comerciominho_05041879_919.xml
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-
REDACTORES—D. Miguel Solto-Major e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
,
-^^•^;g
a
a
raMrêgaK3a
!MÍãEMBgMg»
t
»«^
7.° ANNO
.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.................
1&600
»
6
».............
830
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha.
....
20
Repetição
........................
10
PREÇO
DA ASSIGNATURA
PUBLIGA-SE
ÁS TERÇAS, QUINTAS
E SARRADOS.
Províncias,
12
mezes......................... 2&000
»
6
......
l§050
»
sendo
duas
assignaturas
3^600
Brazil, 12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso...............................
10
N.° 919
»
A. <&
.A.
SARR1D0 !i DABRIL DE 1879
Stahat ÍTIftter... juxít»
crueem!
Ha
desenove
séculos,
que
no
cume
do
Calvario
se
passou
a scena
mas
lugu-
bre
e
mais
pathetica, que
a
humanidade
tem
presenceado!
De
um
madeiro,
posio ao alto,
pen
dia
agonisante
um
sympathico
nazareno,
cuja vida
foi
uma
maravilhosa
epopêa
de
virtudes
e
de
benefícios
espalhados
á
so
ciedade!
A
plebe amotinava-se
ante
as
crue
zas
de uma
agonia,
que
mais
desafiava
as
lagrimas
da
compaixão,
do
que
as
aleivosas
aílrontas
dirigidas
ao
resignado
padecente!
A
soldadesca
infrene
e vinolenta
embria
gava se com
aquelle
penoso
raartyrio
e
postergava
a
honra,
jogando
na presença
da
innocente
Victima
a
túnica
inconsutíl
do
Divino
Marlyr!
Junto
á
Cruz eslava lacrimosa
e
incon
solável a
Virgem!
Aquella Mãe infeliz,
com
os
olhos
embaciados
de
lagrimas, com o
.
coração
retalhado
de
angústias,
com
as
faces
ma
cilentas
e
desbotadas
pelo
soffrimento
e
com
a
alma
envolvida
na caliginosa noite
da
sua
triste
soledade,
estava alli,
como
viva
estatua
da
dôr,
dando
ao mundo
o
espetáculo
sublime da
mais
santa
das
resignações
e
do mais
amargurado dos
martyrios!
E
’
que
n’
aquella
Cruz agonisava
o
seu
estremecido
Jesus!
Acerbo
era
o
soffrimento
e
pungen
tes
as
dôres,
que
sentia
Jesus
pendente
d
’
aquelle ignominoso madeiro;
porque
as
quedas
e
os
rojos,
que
deu,
os
dilaceran-
tes
ferros,
que rasgaram
as
suas
mãos,
sempre
abertas
para
espalhar
o
bem,
e
os
seus
pés,
sempre incançaveis nas suas
evangelizadoras peregrinações
pela
Judêa,
os
sarcasmos
com
que
O
aviltaram, a
affronlosa
coroa d
’
espinhos,
e,
sobretudo,
a
obstinada
cegueira
dos
homens,
que,
desvairados,
commettiam
um tão
nefando
crime,
tudo
concorria
para
amargurar
os
últimos
momentos d
’
Aquelle,
cujo
delido
era
ler semeado
benefícios,
ensinado
o
amor
universcl, curado
os
enfermos,
alu
miado os
ignorantes
e
os
cegos,
resus-
citado
os
mortos e
perdoado
os peccados!
E
Maria
desmaiava
ante
tão
cruéis
sof-
frimentos!
Os pregos
rasgavam
aquellas
carnes,
creadas
nas
suas
puríssimas
entranhas,
os espinhos
circtimdavam
aquella
nobre
fronte,
que
tantas
vezes
havia
reclinado
em
seu
virgineo
seio,
e
o
sangue
corria
d
’aquelle
corpo,
que
Ella
por
tantas
ve
zes
havia
estreitado
em
seus
braços!
E
esta
pobre
Mãe,
que se
havia
es
condido
quando
o seu
estremecido
Filho
entrou
triumpbante
em
Jerusalem,
não
O
desamparára
nas
amarguradas
horas
da
paixão!
Stabat
juxta
crueem!
A
sua
alma
aíllicta,
trespassada
de
crudelíssimas
dôres,
presenciou
no
Gol-
gota,
á face
de
Deus
e
do
Universo,
o
mais hediondo
dos
crimes,
a
mais
sór
dida
libertinagem
e
a
mais aviltante sce
na,
que
jámais
teve
similhante
na
historia
da
humanidade!
.
O
seu
querido
Jesus
contorcia-se
nas
vascas
agonisantes
da
morte,
para todos
volvia
os
seus
olhos
já quasi
sem
vida,
e
balbuciava
ainda
palavras
de
amor
e
perdão,
que
vieram
repercutir-se
nas eda-
des
futuras
com assombroso
pasmo
das
geraçõ.es!
E
quando
o
vaso
querido
das
suas
predilecções
foi
arremessado pelas
iniqui
dades
dos homens
contra
a
fria
campa
da
morte,
vertendo
no
seio
de
seu
Eterno
Pae
a
sua alma
divina,
em
resgate
das
tyrannicas
gargalheiras
de
satanaz;
quando
o
archanjo
da
morte
pairou sobre
a
loura
e
ensanguentada
cabeça
do
Divino
Marlyr
e,
com
as
suas
negras
azas,
apagou
n
’
EI!e
o
pallido
reverbéro
d
’
aquella vida,
cortada
pelas
ingratidões
dos
homens,
o
mundo
cobrio-se
dos negros
crépes
de
pezado
luto
pelo
Auctor
da
natureza,
os
ho
mens
entrè-olharam-se
pasmados
ante
o
tristíssimo
espectaculo
da
mysteriosa
morte
de
um
Deus,
e
a
Virgem, ao afundir-se
nas
escurentadas
sombras
da
morte
aquelle
sol
esplendidissimo
de
virtudes
e
de
in-
nocencia,
sentiu
em
seu
alanceado
cora
ção
a
ultima
e
agudíssima
dôr
da
sua
'inconsolável
soledade!
N
’
aquelia
hora
de
profundíssima
tris
teza,
a
populaça
tripudiava
ao
redor da
Cruz,
Maria
derramava
copioso
e
amargo
pranto,
a
terra
estremecia
em
seus
fun
damentos,
o
sol
escurenlava
os
seus res
plendores, Jesus
morria
e
resgatava
alfirn
a
triste
humanidade!
E
as
dôres d
’
aquella
Mãe
amargura-
dissima,
profundas
como
o
oceano
e
amargas
como
as
suas
salsas
ondas,
con-
clamaram-n
’
a
—
Rainha
dos
Marlyres!
Que
era
o
mundo
antes
da
Cruz?
cadaver
pútrido,
exhalando
os
miasmas
da
corrupção,
da
,
miséria
e do
avilta
mento!
A
mulher,
desconsiderada,
apeada
do
throno
da
sua
dignidade
pessoal e
sem
pre
escrava submissa das
cruezas
do ho
mem,
nunca
foi reconhecida
por
elle
co
mo
a
inseparável
consorte
dos seus
des
tinos,
como
a
depositaria
da
sua
honra
e
como
a
alegria
intima
do
lar
domestico!
Em presença, porém,
da
Cruz,
ella
tornou-se
o
anjo
tutelar
da
familia, a
guarda
vigilante das alegrias domesticas,
tendo sempre
um
balsamo
para cada
dor,
um
conforto
para
cada desalento,
um con
selho
para
todas
as
desesperanças,
um
seio
para
todas
as
amarguras
e
um
co
ração
para todos
os aííectos!
A sua
alma,
educada
na
eschola
do
ca-
tholicismo,
protegida
pelos
braços da
Cruz
e
inspirada
pelo
exemplo
da
Mãe
de
Deus,
transfigura-se
em
celeste
medianeira
en
tre
a
terra
e
o
céu,
entre
a
crealura
e
o
Creador,
entre
o
finito
e
o
infinito!
Que
era
a
creança
no
mundo
d
’além
da
Cruz,
senão
tenro
arbusto,
que
o
vendaval
de
falsas
doutrinas
fazia
curvar
e
até
arrancar
na
sua
impetuosa
passa
gem?
que
destino
tinha
aquella
delicada
flor, que despontava, enfezada,
nos
jar
dins
da
Lacedemonia,
senão
o
de
ser
cru
elmente
cortada
pela
fouce
inexorável
de
barbaras leis?!
E o
escravo
o
que
era,
senão
a
hu
manidade
gemendo
acorrentada ao
esti
gma
da
maldição, que
pezava
sobre
ella?
que
direitos
-tinha
o
desgraçado,
que
nas
cia
servo,
a
não
ser
os
de
ser
vendi
do,
varado
ou
morto,
segundo
o
arbi
trário
capricho
de
seu
deshumano
senhor!
