comerciominho_28091878_842.xml
- conteúdo
-
REDACTORES—D. Miguel
Sotto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
«SH»
6.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
.
1&600
8õ0
40
20
10
Braga,
12
mezes.
.
»
6
»
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetirão....................................
PUBLIGA-SE
ÁS TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1^950
3
p6C'9
3&609
10
Províncias,
12
mezes
.....................
»
6
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso................................
N.° 842
eòiiiSii
KHAí. A
—SASÍBARC as
»«
MfTIHBKO
BK 1858
A
«Nação»
recebeu
e
publicou
o
seguinte
telegramma,
que
com
o
maior
alvoroço
nos
apressamos
a
tran-
smittir
aos
leitores:
REICHENAU
22
DE
SETEMBRO
A
’
S 8
HORAS
E
10
MINUTOS
DA
MANHÃ:
D.
Jorge Eugênio
de
Locio,
A Senhora
Dona
Izabel
de
Bragan
ça
deu
á
luz
com
o
mais
feliz
suc-
cesso
um
Filho. O
Filho
e
a
Mãe
estão
bem,
graças
a
Deus.
O
partido
legitimista
porluguez
dá
a
Deus
Senhor
Nosso
muitas
graças
pelo
nascimento
do
Príncipe,
e
a
Seus
Augustos
Paes
e
Avôs,
a
Senhora
Dona
Adelaide de
Bragança
e Sua
Alteza
Real
a
Princeza
de
Turn-Ta-
xis envia os
mais
sinceros
e
enthu-
siasticos parabéns
portão
fausto acon
tecimento.
Junto
ao
berço
do
Augusto
Re-
cemnascido,
ojaartido
legitimista
por-
tuguez
renova o
juramento
que
fez
a
seu Avô,
o
Rei
Marlyr,
de
saudosa
memória, e
a
seu
Augusto Pae;
de
respeitar
e
defender,
quanto
em
suas
forças
couber,
todos
os
direitos
que
nossas
leis
Lhe
dão.
----------------------------------------------------------------------------
Carregado
de
sombrias
côres
se
apre
senta
o
quadro do
futuro' para
a
classe
agrícola
em
Portugal.
Terríveis
ílagellos,
signaes
visíveis
da
ira
de
Deus,
ameaçam
destruir completa
mente
algumas
das
principaes
producções
do
sólo. Em
geral
o
remo
vegetal soffre
mais
ou
menos,
e
o
lavrador
teme
de
ver, de
um momento
para
o
outro,
anni-
quiiadas
por
desconhecidas
moléstias
as
suas
sementeiras,
mortos
os
seus
arvore
dos,
e
inulilisados
os
fructos
das
suas
fa
digas
e
lavores.
A
escacez
de
braços,
determinada
pela
,
fatal
mania
da
emigração
para
o
Brazil,
o
augmento progressivo
e
desproporcio
nado
ds
salarios
dos jornaleiros,
criados
e
serviçaes,
o
desbragamento
da
usura,
favorecida
por
leis
concebidas
e
pratica
das
fóra
da
acção
salutar
dos
princípios
da
moral
christã,
e
finalmente
a
tendên
cia para
a
ociosidade,
que
vae
cada
vez
mais
invadindo
a
gente
dos
nossos
cam
1
|»os,
são
outras
tantas
causas
de definha
mento
para
a lavoura,
são
outras
tantas
difliculdades,
cada
vez
mais
insuperáveis,
ante
as
quaes
o
agricultor
vacilla e
treme
pelo
futuro
da
sua
classe.
Em
algumas
localidades
custa
já
o
en
contrar
quem
queira
cultivar
as
terras
pelo
contrato
de
parceria
agrícola,
tão
usado
especialmente
nas
nossas
províncias
da
Beira,
Douro
e
Minho,
e
que
julgamos
aqui
insubstituível
por
outro qualquer
sys
lema
d
’
exploração.
O
lavrador
cazeiro,
que
recebe
apenas
metade
dos
fructos
das
propriedades, que
cultiva,
quasi
que
dispende
já
todo
0
quinhão,
que
lhe
tóca,
com
as
exigên
cias
do
grangeio,
restando-lhe
livre
ape
nas uma
pequena
parte,
que
mal
chega
para
o
seu parco
sustento.
Isto
é
sobremaneira
desanimador;
e
assim
succede
que o colono
ou
caseiro
prefere
transformar-se
em
jornalebo,
e
abandona
as
terras
ao
senhorio,
que
na
impossibilidade
de cultivai as
por
suas
mãos,
tem
de enlregal-as
a
quem
nenhuma
con
fiança lhe
merece, a
quem
as
explora
mi
seravelmente,
e
mais
tarde lh
’
as
devolve
improduclivas
e
estragadas.
E é n
’
esta
conjunctura
angustiosa,
diante
d
’
esta
perspectiva
assustadora
para
a
classe
agrícola
que
o
fisco
escancára
a
sua
guela
insaciável,
e
pede
mais
tribu
tos;
que
o
governo
do
paiz
inventa refór-
rnas
administrativas implacáveis,
que
tra
zem
apôs
si
um
grande
accrescimo
de
despeza,
e
por conseguinte
novos ontis
para
o
contribuinte;
e
finalmenle
que um
certo
partido
político,
em
cujas
mãos
ja
zem
infelizmente os
destinos
do paiz,
alça
nas
mãos
a bandeira,
onde
o
seu chefe
inscrevera
como
iemma descaridoso
e
insultante:
—
O
povo
pode e
deve
pagar
mais!—
Sabemos
que
é
inútil
invocar
a
pie
dade
de
similhanle
gente
para
as misérias
e
soffrimenlos
do
nosso
bom
povo.
Co
nhecemos
de
sobejo
as entranhas
dos
re
volucionários,
qualquer
que
seja
o
seu
ma
tiz
ou
a
còr
da
libré,
que
trazem
enver
gada.
O
povo
é
a
base
da
pyramide
in
ventada
peio
liberalismo,
mas
só
para car
regar
com
o
pezo
das vexações, dos er
ros
e
dos
desatinos,
assim
como
o
rei
fórma
o
vertiçe
do
Irianguto
maçonico,
mas
unicamente
para
ser
subserviente ou
insultado
E’
tudo
uma
mentira,
uma
men
tira
solemnissima,
em
que
se
endeusa
fe-
mentidamenle
o
povo
soberano
emquanlo
se
jogam
aos
dados
os
esfarrapados
restos
da
sua
túnica
desbotada,
e
se repartem
pelos
a/ilhados
os
ceitis,
qne
representam
as ultimas
gotas de suôr
espremido
da
fronte
dos
que
trabalham.
Não
pediremos
pois
aos que
ahi go
vernam,
ou desgovernam
o
paiz,
que
se
apiadem
dos
nossos
soffrimentos,
e
que
rtlancêem sequer
um
olhar
fugitivo
sobre
o
estado
assustador,
em
que
se
acha
a
oossa classe
agrícola.
Seria
tudo
inútil
Lembraremos
sómente
á
nação
portugue-
za,
que
olhe
um
pouco
mais attentamente
pelos
seus
proprros
interesses, que
me
dite
bem
nos
meios
rasoaveis
e
justos
de
se
eximir
á
odiosa
tutela
de
uma
facção
infesta,
que
a
explora
indignamente,
e
que
envide
todos
os
exforços
para voltar
á
senda
do
verdadeiro
progresso
e
da
li
berdade
bem
entendida,
de
que
a
trazem
ha
tanto tempo transviada
as
loucas
uto
pias
e
os
execráveis
embustes
do
libera
lismo.
Não
nos
iiludam esses
tantos
kilome-
tros
de
caminhos
de
ferro,
em
que se
teem
despendido
e
desperdiçado fabulosas
sommas;
essa
prosperidade
apparente, que
sobrenada
á
tona
de
um
mar
de misé
rias;
esse
proclamar
incessante
dos
pro
gressos
materiaes, atraz
dos
quaes
se torna
cada
vez
mais
visivel a
hedionda
chaga
de uma
espantosa
corrupção
dos costu
mes
públicos
e
privados,
e
o
senso
moral
reciía
espavorido.
Interrogae
o
commercio,
inlerrogae
a industria,
interrogae
a
la
voura.
De
toda
a
parte
surgem
queixu
mes,
levantam-se
apprehensôes
e receios,
e
se
nota
um mal-estar
geral,
que
de
nuncia
a
approximação de
uma
desgraça,
a
imminencia
de
um
cataclismo. E
no
meio
de
tudo
isto
agita-se
o
paiz
em
convulsões
estereis,
promovidas
pelo
em
bale
das
paixões partidarias,
pelo
choque
das
ambições
do
mando,
pelo
resfolgar
dos
odios políticos,
que
trazem
em
lucta
in
glória
os
nossos filhos
de
Cadmo!
E’
um
suicídio
lento,
mas
inevitável.
Convença-se
pois
o
povo,
de
que
a
con
tinuação
d’
esta
desgraçada
ordem
de
cou
sas
hade
acabar
de
anniquilar
Portugal
como
nação
independente.
Enxote
para
longe
de
si
os
mandões,
que
o
oppri-
mem,
os
parasitas,
que o
empobrecem,
as
sanguesugas,
que
o
extenuam,
e
volva
emfim
os
olhos
para
a
estrella
polar
da
legitimidade
e
do
direito,
unica
que
póde
marcar-lhe
a
verdadeira
róta,
que
póde
salval-o
do
naufragio e
condusil-o
a
porto
de
salvamento.
