comerciominho_20031879_912.xml
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’
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.REDACTORES
—D.
Miguel Sotto-M^yflr e Dr. Custodio Telloso.—DIRKCTOK—Ãntohio Joaquim de Mesquita
Pimentel.
op à
7.° ANNO
PREÇO .
DA
ASfelQNATUBÀ
Braga;
12
mezes.
. . .
.
.
1&C00
I
»•
(5
»
..........................
8o0
Correspondência^
fiartic.
cada
linha
40
’
Abntíncios
cada
linha. .....
20
!
■
Repetrão
........
10
PUBLIGA-SE
ÁJS TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS
PBEÇO
DA
ÁSSlGNATURA
Provwãa»,
tlíttpzab
....
2&00Ô
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-
1
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...
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Í&OSO
seado
fluas assignaforas 3&600
,
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forte.
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3&600
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Fejlh%
a¥uUon
............................
10
.
»
seado
fluas
asaigr
Brazil,
12
ryezes,
naoeda
foi
N.° 912
iútaiiú
QLINTVFEIKA
20 DE
MARÇO DE 1879
O juraaurutn
reli^ios;»
Hl
A
’s
considerações, que
expendemos
em
o
numero
anterior,
poderá
o
snr.
dr.
Emygdio
Garcia responder:
ainda
que
admillissemos, que
a
Constituição
do
Reino
não
repeile
a
.
prescripção d’
um juramento
religioso,
imposta
aos
dignos
pares
’
e
snrs.
deputados,
no
sentido
de respeita
rem
a
religião
Cath.,
Apost.,
Rom.,
não
podêmos,
çomtudo,
admittir,
que
seja
con
forme
á
Constituição e
que
não
seja
into
lerante
o
juramento,
que
é
imposto
pelos
Regimentos
das
duas
camaras,
que
os
coage
a professar
a
religião
Cath.,
Apost.,
Rom.
Não
se illuda, pois, a
questão,
con
tinuará
o
illustre
cathedratico,
asseguran
do-se,
que
os
Reg.
só
exigem,
que
se
jure
respeitar
esta religião,
por quan
to,
os
Reg.
estabelecem
a
seguinte
fórmula:
«juro
ser
inviolavelmente
fiel
á
religião
Cath.,
.AptÀL,.
Rom.,
ao
Rei,
á
Nação
e
á'
Carta
(W,
sendo
certo,
que
exigir
inviolável fidelidade,
é
exigir,
que
se
professe
a mesma
religião
o
que
é
não
só
manifestamente
iuponstj^ciona.l,
mas
também
positivamente,intolerante. (ip
Esta
insistência
do
imistre
publicista
é
fundida
n
’
uma
interpretação
cerebrina
<ro
___
,
_______
*_
..........
.1
r
uLLlííj
1
Ilu
OS
LIBgiRTADORES
-i
.
id
.
,
s
I
iCenclualoJ
i.
'“"Ifi Slrb
A
innooenle
Isabel
(que era
tão
bôa
como
a
celebre
Isabel,
de
Inglaterra)
ti
nha
á
sua
disposição
um
exercito
for
midável, uma
grande
esquadra,
muitos
generaes
fieis,
arsenaes,
etc.
etc.,
e
vae,
um
bello
dia,
os
hespanhoes fartam-se
de
a
aturar
e
ao
seu
immoralissimo
go
verno.
Foi
a républicana cidade
de
Ca-
dix, que
a
18
de
seplembro
de 1868
deu
a
vós d
’alarme,
que.
cora
a
rapidez
do
raio
se
repercutiu
por
toda
a
Hespanha,
e
d
’ahi
a
doze
dias
(!)
Isabel
estava
em
terra
de
França,
fugida
á
faria
dos ré-
publicanos,
que,
se
a
pódem
pilhar,
lhe
faziam como
os seus
compartidarios
de
Inglaterra fizeram
a
Carlos
í,
e
os
de
França
a
Luiz
XVI.
A
maior
parte
dos
jornaes
liberaes de
Hespanha
encherara-a
dos
mais
infaman-
tes
opprobrios,
não
só
na
sua
calhegoria
de
rainha,
mas
até
na
sua
dignidade
de
mulher
e
de
mãe.
O
insulto
chegou
a
tal ponto, que
tenlar.am
promover
contra
ella, na França,
uma
querella
por
la
dra!!!
A
raça
dos
Bourbons,
foi ignominio-
sarnente
infamada
por
todos
os républi-
canos,
que
jurararam
milhares
de
vezes
que
tal
família
ficava
para
sempre
banida
do throno
hespanhol.
(a)
Pois
hoje,
lá
se
vê
no
throno
de
S.
Fernando,
um
filho
d’
essa
mulher
tão
fe-
(a)
D
’ahi
a
pouco,
e
depois de
anda
rem
de
chapéu
na
mão por toda
a
Euro
pa,
em
busca
de
um
rei,
sem
que
nin
guém
quizesse
ser
juiz
com taes
mordo
mos,
lá
foratn
por
fim
á
Italia
desencan-
muito
.
inferior
ao,
talento
do
professor
de
direito
administrativo
e
é
egual
sómente
á
sua
má
vontade
contra
tudo, que.é fa
vorecedor
da
ideia catholica.
Muito
odio
a
muito
obriga
!
Diz
Emilio
Castelar,
irmão
do snr.
dr.
Garcia,
pelas
ideias
republicanas
e
demo
cráticas,
nas
suas
Cartas
A Um
Bispo:
«levante-se
a
imprensa
do
inferno
dos
insultos
ao
ceo
das
ideias»,
manifestando
d
’
est
’
arle
mais
uma
vez
seu
esplendoroso
espirito,
que
em
tantas
occasiões
perde
toda
a
sua
luz,
e
o
seu
coração
magnâ
nimo,
que
tantas
vezes
esquece
seus
ça-
valheirosos
sentimentos.
Mas
o
dr.
Emygdio Garcia
abandona
n
’esta
parte
o
seti
grande
mestre
e
se
deixa
arrastar
pelp
pgixão
ruim e
para-
phraseia
e
põe
em pratica
o aphorismo
francez,
dizendo',
em
,seu animo
e
mani
festando
era
seus
escriptos anti-catlíolicos:
haine
oblige.
E
não
paira
no
ceo-
das
ideiàs
em
que seu
espirito
esclarecido
podia viver
vida
gloriosa; ,
desce
aó sophislna,
que
é
de
tamanha
transparência,
que
bera
claro
manifesta,
que,
no
illustre
publicista
ha
sómente
imperiosa
tenção
de malquistar
um
juramento,
que
favorece
a
ideia
reli
giosa.
Pois
obrigar
h
ser
inyiolavelmente
fiel
á
religião
Cãth.,
Ajaost.,
Rom.,
é
obrigar
'à/pjolêssal-a?
É’
£
esta
simples
fórmula,
que
se
re
duz
toda -a, questão..
Nós
responderemos
a
ella
negativa
mente.
rozmenle
insultada,
e tão
ignobilmente
ca-
lumniada!
Sim,
digam-me—;
se
fazem
favor
—
de
que
lado está
o
sentimento
da
própria
dignidade,
e
honra?
—
Eu
cá,
entendo
que
de
nenhum.
Em
Portugal,
o
homem
que
mais atro
zes
insultos
dirigiu
á
Snr.
a
D.
Maria
da
Gloria
e
a
seu
marido,
é
hoje
ministro
da
corôa
e
grande
valido
do
filho
d’essa
Senhora.
E
se
a
gente
disser
— Árcades
ambo,
ou
ejusdem furfuris,
ainda
elles
bão-de
resmungar,
e
dizer
cousas do
arco
da
velha!
Quem os
conhecer que
os
compre.
Vamos
aos
taes
décimos
libertadores,
e
não fallemos
mais
n
’aquelles
factos,
que
causam
asco.
Os
portuguezes
e
o
refugo
da
chris-
landade
de
Inglaterra,
França,
Bélgica,
Polonia,
etc.—
arrebanham-se
na
Ilha
dos
Cães
(Londres)
e
de
lá marcham
para
a
Terceira,
d’
onde
veem, com
proposilo
fir
me
e
deliberado
de
nos
libertarem.
Desembarcam
a 8
de
julho
de
1832,
na
psaia
dos
ladrões
,
e
no
dia
seguin
te
entraram
no
Porto,
principiando
as
suas
libertações,
por
darem
a
liberdade
a
to
dos
os
assissinos,
ladrões,
falsarios,
etc.,
etc.,
armando-os
e formando
com
elles,
batalhões
contra
os
portuguezes.
Nem
se
esqueeceram
de
libertar da
vida
vários
cidadãos
pacíficos,
e
dos
seus
valores
a
outros.