E
a
honestidade
de
costumes,
a racio-
nabilidade das
leis,
a
justiça
dos
codigos,
que
outra
cousa
eram,
senão
a immoralidade
vaidosa
e despejada,
que
reinava
entre
os
povos?!...
Mas
veio
a
Cruz,
e
com ella
proje-
ctou-se
luz
inlensissima
nas
escurentadas
trevas
d’
aquelle
profundo
cahos.
Assim
como
o
sol
nasce
para
todos
e
illumina
a
todos,
assim
também
Christo,
padecendo
a
mais ignominiosa
das mor
tes,
remiu
todos
os
homens,
nivelou
to
das as
classes, aproximou
todas
as
con
dições e uniu
todos
os
povos
sob
os
braços
sempre
abertos
da
sua
Cruz;
por
que
d’alli
é
que
no
solitário
deserto
da
existência
nos
chove
o
delicioso
manná
de
suaves
confortos
e
doces
consolações;
porque
da
Cruz
é
que
nasce
uma
torren
te
de
vivíssimas
esperanças,
que
nos
aca
lentam
a
vida até transpôr os
sombrios
áditos
da
eternidade!
E a mulher, protegida
pelo
christia-
nismo,
emancipa-se
do
aviltamento,
em
que
a prostrara
o
mundo
pagão;
as crean-
ças,
as
predileclas de
Jesus, são
as
olo
rosas
flores
da
innocencia
e
os
mimosos
lyrios da pureza,
que
desabrocham
á
som
bra
da
Cruz,
sem
os agudos
espinhos
do
peccado,
nem
as
maculas do
mundo;
o
escravo
torna-se
homem
livre,
e
o
seu
no
me
é
apenas
um
simples
som,
que não
tem
significação
alguma
nos
diccionarios
christãos;
os
costumes
purificam-se,
e
as
íeis inspiram-se da
santidade
da
Cruz
para
serem a
eterna
expressão
do
bem
e
do
justo!
Avé
Crux,
spes
unica!
E
’
,
portanto,
a
Cruz o
facto
mais
me
morando,
que
ficou para
sempre
gravado
na
pyramide
collossal
de
sessenta
sécu
los,
sobre
que
se
sustenta
a
historia de'
toda
a
humanidade!!
Braga
4 de
abril
de
1879.
Egydio
Azevedo.
EscandaHos deploráveis.
III
Para
o
libertino
consumado
não
ha
occasiões
nem
logares, que
entenda
dever
respeitar,
abstendo-se
da
praclica
de
seus
actos licenciosos.
g
’.?''?.
/'J
Para
elle
não
ha occtftião
ou
logar ve
nerando.
nem,
sagrado,
antes
parece
que
o
seu
espirito
de
devassidão
retina
nas
oc-
casiôes
mais serias,
durante
os
actos
mais
imponentes,
e
nos
logares
mais
vedados,
por
todos
os
litulos,
á satisfação
dos
seus
actos
vergonhosos.
Para
elle
não bastam
as
casas
da
or
gia
e
da
devassidão,
para
cujo estabele
cimento
ha
plena
liberdade
auctorisada
por lei,
nem
são
sufficienles
a
devassidão
da
sua
própria
casa,
*o.
theatro
desmora-
lisado
e desmoralisador,
os
cafés,
os
bo
tequins,
as
casas
de jogo e
outros mil
meios
de
que
dispõe
para saciar
seus
vicios hediondos.
Essa
onda
corrupta
de sélvagens
en
gravatados
creada,
n
’
uma
progressão
geo
métrica
ascendente,
pela
satanica
escho
la
dq liberalismo
que
domina
as
nações,
ha
muito que se não
contém
dentro
dos
limites
aponctados.
Faz-lhes
conta
a
casa
de
Deus,
esse
logar
imraensamente
augusto
e
tremendo,
onde
o
povo
christão
se
reune
para a
oração!
E
tanto
basta
para
que
nós
veja
mos
de
ha
níuito
as
solemnidades
mais
augustas do Christianismo
conspurcadas
sacrilegamente
por
uma
alluvião
de
indi
víduos,
sem
brio,
sem
vergonha,
sem
res
peito,
que practicam
em
pleno
templo
o
que
não
practicariam
em
muitos
outros
lugares,
que
não
tem o
cáracter
de
sa
grados,
sem
se
exporem
a
ser
expulsos
como
o
são
cães
immun
los.
Entenderam
esses
filhos
da
corrupção que
as
festivi
dades
e
mais
actos
do
culto
calholico
era
occasião
azada
para
satisfação
do
seu
viver
libertino
e
devasso e
tanto bastou
para
que
os
verdadeiros
christãos
tenham
de
ver
o
templo
sagrado
convertido
em
causa
occasional
de
scenas
abomináveis,
de con
versas
deshonestas,
de contínuos
olhares
lascivos
e
de
escândalos
emfim
que
a pen-
na
repugna
descrever!
Viram
que
a
casa
do
Senhor
lhes
po
dia
servir
de
velhacouto e
caverna
de
li
cença
e torpezas!
Foi
o
bastente
para
rou
barem
aos filhos
de
Deus
esse
azylo
san-
cto
consagrado
á
oração, á
penitencia
e
á
alegria
christã
e
onde
a
impureza
nun
ca
devera
penetrar.
Póde dizer-se
e
com
toda
a
verdade
que
já
nem os
templos
são
refugio
e
asylo
seguro,
antes
logar
muito
perigoso
para
a
innocencia,
naufragio dos bons
costumes,
e
as
solemnidades
religiosas
uma
cilada
á
virtude,
a
pureza
e
á
can
dura.
A revolução
tem
avassalado
tudo,
contaminado
tudo,
pervertido
tudo
até
o
interior
do
proprio
sancluario.
Já
não
resta
logar
sobre
a terra
onde
ella
não
impere
com absoluta
soberania!
Condoe-se,
horrorisa-se,
confrange-se
o
coração
ao
verdadeiro crente,
quando
vê
que
são
precisamente,
demais
a mais,
os
sagrados
Lausperennes
do
saneio
tempo
da
quaresma,
as
augustas
e
tremendas
funeções da Semana
Santa
e
todas as
grandes
solemnidades
religiosas
do
anno
as
occasiões
favoritas,
anceadas,
escolhi
das
e
procuradas
por
uma
horda
de
vam
piros
sacrílegos, que
as
deslustram,
pro
fanam e
maculam
horrivelmente
dentro
do templo, á
porta do
templo
e
nas
proxi
midades
do templo!
Que
lhes importa
o
logar
sagrado
onde
se
encontram?
Desde
este momento
solemne, aquella
Cruz,
pollula
de
aífrontas
e
de
ignomi
nias, mas purificada
pelo
precioso
sangue
de
Christo,
hasteou-se,
como
glorioso lá
baro
desfraldado
aos
encontrados
ventos
do
século,
e
ficou
sendo o eterno
monu
mento
da
nossa redempção;
e
nem
as
furiosas
tempestades mundanas,
nem
o
assolador
tufão
da impiedade,
nem
a
po
tente
alavanca
das
revoluções
jámais
aba
terão
este
famoso
marco
plantado
no
seio
da
sociedade,
redemida
pela
morte
do
Justo!
Ella ahi
está
arvorada
no
pináculo
dos
templos
a
desafiar
as
iras
das
potes
tades
da
terra
e a
ensinar-lhes
o
cami
nho
do
céu;
ella
ahi está,
erguendo-se
humilde por
entre
os
obscuros
mysterios
do
tumulo
e
projectando
benefica
sombra
sobre
as
.carcomidas
ossadas
dos
que
morreram
abraçados
a
ella,
para
indicar-
nos, a
união
do
tempo
com
a
eternidade
e symbolisar uma
intima
e
viçosa
espe
rança
na
gloria
celeste;
e
desde
o
pri
meiro
vagido
da
infancia até
ao
ultimo
gemido
da
decrepitude,
que
vae
echoar
na
lousa
sepulchral
e
retumbar
nas
ca
tacumbas
mortuárias,
a
Cruz«é
sempre
uma
terna
consolação,
um
salutar
balsamo
e
um
doce
allivio
para
as
tribulações
e
amarguras
de
nossa
alma!
