comerciominho_13031879_909.xml
- conteúdo
-
.
rí>I.ITICJk
>3
^OTICIOSA..
REDACTORES—D. Miguel Sotto-Kayor e
Dr. Custodio Velloso.—DIBECTOR—Antonio Joaquim de
Mesquita Pimentel.
l(
; i
7.' ANNO
j
PREÇO
DA
ÂSS1GN ATURA ..
1
1
Braga', l
i mezés. . . . . . 1^600 :
’
»
(i .......
850
Coríespondencias
partic. cada linha
fO
Annuncios
cada linha............................ 20
Repetição........................................ 10
PUBLIGA-SE
AS
TERÇAS, QUIÃTAS E
SABBADÔS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes. . ... 2&000
» 6
»
............................
1|050
»
sendo duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes. moeda
forte. . 3&600
Folha avulso
.. ................................. 10
N.°
909
OUim-FEIRA n DE MUÍÇO DE 1879
CarrevpoiitleaeiH
particular <lo
tíomiuereiu
«lo
Minho»
Paris,
3
de
março
na
escola
primaria.
O
povo
prefeito
do
Sena
anuunciou
á
auçtoridade
ecclesiaslica.
a
proxiiua
expulsão
geral
dos
çmigrega-
mstas
das
escolas
communaes
de
Paris.
O ministro
da
iiístrucção
publica
não
se
oppoz a
esta
decisão;
limitou
se
a
qscre
ver
aó
conselho
municipal
uma
caria
on
de
declara
quê
antes
de
destru r as es
colas
congreganistas
é
precjzo
procurar
quem
as
substitua, o que
se
não
póde
fazer
immediatamente.
O
snr.
Juliu
Fer-
ry
porém
faz uma concessão
aos
ijètis
amigos o
prefeito
do Sena
poderá
resol
ver
a
diíliculdade
segundo
as necessida
des. Isto
quer
dizer
que
aquellas escolas se
rão
«successivamente»
sacrificadas,
o
que
vem
a
dar
o
mesmo
O
mesmo
conselho municipal
de
Paris
acaba
de,
n
’
uma
reunião
publica,
expri
mir
a
esperança
de
que
os
nossos
de
putados
farão
^desapparecer
a
Egreja
do
Sagrado
Coraçao,
erecta,
como
o sabeis,
em
reparaçòo
dós
crimes
da
Communa.
Ninguém
duvida
de
que
a
camara
seja
ca
paz
dé
realisar
este
desejo,
qualquer
dia.
Ella
já
votou
a abolição
do
repouso
do
domingo,, ç
reclamou
o restabelecimento
do
deqreto
da
tonpenção
que
impõe
aos
músicos
militares
o
flyinno da
Marselhesa.
Levanta
se
grande
questão
ácerca
da
transferencia
das
camaras
para
,^aris. Rre-
veme.nle
iterá
apresentado
á
camara
o
respeclivo
projl-clo,
elaborado
pelo
snr.
Spuller,
no
qual
se pede
simplesmente
que
ella
decida
que
d’
oravanté,
conser
vando
no-énlanto
a.
residência
exçepciú-
n
il
em
Versalhes,
a
’ caip.ira
possa ter
sessão eín
Paris.
Deste
modo
pór-sé
ia
de
parte a questão
da
revisão conslilu-
.
cioúal,
que
o
próprio snr.
Gambétta
ava
tia.comó
muito
perigosa
n
’
és
’
ie
momento.
A
grãnde
novidade
'dó'dia
é
que
não
terá
logar
deci.lidameníè
o
processo
dos
ministros
do
16
de
maíó'.'
O
presidente
dh
republica
é-lhe
formalmente
opposio,
e
o
chefe
do
gabinete 'deClarbu
que da
ria
a
siiá
demissão
no
caso
que
elle
fos
se
Avante.
Porisso
a
mãioriã
teve
de
re
nunciar
a
esse
projeçlo,
depois
da
instan
cia
do snr.
Gambétta,
qué
continha
a
gosar
d
’
nnia grande
auçtoridade
sobre
os
seus
col
egas;
mas
não
obstante
ella
não
se
absterá
de
infamar
aquelle
minislerio
por óieid d’
uma
votação.
A
rapida
exposição
que,
acabo de
fa
zer bastaiá
para
que
os
vossos
leitores
conheçam
a
.segprauça.
que
nog
dá
a
Re
publica. Os próprios dias,
do
carnaval
fo
ram
dos
niais
lugubres
pjtr.a
Paris.
Tudo
está
sombrio
,e
teiide
,
a.^rnar-se
.
mais
sombtio
ainila!
,
luquiclaça.ò
na
Bolsa,
in
quietação'
ua ppljlica,
inquietação'
por
to
da
a
parte:
tal
.
é
a palavra
da
situação.
Com
a
Republica,
a
Françã
está
de
luto.
«wwãai rr
—rri
i
frar
ifrÉ
i
ib
hii
i
MWM
T
CllROMEA
ESTRAAGEIRA
—- -----
—
Falieqeu
em
,Roma
q
car.deal Gõidi,
da
Ordem
dos
Dominicanos,
bispo
suburbi-
cariq
.
de^^^seâti.
sido
revestido
da
purpiir^
’
ém/laÇ^qioç^io
IX,
de
santa
memória’
.
Gcntava
6í
annos,
Çdnkam
d»lgu;is
'í'
ie
íluqibmtp
se
rrritára
muito
quando
soube
o
modo por
que
S
t-. Leão
XIII rei-
viiidicatfjq
o.
poder
iemp.or|l,
e.n
seu
d^r
curso^j|!
't
a,u.diep.cia
dos
licos, e
que
mesmo
soltara
estas
pala-
,vras:
,
«cjy>jgpp,,
aí
‘
ir
o
Leãoa,
Aão
cremos
que.
seja
precisa-
menle,
yqrdade
esta ultima
parte^,
que
só
ignorànçjAl
3
^)I
1I^S
m
Í'A
18
A?Í|2'!
v
V—
r
-
Todo
o
poder
satanico
da
revolução
vãmente se esforçaria n’
uma
tal
empreza,
As
duas
camaras
votaram
estes
dias
uma
amnistia
parçial
aos
condemnados
da
Communa.
Os oradores
das
diversa?
es
querdas
pronunciaram
grandes
discursos
para
a
galeria. 0
cidadão
Naquet
disse
muito
benp.
que não via nenhuma
«hfíe.
rença
entre
os homens
do
4
de
setem
bro
que se
a^e.nt^nj
nos
bancos
da
ca-
mar? ,ou
do
ministério, é
os
^eus, antigos
collegas
do
18
de
março,
que
permane
cem
no
eXjjliOj
seiião
que
eslés
uhitúos
foram
vencidos.
/
.
Nenhum
dos
borjs
amigos
dos
sos
commíinardos
se
inquieja. ,c<i;n
ó
re
torno
de
certos
dos
seus
concorrentes
em
Republica,
Em
breve
varpos
tornar
a
ver
lodos
qs
antigos
revolucipnari.os,
excepto
os
incendiãrios
e
os
assassinos
dos.
refens.
O
seu
regresso
não
vae
precisa
nqgnjte tra
zer
a
.segurança
a
Paris,
que sé
acha
actualmente
muito
perturbado
já.
A po
licia
é
qauito
mal
feita,
e
todos
,
receiam
aventurarerp-se
nm
poúço
mais
tarde
nas
ruas,
da
capital.
Õ
que
será
dentro
dal
guns
mezes?
x
Na
camara
dos deputados
foi
nomeada
a
commlssão
do
orçamento,
excluindo,
co
mo
é costume,
os
membros
da
minoria.
Todos
os
membros da
Com missão opinam
pela
conversão da
Renda
deu*[0
,
em
des
peito
das
condiçõ?S
econõtnicas
e
políti
cas
tão
desfavoráveis a esta
collossal
ope
ração.
Por
este motivo proditziq-sé
ná
Bolsa
tím
grande pânico,
Óccasiónando
uma
baixa
fofmidavfel,'
e
bom
número
de
especuladores
se
acham arruinados.
Hoje
mesmo
serão inlérpellados
sobre
este
as
sunipto
os
‘
ministros
da
fazenda
e
do
in
terior,
e
se
as
súas
explicações
não
fo
rem
ciaras
e càlhegoricas,
terão
de
da
rem
a
sua demissão,
era
condições
pouco
honrosas.
1,
Continuam
as
mudanças,
as
destitui
ções,
e
também
as demissões
no
alto
pessoal
administrativo,
çonCelho
d’
Esiàdòj
beilas
artèá,
agricultura,
magistratura.
étc(
A
perseguição
contra
o pessoal
adihinis-
tralivo,
tão
honesto,'
tão'
júsiamenle
con
siderado até
hoje,
terá
como
fesiftátío
0
inconveniente
de
substituir
indivíduos
ex
perimentados
por
noviços,
e
d’
ãhi!
lamen-
■tavers
consequências.
