,
não
póde
haver
paz
diu
turna,
com
o
desenvolvimento
dos
diífe-
renles
mananciaes
de
prosperidade
na
cional.
Estou
que
sois
da opinião
do
Vosso
pobre
correspondente
A.
ar
sr
rjr
sí a< z w. tt aj s s.
Carta
Epigraphica
AO
auctor
indefesso
DO
Portugal
Antigo
e Moderno,
O EXM.°
Augusto
Soares
d
’
Azeu. Barb.
de
Pinho
Leal
—
O
-«ew
—
«
......
darei
a
melhor
noticia,
que
«
n
’esta matéria
me
fôr
possível.
Bento
Morganti
—
Numismalo-
gia,
Prefacção.
XXXI.—Para o
auxiliar
no
govêrno
do
império,
associou
a
si
«Magnencio»
a
seu
irmão
«Decencio»,
como
attesta
uma
«lapide
romana»
de Carlama
na
Hispanha—
embora
omiltam
esta
circumslancia
os
annaes geraes
de
lioma.
Eis-aqui
esta
«inscripção»
importante:
D. N.
MAGNO.
DECENTIO
IMP.
NOSTRO. PIISSIMO
FLORENTISSIMO. CAESARI
XXXII.—
N
”
uma
«lapide
romana» da
Geira,
na
«Volta
do
Covo»,
dá-se
a
«De
cencio»
o
titulo
NOBILÍSSIMO,
conjunctamente com
o
epiteto
FLORENTISSIMO:
—
e
desde
«Flavio
Constantino
Magno»,
não
foi
mais
um
epiteto
vago,
como
até
então
—
mas
um
titulo
legal
—
esta
designação
de
w
bilissimo.
XXXIII.
—
Eis
aqui
esta
«inscripção»,
conforme
Contador d’Argole nas Memórias
-Tom.
II.
Pag.
557
:
D.
N.
MACIVO
DECENTIO
NOBELISSIMO
F.
CORENTI^Sl
MO.
CAES
a
RI
B.
O
P.
NATO
M.
XXXII
Eis-aqui
agora
a
«transcripção
cor-
recta»
—
em
que
são
«usualíssimas»
as
si-
glas
D.
N
e
B.
R.
P.,
(Domino Noslro, e
Bono Reipublicae)
.
alem
da
sigla
mtlliar M :
D.
N.
MAGNO
DECENTIO
NOBILÍSSIMO
FLORENTISSI
MO.
CAESARI
b
.
r
.
p
.
nato
M.
XXXII
XXXIV.
—
De
Coura
no
Alto-Minho
—
«da
aldea
d
’Anlas»
—
copia ainda
Argole
nas
Memórias,
(Tom.
II.
Pag.
620),
outra
«inscripção»
analoga
de
Decencio.
Pertencia
á
via
romana
de
Braga
a
Aslorga
por
Tuy,
seguindo
por
«Ponte
do
Lima»:
— e
é
copiada
com
«estropiameato
palpavel»,
facilhmo
de
«corrigir»:
D.
N.
MAGNO
MACENT1O
........
IR.
IMP.ERATORI
AUG.
P°
T
C
B.
N.
R.
P.
N.
XXXI
XXXV.—
Em
relação
ao
titulo
official
de
Decencio,
póde o meu amigo
vêr
a
Zosinw
—
Livr.
II.
pag.
117;
ou
a
Gibbon
na
«ver
são
franceza»
de
Guizol
—
Tom.
III.
pag.
438.
Verá
tel-o
creado o
filho
da
imperatriz
«Helena»,
como
qualificação
honoraria
A
’ Hannibaliano,
«por
occasião
de
dar
a Dal-
macio
o
titulo
de césar»
:
—
e
verá
outorgar
com
elle
o
uso
da
«purpura
e
ouro»
uas
vestes,
em
testimuuho solemne
de
«dis-
lincção
faustosa».
(Continua).
pereira
-
caldas
.
GAZETILI1
Chronicn religiana.—
Hoje:—
Na
Sé,
Bênção do
Cirio
Paschal,
da
Fonte
Baptismal,
e
Missa
da
Alleluia.
