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-
EEKF.-eeàEOSA, 1’OI.ETSí:A.
JE rWTICSOFiA..
REDACTORES
—D. Miguel JSotlo-Mayor e Dr. Custodio Velloso.—D1RECT0R—Antonio Joaquim ide
Mesquita .Pimenlel.
7.” ANNO
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12 mezes.............................. 2&00&
»
6
»
..............................1&0SO
» sendo
duas assignaiuras 3&600
Brazil, 12
mezes, moeda forte.
. 3&6O0
Folha
avulso..................................... 10
N.° 888
PREÇO
DA ASSIGNATURA
850
10
20
10
Braga, 12
mezes.................................... 1&600
»
6
»...............................
Correspondências partic. -cada linha
Annuncios
cada linha.........................
Repetição
...........................................
S
Zâu
CS-
QUNTA-FEIHA
25 DE JANEIRO DE 1879
D.
JOÃO
ClíHYSOSTOMO
DE
A.VOR1M
Pessoa,
por
mercê
de
Deus,
etc.
Julgando
Nós
justo
e muito
louvável
o
convite,
que
Nos fora
feito nos
docu
mentos,
que
vão
transeriplos
com
esta
Nossa
Recommendação,
rogamos
a
todos os
Revd.
os
Parochos
d
’
este
Nosso
Arcebispado,
que
no dia
10
do
proximo
mez
de
fevereiro,
tendo
previamenle
avisado
os
seus
fre-
guezes,
lhes
peçam
por amor
de
Deus
e
para
bem da
Egreja
Catholica
uma es
mola,
que cada
uma
dará
conforme
sua
devoção,
o
que
desde
já lhes
agradece
mos;
e
esperamos
do
zelo
e dedicação
dos
muito
Revd.
os
Vigários Geraes e
Ar
ciprestes,
aos
quaes
deve
ser entregue
o
producto
das
esmolas,
que
o
remettam
até'
ao
dia
17
impreterivelmente do
pre-
dicto
mez
de
fevereiro
á
Coinmissão
en
carregada
de
receber
n
’
esta
cidade
os
subsídios
para
o
SS.
Padre,
como
tem
sido
annunciado
na
—
«Semana
Religiosa
Bracarense».
Paço
de
Braga,
11
de
janeiro
de
1879.
João,
Arcebispo
Primaz.
Exc.mo
e fíevd.
mi
>
Snr.
A
Archiconfraria
de
S.
Pedro de
Ro
ma,
de
que
o
abaixo
assignado
é Presi
dente,
lhe
confiou
o
honroso
encargo
de
levar
ao
conhecimento
de V.
Exc.
a
Revd.
nia
a
carta
circular
dirigida
aos
Exc.
mos
e
Revd.'uos
Bispos
italianos,
a
qual
toma
a
liberdade
de
remetter unida
á presente.
V.
Exc.a Revd.
ma
pela
leitura d’esla
Circular
verá
o
que
é
a
Archiconfraria de
S.
Pedro
e
o
fim
a
que
especialmente
dirige
a
sua
acção
nas
provas dolorosis-
simas
a que
está
sugeita
na
Italia
a Egreja
Catholica
e
o
seu
Augustissimo
Chefe.
A
perfeita
união
que
liga
os
Pastores
de
todo
o
mundo
a
esta Cadeira
da
Ver
dade,
as
multíplices
e
continuadas
provas
de dedicação
pelos
mesmos
dadas
ao
Pae
Commum
dos
Fieis,
o
summo
interesse
que
tem
tomado
e
tomam
ainda
para
attenderem
ás
estreitíssimas
e
amargura
das
condições
em
que se
encontra
o
Ve
nerando
Chefe
de
200
milhões
de
fieis
para
cumprir
os
seus
santos
e
altíssimos
deveres;
tudo
isto
fará
que seja
agrada-
vei
a
V.
Exc.
a
Revd.
ma
saber o
que se
projecta
fazer
na
Italia,
e que
com o
au
xilio
de
Deus
se
concluirá felizmente,
para
dar
ao
Summo
Pontífice
Leão
XIII
um
extraordinário
testimunho
de
dedica
ção
e
de
amor
no
primeiro
anniversario
da
Sua exaltação
ao
Throno
Pontifício.
Comtudo
não
pareça
a
V.
Exc.
a
Revd.
ma
demasiada
ousadia da
Archiconfraria
de
,S.
Pedro
de
Roma,
se,
apezar
de
saber
quão
grande
é
o
interesse
que
V.
Exc.a
Revd.
ma
toma
na sua
Diocese
para
o
incremento da
santa
obra
do
Obolo
de
S.
Pedro,
ousa
propor-lhe
que
por
tão
fausto
acontecimento
uma
similhante
ma
nifestação
tenha
lambem
logar,
se na
sua
sabedoria
o
julgar
opportuno,
na
Diocese
de que
V.
Exc.
a
é
sollicito
e
venerado
Pastor.
A
Archiconfraria
de
S.
Pedro
teria
o
maior
jubilo,
se
no dia
3
de Março
do
proximo
anno
de
1879,
dia
destinado
a
apresentar
ante
o
Throno
Pontifício
o
tes
timunho
do
amor
dos
catholicos
italia
nos,
tivesse
a
honra
de
vêr
ao
seu
lado
também
os
representantes
de todas
as
Dioceses do
Mundo
Catholico,
formando
assim
d’
aquella
religiosa
demonstração
uma
solemnidade
sem
egual,
por ser
univer
sal.
Os meios
imaginados
pela Archicon
fraria
de S. Pedro
para
conseguir
este
nobilíssimo fim
estão
indicados
na
inclusa
Circular: mas
a
consummada
prudência
de
V.
Exc.
a
Revd.
ma se
os
mencionados
meios
não
lhe
parecerem
convenientes,
aprazendo-lhe
honrar
o
projecto
com
a
sua
approvação,
saberá
adoptar
quaesqner
outros,
que
as circumstancias dos loga-
res
e
as
condições
especiaes
da
sua
Dio
cese, lhe mostrarem
serem
mais
condu
centes á
consecução
do
fim
proposto.
O
abaixo
assignado
supplicando
uma
resposta,
para
elle de
toda
a veneração,
implora
para
si e
para
a Direcção
da
Archiconfraria
a
sua
Bênção
Pastoral
e
oíferece
no
entanto
as
homenagens
do
seu
profundo
respeito.
Principe
Allieri
Presidente
da
Archiconfraria
de
S.
Pedro.
(Circular
dirigida
aos
Snrs.
Bispos
de
Italia;.
Quando
os inimigos
da Religião
de
Jesus
Christo
e
do
Seu
Augusto Vigário
na terra conseguiram
em
1860.
com
a
mais
injustificável
invasão
despojar
a
Santa
Sé,
d
’
uma
parte
considerável
dos
seus
domínios
seculares,
creou-se
em
Rom^
a
Archiconfraria
de
S.
Pedro,
formada
da
flor
dos
cidadãos
romanos,
com o
fim
.es
pecial
de reavivar
a
obra
de
Obolo de
S.
Pedro,
e
presentindo
aquelies
males
ainda
maiores,
pelos
quaes
o
Pae
de
200
milhões
de
catholicos
e
o
mais
legitimo
dos
Reis
devia
ver-se,
com
o
correr
do
tempo
completamente
privado
dos meios
que
a
Providencia
lhe
destinara
para
cum
prir
a
sua
grande
e
providencial
mis
são.
A
’s
vistas
da Archiconfraria de
S
Pe
dro
corresponderam
rápidos
e
felizes
re
sultados.
A
palavra
de
ordem
que
saíra
dos
muros
da
Cidade
Eterna
propagou-se
por
todos
os
ângulos da
terra
e
produziu
aquelies
fructos
de
filial
dedicação
que
fazem,
ha
quasi.
quatro
lustros,
a
admi
ração
dos
bons
e
a
confusão
dos maus.
A
Archiconfraria
de S.
Pedro não
lendo
até
hoje
interrompido
a
sua
obra
de
recolher
o
Obolo
de S. Pedro,
n
’
ella
proseguirá
com
alacridade
até
que
a
Santa
Sé.seja
novamente
collocada
n’aquella alta
e
independente
posição,
em
que
foi
por
divina
disposição
constituída.
Approximando-se,
porém,
o primeiro
anniversario
da
exaltação
ao
Throno
Pon
tifício
de
Sua
Santidade
Leão
XIII,
fe
lizmente
reinante,
lhe
pareceu
opportuna
a
occasião
para
promover
uma collecta
extraordinária
do
Obolo
de
S.