Nota-se
que
.se
procura
de
preferen
cia
em
pWpFffifi
mis
altos
posfbs
aquel-i
les
que
se
tornam
salientes pela
sua
ir
religião
e
impiedade. O
ministro dhustru-
cçào
publica
é
aquelle
que tem.
operado
mais
refurmás
‘hq íei/
ptissoai, e não
cessa
de fomentbF
a
impiedade.
’
Receben
do
ha
dias
o
pessoa! doceíité,
traçou-lhe
o
seu
dever
na
forínàçao
díTcidàçlãos
pa
ra
um
estádo
PlírcaP
‘
e*irvi
r£
troto livre:
pensador
e sújéito
7ié
'
vida
'
offere-
ce
um
bom
mòdélb
o
e
Véil8P
‘dá'‘
Univer
sidade
da
republica.' Oésèfíhdald
da
sua
vida
é
de
ptçblica
notoriedade,.
Quarto
se
semeia
o
deprezo
dás horsas
’
sahtãá
‘ co-
Ihç-se
sempre
a
desordem
mais
terrível.
Porissò
irm
péssimo
espirito
anima
por
toda a parte
a
juventude das
escolasd o
Estado.
Aiuda
ha
pouco
houve,
uma
se-f
«•>4uOJp&ÍMi
QB
esci,la
(las
precis
a
a
intervenção
da
auc
torrlade.
I
Se o
ministro
procura
banir
Deus
do
eflshíõ
1
siipVríor,
os prefeitos republicanos;
e
as
municipalidades
cooperam
aclivamen-
le
na execução
do
plano
franc-máçonico
porque
a
palavra
dó Senhor
não passa.
—
Parece que
se
não
confirma
o
boa
to
espalhado
por
alguns
jo
naes
ácerca
d
’
uma
conferencia
das potências
signatá
rios do
traclado
de
Berlim,
cuja
execu
ção
definitiva
deve
estar
terminada
a 1
dé
maio
E
’
certo
que
a
Rússia
começou
seriamente
o
seu
movimento
de
evacua
ção,
mas
prompta
a
detel-o
subitamente,
e
mesmo a
voltar
sobre
os
seus
passos
se
achar
um
pretexto
para
isso.
A
sua
pendência
com
a
Roumania
parece
ter-se
apasiguado;
mas
a
Grécia
e
a
Turquia
não
se
entendem
lá
muito
bem.
Ha
p
is
ainda
muitas
nuvens
d
’
este
lado.
Não
é
mais clara
a
situação
do
Af-
ghanistan.
A
morte
do
emir
Chir-Aly,
se
rá
um acontecimento
feliz
para
os
ingle-
zes
’ Não
se
póde
decidir nada
ainda:
as
disposições
de
Yakoub
khan
são
duvidosas,
e
é
também
duvidoso
qué
elle possa
fa
zer
reconh cer
a
sua
auçtoridade
já01-
t0‘
dos
os
que
reconheciam
a
de
seu
pae.
Inquieta
por
este
lado,
a
Inglaterra
não
o.está
menos
êotti
a
guerra
dos
zn-
lus,
cujo
íei,
Cellimayo,
mostra
urna
emer
gia extraordinária.
As
tropas
inglezas
per
manecem
na defensiva,
esperando refor
ços
que
lhes
tem
sido
enviados;
é prová
vel que
os
znltfs
tenham
então
muito
que
fizer
para lhes
resistir,
mas quem
sahe
os
alliadoí
que
Cèttimayo
pode
achar?
Etnquanto
á
situação
interior
da
In
glaterra
uma folha insuspeita
descreve-a
assim:
«A crise
industria!
e
cotnmêrcial
que
alraves-a
a
Inglaterra
toma
graves
propor
ções.
A
miséria
é
atiérradora
nos
duca
dos
de
Lencasler,
de
York
e
de
Dor-
han.
Por
toda
a
parte
se
veem
opèrariós
sem
trabalho,
andando a
pé
e
descdços
d
’
umas
para
outras
terras,
acompanhados
de
suas
misebaS’
fãmiTíás. Em Oldbufy,
Hoederstield
e
eip
Blackburn
declararam-
se
êm
gréve
os
mineiros
e
fabricado es
de
télha,
’ pbrqiiè
lhes
imposeram 37
h
i-
ras
de
.trabalho
por semana,
em
logar
dè
'54,
como
era
cQstiibre.
No
districio
de
Durhán
estão
sem
trabalnb
7
OOU
ope
rarios, porquê as
inibas'
estão
fechadas.’
Etn
fodó
o
districio
já não existe umi
mina
oií-ie
se
trabalhe o dia
inteiro.
Em
Londres,
e'principalmente
nos
bairros
de
Estej em
1
'
Matichester,
Leeds,
Shefièld,
Birmingham
p
outras cidades,
é tão
gran
de
a
miséria nà
classe
operaria,
que
os
asylds estão
coiiípletamenle
cheios
e
es
gotados
os
rfecursos.'
Na
Escócia,
e
ds-
pecfalmente
em
Glásft.i>w,
Dundée,
For-
fart,
e
districtos
agrícolas
de
Sur,1
"tre
patrões
resolveram baixar
o
preço
dos
salários.
Dê"
todàs
as par
tés
chegam
'pe
didos
de soccorros,
qué
cada
dia
se
ób-
tpm
com
mais
dilliculdade».
—Noticiámos
já
em o
n.
a
anteçédentç
tí
modo
còmo
foi
resolviijã
a
crise
tni;
nislerial
ná
"Hésf>'an'ha.
Do
gibihete'de-
Hlfssiónàrfó'
permanecem
ainda
os
snrs.
Offivio!
TTbráVtyò**#* Pà
!lia?i;Oá
‘
.
jrfiiaes
ftW-
IVkm^se
détlíbnientés
com
.
és
ta
’
recbnstru-
‘
íão
’
é!<!
<fào
'a
entender
qjié'
b
novo
gabi
nete não
terá
vida
muito
folgada,
e
que
será
simplesmente
um
gabinete
de
tran
sição.
Parece
que
o<
(iodes de
'estadista
de
Martinez
('.ampos,
não
são
de
mWde
a
çréar-lhe
uma
posteridade
mui
lison
‘
-1?
51As,M
notfc?as
,vd!á'Ftapça
são
désrflvdi-'
das
dhiífeFVsJM
”
tíò;rfUtftfà:ii
‘
de
fpk
létó
Ifj^^^oníessões
feitas
pelo
gabinete
aos
radicaes;
a
respeito
da mudança
do
pessoal
HiW
r t V»">■ t"
/.ti.’
Não
obstante
o
qu
t
e
diz
o
nosso il-
lustradaxorr^óhdéntè
d§
!!
PàMs;’
ndi
cártti
que
n
’
outro
logar inserimoé,
crê
se
que
irá
por diante
a
accusação
feita
ao
mi
nistério
Broglie-Fourtou.
Segundo
os últimos
lelegrammas,
deve
hoje
diseulir-se
o
relatorio da comnnssão
d
’inquerito
sobre
os
actos
d
’
aquelle
gabi
nete,
o
qual
conclue
proponlo
que
elle
seja
accusado
ante
o
semdo.
nomeando
a camara
delegados
suas
para
sustentarem
a
accusação.
E’
provável
que
esta
questão
produsa
nova
crise
ministerial,
porque,
como
já
dissemos,
o
snr.
W
oldmgton
assim
como
os
seus
collegas
são-lhe
de
lodo
o
ponto
contraries.
SECÇÃO
COOÈRCIAL
As
noticias
<le
.VLmchester
e
Liverpool
nos fins
de
fevereiro,
<dào
o
mercado
de
algodões
em
grande
desanimo, muito
li
mitadas
as
compras,
resl>
ingmdo-.se os
compradores
só
ao
indispensável,
devido
este
estado
á
pouca
procura
dos
tecidos,
aviltando-se
em
toda
a
parte
o
preço
dos
mesmos
e
do
(lo.
Diininue
a
aclivi.lade
nas
oflicinas,
do
qíie
resulta a apalhia
do
mercado
de
al
godão.
É
Com
todo,
esta
apatia
não
é
de
vida
á
grandb
abundancia
da
matéria,
pbis
dizem
da
America
que
o
te
npo
alli
corre
adverso
á
cultura
do
algodão,
mas
sim
aos
factos
qué
acima
referimos.
No
Hivre
regularam
os
seguintes
pre
ços:
Algodão
da
Luiziania,
ordinário
67,78
francos.
Idem da
Georgia,
idem
59,50
francos.
Idem
da
Luizisnia m-diano
de
65 a
68
e
69
francos.
Este
ultim
>
parece
tender
par
i
alta.
0
que
se
dá
co
n
os
algodões, sue-
cede
com
as
lãs,
a
mesma
frouxidão
e
a
mesma apalhia.
0
nosso
commercio
interno
sqffreu
muito
com o
aturado
inverno.
A
prim.ivera,
fa
zendo
voltar
o
ai lista ao
trabalho,
o la
vrador
e
o
jornaleiro
á
cultura,
hale
ferçosmuente
influir
pou
:o
dep
>is
n
’um
juaior ou
menor
desenvolvimento com-
merciaí.