Nos
Con
gregados,
a
Coroação
de
N Senhora
das
Dôres.
depois da Alleluia.
A
’
manhã:
—
Na
Sé,
Pontifical;
finda
o
Lausperenne
com a
procissão
da
Resur-
reição.
No Populo,
Bênção
Papal.
Ex
posição
do
Santíssimo
no
Bom
Jesus
do
Monte.
Segunda-feira:
—
Na
Misericórdia,
festa
do
Senhor
«Ecce
Homo».
Froeissáo
<io Senhor «Eoce Hr»-
mo»,—Com
muito
esplendor,
saiu
ante-
honlem
a
procissão
do
Senhor
«Ecce
Ho
mo».
Formavam
o
préstito
a
R.
Irmanda
de da
Misericórdia,
communidade
de
S.
Caetano,
e
numeroso
clero.
Anginhos
vestidos
com
todo
o
esmè-
ro
conduziam
emblemas
da
Paixão.
Depois
do
paliio
ia
uma guarda
d
’
hon-
ra,
precedida
da
banda
regimental.
£°roei«n»Ao «lo
Enterro.—
Saiu
hon
tem,
depois
das
5
horas
da tarde,
a
pro
cissão
do
Enterro,
do
templo de
Santa
Cruz.
Foi
feita
com
grande
imponência
e
esplendor.
Nada
mais
commovente
do
que
esta
procissão.
Nós
quiséramos
que
a
vissem
todos
quantos
são adversos
á
augusta
religião
do
Crucificado.
Ella
só
seria
suíliciente
para
levar
a
conversão
ao
espirito
de
muitos
desvai
rados,
se
não
vivessem
acorrentados
ao
jugo
de
ignominiosas
paixões,
que
lhes
escravisam
todas
as
faculdades e
os
im
pedem
de receber
com
fruclo as
saluta
res
impressões
d’
eslas
surprehendenles,
e admiráveis
manifestações
que
só
sabem
ostentar
as
solemmdades do
culto
catho-
lico.
Louvamos a
benemerita
meza
da
Real
Irmandade
de
Santa
Cruz, que,
em
ver
dade,
se
torna
credora
dos
appiausos
que
lhe
tributam
os habitantes
d
’
esta
cidade.
Roubo
sacrílego.—
Foi
roubada
a
egreja
parochial
de
Lopera,
Hespanha,
ha
poucos
dias,
levando
os
ladrões
grande
numero
de
objeclos
de
verdadeira
impor
tância
pelo
valor e significação. O
roubo
verificou
se justamente
quando
a
egreja
eslava
adornada
e
cheia
de
joias
para
uma
festividade
Rom^rla.-r-Na
próxima
segunda-feira
deve
ter
logar
a
festa
e
romaria
de
Santo
Adrião,
na
sua capella,
nos
aros
da
cidade,
proximo
de
S.
João da
Ponte.
Atravez da província.—
Diz
um
collega:
Consta-nos
que
na
villa
de
Caminha
ha
uma
fabrica
de
vinho.
A
ser
verdade,
como
nos asseveram,
lorna-se
urgente
que
a
respectiva
auctoridade providenceie
para
obstar
a
que
o
publico
seja
logrado,
comprando
em
logar
de
vinho
de
uvas
uma
mixerofada,
que
deteriora
a
saude.
O
facto
é
grave e
tanto
basta
para
que
se
tomem
energicas
providencias.
—
Foi
nomeado
pharmaceutico
do
hos
pital
da
villa de
Valença
o
snr.
Antonio
Fortunato
Romeu, que
já
ha
tempo
di
rigia a
botica
do
mesmo
hospital.
—
O
rendimento
da
alfandega
de
Va
lença
e delegações
annexas
attingiu,
no
mez
de
março
findo,
á
importancia
de
3:0715088
reis.
—
Dizem
de
Barcellos:
—
Na
semana
pas
sada
deram-se, que
nós
saibamos,
ires
ex
posições
de
creanças
n
’
esta
villa,
tendo
lu
gar
uma
no
paleo
da
Assembleia Barcel-
lense.
Sobre
este
ramo
do
serviço
dorme
prolundamente
a
auctoridade
administrativa.
