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POI.BTIflA
JE TVOTMCWOSA..
REDACTORES
—D. Miguel Sollo-Mayojr e Dn Custodio Velloso.—
DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
7.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
U600
850
40
20
10
Braga,
12
mezes..........................
»
6
»..........................
'
Correspondências
parlic.
cada linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS,
QUXTAS E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias, 12
mezes.
’
.
. .
.
»
6
»....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
^avulso...............................
2^000
Ú050
3&600
3&600
10
N.o
921
SSL AG A.
QUNTA-FEIRA
10
D
ABRIL DE 1819
SEXTA-FEUSA
S.iMTA
Consuinmatum
est!
Gonsummou-se
a
grande
obra
da
re-
dempção!
A
humanidade
vae
sair
redimida
do
pé da
cruz!
Deante
d
’esse
iabaro
sacrosanlo,
d
’
on-
de
a
esperança
tornou
a
levantar-se,
os
ânimos
crentes
aprendem
a
humilhar
as
vaidades e
as
illusões.
Abrindo
os
braços,
na
cruz,
Jesus
con
quistou
o futuro,
morrendo
pela
verdade.
Mais tarde
-
véem
os
martyres,
e
attes-
tam
á
sociedade
que
expirava,
que
o
mundo
transformado
ia
renascer,
arvo
rando
por
estandarte
o
instrumento
affron-
toso
da
morte
do
Justo...
Mas
o
que
era
o
mundo
antes
de
consummado o
grande sacrifício?
Um
lance d
’
olhos sobre
Roma:
As
sombras
da
idolatria
cobriam
a
terra,
e
exceptuando
os
Judeos,
já
n
’esse
tempo
infiéis
depositários
da
lei
de
Moy-
sés,
todos
os
povos,
curvados
ao
jugo
romano,
adoravam
as
paixões
e
as
fragi
lidades
humanas, symbolisadas
nas
fal
sas
e
absurdas
divindades
de
seus
ritos.
Qual
era
o
vicio,
por
mais
asqueroso
que
fosse,
que
não
apontasse
para
o
seu
altar!
A
luxuria
chamava-se
—
Vénus,
—
o
adultério
chamava-se
—Júpiter,
e
o
roubo
—
Mercúrio:
as
torpezas
mais
ignó
beis
tinham
protectores
no olympo,
e
viam
correr
em
sua
honra
o
sangue
de
milha
res
de
victimas.
A
liberdade que
fôra o
mais
bello
or
namento
das republicas gregas,
e
o
or
gulho
dos
romanos;
a
liberdade
apunha
lada
nas
luctas
de
Maria
e
Scylla,
de
Porepeu
e
Cezar,
veio
cair
moribunda,
vilipendiada
e
escarnecida
aos
pés
da
crueldade
de Tiberio
em Caprea,
e
da
demencia
sanguinaria
de Nero
e
Calli-
gula.
Mesmo
antes
seria
ella a
ideia
nobre
e
pura
do
povo
romano?
Quem
eram
os
escravos?
Os
escravos eram menos
que
animaes,
eram
cousas
Cleópatra
provava
n’
elles
os
seus
ve
nenos.
Flaminio
decepava
lhes
a
cabeça,
para
mostrar
aos
seus convivas
as
ago
nias da
morte violenta. Pollion
engorda
va
as moreias
dos
seus
viveiros,
lançan-
dò-lhes
esta
carne
despresivel, ainda
pal
pitante.
Pobres
infelizes, que nunca encontra
vam
um
coração
amigo que
lhes
suavisasse
os
soffrimentos.
Para
elles,
não
havia
alegrias,
familia,
nem
commodidades;
eram
os
baldões
de
seus
senhores.
A
vida era-lhes
um
continuo
marty-
rio;
a
cada
passo
tropeçavam
com a
mor
te.
E
todavia
elles tinham
tanto
direito
á
liberdade
como
os
seus
senhores!
A
gula
e
a
embriaguez
eram
por
as
sim dizer
os deuses penates
das
habitações
dos
romanos!
As
mezas
triangulares gemiam
com
o
pezo
das
baixe
las
de
prata
e
dos
maja-
res
exquisitos.
invenções
mais
de
prodi
galidade,
do que
do
gosto.
Um
opulento
para
lustrar a
sua
me-
za,
pagava
por
um
conto
e
duzentos
mi!
reis,
um prato
de
aves raras.
Cezar de
vorava
n
’
um
festim
o
rendimento
de
tres
províncias.
Lucullo
em
uma
ceia,
despen
dia seis
a
sete
contos
de
reis!
Eis
em
poucas
palavras
o
que
era
Ro
ma,
quando
o
Filho
de
Deus
veio
offe-
recer
a
paz,
e
alargar
ao
homem
os
ho-
risontes
que
o
polylheismo
acanhava;
tra
zendo
ao
seu
lado
a
Fé,
que lhes
apon
tou
além
do tumulo,
e
acima da
terra,
a
patria celestial.
Então
o
escravo
otivju aquellas
conso
ladoras
palavras
—
:
Tu.
és
tanto
como
o
teu
stnhor,
porque
és
filho
do
mesmo
pae que é
Deus: d
’
ora
avante,
não
ha
verá
mais
escravos,
mas
todos
serão
ir
mãos!
Desde
esse
dia a
igualdade
na presen
ça
de Deus nivelou o
poderoso
com
o
indigente,
e
o
oppressor
com
o
oppri-
mido.
Os
homens
ficaram
irmãos,
e
a
escravidão
foi-se desvanescendo
pouco
a
pouco
da
fronte das
raças
proscriptas.
Uma
revolução
immensa,
a
revolução
da verdade
contra
o
erro,
rebentou
das
raizes
da
cruz,
onde o
odio
dos phari-
seus
e
cumplicidade
do
povo romano
imaginára
afogar
a
ideia
nova,
com
tor
mentos
e
zombarias.
Oh!
mas
que
espantosa
transforma
ção
se começa então
a
operar
em
todo
o
mundo!
Ao
lado
desses
opulentos
ainda
palli-
dos
das
devassidões
de
hontem,
e
des
sas
mulheres, cujos
desvarios lúbricos
uma lingua
casta
se
envergonha
de só
nomear,
passavam pobres
e
humildes
e
sos,
os
discípulos
de Jesus,
victimas
vo
tadas
ás
recreações do
povo-rei,
alvos
da
calumnia
dos
sábios, e
objectos
de
hor
ror
para
a
plebe,
acostumada
a
«el
os
morrer, para
seu deleite,
como
crimino
sos.
Velhos que
já
tropeçavam
com
a
mor
te,
creanças
fáceis
de assustar
e
donzellas
formosas ás
quaes
a
vida
era
tão
suave,
todos recusavam
incensar
os
ídolos,
e
lá
iam
alegres
e
contentes
caminhando
para
o
martyrio.
As
mulheres,
fracas
e
tímidas,
entra
vam no
circo,
risonhas,
castas
e
firmes.
Os
que
hontem
eram
ainda
ricos,
e
acatados,
despiam
as
opulências
sem
a
menor
saudade
e
trocavam
os
regalos da
vida pelas
trevas
de
horrorosos cárce
res,
e
pelos ecuuleos
e
tenazes ardentes
dos
algozes.
No
ecuuleo,
nos jardins
de
Nero,
ou
debaixo
do
cutello
dos
verdugos,
todos
elles
anteviam
o
paraizo, e,
com saudades
do
ceo,
não
desejavam
senão
a
brevidade
da
existência
mortal!
Eis
a tua
victoria,
oh!
Christo!
escre
via
não
ha
muito tempo
um notável
es-
criptor
da
nossa terra!
Oh!
Christo!
quando
nasceste,
achaste
o
universo
apagado
em
vil
tristeza,
as
trevas
da
idolatria
por toda
a
parte, mas
a
tua
palavra,
rasgando
o
veu,
illuminou
a
terra
com
as alegrias
da
esperança.
Os
teus
inimigos,
cravando-le
na
ca
beça
a
corôa
de
espinhes,
e
mettendo-te
na
mão,
por
escarneo,
uma cana como
sceptro,
imaginaram
sepultar para
sem
pre,
comtigo
na
irrisão,
as consoladoras
palavras
de tuas
promessas,
mas
o
teu
sceptro
partiu
o
d’el!es,
a
tua
corôa
res
plandeceu
luzente,
cheia
de
estrellas,
e
o
teu
sangue
derramado
gota
por gota, em
cada
uma
das
cinco
partes
do
mundo
onde
caiu,
fez
surgir
uma
egreja, levan
tando
milhares
de
martyres,
para canta
rem
teus
louvores,
e
hastearem
a
tua
cruz!