Não
hesite, não
trepide,
não perca
em
delongas
os
momentos
preciosos,
que
a
Providencia
ainda
lhe
concéde.
Reconquiste
a sua
antiga
liberdade,
ou então
resigne-
se
a
morrer
para
sempre.
A
questão
é
de
vida
ou
morte.
Hoje
ainda
a
salvação
não
é
mleiramente
impossível.
A
’
manhã
estaremos irremhsivelmente
perdidos.
d
.
m
.
s.
4
’
K&edneção
tio
«Comiuereio do
Minho».
Londres, S
d'Agosto,
4878.
(Continuação)
SUMMARIO.
V.
—
O
Arcebispo
de
Ganterbury,
e
um
cento
de
Bispos
Protestantes de
varias
côres,
parodiando
o
Concilio do
Vatica
no, e
preparando-se
o
grande
e
Systema-
tico
ataque
ao
Catholicismo.
VI.
—
Ha
symptomas
muito
favoráveis
de
que
Bisinark
e
o
Governo
Prtissiano
começam
a
conhecer
o
grande
êrro que
commetleram
em
perseguir
a
Igreja
Ca
tholica.
Eis
aqui
agora
uma amostra d
’estas
preparações
de
guerra
e campanha
Pro
testante contra
a
Igreja
Catholica;
exlra-
cto
de
muito
mais
longa
relação,
no
Ti
mes
de 2
do
corrente:
—
«Na
quarta-feira
(31
de julho)
(*
)
houve
um
interessante
ajuntamento,
na
residên
cia
do
Bispo
(Protestante)
de
Winchester,
que
convidou
os
amigos
do
movimento
«Velho
Catholico», e
a
Sociedade
«An-
glo-Continenlal»,
a
uma
Conferencia.
«Ao
meio-dia,'o
mesmo
Bispo
de
Win
chester
tomou a
cadeira
da
Presidência;
achou-se
rodeado
pelo
Primaz d
’Escossia,
e pelos
Bispos
de
Lincklield,
Meada,
Gi
braltar,
Bombaim.
Nova
Escossia,
Onta-
ria,
Dunedin,
Delaware,
Pensilvania,
No-
va-¥ork
Occidental, Albany,
Nova
Jersey,
Nebraska,
Carolina
do
Norte.
Ohio,
Colo
rado,
Long
Irland.
Hayti;
os
Bispos
Sche-
veschewsky,
Mac
Dougall,
Abraham,
mui
tos
clérigos,
leigos
e senhoras.—
Provavel
mente
estas
senhoras,
ou
a
maior
parte
d
’ellas,
deviam
ser
as
Bispas
e
Bispinhas,
das
famílias
dos
proprios
Prelados.
«O
Bispo
de
Winchester
lamentou
a
ausência
do
Pathiarcha
Arménio,
que
es
tava
no
Continente,
do
Bispo
Rainhens»,
(dos
Nelhos
Cat/iolicos,
nascidos
bontem)
«e
do
Doutor
von
Schulte
um
leigo
de
Ronn,
que
linha
presidido
a algumas conferen
cias
Velho-Calholicas».
i
Veja-se
já
que
mexordia
aqui
vai!
Provelmente,
de toda
esta
família,
não ha
(») Se
estes
propagandeiros
Protestan
tes
escolheram
tal
dia,
o
da
festa
e
falle--
cimento
de
Santo
Ignacio
de
Loyola,
de
proposito,
e
porisso mesmo
pouco
senso
mostram
na
escolha;
pois
nunca
poderám
eclipsar o Santo!
via
dois
que
concordassem
e
se
enten
dessem
em
suas
crenças e doutrinas,
salvo
em
um ponto
—
de
todos
aborrecerem
a
unica
religião
verdadeira,
a
Catholica
Apo
stólica
Romana!
Mas
continuemos
extra-
tando
e
copiando,
porque
vai
seguir o
mais
bonito:
—
«Congratulava
comtudo
a
assemblea
pe
la
presença
do
Bispo
Herzog
dos
Velhos
Cattiolicos
da
Suissa,
e
do
Padre
Jacin-
tho,
como
lambem de
tantos
de seus
ir
mãos
Americanos, a
lodos
os
quaes
dava
'as
mais cordiaes
boas-vindas.
E
confiava,
que
esta
sua
reunião consolidaria
os
vín
culos
da
união
que
tinham
sido
nina
feição
tão
agradavel
da
recente
Conferen
cia
em
Lambeth» (a residência
do
Arce
bispo
de
Canterbury)
«Que
a
Sociedade
Ánglo
Continental
linha
continuado
em
seu
caminho,
seguin
do
as
pisadas da
Igreja
Anglicana,
por
um quarto
de século.
«A
unica
Igreja
Catholica
no
paiz
era
a Igreja
Anglicana.
Nunca
linha
havido
cá
outra.
Uma
Igreja
Britanica
linha
aqui
sido fundada
nos
tempos
Apostolicos,
li
nha
ido
desfazendo-se
e
quasi
morrera;
mas
nnssos
paes
Anglo-Saxonios,
tinham
fundado
a
Sé
de
Canterbury..
iEste
Reverendo
Bispo
Protestante
descobriria
alguma
chronica
ou
historia
desconhecida,
donde
tirasse
todas
estas
no
ticias,
que
aííirina
com tanto
desemba
raço?
Ouiro
homem
de
mais
polpa
e
fama,
o celebre
Maccauley,
adiantou
uma
asser
ção
semelhante,
ha
perle
de
50
annos;
e
elle
era
homem
de
cujos
escriptos
e
testimunhos
históricos
se
fazia,
creio,
mais
caso
que
dos
ditos
d
’esle
Bispo.
E
toda
via,
sahiu-lhe
ao
eneontro
o
meu
excel-
lente
e
estimado
Amigo Guilherme
Ber
nardo
Maceale,
escrevendo sua
excellente
Historia
de
Inglaterra
nos tempos Calholi-
cos;
compondo-a.
ou
antes
copiando-a,
de
todas,
absolutamente,
as
autoridades,
do
cumentos.
e
monumentos
históricos
existen
tes,
e em
nenhum
se
aclroti a
mínima
no
ticia
d
’
essa
«Igreja
dos tempos
apostoli
cos»,
de
que
falia agora
o
Bispo
de
Win
chester;
nem
se
acham cá
outros
tempos
de Christianismo,
até
que
S. Gregorio
Magno
cá
mandou
Santo
Agostinho,
o
primeiro
Arcebispo
de
Canterbury,
que
com
seus
companheiros
converteram
o Rei
de
Kent,
e
o
povo;
introduzindo então o
Christianismo
n
’estas Ilhas. Mis
este
Bis
po
de
Winchester,
ou
diz
aquillo
que
nãó
póde
provar,
ou
deve
ter
descoberto
mo
numento
de que ninguém
sabe,
para
fun
dar suas
asserções
tão
sacudidas. O
se
guinte
pedaço,
que
segue,
do
tal
Bispo,
é
tanto
ou
mais curioso:
—
«Ainda
que
quando
a
Igreja
(Ingleza)
era
sujeita
á
Sé
de
Roma
apresentava
aspecto um
tanto
d
iferente, não
ficou
sendo,
depois
da Reformação,
mais
urna
nova Igreja,
do
que
uma
pessôa
que
lava
a
cara
depois
de
uma
longa
jornada,
fica
sendo ontra
pessôa
do
que
era
com
a cara
suja,
ainda,
que
agora
apresente
uma
differente
apparencia
Se
a
Igreja
não
era
a
mesma
que d’
antes,
então
eiles
eccle-
siaslicos
Protestantes não
eram
mais
que
impostores
e
velhacos;
não
tinham
direi
to
chamar-se a
Igreja
nacional,
ou
a
pos
suir
os
benefícios
e dotações
d
’
ella,
por
que então nada
mais
eram
que
uma
das
muitas
seitas
Protestantes.»
A.
R
SARAIVA.
'TR
Toda
a
correspondência para
a
redacção, administração
ou
outra
qualquer que tenha de ha
ver
com o «Gommercio do Mi
nho»,
será
enviada ao seu
di
rector
Antonio Joaquim de Mes-
quista Pimentel, rua Nova n 0 4
—
Braga.
O
padre
Senna
FresSas.
—
0
«Jor
na!
de
Gauterets»,
de 14
do
corrente,
pu
biica
uma
noticia
qne
se
refere
ao
nosso
presadissimo
amigo
o
snr.
pidr.e
Senna
Freitas,
a
qual
vamos
traduzir,
desfazen
do
o
equivoco
do
collega
collega
francez
—
quando
diz.
que
o
pa
lre
Senna
Freitas
é
professor
da
Universidade.
Este
exem-
piaríssimo
quanto
erudito
sacerdote
é
pro
fessor,
e
comine
il
faut,
n
’
um
coliegio
da
congregação
a
qne
pertence;
mas
prouve
ra
a
Deus
que
a
nossa
universidade
con
tasse no
seu
grémio
uma
meia
dusía
de
professores
como
este
homem
notabilíssimo!
Eis
as
palavras
do
collega:
«Domingo
ultimo,
um
padre
portuguez
proferiu
em
a
nossa
egreja
parochial
um
sermão
sobre
os
resultados
obtido
<
pelos
missionaiios
junto
dos
selvagens
que
exis
tem
em
certas
províncias
afastadas
do
im
pério
do
Brazil.
