comerciominho_01041879_917.xml
- conteúdo
-
POMTSCA
E3 IWOT1CIOS<.
REDACTORES—D. Miguel Sotto-Mayor
-e Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Anlonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
7.°
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes...............................
1&600
»
6
»
......................
Correspondências
partic.
cada linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repelirão....................................
850
40
20
10
PUBLIGA-SE
AS TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATUBA
Províncias,
12
mezes............ 2&000
»
6
»............1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3^600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso..................
1Q
N.°
917
2ZS 3HL
<2-
TERÇA-FEIRA I DABRIL
DE IS7ÍI
Es«ftiUuioM depEuraveiti.
I
E’
tempo
de
levantarmos
a
nossa voz
contra
os
execráveis
escândalos
que
to
dos
os dias
se estão
perpetrando
nos
templos
d
’
esta
cidade.
lia
muito
que,
exlremamenle
indigna
dos
em
face
de
tão
inauditos
abusos,
ten
cionávamos
levantar
n’
este
jornal
um
bra
do
de
indignação,
dizendo
extensamente
sobre
este
momentoso
assumpto.
Temos,
porém,
até
hoje
guardado
silencio
sobre
elle,
não
por
attenção
a
quaesquer
res
peitos
humanos,
que
os
não temos
a
em
baraçar-nos
a
penna,
quando
devamos
di
zer
a
verdade
ou
condemnar o erro
e
o crime;
mas
porque
se
nos
não
lem,
por
muitos
motivos,
deparado
occasião
op
portuna.
Resta-nos,
porisso,
não
o
arrependi
mento
de
o
não
haver feito
ha
mais
tem
po,
mas
um
vivo pezar
de o
não
termos
podido fazer.
Hoje,
porém,
vamos
entrar
na
mate-
teria.
Ella não
póde
soffrer
mais
dila
ções.
A
missão
que
incumbe
á
imprensa
ca-
tholica,
o
programma
d
’este jornal
até
hoje,
mercê
de
Deus,
cumprido
com
to
do
o
rigor
e
inteireza,
o
proprio
dever
de christãos.
e
até
a
moralidade
publica
reclamam
imperiosa
e
urgentemente, que
levantemos
de
todo
o
sudário que
enco
bre
esta chaga
asquerosa
d
’
escandalos
abo
mináveis
que
deslustram,
profanam
e
con
spurcam
as
solemnidades
religiosas d
’esta
cidade,
com
especialidade
as
que teem
lo
gar
durante
a
época
quaresmal.
Como demonstraremos, em
nenhum
outro
assumpto poderíamos erguer
a
voz
com
mais
justiça
e
urgência
do
que
n
’
es-
te.
Nenhum
está
a
exigir
mais
imperio
samente
a
penna
do
jornalista
catholico
d
’
esta
cidade.
Nenhum,
a
nosso
vêr,
deve
na
actualidade
chamar
com
mais energia
e
insistência
as
altenções
da
respeitabi
líssima
auctoridade
ecclesiastica
e
da
ci
vil.
Falíamos
também
na
intervenção
da
auctoridade
civil,
porquq,
prescindindo mes
mo
de
quaesquer
considerações
sob
o
pon
to
de
vista
religioso,
o
decoro,
a
morali
dade
publica,
e
a
ordem, que
a
auclo-
ridade
civil
lem
slricta
obrigação
de
sus
tentar
-e
manter
na
sociedade,
estão
sof-
frendo
consideravelmente
com tão
inqua
lificáveis
abusos,
como
os
que
quotidia
namente
se
commetlem
nos
templos
d
’
esta
cidade,
nos
átrios
e
á
porta
dos
mes
mos.
Sabemos perfeitamente
que
já
é
tar
de
para
conseguirmos
que
se
tenham
evi
tado
muitos
desaforos e
licenciosidades,
durante
a
presente
época
da
Quaresma;
mas
como
nem
só
durante
este
tempo
pri
vilegiado do
anno
elles
se
commetlem,
e,
demais
a
mais,
ainda
ella
não
está
ter
minada,
sabemos também
perfeilaraente
que
ainda
é
cedo
e
muito
cedo
para,
mesmo
durante
esta
época,
se
adoptarem
as
medidas
convenientes
que
atalhem
a
muitos escândalos,
que compungem
o
co
ração
das pessoas
piedosas
e
devotas,
e
que
abrazam
de
indignação lodos
os
ver
dadeiros
catholicos.
Quantos
cavalheiros
não
tem
vindo utli
mamente
supplicar-nos com toda
a
instancia
que
íallemos sobre
este
assumpto,
e
rompa
mos,
quanto
antes,
o
silencio
que
até
hoje
le
mos
guardado! Houve
um,
distinctissimo
pela
sua
posição, saber
e
experiencia,
quenossup-
plicou
que
o
fizessenos
em
nome
dos
mais
sagrados
interesses
da Egreja,
da Reli
gião
e
da
Sociedadi!
Vamos
acceder
aos desejos
de todas
as
pessoas
que
se
nos
tem
dirigido
sobre
este
ponto,
cs
quaes,
sendo
lambem
os
da
maioria dos
habitantes
d
’
esta
ci
dade,
são
também
os
nossos,
não menos
vehementes.
E
afiançamos
a
todos
os
ca
tholicos
bracarenses
que,
ou
as nossas pa
lavras
inspiradas
simplesmente
pelo
espi
rito
de
justiça
e
de verdade
hão de
ser
ou
vidas
e
atlendidas
quanto
possível
pelas
auctoridades
competentes, ou
uma nodoa
indelevel
de
negligencia
e
incúria
indes
culpáveis
no
cumprimento
dos
seus sagra
dos
deveres
ha
de
pezar
sobre
ellas,
que
podendo
obstar
a
tão grandes
males,
per
maneceram
de
braços cruzados.
E
a
estas
afiançamos
também
que
não
exaggeraretnos,
o
mal
que
formos
apon
tando,
nem
deslisaremos
um apice
da
verdade
em
tudo
quanto
exposermos.
Antes
de
entrar
no
fundo
do
as
sumpto
que
ora
nos
preoccupa,
cumpre-
nos
lambera
accrescentar
que
nos
não
es
praiaremos
nos
longos
commentarios
e
extensas
considerações
a que
incontesta
velmente
elle
se
prestaria.
Diremos
as
cousas
cora a
verdade
e
só
com
verdade,
sem
ambages
nem
tergiversações,
mas
com
a
maior
precisão
que
nos
seja
possível,
porque
muitos
outros
assumptos
de
inte
resse
publico
nos
estão
constanlemente
pedindo
as
merecidas
honras
da
publici
dade.
Demais,
dirigindo-nos
ás
pessoas
il-
iustradas,
e
com
especialidade
ás respeitá
veis
auctoridades ecclesiasticas
e
secula
res d’
esta
cidade, sobre
supérfluo,
desacer
tado seria
dizer
cousas
que
devem
ficar
re
servadas
á
reflexão
e
esclarecida
inlelh-
gencia
das
mesmas.
O
caminho
que
temos
a
percorrer
será
rápido
e
facil.
As
ciasses
de
indivíduos
mais
dados
á
practica
d
’
estes
escândalos,
as
occa-
siões
que
preferem,
os
locaes
que
esco
lhem e as
maneiras
que
usam,
e
por
fim
os
meios
de que pódem e devem
dispor,
quanto antes,
as
auctoridades ecclesiasti
cas
e
seculares,
para
remover
estes es
cândalos
abomináveis,
taes
os
objectos
d
’
al-
guns
artigos
seguintes.
E
’
sempre
agradavel registrar
a
opi
nião
dos
homens
eminentes,
quando
se
pronunciam sobre
assumptos
de
alta
im
portância, principalraente
quando
esses
ho
mens
se
acham
revestidos da
dignidade
episcopal.
Vejamos
o
que,
a
proposito da
imprensa
jornalística,
diz
na
sua
famosa
Pastoral,
sobre
o
jubileu,
o snr. bispo
de
Leon:
«Levaulae
a
vossa voz,
com
liberdade
apostólica,
contra
os
jornaes
irreligiosos,
que
são
a
verdadeira
praga
da
nossa
infeliz
epoca,
que
levam
a
toda
a
parte
o
veneno
e
tornam
os
povos
desgraçados
no
tempo
e
na
eternidade. Fazei
com-
preliender
aos
vossos
freguezes
que esta
licença
infrene
de
escrever
e
de
ler,
com
desprezo
das leis
previsoras
e
santíssimas
da
Egreja,
é
a
causa
originaria
d
essa
al-
luvião
de
males
e
miseraval
condição
da
actualidade,
como
acaba
de
_nos
dizer
o
nosso
Santíssimo
Padre
Leão
XIII. no
seu
eloquentíssimo
discurso
dirigido aos
escriptores
cathelicos.