Pedro n’
esta
Italia, que
tem
a
ventura
de
possuir no
seu
seio
a
Cadeira da
Verdade,
afim
de
a
depôr n
’
aquella
auspiciosissimo
dia
aos
pés
de
Augusto
Hierarcha
Para
que esta
oíferta
tenha
todo
o
caracter
de espontaneidade
e
a
todos,
ri
cos
e
pobres,
se
torne
facil
o
tomarem
n
’
ella
parte
sem
grave
sacrifício,
deter
minou
propor
que,
feito
o
aviso
nos
dias
precedentes
e
repetidas
vezes,
n’
um
dia
que se
designar,
mas
que não passe
além
de
10
do
futuro
Fevereiro,
em
todas
as
egrejas
da
Italia,
ao
terminar
de
cada
missa e
no
fim
dos
sermões
e de
todas
as outras sagradas funcções
que
tiverem
logar
na
tarde
do
mesmo,
se
faça
o
pe-.
ditorio
para
o
Obolo
de
S.
Pedro.
O
abaixo
assignado,
em
nome
de
toda
a
Direcção
da Archiconfraria,
a
que
pre
side, ao
participar
a
V.
Exc.*
Revd.®
’
esta
proposta
toma
a
liberdade
de
con-
vidal-o
a
tomar
parte,
se
o
julgar
oppor»
tuno,
n
’
este
extraordinário
testimunho
de
devoção
e
alfecto
do povo
catholico
ita
liano
para
com
o
Supremo
Pastor
da
Egreja,
deixando
a
V.
Exc.'
Revd.
ma
a
escolha
do
dia
em que
se
deverá
simul
taneamente
fazer
o peditorio para
o
Obolo
de S.
Pedro durante
a
celebração
das
Missas
e
das
outras
funcções
que
em
to
das
as
mesmas egrejas
terão
logar
n
’
a-
quelle
dia.
Terminado
este
trabaflio,
quando
V.
Exc.*
Revd.
ms se
dignar
participar
ao
abaixo
assignado
o
seu resultado, terá
lambem
a
bondade
de
lhe
manifestar
se
é
da sua
vontade
enviar
á
Archiconfra-
ria
o
producto da
Collecta,
ou
encarre
gar
pessoa
da
sua
confiança
que
se
una
M
CÂRTUADÊ
Á MINHA
MUITO PRESADA AMIGA
D.
Marianua Candida de
Sousa B. Brandão.
Caridade!
formosa
pérola
dos
thesou-
ros
do
ceu;
ancora
salvadora
lançada
ao
naufrago
em lucta com
as
tempestades
da
vida
;
meiga
palavra
que
os
lábios
suavemente
pronunciam,
e
que
o
cora
ção
da
mulher
cabalmeate
comprehende
quando,
pondo
de parte
as
commodida-
des
e
muitas
vezes o
luxo
d
’
uma
posição
brilhante,
vae
abraçar
o
humilde
e
singe
lo
vestido
das
Filhas
de S.
Vicente.
Ah!
nada
mais
sublime,
nada
tão
pro-
fundamenle
respeitoso
do
que
a heroica
abne
gação
da
mulher
tornada
Irmã
de
Cari
dade!
Para
ella,
anjo
t»e
Deus
baixado
á
ter
ra,
não
ha
sacrificios,
nem mesmo
co
nhece
o
valor
d
’
essa
palavra;
caminha
por
sobre
os
espinhos
com
o
sorriso
nos
lá
bios
e
os
olhos
fitos
na
Cruz.
Ella,
a
mulher
delicada
e franzina,
não
teme
os
rigores
do
frio,
não
sente
na
mimosa
fronte
os
ardores
do
sol
africa
no;
e,
a
barbarie
dos
povos,
os seus
cos
tumes
por
mais
selvagens
que
sejam,
não
a
fazem
recuar, ou
mesmo
vacilar
na
sua
nobre missão.
Vede-a
no
campo
da
batalha:
que
co-
ragem
a
sua! A ideia
do
perigo
não
a
assusta;
caminha
impavida
por
entre
o
fumo da
metralha,
para levar
aos
que
soffrem
e
agonisam
allivio
e
consolações
No seu
pequenino
cesto
leva
medi
camentos,
fios,
e
ligaduras
para
os feri
dos que
juncam
o
campo;
e
no
seu
co
ração
um
cofre
de
consolações
para
o
es
pirito, muitas
vezes mais
preciosas
que
os
soccorros
presladoa
á
matéria.
Quantas
vezes
não faz
ella
trocar
por
uma
palavra
de arrependimento,
a
blas-
phemia
prestes
a
sair
dos
lábios
do
mo
ribundo!
Com uma
mão
mostra-lhe
a
Cruz,
e
com a outra aponta-lhe
a
patria
em
que
breve
vae
entrar;
e
elle,
muitas
ve
zes
sceptico,
sente
despontar
em
sua
al
ma
a
luz
da
fé, espera
o
ceu
e
morre
bemdizendo a
Deus.
Para
a
Irmã
da
Caridade,
não
ha
ini
migos,
não
ha
partidos,
são
todos filhos
do
seu coração
e
da
heroica
abnegação
que
a
faz
soffocar as próprias
dôres
para
mitigar
as
alheias.
Em
todos os
campos
o
mesmo
zèlo, a
mesma
actividade,
ames-
ma
dedicação;
e
os
soldados
que
as
vèem
passar
todas
entregues
á
sua
sublime
missão,
curvam-se
na
sua
passagem
e
admiram
o
seu
heroísmo
sem
ambição
de
gloria, sem
esperança
de
recompensa
na
tetra, muitas
vezes
até
escarnecida,
ridicularisada
e
perseguida!...
A
Irmã
da Caridade
não
tem
patria
nem
familia,
ou
antes,
tem por
patria
o
universo
e
por
familia
a
humanidade.
|Ao
egoísmo
e
orgulho
dos homens
an
tepõe
a
sua humilde caridade,
com
ella
entra
nas
prisões
as
mais
insalubres,
e
por
mais horríveis
que
sejam
os
crimes
dos
desgraçados
que
ahi
jazem,
teem
para
todos
a
mesma
doçura
as
suas
palavras,
e
por
todos
reparte
os
recursos
de
que
póde
dispor.
Nas
grandes
epidemias,
quando
as
fe
bres
desolam
as
cidades
e
o
terror
se
pinta
em
todos
os
rostos,
ella
lá
vae
aos
hospitaes;
ás
casas
a
que
é
chamada ou
áquellas
onde
sabe que é precisa
—
embo
ra
a
não
chamem
—
para
velar
noites
se
guidas
á
cabeceira
dos
que
soffrem, para
ser
a sua enfermeira
quais
dedicada,
sem
que
a
ideia
do
perigo
que corre
com
o
contagio da febre,
a faça
tremer.
quem
muitas
vezes lhe recita
as
orações
da
agonia
e
quem
lhe
cerra
os
olhos
moribundos
!
E
Deus
que
vê,
que
conhece
os
seus
immensos
sacrifícios
que
ella esconde
á
sociedade,
recompensa-a
mesmo
aqui
com
a
paz do
espirito
e
com
a
santa
alegria
de
ter
praticado
o
bem. Mas
não
é só
isto:
os
povos
que
teem
recebido
os
seus
benefícios,
ou que
teem
sido
testimu-
nhas das virtudes
que
praticam,
aben-
çoam-n
’
as
e
bemdizem-n
’as;
e
quando a
morte lhes
rouba
alguma
das
suas
amigas
disputam-se a
honra
de
condusir
a seus
hombros
os
restos
queridos
dos que
fo
ram
na
vida
o
seu amparo
e
conforto.
Cobrem
de flores
e
lagrimas
os
seus
ca
dáveres,
pagando
assim
uma
pequena
par
te
do
muito
que
receberam.
S. Vicente
de
Paulo,
o
instituidor
das
Irmãs
da
Caridade,
e M.e"
e
Legras,
que
tanto
o
coadjuvou
n
’
esta
gigantesca
obra
do
bem,
tem
visto
coroados
do melhor
exilo
os
seus
trabalhos.
A
semente
que
lançaram
na
França
tem-se
reprodusido
e
multiplicado,
pro
duzindo
formosos
e
brilhantes fructos.
*
Se
espíritos cegos
por
doutrinas
erró
neas,
por falsas
philosophias,
teem
perse
guido
as
Irmãs
da Caridade, é
porque
soffocaram
os
sentimentos
do
coração
que
forçosamente
as
havia
de
admirar,
para
só
deixarem
faliar
interesses
mesquinhos
e
paixões
políticas
Para
mim,
ó
Senhoras!
vós
sois as
obrei
ras
do bem;
anjos
de consolação
e
bon
dade;
herdeitas
d
’
uma obra
collossal
au
reolada
por
luz
divina.