A
mesma apalhia
d,is
praçis
eslr
n-
géirás
sé
íem
dado
na
de
Lisboa
e
Por
lo;
redtringindtf-se
os
compradores
ao
in
dispensável sdrinlo.
Os
carregamentos
de assucar entrados
em
Lisboa
no fim
ije
fevereiro
augmen-
taram já
o.s
consideráveis
depósitos
que
alli
‘havia, conservando
se
o
mercado es
tacionário.
As
vendas
do
algodão
foram
alli
re
gulares.
A
carestia
do
aze.ro
tem
feto
diminuir
a
d
’
expartação para,
o
estrangeiro.
A baixa
do
cambio
do
Brazil
é
lam
bem
,um
mal
para.’õ,'-cóínm
rcio
euro
peu.
Pensa-se
em
fundar
um
banco,
qui
competindo--com
o
do
Brazil,
possa
mi-
porar.
e-ile •
mql,
^brindo
se
relações
ban
carias
com
os
Estados
Uni-lo),
ailendendo
que
são
estes o
principal
cohsumm
dor
de
.
pritaeu.axqjiMMCMmd».
imperao
(o
café).
Não
parece
com
tudo
que
o
remedia
es
teja
n'isto,
Sipdo
que,
na
transacçõ-
s
c
ommerciaes,
os
Estados
Unidos
se
regu-
lam
pela
çstaçao
monetaria
da
Europi.
1
’
aVevê
qtíé,
íst^^è^áilífiiflFa^èõin
umi
nova
baixâ
do
çatçhio sobre
Londres
no
Rio
de
Janeiro
a
20
Va
a
P'zur
de
to
dos
os
proiectos
fiáncarios.
’
Em a/
in£rç3
“
foiàm
despa
cha
los
fia
alfiúdegá
do
Porto',"
para
exportação
dirigidos
ar
diversos
porl
>s
estrangeires
8.168:167
litros
de
vinho, (1537
pip
s).
Os
nVssos
fundos
consolida
los
lêem-
se mantido
firmes no
mercado,
oblen
lo
maior preço os
consolidados
internos
e
externos.
O merca lo
de
Londres acom
panhou
o
movimento ascendente
sendo
alli
co
ados
a
49
3
/a
em
5
de
março
Os
títulos
aiuortisaveis
de
Obrigações
do
caminho
de
ferro do
Minho
e
Douro
e
dos
navios
de
guerra
com
quanto me
lhorassem
um
pouco
de
preço,
não
at
tingem
com
tudo
o
preço
dos
consolida
dos.
Não
são
-alsfalorias
as
noticias
agrí
colas
da Europa
As
chuvas,
as
innondtções
e
os
ge
los
causaram
graves
prejuízos
nos
paizes
onde
se
cultivam
cereaes,
o que
favorece
os
possuidores
de
trigos.
Na
Califórnia
e
nos
Estados
Uni
los
as
condicções
do
cli
ma
estão
sendo favoráveis
ás colheitas.
Augmentamn
as
transacções
em
tri
gos
entre Finme
e
Liverpool
pelo
estabe
lecimento
de
uma
linha
de
vapores
entre
aquella
e
esta
praça.
O
merca
lo
do trigo
tem
esta
lo
um
pouco
animado,
sendo
miis
favorecidos
os
trigos
europeus
Eis
o
preço
dos diversos
trigos,
ex
traído
da «Correspondência
Gerai
Por
tugueza».
Trigos
inglezes.
novos,
brancos,
em
Londres,
sh.
30 a
46
a
arroba
Trigos
inglezes,
novos
ruivos,
em
Lon
dres,
sh.
3'1
a
42.
Trigos
de
Koenisberg
e
de
Danlrig,
superior,
velhos,
sh
48
a
31.
em
Lon
dres;
novos,
sh.
42
a
43.
De Rosioch
e
VVisemar,
novos,
em
Londres,
sh
42
a
43.
Da Dinamarca e
Holstein,
novos,
em
Londres,
sh
43
De
S.
Petersburgo,
em
Londres,
por
497
sh.
43 a 45,
e
em
Marselha,
a
26
francos.
De
Olessa,
em
Londres,
sh.
37
a
40,
em
Marselha,
sh.
23
a
23,50
por
100
kilos,
e
em
Ameslerdam, sh.
23
a
23,50
Da
Califórnia,
novo,
sh.
37
a
43,
em
Londres; sh. 24
a
26;
em
Liverpool;
fr.
26
a
27,
em
Paris,
23,50
por
100
kilos.
em Amesterdam.
Da
Nova
Zelandia
e
Australia,
sh.
47
a
51 em
Londres.
I
rigos americanos
de
inverno,
em
Lon
dres,
sh.
4»
a
47;
em
Liverpool,
sh,
24
a
25
80;
ruivos de
inverno,
em
Li
verpool. sh.
25.
Tngos
belgas, em
Bruges,
23
a
27
fr.
por
100
kdos
Trigos
da
Áustria
e
Hungria
em
Vien-
na,
19,43
fr
a
19,53
fr.
pua
fim
de
abril
Trigos
nacionaes
em
Berlim.
22.12
franco.-,
por
100
kdos,
e
cin
Hamburgo
23
37
Trigos
ruivos
em
Nova
Yoik
21
de
fevereiro,
5
82
o
buslrel
de
35 litros.
aí
hl
aí
*•
a
*2
.
wt
«
ií
gnr».
livreiros e
editoreo.
Este
jornal não fará a
apprecia-
ção
de quaesquer
publicações,
sem
mie
haja
recebdio,
um
exemplar de
cada
obra;
nem
tão
pouco,
além
da
critica,
será
annunciada,
(se o
me
recer),
qualquer
publicação,
sem
que
se
recebam
dons
exemplares.
Faz-se
esta
advertência,
para que
não
succeda, como
está succedendo,
pediram-nos
a
critica
e
o
annuncio
d
’
obras,
das
quaês
nos
não
enviam
mais que
ds
títulos,
os
índices
ou
os
primeiros
fascículos.
Esperamos
que
este
nosso
aviso
seja
tomado,
d
’
hoje
para
o
futuro,
na
devida
consideração,
aliás
nos
veremos
na
dura
necessidade
de
sermos
um
pouco
mais
explícitos
a
este
respeito.
CiZKTILIl
Chroniea
religioa*.—
.Vinanhâ,
I
4:
—
Na
Sé
procissão
de
Ladainhas.
Expõe
se
o
Sagrado
Lausperenne
na
egreja
da
Senhora
Branca.
Confereneli»
d*>
S.
Vleente de
Paulo.-
Verificou-se
ante-boutem
a
sua
sessão
ordinaria,
que
foi
aberta
pelo
snr.
presidente, depois
de
se
achar presente
numero bastante
de
socios, para
se
dar
principio
aos
trabalhos
Sua
exc.
1
fez elle
proprio,
a
costumada
leitura espiritual,
teudo
escolhido
para
esse
tira
um
assum-
a
pesca
dos
salmões,
regulando
o
seu
preço
65000
reis, termo
médio
—
No
domingo leve
logar em
Vianna
a
procissão
de
Passos,
que
foi
feita
com
a maior
imponência.
O
sermão
foi
pré-
gado
pelo
snr.
padre
Barreiros,
dislincto
orador
sagrado
de
Monsão.
—
No
mez
de
fevereiro
foram
despa
cha
los
pela
alfandega
de
Vianna 48.860
kilos
de
trigo
e
4.336
de
farinha
de
trigo.
procedente
da
Philadelphia e
New-
York.
—
Diz
se
que se
passaram
ordens
para
concluir a
linha
do
Minho
até
Valença.
fazendo-se
alii
ura
barracão
que
sirva
de
estação
provisória.
—Falleceu
em
Guimarães
a
snr.
a
D.
Maria
Pereira
da
Fonseca,
mãe
do snr.
João
Pereira
da
Silva
Guimarães.
—
Deve
realisar-se brevemente
em
Vianna
um
basar
promovido pela
snr.*
viscondessa
da Torre
das Donas,
em
be
neficio
do
asylo
de
meninas
orphãs e
desamparadas
d*aquella
cidade
—
Foi
jubilado
com
o
vencimento
de
904)00
reis
annuaes 0 professor d*ensino
primário
de
Paredes
de
Coura.
—
Falleceu
subitamente
em
Caminha
a
snr.1 D.
Claudina
da
Silva
Coelho,
cunhada
do
snr. Serafim
Cardoso,
escri
vão
de
direito
d*aquella
comarca.
—
Já
está
restabelecido
dos
incommo-
dos
que
ultimamente
soffreu,
o
nosso
an
tigo
condiscípulo
e presado
amigo
padre
Antonio
Augusto
Pinheiro,
abbade
de
Cu
nha,
do
concelho
de
Coura
Aplt»f*«»
na Oallisa.
—
Dizem
de
Valença;
Lê-se
no n.
#
1:118
da
«Concordia» de
Vigo,
de 8
do
corrente,
0
seguinte:
pto
que
muito
edificou
a
assembleia,
que
a
escutava,
como
sempre,
no
mais
pro
fundo
recolhimento.
