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-
FOIaHA
-^ITíCA
JBS ^©TMC -a
REDACTORES
—D. Migue! Sotlo-JIayor e
D
f
.
Custodio
Yelloso.
—
DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
PREÇO
DÁ ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
7.-
ANNQ
Braga,
12 mezes.................................... 1&G00
»
6
»
...............................
850
Correspondências
partic. cada linha
40
Anuuncios
cada linha........................ 20
Repetição........................................... 10
PUBLIGA-SÈ
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBA90S.
Províncias,
12
mezes.............................. 2^000
»
6
»
.............................. 1^050
»
sendo duas assignaturas 3§G00
Brazil, 12
mezes, moeda
forte. . 3$6t)0
Folha
avulso..................................... -fo
Nb
0
305
TERÇA-FEIRA
4 DE
MARÇO DE 1879
L’m
santo
jubilo
nos vae
ri’
álma,
ao
memorar
esta
data,
•
para
sempre
immorredoira
nos
fastos
da
christã
n-
dade.
E
’
apenas
decorrido
um
anno
desde
que
em
igual
dia.se
completou
a
manifestação
do
Dedo
,de
Deus,
na
provação
afllictiva,
•mas
proví-
dencialmente
momentânea, da.
sua
Egreja.
Nós
os
cathoTicos,
em
cujos
olhos,
ainda
borbulhavam as
lagrimas
d
’
u-
ma
dolorosa
sãlidade,
e
cujo
espi
rito
se
annuviaya
pelo
réeeio
no
porvir,
sentimos
o
coração
a
trasbor
dar
de
contentamento
e
incompa
rável
alegria,
quando
.o
Senhor
■
ter
minou
a
nossa
.
órphandade,;
dando-
nos
um
Pae
amantíssimo
na sagra
da
Pessoa
de
S.
Santidade
Leão
XIII.
Findo
o
nosso
luto,
estancadas
as
nossas
lagrimas,
mudados
em
puríssimos
hymnos de
amor
as
nos
sas
queixas
suspirosas,
nós
bemdis-
semos
o
Altíssimo
no incenso
das
nossas
orações
ferventes
e
agrade
cidas.
No dia
de
hoie
renova
em
nossa
alma
esse
santo
jubilo;
sobe do
coração aos
lábios
a
mesma
prece;
reiteramos
os
mesmos
protestos
de
completa
e
dedicadíssima
adhesão
á
'Cadeira
de
Pedro,
de amor
filial
o
mais
devotado
ao
augusto
Vigário
de
Jesus
Christo
na
terra,
ao
Sjjn-
tissimo
Padre
Leão
XIII.
E
do
mais
intimo
da
nossa
alma
bradamos;
Viva
Leão
XIII,
Pontífice
e
Rei!
I.etraa AjMMgtoHcas «B«» NFosso
íiMMÍaiiss
í;'i4«ás,e
js«Í4*
SSivi-
vid
enoia
5’np.s
XfiíS, ssas
síe
eontede <» Jubiíeu sairei -
■ versai para
impEortvr w diviaaa
cíc
meneia.
Leão
Papa XIII, a lodos os lieis de
Christo que.
as presentes virem, saude
e
bênção apostólica.
Os
Sumrnos
Pontífices, nossos prede
cessores, tiveram sempre
por costume, ao
encarregarem-se
de sua
missão apostólica,
abrir
os thesouros celestiaes a lodos os
fieis,
com paternal
liberalidade, e deter
minar
preces communs
na Egreja para
dar,
d’est
’arte, occasião a seu bem
es
piritual, e para os excitar
a implorarem
o
auxilio
do
Pastor
eterno,
por meio da
oração, obras piedosas e
esmolas.
O que,
se por uma parte, era a primeira
graça,
que
o
Chefe Supremo da
Religião con
cedia a
seus filhos
em Christo. no prin
cipio
de seu
apostolico ministério,
e um
como
penhor sagrado da caridade com
que
abraçava a
familia de Christo, por
outra,
era
o exercício solemne da virtu
de
e
piedade christã que os lieis,
junta
mente
cora seus Pastores, unidos á ca
beça visível
da Egreja, praticavam
para
supplicar
ao Pae
das misericórdias que
at-
tendesse
propicio, ajudasse e houvesse
por
bem guardar e
apascentar
não só a
sua
grey, mas o Pastor das ovelhas.
Guiados
por este
conselho, e aproxi
mando-se o anniversario
de oossa eleição,
temos determinado,
seguindo o exemplo •
de
nossos
predecessores, annunciar uma ’
indulgência,
a
modo de Jubileu universal,
a todo o
orbe catholico.
Bem sabemos
quão necessário
é á nos
sa
fraqueza, no arduo ministério que
exer
cemos, a abundancia
das
graças
divinas;
temos
conhecido, pela experiencia de
to
dos
os dias a triste con liç.ão dos
tem
pos
em que vivemos, e as vagas
enfu
recidas
que
na presente eJade se levan
tam conira
a Egreja; e receiamos qne, de
dia
em
dia,
se aggrave mais esta situa
ção,
porque
os negocios públicos
cami
nham
dè
mal' em peior. pelos funestos de
sígnios
dos
impios, e pelas próprias
amea
ças
do castigo
do céo que já tem ferido
alguns
bem severamente.
Eia pois:
como o
beneficio
peculiar
do
Jubileu tenha por fim principal puri
ficar
as
almas do peccado. praticar
obras
de
caridade, de
penitencia e multiplicar
as
orações; e, sendo as preces e os sa
crifícios
de
justiça, offerecidos
por toda
a
Egreja
reunida, por tal arte agradaveis a
Deus,
que
parece violentarem a divina
piedade,
temos
toda a razão para confiar
em
que
o Pae
celestial, altenden lo á hu
mildade
do seu
povo,
e
melhorado o
es
tado
das cousas, nos concederá a luz e
conforto
de suas misericórdias por que tan
to anhelamos.
Pois,
se,
como
diz o mesmo P. Leão,
os
inimigos do espirito são
vencidos com
a
graça
de Deus e reforma dos costumes,
pela
mesma razão
a fortaleza
dos inimi
gos
do corpo fraquejará e minorar-se háo
os males que
eiles
causaram
não por
seus
méritos,
■ mas por nossos delicies.
Pelo
que exhortainos uma e
outra
vez
e
rogamos^ no Senhor a cada um dos fi
lhos
da Egreja catholica, que unam ás
nossas
as suas
orações, supplicas e mais
praticas
da disciplina
christã, e se apro
veitem cuidadosamente,
com
o auxilio de
Deus,
da
graça do Jubileu que se lhes
;
olfere.ee
n’
este
tempo de divina miser
icórdia
para b ni de
sua alma e utilidade
Ide
sua Egreja.
I Assim,
pois,
confiados na
raisericor-
U
ii
OS
LIBERTADORES
9.
OS
No
dia 13 de
dezembro, a bandeira
das
Quinas,
era
arriada em todas as for
talezas
de Portugal,
e substituída peio no
jento
dindon.
N
’
esse
mesmo dia,
o castelhano Ta-
ranco,
entra no
Porto, Com 12:000 hes-
panhoes.
As
armas de Portugal, foram picadas
por
quasi
toda a parle onde
estavam es
culpidas, e,
para eterna vergonha nossa,
ainda assim
se conservam
era muitas
par
tes
!
(a;
A
22
de dezembro,
Junot
dissolve
o
nosso
pequeno
exercito.
No
1." de fevereiro de 1808,’ o
mes
mo
general,
faz-se presidente d-, uma re
gência,
era nome de Buonaparle, e no
meia
para membros
d’e.lla...
quatro por
tuguezes
(!)
que
acceilam!!! Ponho aqui
os
seus nomes
em
versalétes,
ad
perpe
tuam
rei
menioriam
—
conde
da
ega
—
d
.
FRANCISCO
R
FIIAEL
DE
CASTRO
—
CONDE
DE
SAMPAIO
—
PEDRO
DE
MELLO
BilEYNER.
(a) Na
cidadella
de Peniche, onde os
franceses
fizeram
a mesma
graça,
embu
tiu-lhe
depois
a guarnição portugueza os
escudêtes,
bezanles
e caslello--; mas,
com
o
tempo, alguns d
’
eiles
cahiiam.
Em
Villa do Conde (onde escrevo
isto)
em
Azurára e noutras parles, em que
se
não podia praticar a operação
de Pe
niche,
por causa da friahiiiti>•!•.• da pedra,
pintaram
qs escudos
a
óleo, mas o
tem
po
lavou a Unta, e
tornaram a tiçar co
mo
estavam. (Na casa da camara' de Azu
rára
—
hoje
tiansformada em casa de es
cola—
foi, de
certo retocada a pintura,
porque
ainda
se conhece tudo.)
Estes
íigurõés tomaram
conta ilo pe
nacho
no
mesmo dia, é
o seu primeiro
acto,
foi
a
redacção e
publicação de um
decreto,
impondo a
Portugal
uma
conlri
buição
de
cem
milhões
de
fancos
!
—
(A
bagatella
de 40 milhões
de crusados, não
faltando no
cambio, o que ainda vinha a|
deitar
a
mais.)
(b
Seis
a
sete
mil
homens do nosso exer-1
cito,
são mandados
para
França, desar
mados,
para
morrerem por lá nos
cam
pos
de batalha que o monstro
movia
a
todas
as nações da Europa,
ou enterrados
nos
gêlos da ilussia,
em
1812.
Alguns fidalgms
são
obrigados a hir
fazer
a côrte
a
Buonaparle,
e tomar
par
te
das
suas
emprezas;
e
não
poucos se
apresentam
voluntariamente na França, pa
ra
o
mesmo
fim!...