«A
multidão innumeravel
de
periódi
cos
hostis
á
fé,
propagados,
por toda a
parle,
pela
impiedade
com
o
fira
d
im
pugnar
ou
pôr
em
duvida os
princípios
sãos
e
verdadeiros,
de
calumniar
e
tor
nar
odiosa
a
Egreja
de
Christo,
e
d
’
m-
filtrar
nas
almas
doutrinas
perniciosíssi
mas,
inficciona com
o
veneno
do
erro
os
ânimos
dos
leitores
e
corrompe
os
seus
corações,
exaltando
os
appetites
des
ordenados.
Fazei,
pois,
entender
aos vossos
fre
guezes
que
um
catholico
não
pode,
sem
quebra
dos
seus
deveres,
ler similhantes
diários,
ou
contribuir
com
o
seu
dinhei
ro, ou
por
outra
qualquer
fórma, para
a
propagação
de
taes
leituras,
e
que
não
basta,
por
certo,
que
alguns
d
’
esses
jor
naes
queiram
passar
por
catholicos
e
se
revoltem
contra
os
que
lhes negam
tão
honroso
titulo,
por
que
a
arvore
conhe
ce-se
pelos
seus
fructos,
como
disse
o
divino Mestre,
e
os
lobos
não deixam
de
ser
lobos
ainda
que se apresentem
co
bertos
com
pelles
de ovelhas.
«Pelo
contrario, similhantes
periódicos
são
os
mais
perigosos
e
vitandos,
por
que,
fazendo
alarde
de catholicismo,
po
dem
introduzir
melhor
o
veneno;
seduzindo
os
incautos,
e,
dobrando
hypocritamente
o
joelho,
ferem
da
maneira
mais iniqua
a
religião
verdadeira.
«E’
preciso
que
os
fieis
saibam que
chegamos
a
tal
estado
de
confusão
e
de
perversão do
senso
moral,
que
ha
homens
que se denominam
catholicos, impugnan
do e
negando
as
verdades
do
catholicis
mo:
d
’
esses
taes
deve-se
fugir cuidadosa
mente».
Lisboa,
80
de lunrfo de
(Do
nosso correspondente).
Emquanto
a
opposição
liberal
vae pon
do
a
calva
á
mostra aos
nossos
senho-,
res
queridos,
e
sustentados
pela
dynaslia,
descobrindo
lodos
os
dias
novas
gentile
zas
do
poder,
mormente
em
relação
ao
modo
como
se
administra
a
magra
fa
zenda
publica,
os
especuladores vão
en
tretendo
o
povo, em
proveito
proprio,
com
espectaculos
sobre
espectaculos,
para
que se
não
diga,
com plausibilidade
que
não
volvemos
aos tempos
da
Roma pagã.
Pão,
e
recreios,
e
com
elles
chicote;
o
liberalismo,
porém,
afasla-se
logo
d
’
aquella
estrada.
Convida-nos
com o
azorrague
dos
seus
vexames
despóticos,
priva-nos
do
pão,
mas prernitte-nos
que
vamos
aos
*touros,
aos theatros,
aos
passeios,
aos
concer
tos,
a
tudo
que
nos
possa
recrear
o
es
pirito,
e.nos deleite
os
sentidos,
embora
com
grave
damno da
moral publica,
ao
que,
de
certo,
a
situação
está
muito
longe
de
altender,
como o grilam
os
factos
a
cada
momento.
E
para
que
se
não
diga que sou
dis
cípulo
da escola
do
nosso
Fernão
Mendes
Minto, direi
que leremos,
no
proximo
mez
de
abril, o
mestre
Barbieri
a dar-
nos
concertos
clássicos,
executados
por
uma
orchestra
de
cêrca
de noventa
pro
fessores.
Muita
fome, muita
sede,
muita
nude
za,
muita
divida,
muito
calote, muita
quebra,
muita
empalmação
do
alheio,
muito
roubo
industrioso,
mas
espectaculos
á
far
ta, para que
o
povo
esqueça
durante
as
horas
de
recreio,
que
passam
rapidas,
as
torturas,
que
soffre
no
potro,
a
que
o
traz
amarrado,
de
pés,
e
mãos, a
ho
nesta,
e justa, a
compassiva
liberdade
dos
liberaes.
Hoje
começa
o
septenario
das
Dores,
com
mais
ou
menos pompa,
em
algumas
egrejas
d
’esta
cidade.
Na
de
S.
Domingos
é
onde
aquella
devoção
devera
de
ser
vedada,
pois é
melhor
conservar
fechadas
as
porias
do
templo,
a
tel-as
abertas
ás
turbas
dos
vendilhões,
que
o prophanam
impunemenle,
porque
não
ha
olhos
na
policia senão
para
ver
alguma
carroça,
que
anda
mais
depressa,
ou
algum fa
minto,
que extende
a
mão
á
caridade
publica,
em
risco
de
ir dormir
ao
Li
moeiro.
Continúa
a
egreja
patriarchal
a
estar
quasi
erma
de
ministros;
e
todavia
o
povo
paga
como
se
os
quadros
das
sés
fôra
completo!
Onde
some o governo metade
pelo
menos
das
sommas,
que
a
lei
manda
applicar
á
sustentação
do
clero
das
ca-
ihedraes’
O
noss.o bom
amigo
D.
José
de
Vi-
Ihena,
tem
ultimamenie
estado
gravemen
te enfermo,
e
dando
muito
cuidado
a
todos,
que realmenle
conhecem
aquelle
bello
espirito.
Deus
o
restabeleça
em
bre
ves
dias.
Appareceu
na
ordem
do
exercito
uma
instrucção,
que
dá
bera
a
medida
da alta
illustração
da
epoca.
Segundo
a
nova
lactica
foi
condemnado
ás
féras o
passo
grave; mas
a
tal
ordem
manda
que
a
força
armada,
que
tem
de acompanhar
as procissões
empregue
um
passo
mais
lento
do
que
o
antigo grave!
Aquelle
lento
é
sublime?
Mas,
qual
é
a
voz
que
a
ordenança
prescreve
para
indicar
a
tal
cadencia?
Não
se
diz!
Cada qual
que
man
de
como
lhe
parecer
melhor!
E
lembra-se
esta
gente
de fallar
do
papel pardo
côr
de
roza!
E
’
a
l.a
vez
que se
prescreve
á
in-
fanteria
um movimento, em
certas
e
da
das
circumstancias,
sem
se
ordenar,
si
multaneamente,
ao
commandante
a
voz
de
o
indicar,
e fazer
cumprir.
E
’
o
progresso
liberal,
virlualmente
abelhado,
a
fazer das
suas.
A
Granja
volta
a
beliscar
na
augusta
pessoa
do
snr.
D.
Luiz.
Os homens
não
parecem
nutrir as
me
lhores esperanças.
Elles
bem querem;
mas
o paço
não
quer,
e
embora
reine,
e
não governe,
sempre
póde
alguma
cousa,
tendo
ao
lado
o
mestre
Fontes.
Por isso o
«Popular»
choraminga,
e
termina
uma
das
suas
ultimas
objurgato-
rias
dizendo:
«A
cafnara
não
lem
feito
nada
que
preste,
discute
bugigangas.
El-
rei
folga,
e
toca
qualquer
instrumento,
o
povo
paga;
o
snr.
Fontes
gasta,
e
tudo
vae
bem».
E o
«Popular» não mente,
caro
reda
ctor.
E’
um
excellenle
pholographo.
O
retrato
d
’esta
choldra,
que
se
diz
liber
dade,
não
podia
sair
mais
exacto.
El-rei
folga,
meu amigo,
o
povo
paga,
o
Fontes gasta,
e
a nação
caminha
para
o
abysmo.
Mas
que
lhe
importa,
á
dynas*
tia
liberal,
que
a
nação
se
estorça no
leito
de
todos
os vexames
possíveis,
se
sente
que
os
que
vierem,
depois
d’ella,
lhe
não
ficarão
com
as
camisas,
como
os
liberaes
ficaram com
tudo,
ainda
a
própria
roupa,
do
Rei, que
se
finou
longe
da
patria?
Está
ainda no
seminário
patriarchal
o
em."
10
Prelado
d
’
esta
.diocese,
por
conse
lho
da
medicina.
S.
Em.
a
não
deixou,
decerto,
de
sentir
muito desgosto diaute
do
tumulo,
que
se
ia
abrir
para
rece
ber
o
cadaver
do rev.°
conego
Sousa,
mestre
n
’
aquella
casa
de instrucção, e
conego
da
egreja
patriarchal.
Foi
realmente
uma grande
perda,
por
que o
dr.