O
sagrado
lenho
da
Cruz
foi
como que
a
mysteriosa
vara
de
Moysés,
que,
con-
culcando
e fendendo
o
rochedo
do
Calva-
rio,
fez
brotar
d
’
aquellas agrestes fragas
caudalosa
torrente
de virtudes,
graças
e
beneíicids,
em
que
todos
os
povos
leem
saciado
as
ardências
de
seus
corações
se
quiosos
de
vida
e
as constantes
aspira
ções
de
suas
almas,
de
ha
muito dese
josas
de
serem illuminadas
no
caminho
do
bem
pelas
esplendorosas
luzes
da
fé
christã!
Mas
a
Cruz, quer
seja
arvorada
nas
culminantes arestas
dos
templos,
quer
nos
relvosos cômoros
do
cemiterio,
nas
cumiadas
dos montes
ou
na
profundeza
dos
valles,
ella
é
e
será
sempre
a
bali
za
plantada
entre a
velha
civilisação
pa-
gãa,
que
se desconjuntou
em contacto
com
este
sagrado
madeiro,
e
a
nova
ci
vilisação,
argamassada
com as
lagrimas
e
com
o sangue
dos
marlyres,
protegida
pelas
benemerencias
da
redempção
e
abri
lhantada
pelos luminosos
esplendores da
religião
calholica!
0
vicio
hediondo
da
luxuria
suffocou
n
’
aquelles
-espíritos
estereis
e
áridos
-os
últimos
restos
do
sentimento
religioso.
Que
respeito
lhes
impõe
centenares
d
’
olhos
que
os
fitam,
conderonando
a
sua
audacia
e
desfaçatez?
N
’
aquelles espíritos
cynicos
varreu
de
ha
muito o
sentimento
do pudor
e
da
vergonha.
Que
temor
lhe
incutem
ou
que
re
ceio
e
reverencia
lhe
inspiram
os augus
tos
officios
divinos,
que
os ministros
de
Deus
estão
celebrando?
N’
aquelles
corações
materialisados,
per
vertidos
e
escravisados
pelas
vis
paixões
que
mais
degradam
e
aviltam
a
especie
humana, ha
só
o
culto da
carne:
alli
já não tem
sequer
guarida
o
remorso,
o
ultimo
amigo
do
homem!
Desgraçados!
Vós
transformaes
a
casa
de
Deus
em ante-camara
de
alcouces!
Vós
prohibis
a
entrada
na
casa
de Deus
a
muitos
christãos
que
a
Ella
deixam
de
ir
para
não
soffrerem
o
tormento
de
a
verem profanada!
Vós
escolheis
as au
gustas
solemnidades
da
Religião
Santa
de
Jesus
Christo,
para
violardes
n
’
um só
dia
e no
mesmo
logur
todos
os
preceitos
do
decálogo!
O
vosso crime
é
enorme!
Muito
deve
elle
pezar
na
balança
da
Justiça
Divina!
cautellas,
ainda
aos
proptios
empregados
d
’ella.
Isto
só
succede,
e
se
tolera
n’
uma
epoca
de
liberdade revolucionaria.
E
’
melhor
não
ordenar,
do
que
tran
sigir
com
os
refractarios,
e
provocar
o
desdena,
e
o
escarneo
publico,
permittin-
do,
impunemente,
que
os
justos precei
tos
da
auctoridade
sejam
postergados,
ainda
pelo
mais
desprezível
sevandija.
Ha
poucos
dias esteve-
quasi, quasi
para
haver
um
duello
entre
dous
legis
ladores.
Isto
define
a
situação,
a que
o
libera
lismo
tem
feito
descer
o
paiz.
O
legislador
devia
ser
o
primeiro
a
ciar
o
cumprimento
de todas
as
prescri-
pções
legaes;
è todavia
sabem
de
S.
Ben
to
exemplos,
que
mostram, á
luz de toda
evidencia,
que
os deputados,
e
pares
não
acatam
as
leis
do
paiz, sempre
que
o
egoismo,
ou
o
espirito
de
uma
falsa hon
ra
lhes
segreda
que
faz mister
atropellar
as
leis e reagir
contra os
dictames da
consciência.
O
duello
é
uma
oflfensa
palpitante
á
Religião,
e á
lei
civil;
e
comtudo,
ain
da
ha
poucos
dias dous
legisladores
fize
ram
dependente
do
simples
voto
de
al
guns
amigos
a
consummação
d
’aquelle
acto,
que
o
christianismo
véda,
e
con-
dernna,
a
lei
do
reino prohibe,
e
pune,
e o
simples
bom
senso
repelle,
e
stygma-
tisal
Só
porque
quatro,
ou
seis
juízes dis
seram
que
não
havia
motivo
plausível
pa
ra
o
duello, os
dous
legisladores
se
abs
tiveram
de
entregar
a
resolução
do
plei
to
á ponta
de
um
florete,
ou
á
eloquen
te voz
de
um
rewolver.
E
isto
tolera-se,
e
isto
applaude-se
n’
um paiz,
que
se
diz
civilisado!
Mas
tolera-se,
applaude-se,
meu
caro
amigo;
porque
vivemos
em
pleno
dominio
liberal;
porque
ha
no
paiz
uma
dynastia,
que
reina,
e
não
governa,
ou antes,
por
que
é
de gelo,
porque
é
de
mármore
diante
de
tamanho
desprezo
das
leis,
de
tamanha
irrisão
dos
conselhos
da
moral,
de tamanho
desprezo
dos
preceitos
da
Re
ligião do
Estado.
E
tudo
isto assim irá,
meu
amigo,
até
que a
caravelha
da
paciência
publi
ca rebente, e
se
enxote
do poder
quem
o
exerce
para
oppressão,
e
ludibrio
do
paiz.
O
liberalismo
tem
um
pezo incalculá
vel
de
responsabilidade
sobre
os
hombros,
o
povo, porém,
que
o
soffre,
o
povo,
que
se
subjeita
a tanta,
e
tamanha
igno
minia,
não
é
menos
culposo.
Domingo
sepultou-se
no cemiterio
Orien
tal
d
’
esta cidade
o
cadaver
de um
suici
da,
com
toda
pompa,
e ceremonial
fú
nebre!
Os nossos
espíritos
fortes
defen
dem
o
enterro
do
suicida
sem
a
minima
differença
do
que
morre
no
grémio
da
Egreja,
porque,
dizem
elles,
ninguém
se
mata
sem
estar
demente.
Mas
o
infe
liz
mancebo,
que
se
suicidou
no
sabba-
do,
deixou
um
bilhete,
que
mostra
que
ia
commetter
o
crime,
conscio
de
que
praticaria
um
acto
altamente
reprehensi-
vel;
pois
pedia
perdão
d
’elle a
sua
po
bre
mãe,
aos
parentes, e
amigos.
Mas,
se
elles,
os materialistas
não
es
tivessem
em erro,
necessariamente
a
Egre
ja
seria injusta,
o
que é
inacceitavel.
Ella,
prohibe o enterro
do
suicida
em
se
pultura
sagrada,
é
porque entende
que
nem
todos
os
suicidas
estão loucos
quan
do
attentam
contra os
seus
dias.
O
ma
terialismo,
porém,
pronuncia-se contra
a
determinação
da Egreja,
o
que
não
ad
mira,
de
certo, embora
seja
revoltante
que
haja
parochos, que
contemporisem
com
os
inimigos
do catholicismo,
e
pa
reçam
secundar
o
erro
da
escola
impia.
Isto
anda tudo
torto,
e não
se
endi
reitará,
certamente,
sem
uma reforma
ra
dical.
E
’ esta
a
opinião
do
Vosso
obscuro correspondente
A.
J
iwnr ............... ■■■■.rr.n.m.m.nrwwm
a
riíw»,.
CHRONICA
ESTRANGEIRA
f.iHbon,
8 de abril dè
(Do
nosso correspondente).
A’
manhã,
como
sabeis,
é
dia
de
gala
nos
arraiaes
da
legitimidade,
pois
faz
an
nos
a
augusta,
e
virtuosa
Viuva
do
Se
nhor Dom
Miguel
I,
que
Deus
haja
em
sua
sncta gloria.
Não
haverá,
noereino,
demonstrações
officiaes de jubilo; haverá,
porém,
as
preces
de myriadas
de legitimistas
para
que
Deus
«conserve
a
vida,
e abra
as
portas
da
patria
á
illustre
Mãe
do
nobre
Príncipe
herdeiro
dos
incontestáveis
direi
tos
do
Rei
mais
popular,
que
tem
tido
o
paiz.
Eu,
que
sou
um dos
porluguezes
mais
obrigados
á Rainha Viuva,
saudo
com
o
enthusiasmo,
que
as
finezas,
e
os
bene
fícios recebidos
inspiram
aos
ânimos
real
mente
gratos, a
aurora
do dia
tres
de
abril,
fazendo
coro
com a grande
maio
ria
d
’esta
nação,
ávida
de manifestar
livremente
os sentimentos, que
nutre,
de
respeitosa
affeição
pela
dynastia
legitima.