«Dizei
lhe
que
também
dos portuguezes,
Alguns
traidores
houve,
tlgumas vezes.»
Ninguém
me meie
na caximonia
que
Buonaparle
s'e lembrou
de
partir
o pe
queno
'reino
de
Portugal
em
trez
secções:
quanto
a
mim, mandou
cá Junot
e
os que
vieram
depois
d
’
elle,
sómeute para
nos
roubarem
tudo
quanto
podessem,
e para
mais
nada.
O
que é certo é
que,
os francezes
nos roubaram
as
pratas
e
objectos pre
ciosos, de
quasi
todos
os
mosteiros,
egre-
jas,
capellas,
etc.
etc.
Para
qm. o
rou.bo
fosse feito com
me-
llindo e
ordem,
e para
que
nao levassem
gato por
lebre,
veio
da França uma cora-
missã-i
de archeolugos, zoolOgos, e nalu-
(b)
O
franco vaie exactamente 20 sous,
ou
160
reis.-
mas
em
Portugal paga-se
ordinai
iamente
A ISO, o que vinha a so
mar a totalidade
de
desoito
mil
contos
de
heis
,
ou
quarenta
e
cinco
milhões de
cruzados!
Não
era mansinho,
não.
ralistas,
para escolherem tudo quanto jul
gassem
precioso e interessante
dos nos
sos museus e paços reaes,
e lá foi traio
para a
França! Nem
a Bíblia
dos Jerony-
raos,
nem
o chapéu
de
S. Jorge, lhes
escapou!
■£’
verdade que Junot, em troca
d’is-
lo, nos mandou semear
balatas,
e nos
protnelleu u<n Camões
para cada provín
cia,
o que era uma compensação.
Mas
os
portuguezes verdadeiros (digo
verdadeiros,
porque
já
então por cá havia
muito
jacobino,
tão
patife
como
os
liber
tadores, e.
—o que é
mais — ainda os ha
e
em grande numero!)
os
portuguezes ver
dadeiros,
repito,
acordaram emtim. e os
transmontanos
deram a vós de
alarme,
que retumii
u por lodo o remo.
A
cidade
do
Porto, proclama'
também
logo
a iodependencia
da
patria,
e
a
19
de
junho de 1898, organiza tuna
com
missã i,
que denominou junta
supkê
M
a
DO
GOVEflN
•
DO
REINO.
Esta
junta,
trata
immcuiatjimente
de
organisar
o
exercito
portuguez,
para sa
cudir
Junot e
os
seu-..
O
Algarve,
o
Alemlejo,
a
Beira e
a
Estremadura,
em
breve
tomam
as armas,
contra
os
impios e sanguinários jacobi
nos
(Jma
divisão ingieza,
ás ordens de
sir
Wellesley e
Da
Irympie,
desembarca na Fi
gueira, em
Peniche
e
na
Ericeira,
e
reu
nida
á
dos
portuguezes,
bate logo
(17
de
agosto)
os
liancezes,
na Roliça, e os
des
barata,
Junot
vem em
soccorro
dos
seus,
com
um
gu
andu
reforço;
tuas
,é
lambem
der
rotado
pelos
alliados na gloriosa
batalha
do
Vimieiro,
-Tuge
a
21
de
agosto.
Os
jacobinos
fogem
decanto
em
esqui
na,
até
que,
pela
tristeuieiite
célebre
con
venção
de
Cintra,
feita
cm 30 d’agosto,
e
ratificada em Torres Vedras,
no
dia
seguinte, os
francezes
são
expulsos
de
Portugal,
mas levam a bórdo dos seus
navios,
não só
as suas
bagagens, mas ué
tudo
quanto nos tinham roub.ido, e aiu ia
não
tinha hido
para a
sua terra!
Foi
a consequência da desgraçada con
venção
de Cintra, e
da
condescendência!...
do
general inglez
Dalrymple.
O
que é certo, é que <> governo in-
glez
o
mandou recolher á Grau-Bretanna.
Fmalinente,
a bandeira das Quinas, é
de
novo arvorada,
ao
som
de festivas sal
vas
de
artilharia,
em todas as praças de
guerra,
e estabelecimentos públicos
de Por
tugal.
A
lo
de
setembro, é nomeada a
re
gência
DO
HEINO
EM
NOME
DO
PRÍNCIPE
BEGENTE
DE
POKTU.AL.
Mas Buonaparte
suppõe que
ainda por
cá
havia
mais
alguns resios para I ber-
lar, e
manda
para Portugal, ò alcunhado
duque
de
Dalmacia
(Souit; com uin
exer-
to
de
30:<>60 homens. Entra-n'os este <oa-
bo
pelo norte, vindo da Galliza. (d’<miie
nunca
nos
veio
bom
vento,
nem
bom
c-i-
samenlo),
liberta
a cidade de Braica, em
29 de-
março de 1899, e
o PortJ em
29.
(A primeira cousa que fez, ao chegar
a
est i iTtiina cidade, foi libertar da vida
a
t> 090
e tantas pesso.as. de ambos os
sexos e
de todas as edades, que o ter
ror
dos jacobinos precipitou no
Domo.)
A
cidade do Porto é saqueada dur.n-
le
quasi mez e meio, e ficai ia comp e
tameuie
libertada de quanto tinha de el-
gum
valor. 4se déssem teinpo
aos saltea
dores; uias,
telizmcnte. não
o tiveram,
porque
o immorlai sir Wellesley manhi
s>dire o Porto,
á frente
do exercito
luse-
anglo,
e sacode de la os jacobinos, a i2
de
uçaio, fazendo-os hir de escaut lha<»
até
á
Galliza, onde entram a 17 do mes
mo
mez de maio.
PINHO
LEAL.
(Continúa)
a>è?ra..K>
mag»'
dia
de
Deus omnipotente,
e
na
auctori-
dade
dos
bemaventurados
Apostolos
Pe
dro
e
Paulo,
pelo
poder de
ligar e
des
ligar
que,
ainda que
indignos.
Nos
foi
concedido
pelo
Senhor;
a
todos
os
fieis
de
ambos
os sexos
que
se
acharem
em
nossa
insigne
cidade,
ou
a
ella
vierem
e
visitarem
duas
vezes as
basílicas
maiores
de
S. João
de
Latrão, principe
dos
Apos
tolos
e
Santa
Maria
Maior,
desde
a pri
meira
dominga
de Quaresma, isto é,
des
de
o
dia
2
março até
ao
l.°
de junho
inclusivè,
que
será
a dominga
de
Pente
costes,
rogando
a
Deus
pela
prosperidade
e
exaltação
la
Egreja
catholica
e
d
’
esta
Sé
Apostólica,
extirpação
das heresias,
conversão d
>s
pecca
fores,
concórdia
en
tre
os
príncipes
christãos,
paz e unida
de
de.
todo
o
povo fiel,
jejuando
uma
só
vez
no
tempo
prefixo,
usando
manjares
de
vigilia,
excepto
os
dias
não
compre
liendidos
no
indulto
quadragesimal
ou
ou
tros
consagrados
por
preceito
ecclesias-
tico
a
jejum
com
abstinência,
e
confes
sados
de
suas
cu
’
pas
receberem
o
San
tissimo
Sacramento
da
Eucharistia
e
de
rem
alguma
esmola
aos
pobres
ou
fize
rem
alguma
outra obra piedosa,
segun
do
a
devoção de
cada
um;
a todos os
que
viverem
fóra
da
dita
cidade,
em
qual
quer parte
que
seja,
que
visitarem
duas
vezes tres
egrejas
da
mesma
cidade,
ou
logar.
ou
seus
arrebaldes,
que
forem de
signados
pelos
respectivos
Ordinários
ou
seus
vigários,
ou
por
ordem
destes
e,
na
sua
falta,
por
aquelies
que
tiverem
cura
d
’
almas;
ou
havendo
duas
egrejas
as
vi
sitarem
por
tres
vezes,
ou
havendo
uma
aó
fizerem
seis
visitas,
dentro
do
praso
acima marcado,
e
praticarem as
obras
que
ficam
mencionadas,
Concedemos in
dulgência plenaria
de todos
os
seus
pec-
cados
como
se
costuma
conceder
no
An
no
Santo
aos
que
visitam
certas
egrejas
dentro
e
fóra
de
Roma,
determinando
ou-
trosim
que
esta
indulgência
possa
appli
car
se
e
valha
por
modo
de
suffragio
ás
almas
d
’
aquelles
que,
unidos
a
Deus
em
caridade,
deixaram d
’
existir.
Além
d
’isso
permittimos
aos
Ordinários
que
possam
reduzir
a
menor
numero,
segundo
o
seu
prudente
arbítrio,
as
visitas
que
fizerem
processionalmente
ás
indicadas
egrejas
os
cabidos,
e
congregações
assim
da
secula
res
como
de
regulares,
associações,
con
frarias,
universidades
ou
collegios
de
to
da
e
qualquer
classe. Concedemos
lam
bem
que
os
navegantes
e
viajeiros, logo
que
tiverem
chegado
ao
seu
domicilio,
ou
a
outro
qualquer
logar
onde
hajam
de
permanecer,
possam
lucrar
a
dita
in
dulgência,
praticando as
obras
supra
men
cionadas,
e
visitando
seis
vezes
a
Egreja
cathedral,
ou
a
parochia
do
logar
do
seu
domicilio
ou
de
sua residência.
