comerciominho_01031879_904.xml
- conteúdo
-
jp^sL.aTraccj^
jk
?%Jo
r
irH«âd
-
oís
;,^..-
•
•
REDACTORES—
D. Miguel Sollo-Hayor e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
fMCtOT
7.° ANNO
PREGO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.....................................1&G00
»
6
»...............................
Correspondências partic. cada linha
Annnncios
cada linha
........................
Repetrãe...........................................
850
40
20
10
PUBLIGA-SE
ÃS TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Provincias,
12 mezes.........................
»
6
»........................
»
sendo
duas assignaturas u^uw
Brazil,
12 mezes, moeda forte. . 3^600
Folha
avulso
2&00Ô
Í&05G
3&60G
N.°
904
10
S
20.
€£■■
A.
SABBADO i DE MARÇO DE 1879
Não
haverá
remedio
para o
mal,
que
soffremos?!
Não
haverá
meio,
nem
artificio,
nem
força
para
destruir
e
para anniquilar
esta
rêde,
que
nos
involve
por
todos
os
la
dos, e
que
nos
arrasta
para
o
abysmo
’
Estará
o
mundo
em
demencia
e
con-
demnado
á
perdição?!
Extinguiu-se
nos
indivíduos
da
espe-
cie
privilegiada
o
amor,
e
o
sentimento
da
própria
conservação,
para
não
reluctar
contra
os
inimigos
d
’
ella,
e deixarem-se
engulir
pelo sorvedouro
presos
de
pés
e
mãos?!
Que
mais é
preciào
soífrer
para
com
pletar
o martyrio,
para satisfazer a
faina
dos
algozes,
e
para
esgotar
o
calix
das
amarguras?!
Pois
não
basta
a guerra
feita
á
Egre
ja;
o
desprezo
votado aos
sacerdotes;
o
escarneo
das
coisas
sanctas;
a relaxação
dos
vínculos sociaes;
o abandono
das leis
do
decoro,
e
da
honra;
a
indifferença
para
com
os males públicos;
e
o cynis-
mo
da
falsa
philosopbia
para
com
as
torpezas,
que
saem
em turbilhões
das
oflicinas
subterrâneas
cora respiradouros
abertos
por
toda
a
superfície
da
terra?
Que
esperam?! Para
quando
guardam
o
dja
do
ajuste
de
contas?!
Querem
que
os
devedores
caiam
era
fallencia
total
para
se
ficarem
a
rir
das
suas proezas,
e
da
nossa
estupidez?!
Não
veem accumular-se
a
espuma na
queda
das
aguas?!
Não
veem
as
superfícies
dos mares
cheias
de
escarceos,
e
de
alforrecas,
si-
gnaes
seguros
de
medonha
tempestade?!
Não
ouvem
as
risadas
das arpias,
que
mergulham
no
espaço,
e que
empestam
a
atmosphera?!
Não veem
que
as
mãos
de trasgos
invisíveis
apagam
as
luzes
dos
altares,
e
as
subustituem
pelos
pirilampos
das
tem
pestades?!
Não,
conhecem
como
de
concessão
em
concessão,
de
engano,
em
engano,
de
velhacada,
em
velhacada,
e de trapaça,
em trapaça,
nos
teem reduzido
a
pobres,
de
ricos,
que
éramos?!
A
’
frieza
do indiífe-
rentismo,
decalorozos
zeladores,
que
tomos?!
E
á
pusilaminidade,
a nossa
natural
e
proverbial
valentia?!
E
morreremos
n
’
este
atoleiro?!
Que
peccado
foi O
nosso
para accei
ta
rmos
este
castigo?!
Quem
foi
o
juiz,
que
deu
esta
sen
tença?!
Quem
são
os
executores
e
d
’
onde
lhes
veio
'a
competência?!
Se
as
rãs
pediram
um
rei
a
Júpiter,
e
elle lhes
deu
um
madeiro,
sobre
que
ellas
por
fim
de
tempos
estravaram;
e
se
a realização'
d’
esta
fabula
se
tem
pas
sado
entre
nós por
mais
de 40 annos
successivos;
quem
nos
impede
a
nós
de
sair
d
’
este
lago- d
’
aguas
corruptas,
e
de
nos
lançarmos no rio
de aguas
límpidas
para
conservarmos
a
vida
e
a
.sani
dade?!
Consentiremos
que
nos amarrem
á
roefáa
de
Prometeu,
e
que
os
abutres
nos
rôam o coração
por
todos os
sécu
los
dos
séculos?!
Roubamos
por
ventura
o
fogo
sa
grado?!
Serão
necessárias
as
forças
de
Her
cules
para quebrar
as columnas
d
> tem
plo,
e
fazer
séuultar os
philisLus debai
xo
das
ruinas,
e
a
nós com elles?!
Chamam-uos
livres,
e
não
poderemos
mostrar
por
palavras,
e
obras
—
que
não
queremos o que
ahi
está,
e
nos impin
gem
burnidu por
fóra,
e
podre
por
den
tro?!
Porque
não
faremos
o
que
fazem
os
basbaques,
ver e não
tomar
papel
nas
scenas,
retirando
com
a
expressão
nos lá
bios,
'iion
mi gasta,
não
quero
mais?!
Quando
soar
esta
voz
unisona
em
todas
as
boccas;
quando
a
sociedade
co
nhecer
que
o
seu
bem-estar
depende
só,
e
unicamente
da
vontade
geral
illustrada,
e
justa;
quando
á
força de
experiencias
se
desenganar de
que isto
de governos
mistos
representativos,
e
republicanos
é
um
jogo
de
banqueiros,
que
com
car
tas,
e
dados
falsos
empolgam,
para
uti
lidade dos
poucos,
o que
possuem
os
muitos....
quando
soar
essa
voz,
soará
a
hora
da
redempção
pacifica.
Erudimini,
qui
judicatis
lerram.
José
de
Ereitas
Amorim
Barboza.
lutaboa,
de
fevereiro de 1999.
(Do
nosso
correspondente>.
Terminou
o carnaval,
mas
não
come
ça
o
tempo
da penitencia
para
este povo,
porque
em permanente
penitencia
está
el
le,
meu amigo,
ha
quarenta
e
cinco
an
nos.
Não
soffre
espontaneamente
os
golpes
do
azorrague,
nem
acceita
de boa
vonta
de
o
cilicio;
mas
soflre.
e acceita,
com
espartano
valor e
mais
do
que
heroica
pa
ciência,
a
punição,
que
merecem as
cul
pas,
dos
verdugos,
que
o
estão
tractan-
do,
e
escarnecendo.
O
entrudo não
serviu
aqui senão de
manifestar,
ainda
mais,
o
grau
de
cor
rupção
moral,
a
que
tem
descido
uma
grande
parte,
talvez
a
maior,
da socie
dade.
Danças
insípidas,
parodias
saturadas
de irreligiosidades, e de obcenida
tes
mas
caradas
de
um
espirito
completamente
ne
gativo,
theatros, que
definem
uma
epocha,
como
a
que
atravessamos.
Dizem
que
a
falta de
chuveiros
de
tremoços, e
de nuvens
de
pós,
mostra
o
muito,
que
temos
avançado
pela
estrada
da
civilisação;
eu,
porém,
prefiro
mil
ve
zes
os
jogos
do
obscurantismo,
embora
os
não
applaudisse,
ás
exhibições
d
’
agora
contra
tudo,
que ha
de
mais
venerando
—
a
Religião,
e
a
moral
publica
—
O
liberalismo
não
o
entende
assim;
e
por
isso
continua
a
fomentar
os
ullra-
ges
ás
sanctas
crenças
do
paiz,
applaude,
delirantemente,
qualquer
truão,
que
en
verga
a
abbatina
do
ministro
do
’
Senhor,
para
do
alio d
’
uma
carroça
impossível,
vo
mitar
ás
golfadas,
toda
a
immundicie
dos
seus
sarcasmos
impios,
e
deleterios,
so
bre
o
sacerdócio,
sobre
tudo,
que
ins
pira
interesse,
e veneração
aos
que
se
guem
o
credo
velho,
embora
o
espiritua
lismo
fórte
os denomine
fosseis.
O
mundo
caminha,
caro redactor,
mas
que
seria
d
’
elle,
se
não
tivera
de
ser
ar-
raiv.ado,
pela
mão
da
Providencia,
da
te
merosa
vereda
do
abysmo,
a
que
o
vae
conduzindo
uma
escola
infame,
que
ahi
sè
enfeita
com
o
ouropel
de uma
liber
dade
corrupta,
e
corruptora,
e
virtual
mente
cynica.
Confiemos em
Deus. A
bonança
hade
vir
para
a Egreja,
e
para
a
palria.
Realisou-se
finalmente,
o
casamento
do
filho
do
fallecido
dr.
Teixeira
Duarte.
Foi
uma
festa,
quasi
exclusivaraente,
de
familia,
mas
esplendida.