No
horto,
o
suor
da
agonia, escorren
do
te
dos
membros,
e
povando
o calix
das
amarguras,
mesmo
sendo
filho
de
Deus, a
carne
tremeu
em
ti,
ensinaste
aos
homens o
temor
da
morte,
como
expirando
com
o
perdão
na bocca lhes
mostraste
que
a clemencia
e
a
mizeri-
cordia -são as azas
divinas
em
que
a
alma
se
firma
para
subir
aos
ceus!
Com os
braços
abertos
no
Calvario,
de
luas
chagas, manaram
rios
de
sangue,
e
inclinando
a
fronte
chamaste
por aquelle
que
acceitára o
teu
sacrifício
sublime,
em
remissão.
O
que succedeu
depois?
A
ingrata
Jerusalein
cumpriu o seu
destino,
e
as
suas
ruínas
assoladas
ergue
ram
o pregão
eterno
da
justiça
que
a
punia,
seus
filhos
por
ahi andam
erran
tes
e
vagabundos
sem
patria
nem
rei.
Do
colosso
romano
nem
cinzas restara.
O
mundo
convertido, rejuvenesceu,
ba-
ptizado
na fonte
limpa de
teu
sangue;
nos
teus
braços
de
pae,
abertos e
extre
mosos,
refugiou-se
a
humanidade,
e
a
regeneração
moral,
levantando-se do
Cal
vario
poz
a liberdade
aos pés
do
Evan
gelho.
8
FOLHETIM
0
CAPITÃO
ANSSLO
KOM&NCE ORIGINAI.
POR
J. B. da Silva
Ramos.
OFFEREGIDO
E DEDICADO
A
’
EXC.
ma
SNR.
a
D. Antonia Augusta T. de Vasconcellos,
DA
CASA DE MARBON, EM CELORICO DE BASTO.
III
Angelo,
empallideceu,
e
com
doçura
lhe
per
guntou:
—Porque,
senhor?
—
Faça
o
que
lhe
mando...
não
admitto
ob
servações...
—
Mas...
senhor,
eu
se
faltei
tanto
tempo
foi
com
licença
sua...
Eu peço
me
diga
a
razão porque *me
despede.
—
Pergunte-o á
sua
consciência.
—A
minha
consciência
diz-me
que
terei
tido
muitas
faltas,
mas
não me
accusa
de
ter
com-
mettido
crime
algum.
Oliveira
fitou-o
com
olhos
chammejantes
d
‘
ira;
e,
fazendo
um
grande
esforço
para
a
repri
mir,
disse
em
tom
socegado:
—
Retire-se.
Este
grande
golpe
feriu
até
á
ultima
fibra
o
coração
nobre
e
honrado
d
‘Angelo.
Bem
quiz
este
reunir
as
suas ideias,
esforçar-se
por
fal
tar,
mas
não
poude;
mais por
instincto
do
que
reflectidaraente,
dirigiu-se
para
a
porta,
e
vol
tou
para
casa
de
Joanna.’
Esta,
vendo-o
entrar
em
casa
tão
desfigura
do, exclamou:
—Que
é
isso?!...
Que
tens,
meu
filho?!
Então
Angelo
poude
contar
a
fórma
grossei
ra,
porque
tinha
sido
expulso
por
João
d
‘
Oli-
veira; mas
nem
uma
só
queixa
proferiu
con
tra
seu
amo.
—
Não
te
afflijas,
filho!...
Como
não
saiste
por
ladrão,
não
tem duvida...
Não
faltam
casas
aon
de
ganhes
pão... A
’
manhã
vae
fallar
com
o
snr.
conego,
que
elle
te
arranjará
outra tão
boa
como
aquella.
An
"elo
passou
o
resto
da
tarde
debruçado
sobre°uma meza,
com
a
face
entre
as
mãos.
Joanna, a
cada momento
lhe
dirigia
palavras
de
consolação,
mas
Angelo
permanecia
immo-
vel
como
a
estatua
da
tristeza.
Pouco
depois
de
Trindades,
foi
visitado
por
outro caixeiro
visinho,
com
quem
tinha
pou
cas
relações,
e
que,
nãoso
vinha offerecei-lhe
o
seu
préstimo,
mas
ainda contai-lhe
os
moti
vos
que
o expulsaram
da
casa
de João
d
’Oli-
veira.
,.
,
..
Este
caixeiro,
que
sympathisava
extraordina
riamente
com
Angelo, e,
por
assim
dizer,
o
amava,
apesar
das
poucas relações
que
com
elle
tinha,
sentiu
muito
a
sua
expulsão,
e
mui
to
mais pelos motivos
que corriam,
que
o
lei
tor
sabe,
nos
quaes
não
acreditava.
—
Eu
reconheço—
dizia
este
a
Angelo
—que
os
motivos,
que
dão
para
a
sua
saida
d
aquella
casa, não
são
mais
que
vis
calumnias;
e que
a
darem-se, é
o
snr.
completamente
estranho
a similhante
causa...
—
Meu
amo,
snr.,
é
homem
de
intenções
puras e
de coração recto;
não
era
capaz
de
se
deixar
levar por
intrigas.
Ora
eu
ignoro
completamente
a
causa,
que
moveu
o
snr.
Oli
veira a
proceder
tão
desabridamente
para
co
migo;
elle
mesmo
não
m‘a
declarou:
se
o
snr.
a
sabe
muito
me
obsequeia
declarahdo-m‘
a.
—
Pois
o
snr.
ignora-a?...
—
Gomo
lh‘o
digo.
O
caixeiro
ficou
calado
por
um
pouco;
afi
nal
rompeu
o
silencio dizendo
:
—
O
snr.
vem
a
sabel-o
mais
tarde
ou mais
cedo...
—
E
’
verdade;'
e
então faz-me
grande
ser
viço.
—
Pois
bem;
os
motivos,
que
o
snr.
João
d
‘Oliveira
allega,
são
a
subtração
de
dinheiros
das
gavetas
da
loja,
chegando
a
convencer-se,
por
dilferentes
coincidências
que
se
deram,
que
foi
o
snr. quem
lh‘o
tirou.
—
Ladrão!... Eu
ladrão!...
E,
levantando-se
para fallar,
caiu
desmaiado.
O
caixeiro
segurando-o,
evitou-lhe
uma
gran
de
queda.
Joanna
cambaleando,
levantou-se
cho
rosa
e
afUicta,
abraçando
o
filho.
Deitaram-o
logo
na
cama,
e
aspergindo-lhe
agua
no
rosto
chamaram-no
á
vida.
—
Deshonrado!...
—
exclamou
Angelo
ao
abrir
os
olhos.—Perdido
na opinião publica!:..
Que
desgraça!...
Não
posso
resistir
a similhantedes
ventura.
—
Meu
filho
—
accudiu Joanna—
Deus
conhe
ce-te e
sabe
tudo;
que
te
importa
o
que
di
zem?
Mas
as
lagrimas
entrecortavam-lhe
as
pala
vras:
dirigindo-se
ao
amigo
de
Angelo
assim
lhe
diz:
—
Olhe,
snr.
caixeiro,
isso
é
uma
grande
alei-
vosia
que
levantam
a
meu
filho;
isso
é
inveja
por
elle
ser
muito
estimado
de
todos
—continuou
Joanna.
—
Isso
já
lá
vae,
minha
mãe...
d
‘hoje
em
diante
serei
apontado
com
o
dedo;
todos
fu
girão
de
mim,
como
de
um
empestado...
to
dos...
-Cala-te,
filho,
que não
sabes
o
que
dizes.
Deus
não
dorme,
quer
provar
a
tua
virtude.
—A
prova é
muito
dura.
—
Coragem,
meu
filho,
submelte
a
tua á
von
tade
de
Deus,
e entrega
a Elle
o
cuidado
da
tua
justificação
As
lagrimas
entraram a correr pelas faces
de
Angelo
cada
vez
mais
abundantes;
de
fórma
que,
por
muito
tempo,
não
poude
articular
pa
lavra.