Também
concedemos
aos
regulares
de
ambos
os sexos,
ainda que vivam
em
clau
sura,
e
a
todos
os
mais,
assim
leigos co
mo
ecclesiasticos,
seculares,
como
regu
lares,
captivos
ou
impedidos
por
enfer
midade
ou
outra
causa,
que
não
possam
cumprir
alguma
das
ditas
praticas,
lhes
sejam
commutadas em
outras
obras
de
piedade
ptdo confessor
approvado
pelo
Or
dinário,
ou
se
lhes
conceda
algum
adia
mento,
impondo-se-lhes
obrigação que
es
tes
penitentes
possam
cumprir,
com
fa
culdade;
além
d
’
isso,
de
serem
dispen-a-
dos
da
Con
nunhão
os
meninos
que
não
a tiverem
recebido
pela
primeira
vez.
Concedemos
lamb m
a
todos
os
lieis
christãos,
tanto
seculares,
como
ecclesias-
ticos,
seculares e regulares
de
qualquer
ordem
ou
instituto,
licença
e
faculdade
para
que
possam
eleger
para este
fim
qualquer
confessor
approvado,
secular
ou
regular,
de
cuja
faculdade
pódem
tam
bém
usar
as
freiras,
noviças
e
mais
pes
soas
que
vivem
no
claustro,
com tanto
que
o
confessor esteja approvado
pro
monialibus
e
tenham
o
proposito
de ga
nhar
o
presente
Jubileu
e
de cumprir
tudo
'quanto
é
indispensável
para
este
fim;
sendo
absolvidos,
dentro
do
tempo
prefixo,
uma
só
vez
e sómente
in
foro
conscienliae
de
excommunhão,
suspensão
e
outras
censoras
ecclesiasticas
á
jure
vel
ab homine
impostas
pelos
rsspecnvos
Ordinários
ou
pela
Santa
Sé,
ainda
que
sejam
speciali
modo
reservadas ao
Papa;
assim
como lambem
de
todos
os
pecca-
dos
e
excessos,
por
graves
e,
enormes
que
sejam,
ainda
dos
reservados
ao
Papa
ou"
ao
Bispo,
mediante saudavel
peniten
cia.
e
tmlo
o
mais
prescripto
em
direi
to;
e,
em
caso
de
heresia,
precedendo
abjuração
e
retractação
do
erro.
Também
concedemos
faculdade
para
que
possam
commutar-se
em outras
obras
pias
e
sa
lutares
todos
os
votos,
ainda
os
jurados
e
reservados
á Cadeira Aposlolica
(exce
pto
os
de
castidade,
religião
e
obrigação
que
tenham
sido
acceitos
por
um
tercei
ro,
ou lodos
aquelies
que
trouxerem
pre-
juiso
de terceiro, assim
como
os
peuaes
que
se
chamam
preservativos
do
peccado)
e
damos
auctoridade
para
se
poder
dis
pensar
aos
ordenados
in
sacris, ainda
que
sejam
regulares,
de
irregularidade
occulta
para
o
exercício
de
sua ordem,
com
tanto que
se
tenha contrahido
pela viola
ção
de
censuras.
Não
queremos,
pelas
presentes,
dis
pensar
das
outras
irregularidades
ex
de
lido,
ev
defectu publicas, occultas
ou
conhecidas,
nem de
outra
incapacidade
ou
inhabilidade
de
qualquer
modo
contrahido,
nem
conceder
faculdades
para
dispensar,
habilitar
e
restituir
a
seu
primittivo
es
tado,
ainda
mesmo
no
fòro
da
consciên
cia.
nem
tão
pouco
derogar
a
constitui
ção
Sacramenium
Poenitenliae
publicada
por
Bento
XIV,
nosso
predecessor,
de
fe
liz
memória;
nem, egualmente,
queremos
que
as
presentes
possam,
nem
devam
fa
vorecer,
por
modo
algum,
aquelies
que
por
Nós
e
pela
Sé
Apostólica,
ou
por
al
gum
Prelado
ou
Juiz ecclesiastico
hajam
sido
excommungados nominatim.
suspen
sos,
inlerdictos,
ou
declarados
incursos
em
censura,
ou
publicamenle
denuncia
dos, salvo
se
satisfizerem
e
se
reconci
liarem,
dentro
do
praso
supradito.
E,
se
dentro
do
tempo prefixo
não
puderem
satisfazer,
a
juizo
do confessor,
concede
mos
que
possam
ser
absolvidos
in
foro
conscienliae,
com
obrigação
de satisfazerem,
o
mais
breve
possível.
Pelo que,
em
virtude
da
santa
obe
diência,-e
pelo
theor
das
presentes,
or
denamos
e
mandamos
a
todos
os
Bispos,
e
seus
Vigários
ou,
na sua falta,
aos
que
tiverem cura d’
almas,
que
apenas
recebe
rem
copia
das presentes,
ou
exemplar
impresso,
as
publiquem
e
façam
publicar
em
suas egrejas,
dioceses,
províncias,
ci
dades,
povos
e
logares,
preparando
os
fieis
cora
a
prégação
dâ
divina
palavra,
tanto
quanto
possível,
e
designem
a egreja
ou
egrejas
que
hão-de
ser
visitadas.
E
queremos
que
as
presentes
valham,
não
obstante
as
constitiluições
e
ordena
ções
apostólicas,
printtpa
mente
aquellas
era
que
se
reservam
casos
particulares
ao
Pontífice
Romano, ou
se restringe
a
concessão
d’
estas
ou
outras
indulgências
e faculdades,
a
não
ser
que
se
faça
,de
ellas
menção expressa;
nem
tão
pouco
a
regra
de
não
conceder
indulgências
ad
instar;
estatutos
de
qualquer
ordem,
con
gregação
e
instituto,
ãinla
que
estejam
confirmados
por
juramento,
approvação
aposlolica
ou
por
outra
qualquer
fórma;
costumes,
privilégios,
indultos
e Leiras
Kpostolicas
concedidas
ás ditas
Ordens.
Congregações
e
Institutos
ou a
seus
mem
bros,
approvadas
ou
reformadas;
e se
por
alguma
d
’estas
se
houvesse
de
guardar
tuna
fórma
especial
n
’
ellas
expressada
e
individualisada
.por
formula
expressa,
não
por
clausula
geral,
derrogamos
para este
effeito
expressa
e
nominalmente
e
damos
como
cumprida
a
fórma
n
’aquellas
ex
pressada,
apezar
de qualquer
circumstan-
cia
em
contrario.
E
para
que
as
presentes
que
não
podem
ser mandadas
a
cada
um
dos
lo
gares,
cheguem
mais
facilmente
ao
co
nhecimento
de
todos,
queremos
que
ás
copias
e
exemplares
impressos d
’
estas Le
tras,
firmados
por notário
publico
e
sel-
lados
por
pessoa
constituída
em
dignida
de
ecclesiaslica se
dê
a
mesma
fé
que
se
daria
ao
origina!
se
se
apresentasse
ou
exhibisse.
Dado
em Roma,
em
S.
Pedro,
sob
o
aunei
do
Pescador,
no
dia
15
de
fe
vereiro
do
anno
de
mil
oitocentos
setenta
e
nove,
o
primeiro
do
nossoj
Pontificado,
—
Cardeal
Nina.
-----
--C
-
- --------
Recebemos
de
França
um
folheto in
titulado
—
«A
Rainha
Branca
—
S.
Luiz—
e
o Conde
de
Chambord».
E
’
-nos
oíferecido
pe
lo
snr.
Visconde
de Bonald,
a
quem
en
dereçamos
os
nossos sinceros
agradeci
mentos.
Trata-se n’
elle
de
mostrar,
prin-
cip.almente,
que
o
rei
legitimo
de
França
professa
as
doutrinas
do liberalismo.
Pre
tende-se
extrahir
esta
asserção,
a
nosso
ver
menos verdadeira,
das
cartas
e
ma
nifestos
de
Henrique
V.
publicados
desde
1851
a
1874;
e
quer-se
attribuir
a este
imaginário
e
unico facto
o impedimento
da
ascenção
do
principe
ao
throno
de
seus
maiores.
Mais
se quer
fazer
acre
ditar
que
a
razão
porque
o
nobre
con
de
de
Chambord
acceita
uma
caria,
duas
camaras,
a
responsabilidade
dos
ministros,
e
as
liberdades civis
e
religiosas
de
que
a
França
carece,
está
na
sua
educação
mal
dirigida
pelo
bispo de
Hermopolis,
Mgr. Frayssinous,
que
se diz
encarrega
do,
por
Carlos
X, da
educação do
prin
cipe,
contra
as
ordens
do
Papa,
que
ha
via
incumbido
essa
missão
ao
Geral
dos
Jesuítas,
e
este
aos seus
subordinados
os
PP.
Deplace e
Druilhel.
Temos
estudado,
de ha muito,
os
es-
criptos
do herdeiro
do
throno
de
S.
Luiz,
e
não
reconhecemos
nunca que
se
lhes
possa
suspeitar,
nem
de
leve,
a
lepre
do
liberalismo.
Pelo contrario.
Na
sua
carta
a
Mr.
Cbesnelong,
deputado,
com
dacta
de
27
outubro
de
1873,
o
principe
de
clara
calhegoricamente
que não
tolera
nem
consente,
que
o
aclamem rei
legiti
mo
da
Revoução.
Parece-nos,
pois,
que nenhuma
razão
plausível
ha
para criticar
e
censurar
as
doutrinas
políticas
e
o
programma
políti
co
do
conde
de
Chambord.
e
que
quan
do
elle
se refere
á
liberdade
de consciência,
não quer
fallar
da
liberdade
no
sentido
ensinado
e
professado
pela
escola
liberal,
mas
sim
da
tolerância
necessária
no
estado
presente
da
sociedade
franceza.
Na col-
lecçào
de
escriptos
de
Henrique
V na
da
divisamos
que
nos
convença
de
que
elle,
sobre
esse
ponto,
falle
em
l/iese,
mas
sim
em
hypolhese.