O
que
admira
é
a
alegria
com
que
a
maior
parte
dos
habitantes
do
Porto
re
ceberam
os
invasores,
que
lhes
traziam
tar
um
Bourbon,
(!)
que
acceitou
o
pe
nacho,
mas
que,
depois
de
soffrer
mil
des
gostos,
e
ter
a
pelle
em
continínuo ris
co,
lhes
passou
as
palhêtas.
Vejam
como
estes
diabos
são
coberentes!
•
>• -•
, ,
A
Carta,
declara
terminantemente, que
deve
sér
respeitada
a
religião
do
Estado.
Não
exi^e,
que
a
professem.
Os
Reg.
lambem não
eiigem
a
pro
fissão
d
’.ella;
só
mandam,
que
os
dignos
pabes
e
os
snrs.
’
deputados sejam- Invio-
lavelmente
fieis
á
mesma
religião
do
Es
tado.
.
•
E
minca
os
regimentos
poderiam
si
gnificar
por esta
phrasé,
que
os
membros
do
parlamento
a
professem,
isto
é,
que
n
’e!la
interiormente
creiam
e
publicámente
a
confessem
Emilio
Castelar
nas
suas
já
citadas
Carlas
propõe
esta
questão
a
que
sem
derfiora
responde
sabiamente:
«ha
direito
de
impor
uma
religião?
Ornar
diz:
sim;
Chrisfô
diz
que
não...
as
religiões
teem
soas
armas:
o
convencimento
para
a
in-
teUigericia
e
a
persuasão
para a
vontade;
a
religião
deve
ser
crida por
nossa
fé,
ãmáda
por nosso coração, ácceita
de
nossa
consciência».
Este
principio
é
acceito
pela
Egreja
e
defendido
pelos
thêologos
cítholicos,
como
também
por
todo^ os
espíritos
escla
recidos,
cujo
predicado
não
se
deve
con
testar aos
que elaboraram
e
approvâratn
os
Regimentos.
Mudo pensadaiuente
fizemos esta
cita-
çpo
4
’
um
livro
,
do
illustre
republico,
po
dendo
fazel-a
de
auçtorisados
escriptores
calholicos, para
qúe
se
convença
o
snr.
dr,
Emygdio
Garcia,
que não
é
por
sysle-
ina,
que a
Egreja
e
a
eschqlá
catholica
-1;
2
±
de
presente
os
trez
maiores
ílagellos
da
humanidadeT-a
fome,
a
pésle,
e,
a
guerra!
Todo
o
mundo
sabe
o
‘
quê
estes
dia
bos
fizeram
desde
esse
peTas^to
dia
9
de
julho
de
1832,
por
ésse reino,
por espa
ço
de
cinco
longos
annos,
de
sangui-
naria
recordação;
e
se
não
se
desaviessem
nas
partilhas,
ainda
muito
mais sangiie
de
realistas correria,
ê
talvez que ainda
hoje
não
estivesse
saciado
de
sangue
esse
par
tido,
cujo fim
era
exterminar
todos
os
legitimislas!
E
não
se
contentavam
só
em
assas
sinar,
lambem
libertaram muitas famílias
de
lodos
os seus haveres,
não
só
moveis
e
gados,
como
até
das
suas
propridades,
enlrando
por
ellas
dentro,
como
por
sua
casa,
e
tomando
conta
de
tudo,
depois
de
assassinarem
ou
expulsarem os
seus
legítimos donos.
Outros
mais
desinteressados,
contenta
vam-se
com
incendear
as
casas,
depois
de
as
haver
saqueado.
Finalmente,
a estúpida
e
truculenta
lei
das indemnizações,
de
ignóbil
memó
ria,
auctorisava
todos
a
roubar,
e
jul
gava
os
bens
dos
realistas,
verdadeira
roupa
de
francezes.
Estes
décimos
libertadores,
trouxeram
lá
de
casa
do
diabo
mais
velho,
as
ma-
ximas
liberaes
mais
aperfeiçoadas, e
as
desenvolveram
em
prodigiosa
escala.
Os phenicios, os
carlhaginezes,
os ro
manos,
os gôdos,
os
mouros,
os
caste
lhanos
e
os
proprios
francezes,
não
fo
ram
mais
do
que
uns
aprendizes
desas
trados,
comparados
com
os
10.08
liberta
dores.
Aquelles,
roubaram
nos
muito,
e
assassinaram
muita
gente,
é
verdade,
mas
deixaram-nos
os
templos,
os
mosteiros,
as
nossas
casas
e
os nossos
campos;
porém
os
senhores
liberaes
de
1834, fizeram
mão
baixa
sobre
tudo
a
que
poderam
lançar
a
mão,
sob
os
pretextos
mais absurdos,
e
deram
cabo
de
muitos
milhões
de cru-
sados
de valor,
em
bens
de
raiz,
sem
combatem
o»
princípios,
porque
só
os
regeitam
e abominam
quando
são a
negação
da
elerna
verdade
e
da eterna
justiça.
Ser
inviolavelmente
fiel
ao
Rei
lam
bem
será
o
mésmo que
acreditar
em
to
das
as
suas
palavras
e
manifestar
publi-
camente
esta crença?!...
Terminámos
aqui,
uma
vez
que
o
il
lustre
cathedratico
teve
de
obedecer á
lei
fatal,
que o domina:
prometter
largas
di
scussões
e
não
cumprir
—
sumir-se.
_______
■
y.
(I)
E
’
assim,
«jue
o
snr
dr.
Emyedio
Garcia
interpreta,
no
seu
primeiro
artigo,
a
fórmula
usada
pêlos
Reg.:
«juro
ser
inviolavelmente
fiel
á
religião
etc.»,
por
que,
diz
elle,
«essa
litielidâde
inviolável
não
póde
existir
nem
se
concebe
sem
que
o
indivíduo
professe
a
religião Cath.,
Apost.,
Rom.».
SECÇÃO
ÇO.MMERCIAE
- - - - - |- - -
—- - - - - - - - ,- - - - ..- - - -- - - - —- - -
ITrotecçiãí»
á
KtMltastfoia.
O
amor
pela
industria nacional
é
uma
virtude
que
enhobrece
uma
nação.
Se
o
amor
pelo
trabalho
nobilita
o
homem,
também
o
amor
pelàs
manufacturas
na-
cionaes
e
pelo
desenvolvimento
industrial
deve
animar ojaeitó
dos
qhe
se
dizem
e
prezam
de-
ser
[iortuguez.
Esta
virtude
infelizraente
poucos
a
praticam,
e
eis
ninguém ser
capaz
de
saber
em
que
vo
ragem
insondável
foi
tudo
aquillo
preci
pitado.
E’
verdade
que
muitos
gaiatos
e
mal
trapilhos,
que
andavam
ria
-vespera
a
ven
der méxas
e
pó
de
tíjóló,
appareceram
no dia
seguinte
em
grtínlle
uniforme,
em
luzidas
equipagens,
alardeando
de
gran
des
figurões;
e
pouco
depois, elevados
a
barões e
viscondes;
mas, ainda
assim,
estes
taes
não
liquidaram
nem a centes-
sima
parte
do
que
então
foi
libertado.
Diz
o
rifão
que
—
«quando
a
rapoza an
da
aos
grilfos,
'ma!
da
mãe
e
peior
dos
filhos»
E’
o
qde
está
acontecendo
aos
senhores
liberaes!
Depois
de
engolirem
os
conventos, as
Suas cercas, e mais
pro
priedades
e
fóros,
vão-se
agora
intreten-
do
em
desamortizar
(synonimo
de
roubar)
os
passaes,
e
os
bens
das misericórdias
e
irmandades;
e,
como estes maldiios
são
como
a
velha
dos
30
reis,
que
tudo
lhe
faz
conta,
qualquer dia.
depois
de
terem
en-
gulipado
os
taes
bens
nacionaes
e
os
dos
corpos
de
mão morta,
são
capazes
de
desamortizarem
também
o
que
cada
pro
prietário
tiver,
com
a
mesma
justiça,
di
reito e
sem ceremonia.
com
que
vão
des~
amortizando
as
outras
cousas.
E
os
portuguezes
vão
soffrendo
im
passíveis,
indifferentes,
e
parece
que
re
signados,
todas estas
hediondas
e
horri
pilantes
falcatruas,
como
se
nada
fosse
com
elles!
Porém
—
fartar
villanagem
—qne
,
mais
tarde
ou
mais
cêdo,
o
dia do
desengano
e
do
castigo
ha-de chegar,
e
nós
tam
bém
havemos
de
ler
o
nosso
São
Marti-
nho.
Emquanto
elle
não
chega,
vamos-nos
divertindo
em chorar
o
lamba,
e
gritar
aqui
d
’
el-rei
contra
tanta
patifaria.
Villa
do
Conde, 7
de
março
de 1879.