Joanna
chorosa
também, e
o caixeiro,
sensibilisou-se
tanto
que
não.
poude
suster
o
pranto. A
final
poude
Angelo
fallar,
e,
dirigin
do-se
ao
caixeiro,
lhe
diz:
_
—
Reconheço
que somente
o
seu
bom cora
ção
o
trouxe
aqui,
e
que
me
acreditará
in-
nocente
em
tão
vil
e
deshonroso
facto.
Muito
lhe
agradeço
o
interesse
que
lhe
mereci,
e
es
pero
continuará a
obsequiar-me com
a
sua
ami-
sade.
—
Peco-lhe,
snr.
Angelo,
que
não
se
afflija,
porque,
como
diz
sua
mãe,
Deus
ha
de
des
cobrir
tudo;
e
quando
a
verdade
apparecer,
será
o
seu
triumpho
tão
grande,
como é
hoje
a
sua
dôr.
Adeus.
(Continua).
De tua morte
nasceu
a
vida,
do ma
deiro do
teu
suplicio
brotaram
os
fron
dosos
ramos
da
civilisação, e
da
tua
pa
lavra, semente
fecunda,
nasceu
á
voz
do
tempo
e
da
verdade,
o
astro
que
illumi-
na as
socidades
modernas, no
sen
cami
nhar
para
a
perfeição
relativa, porque será
impossivel,
encontrar
um
povo na
terra,
onde
tua
cruz
se
não
arvore magestosa.
No
povoado,
na
cidade,
no
ermo
e
nas
imraensas
solidões
do
deserto,
nos
rochedos
inhospitos...
'
Por
toda
a parte
a
cruz.
—
O
jornaleiro,
que
ao pôr
do
sol
recolhe
de cazal longiquo, logo
avista
a
cruz
do
campanario
do
presbyterio,
e
ca
minhando,
caminhando,
e
limpando
o
suor
que
lhe
inunda
as faces, olha para
a
cruz,
que
parece
segredar-lhe—
Trabalha
e
poupa,
que cada
baga
d
’
esse suor
te
será
paga
por
Aquelle
que
não
falta
ao
promettido,
e
um
dia virá
em
que
repouses
no
seio
immenso
do
Senhor!
E
uma
alegre
canção
lhe
acode aos
lábios,
e
entrando
em
caza,
ainda
aben
çoando
os filhinhos
lhes faz uma
cruz
sobre
os
innocentes
cabecinhas.
O
pros-
cripto
ao
avistar
a
patria, porque ha
lon
go tempo suspira, lá
dá
com
os
olhos
na
cruz
do
templo,
e
de
longe,
cuidando
saudar
a
terra
do
seu
livramento saúda
a
cruz,
porque
onde existe
a
cruz,
ahi
existe
a
patria
do
proscripto.—
A
cruz
indica-nos
petos caminhos
o
logar
onde
se
perpetrou
um
crime;
diz
aos
homens,
que
perdoem
ao criminoso,
como Aquelle
que
na
Cruz expirou
perdoou
lambem.
A
cruz está
ao
lado do
homem,
quando
recebe
o
nome
de
christão;
a
cruz
ap
parece
lhe
sempre
nos
actos
mais
soletn-
nes
da
vida,
a
cruz
acompanha
o
final
mente
á
morada
da
morte,
e
ainda
ahi
lhe
faz
aguardar
o
pó
—
Sempte
a tua
cruz,
oh
Christo,
como uma maxima
de
pro
veitosas
licções
para
a humanidade!
Praza
a
Deus, que
tu
oh!
Cruz!
seja
sempre
a
nossa guia
na
triste
peregrina
ção
da
nossa
vida,
afim
de que vivendo
modelados
pelo
exemplo
do
que
em
ti
morreu,
possamos
um
dia txclamar côn
scios
de
termos
praticado
o
bem—
Con-
summatum est.
J.
M.
R.
Valente.
_
—-
SALMO
I.XVÍJI
»E OAVID
Prophetico
da Paixão de
Christo
(
paraphrase
)
Salvae-me,
ó Deus, pois
que
me
inunda
a
alma
Um
diluvio
de
máguas;
submergido
’
Stou
n
’
um lodoso
pélago
sem
fundo.
Atra
procella
me
abysmou no
seio
De
entumecidas
ondas.
Cança,
rouqueja
a
voz,
cóm
que
conclamo
Aos
Céus piedade,
e
os
olhos
desfallecem
De
fitar-vos,
meu
Deus!
Mais
numerosos
Que
os
meus
cabellos
são os
inimigos,
Que
me
odeiam
sem
causa.
De
dia
em
dia
se
condensa a furia
Dos
meus perseguidores.
Vêm pedir-me
Dividas,
que
eu
jámais
hei
contrahido.
Vós
sabeis,
ó Senhor,
se
eu
sou culpado,
Sabeis
quaes
são
meus
crimes.
Mas se
minha
desdita é
sem
alhvio,
Fazei,
Poderoso Deus,
fazei
ao
menos
Que
aquelles,
a
quem
eu
lenho
ensinado
A
esperar
em
Vós.
que
hei-de salval-os,
Não
fiquem
confundidos.
Não
permittaes,
Senhor,
que
eu
seja
objecto
D
’
affronta
para
aquelles,
cuja
esp
’
rança
Em
Vós
eu
alentei.
Foi o
meu
zelo
Por
vossa
gloria
e
honra
que
deu
causa
Aos
opprobios, que
soflro.
Olham-me
qual
exlranho
os
proprios
filhos.
Da
minha
mesma patria;
desconhegem-me,
Porque
em
zelo
por
Vós
eu me abrazavas
Sentindo
como
próprias
as
injurias,
Que
ingratos
vos
faziam!
Com
sorrizo
d
’
escarneo
era acolhida
A
minha
penitencia!
Os
meus
cilícios
Davam
aso
a
perversos zombeteiros
Para
me
motejar
e
converter-me
—
Em
fabula do
mundo!
Dos
proprios
magistrados
nos
conselhos
Julgavam-se
os
meus
actos
como
crimes;
A
vil
e
baixa
plebe
em
seus
folgares
De
mim
fazia
assumpto
de cantigas
Ridículas
e
torpes.
Mas
eu.
Senhor,
não
césso
d
’
invocar-vos,
De
pedir-vos auxilio.
Já
é
tempo
De
dar
benigno
ouvido
ás minhas
queixas.
Mostrae.
Senhor,
mostrae
vossa
bondade
Ao
que
em
Vós
Confia.
Arrancae
me do lôdo, em que
me
afundo;
D
’adversas
mãos
lirae-me;
d
’
este abysmo,
Era
que
submerso
estou,
meu
Deus
salvae-me.
Fazei
que
a
furiosa
tempestade,
Que
ein
torno
de
mim
ruge,
Não
me
engula
nas ondas;
que
o
profundo
Pôço,
em
que
eu
cahi,
senão alúa
Sobre
mim
sepullando-me
em
ruinas.
Ouvi,
Senhor,
meus
rogos, Vós
que
tanto
Vos
comprazeis no
bem.
Segui
da compaixão
o
doce
impulso,
Volvei-me
olhos
benignos;
vossa face
Náo
aflasteis
de
mim;
ao
vosso
servo,
Que jaz
de
tantos
males
opprimido,
Escutae
sem
tardança!
Vede
em
qual
desespero
está minh’
alma,
A
minhas
cruéis
penas
ponde um
termo.
Como
exultam
de
vêr-me
anniquilado
Os
inimigos
meus! Senhor,
privae-os
D’este
prazer
maldito!
Olhae
a
affronta,
a
confusão,
a
infamia,
De
que
estou rodeado,
e
quaes
me
aggridem
Ferozes
os
contrários!
Eu descria,
Ao vêr-me
em
suas
mãos, que
alfim
podesse
Forrar-me
aos
seus
ullrages!
Debalde esperei
alhvio
em
minhas
dôres.
Deram-me
fel por
unico
conforto
No
meio
dos
tormentos;
a
meus
lábios
Resequidos
de
sede
approximaram
Vinagre
por
bebida!
Oh!
que
o
negro
alimento,
que
me
deram,
Será
um dia
o
alimento
d
’
elles!
Prezos
nos
proprios
laços,
o
castigo
Terão
dos
crimes
seus.
Co
’a a
minha
morte
Sua
morte
preparam!
Cegos!
O
negro
abysmo
elles
não viam,
Em
que
iriam
cahir!
