comerciominho_25031879_914.xml
- conteúdo
-
EFOSLSZA
RIZXIGiSiSAk,
ICA.
IVOTKCIOSJL.
REDACTORES—D.
Miguel .Sotto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—
DIRECTOR—Anlonio Joaquim de Mesquita Pimenlel.
7.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes...............................
1&G00
»
6
»..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annnncios
cada
linha
....................
Repeli/jão
....................................
850
40
20
10
PUBLIGA-SE
ÃS
TERÇAS, QCIATAS E
SARBADÔS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias, 12
mezes.....................
»
6
j»
sendo
duas
assignaturas
o^uuu
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3$600
Folha
avulso
2&000
1&050
3£600
N.° 914
10
Presado
Diréclor
e amigo.
Felicitamol-o
pelo
modo
acertado
e
digníssimo
por
qúe
tem
desempenhado
a
sua
laboriosa tarefa
de
Director
do
nos
so
«Commercio
do
Minho».
Tem
v.
ex.
a
comprehendido
perfeitamente
os nossos de
sejos
e
as
nossas
aspirações
no
cumpri
mento da
sua
missão.
Escravo
dos
prin
cípios
insculpidos
no
lemma
que
estam
pamos
no
nosso
programma,
digno
no
por
te
e
attitude
que
deve caracterisar
o
es-
criptor
brioso e
simultaneamente
modesto,
regulador
prudente
e
atilado
dos
negó
cios
internos
da direcção,
v.
ex.
a
tem
se
tornado
credor dos
nossos sinceros
em
boras.
Estes
seus
distinclos
predicados reve
lam
que
v.
ex.
a
é
pessoa
«digna,
mil
vezes
digna
de
estar
á
frente
de
um
jor
nal
religioso.»
Reconhecem-n
’o e
confes-
sam-n
’o
todos quantos observam,
com
as
siduidade,
a
maneira
porque o «Commer
cio
do
Minho»
é
dirigido;
e
esse
reco
nhecimento
e
confissão
regosija-nos
tan
to
mais,
quanto
mais
por
esse
motivo
se
apertam
os
vínculos
de
solidariedade que
a
um
tempo nos
ligam,
a
nós na
redac-
ção que
nos
compete,
com
v.
ex.
a na
direcção
que
lhe
incumbe
E
’
facil,
pois,
do
que
trazemos
dicto
deduzir
v.
ex.
a
que
egualmente
apoiamos
e
approvamos
a
vehemente,
severa
e
jus
tíssima
correcção
que
v.
ex.
a
infligiu
ao
«Amigo
do Povo».
Depois
d
’
elia, lance-o
ao
mais
absoluto
desprezo;
bem
como
a
todos
os escrevi
nhadores
da
mesma
laia
que se
nos
di
rijam inconveniente
e
insultuosamente.
Não
desçamos
nem
um
apice.
Só
viemos
á
imprensa justar
em
combale
nobre
e
leal
com
adversários
que
comprehendam
a
di
gnidade
do
escriplor,
e
não
jogar, na
pra
ça
publica, os
empurrões
com os
ébrios
ou
as
pedradas
com
os
garotos.
E
se
gente
de
tal
jaez,
sem
embargo
do
nos
so
desprezo,
ainda
se
atrever
a
entrar
no
escriptorio
da nossa
redacção
a
solicitar
0
CAPITÃO ANGELO
JaOMj&NCS
OjRIGINAJL
POR
J.
B. da
Silva Ramos.
OFFERECIDO
E
DEDICADO
A
’
EXC.
“
”
SNR.’
D. Antouia Augusta T. de Vasconcellos,
DA CASA
DE
MABBOI», EM CELORICO DE BASTO.
II
Mariquinhas
foi
mandada
para
uma
mestra
particular,
d
’onde
voltava
á
noute,
para
apren
der
tudo
o
que n
’
aquella
epocha
era
preciso
a
uma
senhora.
Os
brinquedos
proprios
da
infancia,
não
mais
se
viram
entre
Angelo
e
Mariquinhas; aquelle
metlia-se
no
seu
quarto a
estudar, e
Mariqui
nhas,
quando
estava
em casa, ajudava sua thia
nos
serviços
domésticos.
Ao
domingo
entreti
nham
os
dous
meninos
uma
especie
de
desafio,
sobre
quem
saberia
de
cór
mais
orações,
e
as
interpretaria
melhor;
e
assim
passavam
in-
nocentemente
as
poucas
horas,
que tinham de
folga.
Mariquinhas
aos
nove
para
os
dez
annos
teve
uma
grave
enfermidade.
Era
admiravel
a
paciência
e
resignação,
com
que
soffria
as
do
res
da
doença
e
dõ
tratamento!
Uma
vez
que
se
viu
mais*
afflicta,
chamou
sua
thia e
lhe
estólidas
satisfações,
dê-lh
’
as
v.
ex.
a,
ener
gicamente e
com
toda
a
hombridade,
com
o
bico
das
suas
botas,
como
com
tanta
justiça
e
dignidade
lhe
tem
feito,
em
idên
ticas
conjuncturas,
outras
pessoas
d’
essa
cidade,
que
não
presam
menos
a
sua
hon
rai
injuriada
e
o
seu
nome
calumniado
por
tão
nogento
reptil.
Seria
essa
também a
nossa
unica
desafronta
se
a
occasião
se
nos
deparasse.
E
no
entanto,
continuaremos
a
dar
affecluosamente
a
v.
ex.
a um
apêrto
de
mão,
como
De
v.
ex.
a
collegas e
amigos
sinceros
D.
Miguel
Sollo-Mayor
Custodio
Velloso.
Extremamente
penhorado,
publico
hoje
esta
carta
que ante
hontem
se
dignaram
enviar-me
os
exm.
0’
Redactores
do
«Com
mercio
do
Minho».
Sendo
mais
uma
prova,
entre
tantas
outras,
que
teem
querido
dispensar-me,
durante
a
missão
que
me
confiaram,
cum
pre
me
consignar
aqui
o
mais
cordeal
re
conhecimento
a
tão
respeitáveis
e bondo
sos
cavalheiros
pelas
benevolas
e
lison-
geiras
expressões
que
me
dirigem.
Como
desaggravo
aos ultrages ha
pou
co
recebidos,
acceito, profundamente
agra
decido,
tão
honroso documento;
mas
não
sem
manifestar
com
toda
a
sinceridade
que
me caracterisa, que
são
para
mim
um
brazão
de gloria
de que
me
ufano,
e fe
ridas
gloriosas
que
me honram, aquelles
e
outros
insultos;
já
por
partirem
de
quem
desconhece,
como
é
publico e
notorio,
o
que
seja
honra,
dignidade,
brio
e
vergonha,
e
já
pelo
mobil
que
os
inspira,
pelo
alvo
a
que
mirara,
e pe
la
base
em
que assentam.
Egual
é,
por
certo,
o
sentir
de ss.
ex.
as
,
pois
os
vejo quererem expôr-se
ás
vaias
torpes
d
’uns
seres
que
—
verdade é,
disse
que
desejava
confessar-se.
D.
Leonor,
com
os
olhos
arrasados
de
lagrimas,
satisfez-lhe
os
desejos,
mandando
chamar-lhe
o
confessor,
sa
cerdote
de
vida
pura
e exemplar.
Concluída a
confissão,
pediu
com
lagrimas
que
queria
re
ceber
o
Sagrado Viatico,
ao
que
o
confessor
não
annuiu,
pela falta
de
edade.
—
Mas,
snr.
padre,
disse
a
doentinha,
eu
tenho
ardentes
desejos
de
receber
a
Nosso
Se
nhor
Jesus
Christo
Sacramentado.
—
Creio n
’elles,
respondeu
o bom do
pa
dre,
mas
duvido
que
a
menina
faça
uma
ver
dadeira
ideia
do
que
vae
receber.
—
Engana-se,
snr.
padre; eu bem
sei
que
sob
a
especie
do
pão
está
o
Corpo,
Sangue,
Alma
e
Divindade
de
meu
Senhor
Jesus
Christo,
que
desceu
do
seio
do
Eterno,
e
que
por
obra
do
Divino
Espirito
Santo
entrou
no
ventre
da
Santíssima
Virgem
Maria;
que
viveu
entre
nós,
e
apagou
os
peccados
do
mundo,
expirando na
cruz.
Sei
que
é
Deus
como
o
Pae
e
o
Espi
rito
Santo,
e
que
estas
Ires Divinas
Pessoas
fazem
um
só
Deus
Todo
Poderoso,
Creador
do
ceo
e
da terra.
—
Muito
bem,
o
peior
é
a
edade
—
Mas
se eu
tenho
perfeito conhecimento
do
que
é
este
augustissimo
Sacramento: se
a
mi
nha
alma
está
anciosa por
se
unir
ao
meu
Senhor
e
Salvador
Jesus-Christo,
porque
se
me
não
ha
de
fazer
a
vontade?