Um
estado
transitório
da
sociedade
reclama aquella
tolerância,
embora
seja
um
mal,
mas
logo
que
esse
estado
desappareça
pelo
esforço,
pelo
ze
lo,
pela
energia
constante
de
um
gover
no sinceramente
catholico,
ligado
em
tu
do
e
para
tudo
ao
Vigário
de
Jesus
Cbris-
lo,
a
mesma
hypolhese
oblitera-se
e
a
questão
já
não
tem
razão
de
ser,
em
um
paiz
era
que
a
totalidade
ou
quasi
tota
lidade
dos
cidadãos
professe
a
doutrina
catholica
em
toda
a
sua
pureza
e
pleni
tude. Pensamos
que
o
folheto
a
que
al-
ludimos,
comquanto
excellentemente
'
es
criptos,
deduziu
consequências
que
se
não
conteem
nos
principias
que
estabeleceu.
liiabo»,
1
«le março de 1919.
(Do nosso
correspondente).
Cessou,
graças
a
Deus,
o
temporal,
que
por
muitos
dias
açoitou
esta
cidade,
com assaz
de
damno
para
as
classes
ope
rarias,
e
do
commercio
a
retalho,
pois
tem
havido
sensive! falta
de
trabalho,
e
de
vendas.
Mas,
não
é só
a
pertinaz
tem
pestade,
que
ha
tanto
nos
estava
incom-
modando,
a
causa da
alhidida
falia,
mas
o péssimo
estado
financeiro
da
grande
maioria
dos
habitantes da
capital.
As
con
sequências
da
situação,
em
que
o
libera
lismo
tem posto
o
paiz,
vão-se
manifes
tando lodos
os
dias
mais,
e
porisso
a
descrença,
e
o
desengano
se
pronunciam
cada
vez
mais contra
a
aclual
ordem
de
cousas.
Esta,
meu
amigo,
é
a
verdade.
Que
me
dizeis
á
azafama
da
camara
dos
representantes
do
povo?
Eu
não
me
lembro
de
ler
visto
gente,
como
a
que
povôa
agora
as cadeiras
de
S.
Bento!
Realmente,
é
uma
camara
virtualmente
liberal.
Ha
dois
mezes
que
aquelle
synedrio
se
reuniu,
e
alé
agora, a
não
ser
a
lei
da
Guiné, apenas
leem
gasto
dous
mezes
em
questiunculas
de
nenhum
momento,
como
<eopaiz
lhes
não
pagasse
para
cuidarem
d
’
elle,
em
vez
de
porem
de
parle,
como
estão
pondo,
a
cansa
da nação.
Elles
dirão
que
tudo
se
ha
de
fazer;
que
tudo
se
ha de
votar;
que
por
falta
de
novas
leis
não
irá
a
pique
a
nau
do
Estado;
todavia,
porque
teem
perdido
já
dous
terços
do
tempo
da
sessão
que po
deriam
ler aproveitado
a
favor
do
paiz,
em
logar de o
terem
esbanjado
escanda
losamente.
Terão
tempo
para
secundar
a
causa
do poder,
mas
o
tal
tempo
custará ao
paiz
mais
alguns contos
de reis
que.
aliás,
não
gastada
se
os
senhores
deputados
se
tivessem
occnpado
de
negocios
de
inte
resse
geral,
e
o
governo
não
tivesse
dor
mido
tanto.
Fechará
elle
o
parlamento
no
fim
do
mez?
Ha
quem
o espere;
e
n
’
esse caso
haverá
mais
um
sophisma
do
syslema
par
lamentar,
attenta
a
nullidade
quasi
com
pleta
dos
trabalhos
da
camara
popular.
E
se
prorogar
a
sessão,
no
intuito
de fa_-
zer
passar
algumas
medidas,
de
certo
in
festas
á
nação,
quem
indenanisa
o
paiz
do
augmento
da
despeza,
que
lhe
extor
quirá
o
fisco
para
o
subsidio
dos
depuia-
dos?
Isto
de
governo
parlamentar
nas
mãos
de
gente
liberal,
meu
caro
redactor.
é
fazenda
muito
avariada,
e,
felizmente,
desacreditada.
Quem
disse
bem
foi
o
nosso
«Diário
de Noticias»
de
terça-feira:
«Portugal
que
foste
rico,
«Portugal
que já
não
és,
«Portugal
que
te
voltáram
«Da
cabeça
para
os
pés.»
Teve
no
mez
findo,
um
rendimento
exorbitante
a
alfandega
grande
de
Lisboa;
mas
porque
entráram
enormes
carregações
de
tabaco,
em
virtude
do
proximo
augmen
to
de,
direitos,
que
vae
pezar
sobre
o
al-
Itidido
genero.
Comtudo,
ainda
sem
a
referida
extraor
dinária
importação,
a
mencionada
alfan-
dega continuará
a
ser
uma
boa
fonte
de
receita
para o thesouro.
Mas
isto
quer
dizer
que
o
paiz
lucra?
Confronlae
o
mui
to
que
importamos
com
V)
muito
pouco,
que
exportamos,
e
dizei
depois
quem
ga
nha
a
partida.
De
fóra
vem-nos
hoje
tudo.
As
lojas
regorgitam
de
artefactos
extranhos
de
to
do
o
genero;
os
celleiros
estão
cheios
de
cereaes
extranhos;
as fabricas
de
pão
de
farinhas
extranhas.
Se
houvéra
no
paiz
um
governo
ge
nuinamente
nacional,
por
certo
que
a
agricultura,
e
a
industria
de
casa
não
se
riam
assim
desprotegidas.
Comtudo,
á
li
berdade
pouco
dóe
que
a
decadência
da
agricultura,
do
commercio,
da
industria,
e
artes
seja
uma
deplorável
verdade;
o
que
ella
quer
é
dinheiro,
muito
dinhei
ro
para
andar
gorda,
e
sadia,
embora
o
paiz
se
ostente
faminto,
anémico,
e
ma-
rasroado.
A
Rússia
não
desiste,
de ir
com
a
sua
por diante.
Tem
atravessado
o
trata
do
de
Berlim
ná
gtiella,
e
emquanto não
conseguir
a
realisação
das
suas
vistas
so
bre
o
úiódo
de
ser da
Turquia,
não
des
cansa. E
"estou
que
zoràbará
afinal
da
as
tuta
Inglaterra,
protectora
zelosissima
da
authonomia
musulmana."
0
vosso
collega
do
«Amigo
do
Povo»,
noticiando
que
um
sacerdote
da
localida
de
mandára
ao
Pontífice 4
contos
de
reis,
diz
logo
de
seguimento,
com
toda
inge
nuidade,
qué
em'
Braga
ha
muita
miséria.
A
imprénsa
liberal
e
assim
o
«Amigo
do
Pôvo»,
embora
com
toda
dissimulação
possivel,
denunciou
o
ferro
que
lhe
pro
duziu
o
facto
de
se
oferecerem
a Leão
XIII
í
contos
de
reis,
alterna a
pobreza
qíie ha
em
Braga, .sem
se
lembrar
que
os
donativos,
que
o
.calhoiiçismo
envia
a
'Roma
são,
na
maxinia
parle, talvez,
ap-
plicados
a
.
mal-ar
muita
.
forne, a.-mitigar
muita
sede,
a
vestir muil.a
.
nudez,
a
des
bravar,
muita
ignorância,
a.exerçitar,
em-
íim,
muita
obra
de
caridade;
Mas,
se
ef-
fectivamenié
quer
tanto"
á
humanidade
afflicla,
se
tonia,
realmeíite,
tanto
a
pei
to
a
causa
da
pobreza
da
sua
terra,
por
que
se
limita
a
deplorar
que
áe
mandas
se ao
Papa
uma
quantia
avultada,
ha
vendo em Braga
muita
mistria
e
não
tem
levantado
um
brado
de
reprovação
con
tra o
que
por
lá
se
tem
gasto,
e
está
gastando
no
supérfluo,
e
sobre
supérfluo,
escandaloso,
e
que
poderia
suavisar
assaz
as
torturas
da
pobreza,
que
trabalha
mui
tos
dos
seus
conterrâneos?
«Amigo
do
Povo»,
sic
valeas,
ut fari
na
es.
Ha
muito
que
te
conhece,
e
a
todos
os
amigos
do
povo.
d
’
esse
lado
0
correspondente
do
«Commercio
do
Mi
nho»
á.
CHROMCA
ESTRANGEIRA
Um
telegramma
de
Roma
para
o
jornal
«L
Union»,
de
Paris,
depois
de
pre
cisar
o
nutuero
dos
jornalistas
catholicos
que
tomaram
parte
na
grande
manifesta
ção
do
dia
22,
accrescenta:
Monsenhor
Tripepi
leu
uma
mensagem
de
felicitações
e
dedicação ao
Papa,
com
provando
os
esforços
da
imprensa
calho-
iica
pela
defeza dos
direitos
da
Egreja.
U
Papa
reivindicou
os direitos
da
Egre
ja
ao
principado
civil,
animando
os
jorna
listas
a
demonstrar
a
necessidade
d
’
esta
reivindicação,
que
nunca
foi
um obstá
culo
ao
bem
estar,
á
prosperidade
da
Italia,
e
ao
esplendor de
Roma.
0
Papa
convidou
os jornalistas
a
com
bater pela
defesa
dos
princípios
que
servem
de
base
á
ordem
social
e
á
civi-
lisação.
Um
outro
telegramma para
o
«Uni-
vers»
termina
assim:
0
Papa
em
sua resposta,
mostrou
a
necessidade
da
imprensa
diaria
catholica
patà
se
oppòr
á imprensa
diaria
que
en
venena
a
sociedade.