Sousa
era um
ministro
zeloso,
e
um
espirito
muito
illustrado.
Quasi
toda
a
imprensa
liberal
slygma-
tisa
o
governador
civil de
Lisboa
por
querer
a
censura
previa
para
os
cartazes
dos
espectaculos.
Somos
insuspeito
quan
do
me
colloco ao lado do
alludido
ma
gistrado,
na
questão
subjeita.
E
o
moti
vo
é
obvio:
elles
pugnam pela causa
da
licença,
com
todo
seu
séquito
de
obstá
culos
á
regeneração
moral
do
povo;
nós,
os
legitirnistas,
pomos
um
ultimo
esforço
no
intuito
de
que
o
paiz
recupére
a
sua
antiga
moralidade.
Mas,
baldado
desejo, em quanto
a
nação
estiver
á
mercê
do liberalismo!
Com
tudo,
estarei sempre
na
defensa
de
qualquer
auctoridade,
que
por exce-
pção,
se
pronuncie
contra os
corrupto
res
ofliciaes,
e officiosos
4
republica
franceza,
impia,
como
o
resto
dos
governos
revolucionários,
tracta
de
arrancar
ás
corporações
religiosas
a
instrucção
da
mocidade.
Serão
muitos
mi
lhares
de creanças, e
de mancebos
pri
vados
do
ensino
orthodoxo,
com
gravís
simo
damno
da
sociedade,
se
Deus
não
soccorrer
a
pobre
França
dentro
de
bre
ves diasA
Confio,
porém,
que
a
obra
do
liberalismo
será
desmanchada
mais
de
pressa
do
que
pensam
os
inimigos
da
Egreja,
e
da
legitimidade
civil.
Os republicanos
mais
matreiros pre
tendem
manter
a
ordem,
e
obstar
a
lodo
transe
aos
excessos
da
demagogia;
esta,
porém,
não
se
resigna
a
uma
especie
de
ostracismo,
a
que a
teem
votado
os
ordeiros,
talvez
mais
repugnantes
do
que
os
proprios
pés
frescos,
e
não
desiste
de
desenrolar,
logo que
possa,
a
bandeira
da
Communa
com
todo
seu cortejo
de
mor
ticínios.
d
’incendios,
sacrilégios,
e
abjectas
torpezas
Tudo
fructos
da
liberdade
de
1830,-
com»
aqui
da
liberdade
de 1834.
Elles
são
em
toda
parte
os
implacá
veis
inimigos
dos
povos.
Lêem lodos pela
mesma cartilha.
Esloo
que
sois
da
jopinião
do
Vosso
pobre
correspondente
A.
CHRONICA ESTRANGEIRA
Ainda
não
se
extinguiram,
antes
se
teem
exacerbado
mais,
as
iras
que
aos
italianissimos
causou
o discurso
de
Sua
Santidade
aos
escriptores. Limitamos-nos
a
registrar
qne
alé
na
camara
dos
pal-
radores fizeram
das palavras
do
Pontífice
tbema
de
rancorosas
declamações,
e
a
traduzir
as
seguintes
linhas
do
«Osser-
vatore Romano»;
«Sabíamos
já
que na
segunda
á
noite,
depois
da
publicação
do
estupendo
discurso pontifício
aos
jornalis
tas
catholicos,
o
ministro
Taiani
teve
uma
larga conferencia
com a coroa,
na
qual
(segundo
quizeram
fazer-nos
crer)
se
pronunciaram
palavras
taes, qne todas
as
conveniências
nos
fazem
crer
in-
exactas.
Agora
dizem-nos
que,
em
conse
quência
da
referida
conferencia, o
minis
iro
enviou uma
circular reservadissima
aos procuradores
geraes,
na
qual,
adver
tindo-lhes
que
não
se
opponham
á
pu
blicação
dos
documentos
pontifícios,
se
accrescenta
que
obrem
com
a
maior
se
veridade
e promplidão
contra
os
perió
dicos
ou
ministros
da Religião
que
os
commentem
por
meio da
imprensa,
ou
do
púlpito.
Esta
disposição
não necessita
commentar-se para
que
se
conheça a sua
signilicação,
valor
e
objecto.
_À
Revolução
segue
o seu
curso.
Ga-
ribaldi,
que
se
mostrava
tão satisfeito
com
o
gabinete
Cairoli,
tem
procurado
desacreditar
a
Deprelis,
respondendo
o
se
guinte
a
um
amigo
que
o
convidava
a
ir
a Roma:
«Caprera,
19
de
fevereiro.
—
Meu
carís
simo
Villani.
—
Perdi
dois
annos
em
.Ro
ma
para
não
fazer
nada;
menos
faria
agora.
Os troviscos
não
dão
cerejas;
e
Defirqtis,
que
tem
feito mal
toda
a
sua
vida,
está
no
sitio
para concluir de
des
acreditar
a
esquerda,
lustrar,
como
sem
pre
tem
feito,
os
degraus
do
throno.
e
accrescentar
ás
suas
glorias
«maninares-
cas»
as
fortificações
contra
Roma.
—
Vosso
toda
a
vida.
J.
Gtribaldii.
—
Em
Génova
houve
graves
pertur
bações
por
occasião
i|e.
celebrar-se
o
an-
niversario
da
morte
de
Mazzini,
sendo
preso
um,
tal
Canzio,
genro
‘
da
«Heroe
dos
dois
mundos»,
mais
digno
de
ser
chatpadc
o
«Heroe
dos
dois
milhões».
Disse-nos
o
telegra
>ho
que
o
povo
con
seguira arrancai
o
das
mãos
dos
guardas.
—
Como
já
noticiámos, Passavanti
foi
condemnado
á
morte
dos
parricidas,
em
virtude
da
qual,
,se
a sentença
for
cum
prida,
deverá
ir
ao
patíbulo
com
os
pés
descalços
e
a
cabeça
coberta
com
ura
veo.
A «Unilá Catbolica»
escreveu a
proposilo
um
artigo,
que não
resistimos
ao
desejo
de
traduzir,
e
que
cae,
como
um
troço
de
mármore,
sobre
a
cabeça
dos
inimigos
do
Papa:
«Não
é
este
o
momento
de
clamar
contra
Passavanti,
ferido
pela
justiça
hu
mana;
porém
cumpre-nos,
sim,
excitar o
horror
contra
o
seu crime.
O
parricídio!
Dirigir
as
armas
contra
o seu
proprio
Pae,
perseguil-o,
despojal-o,
escarnecel-o
e
intentar
matal-o!
Póde
haver
crueldade
maior?
A
sua
enormidade
principal
infe
re-se
de
ser
Pae
aquelle
a
quem
se
of-
fende,
sendo
tanto
maior,
quanto
é
mais
nobre
e
augusta
a
paternidade
e
quanto
são
maiores
os
benefícios
feitos
pelo
in
vestido
com
ella.
Oh! o parricidio
é um
crime,
tal,
que
pareceu
enorme
aos
fun
dadores
da antiga
Roma,
a
ponto
de
o
reputarem
impossível,
ommittindo-o
nas
leis
penaes!
Não
é
homem,
senão
fera,
e
ainda
peor que
as
feras,
o
que
arma
o
braço
contra
o
seu pae, o que o odeia,
o
que
o maldiz,
e
não
sómente
procura
arre
batar-lhe
o
património,
mas
até
a
vida,
áquelle
pae
deu-lhe
a
existência,
e
elle
intenta
pagár-lh’
a
com a morte!
Vincit
o/Jicium
linguae
sceleris
magniludo,
como
dizia
Laclancio,
e
ha pouco
recordava
o
procurador
geral
do
rei
era Turim, com-
mendador
Carlos
Barbaroux.
Filiava
en
tão
Lactancio
do
parricidio
que
commet-
tiam os
perseguidores
da
Egreja
e
do
Papa, contando o
mau
fim
dos
persegui
dores.
Ao
menos,
do
delicio
e
da
condem-
nação
de
Passavanti tira-se
esta
vanta
gem
de
conceber
um
grande
horror
con
tra
as
offensas
ao
proprio
Pae,
que
ne
nhum
pretexto
político,
nem
privado,
nem
nacional,
nem
diplomático
póde
justificar
jániais;
offensas
detestáveis
que
não
dão
gloria,
senão
infamias,
que
não
produ
zem
paz
e
prosperidade,
senão
delidos,
desordens, discórdias
e sangue.
Deteste
mos,
leitores,
o.
parricidio,
e
detestemol-o
em
toda
a
parte,
tanto
em
Nápoles
co
mo
fóra
d’
alli;
detestemol
o
em
Passavanti
e
nos
que o
teem precedido;
detestemol-o
quando se
mostra descarado
e
impudente,
como
quando
se
apresenta
com a
mascara
da
hypocrisia.