A
vós,
pois, o
meu
respeito!
a
vós,
a
minha
admiração!
a
vós,
as
minhas
lagri
mas
de
gratidão
pelo bem
que
fazeis
á
humanidade!
Eu
que
não
pesso
seguir-vos
os
vôos,
desejo
que
os
meus
últimos
momentos
sejam
velados por
vós,
que colleis os
meus
lábios
moribundos
á
Cruz, symbolo
de
fé,
núncio
de
esperança;
e que,
junto
com
o
padre
christão,
que,
como
a
vós,
ad
miro e
respeito,
torneis
suave
e
tran-
quilla
a
minha
morte.
Braga
—
janeiro
16
de
1879.
MARIA
DOS
ANJOS.
á
Direcção da
Archiconfraria
a
3
de
Março
do
proximo
anno,
anniversario
da
Coroação
de
Sua
Santidade
Leão
XIII.
dia
em
que
terá
a
honra
de
ser
rece
bida
em
solemne
audiência
por Sua San
tidade,
alim
de
apresentar
em nome das
respeclivas
Dioceses
da
Italia,
aos
•
pés
do
Seu
Throno,
esta
extraordinária
de
monstração
de fé
e
de
amor
do
povo
catholico
italiano
para
com a
Sua
Sagrada
Pessoa.
A
Direcção
da
Archiconfraria
de
S.
Pedro espera
que
V.
Exc.
’
Revd.
“
”
aco
lherá
benevolamente
este projedto,
e
se
dignará
dar-lhe uma
resposta,
para
elle
de
toda a
veneração;
e
pedindo
a
sua
Bênção
Pastoral,
altamente
se
preza
de
protestar
com
lodo
o
respeito
ser
De
V.
Exc.”
Revd.
m
’
II.
n10
e
D."
10
Servo
Principe
Altieri
Presidente
da
Archiconfraria
de
S.
Pedro.
Vizelta,
2S9 de janeiro de 1S15».
(Correspondência
particular).
Teem
continuado
sem interrupção
os
trabalhos
escolares
da
aula
noclurna
de
que
demos
noticia
na
nossa
correspon-
<iencia
de
21
de dezembro preterilo;
e
como
additamento
ao
que
dissemos,
te
mos a
accrescentar.
que
no
mesmo
edííi
cie
escolar
ha
um
gabinete
de
leitura,
onde
se
encontram
escolhidas obras reli
giosas,
e
outras
de
legislação,
etc.
para
aquelles
que
desejam
instruir-se
e
empre
gar
bem
as
horas
de ocio.
Seriam
promettedoras
as
vantagens
d
’
esle
estabelecimento,
se
a elle
affluissem
alumnos
em
todo
anno;
mas
é
de
crer
que
nas
noites
de
verão,
por
serem
mui
to
pequenas,
não
haja
a
concorrência
que
hoje
vemos;
ainda
assim,
os
que
não
po
derem
frequentar
n
’
aquella
estação,
devem
considerar-se
muito
satisfeitos
de,
em
tão
pouco tempo,
poderem
ler
e
talvez
escre
ver
regularmente,
não
só
pela
claresa
do
íriethodo,
cotno
lambem
pelo incansável
zelo dos professores. São
estes
o
snr.
Barros.
professor
oílicial
em
S.
João, o
snr.
Braulio Pereira
Caídas,
e o
revd"
padre
Firmino,
que
tão explicitamente en
sina
a
leitura
do
amiravel
melhodo
de
João
de
Deus;
e por
esta
circumslancia
e
oeiicadas
maneiras
de
s.
rev.
a
,
po
demos
assegurar
que
os
seus
estudantes
hão
de
bemdizer,
como
já
temos
ouvido,
a
hora
em
que
se
alistaram
n
’
esta es
cola.
Nos
dias
feriados
e santificados,
pela
manha,
depois
da
missa
conventual,
ha
o
ensino
do
sexo
feminino,
dirigido
pela
professora
da
localidade,
que
também
se
esmera
por
dar
boa conta
do
seu encargo.
Porém
as
vistas e
desejos do seu di
gno
director,
o
snr.
padre
José
Joaquim
Gomes,
querem
alcançar
maior espaço;
logo
que
haja
alumiio-,
também
haverá
professores
para
trances.
latim,
geographia,
historia,
musica,
etc.
Mas
ainda
não
pára
aquia
bene
ica
influencia
d
’
este
ulil
estabele
cimento:
de suas portas
a
dentro
vê-se
alli
o
acto
mais
edificante
e
até
cornmo-
vente,
digno
só
do
espirito
illuslrado
da
revd.
0
snr.
Gomes.
Senão
vejamos:
Se
outr
’
ora
viamos
o
rapazio
aos
cardumes
envolvido
nos
seus
folguedos
e
travessu
ras,
hoje,
nos
dias
santificados
de
tarde,
vemos
n
’
este
edifício,
entregues
a
exercí
cios
espirituaes
e litterarios mais
de 80
crianças
reunidas;
cujas
famílias
já
não
teião
tanto
ensejo
de lamentar
as conse
quências
da liberdade com
que costumam
criar
seus
filhos.
Tal
é
o
papel
sublime
d
’
um sacerdo
te,
que
detestando
a
ociosidade
empenha-
se
do
coração
para
que
todos,
grandes
e
pequenos,
appliquem
bem o
seu
tempo,
infelizmente
tão
mal
empregado,
e
só
era
futilidades
e
na
ociosidade,
fonte
de
lo
dos
os
vicios, e
a
maior
inimiga
dos
es
tados.
Possa,
em
fim,
o
nosso
bom Deus
abençoar
esta
casa,
que
á
custa
de
bas
tantes
sacrifícios
foi
edificada
para
gloria
sua
e
para
o
bem
de
todos
que a
pro
curarem,
entre
os
quaes
são
considerados
os
meninos,
a
respeito
dos
quaes
dizia
o
Divino
Mestre,
e
hoje
repele
pela
bocca
e
exemplo
do
seu
digno director: tDei-
xae
chegar
a
mim
os
pequeninos,
pois
é
a
elles gue
pertence o
Reino
dos
Ceos».
—
No
dia
5
do
corrente
procedeu-se
á
eleição
da
direcção
imtalladora
da
compa
nhia
dos
bombeiros
voluntários
d’
esta
lo
de
que
lhe
resultou
a
morte
instanta-
nea
!
A
innocenle
creança
contava
apenas
14
mezes
Sagradas reliquSaa. —
Tendo-se
tornado
commum
o
abuso
de
vender
as
relíquias
dos
Santos,
tanto
em
Roma
co
mo
fóra,
e
sendo
este
commercio
clara
mente
opposlo
aos
cânones
e
aos
decre
tos
da
Santa
Sé,
foi
pela Sagrada con
gregação
das indulgências
e
relíquias
ex
pedido
novo decreto assignado
por
s.
em.
a
o
cardeal
Oreglia
de
Santo
Este
vão,
prohibindo
expressamente
que
se
faça
semelhante
negocio,
tanto
para
os
que
vendem
como
para os
que compram.
As
relíquias
dos
Santos
são
objectos
sagra
dos,
que
a
Egreja
venera,
e
os
fieis
de
vem
respeitar,
e
não
são
assumpto
venal
para
commercio.
—
(P.J
Vi» de coKnmuniençffio entre o
Oeeano
Atlântico
e o
tieeann
Pn-
eifleo.—
Diz
um collega
que
está
com
pletamente
demonstrada
a
existência
de
uma
via
de
communicação
entre
o
Ocea
no
Atlântico
e
o
Oceano
Pacifico
pelo
mar
Glacial
Ártico,
que
foi
negada
du
rante
muito
tempo.
Um
celebre
viajante
russo, o
snr.
Nordeuskjold,
que
saiu
no
dia 9
de
junho
ultimo
de
Tromosoé com
dois
vapores,
o
«Vega»
e
o
<Lena>, atra
vessou
o
mar
de Kara, e dobrando
o
•o
cabo
de
Tcheliouchkine, apoz
longas
fadigas
e
consideráveis
perigos,
levou a
Jakoutsk
a noticia
e
a
prova
da
sua des
coberta,
tendo
a inlençio
de proseguir
no
seu
caminho
pelo
estreito
de
Behnng
até
ao
Japão,
com
o
que
se
abrirá
um
novo caminho
commercial
entre
a
Asia
septen
rioml
e
Arkangel.
Carta.—
De
bom
grado
annuimos
á
publicação
do
seguinte
documento,
a
qual
nos é
pedida
pelo illusirado
e
virtuoso
sighalario.
Não
o
fizemos
com
mais
pres
teza
por
falta
d’
espaço.
...Snr.