-Exlranho
jugo
Hade
esmagar-lhes
a
cerviz
altiva;
Duro
castigo,
que
o
Senhor
fulmina
Sobre
a
maldade
d
’elles.
Da
vossa
ira, ó
Deus,
a
aguda
setta
Hade
por
toda
parle
perseguil-os,
Sem
que
ao vosso furor
furtar-se
possam.
Desertas
ficarão
suas
cidades,
Seus
lares sem familia.
Porquanto
ao que
feriste
elles moveram
Perseguição atroz, e
redobraram
A
dor
das
minhas
chagas,
aos
perversos,
Inslinclos
seus
os
deixarás
entregues,
E
crimes
sobre
crimes
Cegos
amontoando,
irão
fugindo
Cada
vez
mais
da
senda
da
justiça.
Do livro
das
nações
serão
riscados,
Nem
seu
nome
jámais
será
inscripto
Com
os
nomes
dos
justos.
Grande
é
a
minha
dor,
meu
desamparo!
Porém
Vós,
ó
Senhor,
dar-me-heis
conforto,
E
o
Vosso
Norue
exaltarão
meus
cânticos.
Mais
gratos
vos
serão
os
meus
louvores,
Que
os
pingues
holocaustos.
Vêr-me-hão
com
jubilo
os pobres, os
afllictos,
Minha
gloria
será
penhor
da
sua.
Vossos
servos
terão
a
eterna
vida,
E aos tristes captivos serão rotos
Por
Vós
meu
Deus,
os
ferros.
Os Ceus,
a
terra,
o
mar,
tudo
o
que
vive
Louve
a
vossa bondade.
A
Sião
nova
Conservareis,
Senhor;
e
ao
povo
eleito
Erigireis
cidades,
darlhe-heis
posse
Da
terra
em
própria
herança;
Herança
perennal
dos
Vossos
filhos,
Dos
que
adoram,
Senhor,
o
Nome
Vosso.
D.
MIGUEL
SOTTO-MAYOR.
AVE,
CB®Xl
Et
inclinato
capite
tradidit
spirilum.
(S.
joão
,
xix, 30)
Funereo
manto
a
natureza
veste,
De
Deus
o
Filho
expira
sobre
a
Cruz,
E
a cohorte
celeste
Se
apavora
na
morte
de Jesus!
Foi
longo
o
Sacrifício, a
crueldade
Rasgou-Te
o
Coração,
O
’
Deus,
ó
Christo,
ó
Santo,
ó
Paciente
Cordeiro,
que
morrestes
innocente
Por
nossa
salvação!
Teu
sangue
do
peccado
nos
remiu,
E
as portas
do
céo
ao
crente abriu,
No
instante
pavoroso,
Em que
o
sol escondeu a
luz
brilhante
E
do
Templo
o
veu n’
aquelle
instante
Rasgou-se
ruidoso
!
.
•
Mas,
ó
Christo,
venceste
e
triumphasle;
A
Cruz
que
no
Calvario
alevantasle
O
mundo
a
saudou;
Impérios
abateu:
a
idolatria
P
’
ra
sempre
aniquilaste
n
’esse
dia,
Em
que
o
Pae
Te
chamou!
A
Cruz
que
nos deixaste,
ó
Bom
Jesus,
Será
p’
ra sempre a
nossa
guia
e
luz,
Da
terra
até
aos
céos.
A
’
sombra
d
’Ella
o
crente
é
sempre
forte
Não leme
o
inferno,
nem
receia
a morte,
Se
elle
Te
ama,
ó
Deus !
Merelirn
—
março, 1879.
João
Azevedo.
SE
Bft..'S./gT «J KS.
Carta Epigraphica
AO
auctor
indefesso
DO
Portugal Antigo e Moderno,
o o
’
O
EXM.°
Augusto
Soares
d
’Azev.
Barb.
de
Pinho
Leal
t
.....
darei
a melhor
noticia,
que
«
n
’esta
matéria
me
fôr
possivel.
Bento
Morganti
—
Numismalo-
gia,
Prefacção.
XXVI.—Assassinados Dalmacio
e
Han-
nibaliano,
«ás
mãos
da
soldadesca
infrene»,
com
outros
mais
parentes
seus;
fruiram
jun-
ctoso
império os
filhos
de
Constantino,
des
de
o
anno
335—
estabelecendo
entre si
um
accôrdo
amigavel.
«Flavio
Cláudio
Julio
Constantino
II»,
nascido
no
anno
316,
morreu
victima
d
’
uma
emboscada,
perto
d
’
Aquilea,
no
anno
340
—
attacando
então
a
Constante,
com
inveja
de
o
vêr
assenhoreado—assim
como
a
Cons
tando
—
dos
despojos
de
Dalmacio
e
Ilan-
nibaliano.
«Flavio
Julio Constante»,
nascido
nos
annos
de 320,
ficou
senhor
geral do im
pério do Occidente,
depois
da
morte
de
seu irmão Constantino
:
—
e
só
o perdeu
com
a
vida,
no
anno 350.
«Flavio Julio
Constancio
II»,
nascido
no
anno
317,
deixou.com
a
morte
as
re-
deas
do
império,
no
anno
361.
XXVII.—'Não
gosou muito
das Gallias,
nem
das Hispanias
cora
ellas,
o
impera
dor
«Constante»—
príncipe
inepto
e
vicioso,
e
concitador
da
execração
publica
contra
si.
Perdeu-as
em breve,
esquecendo
a
mis
são
de
soberano,
com
as
soas
distracções
usuaes
nas
florestas
—
perpetuadas
em
Viclor
o
Sénior
com
esta»
palavras
:
«Quarura
(gentiurn)
obsides
prélio
quae-
«sitos
puéros venustiores,
quod
cultius
ha-
«buerat,
libidine
hujusmodi
arcisse,
pro
«certo
habetur».
XXVIII—O
alludido
Flavio
Magno
Ma-
gnencio
—
general
membravel.a
queln
sobre
modo
amavam
os
soldados
—
assenhoreou-se
da
purpura
em
breve,
em
«Augustodunum»
então
e
hoje
Autun,
cidade
memorável
da
Gallia
Narbonense.
Fel-o
no
fim
d’
um
banquete
do
amigo
«Marcelliuo»,
em
que os
excessos
da
meza
tinham
escandecido
os
convivas—
appare-
cendo
lhes
inopinadamente
cora
o
manto
imperial
aos
hombros,
e
com
o
diadema
na
cabeça.
A
’
s acclamações
do
festim
—
d
’
ante
mão
preparadas
pelos
dois
amigos
—correspon
deram
em
continente
as
acclamações
das
legiões
XXIX.
—Apenas
elevado
a
imperador,
procurou
«Magnencio»
assenhorear-se
de
«Constante»—
que só
cnrára
de
fugir-lhe
para as
Hispanias
e aonde
no
entanto
não
pudera
chegar;
por
ser alcançado
e
assas
sinado
em
Elne
ao pé
dos
Pyreneus
—
a
antiga
llliberis
de
«Pomponio
Mela»,
(II.
5).
Da
imperatriz Helena,
mãe
de
«Flavio
Constantino
Magno»,
conserva
ainda
Elne
a
lembrança,
com
modificação
levíssima
de
nome.
XXX.
—
Assassinado
«Constante»,
ca
minhou
logo
«Magnencio»
para
Roma,
aon
de
chegára
sem
obstáculos
:
—
e
d’
ahi
en-
viára
sem
demora
propostas
a
Constancio
—
«então
occupado
em
guerrear
os
persas»
—
para
elle
o
reconhecer
imperador do Oc
cidente.
N
’
este
meio
tempo,
abraçaram
as
His-
panias
o
partido
das
Gallias,
como
testi-
munha
aqui
em
Braga
a
lapida
alludida
do
«campo
das
Carvalheiras»,
e
com
ella
as
correlativas
da
estrada da
Geira,
espar
sas
«valiosamente»
na
serrania
do
«Gerez».
(Conliuna).
pereira
-
caldas
.
SECÇÃO COMMERCIAL
Protecção
á
industria
—
Representação
dos
fabricantes de
tecidos
do
Porto
e
Lisboa
—
Systema
prohibitivo
—Os
vinhos de
Hes-
panha
e
os
nossos
—Providencias
que
de
vemos
adoplar.