—
Escreve
um
collega
de
Barcellos:
—
Ao
paso
que
o
preço
do
gado
vae descendo,
como
presentemente
tem
succedido,
vae
crescendo
o
preço da carne.
Pagava-se
até
aqui
n
’esla
villa
a
210
reis o
kilo,
e
acaba
de
subir
20 reis,
ficando
a
pa
gar-se, pois,
a
260
reis!
e
ainda
deve
mos ficar muito
obrigados
aos
snrs.
cor
tadores
pela
sua
magnanimidade,
pois
po
diam
ter
dobrado
o
preço do
kilo.
—Finou-se
em
Barcellos o
snr.
José
Simões
da Silveira, rico
proprietário
e
tio
do
snr. dr.
Eduardo
da
Silva
Salazar.
—
Já
se
pagaram
as
expropriações
do
primeiro
.
lanço
de estrada que
deve
ligar
o
importante
concelho
de
Coura
com a
estação
do
caminho
de
ferro
de
S.
Pe
dro
da
Torre.
Estende
se
até S. Bento
da
Lagôa.
Os
trabalhos
vão
começar
den
tro
em
pouco
tempo.
—
A
’
camara de
Ponte
do
Lima
foi
concedido
o
subsidio
de
4:1525056
reis
para
a
construcção
do
lanço
da
estrada
municipal
entre a
Senhora
da
Abbadia
e
Picaranha.
—
Diz-se
que
em
Ponte
do
Lima
se
trata
de
estabelecer
um
collegio
de
ins-
trucção
secundaria
e
que
o
município
con
corre
com
parle
da
despeza.
—
Apoz a
sahida
do
Sagrado
Viatico
aos
enfermos,
em
Valença,
de
casa
de
cada
um
dos
entrevados,
entrou
em
visi
ta
aos mesmos
o
secretario
servindo
de
provedor
da
Misericórdia,
e
entregou
a
ca
da
um
d
’
elles uma
esmola
de
500
reis.
—
Falleceu
repentinamente
em
Vianna,
a snr.a
D.
Anna
Felismiua
de
Arnorim,
irmã
do
snr.
José
Joaquim
de
Arnorim.
—
Ao snr.
José Barbosa Rodrigues,
escrivão
de
fazenda
do
concelho
dos
Ar
cos
do Valle
do
Vez
foi
concedida
licen
ça
por
mais 6
mezes.
—
Na semana
passada
falleceram
em
Vianna
5
pessoas.
?iw«»van*i.
—
A
pena
de
morte
a
que
Passavanti
fôra
condemnado,
fui
cora-
mutada
em trabalhos
públicos
por
toda
a
vida,
na
ilha
d
’
Elba.
SJrigem
provável «lo
garr «tilho.
Parece-nos do
mais alto
interesse
para
todos
os
paes
de familia
a
leitura
das
se
guintes
reflexões,
que
transcrevemos
da
«Sanitary
Recorda:
Como
se
sabe o
microscopio
(em
re
velado
em
muitas
enfermidades
a
presen
ça
de
certos
vegetaes
inferiores
parasitas.
O
dr.
Tscharmer de
Gratz
acaba
de
des
cobrir
que
se
desenvolve
na
casca
das
laranjas
e
das
maçãs
um
cogumelo,
que
é
precisamente
semelhante
ao
que
for
mam
os
germens
da
infeeção
no
garro-
lilho.
Quando
se
conservam
durante
algum
tempo
era
casa
fechada
laranjas
ou
ma
çãs,
apparecem
sobre o
epicardo
peque
nas
manchas
escuras
ou
negras,
que
em
,se
raspando
se
assemelham
a
um
pó
hú
mido.
Reconhece-se
com
o
microscopio
que este
pó
contém
esporuios
e
fórma
a
parle
superior
de
um
cogumelo, idêntico
ao
que
produz
o
garrolilho.
O
doutor
Tscharmer
tendo
separado duas
d
’estas
pequenas
manchas
da
casca
d
uma
la
ranja, introduziu-as
nos
pulmões
por
meio
d
’
uma
forte
inspiração.