A
tão alto
grau
subiu
o
interesse
do
auditorio,
já
por
causa
do
talento
õratorio
d’
este
homem
apostolico,
já
pelas
anedoctas
cora
que
elle
esmal
tou o
seu
sermão,
que
muitas
pessoas
lhe
pediram
que
fizesse
uma
conferencia
pu
blica
sobre
o
mesmo
assumpto,
no
Casi
no».
—
Accrescentaremos
com
grande
pra
zer
que
o
snr.
padre
Senna
Freitas
ob
teve
os
melhores
resultados
do
uso
das
aguas
de
Gauterets,
pois
sabemos
que
s.
exc.
a
se acha
restabelecido
coinpletamente
da
enfermidade
de
garganta
que
adquiriu
nas
missões
da
America.
Os
nossos
cor-
deaes
parabéns
Torneie
de
eavallos.
—
Diz-se
que
no
principio
do
mez
proximo
haverá,
no
campo
da Feira.
d
’esta
cidade,
um
tor
neio
de cavallos,
promovido por
alguns
ca
valheiros
bracarenses,
entre
os
quaes
se
indigitam
os
snrs.
João e
Duarte Borges,
Manoel
Gomes
e Francisco
Falcão.
'
f.KjaíJ
i».
-■
Ha
dias
appareceu
afoga
da
n
’
um
tanque
da
quinta
da
Gordeita,
proximo
das
Palhotas,
uma
creança.
Deu
origem
a
esta
desgraça
o
criminoso
des
leixo
dos
paes
que
a
tinham
J-ixado
só
ao
pé
do
mesmo
tanque,
emquanto
se
davam
ao
trabalho
do
campo.
Boença,
—
Tem
estado
enfermo
n
’esta
cidade
o
revd.mo snr.
dr.
Luiz
Mar,ia
Ramos,
lente
da Universidade.
M.
Vlig«i«-S.
—
Faz-se
ámanhã,
na
sua
capella
do
campo
das
Carvalheiras,
a
fes
ta
de
S.
Miguel,
com
missa
e
sermão.
l^rxviSey
cna
eidtaslAoa
de
tBea-
rpi.
—
Promettemos
ha
tempo
dizer
algumas
palavras
sobre
esta
obra,
edilorada
pela
Empresa
editora
d
’
obras
classicas
e
illus-
Iradas,
cora
a
séde
no Porto,
em
Bello-
monte,
e
vatros
agora
cumprir
essa
pro
messa.
Os
transuraptos
que
compõem
este
li
vro,
são
na
verdade
curiosissimos, pois
estão
reproduzidos
fielmente
como
foram
expedidos
das
repartições
publicas.
Alem
dos
que
dizem
respeito
a
Braga,
ha
ou
tros
relativos
a
Guimarães,
Coimbra
e
Lisboa:
é
porisso
interessante
esta
publi
cação,
alem
dos
amadores
de
livros
an
tigos,
para os
cidadãos
das
quatro
cida
des.
Precede
a
obra
um
erulito
pream
bulo,
escripto
pdo
sabio
dr.
Pereira-Cal-
das,
onde
se
expõe,
em
traços geraes,
a
historia
da
imprensa
n
’
aquellas
cidades,
e
se
dão noticias
que
se
acham
disper
sas
em
vários
livros
de
consulta.
A
parle
typographica
é
excellente,
e
bom
o
papel.
Felicitamos
o
snr.
José Antonio
Cas-
tanheira
e
a
Direcção
litteraria
da
empre
sa.
pela
escolha
das
publicações
que
está
dando
á
luz,
e
agradecemos
a
oíferla
do
exemplar
com
que
nos
brindaram.
JSte«ta
beleeiniento.—
Está
em
via
de
completo
restabelecimento
o
nosso
pre-
sado
amigo
dr.
Pereira-Caldas.
Parabéns.
A
latoanael».
—
Recebemos
um exemplar
do
Almanach
da
Empresa
Lideraria
de
Lisboa,
para
1879,
(2.°
anno).
Alem
de
matérias
d’
interesse
geral,
con
tém
este
livrinho
uma
curiosa
secção
lu
terana
e
uma
outra
de annuncios.
Firmam
artigos
em
prosa
e
verso,
entre
outros
escriptores:
visconde
de
Almeida
Garrett,
E.
Vidal, A.
Pimentel,
Thomaz
Ribeiro
Bento
Moreno,
João
de
Deus, A.
Ennes, G.
Jnnqueiro, G.
Lobato,
A.
de
Quental.
Leite Bastos. G.
Cn-spo,
Julio
Machado,
Cândido
de
Figueiredo,
etc.
Custa
apenas
120
reis.
Collegín
Académico.
—
Chamamos
a
attenção
dos leitores
para
o
annuocio
respeitante
ao
acreditadissimo
Coliegio
Académico, e
que hoje
distribuímos
com
a
nossa
folha.
Este
estabelecimento
litterario,
dos
principaes
de
Braga,
é
por
todos
os
títulos
recommendavel.
Como
tal
o
indicamos
aos
paes
de
fa
milia.
cís can-BíHÉas.
—
Louvado
Deus,
que
não abandona os
que
defendem
a
fé
e
o
direito,
a
justiça
e
a
ordem.
O
desastre
de
Navarra
não
rasgou
o
pendão
de
D
eus
P
atria
e
R
ei
,
quando
os
soldados
da
legitimidade
entregarain
nas mãos
da
prefeitura
franceza
as
armas
gloriosas
de
Eraul
e
Sornorroslro,
de
Es-
tella e
de
Abarzuza!
Não;
assim
como
é
eterna
a
verdade,
não
pode
sumir-se
en
tre
os
destroços
das
batalhas, ao
expirar
do
ultimo
som
dos
bymnos
da
guerra,
a
palavra
divina,
que
levanta
os
exercites
e
as
nações,
na
honrosa
defensa
de
um
direito
sagrado.—
A
honra
e
o
dever
são
herança
de
de
todas
as
geraões.
A
revolução,
os
grandes
cataclismos,
desvairam momenta
neamente
os
povos,
mas
a historia
abre-
se
imparcial
como
uma
grande
lição
para
dies
regenerara
alma.
Não
podia
o
partido carlisla
sepultar-
se
sob
a
ultima pá
de
terra
que
cobre
o
corpo
conspurcado
dos
Cabreras.
Julgaram-n’
o
vencido
pela
política
fran
ceza,
e
elle
(oi
vencedor
aos
olhos
do
mundo
que
contemplou
a
sua
heroica
resignação: jurgaram-n’o
morto
com
a oc
cupação
liberal do território
protegido
pelas
suas
armas,
mas
elle surge
como
o
gigante
qne
adormecera
para
refazer
as
forças,
mas
que se
levanta
para
batalhar
invenciveL
E
eil-o
de pé.
Não
é
já
uma
vaga
suspeita
que a
legitimidade
trabalha incessantemente:
é
um
facto,
que
se
patenteia
á
luz
do
dia,
energico
e resoluto.
São
animadoras
as
noticias
que
parti-
cularmenle
nos
chegam,
e
que
não
po
dem
ainda ler
a
publicidade
que
lhes
desejávamos; comludo
basta
que
saibamos
o
que
diz
toda a
imprensa
liberal,
e
que
se
resume
no
que
communica ao
insus
peito
«Diário Popular»
o
seu
correspon
dente
de Madrid.
Eis
como
se
exprime
o
alludido
cor
respondente:
«A
imprensa
liberal,
e
os seus
cor
respondentes
da
provincia,
começaram
a
denunciar
o
aspecto
dos
carlistas nas pro
víncias
vascongadas,
no
Maestrazgo,
no
Aragão,
e
na
Alta
Montanha
de
Catalu
nha.
No
Aragão
e
na
Catalunha
os agen
tes
do
carlismo propagam
entre
os
cam
pónios
a
ideia
de que
reconquistem
os
seus
antigos fueros,
que
os
egualavam
ás
províncias
bascas;
em Barcelona diz-se
que
está
constituída
uma
junta
composta
de
um
jesuita,
um proprietário,
um
ban
queiro
e
um
jornalista,
emquanto
grande
numero
de
enviados
seus percorrem
as
povoações, comprando
armas,
e
até
indi
cam
aos
catnponios
o
ponto
de
reunião,
e
os
chefes
que
hão
de
commandal-os.
Os
periódicos
ministeriaes
não
se
preoccupam
muito
com estes
annuncios
e
advertências,
e
isto
tem
para
mim
uma
explicação
muito natural,
e
é
que
o
snr.
Canovas
comprehendeu
ha
muito
tempo
a
impossibilidade
de
aliar
a
restauração
com
os elementos
liberaes
do
paiz;
e re
ceoso
de
que
um dia rebente
a revolu
ção,
permitte
que
os
elementos
carlistas
se
organisem,
com
a
esperança
de
que,
chegado
esse
dia,
taes
elementos
se
su
blevem,
como
fizeram
em
1870,
contra
o
governo
liberal
que
se
organise.
Falta
saber
agora
se
a
revolução,
ao
triumphar,
terá
força bastante para
esmagar
a
vibora
peçonhenta
que,
criada no
seio
do
snr.
Canovas, pretende
estorvar
em
seu
caminho
a
democracia
e
o progresso».
•
* *
ZíiHsionariíis.
_
No
dia de
Santo
Ignacio
(31
de
julho)
partiram
d
’Hespa-
nha
para
as
Ilhas
Philippinas
42
missio
nários
hespanhoes de
differentes
ordens
que
vão
levar
a
luz
do
Evangelho
a
pai-
zes
remotos.
Entre
elles
havia nove
mem
bros
da
Companhia
de Jesus.