Depois
soluçou e
chorou
copiosamente,
ter
minando
por dizer:
■
—
Pois
bem,
se
eu
tomasse
o
Sagrado
Via
tico
sarava;
assim
hão
de
ver-me
morrer.
—Pois
não
se
aíflija,
que
eu
vou
consultar,
e
ainda
hoje
lhe
darei
resposta
definitiva.
O
padre,
depois
de
manifestar
ao
conego
os
ardentes
desejos da
sobrinha,
foi consuitar
o
paroebo
da freguezia; que,
em
pessoa, quiz
to
mar
conhecimento
da
doentinha.
.
embora
amarga
—
d
’
hoinens
só
tem o
no
me. e
de
christãos
nem
isso.
Ao
exprimir
a
minha
sincera
e
pro
funda
gratidão
por
tão
honroso
documen
to,
que,
demais
a
mais,
me
surprehendeu,
por
não
ter
direito
a
esperal-o,
pennit-
tam-me
ss.
ex.
” que
aproveite
esta
occa
sião
para
aqui
lhes
protestar
solemne-
•mente,
com
a
mão
na
consciência,
que
redobrarei
os
meus
exlorços.
se
fôr
pos
sível. para
acertar sempre,
interpreian
io
fiel,
integral
e
invariavelmente
os
senti
mentos
e
desejos de
tão
abaiisados
cam
peões
da
Legitimidade
e
do
Calholicismo.
A.
M.
.*O
j
O.
o
-
a
.
TERÇA-FEIRA
25
DE MARÇO DE 1870
Ao
uomho
colíega
n «íalavr»».
Honrou-nos
este
nosso
prezadíssimo
collega
do
Porto
transcrevendo
os
arti
gos
do
íCoinmercío do
Minho»
sobre
a
Eiwyclica
e
os
catholicos
liberaes;
e
deu
ainda
um
novo
motivo
á
nossa
gratidão
dispensando
a
esses
artigos,
em
algumas
linhas,
de
que
os fez
preceder
na
sua
transcripção,
um
louvor, comque
nos
ufanamos,
e
que
sinceramente
agradece
mos.
Obriga-nos
porém
a
nossa
consciência
a
declarar,
com a
franqueza
que
nos
é
própria,
o
desgosto,
que
sentimos ao
lèr
a
nota (2)
ao
artigo
publicado era o
n.°
1:980 da
«Palavra»;
porque
deparamos
ahi
com
uma
asserção
injusta
e
mui
of-
fensiva
para
o
partido
legitimista,
de
que
nos
prezamos
de
ser
obscuro
membro,
mas
fiel
e
convicto
soldado.
Afifirma-se
n
’
essa
nota
da
Redacção
da
«Palavra»
que
ha
catholicos
liberaes
em
todos
os
campos,
sem
exceptuar
mes
mo
aquelle,
em
que
se
reconhecem
e
Depois
d
’
um
prolongado
exame,
o
parocho,
admirado
de
Unta
fé
e
amor
de
Deus,
con
veio
em
lhe
levar
á
noute
o
Sagrado
Viati
co,
o
que cumpriu.
O
povo,
que
assistiu a
esta
solemne
e
au
gusta
ceremonia,
ficou
maravilhado
de
vêr,
em
edade
tão
tenra, tanta sabedoria,
mas
da
que
nasce
do
temor
de
Deus;
e d
’
ahi
por
diante,
os
paes
de
famiha,
que
queriam
despertar
o
amor
de
sublimes virtudes em
seus
filhos,
apon
tavam-lhes
para modelo a
sobrinha
do
conego
Mascarenhas.
Mariquinhas,
com
efifeito,
entrou
em
conva
lescença,
depois
de
tres
mezes
de
longos
e
do
lorosos"
padecimentos;
pois
foi
o
tempo que
le
vou a desapparecer
um
forte rheuraatismo agudo.
Não
descreverei
aqui
os
disvelos, cuidados,
aíHições
e
lagrimas,
que
ao bom
Angelo cus
tou
"a
doença
da
sua
innocenle
amiguinha;
bas
ta
referir
que
elle
não
comia,
e
emmagreceu
consideravelmente,
chegando
a
sua
vida e
saú
de
a
dar
sérios cuidados. Mas depois
que
Ma
riquinhas
foi
reputada
livre
de
perigo
e en
trou em
convalescença,
Angelo
voltou
de
re
pente
ao
seu
estado
normal.
Os
médicos
porém
julgaram
que,
para
o
rá
pido
e
seguro
restabelecimento
de
Mariquinhas,
lhe eram
eflicazes
os
ares
campestres;
e
o
co
nego
dispoz
a
sua
retirada com D.
Leonor
para a
casa
paterna,
visto
poder-se
fazer
sem
perigo a
jornada
em
liteira.
Angelo
soflreu
profundamente
a
separação
de
Mariquinhas,
mas
soffreu
em silencio.
D.
Leonor
voltou
passados
dias,
para a compa
nhia
de
seu
irmão.
Mariquinhas,
passados
dous
mezes
estava
qua-
si
restabelecida,
esperando-se
completa
a
cura,
depois
do
uso
de
banhos
thermaes.
Angelo
continuou
sem
interrupção
os
seus
estudos,
sendo
classificado
estudante
distincto;
defendem os
direitos
das dynaslias
legi
timas.
Mas
isto
não
é
exaclo
—
desculpe-nos
o
prezado
collega.
E
é contra
esta
in-
exaclidão
que
nós
protestamos
em
nome
do
partido
legitiraisla
porluguez, porque
ella
involve
uma
injustiça
e uma
offensa
immerecidatnente
arrojadas
ás
faces
d’
esse
pobre
partido,
que lyrabra
em ser,
pri
meiro que
tudo,
catholico
puro,
e
fiel
aos ensinos
do
Chefe
Visivel
da
Egreja
de
Jesus
Christo.
Legitimista
e liberal
(na
accepção
po
lítico-
religiosa
do
vocábulo)
são
qualifica
ções
que
mutuamenle
se
repeliem.
No
nosso
campo
não
ha
—
mercê
de
Deus
—
quem
empregue
loucos
e
sacrílegos
ex-
forços
para
conciliar
Deus com
BeliaJ.
Babylonia
com
Sião;
e
se
querem
achar
esses catholicos
acçommodaticios,
que
llu-
ctuando
entre
a
verdade
e
o
erro,
de
fendem
a
Egreja
curvando
o
joelho
ante
as
dynaslias,
que
a
perseguem e
acatando
as
constituições
e
fôrmas
de governo,
que
a
Revolução
engendrou
adrede
para
hos-
tilisal-a,
hão-de
procural-os
em
outros
campos,
que não no nosso,
onde,
a
par
do
direito, se
tem
sempre
defendido
a
Religião, onde
não
ha
penetrado
nem
a
mais
leve
sombra
de liberalismo,
que
todos
nós
detestamos
do
fundo
d
’
alma,
qualquer
que seja
a
fórma
ou
o
disfarce
debaixo
do
qual
elle
se
nos
apresente.
Se
o
antigo
regalismo
abusou
também
algumas
vezes
do
poder
contra
a
Egreja,
e
sustentou
erroneos
princípios
oppostos
aos
sagrados
direitos
da
mesma,
nenhum
escriplor
legitimista
approva,
nem
des
culpa
hoje
esses
abusos
e
esses
erros;
e
se
um
dia
a
Providencia
Divina
per-
mittir
que
venha
a
occupar
o
throno
de
seus
maiores
o
Príncipe,
em quem
uni
camente
reconhecemos o
direito de
rei
nar
sobre
os
portuguezes,
fal-o-ha
como
rei catholico e
filho submisso
da
Egreja
Romana, primeira condição,
de
que
ne
nhum
de nós
prescindiria
para
continuar
mas
o
seu
caracter, de
jovial que
era,
tornou-
se
sério
e
melancólico.
Não
posso
aílirmar
se
n’
esta
notável
mudan
ça
influiria a ausência da
(então
jál
snr.’
D.
Maria
Chrislina;
o bom
do
conego dizia
á
ir
mã
que
a
tinha
notado,
que
era
influencia
da
edade:
Joanna,
que não se
tinha
esquecido
de
visitar,
quasi
todos
os
dias,
o
seu
Angelo,
at-
tribuia-a
á
ausência
de Mariquinhas;
e
acha
va
isto
tão natural...
depois
de
brincarem
por
tantos
annos
os
jogos
da
innocencia
..
Ora
eu
penso
que
tanto
o
conego,
como
o
lavadeira,
tinham
rasão.
Fazia
Angelo
treze
annos
e
meio,
e
podia
dizer-se
que
eslava um latino;
ao
menos
assim
o
disse um dia
o
mestre
ao
reverendo
cóne
go
Mascarenhas;
accrescentando
que
seria bom
estudar
lógica,
para
poder
cantar
missa
aos
vinte e
dois
ou
vinte
e
tres
annos.