Não
nos
temos
enganado
pedindo
aos
poderes
públicos a
maxima
protecção
pa
ra
a
industria
nacional,
affirmando
que
só
ella,
com
o
patriotismo
de
todos
nós,
póde
em
Portugal
contribuir
para
levan
tar
a
classe
industrial
a
certa
altura,
ou
pelo
menos
atenuar a
falta
de
trabalho.
Em
abono
do
que
temos
dito,
lá
su
biram ao
parlamento
no
mez
de
março
findo
duas
representações,
uma
dos
fa
bricantes
de
tecidos
de
seda
do
Porto,
e
outra
dos
de
Lisboa,
pedindo
protecção
para este
ramo
de
industria,
muito
aper
feiçoado
hoje
entre
nós.
Não sabemos
o
que o
governo
fará
em
beneficio
dos
fabricantes
de tecidos de se
da,
e
de
outros
quaesquer ramos
de in
dustria,
que
provavelmente
talvez
sigam
o
exemplo
dos
primeiros;
é certo,
porém,
que, só
empregando-se
o systema
prohi-
bitivo na
importação, é
que
o
fabrico
na
cional
póde
prosperar.
Nos
tratados
de
commercio,
todas as
nações
procuram
chegar
a
manta
para
si,
e
quasi
sempre
Portugal
fica
meio
des
coberto.
Olhemos
portanto para nós,
e
tra
temos
de nos
cobrir
com
a
roupa
de
ca
sa.
Podemos
afoitamente
dizer que
os
nos
sos
tecidos
são
moeda
que
não
corre
fora
de Portugal;
pois
façamos
nós
o
mesmo
aos
tecidos
estrangeiros.
A
crise
industrial
que
lavra
na
Euro
pa,
faz
com
que
se
levantem
estas
velhas
questões
económicas,
na
Allemanha,
na
França
e na
Gran
Bretanha.
O
systema
prohibitivo
é em toda
a
parte
defendido
por
uns
e
combatido
por
outros.
Os
que
o defendem
dizem,
que
onerando-se
os
productos
estrangeiros,
os nacionaes
não
se
accumulam, sustenta-se
o
trabalho
e
não
angmenta
o
pauperismo;
outros,
porém,
sustentam
que
o
priucipio de liberdade,
que
levou
o
aperfeiçoamento
ás
nações
menos
mánufactureiras,
se não
deve
sa
crificar a
uma
crise,
que
os
consumido
res
racionalmente
não
pódem
ser
obriga
dos
a
comprar
caro
o
que
barato
pódem
ler
do estrangeiro.
Como
são tantos
os
princípios
de
li
berdade
que
até
lhe
não
achamos
fim,
pensamos
de nós
para
nós
que
não
é
at-
tenlatoria
contra a
liberdade
a
portaria
que
o
governo
mandou,
sobrecarregando
de
direitos
as
fazendas
estrangeiras
que
lá
de
fóra nos
andam
a impingir
cada
mez
com suas variantes.
Mas
se os
estrangeiros
fizerem
o
mes
mo
ao
que
lhes
mandamos
de
cá?
Estão no
seu
direito,
façam
o
mesmo;
mãs
como a
nossa
maior extracção
é
de
vinho,
se
o quizerem
fino hão
de tra
zer
o
seu ouro
ao Douro.
E
já
que
falíamos
do
nosso
vinho
do
Douro,
é
de
notar
que
este
ramo
de
com
mercio
tem
padecido
uma
certa
decadên
cia
desde
1876.
A
Inglaterra
importou,
n
’estes
últimos
dois
annos,
m
mos
28
mil
pipas;
mas
esta
diminuição
foi
muito mais
accentuada
nos
vinhos
de
Hespanha,
principalmenle
o
Xe
rez,
oulr
’
ora
tão
estimado
e
que
hoje
está
perdendo
de
moda,
pois
que
o
publico
lam
bem
retira
o
seu favor
até
a
quem
lhe
dá
motivos
de
alegria.
O
que
tem
muito
concorrido
para
a
depreciação
dos
vinhos
hespanhoes,
é, se
gundo
dizem,
terem
apparecido alguns
muito
falsificados,
ao
passo
que
a
diminuição
no
commercio
dos
nossos vinhos
do Porto
é
attribuida
aos preços
elevados
que
se
lhe
tem
feito.
Antes
assim.
O
commerciante
de
má
consciência
póde
enriquecer-se
falsificando
os
generos,
mas
cava
a
sua
ruína
e
a
do seu paiz.
Exforcemo-nos
sempre
por
conservar
o credito
que
em todo
o
tempo
me
receram
os
nossos
vinhos da
Douro, que
são
a
principal
riqueza
do
paiz.
A
falta
de
probidade
no
Cómmèrcio
dos
vinhos
pó
de
acarretar-nos
graves
consequências.
E’
bom que
se
saiba
que
a
pluralidade
dos
vi
nhos
falsificados,
que
leem apparecido
nos
diíferentes
mercados
são
hespanhoes.
A
cascaria
portuguez*
foi imitada
pelos nos-
c
vi
s
inhos,
que d
’aqtii
mandaram
os
ta
noeiros,
e
pelos
nossos
portos
foram as
sim
exportados
para
o
Brazil vinhos
hes
panhoes
a
titulo de
portuguezes,
motivo
oorque
a associação
commercial
de
Lis-
[oa"
tomou a louvável
resolução
de
repre
sentar
ao governo
contra este
abuso.
A
associação
lembrou
ao
governo
a
marca de
fogo,
e
o
governo
adoptou-a;
porém
ein
seguida
foi
ordenado
pelo
re-
spectivo
ministério
que
não
continuasse
a
ser
collocada
aquella marca
nos
cascos
de
vinhos
expedidos
de
Hespanha
e
exporta
dos
para
o
Brazil,
e
isto,
segundo
se
diz.
em
virtude
de
reclamação
do reino visi-
nho.
Quererá
o
governo
hespanhol
contri
buir
para
o
descrédito
de
nossos
vinhos,
querendo
que
elles
appareçam
como
por
tuguezes
no estrangeiro?
E
’ verdade
que
nós
temos
o
direito
de
marcar
os nossos
vinhos
com
marca
especial,
e
é
o
que
devemos
fazer;
de
pois
d
’isto
só
falta
que o
governo
de
sua
magestade
visinha,
nos
venha
obrigar
a
marcar-lhe os cascos.
Veremos o
que
a
camara
dos
deputa
dos
responde ao
snr.
Marianno
de
Car
valho.
que
sobre
este
assumpto
pediu
es
clarecimentos
ao
governo,
E
’
verdade,
infelizmente,
que
parte
des
tes
vinhos
são comprados
por
negocian
tes
portuguezes,
que
teem
em
pouca
con
ta o
credito
do
seu
paiz,
que
damni-
ficam;
mas o
governo
póde
e
deve
ob
star
a
taes
abusos,
estabelecendo
marcas
e
direitos
especiaes
para
os
vinhos
das
differentes
zonas de
Portugal,
que
tenham
de
ser exportados,
e
assim
os
nossos
vi
nhos
(irmarão
mais
o
credito
que
ha
sé
culos
gosam.
Infelizmente
quasi
tem
desapparecido
essa
austeridade
e rigida
honra
do
nosso
antigo
commercio.
Enriquecer
por
meios
lícitos
ou
illici-
tos
é
do
que
hoje
se
trata.
E’
uma ver
gonha;
é a
maior
degradação
moral.
Por
toda
a
parte
se
exerce
um
commercio
cri
minoso,
e
entende-se
que
o
meio
não
deshonra
o
fim.—
Enriquecer—
enriquecer
roubando
o
estado
—
enriquecer
adulteran
do
os
generos
de
commercio
-enriquecer
roubando o
credito
do
paiz
—
enriquecer
roubando
até a
saude e a
vida!
Tal
é
o
estado
de
degradação
a
que
chegamos,
e
nos
levará
ao
abysmo, se
não
pozermos cobro a
este
mal
e
deixar
mos
de
o combater.
Chroniet» religiosa.
—
Hoje:
—
Na
Sé,
Pontifical,
Bênção
dos
Oleos,
e
Ex
posição
do
Santíssimo.
De
tarde
Lava-
pedes,
e
sermão.
Olficio
das
Trevas.
Proei«são.
— Hoje
á noite
deverá
sair
do
templo da
Misericórdia
a
procis
são
do
Ec.ce Ílrno.