Assistiu
também
a
ella o
redactor
principal
da
«Nação»,
D.
Jorge
de
Locio.
Ha
um
novo
regulamento
ecclesiastico
para
o
clero
do
patriarchado;
obra
dizem-
me, do
parocho
de Santa
Justa; do
mes
mo prior,
que
ha
dias, disse
um
dos
jornaes d’
aqui,
se
ôffereceu para acompa
nhar,
ou
fazer
acompanhar,
ao
cemiteno,
graluitamente,
o
cadaver
de
um
suicida.
Se
assim
é,
lamento, profundamenie,
e
muito
mais
por
partir
o
caso
de
um
juiz
da
relação
ecclesiastica, que
se
poster
guem
assim
preceitos, que
não
podem
ser
desdenhados
sem
sensível
damno
pa
ra
a causa
da
Egreja.
Se
o
alludido
regulamento
é
como
ou
vi,
duvido
muito que
possa
ser
observa
do,
porque
declina,
aqui
e
alli,
a
um
vexame
iosupporlavel
para
o
clero
não
parochial.
Estou
que
s.
ern.
ma
não
permittirá que
o
referido acto seja
integralmenle
observa,
do, se
é,
como me
dizem
ser.
Ha
dias
inaugurou
se,
n’
esta
muito
no
bre
e
leal
cidade
de
Lisboa, o
centro
do
novo
corrilho
liberal
de
Dias
Ferreira.
E
’
mais
um
para
salvar
a
palria.
Eífeclivamente
o
amor
nacional
tem-se
desenvolvido
agora
prodigiosainente
no
campo
da
liberdade.
D
’
esia
é
impossível
que o paiz
se
não
guinde
á
altura
de
uma
nação prosper-
rima.
Os
LIBERTADORES
9.
08
Era
em
1807.
O neto
do
carniceiro
d
’Ajacio;
depois
de
perseguir
e
metralhar
por
atacado,
os
aristocratas,
posto
á
fren
te
dos
assassinos
do santo
rei
Luiz
XVI,
e
de
tantos
milhares
de
victimas
que
pa
garam nos
centenaras
.de
guilhotinas
er
guidas
por
todos
os
cantos
da
França,
o
monstruoso
crime
de
serem nobres,
de
se
rem
catholicos,
e de
serem
fieis
ao
seu
rei
legitimo;
o
truculento
Buonaparte,
em
fim,
arranja elle
mesmo
-uma
grutesca
e
ridícula
aristocracia,
transformando
taber
neiros,
surradores,
beleguins, e os mais
ignóbeis
sevandijas
da
França,
não
só
em
condes,
duques e
marquezes,
mas
até
era
príncipes e.
reis,
e
elle
faz-se
imperador!
Flagello
terrível,
vomitado dos
pro
fundos
abysmos
do
inferno,
para
açoite
dos
povos
da
terra,
este
monstro côrso,
leva
a
guerra,
a
assolação
e
o
extermí
nio
a
leda
a
Europa,
e ainda a
uma
par
te
da
Africa
e
da
Asia.
Por
espaço
de
14
annos
(1793-1807)
Portugal
presenceou inerme e aterrado,
o
progresso
das
devastações
que
os
fran-
cezes
levavam a toda a parte.
Éramos
pequenos
e
impotentes
duran
te
o
curso e
propagação
dó
flagello ter
rível
cora
que
o
Omnipotente consentiu
que
fossem
castigados
os
povos.
Não
linha
pois
Buonaparte o
mínimo
pretexto
para nos
fazer
a
guerra.
Mas
que
pretexto
preciza
o
ladrão
para
roubar
uma
casa;
ou o
salteador,
para
assassinar
e
roubar
na
estrada o vian
dante?
Para
cúmulo
de
desgaças,
o
côrso
ti
nha-se
arvorado
em
árbitro
das
nações,
unindo-as,
retalhando-as,
ou
supprimin-
do-as,
segundo
a sua
vontade
e
capri-,
cho.
Foi
com estes
direitos;
que,
em
27
de
outubro
de
1807,
faz
com o
rei
de
Hespanha,
Carlos
IV (a),
esse infame
tratado
secreto
de
Fontainebleau,
segundo
o
qual, o
pusilânime
D.
João
VI
de
Por
tugal,
levava
baixa
de
posto,
por
incapaz
e
°má
figura;
a
casa
de
Bragança
era
—
Carlos
IV,
apezar
de
ser
pae
da
rainha
de
Portugal,
como
bom
caste
lhano,
não se
tinha esquecido
das
tundas
de
1385 c de
1640
e
annos
seguintes.
Esperava,
mais
dia,
menos
dia,
median
te
qualquer
tratado
cora
Buonaparte,
dei
tar
as garras
a
Portugal,
para
nos
fazer
o
mesmo,
ou
pior,
do
que
nos
tinham
feito
os
trez
Phihppes,
seus
dignos
antepassa
dos.
Mas,
foi
bem
leito!
A 6
de
junho
de
riscada,
para sempre,
do
rol
das
famí
lias
reinantes,
como
Portugal
era
riscado
do
numero
das
nações,,
e
dado,
a
retalho,
a
uns
principotes
feitos
á pressa,
mas
—
já
se
sabe—suzeraoos
da
França.
Dito
e
feito
!
—
Trinta
mil
françezes
e
quinze
mil
castelhanos,
commandados
pelo
salteador
Juaot,
invadem
Portugal
inopi
nadamente.
Os
soldados
françezes,
pareciam
mais
uma
turba-muita
de
lazarones
maltrapi
lhos,
do
que
regimentos
de
tropas regu
lares.
Chegaram
a
Abrantes,
a
24
de
no
vembro
de
1807,
e,
seguindo
a
praxe
de
todos
os
libertadores
passados,
presentes
e
futuros,
publicaram uma
proclamação
bombástica,
na
qual diziam que
vinham
como
amigos
e
unicamente
para
nos li
bertarem
do
jugo
dos
inglezes
(que
aliás
estavam
nas
suas
ilhas,
sem
mellerem
prégo
nem
estôpa
nos nossos
negocios.)
1808,
Buonaparte
chama
á
França
o
rei
castelhano,
e
o
príncipe das
Asturias,
seu
filho (depois
Fernando
VII) e
os
prende
á
traição,
impingindo
aos hespanhoes, co
mo seu
rei,
o
alarve José Buonaparte.
Assim
cahiram
de
cangalhas
(Deus
queira
que
para
sempre!)
as
esperanças
here
ditárias
dos
castelhanos,
em
nos liberta-
refj
e fazerem
felizes,
como
já o
havia-
mos
sido
sessenta
annos.
Mas,
que
coherencia
libertadora!
De
pois
de
virem
saqueando
todas
as terras
por
onde
passava
esta
nuvem
de
gafanho
tos,
mil
vezes
mais
daninhos
do que os
do Egypto;
em Abrantes
roubaram quan
tas
botas
e
sapatos
encontravam,
deixan
do
todos
os seus
habitantes
descalços!
D.
João
VI,
nada
esperava,
nada
tinha
prevenido;
e,
na
verdade,
Portugal,
só,
nada
podia
contra
duas
poderosas
nações
colligadas;
e o
remedio
que
teve,
foi
fu
gir
a toda
a
pressa
para
o
Brasil,
com
toda
a
sua
familia
e
com
quantos
o
po-
deram
acompanhar.
A
29. de
novembro,
sabia
do
Tejo
a
esquadra
que
levava
o rei ie
os
seus,
e
a
31),
entrava
em
Lisboa
o immundo
Ju-
not,
que,
não
fazendo o minimo
caso
da
regenucia que D.
João
VI
tinha deixado,
entra
logo
a
decretar
e
a
legislar,
em nome
de
Buonaparte!
PINHO
LEAL.
(Continua)
Errata.
—
Na
columna l.s
,
linha
24,
do
folhetim
Os
libertadores,
publicado
em
o n.°
902, onde
se
lê
Citerior,
deve
lêr-se
«Ulterior».
•porq
ue
u.ulia
56 CoiilieCU TÚTÕ
’T
iiiu eia
-nnrttsiBrAo/nau.
|
t uiiu^di,
uittj njiuiu
u uuiuu uuu
uluji
--------
(.vuminua)
«Querer
é poder»;
e
como
lodos el
les
querem,
hão-de
necessariamente
lograr
o
seu
fim,
que
os
pragnentos
dizem
não
ser
outro
senão...
senão
destruir
lodos
os
attrictos,
que
os
governos
lib'eraes
teem
encontrado no
seu
louvável
empenho
de
pôr
no
são a
cousa
publica,
e
depois
levantar
uma
estatua
á
deusa
liberdade,
origem
de lodos os progressos,
de
todos
os
desenvolvimentos,
de todos
os
benefí
cios,
de
todas
as
prosperidades,
de
todos
os
inventos,
e
vantangens
raoraes
e ma
teriaes,
q*ue
o
paiz
tem
colhido
desde
o
principio
do
anno
de
1834.