Tem
estado
gravemente
enfermo
An-
tonio
Rodrigues
Sampaio.
Na
edade
de,
elle,
septenta
e
quatro
annos,
não
foi,
certamente,
mui
auspicioso
o
annuncio.
Todavia,
está
melhor.
Deus
o restabeleça
Pegou
na
pasta
do
reino
o Fontes,
o
pae
das
ancias,
o
faz
tudo
da
epoca,
o
remedio
prompto para
toda
doença,
senq
ser
nenhum
Santo
Antonio.
Os
antigos
deputados
hespanhoes, re
publicanos,
publicáram
um
manifesto,
em
numero
de
cento
e
vinte,
tendente
a
dis
suadir o
povo
de
entrar
no
campo
elei
toral,
visto
não
haver
lá
liber
fade de acção,
graças
á
suavidade
do
governo do
Af-
fonso.
Elles
querem
o
suffragio
universal,
e
a liberdade
da
imprensa
sem
a
minima
peia,
o
que
de
certo
não
agrada
ao
af-
fonsismo,
de
cujo espirito
de tolerância,
e
amor
da
liberdade
é
symbolo
o
actua
presidente
do
ministério
o
invencível
Mar-
tinez
Campos,
o
arbitro,
hoje,
dos
des
tinos
do
reino
visinho,
victima,
como
nós,
lia
muitos
annos do despotismo
li
beral.
Falleceu
Antonio
de Cabêdo,
filho
do
defuncto
visconde
do
Zambujal.
Está,
pois,
de
luto
o
representante
da
referida
casa
titular,
Jorge
de Cabê
do,
um
dos
mancebos
fieis
á
causa
da
legitimidade,
e escriptor
de
mui
bom
nome.
Espera-se
aqui
s. alteza
real
o
duque
de
Connaught,
sob
o
mais rigoroso in
cógnito.
Dizem-me
que
se
demorará
pou
co.
Na
allandega
recebeu-se
ordem
para
que
se
não
toque
na bagagem
d
’
aquella
alta
personagem.
Se
fôra
qualquer
sim
ples
mortal,
que
se
lembrasse
de
trazer
meia caixa
de
charutos
para
seu
uso,
ficava
necessariamente
sem
elles,
ou
pa-
gal-os-ia
por
bom
dinheiro.
Espirito
de egualdade
e
de
indepen
dência
liberal.
Continúa
a
suprema
auctoridade
ad
ministrativa
d
’
este
districto a
manifestar
que
não
tem
força
para
vencer o
illicito
commercio
das
loterias
hespanholas,
pois
os
cambistas,
zombando
da policia,
con
tinuam
a
vender
livremente
bilhetes
e
O facto mais
importante
é
o regresso
da
camara
a
Paris,
que
o
telegraplio
aca-
aa
de
nos annunciar
ter
sido
votado
no
senado
por
157
votos
contra
126.
Este regresso
coincide
perfeitamente
com
o
regresso
dos
communardos,
e
com-
pletam-se um
ao
outro.
Esperava-se
que
o
ministério procuras
se
apenas
obter
que
o
art.
9.°
da
Con
stituição,
o
qual
fixa
as
reuniões das
ca-
maras
em
Versalhes,
fosse
retirado,
e
que
aquellas
reuniões
tivessem
logar
ou
em
Versalhes
ou
em
Paris, segundo as
cir-
cumstancias
o
pedissem,
sendo
ao
mesmo
letnpo
estabelecido
que
as
reuniões
do
Congresso
só
podem
ser
feitas
em
Ver
salhes.
A
republica
vae
pois
afrouxando
o
ministério,
em
quanto
sobem
os
commu-
nistas.
Veremos
o
que
resulta
d’
esta
ques
tão.
O
illustre
episcopado
francez,
.
seguido
do
seu
zelosissimo
clero, tem
protestado
digna
e
energicamente contra
o
odioso
projecto
de
Julio
Ferry,
concernente
ao
ensino.
Entre
outras
representações,
foram
di
rigidas
aos deputados
e
senadores
duas
importantíssimas,
uma
lavrada
em
Angers
por cinco
bispos e um arcebispo,
e
outra
em
Paris
por
quatro
bispos,
tendo
á
sua
frente
o
cardeal
Bonnechoze,
arcebispo
de
Rouen.
Uns
cincoenta deputados
da
esquerda
apresentaram
um
projecto
de
lei
prescre
vendo
uma
investidura
nova
a
todos
os
magistrados
e
de
todos os graus,
sendo
transferidos
ou
demittidos
os
que
se
re
cusarem.
Em
que
cahos
está
o
pobre
paiz
da
França
!
—
Na
Rússia
foi commettido
um
novo
assassinato
político,
perpretrado
pelos
nihi-
listas, e
cujo auctor, como
sempre,
ainda
não foi
descuberto.
—
As camaras
de
Berlim
approvaratn
a
moção
apresentada
por
um
deputado
afim
de
ser
creada
uma
administração
autonoma
na Alsacia-Lorena.
—
Não
ha
noticias positivas
sobre
a
questão
do
Alghanistan.
As
partes
telegraphicas
são
contradi-
ctorias.
Um
despacho
de
Calcutá
publica
do
no
«Slandad»,
diz
que
tendo
o
major
Cavagnari
informado
o
vice-rei
das
índias
inglezas
do
mau
resultado
das
negociações
com
Yakob-Khan,
elle
ordenára
que
as
fôrças
inglezas
marchassem
immedialamen-
te
sobre
Caboul.
Noticias
de Londres
dizem,
porém,
que
as
negociações
continuam,
e que o
snr.
Northcote
declarou ser
inexacto
o
que
se
afiirma
n
’
aquelle
despacho.
—
O governo
ottomano
consente na
occupação
mixta
da
Roumelia no
intuito
de
desviar
de
si
qualquer
responsabilidade
pelos
confiictos
que
se
receiam.
De
Pa
ris
noticiam que
as potências
concordam
n
’
essa
occupação,
mas
que
a
França
não
tomará
parte
n
’ella
e
que
o chefe do
ga
binete
proporá
um novo
traçado
de
fron
teiras
que
a
Porta
poderá
acceitar.
Os negocios
da
Bulgaria
caminham
lentamente,
e
a Rússia,
declarando-se
disposta
a
executar
o
tractado
de Berlim
na
sua lettra
e
no
seu espirito, cada
dia
imagina
novos
motivos
para
espaçar
esta
execução
definitiva.
SECCÃO
CÓJimCIAL
o
A
instrucção,
o
commeicio
e
as
artes
—
Preço
fixo
—
Caixeiros
—
Fallencias
e suas
causas
—
Associações
commerciaes
e
servi
ços
que
podem
prestar.
(ConclusãoJ
Se
comparássemos
o
numero
de fal
lencias
que
se
davam
ha 30.
ou
40
an
nos
com
as
que
hoje se dão,
havjamos
de
vêr
com
magoa
que
estas
excedem
muito
na
proporção
de
outros
tempos;
embora
haja
um
triplicado
numero
de
es
tabelecimentos
a
maior,
infelizmente,
a
causa
de
numerosas
quebras não são
mui
tas
vezes o
prejuiso
soffrido
pelo
commer-
ciante,
mas
o
pouco
tacto,
a
incúria,
quando além
d
’
isto não
concorre
o
luxo
demasiado,
que
é a maior
praga
do
nosso
tempo.
Lamentamos
devéras
tantas
fallencias
que
temos
visto,
como
lamentamos
tam
bém
que
a
sociedade
actual
tenha
em
pouca
conta
o
cómmerciante
honrado,
que
se
vê
obrigado
até
a
mendigar,
quando
a
fortuna
o
abate Aquelle
que
sem
pre
seguiu
o
caminho
da
honra,
queria-
mos
vêl-o
levantado
á
altura
a
que ti
nha
chegado,
como
também
queriamos
vêr
rigorosamente punido
aquelle
cuja
fraude
fosse
reconhecida.
A
crise
de
1866 fez
cair
algumas
ca
sas.
Não duvidamos
que
ellas
por
cir-
cumstancias imprevistas se
vissem
na
ne
cessidade
de
fazer ponto;
mas
o
que
é
certo
é
que
examinada
a
escripturação,
n
’ella
se
encontraram
notáveis
irregulari
dades,
essas
porém
era
prejuiso
dos
cre
dores.
Mas
no
meio
de
tudo
isto
temos
visto
homens
honrados
e probos,
que
não sub
traíram
um
alfinete
das
casas
que
diri
giam,
entregarem
tudo
e
ficarem
pobres.