No
dia
seguinte
sentiu
uma
especie
de
tilillação
na
gar
ganta
que
se foi
desenvolvendo
gradual
mente,
de
maneira
que
ao
fim
de
oito
dias
estava
declarado
o garrotilho.
Se isto
se
chega
a
comprovar
por
outras
expe
riências,
haverá
razões poderosas
para
impedir
que
as
creanças
comam
maçãs
e
laranjas
sem
lhes
tirarem
a
casca.
A
emigração
para a
America
—
Acaba
de
publicar-se
em
Nova-York
a
estatística
da
emigração
durante
o
anno
de 1878.
No
periodo
dos
doze
mezes,
121:369 indivíduos,
entre
os quaes
75:347
estrangeiros,
desembarcaram
n’
aquella
ci
dade,
com a
intenção
de
fixarem
a
sua
residência
nos
Estados-Unidos.
E
’
da
Allemanha
e
da
Irlanda
que
partiram
os
maiores
contingentes,
23:057
d
’
aque!la
e
13:013
d’
esla.
São
as
duas
cifras
que avolumam
mais
na
estatística
da
emigração
enropèa.
Figuram
em
se
guida
a
Inglaterra e
a
Italia:
a
primeira
com
9:344
e
a
segunda
com
4:208
in
divíduos.
A
França
figura
no
decimo
segundo
logar
com
1:618
emigranies;
depois
a
Suissa,
a
Áustria,
a
Rússia,
a
Dinamarca
e
a
Escócia.
A
Hespanha
forneceu
o
contingente
de
767, a
Turquia 27,
Portugal
(açorianos)
18,
Jerusalem
7,
Malta
4
e
a
ilha
de
Helligoland
3.
BANCO
DA
COVILHÃ.
Sociedade
anonyma—
Responsabilidade
li
mitada
Capital
3.000:000^001» reis
f.
a
emissão
—reis
750:000^000
dividido
em
7:500
acções
de
100&000 reis
cada
uma.
Balanço
em
31
de
março
de
1879.
A
clivo
Lettras
descontadas
e
a
receber ......
291:474^506
Empréstimos
s.
penhores.
58:615^320
Contas
correm,
com
caução
269:2505294
Efleitos depositados
.
.
.
8:0l)0$000
Papeis
de
credito.
.
.
.
32:537^800
Agencias
no
paiz.
.
.
.
22:938^496
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
3:7095926
Diversos
devedores
.
.
.
6:2475103
Mobília
e
utensílios.
.
.
1:7485289
Despezas
d
’installação
.
.
2:3995580
Caixa
...................................
19.2755511
Valores
em
liquidação. .
.
17:5985947
Acções
recolhidas.
.
<.
137:000^000
870:795^772
Passivo
Capital...................................
750:0005000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
9:5415790
FunJo
para o
edifício
do
Banco........
2:0005000
Deposilos
á
ordem . .
.
14:262^023
Ditos
a praso
.
43:891^325
Devidendos
a
pagar.
.
.
8:5375000
Credores
d
’
eífeitos
deposi
tados..........
8:0005000
Diversos credores
.
.
.
.
7:6655193
Agentes
no
paiz.
. .
.
586$<i2L
Letras
a
pagar
.
15:5005000
Contas
interinas
....
545606
Ganhos
e
perdas
....
10:757^514
870:795^772
Covilhã
31
de
março
de
1879
Os
Directores
J.
T.
M.
Megre
Reslier.
Alfredo
Victor
Baplista
Alves.
(2354)
Resumo do
aclivo
e
passivo
do
Banco
Gommercial,
Agrícola
e
Industrial de
Villa Real, em
31
de
março
de
1879.
Aetivo
Caixa,
dinheiro
existente
.
20:2795394
Letras
descontadas
e a rece
ber.......................................
640:400-5417
Letras
caucionadas
com
hy-
poiheca
sobre bens
de
raiz
57:9345000
Leiras
em
liquidação.
.
.
6:6085472
Letras
protestadas
.
.
.
3:1765810
Títulos
e obrigações
a receber
3:9665613
Empréstimos
sobre penhores:
De
acções
deste
Banco.
.
3:7055000
De
diversos
objectos
d
’ouro
e
prata..............................