E
’
supérfluo
dizer-vos
que
toda
gente
conhece
a
mãe,
que
deu á
luz
o peque
no,
que
ahi,
ainda
nas
mantilhas,
vae
deitando
já
muito
de fóra os
bracinhos.
Pois
não
sabeis
que
é filho
de
D.
Ambi
ção,
o
ente
mais fecundo dos
tempos,
que
vão
correndo?
Já
se
diz
que
o
futuro successor
da
situação
é
o
referido
chefe
da
nova
fac-
ção;
ha,
porém,
quem
assevere
que
ainda
não
irá
d’
e>la;
que
o
governo sahirá,
e
que
entregará
a
missão ao
pae das
anelas,
ó
duque cTAvila.
O
progressismo
da
Granja, porém,
tem
utlimamente
modificado
assaz
a
dureza
da
sua
linguagem contra
o
Chefe
do Estado.
E’
um bom symptoma,
mas
nada
ad
mirável.
Os
Proteus
sempre
assina foram.
Já
vol-o
disse
n
’outra
correspondência:
ainda
o
snr.
D.
Luiz hade
ser
endeusa
do pela
gente,
que
ahi
o
trouxe ha
pou
co
pelas
ruas da
amargura.
O
caso
é
que
elle se lembre
de
os
chamar
ao
poleiro.
E
ePe
é
capaz
de
os
chamar
e,
elles,
ainda
mais,
de
lá
ir.
Aflirmao
a
xvoz
do
povo,
e, vox
po-
puli...
Ainda
com
respeito
ao
carnaval,
dir-
vos-hei
que
todos
atribuem
a
frieza,
com
que
em
geral
o
povo
d
esta cidade
se
os
tentou
nos
tres
últimos
dias,
ás
ditlicul-
dades
pecuniárias,
sempre
em
continuo
recrndescimento,
dis
classes,
que
mais
es
tão
soflrendo
a
sensível
falta
de
trabalho
e
commercio,
que
ha tempos
as
traba
lha.
E
realmente,
quem
não
pó
le
haver
senão
os
meios
de
subsistência
indispen
sáveis,
e
ainda
assim
com
mmto sacrifí
cio,
não
procura
recreios,
mais
ou
me
nos caros,
e
impossíveis
hoje
para
a
quasi
totalidade
da
população
d
’esta capital.
Em
algumas
praças,
e
ruas
via-se
muita
gen
te,
mas apenas
mera
espectadora...
de
nada.
Isto,
e
o
mais dos
autos, mostra
a
que
ponto
tem
subido
a
prosperidade
d
’
este
povo
livre.
Por
hoje
nada
mais
vos
póde
dizer
o
Vosso
amigo
A.
GHRONI.CA ESTRANGEIRA
Ainda
não
sabemos
os
promenores
da
audiência
concedida
por
S.
Santidade
aos
jornalistas
cathoiicos. Referem
os tele-
graramas
que
foram
mil os
jornalistas
presentes
na audiência,
como
represen
tantes
de
1:303
periódicos
da Europa
e
America,
que
occupim
15:0'10
escriplo-
res,
e
que
Leio
XIII
proferira
uma
es
plendida
allocução.
Eis
o que
por emquanto
podemos
transmittir
aos
leitores.
—
O
estado
deplorável
da
França
é
as
sim
descripto
por
um
distinclo
jornalista
francez:
...«A Revolução
pede
para ser
des
embaraçada
dos
generaes
mais
benemeri-
los
e
capazes;
—
concedido. A
Revolução
pede
que
o
hymno
que
presidiu
aos
mas
sacres
e
á
guilhotina,
que
é
uma
pro
vocação
ao
estrangeiro,
um appelo
á
guerra
civil
e
ás
mais ruins paixões, seja
declarado
canto
nacion
il;
—
concedido.
A
Revolução
pede o
retorno
dos
seus
che
fes;
—concedido.
A
Revolução
pede que
o
repoiso
dominical não
seja
mesmo in-
scriplo
na
lei,
afim
de
que não
haja
mais
nenhuma
relação
legal
entre
Deus
e
a
sociedade;
—
concedido.
Completa
liberdade
para
o
mal;
lodos
os
obstáculos
para
o
bem:
eis
o
resumo
da
situação.
Como
poderá
alguém
espantar-se
da
multiplica
ção
dos
crimes,
e
d
’esla
ausência
de
se
gurança
que
começa
a
inquietar seria-
menle
a
opinião
publica»?
—
«Em
Berlim
crê-se
que
o
liberalismo
posto
ao
serviço
do
radicalismo
precipi
tará
a
França
na
ruina
mais
depressa
do
que
se
pensava». Estas
palavras
do
or-
gão
olllcioso
de
Bismark,
continuam
a
mostrar
as
sympalhias
de
que
o
chan
celler
se
sente
possuído
para
com
o
aclual
estado
de
coisas
n
’áquelle
paiz.
SÁzrmHA
Chroniea religiosa.
— A
’manhã,
2:
—
Procissão
do Rosário
na Sé,
e
das Dô
res
nos
Congregados—
Exposição
nas
egre-
jas
do
Salvador
e
Bom
Jesus
do
Monte.
Expõe-se
o
Sagrado
Lausperenne no
templo da
Misericórdia.
Segunda-feira,
3:
Indulgência
plenaria
e
Absolvição
para
os
Terceiros
de
S.
Francisco.
—Primeiro
anniversario da
Co
roação
de
S.
Santidade o Papa
Leão XIII.
Critica á critica. —
Assim se
inti
tula
um
opusculo,
que
se
está
imprimindo
no
Porto,
com
o
intuito
de
castigar
se-
veramente
a
pretendida
resposta
do
snr.
Guilherme
Dias
á
Pastoral
do
ex.'no Pre
lado
d
’
aquella
diocese.
Esperamos
anciosos
o
seu
a^iparaflí-
menlo.
Outros
jornaes
allemães
mostram
igual-
menle
a
má
impressão
que
as
lendencias
accentuadamenle
demagógicas
do
ministé
rio
Waddinglon,
docil
instrumento
da
Revolução,
teem
produzido
na Allema-
nha.
—
A
Inglaterra
já
começou
o
movi
mento
de
retirada
do
Afghanistan, con
servando
os
ponctos
estratégicos
que lhe
parecem
necessários
para
a
segurança da
sua
fronteira
da
índia. E’
provável
qaie
esta
retirada
tenha
lambem
por
tim
fa-
cuitar-lhe
maior
concentração
de
forças
contra
os
zulus.
—
A
Turquia
prepara-se
para
reoccu-
par
os paizes
que
os
russos
abandonam,
e
trabalha
para
dar
á
Grécia
o
menos
possível
de
território.
—
A
peste
da Rússia
continúa
a
at-
trair
a
attenção
universal.
Da
própria
contradicção
das
noticias
que
lhe respei
tam,
vê-se
clar.imente
qu^efla
toma
pro
porções
assustadoras.
Parece
que
o
go
verno
de
San
Petersburgo
se
decidiu
afi
nal
a
obrar
vigorosamente.
—
Não obstante
ser
um
pouco
tardia,
damos
em seguida
publicidade
a
uma
car
ta
do
heroe
de
Caprera,
a
qual
não ob
stante
ser
um
appelo
á
revolução
social
tem
sido
publicada
em
numerosos
jornaes
da
Italia,
impunemente
e
com grande
gáu
dio
dos
revolucionários.
Ha
n
’
ella
uma
confissão
apreciável. Socialismo,
commu
nismo,
nihilismo,
republicanismo,
são
SY-
nonymos
,
diz.
elle.
Nós
sabemol-o
muito
bem. Essa novidade
vá
pois
sómenle
com
vista
aos
liberorios
que
fingem
igno-
ral-a.
Segue
a
carta, que foi dirigida
á
Ca-
pitale:
«Caprera
i.°
de
dezembro.
—
Li
o
ar
tigo
11
malessere
político
no
Capitale
de
27
do
passado.
Na
verdade
a
questão
foi
tratada
por
mão de
mestre.
Sim, o
mal-
estar
político
não
é mais
que
uma
con
sequência
dos
nefastos
governos
que
são
os
verdadeiros
causadores
do
assassinato
e
do
regicídio.
Socialismo,
communismo,
njhilismo,
re
publicanismo
são
synonymos;
lodos
signi
ficam o
descontentamento
dos
pobres para
com
os
que
gosam
illegalmente
Ainda
não
chegamos
ao
centenário
de
89
e
já
se
descobre
no
horisonte
os signaes
precur
sores
dos
furacões
que, sob
o
regimen
dos
Polignac, ensanguentaram
a
Europa.