Ê
qual
é o
prémio
que
a
sociedade
lhes
confere?
Apenas
alguém
que
abriga
um
senti
mento
nobre
diz,
quando elle
passa:
«Eis
um
homem
de
bem».
Mas
a
outra
so
ciedade
corrompida,
que
é
a
maior,
diz:
«
Aquelle
não
soube
arranjar-es»
.
O
que
soube arranjar-se,
passea
na
praça,
fuma
charuto,
é
socio
da
Assem
bleia,
vae
ao
theatro,
tem
carro
e
caval-
los,
os
salões
abrem-se-lhe
de
par
em
par,
as
filhas
dançam,
os
filhos
jogam,
a
mulher
falia
de
tuodas, manda
vir
cha
péus
de
Pariz
directamente
para
si,
ba
nha-se
em
leite
divino e
tinge o
cabello
com
agoa
circassiana.
O
outro,
esse
esconde-se
no
seu po
bre
albergue,
não
entra
nos salões,
por
que,
como
disse
Viclor-Hugo,
tem
as
bo
tas sujas,
embora
tenha
a
consciência
limpa.
As
associações
commerciaes,
fazemos-
lhes
justiça,
prestam
valiosos
soccorros
aos
commerciantes
pobres
e
ás
suas
viuvas;
pódem'
porém
,
fazer
muito
mais,
se
para
isso
empregarem
os
meios.
O
cómmerciante, afeito
a ganhar
o
pão
pelo
trabalho, não
póde
receber
a
esmo
la
que
lhe
offerece
a
associação,
sem
a
chorar
;
porque
lhe
amarga
o
pão
que
com
ella
vae
comprar.
A ociosidade
não
nasceu
para
elle
;
mas
elle
não
sabe
nenhum trabalho
ma
nual,
nem
se
acha
em
edade
de o
apren
der;
e
se
não
puder
obter
um
emprego
em
qualquer repartição, como
ganhar
0
pão
para
sua
familia?
Mas
as associações commerciaes
uão
teem capital
para
o fornecer
a
um
nego
ciante
fallido
afim
de
se
estabelecer.
Não
teem;
mas
pódem
tel-o,
como
vamos
de
monstrar,
e
o
negociante
fallido
com
hon
ra
é digno
da
prolecção
de
seus colle-
gas.
.
.
Soppunhamos
que
uma
associaçao
corn-
mercial,
em
logar
de
exigir
uma
presta
ção
mensal
de
seus
socios, afim
de
com
tal producto succorrer
os
necessitados,
os
filhos
e
as
viuvas
d
’
estes,
exige
o
dobro
do
capital correspondente
a
essas
presta
ções
ao juro de
6
p.
c.
Uir.
socio
paga
va, por
exemplo, 6
mil reis
annuaes,
dei
xava
de
os
pagar,
entrava
para
a
caixa
coro 200 mil
reis,
e
d’
esles
podia
rece
ber
de juro 6
mil
reis
annuaes,
sendo
os
outros
seis
para
pagamento
da
sua
pre
stação
annual.
Assim
a caixa
ierip
alguns
contos de
reis,
e quando
algum
dos
socios,
cuja
honradez
e
probidade
fosse
incontestável,
chegasse
a
iallir,
a
associação
lhe
pre
staria
os
meios
para
tornar
a estabele
cer-se.
Mas
dirão:—
Quem
garantiria
esse
ca
pital
fornecido
ao
negociante
fallido?
A
honra
e
a probidade
não
são
ba
stante
segurança
;
póde
fallir segunda
vez
e..
‘
.
Póde,
e n’isso concordamos;
mas
tam
bém
uma
lei
do
Estado
póde
privilegiar
esse
capital,
fornecido
para
tão
santo fim,
por
8
ou
10
annos,
com
diminuto
juro.
Talvez isto pareça
uma
utopia;
mas
nós cremos
piamente
que
havia
de
dar
bom
resultado:
.e
os
commerciantes
e
in~
dustriaes
honrados,
probos
e
honestos
aben
çoariam
tal
auxilio,
e
não
lhes amargaria
o pão, porque
o
ganhariam
cora o
seu
trabalho;
que
o
esmolado,
para
os
aman
tes
do
trabalho,
escalda maib
que
o
absyn-
tho.
Outro
serviço
não
menos
valioso,
po
diam
prestar
ainda.
Ahi
estão,
com es
cândalo
da
moral
publica,
essas
casas
que
dão
dinheiro sobre
penhores,
levando
al
gumas
mais
de
20
por
cento
de
juro.
Em
uma
crise
de
trabalho,
como
a
que
se
deu no
ultimo inverno,
muitos
artistas
lá
foram
levar
a
capa
ou
as
argolas da
esposa.
Não
poderemos
todos
concorrer
para
formar
um
capital, não
com a
mira
no
avultado
lucro,
mas
com
o
fim
de soc-
correr
os
necessitados,
levando
sómente
o juro
de 5
ou
6
p.
c.,
derrotando
d
’
es-
la
sorte
os
avarentos
e
usurários,
que,
pa
recidos
cora
o
porco,
só
teem
préstimo
depois
de
mortos?
Sabemos
que
não
é
licito
em
boa
con
sciência
dar
dinheiro
sobre
penhores,
le
vando
juro,
porque
o
indivíduo
fica
pri
vado
de
um
objecto que lhe
póde
ser
util;
mas não
vêmos
outro
meio
de re
mediar
tão
grande
mal.
As
necessidades
são
muitas; e
a
necessidade
não
terti
lei.
N
’estas
poucas
linhas
expuzemos
algu
mas ideias que
nos
affluiram
ao
correr
(la penna,
e
oxalá
podessemos
com ellas
incitar
o
commerciante,
o
industrial
e
o
artista
a honrar
o
posto
em
quç
está
col-
locado,
lendo'
por
seu
guia
a
honra
e
pro
bidade
—tão raras
hoje
em
dia.
Chroniea religiosa.
-Expõe-se
ho
je
o
Sagrado
Lausperenne
em
S.
Vicente.
A
’
manhã,
domingo:
—
Bênção
e
procis
são
de
Ramos
na
Sé,
e
no
Bom
Jesus
do
Monte,
onde
ha
Exposição
do
Santissimo,
e
também
no
Salvador. De tarde procis
são
do
Rozario
na
Sé,
e
(las
Dôres nos
Congregados.
Segunda-feira,
7:
—
Expõe-se
o
Sagrado
Lausperenne
no
Populo.
Fasta
das Dores,—
Teve
hontem
lo
gar
no
tnagestoso
templo
dos
Congregado»
a
pomposa
festa
de
N.
Senhora
das
Do
res.
Cantoti-se
de
manhã
a
grande missa
do
maestro
Anlonio
Joaquim
Nunes
e
de
tarde,
precedendo
o
sermão,
o Slabat
Maler
de
Rossini.
Seguiu-se
o
Tanlum
ergo.
O
templo
achava-se
decorado
deslum
brantemente,
como ainda
não
vimos
n
’
es-
ta
cidade,
e
a
orehestra
desempenhou
per-
feitamenle.
t
Reiição
solemne dos Btnmos.—
Amanhã
também
terá logar
esta
ceremo-
nia
religiosa
na
egreja
do
convento
dos
Remedios,
d
’
esla
cidade.
E’se!«ree«mento.
—
Na
local inserta
no
n0 916
d
’este
jornal,
que
tem
por
epi-
graphe=Sirva-lhe
de
licção=,
onde se
relata
o
julgamento
do
revd.ra
'
3
padre
Francisco
José
Lopes,
que
teve
logar no
dia 26 do
findo
mez
de
março
no
tribu
nal
judicial
d’
esta
cidade,
ao
appreciar-
mos
a
maneira
porque se
houve
o
advo
gado
da
accusação,
não
tivemos
*a
inten
ção de censurar o digno
delegado
do
procurador
regio,
que
cumpriu
a
sua
missão
em
harmonia
com
os
deveres que
lhe
impõem
as
leis
do
paiz;
mas
sim
plesmente estranhar
que
o snr. advogado
da
accusação,
que
o
reu
teve, como
se
não
bastasse
o representante
do
ministé
rio publico, mellesse
a
foice em
seara
alheia,
como
alli dêmos
a
entender.
Fazemos
esta declaração,
não porque
directa
ou
indirectamenle
tivéssemos
re
cebido
a
minima
reclamação
do
exc.mo
snr.
delegado
do
procurador
regio;
mas
porque,
tendo-nos
aiguem
observado
que
eram
algum
tanto
equívocos
os
dizeres
da
referida local e
timbrando
nós
em
res
peitar
os
magistrados
dignos
e
Íntegros,
como
o
representante
do
ministério
pu
blico
d’
esle
juizo,
entendemos
dever
des
fazer
assim
quaesquer
interpretações
menos
favoráveis
que
as
nossas
palavras
pudes
sem suscitar,
atraiçoando-nos
a
intenção,
com
que
escrevemos.