AUGUSTO DE
PINHO LEAL.
porque,
podemos
afToitaraeale
dizer,
poo-
cas
fabricas
estão
levantadas
-em
Por
tugal
que
possim
comparar-se
com
as
de
outros
paizes.
A
avidez-
do
lucro,
de
um
lucro
instantâneo,
sião
muijars
zes
a
causa
da
queda
de
ura
impor
La&le
estabelecimento
fabril.
'
-
estar
em
elevado
preço coníparado
com
o
de
não
remotos
tempos.
Ora,
é
certo
que,
diminuindo os
di
reitos, augmentaria
o
consummo
conside-
na^3
rettos,
augmentana
o
consummo
constde-
v|-|
ravelmente,
e ahi
temos
o
rifão—
mais valem
muj/tos
cincos que poucos
dez.
0 BANCO DO MINHO.
Sem
estarmos
na
apreciaçãq
de se
este
estabelecimento
de credito*
pfocèdeu"
como
devia,
e
se
são
ou
não
justificáveis
as
razões
(om
qiie
na
suã
circular, pede
o
auxiíib
dos
demais
estabelecimentos
de
credito
para
representarem
ao
-governo
contra
os
vexames
da
auctoridade
fiscal,
não
podemos
comtddo
deixar
de estranhar
as
frazes
que
a
respeito
d’
este
banco
em
pregou
o
«Jornal da
Manhã»
n.e
1970 de
1
1
de março.
N
’
um
artigo
que
o dito
jornal
publi
cou
sób
á ‘èpigraphe
«
fraude
praticada
pelos
bancos»
transparece
a
ideia de que
rer
desacreditar
este
estabelecimento,
cu
jos
direclores sãojj»essoas
de incontestaveJ
probidade.
A
linguagem
do
«Jornal
da
Manhã»
é
n
’
esle
artigo
a
linguagenq
de
urç
guardl
barreira
ou
de
um zçlapór
do
(hespurp-as
salariado
ad hoc.
Vejamos
um
impagavel
periorlo:
«A,
direcção
do
Banco
do
Miyho falia
cpm
uma
certa
arrogância
de
credito,
como
o
faria
o banco de
Inglaterra
ou
a
casa
Rolschild,
não
se
lembrando
que
o
estabelecimento
que
dirige
é
um dos
considerados
em
peores circumstancias
e
de
mais
funestas
consequências».
Sobram
exemplos
para
demonstrar
esta
verdade,
e
é
por
isso que
nao
especiali-
samos.
Levanta-se
uma
fabrica e
promêtt^/e
’
ogo
aos acciouistas um avultado
lucro;
'estes
esperam
anciosos
-que
o
'fapor
tnoHt
aquelle
complicado
maquinismo, que
os
operários
se
agitem
n
’
aquelle
recinto
do
trabalho,
que d’
aquelle armazena saiam
os
aperfeiçoados
productos;
pó/ám
quantos,
só
porque
se
lhe
esgota
a
paciência,
du
rante
o
tempo
da
construcção
do
edifício»
e
collocação
da
maquina,
não
Vão
oflere-
cer
no
mercado
aquellas
acções,
’
vendei
as
com prejuízo,
calculando
que
lhe
vae
ren
der
mais
o
capital
em
outros
quaesquer
papeis
de
credito?
Sabemos
que
um
es
tabelecimento
fabril
não
póde
atfingir
grany
des lucros
no
l.°,
2.°
e
3.°,
anno,
da
sua
fundação,
porque
no
4.°
tem
que
reparar, no
2.°
que
aperfeiçoar,
no 3.°
que
reílectir,
calcular,
trabalhar,
e
bem
dirigir.
Mas
quantos
d
’
esses
accionistas,
não
colhendo
o
resultado
que
esperavam,
vão
logo
offerecer
no
mercado
os
tilulos
honrosos d’
essas
cazas
de
trabalho,
depre
ciar
o
seu valor tendo
em
conta
só
o
lucro
e
não o
bem
da sociedade,
negan
do-se
d’
este
modo a
coadjuvar
o
artista
coberto
de
suor,
que
de
sol
a
sol
sé
debate
com
o
trabalho
n^esse
recinto
la-
Que
nos
conste,
ainda nenhum
jornal
avançou
tanto a
respeito
do
Banco
do
Alinho.
Cremos
0
Banco
do
Minho
em
muito
soffriveis
circumstancias,
não
diremos
boas,
nem
0
podemos
dizer
de nenhum bqnco
do
paiz, porque
todos soffreram
com a
crise
monetaria de
1876;
e
se
0
credito
e
a
confiança
não
animar
os
estabeleci
mentos
bancarios
veremos
cair
até
0
pri
meiro
banco
do
paiz.
Se 0
Banco
do
Minho
tem um
grande
passivo,
é
este
coberto
por
um activo
muito
superior,
e
estamos
certos
que
ape-
zar
da
má
vontade
do
«Jornal
da
Manhã»
hade
prosperar
1
este
estabelecimento.
Ainda
nós
conta
outra
novidade, que
é
a
seguinte:
Promete
analizar
detidamente
0
balan
cete
de
fevereiro
em
que
nos
trará
á
evidencia
que
0 Banco
do
Minho
tem
quasi
evaporado
0
seu
pequeno
capital;
que
se
por
qualquer
circumstancia
fosse
arrastado
para
0
abysmo,
credores
e
ac-
cionislas haviam
de
receber
tanto
como
recebem
os
do
Banco
Commercial
de
Vianna,
Banco
Nacional,
Banco
Commercial
de
Braga e
outros.
Grande
novidade
é
esta!
também,se 0
banco
de Inglaterra
ou
a
casa
Rolschild
fosse
arrastada para
0
abysmo,
que
receberiam
os
seus
credores?
Agora
perguntaremos
ao
«Jornal
da
Manhã»:
Se
um
estabelecimento
bancario se
achar
abalado
por
qualquer
eventualidade,
que lucro
resulta
aos
acçionistas
e
ao
commercio
em
vir
á imprensa
espalhar
a
desconfiança?
A
falta
de
credito
póde
fazer
cair
um
estabelecimento
bancario,
quiçá
em
boas
con
lições;
e
d
’
éssa
queda
quem
póde
cal
cular
os
resultados
funestos?
Ninguém.
E
’
porisso
que
nos
absteremos
sempre
de
devassar 0
bom
ou
mau
estado
dos
bancos.
Os
accionistas
lerão esse
cuidado,
e
só
esses
teem tal
direito;
que
para
nós,
um
estabelecimento
bancario
é
uma
casa
de
commercio
como
outra
qualquer
e se a imprensa
não
devassasse
tanto
nem
se
intrometesse
com
os
bancos, melhor
estaria
0
nosso
credito
e
0
commercio
muito
mais
animado.
O
contrario
d
’
isto
pensarão
os
que que
rem
especular
com
0
credito
ou
descrédito
dos?
nossos
bancos.
Oinheir
o d« S.
K°e<Iro.
Verdadeiramente
se
póde
dizer
que
0
filho, que não
soccorre
e
auxilia
seu
pae
na
necessidade
e
pobreza, 0
não
ajuda
e
he
não
procura
mitigar
as
dôres
e
a
aíflicção
na
dôr
e
no infortúnio,
é
um
mau
filho,
um
desalmado,
um
ente re-
Ipugnante,
é,
emfim
um
filho
desnatu
rado.
O
pae
carnal, isto
é,
0
pae pela
na
tureza
é
credor
do
respeito,
da
obediên
cia,
dos
carinhos
e
do
amor
do
filho,
a
quem
deu
0
ser,
educou
e sustentou
á
borioso
onde,
para
ganhar
o
pão
para
seus
filhos,
se
arrisca
muitas
vezes
a
per
der
a
vida
e
deixal-os
na
orphandade.
Serão
estes
os
amantes
da
industria
nacional?
Decerto
não.
Não
inferior
defeito
é o
do
artista
que
não
tem
amor
pelo
trabalho
senão
peio
lucro
que
d’
elle
póde
aufenr.
Quando
o
industrial
só
quer ver o
lucro,
deixa, ou
antes
abdica
o
nobilíssimo
diploma
de
ar
tista.
Do
aperfeiçoamento do trabalho
nasce
a
gloria
do artista
e
o credito de
suas
obras.
Sabemos
sim
que
os
trabalhos
aper
feiçoados
não
se
pagam
como
deviam
pagar-se;
mas
nem
porisso
o
artista
deve
deixar
de
empregar
os
meios
ao
seu
al
cance
para
se distinguir
e
para
honrar
a
patria
que
o
viu
nascer.
Ao
escrever
estas
linhas,
longe de.
nós
a
ideia
de
deprimir
as
artes
e a
in
dustria
em
nosso
Po.rtugãl.
