comerciominho_28051878_792.xml
- conteúdo
-
COHMERCÍAJL,
B32 IWOTIíCSOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3 E.
6.° ANNO
PREÇO in
ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes
...............................
1&600
»
6
»
..........................
Correspondências
partic.
cada linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição....................................
850
40
20
10-
PUBLIGA-SE
ÃS
TERÇAS, QUINTAS
E
SAGRADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1&050
3&600
3&600
10
Províncias,
12
mezes.....................
»
C
»
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
Folha
avulso
....
N.°
792
D.
JOÃO
CIIHYSOSTOMO
DE
AMORIM
Pessoa,
por
mercê
de
Dites,
etc.
A
j
Clero
d
’
esle
Nosso
Arcebispado
de
Braga,
Primaz
das
Hespanhas,
saude,
paz
e
ben
ção
em
Jesus
Christo,
nosso
Salvador.
Tendo-se
suscitado
duvidas
e
conflictos
sobre
a
obrigação,
que
leem
os
Ecclesias
ticos,
de
assistirem
á solemne
Procissão
do
Corpo
de
Deus,
que
é
lei
e
costume
fa
zer-se
em
todas
as
cidades
e
villas, ca
beças
do
concelho,
como
é
expresso
no
S.
Concilio
de
Trento
sess.
XIII.
cap.
5
de
Sacramento
Eucharist.
, Ritual.
Bom
de
Processionibus,
Gerem.
Episcop.
lib.
II
cap.
35,
e
Orden.
do
Reino
liv. I,
tit.
C6.°
§ 48
;
sendo
do
Nosso
direito,
e tam
bém
do
Nosso dever
regular
o
modo
como
todas as
procissões
publicas
devem
ser
fei
tas;
e
Considerando
que
Procissão
do
Corpo
de
Deus
é
a
principal
e
a
mais
solemne
de
todas
as
procissões,
que
se
fazem
na
Egreja
Catholica
;
Considerando
quanto
é
grande
a
solem-
nidade
d
’
esta
Procissão,
em
que
as
aucto-
ridades
seculares,
promovendo-a
e
assistindo
a
ella
com
caracter
official,
não
só dão
um
testimunho
da sua
fé
religiosa,
mas tam
bém
aífirmam
de
um
modo
muito
louvá
vel
o
accordo e a harmonia
entre
a Sociedade
civil
e a Egreja
Catholica
;
Considerando
que
Nós
e
todo
o
Clero
d
’
esta
Archidiocese
devemos
ter
o
maior
empenho,
em
que
este
acto
de
adoração
publica
ao
mais
augusto
e
sublime
de to
dos
os
mysterios,
seja
feito
com toda
a
pompa-e
esplendor,
que
o
culto
catholico
permilte e
approva;
Considerando
que
as festas
particula
res,
feitas
ou
por
determinação
de
Esta
tutos
e
Compromissos,
ou por
costume
e devoção
particular,
não
devem
de modo
algum
diminuir
a
solemnidade
com
que
a
Procissão
do Corpo
de
Deus
deve
ser
feita
;
Considerando
que
se
acha geralmente
adoptado o costume, que
Nós
temos
não
sóapprovado, mas
também
recommendado,
sobre
a
hora
em
que
tal
procissão
solemne
deve
ser
feita
com
menos
incommodo
d’
a-
quelles,
que
a ella
teem
obrigação
d
’
as-
sislir
;
Tendo
ouvido
o
parecer
do
Nosso
muito
revd.
0
dezembargador
vigário
geral
e
de
outras
pessoas tementes
a
Deus,
e
sabe
doras
das
leis e ritos
ecclesiasticos;
e
Usando
do
Nosso
poder
Ordinário
;
Havemos
por
bem
ordenar :
1.
°
Que
todos
os
Ecclesiasticos
de
qualquer
edade
e
graduação
que
sejam,
e
habitem
na
área
por Nós marcada
em
a
Nossa
Portaria
de
23
de
Maio
do
proximo
passado
anno
de
1877,
assistam
com
suas
sobrepellizes
ou
insígnias
á
Procissão
do
Corpo
de
Deus
nas
cidades
e
villas
d'este
Nosso
Arcebispado,
onde
haja
Camara
Mu
nicipal,
que assista
lambem
á
mesma
pro
cissão
;
2.
°
Que
ficam
transferidas
para
o
do
mingo
infra
octavam
todas
as
festas
par
ticulares,
que
por
Estatuto,
Compromisso
ou
costume
antigo
houvessem
de
ser
fei
tas
no
dia
de
Corpo
de
Deus,
—dentro
da
mesma
área já
marcada
;
(1)
3.
°
Que
os
Ecclesiasticos,
que,
habi
tando na
predicta
área,
sahirem
n
’
aquelle
dia,
ou
para
se
escusarem
de
assistir
á
Procissão,
ou
com
o
fim
de
assistirem
ás
festas
particulares,
que
se
fazem
fóra
da
mesma
área,
ficam
incursos
nas
penas
ca
nónicas,
impostas
pelo
direito
e
pelas
Constituições
d
’
este
Nosso Arcebispado,
tit.
XXI,
const.
2.a
num.
2.
;
4.
°
Que,
para este
fim,
não
serão
va
liosos quaesquer
privilégios
concedidos
a
certas
pessoas,
ou
a
logares,
por
ser
esta
a
mente
de
quem os
concedeu.
Dada
e
passada
sob
o
Nosso signal
e
sello
das Nossas
armas
em
o
Paço Ar-
chiepiscopal
de
Braga aos 16
de Maio
de
1878.
Logar
do
Sello.
João,
Arcebispo
Primaz.
(1)
A
área
marcada para o
clero vir
assistir
á
procissão,
é
de
8
kilometros,
distancia
do
centro
da
povoação,
menos
em
Braga,
que
é
o
clero
de
todo o
con
celho.
BK.4.®
A—TERÇ
A-FEIKA SS »E
MAIO
DE
O milagre de
Eotirdea.
Da
«Nação» transcrevemos
o
seguinte:
Recebemos
ha
tres
dias
um
telegram
ma,
que
nos
dirigiu
de
Lourdes
o nosso
amigo
o
Exc.