Aos jornalistas
ca-
lholicos
recommeadou
a
união na
fé,
a
temperança
na
linguagem,
e rebateu
aquel-
les
que
pretende
n
resolver
por
suas
pró
prias
luzes,
as graves
questões
sociaes
re
lativas
aos
interesses
vitaes
da
Egreja
Convidou
os
jornalistas
ao
combate,
a
fim
de
se
manterem
os
princípios
que
servem
de
base
á ordem
social
e
á
civi-
Iisação.
Em
seguida,
os
representantes
da
im
prensa
catholica
apresentaram
ao
Papa
as
offertas
do Dinheiro
de
S.
Pedro,
feli
citações,
álbuns,
etc.
Entre
os
representantes
achavam-se
muitos
Bispos.
—
As
camaras
francezas
converteram
já
em
lei
um
projecto
do
snr.
Paulo
de
Brest,
respeitante
ao ensino
superior.
Este
projecto
de
lei
visa
unicamente
á
destruição
das
Universidades
catholicas.
Começa
promeltendo
a
liberdade
ao
en
sino
superior,
e
fecha
d
’
um
modo
como
não
podia
deixar d’esperar-se
dos
repu
blicanos
escarlates:
«Fica
abrogada a lei
de
12
de
julho
de
1875».
Ora
esta
abrogação
não
significa
se
não
a
destruição
d
’
aquellas
universidades,
qne
devem
ter
sido,
comprehendemol
o
bem,
um
eterno
pesadello
para o
ban
doleirismo
que
está
espesinhando o
no
bre
paiz da França.
Com
taes
medidas
republicanas
pur
sang,
e
com
a
volta
dos tommunistas,
etc.,
soará
dentro
em
pouco
a
ultima
hora
para
aquella
anarchia
destruidora,
que
a
si
mesma
se
está
esphacellando.
O governo
tem
continuado
as
mu
danças
do
pessoal
civil
e
militar,
exigi
das
pelos radicaes.
O
senado
approvou
o
parecer
da
ca
mara
dos
deputados,
com
relação
á
lei
da amnistia.
Grandes
patriotas!
Uma
determinação
do
ministro
da
guerra,
a
qual
com
certeza
salvaria
a
patria
e as
batatas,
se
nào
significasse
uma
cruel
affronta
aos homens
de
bem
de
todo
o
mundo:
d’
oravanle
os
músicos
militares
tocarão
a
Marselnesa,
nas lestas
oliiciaes,
sendo
este
hymno
considerado
como
nacional!
—
No
dia
21
recebeu-se
em
San
Pe-
tersburgo
noticia
de
que
as
forças
russas
tinham
começado
nò
dia
18
a
evacuação
dos
pontos
oecupados
junto
de Andrino-
pla,
e
qtie os
turcos
haviam
já
tomado
posse
de
Vira,
Luleburgas
e
Acirahol.
—
Bisnark
propoz
ao
imperador
Gui
lherme
a
dissolução
do
reichstag,
porque
este
se
recusára
acceder
á vontade
do
chan
■eller
auelorisando
os
processos
con
tra
os
deputados
socialistas
Frilesch
e
Hasselmann,
e
pela
opposiçào
que
fazia
aos
seus
projectos
protecciomstas.
Os
últimos
telegrammas
nada
adian
tam
d
’
importancia.
Refere
um
jornal
estrangeiro
que
o
imperador
Guilherme,
fàliando
com os
mi
nistros
sobre
este
negocio,
dissera
que
havia
perdido alli a
sua
primeira
batalha
E
’
muito provável
a
dissolução
da
ca
mara.
—
Sobre
os
negocios
do
Alghanistam
ha
as
seguintes
noticias:
O quartel-general
do
general
Roberts
foi
tranferido
para
Hull.
Os
embaixado
res
afgbans
chegaram
a
Sanarcande,
a
17,
sendo
recebidos
festivamente.
Dizem
de
Telken
que
o
general
Hauffmãm
recebe
ra
instriicções
para
recusar
todas
as pro
postas
do
embaixador,
cuja
missão não
era
comtudo
conhecida.
Um
correspon
dente
de
Tchakend
noticia
que
era de
sesperado
uo
dia
23
o
estado
de
Shere-
Ali.
emir
do
Afghanistam.
—
Abrindo
a
assembleia da
Bulgaria,
á
qual
assistiram
os
commissarios
das
gran
des
potências,
o
príncipe
Doudukoíf
de
clara
no
discurso
inaugural
que
nao,
se
tendo
querido
dar
uma
constituição
já
feita,
espera
que
a
assembleia
a
discuti
ria,
etnitiindo todos
a
sua
opinião livre
mente.
Accrescenlon
que o
czar
desigoá-
ra
o
general
Drinoff
para
ministro
do
reino
e
Lucianoff
para a justiça,
respon
dendo
estes a
qualquer
pergunta
da
as
sembleia.
Terminada
esta
seguiu-se,
na
cathedral,
um Te-Deum,
e
depois
foram
para
um
banquete,
onde
se
tizeram vá
rios
brindes,
sendo
para notar
o
do
com-
missario
inglez,
que
brindou
á
Bulgaria,
que
era
o
ultimo
estado
que
vinha fazer
parte
da
Europa,
por
agora.
—
O,
Egypto
acaba
do
ser
engrande
cido
com
uma
nova
província
da
Abyssi-
mia,
a
troco
d
’
uma
pensão
ao
monarcha
d
’
aqueile
estado,
com
quem o
khediva
fez
a
paz.
UZITILSU
corrupta, grosseira e
nojenta
que
preten
dia
ennodoar
com
sua
baba immunda
e
asquerosa
o
mais
bella
das
instituições
de
que
esta
cidade
se
póde
orgulhar.
Essa
proesa,
própria
de
biltres
e
pedantes
não
nos
esquecerá,
e,
sentindo
não
o
poder
mos
faZer
agora,
protestamos
com
todas
as
forças
da
nossa alma
que
essas
e
ou
tras
acções
torpes
e
infames,
hemos
de
stygmatisal-as,
como
merecem,
logo
que
se
nos
offereça
occasião
opportuna:
lamen
tamos profundamente ter
de
o
fazer,
mas
hemos
de
apresentai-as
em
toda
a
sua
hediondez
para
acabar
de rasgar a
mas
cara
e
arrancar o
caio
das
faces
patibu-
lares
d
’
uma
sucia
de pedantes enfatuados
que
ainda
não parece
estarem
sulfieienle-
mente
conhecidos.
Por
agora
só podemos
accrescentar
que
o
snr.
presidente
acabou
por
decla
rar
que
viria
á
imprensa
rectificar
taes
asserções,
e
pediu
aos
socios
que repel-
lissem, como
era
de
justiça, semelhante
ultrage
Passon-se,
em
seguida,
a
outros
ne
gocios,
de
que
daremos
noticia
em
outro
numero,
por
nos
escassear
espaço
n
’
este.
inNpeeçfto.
—
Na
sexta-feira foram
ins-
peccionados
peh
junta
de
revisão
23
man
cebos.
dos.
quaes
ficaram
apurados
lo,
qne
foram entregues
ao
digno
comman-
dante
do
8.
Captura,
—
Foi capturado
.José
Gon
çalves
Vieira,
natural
de Villa
Verde,
por
ser
refractario.
Suleasmíiliide.
—
Por
ter
sido
honlem
anniversario
da
Coroação
de S.‘
Santidade
Leão
XIII,
um illustrado
e
virtuoso
sa
cerdote
d
’esta cidade,
o
revd.‘no
padre
Luiz
Gomes
da
Silva,
celebrou pelas
7
horas
da
manhã,
na
egreja
dos Remé
dios, uma
missa,
á
qual
commungaram
muitas
pessoas
piedosas
por intenção
de
Sua
Santidade.
Depois
da
missa
e
da
commnnhão
teve
logar
um
Te
Dcum
Bem
haja
o
esclarecido
presbytero.
que
tão
credor
se
torna
da
consideração'
e
da
estima
de
todos
pela
altitude
e
iniciativa
que
toma
sempre
fervorosa
e
energica,
nos
actos
religiosos.
Ses-«uõ«8
quaremaes.
—
São
pré-
gados
durante
os domingos
da
presente
quaresma
na
egreja
parochial
de
Priscos,
pelo
nosso amigo,
o
revd.'"0
padre
Luiz
Gomes
da Silva.
isst* do meio
dia no* Con-
gregado*.
—
A
Meza
da
irmandade
dos
Congregados,
resolveu
dar 801)
reis
ao
sacerdote
qne
se
incumba
de
dizer
a
missa
do
meio
dia.
n
’aquelle
templo,
nos
domingos
e
dias
sanctificados.
Cs-iiie»
s»
eritíea.
—
Como
já
noti
ciámos,
brevemente
verá
a
luz
da
pu
blicidade
um
opusculo
sob
esta
epigra-
phe,
o
que tem
por
fim
pulverisar
a pre
tendida
critica
(?j
que
o
desgraçado apus
tata
do
Porto,
o
padre
Guilherme Dias,
teve
a
inconcebível
petuiancia
de fazer
á
Instrucção
Pastoral
do
Prelado do
Porto
sobre
o
protestantismo.
E
’
auctor d
’
aquelle
opuscolo
o
rev.'
no
snr.
padre
Senna
Freitas.
Dito
isto,
nada
mais
deve
accrescen-
tar-se.
Anciosos
esperamos
tnais
essa
esplen
dida
victoria
de
sua
revd.ma
,
ganha
tríum-
phantemente
na
pugna
travada
entre
os
homens
de
bem
e
os
emissários
de
Sa-
tanaz.