1005000
De
vinhos............................. >
5005000
Operações
a
longo
prazo
com
hypotheca
sobre
bens
de
raiz.
..........................................
43:4995841
Acções
de
conta
própria
em
-
numero
de 325. .
. .
15:5705000
Contas
correntes
com
garantia
De
acções
deste
Banco.
.
3:4505000
De
letras
e
cartas
de
credito
6:1495345
De
vinhos
.............................
7005000
Agentes
no
paiz,
dinheiro
e
leiras
a cobrar.
.
.
76:9825341
Agentes
no
estrangeiro
.
7:1965857
Diversos
devedores
.
.
.
12:6475730
Moveis
e
utensílios
.
.
.
6105400
Despezas
de
installação
.
1:3505000
874:8275220
Passivo
Capital
do
Banco.
.
.
.
800:0005000
Deposito á
ordem.
. .
.
4:5725858
Deposito
a
prazo.
. .
.
26:8525185
Dividendos a pagar
.
.
.
2:1345200
Fundo
de reserva.
. .
.
11:8205000
Quantia
destinada
para
0
im
posto
industrial.
.
.
.
5:2005000
Reserva
para
prejuízos
even-
luaes
...................................
8:0005000
Ganhos
e
perdas.
.
.
16:2475977
874:8275220
Villa Real,
3
de
abril de
1879.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa.
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez.
(2353)
RECLAMOS
SAUDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
0
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVAUESCIÂHE
DU
BARRY
de Londres.
30 annos
«Tinvariavel mueeesso
6
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gasliica,
gastralgia,
ílegma,
arrotos,
amargor
ná
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo-
mitos,
irritações
iotestioaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
asihma,
bexigas,
falta
de respiração,
oppressau,
congestões,
mal
dos
nervus,
diabethes,
debilidade,
todas
as de«ordens
no
peito,
na
gargan
ta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
íigadoM
dos
rins,
dos intestinos,
da mucosa,
do cerebro
e
do
sangue.
85:00
curas,
coiuprehendendo n'ellas
as da duqueza
de
Castlesluarl,
do
duque
de
Pluskow,
da
marqueza
de
Brehan,
de
Lord
Stuart,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor
Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.
u
65:811.
—
-Mr.
A.
Bruneliére,
cura,
de
uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos
médicos
lhe
darem
só
pou
cos
mezes
de vida.
Cura
n.°
62:476.
—Saiale-Romaine-des-
lles
(Saône et-Loire. — Senhor.
—
Bemdito
seja Deu»!
A
Revalescière
du
Barry
poz
fim
aos
meus
18
annos
de
soílriíoentos
do
estomago
e
dos
uervos,
de
fraquezas
e
de
suores
noctornos.
—
J.
C
ompauet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
—
H
ydropsia
,
retenção
.
—
Tres
d
’
estes
casos
foram
ra-
dicalmente
curados.
Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um resfriamento,
produz
a
sus
pensão
repentinamente;
para
as
retenções
de
ourina
e
doenças de
eslomago,
pro
duz
0
melhor
elleito
e
dissipa
a melan
colia.
—L
angevin
, cura.
Cura
n.u
48:816.
—
Certificado
do
ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
Bonn,
19
de
janeiro
de
1855.
—
A
Revalescière
substituiu
admiravelmente
toda
a
medici
na
em
muitas
doenças,
sobretudo
nas
dia-
bethes,
constipações obstinadas
e
habiluaes,
assim
como
nas
diarréas
nas afí
cções
dos
rins
e
da
bexiga,
uas
contracções
e
nas
hemórrhoidas,
assim
como nas
doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
uas
tossesre
na
tisicr.
—
Doutor R
ud
.
W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades
scientíficas.
E’
seis vezes
mais
nutritiva
do que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economia
cincoenla
vezes
0
seu
preço
em
remedios. —
Preços
fixos da
veada
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/4
kilo,
500
; de
*/
t
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
15400
reis;
de 2
*/,
kilos,
3^200
reis;
de
6
ki
los, 6$400;
e
de
12
kilos, 12^000
rs.