‘")
Snr.
Conde da Redinha,
e
hoje
recebemos
do
mesmo
cavalheiro
uma
carta, confirmando
o
que
então
nos
dissera.
Repetimos
os
nossos
louvores
á
Virgem
Santíssima, por
se
ler
dignado
ouvir
os
votos
da
peregrinação
portugueza,
e
os
d
’
aquelles
que, não
podendo
corporalmente
acompanhal-a,
a
acompanharam
em
espi
rito, pedindo
a
prolecção
da
Mãe
de
Deus
para
os
pobres
doentes.
Um
d’elles
é
nosso
amigo
particular,
é
um
respeitável
sacerdote
que
cegara,
e
que
os
mais
acreditados
médicos
do
paiz
e
alguns
estrangeiros,
tinham
declarado
in
curável.
Na
vespera
do
dia
da
partida
veiu
despedir-se
de
nós.
Estava couipletamenle
cego.
Mas
ia
alegre, linha
uma
grande
fé
em
Maria
Santíssima.
E
a
Virgem
ouviu
as
orações
do
bom
sacerdote,
ouviu
as
d’
aquelles
que
por
elle
oraram:
Era
cego;
mas
banhou os
olhos
com
a
agua
de
Lourdes,
e
imme-
diatamente
viu.
E
tão
bem
que
no
dia
immediato,
domingo,
disse
a missa
própria
do
dia,
lendo
sem
diíliculdade
alguma.
Os
médicos
de Lourdes
fizeram
varias
experiencias,
depois
do milagre,
e
todos
concordam
que
a
cura
foi
sobrenatural.
Uma
paralylica,
que
vivia
no
convento
de
Chellas,
e
que
só
andava
auxiliada
pelas
muletas,
banhou
se
na
agua aben
çoada
pela
Virgem,
e
quando
saiu
do ba
nho
já
dispensava
as
muletas;
andava
des
embaraçadamente.
Avaliamos
a
gratidão
dos
dois benefi
ciados
pela
Santíssima
Virgem;
avaliamos
a
alegria
cora
que
todos
os
peregrinos
terão
presenceado
aquelles
milagres, e
a
devoção
com
que
por elles
terão
rendi
do
milhões
de
graças
á Santíssima
Vir
gem.
A
virtuosa
Duqueza
de
Cadaval
e
seus
dois
filhos
teem
vindo
todos
os dias
de
Pau
a
Lourdes,
incorporar-se
na
pere
grinação
portugueza,
e tomar
parte
em
todos
os actos
de
devoção
e
gratidão
a
Maria
Santíssima.
---------
6ÃZETILH1
Chrisma
—
No
dia
9
de
junho,
do
mingo
e
festividade
do
Espirito
Santo
s
exc.
a
revd.ma
o
snr.
arcebispo
Primaz
assistirá
na
Sé á
missa, que
será
este
anno
de
circulo,
e
ás II hor. s
da
manhã
do
dito
dia administrará o Sagrado
Chrisma
aquellas
pessoas,
que
se
apresentarem
confessadas, e
dispostas na
conformidade
com
as
disposições
do
mesmo
venerando
Prelado,
e
como
nos annos
anteriores
Convém
porisso
que
os
revd.
,:s parochos
façam
este aviso
á
missa
conventual.
Santa
.Vlarca
HagtUleita. _
Foi
ante-hontem
de tarde
conduzida
em
pro
cissão,
da capella
de
S. João da
Ponte
para
a
Misericórdia,
a
Imagem de
Santa
Maria
Magdalena,
para
que
interceda
pe
rante
o
Omnipotente
que
se
amercie
de
nós
melhorando
o
tempo.
Incêndios
—
Pelas 10
horas
da
noite
de
sabbado,
ás
badaladas
indicando
in
cêndio
no
circulo
de
S.
V-ictor,
affluiram
a
rua
de
S.
Domingos
a
companhia
dos
bombeiros voluntários
e
os
municipaes
as
auctoriiades
e
muito
povo.
O havia-se
manifestado
na
casa
n.°
68 A
daquella
rua; porém
os
prom-
ptos
soccorros
dos
visinhos
tinham-no
já
extinguido
rapidamente.
—
Pela mesma
hora,
aproximadamente,
de domingo
tornaram
as
torres
a
dar
os
signaes
d
’
incendio
no
mesmo
circulo.
Era
no
prédio
do
snr.
F.
Carmo, na
congosta
das
Gavieiras.
Começando
na
cosinha, communicára-se vio'entainente
ao
interior da
casa,
e tel-a-ia
reduzido &
um
montão
de
cinzas,
se
não
fossem
os tra
balhados soccorros
prestados
pelas
com
panhias
de
bombeiros,
especialmente
pelos
voluntários,
cuja
bomba
foi
a
segunda a
chegar
ao logar do incêndio.
Os
prejuisos
são
estimados
em
400á0u0
reis.
Audieneia
*
geraes.—
Foram
julga
dos em audiência geral, nos
dias abaixo
indicados,
os
indivíduos
seguintes:
Dia
^4.
—
Domingos
Ferreira,
seus
fi
lhos
João
Ferreira
e
Francisco
Ferreira,
todos pedreiros da
freguezia
de
Adaufe
’
pelo
crime
de ferimentos
e
espancamentos:
absolvidos.
Dia 25.
—
Antonio
José Affonso,
e
ou-
FOLHETIM
BIOGRAPHIA
D0
S.
PADRE
PIO
IX
Feita
por
Monsenhor
Mercurelli,
secreta
rio
dos
Breves
aos
Príncipes
que
foi
colloctda
dentro
do
caixão
do
mesmo
Soberano Pontífice.
Aquelle
cujo
corpo,
repousa
n
’
este lo-
8ar,
nasceu
a
13
de
maio
de
1792
em
Sinigaglia-
é
o
quarto filho
proveniente
do
enlace
do conde
Jeronymo
Mastai
Fer-
retti
com
a
condessa
Catharina
Salazzi,
recebeu
no
baptismo
o
nome
de João
Maria.