Recorro ao seu
excellente
jornal
pa
ra
dar
a
máxima
publicidade
á
seguinte
retraclação
e
rectiticação
d
’
alguns
erros
que
o
exc.
mo
dr.
Promotor
d
’
este
Patriar-
chado
encontrou
no
almanach
do
clero
,
poriu
GUE
z
E
brazileiro
,
para
o anno
dé
1879, depois
de
o
ter
examinado
por ordem
do
em.
rao
e
rev.
111,1
snr.
Car
deal
Patriarcha
de
Lisboa.
D.
Ignacio
I.
Cumprindo
cora o
q
je
prometti
a
pag.
236 do
referido
almanach,
declaro:
l.°
Que a
auctoridade
ecclesiastica
re
putou
errónea, e
como
tal
eu
por
con
sequência
a
considero,
a
doutrina
do
ar
tigo
inserlo na
pag.
216
intitulado: Ab
stinência
de
carnes;
artigo
traduzido
do
Cathecismo
Abreviado da
Religião,
de
Schouppe,
segundo
indica
o
autographo
do
traductor,
que
conservo
em
meu
po
der,
na
parte
em
que
n
’
elle
se
diz
que
«Em
Portugal,
por Indulto
Aposlolico,
que
os
exc.
mos
e
rev.
nios
Prelados
costu-
lutrram
solicitar
em
todos
os
annos,
tesm
os
fieis,
que
tomam
a
Bnlla
da
Santa
Cruzada,
sido
dispensados
da
abstinência
de
cardes
em
os
dias
de
jejum
assim
na
quaresma
como
fóra
d’
ellaz>.
Não
obstante
o
artigo
declarar
que
esta
dispensa
é
dada
com
cerlas reslric-
ções
e
excepcões,
fóra
da
quaresma não
é
permiltido
nos
dias
de
jejum
e
abstinên
cia
de carnes senão
o
uso
de
temperos
d
’unto
e
gordura
de porco
aos
que
se
acharem
munidos
com a
Bulia
da
Santa
Cruzada,
e
nunca
o uso
de
carnes;
como
se
vê
da
Carta
Pastoral
do
em.
1110
e rev.™0
snr.
Cardeal
Patriarcha,
de
5
de novem
bro.
Declaro
mais:
2.°
Ter
deixado
de
in
dicar,
pelo
motivo
apontado
nas
pag.
76
e
77
do
almanach,
os
dias
de
jejum
se
guintes:
1 de
fevereiro;
21
de maio;
4,
6, li
(no
Patriarchado)
e
19
de junho,
e
as
têmporas
de
4,
6
7 do
mesmo
mez.
Declaro
também:
3.°
Que ao
exc.
mo
dr.
Promotor
pareceram
menos
orthodo-
xós
os
seguintes
artigos: A
Religião
e
a
Política
(pag.
89.; Meio fácil
de
fazer
exame
de
consciência
(pag.
196);
e
as
anedochs
de pag.
16o
e
2')í;
e
pouco
honestas as
poesias
que
se
lêein a
pag.
87,91,
115,
120,
196,
204
e
227:
e
que
ao
consentir na
publicação
dos
re
feridos
artigos
e
poesias
não
foi
minha
intenção
nem
offender
a
Religião
nem
a
castidade
e
pudor
dos
leitores
do alma-
nãch,
se
por
ventura
taes
lhes
parecerem
corno
ao
exc."
‘°
dr.
Promotor
os ditos
artigos
e
poesias.
,
Declaro
ainda: 4"
Que
o
em.
mo
e
rev"
10
snr.
Cardeal Patriarcha
não ouviu
préviamente
lèr,
e
por
consequência
não
approvou
nem
áuctorisou
a
publicação
as
sim
d
’aquelles
como
de todos
cs
demais
calidade,
ficando
presidente
o
bacharel
Abilio
da Costa
Torres.
N
’
essa
mesma
oc-
casião
resolveu-se
criar
aqui
um
monte
pio,
logo
que haja
um
numero
sufficienle
de
socios,
cuja direcção
será
talvez
a
mesma
que
foi
eleita
para
a
companhia
de
bombeiros.
Se
se
realisar
este
grande
melhoramento, Vizella não duvidadá
reco
nhecer
o
snr.
dr.
Abilio
como
o
seu
an
jo tutelar
por
assim
concorrer
para
o
seu
engrandecimento,
fazendo-a
elevar
ao
maior
grau de
prosperidade.
F...
miTILHÀ
S. Vieente.—
Teve hontem
logar
a
festividade
do
glorioso
martyr
S.
Vicente,
no
sumptuoso
templo
da
sua
invocação.
Houve
de
manhã
missa
cantada
a
instru
mental,
Exposição
do Santíssimo
e
ser
mão,
e
de
tarde
procissão
em
redor
do
templo
e
Te-Deum.
itieunião
lloiirivM.
—
Houve
ha
dias
uma
reunião
d
’
alguns ourives
d
’
esta
cidade.
Um
dos
ourives,
tendo recebido
pouco
antes
da
reunião
um
convite,
simples
mente
assignado
pelo
secretario
da
meza
composta
ad
Itoc,
pediu
para que
fosse
adraillido
alli,
a
tomar
parte
nos
deba
tes,
um
indivíduo
que,
embora
estranho
á
classe
da
ourivesaria,
era
competente
para tractar
a
questão
a ventilar-se,
pois
que
já
oor
meio
da
imprensa
se tinha
occupado
d
’
ella;
fundando este
pedido
no
exemplo
ha
pouco
dado
em
idêntica
reu
nião effeituada
no
Porto.
Este
pedido
não
foi
tornado
em
consideração!
Aberta
a
sessão,
vários
membros
per
guntaram
ao
snr.
presidente,
como
se
havia
constituído
a
meza
e
uma
commis
são
que
alli estava
com um
relatorio
já
elaborado,
sém
previamenle
serem
ouvi
dos
aquelles.
Depois
das
explicações
d
’
um
dos
membros
da meza,
um outro
declarou
que
alli
se
ia
tractar
somente
da
questão
do
loque do
ouro.
Em
vista
d
’eslas
e
d
’
otitras
cousas
in
sólitas, acintosas
e
vergonhosas
que
de
monstravam
que
a
maioria
dos
membros
da
reunião
estava
possuída
do
espirito
de
provocar
e
confundir
alguns
dos
que
tem
propugnado pela
reforma
de
que
tan
to
carece
este
ramo
industrial,
e
não
disposta
a
tractar
séria
e
sinceramente
es
ta
questão,
alguns
ourives
retiraram-se.
Desde ha
muito
que
entre
a ourive
saria
d
’
esta
cidade
lavram profundas dis
sidências.
Lamentamos
que
assim
seja.
Este
estado de
coisas
não
deve
continuar
assim,
e
está mostrando cada
vez
mais
quanto
é
instante
e
indispensável
uma
reforma
radical
na
ourivesaria,
em bene
ficio
do
publico,
que
é
afinal
quem per
de
com
este
cahos.
Esperamos
que
as
providencias preci
sas se não façam
esperar.
aiiNtioiução de aosiedaile. —
Foi
dissolvida
a sociedade
que
sob
a
firma
de
Guimarães &
Milhão
girava
na
praça
do
Porto,
ficando
lodo
o
activo
e
passi
vo
a
cargo
do
snr.
Antonio
José
Gon
çalves
Milhão, debaixo
da
sua firma
in
dividual.
Afogada.
—
Na
freguezia
de
Verdoe-
ja,
appareceu
ha dias
junto
do
rio
Mi
nho
o cadaver
d
’
uma
mulher,
retido
pe
los
ramos
d
’
uma
arvore.
Suppõe-se
que
fóra
trazida
pelas cheias;
no-entanto
a
justiça
averigua.
fortoíi itmpos.—
Foram
declarados
limpos
os
portos
de
Goria,
e
Dakar, Gui
né
portugueza. Serra
Leôa
e
Cuba.
4»
soeialiemo ixa
Allemanhn.—
Até
31
de
dezembro
de
1878,
em vir
tude
da
lei
contra
o
socialismo, o gover
no
allemão
prohibiu
189
associações,
58
publicações
periódicas,
21
publicações
não
periódicas,
e
expulsou
82 socialistas.
Folheticièi.
—
Go'lÓsaraente
publicá
mos ha
dias
um
exceltenie
folhetim
de
uma
illustre
êscriplora
de
Monsão,
a
exc
1,,a
snr.
8
D.
Zulmira E.
A.
de
Sá:
hoje
re
cebemos
a
visita
d
’
uma
outra
talentosa
snr"
d
’
esta
cidade,
com o
que
por
muito
honrados
nos damos.
A
ambas
os
nossos
cordeaes
agrade
cimentos.