'
Os
biscoitos
da Revalescière
que
se
po
dem
comér
a
qualquer
hora,
vendem-se
,sm
caixas a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digdstão, somoo,
energia
e
carnes duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e sustenta-
dez
vezes mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus,
em
caixas
de folha
d6
lata
de 12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1.0400
; d$
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
réis
cads
chavena.
<
DU BAHBY
«fc C.a LIMITE». -
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Streel,
Londres. Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16.
idsbwa, (por
grosso
e
miudo):
Azevedo
Filhos,
praça de Dl
Pedro, 34,
32;
Barrai
&
irmãos, rua
Aurea, 12—
Par
to,
J.
de
Sousa
Ferreira & Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Aveíro,
F.
E.
’
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
fóareelloa,
Ântómo
João
de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.
—
Bra^a,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal, 17 —
Antonio
A. Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Cfiaos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
¥i»nn«
do C®»-
tolio,
Afionso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—
Ovai»iM»rfies,
A.
I.
Dereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29
e
33.—
fennflel,
Miranda,
pharm.
—
forto
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&'
rfmSo,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha; E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160; Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a 227.—
Pente do
Ei-
m®,
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—Povoe do
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença do Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
do
Uonde,
A.
L.
Maia
Torr
s.
pharm.
ASWffiSEfflS
José
Luiz
d
’
Oliveira
Pessa,
assáz
pe
nhorado
e
extremamente
reconhecido
pa
ra
com
lodos
os
exc.inas
senhoras
e ca
valheiros
de
suas relações
e
em
geral
pa
ra
com
todas as
pessoas d
’
esta
Cidade
que
se
dignaram
cumprimenlal-o
e
saber
de
sua
saude,
durante
a
infermidade
que
acaba
de
soffrer,
a
todos
agradece,
pro
fundamente
reconhecido
e
aqui
lhes
pa-
tentea
seus
protestos d
’
elerna
gratidão.
Igualmente
aos mui
hábeis
e
dislinctos
facultativos
d
’
esla
cidade,
os
exc.raos
Ma-
Iheiro
e
Valle
agradece
a
prornplidão,
zelo
e
carinho
com
que
o
tractaram
durante
a
mesma
infermidade;
e
a todos
o faz
por
este
meio
na
impossibilidade
de
o
fa
zer pessoalmenle
como
desejava
e
lhe
cumpria,
visto
que
por conselho medico
se retira
para
tornar
ares pátrios,
alim
de
obter
mais
prompto
restabelecimento.
(2351)
Os
abaixo
assignados
servem-se
d
’
este
meio
para
agradecerem
a
todas
as
pes
soas
de.
sua
amisade
e
relações,
que
os
cumprimentaram
por occasião
do
falleci-
mento
de
sua
chorada
filha,
sobrinha
e
cunhada
D.
Maria
Ventura
de
Sousa
Tor
res
e
Almeida.
A
lodos
protestam
sua
in-
delevel
gratidão.
Francisco
Xavier de
Sousa
Torres e Almeida
João
Evangelista
de Sousa
Torres
e
Almeida
Luiz
Antonio
da Costa
Braga. (2349)
Andreza
da
Costa
Bezerra
Braga (au-
zente), Rosa
das
Neves
Simões,
There-
za de Jesus Simões,
Joaquma
Simões,
Ma
ria
Simões,
José
Simões Braga
(auzenle),
Ma
noel
Simões Braga.
José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro,
e
João
Trindade
de Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
fallecida
AntoniaMa
ria
Simões,
não
o
podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem
por este
meio
a
todas
as
pessoas
da
sua
amisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes
fizeram,
acompanhan
do.
da sua
casa
á
egreja,
e
cemilerio,
o
corpo
de
sua
sempre
presada mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
lodos
os
que
lhes
de
ram
sens
sentidos
pezames, confessam o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de m^rço de
1879.