Estudou
as lellras em Volteira
com
os
padres
das
Escolas Pias
e
as
scien-
Clai
mais importantes
era
Roma;
ordenou-
8e
no anuo
de
1819,
e
celebrou
a
sua
primeira
missa
no
dia
da
solemnidade
da
Paschoa
na
egreja
do Recolhimento Or-
plranoligico
de
Sant
’Anna,
que tomou
o
nome
do
seu
fundador,
Tala
Giovanni,
qual
foi
também
director.
Depois
foi
adjuncto,
como
companhei-
Io
>
ao
bispo
Joao
Mazi
que
tinha
sido
nt)
meado
delegado
Je vigário
aposlobco
do
Chile
e
dos
outros
paizes
da America
Me
ridional
e deixou
Roma em
1823.
—
Mas
na volta em
1825,
foi
nomeado
chefe
do
Hospício
Aposlolieo
por
Leão XII,
de
santa
memória, e passados
dous annos
foi
preconisado
e consagrado
arcebispo
de
Spoleto.
Era
dotado
de
todas
as
qualidades
de
um excellenle
bispo,
principalmelnte
na
caridade
e na
prudência;
deu
d’ellas
bri
lhantes
exemplos,
quer
em
1831,
quando
encarregado
da
Delegacia
Extraordinária
em
Spoleto
e
em
Perugia,
apasiguou
os
rebeldes
(Festas
províncias
só
cora
a
sua
mansidão,
e
pelos
soccorros
que
lhes
dis
tribuiu
por
sua
parte
e
ts
decidiu
a
Re
porem
as
armas,
que
elle
mandou
para
Roma; quer
no anno
seguinte,
quando
se
entregou
inteiramente
ao
allivio
do
povo
que
eslava
muito
afflicto
por
causa dos
fortes
tremores
de
terra
na
Umbria.
Seus
merecimentos brilhantes
convenceram
a
Gregorio
XVI que
o
devia
mudar
para
a
Sé
de
Imola mão
vaga,
a qual
muito
lu
craria
com
u-
administração:
ahi
mos
trou-se
em
tudo
ua
altura do seu encar
go
pastoral.
Foi
o
primeiro
de lodos
os
prelados
italianos
que
estabeleceu
canonicamente
na
sua
diocese
a
Obra
da
Propagação
da
Fé
e
que
a
engrandeceu.
Deu
entre
outros
um
brilhante
exemplo
de valor
e
de
caridade
episcopal, quando
em
1836,
estando á
noite
a
orar
na
Calhedral,
salvou
um
ho
mem
assaltado por
tres
ladrões.
Foi
por
isto
que
o
mesmo
Papa
o
re
servou
in
peito
no
Consislorio
de
23
de
dezembro
de
1839
e
o
honrou
com
a
purpura
a
14
de
dezembro do anno
se
guinte.
Logo que
soube
da
morte
de
Gre
gorio
XVI
partiu para
Roma
afim
de
con
correr
para
a
eleição
do novo
Pontí
fice;
mas
reunindo-se
n'elle todos
os vo
tos
com
uma
premptidão
maravilhosa
foi
elevado
á Cadeira
de
Pedro.
Todavia
os
inimigos
da
religião
e
da
ordem
publica
mudaram
logo
em tristeza a alegria
que
todos
tinham
sentido
com
a
noticia
de
um
acontecimento
tão
inesperado,
e
len
do
levantado
unia rebellião,
cercaram
por
tal
fóima
o
Pontífice,
que
a
custo
e
com
o
particular
auxilio de Deus
poude
esca
par
e
partir para
Gaêta.
O
rei
de
Ná
poles
recebeu-o
ahi
com
muita
altenção
e
respeito.
Emquanto
recebia
do
univer
so
catholico testemunhos
de
veneração
e
offerendas,
voltou
seus
pensamentos
para
os
damnos
experimentados
pela
religião,
para
os
direitos
ultrajados
da
Santa
Sé’
para
os
povos
enganados
pelos
maus;
e
em
allocuçõee
e
cartas
apostólicas
teste
munhou
seu
reconhecimento,
expoz
aos
fieis
o
estado
deplorável
dos
negocios
religiosos,
implorou
o
soccorro
dos°prin-
cipes
catholicos
e
mostrou
aos
povos
quaes
eram
os
verdadeiros
desígnio-
formados
pelos
inimigos
da
Egreja.
Além d
’
isto tra-
ctou
do restabelecimento
da
gerarchia
ecclesiaslica,
ha
muito
tempo
destruída
na
Inglaterra.
E
por
causa
da sua
insi
gne
piedade
para
com
a
Mãe
de
Deus,
annunciou
a
todo
o Episcopado
que
por
sua
ordem
tinham
sido
pedidas
infor
mações
para
a
definição
da
Conceição
Immaculada
de Maria,
e
exigiu
de
lodos
que
orassem
para ta! fim
com
elle,
e
que
lhe
dessem
conta
da
tradicção
cm
vigor
entre
elles a
este respeito.
Levado
a
Roma
pelas
armas
dos
chris-
tãos
com
applausos
da
cidade
e
do
mun
do,
teve
tanto
cuidado
com
a
egreja
orien
tal,
como
com
a Occidental.
E como
já
no
anno
de 1877
tivesse
restabelecido
a
jurisdicção
do
palriarcha latino
d.
J
L
r
U-
salem,
e
no
seguinte
tivesse
coníiimado
a
eleição
do
palriarcha da
Babylonia
pa-
tros
empregados
na Padaria
Hespanhola,
d’
esla
cidade,
pelo
crime
d
’
olfensas
cor-
poraes:
condemnados
em
60
dias
de
pri
são,
sendo
50
remíveis
na
razão
de
100
reis
por
dia,
e
nas
cuslas.
Collegio
de
S.
Luiz.—
Damos
hoje
pela
ultima
vez
publicidade
ao
annuncio
que
este
estabelecimento
enviou
á
nossa
redacção,
contendo
a
relação
dos alumnos
que
na
presente
epoca
ficaram
approvados
no
exame
dhnstrucção
primaria.