Logo
que
o
opusculo
seja
posto,
á
venda,
appressarmos-hemos
a
noticial-o
aos
nossos
leitores.
Atravrz
«J
<»
jirovisieift.—
Tão
gran
de
foi
a
cheia
do
rio
Minho,
no
dia 22
do
passado,
que
a
agoa
chegou,
na
vei
ga
da
Mira,
ao
centro
da
freguesia
de
Arão,
impedindo
a
passagem
da
egreja
para
o
cruzeiro
do
Senhor
do
Allivio.
Ha
muitos
annos
que
não
allingiu
tão
grande
altura.
—Os
pescadores
de
Seixas
colheram
nos
últimos
dias
madeiras
e
muitos
ob-
jectos
que
a
cheia
do
Minho arrebatou
e
levou
rio
abaixo.
Colheram
grande
por
ção
de
pranchões
do
cammho
de ferro,
lapamentos
de
madeira, barracas,
troncos
de
arvores,
pipis
e
muitos
outros
obje-
ctos.
—
Pereceu
afogado
no
rio
Minho
um
de trez
homens
que na
tarde
do
dia
22,
na
occasião
em
que
a
barraca
dos
guardas,
que
servia
de
ponto
fiscal
no
desembarque
para
Monsão,
ia
na
cor
rente,
commetteram
a
imprudência
de
se
metlerem
n
’
um
barco
com
o
intento
de
as
agarrar.
O
infeliz
chamava-se
Manoel
Joa
quim
Lobato
Abbade,
e
deixa
mulher
e
filhos.
—
Nos
dias
24, 23,
e
25
realisaram-
se na
egreja da
Misecordia
de
Valençe
preces
ad
pretendam
serenilatem.
—
Em
S.
Thiago
de
Carreiras, conce
lho
de
Villa
Verde. n’uina
quinta
do
snr.
Antonio
Casal
d
’
Ayres,
um
campo
abateu
n’
uma circumferència
de
mais
de
trinta
metros
e
a
grande
profundidade,
para
preencher
a
qual
são
precisos mais
de
dúsenlos
carros
de
terra.
—
Está
gravemente
enfermo
com
uma
pneumonia
o
nosso
velho
amigo
padre
Januario
d
’
Azevedo,
da
Portella
de
Pe-
nella.-
—Em
Vianna
falleceu repentinamente
o
negociante
d
’aquella
cidade,
o
snr.
Ma
noel Rodrigues
de
Carvalho.
IVovo
biNpo
no ITrugnay.—O
primeiro
e
novo
bispo
da
diocese
de
Montevideu,
creada
recentemente,
pres
tou ultimamente
o
juramento
prescripto
pela
lei.
,
Por
esta
occasião
o
ministro
dos
ne
gocios
estrangeiros,
o snr.
Mendes,
feli
citou
Monsenhor
Jaeintho
Vera
em
ter
mos
que
honram
o
governo
do
presi
dente
Latorre,
de
que
faz parte.
Res
pondeu
ihe
o
novo
bispo
com expressões
mui
eloquentes.
Em
seguida
dirigiu
se
a Btienos-Ayres,
onde
vae
ser
sagrado
pelas
mã
>s
do
digno
arcebispo
Monsenhor
Aneiros.
O
«Bien Public» pub'ica também
o
Breve
que
o
Santo
Padre
dirigiu
ao
presidente
Latorre
para
lhe
annnnciar
a
creação
da
diocese
de
Montevideu.
Entre
nós,
os
portuguezes,
trata-se
mas
é
de
circumscrever.
—
P.
a,»rtHgu»ze»
faS8eci«i®s. — Desde
2
a
8
de
fevereiro,
falleceram
no
Rio
de
Janeiro,
os
seguintes
súbditos
por
tuguezes:
José
Antonio Gonçalves.
35
annos.
sol
teiro;
Maria
José
de
Migalhães,
18 c ;
Maria
José
da
Costa,
40
c.;
João
Anto
nio
da
Silva,
58
c.;
Luiz
Antonio
da
Gloria,
27
c.;
Antonio
José
Duarte,
43
s.;
Tnotné
dos
Santos,'
23
s.;
Manoel
Pereira
Pinto,
26. s.;
Gaspar
Mendes,
26
s.;
José
de Oliveira
Nunes,
38
s
;
Ber
nardo
da
Silva
Mattos,
51
s.;
Francisco
Caetano
de
Souza,
60
c.;
Francisco
Al
ves,
28
s
;
Joaquim
Bernardino
da
S
l-
va,
17
s.;
Antonio
Alves, 23
s.;
Fran
cisco
da
Silva
Moreira,
48
s.;
Antonio
José
de
Lima
Júnior,
25
s.;
Bernardino
Soares
Chaves,
24
s.;
José
de
Figueire
do,
18
s.;
Bento
Cardoso
Guimarães, 3)
c
;
Antonio
Gonçalves
Peixoto,
32
s.;
Joaquim
Mendes
da
Silva
Guimarães,
33
s.;
Manoel
Leal
Soares,
40
s.;
Manoel
Ignacio
da
Costa,
67
c.;
José
Rodrigues
do Cabo, 33
s.;
João
dos
Sintos
24
c.;
Antonm
d
;
Serpa
Pinto,
63
v.;
José
Joa
quim
Diniz
Fraga,
28
s.;
Henrique
Pinto
Ferreira de
Mesquita, 18
s.;
Antonio
Gomes de Oliveira, 39
s.;
,
Manoel
Dias
da
Silva.
20
s.;
Manoel
Francisco
Poupa,
34
s.; José Nunes
Soares,
23
s.;
José
Antonio
de
Mirandt,
2(J
s.;
Manoel
de
Souza
Galváo-,
40
>.
—
Desde
7
a
13
de dezembro
fallece
ram
em
Pernambuco
os seguintes
súbdi
tos
porlugMezes:
Antonio
Loureiro,
42
c.; Antonio
de
Souza
Pavolide,
75
s.;
José
Jaeintho
Carneiro,
53
s.;
Joaquim Ferreira Bailar,
3
i
c.
fVotieiás
diversas.—
Nos centro*
officiaes
hespanhoes
tem-se
continuado a.
receber
noticias tranquillisadoras
sobre
a
peste
aziatica.
—
Annuncia
se
para
o
fim
do
correnti
mez o
apparecimento
d
’um
jornal catho-
lico diário, em
Inglaterra.
Na
Inglaterra
propriamente
dieta é
o
primeiro
jornal
diário
catholico
que lá
apparece.
Os
exis
tentes
eram,
na
sua
mfior
parte,
semanaes
e
bi
semanaes.
—
No
dia
20
do
passado,
no
logar
do
Penedo, do
concelho
de
Torres
Ve
dras,
Antonio
o
Caipires,
de
20
annos
de
idade,
assassinou
João
Arsenio,
ho
mem
de
mei^
idade,
dan
lo-!he
uma fa
cada
junto du
coraçao.
Deu
origem
a
este1
acontecimento,
segundo
d
zem, uns
ditos
de
entrudo.
—
Um
advogado
de
Mende,
M.
Rever-
sat,
legou
em
seu
testamento.
6:000
fran
cos
á
Universidade
Catholica de
Tou-
louse.
•
—Na
hahia
de
Vigo
suecedeu
no
dia
20 do
passado
uma
desgraça
lamentável.
Um
bote
do
bergantim
goleia
ingleza
Saebach
and
Utlory,
que
se
dirigia
á
praia
de
Espineiro.
sossobrou
muito
praximo
d
’
esta,
morrendo
afogados
o contra
mes
tre
e
dois marinheiros
que
a
tripulavam.
Salvou-se o capnão
do
refernjo
navio.
—
Na
Regoa leem os
ladrões
assalta
do
as
casas
d'alguns
proprietários do
concelho.
Clireniea
religiosa. —
Expõe-se
hoje
o Sagrado
Lausperenne
na
capella
da
Pe
nha.
Bençito
Papal.—
Por
ser
hontem
o 1.° anniversario
da
Coroação
de
S.
Santidade
Leão
XIII,
s exc.a revd.ma
celebrou Pontifical na
Sé,
e
no
fim
deu
a
Bênção
Papal,
para
a
qual
no sabbado
tinha
recebido auctorisação de Roma,—
o
que
foi
annunciado
aos
fieis
por
meio
de
editaes
afhxados
ás
portas
das
egrejas.
Esta
solemnidade
foi
muito
concorri
da,
apesar
de
ser
em
dia
de
trabalho.
Vovo provedor sl«
ISiserienr-
dia.
—
O
snr.
dr.
Domingos Moreira
Gui
marães,
professor
no
Seminário
Conci
liar
de
S.
Pedro
e
reitor do
Lyceu,
foi
eleito
provedor
da
Santa
Casa
da
Mise
ricórdia,
d
’
esta
cidade.
Prioío.
—
No
dia
27, o
regedor
de
S.
Paio
de
Merelim
prendeu
alli
um
in
divíduo
a quem
se
atribtie
um
roubo
ul-
tirnamente
havido
na
caixa
das
Almas
de
N.
Senhora
do
Carmo.
Conferencia
de J».
Vicente de
Paulo.
—
Foi
breve,
mas
muito
impor
tante
a
sessão
ordinaria
d
’
esta
sublime
instiluijção,
realisada
ante-
honlem,
domingo.
Os dignos
conferentes
foram
primei
ramente
inteirados
de que
haviam
sido
dados
já
alguns
milhares
de
rações
desde
que
principiou
a
sopa
economica,
distri
buída
peia
fórma
que
já
noticiamos
aos
nossos
leitoses
n’
um
dos
numeros
passa
dos
d
’
esle
jornal.