E
’
sempre
um parricidio,
ou
um
attentado
contra
o
proprio
Pae:
quem
perpetra
tal crime, merece ser
condemnado
á
morte,
com
a
cabeça
co
berta
com
um
veo negro,
«para
indicar
que
não
só
não
é
italiano,
senão
que
nem
sequer
é homem
quem
se armou
contra o
seu
proprio Pae,
afim
de.
derri-
bal-o,
perdel-o
e
assassinal-o».
—A
respeito
de
Gambetta
lemos
um
jornal
estrangeiro
algumas
linhas
que não
deixam
de
ser
curiosas.
Uma
das
primeiras coisas
que
elle
fez
ao
ver-se
installado
na
mansão
de
Luiz
XIV,
foi
tomar
um
cosinheiro
que per
tencera
a
uma
princeza
e
lera
grande
fama
em Paris. Dá-lhe
dez
mil
francos
annualmente;
680^000 reis
mais
do
que
o que
designou
para
o
seu
secretario M.
Castagnary.
Além
d
’isso
mandou
que
por
nenhum
motivo
o despertem
das
12
ho
ras
da
noite
alé ás 9
da
manhã.
Se
gundo
o
Gaulois,
comprou
quatro
novos
coches,
accrescentando
aos
ordinários
ou
tros
dois
de
gala.
Um
periodico
diz
com
fundamento
incontrovertivel:
«Os
demo
cratas
de todo
o mundo,
que
aflectam
de
continuo
grande
ternura
pelas
misérias
do
povo, até
que
sobem
não
deixam
de
fazer ostentação
de
virtudes
espartanas;
quando
attingem
a
meta,
passam
aos
abrigos
forrados
de
peles,
aos
puros
ha-
vanos,
aos
tiros
de
quatro
cavallos, e aos
break
no
ferro-carril.
Assim
em
todos
os
paizes do
mundo».
—
A
«Independencia
belga»
publica
um
despacho
relativo
ao
modo
de
ver da
Rús
sia
nos negocios
do
Oriente,
no
qual
se
annuncía
que
o
príncipe
de
Gortchakoff,
enviou
uma importante
circular
aos
re
presentantes
da
Rússia
no
estrangeiro,
se
gundo
a
qual
o
gabinete
de
S
Pelersburgo
receiando
que as populações
christãs
da
Romelia
Oriental
não
fiquem expostas
a
novos
perigos,
quando
as
tropas
russas
tiverem
desoccupado o
território,
propõe
ás potências
signatarias do
tratado de
Berlim
de
augmentar
as
attribuições
da
commissão mixta, encarregada
da
organi-
sação
d
’
esta
província,
de
prolongar
a
sua
existência
pelo
espaço
d
’
uin
anno
depois
de
finda
a
desoccupação,
e
de pôr
á sua
disposição
um
corpo
mixto d
’
occupação
que
garanta
a
tranquilidade
durante
aquelle
periodo.
lalTTERALTUB-A.
Carta
Ipigraphica
AO
aucor
indefesso
DO
Portugal
zntigo
c Moderno,
♦
EXM.°
Augusto
Soares d
’
Aev.
Barb.
de
Pinho
Leal
«
......
dani
a
melhor
noticia,
que
«
n
’esta
matéria
me
fôr possível.
Bento
Jlorganli
—
Numismalo-
gia. Prifacção.
XI. —Tendo passtde mais de 16
sé
culos
por
sobre
as
«dias
inscripções»
de
Trajano
Decio,
existentes
ainda
na
actuali-
dade
;
e
tornando-se
elhs
por
isso
muito
mais
credoras
da
nossa
veneração ;
não
se
rão
descabidas estas
mimas
phrases,
a
que
me
levára
o
artigo
do
neu amigo.
Merece-as
de
certo
o
imperador,
a
que
o
senado
romano
conceriêra
o
sobrenome
OPTIMO,
e
a
que
a
nossa
península
consagrára
o
e-
piteto
SANCTISSIMO,
«talvez
por
suavisada
um
pouco
na
per
seguição
alludida».
XII.
—Contrahindo-me
agora á
«ultima»
das
«quatro
inscripções»
do
meu amigo ;
coméço
por
copiar-lha
aqui,
como
do
Con
tador
d'Argole
lha
vejo transcripta
:
D.
N.
....
C...
I... ARI.
BIM......AT.
SEMPER
AVG.
MÁXIMO
MAGNENTI....
TERRA.
MAR.
VICTORI.
P.RO.V.
'
DEDICA
VIT
Q.
MORI.
XIII.
—Esta
inscripção
valiosa
—
«estro
piada
na cópia
e
na
decifração»—é
uma
das
mais
importantes
do
districto
de
Bra
ga,
entre
as
muitas
esparsas ainda
aos
la
dos
da «via romana» da
Geira,
atravez
da
serrania
do Gerez
Não
é
difficil
de
refazer,
«na
sua
inte
gridade
epigraphica»,
ainda
sem
a
lapide
original
á
vista
:
D.
N.
IMPERATORI
TRIVMPHATORI
SEMPER.
AVG
,
MÁXIMO
MAGNENTIO
TERRA.
At
ARI.
QUE
VICTORI.
PROV
DEDICA
VIT
XIV.
—Eis-aqui
a
transcripção
latina
por
extenso
:
«Domino
Nostro
Imperatori
Triumpha-
tori
Semper
Augusto
Máximo,
Magnentio,
Terra
Marique
Viclori,
Província
Dedi-
cavit».
Eis-aqui
a
decifração
portugueza
cor
respondente
:
«A
Nosso
Senhor
O
Imperador
Triuru-
phador
Sempre
Augusto
Máximo,
Magnen-
cio, Vencedor Por
Terra
E
Por
Mar,
A
Província
Dedicou».
XV.
—
Não
exprime
esta
«lapide
memo
rável»—como o
meu
amigo
vê
—
o
que
n’
ella
suppoz com
o
«Contador
d?Argote»
:
«Quinto Mário
dedicou
esta
memória
a
nosso
senhor, sempre
Augusto
Máximo
Magnencio,
vencedor
por
mar
e
por
terra,
do
povo
romano».
Ainda
bem, que
o
meu
amigo
pospoz
uma
interrogação
á
palavra Mario;
e
que
o
«reverendo
caetanista»
se
resalvára a
si
com
esta
prevenção,
(Anlig.,
L. V
C. VII.
n.°
13):
«não
sei,
se
interpreto
ou
advinho».
XVI.
—
«Não
ha»,
na
«inscripção
allu
dida»,
o
Q. MORI
da
«ultima
linha»
:
—
■ e
eis-aqui,
o
que
supponho
ter dado
origem
a
esta
excrescencia
:
O
«Padre
José
de
Mattos
Ferreira»,
um dos
melhores
correspondentes
de
«Con
tador
d
’
Argote»,
leu
MARIO
—
indevida
mente
-
no
fim
d
’
uma
«lapide»
da Volta do
Covo,
trascripta
nas
Memórias
do
reveren
do
llieatino,
(Tom.
II.
n.°991):
—
e
ideou
por
ella
uma
phrase
analoga
,
n
’
esla
inscripção
analoga
também—
fascinado
por
<s.Salluslios>
em
relação ao
Cônsul Mario, elevado
do
ex
cesso
de
comparar
as
^inscripções»
entre
si.
XVII.
—
Eis-aqui
a «inscripção»
trazida
á
auctoria,
copiada
pelo
«Padre
Mattos»,
e
d
’elle
por «Contador d’Argote»
:
....D......
...
...VICT...
ACIRS.......
....LORI. -SL....
MAX.
NENE
... .
MARIO....
Eis-aqui
agora
o
seu
«refazimento
epi-
graphico»,
em
conformidade
com
esta
cópia:
D.
N.
INVICTO
IMPERAT.
TRIVM
PHATORI.
SEMPER.
AVG
MAX.
MAGNENTIO
TERRA.
MARIQVE
VICTORI
XVIII,
—
Para
justificação da
minha
«pre-
sumpção»
—
em
vista
do
exarado
—eis-aqui
as
próprias
palavras
do
«Padre
Mattos»,
copiadas
do
seu Caminho
da
Geira,
inser-
to
«anonymo»
na
Revista Lilleraria do
Porto,
em
1842,
no
«Tomo
Oitavo»
:
«
A
grande
parte,
que
d
’esla inscripção
«
consumiu o tempo,
me
faz
estar
em
du-
«
vida, se
o
ultimo
nome que
tem,
é
de
«
MARIO
ou
não,
pois
houve em Roma
«
um
homem assim chamado
:
—
e foi tam
«
famosíssimo,
que
—sendo
filho
de
pobres
«
e
humildes
paes—
chegou
pelo
seu
grande
<
valor
a
ser
septe
vezes
cônsul
:
—
e
d
’elle
«
conta
Sallustio,
que
triumphou
de
Ju-
«
gurtha,
rei
da África,
nas
guerras
que
«
leve
com
o
povo
romano».