E
’
cer-
tamenle
lisongeiro
o
resultado
d'esses
exa
mes,
attendendo
a
que
de
21
examinan
dos
só
dois
ficaram
esperados,
um dos
quaes
entrou
contra vontade
dos
superio
res,
e
outro
em
tão
mau
estado
de
saú
de,
que immediatamenle ao
exame
oral
teve
de
entrar
em
tratamento sério,
que
ainda
continua.
Aproveitamos
esta
occasião
para
re-
commendar aos
chefes
de
familia
este
estabelecimento,
que
tão
plenamente
tem
sabido
cumprir
em
lodo
o
sentido
a
sua
alta e
espinhosa
missão.
,*
Iez
Fueiiaristíeo.—
Começa
este
devoto
exercício
no
dia
l.°
de
junho
nas
seguintes
egrejas:
Em
Santa
Tliereza,
ás
5
e
meia
horas da
manhã;
no
Salvador
ás
6
da tarde;
na
egreja
da
Penha,
por
determinação
da
direcção do
Asylo
de D.
Pedro
V,
a
cujo
cargo
está
confiada
a
veneração d
’
este
templo,
ás
6
e
meia
da
tarde;
e
finalmenle
na
egreja
do
covento
dos
Remedios
ás
7
horas
da
tarde.
Ciiefl»»!»-—
Chegou na
quinta-feira
a
esta
cidade
o
snr.
commendador
Leonardo
Caetano
d’
Araujo, director
lechnico
e
co-
proprieiario
do «Jorna!
do
Commercio»,
do
Rio
de
Janeiro.
Este
cavalheiro
respeitável
é
natural
de Parada de
Galim,
do concelho de
Villa
Verde.
Damos-lhe
as boas
vindas.
Outra.—
Acaba de
chegar
também
a
esta
cidade o
exc."
1(’
snr.
Cunha
Montei
ro,
cirurgião-mór
dhnfanteria
8,
e
ex
de
putado
ás
córtes
por
Villa
Nova
de
Fa
malicão.
Tlne»tro.
—
A
’
hora
de
entrar na
ma-
china
o
nosso
jornal,
está
p
>r instantes
a
subir
o
panno.
para
o
primeiro
dos
es-
pectacolos
annunciados
para
os
dias 27
e
28 do
corrente,
pela
companhia
do
Ba-
quet.
O
d
’
hoje
consta
do drama
em
o
actos
O
correio
de
Lyon,
D
’
ura
e
d
’
outro
daremos
noticia
no
proximo
n.°
iVIatM um
r«tibo sacriSegt»
—
Ainda
em
o
n.°
antecedente
noticiámos
terem
sidos
roubados
vários
objectos
de oiro
que
adornavam
a
Imagem
de
N. Senhora
das
Dores,
da capella
da
Penha;
e
já
hoje
temos
a
relatar
um
crime idêntico, pra
ticado
no
templo
da
Senhora
Branca,
si
tuado
a
poucos
passos
d
’
aqtiella
Albano
José
Machado,
funileiro,
é um
rapaz
que
não
conta
edade
muito
avança
da,
mas
que
é
de
avançadissima
maro
teira,
—
um
grande
meliante.
Ainda
não
ha
muito
que
foi
condemnado
pelo
roubo
d
’
uns
castiçaes
de
prata
subtrahidos
a
um
altar
da egreja
de
S.
João
do
Souto,
tendo
pouco
antes
d
’esta gentileza
acabado
lambem
de
cumprir
sentença
por
um
furto
industiioso;
e
já agora volta para
a
ca
deia
como
auctor
do roubo
que no do
mingo fizera á
Imagem
de
N. Senhora
da
Graça,
no
segundo
dos templos refe
ridos.
Segundo
sua
própria confissão,
este
ratoneiro
introduziu-se
no
côro,
e
ahi
se
escondeu
debaixo
d
’
umas
estantes,
na
oc
casião
em
que
o servo fechou
a egreji
no
sabbado
de
tarde.
Durante
a
noite,
abriu
com
uma
ga-
zua
a
vidraça
do
oratorio
onde
está
aquella
devota
Imagem,
e a
esta
tirou duas
pul
seiras,
um
par
de
brincos,
um broche,
um
collar,
um alfinete,
e
anneis,
tudo
de
oiro.
Alguns
d’
estes
objectos
não
perten
ciam
á
Senhora;
eram
de
devotos
que
os
tinham
offerecido
para
a
adornarem
du
rante
a
bella
devoção
do
Mez de
Ma
ria.
Quando
o servo na
manhã
seguinte ia
a
abrir
as
portas,
descobriu
o
audacioso
ladrão
escondido
n
’
um
dos
confissionarios
que
ficam
junto
do
guarda
vento,
e
imme-
diatamente
mandou
por
um
seu
filho
avi
sar
a
policia,
que o
condusiu
ao
commis-
sariado
da
mesma.
Alli
interrogado,
disse
que occultára
o roubo
n
’um buraco
do
côro, e
sendo
novamente
acompanhado
lá
para
o
indicar,
confessou
então
que
de
noite
atirára
com todos
os
objectos
a
um
outro
collaço na
maroteira,
um
funileiro
conhecido
pelo alcunha
de Fogueteiro,
pa
rente
d
’
umas
celebres
Fogueleiras,
da
Ponte,
muito
conhecidas
por grandes
gen
tilezas.
Este
lambem
se
acha preso;
mas
o
roubo
não
appareceu
ainda.
Encontrou
se
nos
bolsos
do
primeiro
uma gazua e
algumas
chaves
de
differentes
tamanhos.
fneendio
do pnlaeio dn Subli
me
í‘oi-ta.
—
Um
telegramma
de
Con
stantinopla
noticiou
ter
sido
incendiado
o
palacio
da
Sublime
Porta. Uma
outra
par
ticipação posterior
informa
que
n
’esse
in
cêndio
foram queimados
muitos
documen
tos.
e
entre
elles
diz
se
que
também
o
original
do
tractado
de
S.
Stefanio.
Codigo
administrativo.
—
Acaba
mos de receber
um
exemplar
intitulado
Codigo
administrativo
approvado
por
carta
de
lei
de
6
de
maio
de
1818.