Hecem-nascídos. —
Appareceram
abandonados
dois recem-nascidos, um na
rua
do
Carvalhal
e outro na
Congosta
dos
Congregados.
Nestes
últimos
tempos
leem-se repe
lido
com
grande
frequência
estes
crimes
abomináveis.
Que
tempos
!
Falieeimento.—
Falleceu
a
snr.
a
D.
Francisca
Aguiar,
tia
do snr.
padre Ma
noel
Aguiar,
sacerdote
illuslrado
e
bem-
quisto.
Os
nossos
pezames.
ffhritsão.—
Foi
prezo
e
deu
entrada
nas
cadeias d’esta
cidade,
José
Francisco
da
Costa,
da
freguezia
de
S
Paio
de
Mei-
xieiro,
que
ha
dias
conseguiu
penetrar
no
escriptorio
da
Companhia
Edificadora,
com
o
fim
de
roubar,
o
que
não
poude
conse
guir.
Dtrnça.—
Tem
passado
incommodado
de
saude
o
nosso
excellente
collega
do
«Conimbricense»,
o snr.
Joaquim
Martins-
de
Carvalho.
Desejamos-lhe
rapidas
e
com
pletas
melhoras.
Uaviiuento do Hospital de S.
Marcos.—
Doentes
existentes
em
23
de
março:
87
homens
e
113
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
29
homens
e
30
mulheres.
Sahiram:
24-
homens
e
12
mulheres.
Falleceram:
2
homens
e
I
mulher.
Ficaram
em
tratamento
em
29
de
março
90
homens
e
130
mulheres.
iteavea
da provineia.—
Segundo
o
ultimo
recenseamento
gera' da
popula
ção,
do
districto
de
Vianna,
é
de 212:580
almas,
a
população
d
’aquélla
cidade é
9:249
habitantes,
sendo 3:583
da
fre
guezia
de
Monserrate,
e
5:664
de
Santa
Maria
Maior.
— Falleceu
era
Vianna
do
Castello,
a
sr.a
D.
Rosa
Antunes
Vianna,
irmã
e
cunhada
dos
snrs.
José
Antunes
Vianna e Affonso
Antonio
Ribeiro.
—
A
camara
municipal
do
concelho
de
Villa
Verde,
pediu
auctorisação
para
lan
çar
um imposto
sobre
o
barro extraído
da
barreira
d
’aquelle
concelho.
—
A camara
municipal
de
Guimarães,
dirigiu
ao
governo
duas
representações,
pedindo
n’
uma
que,
na
reforma
do
ser
viço da
contrastaria,
sejam
conservados
os
contrastes
d
’
ouro
e
prata
d
’
aquella
cidade,
attendendo
á
importância
da
in
dustria
d
’
curivesaria
que
ha
n
’
ella,
e
n
’
outra
que
lhe
seja,
concedido
o
con
vento
de
Santa
Clara,
depois
do
falleci
mento
das religiosas
alli existentes,
para
n
’
elle
estabelecer
os
tribunaes
e repartições
publicas
do
concelho.
—
Deve
ter
logar
ámanhã
em
Guima
rães
a
procissão
de
Passos,
que
no
pas
sado dotningo
não
poude
sair
por
causa
do
mau
tempo.
—O
intendente
de
pecuaria
do
dislri-
clo
de
Vianna,
partiu
para
os
Arcos
do
Valle
do
Vez,
a
fim
de
inspeccionar
al
guns
vinhedos
d’
aquelle
concelho,
onde
se
suspeita
ter
apparecido
a
devastadora
phy-
lorera.
ExposiçSo
de vinltos
porttigiie-
ze«.
—
Recebemos
o
Programma
para
a
exposição
de vinhos
portuguezes,
que
se
deve
realisar
no
Palacio
de
Chryslal
Por
tuense,
nos
dia
5
a
12
d
’outubro
de
1879.
Acompanhava-o
a
seguinte
carta,
para
a
qual
chamamos
a
altenção
dos
viticul
tores:
«A
Commissão
Executiva da
Exposi
ção
de
Vinhos,
creada
pela
Sociedade
do
Palacio
de Chrystal
Portuense,
d
’
accordo
com
a
Direcção
da
mesma
Sociedade,
compenetrada do
quanto
se
interessa
pelo
desenvolvimento
da
riqueza
publica,
e
es
pecialmente
pelo
da
Viticultura
Portugue
za,
principal ramo d’aquella
riqueza,
tem
a honra
de
remetter
a
v.
o
programma
para
a próxima
Exposição,
que
deve
ter
logar
em
5
d
’
outubro
proximo.
Conscios
do
patriotismo que
anima
a
todos
os lavradores e
commerciantes
a
concorrerem
a tão
importante
certamen
que
deve tornar
conhecidos
os
Vinhos
Portuguezes;
pois
que
produzindo
o
nosso
paiz
variadíssimas qualidades
que
pódem
competir
com
os
de
todas
as
regiões
vi
tícolas
do
mundo,
são na
maior
parte
desconhecidos
no
nosso
paiz;
torna-se
por
isso
necessário
dar
toda a
publicidade a
a
tão
importante acontecimento.
E
como
a
imprensa é
o
apostolo
do
progresso
e
da
publicidade,
ninguém
me
lhor
póde auxiliar
o
nosso
empenho,
se
v.
se dignar tornar
bem
públicos os
be
nefícios
que
d
’
estas
explendidas
pugnas
resultam
para
a
lavoura,
commercio
e
paiz,
pelo
conhecimento
dos
nossos productos,
do
que
resultará
a
creação
de
vários
mer
cados,
para
os
productos
até
aqui
não
conhecidos,
e
pelos
prémios
que
os
ex
positores
pódem
conquistar.
N
’
este
intento
rogamos
a
v.
a
fineza
de
tornar
bem
conhecida
a
projeclada
ex
posição
pelo
que
o
paiz
lhe
ficará
de-
véras
reconhQstóò.
—
Deus
guarde a v.
—
Porto
e
Palacio
de
Chrystal,
15
de março
de 1879.—Henrique
A.
Pereira
da
Silva,
Secretario
da Commissão
de Vinhos
no
Palacio de
Chrystal.»
Portngueze»
fallechlas.
—
Desde
28
de fevereiro a
9
de março
falleceram
no
Rio
de
Janeiro,
os
seguintes
súbditos
por
tuguezes:
Affonso
Alves
Carneiro,
21
annos,
sol
teiro;
Joaquim
Teixeira
dos
Santos,
18
s.;
José Antonio
Fernandes
Lima,
31
s.;
Manoel
Joaquim
Rodrigues,
20
s.;
Manoel
José
Pinto
Tavares, 55 c.;
Maria Claudi-
na
de Vasconcellos,
70
c.;
João
José
da
Costa,
48
v.;
Adão Pinto. 43
c
;
Albi
no
José
Teixeira,
50
c.;
Justino
José de
Abreu,
49
v.;
Thomaz
Paiva
da
Camara,
65
c.;
Joaquim
Alves,
26
s.;
José
Ro
drigues
da
Silva,
26
s.;
Francisco
Jaen-
ta
de
Simas,
36
c.;
Rosa
de Jesus,
26
s.;
Manoel
José
de
Sousa
Costa.