«
Porem como
em
Roma
houve
mais
«
Mários,
não se
póde
saber
a
certeza,
de
«qual
fosse
este
padrão:
—
sendo
que
«
esta
não
é a
minha
duvida,
mas
sim —
«
se
o nome
é de
Mario;
pois
para dian-
<
te, na
mesma
regra,
continuavam mais
«
lettras,
as
quaes
poderiam dar
em
outro
«
nome:
—
que,
se
assim
nao
fosse, ou
em
«
Mario
achasse
algum
ponto,
(que
com
elle
«
se
desfazia
toda
a duvida)
;
poderia
en-
«
tão
livremente
dizer,
ser
este
padrão
do
«
Cônsul
Mario,
de
quem
falia
Sallustio»—
■
«
e
também
o
nosso
«Homero
Portugueza
«
diz :
«
As
cruezas
mortaes,
que
Roma
viu,
«
Feitas
do
feroz
Mario.
e
do
cruento
«
Sylla,
quando
o
contrario
lhe
fugiu.
XIX.
—
Em
continuação
d’
estas linhas,
prosegue
ainda o
«Padre
Mattos»,
com
os
seus
preconceitos
mariistas
:
«
Morales,
e
outros
muitos,
dizem
que
«
no
anno
de
3842
da creação
do
mundo
—
«
120
annos
antes
do
nascimento
deChris-
«
lo
—
veio
com
o
cargo
de proconsul para
«
Portugal
Caio
Mario,
homem
de
grande
«
esforço,
e
por
tal conhecido,
desde
o
«
tempo
que nas
guerras
de Numancia
«
mostrou
ser
gentil
guerreiro
:
—
e
que
«
por
estes
annos
de
3842
da
creação do
«
mundo,
sahiu
um
grande
exercito
de
Por-
« lugal, fóra de
suas terras;
e
dividido
em
«
varias
parles,
assolava
quanto
se
lhe
<
offerecia,
principalmente
as
cidades
ami-
«
gas
do
povo
romano;
enchendo—
com
esta
«
furia
—
de temor
toda a
Hispanha».
«
E
n
’esle
terr.po, chegou Caio
Mario,
«
acompanhado
da melhor
soldadesca
d’
Ita
«
lia
com
elle,
e
foi
rebatendo
em
vários
«encontros
nossos
portuguezes, e
repri
■
«
mindo
sua ousadia:—-e
póde
ser,
que
« n
’
este
tempo
se
lhe
levantasse
o padrão;
«pois
algumas
lettras
da
inscripção,
prin-
«
cipalmenle
da segunda
regra,
me
parece
«
dar-lhe
o nome de
VICTOR.
XX.
—
Ullraiando estas
suas
presumpções
mariistas,
encerra-as
aásim
o «Padre
Mat
tos»,
com
phrases
desconnexas
um
pouco:
i
Não
me
faz
duvida,
ser esta
columna
«
d
’
este
mesmo Mario
:
—
que,
supposto
se-
«
jam
mais
antigas
as
suas
regras,
que
Julio
«
Cesar,
(de
quem
se
presume
ser
o
primeiro
«
fundador
da
Geira);
porque
bem
podia
«
aquelle
romano,
valoroso
militar
em
um
«
tempo,
e
depois
—quando
se
fez
a
Geira
—
«
levantarem-lhe
n
’
elia
os
romanos
aquella
«
memória
:
—
pois
foi
tara
digno
d’ella,
«
como
os
mesmos
imperadores';
quanto
«
mais,
que Braga estava
já
povoada
de
«
muitos
romanos,
antes
que
Julio
Cesar
«
viesse
á
Hispanha
:
—
porque,
quando
em
« Roma
houve
ás
guerras
civis entre
elle
e
«
Porapeu,
muitos
cidadãos
romanos
fugi-
«
ram
para
os
portos
d
’Hispanha, onde
al-
«
gnus
se deixaram
ficar,
cobiçosos
da
fer-
«
lilidade
da
terra
—
esquecendo-se
da
pro-
«
pria
em
que
furam
nascidos».
«
E
por
esta
rasão
se
acham
em
Braga
«
nomes
romanos,
escriplos
em
muitas
pe-
«
dras
e
sepulturas, quaes
são
—
Lúcios,
Te-
«
rencios,
V.ilerios,
Crispinos,
Servilios,
e
t
t
1
1
i
t
(
t
li
c
S
n
a
ti
u
Pl
P<
{
outros
muitos
:
—
rasão,
porque
se
póde
<
inferir,
que n
’
aqtielle
tempo
— antes d
’
ha-
t
ver
a
Geira
—poderiam
alguns romanos
ha-
<
bitar
n
’
aquelles
bosques, (pois
eram
mais
i
inclinados
a
elles
que
ás
planicies)
;
e que
<
n
’
elles
pozessem
alhuraas
memórias
ro-
<
manas
dos
capitães
valorosos
d
aquelle
«
tempo».'
<
E
seja
certa
ou
não
esta presumpção
;
<
também não
importa muito,
que
este
pa-
<
drão
fosse
do
primeiro
Mirio,
de
quem
«
falia
Sallustio ;
porque
todos
seus
descen-
«
dentes
foram
muito
insignes
e
valorosos,
«
como
cantou
o
Poeta
Vergilio,
fallando
« d
’ltalia,
e
dos
grandes heroes
que
creou—
<
e
diz
:
«
Extulit
haec
Decios, Mários, magnosque
Camillos,
« Scipiadas
durosbelli:
et
te,
maxime
Caesar:
«
Qui
nunc extremis
Asiae, jam
victor
in oris.
[Continua).
pereira
-
caldas
.
SAZETILM1
Chronien
religiosa.
-Expõe-se
ho
je
o
Sagrado
Lausperenne
na egreja
do
Carmo.
Froeissão.
—
Em
rasão
do
dia inver
noso
de
domingo,
não
saiu
a procissão
de
Passos, que
deverá
ser
feita
até
sexta-
feira
próxima,
se
o
tempo
melhorar.
Coiiveruna
nobre
o
protestan
tismo
Itodiermo.
—
Assim
se
intitula
um
excellente
volume
devido
á
sabia
pen-
na
de
monsenhor
sègur
,
traduzido
pelo
snr.
padre
senna
freitas
,
e
editorado
pela
casa
Chardron.
Fazer
a critica
ás
obras
de
Ségur,
tanto
sobre
a
matéria
que
versam,
como
sobre
a sua exposição, seria,
alem
de
ocioso,
uma
temeridade.
Como
muito
bem diz
o
illustre
tradu-
ctor
e
annotador
do presente
volume,
é
elle
um
livro
de
oiro
destinado
a
apris-
car
muitos
erradios,
e
alumiar
muitos
in
cautos.
A
’cerca
da
opporlunidade
da
publi
cação
das
conversas
sobre
o
protestantismo
hodierno,
também
não
seremos mais
exten
sos.
porque
ella
é
de
todos
sobejamente
conhecida.
Façam
lodos
acquisição
d
’este
l.vrinho,
que
a
todos
aproveitará.
Até
o
preço
é
convidativq.
Um
volu
me
de
226
paginas
por 290 reis!
InspeeçAo.
—
Na
ultima
sessão
da
respectiva
junta
foram
inspeccionados
29
mancebos,
ficando
18
apurados,
4
espe
rados
e
incapazes 7.
Revista
de
direito administra
tivo.
—
Temos
presente
o n.°
15
d
’esta
importante
publicação
mensal,
redigida
pelo talentoso
jurisconsulto
o
snr.
dr.
José
Caetano Preto
Pacheco.
Entre outras
matérias,
publica
um
ex
cellente
e importante
artigo
epigraphado
0
município
urbano
e
o rural, devido
á
penna
auctorisada
do
snr.
Manoel
Coltnei-
ro.
professor
de
Direito
polilico
e
ad
ministrativo
na
universidade
central
de
Madrid.
R«eemna«cida.
—
Appareceu
aban
donada no
portal
d
’uma casa
da
rua
das
Agoas
uma
creança
do
sexo
feminino.
Uieeionarie
de geographia uni
versal.—
Distribuiu-se
a
cardeneta
con
tendo
os
fascículos
71
e
72
d’
este
dic-
cionario,
o
mais
completo do
seu
ge-
nero.
Continua
as
lettras
DUC
a EGY, e
de
paginas
105 a
136
do
vol.
IV—
Tomo
II.
Failecimento. —
Na
noite
de
sexta-
leira
falleceu
n
’esla
cidade
a
snr.
a
D.