E
’
seguido
do
parecer
da
commissão
de
administração
publica
ácêrca
do
pro-
jecto
d’
este
codigo,
com
um desenvolvido
repertório
alphabetico,
e
accrescentado
com
a
lei
eleitoral,
contendo o
mappa
dos
res
peclivos
círculos
do
continente
do
reino,
ilhas adjacentes
e
províncias
ultramarinas,
a
lei
sobre
a
instrucção
primaria
e
as
alterações
á
lei
do
sello.
E
’
editor
d
’este
livro
o
snr.
Manoel
Malheiro,
a
quem
muito
agradecemos
a
fineza
do
offerecimento.
Vae
no logar
proprio o
annuncio
res-
pectivo.
Portaria.
—
Consta
que
já
se expe
dira ou
chegára
ao
governo
civil
a
Por
taria
dando
por ultimados
os trabalhos
da
commissão
administradora
da
Misericórdia
e
Hospital
de
S.
Marcos,
d
’esta
cidade,
e
que
se
procederá
a
nova
eleição.
Hel9iornM. —
Com
intima
satisfação
noticiámos que
o
nosso
presado
amigo, o
snr.
Alfredo
Alves
Passos,
tem
nestes
últimos
dias
experimentado
sensíveis
me
lhoras.
Por
este
motivo,
o
snr.
padre J.
F.
Airosa
tenciona
dizer
hoje,
por
II
horas
da
manhã,
uma
missa
em acção
de
gra
ças
a
N.
Senhora, no
seu oratorio
do
collegio
da Regeneração,
de
que
aquelle
cavalheiro
é
bemfeitor,
e
á qual
assistirão
todas
as
abrigadas
alli
e senhoras
da
commissão.
Congre«<u> Catholico
em
Braga.
—O
snr.
D.
Antonio
d
’Almeida acaba
de
publicar
os
nomes
dos
membros
do
Con
gresso
d’
escriptores
e
oradores
catholicos
portuguezes,
que
assistiram
ao
2.°
con
gresso
reunido
n
’
esta
cidade
a
25
d
’
abril
do anno
corrente.
Eil-os:
Desembargador
da
Camara
Ecclesias-
lica
Patriarchal
José
de
Sousa
Amado
—
Conego,
Santos
Monteiro,
de Lamego —
Conde de
Samodães—
Dr.
Adriano
Joaquim
d
’
Almeida
Ferraz,
por
si
e
como
repre
sentante
da
digníssima
camara
municipal
de
Proença
a
Nova—Dr
Egydio
Pereira de
Oliveira
e
Azevedo
—
Professor
Mesquita
Pi-
mentel
—Abbade Manoel Pinto
da
Nobre-
ga
—
Desembargador
da
Relação
Ecclesias-
tica
Bracarense,
Manoel
J.
d
’
Oliveira
Gui
marães
—João
Francisco de
Moraes (di
gníssimo
lhesoureiro) —
Reverendo
João
Velloso —
Dr.
Custodio
Velloso
— Manoel
Augusto
de Mendonça
—
Vice
Reitor
do
Seminário
Archiepiscopal,
João Rebello
Cardoso
de Menezes —
Dr.
José
Rodrigues
—
Reverendo
Reitor
de
S.
Caetano,
An
tonio
Francisco
Pereira
de Almeida Cou-
tinho—
Abbade,
Antonio
da
Rocha Reis
—
Dr.
Pedro
Barbosa
da
Cunha
Couto
Mello—Reverendo
Jeronytno
José
do
Ama
ral
—
Reverendo
Antonio
Joaquim
de
Aze
vedo
e
Couto
—
Conego,
Francisco
Anto
nio
Gomes
Alves
Rodrigues
d
’
Aguiar
—
Reverendo
José
Luciano
Gomes
da
Cos
ta
—Parodio
encommendado,
João
José
Caetano
—
Reverendo
Pimenta
—
Reverendo
Luiz
Dias
da
Silva—
José
Maria
Dias
da
Costa
—
Reverendo
Reitor
Jvsé
Caetano
Fontes—
Duarte
Huet
de Bacellar—
Reve
rendo
Carvalho
—
Reverendo
Francisco
An-
lonio Peixoto
de Lima — Desembargador
da
Relação
Ecclesiastica
Bracarense
Lú
cio
Anlonio
da
Costa
—
Dr.
Manoel Joa
quim
Penha
Fortuna,
presidente
da
As
sociação
Catholica
—e mais
alguns outros
respeitáveis
nomes,
que
porventura
não
sejam
aqui
mencionados
por
falta
invo
luntária, e
que
poderá
ser
reparada
Entre outros,
vimos
mais
o
Reverendo
Dr.
João
Dias
d
’
Araujo
—
Reverendo
Luiz
Gomes
da
Silva
—
Dr.
José
G.
Eigenmann,
Director
do
Collegio
do
Espirito
Santo,
e
mais
5 ou
6
padres
e
professores
d
’
a-
quella
casa
—Reverendo
Joaquim da
Sil
va
Barros,
professor
do
Collegio
dos
Ór
fãos—
Reverendo
José
Maria
Vieira
da
Ro
cha,
e
mais alguns
padres
do Collegio
de S.
Lmz,
etc.
Os
Prelados
que
adheriram
por
meio
de
respeitáveis
cartas,
foram:
Exc.
mo
e
Rev.,no
Snr.
Bispo Conde,
Exc.
mo
e
Rev."
10
Snr. Bispo
de
Lame
go,
Exc."
10
e
Rev.
mo
Snr. Francisco
Ma
noel
Martins
Manso,
Vigário
Geral,
go
vernando
a
diocese
da
Guarda,
e o
Exc.
mo
e
Rev.mo
Snr.
Antonio
Augusto
Rodrigues,
governando
as
dioceses
reunidas
de
Bra
gança
e
Miranda.