Pensem
bem
n
’isto
os
governos,
os pa
dres
e
os
cincoenta
vezes
millionarios,
os
auclores
dos
12
milhares
de
divida, dos
morticínios
de
Turim,
da
convenção de
setembro,
que prohibia a
Italia
de
ir
a
Roma,
e
das
algemas
de
villa
Rufíi
não
devem
ter
o
direito d
’i
n
terpellar
os
ho
mens
honrados
que
estão
no
ministério
e
que,
assim
espero,
saberão
dar
remedio
aos
males
causados
pelos
seus
predeces
sores.
—
G. Garibaldi.
—
Parece
confirmar-se
o
accordo
esta
belecido
entre
a
Allemanha
e
a
Áustria,
para,
segundo
uma
folha
estrangeira,
im
pedir
quç
ao
principado da Bulgaria
suba
um candidato
favoravel
aos
intuitos
da
Rússia.
Cremos,
pois,
que
o conllicto
orien
tal
não
terminou
com
o
tractado
defini
tivo
de
paz, embora
os
protestos
de
que
será
cumprido
esse
tractado.
Um
futuro
mais ou
menos
proximo
se encarregará
de
desvanecer
todas
as
duvidas.
—
Como
já
dissemos
em
outro
logar
o
novo
rei
da
Birmania,
para
se livrar
de
quem
lhe
cubiçasse
o throno,
ordenou
a
matança de
todos
os
seus
parentes
e
de
suas famílias. O
massacre
alcançou
a
86
pessoas.
São
horríveis
os
promeno
res
d
’
esta carnificina.
Parece
que a
In
glaterra
vae
intervir
n
’
este
negocio.
Proeisaáo
de
Cinza.—
Saiu
na
quarta-feira
a
imponente
procissão de
Cinza,
da
V.
Ordem
Terceira.
Abria
o
préstito
o
estandarte
da
Pe
nitencia,
a cujas borlas
pegavam
os
snrs.
vigário
geral,
dr.
Moreira
Guimarães,
e
abbade
de
S.
João
do
Souto.
Seguiam-se
os
andores
de
S. Fran
cisco,
Santa Margarida
de Cortonna,
Santa
Izabel,
rainha de
Portugal.
S. Luiz, S.
Ivo, N. Senhora da
Conceição
e
S. Fran
cisco
na
altitude
de receber
as
Chagas.
As
alas'eram
formadas
pelos
irmãos
da
Ordem
Terceira,
communidade
de
S.
Caetano
e
pelo
clero.
Levava
lambem
numerosos
anginhos
com emblemas symbolicos,
e
um
coro.
Debaixo
do
palio
conduzia
o
Santo
Lenho
o
revd.
0
padre
Miranda,
capellão
dos
Terceiros.
Pegavam
ás
lanternas
os
snrs. D.
Luiz
d
’
Azevedo
Sá Coutinho,
e
drs.
João
de
Paiva
Faria
Leite
Brandão,
Antonio
Maria
Pinheiro
Torres,
e
José
Borges
Pacheco
de
Faria.
Fechava
o
presiilo
uma
numerosa
guar
da
d’
honra,
precedida
dá banda
regimental.
Fabriea
de
Untai.—Já
funêciona
de
novo
a
fabrica
de
papel
de
Ruães.
Ciiegáda.—
No
comboio das
11
horas
da manhã
d
’ante-hontem,
regressou
a
esta
cidade
o snr.
arcebispo
Primaz.
S.
exc.
d
revd.iUa
foi
esperado
na gare
por
vários
cavalheiros
ecclesiasticos
e
se
culares,
que
depois
o
acompanharam
até
ao
paço
archiepiscopal.
Oxalá
as realíse. —
Consla-nos
que
a
ex.
‘ua
camara
tenciona
abrir
uma
.
rua
pelas
Gavieiras
até
aos
Atlantes.
Folg*amos
que
em breve
seja
uma
realidade
esse
importante
melhoramento,
de
grande
ne
cessidade
para
os
povos
daquelles
sítios
e que
muito
concorrerá para
o
aformo-
seamenlo da
cidade.
Tempo.
—
Graças
a
Deus!
Já
nos
deixou
o
tormentoso
ílagello
da
invernia
Estes
últimos dias
leem esiado
formosís
simos-.
Voltou
o
frio,
é
verdade;
mas
do
melhor
grado
o
preferimos
ás
violentas
chuvadas
e
vendavaes, que
ameaçavam.al-
iuir
tudo.
VrentifM Hbacirlouadits.
—
Na
quaria-feira
desta
semana,
por volta
das
7
horas
e
meia
da
tarde,
appareceu ex
posto
junto
a
um
kiosque
da
Praça
Mu
nicipal,
um
recemnascido.
Trazia
um
bi
lhete,
onde
se
declarava
que
eslava
por
baplisar,
e
se pedia que
lhe
fosse
dado
o
nome
de
Adolfo.
Ha
dias
appareceram
mais dois:
um
no
campo
de
D.
Luiz
e
outro na rua
do
Anjo.
Como
a
moralidade
cresce!
Prisões.
—
Como
cúmplice
n
’
um
rou
bo
feito
lia
dias
ao
snr.
Joaquim
Velloso,
da
rua
de
S.
João,
foi preso
e
entregue
ao
poder
judicial Manoel,
Monteiro.
—
Foram
lambem presos, por
terem fur
tado
alguma
roupa,
Manoel Domingos
Fernandes
e
Simão
Fernandes,
naturaes
da
Galhza.
itelatorãn.—
Recebemos
o
Relatório
e
contas
da
direcção
do Monte-pio
de
S.
José,
relativo ao anno
de
1878.
D
’elle
transcrevemos
os
seguintes
paragraphos:
...«Merece
muito
e
muito
louvor
o
nosso
digno
facultativo
o
ex.
111J snr.
dr.
Jdão
Baptista
da
Silva liamos, pelo
dis-
velo
com que sempre
acudiu
ás
necessi
dades
dos
nossos
socios,
e a
sua
clinica
tem
sido
muito benelica
para
os
que
d’
ella
se
teem
aproveitado. Mas
d’
estes
benefí
cios não leem
colhido
menores
resultados
as
famílias
dos socios,
e
tal tem
sido o
seu
trabalho,
que
sem
receio
de
sermos
desmentidos
podemos
asseverar,
que
cal
culamos,
as
visitas
por
elle
feitas
aos
so
cios
e famílias,-
em
numero superior
a
3:600;
isto
é,
50
reis
por
visita,
pouco
mais
ou
menos,
attendendo ao
ordenado
que
percebe!
E
se attendermos
ao
nu
mero
de consultas
que
dá,
e
a
que
está
sugeito,
e de
mais
a
mais
ao
trabalhoso
serviço
da inspecção
dos
indivíduos
que
pretendem ser
socios,
e
este
sem
remu
neração
alguma,
havemos
de confessar
que
a
retribuição
que
damos,
é
bem
mesquinha
para
serviços
tão
relevantes.
Esta
direcção,
pois,
pede
que
se
lance
na
acta
um
voto
de
louvor
ao
nosso
facultativo,
pelos
assignalados
serviços
que
tem
prestado,
e
pedimos
que.
a
auclori-
seis,
desde
já,
a
que
o
mesmo
seja
con
templado
com a
quantia
de
50$000
reis
copio
signal
da nossa
profunda
gratidão».
Com
muita
satisfação
registramos
este
testimunho
d
’
apreço
tributado
com toda
a
justiça,
a
um
cavalheiro
tão
digno.
Acções
honrosas,—
Visitamos
ha
pouco
a
capella
do
Senhor
Morto,
da
egreja
parochial
de
S.
João
do
Souto,
d’
esta
cidade.
iMuilo
folgamos
de
ver
a
perfeita
reforma
por
que
passou o
altar
de
Nossa
Senhora
da
Conceição,
reforma
que
lia
muito era
reclamada
pelo
estado
em
que
o
mesmo
altar
se
encontrava,
com
verdadeiro
pesar
de
muitas
pessoas
devo
tas.
Fomos
então
informados
de
que
toda
a
despeza
com
estes
reparos, que
nada
deixam
a
desejar,
fóra
feita
á
custa
do
ex.
mo
snr.
commendador Fulgencio José
da
Costa
Guimarães,
cavalheiro
bem co
nhecido
n
’
esta terra
pela
sua
reconhecida
probidade,
pelo
seu
incançavel
zelo
reli
gioso
e
por
uma
distincta
generosidade,
todas
as
vezes
que
se
tracta
do
expleu-
dor do
cuito
divino.
A
proposito,
não
podemos
deixar
de
manifestar
os
nossos
mais
sinceros
dese
jos
de
que
seja
por
igual
reformado
o
altar
do
Senhor
Morto,
que
se
acha em
deplorável
estado.
Lembramos
isto ao
illuslre
cavalheiro,
dono
da
capella,
e
que
nos
dizem
^char-
se
ausente,
na certeza
de
que
sendo es
tes
os
desejos
de
todas
as
pessoas
de
votas,
como
temos
observado,
s.
exc
a
atlrahiria
as
suas
bênçãos
e
mais ainda
as
do
céo,
dando
começo
á
reforma
de
que
o
mesmo
altar
tanto
carece.