—
De
vagar,
meu
padre-mestre, respondeu o
conego.
E
’
agora
tempo de
sondar-lhe a vo
cação... Veremos
o
que
elle responde,
e
de
pois
fallaremos.
—Isso
está visto.
Com
as qualidades
de
An
gelo
não
se
póde
ser
outra
cousa.
—
Então
entende
o
snr.
que
bons
só são
os
padres?
—
Não
senhor,
eu n
’isto
só
quero
dizer
que
os
padres devem
ser
bons.
—N
’
isso
convenho.
Pois
fallarei
com
o
ra
paz
e
então
veremos
o
que se
deve
fazer.
O
conego
Mascarenhas,
homem
illuslrado
e
virtuoso,
não
era
d
‘aquelles que
forçam
as
vontades
e matam
as
vocações.
(
Continua).
a
acatal-o
como nosso
legitimo
e
ver
dadeiro
soberano.
Devíamos
esta
ractificação
á
nossa
consciência,
para
que
do
nosso
silencio
não
podesse
inferir-se, que
estavamos
de
acordo
com
o
collega
portuense
na
im-
inerecida
e
improvada
supposição,
que faz.
Este
é
o
intuito,
que nos
guia
a
penna
ao
traçar
as
presentes
linhas,
com
as quaes
de
modo
algum
queremos
suscitar
polemicas
com
um
jornal,
que
milita lambem
no
campo
catholico.
Evitaremos
o
mais
possível
as dissi
dências
com
quem,
como
nós.
defende
a
causa
da Religião,
porque
assim
nôi-o
prescrevem
a
palavra
veneranda
do
Vi
gário
de Jesus
Christo e
a
nossa
pró
pria
convicção.
Mas corre-nos
o
dever
de
pugnar
pela
honra
do
nosso
partido,
cujo mais
glorioso brazão
é
ser
franca
mente
catholico,
prestando firme
e
plena
adhesão
a
tudo
o
que
Roma ensina,
e
repellindo,
sem
hesitações
nem
subter
fúgios,
lodo
quanto
Roma
reprova
e
con-
demna.
D.
M. S.
O
SS.
Padre
Leão
XIII dirigiu
a
s.
exc.
a
rev.'
“
a
o
snr.
arcebispo
Primaz
uma
carta,
cuja traducção
é
a
seguinte:
Ao
Nosso
Venerável Irmão
João
Chrysos-
tomo,
Arcebispo
de
Braga.
LeSo P.
P. XIII
Venerável
Irmão,
Saude
è
Bênção Apos
tólica.
Na
grande
escacez
de
meios,
a
que
esta
Santa Sé
Apostólica
foi
reduzida
pe
los sacrílegos
usurpadores
de
seus
domí
nios
temporaes,
brilha a
admiravel
bon
dade
da divina
Providencia,
que
soccor-
re
as
necessidades
da Egreja por
meio
das oblações
filiaes
dos
christãos
espalha
dos
por
todo
o
mundo.
Entre
as
nações
calholicas
porém,
que
se
empenham
n
’
este
piedoso
certame,
o
povo
Portuguez
na
fé
e
na
dedicação
ao
Vigário de
Christo
marchou
sempre
no
primeiro
logar.
Porisso, Nós
amando
o
com
particular
predilecção,
sobre
maneira
Nos
alegrámos
quando
tivemos
noticia
da
grande
prova
que
acaba
de
Nos
dar
dos
seus
antigos
sentimentos
calholicos
tão
expressamenle
manifestados
nas
collectas
pecuniárias
para
o
obolo
de
S.
Pedro.
Prova
isto
claramente
a
notável
som-
ma
colligida
na
Archidiocese
actualmente
conliada
ao Vosso
cuidado
pastoral.
Vene
rável Irmão,!
e
que
enviastes
a
Roma
e
Nos
mandastes
entregar
pelo
Egrégio
Prín
cipe
Commandanle
de
Nossa
nobre
milí
cia.
Não
podemos
pois
deixar
de
Vos
dar
os
devidos agradecimentos,
pedindo do
coração a
Deus que remunere
a
Vossa
piedade e
amor
para
comNosco
com
as
suas graças,
em
cujo
penhor
do
intimo
d
’
a!ma
Vos
damos,
Venerável
Irmão,
e
a
cada
um
dos
oílerentes a
Nossa
Bênção
Apostólica.
Dada
em Roma em
S.
Pedro,
no
dia
6
de
março de 1879.
Segundo
anno
do
Nosso
Pontificado.
Leão P.
P.
XIII.
l.iaboa,
33 de março de 1»?9.
(Do
nosso correspondente).
Continuam
por
mais
algum tempo,
os
espectaculos
no
circo
de
S.
Bento.
E’
a
nova
de
mais
momento,
que
hoje
vos
posso
enviar.
Não
vol-a
communi-
quei
logo
pelo
telegrapho,
porque
a
pa
tria
estava
em perigo,
isto
é,
não
tinha
vintém;
o
que
a
muitos
outros
succede
o
mesmo,
embora
meio
mundo
os
julgue
cheios
como
um
ovo
Teremos,
pois,
conversas
nas
duas
ca
sas
parlamentares,
por
mais
uns
dias,
o
que
de
certo
o
paiz
applaude
doidameute,
porque
a
experiencia
lhe
mostra
que
a
duração
das
sessões
legislativas
está
na
proporção
das
vantagens,
que d
’alli
saem
para
a
nação.
Até
agora
o
enxurro
de
leis
propicias
ao
paiz,
n
’
este
anno
de
1879.
lem tra
zido
em
permanente
pasmaceira
o povo
portuguez,
mas
o
que
tem
de
vir,
o
que
hade
sair
d
’
aquella
cornucopia
de
medidas
salutares
toca
o maravilhoso.
Mas,
o
peior
é
que
o
pobre
povo
lem
de
pagar
as
consequências
da
preguiça
dcs representantes
da
nação.
Eu
bem
vol-o
disse
n
’
uma
das
mi
nhas
ultimas
cartas.
Ou
as
camaras
se
encerrariam
no
íim
d’este
mez
sem
terem
feito
nada,
ou
as
cortes
seriam proroga-
das,
para
de
novo
o
fisco
nos
visitar
a
algibeira
e
nos levar, muito
liberalmente,
o
que fosse
mister
para
a
sopa,
vacca,
e
arroz
do bicho
deputado,
durante
os
dias,
em
que
o
parlamento
nos
deleitas
se
com
as
suas
habituaes
palestras
aca
démicas.
O
snr.
D.
Luiz
optou
pela
segunda.
Decretou,
embora
reine,
e
não
governe,
que
os
snrs.
deputados
meltessem
na
algibeira
mais umas
dúzias
de libras
para
as
encommendas
das
caras
metades,
e
ainda
mais
caros penhores.
E
vão
metler,
mas
saidas,
não
da
al
gibeira
da
dynastia,
senão
da
magra
al
gibeira
dos
que amassam
o
pão
quotidia
no
com
o
suor
do
seu
rosto,
emquanto
o
l.°
magistrado, e
a sua
corte
para-
syta
se
deleitam á
meza do orçamento,
posta,
e servida
pela
multidão
dos
es
cravos
brancos,
a
quem
o
liberalismo,
por
irrisão,
e
alfronta
ao
caracter nacio
nal,
chama
livres!
E
não
é
mal
feito,
porque
«quem
corre
por
seu
gosto,
não
cança».
A
Academia,
jornalito
que se publica
em
Coimbra,
pegou
na
ferula,
e
convidou
a
Nação
com
uma
boa
duzia
de
palma-
toadas,
porque
o
jornal
oílicial
do
nobre
partido
legitimisla
ousara
deplorar
que
na
liei
Braga
se
fosse erigir
a
estatua
de
D.
Pedro,
que
os
liberaes
denominam
V.
A
Nação,
porém,
riu-se
da
criança,
e
continuou
a
lastimar
aquelle
facto,
por
que
a
lógica
politica
lh’o
persuadia;
e
ella,
que
não
dobra
nunca
a
cerviz
a
qualquer
conveniência, que
não
esteja
de
accordo
com
o
moto
da bandeira,
que
desfraldou,
e
conserva
desenrolada
ha
mais
de
trinta
annos,
não
reconsiderará.
Mas
deixemos
por
um
momento
em
paz
a
miserável
politica
de
casa,
para
vos
dizer
que
tudo
indica
a mui
próxima
reconciliação
do
governo
do
império
aile-
raão com
a
Santa Sé!
Será
uma
vicloria para
o
Pontifice-
Rei,
e
um
immenso
beneficio
para
a
causa
do
calholicismo
nos
vastos
domí
nios
do imperador
Guilherme.
E,
quem
sabe?
se
um
grande
passo
para
a liberdade
de
Leão
XIII,
e
das
provincias
usurpadas pelo
poder
revolucio
nário?