Membros
auzentes
que
adheriram
ao
Congresso Catholico.
e que
reputamos
presentes
por
suas
mui
dignas
cartas, e
que
antes
chamaremos,
sem
favor,
pro
curações:
Exc.
mos
Snrs.:
Conego
Arcediago,
Ri
cardo
Wanzeller,
do
Porto
— Conego Vi
gário, José
Maria de
Almeida
Ribeiro,
de
Eivas
—
José
de
Freitas Amorim
Bar-
bosa,
escriplor
religioso
de
Santarém—
Prior
Manuel
da
Cruz
Pereira
Cominho,
de
Coimbra
—Luiz
Martins
da
Cosi?,
de
Guimarães
—
Professor
do
Lyceu,
Domin-
gos
d’
Altneida
Ribeiro,
do Porto — Dr.
João
Maria
Mergulhão
Neves Cabral,
de
Armamar
—
Vigário
da
Vara,
Francisco
de
Sousa
do
Prado
de Lacerda,
da Cha
musca
—
Manoel
Marinho
de
Sousa
e
Bar-
ros,
dos Arcos — Dr. Rodrigo de
AI-
meida
Garrelt, do Porto
—
Dr.
Antonio
Sebastião Valente,
de Coimbra
—
Desem
bargador
Prior,
Antonio
Ayres
Tavares
de
Pinho,
de
Lisboa
—Abbade
Doutor
Ma.
m>el
Marques
Pires, de
Vallega—
Dr.
Ma
noel
Xavier
Pinto
Homem,
de
Santarém
—
Conego
thesoureiro-mór,
Manuel
Joa.
quim
Barradas,
de Evora
—
Dr.
Commen
dador
Bernardo
Teixeira,
do
Porto
—
Par
do
reino,
Agostinho
d
’
Ornellas,
de
Lisboa
—
D.
Miguel
Sotlo-Mayor, de
Baião—Ab
bade
José
Vieira
de
S.
Coutinho,
de
Re.
quiào—Parocho,
José
de
Smsa
Barroso,
de Grijó—
Professor.
Antonio
Moreira
Bel-
lo,
do
Porto
—Prior,
Anlonio
da
Ascen-
ção
Telles,
de
Evora
—
Reverendo
João
AI-
vares
da
Silva e
Carvalho,
de Bairão
—
Dr.
Gonçalo
de
Almeida
Garrett,
de Coimbra
—
Dr.
Fr.
Florentino
Anlonio
Lopes
de
Athayde
e Brito,
de
Taide,
concelho da
Povoa
de
Lanhoso
—
Domingos
Augusto
da
Silva
F.
Menezes
e
Vasconcellos,
do
Porto—
Reverendo
Luiz
Bernardino
de
Car
valho
Pacheco,
de
Lisboa—
Abbade João
Luiz
Maria
de
Freitas,
de
Sanguedo— Ma-
rianno
de Lemos
Azevedo,
de Villa
No
va
de
Ourem
—
Dr.
Antonio
Gomes
La-
ges,
por
si
e
pela commissão
preparado
ra
do
jorna!
religioso
«Movimento
Calho-
lico»
de
Lisboa
—
Conego
dr
Manoel
Fi-
lippe
Coelho,
do
Porto
—
José Maria
de
Sousa
Monteiro,
de
Lisboa
—
Reverendo
João
Vieira
Neves
Castro
da
Cruz,
de
Mi-
Iheiiós
da
Maia—
Conselheiro
Antonio
Jo
sé
Viale,
de
Lisboa
— Presidente
da
ca
mara
municipal
de
Proença a
Nova, Jo
sé
Lopes
Tavares,
e
os
vereadores
da
mesma Luiz
Antonio
Ribeiro,
Francisco
Joaquim
Tavares,
José
Luiz
Fernandes,
e
Domingos
Martins
Veilez
—
Padre João
Pinto da Gama,
de
Coimbra
—José
Car
los
Caldeira,
de
Lisboa
—
Dr. Antonio
Au
gusto
de Almeida
Pinto,
do
Porto
—
An
lonio
Coutinho
Pereira
de
Seabra
e
Sousa,
de
Lisboa.
Se
alguma
falta
fôr
encontrada,
con
tra
nossa boa
vontade,
a
repararemos
lo
go
que
sejamos
advertido.
Membros
fallecidos
entre
a
primeira
e
a
segunda
assembleia
do
Congresso
dos
oradores e
escriptores
catholicos
de
Por
tugal;
foram
os
Exc.
mos
Snrs.,
que
Deus
tenha
em
Gloria:
D.
Francisco
de Lacerda
D.
Prior
da
venerai
collegiada
de
S.
Martinho
de
Ce-
dofeita,
Porto
-Padre
mestre
Martinho
An
tonio
Pereira
da Silva,
Braga
—
Conego
da veneranda
collegiada de
Nossa
Senho
ra
de
Oliveira,
José
de
Aquino,
Guima
rães
—
Conde
de
Azevedo,
Porto
—
Conse
lheiro
Adrião
Forjaz, Coimbra
—
Roberto
Guilherme
Woodhouse,
Porto
—
Dr.
Aca-
cio
Mergolbão
Cabra),
Armamar
—
Anlo
nio
Ferreira
Girão,
Porto
— Alfredo
de
Barros,
Regoa
—Joaquim
de
Rocha
Vas
concellos,
Porto
—
Abbade
de
Cabeços,
Ca
beços
—
José
Joaquim
Barboza
Lima, (the-
soureiro),
Porto.
—
Requiescant
in
pace!
ra
os chaldeus, mais
tarde
se
esforçou
com um zelo
infatigável
em
proteger,
reelevar
e conciliar
entre
si
as
egrejas
orientaes,
trabalhadas pelo
scisma,
dispu
tas
e
discensões,
experimentando
novas
regras
de
direcção,
augmentando
o
nume
ro
de
bispos, vindo
até
em
seu
auxilio
por
toda
sorte
de
ollicios,
por
sua
libe
ralidade
e
enviando-lhes
um delgado aposlo-
lico
e
um
legado
á
lalere.
Não
deixou
de
trabalhar
para
fazer
cessar
a
perseguição
da
religião catholica
na
Rússia,
ou
pelo menos
para
conseguir
applacal-a, quer
pelas
concessões
que
pro-
prôz,
quer,
pelo recur-o
aos
ministros
des
te
império,
quer
por
carias
especiaes
ao
imperador,
ou
pelo
delegado
que
lhe
en
viou;
emquanto
assim
procedia,
continua
va
a
defender
e
a confirmar
os
Ruthe-
nos
e
a
consolar
os
Polacos.