Quando
annunciam
os
jornaes
porlu
guezes
alguma partida
de missionários
porluguezes
para
alguma
das nossas
co
lónias
mais
importantes
que
as das Pbi-
bppinas?
Resposta:
tarde
será
parque
a
respei
to
de
frades,
para
o
governo
portuguez.
nem
existe
lelegrapho, nem
caminhos
de
ferro.
—
(Da
«Familia».)
A
’
s
reflexões
do
collega
accrescenta
remos
também
algumas
nossas.
Desculpe
nos
o
liberalismo,
se
ao
correr
da penna
nos escapar
alguma
frase
menos
agrada-
vel.
Ao
menos
somos
francos
e
verdadei
ros,
e,
ainda assim,
aguardamos
outra
occasião para sobre
este
particular
mani
festarmos
o que
pensamos
e
sentimos.
Desde
que
os...
do
Slindello
assalta
ram este
malaventurado
paiz,
Portugal,
como
terra
infestada
por
praga
de g>fa
nhotos. tem
dado
a
mais
triste
ideia
de
si
ás
nações civilisadas
da
Europa.
Desde
que
uma alluvião
de
garotos
engravata
dos
se
apoderaram
das redeas
do
governo
e
se
precipitaram
em
todos
os
cargos
públicos
do Estado,
Podugal tem
sido
a
lauta
bola,
onde,
em
satanico
tripudio,
se
tem
banqueteado
á
porfia
durante
uma
orgia
de
meio
século
lodos
os
ferozes
e
famintos
abutres do
liberalismo.
N’
esta
ba-
chanal
infrene
e
diabólica
tudo
tem
sido
consumido
e devorado!
Hoje, que
o
erá
rio
está
exhausto,
o
povo
escravisado e
oppresso,
as gordas
fatias
a
désapparece-
rem
e
o
numero
dos famélicos
centupli
cado
a disputarem
a
presa, já
lançam
olhos
cubiçosos
e dentuça arreganhada
pa
ra
as
nossas
colonias,
ganhas
á
custa
de
tanto
sangue
e
de
tão
heroicos sacrifícios
do patriotismo
dos
nossos
maiores,
e
por
entre
dentes
murmuram
que
devem
ven
der-se. Arrastam
também
pela
vasa
o
man
to
do
seu
rei,
porque
come
mais que
elles;
e
não
contenta
a iodes. N
’eslas
alturas
ninguém
venha
desmanchar
lhes
os
prazeres,
fallando-lhes
em
frades
e
mis
sionarios.
E’ veniaga
que
se
lhes
lança
nas
postas
que
estão
devorando,
e
elles
não
perdoarão
de
bom
grado
aos
que,
no
mais
acceso
calor
da
orgia,
veem
sup-
plicar-lhes
por esmola, uma
restituição
das
migalhas,
ao
menos!
A
patria
está
reduzida aos
ossos,
mas
os
cães,
como
comem
a
carne,
também
roem
os
ossos;
e
nem
porisso
deixam
de
ticar menos
accirrados, se
alguém
preten
der
tirar-lh
’
os.
Missionários
!
Não
os ha
no
continen
te,
onde
eram
tão
necessários:
como
ha
de
havel-os
nas possessões, que elangue
scem
de
dia
para
dia
á
mingua
de
tudo,
excepto
do
mais
criminoso
abandono?!
Missionários!
Estes
apostoles
da
ver
dadeira
civilisação
dos povos tão
humildes
e
obscuros,
quanto
prestantes
e
necessá
rios
em
todos
os
ieinpos
e
em
lodos
os
paizes,
estão
sendo
perseguidos
e
guer
reados
atrozmente,
não
dizemos
já
pelos
liberaes,
mas
por
aquelles
que,
por
to
dos os
tilulos,
estavam
obrigados
a
não
perseguil-os,
ao
menos,
brntalmente!
Missionários
para
as nossas
possessões!
Não se
falle
n
’isso
ao
liberalismo,
porque
essa só
palavra
exprime
para
elle
uma
synthese
de
expoliações, e
de crimes
ne
fandos
que
lera
perpetrado
com
flagran
te
violação de todas
as
leis divinas
e ec-
clesiasticas.
O liberalismo
jurou
que
seria
o
co
veiro
da
patria.
Hoje
que
a
vê
quasi
irremissivelmente
prostrada,
quer
ainda
traficar
com
os
seus
ossos,
porque
sabe
que
lambem
os
ossos
dos
aunnnaes
se
vendem
para
cabos
de
facas,
garfos
e
outros
produclos industriaes.
Que
a
justiça
eterna
de
Deus
nos
livre
dos
novos
vandalos!
Só então
podemos
ler
missionários.
ProtMtan
”
»
—
Ao
pissar
pelos
olhos
o
«Diário do
Minho»
dante
hontem,
folha
que
vê
a
luz
n’
esta
cidade,
deparamos
com
uma
sacrílega
parodia
da
Confissão,
allusiva
ao
governo
regenerador,
e
a
que
puzeram
por
titulo:
«Doutrina
Regenera
dora,
para
uso
dos
meninos
e
meninós
da
penitenciaria».
Julgaríamos
macular
a
nossa
penna
transcrevendo
para
aqui
sequer
um
trecho d
’
essa
miserável
parodia,
para
amo
stra
da
fazenda.
Basta
dizermos
que alli
se
conspurca
e
profana,
vil e saerdega-
mente,
esta
sublime
oração
da
Egreja Ca-
tholica.
Lamentamos
profundamente
que
o
«Dia-
rio
do
Minho»,
folha,
que,
aliás,
nos
não
tem
dado
motivos
de
grande
reparo
em
matéria
religiosa,
como
soem
fazer
cyni-
camente
os
seus
collegas,
d
’outras
locali
dades,
viesse
agorá
publicar
u<n
escripto
que
revela, digamol-o
com
a
mais
rude
franqueza,
além
do
que
se
çhama
falta
de
educação,
uma
perda
completa
d
’
al-
gurn
resto
de
sentimento religioso, no
seu
auctor.
Se
assim
falíamos,
é
em
cumprimen
to
do
nosso
dever
de
jornalistas
calho-
licos
n
’
uma
cidade
essencialmente
catho-
lica;
e,
se
não
somos
mais
severos,
é
por
espirito
de
moderação
e
porque,
felizmen
te,
não
podemos
aflirmar
que o
«Diário
do
Minho»
seja
rigorosamente
um jornal
impio,
e useiro
e
veseiro
n
’estes
arreme
dos
sacrílegos.
PessoGmente.
não
ha
entre
nós
e
a
sua redacção a minima
animosidade;
pelo
contrario.
Politicamente
fallando,
a
nassa
bandeira
está
bem
desfraldada
ha muito,
para
que
alguém possa
vêr
no
que
di
zemos espirito de
mesquinhas
parcialida
des.
Defendemos
só
e
exclusivamente
os
interesses
da
Legitimidade,
unico
partido,
que.
apesar
do
seu
abatimeato
apparen-
le,
póde
salvar
Portugal
d’
essa ruma
com
pleta;
porisso
que
é
o
unico
partido
ca-
tholico,
e
que
consera
intacto
e
puro
no
seu Credo aqnillo que
em
lodos
os
tem
pos salvou
e
fez
grandes
e
prosperas
to
das
as
nações
cliristãs.
Não
nos
ligamos,
pois,
nem
favorece
mos
este
ou
aquelle
partido.
Todas as
parcialidades
políticas
militantes,
enfaixa-
mol-as, sem
extremar
ninguém,
n
’uma
só
designação:
A
hydra
da
Revolução,
a
qual
urge
combater
sem
tregoas
para
salvação
do
indivíduo,
da
familia
e da sociedade.
Quando, portanto,
censuramos
o-«Dia-
rio
do Minho» por essa
miserável
parodia
da
Confissão
que
estampou
n’
u<n
dos
seus
n.
os
,
não
(ornamos
a
posição
do
regene
rador,
nem
do
diabo:
guardamos
tão
só
mente
o
nosso
posto
de
calholicos
legili-
rnistas.
Adregou de
nos
cair
na
mão
o
«Diário
do Minho»:
ámanhã se
notarmos
igiíaes
misérias
em
alguma
folha
regene
radora
d’
esta
cidade,
fazemos-lhe
o
mesmo.
Para
nós
tão
bons
são
uns,
como
outros,
tomem
o nome
que
tomarem
e
digam
o
qne
disserem.
Nós
não
os
distinguimos
uns
dos
otilros
e
só
os
conhecemos
por
um
nome, que
exprime
sempre
a
mesma
ideia
que
de
todos
elles
fazemos.
Insultem,
folguem, escarneçam
mofem
e
espulinhem-se a seu
tãlanle,
que
tem
espaço
para isso;
mas
não
venham
affron-
tar
as
crenças
calholicas d’
um
povo,
abu
sando
torpemente
do
que ha
de
mais
sa
grado
e
que
nada tem
que
vêr
com
as
lastimosas
misérias
da
política aetual
que
nos
esfola.
O
que
lica
dito
não
é
já
para
este,
nem
para
aquelle;
é
para
todos.
Febre
RasanreSía. —
A
que
grassa
actualmente
na
possessão
franceza
do
Se
negal,
tem
dado
logar
a
admiráveis actos
de
dedicação.
Ha
a
deplorar
a
morte
de
seis
irmãs
hospitaleiras
de S.
José
de
Gluny,
de
cinco
medi
os
e
do
abbade
Willaume,
vigário
da
Goreia.
catlaecdo
SyllabMis
—
Recebemos
um
opuseulo,
assim
intitu
lado,
de
que
é
andor
o
couhecidissimo
escriplor
francez
Monsenhor
Gaume,
e
edi
tor
na
lingua
vulgar
o
snr.