Com
a
•
mão
na consciência
diremos
que
vamos
no
ca
minho
de
perfeição,
e
só
levamos em vista
despeitar
o amor
pelas
nossas
cousas,,
deixando-nos
de
preferir as
que
nos
vem
de
fora.
Na Covilhã
temos
excellenles
pannos;
por todo
o
reino
maiores
ou
menores
fa
bricas
de tecidos;
primorosa estamparia
em
Lisboa;
soílfiveis
chapellarias;
e
nas
artes
lemos
delicados
estatuários,
talento
sos
pintores
e primorosos
artistas
em
toda
a
especie.
Haja pois
patriotismo
em
nós.
todos,
preferindo
o
que
é
nosso
40
que
nos
vem
do
estrangeiro;
haja
lambem
no
artista
e
no
industrial
a
boa
vontade
e
o
desejo
ardente
de
aperfeiçoar
as
suas
obras
e
haja nos
governos
a
perspicácia
precisa
na
confecção
das
tabellas
d
’
alfan
dega;
augmenle-se
os
direitos
ás
fazendas
estrangeiras,
para não
virem
compelir
com
as
nacionaes
e
diminuam-se
nos
generos
de primeira
necessidade
o
que
reputamos
muito
necessário
em
vista
da
falta
de
trabalho
que
se nota
no
paiz,
da
falta
de
recursos
de
muitas
famílias
pobres,
da
escacez
de
pesca
e
da
falta
de generos
alimentícios.
Não
são
somente necessidade
as
ne
cessidades
do
tbesouro;
que
também
0
são
as necessidades
do
povo,
e muito
mais
do
povo
que
trabalha
para
com
escassos
meios
sustentar
muitas
vezes
familia
nu
merosa.
Somos
contrario
a
todo
0
tributo
sobre
generos
de
primeira
necessidade,
alguns
dos
quaes
se
acham
tributados
em
demazia;
e
0
resultado
de tanto
excesso
em
tributar
até
0
que
se
come e
se
bebe
é
o
pobre
artista
não
poder
juntar
um
vintém
para
se
soceorrer
na
falta
de tra
balho
e n
’
um
pequeno
inverno,
como
0
que
se
deu,
ler
de
recorrer
á
caridade
publica,
como
terá
de
pedir
um
catre
no
hospital
quando uma moléstia
venha
pa-
ralizar-lhe 0
braço. Além
de que,
a
di
minuição
gradual
dos
direitos
sobre
gene
ros
alimentícios
forçosamente
faria
atigmen
lar
0
consummo.
O
lavrador
quasi
nunca
come
carne
verde,
porque
está
cara
e
limita-se
á
de
porco;
0
jornaleiro,
e
0 operário
deixam
muitas
vezes
de comprar
0
bacalhau
por
custa
Deus
sabe
de
quatitos
sacrifícios
e
de
quantas
bãgas
de
suor
de
sangue.
E
se
o
pae
por
natureza,
que
gerou
e
educou,
por
aissim
diçer,
o
íHho
para
o
mundo,
que
póde durar
meia
duzia
de
annos,.'
de mezes
oq
. apenas
meia
duzia
de
dias*
è
merecedor
de luttb
’
-isto;
de
quan
to
amor,
p.bediencia,
disvello
e
profunda
dedicação nãò
é
Signo
o
pae
espiritual,
aquelle
que
nos
cria
e
educa
para
a eter
nidade, para
gozarmos
-uma
vida
sem
fim
’
Porque
é, pois,
que
tanto
grilam,
cer
tos
patuscos,
contra
o
djpheiro
de
S. Pe
dro,
offerecido pelos
cathoficòs
a
seu
Pae
espiritual,
o
Pontífice
Roman •?
Porque
é
que
esses
zelosos
defensores
do
bem dos
pobres,
es^es
caridosos
bem-
feilçres
da humanidade que
soífre,
tanto
se
estomacam?
Pois dos
extravios
das
penitenciarias,
das
sommai
da
*tfsta
civil,
das jornadas
e
commissões
ao
estrangeiro, das
visitas aos
parentes,
das
gratificações
e
monte-pios
aos
milhares, por
dá
cá
aquella
palha,
das
festas
de
,24
de
julho,
etc.,
etc., etc.,
pão
se
poderia
tirar
tanto
e
tanto
com
qjie
se poderia
soceorrer
os
pobres?
De
olhos
esgaziados,
e
quasi
a
salta
rem-lhes
fóra
das
orbitas,
olham com
ran
cor
e
desespero
para
essas
pobres,
mas
voluntárias
migalhas,
que
os
catholicos
enviam
a
seu
Pae
espiritual
com
o
infer
nal
desejo
de
lhes
deitar
as
garras
adun
cas,
como
os
seus
confrades
da
lialia
ir-
redenta
deitaram ao
que pertencia ao
Pon
tífice.
Pois
o
dinheiro
de
S.
Pedro
não
é
destinado
para
soceorrer
os
orphãos
e
viu-
vas?
Não
é
para
acudir ás
necessidades
dos
pobres
e
dos
afflictos,
para
supprir
0
in
fortúnio
dos naufragos
e
inundados?
Não
é
para
auxiliar na
ordenação
e
no
estudo
a
muitos
estudantes
pobres?
Não é
para
auxiliar
as
missões,
e
au
xiliar
estas
no
baplismo
e
educação
chris-
tã, e
ganhar
para
Deus
tantas almas as
sentadas
á
sombra
da morte?
Não
é,
emfim,
para soceorrer
quanto
possível
as
necessidades
de
toda
a
espe
cie
que
vão
por esse
mundo,
uma gran
de
parle
das
quaes
é
devida
á
vossa
li
berdade,
costumes
e
civilização?
Crispam-se-lhes
os nervos
ao ouvirem
dizer,
supponhamos,
que
de
Portugal
irão
para Roma 12
ou 14 contos,
se
forem,
porque
ha
freguezia,
onde
apenas
foi
pos
sível
alcançar 3:000
reis,
cont-ibuindo
ain
da,
para
esta
elevada
somma
0
rev.°
pa-
rocho
com
2:000 reis.,
e
não
se lhes
crispam
nem
Se espantam,
ouvindo
dizer
que
se
gastam
centenares
de
contos
com
coisas
improductivas
e
contra
vontade
da
maioria
dos
cálholicóã
’
-
não
dizemos já de
todos
os
contribuintes.
Digam-nos
que
grande
proveito
se
tira
dos
subsídios
a
lheatros,
onde
ainda
nin
guém
se
converteu,
ne
1
m
são,
muitas
ve
zes,
escóla
de
bons
costumes?
Porque
não
grilaes
contra
taes
subsí
dios,
onde
os
pobres
nada aprendem
e
nada
aproveitam, porque nem
os
frequen
tam,
neni
que
os frequentassem
aprovei
tariam
cousa
alguma
para
seu
bem
e
fe
licidade?
E
não
quereis
que
vos
chamem
hypo-
critas
e
tartufos.
V.
(Da
NaçSò).
CORREIO
Abrimos esta secção, des
tinada
a
proporcionar nos um
meio mais facil e
rápido de
satisfazermos ás pretenções dos
nossos
leitores, concernentes as
sim á
Redacção,
como á Admi
nistração
d’
esta folha.
Chamamos,
portanto,
para
aqui
a
attenção
daquelles, a
quem
não houver inconveniente
em
respondermos
n’
este logar.
Mancellos.
—Revd.
0
snr.
padre
José
Vi-
ctorino
Pinto
de
Carvalho.
Respondemos
e
pedimos
desculpa.
Ronfe
—
Revd.
0
snr.
padre
Antonio
José
Torrinha
Machado.
Julgamos
ser
um
pou
co
tarde
para
0
que
pretende,
.attenta
a
natureza
do
objecto
e
0
seu interesse.
Chronica
religiosa».
-Expõe-se
ho
je
no
Salvador
0
Sagrado
Lausperenne.
Exposição
do
Santíssimo
na egreja
do
Carmo.,'
Amanhã
21:
—
Festa
de
S.
Bento
no
Salvador.
Procissão
de
Ladainhas
na
Sé.
Obra importante.—
Recebemos
de
Turin
(lialia)
umà
obra
muito
importante.
Intilula-se
Totius
summae
Theologicae
8.
Thomce
Aquinatis
Compendium
rhy-
ttíihwdm
í*.
DOMiNicô
grà
V
ina
,
Orcl,
Prce-
dicalorum
S.
Theol.
Magist. Auctore.
D
’
esla
simples indicação
podetn
os
lei
tores
inferir
qual
seja
a
importância
d’es-
la
publicação.
E’
cÍTerecida
a
S.
Santidade
Leão
XIH,
e consta d
’
um
formoso
volume
de
332
paginas.
Agradecemos
muito
e
muito esta va-
liosissima olferta.
Festividade.
—
Festejou-se hontem
no
templo
de
S.
Lpzaro a
Imagem
de
S.