Eaura
Braga,
joven
filha
do
snr.
José
Kodrigues
Braga,
a
quem comprimenta-
Outro.—
Falleceu
também
n
’esta
ci
dade
a
snr.
a
D.
Adelaide
Tinoco,
filha
snr.
Manoel
José
Tinoco.
Cartilha
Popular, —
Recebemos
este
opusculo,
que se
subintilula
Arte
de
leitura
sem
soletração,
e
de
que
são
ao-
ctores
os
snrs.
L.
Pinto
da
Rocha
e
M.
Cochofel
Montenegro.
Não
podemos
dar
uma
ideia
exicla
do
Wethodo seguido
n
’
este
livritiho,
porque
apenas
o
folheamos
rapidamente;
no-enr
-mio
parece-nos
muito
acceitavel.
Recbm-
1*
nol-o
aos
.
professores
d
’mstrncção
i!!!maria.
Vende-se
na
livraria
Chardron
P°
r
120
reis.
tóbito.—-Finou
se ha
dias
na spa
casa
t
Ireguezia
de
Marinhas,
concelho
d’
Es-
Pazende,
a
snr,
a
D.
Thereza Alves
Mar-
*
virtuosa e
extre
nosissima
mãe do
0SSo
dtstincto assignante
e esclarecido
sa
cerdote
o
revm.° padre
Francisco
Alves
Morgado
Júnior.
Contava
67
annos.
Damos
sentidos
pezames
Aquelle
nos
so
presado
amigo
e
sua
exm.
a familia,
e
aos
leitores pedimos um
P.
N.
por
alma
da
finada.
Outro.
—
Falleceu
no
Porto
o
rev.°
padre
Pedro
Maria de
Aguilar,
director
das
escolas
dos
surdos-mudos
em
Guima
rães
e
no
Porto.
Era
sacerdote
de
vasta
illustração
e
não vulgar
intelligencia.
O eserivAo
<le fazenda do con
celho de Braga.—
São
geraes
e
jus
tíssimas
as
queixas
contra esse anlipalhi-
co
funccionario,
que
para
escarneo
de
todos
continha
a
ser
escrivão
de
fazenda
n
’
este
infeliz concelho.
Nunca
houve
em
Braga
um
empré-
gado
tão
impopular,
e
tão
odiado.
E
com
pleníssima razão.
E’
porisso
que
nós
continuámos
e
continuaremos
a
bradar, embora
no
de
serto,
contra
os vexames e
illegalidades
‘o
escrivão
de
fazenda.
Que
nos
importam
as cerebrinas
con
clusões
da
commissão
da
Associação
Com-
mercial?
Nós, e
comnosco
quasi
todos
os
con
tribuintes
d’
esle concelho,
não
lhe
en-
commendamos
o
sermão,
não
lhe
reconhe
cemos
a
minima
competência,
e votamos
ao
mais
profundo
desprêzo
tudo
quanto
ella
subscreveu
no
seu
celeberrimo e pira
midal
relatorio.
Dissemos
quasi
todos
os
contribuintes,
mas
fique entendido
que
na
restricção
do
quasi
incluímos
apenas
e
exclusivamente
um
ou outro, que o homem
que
veio
para
Braga
arranjar
dinheiro
e
não
ar
ranjar
ainigos,
já
conseguiu
arranjar...
de
qualquer
modo.
Continuaremos
indefinidamente.
Atravez
d» província.—
Foram no
meados
juízes
de
direito
substitutos
das
localidades
em
seguida
designadas
os
se
guintes
cavalheiros:
— Amares—
José
Carlos
Pereira
de
Sousa
Azevedo,
João
Antonio
Arantes,
João,
da
Silva
Vieira, Antonio
José
Borges.
—
Arcos
de
Vai
de
Vez—Joa
quim
Manoel
d
’
Oliveira
Gomes
Peixoto,
José
Bernardino
da
Costa
Lobo
Bandeira,
Porfirio
José
Cerqueira
de
Faria,
Pedro
Pereira
de
Sousa
e
Brito.
—
Barcellos
—
Antonio
Luiz
Pereira Carneiro
da
Fonse
ca,
João
Antonio
da
Costa
Guimarães,
José
Marques
da
Costa
Freitas,
Fernando
José
Cordeiro.
—
Cabeceiras
de Basto—Me,
xandre
Augusto
Fernandes
Basto,
Fran
cisco
de
Paula
Leite
de Vasconcellos,
Francisco
Teixeira
Machado
Meirelles,
Ma
noel
Pereira
de
Castro.
—
Caminha
—
João
José
Gomes
Ribeiro,
José
Elias
Gonçalves
Franco,
José
Joaquim
Rodrigues,
Joaquim
José Pereira
Lomba.
—
Celorico
de Basto
—
Erancisco Teixeira
da
Moita,
Ignacio
Moniz
Coelho
da
Silva,
Bernardino Alves
Teixeira
da
Cunha,
Viclorino
Teixeira
da
Costa
Liberal.
—
Fafe
—José
Peixoto
de
Ma
galhães
e
Menezes,
José
Maria
de
Oli
veira
Peix>to,
Virgilio.Teixeira
de
Castro,
José
Florencio
Soares
Júnior.—Guimarães
—Francisco
Pinto
de
Carvalho
do
Amaral
e
Freitas,
barão
de
Pombeiro
de Riba
Vi-
zella,
Rodrigo
Teixeira
de
Menezes,
Ma
noel
Bernardino
de
Araújo
Abreu.
—Mel-
gaço
—
Lourenço
José
Ribeiro
de Figuei
redo
e
Castro,
José
Cândido
Gomes
de
Abreu,
Joaquim
José Nunes
de
Almeida,
José
de
Sá
Sotto
Maior.
—
Monsão
—
João
Maria
de Castro
Ribeiro,
Antonio
Luiz
Pereira de
Castro,
José
Vicente Vieira,
João
José Rodrigues
de Sá.
—
Ponte
da
Barca
—
Sebastião
Pinto
de
Carvalho,
An
tonio
Ferreira
Pinto
da
Cunha,
João
Go
mes
de
Abreu
e
Lima,
Francisco
de
Faro
Noronha
e
Menezes.
—
Ponte
do Lima
—
Antonio
de
Abreu
de
Lima
de
Moraes,
João Roberto
de
Araújo
Queiroz,
Gaspar
Queiroz
Botelho
de
Almeida
e
Vascon
cellos,
João
de
Barros
Mimoso
de
Abreu
e Lima
—
Povoa
de
Lanhoso
—
Antonio Joa
quim
da Silva
Teixeira,
Segismundo
Re-
bello
Teixeira
Andrade
e
Castro,
Baltha-
zar
Teixeira
de Mello
e
Andrade,
Luiz
Ribeiro
Martins da Costa.—-Valença—Joa
quim
da
Gama
de Araújo
de Azevedo,
Gaspar
Leite
Ribeiro,
Manoel
Antonio
de
Barros,
José Manoel
Rodrigues.
—
Vianna
do
Castello
—
Errnelindo Ernesto da
Motta
Pereira,
José
Aftonso
de
Espergueira,
Jo
sé
Pereira
Cyrne
da
Silva
de
Castro
Be
zerra
Fagundes,
João
Aífonso
Espergueira.
—
'
Vieira—
Antonio
Joaquim da
Silva
Pei
xoto
de
Magalhães,
José
Maria
Vieira
de
Azevedo,
Fioreutitio
Nicolau Vieira
da
Motta,
José
Luiz
da
Moita.—
Villa
Nova
de
Famalicão
—Birào
de Joanne,
Gaspar An
tonio
Borba,
Antonio Luiz
Cardoso de
Menezes,
José
Canstantino Pereira
de
Aze
vedo.
—
Villa
Verde
—
Francisco
Calheiros
de
Magalhães
Barreio,
Antonio
Miguel
de
Meirelles,
Antonio
Feio
Soares
de
Aze
vedo,
Bento
José
de
Brito.
—
Em
Vianna
começou
já
a distribui
ção
gratuita
de
encaliptus,
cedros
e ou
tras
arvores,
feita
pela
commissão
dele
gada
da
junta
de districio
—O
snr.
Joaquim Camillo
de
Sousa
foi nomeado
escrivão
do
juizo
de
paz
de
Sabbadim,
na
comarca
dos
Arcos.
—
Por
falta
de
licitantes
não
se
fez
a
arrematação
do
fornecimento da
illumina-
ção
a
gaz
porque
a
camara
de
Vianna
quer
substituir
a
aclual.
Foi
addiada
a
praça.
Rectífieação.—
Em
o
necrologio publi
cado
no
n.°
antecedente,
onde
se
lê
—Ma
noel Joaquim
Vessada,
deve
corrigir-se
para
Manoel
José
da
Silva
VessadaT
RECLAMOS
SAÚDE A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DIJ
BARRY de
Londres.