67
v.;
Maximiano
José
Marques,
50
c.;
Delfina
Maria
de
Jesus, 50
s.;
Manoel
Gomes
de
Oliveira,
22
s.;
Antonio
Alves
de
Brito,
18
s.;
Manoel
Gomes,
18
s.;
José
Pinto
de
Andrade,
26
c.;
José
de
Sousa Go
mes,
38 c.;
José
Custodio
Alves Perei
ra,
69 c.;
Francisco
José
Soares,
29
s.;
Joaquim
José
de
Sousa
Lisboa,
4b
s.,
Maria
da
Conceição,
19 s.;
Joaquim
Car
doso,
35
c.;
Luiz
Maria
Beilo,
40
c.;
Ja-
cintho
Soares
de
Figueiredo,
32
c
;
José
Maria
dos
Santos,
29
s.;
José Veríssimo
Pereira, 75
v.;
Gaspar
Homem
da
Silvei
ra,
39
c.; Antonio
Marinho
da
Silva,
52
c.;
Nathalia
Francisca
de
Sousa,
52
c
;
Narciso Alves
de
Azevedo, 25
s.;
Laurin-
da
José
Brum, 19
s.;
José
Antonio
Pe
reira,
23
s.;
Leonardo
José,
21
s.;
Joa
quim Martins,
27
s.;
Ricardina
Alves
da
Conceição,
29
s.;
Francisco
Lector, 20
s.;
Manoel
José
Rodrigues,
33
s.;
Adrião
Fer
nandes
de Moura,
33
c.;
Antonio
de
Oli
veira
Xavier,
43
s.;
Anlonio
da
Cunha,
50.;
Januaria
Teixeira da
Rocha, 32
c.;
Francisco
Pinto
Madureira,
32
c.;
Domin
gos
Francisco
de
Oliveira,
48;
José da
Costa
Virtuoso
Júnior,
27
s.;
Joaquim
José
Vieira,
55
v.;
Ignacia
Eugenia da
Silva,
68
v.;
Antonio
José
da
Silva, 24
s.; Joaquim
José
de
Souza
Adão,
59
v,;
José
da
Costa
Pereira,
35
c.;
Simão
Mar-
cellino
Fragoso,
79
c.;
José
da
Silva,
27
c.;
José
Gonçalves
Malha,
11;
José
An
tonio,
19
s.;
José
Manoel'Alves,
61
c.;
Joaquim
Gonçalves
Torta, 18
s.;
José
Joaquim
da
Silva Telles,
42
v.;
Joaquim
Vieira
Pedro, 48 c.;
Joaquim
Pedro
Lou-
renço,
60 s.
A
’
caridade publica.—
Recommen-
damos
muito
e
muito
ás
pessoas
carita
tivas
Leonardo
da
Silva
Guimarães. ()
seu
estado
de
penúria
é
extremamenle
dolo
roso.
Pedimos
que
pelo
amor
de
Deus,
se
lembrem
de o
soccorrer.
Mora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
24.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia dramatica portu
gueza
Domingo
6
de
abril.
RECITA
EXTRAORDINÁRIA
O
drama
em
3
actos
e
11
quadros
SANTA CECÍLIA
Principia
ás
8
horas.
HECLAMOS
SA®
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
bs
ir Aiza s ei È as
IjtJ BARRY
de
Londres.
3í9
aíinos «IPinvariavcl HnceMM
3
Combatendo as
indigestões
(despe-
psias)
gastrica,
gastralgia,
ílegma,
ar
rotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nanseas,
vomitos,
irritações
inles-
tinaes,
bexigas,
diarrea,
dizenteria,
cólicas,
tosse, athsma,falta
de
respiração,
oppressão,
congestões, mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as desordens no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchios, da
bexi
ga,
do
fígado,
dos
rins,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85.000
coras entre
as
quaes
contam-se
a do du
que
de
Pluskow, da exm.a
snr.
a marque-
za
de
Brehan,
de Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’
itiglaterra,
do
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°65:31í.
—
Vervant,
28
de mar
ço
de
1866.—
Senhor.
—
-Bendito
seja
Deus!
a
sua Hevalescière
salvou-me
a
vida*
O
meu
temperamento,
naluralmete
fraco,
estaVa
arruinado
em
consequência
de um-
horrivtd
dispepsia
que
durava ha oito
an
nos, tratado
sem resultado
algum
lavoras
vel.pelo?
médicos,
declaravam
que
álguna
mezes
de
vida
me
restariam,
quaodo
a
eminente
virtude
da
sua
Revalescière
me
restituiu
a
saude.
—
A. B
runeliéiie
,
cura.
Cura n.°
45:270.
—
Tisica.
—
M.
Ro-
berts,
d’
uma
constipação
pulmonar com
tos«e,
vomotos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n.°
74:442.—
Courraes,
por
Ven
ce
(Alpes-Maritimos),
julho
de
1871.
—
«De
pois
que fiz
uso
da
sua
beoefica
Ileva-
leiseière,
sinto
novo
vigor;
a
laryngite
de
que
soffro
ha
dois
annos
tende
a
desap-
parecer
assim
como
os
incommodos
que
sentia
em
todos
os
membros.
E
’
seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economira
cincoenla
vezes
o
seu
preço
era
remedios. —
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
500
; de
‘
/
s
kilo
800
rs
;
de
uib
kilo,
1^400
reis;
de 2 </, kilos,
3^200
reis;
de
6
ki
los,
6^400;
e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoilos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
çhocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière ehosulataáa ;
ella
resi-
titue
o appettite,
digestão, sotnno, energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne-,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó.
e
em paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800 réis;
de
48
chavenas,
l$400
;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25 reis
cad&
chávena.
MU
ÍJA8BY C.’ LI.TIITED. —
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmâceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central;
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—Far-
««»,
J.
de
Sousa
Ferreira
& Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE DOURO E
MI-
NH0.=Aveiro,
F. E.
da
Luz e
Costa,
pharm.
—
58arc«lio«,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Bmg»,
Domingos
J.
V.
.Machado,
drog.,
praça Municipal, 17
—
Antonio A. Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto.—Viasaaa. A?»
Cas-
íelío,
Affonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
Guimarães,
A. J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J. da
Silva,
drog..
Rua da
Rainha,
29
e
33.
—
Feaaktte»,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227.—
Poute
rfo
lii-
m»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa
«Sn Varzim, P.
Machado
de
Oliveira,
pbarma.
—
Valença do .VIinhe,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
ds»
Condo,
A.
L.
Maia Torr
s
pharm.
ÀfiliDZSiMSlím
Andreza
da
Cosia Bezerra
Braga
(au-
zente),
Rosa das
Neves
Simões,
There-
za
de
Jesus
Simões.
Joaquina
Simões,
Ma-
riaSimões, José
Simões
Braga
(auzenle),
Ma
noel
Simões
Braga.
José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro, e
João
Trindade
de
Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
fallecida
Anlonia
Ma
ria
Simões, não
o
podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem
por
este
meio a todas
as
pe-soas
da
sua
amisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes
fizeram, acompanhan
do,
da
sua
casa á
egreja,
e cemiterio, o
corpo
de
sua
sempre
presada
mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
todos
os
que
lhes de
ram
seus
sentidos
pezames,
confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março
de
1879.
(2316;
ANNUNCIOS
D. Adrianna
Rosa
de
Mello,
residente
na
rua
d
’Oliyeira,
da
freguezia
de
S.
Vi-
ctor
da
cidade
de
Braga,
faz
saber
que
tendo
requerido
inventario
de
maiores,
ao
fallecimento
de
seu
filho
Manoel
An
tonio
de Carvalho
e
Silva,
no
juiso
de
direito
da
Povoa
de
Lanhoso, e
no
mes
mo
inventario tem
de
ser
arrematados
era
praça,
no
dia
6
do futuro
mez.
de
abril
de 1879,
no
tribunal
judiciário
da
Povoa
de
Lanhoso, todos
os bens
de
raiz,
moveis, direitos
e
acções que
do
mesmo
ficaram;
sendo
os
bens
de
raiz,
as
quin
tas
denominadas
de
Sete
Fontes, e
Arre-
balde^
ambas
juntas
e
circuitadas
sobre
si,
apenas
divididas
por
um
caminho,
a
muito
próximas
á
estrada
nova
da
Ponte
do Porto, que
se
compõem
de
grandes
casas
para
senhoria, e para
caseiros,
dous
moinhos,
eira
de
pedra, cinco
lagares,
aguas
de
lima
e
rega,
dous
laranjaes,
oli-
vaes,
e
pomar
de
espinho
e
caroço,
es
tando situadas
no
mais aprasivel
local
da
freguezia
de Santa
Maria de
Moure
da
dita
comarca.
Quem
pretender
póde
com
parecer
no
indicado
dia,
na
dita
villa,
pelas
10
horas
da
manhã,
podendo
infor-
mar-se
das propriedades,
e
vel-as
pessoal
mente,
cuja venda é
para
pagamento de
credores.
Braga 7
de
março
de
1879.
(2290)
D. Adrianna
liosa
de
Mello.
BAPTISTA
RUA
DOS
CAPELLISTAS
N.°
9=CAMPO
DE V). LUIZ N.°
17
ARREMATAÇÃO
VOM1ÍTABIA
No dia
14
d’
abril,
por 10
horas
da
manhã,
principiará
na
residência
de
San
ta
Eulalia
de
Tenões
a arrematação
de
diversos
objeclos
pertencentes ao expolio
do fallecido
reitor
da
mesma
freguezia.
A
arrematação
consta
de
duas
moradas de
casas,
uma
na
dita
freguezia
e outra
na
rua do
Poço
n.°
8,
d’
esla
cidade,
uma
lagareta de
pau
e
algum,
vinho,
e
mui
tos
outros
objeclos. Esta
arrematação
será
espaçada
por cinco
dias
a
contar
do
indi
cado.