José,
com
missa
solemne
e
sermão
prégado
pelo
distincto
orador e
nosso
amigo
pa
dre
Luiz
Gomes
da
Silva.
De
tarde cantou-se
0
Te-Deum,
a
ins
trumental.
Opuseuio.
—
Recebemos
e agradece
mos 0
que
tem
por
Ululo
Novena
de
S.
Francisco
Xavier,
chamada
da Graça,
tra
duzida
do
francez
por
Delphim
d
’
Araujo
e
Silva
Figueiredo
e
publicada
por
um
devoto.
Já
em
tempo
competente
dê
mos noticia
d
’
esta
obrinha,
que
appare-
ceu
á
luz
um
pouco
tarde
para
servir
na novena
o
’este
anno,
mas
que
não
dei
xa
ainda
de
ser
importante
para
se
fazer,
embora
fóra
do
tempo
proprio
e
princi
palmente
para
0
anno
futuro. Sabemos
que
está
á venda
em
casa
do snr.
Joa
quim
Leal,
rua
do
Souto,
39.
Bom
Jeouo «lo Monte.—
Está n’
esta
cidade
0
distincto
pintor
Lefèbre.
que
foi
conliaclado
para
pintar
0
interior
do
tem
plo
do
Bom
Jesus
do
Monte.
Porttifpl
antigo e
moderno. —
Recebemos
0
fascículo
134.°
do
dicciona-
rio
Portugal
antigo
e
moderno.
Contém
minuciosas
noticias
descripti-
vas
de
varias povoações,
entre
as
quaes
das
seguintes:
Roriz,
Rosmaninhal,
Ruães,
Rubiães,
Ruivães,
Runa,
Sá,
Sabadim,
Sabariz,
Sabrosa,
etc.
Ao
seu
indefesso
auctor
e nosso
res
peitável
amigo
e collaborador,
0
exm.°
snr.
Pinho
Leal,
pedimos
licença
para
tran
screver
a seguinte
noticia
respeitante
a
Ruães—
aldeia,-
“Minho,
na
freguezia
de
S.
Payo
de
Merelim,
no
antigo
couto
de
Tibães,
supprimido
(Vide Tibã
s).
conce
lho,
comarca,
districlo administrativo,
bis
pado
e
6
kilo.metros
de
Braga,
360
ao
N.
de
Lisboa.
Em
25
de
setembro
de
1872,
foi
feito
visconde
de
Ruães, 0
negociante
da
praça
do
Porto
(hoje
fallido)
Bento
Luiz
Ferreira
Carmo,
casado,
em
16
de
feve-
ro
de 1876,
com
a
snr.
a
D.
Anna
Caro-
lina
Jacorne
de
Sousa
Pereira
de
Vascon-
cellos,
na
nobre
casa
dos
Avellares,
em
Braga.
Passa
aqui
0
rio
Cávado, e
aquelle
ne
gociante
fundou
n
’
este
logar,
e
em uma
quinta
sua,
proximo
da
Ponle
de
Prado,
em
187u,
uma
grande
•
fabrica
de
papel.
Depois, passou
esta
fabrica
a
ser
proprie
dade
de
uma companhia,
sendo
0
fun
dador
e
seu sobrinho, Eduardo
Luiz
Fer
reira
Carmo,
os
principaes
accionistas.
O
propulsor
mechanico
é
0
vapor,
e
a
agua do
rio.
•
A fabrica
foi
muito
augmenta
la
e me
lhorada.
sob
a
direcção
do
distincto
en
genheiro
Thomaz
Smith.
Fizeram-se
os
ensaios
em
30
de
janeiro de
1876.
Foi inaugurada,
em
25 d
’abrii
de
1877,
depois
da
bênção
religiosa
do ritual,
fei
ta
pelo
revíii.0 abbade
de Tibães
(Mere
lim).
A machina
a
vapor,
é
da
força
de
100
cavallos,
e
a
turbina,
movida
pela
agua
do Cávado,
é
da
força
de
50.
Os
seus
productos
são
dos
melhores
do
paiz,
na
sua
especie,
e
rivalisam
com
0 melhor pàpel que
vem
do
estrangeiro.
A
fabrica
está excelléntemente
monta
da,
e
as
machmas
foram
construídas
no
acreditado
estabelecimento
dos
snrs.
Eas-
lon
êj"
Andreson.
de
Londres.
O
mestre
da
fabrica,
é
0
snr.
Ben
jamim
Peake,
inglez.
O
pessoal
da
fabrica,
na
sua
inaugu
ração,
era
de 40
homens
e 60
mulhe
res.
.
—O
sitio
é
alegre,
bonito e
sadio,
fi
cando
lhe
perto
povoações
que
lhe
podem
consumir
grande
quantidade
de
papel,
prin-
cipaltnenie
Porto
e
Braga.
Tem
excelleo-
tes
estradas
para
diversos
centros,
para
onde
póde
fazer
exportação
em
grande
escala,
ficando,
de
mais
a
mais,
a pe
quena
distancia
do
caminho
de
ferro
do
Minho.
—
Pois coin
todas
estas
condições
de
prosperidade,
teve
a
sorte
de
quasi
to
das
as
nossas
grandes
emprezas
industriaes,
falliu!
—
Devia
ao snr.
José
Pereira
Lou
reiro
(visconde
de
Fragozella, desde
23
de
maio
de
1870), 70
contos
de
reis,
que
lhe
não
poude
pagar.
O
snr.
viscoa-
de
demandou
a
companhia,
e
fez-lhe pe
nhora
na
fabrica,
e
todas
as
suas
depen
dências,
sendo
tudo
avaliado
em
60:655$080
reis (!)
Foi
posta
em
praça,
no
dia
27
de
outubro
de
1878,
e
arrematada
pela
quan
tia
de
cincoenla contos
e
trezentos
mil
reis,
pelo
snr. Alberto
de
Oliveira,
como
representante
de uma
sociedade
de
par
ceria.
Consta
que esta
sociedade
é
consti
tuída
por
cavalheiros
emprehendedores
e
grandes
capitalistas.
Deus
queira que
es
te
patriótico
estabelecimento
caia
em
po
der
de
industriaes
mais
felizes do que os'
antecedentes,
e attinja
o grau
de
prospe
ridade
de
que
é
merecedor.
Falleeimento.
—
Foi
anle-hontem
condusido
para
o
cemilerio
o
cadaver
do
estudante
José
Gomes
d’
Araujo.
Contava
apenas
23
annos.
Conferenciai* sobre
o
iueialii-
mo.—
Acabamos
de
receber
o volume
das
Conferencias
sobre o socialismo,
recitadas
na
egreja
de
N.
Senhora
de
Grenoble,
durante
a
quaresma
de
1870,
pelo
elo-
quenlissimo
padre
felix
,
da
inclyla
Com
panhia
de
Jesus.
E
’
traducção
portugueza
do
distincto
eecriptor
o
rev.mo
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra, parodio
de
Cassia,
e
edição
da
casa
Chardron.
Esta
obra
importantíssima,
de
palpi
tante actuaiidade,
como modernamente cos
tuma
dizer-se,
tem
constatado
o
seu
me
recimento
no
simples
nome
do
grande
padre
fel
x,
e
no
assumpto
que
versa.
Eis
o titulo
das conferencias:
—
A
ideia
socialista, ou
o
socialismo
como
ideia
—
O
odio
socialista,
ou
o
socialismo
como
paixão
—
A
conspiração
socialista,
ou o
socialismo
como
acção
—
Primeiro
erro ra
dical
do
socialismo:
o
erro
no
ponto de
partida—Segundo
erro
radical
do
socia
lismo:
o
paraizo
na
terra
—
Origem
ou ge
nealogia
do
socialismo.
E
’
ocioso
dizermos
que
todos
estes
pontos
estão
desenvolvidos
d
’
um
modo
ad
mirável,
com aquelle
rigor
logico,
dição
attrahente
e
profundeza
que
caracterisam
o
sabio
jesuita.
Bem
póde
dizer-se
d
’
este
precioso
vo
lume,
que
é
elle
a
ultima
palavra
sobre
o
socialismo.
A
obra
custa
apenas
300
reis.
Parabém.
—
Damol-os
ao
snr.
Joa
quim
José
Vieira
da
Rocha,
por
ler
sido
confirmado
o seu
despacho
para
guarda-
menor
e
fiel da
camara ecclesiastica
d
’es-
ta
cidade.
Obrati
em
publieaçAn.—A
incan-
çavel
casa editora Chardron
tem
em
via
de publicação
as
obras
seguintes:
—
Brinde
ã
juventude
catholica,
pelo
padre
Patrí
cio
—
-Curso de
lingua italiana,
melkodo
Anh—Viagens
em
Marrocos.