A
sessão foi
algum
tanto
demorada,
mas
o facto
mais
digno
de
menção
que
n
’ella
se
passou, foi
a
resolução
que
se
tomou
de
traclar
de
eliminar
do
soccorro
da
sopa
economica,
tolos
os
operários
que,
atlentas
algumas
çircuinstancias.
já
não
carecessem
d
ella.
ficando
assim
a
Conferencia
em cbndtc-
ções
de
poder
valer
a
muita miséria
e
pobreza
de maior
vulto,
que
com razão
reclama
em
altos
brados
os seus
soccorros.
H
uhco
do ninh». —
Deve
reunir-se
hoje
extraordinariamente a
assembleia
ge
ral
d
’
este
Banco,
afim
de se tractar
d
’
as-
su
nptode
muita
importância
para
o mesmo.
Fnilreimento.—
Falleceu na madru
gada
de
terça-feira
o
snr.
Ignacio
da
S
Iva
Braga,
pae
do
snr.
João
Rebello
da
Silva
Braga,
a
quem
comprimentamos.
ProeiooAo
de
P.
ishuh
.—
E
’
no
pro
ximo
domingo
que
tem
logar a
procissão
ale
Passos,
em
Cabreiros,
a
uma
legua
«te
distancia
u
’ésla
cidade.
Costuma
ser
muito conconida.
Preço
doe
eerraes
—
Na terça-feira
ultima,
n’
esta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi;
Trgo
................................................
800
Centeio
......
53Ò
Cevada.
<................................
560
Painço
..............................................
500
Milho
branco
.....
530
»
amarelio.
....
520
Milho
alvo.....................
6'>0
Eeijão
branco
.............
800
»
vermelho........... 900
»
amarelio
............
580
•
rajado
.
.
.
.
.
320
•
fradinho.............
500
Batata......................................................
600
Azeite
55600
Mavimenlo
do Hospital do M.
viareoa
—
Doentes
existentes
em
2
de
março;
80
homens
e
103
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
lin
la:
20
homens
e
21
mulheres.
Sahiram;
17
homens e
19
mulheres.
Falleceram:
2
homem.
Ficaram
em
tratamenli
em
8
de
março
81 homens
e
107
mulheres.
Atravez da província.—
ReaSSU-
inu
a
direcção
da alfaudega
de
Vianna.
<> snr. José Guedes
de
Almeida
Carva-
Ihaes.
—
Falleceu
em
Ponte
do
Lima, a snr/
I).
Francisca
Can
lida
da
Cunha
Osorio,
esposa
do
snr.
José
Smiplicio
Cardoso
Pinto.
—
Já
tomou
posse
do
logar
de
escri
vão
e tabellião
da comarca
da
Barca,
o
snr.
Francisco
Antonio
do Valle.
—
0
sor.
Gonçalo
de
Barros
Figueire
do
de
Vianna
do
Castello,
foi
nomeado
direct
r do
correio
da
villa
da
Povoa
de
Vatzun.
—O
rendimento
da
alfandega
de
Vian
na,
no
mez
de
fevereiro,
foi
de
6:6245867
reis.
—
3o
rio
Minho
lera
sido
abundante
<
Parece
que
na
noite
de
6
se
toma
ram
precauções
militares
no
Ferrol'.
Vê
se.
pois,
por
esta
noticia
que
não
são destitui
los
de
fundamento
os
rumo
res
que
tem
corrido
de
que
ha
agitação
na
província
da
Galliza.
Eis
ahi
mais
uma
prova
para justificar
a
necessidade
de
vir.
sem
demora,
um
corpo
para
Valença.
afim
de
poder
acudir
de promplo
a
qual
quer
sitio
da
raii,
aonde
se
tome
ne
cessário.
Ilegiutrnmou.
—
Com
muito
prazer
transcrevemos
para
aqui
as
seguintes
pa
lavras
do
nosso
excellente
collega da
«Or
dem».
depois
de
noticiar
a remessa
das
esmolas
para
0
dinheiro
de
S.
Pedro, co
lhidas
pela
çommissão
para
esse
fim
ins-
lallada n
’esta
cidade:
«Braga,
a
Roma
portugueza,
pode ain
da
mostrar
que,
se
0
tempo
e
a
má
in
fluencia
dos
homens
e
das
ideias
tudo
consome,
e
gasta,
e
perverte, ha n’
ella
um
principio
que
não
se
abala,
um
edi
fício
que
não
se
desmorona
ao
embate
do vendaval:
é
a
sua
fé
catholica.
A
par
d
’esla, muitas outras
provas
eloquentes,
publicas
e
solemne»
ella nos
fornece
de
que
é
solo
feraz
era
que
admiravelmente
se
desenvolve
a
seiva
catholica.
«De
todos
é conhecida
a
sympnthica
associação
denominada Conferencia
de
S.
Vicente
de
Paulo».
n.iiiiimniili). —
A
Universidale
Ro
mana,
por
iniciativa
dos
proles-ores
Cre-
mona
e
Beltrámi,
minibir
erigir
um
mo-
nnm
nlo
ao
celebre
inaihemalico
padre
Domingos Clielini. Também
no
Pincio
se
vai
collocar
0
busto
do grande
astrono-
mo,
padre Secclii.
Aqui
estão
dous
padres
que
foram
crentes sinceros
e
pairaram
nas
mais
ele
vadas
regiões
da
mais
transcendente
das
sciencias,
observa
0 nosso
valente
collega
do
«Apostolo-,
Katatuwa
colloauwei». — A
Baviera
toruar-se-ha
0
paiz
dos
gigantes
de
Gul-
tiver
para
as
estatuas.
A
Uaviera, de
Schwanlhaler,
em
Mu-
nich,
é
um
collosso
na
cabeça
do
qual
se
póde
dar
uma
soirée dançante.
Também
se
falia
em
fundir
na
mesma
cidade,
uma Germania
de
10
melros
de
altura
que será collocada
sobre
um pedes
tal
24
melros
de
elevação.
Esse
monumento,
cujo
projecto
é
devido
ao
professor
Schifling,
custará
1.900:009
francos.
Esta
estatua
ficará
pois
collocada
a
uma
altura tal
que,
se
lhe
pozessem na
mão um
relogio d
’
um
certo
tatnanho,
os
habitantes
de Paris
poderiam
distinguir
as
horas.
O (Una
eonvuleioiu-ae.
—
Uma
erupção
medonha
começou
em
Pelerno,
povoação
situada
nos
flancos
da
montanha,
e
n’
uma
larga
biçia
abriram-se
a
um
teinpo
numerosas
crateras,
vomitando
la
vas
fuinegariles,
cuja
temperatura
varia
era
40
e
41 giaus
de
calorico.
Tem
se
notado
um
phenomeno
desco
nhecido
nas
anteriores
erupçõ
s:
além
do
esenvolvimento
de gazes,
formados
do
acido
carbónico,
hjdrogenio
e
acido sul-
phurico,
os
liydrocurbuietos
líquidos
for
mam
uma
especie
de
petroleo,
cujo
chei
ro
se
nota
á
distancia,
An
es
da
erupção,
já
em
tola
a
pro
víncia
de Catane
se
tinham
feito sentir
grandes tremores
de
terra,
que traziam
assusiadas
as
populações
das
cidades.
KaUtua
a 4*io
IX.—
A
associação
catholica
de Cuma
concebeu
0
pensamen
to
de
erigir
uma
estatua a
Pio
IX,
e
0
pensamenio
immedi
itamente
levado
á
exe
cução,
foi encarregado
ao
insigne
escul-
pior
Corbellini
para
fazer
a estatua
do
grande
Pontilice
eiu
hábitos
ponliíicaes.
O
exito
foi
completo,
e
a
estatua
se
acha
já
levantada,
Lendo
havido
em
Cuuia
uma
grande solemnidade religiosa,
que
foi
presidida
pelo exc mj e
revd.
“
u
bispo
da
dio
cese.
que
fez
um
primoroso
discurso
sobre
as
emiuentes
virtudes
do pranteado
Pontilice.
O pedestal
da
estatua
tem
varias
ins
cripções
em
latim,
devidas
á
brilhante
penna
do
revd."
conego
Battaini,
em que
se
compendia
a prohgiosa
historia
d*esle
longo pontificado.
.Wutieiaa
dkversaa. —
Das obras
da
livraria
do
iallecido
marquez
de
Castello
Melhor,
que
têem andado em
ledào,
a
parte
relativa
á
historia
de
Portugal
foi
arrematada
por
differentes licitantes,
pela
soraiua
de
1:2904
(
J(K)
reis.
—
Da
Inglaterra
teem
partido
para
0
Cabo,
em
consequência
da
guerra
contra
os
zulus,
3:000
homens,
1:800
cavallos,
18 peças
de
artilheria
e
275
carros.
—
Õ
grande
conselho
do
Testino, vo
tou
por
41
votos,
contra
18
a
lei
rein
tegrando
os
capuchinhos
nos
quatro
con
ventos
de
Lugano,
Bigorio.
Locarno,
Faide.
A discussão
durou
um
dia
e
meio.