Percorre o itinerário
do
costume,
se o
tempo,
que
contínúi
horroroso,
o
permittir.
O
templo <lo
CoraçSo de
Jesus
em Homa,
e
o
altar dou Portu-
flueze».—
Ninguém
ignora
que
vae eri
gir-se
em
Roma
uma
Bazilica
ao
SS.
Co
ração
de
Jesus. Para
levar
a
cabo
tal
em
preza,
e
d
’
uma maneira
digna
da
capital
do
orbe
calholico, são
convidados
os
fieis
do
mundo
a
concorrer
com
as
suas
offer-
tas,
por
diminutas
que
sejam.
0
episcopado
francez
empenha-se
por
fazer
edificar
n
’
esse
templo
um
altar
pri
vativo
da
França,
e
para
tal
fim
já
tem
remeitido
para Roma
sommas
considerá
veis.
Não
faltou
também
entre
nós
quem
tivesse
igual
lembrança,
e
até
alguns
jor-
naes
abriram
subscripção n
’esse sentido;
porém
foram
pouco
felizes,
porisso
que
a
quasi
nada tem
chegado
a
verba
alcan
çada: será
até
vergonha
que
Portugal
se
faça
representar
d’
uma
fórma
tão
pouco
lisongeira.
Se
cada
um dos
fieis
portuguezes,
de
votos
do Coração de
Jesus,
désse
para tal
hm
a
mais diminuta
esmola
que
possa
Xonçeber-se
(.10
reis,
por exemplo)
a quqn-
to
não
montaria
a
quantia
que se
pode
ria
remelter
para
um fim
tão
santo,
como
Patriótico?
E
quem
não
estará
nos
casos
de con
correr
com
um obolo tão
diminuto
para
um
u|
fim?
Oia
pois, concorramos
com
o
nosso
obolosinho para
o
templo do
Coração
de
Jesus,
e
as
bênçãos
do
céo
descerão
so
bre,
nós,
e
o
nome
portuguez
ficará
im-
mortalisado
ao
lado
da
França,
n’
esse
mo
numento
calholico,
porque
é
de
todos
e
para
todos
!
Não
é
um
sacrificio
o
que
se
pede;
é sim
aquillo
que
todos
podem fazer,
para
honra
e
gloria
do SS.
Coração
de
Jesus,
e
honra
e
gloria
também da
nossa
cara
palria
—a Roma
porlugueza,
a
calholica
Braga.
«.
* *
ProeissSn do
Enterro.—
Tem
áma-
nhã
logar
na
Sé
a
magestosa solemnidade
do
Olficio
e
procissão
do
Enterro,
e
de
tarde
sermão
da
Soledade.
Se
o
tempo melhorar
deverá sair a
procissão
do
Enterro,
de
Santa
Cruz,
que,
como
já
dissemos,
está
deliberado
que
se
faça
com
a
maxima
imponência.
O
inglez
aem
mestre.—
Publicou-
se
o
n.°
6
da excellente
publicação
lin
guística
O
mestre
popular
(
O
inglez
sem
mestre],
de que é
redaclor
o
snr.
Joa
quim
Gonçalves
Pereira,
com
escriptorio
na
Figueira
da Foz,
rua
das
Flores,
n.°
15.
tVEais
creanças abandanatlns
—
Foram
encontradas
tres
creanças recem-
nascidas
de
differentes
sexos;
uma
no
por
tal
de
uma
casa do
campo
de
Sant
’
An-
na,
outra
em
uma
casa
da
rua
Nova
de
Sousa,
e
ouira
do
sexo
masculino
no por
tal
do prédio
n.°
59
do
campo
de
Sanl
’
-
Anna.
Parece
incrível!
Companhia de seguros 81o
nança.
—
E’ sempre
com prazer
que no
ticiámos
a
prosperidade das
Companhias
porluguezas,
e
muito
mais
d’
aqueilas
cujos
fins
são
assegurar
capitaes
que
a
desgraça
póde
devorar
em
um
incêndio
ou
affun-
dir nos
dilatados
mares.
E’
por
isso que
tenros
em
grande
conta
as companhias
de
seguros;
que
sem ellas
todos
os
dias
ve
ríamos
uma
outra
familia
passar
do
es
tado
da
prosperidade
á completa
po
breza.
Ao
lermos
o
relatorio
da Companhia
de
seguros Bonança,
que
teve
no
anno
findo uma
receita
de
116:702^676
reis,
proveniente
de
prémios
terrestes
e
ma
rítimos,
alegramos-nos
extremamente.
E
’
incontestável
a probidade
d
’esta
Companhia,
e
basta
para
nos
confirmar
n
’
esta
opinião
ver
que ella só sustenta
uma
unica
causa
judicial,
em
que
disputa
pre
ferencia
como credora
de
prémios.
Os
lucros
da
Companhia
no
anno
fin
do
foram
de
54:160^610
reis.
Tirou para
fundo
de
reserva
5:000$000
reis,
e 1:000^000
de reis
para
atenuar
o bonus
do 7.°
anno;
12:880$640
reis
para
con
tribuições
e
prejuízos,
dando aos
accionistas
o
dividendo
de
22^500
reis
por
cada lote
de 5
acções.
Devemos
convencerm
’
o-nos
de
que
é
melhor
segurar
os nossos prédios em
com
panhias
porluguezas,
que mais
facil
é
dis
putar
com
ellas
qualquer
preferencia,
que
com
as
companhias
estrangeiras
Além d’
isso
não
gostamos
de
ver
aves
estranhas
no
frontispício
de
casas
portu-
guezas.
___
•
l»reço dos eereae».—
Na
terça-feira
ultima,
n
’
esta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Trigo
...............................................
-
800
Centeio
........................................
640
Cevada
.............................................
660
Painço.............................................
600
Milho
branco
..............................
540
.
»
amarello............................. 530
Milho
alvo..................................... 600
Feijão
branco
.............................
700
»
vermelho
.............................
750
s
amarello.
.
.
,
.
•
550
»
rajado
.
.
N.
-
•
480
»
fradinho
...............................
500
Balala
.....................................
•
560
Azeite.
.
.
•
‘
•
•'
5$600
Atra
vez da provsneia.—
■Verificou-
se
o
contracto
para
o
fornecimento
do
gaz
para
a
illnminação
de
Vianna.
Foi
arrematante
o snr.
D. João
Lerma,
que
se
prompliíicou
a
fazer
o
fornecimento
de
cada
um
dos
200
candieiros
por
22$500,
e
aos particulares
até
100
reis
cada
metro
cubico
de
gaz que
consumirem.
—
Abateu
uma das
avenidas
da
anti
ga
e
memorável
ponte
de Ponte
da
Barca,
ficando
por
emquanto
o
transito
inter
rompido.
_
__
0
valor
da
nnporlaçao
pela
atfan-
de-a
de
Vianna,
no
mez
de
março
ulti
mo,
foi
de 51:165^038 reis.
_
—
Durante
o
mez
de
março
findo
lai-
leceratn
no
concelho
de
Vianna
51
in
divíduos,
sendo 22
do
sexo
masculino
e
32
do
sexo
íimenino,
dos
quaes
5
até
7
annos d
’
idade, 4
de 15
a
25
annos,
2
de 25 a
40
annos,
5
de
40
a
50
an
nos,
e
38
de
mais
de
50
annos.
—
Está
aberto
concurso para
o
logar
de director
do
correio
de
Amares.
_
O
snr.
Antonio
Julio
Mendes
Cat-
doso,
professor
de
ensino
primário
dos'
Arcos
de
Valle
de
Vez,
foi
transferido
para
a cadeira
de Santa
Maria
Maior,
de
Vianna
do Castello.
.
—
Por decretos
publicados
no
«
Diário
»
foram sujeitos ao
serviço
militar
os
se
guintes
mancebos
que
recorreram
para o
Supremo
Tribunal
Administrivo:
Concelho
dos Arcos
do
Valle
do
Vez,
Manuel,
filho
de
Diogo
da
Costa,
da
freguezia de
Valle
—
Concelho
de
Valença, Joaquim,
filho
de
João
Luiz
Soares,
da
freguezia
de
Cerdal.
Assomos
<!«
guerra.
—O
«Daily
News»
publica
o telegramma
seguinte,
expedido
ha
pouco
de
Rangoun:
Julga-se
que
o
rei
da
Birmania
vae
conlrahir
alliança
com
a
China.