A
eleição
do
actual
Papa
foi
prodi
giosa;
porque
não
serão
lambem
prodigio
sos
os
acontecimentos, que
tendam á res
tauração
do
direito,
que
deem
aos
po
vos
opprimidos
a
paz,
de
que
ha
muito
carecem,
a
liberdade,
que
anhelam,
a
moralidade,
de
que,
em grande
parte,
estão
orphãos,
graças
ás teimosas sug-
gestões
e
espirito
de
corromper,
que
actua
no liberalismo
europeu?
Continua
o
vandalismo
liberal
na
sua
obra
de
destruir
tu
lo,
quanto
se
deve
á
monarchia
legitima.
Os
prédios
da
casa dos
nossos
Reis
legítimos vão
sendo vendidos aos
argen-
larios.
Ha
poucos
dias
foi
arrematada
uma
propriedade
da
coroa,
no
sitio
do
Calva-
rio,
por 16
contos
e
tantos
mil,
em
se
guimento
de
algumas
outras
no
mesmo
local,
além
da magestosa
quinta,
agora
retalhada, e,
em
parte,
convertida
em
transito
publico,
bordado
de
difTerenles
prédios
urbanos
recenlemente
construídos;
e
os moradores
dos
prédios
da coroa,
em
Belem,
acabam
de
ser intimados
pa
ra
que
saiam
até o
fim
do
presente
se
mestre,
em
virtude
da
venda
qne
se
fará
d
’elles, e das
cavallariças
reaes.
E
também
se
diz que
irá á praça
a
quinta
de
Baixo.
Meu amigo,
não
ficará pedra
sobre
pe
dra.
O
senhor
D.
Miguel
l.°
entregou in
teiro
o
património
real
ao
poder
intruso,
quando
desceu
do
throno,
o
liberalismo
tem-no
ido
destruindo,
pouco
a
pouco,
e
utlimamente
fel
-o
cahir
nas
mãos
de
um
dos
economistas
de
maior
polpa,
o
qual
entende
qne
o
melhor
meio
de
mostrar
o
seu
fino
tacto
de
administrar
a
fazenda
alhea,
está
na
permuta
de bellos
prédios,
alguns
d
’
eltes
de
muito
valor
histórico,
por
alguns kilogrammas
de
papel de
cre
dito,
muito
fallivel,
mormente n
’
esta
epo-
cha
de
proverbial
boa
fé
governativa.
Tudo
assim
vae,
e
irá,
emquanto o
látego
da
liberdade
estiver
fustigando o
paiz, o
melhor
dos paizes
possíveis para
supporlar
violências,
e
beijar
a mão,
que
o
vexa
em
nome
da
liberdade, da
egual-
dade,
e
da
fraternidade.
E’
justo,
já
qua
permitle,
senão
ap
plaude
que
aqui
e
alli
ergam
monumentos
por
que
se perpetue
a
memória
dos
sym-
bolos
de
tudo
quanto
é
e
tem
sido infes
to
á
nação.
Dizem-me
que
amanhã
teremos
missa
de
requiem
em
S.
Carlos.
Não
faltarão
devotos,
que
entram
nos
templos
calholicos só
quando
fallece
al
gum
irmão,
ou
é
mister
povoar
a
offici-
na
onde
se
forjam as
leis
de hábeis
mes
tres
do
cilicio.
Que se
deleitem,
e
nos
contem
da
festa
aos
profanos,
em cujo
numero
tem
a
desventura
de
ser
comprehendido
O
vosso
correspondente
A.
I.
ITTBíRVriJItX
SiLHO XXVIII
DE I9AVII»
Composto
por
occasião
de
uma
grande
tem
pestade.
(PARAPURAS
e
)
Os
mais
formosos
D
’
entre
os
cordeiros
*
Trazei ligeiros
Junto
do altar.
Vós, que
sois
filhos
De um
Deus potente,
Ao
Pae
clemente
Vinde
adorar.
Nos céos
troára
Entre
a
procella,
Que
tudo
gela
De
frio
horror,
A
voz
terrível,
Que
o mundo abála.
O
raio
estála
Assustador.
No trovão
soa
A
voz
do
Eterno,
Senhor
superno
Cujo
poder
Eleva
as
húmidas
Ondas
frementes,
E
faz
torrentes
Dos
céos
descer.
Do
monte
Libano
Os
alterosos
Cedros
annosos
Quebrados
são:
Eil-os por
terra.
Qual
tenro
almalho.
Que
o
truz
do
malho
Prostra no
chão.
Nos céos se accende
Trisulca
chamma;
E
á
voz,
que
brama
No
immenso
ar,
Os
bosques
tremem
De
mortal
susto,
E o
ermo
adusto
Faz
vacillar.
Da
selva
espessa
A
coma
erguida
E’
destruída
Pelos
tufões;
E
a
côrça
limida,
De
pavor
cheia,
Triste
vagueia
Nas
solidões.
Assim
cercados
De
horror
e
espanto,
Ao
Templo
santo
Vamos orar.
Só
Deus
poderoso,
Que
em
tudo
véla,
A
atroz
procella
Póde
acalmar.
Sobre
o
diluvio
Tem seu
assento,
Ao mar,
ao vento
Impõe
as
leis.
Do
throno
eterno
Paz
e
alegria
E
força
envia
Aos seus
fieis.
D.
Miguel Sotto-Mayor.
AVE!
Salve,
Rainha
dos
céos,
Mãe
dos homens,
Mãe
dc
Deus,
Sacrarm
do
Salvador!
Salve!
ó
Mãe
escolhida,
.
Sem
macula
concebida,
Nos
decretos
do
Senhor.
Salve! quando
em
Bethlem
O
Deus
Santo,
o
Summo
Bem
N
’
um
presepe
reclinaste;
Quando
o
teu
Jesus
querido
Tu
o
choravas
perdido,
E
no
Templo
o
encontraste.
Salve!
quando
no
Calvario
Completaste
o
itinerário
Da
paixão
do
teu
Jesus;
E
erguendo
a
vista
dorida
O
contemplaste
sem
vida.
Exangue
sobre uma
cruz!
Salve! Mãe
de
piedade,
N
’
essa
triste Soledade
Ausente
do
Teu
Amado!
Salve!
na lua
alegria
N
’um
canto
de
Alleluia!
Ao
vel-0
ressucitado!
Salve! quando glorioso
Elle
ao
ceo subiu
formoso
Entre
córos
de
querubins!
Salve!
quando
arrebatada
Da
terra,
foste
levada
Nas
azas dos seraphins.
Salve! Rainha
dos céos!
Assentada
aos pés
de
Deus
Na
celestial
mansão,
A
teu
Filho
ora
por
nós.
Quem melhor
pede,
que
vós,
Do
peccador o
perdão!
Roga,
Mãe,
ao Filho
implora
Pelo
peccador
que
chora
Crimes
de
louco
precito;
Só
tu,
Rainha clemente.
Dás
allivio
ao
penitente,
Qne
vês
na
terra contriclo.
Vossos
filhos,
Virgem
Pia,
Abençoa n’esle
dia
De
teu
goso
maternal;
Para
que
tenham
a
sorte
De
ver-vos,
depois
da
morte,
Na Patria
Celestial!
Merelim
—
março,
1879.
J.
Azevedo.
CORREIO
Rossas.—Revd.
0
padre
Domingos
José
Gonçalves
Lima. Por estarmos
na
quares
ma
e
atlento
o atrazo
do
assmpto, não
nos
parece
opportuna
a
pretensão,
mas
agradecemos.
Lisboa.
—
Ex.
m>
snr.
José
Agostinho
da
Costa.
Remessa
em
vale
ou
estampilhas
ou
entrega
no
hospício
do
Sacramento,
em
Alcantara
ao
revd.
0
José
Feliciano
Coelho
dos
Reis.
Chroniea
religiosa.
—
Hoje:—
Bên
ção
Papal no
Populo
De
tarde
exercícios
da
Senhora
da
Torre
np
Collegio.
Amanhã,
28:
—
Expõe-se
o Sagrado
Lausperenne
em
S.
Viclor.
iSepreaentação.
—A
camara d
’
esta
cidade
dirigiu
uma
representação
ao mi
nistro
do
reino,
pedindo
a
revogação
do
decreto
de
28
de
março
de
1877,
e
que
se
determine
que
continuem
a
fazer-se
em
o
nosso
lyceu
os
exames
de habilita
ção
aos
cursos
superiores.
Mercê.
—
O
snr.
governador
civil
de
este
districlo
foi
agraciado
com a
carta
de conselho.
VacciMação.
—
Já
foi
restabelecida
a
vaccinação
permanente no
hospicio
dos
expostos.
Sallícitador.
—
O
snr.
Filippe
Joa
quim
de
Sousa,
antigo
sollicitador
n
’
esta
comarca
e
que por
muito
tempo
esteve
enfermo,
entrou
de
novo
no
exercicio das
suas funeções.
Sllugtre esiferasia.
—
Conlinúi
muito
doente
a
exc.ma
snr.
a
D.