Em seguida
o
ex.
mo
snr.
presidente
manifestou
a
toda
a
assembleia,
em
phrase
sentida
e
justa,
mas
repassada
d
’
uma
ca
ridade
e
mansidão
inexcediveis,
a
profun
da magoa
que
nelle
e
em
muitas
outras
possoas
tinha
produzido
a
facto d
’alguns
jornaes
(?)
da
terra
terem
publicado
que
a
distribuição
da
sopa
economica
fóra
feita
sob
influencias
políticas,
imputando
especialmente
este
procedimento
ao
digno
abbade
de
S
Pedro
de
Maximinos.
Declarou
que
tal
asserção
era
simples
mente
falsa,
e
provou-o
dizendo
que
elle
proprio,
auxiliado
de
outras
pessoas,
se
havia
dado
ao
trabalho de
percorrer
as
freguezias,
examinando
a
necessidade da
maioria
dos
soccorridos,
tomando
os
mais
rigorosos
e
minuciosos
esclarecimentos
sobre
as
condições
dos
indivíduos
inscri-
ptos
nás
re
ações
apresentadas,
e
que
tinha
dados
seguros
para
poder
declarar
'em
abono
das zelosas
commissões,
que
todas
tinham
desempenhado
o
mais
conscienciosa
e
caritativamente
que
é
possível,
a
missão
que
lhes fôra
incumbida:
e
que
linfimente
apenas tivera
occasião de
obser
var
que tinham
sido
inscriptos
alguns
in
divíduos
verdadeiramente
pobres
e neces
sitados,
mas
que
não
eram
operários
e
artistas
pobres
e
sem
trabalho,
para
os
quaes
era
exclusivamente
destinada
a
sopa
economica,
como
se
resolvera,
mas
que
isso
devia
attribuir-.se
a
urna
justíssima
e
natural
compaixão
dos
membros
das com-
missões,
o
que
longe
de
ser
uma falta,
é,
pelo
contrario,
virtude.
Toda
a
assembleia
escutou
visivelmente
contristada
e
profundamente
commovida
o
seu
digníssimo
presidente,
ao
ver
assim
láo
vilmenle
deturpadas
as
mais
rectas
intenções
de
todos,
torpemente desvirtua
dos
os
seus actos,
e
tão
alrozmente
vili
pendiados
tantos
suores,
tantas
fadigas,
tantos
actos
de
abnegação,
a
mais
pura
e
de
caridade,
a
mais
perfeita,
por
uma
raça
de
garotos
engravatados,
soi-disant
jornalistas,
e
que
são
simplesmente
a
es
coria
da
imprensa, a
desdoura
d
’
esta
ci
dade
e
o
lodo
nogen-to e
asqueroso
que
não
poupa
o
que
ha
de
mais santo
e
sagrado
sobre
a
terra.
Dissemos
que a
assembleia
escutara
profundamente
triste
e
commovida
o
seu
presidente,
porque
assim
o
presenceamos
assombrados,
e
porque
notamos
que
ne
nhum
dos conferentes,
entre
os quaes
havia
lautas
pessoas
distinctas
pelo
seu
saber,
pela
sua virtude, pela
sua
posição
e
pelo
zelo
de
que
tinham
dado
as pro
vas
mais
cabaes, nenhum
pediu
a
palavra
sobre
uma
affronta,
inleiramente
inquali
ficável.
Para
nós,
este procedimento
una
nime
de
todos
o-
socios
presentes,
foi
um
rasgo
de
virtude
e
de
paciência ver
dadeiramente
christã,
que
nos assombrou,
ao
mesmo
tempo
que
nos
deu
mais uma
prova
inefragavel
de
que
a
Conferencia
de
S. Vicente
de
Paulo
está
infimamente
compenetrada do
verdadeiro
espirito
do
santo
fundador
d
’
eslas
instituições.
Sentimos
prolundamenle
escassear-nos
espaço
para
aualysarmos
devidamente
o
inqualificável
procedimento
d
’
essa
imprensa
—
Na
egreja
de
Santa
Maria
de
Oza,
Corunha,
abjurou
do
protestantismo, con
vertendo-se
á
Religião Catholica,
mister
José Henrique
Lindon,
de
30
annos
de
edade,
filho
de
inglez
e
hespanhola.
—
De
Baião
noticiam
que
lêem
alli
havido
nos
últimos
dias
algumas desgra
ças
e
desordens
fataes.
—
Na
Teixeira
tra
varam-se
de
razões
dois carreiros,
um
dos
quaes
deu
com
o
aguilhão
uma pan
cada
junto
de
um
olho
do
outro.
Pouco
depois
o
ferido
fallecia,
e
procedendo-se
á
autopsia
verificou-se
que
a
morte
re
sultara
d
’aquelle ferimento,
de pouca
im
portância
á primeira
vista.
—
Em.
Frende
estavam
dois
rapazes brincando
com
umas
pistolas;
junto
estava
uma
rapariga, na
morada
de
um
d
’
elles;
por fatalidade
a
pistola
disparon-se
e
a
bala
foi
atraves
sar
a
pobre
rapariga,
que
pouco
sobre
viveu.
—
Em
Ancede
houve
uma
desordem,
e
um
sujeito
levou
uma
pancada
com
ama sachola
na
cabeça,
de
que
pereceu.
—
Também
em
Capello
uma
mulher,
que
descia
do
monte
com
um
molho
de
le-
nba,
caiu
e
com
tal
infelicidade
que
quebrou
o
pescoço
e
morreu
pouco
tem
po
depois. Dá
estas noticias
um diário
do
Porto.
—O
tribunal
de
Warwich
(Inglaterra)
condemnou
a
4
mezes
de
prisão
com
trabalhos
forçados
um medico,
por
não
ler
accudido
opporlunamenle
a
casa
de
nm
enfermo,
cuja
familia
reclamara
o
au
xilio
da
sua
sciencia.
—
Em
Oldhano
(Inglaterra)
fecharam-
se
130
fabricas
de
fiação
e
estão
sem
trabalho
30.000 operários.
VARIEDADES
Temos diante de
nós o seguinte
re
querimento
e
despacho, dignos
de
regis
trar-se,
como
documentos
sui
generis:
«Ill.
m<)
Senr.
Dr.
Corregedor
da
Co
marca.
—
Dizem
os
Moradores
da
fregue
zia
de Santa
Cristina
de
malta
do
con
celho
da
maia,
termo
d
’
esta
sidade,
que
os
supplicante
eslom
de
pose i
de
seus
antepasados terem da
mesma
freg.a
e
de-
zimaria
seria
prução
de
vinho
em
dia
de
natal
para
serapartir
a
lodos
os
homens
da
mesma
freg.
a
pelo
Juis
do
SuSinio
e
pelos
mordomos
da
freg.
a e como
Algum
as
mulheres se
querem entremeterem
na
d.
a
repartição
enão
he lugar de
mulhe
res
recorem
os
supplicante
a
V.
S.
se
digne
que
o
dito
Juis
não
abra
repartição
a
mulheies
algumas
nentampouco
mau-
darlho
para
caza
nen
ao
menus
que
na
d.
a repartição
■
esleJo
aeiseçào
das
que
esteio
molestas
ou
em servis
s
reais
com
apena
de
Coalr.
0
Mil
reis
pagos
de
Ca
deia
metade
para a Caixa melitir e
ou
tra
ametade
para
aCuzador
éseja
emli-
mada
ao
Juis
por
qualquer
o
fe
si AI
de
justisia
—e
ficará
para
todos
os
annos
pa
ra
não se
xamar
a
ignoransia
é poriso—
P.
a V. S.
se
digne mandar
emtimar
ao
juis
na
fórma
pedida
com
a
d.
a
Pena
na
fórma
requerida
pasandose
m.d0
e
se-
pase
fe. E. R.
M.=Responda
o dr.
Pro
motor—
Baslos=
«Este
Juízo
não
é
para,
regular
se
os
supp.
es
devem
beber
o
vinho
sem
as
mu
lheres ou
com
ellas;
é indigno
e
não me
rece
deferimento
—
Promotor
Fortuna
—
•
Indeferido
o
requerimento
—
Bastos».
S. GE HA
L t)O-
Gompanhia clramatica
porta
gueza
Quarta-feira,
5
de
março.
O
drama em
3
actos
JtlMA FÁ.UÍÍ.IA
A
comedia
em
1
acto.
Principia
ás
8
horas.
Os
abaixo
assignados,
extremamente
penhorados
para
com
lodos
os
ill.
mi,s e
tixc.
ra"
s
snrs.
que
se
dignaram
comprimen-
ARREMATADO
PERANTE 0 GOVERNADOR CIVIL DO DISTRICTO
ABAIXO
DECLARADO
Xo
«lira
18 «Se .TUrarço de 1899
LISTA
N.n
2055
*5.a
FÓRMA
Reforma
«8a listra n.° 1898
Í1I8TKBCTO
ͻE
Kll.tCA
CONCELHO DE VIEIRA
tal-os
por
occasião do
passamento,
e
as
sistiram
ao
enterro
de
seu
nunca
assás
chorado
pae e
cunhado,
o
exc.ni0
snr.
José
d’
Araujo
Azevedo
MeUo
e Vasconcellos,
que
teve
logar
na
capella
da
sua
casa
da
Lóureira,
no
dia
3
de
fevereiro,,e
para
com
todos
os
snrs. ecclesiasticos
que
as
sistiram
ao
oflicio
de
corpo
presente, agra
decem
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
o
fazerem
pessoalmente,
como
tanto,
desejavam,
tributando a
lodos
o
seu
in-
delevel
reconhecimento
e
gratidão.