E
como
por
toda
a parle
os
negocios
religiosos
esti
vessem
em
mau
estado,
fez
todas
as
di
ligencias
por
estipular
com
a
maior
par
te
dos
chefes
das
nações,
convenções,
pe
las
quaes
os
direitos
e
a liberdade
da
Egreja
fossem
salvaguardados.
Jámais
deixou
de
descobrir,
refutar
e
condemnar,
por
cartas
encyclicas,
allocu-
ções, discursos
públicos,
e
cartas
aos
bis
pos
ou
a
pessoas
particulares,
os
erros,
causa
de tantos
males,
especialmente
as
machinações
da
frauc-maçonaria;
publicou
o
celebre
Syllabus que será perpetua-
mente
o
destruidor
de
todos
os
erros;
emfim convocou
e
reuniu
um
Concilio
Ecuménico,
para
que,
propondo
e
confir
mando n
’
elle
claramente
a
verdadeira
dou
trina sobre
Deus,
sobre
a
Egreja
e sobre
a
auctoridade
do
Soberano
Pontífice,
se
cor
tasse
o caminho
a
lodos
os
sofismas.
Emquanto
assim
se
esforçava
para
des
truir
o
reino
de Satanaz,
applicou-se
com
o
mesmo
zelo
em
dilatar o
reino
de
Chris-
to,
em
animar
a
fé
e
a
piedade
dos
ca-
tholicos
e
a
procurar-lhes
novos
e
celes
tes
soccorros.
Restabeleceu
a
gerarchia
ecclesiastica
na
Inglaterra
e
na
Hollanda,
e
tractava
de
restabelecel-a
na
Escossia,
quando
foi
arrebatado
pela
morte.
Enviou
missões
até
ás
extremidades
da terra;
approvou
um grande
numero
de
famílias
religiosas
apropriadas
ás
necessidades
par
ticulares
do
povo; favoreceu
com
ardor
as
associações
catholicas
instituídas
para
a
manutenção da
egreja
e
utilidade
do
pro
ximo;
estreitou
mais
a
Egreja
Universal
ao
Santíssimo
Coração de
Jssus;
deu-lhe
para
padroeiro
S.
José
entre
os
heroes
christãos,
cujas acções
podiam
ser
um
alento,
e o
patrocínio um
soccorro,
ins
creveu
onze
no
cathalogo
dos
Bemaven-
turados
e
cincoenta
e
dous
no
dos
Santos;
augmenton
finalmenle
a
confiança
eo
cul
to
para com
a
Mãe
de
Deus
pela defi
nição
dogmatica
da sua
Immaculada
Con
ceição;
por
taes
cuidados dilatou
de
tal
modo
a
Egreja,
que
ajuntou
vinte
e
no
ve
Sés
Metropolitanas
ás
antigas,
cento
e
trinta
e
duas
Sés
episcopaes,
tres
nul-
lius
dioecesis,
tres
delegações
aposlohcas.
trinta
e
tres
vicariatos
apostolicos
e
quin
ze
prefeituras
apostólicas.
Ainda
que collocado
sob
um
doininio
hostil, defendeu
sempre
vigorosamente
os
direitos
da
Egreja
e
da
Santa
Sé.
Cen
surou
muito
severamente
aos
poderosos,
com
toda
a
liberdade
aposlolica,
o
crime
da
usurpação
sacrílega,
publicou
as
ex-
communhões
lançadas
sobre
elles
e
reno-
vou-as.
Veiou
no
explendor
do
culto
di
vino,
concertou,
reparou,
ornou
os templos
com
um
luxo
real,
forneceu-os
de
prata
e
ornamentos
sagrados,
tanto
dentro,
co
mo
fóra
dos
seus
estados.
Propôz
um
me-
lltodo
de
estudos para
o
desenvolvimento
da
verdadeira
sciencia,
estabeleceu
uni
versidades
catholicas,
erigiu
seminários,
gymnasios
e escolas;
por
toda
a
parte, em-
tim,
deixou
monumentos
da sua
munifi
cência:
teve
tanta
liberalidade,
que
tudo
o
que
lhe
pertencia
parecia
antes
não
ser
para
si,
mas
para
os
outros.
Como
reunia
a todas
estas
virtudes
uma
bondade,
uma
affabilidade
verdadei-
rameute
extraordinárias,
conciliava
o
es
pirito
dos
visitantes
ao
ponto
de
elevar
o
respeito
e
a
dedicação
devidas
ao
Vigário
de
Jesus
Christo
ao
mais
elevado
grau
de
amor.
E
’
o
que
testemunharam
as
mensagens,
o
concurso
tão
frequente
dos
peregrinos
e
principalmenle
as
festas
dos
annos
ju
bilares
do
seu
sacerdócio,
do seu epis
copado,
do
seu
pontificado,
que fornece
ram
provas
inteiramente
sem
precedente
da
piedade
filial
e
do
ardentíssimo
amor
de
todo
o universo
catholico.
Foi
o
uni
co dos Papas
que
se assentou
trinta
e
um
annos,
sele
mezes
e
vinte
e
dous
dias
na
cadeira
de
Pedro:
morreu
coin a
edade
de
oitenta
e
seis
annos
no
dia
7
de fe
vereiro
do
anno
de
1878.
’
*
«
í** 0 IX. — E’
transcripla
da
«Palavra»
a
que
hoje
da-
s
em
folhetim.
Foi por
aquelle
nosso
estimável
collega tradusida do
«Osservatore
Romano».
Som jornal.—
Recebemos
o
prospe
ro
da
«Civilisacion
Catholica», edição
hes-
oaiihola da
«Civiltá
Catholica»,
que
se
pu
blica
em
Florença.
Sendo
esta,
como
é,
uma
das
primei-
raS
revistas
calholicas
do
mundo,
muito
lucramos
nós
poder
obtel-a
n’
uma
lingua
oue
nos
é
tão
familiar
como
o
hespanhol,
ao
passo que
o
italiano
é
geralmente
pouco
conhecido
entre
nós.
