comerciominho_30051878_793.xml
- conteúdo
-
6.°
ANNO
E »OT«
CSOS».
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.
“
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
’
Braga,
12
mezes..........................
i
Correspondências
partic.
cada
linha
1
Annuncios cada linha
.....................
-
í
Repetição
....................................
BBAGA
—
$1
1
* TA-FESBA
30
MAIO
1S9S
Entrou
já
em ensaios
a farça
das
pró
ximas
eleições
geraes.
Regeneradores,
progressistas,
consti
tuintes
e
as
mil
fraeções
da
unidade h-
beroria.
correm
de
rua
em
rua,
cruzam-
se
vertiginosamenle, entrechocam-se
em
dança
macabra,
destacam
se
aos
pequenos
pelotões
para
os
verdes
das
aldeias,
etc.,
etc.
O
povo, a quem
sonha
com c
fluição
das blandícias
e
as
promessas
côr-de-rosa
mecer
n
um inebriamento
namente
ingénuo
1
Os
apertos
de
mão,
as
abraços
bem
arrochadinhos,
-
......
--
Ha
uma
epoca
de
estreme
fraternidade
e
igualdade
neste abençoado paiz,
—
é
a
que
precede
as
eleições.
,
Quem
sempre
se
bamboára
n
um
tra-
pesio
pendente
da
lua,
para
não~
se
con
fundir
com
o
villão
do
povo,
nao
hesita
etn
aventurar
agora
o
salto
mortal,
sem
o
minimo
receio
de
amolgar
o
fidalgo
espinhaço.
E
lá
entra
humilde
e
todo
aflabilidade
na
enfrestada
habitação do
operário,
onde
resoa
o marlello
qne
en
surdeceria-em qualquer
outro
dia,
se
entende
—um
ouvido
delicadinho,
onde
chispa
a
limalha
candente,
onde
se
respira
uma
atmosfera
abafadiça.
—
Arreda,
villão
ruim...
Não é
isto.
.
.
—
O’
meu
presadissimo
e
caríssimo
amiguinho,
venha
de
lá
um
abraço...
E
o
filho
do
pobre,
a
quem
ha
pouco
arredavam,
e
mais
logo arredarão,
com
a
biqueira
da
boia, ha de
ser
subtraído
ao
tributo
de
sangue;
todos
os
seus
ne
gocies
e aspirações
hao
de~
ter
sempie
um
medianeiro
poderoso;
hão
de
se
ar
ranjar
empregos;
lião de
se
vencer
de
mandas...
.
E quando
saberás
tu,
ó
povo,
conhe
cer
os
teus
direitos?
Quando
saberás
repellir
condignamente
quem
te
está
cavando
um
abismo
de
desgraças?
...
Quando
deixarás de
ser
um
lacil
jo
guete
nas
mãos
dos
teus
mais rancorosos
inimigos
?
Quando
acordarás,
ó
elernamente
pa
palvo
?
- quem
ludibriam
vilmente,
o
reinado
d
’Astreia
sob
a
in-
■
‘
"
ias d
’esscs
amigalh-tes,
fazem-no
ador-
fatal.
O
eter-
barretadas,
os
são
em
barda.
eungreueM
catl»®
*
’
®®8,
.
Assisti
á
ultima
sessão
do
congresso
'
calholico, celebrada na
mm nobre
e
au-
;
gusta
cidade de
Braga,
no dia
2
do
cor-
.
rente
mez de
maio.
Por
duas,
ou tres
vezes
presenciara
estas modernas
mani
es
tações
chrislãs,
que se
reproduzem
com
assiduidade
na
invicta
cidade
do o.
o,
onde
se
constituiu
um
grémio
que
se
deno
mina
—
Associação
Catholica.
Aqui,
como
acolá, falla-sc,
dtscule-se,
conlerenceia-sc
e
discorre-se
sobre
as
sumptos
meramente
religiosos,
e acc
a-
ram-se
pontos doutrinaes
d
interesse
im-
medialo
para
os
lieis,
e
para
a
sociedade
civil.
Bem
sei
que—
Associação
Catholica,
o
Congresso
calholico
—differem,
senão
nos
fins,
pelo
menos
na
sua
forma
e orgam
sação.
A
’
formação
d’
aque!la
costumam
preceder
estatutos,
que
são o
codigo
Oi-
ganico
per
onde
se
deve
reger
a
socie
dade,
que
se
suppõe
possuir
o
caracter
de
permanente,
e
julga-se constituída
com
certo
numero
(Findividuos,
cujos
nomes
forem
inscriplos
n’
um
livro
com
o
seilo
d
’auihenticidade.
E
esta
é
uma
zreumão
PUBLICÂ-SE
ÁS
TEBÇÁS,
QUINTAS E
SÃBBÀDOS.
com caracter
de provisória,
de
pouca
<
duração,
com
numero
indeterminado
de
assistentes, e
que
na
linguagem
ingleza
dar-se
Ihe-ia
o
nome
de
meeting.
Ambos
porem,
teem
um
fim
unico
e
exclusivo,
e
é—
promover
os
interesses
catholicos
por
todas as
formas
e
maneiras,
servin
do-se
de
todos
os
meios
licitos
e
legaes,
como
a
palavra,
o livro,
o jornal,
a
eschola,
a
caridade,
etc.,
etc.
Chamei
a
estas
reuniões
modernas
ma
ni/estações
christãs;
e
bem
modernas
são,
senão
na
essencia,
pelos
menos
na
fórma,
porque,
se
em
todos
os séculos
os
catho
licos
se
congregaram
para
falar
d
’objeclos
concernentes ao seu
culto,
e
á
sua
cren
ça,
sómente
no
actual
se
aggregam
em
comícios
públicos,
nos
quaes
se
discute
a
conveniência
de protestar
contra
qu •.!-
quer
vexame
que
lhes
é
infligido,
e
onde
se
indicam os
meios
da
propaganda
ca
tholica,
que
importa
a
verdadeira
civilisa-
ção, a
qual repelle
a
falsa
civilisação,
que
significa
o
materialismo,
a
libertinagem,
a
dissolução
domestica
e
publica,
e
uma
i
exagerada
independencia
individual,
que
i
arrasta
o
homem
a
desvarios
execráveis
e
vergonhosos.
E
bem
modernas
são
com
effeito;
mas,
apesar
do
seu
estado
ainda
juveml,
tem-se
desenvolvido
pela
Italia,
França,
Allemanha,
animados
sempre
pelo
bafo
,
ferlilisador do
Chefe
da
Egreja, e pelos
demais
successores
dos
Apostolos.
E
em
geral,
onde
a Egreja Catholica
soure
qualquer
perseguição,
ou
qualquer
vio
lação
nos
seus
direitos,
ahi apparece
este
novo
reforço.
E
’, porém,
na
Inglaterra onJe
os
(congressos
catholicos
ostentam
um
cara-
i
eler
mais
assiduo.
Ainda
ha
pouco, narra
a «Correspondência
de Roma»,
excellenle
publicação
religiosa,
os
catholicos
irlande
zes julgavam-se
lesados
nos
seus
direi
tos
com
relação
aos
direitos
dos
protes
tantes; e
para reclamar
contra
estes
ma
les
convocou-se
um
meeting^ fcongresso
calholico),
ao
qual
o
corpo
Episcopal deu
impulso,
e
deliberou-se
representar ao
:
| governo
de Sua Magestade
Brilanica
o
1
seguinte:
ou
que
a
Egreja
Catholica ir-
landeza
fosse
subsidiada
pelo Estado
á
similhança
da
Egreja
protestante;
ou
que
fosse
abolido
para
esta
o
subsidio
oilieial,
e
assim
as
duas
Egrejas
militariam
em
campos
eguaes.
E
os
catholicos
irlandezes
talvez pre
ferissem
o
ultimo
expediente, porque sa
bem,
que
no
momento
em
que
fallecer
ao
protestantismo
a
dotação
oílicial, des-
apparecem
os
falsos
Bispos,
e
os
lemui-
lidos
presbyleros; ao passo
que
o
Calho-
licismo
medra,
e desenvolve
se
ainda
com
a ausência
d
’
estas
prestações
forçadas,
com
tanto que se
lhe
oulhorgue
uma plena
li
berdade d
’acção.
á
sombra
da
qual
se
ex
pende
e
obtém
recursos, indispensáveis
ás
suas
necessidades.
Em
Braga,
pois,
também
se
celebrou
o segundo congresso calholico de Portu
gal
sob
os auspícios
do
Supremo
Pastor
d
’
aquelia
diocese,
o
qual
honrou
esta
as
sembleia
com
a sua pres
nça,
liberausou-
Ihe
o
seu
palacio,
e
animou-o
com
a
sua
palavra
sabia
e
eloquente.
E
bem
eloquente, especialmente
quan
do,
voltado
para
o
exc.
rao
governador
ci
vil'
lhe agradeceu
a sua
presença, a
qual
fez
desvanescer
muitos
escrúpulos,
e
dis
sipar
tantas
supeitas,
que
a
maldita
po-
biica
esquadrinha
para
afastar
oestes
aclos
muitos
crentes
verdadeiros,
mas
tí
midos,
e
até
muitos
sacerdotes, que, de
vendo
ser
os
primeiros
a
animar a
todos
a
concorrerem
a
estas
festas
e
manifes
tações
chrislãs,
esquivam-se, evadem-se,
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2S000
1&050
3&600
Provincias,
12
mezes.....................
»
6
».......................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte. .