—
O
«Diário
do
Governo>
começou
a
publicar
o
—
Regulamento
para
a
execução
da
convenção
concluida
entre
a
Allema-
nha,
Republica
Argentina,
Áustria, Hun
gria,
Bélgica,
Brazil,
Dinamarca
e coló
nias
dinamarquezas, Egypto,
Hespanha
e
colonias
hespanholas.
Estados-Unidos
da
America
do
Norte.
França e
colonias
francezas.
Grã-Breianha
e
diversas
colo
nias
inglezas,
índia
britannica,
Canadá,
Grécia,
Italia
e
Japão,
Luxemburgo,
Mé
xico,
Montenegro,
Noruega,
Paizes
Bai
xos
e
colonias
neo-irlandezas,
Peiú,
Pér
sia,
Portugal
e
colonias
portuguezas,
Rou-
mania,
Rússia,
Salvador,
Servia,
Suécia,
Suissa e
Turquia.
—
Os
terrivcs
Sionx,
índios
selvagens
que
por
muitos
annos
sustentaram uma
guerra
feroz
contra
os
Estados
Unidos,
acabam
de
submetler-se
ao
governo
d
a-
quella
republica,
apertados
pelo frio e
pela
fome.
—S.
Santidade
Leão
XIII avisou
of-
ficialmente o
dr.
Newman
de
que
será
nomeado
cardt-al
no
consistorio
que
deve
realisar-se
em
Roma
no
dia
31
de
março.
—N
’um
dos
dias do
mez
passado
vi
rou-se
na altura da
Ponte
do
Pargo,
tres
léguas
ao
mar,
um
barco
do
po'to
do
Moniz,
da Madeira,
morrendo
14
pes
soas.
—
As
folhas
do
império
russo
dizem
que
foi
commettida
um
novo
crime
na
pessoa de
um
funccionario. A’
saida
de
um baile, em
Kharkofl. 0
príncipe
Kra-
potktne.
governador
d
’
aqiiella
cidade,
foi
gravemente
ferido
por
um
tiro
de
re-
wolver.
Não
se
descobriu ainda
0
assas
sino.
—Diz
uin
periodico
de
Nova-York
que
se
annuncia
do
Oeste
a
probabilidade de
guerra
geral
com
diversas
tribus
indias,
acossadas
actualmente
pela
preponderân
cia dos
colonos
brancos, que
impellein
adiante
de si
os
selvagens.
Diz-se
que
os cheyennes
se
reunirão
ás
forças
de
Silting-Bull,
por
terem
sido encontrados
sem
mulheres
nem creanças,
0
que
pa
rece
inlicio
certo
de
que
intentara hos
tilidades.
—
Uma
pobre
mulher
dirrgia-se
um
d’
estes dias
a
Coimbra,
moniada n’
uma
egua;
esta espantou-se
e
arremessou
a
infeliz
n
’
um
poço,
junto
da
estação
do
caminho
de
ferro,
onde
morreu.
—
Cartas
de
Zanzibar
dão
a triste
no
ticia
de
que
os
missionários
inglezes
di
rigidos por M.
Penrose
foram
atacados
e
assassinados
na
África
Central, pela
gente
do
chefe
Myungu.
M.
Penrose
e
62
ho
mens
da sua
escolta,
a
maior
parte
car
regadores
de
Huynawezi,
foram
mortos
pelo
inimigo
que
se achava
embuscado
n
’
um
denso
arvoredo
na
margem
de
um
lago.
M.
Penrose
defendeu
se
com
a
maior
coragem,
tendo
morto
a
tiro
de
carabina
16
dos
assaltantes.
—
No
Rio
de
Janeiro,
durante
a
noite
de
12
do
mez passado
foi
barbaramente
morto
a
machado e
fouce,
por
dois
es
cravos.
um
negociante
de madeiras.
João
Minoel
Alves de
Barros,
em
uma
chacara
perlo
do
Jardim
Botânico,
onde
pernoi
tava
por
andar
doente.
Em
Itu,
na
pro
víncia
de S. Paulo,
um
escravo
matou
uma
familia
inteira:
preso e
mettido
na
cadeia,
confessou
logo
0
crime.
Sabe-se
agora que a
população
indignada,
forçou
a
cadeia, ferindo
alguns
dos
soldados,
arrancou
0
negro
para
a
rua e
eslran-
guloti-o,
arrastando
em
seguida 0
cadaver
pelas
ruas.
A’ Fonte de Lourde*
[
Improviso J
A
lympha
que
bróta
D*essa
fonte pura,
Mysica
figura
Do
teu
coração
Que
as
graças derrama
Sobre
os
filhos
crentes;
Dá
ella
aos
doentes
A
cousolação.
Braga
3
de
março
de 1879.
P.e
M.
J.
M.
SECÇÃO
DE COMMONICÃDOS
Snr. redactor.
Por acaso
veio-me
ás
mãos
0
seu
mui
to
acreditado
jornal, 0
«Commercio
da
Minho»,
n.°
899,
de
18 de
fevereiro
ul
limo,
no
qual
se
acha
inserida uma
ce
lebre
declaração e
protesto, que
me
diz
respeito,
datada
da
Folgosa,
em
2
de
janeiro d
’esle
anno,
e
cujo
signatário
é
o
snr.
padre
José
Pinto
Borges;
e
dese
jando
eu
tornar
bem
patente ao
publico
e
especialmente
aos
dignos
leitores
de
tão
illustrado
jornal, da
caltimnia
que este snr.
n>e
imputa,
faço
este communicado
que
servirá
de
contra-protesto
áqtielle que se
torna
celebre
pelas calumnias
e
falsidades
que
n
’
elle
se
acham
exaradas
e que
nun
ca
deveriam ser firmadas
por
um padre
que
deve
ser
o
primeiro
a respeitar
a
tela
da
imprensa,
onie
deve
permanecer
só
a verdade,
o
que
faz conhecer
de
quan
to
é
capaz
o
tal
snr.
Diz
o
celebre
snr.
padre
José
Pinto
na
referida
declaração,
«que vem
reclamar
e
protestar
contra
a simulada,
capciosa
e
fraudulenta
escriplura
de doação
celebrada
entre
elle,
eu
e
minha
mulher.
D.
Maria
José,
em
data
de
30
de
março de
1878»,
principiando
a
aliegar
uma
falsidade
que
só
póde
ser
d
’
um...
mau
caracter,
por
que
a
escriplura
celebrada
entre elle, eu
e
minha
mulher
é
de
compra
e
venda
com
reserva
do
uso
Iruclo
para
elle
ven
de
ior
emquanto
vivo.
O
snr.
pad-e
José
Pinto
diz
mais
«que
similhante
escriplura
não
foi a
ex
pressão
da
verdade,
e
não
foi
mais
do
■que uma
emboscada
preparada
d
’antemão
por
um
irmão
do
drado».
Parece
incrível
que
elle
allegue
uma
tal
calumnia!!..
Es
te snr.
foi
quem
se
dirigiu
a
meu
ir
mão,
quasi
chorando,
pedindo-lhe
que
lhe
vallesse,
pagando
ilie
uma
divida,
porque
tinha
si
lo
citado
a
requerimento
do
Bui-
co
do
Douro,
pela
quantia
de trezentos
sessenta
e
tantos
inil
reis,
para,
dentro
ein
dez dias,
que
terminavam
no
dia em
que
se
dirigiu,
pagar
ou
nomear
bens
para
a
penhora;
e
que
postos
os
mes
mos
em
arrematação,
teria
de
vèr-se
re-
dusido
á
miséria,
e
sem
meios
alguns
para
a
sua
decente
sustentação;
não
o
pro
curando
nunca
meu
irmão
para
tal
lim.
Diz
mais
o
mesmo
snr.
padre
José
Pinto que
«assignou
um
contracto
pelo
qual
ficou
privado
de
ludo
que possuia,
e
sem
acção
nenhuma»
quando
o mesmo
snr.
está
possuidor
de
tudo
quanto
linha
e
pos
suia, sem que eu
me importe com
os
rendimentos
que
elle
percebei
O
mesmo
snr.
padre
José,
diz
mais
que
«no
contracto
que
havia
combinado
com
os
doados
(devendo
dizer
comprado
res)
resalvava para si
o
usufructo de
to
dos
os
seus
bens
e
liberdade de gosar,
administrar
e
possuir,
e mais
disposições,
mas
nada
d'islo
apparece
n
’
aquella escri-
ptuia
e
o contrario
se escreveu»,
quando
da
primeira
condição
na
mesma
exarada
se
vê
que
elle
é
nsofruclu
.rio
dos
b.
ns
vendidos,
emquanto
vivo
O
snr.
pidreJosé
Pinto,
quando diz
que «para mais
escar-
neo
lhe
encheram
a
casa
de
pessoas
es
tranhas
e
de
más
condições»,
commetle
uma
falsidade,
porque eu
nunca
em
sua
rasa
melli
pessoa
alguma,
nem
de
boas
nem
más
condições.