Creança
devorada.—
Escrevem
de
Torres
Vedras,
que
no
dia 14
do
cor
rente,
nos
casaes das
Eiras,
freguezia
de
Ponte
do
Rol,
um porco
entrou
n
’
uma
casa
que
encontrou
aberta,
e
deparando
com
uma
creancinha
qhe
estava
deitada
no
berço,
accomtnétieu-a
furiosamente,
devorando
lhe a
maior
parte
do corpo,
escriptos,
que
no
referido
almanach
se
conteem.
Declaro
finalmente:
5.°
Que
todos os
escriptos,
para
o
almanach
do
clero
portuguez e
brazileiro
de
1880
serão
pré-
viamente
submettidos
á
censura
da
aucto
ridade
ecclesiastica,
e
só
se
imprimirão
os
que
merecerem
a
sua approvação.
Sendo
de indole religiosa o
jornal
que
v.
tão
dignamente
redige,
peço-lhe,
snr.
redactor.
a
caridade
de
mandar
n
’el-
le publicar as
declarações
acima mencio
nadas,
para
que
d’este
modo
passam
chegar
ao
conhecimento
de todas
e
quaes-
quer
pessoas
que
possuam,
hajam
lido
ou
venham
lèr
o
mesmo almanach;
pelo
que
se
confessa
desde
já
surnmamente
agra
decido
o
que
tem
a bonra
de
se
subs
crever
com
o
maior
respeito
e
conside
ração
De
v.
etc.
Lisboa, 16
de
janeiro
de
1879.
Padre Luiz
Pereira
de
Sampaio.
Concursos.—
O
«Diários
publica
avi
so
de
que
estão
a
concurso
as
seguin
tes
egrejas
parochiaes:
Alcobaça
(Santíssimo
Sacramento),
con
celho
de
Alcobaça.
diocese
de
Lisboa.
Alfeizirão
(S.
João
Baplisla),
conce
lho
de
Alcobaça,
diocese
de Lisboa.
Algoso
(S.
Sebastião),
concelho
de
Vi-
mioso,
diocese
de
Bragança.
Alvite
(S
Vicente),
concelho
de
Miran-
della,
diocese
de Bragança.
Amoreira
(Nossa
Senhora
da
Assum
pção), concelho
da
Barquinha,
diocese
de
Lisboa.
Benedicla
(Nossa
Senhora
da Encar
nação),
concelho
de
Alcobaça,
diocese
de
Lisboa.
Boa
Fé
(Nossa
Senhora), concelho de
Evora,
diocese
de
Evora.
Brogueira ,,S.
Simão),
concelho
de
Torres
Novas,
diocese
de
Lisboa.
Gabrella
(Nossa
Senhora
da
Conceição),
concelho
de
Montemór-o-Novo,
diocese
de
Evora.
Cardigas
(Nossa
Senhora
da
Assum
pção),
concelho
de
Villa
de
Rei,
diocese
de Lisboa.
Caria (Nossa Senhora
da Corredoura),
concelho
de
Sernancelhe,
diocese
de La-
mego.
Carvoeira
(Nossa
Senhora da
Luz),
concelho
de Torres
Vedras,
diocese
de
Lisboa.
Ghanceleria
(Santa
Eufemia),
concelho
de
Torres
Novas,
diocese
de Lisboa.
Duas
Egrejas
(Nossa
Senhora
do
Mon
te),
concelho
de Miranda,
diocese
de
Bragança.
Evora
de
Alcobaça
(S.
Thiago),
con
celho
de
Alcobaça,
diocese
de
Lisboa.
Freiria
(S.
Lucas),
concelho
de
Azoeira,
diocese
de
Lisboa.
Gallés
(Santo
Estevão), concelho
de
Mafra.
diocese
de
Lisboa.
Gavião
(Nossa
Senhora
da
Assump
ção),
concelho
de
Gavião,
diocese
de
Lis
boa.
Gondifellos
(S.
Felix
e
Santa Marinha),
concelho
de
Villa
Nova
de
Famalicão,
diocese
de
Braga.
Leiria
(Sé)
(Nossa
Senhora
da
Assump
ção),
concelho
de
Leiria, diocese
de
Lei
ria.
Melgaço
(Porta
da
Villa)
(Santa
Maria),
concelho
de
Monsão,
diocese
de Braga.
Machiai
(Santa
Suzanna),
concelho
de
Torres Vedras,
diocese
de
Lisboa.
Monsanto
(Divino
Espirito
Santo),
con
celho
de Torres
Novas,
diocese de Lis
boa.
Óbidos
(S. Pedro),
concelho
de
Óbidos,
diocese
de
Lisboa.
Paço
(Nossa
Senhora
do
Pranto),
concelho
de
Torres
Novas, diocese
de
Lisboa.
Ribeira
(Nossa
Senhora
da Conceição),
concelho
de
Torres
Novas, diocese
de
Lisboa.
Ribeira
de
Santarém
(Santa
Iria),
con
celho
de
Santarém,
diocese
de
Lisboa.
Seixo
Amareilo
(Nossa
Senhora
da
Assumpção),
concelho
da
Guarda,
dioce
se
da
Guarda.
Torres
Novas
(S.
Pedro),
concelho
de
Torres
Novas, diocese*
de
Lisboa.
Torres
Novas
(Santíssimo
Salvador),
concelho
de Torres
Novas,
diocese
de
Lisboa.
Terrugern
(S.
João
Degolado),
concelho
de
Cintra,
diocese
de
Lisboa.
Troviscal
(S.
Vicente),
concelho
da
Certã,
diocese
de
Lisboa.
E
pelo
praso
de trinta
dias,
a
cou
tar
de
9
do
corrente,
concurso
por
pro
vas
publicas
para
provimento
das
egrejas
parochiaes de
S.
Martinho
de
Brufe,
no
bjalwj
'
-
’
T*atorasEFHMJwzwwwi»
concelho
de
Villa
Nova
de
Famalicaão;
S. Miguel
de Troviscoso, no
concelho
de
Mohsão;
e
Sanio
Estevão
de
Urguezes,
no
concelho
de
Guimarães,
todas
da
dio
cese
de
Braga.
*
Óbito
—
Falleceu
repentinamente
na
freguezia
da Estella, concelho
da
Povoa
de
Varzim o
snr.
padre
José
Antonio
Oli
veira,
parocbo
encommendado
da
dita
fre
guezia.
•
Exposição
de Berlim.—
No
proxi
mo
anno
verifica-se
em
Berlim
uma
ex
posição internacional de
productos
e
uten
sílios
de
pesca
marítima
e
fluvial.
Leilão
d’autographu8 —
Ultima-
mente,
houve
em
Paris
um
leilão
d
’
au-
tographos.
Uma
carta
de
Américo
Vespu-
<yo,
que
deu
o
seu
nome
ao
Novo-Mun
do,
foi
adjudicada
por
2:600
francos Um
autographo
de
Rabelais,
foi
comprado
por
l;000
francos,
um
de
Racine
por
800
francos,
e
outros de
Tasso
e Cervanles
por
600
francos
cada
um.
Casuníínto da
rei de Hollan-
da.
—
Casou
no
dia 8,
ás
6
horas
e meia
da
tarde,
com
grande
pompa,
na capel-
la
do
castello
d
’Aralsen, o
rei
de
Hol-
landa
com
a
princeza
Emma
de
Waldock-
Pyrmont.
As
testimunhas
eram
o
duque
de
Sa-
xe
e
o
prineipe Guilherme
de
Wurlem-
berg.
RTotieías da
c.utné portuguezn.
—
Um
telegramma
de
S.
Vicente
diz
que
houvera
grande
carnifina
em
Bolor, na
Guiné
portugueza,
havendo
300
victimas
e
entre
ellas
dois
ofliciaes
e
50
soldados,
devido
á
imperícia
do
governador
Vieira.
Pertaguezea fallecídos.
—
Desde
23
a
30
de
janeiro
falleceram
no Rio
de Janeiro
os
seguintes
subdidos
porlu-
guezes:
João
Baptista
Alves Braga,
22 annos,
casado,
Manoel da
Rocha
Teixeira, 18 s;
Arma
M»ria
Rníina, 79
s;
Carolina
Au
gusta
de
Moraes
Cunha,
38
c; José
da
Rocha
Sousa, 42
c;
Luiz
Jorge,
40
s;
João
Pacheco
Medeiros,
33
c;
José
Fer
reira
de
Sousa,
30
c;
João José
da
Sil
va
Pinto,
56 s;
Isabel Aurora,
34;
José
Ignacio
Mendes,
42
v;
Frederico
José
de
Mello,
60
s,
Miguel José
Alves
Pereira,
54
c;
Manoel
da
Costa,
27
s;
Antonio
Joaquim
de Araújo,
29
c;
Manoel Pereira
de Amaral,
48; José
Maria
Rego,
18
s;
Martinho
da
Silva Macieira,
28
s;
Anna
Amélia de Jesus, 36
s;
Antonio Augusto
Correia
da
Silva,
22
s;
José
da
Costa,
50
c;
Florinda
Constança
de
Sousa, 63;
Alexandrino
Rosa
de
Medeiros,
25.