3&600
Folha
avulso
................................
10
e
desdenham
d’
ellas
como
inúteis. Falsos
sacerdotes
................
E bem
eloquente
ainda,
quando,
com
•
■
-1,
am-
_
___
o
•
n
’estes
tenta-
civilisadores:
a
não
cahir
no
desa-
uma
força
de
vehemencia
inimitável,
mou a
todos
a
proseguir
r.
’
c:
‘.~
mes
c-------------
ento
por
se não
verem
em
numero
gran-
i
dioso,
coiro era
de esperar, porque'
foi
a
i
pequenez
do
numero
quem
civilisou
o
mundo
pelo Evangelho,
e
foi
também
Pe
lagio
com
a pequenez
do
numero
quem
libertou a
península
ibérica da
tyrannia do
alcorão.
E
ainda
foi
mais eloquente
com o
seu
exemplo,
não
consentindo
que
os
catho
licos
seus
filhos,
tratassem d
’assumptos
dos
quaes
Elle
é
juiz
em
primeira
ins
tancia sem
a
sua
presença.
Por
este
de
saire
não
quiz
o
Primaz
das
Hespanhas
passar,
porque
nem
(1
’
elie
o
relevariam
as
suas
convicções,
as suas crenças,
nem
o
seu
ministério.
Desdenhou
das
iras
da
libertinagem,
recalcitrou
contra
o
fel
da
impiedade,
olvidou
as
intrigas
dos partidos,
e
sô
olhou
para o
seu
norte
que
éa
propaga
ção
evangélica,
e
ajudar
a
lodos
os que
labuiam
n’
este
cerlamen
de caridade,
e
da
diffusão
do
bem
estar
religioso
e
so
cial.
Procedeu d
’este
modo
n
este
congresso
calholico,
o
segundo de
Portugal,
e
o pri-
*
meiro
presidido
por
um
Prelado; e
assim
5
tem
sido
a
sua
conducla
com
relaçao
a
'
Associação
Catholica
Bracareose,
cujo
en
grandecimento anima
e
promove.
Honra,
pois, a
tão
illustre Prelado,
a
quem
o
signatário
d
’eslas
linhas
viu
pela
primeira
vez
n’
esle
congresso, e
de
quem
nada
tem
a esperar;
mas
tem
o
defeito
i
ou
coragem
de
pintar
no
papel~
os
seus
:
sentimentos, que
nem
sempre
serão
verda
deiros,
mas
tem
o
mérito
de
serem leaes
e
<
sinceros,
ainda que
da
sua
franquesa
e
lealdade
lhe
advenha
o seu
isolamento, ■
quaesquer
iras,
ou
algum
revez.
Bom sena,
pois,
que
estas
manifes
tações
publicas
dos
catholicos
se
repro
duzissem
com
frequência;
que
os
nossos
Bispos os
vivificassem com
o
seu
sopro
animador;
e
que
as auctoridade»
fossem,
ou
enviassem
emissários
a
presenciar
estes
aclos
solemnes,
porisso
que a
sua pre
sença
desenganaria
os
poderes
públicos,
e
rasgaria as
cataratas
dos
libertinos
e
licenciosos,
as
quaes
lhes
embaraçam
de
vêr
n
’estes
congressos
outro
intuito
que
•
não
seja
a
propagação
evangélica,
a
dil-
fusão
da
caridade, e
a
promoção
do
bem
estar
social
por
n
lermedio do
principio
calholico.
Deus
abençoe
estas
novas
empresas
dos
catholicos
em
beneficio
do seu
Filho
Redemptor,
em
utilidade
da
propagaçao do
Evangelho,
e
em favor
unico
e
exclusivo
própria
sociedade civil.
Padre Antonio
da
Rocha Reis.
da
K,ei
ilo aêUo.
D.
Luiz,
etc.
Artigo 1
0
As
taxas do
seilo,
que
con
stam das
tabellas
juntas ao
regulamento
de
18
de
setembro
de 1873,
são
ampliadas
e
alteradas
pelas taxas
estabelecidas
nas
tabellas
annexas
á
presente
lei.
Ari.
2.°
São
sujeitos
em
qualquer
par
te
da monirchia ao
imposto
do
sêllo
os
titulos
de divida
publica,
ermttidos
por
governos
estrangeiros
e
as
acções
ou
tí
tulos
dos
bancos,
companhias
ou
asso
ciações
mercantes
estrangeiras
de
qualqu?r
natureza.
.
8
unico.
Os
titulos,
as
acções
e obri
gações
de
que
trata
este
artigo,
que
não
ti
10
N.° 793
verem
sido
devidamente
sellados,
não
po
dem
ser
mencionados
por
sen dono, pos
suidor
ou
detentor,
ou
por
qualquer
cor-
rector
oíTicial
ou
documentos
de
caução,
compra
nem
expostos á
modo
negociados.
Art.
3.°
Nunca
será inferior a
10$000
rs.
a
multa
estabelecida no
art.
4.°
da
lei
de
3
de
abril
de 1S73
para
a
falta
de pagamento do
sêllo
devido,
nos
re
cibos
ou
quitação,
das
letras
ou
papeis
negociáveis,
ou
esta
falta consista
em
não
se
haver
pago
o
sêllo,
ou
em
se
haver
pago
sêllo inferior
ao
devido.
Art.
4.°
E’
estabelecida
a
contribuição
de
meio
por
milhar
sobre
as
operações
de
bolsa
em
fundos
estrangeiros,
ou
se
jam
effecluadas
nas
bolsas
officiaes,
ou
nos
bolsins
ou bolsas
particulares.
§
1.°
A
quota
de meio por
milhar
recahe sobre
o
valor
real
dos
fundos
ne
gociados
calculado
pelo
preço estipulado
entre
os
contractadores
com a
assistên
cia
do
corretor
ou
do indivíduo
que
pre
sidir
á
bolsa
ou bolsim.
haja
ou
não
ef-
fecliva
transferencia
d
’
aquelles
fundos.
§
2.°
A contribuição
estabelecida n
’esle
artigo
é
devida
pelo
comprador
e
será
i
cobrada
pelo
corretor
ou
indivíduo que
•
presidir
á
bolsa
ou
bolsim,
antes
de
se
i
ultimar
a
transaeção,
e
arrecadada
nos
co-
t
fres
públicos
nos
termos
que
se
regula-
■
rem.
§
3
°
Quando
seja
ultimada
a
transae
ção
antes do
pagamento
da
contribuição,
respondem
solidariamente
por
este
paga
mento
o
comprador e
o
corretor,
ou
o
indivíduo
qne presidir
á
bolsa ou
bol
sim.
Art.
o.°
não
póde
constiluir-se
bolsim
ou
bolsa
particular,
sem
ser
presidida
por
um
corretor publico,
e
nas
localida
des
onde
não o
houver, por
um
indiví
duo
nomeado pelo
presidente
do
tribu
nal
do
commercio,
pelo juiz de
direito
da comarca,
se
não
houver
tribunal
do
commercio.
§
unico. E
’
concedido
aos
bolsim
ou
bolsas
particulares
actualmente
existentes,
o
praso de
dez dias,
cornados
da
data
da
promulgação
da
presente
lei,
para
se
con
stituírem
na
conformidade
do
disposto
n
’
es-
te
artigo.
Art.
6.°
O
governo fará
o
regulamento
preciso
para
a
execução da
presente
lei,
exarando
n
’elle
as disposições
necessa-
i
rias
para
assegurar
a
liscalisação
e
a
co-
i
brança
do
imposto,
cotnlanlo
que as
pe
nas
e
multas
não
sejam
excedentes
ás
estabelecidas
no regulamento
de
18
de
setembro
de
1873;
fica
auctorisado
a
reu
nir
e
codificar
n
’
aquelle
regulamento
as
disposições
em
vigor
sobre
o
imposto
de
sêllo,
e
alterar
as
disposições do
artigo
5.®
da
lei de
3 de
abril
de
1873;
relativa
mente á
falta
de
pagamento
do
sêllo, e
de
tudo dará
conta ás côrtes
Art. 7.°
Fica revogada
a
legislação
em
contrario.
Mandamos
portanto,
etc.
Carta
de
lei,
etc.
funccionario
publico
tm
empréstimo,
penhor
ou
ou
venda
ou
deposito,
venda
ou
por
qualquer
TABELLA N.°
1
Annexa
ao regulamento
de
18
de
setembro
de
1873
CLASSE l.
3
1
Substitue
se
a laxa
pela
de 40
rs.
12 Substifú.<e
a
taxa
pela
de
40.
13
Addicion
.»
se
em
seguida
á
palavia
«escrivães»
as
seguintes
palavras
«e
os dos
corredores.
Substitua-se
a taxa
pela
de
40.
CLASSE
2
a
Substituam
se as taxas
estabelecidas
nesta
classe
pelas
seguintes:
1, 1305000
—
2, 1005000-3.
905000
—4.
905000
-3,
505000-6, 405000
—
7,
205000-8,
1505000
-9,
405000-10,
405
—
11,
505000-12,505000-1.3, 405000-
14,
405000
—13,
405000-16,
255000
—
17,
205000—
18.
405000—19,
405000
—
20,
905000
—
21,
91'5000.
CLASSE
3?
Substituam
se
nas
verbas
abaixo
desi
gnadas
as
laxas
estabelecidas
pelas
se
guintes
:
1,
905000
—2,
405000—3,
205000
—
4, 105000
—6, 105000—7.
905000
—
455
—
405000-205000
-455
'00.