Termina o
tal
snr. padre
José
Pinto
por
dizer
«que
reclama
e protesta contra
a
ardilosa,
simulada
e fraudulenta escri
plura de
doação
por
ser
a
mesma
nulla
e
de
nenhum
e/feito
aos
olhos
da
lei>;
e
na
verdade,
snr.
padre
José,
póde pro
testar
contra
a
nullidade de
tal
escriplu
ra
de
doação,
porque
uão existindo,
como
de
facto
não
existe,
deve
protestar
pela
sua
nullidade,
e
é
evidente
que
o
con
tracto que
não
existe
é
e
será
sempre
me
ramente
nnllo.
Saibam
os
dignos
leitores
que
o
snr.
padre José
Pinto
é
um
ingrato
e um
ca-
iumaiadoí!!... E
’
um
ingrato,
porque
o
contracto
que
fez
comigo,
foi
de
mais
vantagem
para elle,
porque
o
fui
livrar
das
garras
do
inimigo,
pagando-lhe
não
só
a
divida
ao Banco
do
Douro,
mas iam
bem
outras;
e
assim
ficou
sem
dividis,
e
com
o
mesmos
bens:
e
é
um
calum-
niador,
porque
vem propalar
e
aliegar
falsidades
que só
da
sua
mente
pódein
dimanar,
e
paga-me
assim
os
serviços
que
lhe
prestei.
Termino emprasando
o
snr.
padre
José
Pinto
Borges
a
desdizer-se
terminante
mente, dentro
de
quinze
dias
nas
colum-
nas
d’
este
jornal, da
injusta
accusação
que
me
fez;
e
quando
o
não
faça
n
’
aquelle
praso
usarei dos
meios que
a
lei
me
fa
culta,
e
nostribunaes
se
provará
quem
tem
razão.
Armamar
1
de
março
de
1879.
Florencio
Caetano
Cardoso
Ferreira.
(Segue-se
o
reconhecimento).
(2304)
Imn
revoltiyAo
em
medicina.
O
professor
Hardy
fazia
ha alguns me
zes
notar,
com
muitíssima
razão,
em
uma
de
suas
clinicas
do
hospital
da
Carida
de,
de
Paris,
á
qual
eu
assistia,
que
as
preparações Jerr-uginosas
liquidas
são
que
melhor
o
estomago
supporta.
Retine
portanto
0
Ferro
Bravais
(fer
ro
liquido
em
gottas
concentradas)
tan
to
para
o
medico
como
para
o
enfermo,
quantas
qualidades
se podem desejar
de
baixo
do-ponto
de
vista
da
administração,
posto
que não
communica
nem
cheiro,
nem tão
pouco
sabor
algum
ao
liquido
no
qual se
toma
(agoa.
vinho,
etc.)
em
dozes
de
lo a
20
gottas
antes
de
cada
comida.
Emquanto
á
sua eíficacia,
é
incontes
tável;
os
numerosos
lestimunlios
dos
mais
eminentes
medico»
contidos
no
folheto
sobre
a
anemia
e
seu
tratamento
o
justificam
ir
recusavelmente.
(Este
folheto envia
se
grátis
a
quem
o pedir ao
deposito geral,
rua
Lafayette,
13,
Paris).
,
Os
resultados
que
se
obteein
sobre
a
saude
geral,
ao
cabo
dalguns dias
de
tratamento,
são
verdadeiramente
surpre-
hendenles
e cada
qual
pode fazer
d
’
isso
a
agradavel
e
barata
experiencia
«Quem
não
é
alguma
cousa
anémico?...»
SAÚDE A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de saúde,
30 Annos
d’
invariavel
sueee««o
2
Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
gastrica,
gastralgia,
íleg.na,
arroios, amargor
na
bocca,
piluitas,
uauseas,
vomitos,
irrita
ções inteslinaes,
bexigas,
duenteria,
cólicas,
tosse, athsma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabeihes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
gauta,
do
alilo,
dos
broochius,
da
bexiga,
do
ligado, dos
rins,
dos
iuleslmos.
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue,
83:000
curas
en
ire
as
quaes
contam-se
a
do
duque
de
Pluskow,
da
ex."
1*
snr.
a marqueza
de
Brehan,
Lord
Sluart de
Dicies,
par <i'lo-
glalerra,
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etc. etc.
Cura
n."
65:311.—
Vervant, 28
de mar.
ço,
1866
—
Senhor.
—
Bemdilo
seja
Deus!
A
sua
Rev»le»eière
salvou
me
a
vida.
0
meu
temperamento,
naturalinente
fiaco,
estava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível dispepsia
que
du<ava
fu
oito
ân
uos, tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
Kevales
eière
me
rastiluiu
a
saude.
—
A.
B
kune
-
L1ÉKE,
cura.
Cura
n.°
78:364.
—
Mr.
e
m.‘ne
Leger,
de dvença
do ligado,
diarrhea,
tumor
e
vó
mitos.
Cura
n.°
68:471.
—
Mr.
Pierre
Castel-
|i,
abbade,
de
prostração
com,leia
na
edade
de
83
annos;
a
Kevaleseière
re-
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
«isito
os
doen
tes,
dou
grandes
passeios
a
pé,
e
sinto
0
espirito
lúcido
e
a
memória
f esca.»
E
’
seis
vezes
m
ns
nutritiva
do
que a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cmcoeola
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preço^
fixos
da venda
por
miúdo
em toda
a
pe
uinsula :
Em
caixas
de
folha
de lata, de
*/4
kilo.
500
; de
*/s
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
reis;
de
2
*/,
kilos,
35'200
reis;
de
6
ki-
los,
60400;
e
de
1'2
kiios, 120006 rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
quilqner
hora,
vendem-se
-m
caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor
chocolate para
a
saúde
é
a
Hevaleseière
«Ha
res
tituo
o
appettiie.
digestão,
somoo,
energia
e
carues
duras
ás pessoas,
e ás
creanças
as
mais fracas,
e sustenta
dez
vezes
maú
jue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus, em caixas
de
folha
de
lata
de
12
cbaveoas,
300
reis;
de
21
chave-
uas,
800
reis;
de
48
chavenas,
10400
;
dt
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cada
RECLAMOS
Doutor
PAULO
LABAKTIIE.
(Copiado
do
Evènement,
de
Paris).
I>l
r
B1RRY «fc
<J.»
LIMITED.
-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Streei,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos, droguistas,
mer-
cieiro*,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Central
:
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpc
Santo
16.
5«isbo«,
(por
grosso
e miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro. 31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
A
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E MI-
NH0.
=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Hsreello*i,
Aptonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Pu«te.
—
Broa»,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog..
praça
Municip.il
,
17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
A
Irmão,
ru
i
do
Souto.
—
Vianna doCW
tello,
Afionso drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—
ClaimaráeH,
A
J. Pereira
Martins,
pharm.
—
Aotonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, J. «ia
si'va,
drog..
Rua
da
Rainha,
29
e
33.
—PenaHei,
Miranda,
pharm
—Porto M.
J
de
Sou
sa
Ferreira
&
Lmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva Desirè
Rahir,
Rua
de
edofeila,
160;
Fontes
&
C.*,
drog-.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
SaUado,
Pharmacia
Central,
Rua
de San
to Antonio,
225 a
227.
—
Ponte
«te
I«i-
ai*
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoo de Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valenfa do .Hinho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Vlll»
«ln Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s
phirm
REVALE
3
hère
BANCO
DA
COVILHÃ.
Sociedade
anonyma
—
Responsabilidade
li
mitada
DE
BAKRY
de
Londres.
Capital 8.00010000000 reie
1*
emissão
—
reis
750:000^000
dividido
em
7:500
acções
de
100&000 reis cada
uma.
Balanço
em
28
de
fevereiro
de
1879.
Aesive
Leltras
descontadas
e
a
receber ...................
impresiimos
s.
penhores
Coutas
corrent.
com
caução
Etleilus
depositados
.
.
J
apeis de
credito.
. .
Agencias
no
paiz.
.
.
)itas
no
estrangeiro.
.
Diversos
devedores
.
.
Mobília
e
utensílios. .
Jespezas
d
’inslallaçào
.
G>ixa
.............................
Valores
em
liquidação.
.
Acções
recolhidas.
.
289:7860065
59.6400320
263:1720989
8:0
>00000
32:3370800
26:4340662
3:4180736
5:3320008
1:7480289
2:3990580
19:3200155
18:0570314
137:6000000
Passive
Capital...................................
*'undo
de
reserva.
.
Funlo
para
o
edifício do
Banco.................................
Depositos
á
ordem
.
.
.
Ditos
a praso
.......................
Devidetidos
a
pagar.
.
Credores
d
’effeitos deposi
tados
...............................
Diversos
credores .
.
.
Agentes
no paiz
.
.
.
Leiras
a
pagar
.....................
Contas
interinas
. .
.
.
Ganhos
e perdas
. .
.
.
868:8620938
730:0000000
9:3410790
2:0000000
16:4920943
39:3750375
16:3020500
8:000000o
5:4320587
8120589
14:0000000
1170606
6
3870348
868:86'20938
Covilhã
28
de
fevereiro de 1878
Os
Directores
J.
d
’
A.
Vaz
de
Carvalho.
J.
T.
M.
Megre
Restier.