Sávríniio util.—
Informam-nos
que
está a
imprimir-se
e
brevemente
será
exposto
á
venda
nesta
cidade,
um
opus
culo
intitulado
Novena
da
Graça
ou
de
S.
Francisco Xavier. E
’
um
opusculo
im
portante
e
reaímenle
opportuno
para
as
pessoas
que
queiram
fazer
a novena
do
Santo Apostolo
das
índias,
a qual tem
logar
desde
o
dia
4
a
12
do
corrente
mez
de
março
O
seu preço
é
excessivamente
modico,
pois
custa
apenas
20
reis
As
pessoas
que
o
pretenderem
podem
dirigir
se
ao
snr.
Joaquim
Leal,
rua
do
Souto,
39.
Ci&ixa
«Se correio.—O
digno
dire-
clor
do
correio
d
’
esta
cidade
tenciona
mandar
collocar,
proximo
á
guarda
da
cadeia,
uma
caixa
permanente
para
a
toda
a hora
do
dia
e da
noite
serem lan
çadas
cartas.
Passa».—
Estiveram
hontem
expostos
ao
publico
os
Passos, cinco
dos
quaes
se
acham
restaurados
de
novo.
A’
noite
houve
algumas
via-sacras.
Comniunieado,
—
Por
ter
saido
in-
correcto
n
’
um nome
proprio,
aquelle que
publicamos
em
o
n.°
899,
de
18
do
passado,
sob
o
titulo
de
Declaração
e
pro
testo,
de
novo
lhe
damos
publicidade,
sa
tisfazendo
assim
mais
cabalmente
ao
justo
desejo
do
nosso
estimável
assignante,
si
gnatário
do mesmo.
Tixeatro.
—
Tem
ámanhã
logar
a
t.
a
da
segunda
serie
de
recitas
dadas
pela
Companhia
Dramatica
Porlugueza.
bobe
á scena
o drama
em
5
actos,
do
snr.
Mendes
Leal,
D
Antonio
de
Por
tugal.
Preço das
eereaes.—
Na
terça-feira
ultima,
n’esta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Tngo
................................................
800
Centeio
........................................
530
Cevada
.............................................
559
Painço
.............................................
520
Milho
branco................................
530
»
amarello.
....
520
Milho alvo
.......................................
600
Feijão
branco...............................
800
»
vermelho
.............................
800
»
amarello...............................
600
»
rajado
................................
530
»
fradinho
...............................
500
Batata..............................................
500
Azeite ......
5-5500
Ats-avez
«ia
provineãa.
—
Em
Pon
te
do
Lima vae
instituir-se
uma sopa
economica
para
os
indigentes,
promovida
por
uma commissão
presidida
pelo
snr.
visconde
da
Aurora.
—
No
rio
Minho
naufragou
0
barco
da
passagem, que.condusia
oito pessoas,
as
quaes
pereceram
afogadas.
Apparece
ram
apenas
dois cadáveres.
—Falleceu
ha
dias,
em
Guimarães,
a
snr.'
1
D.
Maria
Emilia
das
Dores Freitas.
—
Falleceu
alli
também
0
avô
do
snr.
Teixeira
de
Freitas,
proprietário da Livra
ria
Internacional.
—
Tem
estado
enfermo
0
digno juiz
da
comarca de
Monsão.
—
Foi
concedida a
propriedade
da
ca
deira
d
’
ensino
primário,
da
cidade
de
Guimarães,
á
snr.
a
D.
Maria
da
Soledade
Rodrigues
Avelino.
—
Perlo
do posto fiscal
na
freguezia
de
S.
Mamede,
appareceu
boLndo no
rio
Mi.nho 0
cadaver
d
’uina
-mulher, que
se
suppõe
ler
sido
roubada,
e
depois
afo
gada.
—Falleceu
na
sua
casa
da freguezia
de
Morreira,
concelho
de
Ponte
do
Li-
ma,
o
snr.
João
Pereira
de
Magalhães,
proprietário
abastado.
—
A
(firma
um
jornal
de
Valença
que
nas
proximidades
de
Vigo funcciona
uma
fabrica
de
vinho
artificial,
tendo
já
algum
d
’este genero
sido
exportado para
o
Alto
Minho.
—
Na
egreja
da
V.
Ordem
Terceira
de
Ponte
do
Lima realisou-se nos
dias
23,
24
e
25,
o
jubileu
das
Quarenta
Horas,
com
grande
pompa
e
luzimento.
—
Falleceu
o
revd.0
abbade
de
Santa
Marinha
de
Chorense,
em
Terras
de
Bouro.
—Em
Guimarães ha
sermões
nos qua
tro
primeiros
domingos
da
presente
Qua
resma,
prégados
pelo
nosso
excellente
amigo
o
snr.
padre
João
Velloso, d’
esta
cidade, na
egreja
da
Ordem
Terceira
de
S.
Domingos,
que
foi
de
novo
aberta ao
culto
com
o
jubileu das
Quarenta
Horas.
—
Na
ultima
reunião da
Companhia
dos
banhos
de
Visella,
foi
approvado o
relatório
e contas
da
Gerencia,
e consi
gnado
na
acta
um
voto
de
louvor
ao
di
gno
engenheiro
da Companhia,
por
ter
cedido
em
favor
da
mesma,
parte
dos
seus
honorários
e
pelo
zelo
com
que
tem
dirigido
os
trabalhos
a
seu
cargo.
—
Falleceu
em
Vianna
do
Castello
o
snr.
Sebastião
Neves.
Aittida
u Bneyeliea
o
Soeiaíiamo,
—Um
telegramma
de
Roma,
de
17
do
corrente,
dirigido
ao
jornal
al-,
lemão
«Gazeta de
Colonia»
diz
que
o
im
perador
Guilherme
e
o
princioe
de
Bis-
mark
felicitaram
S.
S.
Leão
Xlll
por
oc-
casião
da
Encyclica
contra
os
socialistas,
expressando
ao
mesmo
tempo
o
desejo
de
ver
terminada
promptamente a
lucta
poli-
tico-ecclesiastica,
que
tantos
males
tem
causado
na
Allemanha,
por
culpa
da
tei-
mozia
e
obstinação
de Bismark, já se
sabe.
EsíMpsda
brincadeira.
—
No
Porto
alguas
mascarados
e
mesmo
d
’
alguma^ca-
sas,
tiveram
a triste
lembrança de
jogar
com
milho,
de
sorte
que
algumas
ruas
es
tavam
alastradas
d’
elle.
Isto
em
tempo
que
ha
fome,
não
sabemos
o
que
nos
parece!
Canveritâo.
—
O
cura
anglicano,
.de
Londres,
o
revd.0
Aliermon
Stanley,
ir
mão
de
Lord Stanley
d
’
Alderley,
acaba
de
renunciar
o
seu
beneficio
para
entrar
no
seio
da Egreja
Calholica.
Curso
de
Theolugia
ambafixn-
te.
—
Em
um passeio
recreativo,
da Po
voa
a
Villa
do
Conde,
iam
ao
nosso
lado
dentro
do
carro
americano,
dous
indiví
duos,
um
d
’
elles
de
bigode
castanho e
olhos
vivos
e
penetrantes;
o
outro com
o
rosto
litteralmente
rapado,
testa
com
prida
e
semblante
agradavel.
Quasi
ao
pé
da
estação
telegraphica,
.o
primeiro
dos
indivíduos
de
que
vimos
fallando
disse
ao
seu
companheiro
de
via
gem:
—
Pois olha,
meu
theologo
em
miniatu
ra,
eu
sou
catholico,
vou
á
missa,
con
fesso-me;
mas
o
que
eu
não
posso
acre
ditar,
é
na
Infalibilidade
do
Papa.
—
Muito
me admira,
meu
amigo, res
pondeu
o
segundo,
que
tu admittindo
em
um
simples
sacerdote
poderes
a-inda
maio
res,
quaes=o
de
converter
o
pão
e
o
vinho,
no
Corpo
e
Sangue
de
Christo,
e
o
de
perdoar
peccados
(pois
aliás
não
irias
á
missa,
nem te
confessarias),
negues ao
Pontiíice
a
prerogativa
de
não
se
enga
nar
no
conhecimento
da ve'rdadeira
dou
trina
de
Jesus
Christo.
Não
dimanaram
por
ventura
estes
poderes
d
’uma
mesma
Fonte?
—
Estou
d
’
accordo,
replicou
o
pri
meiro,
que
Jesus
Christo
lhe
podia
con
ceder
uma
tal
prerogativa;
mas
se
lh'a
concedeu
porque
é
que
inda
ha
poucos
annos
ninguém
lh
’
a
reconhecia?
E
’
por
tanto
um
dogma
novo.