CLASSE
7.
a
Substitua-se
nas
verbas
abaixo
designa
das
as
laxas estabelecidas
pelas seguin-
Í6S
*
1
Accrescenle-se
em
seguida
ás
pala
vras
«eífeito
jurídico»
0 seguinte
«poden
do
0
sêllo
ser
de verba
ou
de
estampilha,
á vontade
do interessado.»
4
Substitua-se
a laxa
pela
de
40.
7
Substitua-se
a
taxa pela
de
40.
TA
BELL
A
N.°
2
Annexa
ao
regulamento
de
18 de
setembro
de
1873
CLASSE
l.a
4
Substitua-se
a
taxa pela
de 5 p.
c.
classe
3.3
1
Addicione-se
a
seguinte
disposição:
Acçôes
ou
tituios
e
obrigações
de
ban
cos, companhias
ou associações
mercantis
estrangeiras
de
qualquer
natureza,
e
titu
ios
de divida publica emiltidos
por
go
vernos
estrangeiros,
por
cada
papel
sobre
0
valor
nominal
até
reis IOO5OOO,
50.
De
mais
de
1005000
até
2005000
reis,
100.
E
assim
successivamente,
augmentan-
do
por
cada
1005000
reis
ou
fracção
d
’
es-
ta
quantia,
50.
2
Addicione-se
a seguinte
disposição:
Quando
não
fôr conhecido 0
valor do
prémio
até
ao
seguro
de
1:0005000
reis
exclusive,
200.
De
l:(i
005000
até
10:0005000
reis
ex-
clusivè,
400.
De
10:0005000
reis
para
cima,
800.
classe
4.
a
2
Addicionem-se
as
seguintes
palavras
«cartas
de credito
escriptas
ao
portador
e
quaesquer
outros papeis negociáveis».
classe
5.a
1
Addicionem
se as
seguintes
palavras
«pertences
dos
conhecimentos
para
despa
cho
e
das
apólices
de
quaesquer
segu
ros».
’
1,
505000-2,
155000-4,
95000
—
5,
15000—6,
15800-7,
25100-8,
255000.
CLASSE
8.
a
Substituam-se
as
verbas n.
’
s
7
e
8
pe
la seguinte
:
Auctorisação
ou
diploma
judicial
para
bypotheca, subrogação ou
alienação
dos
bens
dolaes,
135
(,
00.
classe
9.
a
1
Substitua-se
a
taxa
pela
de
40.
classe
10.
a
1
N
’
esta
verba
substituam-se
as
palavras
«quantias
superiores
a 55000
reis»
pelas
seguintes
«quantias
superiores
a
25OOO
reis».
classe
12.
a
30
Tituios
de restituição de
direitos
por
drawbach,
segundo
a
importância
da
resti
tuição,
4
p.
c.
classe
13.3
6
Substitua-se
a
taxa pela
de
200.
CLASSE
14.a
1
Substilua-se
a taxa
pela
de
105000.
8
Substilua-se
a laxa
pela
de
25ÍOO.
9
Substilua-se
a
taxa
pela
de
15200.
classe
15.a
4
Escripturas
de
quitação
geral
sem
designação
de
valor
ou
de
valor
desco
nhecido,
por
cada
quitação
ainda que
se
ja
reciproca
entre
duas ou
mais
pessoas,
25300.
classe
16.
3
AdJicione-se no fim
d’
esta
classe
a
se
guinte
verba:
5
Leiras de
cambio
sacadas
em
pra
ças
estrangeiras,
acceilas
no
reino
e
ilhas
e pagaveis
em
praças estrangeiras,
sendo
negociadas
em
qualquer
parte
da
monar-
cliia
e
pelo primeiro
endosso:
De
55000
até
205'>00
reis,
20.
De
mais de 205000
até
1005000,
50.
Por
cada
IOO5OOO reis
ou
fracção
d
’
es-
ta
quantia, 50.
classe
6.
a
2
Addicione-se
a
seguinte
disposição:
Nos
casos
de
cessão
de
consignação
de
rendimentos
de
bens
immoveis,
par
cial
ou
total,
0
imposto
do
sêllo
será
calculado
sobre
a
importância
total da
divida
que fôr
paga
por
meio
da
mesma
cessão.
3
Addicione-se a seguinte disposição:
Escriptura
constitutiva
de
qualquer
ou
tra
sociedade
commercial,
sendo
0
fundo
ou
capital
social
até
1:0005000,
200.
De
mais
de
1:0005000
até 2:0005000
reis,
400.
E
assim
successivamente
augmentando
por
cada
1:0005000
ou
fracção
d
’
esla
quan
tia
200.
. Não se
declarando
na
escriptura
0
fundo
ou
capital
social, 25OOO.
TABELLA
N.®
3
Do
regulamento
de
18
de setembro
de
1873
Accrescente-se
no fim
d’
esta tabella 0
seguinte:
49
As
leltras
de cambio
sacadas
em
praças
estrangeiras,
acceitas
no
reino
e
ilhas,
pagaveis
em
praças
estrangeiras,
não
negociadas
em
alguma
parle da
monar-
chia.
Paço,
em
7
de
maio
de 1878.
—
An-
tonio
de
Serpa
Pimenlel.
Coneliasã» «Io Mez de Maria.—
A
’
manhã,
31
do
corrente,
celebrar-se-ha
com
toda
a
pompa a festividade
da
conclusão
do
Mez
de
Maria
na
egreja
dos
Remé
dios.
Hoje
ás
6
horas
da
tarde
cantar-
se-hão
vesperas
solemnes
com
0
SS.
Sacramento
exposto.
Pelas
7
e
meia
horas
da
manhã,
findo
0
exercício
e
consagração
á
SS. Virgem,
se
procederá
á
Communhão solemne.
A
’
s
10
horas,
exposto
0 SS.
Sacra
mento,
cantar-se-ha
Tertia
seguindo-se a
missa
solemne
a
grande
instrumental.
De
tarde, cerca das
5
horas,
cantam-
se
segundas vesperas. findas as
qtiaes
se
rá
0
sermão,
concluindo
tudo
com um
solemne
Te
Deum
e
bênção
com
0
SS.
Sacramento.
A
orcheslra
é
da
capella
dos
senhores
Luiz
Baptisla
e
Esmerizes.
Os
oradores
são,
á
Communhão
geral,
0
snr.
padre
Jcão Rebello
Cardoso
de Mene
zes
e
de
tarde
0
snr.
conego
dr.
Antonio
Lopes
de
Figueiredo.
—
No
sabbado, 1
de
junho,
tem
logar
na
egreja
de
S. Vicente
a
festividade
da
conclusão
do
Mez
de
Maria, havendo
mis
sa
camtada,
com
Exposição
do
SS.,
e
sermão,
prégado
pelo
dislincto
orador
pa
dre
João
Velloso.
A
missa principiará
ás
10
horas da
manhã,
e
0
sermão
ás
5
da
tarde.
—
No
domingo celebra-se
a
conclusão
do
Mez
de
Maria
na
capella
de
N.
Se
nhora
Branca.
Constará
de
Tertia
cantada,
missa
solemne
com
Exposição todo 0
dia,
e
de
tarde
sermão
e
Tc-Deum
E’
orador
0
inlelligenle
sacerdote
dr.
Conslantino
Ferreira
d
’Almeida.
A
’
manhã, depois
do
exercício
ha
Com
munhão
geral,
prégando
0
revd.0
Domin
gos
Albuquerque.
8ani»
Ca«a «la Mizericortlia.—
Por alvará
do
snr. governador
civil
d’es-
te
dislriclo,
e
em
virtude
de
portaria
do
ministério
do
reino,
ámanhã,
por
11
ho
ras
da
manhã,
tem
de
se
proceder
na
fôr
ma
do Compromisso, á
eleição dos
de
putados»
da
Santa
e
R.
Casa
da
Miseri
córdia
que
devem
escolher
os
membros
da
Meza
que
ha
de
gerir
os
negocios
d
’esta
Santa
Casa.
Roubo sacrílego.—
Já
appareceram
os
objectos
roubados,
na
noite
de
sabba
do,
á
Imagem
de
N.
Senhora
das
Gra
ças, venerada
na
capella
da
Senhora
Branca.
Dizem
uns
que
0
proprio
ratoneiro
os
tinha
cosido
contra
0
forro
do
collete,
e
outros
que
elles
lhe
haviam
sido
passados
por
alguém de
fóra.
O
certo
é
que
ap
pareceram
em
poder
do
mesmo.
Por
este motivo
cantou-se
hontem
no
templo
da
Senhora Branca
um Te-Deum,
a
instrumental,
estando
0
Santíssimo á
bocca
do
sacrario:
—
acto
que
teve
logar
depois
da
missa,
que
foi
cantada,
e
tam
bém
a
instrumental.
Derramn municipal.
—Chamamos
a attençâo
dos
contribuintes
da
derrama
direcla
municipal
para 0
annuncio que
d’
ordem
da
camara
vae
publicado
n
’esta
folha,
na secção
própria.
Enfermo.—
Acha-se
gravemente
en
fermo,
e
com
poucas
esperanças
de vida,
0
revd."
D.
Prior
da
insigne
e
real
col-
legiada
de
Barcellos.
Foi
sacramentado
no
sabbado,
sendo
0
Sagrado
Viatico
mi
nistrado
pelo
revd.
0
Chantre,
assistindo
0
cabido,
0
clero
da
villa
e a
confraria
do
Santíssimo
Sacramento.