Maria
Ventura
Torres
e Almeida,
íilha
do
snr.
dr.
Torres
e
Almeida.
Pape! da
fabrica de JSaaães.
—
Esta
excellente
fabrica
acaba
de
estabelecer
nm
deposito
dos
seus produclos
na
Tabacaria
Bracarease,
rua do
Souto,
n.°
27.
Tfaíiats-a.
—
Sobe hoje
á
scena,
em
2?
representação,
o
drama
sacro
Santa
Iz
abei.
Eleitores do
eossccSlio
d® Braga.
—
Eis
a
lista
do
numero de eleitores
das
differentes
f<
eguezias
do
concelho
de
Bra
ga,
feita
pelo
recenseamento
de
1879
a
1880.
Freguezias
—da
Sé,
420
—
de
S.
João
dp
Souto,
504—
de S. Lazaro,
693
—
de
Cividade
(S.
Thiago),
198—
de
Maximinos
(S. Pedro),
305
—
de
S. Victor,
1:075
—
de
Adaufe,
363
—
de
Arentim.
71
—
de
Avelle-
da,
79
—
de
Cabreiros,
134—
de Celleirós,
134
—
de
Crespos,
155—
de
Cunha,
94
—
de
Dume
(S.
Martinho),
326
—
de
Escudeiros,
105
—
de
Espinho,
66
—
de
Esporões,
114
—
de
Este
(S.
Mamede), 135
—
de Este
jS
Pedro),
124
—
de
Ferreiros,
99—
de
Fi
gueiredo,
63
—
de
Fraião,
43—
de
Frossos,
113—de
Gondizalves,
55
—de
Gualtar,
95
—
de
Guizande,
27
—
de
Lamaçaes,
68
—
de
Lamas,
42—
de
Lomar,
106
—de
Lucrecia
(Santa),
84—
deMerelim
(S.
Paio), 233—
de
Merelim
(S.
Pedro),
215
—
de
Mire
(de
Tibães),
161
—da
Morreira,
85
—
de
Na-
varra,
70—
de
Nogueira
e
Arcos,
119
—
de
Nogueiró,
84—
de
Oliveira (S.
Pedro),
53
—de
Padim da
Graça,
147—
de
Palmei
ra,
400
—
de
Panoias,
130—
de Parada, 66
— de
Passos
(S.
Julião),
68—
de
Pedral-
va,
90
—
de Penso
(Santo
Estevão),
47
—de
Penso
(S.
Vicente),
55
—
de
Pousada,
82
—
de
Priscos,
80
—
de
Real
(S.
Jeronymo),
253
—de
Ruilhe,
67—de Sequeira,
166
—
de Sobreposta,
90—
de
Tadim
e
Fradellos,
105
—
de
Teboza,
43
—de
Tenões,
86—
de
Trandeiras,
43
—
de Villaça,
38
—
de
Vi
mieiro, 66=*Total,
9:090.
Atravez
da província.—
Tem
es
tado
gravemente
enferma
em Ponte
do
Lima,
a
snr.a
D. Custodia
Perestrello.
—
O
snr.
Jacintho
Alfredo
Camara,
chefe
da
estação
do
caminho
de
ferro
na
villa
de
Caminha,
foi
promovido
a
chefe
d
’
estação
de
primeira classe,
e transfe
rido
para
esta
cidade.
—
O
snr.
dr.
Antonio
de
Magalhães
Araújo
Queiroz,
provedor
da
S.
Casa
da
Misericórdia de Ponte
do
Lima,
tem
feito
importantes
obras
n
’aquelle
pio
estabele
cimento
e realisado
muitas
reformas
na
sua
própria
administração.
—
Dizem
de
Valença:
O
snr. governador
militar
de
Vigo
man
dou destruir
immediatamenle,
tudo que se
achava
dentro
da
zona
do castello
do
Castro.
Vê-se,
pois,
por
esta
noticia,
que
na
Gallisa
se
tomam precauções
militares,
o
que
decerto
se
não
faria
se
não
hou
vesse
motivo
para
tomar
taes providencias.
—
Apesar
d
’
isso
Valença continua tendo
uma
diminuta
guarnição,
que
mal
chega
para
fazer o
serviço,
sem
que
até
hoje
se
tenha
mandado
para
aqui
um
corpo
do
nosso
exercito como
esta
posição
exige,
o
alto-Minho reclama
e
a
segurança
pu
blica
e
o
bem estar
dos
povos
da
raia
necessitam.
—
O
snr.
José
Maria Torres
Machado,
lera
feito
no
concelho de
Ponte
do
Lima
uma
larga
exportação
de
laranja
para
os
portos d
’
lnglalerra.
—Na
inspecção
do
archivo
do
Banco
de
Ponte
do
Linra,
o visitador
especial
do
sello
achou
tudo
regular.
—
Está
enfermo
em
Guimarães
o
nosso
respeitável
amigo,
o
ex.
‘
no
snr.
dr.
Bento
Cardoso.
—
Dizem de
Ponte
do Lima:—
Os
nos
sos
lavradores
não
se
descuidam
de,
nes
tes
dias aprasiveis, procurar
ganhar
o
tempo*perdido em
toda
essa
longa
e
fas
tidiosa
quadra
do
inverno,
que
chegou
a
araolecel-os
na
ociosidade
infermiça
a
que
o
tempo
os
obrigou.
—Agora
um
passeio
pelo
campo é
urna
coisa
verdadeiramente
deleitosa.
—
Tudo
é
labutação
e
alegria
comraunicativa,
como
só
a
sabem
sentir,
por
entre
os
desalentos
da fadiga,
os
la
vradores
do
nosso
Minho.
—
O
que
ao
pre
sente
lhes merece
como
um exclusivo
cuidado
é
o
amanho
das
vinhas—que
tão
ingratamente
teem
pago
todos esses dis-
velos
dos
seus
activos
cultivadores.—
Mas
a
esperança,
e
o
provérbio
de
que
de
hora
a
hora
Deus
melhora
—
é
que
ainda
conduz
aquelles
para
este
serviço,
com
que tanto
suor
e
o
fructo
de
largas
economias
muitos
d
’
elles
em
vão
já
lem
gastado!
—
Está
enfermo
o
snr.
Francisco
Viei
ra
da
Silva Pereira,
chele da
delegação
da
alfandega
-de
Villa
Nova
de
Cerveira.
—
-A
exc.m;
esposa
do
nosso
amigo
o
snr. D.
Santiago
Garcia
de
Mendoza,
nosso
cônsul
em
Marselha,
actualmente
com
licença na
sua
casa de
Ponte
do
Usna,
tem
experimentado sensíveis
me
lhoras
da
enfermidade
que
tem
soffri
lo.
—O
visitador
especial
do imposto do
selio
examinando
os
livros
dos
Bancos
de Guimarães
e
Gomraercial
de
Guima
rães,
encontrou
tudo
na
melhor
ordem
e
devidamente
sellado.
—
Na
próxima
Semana
Santa
vae
pré-
gir
a
Ponte
do
Lima
o
natabilissimo
ora
dor
sagrado, o
revd.m
’
dr.
Alves
Mun
es.
»ahomé.
-Recebeu-se
noticia
de
jái
estarem
livres
do
selvagem
de
Dahomé o
alferes
e
os
14
soldados portuguezes,
apri
sionados
pela
gente
d
’aquelle
feroz
rei.
Falta
agora
o negociante,
que
lambem
caiu
no
laço
da
pretalhada.
Portuguezes
fallneidoa. —-
Desde
16
a
23
de
fevereiro,
falleceram
o Rio
de
Janeiro,
os
seguintes
súbditos
por
tuguezes:
Clara
Marianna,
Antonio
Martins,
Ma
noel
Gonçalves
Ferreira,
Antonio
da
Fon
te,
Manoel José
Nedina,
Domingos
José
da Cruz, Antonio
Ferreira
d
’
Oliveira,
José
Bernardo
da
Motta,
Vicente
Durans
da
Silva,
Joaquim
Francisco
de Sousa,
Ma
noel
Gomes,
João
Manoel
Alves
de
Bar-
ros,
Alfredo,
José Simões, João
Ferrei
ra,
Joaquim
Miranda
da
Crnz,
José
Fran
cisco
da
Silva,
Chrispim
Alves.
José
Al
ves
Figueira,
Basilio Augusto
de
Sousa,
Francisco
Pereira Duarte,
Albano
Duar
te,
Antonio
Maria
Machado,
Manoel
Joa
quim,
Boaventura
Borges
de
Moraes,
Fran
cisco
Henrique,
Maria
de
Almeida
Cabral,
Francisco
Diniz,
José Antonio
Mendes.
Francisco
Pereira
de Faria,
Maria
Izabel
dos
Reis,
Maria
de
Jesus,
Antonio
Duar
te,
Manoel
de
Mello,
Antonio
Correia,
Francisco
Gonçalves
Lapa,
José
da
Costa
e
Sá,
José
Gonçalves
da
Costa,
José
An
tonio
de Freitas,
Joaquim Porfirio
Augusto,
José
Pauhno,
Antonio
Dias.