—
Dizer
isso,
voltou-lhe
o
segundo,
é
mostrar
ignorância
absoluta
da
historia da
Egreja,
porisso
que,
já
desde
o
tempo
dos
Apostolos
era
reconhecida
uma
tal
prerogativa.
Senão,
como
explicas
as
re
petidas
consultas
feitas
por
elles
a
S.
Pe
dro?
Porque
é
que
fallando
Pedro
todos
se
callavam,
e
só obedeciam?
E
’
que
as
pa
lavras
de
Jesus
Christo
dirigidas
ao
Prín
cipe
dos
Apostolos.
confirma
(na
fé)
os
teus
irmãos,
e
aquelle
appaícenla
as
mi
nhas
ovelhas
e
os
meus
cordeiros,
esta
vam
bem
presentes
na
memória
de lo
dos,
e
não
ignoravam
que
o
pasto de
que
Jesus
(aliava
era
a
doutrina.
Todos
os padres
da
Egreja
foram
do
mesmo
pa
recer,
e
quando
a
palavra
do
Papa
vinha
pôr
termo
ás
questões
entre
elles
susci
tadas,
to
los
como
Santo Agostinho
di-
ziam:
Roma
faltou,
terminou
a
qu islão.
Os
concílios
também
não
deixaram,
uma
só
vez,
de
reconhecer
esta
doutrina,
porisso
em
todos
elles,
foram
sempre
con
firmadas
as
sentenças impostas
pelos
Pa
pas,
quando,
os
herejes
appelavam
do
Pa
pa
para
o
Concilio.
—
No
concilio,
disse
o primeiro,
admit-
to
eu
a
infallibilidade.
—
Pois
bem,
meu
caro,
respondeu
o
segundo,
onde
houve jámais
concilio
sem
Papa? Se
fosse
isso
possivel,
seria
infalli-
vel?
Mas
se
tu
adraittes
a
infallibilidade
no
concilio,
não
foi
um
concilio
e,
por
certo,
um
dos
mais numerosos,
que
pro
clamou
a
infallibilidade
do Papa?
Todos
os
herejes,
quando
a
Egreja
definia
um
dogma
que vinha
oppor-se
aos
seus
erros,
gritavam
com a
força
dos
pulmões:
dogma
novo
!
Mas
a
Egreja
....
E
o americano
parou
em frente
do
Campo
da
Feira:
nós
descemos, e
os
nos
sos
companheiros
desceram
também.
0
resto
da
questão
foi
só
para
elles.
*
*
*
Yotieias
diversas.—
F
’ esperado
na
Europa,
no
proximo
mez
de março,
o
snr.
D.
Ayres
de
Ornellas
e
Vascon-
cellos,
arcebispo
de
Gôa
e
primaz
do
Oriente.
0
exc.
1110
prelado
vem ao
reino,
segundo
consta,
por
motivo
de
moléstia.
—Diz um
•
correspondente
de Villa
Real
que
o
jogo
prohibido
e
escandalo
samente
tolerado
e consentido
pelas
au-
ctoridades
administrativas,
tem
dado
lo
gar
a
muitas
desordens
e
a
tristes acon
tecimentos.
—
Um
marinheiro
da
barca
brazileira
«Georgina»,
arribada
a
Parnahyba,
apu
nhalou
o
capitão
e
cinco
homens
da
tri
pulação,
que
ficaram
gravemente
feridos,
e
assassinou
cruelmente
a
golpes
de
en
xó
e
a
punhal
o
contra-mestre
e
um
ma
rinheiro.
Travou-se
medonha
lucta,
mas
felizmenle
poderam
subjugar
a
fera. 0
navio continuou
a
viagem
até
entrar
n
’
a-
quelle
porto,
apenas
com
quatro
homens
que*se
salvaram.
Do
que
dizem
algumas
pessoas
do navio,
deprehende-se
que
o
malvado
só
tinha
em
mira
matar
toda
a
tripulação,
a
qual
se
achava
dormindo,
e
saquear
o
dinheiro
que
houvesse
a
bor
do.
0
assassino
foi
recolhido
á
cadeia
de
Parnahyba.
—0
grande
conselho
do
Tessino
(Suis-
sa)
votou,
por
41
votos
contra
.18,
a
lei
que
reintegra
os capuchinhos
nos
conventos
de
Lugano,
Bigorio,
Locarno
e
Faide.
A
discussão
d
’
esta
lei
durou
perto
de
dois dias.
—
As
ultimas
noticias
de
Moçambique
dizem
que
em
Cabo
Delgado
se
revoltara
um dos
régulos
sujeitos
ao nosso
domí
nio.
0
governador
mandou
para alli
uma
força
de
40
praças
e
algum
material
de
guerra.
—
Começa no dia
6
de
março
o
jul
gamento
de
Passavanli.
—
Os jornaes
annunciam
que
seguindo
o
exemplo
do
arcebispo
de
Munich,
mui
tas
outras
aucloridades
do
clero
catholi
co
allemão
ordenaram
orações
publicas
pelo
bom
resultado
das
negociações
para
a
paz
da
Egreja
na
Allemanha. Entre
outros
citam-se
o
arcebispo
de
Bamberg.
o
de
Eichstadt,
os
bispos
de
Rotteraberg
e Coblenz.
—
Na
sua
quarta
lista
de
etrennes
a
offerecer
ao
Santo
Padre,
a
Semaine
de
Cambray
chega
a uma
cifra
de 45,389
francos.
Lê-se
alli
uma
offerta de
1,000
francos,
uma
de
600
e
dez
de
590
fran
cos.
Por
intermédio
do
Ab.
Gaspar, pa
rocho
decano
de
S.
Jacome
de Douay
recebeu
uma
somma
de
200
(ranços,
of
ferecida
por
uma
Mãe Christã,
em
reco
nhecimento
de
graças
obtidas
por
inter
cessão
de
Pio
IX.
—
Dizem
de
Varsóvia em data de
18
de
fevereiro,
á
«Gazela
da
Allemanha
do
Norte»,
que
os
diques do
Vistula
foram
levados
pela
corrente
no dia
17,
bem
como as
duas
pontes
da
cidade
de
Thorn.
Estão
quãrenta
aldeias
debaixo
d
’
agua.
—
Os pescadores
da
Povoa do Varzim
dirigiram
uma
representarão
a
snr
a
D.
Maria
Pia,
pedindo
que do
saldo
do
di
nheiro
para
os
innundados
lhes
seja
da
da
uma
esmola
para
suavúsar
a
sua
mi
séria.
—
O
governo
francez
trata,
segundo
se diz,
de estabelecer um
cabo subma
rino
entre
a
França
e
o
Senegal,
lendo
para
esse
ira
pedido
já
ao
governo
por-
tugnez
a
licença
precisa
para
que
o
lio
eleclrico
possa
tocar
em
S.
Vicente
dé
Cabo
Verde.
Encyclíe»
de
fijeãa
—
A
En
cyclica
de
Sua
Santidade
Leão
Xlll,
con
tínua
a
distribuir-se
grátis,
nas
casas já
annunciadas
e
no
escriptorio do
«Com
mercio
do
Minho», recebendo-se
todavia
qualquer
quantia,
por
pequena
que seja,
que
VOLUNTARIAMENTE
queiram
dar,
para
ajuda da
despeza
da
impressão.
Appefio d caridade publica.—
José
Alves
de
Araújo,
morador
na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
10,
tendo-lhe
sido
penhorados
pelo
escrivão
da
fazenda,
An
tonio
da
Costa
Moraes,
todos
os moveis
que
possuia,
inclusive 5
arraieis
de car
ne
de
porco
que
tinha
para
adubar
o
magro
caldo,
que
come
diariamente
com
sua
mulher e
(ilhos;
e
como
não
possa
trabalhar
em
consequência
de
lhe
ler
sido
penhorada
também
uma
machina de
cos
tura,
vem
por este
motivo
implorar
da
caridade
publica
uma
esmola,
para
remir
na
fazenda
o
que
deve.
José
Alves
de
Araújo.
A’
cnrsdade
publica.
—
Recoramen-
damos
ás
almas
caritativas,
Custodia
Ma
ria
Pereira,
moradora
na
Travessa
de
S.
Vicente,
n.°
4, a
qual se acha
entrevada
e
em
extrema penúria.
Ra?
w
g
mw<MM
i
WMaB
WBà
a»Mjiua8Ju
r-=<*F>
r
ni
i
i
i
i
i
'i
i
dwiM«
■riruiu
i
iiiimri
■
■■■■■i
—
■
SECÇÃO D£ MMtUSIEADOS
DECLARAÇÃO
E PROTE1TO
O
presbytero
José
Pinto
Borges,
da
freguezia de
Folgosa,
comarca
d
’
Arma-
mar,
vem,
para
todos
os
effeilos
legaes
e
jurídicos, reclamar
e protestar
contra
a simulada, capciosa
e
fraudulenta escri-
plura
de
doação
celebrada
entre
elle
e
Morencio
Caetano Cardoso Ferreira,
e
mu
lher,
D.