83e
foz
em
fora.—
Informam-nos
,
que
no
domingo
o
homem
que
veio
pa
ra esta cidade
afim
de
arranjar
dinheiro
e
não para arranjar
amigos,
deu
uma
estrondosa
soirèe.
Pelos"
modos
o
homem
já
arranjou
dinheiro,
e
também
arranjou
amigos.
E
’
caso.
Apostamos que
não
faltaram
lá
elles,
e
o
outro.
E
mesmo porque
os
serviços
tVelles,
e do outro
ficam
bem
pagos
com
chazadas
e
biscoitos.
Que
enorme
pecegada
é
este
mundo...
Espancamento.
—
Deu
entrada
no
Hospital
de
S. Marcos,
na
noite
de
16
para
17
do
corrente,
Eduardo
Bernardo,
alfaiate,
morador
a
S. Vicente,
em
conse
quência d
’
uma
pancada
que
recebeu
na
cabeça e
face
esquerda,
no
sitio
d
’
Infias,
pelas
7 horas
da
noite
do
dia
16.
Publie^fSes.
—
Recebemos
as
se
guintes:
.4
Moda
Idustrada—Direclor proprietá
rio
David
Corazzi
—
Rua
da
Ataiaya,
40 a
32,
Lisboa.
E
’ com certeza
a mais
notável
publi
cação
que
n
’aquelle
genero se
tem
feito
em
Portugal,
e
compete
vanlajosamente
co
m
as
do
estrangeiro.
—
Diccionario
Popular,
hislorico,
bio-
grap'iico,
etc.
Estão distribuídos
os
fascículos
129
e
130,
abrangendo
de letlras ETHaté
FAL.
—
Analyse
ao
Parecer
dos
ourives de
Braga
—
As
contrastarias. Parecer
acerca
da
sua
reforma por
Antonio
Casimiro
da
Coda.
Assim se intitula
tim
opúsculo
que
acabamos
de
receber,
devido
á
penna
d
’um
artista
intelfigentissimo
e
que
faz honra
á
classe
a
que pertence.
O
snr.
Casimiro
da
Costa
emprehen-
deu
a
publicação
d
’
este
opusculo,
com
o
intuito
de que elle sirva
de
Itiz
á
c^>m-
tnissão
nomeada
pelo
governo,
para
pro
ceder
á
reforma
da
conslrasiaria, a
qual
jaz
n'um
estado
verdadeiramente
caho-
tico.
E
’
de
crer
que
a
commissão
tome
na
devida
conta
oa
auctorisados esclarecimen
tos
do
snr.
Casimiro
da
Costa,
e
.que
aclive
os
seus
trabalhos
afim de se
rea-
lisar
aquella
reforma,
sem
a
qual muito
está
soffren
lo
aquelle importante ramo de
industria
e
commercio.
Oxalá
que
se
não
encerre
a
actual
sessão
legislativa, sem
que
se
lhe
tenha
dado
-todo
o
impulso.
Permilta->nos
o
seu
auctor
que
discor
demos
inteiramente
com
uma
asserção
que
vém
a
"paginas
43.
por
a
julgarmos,
so
bre
mal
cabida,
muito
insensata
sob
va-
rios
ponctos
de vista,
como
podíamos
demonstrar. Lamentamos o
facto,
tanto
mais qne
conhecendo
de
perto o
snr.
Ca
simiro
da
Costa,
temos
as
mais
inequí
vocas
provas
para
não
duvidarmos,
por
um
instante,
dos
seus
sentimentos
reli
giosos.
—
Deflexões e
considerações
sobre os
va
rejos
e
fiscalisação
do
sello
pela
Associa
ção
Comtnercral
de
Braga.
Como
explical-o?
Não
sabemos.
Atravei da
provinein.—
Ha
dias
andando
no
«itio
denominado
Cadarcas,
concelho
dos Arcos,
cinco
homens
a
alar
gar um
caminho,
desabou
um
morro
so
branceiro
a
este,
sepultando
dois
d
’
aquel-
les infelizes
e
deixando
os
restantes
bas
tante
feridos.
—
Recomeçou o
trabalho
d’
assento na
ponte
sobre
o
Vez.
—
Os
bombeiros
voluntários
de Guima
rães,
commemoraram
hontem
o segundo
anniversario
da
inslallação
da
respectiva
Associação.
—
Falleceu
repentinamente
em
Guima
rães
o
snr.
João
Francisco
d
’
Abreu,
tio
do
snr. Ernesto Francisco
d’Abreu,
nego
ciante d
’
aquella
cidade.
Noticias
diversas.—
Em
Agen
foi
condemnado
á
morte
João
Laprade,
de
20
annos,
que
a
10 de
novembro
assas
sinou
o
pae,
mãe
e
avó
a
tiros
d’
espin-
garda,
no
momento
em
que
jantavam.
—
Durante a
noite
de
8
para
9
do
corrente,
foi arrombada
a
egreja
de
Gne-
tim,
no
concelho
de
Villa
Nova
de Gaya.
Os
ladrões,
entrando
por meio de arrom
bamento
que
fizeram
n
’
uma
janella,
em
face
do
aliar-mór,
apossaram-se
de
quan
to
dinheiro
havia
nas
caixas
das
almas
e
de Santo
Antonio,
sendo
esta
levada
para
um
pinhal
distante, onde
foi encon
trada
feita
pedaços.
Foram
também
rou
bados
os resplandores,
corôas
de
prata,
e
mais
objeclos
de ornamentação
das
imagens.
Outrosim,
arrombaram o sacra-
rio,
esperançados
em
que podessem
apo
derar-se
do
vaso
de
prata,
que
felizmente
não
estava
alli.
Seguidamente,
abriram
a
porta
principal,
e
foi
por
alli
que se
po-
seram
ao
fresco.
—
Desabou
a
cadeia
de
Corunha
(Gal-
lisa),
e
causou
a
morte a
4
pessoas
e
graves
ferimentos
a
27.
—
Um
lelegramma
de Londres
noticia
que
na cidade
húngara
Szegedin.
desmo
ronaram
cem
prédios,
em
consequência
das
innundações,
e
que
a
sua
população,
em
numero
de
3.000, ficou
sem
asylo.
—No
domingo
passado
recebeu
o
grande
dr.
na
faculdade
de
Direito,
na
Universidade
de
Coimbra,
o
snr.
Antonio
Lopes
Gui
marães.
Pedrosa.
Foi
padrinho
o
snr.
Bispo
Conde.
.
—
Houve um
grande
incêndio
em
Yoko-
hama
(Japão),
n
’
um
dos
bairros
mais po
pulosos.
Arderam
tresentas
casas
e
mui
tos
milhares
de desgraçados
ficaram
sem
abrigo.
.
—O
distrieto
de
Leiria,
segundo
o
recenseamento
feito
em
31
de
dezembro
ultimo,
lem 199:787
habitantes,
mais
20:211
do
que
em
1863.
O
concelho mais
popu
loso
é
o
da capital,
que
lera
43:234
e
menos
habitado
o
da Batalha,
que
tem
apenas
6:134.
—
23:000
emigrantes
portuguezes,
al-
llemães
e
italianos
chegaram,em
1877
ao
j
Rio de
Janeiro.
Vitimas notieias.—
Um
despacho
de
Tachkent,
annuncia
que
MahometJa-
koub-Khan
subiu
ao throno
do
Afghanis-
tan,
e que
dois batalhões inglezes
foram
batidos
e
obrigados
á retirada,
perto
de
Kroum,
abandonando
todas
as
suas
baga
gens.
—
Um
despacho
de
Constantinopla,
em
data
de
11,
annuncia
que
Monsenhor
Ku-
pelian,
patriarcha
arménio
iutruso,
deu
a
sua
demissão
e
partiu
para Roma,
onde
vae
implorar o
perdão
do
Santo
Padre.
rurasWHaMMWMakKCUMMMBMMM
ÊUÍCLAMOS
SAW
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o
uso da
delicio
sa farinha
de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
34»
auraoc cTinvariavei M«ce®»so
3
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gastrica,
gasualgia,
ílegma, airotos,
llaios, amargor
na
bocca,
pituitas,
uauseas,
vomitos, irritações
iuiestiuaes,
bexigas,
diar-
téa,
disenteria,
cólicas,
tosse,
asthina,
fal
ta
de respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
to
das
as
desordens no
peito, na
garganta,
do
alito,
dos broochios,
da
bexiga,
do
fí
gado,
dos
rins,
dos
intestinos, da
muco
sa,
do
cerebro
e
do
sangue.
83:000
curas
entre
as
quaes
contam-se a
do
duque
de
Piuskow,
da
exm.
a
sar.
a marqueza
de Bre-
hau,
de
Lord
Sluart
de
Decies,
par
dTn-
glalerra,
do
do.ulor e
professor
Wurzer,
etc.,
etc.