Preçaeeireaea.
—Na
terça-feira
ultima,
n
’esla
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
'
Trigo............................................... 800
Centeio
........................................
530
Cevada
.............................................
560
Painço.............................................
520
Milho
branco
..........
550
»
amarelio
.........
520
Milho
alvo.................
600
Feijão branco.......... 800
»
vermelho.
....
800
»
amarelio.
....
600
»
rajado
..........
560
»
fradinho
.........
520
Batata
..............................................
500
Azeite.
......
68000
sscçAe
as roMmsicAim
Sendo
eu
um
dos
queixosos
contra
o
indigno
escrivão
de fazenda
d
’este
conce
lho,
Antonio
da
Costa
Moraes,
desejava
saber
o
que
tem
feito
a commissão
no
meada
em
assembleia
geral
da
Associa
ção
Commercial d’esta
cidade,
afim
de
conhecer
das
illegalidades
do
predicto
escrivão.
Espero
que
alguém
me esclareça.
A.
M.
da
C.
e
S.
EXPEDIENTE
Para
maior
commpdidade,
podem
os
nossos
assignanles
das
seguintes
localida
des
entregar
a
imporlancia
das suas
as-
signaturas:
No
Porto
—
Ao
snr.
José
Carlos das
Neves,
rua
das
Flores.
Em
Guimarães—
Ao
snr.
Pedro Lopes
Guimarães.
Na
Covilhã
—
Ao
snr.
Luiz
Antonio
de
Carvalho.
•
Em
Lisboa —Ao snr.
Antonio
Augusto
S.
Castanheifa,
rua
de
Buenos-Ayres,
n.° 34.
—
Revd.
mo
José Feliciana
Coelho
dos
Reis,
Hospício
do
Sacramento,
Alcantara.
Ilhas
Adjacentes
—
Albino
Augusto
Pes
soa,
Ilha
de
S.
Miguel.
A
’
quelles
cavalheiros
a
quem
enviar
mos
esta
folha
e
que
nãò
quizerem
ficar
com
a assignatnra
da
mesma,
rogamos
a
fineza
de
nol-a
devolverem
para nosso
governo.
Agradecendo
cordealmente
a
ponctua-
lidade com
que
muitos
dos nossos
esti
máveis
assignanles
tem
satisfeito
o
paga
mento
das
suas
assignaturas, lembramos
a
alguns
snrs.
que
ha
muito
se
acham
em
debito,
se
dignem
satisfazer
quanto
antes,
para
regularidade
da nossa
admi
nistração.
SAODE
A TOBOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa farinha
de
saúde,
DD
BARRY
de Londres.
30 annot)
d’
invrariãvel aueeesso
2
Combatendo
as indigestões
(despepsia)
gaslrica,
gasiralgia,
flegma,
arroios, amargor
na
bocca,
piluitas,
nauseas,
vomitos,
irrita
ções
intestinaes,
bexigas,
duenteria, cólicas,
tosse,
aihsma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos, da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:000
curas
en
tre
as quaes
conlam-se
a <Jo duque
de
Pluskow, da
ex.
‘
“
4
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Oicies,
par
d
’lo-
glalerra,
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.—
Vervaot,
28
de
mar
ço,
1866.
—Senhor.
—
Bemdilo
seja
Deus!
Á
sua
Kevalesesère
salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naturalmente
fraco,
estava
arruinado
em
consequência de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito an
nos,
tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
Kevales
eière
me
rasiitmu
a
saude.
—
A.
B
rune
-
li
È
ue
,
cura.
Cura
n.°
78:364.
—
Mr.
e
m.me
Leger,
de
doença
do
figado,
diarrhea,
tumor
e
vo
mitos.
Cura n.° 68:471.
—
Mr.
Pierre
Castel-
li.
abbade,
de
prostração
completa
na
edade de 85
annos; a
Hevwleecière
re-
raoçou-o.
<
Prégo,
confesso,
«isito
os
doen
tes,
dou
grandes
passeios
a
pé,
e
sinto
o
espirito
lúcido
e
a
memória
f>esca.»
E’seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenia
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
lixos
da
senda
por
miúdo
em
toda
a
pé-
’
niosula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
*/
4
kilo
500
;
de */,
kilo
800
rs
;
de um
kilo.
18400
reis;
de
2
*/
s
kilos,
38200
reis;
de
6
ki
los,
68400;
e
de
|2 kilos,
128000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se'po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a
800
e
18400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
BewtuSetseãès-e!
eisoeolatada
;
ella
res-
titue
o
appetlite, digestão,
somco,
energia
e carnes
duras ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes tnaii
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem esquentar.
Ein
pó
e
em
paus,
era
caixas
de
folha
df
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
2
í
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
18409
;
d.--
120
chavenas,
38200
reis,
ou
25
reis
cad>
ehavena.
BAROT
«fc
C.a
LJ.VSET5E8J,.
-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regeis-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos.
droguistas,
mer
■
cieiros, etc.,
das
provincias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
a
•
deposito
Centra!
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Cor-p;
Santo
16, Listoo»,
(por
grosso
e
miudc):
Azevedo Filhos,
praça de
D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
irmão»,
rua
Áurea,
12—
Fms-
L
de
Sousa Ferreira &
Irmão,
rua
d?
Banharia,
77.
DEPtJSITOS
ENTRE
DOURO
E
Ml-
NHO.=Aveiro,
F.
E.
da
Luz e Costá,
pharm.
—
Eí.areeS!,»»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
ttraga,
Domingos V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31-
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
V&annaa
daCas-
s«9tl®,
ÀflótiRO drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua
graode,,
140.
—
Rwirasara®»,
a
J.
Pereira
Martins,
phartn.
—
Aotcnio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira, 1;
José,
J.
da Silva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33. —
IPeiaaftel,
Miranda,
pharm.—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Dinão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Ledofeila,
160;
Fontes
&
C.
a, drogs.,
Pra
ça
de D.
Pedro,
105 a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia Central,
Rua
de
San
to
Aniotno,
225 a
227.
—E»®ní*
d» Li-
sá*».
A;
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
—
«So
Vurzim,
P.
Machado de
Oliveira,
pharma.
—
Valeaç» do
."HHiilie,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
d»
Condo,
a
.
L.
Maia
Torr
s,
pharm.
ANNUNC1DS
Antonio
Manoel
Ayres Oliveira, nego
ciante
na
rua
dos
Chãos, compra acções
do
Theatro
de
S. Geraldo.
(2230)
wwío
A
Direcção
do
Banco
Mercantil de
Bra
ga,
previne
para
que
ninguém
faça
con
tracto
algum
em
os
bens moveis
e
immo-
biliarios
pertencentes
a
Manoel
Joaquim
da
Cunha
Vieira
Carvalho e
sua
mulher,
pois
que todos
os
que
possuem
n
’
este
conce
lho,
no
de
Vieira
e
Arcos
de
Val-do-Vez.
se
acham
assestados, para
segurança
dos
credores,
e
que
estão
as
acções
em
juizo.
(2228)
VH1H0 CHEOZOTADO
DE
GIMWEKT B MtQUCJIARD
MODIFICADO
POR
DUJARDIN-BEA.UMETR
Este
novo
medicamento,
cujos
resul
tados
têiun
sido
surprehendentes,
é
hoje
o
preferido
por
lodos
os
médicos
tanto
iiacionãcs
como estrangeiros
para
a
cura
da
phlysica
pulmonar,
broncliites,
catar-
rhos
da
bexiga,
tosses rebeldes, etc.
Deposito
no
Porto
—
Pharmacia
Orien
tal,
268,
rua
de 8.
Lasaro,
272.
Braga
—Pharmacia
Maya,
rua
dos
Chãos, 31.