Fazemos
votos
pelas
melhoras
do
il-
lustre
enfermo.
Theatro.
—
O
drama
O sello da
Roda,
que
a
companhia
do
Baquet
representou
na
segunda-feira, agradou
geralmente.
Embora
se
filie
em
escola
muito
sim-
pathica,
parece-nos
que
não
tem
lodos
os
elementos
d’
uma
vida
assaz
prolongada.
O
3
0
acio
é
bom,
e
leve
um
desempenho
primoroso.
A
comedia
A
cabeça
do
carrasco
é...
um
desconchavo.
O
drama
O
correio
de Lyon,
repre
sentado na
terça
feira,
chamou ao
theatro
concorrência
verdadeiramente
extraordiná
ria,
0
que
com
toda
a
certeza
tornará
a
acontecer,
se
elle
se
repetir.
E
’
uma
composição
que
se
dá
mara
vilhosamente
com
0
gosto
das nossas
pla
teias,
porisso
não
hesitámos
em aconse
lhar
a
empreza
a
que
0
repita,
como
é
provável
que
ella
0
faça.
No
correr
do
espectaculo e
no
final
dos
actos
foram
sempre calorosos
os
ap-
plausos
dos
espectadores.
No
fim
do
ultimo
acto
teve
uma
cha
mada
especial,
e
foi
muito
victoriado, 0
snr.
Borges
d
’Avellar,
lraduc'or
do
drama.
Telegrapho.--Já
funcciona
a
linha
telegraphica
entre
esta
cidade
e
0
sanctua-
rio
do
Bom
Jesus
do
Monte.
Recítaa.—
A
companhia
do
Baquet
leva
á
scena,
no theatro
de
S.
Geraldo,
na
segunda
feira,
3
de
junho, 0 drama
em
5
actos
O
Obstáculo, e
na
terça-feira
seguinte
a
comedia
em
3
actos
As
nossas
aUiadas,
e a
opereta
em
1
acto
O
Primo
Luiz.
Publãenções.
—
Muito agradecemos
aos
seus
auctores, e
editores 0
offere-
cimento d
’
utn
exemplar
das publicações
seguintes:
—O
procurador
de
si
mesmo
—Guia
indicador
das
diligencias
a
seguir
em
todos
os
tribunaes
e
instancias
do
fôro
com
mercial,
civel,
ecclesiastico
ou
administra
tivo
e
nas
secretarias d’estado,
compre-
hendendo
fórmulas
de
petições,
tabellas
de
salarios
e
mais
esclarecimentos
neces
sários
ao
pleileador
e ao requerente—
Pelo
dr.
Narciso
de
Monte
Leão,
e
Costa
Pereira
E
’ esta
pequena
obra,
de
grandíssima
utilidade,
dividida
em
pequenos
opusculos,
dos
quaes
recebemos
os tres primeiros.
Neste
guia,
diz-se
no
prologo
respe-
ctivo,
—
se
encontram
as
noções
mais
ne
cessárias
para
qualquer
pessoa,—indepen
dente
de
solicitador,
poder
por
si
só
di
rigir
os
seus
negocios, velar pelos seus
interesses,
defender-se de
qualquer
ata
que,
quer
á
propriedade, quer
ao
credito,
ou
emfim
requerer
0
que
lhe
fôr
conve
niente.
Acha-se
á
venda
na casa
do
auclor-
edilor, Lisboa.
—
As
tragédias
de
Paris,
por Augusto
Maquel—
Traducção
de
Cunha
e
Sá.
Recebemos
0
2.®
volume
deste
roman
ce,
editorado
pela
empreza
Horas
Român
ticas,
com
escriptorio
em
Lisboa
na
rua
da Atalaia,
n.°
42,
l.°
—Diccionario
Popular,
historico,
geo-
graphico,
biographico,
artístico,
bibliogra-
phico
e
lilterario.
Estão
publicados
os
fascículos
n.
”
92
e
93,
que
correm
de pag. 121
a
152
do
volume quarto.
O
escriptorio
da
empreza
é
na
rua
do
Carvalho,
19,
Lisboa.
—
Diccionario
de
Geographia universal
—
Por
uma
sociedade
de
homens
de scien
cia.
Recebemos
os
fascículos
49
e
50 des
te diccionario.
publicação
lambem
das
Horas
Ro
m
anticas.
Unha
ferres» «lo
Boiigmlo,—
4
camara
municipal
de Santo Thyrso
e
mui.
los
habitantes
d
’aquelle
concelho,
assim
como
os
moradores
de
Guimarães
e,
das
Caídas
de
Visella,
e
numeresos banhistas
que
se acham actualmente a
fazer
us
0
das
óptimas
aguas
lhermaes d
’
esla
ultima
localidade
requereram
ao
governo
de
sua
magestade,
para quanto antes
ser
aberta
á
exploração
a
1.a
secção que
se
acha
completamente
concluída,
da
víi
ferrea
do
Bongado
a
Guimarães.
Um
»ii«»iKi3tra«lor
digno.—
Lê-
mos
na «Familia»:
«Administração
do
concelho
de
Torres
Novas-N.°
229
Ll.'"0 Snr.
Sirva-se
v.
s.
a
fazer
capturar
e
re-
metter
a
esta
administração debaixo
de
segurança,
caso
appareça
na area
d
’
essa
freguezia.
0
indivíduo,
cujos
signaes
são
os
seguintes:
italiano,
chama-se
Domeni-
que
Francellucci,
é
vendedor
ambulante
de
bíblias
da
propaganda
protestante,
e
saiu
de
Lisboa
em
direcção
ás
províncias
do
reino,
vendendo
as
ditas
biblias.
Re-
coramendo
toda a
vigilância.
Deus
guarde
a v.
s.
a
Torres
Novas 30
d
’
abril
de
1878.
O
administrador
do
concelho.»
Este
officio
honra
muito
0 snr.
admi-
nistrador
do
concelho
de
Torres
Novas.
Deixa vêr,
por
este
modo,
quanto tem
a
peito
a
conservação
da
Religião
Catholica
Apostólica
Romana,
em Portugal,
que
os
vendilhões
de
papel
impresso
a
que cha
mam
biblias,
querem
pelos menos
aboca
nhar.
O
snr.
administrador
está
inteira
mente
nos
limites
da
lei,
ou
da
Carta
Constitucional,
titulo
1.®,
artigo
6.°
e
do
Codigo
Penal
I.
2,
til.
I.°,
cap,
1.
artigo
130 e seguintes.
Deus
permitia
que
os
outros
adminis
tradores
dos
concelhos
tomem
iguaes
me
didas.
Padre
Senna
Freitas.—
Com
mui
to
prazer
transcrevemos
do
excedente jor
nal
catholico
«A
Verdade»,
do
Funchal,
0
seguinte
artigo,
que
se
refere
ao
nos
so
particular
amigo,
padre
Senna
Freitas:
Quem
poderá
deixar
de render
home
nagem
ao
genio
e
ao infatigável
zelo
ca
tholico
do
revd."1 2
®
snr.
padre
S^nna
Frei
tas,
d
’
esse
digno
membro
do
clero
pertu-
guez,
d
’esse
orador,
cuja palavra
inspirada
enche
de
enthusiasmo
e
arrebata
aquelles
que
a
ouvem.
Durante
a
curta
estada
do
snr.
padre
Senna
Freitas n’
esta
ilha
leem
sido gran
des
os
beneficios
prestados
á
causa
catho
lica
por
este
digno
ecclesiastico.
Apesar
do
debil
estado da
sua
saude,
não
se
poupa
a
instruir
nos
preceitos
e
nas
verdades catholicas
os filhos
d
’
esta
ter
ra.
Duas
vezes
tivemos
0
praser
de
0
ou
virmos
no
seio
da nossa
associação
catho
lica,
tres
vezes
subiu
elle
ao
púlpito
para
faliar
de
Deus,
da
SS.
Virgem e dos
sanctos.
No
dia 4
de maio 0
nobre
orador
fez
ouvir
a
sua
palavra
vivificante
aos
devotos
de
N.
Senhora
da
Penha de
França
na capella
d
’esta
invocação,
no
encerramento
da
no
vena
da
Maternidade
de
Nossa
Senhora.
Ultimamente
na
egreja
do
Collegio
de
S.
João
Evangelista
prégou
0
snr.
Senna
Freitas
na
devoção
do
Mez
de
Maria. 0
seu
sermão
foi
cheio
de
sublimes
pensa
mentos,
e
doutrina
san;
possuído
de
co
ragem
e
abnegação,
livre
de preconceitos
e
intransigente
com
os
erros
do
século, como
convém
ao
padre
catholico,
0
revd
1110
Sen
na
Freitas,
enthusiasmou
os
seus
ouvintes
e,
abrindo
os
olhos
a
muitos, provou
clara
e
triumphantemenle
onde está
0
erro
e
a
mentira
dos
adversários
do
catholicisnio
e
demonstrou
evidenlemenle
a
incohercncia
de
princípios
allestada pelos
inimigos
da
Egreja.
Corajoso
como
0
verdadeiro
aposto
lo
da
verdade,
0 snr.
Senna
Freitas, at-
tacou
de
frente
a
impiedade,
esligmatisan-
do os
princípios
falsos
por
ella
adopta-
dos
e
recebidos
como
veidades
incontes
táveis.