(2302
Resumo
do
acheo
e passivo do
Banco
Commercial,
Agrícola e
Industrial
de Villa
28
de
fevereiro
de
Real,
em
1879.
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e
a rece-
chaveux.
14:1860844
640:2330703
Letras
caucionadas
com
hy-
potheca
sobre
bens
de
raiz
Letras
em
liquidação.
.
.
Letras protestadas
.
.
.
Titulos
e
obrigações
a
receber
Empréstimos
sobre penhores:
De
acções
deste
Banco.
.
De
diversos
objectos
d’
ouro
e
prata..........................
De
vinhos.............................
Operações a
longo
prazo
com
iiypotheca
sobre
bens
de
raiz.
...
...
Acções
de
conta própria
em
numero
de
325.
.
.
.
Contas correntes
com
garantia
De
acções
deste
Banco. .
De
leiras
e
cartas
de
credito
De
vinhos
.............................
Agentes
no
paiz,
dinheiro
e
letras
a
cobrar.
.
.
Agentes
no
estrangeiro
.
Diversos
devedores . .
.
Moveis
e
utensílios
.
.
Despezas
de
installação
60:9720000
6:6080472
3:1760810
3:4550063
3:7030000
1000000
5000000
13:4990841
15:5700000
3:4500000
6:6120935
7000000
74:8080447
7:1960837
11:7430933
6IO04OO
1:3300000
868:5120307
Paastvo
Capital
do
Banco.
.
.
.
8OO:OOO0oOO
.
.
2830003
.
.
27:2370338
4:792070
0
11:8200000
Deposito
á
ordem.
.
Deposito
a
prazo.
.
Dividendos
a p>gar
.
Fundo
de
reserva.
.
Quantia
destinada
para
o
im
posto
industrial.
.
.
.
Reserva
para
prejuízos
even-
luaes...............................
Ganhos
e
perdas. .
.
5:2000**00
8:0000000
11:1790266
868:5120307
Villa Real,
3
de
março
de 1879.
Os
gerentes,
Fráncisco
Ferreira
da
Costa
Agarez.
Agostinho
José
da
Costa.
(2301)
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia dramatica portu-
gueza
Quinta-feira
13
de
março.
A
comedia
em
2
actos:
O
HOMEM
DAS
GAUTELLAS.
A
comedia
em
1
CLERO,
NOBREZA
acto:
E
POVO
acto:
A
comedia
em
1
CADA UM
NO
SEU
LOGAR
Principia
ás
8
horas.
AGRADECIMENTOS
na capella
da
Real
Cruz,
no
dia
3
d»
cada
um
ein
parti-
sumino
reconheci-
Os
abaixo
assignados,
agradecem
por
este
meio,
em
quanto
pessoalmente
o
não
pódern
fazer,
a
todos
os
exc.
m
°
s
snrs.
e
snr.’
’
que
se dignaram
honrai
os
cora
seus
cumprimentos
pela
occasiio
do
in
fausto
fallecimento
de seu
muito
presado
e
sempre chorado
pai, o
snr.
Manoel
Do-
mingues
de
Magalhães,
bem
como
a
to
dos
os
muito
revd.0’
snrs.
sacerdotes
que
gratuitamente
celebraram
missa, e
assis
tiram
ao
oflieio de
cçrpo
presente,
que
por
sua
alma
se fez
Irmandade
de
Santa
corrente. A
todos
e
cular,
protestam seu
mento
e
gratidão.
O abbade
Gaspar
João
dos Reis
Magalhães
O
abbade
Lourenço José
de Magalhães
Maria
Joaquina de
Magwhães
Maria
de Jesus
Magalhães
Rita
de
Jesus
Magalhães.
(2292)
Os
abaixo
assignados.
extremamente
penhorados
para
com
lodos
os
ill.
1”
9
*
•*
exc.'
11
"*
snrs.
que
se
dignaram
compriínetx-
tal-os
por occasião
do
passamento,
e
as
sistiram
ao
enterro
de
seu
nunca
assás
chorado
pae
e
cunhado,
o
exc.rno snr.
José
d
’
Araujo Azevedo
Mello
e
Vasconcellos,
que
leve
logar
na capella
da
sua
casa
da
Lotireira,
no
dia
3
de
fevereiro,
e
para
com
lodos
os
snrs.
ecclesiasticos
que
as
sistiram
ao
oflicio
de
corpo
presente,
agra
decem
por
este
meio,
na
impossibilidade
de o
fazerem
pessoalmente,
como
tanto
desejavam,
tributando
a
todos
o
seu
in-
delevel
reconhecimento
e gratidão.
Anlonio
d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Francisco d'Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
José
Augusto d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Bento
d'Araujo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Victorio d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
feio
Alberto
d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Visconde
da
Torre.
(2283)
ANNUNCIOS
DIMIEIRO
A JtVKO
A
confraria
de
N.
Senhora
da
Apre
sentação,
de
S.
João
do
Souto,
tem
reis
400^000
para muiuar.
(2305>
AKBETHT
%
çã
<»
D.
Adrianna
Rosa
de
Mello, residente
na
rua
d
Oliveira,
da
freguezia
de
S. Vi-
clor
da
cidade
de
Braga,
faz saber
que
lendo
requerido
inventario
de
maiores,
ao
fallecimento
de
seu
filho
Manoel
Anlonio
de
Carvalho
e
Silva,
no
juízo de
Direito
da
Povoa
de
Lanlioso,
e
no
mesmo
in
ventario tem
de
ser
arrematados
em
pra
ça,
no
dia
6
do
futuro
mez
d
’abril
de
1879,
tio
tribunal
judiciário
da
Povoa
<le
Lanhoso,
lodos
os
bens
de raiz, moveis
direitos e
acçôes
que
do
mesmo
ficaram;
sendo
os bens
de raiz,
as
quintas
denomi
nadas
de
Sele
Fontes,
e
Arrebalde,
am
bas
juntas e
circuitadas
sobre
si,
apenas
divididas
por
um
caminho,
e
muito
pró
ximas
á
estrada
nova
da
Ponte
>lo
Porto;
que
se
compõem
de grandes
casas
para
senhoria,
e
para
caseiros,
dons
moinhos,
eira
de pedra, cinco
lagares,
aguas
de
lima e
rega,
dous
laranjaes,
olivaes,
e
pomar
de
espinho
e caroço,
estando
si
tuadas
no
mais
aprazível
local
da
fre
guezia
de
Santa
Maria
de
Moure
da
dita
comarca.
Quem
pretender póde
compare
cer
no
indicado
Oia,
na dita
villa,
pelas
10
horas
da manhã,
podendo
informar-
se
das propriedades,
e vel-as
pessoalmente,
cuja
venda
é
para
pagamento
de
credo
res.
Braga
7
de
março
de
1879.
(2290)
D.
Adrianna
Rosa
de
Mello.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
A
direcção
dVstè
lheatro,
faz
publico
que
no
dia
16
do
corrente
mez,
pelas
11
horas
da
manhã,
terá lugar a arremata
çào de
dous
caiuar>4cs. )<qa
e
.-alia
do
café,
pertencentes
ao
mesmo,
lheatro.
Bragi, 9 de
março
de
1879.
Os
directores,
Francisco
Maria
Pereira d
’Araújo.
Anlonio
José
Pereira
de
Magalhães
Júnior
A.nlonio
Santos
d
’
Azevedo
Magalhães.
23
>3)
•l
—1 1
'
1-------- ;-------:--------- -—•— ---------
Larangeiraa
<le
Lmbigo do Porto
A
Irgre
Vende
se
duas
laranjeiras
d’
esla
ma
gnifica
qualidade,
vindas, directameple
de
Poito
Afegiè
ha'transplantadas
f
em
terra
do
nosso
clima,
19
annos.
e
não
tem
mu
dado
de qualidade.
Para
tratar
em
casa
do
snr.
João
Ma
noel
da
Silva Guimarães,
rua
do
Soulo
43,
cmde
se
encontra
uma
laranja
para
a
mostra,
colhida
em uma
das dietas la-,
rangeiras.
(2-88)
Troca-se
a
dinheiro
uma Imagem
do
Santo
Christo,
de
marfim,
em
cruz
de
ébano,
e
adornada
com
prata,
Quem
pretender,
póde
vêl-a
em
casa
do
snr.
Barranha,
na
rua
do
Souto,
n.°
6.
(2234)
Constando
que
alguns
cerieiros
d’
esta
cidade,
continuam
a
propalar
que
a
cêra que
vende
a
Companhia
Cerifica
Portuense,
é
falsificada,
a
direcção
empraza-os
a
que
venham
pela
imprensa,
no
prazo
de 3
dias,
fazer
essa
declaração
publica,
aliás
serão
havidos
como
calumniadores.
A
companhia
assegura
que
não
com
pra
senão
cêra de
l.
a
qualidade,
e
garantirá
a
que
levar
a sua
marca
Porto,
7
de
março
de 1879.
Pela
Companhia
Cerifica
Portuense,
Os
directores,
Manoel Vieira
Borges.
Manoel Ribeiro
Rodrigues
Forbes.