Teixeira
de
Freitas.
O
nome de
seu
auctor
devera
servir
já
de
sufficienle
recommendação;
mas
ain
da
assim
não
nos
dispensa de
o recom-
mendarmos
com
lodo
o
empenho
aos
nos
sos
leitores.
Apesar
das
suas
cincoenta
paginas
ape
nas,
insistimos
em
recommenlar
a
todos
a
sua
aequisição
com
mais
instancia
do
que
qualquer
das obras
mais
volumosas
d
’
aqueile
eminentíssimo
escriplor
catholi-
lico
e que
tanta
acceitação
teem
encon
trado
no
publico.
N
’
esle século
tão
fecundo
em
êrros
monstruosos
e
deploráveis preconceitos
so
bre
os
mais
sãos
principias
a
verdades
religiosas,
todos
os
paes
de
familia
deviam
fazer
aequisição d
’estes
opusculos
d’
oiro,
para
preservarem
seus
filhos
do
funestis-
simo contagio
das
deleterias
doutrinas,
adrede
propinadas
n
’úma
alluvião
cada
vez
mais
crescente
de livros
eivados,
obsce
nos
e
impios.
Relevantes
serviços
sem
par
está
fa
zendo
ao
paiz
a livraria
Internacional
do
snr.
Teixeira
de
Freitas,
em
Guimarães,
com
a
publicação
d’
obras
tão
uteis
e
ne
cessárias
nas
circumstancias
actuaes:
ser
viços
tanto
mais
valiosos
e
superiores
a
todo
o
elogio,
quanto
é
certo
que
aqoel-
le
indefésso editor
não
manchou
ainda
o
seu
acreditadissimo
estabelecimento
com
obras que.
não
fossem
incontestavelmente
orthodoxas
e
solidamente
scientificas,
taes
como
a
Maçonaria
desmascarada,
o
Ma
trimonio
por
D.
Joaquim
de
Toca,
o
Li
beralismo
desmascarado,
Os
nossos
bispos
do
continente,
a
Hidoria
Poprilar
dos
Pa
pas,
pelo
insigne
historiador
francez
J-
Chantre!
e
outras.
O
opusculo
de
que
ora
tratamos,
ap-
provado
por
Sua
Santidade
Pio
IX,
<le
saudosa
memória,
e por
muilos
prelados
estrangeiros,
é,
debaixo
de
muilos
pon
tos
de
vista,
como
pela
modicidade
do
sei) preço
de
80
rs..
como
obra
de
facil
propaganda e
própria
para
destruir
pre
conceitos
á
juventude
desvairada,
ou
pa
ra
a
preservar
d
’
el!es,
superior
a qualquer
das
supracitadas.
Amante
n’
essa
senda:
ao
menos
abri
gará
a
consciência
de
ter
contribuído
com
poderoso
obolo
para
a
regeneração
d
’
este
malaventurado
paiz.
BSegrees».
—
Por
noticias
ullimamen-
te
recebidas
de
Loanda,
sabemos
com
in
tima
satisfação
que o nosso presado
ami
go
e
patrício o
exm.®
snr. Barlholomeu
José
de
Paiva,
capitão
de
infanteria
e
ajudante
de estado
maior,
chegou
no
ul
timo
paquete
a
Lisboa.
Por
outro
lado
muito
sentimos
que
s
exc.“
,
na
sua
vol
ta
á
patria,
venha
com
a
saude
bastante
damnificada,
o
que
não
admira, altenden-
do
a
que são decorridos
30
annos
que
está
nas
nossas
possessões
ultramarinas.
Fazemos votos
pelo
seu
prompto
resta
belecimento.
Imatrucçã
*
»
primaria,-O
«Diário
j
»
de
24
publica os seguintes
despachos:
Clemente
Pereira
Gomes
de
Carvalho,
professor do
lyceu
nacional de
Aveiro —
auctorisado
a
estar
ausente
do
serviço
por
quatro
meses,
a
fim
de
tractar
de
sua
saude.
Crea
la
uma
cadeira
de
ensino
pri
mário,
na
freguezia
de
S.
Pedro
de
Villa
Real.
Antonio Gonçalves
de
Almeida,
pro
fessor
temporário
da
cadeira
de Mansôres,
concelho
de
Arouca
—
auctorisado
a estar
ausente do
magistério
por
noventa
dias;
devendo
ser
substituído
por
Domingos
Cor-
reia
dos
Santos
Lima.
João
de
Mello
Pereira
e Castro,
pro
fessor
temporário
da
cadeira
de
Mosteiro,
freguesia de
Rio Tinto, concelho
de Gon-
domar
—mudado
para
a
cadeira
de
Carre-
ço.
concelho
de
Vianna
do Castello.
Xlorte
ti»
prineipe
herdeiro tio
JwpA.s.
—
Segundo
noticias
oíficiaes
falle
ceu
o
prineipe
Signeshito
Sinno,
herdeiro
presumptivo da
coroa
imperial
do
Japão,
—Também consta
em
Calcutá que
fallecera
o
imperador da
Birmania.
A
eatíisftrophe
«3o
Tainino,
—
Ape
sar
de
ler
sobrevindo utlimamente
n
’
uma
mina
de
carvão
de
pedra
uma
explosão
terrível,
que
matou
perto
de
300
pessoas,
nada na
Inglaterra
tem podido
desviar
a
attenção
publica
da
catastrophe
que
sub
mergiu
a
«Princeza
Alice». Todos
os
dias
os
jornaes
inglezes
consagram
muitas
das
suas
columnas
á «Collision on
lhe
Tha-
mes».
Só
no
dia
13 de
setembro
se
acaba
ram
de
tirar do
Tamisa
todos
os
cadáve
res,
que
foram ab todo
631.
Sabe-se
que
se
salvaram
130
pessoas, mas
como
lam
bem
se
sabe
que
iam
a
bordo
perto de
900,
ha
ainda
muitas que se
ignora
se
conseguiram
salvar-se,
ou
se
morreram,
e
os
seus
cadaveres
foram
arrojados
pela
corrente
para
fóra
do
Tamisa
ou
para
si-
tios
remotos.
Os
jornaes
publicam
ainda
ura
grande
numero
de particularidades
ácerca da
ca-
tastrophe
e
dos cadaveres encontrados.
Entre
estes
haura
de
um
homem
agi
gantado,
que
a
decomposição
da
morte
transformou
n’
um
verdadeiro
monstro.
Um
rapaz
de
13
annos
foi
confundido
com
o
pae, porque
o
seu
aspecto
depois
de morto
era
o
de
um
homem
de
40
e
tantos annos.
Nas
algibeiras
de 87
mor
tos,
que
não
foram
conhecidos,
encontra
ram-se
ao
todo
400
libras.
Alem
de
muitos incidentes
dolorosos
já
referidos,
contam-se mais
os
seguin
tes:
morreram
dois
noivos
que tinham
ca
sado
n
’
esse
mesmo
dia;
morreu
uma
fa
milia
inteira
composta
de
16
pessoas,
fi
caram
duas
viuvas
com
dezoito
filhos
ao
todo,
as discipulas de um
collegio
tinham
vindo
de
passagem
com
as suas mestras
no
vapor,
eram
33,
só
escaparam
6;
seis
educandas
de outro collegio, meninas
de
15
a
18
annos
morreram
todas.
A»
vindima».
—
No
domingo
preté
rito,
viam-se
já
alguns
magotes
de
ho
mens
e
mulheres
que
se
dirigiam
alegres,
com
descantes
popu,lares,
para
o
paiz
vi
nhateiro.
Era
alguns
ponto») já
se
procede
com
toda
actividade
a
este
serviço,
e
n
’outros
vae
começar
em
breve.
Segundo
nos
informam,
lena-se
vendido
T
<nho
na
freguezia da
Ermida
a
36$000
r
eis
a
pipa.
Aqui
mesmo,
n
’
esla
villa,
e
arrabal
des
lambem
já
se mettem
uvas
aos
laga
res.
O Minho
está a pedir
vinho, e como
só
o quer
muito
verde
vão-se
preparando
para
fazer
a
vontade
aos
consumidores.—
(«Commercio
de
Villa
Reais).
A
fe!»r®
em
V
ov
.
í
Or-
ieiSes
—
Uma
correspondência
que
dirigem
da
Nova
Orleães
ao
«Journal
des
Debats»
contém pormenores
horríveis
sobre
as
as
solações
exercidas
pela
febre
amarella
ao
longo
do
Mississipi. N’
uma
multidão
de
ocalidades da
Basse-Vallée,
quasi
todos os
habitantes
succumbiram
ou
fugiram. Em
Port-Gibson,
de 1,700
habitantes,
1,290
morreram
ou
desappareceram.
Memphis,
que
continha
50,000
almas
antes
da
epi-
demja,
conta
agora
apenas
5,000. Esta
cidade
tornou-se
um v.rdadeiro
cemiterio;
os
cadaveres
são
abandonados
no
canto
das
ruas
ou
no
interior
das
casas e
devo
rados
pelos
ralos
que, cahíram
sobre
a ci
dade
aos
milhares.
Na
Nova
Orleães,
men
ciona-se
entre
as
pessoas
que
succumbi
ram.
o
vigário
geral
da
Luiziania,
muilos
padres
lazaristas
e
irmãs
de
caridade
Mas
nota-se
que
a
cifra
da
mortalidade é alli
relativamente
mais
fraca
que
nas
outras
cidades.