A
concorrência
de
fieis
ao templo,
na
tarde
em
que
subiu
ao
púlpito
tão
mi
moso
orador,
bem
mostra
quanto
é
gran
de
a
avidez
em ouvil-o
e
conlemplal-o
e
0
desejo
de aprender
de seus
lábios
a
san
doutrina
catholica. Todos quantos
sahi
ram
n
’aquella
tarde
da
egreja
vinham
pos
suídos
de
grande enthusiasmo
e
cheios
de
admiração.
Domingo
ultimo,
12
do
corrente,
en
c
heu-se
a
egreja
do
convento
das
Religio
sas
Capuchas e
a
concorrência
foi
tal que
invadiu
todo
o
adro
e
a
sachristia.
Ce
lebrava-se
alli
a festa
do
Patrocínio
de
S
José e
era
orador
o
snr.
padre
Sen
na
Freitas;
esta
nova
espalhada
na
cida
de
fez
com
que
acudissem áquella
egreja
possoas
de
todas
as
idades
e
de todas as
ideas,
mas
todos
quantos ouviram
o
infa-
ijoavel
obreiro
da
palavra
evangélica
fi-
cara<n
arrebatados.
Fallob
elle
do
glorio
so
Esposo
da
SS. Virgem, dividindo
o
se
u
sermão em
tres
partes
distinctas.
Dis
correu
sobre
os
tres
emblemas
de
S.
Jo-
sd,
O
lyrio,
a
ferramenta
do
artista
e
o
Menino
Jesus
nos
braços
do
Santo.
Que
belleza
de
linguagem,
que
rique
za
de
pensamentos,
que
uncçâo
e
poe
sia
catholica
ostentou
o
eminente
orador
n’aquelle
eloquente
discurso!
0
snr.
Senna
Freitas
descreveu
com
muita felicidade
a
gruta
de
Fingal,
es
condida
no
meio de um rochedo,
que
se
levanta
nos mares
do
norte
da
Europa,
comparando
esta
magestosa
e
encantado
ra
gruta
escondida
aos
olhos
dos
homens,
com
a
admiravel
vida
do
illuslre
Patriar-
cha
S.
José.
Pelo
lyrio
significou
o
digno
orador
a
pureza,
a
candura
e
a castidade
de tão
glorioso
santo.
Com
que
propriedade
fallou
elle
do
celibato
clerical,
da
virgindade
que
se
abri
ga
á
sombra
do
claustro,
da
pureza que
se
vota ao serviço
de
Deus,
enchugando
lagrimas,
calando
gemidos
e
suavisando
dôres
nos
hospitaes
e
por
toda
a
parle
onde
mora
a
miséria
e
a
fome
!
Com
que
mimo
de
linguagem
fallou
da
candura
do
lyrio
e
da
assucena!
Pela
ferramenta
do
artista
significou
a
humildade
de
José, as
suas
virtudes,
a
sua
pobreza
voluntária,
a
sua
obediência
cega
á vontade
de
Deus.
Como
foi
poética
a
iJea
de
comparar
essas
occultas
virtudes
do
pae
putativo
de
Jesus
Christo
com
a
violeta,
que
escondida
entre
as
folhas
das
hervas
e
calcada
pelos
pés dos
homens
e
dos
animaes, enche
de
fragrancia
os
cam
pos
e
deleita
o
viandante
com
a delicade
za
do
seu
aroma.
0
Menino
Jesus
nos
braços
de
José
era
osymbolo
do
seu
Patrocínio.
Nunca
poderá
esquecer
áquelles
que
ouviram
o
snr.
Senna
Freitas
nesse
bello
sermão
a
força,
a vida, a
propriedade,
com
que
elle
fallou
do
Patrocínio
de
tão
gran
de
Patriarcha
da
Egreja
Catholica,
mos
trando
logicamente,
que
José era
verdadeiro
prolector
dos homens como
o
fôra
da
in
fancia
de Jesus Christo.
E
todos quantos o
ouviram
não
podem
deixar de
conhecer
quanto
são
apreciáveis
os
seus
dotes
oratorios.
O
final do
ser
mão
foi
por
certo
arrebatador,
nelle
re-
vellou
o
orador
o
seu
grande
amor
pela
doutrina
catholica
e
pelas
grandes
verdades
ensinadas
pela egreja.
Com
que
enlhusiasmo
pediu elle
ao
auditorio
que
orasse
a
Deus
pelo
bem
temporal
e
espiritual
da
huma
nidade
!
Os
trabalhos
do
snr.
padre
Senna
Freitas
nesta
cidade
não terminam
aqui.
Todos
os
domingos
instrue
elle
os
fieis,
que
vão
ouvir
missa
ao
Hospício da
Princeza
D.
Maria
Amélia,
nas
verdades
do
Evangelho;
es
tá
sempre
promplo a
esclarecer
áquelles
que
procuram instruir-se
em
alguns
pontos
de
doutrina
christã,
e
agora
encerrou-se
no
Seminário
Diocesano
para
fazer exercícios
espirituaes
com
os
novos
clérigos, afim de
os
preparar
para
os
graus
das sagradas
or
dens
que
vão
receber.
E é
mister que se
note
que o
snr.
padre
Senna
Freitas está
presentemente
muito
debilitado
pelas
fadigas
qne
soffreu
no
Brazil
e em outros
pontos
onde
fez
missões importantes.
Mas
apesar
de
tudo
isto não
se
pou-
P
a>
não
se
cança,
não
deixa
de
traba-
™r
pela gloria
de
Deus
e
pelo
bem
das
almas.
Bem
haja este
infatigável
apostolo
da
verdade,
que
é
honra
e
gloria do
clero
POfluguez
e nelle
devem todos
os
ecclesias-
hcos
honrar-se
e gloriar-se.
N
’
el!e
tem
os
padres
portuguezes
um
padrão
de
gloria
e
Ua
t
espelho
de
verdadeiro
zelo
e
actividade
clerical.
Que
o
seu
exemplo
seja imitado
por lo-
.
s
quantos
se
alistaram
na
tribu santa,
sao
os
nossos
mais
sinceros
desejos.
,
Que
a
sua
saude
se
robusteça, para
?
!i
e
elle
continue a
inflamar-se
cada
vez
®a,s
no
zelo
pela
causa
catholica,
são
os
foossos
mais
ardentes
votos.
Desejamos
ao
digno ecclesiastico,
que
tão
pouco
tempo
visitou
esta
terra,
feliz viagem,
e
que
ainda
volte ao
610
d
’
esta
povoação
onde
deixa
honrada
roetnoria
e
onde
o
seu
nome
será sempre
pronunciado
com
enthusiasmo
e
com
ver
dadeira
gratidão.
Portuguezes falleeidos.
—
No
Rio
de
Janeiro
falleceram
em
29
d
r
abril:
The-
reza
Rodrigues
da
Silva
39
annos,
sol
teira;
João Braz
da
Cunha,
54,
c.
Euge
nia
José
de
Moraes,
77,
v.
José
Antonio
da
Silva,
46,
c.
Maria
da
Silva Guima
rães,
16,
c.
Iteseobertíi
utilíssima.—
Ao
«Jor
nal
do
Havre»,
de
Toulon, communicam
o
seguinte:
Ha muitos
annos
que
os
transportes
hospitaes
procedentes
de
Saigon
(Gochin-
china)
semeavam
a
sua
derrota
grande
numero
de
cadáveres.
O
transporte
«Avey-
ron», que
ha
pouco
chegou,
não
teve
a
deplorar
nem
a
perda
de
um
só
passa-
geiio.
Este
resultado
é devido
a
um
pro
cesso
de
suppressão
de
desynteria,
desco
berto
pelo dr.
Dounon,
medico
de pri
meira
classe
da
marinha,
e
que
consiste
em
submetter
á
ebulição
a
agua
de
be
ber,
para
assim
destruir
os animalculos
promotores
da
desynteria.
Esta
doença,
a
ter
similhante
causa,
isto
é,
a
introducção
d’
estes
parasitas
pe
la
agua,
deve
certamente
ser
destruída
pe
lo
melhodo
ultimamente
proposto.
O
eentenario de
Voltaire
—
Mui
tos
dos
homens
de
coração
e
de
fé
aos
quaes
a
commissão
do
centenário
de
Vol-
laire
dirigiu
prospeclos,
nos
leem
commu
nicado
suas
respostas,
diz
o
«Univers,
eis
aqui
uma que
merece
ser
conhecida:
Ao
snr.
Gavarrel,
professor
na
facul
dade
de
medicina,
membro
da
commissão
para
o
centenário
de
Voltaire.
Senhor.
O
vosso
convite
merece
uma
respos
ta.
Sou
calholico
e
francez;
servi
a
reli
gião
e
oflereci
o
meu
sangue
por ella
no
meio
dos
zuavos
do
Papa,
amo
a
França
e verti
o
meu
sangue
por ella
na
ultima
guerra.
Este
duplo
sentimento,
que
em
mim
é
um
só,
é
cruelmente
magoado
pelo
vosso
convite;
porque
Voltaire,
que
felicitou
o
rei
da
Prussia
por
suas
viclo-
rias
contra
a
França,
cujas
glorias
vilipen
diou;
Voltaire
é
para
todo o
bom
fran
cez
e para
lodo
o
calholico
um
objecto
de
horror
e
desprezo.
Prussianos,
liberaes
e communislas
se
alegrarão
como
vós,
mas
vós
todos
não
vencereis nossos destinos. A
França
não
vae
para ahi
e
o
Deus
de
Clotidc,
que
Voltaire tractava de
infame,
quererá,
eu
assim
o espero, desembaraçal-a
de
vossos
apêrtos.