Cura
n.
0
63:476.—Mr.
Comparei,
cu
ra,
de
dezoito
annos
de
gastralgia,
de
sof-
frimenlos
d’
estotnago,
dos
nervos,
fraque
za
e.
suores
noclurnos.
Cura
n.°
74.422.—
Prostração.
—
Bald-
win,
da
mais
completa
decadência
desan
de,
de
patalysia
dos
membros
por
efleito
e excessos
da
mocidade.
Cura
n."
76:448.—
Verdum,
16
de
ja
neiro
de
1872.
—
Havia cinco
annos
que
soílria
graves
iucommodos
no
.lado
direito
e
oa
cavidade
do
estomago,
más
diges
tões
etc.
Não
hesito em
certificar
que
a
sua
fi&evaieseière
me
salvou
a
vida.
—
E
rnesto
C
atté
,
musico
do
63
de
linha.
Cura
n.°
62:986.
—
M.'
e
Martin,
do
amenorrhea.
Suppressão
de
menslruaçãe
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurá
vel.
perfeilameule
curada
peia
Kevales-
cière.
E
’seis
vezes
mais
nutritiva
do que
a car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em
remedios.— Preços
fixos da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
A
kilo
300
; de
1
/l
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
1^400
reis; de
2
*/
s
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
lo-,
6^400;
e
de 12
kilos,
12$000 rs.
Us
biscoitos
da
'Bevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Kevaiescière
eltiocoSatadia ç
ella
res-
titue
o appetiile,
digestão,
somoo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
c
em paus,
em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800 reis;
de
48
chavenas,
l$40<>
;
dt
120
chavenas,
3^200
reis,
oh
25
reis
cads
chavena.
SIV
BARRY
C.a
La.VEIffE».
-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regenl-
Street, Londres.
Valverde,
í,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer*
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os seus
pedidos
ao
deposito
Central
.
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisisoa,
(por
grosso
e miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32;
Barra!
à
Irmãos,
rua
Aurea, 12—
s®®r-
i®,
J.de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
JÍI-
NHO.=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
ssurcello»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Htrag»,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
à
Irmão,
tui
do
Souto.
—
Vianan
dotas-
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua grande,
140.
—
Gisisnas-Ses,
A.
J. Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29 e
33.—
Penatlel,
Miranda,
pharm.
—
Porto. M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
& Irmão,
I^ua
da
Banha
ria,
77;
J.
R, de Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a, drogs..
Pra
ça
de
-D. Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio,
225 a 227.
—
Ponte «lo
Li
mo, A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoo do Vorzím,
P.
Machado de
Oliveira, pharma.
—
Valençn
do ntnho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
do
Conde,
A.
t.
Maia
Torr
s
pharm.
ASUDECUmiOS
João
Rebello
da
Silva
Braga
e
Jalia
Thereza
da
Silva
Braga,
sincera
mente
gra
tos
e
penhoradissimos
para
com
todos
os
iH.mos
e
exc.>n"s
snrs.
que
se
dignaram
acompanhar
o
cadaver
de
seu
failecido
pai
e
sogro
ao
cemiterio,
e
assistir
ao
santo
sacritVcio
da
missa
que
por
sua
alma
man
daram
celebrar
na
capella
do
SS.
Sacra
mento
da
Sé,
no
dia
17
do
corrente,
vem por
este
meio
testemunhar
a
todos
o
mais
profundo
reconhecimento
e inie-
level
gratidão.
Braga 19
de
março
de
1878.
(2322)
Extremamenle penhorados
pelos
obsé
quios
e
provas
d
’
amizade
que
recebemos
por occasião
do
fallecimenlo
e funeral
de
nossa
presada
irmã,
D..
Maria
da
Purifi
cação
da
Costa
Veiga,
agradecemos
a
lo
dos,
os exm.°
s
snrs.;
e fazemol-o por
este
meio,
na
impossibilidade
de
ser
pessoal
mente.
Braga
18
de
março
de 1879.
Antonio
Joaquim
da
Costa
Veigi
D. Maria
do
Carmo Veiga Neves
José
Daniel
da
Costa
Veiga
(auzenle)
O
abb.e
João
Evangelista
da
Costa
Veiga.
(2319)
Os
abaixo assignados,
veem
por
este
meio
agradecer
aos
illm.
os
e
exm.
;>
’
snrs.
que
assistiram
á
missa
e
ofiicio
de
se
pultura, que
p'T
alma
de seu pae, so
gro
e
irmão Joaquim
José d
’
Araujo,
ti
veram
logar
no
dia 14
do
corrente
na
egreja
de
S.
Victor.
A
todos
protestam
sua eterna
gratidão.
Braga
18
de março de 1879.
Francisco
José
d
’Araújo
Cartola
Baplisla
Gonçalves
d'Araújo
Maria-da
Luz
d’
Araújo
Fonseca
José
Joaquim
da
Fonseca
João
José
d’
Araújo
Manoel
José
d
’
Araújo.
(2320)
Andreza
da
Costa
Bezerra
Braga (au-
zente).
Rosa
das
Neves
Simões,
There
za
de
Jesus
Simões,
Joaquina
Simões, Ma
ria
Simões,
José
Simões
Braga (auzenle), Ma
noel
Simões
Braga,
José
Fernandes,
Bento
José
Salgueiro,
e
João
Trindadede Freitas,
nora,
filhos
e
genros
da
fallecida
Anlonia
Ma
ria
Simões,
não
o
podendo
fazer pessoal
mente,
agradecem
por
este
meio
a
todas
as
pessoas
da »ua
amisade
o
caridoso
obséquio
que
lhes
fizeram,
acompanhan
do, da
sua
casa
á
egreja,
e
cemilerio,
o
corpo
de
sua
sempre
presada
mãe
e
so
gra,
bem
assim
a
lodos os
que
lhes
de
ram
seus
sentidos pezames,
confessam
o
seu
profundo
reconhecimento.
Braga 16
de março de
1879.
(2316)
ANNUNCIOS
AS
CONTRASTARIAS
POR
ANTOMO CASIMIRO DA COSTA
A
’
venda
no
escnplorio
d
’
esle
jornal,
e
na
livraria Chardron
—
Braga.
Preço
.......................
100
rs.
(2321)
ARWAWiO
D.
Adrianna
Rosa de
Mello,
residente
na
rua
d
’Oliveira,
da
freguezia
de
S.
Vi-
ctor
da cidade de
Braga,
faz
saber
que
tendo
requerido
inventario
de
maiores,
ao
fallecimento
de
seu
filho
Manoel
An
tonio
de
Carvalho
e
Silva,
no
jniso
de
direito
da
Povoa
de Lanhoso,
e
no
mes-
tno
inventario
tem
de
ser
arrematados
em
praça,
no
dia
6
do
futuro mez de
abril
de
1879,
no
tribunal
judiciário da
Povoa
de
Lanhoso,
todos
os
bens
de raiz,
moveis,
direitos
e
acções
que
do
mesmo
ficaram;
sendo
os
bens
de
raiz,
as
quin
tas
denominadas
de
Sete
Fontes,
e Arre-
balde,
ambas
juntas
e
circuitadas
sobre
si,
apenas
divididas
por
um
caminho,
e
muito
próximas
á
estrada
nova
da
Ponte
do
Porto,
que
se
compõem
de grandes
casas
para
senhoria,
e
para
caseiros,
dous
moinhos,
eira
de
pedra,
cinco
lagares,
aguas
de
lima e
rega,
dous laranjaes,
oli-
•vaes,
e
pomar
de
espinho
e
caroço,
es
tando
situadas no
mais
aprasivel
local
da
freguezia
de
Santa
Maria
de
Moure
da
dita
comarca.
Quem
pretender
póde
com
parecer
no
indicado dia,
na
dita
villa,
pelas
10
horas
da
manhã,
podendo
infor-
mar-se
das
propriedades,
e
vel-as
pessoal
mente,
cuja
venda
é
para
pagamento
de
credores.
Braga
7
de
março
de
1879.
(2290)
D. Adrianna
Rosa
de
Mello.
Massa fallida de Antonio José
Fernandes
Braga.
Por ordem
do
snr. juiz
commissario
são
convidados os snrs.
credores
a
com
parecerem
no
tribunal
do
comrnercio de
esta
cidade,
no
dia
26
do
corrente
mez,
pelas
1
1
horas
da manhã,
para
a
veri
ficação
de
créditos,
e
mais
formalidades
prescriptas
no
codigo
commercial:
lembra-
se
porém
aos
snrs. credort s que
quando
se
façam
representar
por
procurador
deve
vir auctorisado
com
procuração
bastante,
a
qual
não
póde
ser
feita
a
outro
credor,
assim
como
os
documentos
sobre
que
baixar a
reclamação
devem
ser
legalmenle
sellados.
Braga
13
de
março
de 1879.