São
as
creanças
abaixo
de sete
annos
que
são
feridas
n’
uma
proporção
in
crível; quanto
á
população
flegra,
é
muito
mais
alcançada
que
a
população
branca.
As
causas
ácerca
d
’
esla
espantosa
epidemia,
a vigésima desde
o
começo
do
século,
desnorteiam
completamente
a
sciencia;
mé
dicos
vindos
da
cidade
dc Norte, princi
palmente
de
New-York, de Chicago
e de
Cincinnali,
experimentaram
uma
multidão
de
remedios
novos,
mas
sem
exilo;
até
chegavam
a
mergulhar
os
dentes
na
agua
gelada
e
ahi
os
conservavam
muitas
ho
ras
consecutivas.
Em
Memphis,
o
gover
nador
teve
a
ideia
(luminosa)!
de
recor
rer
ao
canhão
para combater
o
llagello.
De
manhã,
ao
meio
dia
e
á
noite,
pe
ças
d’
artilheria eram
postas
em
bateria
e
descarregadas
em
diíferentes
logares
da
cidade. Esperava-se
expulsar
os
miasmas
como
se
se
tractasse de
trombas
mari
nhas.
Roubo».
—
Lê-se
no «Commercio
do
Lima»:
Os
ladrões
continuam
assaltando
iinpn-
nemente
os
habitantes
d
’
este
concelho,
e
os
roubos succedem-se
com
progressivo
incremento.
Na
noite
do
fogo
da
festividade
de
N.
S.
das
Dores,
20 do
corrrente,
n
’
Alem
Ponte,
os
amigos
do
alheio
roubaram
a
casa
de
uma
mulher
que
tinha
vindo
para
a
villa,
é
levaram
tudo
o
que
lá existia
á
excepção
dè
roupas
de
vestir.
Entre
os
objectos
roubados,
conia-se
um
relogio
de
prata
com corrente
de
ouro,
e
um
annel
pertencentes a
ura indivíduo
de
Brandara,
que
alli
os
deixara
guardados
na
occasião
em
que se
dirigiu
para
o
fo
go
A
importância
do
roubo monta á quantia
de
300$000
reis.
Em
S.
Julião
roubaram
na
semana
pas
sada
um
indivíduo,
penetrando-lhe
em
casa
na
occasião
em
que
fóra
tocar
para
uma
festa.
Também assaltaram
uma
casa
na
fre
guezia
da
Facha,
robando tudo
o
que en
contraram,
e
no
dia
22
houve
uma
ten
tativa
de roubo em uma
casa
onde
existe
um
estabelecimento
do
snr.
José Antonio
Pimenta,
lambem
no
largo
da
Alegria.
Houve
geral
barulho
e
alguns
tiros,
mas
a
policia
eslava
no
primeiro
somno.
O
chelera
na índia.
—
O
cholera
morbus
está
fazendo muitas
victimas
na
índia portugueza,
a julgar
pelas
cartas
que
hontem d
’
alli
recebemos.
O
terrível
mal
grassava com
mais intensidade na
comarca
das Ilhas,
onde
tinham
fallecido
mais
de
70
pessoas
nas
povoações de
Salsete,
Benaulim,
Pangim
e
outro»
pon
tos.
Em Pangim
tinham
perecido,
ticti-
mas
do
llagello,
16
pessoas.
Em
Mar-
gão,
onde
o
estado
sanilario
era
mais
sa
tisfatório,
seis
pessoas
que
estavam
no
hospício
foram
atacadas e
todas
feridas
pela
morte.
Faziam-se
muitas
procissões
de
penitencia
e
preces
nos
templos,
a
que
assistia
enorme
concorrência
de povo.
O
revd.
0
arcebispo
mandou
distribuir
di
nheiro
e
fato
pelas
diversas
localidades
onde
grassava
o
cholera.
Fhyiiwxera.—
Parece
que
o
pkylloxe-
ra
ataca
com força
as
vinhas
de
Hespa-
nha,
e
o governo
toma
medidas
energicas
para
combater
o
llagello.
Nas
cercanias
de
Malaga
eslão
ataca
das
150:000
cepas
pelos menos.
Nas
outras
regiões
vinícolas
o
mal é
menor,
mas
a
propagação
é
visivel
e
rapida.
Para
o
paiz
malaguenho
decretou-se
a
destruição
pelo
fogo das vinhas
atacadas,
arrancando-se
além
disso
as cepas
num
raio
determinado,
de
modo que fiquem as
vinhas
sãos
isoladas
dos
fócos
de
infec-
ção.
A
França
dá
exemplo da
desgraça,
da
perdição
total
a
que
podem
chegar
as
províncias
invadidas.
O
snr.
Barrai
que
se
está
occnpando
em
estudar
as
irrigações
no
meio-dia
da
França,
descreve
n
’
estes
termos
o
estado
do
paiz:
D
’
antes
as
vinhas
faziam
a riqueza
de
alguns
departamentos
meridionaes:
as
vin
dimas
eram
uma
festividade
publica;
as
mulheres
e
creanças
folgavam,
as comidas
eram
alegres
e
fartas.
A
’
noute risos,
dan-
sas, e
cantares.
No
commercio
prosperida
de,
porque
o
camponez
tinha
a
algibeira
quente,
30:000
trabalhadores
desciam
das
montanhas
para
cultivar as
vinhas
do Herault,
100:000
para
fazer
a
vindima.
Os
pagamentos
eram laceis,
os
contra
ctos
abundavam,
e
a
terra
crescia
no
va
lor.
Edificava-se,
faziam-se
estradas
e
-
li
nhas
férreas,
o
luxo
e
o
conforto
chega
vam a
todas as
classes.
Tudo
isto
mudou. Só
ha
terrenos
in
cultos,
queimados
pelo
sol;
não
restam
vestígios
da
passada
actividade,
por
toda
a
parle
a
voragem
da
morte.
Nem
viajan
tes
nos
caminhes
de ferro,
nem
trabalha,
dores
nas
vinhas,
excepto
nos
ariebaldes
de
Bezieres, onde
a
ruina
ainda
não
é
completa.
Em
vez
das
carradas
que
trans
portavam
as
dornas
cheias
de
uva
vindi
mada,
os
carros
transportam
os
molhos
de
vides
seccas
e
denegridas,
a ultima
cultura
do
mísero
vinhateiro. Já
se
não
come
alegremente,
já
não
ha
dansas
nem
folias.
Bebe-se
agua.
Custa
a
pagar
o
im
posto.
O
preço
da
propriedade
desceu
a
1[7. Morre
este
paiz
e
despovoa-se
Alli
onde se
creavam
anntralmenle
10'1
milhões
de riqueza,
não
ha
hoje
um
milhão
de
re
ceitas.
E
’ a
perda total
de
uma província.
Oriente.
—
Últimos telegra m mas:
Londres
25—
Dizem
de
Berlim
ao
«Standart»
que
a
Rússia
declarou
ser-lhe
impossível
acceder
aos
desejos
da
Ingla
terra,
relalivamente
á
missão russa
em
Cabaul,
pois
que
não
ha
razão
alguma
para
renunciar
a
permanência
da
sua
em
baixada em
Cabaul.
Londres
26—Parece
inevitável
a guerra
da
Inglaterra
contra
o
Afghanislan.
Quasi todos
os
periódicos
pedem
re
clamações
promplas
e
energicas,
pois que
uma
simples
demonstração
militar
seria
insuSicieiAe.
Dizem
de
Semlim
que o
prineipe
Mi-
lano
da Servia
chamou
telegraphicamente
o
snr.
Rislich,
que
se
acha
em
Garlsbade,
encarregando-o
de
formar
novo
gabinete.
Bucharesl
23—O
governo
românico
re
cebeu
a
certeza
de
que
a
Áustria,
Ingla
terra
e
Italia,
reconheceram com
agrado
ao
prineipe
Carlos
o
titulo
de
alteza
real.
CODIGO
ADMINISTRATIVO
\
_
TITULO
XI
Bo sierviç® e
da apeaeaitaçãe
de»
nugistradog
e
esnpregades
aduiã-
nistrativon
[Continuação]
Art.
344.°
Os
magistrados
e
emprega
dos
administrativos são
obrigados
a
apre
sentar
se
pessoalmente a
servir
os
loga
res
para
que
forem
nomeados,
promovidos
ou
transferidos:
1.
°
Se
a
nomeação, promoção ou tran
sferencia
lhes
fôr
communicada
directa-
meete,
no
praso
que
lhes
for
assignado
na
communicação.
ou
no
de
trinta
dias,
se
não
fo?
assignado
praso
algutn;
2.
°
Se a nomeação, promoção
ou
tran
sferencia
não
lhes
for
communicada
di
rectamente,
no
praso
de
trinta
dias
con
tados
desde
a
publicação
da nomeação,
promoção
ou
transferencia
na
folha
olli-
cial
do
governo.
§
unico. Em
relação ás
nomeações,
promoções
ou
transferencias
feitas
para
logares
das
ilhas
adjacentes,
os
prasos
assignados
n’
esle
artigo
serão
sempre
em
dobro.
Art. 343.° A auctoridade
que
fizer a
nomeação,
promoção
ou
transferencia
pó
de,
quando
para
isso
haja
motivo
grave,
prorogar
o praso
priraitivamente
assigna
do
para
a apresentação,
comlanlo
que
tal
praso
assim
prorogado
não
exceda
a
no
venta dias.
§ unico.