(2316)
. ânuNCÍos
EDITOM
DE 44» »»IAS
Pelo
juizo
de
direito
d
’esta
comarca
de
Braga,
e
cartorio do
escrivão
Freitas,
a
requerimento
de
Helena
Rosa,
viuva,
da
freguezia
de
Santa
Maria
de
Ferreiros,
d’
esla
comarca,
correm
éditos
de
quaren
ta
dias,
citando
e
chamando
todas
as
pes
soas
incertas,
que se
considerem
com
algum
direito e
acção, á
herança
e
es
polio
de
seu fallecido
filho Francisco Fer
reira
Marques,
residente
que
foi
na
ci
dade
do
Maranhão,
Império do
Brazil,
pa
ra
na
segunda
audiência
d
’
este
juizo,
pos
terior ao praso
de
quarenta
dias, que
co
meçarão
a
correr
depois
da
publicação
do
segundo
annuncio
na
folha
official,
vêr
accusar-lhes
a
citação
e
assignarem o
ter
mo
de
tres
audiências
para ópporem
o
que
tiverem
á
dita
habilitação
sob
pena
de
revelia
e
lançamento.
Declarando
que
as
audiências
n’este
juizo
se
costumam
fa
zer
todas
as segundas
e quintas
feiras
de
cada
semana
pelas
horas
que
a
lei
marca,
não
sendo
dia
feriado
ou sanctilicado,
por
que,
sendo-o,
se
fazem nos
dias
seguin
tes, no
tVibuftal'
judicial, cofloCado
no
largo
de
Sapto
Agostinho,
d
’
esta
mesma.
Braga
5
de abril
de
18
’
9.
O
escrivão
do
primeiro
officio
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei.
(2355)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
JR.
BL£
DO
PADIE
ANT0IÍI0
VIEIfiA
Vendem-se
por
200 reis
em Braga,
na
rua
da
Sé,
n.®
3.
metíwdo
iie
joão
de
iieiis
.
HKEEECÇÕES
PIJJBCICAS.
Nos
dias 17,
20
e
24
do corrente,
lem
de
haver
prelecções
publicas d
’
ensino
primário
pelo melhodo
do dr.
João
de
Deus,
dadas
pelo
distincto
professor
João
José
Alves
d
’
Araujo,
ás
quaes
podem
as
sistir
todos
os
que o
desejarem.
Braga,
8
de
março
de
1879.
O
-Escrivão
da
Camara
(2352)
A.
M. Alves Costa.
CONFEITARIA
CENTRâL
15
—
RUA DE
S. MARCOS—15
Acabam
de
chegar
a
este
estabelecimen
to
boas
qualidades
de
amêndoas
e
carto
nagem,
caixinhas
e
queques.
Enfeita
pão
de
ló, e
mais objeclos
proprios
para
fo
lares
—
que
tudo
vende
por
preços
muito
rasoaveis.
(2348)
ARHHUTAÇ VO VilUATARI A
No
dia 14
d’
abril,
por 10 horas
da
manhã,
principiará
na
residência
de
San
ta
Eulalia
de
Tenões a
arrematação de
diversos
objeclos
pertencentes
ao
expolio
do
fallecido
reitor
da
mesma
freguezia.
A arrematação
consta
de
duas moradas de
casas,
uma
na
dita
freguezia
e
outra
na
rua
do
Poço
n.°
8,
d
’
esta cidade,
uma
lagareta
de
pau
e
algum
vinho,
e
mui
tos
outros objeclos.
Esta
arrematação
será
espaçada
por
cinco
dias a
contar
do
indi
cado.
O
dia
designado
para
a arrematação
das
casas
é
o
18.
(2334)
DINHEIRO
A JUKO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
4005000
para
mutuar.
(2305)
bmeiio
.
Na casa
penhorista
das
Palhotas,
n.°
8
ha
sempre dinheiro
que se
dá
sobre
qualquer
objecto
de
valor
etc.
etc.
Juro
rasoavel.
(2341)
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão, Banharia,
77 e
FERRO BRWMS 1
tçdos
03
Hospitaes.
>
(FERRO
DIALYSADO
BRAVAIS) Recomii
iiijuli
por
todos
os
Médicos.
Jg
Centra
a
AN£MIA,
CHLOROSÍ,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA, PERDAS
.BRANCAS,
etc.
||
O
Ferro
Bravais
(fervo
liquido
em
gottgs
concentrada*)
é
o
unico
S
apto,
de
qualquer
acido;
não
tem
cheiro
nem
sabor,
não
produz®
to dó
wnti-e,
díarrhèai,
irritação
nem
caiiÇa
ò
testoràago; alem
d’
isto
«
vnic&qiw
àão
fiwvridentespretos.