Maria
José,
em
data
de
30
de
março
de
1878;
pois
semelhante
escriptu-
ra
não
contém
a
expressão
da
verda
de,
e
não
foi
mais
do
que
uma
embus-
cada
preparada
d
’
antemão
para
um
irmão
do
doado, e assim
fui
tirado
de minha
casa
e
levado
a
Armamar,
assignando
um
contracto
pelo
qual
fiquei
privado
de
tudo
quanto
linha
e
possuia,
e sem
acção
ne
nhuma,
—
isto
no
ultimo
quartel
da
vida,
e sem
(orças
phisicas
nem
moraes.
No
contracto
que
havia combinado e
accordado
com
os
doados,
resalvava
pa
ra
mim
o
usofruclo
de
todos
os
meus
bens,
e
a
liberdade
de gosar,
administrar
e
possuir,
e
mais
disposições,
mas nada
d
’islo
apparece escripto n’
aquella
escriptu-
ra,
e
o
.contrario
se
escreveu,
em vista
do
conluio
que
a
precedeu,
(içando
assim
coacto
e
prezo de
pés
e
mãos,
e sem
acção
nem
liberdade
de gosar o
que é
meu;
e
para maior
escarueo encheram-
me
a
casa
de pessoas
estranhas
e
de
más
condições,
desgostando-me
a
tal
ponto,
que
um
dia
succumbirei
no
maior
deses
pero
e
miséria.
Em
presença pois,
do
que
deixo
pon
derado,
reclamo
e
protesto
contra tão
ardilosa,
simulada
e
fraudulenta
ejcriptu-
ra
de
doação,
por
ser
a mesma
nulla
e
de
nenhum
effeilo
aos
olhos
da lei.
Folgosa
2
de
janeiro
de
1879.
O
presbytero
—
José Pinto
Borges.
(Segue-se
o
reconhecimento.
(2251)
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Companhia dramatica
portu
gueza
Domingo,
2
de
março.
O
drama
em
5
actos
». VSTOVI0
DE PORTUGAL
Principia
ás
8
horas.
SALVAE
AS CREANÇAS
Peia
doce
Revalescière
da
Barry
de
Londres
—
Por
toda
a
parte
se deplora
que
a
creança
—a
alegria
da familia
e
a
esperança
da
na
ção
—
é
muito mal
tratada.
Sómente devi
do á
ignorância
das mães
e
das
amas,
mor
rem
ellas
no
primeiro
anno,
60:000
em
França
e
40:000
em
Inglaterra
I
Esta
mi
i
seria
é devida
ou
a
uma
alimentação
de
I
leite
muito frequente, ou
antes
ao uso do
I
leite
de
vacca ou
de cabra,
ou
á
açorda
j
—alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da mucosa,
e,
como
consequência
inevitável,
a
escan-
desceocia ou
a
diarréa,
os
vomilos contí
nuos,
a
alrophia,
as
caimbras,
os
espas
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que a
di
gestão
de
uma
creança,
uma vez
cotn-
prometlida,
as
drogas mais bem
escolhidas
oão
teem
poder de
reparar
o
mal!
E
’
um
flagello
para
a
familia
e
para
o
paiz
esta
cruel
destruição! Ha
comludo
um
meio
simples
e
pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem
sido
provado
durante
vin
te
e
oito
annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peno
e as
creanças
doentes
e
fracas
de
qualquer edade
com a
Revaleseière
Ou
Barry,
tres
vezes ao
dia,
simplesmente
cosida
com
agua
e
sal.
E’
,
íinalmente, o
sustento
por
exeelleneia
que, elle
eó
eonsegue
evitar
toiloa os aecidentes da iri
fa
ii cia.
Citemos
algumas
das
provas
abundan
tes
.da
sua
influencia
invariavelmente
salu
tar,
mesmo
nos
casos
tnais
desesperados
Cura
n.°
80:416.-0
snr.
doutor
F.
W. Beneke,
professor
de
medicina
na
Uni
versidade
de
Marbourg,
refere-se
da
se
guinte
maneira
á
clinica
de
Berlin,
em 8
de
ábril
de
1872:
«Nunca
esquecerei que devo a
vida
de
um
de
meus
filhos
á
Revalescière
Du
Barry.
«A
creança,
na
edade
de
quatro
ân
uos,
solfna
sem
causa
apparente,
uma
alrophia
completa,
com
contínuos
vomitos
que resistiam
á
mais
cuidadosa
uieta
a
duas
amas
e
a
todos
os tratamentos
da
sciencia
medica.
A
Revaiesciére
fez
parar
immediatamente
os
vomitos
e
res
tabeleceu-lhe
completamente
a
saude
em
seis
semanas.
De tolas
as
minhas
expe
riências
feitas posteriormente
cora
a
Re-
vaSesciére
obtive
os
mesmos
resultados.
E’
quatro
vezes
mais
nutritiva que
a
carne».
Cura
n.°
70:410.
—
Fabrica
de
Gran-
villars
(Alto
Rheno) 12 de
julho
de
1868.
Senhor.
—
Coosidero-me
feliz
por
poder
di-
z<r-lhe
que
o
meu
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
an
no pela
sua
Revalescière,
e
que a sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são
uma
maravilha
para
todo
o
mundo.
Não
ha na
aldeia
creança
tão
forte
como
o
meti
fi
lho
em
relação
á
sua
edade.
—
M
erciek
.
Cura
n.°
87:421. —
Bruxellas, 23
de
junho
de
1874.
—O
meu
filho
mais
novo,
abandonado
na edade
de
quatro
para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não
queria
to
mar
nem
digeria
alimento
algum,
e
acha
va-se,
por
consequência,
n'um
estado
de
fraqueza
qne
punha
em
perigo
a
sua exi
stência;
foi
então
que
lhe
fiz
preparar
um
caldo
de
Revalescière
fraco,
que eih comeu
com
apetite,
e
de
que
continuou
a ali
mentar-se
excluMvatnenle
durante
alguns
mezes.
II je,
que
tem
onze
annos
de
eda
de,
é forte e
gosa saude.
—D
esweiit
.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
e;n
remedios.—
Preços
fixos
da venda
por
miudo
em
toda
a
pe>-
niosula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4 kilo,
500
; de
1
/
J
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
l$400
reis;
de
2
*/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalescière
ehoeolatad»
;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
sotnno,
energ>a
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
setn
esquentar.
Em
pó
e
em paus,
em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500 reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1$400;
de
120
chavenas, 3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
DL BARRY
«fcC.» la.VOTKD.—
Place
Vendòrne,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
& C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
inãsbot»,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32;
Barrai
&
irmãos, rua
Aurea,
12
—
Por-
to,
L
de
Sousa
Ferreira
&
irmão,
rua
da
BanlÀria,
77.
úfePOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
—
Aveiro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,,
pharm.
—
Borcello»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
.Ponte.
—
Domingos
J.
V.
Machado,
drog..
praça
Municipal,
17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
<5c
Irmão,
rua
do
Souto.—
Vianna do Ca*-
~~~po
iriuu
■w
iuii
uc
~xonnece Turnr.?"■
.■au
d d nilfí
tsitrdo,
nau.
|
r
ui
rugar,—
uma
—
iuiuiu
u uuiuu uuu
uuua*-------- (vuiiuuuaj
«cllo,
Aftonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Bua
grande,
I4O.
—
Íluimar2a>, A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
silva,
drog..
Rua
da Bainha,
29
e
33.
—
E“e«is*fiel,
Miranda,
phartn.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
limão;
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a
,
drogs..
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225
a
227.—
Ponte
do IA
■n».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—Povos* do Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença do Minho,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—
Villa
d»
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s
pharm.
A6BADEClMmOS
Os
abaixo
assignados,
na
incerteza
de
terem agradecido pessoalmente
a
todas
as
pessoas
que
os
cumprimentaram
por
oc
casião do
fallecimerito
de
sua
presada
fi
lha,
sobrinha
e
irmã
Maria
Luiza
Tinoco
d
’
Azevedo,
veem por este
meio
patentear
a
todos
a
sua
indelevel
gratidão
e o
seu
alto
reconhecimento.
Manoel
José
Tinoco
d
’
Azevedo
Maria
do Carmo
Pinto Tinoco
Maria
do Carmo
Tinoco
d
’
azevedo
Rosa
Maria Tinoco
Luiz
Maria
Tinoco
d
’
Azevedo.
(2282)
Os
abaixo
assignados.
exlremamenle
penhorados
para
com
todos
os
ill.m°
s
e
exc.
“IOS
snrs.
que
se
dignaram comprimen-
tal-os
por
occasião
do passamento,
e
as
sistiram
ao
enterro
de
seu
nunca
assás
chorado
pae
e
cunhado,
o exc.
0,0
snr.