O
curador
fiscal provisorio
(2317)
Domingos
Pereira
d’
Azevedo.
FEIRA DEABRIE EJH PESAFIEL
A
camara
municipal
da
cidade
e
con
celho
de
Penafiel, manda
annunciar:
Que
a
feira annual
de
gados
e
caval
gaduras
que
devia ter
logar
n
’
esta
cida
de
nos
dias
10
a
15
d’
abril
proximo,
é
transferida
para
os
dias
20
a
25
do
mes
mo abril—em razão
d
’
aquelles
primeiros
dias
coincidirem
com
a
semana
santa
e
paschoa.
Penafiel
e secretaria
da
camara
7
de
março
de
1879.
O
secretario,
(2308)
Agostinho
da
Rocha
Beça.
BILHETES
DE
ViSITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
1.00
por
minuto a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de por
te
sem
augmento
de
preço.
APPAHICIO
Ae
RALHF.IRO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
27, Praça
do
Barão
de
S.
Martinho, 27
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo
99, Praça <iss» EJarSo de
8. Marti-
itho, 9 9
ÁPPAinCiU
i
MAL1IEIR0
__
i
_
i
_
ji
_
i
mi
—
wu
■.ui
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ii
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inr ini;ri»n
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r.i-.rmT.
-rriMiMM
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F mwirrw—
ni
11
it
»
i
i
i
i
«
i
—
LA
MODE^OLVELLE
ANNO
12
Jornal
cie
modas
illustrado
12
ANNO
Publlet»-se
no
«tis»
8
d*
mez.
NÃO
SE ACCEITAM ASSIGNATUR
a
S POR
MENOS
DE
UM
ANNO
A
utilidade
e
esmerado
eslylo
da
sua
redacçâo;
os
bellos
gravados
da
moda e
pan-
nos,
os
moldes
cortados,
a
comprimento
natural,
que
permitlem
aranjar todos os
loiltlles
publicados;
os
modellos
de
estofados
a
côr
as
folhas de
bordados
com
as
iniciaes
das
subscriploras,
numerosos
labores
de
corchete,
coifas,
guipure,
ponto
de
meia e
penteados,
chapéus,
pannos,
musica, aguadas,
rendas, relrns
illuslrados,
folhas
de
franxias
para
vestidos
e
relrozeria.
fazem
d’
esta
publicação
a
mais
completa
que
póde desejar
uma
senhora
ou
uma
menina.
La
Mude
Nouvelle
é
o
unico
jornal,
podendo
dar,
por
a
extensão
do
texto, a
explicação
detalhada
dos
desenhos
e
moldes,
com
tal
claridade, que
pódem
todos
executar-se
com
a
maior
facilidade.
Preça
para
tedo o
Portugo!, por vaesa anuo,
reis.
Subscreve-se
na
administração do
«Comrnercio
do
Minho»,
e
na livraria
Moré:
Praça
de
D.
Pedro
no
Porto,
e
rua
do-Souto
em
Braga.
Desconfiar
das falsificações
PABIS.
14,
Rue
de
1’
Abbaye.
H
Contra
a Apoplexia,
o
Cholera, Flatos.
Desraayos,
Indigestões,
á
Febre
amareila,
etc.
Veja-se
o
prospeqto
que
deve
envolver
cada
frasco.
p •■'.xi.ja-se o rotulo
bran' '»
e
preto
que
devem
levar
pegado,
os
fifrasc/is
de
todos
os
tamanhos,
e
a
assigiinlnra
inclusa :
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão,
Banharia,
77 e
79.
OLE
O
Farmaoia
de
HOGG,
2, rue de
Gastiglione,
Paria
(Unico
proprietário).
HIGADOS^FRESCOS
DO
BAGALAO
de
Prescripto
por todos os
médicos
e
empregado
com
o
mayor
succeso
contra
:
as
enfermidades
do peito, aífeiçdes escrofu
losas,
tosses
chronicas,
rlneumatismos, «X***4^*.
magreza
erlanças, das impigemes,
fluxos brancos, debilidade gerai, etc.,etc. tf tiOC|CT
V
Agradavel
e
facil
de
tomar.
—
Desconfiar
das
falsificações.
3
~
z
A
£
Exigir-se-ha
a marca
da
Fabrica
juntó
que
encobro
a
capsulo
de
cada
frasco
de
feitio
triangular,
e a
firma
HOGG
e
Cia,
que devera
achar-se
sobre
o rotulo.
Depositos
nas
principaes
Pliarmacias
e
em
Lisboa,
nas
casas
de
B
arreto
,
rua do Loreto, 28
e
30.
A
zevedo
e
Filhos,
B
arral
e I
rmão
;
em
Porto,
naS*casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
;
em
Coimbra,
Salvador
F
erraz
.
A
Meza
da
Santa
Casa
di
Misericór
dia,
de
Braga,
lendo em consideração
a
avulladissima
despeza
que está
custan
do
o fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n'esle
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Dr.
Domingos
Moreira Guimarães.
Dinheiro sobre penhores
Na
Caixa
Penhorista
Bracarense,
rua
de D.
Gualdim,
ao
pé
da
Roda,
dá-se
dinheiro
sobre
prata,
ouro,
joias,
roupas
e
outros
mais
ohjectos
que tenham
va
lor
de
cincoenta
mil
reis
para
cima;
tem
grande
abatimento
nos juros.
Acha-se aberta
desde
as
7
horas
da
manhã
até
ás
8
da
noite.
BL.
<C
OJ
>
O
A A. O
DE
No
campo
de
Sanl
’
Anna,
n.°
43,
está
aberto
um
curso
d
’
esta
disciplina.
N
’
esla
redacçâo
se
prestam
os escla
recimentos
que
se
pedirem.
DIXilimO
A JIK9
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
400$00()
para
mutuar.
(2305)
DINHEIRO A
A
irmandade
de
Nossa
Senhora
da
Torre,
tem
330^000
rs.
para
dar
a
juro.
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes da
Silva.
COFRE DE
FERRO
Quem o
tenha
para
vender, falle
na
rua
Nova
n.°
4.
mAGUÁDEMELlSSA
dos
Carmelitas
HOG
G !
Àliilí
bE VIM
DO
ALTO DOURO
CASA fl>K
VBLLA
JPOUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
—Braga.
N’
este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
>
»
»
.
190
»
Lagrima......................................... 200
d
Branco
de
meza.............................
210
»
tinto
de
meza fino.
.
.
.
240
»
de prova
secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.a
............................
360
s>
»
velho
............................................
400
>
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a 500
» Roncão........................................... 700
»
Velho
de
1854
.... 600
«
a retalho
para
meza 60
e 80,
o
quartilho tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a pureza e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
CODIGO
PENAL
DA
EGREJA
®sa
Ap«»tit<»Iiete
Sedia
de»
SS:
P»drc í*io IX
Annotada
e
commenlada
pelo
presbylero
■Dão Rebello Cardoso
de
Menezes.
A
’
venda:
N
’esta
redacçâo.
No Seminário
Conciliar
de
S.
Pedro,
e
nas
casas dos
revd.raos
arcyprestes
de
Barcellos,
Arcos,
Chaves,
MonUAlegre,
Vianna,
Valença,
Famalicão,
Ponte do
Lima,
Vdla
Verde,
Villa
Real,
Moncorvo,
Villa
Flor,
Monção,
Fafe,
Povoa
do
Var-
zim.
No
Porto,
em
casa
do
snr.
José
Car
los
das
Neves,
rua
das
Flores.
Em
Ailla
Pouca
d
’
Aguiar,
em
casa
do
revd.ID°
Silvino
de
Souza
Costa
Júnior.
Cí-
ITIM
A. Si
MACHINAS PARA
COSER
DA
Companhia
fabril
SINGER
8
9—rim de
S.
Vieente—19
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
989:81*
machinas
de
costura!!!
mais
9Os4»fl
que
em
1876.
A Companhia Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
soo
reis
semnnnes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
prompto
paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
A
COMPANHIA FABRIL
Garante
todas
as suas
machinas não
só
no seu
bello
trabalho,
como
na sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o
publico que te
nha todo
o cuidado para
não
ser enganado com as machinas
imitações, como
algumas pes
soas. por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas legitimas
SIJSGER só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
17,
RUA DE S.
VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
districlos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador.
Peçam
cathalogos illuslrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
(2297)
miapo
Troca-se
a
dinheiro
uma
Imagem
do
Santo
Christo,
de
marfim,
em
cruz de
ébano,
e
adornada
com
prata,
Quem
pretender,
póde
vêl-a
em
casa
do
snr.
Barranha,
na
rua
do Souto,
n.
“ 6-
(2234)
RESPONSÁVEL
—Luiz Baptista da
Silva-
BllAGA,
TYPOGRAPIIIA LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