Noticia importante.—
O
«J.
da
Noite»
noticia
que;
oj
jornal
«EI
Trabajo»,
de Orense,
refere
que
tres
povoações
hes-
panholas,
se
converteram
de
facto
em
porluguezas,
a
saber:
Santa
Maria
de Rubias,
S.
Thiago
e
Means,
que
constituíam o couto
mixto,
formando
uma
especie de
republica,
cujos
habitantes conservavam
o
direito
de
se
rem
julgados por
tribunaes
hespanhoes
ou
portuguezes,
e
ficando por
isso
exemplos
da
acção
judicial
e
do (isco.
Ora
o
tratado
de
limites
entre Portu
gal
e
a
Hespanha,
de
1864,
fixou para
os
ditos
povos
o
dominio
hespanhol,
de
terminando
pelo
artigo
27,
que
os
que
forem realmente
portuguezes
conservariam
a
sua
nacionalidade,
querendo.
E os
habitantes
de S.
Thiago
e
de
Rubias,
aproveitando
este artigo
do tra
tado,
lem-se declarado
todos
pertencentes
á nacionalidade
portugueza.
E-te
facto
é
altamente
significativo,
para
os
que,
de
lá, pensam na
Ibéria...
NECROLOGIA
Ai,
vida!
vida!
Ai, triste
sonho
de
il-
lusões
e phantasias!
Com
bem
razão
és
comparada
á
luz
da
alampada,
que
agora
allumia
cora uma
luz
já
tenue, e
logo
se
extingue!
á
llór
da
campina,
que,
ape
nas desabrocha,
para
Ioga
murcha
e
é
calcada
aos
pés!
E
’s
tu
só
o
unico
e
o
grande pensamento que
devêra
andar
sem
pre
bem gravado
na
mente
da
humanida
de tão
céga!!!
Morreu?! não,
que
o
justo
não mor
re;
passou
á
vida,
voou
para
o
ceo
no
sabbado,
15 do
corrente,
a alma
d
’
um
joven,
tão
verde
ainda
nos
annos,
mas
já
bem maduro
em
virtudes!
José
Gomes
d’
Araujo
já
não existe!
Para
ti
já
se
abriu
esse
espesso,
tre
mendo e
pavoroso portal
que
abre
e
fe
cha
já
para
o
tempo,
já
para
a eterni
dade! que rouba
os
homens da
vista dos
outros
homens,
e
lhes
dá
ingresso para
o
tribuna!
supremo.
Depois
d
‘
uma longa
e
dura
prova
de
alguns
mezes de
enfermidade,
expirou
co
mo
um
santo
nos
braços
do
Senhor,
já
iniciado
no
sacerdócio
pelas ordens
do
subdiaconato.
Viveu
uma
vida
de
justo,
e
morreu
a
morte
d
’um
santo.
E em
verdade!
com
o
corpo
cheio
de chagas,
em
razão
da diuturnidade
da
moléstia,
sem
ter
lado
são,
onde
repousasse,
nun
ca
se
lhe
notou a
minimi
impaciência;
mas
nas
doces
e
ternas
palavras
de
Je
sus
e
Maria,
e
na
contemplação
do Cru
cificado
encontrava
unico
allivio
n
’
aquella
cruel
e
dolorosa
situação.
A
virtude
d’
es-
te
joven
lornou-se
verdadeiramente
e
so
bremaneira
heroica
nos
últimos tempos
de
sua
enfermidade;
pois,
como
confessou
o
seu
facultativo,
era
quasi
que
impossí
vel,
humanamenté
faltando,
persistir
com
tanta
conslancia
n
’uma
situação
tão
dolo
rosa.
.
.
Da
bocca
de
seu
respeitabilíssimo con
fessor
ouvi
eu
estas
palavras:
José
Go
mes
d’
Arauj>
é
utn
d
’aquelíes
por
cuja
alma
não
só
devemos
fazer
preces
a
Deus,
mas
até
por
intercessão da qual
podemos
impetrar
louvores
e
graças
do
ceo.
Recebe,
pois, amigo,
e
condiscipulo
de
ha tão
pouco ainda,
recebe
este
ultimo
tributo
de
amisade e
gratidão,
e
não
te
esqueças
de
mim
lá
na
celeste
mansão,
onde
agora gosas
o
galardão
de
tuas
vir
tudes.
Alexandre
Auyusto.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia
dramatica
portu
gueza
Terça-feira
25
de
março.
RECITA
EXTRAORDINÁRIA
O
drama
em
5
actos
e
8
quadros
A
RAIHÍHA SANTA
IZAUE1.
Principia
ás
8
horas.
KECLAMOS
SALVAE
AS
CREANÇAS
p
e
ia
doce
Revalescière
du
Barry
de
Londres.
—
Por
toda
a
parte
se
deplora
que
a creança
—
a alegria
da
família
e
a
esperança
da
na
ção—
é
muito
mal
tratada.
Sómenle
devi
do á
ignorância
das
mães
e
das
araas,
mor
rem
ellas
no
primeiro
annp,
60:000
em
França
e
40:000
em
Inglaterra
1 Esta
mi
séria
é
devida
ou
a
uma
alimentação
de
leite
muito
frequente,
ou
antes ao
uso
do
leite
de
vacca
ou
de
cabra,
ou
á
açorda
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da
mucosa,
e,
como
consequência
inevitável,
a
escan-
descencia ou
a
durijía, os
vomilos contí
nuos,
a
alrophia,
as
caimbras,
os espas
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que a
di
gestão
de
uma
creança,
uma
vez
com-
promettida,
as
drogas mais
bem escolhidas
oão
leem
poder de reparar
o
mal!
E
’
um
flagello para
a
familia
e
para
o
paiz
esta
cruel destruição! Ha
comtudo
um
meio
simples
e
pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem
sido
provado
durante
vin
te
e
oito annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peito
e
as
creanças
doentes
e*
fracas
de
qualquer
edade
com a
Kevaleseière Du
Barry,
ires
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida com
agua
e
sal.
K’, ftnwlsiieiite, o
sustento
por
excelieneií»
que,
elle
h
<»
consegue
evitar
todos
os aecidenteu <la
in-
fosieia.
Citemos
algumas
das provas
abundan
tes
da
sua
influencia
invariavelmente
salu
tar,
mesmo
nos casos mais
desesperados
Cura
n.°
80:4'16.-0
snr.
doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de
medicina
na
Uni
versidade
de
Marbourg,
refere-se
da
se
guinte
maneira á
clinica
de
Berlin,
em
8
de
abril
de
1872:
«Nunca
esquecerei
que
devo
a
vida
de
um
de
meus
filhos
á
Hevoleseiére Du
Barry.
«A
creança,
na edade
de
quairo
an
nos,
solina
sem
causa
apparente,
uma
alrophia
completa,
com
coutinuos
vomitos
que
resistiam
á
mais
cuidadosa
dieta
a
duas
amas
e
a
todos
os tratamentos
da
sciencia
medica.
A
Kevaleseiére
fez
parar
immediaiaraente
os
vomilos e
res
tabeleceu-lhe
completamente
a
saude
em
seis
semanas.
De
todas
as
minhas
expe
riências
feitas
posteriormeole
com
a
»e-
valesciére
obtive
os
mesmos
resultados.
E’
quairo
vezes
mais
nutritiva que
a
carne».
Cura
n.u 70:410.
—Fabrica de G.an-
villars
(Alto
Rheno)
12
de
julho
de
1868.
Senhor.
—
Cousidero-me
feliz
por
poder
di-
zer-lhe
que o
meu
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
an-
no
pela
sua
Sievolcsciére,
e
que
a
sua
saúde
e
o
seu
desenvolvimento
são uma
maravilha
para
todo
o
mundo.
Não
ha
na
aldeia
creança
tão
forte
como
o
meu
fi
lho
em
relação
á
sua
edade.
—
M
ercier
.
Cura
n.
0
87:421.
—
Bruxellas,
23
de
junho
de
1874.
—
U meu
filho
mais novo,
abandonado u.i
edade
de
quairo
para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não
queiia
to
mar
opm
digeria
alimento
algum,
e
acha
va-se,
por
consequência,
u
’um
estado
de
fraqueza
que
punha
e
a perigo a sua
exi
stência;
foi
então que
lhe
fiz
preparar
um
cal
fo
de
Revalescière
fraco,
que
elle
comeu
com
apetite,
e
de
qne
continuou
a
ali-
tnentir-se
exclusivainente
durante
alguns
mezes.
Hoje,
que
tem
onze
annos
de
eda
de,
é
forte
e
gosa
saude.
—
D
eswert
.