Queotáo
«lo Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á questão
do
Oriente,
são
os que seguem:
Londres
25—
Ainda
não
foi
dada
res
posta
alguma
á Rússia.
Julga-se
que
a
resolução
seja
decisi
va.
As
propostas
da
Rússia
são
considera
das
definitivas.
Paris
26—0
«Journal
des
Debals»
diz
que
a
viagem
de
Schouvaloff
obteve
sa
tisfatório
resultado.
A
Rússia
consente
levar
o
traclado de
S.
blefanio
perante
o congresso o
qual
adherem
todas
as
potências.
D
‘z
também
que
a
primeira
reunião
do
congresso
será
em
Berlim
em
11
de
julho.
Londres
26—
Está
confirmado
o
accordo
entre
a
Rússia
e
Inglaterra.
A
Allemanha
enviará
os
convites
para
o
congesso,
tão
depressa
cheguem
as
adhe-
sões
de
todas
as
potências,
que
chega
rão
provavelmente
ámanhã.
São
esperadas
as
adhesôes
da
Áustria,
Ilalia
e Turquia
ás bases
do
accordo;
as
formulas
dos
convites
continuam
sendo
des
conhecidas.
Lon
ires
26—
Desmente-se
o
boato
da
damissão
de
Norlhcoth;
Smilh
diz
que
as
difliculdades
de submetter
ao
congres
so
na
integra
o
traclado
foram
vencidas
pela
redacção
dos
convites,
contendo
livre
garantia
de
discussão;
a
Allemanha
dá
es
ta
garantia em
vez
da Rússia.
Propoz-se
o dia
11
de
junho
para
a reunião
do
congresso.
0
«Morning-Post»
publica
um
telegramma
de
Berlim,
dizendo
que
Schou-
valoíl
pediu
os
poderes
mais
amplas.
Paris
26
—
Conforme o
telegrammo
de
Berjim
para
o
«Debals»,
foramjá
hon-
tem
enviados
ás
potências
os convites
pa
ra
o
congresso.
Londres
27—
0
«Times»
assegura
que
os
convites
para
o
congresso
sómente
se
rão
enviados
ás
potências
depois
de es
tarem mais
avançadas
as explicações
en
tre
a
Rússia
e
a
Inglaterra.
Entretanto,
accrescenta
o
«Times»,
não
ha
nenhum
receio
de
mallogro,
visto
que
foram
accei-
tes
as
primeiras exigências.
Sir Slraford
Nortcoth,
respondendo na
camara
dos
de
putados
ao
marquez
Hartington,
disse
que
não
podia
fornecer
pormenores sobre as
negociações
relativas
ao
Oriente,
mas
an-
nunciaria
que
a
perspectiva
da
reunião
do
congresso
tem materialmente
melhora
do
n
’estes
últimos
dias
(applausos). As
noticias
de
S.
Petersburgo continuam
sen
do
favoráveis
ao
accordo.
0
príncipe
Gorts-
chakofl
prosegue
melhorando.
S. Petersburgo
27
—Apesar
das noti
cias
tranquilisadoras recebidas
de
Londres,
a
imprensa
russa
continua
pessimista.
0
«Golos»,
principalmente,
diz
que
receia
qualquer
surpresa
de
lord
Beaconsíield, o
qual
em
obiendo approvação
do
credito
para
as
tropas
da
Índia
é
capaz
de le
vantar
novas
difliculdades.
Londres
28—
0 «Morning-Post»
publi
ca
um
telegramma
oflicioso,
dizendo
que
se
obteve
um
accordo
com o
conde
Schou-
valoff
sobre
todas
as
questões
que
inte
ressam
com
a
Rússia
e
a
Inglaterra,
ex-
ceplo
nas
referentes
á Bessarabia e
in-
demnisação.
Dizem
de S.
Petersburgo
ao
«Daily
News»
que o congresso
estabelecerá os
princípios
geraes
de
paz e
depois
haverá
uma
conferencia
com
os
embaixadores
em
Constantinopla.
Um
telegramma
de Vienna
para
o mes
mo
jornal,
diz
que
o congresso
servir-se-ha
do traclado
de
S.
Stefanio
puramente
como
um
programma
exprimindo
o modo de
vêr
da
Rússia,
e
será feito
um
traclado
com
pletamente
novo.
Outro
despacho
de
Pesl
para o «Daily
News» annuncia
que
em
Belgrado
a
mul
tidão
quebrou
os
vidros
do
palacio
do
príncipe
Milan
dando
vivas a Karageor-
gewitsch.
Ile í r neta ção. —
0 presbytero
José
Ignacio
Pinheiro,
natural
da
cidade
de
vora,
tendo
cahido
no
abysmo
de uma
seita
protestante,
conhecida
sob
o
titulo
da
Egreja
Evangélica,
situada
em Lisboa
na
rua
da
Conceição
á
Praça
das
Flo-
res,
freguezia
de
Santa
Isabel, exponla-
neamente
declara,
que
lamentando
o
pas
so
horrendo
que
déra,
e
achando-se
d
’elle
arrependido,
retracta
se
intimamente
dos
erros
da referida seita,
aos
quaes
adhe-
rira:
pede
ao
seu
exc.
rao
e
revd.
m
°
Pre
lado,
e a todos
os
catholicos
perdão
dos
escândalos
que
por
esse
passo
lhes
déra,
e
declara
que
com
a
graça
de
Deus
volta
ao
grémio
da
unica
e verdadeira
Religião
—
a
Catholica
Apostólica
Romana,
da
qual
nunca
se
devera ter
desligado
para
salvação
de
sua
alma,
que
jamais poderia
alcançar,
vivendo
na
communhão
de
uma
tal
seita.
Com
a
graça
de
Deus
espera
viver e
morrer
Calholico
Aposlolico
Romano.
Lisboa
21
de maio de
1878.
O
presbytero
José
Jç/nacio
Pinheiro.
Os
catholicos portuguezes
lerão
com
o
maior interesse
esta
retiactação,
tão
hon
rosa
para
o
auctor d
’ella,
como
consola
dora
pelos
bons
resultados,
que
já
podem
prever-se
a
respeito
de
outros
desvaira
dos,
felizmente
em
pequeno
numero.
Aos
leigos
que
se
tem
deixado
seduzir,
e
fre
quentam
nos
domingos
as
casas
das sy-
nagogas
protestantes,
o
exemplo
do
snr.
padre
José
Ignacio
Pinheiro
muito
póda
aproveitar.
Deus
os
desvie
do caminho
errado,
que
levam,
no
fim
do
qual só
lhe
restará
a
condemnação
eterna,
e
os
con-
dusa
a
reabraçarem a
verdadeira
fé
ca
tholica.—
(«A
Familiat).
Gafanhoto
*
.
—
No
termo
municipal
de
Cáceres
caçaram-se
um
d’estes
dias
418
arrobas
de
gafanhotos.
Até á
data
tem-se
feito
uma
caçada
de
perto
de 6,700
arrobas.
Se
cá se
fizesse o mesmo...—Na
camara
dos
deputados,
dizem
de
Washing
ton,
approvou
sea
proposta
auctorisando
a
nomeação
d
’
uma
commissão
de
investiga
ção
parlamentar
encarregada
de
averiguar
em
todos
os
Estados da
republica
dos
Esta-
dos-Unidos
as fraudes
eleitoraes
que se
suspeita
terem
sido
commettidos.
—
Se
se
fizesse
cá o
mesmo,
accres
centa
o
«Jornal
da Manhã», o
que
por
ahi
não
se
veria!...
«suor
e o odio trnnsfcrmani
os objectos da vista.—
As paixões
do
coração
humano,
como
as divide
e
nu
mera
Aristoteles,
são onze
mas
todas
el
las
se
reduzem
a duas
capitaes:
amor
e
odio.
E
estes
dois affectos
cegos
são
os
dois
polos em que
se
revolve
o
mundo,
porisso
tão
mal governado.
Elles
são
os
que
pesam
os merecimentos,
elles
os
que
repartem
as
fortunas. Elles
são
os
que
enfeitam
ou
descompõem,
elles
os
que
fa
zem
ou
anniquilam,
elles
os
que
pintam ou
despintam os objeclos,
dando
e
tirando
a
seu
arbítrio
a cór,
a
figura, a
medida
e
ainda o
mesmo
ser
e
substancia, sem
ou
tra
distincção
ou juizo que
aborrecer
ou
amar.
Se os
olhos
vêem
com
amor,
o
demonio é
formoso;
se
com
odio,
o
anjo
é
feio:
se com
amor,
o
pygmeu
é
gigante;
se
com
odio,
o
gigante é
pygmeu: se
com
amor,
o
que não
é
tem
ser;
se
com
odio,
o
que
tem
ser
e
é
bem
que
seja,
não é,
nem
será
jamais. Porisso
se
vêem com
perpetuo
clamor
da
justiça
os
indignos
levantados
e
as
dignidades
abatidas;
os
ta
lentos ociosos
e
as
incapacidades
com
mando;
a
ignorância
graduada
e
a
scien-
cia
sem
honra;
a
fraqueza
com
bistão
e
o
valor
posto
a
um canto; o vicio
sobre
os
altares
e
a
virtude
sem
culto;
os
mi
lagres
accusados
e
os
milagrosos
réus.
Póde
haver
maior
violência
da
rasão?
Póde
haver
maior
escandalo
da
natureza?
Póde
haver
maior
perdição
da
republica?