Todos
os
súbditos
inglezes
residentes
em
Mandalay
abandonaram
a
cidade,
ex-
cepto
os
funccionarios.
O
governo
da
índia
enviará
5
mil ho
mens
e
um
navio
de
guerra
em
seu auxilio.
Baptismo
de
mu
regulo afri
cano.
—
Foi
baptisado
com
grande
solem
nidade,
em
Loanda,
o
marquez
do
Mos-
sollo, que
alli
chegara
acompanhado
pelo
snr.
coronel
Dias
Santos,
chefe
da
barra
do
Dande.
Foi
recebido
com
todas
as
hon
ras
pelo
governador
geral,
verificando-se
a
ceremonia
na capella do
palacio,
rece
bendo
o
neophito
o
nome
de
Vasco,
no
me do
governador.
Foi
celebrante o go
vernador
do
bispado.
Em
seguida
houve
um
banquete, a
que assisliu
grande
nu
mero
de
pessoas,
e
entre
ellas os
repre
sentantes das
nações
estrangeiras.
O
mar
quez
de
Mossulo
é
um regulo
de grande
importância,
e
que
nos é
affeiçoado.
Tem
50
annos.
Pediu
ao governador
que
en
viasse ao
seu
reino um
padre
para
bapti-
sar todos os
seus
filhos.
Xoticlas
diversas.—
O
snr.
Cardeal
Patriarcha
fez
testamento
em
consequên
cia
de
não
experimentar
melhoras
dos
pa
decimentos
por
que
tem
passado.
—O
conselho
federal suisso resolveu
restabelecer
a
pena
de
inorle.
—
Falleceu
em
Lisboa
o
snr.
contra-
almirante
Joaquim José
Gonçalves
de
Mat
tos
Corrêa,
deputado
ás
cortes
por
um
dos círculos de
Cabo
Verde.
—
Fugiu
de
Perpignan
um
empregado
da
succursal
do
banco
de
França, levan
do
41:000
francos.
A
policia
franceza
persegue-o.
—
Houve
nm
violento
incêndio
em
Hiol
-
deshem,
no Hanover.
Sessenta
famílias
perderam
todos
os
seus
haveres
e fica
ram
reduzidos
á miséria.
Foi
terrível
a
confuzão.
—
Foi
jubilado
o
snr.
visconde
de
Mon
te
São,
lente
proprietário
de
philosophia
da
Universidade de
Coimbra,
com
o
terço
do
ordenado.
—
Refere
um
correspondente
do Rio
de
Janeiro
que
não
se
lena
felizmente
desenvolvido
na
cidade
a
febre
amarella,
talvez
em
consequência
das
chuvas tor-
renciaes:
o maior
numero
de
obitos foi
de
14
no
dia
3
de
março:
nos
navios
estrangeiros
tem
feito
estragos
sensíveis.
As
tripulações
dos navios
inglezes
tem
perdido
desde
o
l.° de
janeiro cerca
de
100
pessoas
entre
capitães,
pilotos
e
ma
rinheiros.
—
Segundo
o
recenseamento
feito
em
31
de dezembro
de 1878,
Portugal
tem
4.775:686
habitantes,
mais
428:246
do
que
em
1864.
A
’
caridade publiea.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães.
0
setf
estado
de
penúria
é
extremarnenle
dolo
roso. Pedimos
que pelo amor
de
Deus,
se
lembrem
de
o
soccorrer.
Mora
na rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
KECLAMOS
SABS
&.
TOBOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DC
BAliB.Y
de
Londres.
Ui) annos
d
’»mvariHveI
5
Combatendo
as iirligeslões
(dispe
psia)
gastrica, gasiralgia,
ílegm
t,
ai
rotos,
Ihtos,
amargor
na
bocca,
piluitas,
nauseas,
vomitas,
irritações
intestinaea,
bexigas,
d.iar-
réa, disenteria,
cólicas,
tosse, asthma,
fal
ta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabelhes,
debilidade,,
to
das
as
desordens
no peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
fi*
gado,
dos
rins,
dos
intestinos
da
muco
sa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85
000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
duque
de
Pluskow,
da
exm.
a
snr.
a marqueza
de
Bre-
hau,
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’
In-
glalerra,
do
doutor
e professor
Wurzer,
etc.,
etc.
Cura
n.Q
63:476.
—
Mr.
Comparet, cu
ra,
de
dezoito
annos
de gaslralgia,
de
sof-
frimentos
d
’
estomago,
dos
nervo,,
fraque
za
e suores
nocturnos.
Cura
n.°
74:422.
—
Prostração.—Bald-
win,
da
mais completa
decadência
de
sau
de,
de
patalysia
dos
membros por
effeito
e excessos
da
mocidade.
Cura
n.°
76:448.—
Verdum, 16
de ja
neiro
de
1872.
—
Havia
cinco
annos
que
soffria
graves
incommodos
no lado
direito
e
na
cavidade
do
estomago,
más
diges
tões
etc.
Não
hesito
em
certificar
que a
sua
Kevaleseière
me
salvou
a vida.
—
-
E
rnesto
C
attè
,
musico
do.
63
de
linha.
Cura
n.°
62:986.
—
M.‘e Martin,
do
amenorrbea.
Suppressão
de
menslruaçãe
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurá
vel,
perfeitamenle
curada
pela
Slevales-
eière.
E
’
seis
vezes
mais nutritiva lio
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa cincoenta
vezes
o
seu preço
em
remedios.—
Preços
fixos da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
*/
A kilo»
500
;
de^j
kilo
800
rs
;
de
um kilo,
l«B400
reis;
de
2
kilos, 3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalosciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e 1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para a
saúde
é
a
Stevaleacière
ehoeolatadtsv
j
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno, energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus, em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
l$400
;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25
reis
cada
ehavena.
l>l
BARRY
«e ©? LiniTRD-.;-.■
Place
Vendòtne,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
eieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
Ac
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Ushoa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12
—
B*or-
J
de
Sousa
Ferreira
A Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=
Aveíro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Mareellom,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.—
Braga,
Domingo>
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio A. Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.—
Viassnt» iKo
<!••-
telZo,
Aftonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua
grande, 140.
—«mimaraes, A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33.
—
Miranda,
pharm.—
Porto,
M.
J.
de Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm..
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos:
Loyos,
36;
Viuva Desirè
Rahir, Rua de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs..
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio,
225 a
227.—
Ponte
do
U-
«a®.,
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
í?ov®«
do VRrzim, P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
lYKinhe»
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—
Villa
ri»
Comil»,
a
.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
José
Luiz d
’
01iveira
Pessa,
assáz
pe
nhorado
e
extremarnenle reconhecido
pa
ra
com todos
os exc.
nias
senhoras
e
ca
valheiros
de
suas
relações
e
em
geral pa
ra
com
todas
as
pessoas d’
esta
cidade
que
se
dignaram
cumprimenlal-o
e
saber
de sua
saude,
durante
a
infermidade
que
acaba
de
soffrer,
a
iodos agradece, pro-
fundamente
reconhecido
e
aqui
lhes
pa-
lenlea
seus
protestos d
’eterna gratidão.
Igualmente
aos
mui
hábeis e
disiinctos
facultativos
d
’esla cidade, os
exc.
‘
n
"
5 Ma-
Iheiro
e
Valle
agradece a
promplidão,
zelo
e
carinho
com
que
o
tractaram
durante
a
mesma
infermidade;
e
a
todos
o faz
por
esle
meio
na
impossibilidade
de o
fa
zer
pessoalmente
como desejava
e
lhe
cumpria,
visto
que
por
conselho
medico
se
retira
para
tomar
ares
pátrios,
afim de
obter
mais
prompto
restabelecimento.
(2351)
Os
abaixo
assignados
servem-se d
’este
meio
para
agradecerem a todas
as
pes
soas
de
sua
amisade
e
relações,
que
os
cumprimentaram
por
occasião
do
falleci-
mento
de
sua
chorada filha,
sobrinha
e
cunhada D. Maria
Ventura
de
Sousa
Tpr-
res
e
Almeida.
A
todos protestam sua
in-
delevel
gratidão.
Francisco
Xavier
de
Sousa
Torres
e Almeida
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida
Luiz
Anlonio
da
Cosia
Braga.
(2349)
Andreza
da
Costa
Bezerra
Braga
(au-
zente),
Rosa
das
Neves
Simões,
There-
za
de
Jesus
Simões,
Joaquina
Simões,
Ma
ria
Simões, José
Simões
Braga
(auZente),
Ma
noel
Simões
Braga.