José
d
’
Araujo
Azevedo
Mello
e
Vasconcellos,
que
leve
logar
na
capella da
sua
casa da
Loureira,
no
dia
3
de
fevereiro,
e
para
com
lodos
os
snrs.
ecclesiasticos
que
as
sistiram
ao
oílicio
de
corpo
presente,
agra
decem
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
o
fazerem
pessoalmente, como tanto
desejavam,
tributando a
todos
o
seu
in
delevel
reconhecimento
e gratidão.
Troca-se
a
dinheiro
uma
Imagem
do
Santo
Chrislo, de
marfim,
em
cruz
de
ébano,
e
adornada
com
prata,
Quem
pretender,
póde
vêl-a em
casa
do
snr.
Barranha,
na
rua
do
Souto,
n.°
6.
(2234)
Antonio
d'Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Francisco
d'Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
José
Augusto
d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Bento d'Araujo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Victorio.
d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Alberto
d
’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Visconde da
Torre.
(2283)
ANNUNCIQS
THEATRO BE
S. SEKALDO
São convidados
os
senhores
accionis
tas
do
theatro
de
S.
Geraldo,
para
se
reunirem
no
salão
d
’
esle
theatro,
no
dia
9
de
março
proximo
futuro,
pelas
11
ho
ras
da
manhã,
afim
de
se
dar
cumprimen
to
ao
disposto
no
art.
12
dos
Estatutos
do
mesmo
theatro.
Braga
26
de
fevereiro
de 1879.
O
presidente
da
Assembleia
Geral
(2284)
Jeronymo
da
Cunha
Pimentel.
O
mais
barato,
sem
competidor:
chi
ta
larga,
franceza,
para
65
e
70
reis
o
covado;
lãs
para
vestido
a
120
e
160,
largas.
Não
se
dão
amostras.
Vendas
só
a
dinheiro.
RUA
DOS
CAPELLISTAS
N.°
22,
BRAGA.
(2281)
MACHINAS
PARA
COSER
DA
Companhia
fabril
SINGER
17
—
rim
«le S.
Víeente—17
BRAGA
As
melhores
machinas
para costura
que
todo
o mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
,
Vendeu no
anno de
1877,
88«:S1«
machinas
de costura!!!
mais
«0:49®
que
em
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende
as
suas
maguiíicas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
s»® veis
«emanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
promplo
paga
mento.
MACHINAS LEGITIMAS
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello trabalho, como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o
publico que te
nha
todo
o cuidado
para
não
ser enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas, «por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SINíGER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal da
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
17, RUA
DE S.
VIGENTE, 17
BRAGA
è
nas
casas
estabelecidas
em todas a
ca
pitães
dos
districtos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador.
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
Os
Kebuçndos
mytilieuo,
de na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectoranle,
são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
lossicolosas.
Caixa
200 reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito
no
Porto,
PHARMA
CIA
CENTRAL,
rua
de
Santo Antonio,
227.
Unico deposito
em
Braga,
PHARMA
CIA
DOS
ORPHÃOS,
praça 4iunicipal.
(2250)
P’5
H7 VI^TA
COM
NITIDEZ
E
PERFEIÇÃO
100
por
minuto
a
500 rs.
Enviam-se
pelo
correio,-
francos
de
por
te
sem
augmento
de
preço.
Aí»jPAKMCM® «fc
JSALHEltt»
27,
Praça
do Barão
de
S.
Martinho, 27.
Bilhetes
de
visita
em
branco:
Cento,
200,’
220
e
240
reis.
Tarjados
de
preto:
Cento,
400,
420 e
440
rs.
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
27
31
«7»
Pós
dourados,
prateados
e diamantina,
cada
caixa 400
rs.
Tubos
de
agua
de
colonia
a
120
rs.
«7,
í
’riiç;i «Io
tías-ão
de S. Jlarti-
nlio, «7
ÃFPA11O
&
MALHDRO
'
a» IR «A»
»IXHEIKU
A JURO
A
irmandade
de
Nossa
Senhora da
Torre,
tem
330^000
rs.
para
dar
a
juro.
O
secretario
(2203)
Padre -Luiz
Gomes
da Silva.
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a avultadissima
despeza
que está
custan
do
o fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
dp
S.
Marcos,
empenha
n'estê
aclo
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Dr.
Domingos
Moreira
Guimarães.
Venda em leilão.
Na
freguezia
de
Esporões,
logar
de
Daixão,
no dia 9
de
março,
por
2
e
meia
horas
da
tarde,
se
procederá
á
venda
em
leilão,
de
uma
casa
sobradada
e
eido,
que
se
entregará
pela
melhor quantia,
se
convier.
(2274)
OãNfa.'
A
DE
II
H E T
O H I C A
No
campo
de
Sanl
’
Anna,
n.°
43,
está
aberto
um
curso
d
’
esta
disciplina.
N
’
esta
redacção
se
prestam
os
escla
recimentos
que
se
pedirem.
Fabrica
a vapor de
fundição
ferro e
metaes
Trove*»» «le
S.
João—Braga.
N
’esta
fabrica, única
na
província do
Minho,
fabrica-se
toda
a qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
corno de
metal.
O
proprietário da
mesma
não
se tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento de
industria
á
altura
de
poder
competir
em tudo
com
as
fabricas
de igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
e
em
parle
o tem
conseguido,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de lodos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que possam
ser
encontrados
no
Porto.
N
’
esta
fabrica fundem-se
peças
de
pezo
de 5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
co
mo
são:
buxas para
eixos de
carruagens,
moinhos
para
moer
tintas, pés
para
me-
zas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para
jardins,
bombas de
qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e con
solas
para
lampeões, prendas
para
copia
dores,
fuzos
de novo
systema
para
la
gares,
ferros
para alfaiates
e
chapelleiros
tapetes
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e joelhos
para
agua,
de
todas
as grossu
ras,
de
guinchos
de
pedreiro
de
todos os
tamanhos.
Também
concerta
todas
as
obras
d’este
genero
principalmente
bom
bas
de
poços.
Preços
os
do
Porto.
O proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
DO
ALTO
DOURO
I»A
CASA Víl.1. A PCfCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15—
Braga.
N’
este armazém
se
encontram
a
retalha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de meza. (sem
garrafa)
150
>
»
»
»
.
190
» Lagrima
.........................................
200
»
Branco
de
meza
.............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
240
»
de
prova
secca
..............................
300
»
Malvasia
e
2.a
. ....
360
»
»
.ího
....................................
400
>
Malvi
a
Bastardo
e
Moscatel
a 500
>
Roncão
.........................................
700
»
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
part
meza
60
e
80,
o,
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar por
meio
de qualquer
processo
cbymico.
JOSE’ DA
SILVA
FUNDÃO
Com
loja
de
fato
feito
13
—
Largo
do
Barão
de S.
Martinho
—
13
Participa
aos
seus amigos e fre-
guezes,
tanto
d'esta
cidade
como
das
proviociasque
tem um
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
fei
to,
casimiras
para
faio muito
baratas,
cortes
de
calça a
l$500, 2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de alpa-
ques
inglezes, roupa
branca,
assim
como
cambas
de 600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
800;
mantas
de
seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eucornmendada,
e
prompti-
fica-se.a
ticar
com
ella quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(2249)
CIRURGIÃO
DBKTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA
MEDICO-CIRURGI-
CA DO
PORTO
Rua
de S.
Marcos
n.°
19.
BR
a
GA.
Faz
tudo quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
contintía
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
2159)
Dinheiro sobre
penhores
Na
Caixa
Penhorista
Bracarense,
rua
de
D.
Gualdim,
ao pé
da
Roda,
dá-se
dinheiro
sobre
prata,
ouro,
joias,
roupas
e
outros
mais objeclos
que
tenham
va
lor
de
cincoenta
mil
reis
para
cima;
tem
grande
abatimento
nos
juros.
Acha-se
aberta
desde as
7
horas da
manhã
até
ás
8
da
noite.
COFRE
DE
FERRO
Quem
o
tenha
para
vender,
falle
na
rua
Nova
n.°
4.
"VINHO
CREOSOTADO
DE
C1XIBEKT
LtíOlCiUIW
MODIFICADO. POR
DUJARDIN-BEAUMETZ
Este
novo
medicamento,
cujos resul
tados
têem
sido
surprehendentes,
é
hoje
o
preferido
por
todos
os
médicos
tanto
nacionaes
como
estrangeiros para
a
cura
da phtysica pulmonar,
bronchites,
catar-
rhos
da
bexiga,
tosses
rebeldes,
etc.
Deposito
no
Porto
—
Pharmacia
Orien
tal, 268,
rua
de
S-
Lasaro,
272.
Braga
—
Pharmacia
Maya,
rua
dos
Chãos,
31.
(2229)
RESPONSÁVEL —Luiz Baptisla da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPUIA LUSITANA—
1879.
Parte de Comércio do Minho (O)