30
anHOH <I’
ínvariaveí
guewwso
2
Combatendo
as indigestões (despepsia)
gastiica,
gaslralgia,
ílegma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas,
uauseas,
vomilos, irrita
ções
intestinaes}
bexigas,
disenteria,
cólicas,
tosse,
athstna,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabeihes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no peito,
na
gar
ganta,
doalilo,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
ligado, dos rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue,
85:000
curas
en
tre
as
quaes
coolam-se
a
do
duque
de
Pluskow,
da
ex.
raa
snr.a
marqueza
de
Brehan,
Lord Stuarl de
Dicies,
par
d
’
In-
glaterra,
o
doutor
e
piofessor
Wurzer,
ele.
etc.
Cura
n.°
65:311.
—
Vervant,
28
de
mar
ço,
1866.
—
-Senhor.
—
Bemdito seja
Deus!
A
sua
Kevalescière
salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naluralmenie
fiaco,
estava arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito
an
nos,
tratado
sem resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
emineule
virtude
da sua
Kevales
cièré
me
rastiluiu
a
saude.
—A.
B
rune
-
lière
,
cura.
Cura
n.°
78:364.
—Mr.
e
m.
me
Leger,
de doença
do figado,
diarrhea,
tumor
e
vó
mitos.
Cura n.° 68:471.—
Mr.
Pierre
Castel-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade de 85
annos;
a
Kevalescière
re
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
visito
os doen
tes,
dou
grandes
passeios a
pé, e sinto
o
espirito
lúcido
e
a
memória
fresca.»
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
lixos
da venda por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata, de
*/
t
kilo.
500
;
de
*/2
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
í$400
reis; de
2
1
j
1
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$4O0; e de 12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas a
890
e
1<£400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
SSevaíeBsãèr®
j
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes riais
que a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
foiha
de
lata
de
12
chavenas, 500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas, 1^400;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25 reis
cach
chaveu i.
ÍW
.«SAnKY ®.
a
I
j
IMET»».
-
Plaee
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regenl-
Streel,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmacauticos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc.,
das províncias
devem
diri
gir
cs
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpe
Santo
16,
foisfe®»,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos, praça
de D.
Pedro,
35,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Anrea,
12
—
«
“
os*-
to,
J
d :
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
dt
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm; —
fUsvrc®!!»»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos, pharm.,
Largo
da
Ponte.—
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pliarna.,
rua
dos Chãos
31
—Pipa
<5c
Irmão, rua do
Souto.—
Vianna
doCas-
tells,
Aftonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
graode, 140.
—
GuimarJe»
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio d’
Aranjo Carvalho, Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Ssilva,
drog.,
Rua
da
Rainha, 29
e
33.
—
Penaftel,
Miranda,
pharm.
—
Porta,
M.
J.
de Son
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108; Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225
a
227.
—
Ponte do
Kdk-
mo,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo» do Vnrzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.—
Valença do Uinhe,
Francisco
José
de.
Sousa,
pharm.
—
Víll*
dn
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
A6IADECIMSIT0S
Extremamente penhorados
pelos
obsé
quios e
provas
d
’
amizade
que
recebemos
por
occasião
do
fallecimento
e
funeral
de
nosso
prezado
pae
e sogro,
que
foi
Deus
servido
chamar
ao
seu santo
Reino,
no
dia
15
do
corrente,
agradecemos
a
todos
os
exc.mos
snrs.
que
nos
obsequia
ram
em
nossa caza,
e
o acompanharam
da
egreja
até
á
sua
ultima
morada,
e
fa-
zemol-o
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
ser
pessoalmente.
Braga 27
de
março
de
1879.
Manoel
José Moreira.
Jeronymo
José
Moreira.
(2335)
Francisca
Paredes Moreira.
Andreza
da
Costa
Bezerra
Braga
(au-
zente),
Rosa
das
Neves
Simões,
There-
za
de
Jesus
Simões,
Joaquim
Simões,
Ma
ria Simões, José
Simões
Braga
(auzente),
Ma
noel
Simões
Braga,
José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro,
e
João
Trincladede
Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
fall.ecida
Anlonia
Ma
ria Simões,
não
o
podendo
fazer
pessoal
mente,
agradecem
por
este
meio
a
todas
as
pessoas
da
sua
amisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes
fizeram,
acompanhan
do,
da
sua
casa
á
egreja,
e cemilerio, o
corpo
de
sua
sempre
presada
mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
lodos
os
que
lhes
de
ram seus
sentidos
pezames, confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março
de
1879.
(2316;
ANNUNCIOS
DINHEIRO.
Na
casa penhorista
das Palhotas,
n.®
8
ha
sempre
dinheiro
que
se
dá sobre
qualquer
objecto
de
valor
etc.
etc. Juro
rasoavel.
(2341)
«
Craixa
penlíorÍHtf* Braenrenie
nn
Travessa
<le BI.
Cínalclitn dl’ea*t»
cidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
lodos
os dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeclos
empenhados
na
mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
vendidos.
AíXMSíM
VF AÇÃO V®I.UJtfTAKIA
No
dia
14 d’
abril,
por
10
lioras
da
manhã,
principiará
na residência
de
San
ta
Euialia
de
Tenões
a
arrematação
de
diversos objeclos
pertencentes ao
expolio
do
fallecido reitor
da
mesma freguezia.
A
arrematação
consta
de
duas
moradas
de
casas, uma
na
dita
freguezia
e outra
na
rua
do
Poço
n.°
8,
d
’
esta
cidade,
uma
lagareta
de pau e
algum
vinho,
e
mui
tos
outros
objeclos.
Esta arrematação
será
espaçada
por
cinco
dias a
contar
do
indi
cado.
O
dia
designado
para
a
arrematação
das
casas
é
o
18.
(2;;34
AfillfflATAGÃO
D.
Adrianna
Rosa
de Mello,
residente
na rua d
’Oliveira,
da
freguezia
de
S.
Vi-
ctor
da cidade
de
Braga, faz
saber
que
tendo requerido
inventario
de
maiores,
ao
fallecimento
de
seu
filho
Manoel
An
tonio
de
Carvalho
e
Silva,
no
juiso
de
direito
da Povoa
de
Lanhoso, e no
mes
mo
inventario
tem
de
ser
arrematados
em
praça,
no dia
6
do
futuro
mez de
abril
de
1879,
no tribunal
judiciário
da
Povoa
de
Lanhoso,
todos
os
bens
de raiz,
moveis,
direitos
e
acções
que
do
mesmo
ficaram;
sendo
os
bens
de
raiz,
as quin
tas
denominadas
de
Sete
Fontes,
e
Arre-
balde,
ambas
juntas
e
circuitadas
sobre
si,
apenas
divididas
por
um
caminho,
e
muito
próximas
á
estrada
nova da
Ponte
do
Porto,
que
se
comppem
de
grandes
casas
para
senhoria,
e
para
caseiros,
dous
moinhos,
eira de
pedra,
cinco
lagares,
aguas
de
lima
e
rega,
dous
laranjaes, oli-
vaes,
e
pomar
de
espinho
e
caroço, es
tando situadas
no
mais
aprasivel
local
da
freguezia
de Santa
Maria
de
Moure
da
dita
comarca.
Quem pretender
póde
com
parecer
no
indicado
dia,
na
dita villa,
pelas 10
horas da
manhã,
podendo
infor
mar-se
das
propriedades, e
vel-as pessoal
mente,
cuja
venda
é
para
pagamento
de
credores.
Braga
7
de
março
de
1879.
(2290)
D.
Adrianna
Rosa
de
Mello.
BINilItCMItO
A JtKO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
400^000
para
mutuar.
(2305)
ALVIÇiKtS
Quem
achasse
uma
cruz
de
oiro,
fará
o
favor
de
a
entregar
na
rua
de
S.
Vi
cente,
n.°
66,
e
receberá
alviçaras.
(2333)
BILHETÈS DE
VISITA
COM NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de
por
te
sem
augmento
de preço.
APFAKICHO «fc MALHE1BO
27,
Praça do
Bardo de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420 e 440
rs.
27, Praça
do
Barão
de
S.
Martinho, 27
BTOS
M
BI»
Com
capas
de marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo.
97,
Prafa
do Barão de S. Marti
nho,
89
APPA1UCI0 & tyÃLHEíRO
lIRÃt.A
Fabrica
de
papel de Ruães
Papel
de
impressão
e
de
embrulhos
de
difierentes
marcas
e
preços.