Pois tudo
isto
é o
que
faz
e
desfaz
a
paixão dos
olhos
humanos,
cegos
quando
se
fecham
e
*
cegos
quando
se
abrem;
ce
gos
quando
amam
e
cegos
quando
appro-
vam,
vêem muito
mas
cegos:
ut
videntes
coeci
fiant.
—
(«Do Chrysostomo
Portu
guez»).
Preço
doo
eereaes.—
Na
terça-feira
ultima, n
’esta
cidade,
foi
:
Trigo.
Centeio
.
Cevada.
.
Painço.
.
Milho
branco
.
»
amarello.
Milho
alvo.
Feijão
branco
.
»
vermelho.
.
»
amarello.
»
fradinho.
Batata.
Azeite.
o
preço
dos
cereaes
.
.
.
900
.
.
.
560
.
.
.
560
.
.
.
480
.
.
.
420
.
.
.
410
.
.
.
540
.
.
.
800
.
.
.
900
.
.
.
750
.
.
.
640
.
.
.
600
•
.
.
5$000
Festividade
ho
Santissãeaio C
’on-
t«» «lo
Senhor,—
A veneranda
Eífigie do
Santíssimo
Rosto
do
Senhor,
erecta no
seu
oratorio
na
rua
de
N.
Senhora
do
Leite,
é
este
anno
festejada
no
R.
tem
plo
da
Misericórdia,
no
dia
2
de
junho,
na
fórma
seguinte:
A
’s
10 horas
da manhã, feita
a
Exposição
do
SS.,
que
durará
todo
o dia,
dar-se-ha
principio
á
missa
solemne,
a
grande
instrumental.
Pelas
4
horas
da
tarde
prégará
o
revd
0
abbade
de
S.
Thiago
de
Sabariz,
seguindo-se
o
Te-Deum,
também
a
instrumental.
Findo
o
Te-Deum
será
â
veneranda
Efligie
condusi
la
procissionalmenle
para
o
seu
oratorio,
acompanhada
pela irmandade,
das
Almas
da
Sé.
A
procissão
seguirá
pela
rua
Nova,
praça
da
Alegria,
largo
de
S.
Miguel-o
Anjo,
rua
da
Sé,
e
Rocio
de
Traz-da-Sé.
No
dia
1
á
noite
haverá
uma
vistosa
Iluminação
desde
a
Misericórdia
até
á
rua do
Forno,
e
Rocio
de
Traz
da
Sé,
onde
se
fará
um
basar
de
prendas du
rante
o
qual
tocará
uma
banda
de
mu
sica.
Demonstrações de
sentimento pe
la
morte
do SS.
Padre Pio HX..
Santo
André
da
Campeã.—No
dia
tri
gésimo
do
fallecimento
do
Santíssimo
Padre
Pio
IX
cantou-se
uma
missa
de requien,
com
oííicio
solemne
e
responsos,
por al
ma
do
santo
pontífice,
na
egreja
paro-
chial
de
Santo
André
da
Campeã.
Assis
tiram
a
este
acto
vários
parochos
e
o cle
ro
de freguezias próximas,
os
quaes
cele
braram
missa
pelo mesmo
finado
pontífice,
e
muito
povo.
■i-y
X
M
'W
À
Declaração,
prevenção e
protesto
No
n.°
133
do
«Amigo
do
Povo»,
lê-
se
o
seguinte
Contra
Annuncio:
No n.
0
139
d
’
este
jornal
de
16
do
corrente
maio,
apparece
um annuncio
de
uma
arremalrção
que
pelo
cartorio
de
Pes-
sa
se
tem
de fazer
no
dia
2
do
proxi
mo
mez
de
junho,
de
duas
m
-radas de
casas
terreas
situadas
no
lugar
do
Mon
te,
freguezia de
Santa
Eulalia
de
Tenões
—
por
execução que
promove
Manoel
Fer
nandes
Familiar,
contra
Domingos d
’Araujo
Carvalho
Reis
—
auzente
no
iinpcrio
do
Brazil.
Previne-se
o
publico para
que
não
arremate
taes
propriedades, porque
ellas
não
são
nem
nunca
foram
do
executado
nem
de
seus
paes.
Estas
propriedades
foram
sempre
do
revd.0
Domingos Vieira de
Sousa,
reitor
da
freguezia de Lordello,
concelho
de
Guimarães,
e
pelo testamento
com
que
o
mesmo
falleceu
aos 15
de agosto
de
1872,
deixou
o
uso
fructo]
d
’
esta
e
mais
pro
priedades,
a
Maria
da
Conceição,
e a
raiz
a
suas primas
Antonia e
Marianna,
e
sen
do
estas
fallecidas,
antes
do
lestador,
a
seus
filhos
e
descendentes
das
casas de
nominadas
da
Venda,
sitas no
sobredito lo
gar
do
Monte,
freguezia
de
Tenões,
que
são
justamente
as
mesmas
que
se
preten
dem
arrematar.
O
pae do
executado
Bernardino
d
’
Arau-
jo
Carvalho
Reis,
aproveitando-se
da
con
juntura
do fallecimento
de
sua
mulher
e
de
sua
sogra
Maria, casada
que
foi
com
José
de
Carvalho, a
quem
o
mesmo
tes-
tador
deixa
outra
morada
de
casas
cha
madas
do
Monte,
foi melter
no
inven
tario
de
sua
mulher,
não as
casas
cuja
raiz
por
morte
da
sobredita
Maria
da
Con
ceição
devem
passar
para
seu
sogro
e
seus
herdeiros,
mas
sim
estas
que
nun
ca
lhe
pertenceram,
nem
tem de
vir
a
pertencer;
e
sendo
aformuladas
a
seu
fi
lho
Domingos, e
em
nome
d
’
este
foram
hypothecadas
ao
exequente
Familiar,
e
por
este
corre
a
execução.
Por
parte da uzofructuaria
Maria da
Conceição,
já
veio
com
embargos
que
lhe
foram
aceites,
e
por
parte
dos
herdeiros
da
raiz,
que são,
Maria
Josefa
de
Oli
veira,
solteira,
moradora
na
rua
Nova
de
Sousa
em
casa
de
José
Maria
Dias
da
Costa,
aonde
se
podem
ver
os
documen
tos,
e
seus
sobrinhos,
alguns orfaos
e
todos
como
representantes
de
Marianna,
e
outros
primos,
filhos
de
Antonia,
já
se
requereu
termo
de
protesto,
e
tempo
para
se
habilitarem,
como
herdeiros
de
sua
mãe
e
thias a
quem
pertencem
es
tas
casas
que frauduiosamenle
lhes
que
rem
roubar.
Pelo presente
annuncio
se
faz
isto pu
blico
para
não
allegar
ignorância,
e
será
até
ratificado
no
acto
da
praça.
marães,
sendo
esta
denominada
quinta
do
Loureiro, azenhas
em
Carra/edo,
concelho
de
Amares,
e
quintas
de
Dádim,
Nogueira
e
campos
de
Lomar,
concelho
de Braga.
As
condições
serão
patentes
no
acto
da
arrematação.
Braga
e
Collegio
dos
O.
fãos
de
S.
Caetano,
29
de
maio
de 1878.
O
secretario
Anlonio
Francisco
Pereira
de
Almeida
Coutinho.
(9IO}
TRATAMENTO
(sem
necessidade de
repoiso
nem
regimen)
por
Mad.
Lachape||
e
professora
parteira,
das
enfermidades
das
mulheres,
inllammações,
ulceras,
consequ
en
’
cias
do parto,
desarranjo
dos
orgãos,
causas
frequentes e ás
vezes
ignoradas da
es
.
lerilidade,
languidez, palpitações,
debilidade,
doenças nervosas,
enlraquecimento
e
muitas
enfermidades
reputadas incuráveis
—
Os meios
de
cura
que
emprega
Mad.
La
.
chapelle,
simples
e
infalliveis.
são
o
resultado
de
assíduos
estudos
e
observações
p
ra
.
ticas.
Cônsul
ações
das
3
ás 5
—
Rue
Monlhebor,
27, perto
Tolherias,
Paris.
(40^.)
Companhia
carris americanos
de
Villa
do Conde á Povoa,
em
liquidação
Recommendamos
ao
snr.
dr.
Delegado
o
heroe d
’
esle
roubo,
que
se
intenta fa
zer
a
umas
pobres
mulheres e
a
desgra
çados orfãos.
Um
ladrão
traficante sabe
que ha
umas
propriedades
de que
um
terceiro
é
usu-
fructuario,
e
que
por
morte
d
’
este
teem
de
passar
aos
herdeiros
a quem foram
deixadas.
Mas
como
as
herdeiras
são
po
bres
mulheres
que
nada
sabem
de
justiça
e
orfãos
que
ignoram
até
o que
lhes
po
derá
vir
a
tocar,
e o quando,
que
póde
ser
d’
aqui
a
15
ou
20
annos,
e
como,
não
leem
meios
de
se
habilitar;
o
astu-
ciosio
ladrão
lembra-se
de
descrever n
’um
inventario
esses
bens que
a outrem
per
tencem,
lira
formal
e
regista-o,
porque
no
registo—
falíamos
só
do
formal
—
não
se
importam
(nem
mesmo
querem
saber,
julgamos)
se
os
bens
são
d
’
elle,
ou
co
mo
lhe
advieram.
E
o ladrão
fica-se
a
rir
á
espera
que
prescreva,
e passa
in
cólume
este
roubo
de
nova
especie,
aco
bertado
com
as fôrmas
juridicas.