José
Fernandès,
Bento
José
Salgueiro,
e
João
Trindade
de
Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
fallecida Antonia Ma
ria
Simões,
não
o
podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem
por este
meio
a
todas
as
pessoas
da
sua
amisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes fizeram,
acompanhan
do,
da
sua
casa
á
egreja,
e
cemiterio,
o
corpo
de
sua
sempre presada
mãe
e
so-
gra,
bem
assim
a
lodos
os
que
lhes de
ram
seus
sentidos
pezames,
confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março
de
1879.
(2316)
ANNUNC10S
NETEUDO
1IE
JOÃO BE
DEUS.
PRELECÇÕES
PUBLICAS.
Nos
dias
17, 20
e 24
do
corrente,
tem
de
haver
prelecções
publicas
d
’
ensino
primário
pelo
melhodo
do
dr.
João
de
Deus,
dadas
pelo
dislincto
professor
João
José
Alves
d
’Araujo,
ás
quaes
podem
as
sistir
todos
os
que o desejarem.
Braga,
8
de
março
de
1879.
O
Escrivão
da
Camara
(2352)
A.
M.
Alves
Costa.
FOGÃO BE FERRO
Vende-se úm,
em
muito
bom
estado;
é grande
e
serve
para
cosinha
de
nume
rosa,
familia.
Póde vêr-se
a
toda
a
hora.
No
escriptorio
da
Typographia
Lusitana
se
diz quem
o
vende.
CONFEITARIA
CEHTRAL
15
—RUA DE S. MARCOS—15
Acabam
de
chegar
a
este
estabelecimen-
Empreza editora de Francisco Arthiir da
Silva—Lisboa.
ijks
A
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
OIVERUL
POR
Ce«ar Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
18ó2—con
tinuada até 1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
E BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Maneei
Remardes Branea
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
daslinguas
grega
e
latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes
jjrasmle.
O
editor
proprietário d
’esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
urn
13.°
volume
para
que
esta
2.a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
les que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza
e áquel-
les
que de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
brinde
o
dreimo
terceiro volume,
contendo
trinta
e cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois indices,
sendo o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos factos que
n
’ella vem
exarados,
e
o
segundo
alpliabetico,
con
tendo
os
nomes
de
lodos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimsntos
históricos occor-
ridos
desde
1851
até
1879, esçriptos
em
hespanhol
por D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
la,
e
accresceutados na
parte
que
diz res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel.
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e custará:
Brochada ....
200000
reis
fortes
Encadernada.
.
.
270000
»
»
Para
facilitar
a
aequisição
d’esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez, o editor deliberou conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a duas
colum-
nas,
50
rs.—
Cada
gravura
primorosamen-
le
executada,
40
rs.
Condições da assignalura
:
—
A
assigna-
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
dnas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos de cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
marcads.
pagando
ao
distribuidor no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—A
assignatu-
ra
póde
fazer-se
por
fascículos e por vo
lumes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
fr.anco
de
porte,
e
só
depois-de
recebidos
mandará satisfazer
a
sua
irnportanciá
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REAllSAVEÍS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor
—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francigco
Arthur «la Silva—
editar
72,
rua
dos Douradores,
72
—LISBOA.
WWW
SI
50,
rua do Carvalhal, 50
BRAGA
.
Redzicção
de
preços
nos
rapés
de
Xabregas
(2350)
Garante-se
a
boa qualidade.
Meio
grosso
em
vol.
s
de
250
grs.
330
Cruz
de
Malta
D
D
D
350
Princeza
»
»
D
380
Rezerva
D
»
D
400
Secco
530
Pacolinhos
de
25
grs.
35
Fabrica de papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de
diflerenles
marcas e preços.
DEPOSITO EM
BRAGA
Tabacaria
ilruearense
—
27,
Rua
do
Souto
27—
(2340)
BíLHETES
DE
VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de
por
te
sem
augmenlo de
preço.
APPASSICIO <6
PALHEIRO
27,
Praça
do Barão de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita em branco:
Cento,
200,
220
e
240 reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420 e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27
ym
m
mm
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre-
rerola,
massa
e veludo.
ST,
Praça do
Barão de S. Hartt-
nho,
97
0
TT>l>S'A.íSí
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia fabril SINGER
19
—
rua de S. Vicente—17
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura qn.j
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive,
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
989:
sí
«
machinas
de
costura!!! mais 9»«49«quft
em
1876.
A Companhia Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas, a
prestações
de
500
reu
cernanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a menos
a
prompto
paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para
famílias,
alfaiates, costureiras,
chapelleiros e
sapateiros
A
COMPANHIA FABRIL
Garante
todas
as
suas machinas
não
só
no seu bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria garantia.
Avisamos
o
publico que te
nha
todo
o cuidado para
não
ser
enganado
com as machinas
imitações, como
algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIWER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL SINGER
to
boas
qualidades
de
amêndoas
e
carto
nagem,
caixinhas e
queques.
Enfeita
pão
de
ló,
e
mais
objeclos
proprios
para
fo
lares
—
que
tudo
vende
por
preços
muito
rasoaveis.
(2348)
ARBEMATAÇA
o
VOLUNTÁRIA
No
dia
14
d
’
abril,
por
10
horas da
manhã,
principiará
na
residência
de
San
ta
Euialia
de
.Tenões
a
arrematação de
diversos
objeclos
pertencentes
ao
expolio
do
fallecido
reitor
da
mesma
freguezia.
A
arrematação
consta
de
duas
moradas
de
casas,
uma
na
dita
freguezia
e
outra
na
rua
do
Poço
n.°
8,
d’
esta
cidade, uma
iagareta
de
pau
e
algum
vinho,
e
mui
tos
outros
objeclos.
Esta
arrematação
será
espaçada
por
cinco
dias
a
contar
do
indi
cado.
O
dia
designado
para
a
arrematação
das
casas
é
o
18.
(2334)
CADA
VOLUME:
1.°
vol. br. orn. de
9
grav.
10870
2.°
>
D
>
»
6
»
10665
3.°
>
>
>
7 »
10605
.
4.°
>
B
>
d
5
»
10525
5.°
D
D
D
»
6
»
10615
6.°
í
D
»
6
»
10690
7.°
>
J»
D
»
6
»
10640
8
o
»
>
>
»
6
»
10615
9.°
D
•
» 6
»
10565
10.°
D
D
>6 »
10615
11.°
>
>
»
6
»
106
40
12.°
>
»
>
»
6
»
10815
13.
•°
K
ULTIMO, ornado
de
6
gravo-
APPARICIO
4
«ALHEIRO
UltAGA
DINHEIRO A JURO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto, lem
reis
4000000
para
mutuar.
(2305)
DINHEIRO.
Na casa
penhorista
das
Palhotas,
n.°
8
ha
sempre
dinheiro
que
se
dá sobre
qualquer
objecto
de
valor
etc.
etc.
Juro
rasoavel.
(2341)
ras, brinde
a
todos
os assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de
que
consta
a obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
todos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume
Os assignantes
teem as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignalura
póde
fazer-se
ror entregas, fascículos, e
por
volumes.
O
assignante
receberá
uma
entrega de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que lhe
convier,
pelos
preços
acima
Caixa
penhorigtá
Bmearenae na
Travessa
de 1). Gualdiin d’esta
cidade.
»
Continua
a
emprestar
dinheiro sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noule na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pède-se
a lodos
os
mutuários
que
ti
verem
objeclos
empenhados
na mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de tres mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
vendidos.
DINHEIRO
A
JLBO
A irmandade de Nossa
Senhora da
Torre,
tem
3300000
rs. para dar a
juro.
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
Geraldo
n.°
18.
Trata-se
no
cam
po
de
SanCAnna,
n.°
68.
(2298)
17, RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador.
Peçam
cathalogos
illuslrados
com
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.
Catharina Carlota
Iiady Jaekson
Versão
do
inglez,
prefaciada
e
annotada
por
Camillo
Castello
Branco.
A
’ venda
na
Livraria
de
Manoel
Ma-
lheiro—Editor—
Porto, rua
do
Almada,
n.°
121
a
123.
RESPOAS
ã
AEL
—
Luiz
Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1879
Parte de Comércio do Minho (O)