Jg
E’ o
mais
economico de todps os ferruginosos,
pois mui frasco dura um mez. «
Deposito
geral,
em
Paris.
13,
rue
Uafayette
(Perto
da
Opera),
e
em todas
as
P/tarmacias.
|j»
Desconfiar-se das imitações
perigosas
&'exijir
a
maréa
de
fabrica
que
vae
jimcta.
Olínvia-se grátis
a
quem
o
pedir
por
carta franqueada,
um
interessante
folheto
sobre
a
Anemia e o seu
tratamento.
w
Deposito
no
Porto,
Ferreira
óc
D
mão,
e
nas
principais
pbarmacias
do
reinno.
"
_
>
Granéxitoen
Paris
VELOUTINE CH
les FAY 1
POLVO
DE ARROZ ESPECIAL PREPARADO CON
BISMUTO X
INVISIBLE
Y
ADHERENTE, di al oõtis frescura / trasparenoia.
J
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS x
Se
vende en
Ias Farmacias,
Perfumerias, Beluquerias y tiendas
de quincalla.
►
Desconfiar
fle
las
falsificaclones.
^^
x
^
x
+^^
f
^x>x>xi>x>x>x>x>:
k»x>x>x>x>x>x>xx<
a
S
X k.
Linimento
BOYER-MICHEL para caval-
los, fazendo as vezes de fogo
e não deixando
vestígios
do
seu
emprego
M
ichbl
,
pharma-
ceutico
em Aix
(na Provença) França. —
Preço 1,000 reis.—Em
Lisboa,
o
snr
Barreto,'Lurelo,
n.°
28
—
30.
Bi
T&BISSB
330
350
380
400
530
35
50,
rua do Carvalhal, 50
BRAGA
Reducção
de
preços
nos
rapés
de
Xabregas
Meio
grosso
em vol.
s
de
250
grs
Cruz
de Malta
»
Princeza »
Rezerva
»
Secco
»
Pacotinhos
de 25
grs.
(2350)
Garante-se a
boa qualidade.
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel de
impressão e
de
embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO EM
BRAGA
Tabacaria
Hraearenáe
—
27,
Rua
do
Souto 27—
(2340)
BILHETES DE VISITA
COM
NITIDEZ E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo correio, francos
de
por
te
sem
augmento de
preço.
APPABICI4»
«fc
H1L1IKIR9
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240 reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400, 420 e 440
rs.
27,
Praça
do Barão
de
S.
Martinho,
27
OTOMS
HUSSi
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
S9,
Praça do iiarão de S. lilurti-
nho,
9
9
AITAIUGO
A
MÀLIiElRfl
BKAGA
<OI<>X»>I<>XX<X<X<
DSMIF.IHO
A
JITKC»
A
irmandade de
Npssa
Senhora
da
Torre,
tem 330$000
rs.
para
dar
a
juro.
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
1HUA
DE
S.
MARCOS, N.°
5.g
Vende
papeis
pinta- g
dos
para
guarnecer
sallas,
g
lindíssimos
gostos,
a prin-
cipiar
em 80
reis
a
peça.
®
Vende
olio,
tintas
e
j
vernizes
para
pinturas <ie
|
casas,
tudo
de
boa
quali-
ó
dade.e
preços
muito
resu-
|
midos.
I
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
Caixa penhorista Bracarenae ntt
Travessa de
í».
Gualdim d’est»
eidade.
Continua
a emprestar dinheiro
sobre
penhores
todos os dias
desde
as
8 horas
da
manhã
até ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a todos os
mutuários
que
ti
verem objeetos
empenhados
na mesma
caixa
com
alrazo
de
juros de tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
Folhinha
Civil on de Aiyibeir»
Acha-se
á
venda na
rua
Nova
n.°
4
e
na
rua do
Souto
na
vestimentaria
RO'
cha
e
em
todas
as
localidades
do
costu
me.
Preço
50 reis.
RESPONSÁVEL—Luiz
Baplísla da Silva-
BRAGA, TYPOGRAPHIA
LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