(2229)
VijUdj 03vy11 /R\
raOlIíCÀu
Antonio
José
Ferreira,
da
freguezia
de
Chorente,
concelho
de
Barcellos,
inte
ressado
na
herança
do
finado
seu
irmão
Manoel
José
Ferreira
Braga,
fallecido
na
cidade
do Porto,
vendo
no n.°
1.°
do
«Diário
do
Governo»,
<lo
dia
2
do
cor
rente
mez de
janeiro
annunciada
para
o
dia
30
do
mesmo
mez
no
Ministério
da
Fazenda
dos
districtos de
Braga
e
Porto
a arrematação
de
diversas
e
importantes
propriedades, designadas
como
pertencen
tes
á
Santa
Casa
da
Misericórdia
da
mes
ma
ciddde
do
Porto,
previne
o
publico
de
que
todas
essas
propriedades
são
da
herança
do
dito
sen
finado
irmão;
a
res
peito
da
qual
corre
seus
lermos
uma nos
tribunaes
da
cidade
do
Rio
de
Janeiro,
como
cidadão
Brazileiro,
que
elle
era,
pro
posta
por elle
annuneiante e
outros
seus
irmãos
e
sobrinhos
contra
a
mesma
San
ta Casa
para
aimullação
do
testamento
e
revendicação
de
todos
os bens
e
valores
constitutivos
d
’essa berança,
revendicação,
pela
qual
se
protesta
levar
a
efleito
mes
mo
contra
tolos
e
quaesquer
arrematan
tes,
o que
se
annuncia
por
esta
fórma
para
conhecimento
de
lodos.
A
rogo
de
Antonio
José
Ferreira,
por
me pedir
e
rogar
em
virtude
de
o
não
poder
fazer
em consequência
de
se
achar
completamente
cego.
José
Francisco
Rodrigues
da
Silva.
Como
testimunha
—
P^ancisco Antonio
da
Cruz.
»
»
—
Manoel
José
d
’
Oliveira.
(Segue-se
o
reconhecimento).
Braga 17
de
janeiro
de
1879. (2226;
COFRE DE FERRO
Quem
o
tenha
para
vender,
falle
na
rua
Nova n."
4.
DINHEIRO A
JUROS
O
Cabido
da
L
e
R.
Collegiada de
Santa Maria
Maior, de
Barcellos,
tem
di
nheiro
pertencente
aos
capitaes
de
Nos
sa
Senhora
da
Soledade
para
dar a juros
a quem
o
pretenda
e
apresente
boa hy-
potheca.
(2227)
Monle-Pio
de S.
José
Por
ordem
do
snr.
presidente
da
as
sembleia
geral,
são
convidados
todos
os
socios
que
estejam
no
goso dos
seus
di
reitos,
a reunirem-se
em
assembleia ge
ral,
á
uma
hora
da
tarde
do
dia
26
do
corrente,
na
casa da
Associação
do
mes
mo
Monle-Pio,
no largo
de
Santo
Agos
tinho,
n.°
8,
afim
de
se
proceder
á
ap-
provação
e
discussão
das
contas
e
relato-
rio
da
direcção
finda,
e
eleição
da
nova
gerencia,
cumprinio-se
assim
as
disposi
ções
do
artigo
41,
e
seus
paragraphos,
do respeclivo
estatuto.
Braga
17
de
janeiro
de
1879.
O
l.°
secretario
(2225)
José
Antonio
Peixoto
Braga.
DINHEIHO
A JLHKO
*
A
irmandade
de
Nossa
Senhora
d
Torre,
tem
3308000
rs.
para
dar
a
juro
O
secretario
(2203)
Padre
Luiz
Gomes
da Silva.
Banco
de Guimarães
Por
deliberação
tomada
em
Assembleia
Geral
de
15
do
corrente
são
convidados
os
snrs.
accionistas a
reunirem-s
no
dia
24
d
’
este
mez
pelas
10
horas da
manhã
na
casa
do
Banco
para
os
effeitos do
art.
42
dos
estatutos.
Banco
de Guimarães,
16
de janeiro
de
1879.
O
presidente da
Mesa
da
Assemblea
Geral
(2222)
Barão
de
Pombeiro.
Noticia Histórica da
Peregrinação
ao
Vaticano,
pelo presbytero
Francisco de
Sousa do
Prado de
Lacerda,
prior
da
Chamusca.
Vende-se
por
700
reis
na
vestimenta-
ria
Rocha,
rua
do
Souto
n.°
41.
(2202)
Companhia
Geral
Bracarense
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
reunirem-se
em
assenebreia
geral,
no dia
27
do
corrente,
pelas 11
horas da
ma
nhã,
no
escriptorio da
Companhia,
cam
po
de
D.
Luiz I,
para
dar
cumprimento
ao
art.
12
dos
Estatutos.
As
contas,
balanço
e lista
dos
accio-
nislas
acha-se
.
desde
já
patente,
no
re
ferido
escriptorio.
Braga, 15
de
janeiro
de
1879.
O
presidente
Francisco
de
Campos
d
’
Azevedo
Soares.
(2223)
Firmino
Augusto
Martins,
professor
de
ensino
primário
da freguezia
de
S.
Victor,
largo
das
Therezas
a
S.
Vicente,
faz
publico,
que
lecciona
candidatos.
d’
am-
bos
os sexos,
ao
magistério
primário.
Também
faz
publico
que
tendo
em
sua
companhia
uma
irmã,
por
nome
Francisca
Augusta
Martins,
competente
mente
habilitada;
com
exame
feito
no
ly-
ceu
de Villa
Real,
como
consta
do
«Diá
rio
do
Governo»,
de
14
de fevereiro
de
1878,
n,
0
36.
Esta,
abre
mestra
particu
lar,
cotn obrigação
de
levar as
meninas
a
exame
d
’
inslrucção primaria, e
ensina
pelo
novo methodo
do
dr.
João
de
Deus.
Braga
16 de
janeiro
de
1879.
(2218)
LECCION
á
CAU
Na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
38
lecciona-se
PH1LOSOPHIA,
RHETO-
RICA
e
FBANCEZ.
Habilita-se para
exame.
MACHINAS
PARA
COSER
HL.
JE
«S
DA
Companhia fabril SINGER
13
—rua de
S. Vieente—13
BRAGA
Farmaoia
de HOGG, 2, rue de Caatiglioae, Paria
(Unico
proprietário).
D«
_________ _______________
OLEO
HOGG
BACALAO de
Prescripto
por
todos os médicos e empregado com o mayor succeso
contra
: as enfermidades do peito,
nflciçôes escrofu
losas, tosses chronicas,
rheumatismos,
magreza crianças, das inipigemes, yC
fluxos brancos,
debilidade gerai,
etc.,ete. íf
Ç
Agradavelefacil
de
tomar.—Desconfiar das falsificações.
3
X. azA B
Exigir-se-ha
a
marca da Fabrica juntó que encobro
£
a
capsulo
de cada frasco de
feitio triangular, e a firma
HOGG
e Cia,
que devera
achar-se sobre o rotulo.
IWGEB
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
inundo
conhece
e
que nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
888:818
machinas
de
costura!!!
mais
8O;4fltt
que
êna
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a prestações
de
a®o reis
seniMiacH
sem prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a prompto paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
fllTCEB
Para
famílias,
alfaiates,
costureiras,
chapelleiros
e sapateiros
A COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos o
publico que te
nha
todo o cuidado para não
ser enganado
com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIX6ER
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17, RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
districtos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino esmerado
e
-
grátis
em casa
|do
comprador.
Peçam
cathalogos
illustrados com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
Dinheiro
sobre penhores
Na
Caixa
Penhorista Bracarense,
rua
de
D.
Gualdim,
ao
pé
da
Roda,
dá-se
dinheiro
sobre
prata,
ouro,
joias,
roupas
e
outros
mais
objectos
que
tenham
va
lor
de
cincoenta
mil
reis
para
cima;
tem
grande
abatimento
nos
juros.
Acha-se
aberta desde
as
7
horas
da
manhã
até
ás
8
da
noite.
DINHEIRO
A JURO
A
confraria
de
Santo
Amaro
da Sé
Primaz, tem
para
mutuar,
a
quantia
de
SOO^ffLO
reis.
(2065)
Deposites
nas principaes
Pharmacias e em
Lisboa, nas casas de B
arreto
,
rua
do I.oreío,
88 e 30. A
zevedo
e
Filhos, B
arral
e I
rmão
;
em S9orto,
nas*casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
;
em
Coimbra,
Salvador F
erraz
.
_______
____
PERIODICO
0 MAIS
ELEGANTE
E
f.
a
Edição
—
Dois
numeros
por mez:
numeros
gravados,
aguadas
e moldes.
—Um
anno,
5$2tM
reis
—seis
mezes,
2^900
reis.
MAIOR
DE
TODOS
OS
DE
MODA
2.®
Edição
—
Cincoenta
e
dous
nume
ros
por
anno:
numerosos
gravados,
aguadas
e
moldes
cada
mez.—
Um
anno,
11$3OO
reis
—seis
mezes,
5$700 reis.