Antonio
d'Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Francisco
d
’
Araujo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
José
Augusto
d'Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Bento
d
’
Araújo
Azevedo Vasconcellos Feio
Victorio
d
’
Araújo
Azevedo Vasconcellos
Feio
Alberto
d’Araújo
Azevedo
Vasconcellos Feio
Visconde da
Torre.
(2283)
ANNUNCIOS
COMPANHIA
DOS BANHOS DE. VIZELLA
Sociedade anonyimi,
responsabili-
ilade
limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
pagar a
6.a
prestação
de 1
C$000 rs por
acção,
até
o
fim
do
corrente
mez,
n’
esta
cidade
ao
1.°
e 2.° signatários
ou
ao
3.°
em
Vizella
Guimarães, 1
de
março
de 1879.
Os
direcíores
Antonio
José
Ferreira
Caídas.
Antonio
Peixoto
de
Muitos
Chaves.
Joaquim Ribeiro
da
Costa.
(2286)
Henrique
José
Fernandes
de
Jesus
Bizarro
&
Filhos,
tem
um
grande
depo
sito
de
cera
na
acreditada
casa
de
Anto
nio
José
Gonçalves, no
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
26,
que
pode
for
necer
ao
publico
para
funeraes,
lausperen-
nes
e
festividades,
pezo grosso
a
810
a
libra
e
retalho
miudo
a
960,
também
se
encarrega
de todas
as
armações
tanto de
gala
como
fúnebres,
tem
um
variado
sor
tido
de
vestigos
de
anjos
e
outros
obje-
ctos
pertencentes
ao
mesmo
negocio
que
tudo
oflerece
ao
publico por
preços
razoá
veis e
que desde
já
agradece
a
todos
os
freguezes
que
procurarem
o
seu
estabe
lecimento.
(2287)
TÍIEITS»®
UK S. CIEKAEIS®
São convidados
os
senhores accionis
tas
do
theatro
de
S.
Geraldo,
para
se
reunirem
no
salão
(feste
theatro,
no
dia
9
de
março
proximo
futuro,
pelas
11 ho
ras
da
manhã,
afim
de
se
dar
cumprimen
to
ao
disposto
no
art.
12
dos
Estatutos
do mesmo
theatro.
Braga
26
de
fevereiro
de
1879.
O
presidente
da
Assembleia
Geral
(2284)
Jèronymo
d
t
Cunha
Pimenlel.
Jiv A 4 & «yjl U
Troca-se
a
oiuheiro
uma
Imagem
do
Santo
Christo,
de
marfim,
em
cruz
de
ébano,
e
adornada
com
prata,
Quem
pretender,
póde
vêl-a
em casa
do
snr.
Barra
n
ha,
na rua
do
Souto,
n.° 6.
(2234)
Venda
em leilão.
Na
freguezia
de Esporões,
logar
de
Daixão.,
no
dia
9
de março,
por
2
e meia
horas
da
tarde,
se
procederá
á
venda
em leilão,
de
uma
casa
sobradada e
ei
io.
que
se
entregará
pela
melhor
quantia,
se
convier.
(2274)
UIKHKIHO
A JfEJStíS
A
irmandade
de
Nossa Senhora da
Torre,
tem 330$000 rs.
para dar
a
juro.
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes da
Silva.
COFRE
DE
FERRO
Quem o
tenha
para
vender,
Elle
na
rua
Nova n.°
4.
K.'
Foros
pertencentes
ao
passal
do
parocho
da
freguezia
de
Rossas
Numero»
AvaliçSei
1
Fóro
annual
de
130 reis
e
25
homens
de
geira,
com
laudemio
com
abatimento
de
quarentena,
imposto
no
casal
do Caal, sito
em Grileiro,
de
40
por
cento
freguezia
de Rossas,
e que
se
compõe
de
seis
propriedades
rústicas.
—Emphyteuta,
João
Baptista
Gonçalves da
Costa
—
97$760
reis
58$656
2
Fôro
annual de
100
reis e
uma
marrã,
com
laudemio
de
qua
rentena
e vencimento
pelo
Natal,
imposto
no
casal
do
Ribeiro,
sito
no
logar
de
Lamedo, freguezia
de Rossas.
e
que
se
com
põe
de umas
casas
e
cinco propriedades
rústicas.
-
Emphyteuta,
Antonio
Mendes
Vieira
—
122$638
reis
73$586
3
Fóro
annual
de
40
reis,
com
laudemio
de
quarentena,
imposto
no.
prazo
de Vessada de
Garcia,
sito
no
logar
de
Calvos,
fre
guezia
de
Rossas.
—
Emphyteuta,
Vicente
Martins
Barroso—
7$080 reis
4$048
4
Fôro
annual de
100
reis
e
duas
gallinhas,
com
laudemio
de
quarentena,
imposto
no
casal
de
Funde
Villa.
sito no
logar
de
Mós,
freguezia
de
Alboim,
e
que se
compõe
de
umas
casas
e
seis propriedades
rústicas.
—
Emphyteuta,
Manuel
Carvalho
—
23$328 reis
_
13$998
5
Fôro
annual
de
260 reis,
um
carneiro
e
duas
gallinhas,
com
laudemio
de
quarentena,
imposto
no
casal
denominado
de Avi-
nhó,
silo
no
logar
de
Mós,
freguezia
de
Alboim,
e
que
se
compõe
de
umas
casas
e
oito
propriedades rústicas.
—Emphy-
teutas,
José
Ribeiro
e
outros—
51$325
reis
30$797
6
Fôro
annual
de
20
reis,
com
laudemio
de
quarentena, imposto
no prazo
do
Valle
Covo,
freguezia
de Alboim.—Emphyteuta,
Manuel Marques —
4$54O
reis
2$724
7
Fôro
annual
de
100
reis
e
um
carneiro,
com
laudemio
de
qua
rentena.
imposto
no
casal
de
Funde
Villa,
sito
no
logar
de
Agra, freguezia
de
Rossas,
e
que
se
compõe
de
oito
proprie
dades
rústicas
e
umas
casas.
—
Emphyteuta,
Benta
Fernandes
—
55$367
reis
"
33$223
8
Fôro annual
de
200
reis
e
um
carneiro,
com
laudemio
de
qua
rentena,
imposto
no
casal
do
Chão
do
Barreiro,
sito
no
logar
de
Agra,
freguezia
de
Rossas,
e que
se
compõe
de
umas
ca
sas
e
dezenove propriedades
rústicas.
—Emphyteuta,
Manuel Dias.
.de
Leandro
—
121$892
reis
73$I36
9
Fôro
annual
de 160
reis
e
oito
homens
de
geira,
com
laude
mio
de quarentena,
imposto
no
casal
denominado
do
Cabo de
.
Bouças,
sito
nos
limites
da
freguezia
dos
Anjos,
e
que se
com
põe
de
umas
casas
e
oito
propriedades
rústicas.
—Emphvteuta,
Domingos Luiz
Rebello
—
50$205
reis
”
3O$I23
10
Foro
annual
de
160
reis,
duas
gallinhas
e
1,942
de
manteiga.
com
laudemio
de
quarentena,
imposto
no
casal
de Carude, sito
na
freguezia dos
Anjos, e
que
se
compõe
de
umas
casas
e
quatorze
propriedades
rústicas.—
Emphyteuta,
Bento
Barroso,
de
Carude
—
79$961
reis
'
47$977
11
Fôro
annual
de 100
reis
e
duas
gallinhas,
com
laudemio
de
quarentena,
imposto
no
casal
de
Magos,
sito
na
freguezia
do
Mosteiro,
e
que se compõe
de
quatro
propriedades
rústicas.
—
Emphyteuta.
Manuel
Joaquim
da Cruz
—
I7$O78
reis
105250
Som
ma
reis
.................
3785520
_
Segunda
Repartição
da
Direcção
dos
Proprios
Nacionaes,
10
de
Fevereiro de
1879.=
Marcelino
Augusto
Leite.
(^85)
DE
GIRUFRT
E ÍSO8JCHARO
MODIFICADO
POR
LUJARDIN-BEAUMETZ
I BiLHETES'
DE
Vl^TA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500
rs.
Enviam-se
pelo
correio,
francos
de por
te sem
augmento
de
preço.
Este
novo
medicamento,
cujos resul
tados
lêem
sido
surprehendentes,
é
hoje
o
preferido
por todos
os
médicos
tanto
nacionaes
como
estrangeiros
para
a
cura
da
phlysica
pulmonar,
bronchites
:
,
catar-
rhos
da
bexiga,
tosses
rebeldes,
etc.
Deposito
no
Porto
—Pharmacia
Orien
tal,
268,
rua
de
S.
Lasaro,
272.
Braga
—
Pharmacia
Maya,
rua
dos
Chãos, 31.
(2229)
Os
xnyiHIsatets,
de na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
peclorante, são
o
melhor
dos
remedios até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito
no Porto,
PHARMA
CIA
CENTRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227.
Unico
deposito^em
Braga,
PHARMA
CIA
DOS ORPHÃOS,
praça
Municipal.
(2250)
■AFPAmcw
«fe MAJUMEISM»
27,
Praça
do Bardo
de
S.
Martinho,
27.
Bilhetes
de visita
em
branco
-
Cento,
200,
220
e
240
reis.
’
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420
e
440
rs.
Llaça
do barão
de
S.
■
Martinho, 27
Com
capas
de
marfim,
Ébano,
madre
pérola,
massa
e
veludo
8
9,
Praça 'fitarão «te S.
Marti-
xslio,
3 9
APP
á
BO
a
----------- ---------
RESPONSÁVEL
—
Luiz Baplisla
da
Silva.
BRAGA,
TYPOGBAPHIÀ LUSITAPíA—1879.
Parte de Comércio do Minho (O)