Seguiremos
de
perto
esta
questão,
e
estamparemos
os
nomes
dos
astuciosos
e
o
d
’
aquelles
que
os
apoiam,—
quando
não
seja feita a
justiça
devida.
Manoel
Rodrigues
Santa
Marinha,
An
tonio
do
Coulto
e
Torqualo,
da
cidade
de
Guimarães,
veem
de
novamente
an-
nunciar
ao publico que
continuam
com
as
suas
carreiras
que
tem diariamente
já
annunciadas
e
augmentam mais
uma
car
reira
diaria
a
principiar
no dia
primeiro
de
Junho
do
corrente
anno
a
sahir
de
Braga
em
direitura
a
Visella
ás
4
horas
da
manhã.
Horário
o
seguinte:
Sae
de
Braga
para
Guimarães,
Caídas
de
Visella,
Fafe,
Gandarella
e
Arco
ás
4
e
meia horas da
manhã
em
direitura a
Visella
e
aos
mais
pontos
acima
indica
dos,
e 2
da
tarde
em
direitura ás
Caídas
de
Visella
e
volta
de
Visella
ás
10 horas
da manhã e
2
da
tarde.
Preços
em
di
reitura
a
Visella
400
reis,
e
os
preços
das
mais
carreiras
acima mencionadas
os
mesmos
já
annunciados.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga
na
casa do
muito
bem
conhecido
Ribeiro
Braga.
Braga
28
de
Maio
de
1878.
Pelos
annunciantes
—
Ribeiro
Braga.
(912)
ÉDITOS
DE
10 DIAS
Pelo
juiso
de
direito
d’
esta
comarca,
e
cartorio
do
l.°
ofificio
(escrivão
Freitas)
na
execução
que
João da
Silva
Moura,
d’
esta
cidade,
move
contra José
Fernan-
des
Carneiro
Braga
da
rua
dos
Capellis-
tas,
d
’esta mesma,
correm
éditos
de
10
dias
a
contar
de
24
de maio
corrente,
e
por
elle
são
citadas e
chamadas todas
as
pessoas
incertas
que
tenham
algum
di
reito
ou
acção
á
quantia de
I10$000
rs.
(penhorada
na
mão
e
poder)
digo
reis
cu
ja
quantia
penhorada
se
acha
depositada
em
poder
da
firma
commercial
de
Pinhei
ros
e
companhia
irmão,
negociantes
n
’
es-
ta
mesma
cidade,
que
o
venha
deduzir
e
allegar
em
suas
perferencias,
e
dentro
do
dito
prazo,
sob
pena
de
se
passar
man
dado
de levantamento
a
favor
do exequen-
le
pelo seu
credito.
Braga
24
de
maio
de
1878.
()
escrivão,
José
Fírmino
da
Costa Freitas.
Vericado
—O juiz
de direito
No
dia
2
de
Junho
se procederá á
venda
em
hasta
publica,
na
estação
de
Villa
do
Conde,
de
lodos
os
haveres
da
companhia,
constando
da casa
da
estação,
carros
americanos
e
respectiva
linha,
car
ros de rodagem
ordinaria,
como
coupés.
victorias,
char-á-bancs, arreios
e
mais
obje
ctos,
tudo
constante
do
respectivo
inven
tario
que
se
acha
patente
na
estação
em
Villa
do conde, desde
o
dia
20
em
dian
te,
onde
póde
ser
examinado,
bem
co
mo todos
os
objectos
constantes
do
mes
mo,
cuja
arrematação terá
logar
pelo
meio
dia,
e
será
feita
por lotes ou
em
globo
conforme convier aos
interesses
da
Com
panhia
reservando-se
a
commissão
liqui
datária
o
direito
de
acceitar
ou
não
os
lanços
oflerecidos.
Porto
22
de
Maio
de
1878
A
commissão
liquidataria
Evaristo
Nunes
Pinto
José
Germano
Brandão
1,903)
A.
R.
Ferreira
Vianna.
tUA
DE S. MARCOS, N.°õ.
Vende
papeis
pinta
dos para guarnecer saHas,
lindíssimos gostos,
a prin
cipiar
em 80
reis a peça.
Vende
olio,
tintas e
vernizes
para pinturas de
casas, tudo de boa
quali-
dade.e preços muito resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para estuques de
ca
sas,
tudo
de
primeira qua
lidade.
A»
Arrematação da calcetaria
da es
trada
da
Falperra.
No
dia 2
de
junho pelas
11
horas
da
manhã
se
hade proceder
na ante
sala
das
sessões
da
Venerável
Ordem
Terceira
á
arrematação
da
calcetaria
da alludida
es
trada
segundo as
condições
que
se
acham
desde
já
patentes
aos
enleressados
no
lar
go
do
Paço n.°
5,
em
casa
de
Domin
gos Pereira
d
’
Azevedo.
O
Secretario—Padre
Antonio
José
de
Lima.,
(905).
Vende-se
uma
morada
de
casas
jíEX
s'
la
na rua
^ruz
^ec
®
ra
6
a
6
A,
de
2
andares,
aguas
furtadas, lojas, solto,
quintal
e
agua.
Trata-se
com
Francisco
Martins
da
Silva
Araújo,
morador
na
mesma
rua.
ca
sa
n.°7,
contígua
áquella. (862)
Vende-se
a
casa
n.°
5
da
rua
■
E.
da
Sé.
.
.-sèât.
para
t
rat
ar
na
rua
(j
cs
Capel-
listas,
n.°
15.
(901)
À
ViSO
Não tendo
mais
de
metade
dos
contri
buintes da
derrama
directa
municipal
lan
çada a
este
concelho
pelo
anno
de
1877-
1878
satisfeito suas
colleclas
no
praso
que
expirou
em 22
do
corrente,
são
os
mes
mos
prevenidos
de
que
quando
as
não
satisfaçam
immediatamente,
serão
logo
re
laxados,
o
que
a
Camara
deseja
evitar.
Braga 28
de Maio de
1878.
D
’
ordem
da
Camara
—
O
Escrivão
(909)
Anlonio Manoel
Alves
Costa.
(911)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
A y* H E
VI
AT AÇÃO.
No
dia
23
de
junho proximo
futuro
pelas
onze
horas
da
manhã
no
Collegio
dos
Orphãos
de
S.
Caetano
e
perante
a
Commissáo
Administradora
ou
seu
dele
gado se
tem
de
pôr
em
hasta
publica
e
entregar
a
qm
m
mais
dér,
os
arrenda
mentos
oas
quintas
e
azenhas,
que
o
di-
cto
Collegio
possue
nas
freguezias
de
San
ta
Christma
de Longos,
concelho
de
Gui-
Carreira
diaria em
direitura a
Visella.
Narciso
José
Marques,
faz
publico
que
no
primeiro
de
junho
principia
com
suas
carreiras para
Visella,
saindo
d
’aqui
ás
4
e
4
e
meia
horas
da
manhã
e
2
da tar
de,
também
em
direitura
para
Visella
o
carro
que
sae d
’
aqui
ás
4
e
meia
fica
em
Guimarães
e
volta
ao
meio
dia, e
de
Visella
sae
ás
3
horas
da manhã
e
ao
rm-io dia. Os
bilhetes
vendem-se
em casa
de
José
Antonio
Marques
&
C.
a
praça
do
Barão de
S.
Martinho
n.° 5,
e
em
Vi
sella
em
casa
do snr.
Francisco
da
Cos
ta
e
Silva
Guiraaraes.
Preço
440
rs.
Braga
27
de
maio de
1878.
(908)
Aluga-se
a
casa
n.°
88
da
rua
da
Boa-Vista.
(906)
Fallencia
da Caixa Economica
Penhorista
Sociedade
anonyma de
responsabilidade
limitada
Filial
e:u ffiraga
Continúa
até
o dia
6
do
proximo
mez
de
junho,
a
entregar-se
os
penhores
exis
tentes
n
’esta
Filiai,
nos
dias
não
santifi
cados,
desde
as 9
e
meia
horas
da
ma
nhã
até
ás
2
da
tarde,
mediante
o pa
gamento
do debito,
e apresentação
das
cédulas.
O
representante
da
curadoria
fiscal,
(904)
Antonio
José Gomes Martins.
Quem
qutzer
arrendar a casa
n.°
7,
no
campo
das
Carvalbheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d
’
esta
cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—5 Rua
Nova
de
Souza
5
—
Com
estabelecimento de
mercearia,
pregagens
e
objectos
para
flores
e
de
es-
criplorio.
Vende
pregos
de
arame
de todas as
dimenções.
(843)
GOJIGO
ADMINISTRATIVO
APPROVADO
POR
Fartsi de lei de 8 de totaio de 1SÍ»
Seguido
do
parecer
da
commissão
de
administração
publica
ácerca
do projectu
d
’
este
Codigo,
com um
desenvolvido
re-
(íortorio
aiphabetieo,
e
accrescenta-
do com
a
lei
eleitoral.
contendo
0
mtippit
dos
respectivos
círculos do
con
tinente
do
reino,
ilhís
adjacentes
e
pro
víncias
ultramarinas,
a
Fei
sobre
a
instrueçõo givimaria
e
as alterações
á
Fei do Sello.
1
volume
500
reis;
pelo
correio
õ30»
A
’
venda
na
Livraria
Portuense,
edito
ra,
rua
do
Almada,
123,
Porto
BRAGA.
TYPOGRAPHIA LUSITANA—1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