E
’
seis
vezes
mais nutritiva do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
‘/
A
kilo,
500
; de
1
/,
kilo
800
rs
;
de
una
kilo
,
1$40Ó
reis;
de
2
*/,
kilos,
3$200
reis;
de 6
ki
los,
6$400;
e de
12
kilos,
12$00Ó
rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que
se
po
dem
comer
a
qualquer hora,
vendem-se
em
caixas
a 800
o
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Bevalescière
ehoeolatndn ;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata de 12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3$200 reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
DU
BARBY «S
j
C.1 UIMISTEO. —
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo 16,
Uisfooa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de D. Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea, 12—
Por
to,
J.
de Sousa
Ferreira & Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Avetro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.
—
Boreelios,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado.,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Vinnna «ío Ú*«-
tcllo,
AÍIonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
146.
-SuímarãM,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da Feira, 1;
José,
J.
da
Silva,
drog..
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M. J.de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pbarm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a 227.
—
Ponte
do
M-
rsma>,
A. J.
Rodrigues Barbosa,
pbarm.
—
Povoo
do
Vurzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
phartna.
—
Valen^t» do Minho,
Francisco
José de
Sousa, pharm.
—
Villo
de Conde,
A.
L.
Maia
Torr s,
pharm.
AGWEOmOS
Os
abaixo
assignados,
summamenle
pe
nhorados
para
com
todas
as
pessoas
que
se
dignaram
cumprimental-os
pela
occasião
do
fallecimento
de
seu prezado
filho,
so
brinho,
irmão
e
cunhado
José
Joaquim
Calheiros
de
Miranda,
e
bem assim
para
com
aquellas
que
o
acompanharam
á
sua
ultima
morada,
veem,
por
este
meio,
agra
decer-lhes
e
a
todas
significar
o
seu
sin
cero reconhecimento.
Anna
Raymunda
Calheiros
cie
Miranda
Marta
Clementina
de
Souza
Calheiros
Emilia
Adelaide
Calheiros de
Miranda
Adelaide
Anatilde
de Miranda
Basto
Gaspar
Basto
João
Maria
Calheiros
de
Miranda.
(2327)
Maximiano
de
Paula
Ribeiro e
D.
Lui-
za
Cecilia
de
Mattos
Ribeiro,
residentes
em
Manaos
província
do Amasonas,
im
pério
do
Brasil,
exlremamenle
magoados
com
a noticia
da
irreparável
perda
de
sua
muito
presada
filha
D.
Guilhermina
Phi-
lomena Ribeiro
da
Costa,
esposa
do
snr.
José
Antonio da
Costa,
veem
por
este
meio,
não
lhes
sendo
possível
fazer
por
outro
modo,
manifestar
sua
sincera
e
irnmorredOura
gratidão
para
com
todas
as
pessoas
que
com
tanta
solicitude
junto
ao
leito
de
dôr de
sua
sempre amada
filha
se dignaram
interessar
pela saude
d
elia.
Rogam
aos
illm."
8
snrs.
Gregorio
Al
vares
da
Silva e
João
Pedro
Soares
que
queiram
acceitar
os
votos de eterno
re
conhecimento
qne
lhe
fazem
os
inconso
láveis
paes
de
D.
Guilhermina,
pelos
re
levantes serviços prestados
em
tão
dolo
roso
transe
ao
infeliz
esposo
José
Anto
nio da Costa.
Não
pódem deixar de
confessar-se
sem-
pilernamente penhorados
para
comoexm.®
snr.
dr,
Malheiro, que
solicito
no
empe
nho
de
salval-a,
segundo
foram
informa
dos,
envidou
todos
os
esforços,
empregan
do todos
os
meios
que
lhe
proporciona
va
a sciencia:
se
baldada
foi a
sua
so
licitude,
é
que assim
o
havia
determinado
a
Providencia.
Finalmente
agradecem
do
intimo d’
al-
ma
a
todas
as
pessoas
caridosas
que
no
dia
17 de dezembro do
anno proximo
lindo
se
dignaram
acompanhar
até
o tu
mulo o
cadaver
d’
aqueJla extremosa
filha,
que
será
sempre
pranteada por
seus
ama
dos
paes.
Manaos
18
de
fevereiro
de
1879.
Maximiano
de Paula
Ribeiro
Luiza
Cecília
de
Mattos
Ribeiro.
(2325)
Exlremamente penhorados pelos
obsé
quios
e
provas
d
’amizade que
recebemos
por
occasião
do
fallecimento
e
funeral
de
nossa presada
irmã,
D.
Maria da Purifi
cação
da
Costa
Veiga,
agradecemos
a
to
dos
os
exm.®
s
snrs.;
e
fazemol-o
por
este
meio,
na impossibilidade
de
ser
pessoal
mente.
Braga
18
de março de
1879.
Antonio
Joaquim
da
Cosia
Veiga,
D.
Maria do
Carmo
Veiga
Neves
José
Daniel
da
Coda
Veiga
(auzenle)
O
abb.
e
João
Evangelista
da
Costa
Veiga.
(2319)
Andreza
da
Costa Bezerra
Braga (au
zenle),
Kosa das
Neves
Simões,
There-
za
de
Jesus
Simões,
Joaquina
Simões,
Ma
ria
Simões, José
Simões
Braga
(auzenle),
Ma
noel
Simões Braga, José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro,
e
João
Trindade
de
Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
fallecida
Anlonia
Ma
ria
Simões,
não
o podendo
fazer pessoal
mente,
agradecem
por
este
meio
a
todas
as
pessoas
da
sua
amisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes
fizeram,
acompanhan
do,
da sua casa
á
egreja,
e
cemiterio,
o
corpo
de
sua sempre
presada
mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
todos
os
que
lhes
de
ram
seus
sentidos
pezames, confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga
16
de
março
de
1879.
(2316)
AHUÍCIOS
ÉDITOS
»E 30 EÍIAS
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga,
e
cartorio
de
Ribeiro,
correm
seus
devidos
e
legaes
termos
nos
autos
de
justificação
e
habilitação,
de
que
Lourenço
José
Alves,
exposto, e
mulher Ursula
da
Silva,
do
logar
de
Real,
freguezia
de
S.
Jeronymo
de
Real,
d
’
esta
comarca,
pre
tendem
habilitar-se
como
únicos
e
univer-
saes
herdeiros
de
seu
filho Francisco
José
Gomes, fallecido
no
estado
de
solteiro,
na
cidade
do Rio
de
Janeiro,
Império do
Brazil,
onde residia
ha
annos; e
por
isso
correm
éditos
de
30 dias,
citando, cha
mando
todas as pessoas
incertas
e
resi
dentes
(óra
da
comarca,
que
pretenderem
oppor-se
á
dita
habilitação,
para
compa
recerem
na
segunda
audiência
d
’
este
jui
zo,
findo
que
seja
o
dito
prazo
d
’esles
éditos, que
começará
a
correr
desde
a
publicação
do
ultimo
annuncio
da
folha
official,
afim de
virem
accusar
a
citação,
installar
a
acção
e
marcar-se-lhes
o
prazo
de
ires
audiências para
contestarem,
que
rendo,
qualquer
direito
que
lhes assista,
sob
pena de
revelia
e
lançamento,
e
de
se
seguirem
todos
os
mais
termos
até
final;
declarando
que as
audiências
n
’
este
juizo
se
fazem
todas as segundas
e quar
tas-feiras
de
cada
semana,
não
sendo
dia
sanclilicado
ou
feriado,
porque
sendo-o,
se
farão
no
dia
immediato
não sancliíi-
cado
ou
feriado, no tribunal
Judicial
silo
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esla
mes
ma
cidade.
Braga
3
de
março
de 1879.
0
escrivão
João
Marcos de
Araújo Ribeiro.
Verifiquei
a
exaclidão.
(2329)
Adriano C.
de
Sampaio.
COFRE
DE FERRO
Quem
o
tenha
para
vender,
falle
na
jua
Nova
n.°
4.
ARREIÍATACÃO PERAXTE
0
G0VERXA30R .
CIVIL Dô BISTRlCfO ABAIXO
DECLARADO
Xa
dia
3®
d»
;it«rço
de t»9»,
ao meio
dia
LISTA
N.°
2083
DISTRECTO
ME
BStACtA
CONCELHO
DE
GUIMARÃES
Foros
pertencentes
á
collegiada
de
Nossa
Senhora
da
Oliveira
da
cidade
de
Guimarães
Numeros
Avaliações
1
Fôro
de
320 reis, duas
gallinhas,
75.138
de Irigo,
um
carro
de
palha
painça
e
um carro
de
lenha,
imposto
no
casal
da
Ri
beira, e de*
Rademunhos,
a
que
também
chamam
das
Janellas;
com-laudemio
da
terça
parte.
—Emphyteula,
o-
dr.
Antonio
Alves
Carneiro
625$160
2
Fôro
de
-500
reis,
doas gallinhas,
29,376
de
marrã,
um
carro
de
palha
painça
e
um
carro
de
lenha,
imposto
na
quinta
do
Fassião
e
assento
da
Ribeira
e
vulgarmenle
Casal
da
Eira-,
com
laudemio
da
sexta
parte.