O
dia
designado
para
a
arrematação
das
casas
é
o
18.
(2331')
si
y
Fazem-se
roscas
de
pão
de
ló
de
to
dos
os
tamanhos,
e
da
mais
superior
qua
lidade,
e
lambem
enfeitadas,
á vontade
do
freguez.
Recebem-se
encommendas
na
rua
das
Agoas n.°
70.
(2342)
ramo.
Na
casa
penhorista das
Palhotas,
n.°
8
ha
sempre
dinheiro
que
se
dá
sobre
qualquer
objecto
de
valor
etc.
etc.
Juro
rasoavel.
(2341)
D1MIEIRO A JURO
A
irmandade de
Nossa Senhora
da
Torre,
tem
3300000
rs.
para
dar a juro.
O
secretario
Cassas
para vestidos,
de
240
a
90
rs.
Chalés
de cambraia
de seda, grandes,
de
30600
a
600
rs.
IRarquesinhas de
seda
para
snr.3,
de
10500
a
600 rs.
Ritas d’alpaca,
bordadas, para
praia,
de
30000
e 205GO
a
10000
e
10200.
Guarda
íkihiíh
de
30000
a
800
rs.
Ritos
de
30500
a
10500
rs.
Ritos
brancos
cosas
barra de
côr,
a
900
rs.
Capas
de casimira pura sfiir.a,
a
10600
rs
Gollas
bordadas,
desde
10
a
400
rs.
Uaços
de
seda paru sasr.a, 240 rs.
Rabeiros
de
fustãu
para creança,
de
400
a
120
rs.
Collarinhos
para
homem,
a
30
e
50
rs.
Pano branco para saias,
a
240
rs.
Eeques
modernos,
de
40,
100,
200
e 300 rs.
Lenhos
brancos pisca
bolso,
a
10,
40,
50,
60, 70
e
100
rs.
Botões
de poreeiana,
a
30
rs.
a
grosa.
lesiçoH
<9e seda,
a
240
rs.
Ritos
de
precal,
grandes,
a
160
rs.
Masstas
largas
para
homem,
a
100
rs.
Ritas
para
wisr ’,
desde
140
a 500
rs.
Algodão
trama crua,
a
180 rs.
Rito
torcido, t».°
® a 1®,
a
160
rs.
Cirande
saldo
de panos
crws.
a
10550,
10700,
10800,
20000,
20500
e
20800
rs.
a
peça.
Grande
saldo de morins,
a
20400,
20600.
30000
e 30500
rs.
a
peça.
Cuarda-chnvas
para
homem,
desde
o
modico
preço
de
10500 até
30000.
Uenços de malha,
a 400. 500,
600.
700
e
10000
rs.
Camisollas d’algodão
para homem,
a
220
e
240
rs.
Além
d
’
eslas ha
muitas
outras
fazendas
que
solireram
grandes
abatimentos.
(2203)
Padre Luiz
Gomes
da Silva.
BILHETES DE VISITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500.
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de por
te
sem
augmento
de
preço.
APFARICIO
«fe MAUHEIRO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Marlinho,
27.
Bilhetes
de visita em
branco:
Cento,
200,
220
e
240.
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Marlinho,
27
Paninhos
de todas
as
côres
para
forros,
a 70
e
100
rs.
Crinolinas
de
todas
as côres, a
120,
140
e
160 rs.
Ruges
brancos.
Carrinhos
d’
algodão
brancos,
pretos
e
de
côres,
e
de
todos
os
numeros,
a
30
rs.
Agulhas
a
10
rs.
Estas
baratezas
só
se
encontrara
na
acreditada
loja
de João Baptista
Gomes
Ferreira
RUA
DOS
CAPELLISTAS
N.°
9
=
BRAGA.
(2344)
KfflK
IDE
ffllSSA.
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
99,
Praça do Barão de S.
Marti-
nho,
99
ÂPPARICIO
& MALHEIRO
Fabrica de papel de Ruães
Papel
de impressão
e
de
embrulhos
de
diflerentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria
Mracarense
—27,
Bua
do
Souto 27
—
(2340)
DINHEIRO
A JURO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
4000000
para
mutuar.
(2305)
Fôro pertencente
ao
convénio
de
Santa
Clara
de
Villa
do
Conde
Numero»
Avaliações
4
Fôro
de 451,698
de
meiado,
imposto
em
um
prazo
que
se
compõe
de diversas
propriedades,
na
freguezia
de Arcozello;
com
latidemio
de
vintena.
—Emphyteuta,
Manuel
Martins
e mulher
430573
Segunda
Repartição
da
Direcção
dos
Proprios
Nacionaes,
14
de
Março
de
1879.
—
•Marcelino
Augusto
Leite.
(2347)
Deposito
no
Porto, Ferreira &
Irmão,
Banharia,
77
e 79.
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
íriÉ,
Geraldo
n.°
18.
Trata-se
no
cam-
&&&*■*•
p
0
(]e
SanfAnna,
n.°
68.
(2298)
Folhinha
Civil
Acha-se
á
venda
e
na rua
do
Souto
cha
e em todas
as
me.
Preço
on
de Algibeira
na
rua
Nova
n.°
4
na
vestimentaria
Ro-
localidades
do
costu-
50
reis.
Participa
que
tendo
concluído
o
seu
balanço,
reduziu a
menos
da
quarta
parte
o_
preço
das
fazendas
abaixo
mencionadas,
e
que
para
isso
pede
a
particular
atten-
ção
dos
seus excm.
os
freguezes
e
freguezas.
Chitas largas,
de
120
a
50
e
60
rs.
Ditas
de 140
e
160,
a 70-
e
80
rs.
Ritas
pretas
de
120
a
40,
60
e
90
rs.
Linhos
para
vestidos, com riscas,
de
240
e
200
a 120
rs.
Fazendas de
lã,
de
450,
a 100
e
90
rs.
EJUas
de
500
Ditas
de 600
a
a
120
rs.
*
140 rs.
Ditas
de 750
a 160
rs.
Ditas
de
800
a 240 rs.
AS
SEA1EORAS
MODISTAS
ARREMATAÇÃO PERANTE 0 GOVERNADOR CIVIL
D0 DISTIUCTO ABAIXO
DECLARADO
Xo
dia
19
de Abril . de 1899
A
LISTA
N.° 2135
DKSTRICTO
RE
BRIGA
CONCELHO
DE
BARCELLOS
Empreza
editora de
Francisco
Artliurda
Silva
—Lisboa.
BRUKDE
A
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cegar
Cantu
Desde
a
creação
do mundo
até
1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais notáveis
relativos
a
PORTUGAL
E
BR
a
ZIL
Traduzida
da edição
francezade
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas, e
annotada
por
Manoel Bernardes
Branco
Da Academia
Real
das Sciencias de
Lisboa;
professor
das
línguas grega
e
latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
£3
volumes
in-4.° grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
co.mpre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
24 edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan
tes
que o
auxiliaram
n
’esla
empreza
e
áquel-
les
que
de
hoje
em
diante
o continuarem
a
coadjuvar,
como
BRINDE o decimo
terceiro volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras e
dois
índices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’ella
vem
exarados,
e
o segundo
alphabetico, con
tendo
os
nomes
de todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida dos
acontecimentos
hisloricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio Fernandes"
Cues-
la,
e
accrescèntados na parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
200600
reis
fortes
Encadernada
. . .
270000
»
»
Para facilitar
a
acquisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás pessoas
menos
abasta
das
que
a
não possam
comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas, 50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura^
e
por
volumes
brochados.
—
Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
d
e
80
paginas
e 1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
1.
°
vol.
br.
orn.
de
9
grav. 10870
2.
°
»
»
»
»
6
>
10665
3.
"°
»
»
»
»
7
»
10605
4.
°
»
»
»
» 5
»
10525
5.
°
d
»
•
»
6
»
10615
6.
°
>
»
»
»
6
»
10690
7. °
»
«
s
» 6
»
10640
8
o»
»
»
>
6
»
10615
9.°
»
•
»
»
6
»
10565
10.
°
»
»
»
» 6
>
10615
11. °
»
>
»
»
6
»
10640
12.
°
>
»
>
»
6
»
10815
13.
°
K
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu
ras,
brinde
a
todos
os assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de que consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos vol.
1 a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
todos
os
assignantes
que
tenham pago
o
decimo
segundo volume.
Os
assignantes teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
RESPONSÁVEL—
Luiz Baplisla da Silva.
BRAGA, TYPOGRAPIIIA
LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