DEPOSITO
EM
BRAGA
Tabacaria
Braearense
—
27,
Rua
do
Souto
27—
(2340)
„
Quem
quizer
comprar
as
cazas
Ipjis? da
rua
das
Chagas,
n.° 5
e
5
A, e
a
da
rua
de
Santo
Antonio
das
Travessas,
n.°
14,
falle
na
mesma,
n.°
14,
com
Manoel José Moreira.
(2336)
DINHEIBO
a
JI RO
A
Torre,
(2203)
irmandade
de
Nossa
Senhora
da
tem
330^000
rs.
para
dar
a
juro.
O secretario
Padre Luiz
Gomes
da
Silva.
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia fabril SINGER
19—
rua de S. Vicente—19
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que nunca
tive
ram rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
898:918
machinas
de
costura!!!
mais
8«sO«
que
em
1876.
A Companhia Fabril
Vende
as suas
magnificas
e
sempre
acreditadas machinas,
ao alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
3®o
reis
seiiiaiiaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos a
prompto
paga
mento.
MACHINAS
LEGÍTIMAS
Para
famílias, alfaiates,
costureiras,
cliapelleiros e
sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bellò
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico
que te
nha
todo o cuidado para não
ser enganado com as machinas
imitações,
como çtlgumas pes
soas,
por
infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIVGER
só
se
encontram
á
venda
na Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL S1NGER
17,
RUA DE S. VIGENTE,
17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
districtos
de
Portugal
e
His-
panha,
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador.
Peçam
cathalogos illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
(2297)
ihamiio
in:
mus
DE
Joao
Marques d’Almeida
Castro
827,
rua
de
Santa
Catharina,
331
PORTO
Este
estabelecimento,
que
por
grande
numero
de
pessoas tem
sido
preferido
a
outros,
não
só
por
os
prémios
que
no
mesmo
constantemente
estão
saindo,
mas
por
a promptidão
com
que
executa
as
encommendas
que
lhe
são
dirigidas, con
tinua
a
ter
á
venda
para
todas
as
lo-
terias. bilhetes
inteiros,
meios
ditos,
quin
tos.
quartos,
décimos,
oitavos e
fracções
de
600.
500.
300,
250.
200,
130.
100
e
40
reis.
Satisfaz
para
as
províncias
todas
as
encommendas
(de
bilhetes
ou
fracções
em
pequena
ou
grande
quantidade)
vindo
as
mesmas
acompanhadas
<la
sua importân
cia,
era
ordens,
vales
do
correio
ou es
tampilhas
do
mesmo.
—
Envia
graluitamen-
te.
os
prospectos,
a todas
as
pessoas
que
desejarem
ser
informadas
dos
prémios
de
que
se
compõem
as
loterias
e
dos
dias
em
que
as mesmas
se
leem
de
exlrahir;
assim
como
remette
no fim
das
extrac-
ções,
as
respeclivas
listas
geraes
dos
pre
mios.
AOS PRETENDENTES
Apesar
do
grande
numero
de
corres
pondentes
que
este
estabelecimento
tem
nas
províncias
para
a
venda
de
bilhetes
e
fracções
de
todas
as
loterias,
o
mesmo
recebe
ainda
propostas
das
pessoas
que
pretenderem
vender
este
genero
á
com-
missão
Os
pretendentes
que
quizerem
en
carregar-se da
venda
d
’esta
fazenda,
po
dem com
ella
negociar
sem
risco,
porque
se
acceita
de
novo
até
ás
vesperas
das
extracções,
toda a
fazenda
que
os
mesmos
não
tiverem
vendido.
Além
d
’
isso
teern
a
vantagem
de
poderem
negociar
sem
em
pregar capitai
porque
a
importância
de
qualquer
remessa
que
lhes
seja
feita,
po
de
ser
enviada depois da
fazenda
vendi
da,
bastando
para
isso que o pretendente
dê
como
conhecimento
um
negociante da
cidade
do
Porto.
A
commissão
é
vantajosa
e
os
mais
esclarecimentos
dãõ-se
a
quem
os pedir.
(2330
REGISTO PREDIAL
J.
M.
Bello,
com
escriptorio
no
largo
de
Santo
Agostinho (antigo
largo
do
Po-
pulo)
n.°
8, nos
baixos da
casa
da
As
sociação
do Monte-pio
dos
Artistas, pre
para
as
declarações
complementares
que
de
vem
acompanhar
todos os
titulos
que
te
nham
de
ser apresentados
a registo,
bem
como
as
declarações
para
registos
provi-
sorios de foro
ou
hypotheca,—
requerimen
tos
para
solicitar
qualquer
certidão na
conservatória,
etc.
etc.
Também
se
incumbe
de
qualquer
es-
cripturação, e
acceita
procuração
para
apre
sentar
qualquer titulo a
registo.
A
’
s
irmandades, confrarias e
estabelecimentos pios.
Escripturas
de
mutuo,
—
registos
pro-
visorios
ou
definitivos
de
foro,
etc.:
pre
param-se,
para
entrar
a
registo,
no
escri
ptorio
acima indicado.
’
(2314)
CASA
Arrenda-se
uma
na
rua
de
S.
J:
‘
:âL
Geraldo
n.°
18.
Trata
se no
cam-
p
0
qe
SanCAnna,
n.°
68.
(2298)
Fabrica
a vapor de
fundição
ferro e
metaes
Travesaa de S. João—
Braga.
N
’
esla
fabrica,
única
na
província
do
Minho, fabrica-se
toda
a.
qualidade
de
obra,
tanto
de ferro
como
de
metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para poder
elevar
este
melhoramento de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
com
as fabricas
de
igual
genero do
Porto
e
outras loca
lidades,
e
e
’
m
parte
o
tem
conseguido,
pois
que no seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de
lodos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que possam
ser
encontrados
no
Porto.
N’
esta
fabrica
fundem-se
peças
de
pezo
de 5:000
kilos e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
co
mo
são:
boxas
para eixos
de
carruagens,
moinhos
para
moer tintas,
pés
para
me-
zas de
mármore
ou de
madeira,
bancos
para
jardins,
bombas
de
qualquer pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões, prendas
para
copia
dores,
fuzos de novo systema para
la
gares,
ferros
para
alfaiates e chapelleiros
tapeies
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
de
guinchos
de
pedreiro
de
todos os
tamanhos.
Também
concerta todas
as
obras
d’este
genero
principalmente bom-
bas
de
poços.
Preços
os
do
Porto.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
VINHO
CREOSOTADO
DE
GIVIBEKT
!•'.
BOVCHARD
MODIFICADO
POR
DUJARDIN-BEAUMETZ
Este
novo
medicamento,
cujos
resul
tados
têem
sido surprehendentes,
é
hoje
o
preferido
por
todos
os
médicos
tanto
nacionaes
como
estrangeiros
para a
cura
da
phtysica
pulmonar,
bronchites,
catar-
rhos
da
bexiga,
tosses
rebeldes,
etc.
Deposito
no
Porto
—
Pharmacia
Orien
tal,
268,
rua
de
S.
Lasaro,
272.
Braga
—Pharmacia
Maya,
rua
dos
Chãos,
31.
(2229)
$
gRUA*
DE
S.
MARCOS, N.° 5.
|
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
á
prin-
jÉ
cipiar
em
80
reis
a peça.
D
Vende
olio,
tintas
e
|
vernizes
para
pinturas
de
|
casas, tudo
de
boa quali-
dade.e
preços
muito
resu-
4
midos.
3
g
Vende cimento
roma-
no
para
vedar
aguas,
ges-
b
so
para
estuques
de
ca-
S
sas,
tudo
de
primeira
qua-
3
lidade.
s
áiiiw
iiíí
vinhos
DO
ALTO DOURO
D.4
CASA »E VILLA < 4
RUA DO
SOUTO
N.°
15
—
Braga.
N
’este
armazém se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
>
>
»
.
190
»
Lagrima............................. .
.
200
»
Branco
de
meza..................... 210
»
tinto
de
meza fino.
...
240
» de
prova
secca...................... 300
»
Malvasia
de
2.
a
......................
360
»
>
velho.................................... 400
»
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
» Roncão
.........................................
700
»
Velho
de 1854
. .
..
600
»
a
retalho
para
meza
60
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
p0
‘
dendo todo
e
qualquer
consumidor
raan-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo cbymico.
Folhinha
Civil on de Algibeira
Acha-se
á
venda
na
rua
Nova
n.°
I
e
na
rua
do
Souto
na
vestimentaria
Ro*
cha
e
em todas
as
localidades
do
costu*
me.
Preço
50
reis.
GOFRE
DE FERRO
Quem
o
tenha
para
vender,
falle
ua
rua
Nova
n.°
4.
RESPONSÁVEL
—Luiz Baplista da Silw
BRAGA,
TYPOGBAPHIA
LUSITANA— 1879
Parte de Comércio do Minho (O)