—Emphyteuta,
o dr.
Antonio
Alves
Carneiro
790$183
Fôro pertencente ao cabido da
insigne
e
real collegiada
de
Nossa
Senhora
da
Oliveira
da
cidade
de
Guimarães
12
Fôro
íle
70
reis,
2
gallinhas
e
12
alqueires
de
meiado,
ou
233,016,
imposto
n
’
um
quarto
do
casal
de Santa
Marinha,
situado
na
freguezia
de
S.
Martinho
de Gondomar; com
lau
demio
da
terça
parle.
—
Epliyteula,
Manoel
Martins
de
Macedo
—81O$97O
reis
648$779
Segunda
Repartição
da
Direcção dos
Proprios
Nacionaes, 18
de
Fevereiro
de
1879.
—
Marcelino
Augusto
Leite.
(2-428)
r
»X>X>X>X>X>X>X>X>3
VEL0UTINE
GHIe FAY
X POLVO DE
ARROZ
ESPECIAL PREPARADO CON BISMUTO X
INVISIBLE
Y
ADHERENTE,
dá
al cútis
frescura y trasparenoia.
X
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
, PARIS
x
y
.
Se
vende en las Farmacias,
Perfumerias, Peluquerias y tiendas de qnincalla.
j
$
Desconfiar de las
íalsilicacíones.
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
F!IIU
BK
KEMOMTA KM PEXA-
FIKK
A
camara
municipal
da
cidade
e con
celho
de
Penafiel
manda annunciar:
Que
nos
dias 20
e
25
d’
abril
proxi
mo
haverá n
’esla
cidade um
mercado
es
pecial
de
cavallos
para
remonta
do
exer
cito,
de preferencia para os
regimentos
de
cavallaria
6
e
7,
em
maior numero
para
ofliciaes.
Penafiel,
secretaria
da
camara,
20
de
março
de.
1879.
O
secretario
(2326)
Agostinho
da
Rocha
Beça.
Linimento
BOYER-MICHEL
para caval
los,
fazendo
as
vezes
de
fogo
e não
deixando
vestígios
do
seu
emprego
M
ichkl
,
pharma-
ceutico
em
Aix
(na
Provença)
França.
—
Preço
1,000
reis.—Em
Lisboa,
o snr
Barreto, Lr reto,
n
0
28
—30.
(25)
Alexandre
José
Pereira
Calheiros, do
Pico
de Regalados, faz
publico
que
além
dos
carros
que
já se
acham
annunciados,
tem
um
outro
para
a
freguezia
de
Cou-
cieiro,
ás
terças
leiras,
saindo
de
Braga
ás
3 horas
da
tarde,
chegando
a
Coucieiro
ás
4
e
meia
da
tarde,
e
sae
de
Coucieiro
ás
5 e
meia da manhã
e
chega
a
Braga
ás
8
horas.
PKEÇBS
Para
Villa
Verde,
dentro.
.
. .
200
»
»
»
fóra
..........................
160
Para
Coucieiro,
dentro
............................
240
i
»
fóra
...............................
200
Braga,
20
de
Março de
1879.
Alexandre
José
Pereira Calheiros.
(2323)
DIMIIJIRM
A JI
KÍS
A
irmandade
de
Nossa
Senhora da
Torre,
tem
330$000
rs.
para
dar
a
juro.
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
.iMaiiAgio
D.
Adrianna
Bosa
de
Mello,
residente
na
rua
d
’
Uliveira, da
freguezia
de
S. Vi-
ctor
da
cidade
de
Braga,
faz
saber
que
tendo
requerido
inventario
de
maiores,
ao
fallecimento
de
seu
filho
Manoel
An
tonio
de
Carvalho
e
Silva,
no
juiso
de
direito
da
Povoa
de
Lanhoso,
e no
mes
mo
inventario
tem
de
ser
arrematados
etn praça, no
dia
6
do futuro
mez
de
abril
de 1879, no
tribunal
judiciário
da
Povoa
de
Lanhoso,
todos
os
bens
de
raiz,
moveis,
direitos
e acções
que
do
mesmo
ficaram;
sendo os bens
de raiz,
as
quin
tas
denominadas
de
Sete
Fontes,
e
Arre-
balde,
ambas
juntas
e
circuitadas sobre
si,
apenas
divididas
por
um caminho, e
muito próximas
á
estrada
nova
da
Ponte
do
Porto,
que
se
compõem
de grandes
casas
para
senhoria,
e
para
caseiros,
dous
moinhos,
eira
de
pedra,
cinco
lagares,
aguas
de
lima
e
rega,
dous
laranjaes,
oli-
vaes,
e
pomar
de
espinho
e
caroço,
es
tando
situadas
no
mais
aprasivel
local
da
freguezia
de Santa
Maria
de
Moure
da
dita
comarca.
Quem
pretender póde
com
parecer
no
indicado
dia, na
dita
villa,
pelas
10
horas
da
manhã,
podendo
infor
mar-se
das
propriedades, e
vel-as pessoal
mente,
cuja venda é
para
pagamento
de
credores.
Braga
7
de março de
1879.
(2290)
D.
Adrianna
Rosa
de
Mello.
AS
CONTRASTARIAS
POR
AXTOMO CASIMIRO DA COSTA
A
’
venda
no escriplorio
d
’
este
jornal,
e
na
livraria
Chardrou
—Braga.
Preço
.....
100
rs.
(2321)
PETROLEO
Antonio
Moreira
Coelho,
da
rua
de
D.
Pedro
V,
n.®
91,
d
’esta
cidade,
tem
á
venda
petroleo
de
primeira
qualidade,
para
50
reis
o
meio
litro.
(2324)
SJ1NHEIHO A
JURO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
400$000
para
mutuar.
(2305)
REGISTO
PREDIAL
J.
M.
Bello,
com
escriplorio
no
largo
de
Santo
Agostinho
(antigo
largo
do Po-
pulo) n.°
8,
nos,
baixos
da
casa
da
As
sociação
do
Monte-pio
dos
.Artistas,
pre
para
as
declarações
complementares
que
de
vem
acompanhar
todos os
títulos
que
te-
nham
de
ser
apresentados
a
registo,
bem
como
,
as declarações
para
registos
provi-
sori>s
de,
foro
ou hypolheca,
—
requerimen
tos
'
para
solicitar
qualquer
certidão
na
conservatória,
etc.
etc.
Também
se
incumbe
de
qualquer
es-
cripturação,
e
acceita
procuração
para
apre
sentar
qualquer
titulo
a
registo.
A
’
s
irmandades,
confrarias e
• estabelecimentos
pios.
Escripluras
de
mutuo,
—
registos
pro-
visorios'
ou
definitivos
de
foro,
etc.:
pre
param-se,
para
entrar
a
registo,
no
escri-
ptorio
acima
indicado.
(2314)
- CASA
Arrenda-se
uma
na rua
de
S.
Geraldo
n.°
18.
Trata
se
no
cam
po
de Sanl’Anna,
n.°
68.
(2298)
VINHO
• CREOSOTADO
DE
BIMBKHT
E
MUUCHAR»
MODIFICADO
POR
DUJARDIN-BEAU&IETZ
Este novo
medicamento,
cujos resul
tados
têem sido
surprehendentes,
é
hoje
o
preferido
por
todos
os
médicos
tanto
nacionaes
como
estrangeiros
para
a
cura
da
phtysica pulmonar,
bronchites,
catar-
rhos
da
bexiga,
tosses
rebeldes,
etc.
Deposito
no
Porto
—Pharmacia
Orien
tal,
268, rua
de
S.
Lasaro,
272.
Braga
—
Pharmacia
Maya,
rua
dos Chãos,
31.
(2229)
bílhet
I
s
de
visita
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se pelo correio,
francos
de por-,
te
sem
augmento
de
preço.
APPAHICI® «fe
MAIL1IK1UO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
2U0,
220
e
240 reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de-
S.
Martinho,
21
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola, massa
e
veludo.
39,
Praça do
Barão de SS. Marti
nho,
39
APPARICIO |
IALHEIRO
BRAGA
Dinheiro sobre penhores
Na
Caixa
Penhorista
Bracarense,
rua
de
D.
Gualdim,
ao
pé
da
Boda,
dá-se
dinheiro
sobre
prata,
ouro, joias,
roupas
e
outros
mais
objeclos
que
tenham
va
lor
de
cincoenta
mil
reis
para
cima;
tem
grande
abatimento
nos
juros.
Acha-se
aberta
desde
as
7 horas
da
manhã
até ás
8
da
noite.
Folhinha
Civil on de Algibeira
Acha-se
á
venda
na rua
Nova
n.°
4
e
na
rua
do
Souto
na
vestimentaria
Ro
cha
e
em
todas as
localidades
do
costu
me.
Preço
50
reis.
RESPONSÁVEL
—
Luiz Baplísta da
Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1879
Parte de Comércio do Minho (O)