Qualquer prorogação
fóra
do
praso
assignado
n’este
artigo
só poderá
ser
concedida
pelo
governo.
Art.
316.° O
serviço
dos magistrados
e
empregados
administrativos
é
sempre
pessoal,
e
só
se
conta
desdç
que
elles
começam
a
servir
effectivamente
os res
peclivos
logares.
Art.
347.®
Até
trinta
dias
em
cada
anno,
não havendo
prejuízo
do
serviço
publico,
póde
ser
concedida
licença:
1.
®
Pelo
administrador do
concelho
aos
empregados
seus
subordinados;
2.
°
Pelo
governador
civil
aos empre
gados
do
governo
civil
e
aos
administra
dores
do
concelho
dos
respeclivos
distri-
ctos.
§
1
0
Compete
igualmente
ao
gover
nador
civil
conceder
licença
aos empre
gados
mencionados
no n.°
|.°
quando
a
licença
for de
mais de trinta
dias,
mas
não
exceder
a
noventa.
§
2.®
A
concessão
de licença por uua
praso
superior
aos
marcados
n’este
artigo
compete
só
ao
governo.
§
3.®
Também
só
ao
ao
governo
com
pete
conceder
licenças
para
sahir
do
rei
no
sem
dislineção
do praso por
que são
concedidas.
Art.
348.®
Os
magistrados
e
emprega
dos
administrativos,
durante os
impedi-
mentes
ou
licenças
por
motivos
de
mo
léstia,
teem
direito
aos
seus
ordenados
por
inteiro,
comtanto
que
não
deixem de
servir
por
mais
de
trinta
dias
consecuti
vos.
§
unico.
Se
o
impedimento
ou
licen
ça
por
motivo
de
moléstia
exceder
aquel-
le
praso,
vencerão
sómenle
dois terços
do
ordenaio.
Arl. 349.®
Os
substitutos
ou
funccio-
narios
interinos
percebem
os
vencimentos
a
que
teem
direitos
os
proprietários,
to
das
as
vezes
que
o
logar
estiver
vago,
ou
não
tiverem
os
proprietários
direito
a re
ceber
alguma
parte
d’
elle.
Art.
3o0
0
Consideram-se para
to
los
os
offeilos
como
serviço
eífeclivo em
qual
quer
cargo as commissões
extraordinárias,
ou
a
ausência
temporária
por
motivo
de
serviço
publico.
§
unico.
Nenhum
empregado
adminis
trativo tem
direito
a
augmen.lo
de
orde
nado
pelo
serviço
interino
de
que
for
en
carregado.
Art.
331.®
Os
empregados
administra
tivos
teem direito
aos seus
vencimentos
desde
a
data
da
posse
dos
respeclivos
em
pregos.
§
unico.
Nos casos de accesso, pro
moção
ou
transferencia,
os
vencimentos
dos
novos
empregos
contar-se-hão
desde
as
datas
dos
respeclivos
diplomas,
uma
vez
que
os
emprega
los promovidos on
transferidos
tomem
posse
dos
novos
lo
gares
nos
prasos
fixados
n
’
este
coligo
Art.
352.°
Em
todos
os
casos
de
im
pedimento
ou
licença
não
especificados
nos
artigos
antecedentes,
cessa
o direito
ao
ordenado.
Arl
353.°
Podem
ser aposentados
com
o
ordenado
por
inteiro,
os
governa
dores
civis,
os empregados
das
juntas
ge-
raes
de
dislricto,
os das
secretarias
dos
governos
civis,
os
das
secretarias
das
ca-
maras
municipaes.
e
os
das
secretarias
das
administraçõeé
dos
concelhos
ou
bair
ros,
qne
tendo
pelo
menos
trinta
annos
de
bom
e
eífeclivo
serviço
soffrerem im
possibilidade
physica
ou
moral,
devida
mente
comprovada, de
continuar
a
ser
vir.
§
unico.
Verificada
a
impossibilidade
mencionada n
’
esle
artigo,
a
aposentação
só
póde ser
concedida
com
metade
do or-
d
mado
aos
empregados
’
que
tiverem
vinte
ou
mais
annos
de
bom
e
eflectivo
servi
ço,
com
um
terço
de
ordenado
quando
esse
serviço
houver
durado
por
quinze
annos ou mais.
Arl.
334.®
Os
empregados
adiminislra-
tivos só
podem
ser
aposenta
los
com
as
vantagens
correspondentes
aos
logares
que
exerçam,
quando
n’elles
tenham
cinco
an
nos
ou
mais
de
serviço
eífeclivo;
aliás
só
o poderão
ser
com
as vantagens
corres
pondentes
ao
ultimo logar
que
anterior-
mente
houv
rem
servido.
ÁmMMWOS
Os
abaixo
assignados,
extremamente
re
conhecidos
para
com todos
os
ill.
mos
e
exc.IU0S
snrs.
e
snr.as
que
se
dignaram
cumprimental-os
por occasião
do
falleci-
mento
de
sua
muito
presada
esposa
e nora
D.
Narcisa
de
Lima
Pimenta,
assistir
ao
seu
funeral
e
acompanhamento,
bem
como
a
uma
missa
rosada
que,
dias
de
pois,
foi
celebrada
por
alma
da
finada,
veem
por
este
meio
agradecer tão
destin-
ctos
obséquios,
e manifestar-lhes
a
sua
ruuila
gratidão.
Igualmente
dirigem
seus
agradecimen
tos
e
gratidão
a
todos
os ill.
,n®
s
e
revd."10
*
snrs.
ecclesiasticos
que
lhes
prestaram
a
finesa
de
celebrar
missa
e
assistir
aos
ofíicios
fúnebres
graluilamente.
Braga
21
de
setembro
de 1878.
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves.
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves
Júnior.
(1092)
PARA
ESTUDANTES
Na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
68,
ha
uma
sala
que
póde
accommodar
ires
ou
quatro
estudantes.
Preço
rasoavel.
Para
tratar
na
mesma
casa.
(2004)
NOVO
HORÁRIO.
Manuel
Rodrigues
Santa
Marinha
e
An
tonio
do Couto
Vinagreiro,
fazem publico
que
as
suas
diligencias
que
sahem
de
Braga
em
direitura
a Guimarães,
Fafe
e
Arco
ás
4 e
meia
da
manhã,
ficam
sahindo
desde
o dia
1 de
outubro
ás
5
horas
da ma
nhã
Os
bilhetes
em
Braga vendem-se
na
mesma
caza
do
bem
conhecido
Ribeiro
Braga.
Braga
26
de
setembro
de
1878.
Pelos
annuncianles.-
—
Ribeiro
Braga.
(2005)
O
Juiz
e
mezarios
da
devoção
de
Nosso
Senhor
das
Aíllicções,
que
se
venera
na
sua
capella
erecta
no
logar
da
Naia,
su
búrbios
d
’esta cidade,
teem
destinado
fa
zer
a
festa á
mesma
sagrada
Imagem
no
dia
29 do
corrente
mez
de
setembro,
havendo
de
manhã
4
confessores
na ca
pella,
para
todas
as
pessoas
que
se
qui-
zerem
aproveitar,
e
missas
para no
acto
d
’
ellas ministrar
a
Sagrada
Communhão
aos
fieis,
para poderem
alcançar as
indul
gências
concedidas
por sua
Exc a
Revd.
ina
o
Snr.
Arcebispo
Primaz,
por sua
vene
randa
Portaria
de
12
de
junho
de
1876,
que
são 10
dias
de
verdadeira
indulgência,
a
todas
as
pessoas
que
devidamente pre
paradas
rezarem
de
joelhos
5
Padre-Nos-
sos
deante
da
mesma
sagrada
Imagem.
No
dia
28,
a banda
de
musica
da
tPhilarmonica»
percorrerá
as ruas
da ci
dade,
annunciando
a
festa,
e
no
dia 29
pela
1
hora
da tarde,
depois
de
ter
tatn-
bem
percorrido
algumas
ruas,
se
dirigirá
ao
dito
local
da
Naia,
onde
locará
esco
lhidas
peças
para
entreter
o
publico
no
arraial
antes
e depois do
sermão,
havendo
também
leilão
de
prendas.
Os
mesmos
devotos
leem
mandado
di
zer
pelas
almas
de
todos
os
bemfeitores
vivos e defuntos
que
tem concorrido
com
«aras
esmolas
e
serviços
para
as
obras
da
capella
e
augmento
d’
aquella
devoção,
no
espaço
de
16
annos
até
o
fim
do
anno
de
1875=192 missas
celebradas
pelo
revd.
0
reitor
da
freguezia
de
Ferreiros,
e pelo
seu antecessor
e
outros
padres; e depois
de
construída
a
capella
e ter-se obtido
do
Ex.n
‘
° e
Revd.
mu
Snr.
Arcebispo,
Pro
visão
para
na
mesma se poder
celebrar
missa
e
lodos
os
mais
aclos
do
culto
di
vino,
em
21
de
Janeiro
de
1876,
lem-se
celebrado
já
na
mesma
153
missas
pela
mesma
tenção,
isto
aos
domingos
e
dias
santos,
que todas
prefazem
a totalidade
de
345.
(2600)
APROVEITEM-SE
Vende-se
a bonita
casa
construída de
novo, na rua
de
S.
Marcos n.°
53,
bem
como
os
moveis
que
a
adornam,
em ra
zão
de
seu
dono se
ausentar
para
Boe-
nos-Ayres;
podendo
o
comprador
ficar
com
a
ametade
do
preço
a
juro de
4
p.
c.
com
hypolheca
na
mesma
casa, por tem
po
de
um
anno.