(2299)
Eduardo Tavarea, Drlegatlo <to
'J
lit-Houro
m>
diatricto de
Hriign,
por S. M. el-rei que Deus guar
de
ele.
Faço saber
que,
sendo
meu indecliná
vel
dever dar rigoroso
cumprimento
ao
que me
é
ordenado,
quanto
á (iscalisa-
ção do
imposto
do sêllo,
no
Regulamen
to
de
14
de
novembro
dè
1878,
e
sendo
certo
que
muitos
dos
-
que,
na-
sua
pró
pria
conveniência, deveriam
promptificar-
se
ao
pagamento d’
esse
imposto,
procu
ram,
pelo
contiario.
evadir-se ao paga
mento
iFèlle',
’
defraudando
a
fazenda
pu
blica, e
•
coilocan
lo-se
em
situação
de
obri
garem
mais
larde
o
fisco
a
procedimen
tos
que
fôra
conveniente
evitar
não
só
no
interesse
da
administração
mas
no
dos
proprios
que
a
tal
extremo
impellem os
que a
lei
incumbe
da
rçspectiva
liscali-
sação,
chamo
por
isso
a
attenção
dos
ha
bitantes
d
’
esle
districlo
para
as
disposi
ções
do
mesmo
Regulamento,
bem
como
para
as
tabellas
a
elle
juntas,
a lim
de
que
não
possam
allegar
ignorância
quan
do
tenham
de
ser
compellidos
ás
multas
comminadas
pelo reJcrido
Regulamento
contra
aquelles
que
houverem
faltado
ao
cumprimento
das.
suas disposições.
Repartição
de
Fazenda
do districlo de
Braga
4
de
março
de 1879.
O
Delegado
do
Thesouro
(2289)
Eduardo
Tavares.
—
■ - • -— ----------------------------------------
'7
•
■
■
1
J
DIMHKIltO
A
JLU»
A
irmandade
de
Nossa Senhora
da
Torre,
lem
33t'$000
rs.
para
dar
a juro.
O
secretario
22'>3)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
Farmaoia
de
HOGG,
2,
rue
de
Gastiglione,
Paria
(Único
proprietário)
FZTWTyZnÍHIGADOs
’
hESCOS
BAGALAO
de
*
Prescripto
por todos
os
médicos
e
empregado
com
o
mayor
succeso
contra
:
a*
enfermidades do peito, alTefçÔes
escrofu-
losaa,
tosses
ehronicas, rbeumatismos,
I magreza
criança*, das impisemes,
m
HKB
fluxos braneos,debilidade geral, ete.,ete. uv,
n''
j
Agradavel
e
facil
de tomar.—Desconfiar das
falsificações.
3
Q <
d.Exigir-se-ha
a
marca da
Fabricajuntó
que
encobro
3^
a
capsulo
de
cada frasco
de
feitio
triangular,
e
a
firma
HOGG
e
Cia,
que
devera
achar-se
sobre
o
rotulo.
Depositos
nas
principaes
Pharmacias
e
em
Lisboa,
nas
casas
rua
do
Loreto, ÍS
e
30.
A
zevedo
e
Filhos,
B
arral
e
I
rmão
;
em
Porto,
naÃasas.
de
A
lbano
A
bílio
A
ndbade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
; em
Coimbra,
Salvador
F
irraz
._________
HOGG
de
B
abrkto
,
MAGlSLN
DEMOISELLES
Publica-se
a 10
e
"25 de
c
ala
mez.
por
fascículos in-8.°
grande
Gravuras de
modas
e modelou de tapeçaria eoloridesç a agua;
gravados
a preto; novidades
para piano e canto; álbuns de lavores,
folhas
de
eo«»feefões; croehet e rendas; rineos, ete.
0
Wagasin
des Demoiselies,
graças
ás
importantes
reformas
que
introduziu
na
sua
publ
cação,
é
hoje
o
mais elegante,
o
unico
que
dá
mensalmente
um
trecho
de
musica, e
renne
o
duplo
atlractivo
de
um
periódico
lilterorio
interessante
e
um periódico
de modas
completo,
inleiramenle
independentes
um
do
outro.
Preço
para
Portugal
(as
assignaturas
fazem-se
por
um
anno
principiando
no
de
janeiro) 4$'t00 rs.
Também
se
acceitatn
assignaioras
separadamente
de
cada edição:
edição
do
dia
10,-
—
2$800 reis;
edição
do
dia
25,
—
í$700
rs.
Subscreve-se
na
administração
d
’
esle
periodico.
B
LHETES DE
V SITA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a 500
rs.
Enviam-se
pelo correio,
francos
de por
te
sem
augmento
de
preço.
APPAK1CKO «fc
VSALMBIHO
27.
Praça
do Barao
de
S. Martinho, 27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
2Ó0,
220
e
240
reis.
Tarjados
de prelo:
Cento,
4t)0,
420
e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão,
de
S.
Martinho,
27
ynK
H
osa
Com
capas
de marfim, Ébano,
madre
pérola, massa
e
veludo
St,
S*rrvç« do
Bardo
tle S. Jlarti-
nlio,
9 7
ÁÍTARIUO
á
MHIIEIHO
Henrique
José
Fernandes
de
Jesus
Bizarro &
Filhos,
tem um grande
depo
sito
de"
cera
na
acreditada
casa
de
Antó
nio
José
Gonçalves, no
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
26,
que
pode
for
necer
ao
publico
para
funeraes,
lausperen-
nes
e
festividades,
pezo
grosso
a
8í0
a
libra
e
retalho
mimlo
a
960. lambem
se
encarrega de todaK
as
armações
tanto de
ga'a
como
fúnebres,
tt'in
um
variado
sor
tido
de
vesngos
de
anjos
e
outros
obje-
ctos
pertencentes
ao
mesmo
negocio
que
tudo
oífi
rece
ao
publico
por
preços
razoá
veis
e
que desde já
agradece
a
todos
os
freguezes que
procurarem
o
seu
estabe
lecimento.
(2287)
VííiHO
CREOSOT
ã
DO
j n* »b ; olU
t
d
■
GíVíiJKKir
‘K UIHCtURi)
MODIFICADO POIl
DUJARDIN-BEAUMETZ
Este novo medicamento,
cujos
resul
tados
lêem
sido
surpiehendentes,.
é
boje
o
preferido
;
-or
todos
os
médicos
tanto
nacionaes
como
estrangeiros
para
a
cura
da
phlysica pulmonar,
bronchites, catar-
rhos
da
bexiga,
tosses
rebeldes,
etc.
Deposito'
no
Porto—Pharmacia
Orien
tal, 268,
ma
de
S.
Lasaro,
272.
Braga
—Pharmacia
Mava,
rua
dos.Chãos, 31.
(2229)
I
r
UA
D!<
S.
MARCOS,
N
0
5.f
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sallas,
|
lindíssimos
gostos,
a prin-
|
cipiar
em
80 reis
a
peça.
—
$
Vende
olio,
tintas
e |
vernizes
para
pinturas
de
|
casas,
tudo de boa
quali-|
dade.e
preços
muito resu-
midos.
i
'
Vende
cimento
corna-
.
no
para
vedar
a^uas,
yes-
>
so
para
estuques
de
ca-
'
sas,
tudo
de
primeira
qua
í
lidade.
[f
Fabrica a
vapor de [andiçãu
ferru
e
metaes
♦
Trnveesi* <le S.
Joio—Braga,
N’esta
fabrica,
unica na
provincia
do
Minho, fabrica-se toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de metal.
0
proprietário
da
mesma não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
cotn
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
e
em
parle
o
tem
conseguido,
pois
que no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de
todos
os
tamanhos
e
qualidade-
pelos
preços
que
possam
ser
encontrado!
no Porto.
N
’esta
fabrica
fundem-se
peças
de
peto
de 5:000
kilos e
maiores,
sendo preciso,
achando-se
já
muius obras
fundidas,
co
mo
são:
buxas para
eixos
de
carruagens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me-
zas
de mármore
ou
de
madeira,
bancos
para jardins, bombas
de
qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prendas
para
copia
dores,
fuzos
de
novo
systerna
para
li
gares,
ferros para
alfaiates
e
chapel
leiros
tapeies
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grosso
ras,
de
guinchos
de
pedreiro
de
todos
«
tamanhos.
Também
concerta
todas
ai
obras
dVste
genero
principalmente
bom
bas
de poços.
Preçòs
os
do
Porto.
O
proprietário
Anlonio
Germano
Ferreirinha.
DE
No
campo
de
Sant
’
Anna,
n.°
43, esb
aberto
um
curso
d
’
esta
disciplina.
N
’
esta
redacção
se
prestam
os
escla
recimentos
que
se
pedirem.
A
Meza
da Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a
avulladissima
despeza
que
está
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
lios
par
1
o
curativo
de
feridas no
Hospital
de
$■
Marcos,
empenha
n'este acio
de càridi®
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Dr.
Domingos Moreira Guimarães.
COFRE DE
FERRO
Quem
o
tenha
para
vender,
falle
111
rua
Nova
n.°
4.
BESPOXSAVEL
—Luiz Baplish da Sih'1
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA —18^-
Parte de Comércio do Minho (O)