NOTA
—
Edição
especial
para coatureiraíit
96
figurinos
e
numerosos
moldes
cortados
de
tamanho
natural.
—
Um
anno,
11^360
reis
A
administração
do
Commercio
do
Minho
recebe
as
assignaluras.
depois
mais
de 40 annos por a maior parte
dos
médicos
por curar a
chlorosis
(fluxo
branco)
doança das mancebas
filhas e to
das
as
moléstias chloróticas. Eis aqui
a
opinião
dos mais eminentes médicos
que as
tem
experimentado:
«
Depois 35
annos que exerço a medicina,
«
tenho reconhocido a este medicamento
«
(Pílulas de
Blaud)
vantagems
incontesta-
«
veis
sobre todos os outros ferreos e eu
«
o
miro como
o melhor anti-chlorótico.
»
Dr DOUBLE,
ex-prísidente
da
Academia
de Medicina.
« De todas
as preparações ferreas que
«
nos
hão dado bons resultados no trata-
«
mento das
affeições
chloróticas, as pilu-
«
las de
Bland
parece-nos devem
estar na
«
primeira fila. » — Diccionario unir, de
Medicina,
t. n, page 99.
—
i
Como
prova
da
authentlcidade,
o,
nome do
inventor
esU
gravado
«obre
cada
pilula
como
aqui
junto
I
Depositos:
Paris,
t, r.Payenne.
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
n.°
28
—
3
(27
*)
Linimento
BOYER-MICHEL
para
caval-
los, fazendo as vezes de fogo e não deixando
vestígios
do
seu emprego
M
ichel
, pharma-
ceutico em Aix
(na Provença) França. —
Preço 1,000 reis. —Em
Lisboa,
o snr.
Barreto,
Li.reto,
n 0
28
—
03. (25)
HISTORIA
DA R1FORMA
PROTESTANTE
EM
INGLATERRA
E
IRLANDA
Fazendo
ver
que
este
acontecimento
abateu
e empobreceu
a
maior
parle
dos
habitantes d’estes
paizes
EM UMA
COLLECÇÃO BE
CARTAS
dedicada
a
todos
os
inglezes
justos
e
sen
síveis
por
GUILMEKME UKBÍ.TI
Nova
edição
ornada
com
gravuras
em
cobre
QBE
A
todo»
os
perturjurzea
Para
cabal
desengano
do
qòe
é
a
reli
gião
protestante,
dedica
O
P.° Jcsé
de
Sousa
Amado.
Preço
d
’
assignatura
1$6C0 rs.
Hoje
custa
apenas
600
rs.
Dinheiro a
juro
Ha na
confraria
de Santo
Antonio
da
Praça
Municipal
a quantia
de
650$000
reis
para
mutuar. O
secretario—Padre
Fran
cisco
Maria.
(2117)
COSINHEIRO
No
Collegio
dos
Orphãos
precisa-se de
um
cosinheiro e de
um
ajudante
de
co-
sinha.
Quem
pretender,
falle
no
mesmo
Collegio.
(2124)
CODIGO
PENAL DA EGREJA
®ta CoMSíitwiçío
Apostoliea» Sedis
do
SS.
Podre
Fio IX
AnnSlada
e
commenlada
pélo
presbylero
João
fíebello
Cardoso
de Menezes.
A
’
venda:
N’
esta
redacção.
No Seminarip
Conciliar
de
S.
Pedro,
e
nas casas
dos
revd.
mos
arcyprestes
de
Barcellos,
Arcos,
Chaves,
MonfAlegre,
Vianna.
Valença,
Famalicão, Ponte
do
Lima,
Villa
Verde,
Villa
Real,
Moncorvo,
Villa
Flor, Monção,
Fafe,
Povoa
do Var-
zim.
No
Porto,
em
casa do
snr.
José Car
los
das Neves, rua
das
Flores.
Em
Villa
Pouca
d
’
Aguiar,
em ca£i
do
revil.
m
°
Silvino.
ATTEMÇÃO
João
da
Costa
Palmeira,
tem
para
vender
em
sua
quinta
em Santa
Eulalia
de
Tenões,
o seguinte:
Enxertos
de
pereira,
macieira,
amei
xoeira, damasqueiro, ameixoeira
do
Ca
nadá,
alporques
de
larangeira,
tudo
boas,
qualidades.
Tem
também
salgeiros.
esta
cas
de choupo
e
nogueira.
(2211)
ÀITÀlllCIO
1
1AIHDR0
5®
raça <5aí> Barão ráe
S. Marti-
Receberam
grande
sortimento
de:
Chapéus
modelos
para
snr.®
e creança.
Flores, plumas
e cascos
para
chapéus.
Malhas
de
lã
para
creança.
Toucas
para
senhora
e
creança.
Colarinhos
e
punhos.
Colarinhos
de
bretanha
de
linho para
militares,
duzia
a
1^000
e
l$200
rs.
Meias
de
lã
em
cores.
Copos,
cálices
e
garrafas.
Jarras
de
differentes
qualidades.
Faqueiros
para
meza.
Machinas para fazer
a
barba,
a
700
rs.
Chavenas
e
pires.
Oleados
para
mezas.
Serviço
para quarto.
______
PREÇOS
FIXOS
Vem
dl as
a dinheiro.
Folhinlit»
Civil on de Algibeira
Acha-se
á venda
na rua
Nova
n.°
4
e
na
rua
do
Souto
na vestimentaria
Ro
cha
e
em
todas
as
localidades
do
costu
me.
Preço
50
reis.
No
dia
26
do
corrente
mez,
pela 1
hora
da
tarde,
tem
de
proceder-se
á
elei
ção
dos
novos
mezarios
que
tem
de
re
ger
a
Confraria
de
N.
Senhora
da Con
solação,
sita na
freguezia de
Noguiró,
o
que tem
de
ser
annunciado
por campai
nha,
-segundo o
Estatuto.
Além
d
’
isto,
vem
o
abaixo
assignado
rogar
aos
con
frades
da
mesma,
queiram
fazer
o
favor
de
comparecerem
pela
dita
hora
na
sa
cristia
da
Venerável
Ordem
Terceira
d’esta
cdade,
onde
por favor
se
fazem
as
me
zas, para
a
dita
nova
eleição.
O
secretario
(2231)
Gaspar José da
Cunha.
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
salias,
lindíssimos
gostos,
a prin
cipiar
em 80
reis
a
peça.
Vende
olio,
tintas e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
ALUGAM-SE
as
casas
n.°
21,
no
Campo Novo
do
Reduto, nobres
e
com
muitos
commodos.
Trata-se
na
casa imme-
diafa
n.°
22.
(981)
TOSSIS.
Os SefeísçatSos
xnytilíeos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral e
ex-
pectorante,
são o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito
no
Perlo,
PHARMA
CIA
CENTRAL,
rua
de
Santo Antonio,
227..
Unico deposito^em
Braga,
PHARMA
CIA
DOS ORPHÃOS,
praça
Municipal.
(2080)
Muita
attenção
Alluga-se
do
S.
Miguel
por
diante,
2
prédios
recentemente
reconstruídos
de
no
vo,
com
os
n.
os
27
e
28,
eitos na
rua
de
D.
Pedro
V,
com
quintal
ajardinado
todo
morado,
e
com
agua.
Tem
cocnmo-
dos
para
numerosa
familia,
e
dos
2.
0S
andares gosam-se
os pontos
mais
impor
tantes
de
Braga. Passa
ao
pé
da
porta
o
americano.
A
tratar
com o
seu
pro
prietário
nos baixos
dos
mesmos
onde
po
dem
ser
vistas
a
toda
a
hora
do.
dia
e
podem
ser
cccupadas
desde
já. (949-Q)
liffl
M
VIWS
’
D0
ALTO E0UEG
ISA
CASA BK VSKKA
FBUCA
RUA DO SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
8
»
»
»
.
190
í
Lagrima
.........................................
20o
»
Branco
de
meza
.............................
210'
í
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
24$
»
de
prova
secca.
....
30o
a
Malvasia
e
2.
a
.
....
36Q
»
»
Jho
....................................
400
>
Malv:. a
Bastardo e
Moscatel
a
50o
8
Roncão
.........................................
700
8
Velho
de
1854
....
600
8
a
retalho
pars
cneza
60
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade de
todos
estes
vinhos, po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(-H-41)
RESPONSÁVEL—
Luiz
Baptista da
Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—-1879.
1
1
(
I
í
(
<
1
í
I
1
I
1
I
l
1
I
<
I
1
1
I
(
J
t
I
1
<
í
í
z
c
t
I
1
I
(
s
t
1
V
I
I
f
é
d
r
a
d
c
c
n
n
t
c
a
r
i
Ç
Parte de Comércio do Minho (O)