Para
vêr-se,
de
manhã, das
9
ás
11
—
e
de
tarde,
das
4
ás
6
—
podendo
tratar-
se
com
o
snr.
Francisco
José
Ferreira
Torres,
na
mesma rua,
que
se
acha
au-
ctorisado.
(1061)
ARREMATAÇÃO
PERANTE 0
MIM
TERIO DA FAZENDA
3
Ontaibr® 1SÍ8,
ao
esb
"
í
«»
<its
*
LISTA
N.°
3360
VISTRICTO
g}E
88 £5 AG A
CONCELHO
DE
BRAGA
Bens
pertencentes
ao
passal
do
parocho
da
freguezia
de
Celleirós
Numeros
Avaliações
7
O
campo
do
passal, que
se
compõe
de
terra
lavradia
e
arvores
de
vinho;
parte
do
nascente
com
casas
de
Manuel
José
Gomes
e
ou
tros,
norte
com
ribeiro ou
rio,
poente
e
sul
com
estrada
publica
com as
respectivas
servidões
544^160
Segunda Repartição
da
Direcção
Geral
dos Proprios
Nacionaes,
31
de Agosto
de
\818.=Marcelino
Augusto
Leile.
A
’
o
«lia
S
de
Outubro
de
ISSS,
ao
meio
(iii
*
LISTA
N.° 1736
7.a
FORMA
K1STIRICTO
»E
B3KAGÁ
CONCELHO
DE
GUIMARÃES
Fôro pertencente
á
insigne
e
real
collegiada
de
Nossa
Senhora
da
Oliveira
da
cidade
de Guimarães
Numero»
Avaliações
10
Fôro
de
460
reis,
duas
gallinh>s
e
77,672
de
pão
meiado,
ira-
coai
abatimento
posto
nos
moinhos
abaixo dos
da
Negra, chamados
da Souteira,
<ie 60
por
cento
situados
na
freguezia
de
S.
Miguel
de
Creixomil;
com
laudemio
da
quarta
parle
—Empliyteuta.
João
Vaz
Vieira
da
Silva
Mello
e
Nápoles
—643$94u
reis
257$576
Xo
dia
3
de
Outubro
de
181S,
ao
meio dia
LISTA N.° 1:736
3.
a
FORMA
BISTJ8ÍCTO
»8 Í3BAGA
CONCELHO DE
GUIMARÃES
Fóros pertencentes
ao
cabido
da
insigne
e
real
collegiada
de
Nossa
Senhora da
Oliveirq, da
cidade
de
Guimarães
Numeros
Avaliações
12
Fôro
annual
de
550
reis,
194,18
de
trigo,
184,471
de
centeio,
com
abatimento
I
184,471
de
milho
alvo,
29,376
de
marrã,
duas
gallinhas
e
um
de
20
por
cento
carro
de
palha painça,
imposto
no
casal
do
Pícouto
e
Porteli-
nha,
sito
na
freguezia
de
Cominhães;
laudemio
da
terça
parte.
—
Emphyteutas,
os
herdeiros
de
João
Ribeiro
da
Gosta
Sam
paio
—
1.743^613
reis
1:394^891
13
Fôro
annual
de
270 reis,
169,907
de
trigo e
quairo
gallinhas,
imposto
em
metade
do
casal
do
Rego
da
Torre
de
Rebadaes,
silo
na freguezia
de
S.
Maninho de
Armil;
laudemio
da
terça
parte. —
Emphytenta.
Simão
da
Rocha
—
581$680
reis
465$344
14
Fôro
annual
de
550
reis,
194,18 de
pão
meiado,
29,376
de
marrã,
duas
gallinhas
e
um
carro
de
palha
de trigo
ou
painça,
imposto
na
quinta
do
Passo
de
Baixo,
freguezia
de
S.
Marti-
nho
de
Armil;
laudemio
da
sexta
parle. —
Emphyteutas,
os
her
deiros
do
visconde
de
Roriz
—
913:5893 reis
73l$215
15
Fôro
annual
de
155,344
de
pão
meiado
58,251
de trigo,
um
carneiro,
360
reis,
29,376
de marrã
e um
carro
de
palha
de
trigo
e
dois
carros
de lenha,
imposto
no
casal
do
Passo
de
Cnna,
freguezia
de S. Martinho
de Armil;
laudemio
da
terça
parte. —
Emphyteutas,
os herdeiros do
visconde
de
Roriz
—
1:472,5806
reis
1:178$246
Segunda
Repartição
da
Direcção
Geral
dos
Proprios Nacionaes,
31
de
Agosto
de
1878.
=Marcelino
Augusto
Leite.
(1098)
Banco
Commercial de
Braga
em
liquidação
LOVTKAA.VXlVCíO
Por ordem
do exm,°
vice-presidente,
são convocados
lodos
os accionistas
d’
estç
Banco
a
reunirem-se
em
assembleia
ge
ral
extraordinária
no
Edifício
do
mesmo
Banco
no dia 2
do
proximo
mez
de
ou
tubro
pelas
11
horas
da
manhã,
e
não
no
dia
28
como
previamenle
foi annunciado,
para se nomear
uma
Commissão
liquidala-
ria
que
substitua
a
demissa
e
toraarem
conhecimento
do
relatorio,
que
tem de
apresentar
a
Commissão
Syndicante,
e
approvar
o
regulamento
para
a
mesma
liquidação.
Baaga
16
de
setembro
de
1878.
O Secretario,
(1082) Manoel
Duarte
Goja.
---------------------------------------------------
%
-----
Quem
quiser
arrendar
uma
casa na
rua
do
Alcaide
n.°
4,
e comprar uma
grade
de
um
jazigo,
póde
tractar
com
Almeida
&
Pereira.
(2001)
Declaração
D.
Maria
Juiia
da
Silva
Braga,
declara
para
os
devidos
effeitos,
que
achando-se
habilijada
para
negociar,
por
escriptura
que
se
acha
registada
no Tribunal Cora-
mercial d’
esta
cidade,
passou
procuração
com
todos
os
poderes
a
seu
marido
Do
mingos
José
Alves
Braga,
que
lambem
se
acha
registada
para
a
representar
em
to
dos
os
negocios
que
achar
convenientes;
e
delara
mais
que
já
abriu
o
seu
estabele
cimento
de
sola e
cabedaes,
e
mais
ar
tigos
concernentes
ao
mesmo
negocio,
o
que tudo
vende
pelos
preços mais resu
mido
possível.
(1026)
ALUGAM-SE
as
casas
n.°
21,
no
Campo Novo
do
Reduto,
nobres
e com
muitos
commodos. Trata-se
na
casa imme-
diala
n.,°
22.
(981)
COMPRAM-SE
Acções
dos Bancos
de
Villa
Real,
Dou
ro,
Commercial
de
Guimarães,
Mercantil
de
Braga,
e
do
Minho.
Rua
de
S.
Victor
n.°
64.
(1087)
< AGUAS
DE VER1M
Estas
aguas,
pertence
a
sua
nascença
a
um
abastado
capitalista
do
Porto,
que
a
comprou
ao governo
hespanhol.
e
resol
veu
fazer
um
deposito das mesmas
a^uas
no
estabelecimento
de
José
Joaquim
tor
reia
Villas Boas, na
rua
dos
Biscainhos
n.°
24,
Braga.
(1086)
MOBÍLIA
Vende-se
uma
de
pau
oleo,
com
pou
co uso,
própria
para
sala de
visitas.
Falla-se
n’
esla
redacção.
(2002)
TOUiíA
Perdeu-se
uma
em
Famalicão
Quem
souber
d
’
ella,
roga-se
o
favor avisar
em
Braga
José
Antonio
Ferreira
Gomes, e
em
Famalicão,
Joaquim
Fernandes
de
Souza
(1078)
ARBESIDA-SE.
Quem
qnizer
arrendar
uma morada
de
casas
reedificadas
de
novo
com
grandes
e
decentes
accommodações
para
uma
famí
lia,
com
agua
e
excellentes
vistas,
sita
na
rua
das
Aguas
n.°
73.
Trata-se
na mesma.
(1099/
Aluga-se
a
casa
n.°
88
da
rua
iíj da
Boa-Visla.
(906)
DINHEIRO
A
JURO.
A
irmandade
do
Martyr
S.
Vicente,
tem
em
ser
a
quantia
de
800$000
reis
para
mutuar por
hypolheca
de
raiz.
(1056)
VENDA
DE CASAS
No
largo
da
Ponte
de
S.
João
ao
entrar
na
rua
do
Paemante
(la
do
esquerdo)
vendem-se as
duas
moradas
de casas
construídas
de
novo,
juntas ou
separadas; trata-se
na
rua
de
S.
Marcos
tom
Antonio Silverio de
Paiva.
Arrenda-se
na
rua
de
S.
Marcos,
o
andar superior da
casa
que
habita
Anto
nio
Silverio
de
Paiva,
em
frente
ao
con
vento
dos
Remedios. Prefere
se
uma
se
nhora
de
probidade
com
creada,
ou
eccle-
siastico
idoso.
Póde ver-se
a
qualquer
hora.
(916)
r
r
t
t
(
<
J
c
J
r
<
I
t
t
i
I
i
I
(
i
e
i
t
I
l
i
t
f
i
(
i
ç
í
t
1
<
r
I
1
<
r
l
(
t
(
i
I
(
r
í
<
<
<
<
i
I
I
i
I
i
i
i
i
i
RESPONSÁVEL—Luiz Raplisla da Silva.
i
i
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