Esta
importante
publicação
se
offere-
ce
(em
Hespanha)
nas
condições
seguin
tes.
Publicar-se-ha
todos
os mezes
um
volu
me
de
mais
de
200
paginas,
contendo
a
traducção
exacta
e
nitida
dos dois
nume
ros
que a
«Civiltá
Catholica»
publica
em
cada
mez,
e
no
mesmo
formato.
A
assignatura
será
por
trimestre
em
Madrid e províncias, e por
semestre
as
do
estrangeiro.
Portugal
tem
a
garantia
de
ser
para
es
te
efleito
considerado
província
de
Hes
panha,
pois
como
diz o prospecto
o
preço
da
assignatura
será
de
36
reales
(15700
reis)
em Ioda a Península
em cada
tri
mestre
e
120
reales
(55400
reis)
por
se
mestre
no
estrangeiro.
O
pagamento
é
adiantado.
Recebem
assignaturas
em
Braga
no
escriptorio
d
’esta
redacção,
e no
Porto,
Renjamin
Sampaio,
proprietário
da
Livra
ria
Catholica,
i a
Praça
Nova.
0
ex-frade Jactntbo.—O
ex-frade
Jacintho,
abandonando
definitivamente
os
seus
fieis
velhos
catholicos
de Genebra,
deixou
os
encommenlados,
querem
saber
a
quem?—
ao
ministro
anglicano!
Imagi
ne-se
como
ficaram
os collegas
doellingeria-
nos! Furiosos.
0
que
nos
diz o sabio
folhetinista
do
incolor
a
esta
exquisilice
do
seu
amigo?
E
’
verdade
o
padre
Curei,
escapou-lhe,
hein?
Foi
depressa.
E
’
para
que
se
não
fie,
e
não
venda
a
pelle
do
leão
antes
de
caçado...
Mas
o
caso
é
que
os seus
bons
leitores
ficam
com
a
pêta
encasquetada
no
toutiço!
E
’
bom e
bonito
!-—(«Esperança»).
Infai»teei,iio.
—
Do
concelho
de Ar-
ganil
dirigem
ao
«Conimbricense»
o
seguin
te
communicado,
ácerca
de
um
grave
cri
me.coinmeltido
na
freguezia
da
Bemfeila.
"Snr.
redactor.—No
dia
23
/lo
mez
de
abril
findo,
Depolinda,
solteira,
do
logar
e
freguesia
da
B
mfeita,
concelho
de
Ar-
gaiiil,
filha
de
Maria
Clara,
viuva,
domes-
mo
logar,
deu
á
luz
uma
creança;
mas
querendo
encobrir-se
lançou,
segundo
se
diz,
o fruclo dos
seus
amores
a
um
porco
!
Logo em
seguida
a
visinhança
obser
vou
que
ella
já
não
apresentava a
gran
deza
do ventre
como
até
alli, e começou
a
desconfiar, segredando
as mulheres
umas
com
as
outras
a
tal
respeito:
até
que
este
facto
foi
levado
ao
conhecimento
do
snr.
administrador
do
concelho,
e
este
immedialamente
mandou
prender
a
crimi
nosa.
Fez-se o
devido
exame
a
fim
de
se
w
no
conhecimento
da
verdade
do
facto
occorrido;
e
eflectivamente
as
suspeitas
do
povo
eram
verdadeiras. A
malvada
mãe
foi
logo
metlida
na
cadeia.
E’ de
notar
que
esta
já
tinha o
seu
defeito;
e
por
isso
tanto
mais
mostra
o
seu
mau
coração
em
dar
a
morte a
seu
proprio
filho.
Em
parte o
regedor
da
localidade
te-
ve
culpa
n
’
este
crime,
por
não
tomar
con
to
d
’
aqnella
gravidez.
Despachos
ecelesiastiefts. —
No
<Diario»
de
24,
veem
os
despachos
se
guintes:
Manuel
Caetano
Rodrigues—
apresentado
na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Assum-
Pção
de
Villela
Secca, diocese
primaz
de
Braga.
Declarando
sem
efleito
o
decreto
que
apresentou
na
egreja parochial
de Santa
Maria
de
Moreiras,
diocese
primaz
de
Bra
ga
Antonio
Alves
Caivão,
parocho
na
egreja
de
Santa
Maria
de
Emeres, da
mesma
diocese.
José
Luiz
da Costa—apresentado
na
®§
réja
de
Santa Maria
de
Moreiras,
diocese
de
Braga.
Declarado
sem
efleito
o
decreto
pelo
Qial
foi
apresentado
na egreja
de
Santa
Maria
de
Villa
Nova
de
Muhia,
diocese
Pri,
naz
de
Braga,
Antonio Joaquim
Mar-
parocho
na
egreja
de
Santa Maria
Martim,
da
mesma
diocese.
Antonio
José
Borges,
tbesoureiro
da
eí>
reja
de
Santa
Maria Magdalena,
da
ci
dade
de
Lisboa
—
provido
na
lhesouraria
da
egreja
de
Nossa
Senhora
dos Anjos,
da
mesma
cidade.
ConveraSa.—
Lê-se
no
«Courrier
de
1
’
Escaut»
de
10
de
maio:
«A
snr.a
Tayler,
viuva
de
J.
Tayler,
que foi
eleito
presidente dos
Estados-
Unidos
em
1840, acaba
de
entrar
no
seio
da
Egreja
Catholica.
O
em."
10
Sibbons
presidiu
á
cerimonia,
que
teve
logar
na
cathedral de
Baltimore».
fi»
cunimunistas nos ItstaeloH-
ITntdtoB.—
O
correspondente
do
«Times»,
na
Philadelphia,
disse
que
em
muitas
povoa
ções
dos
Estados-Umdos receavam
uma
sublevação
communalisla.
Os clubs tra
balhavam
activamente,
tomando
para
base
de
suas
operações
S.
Francisco,
S.
Luiz,
Chicago,
Cincinnali,
Nova-York,
e
os
dis-
trictos
das
minas
da
Pensylvania.
A
policia
estava
informada
de
que
o
movimento
rebentaria
em
S.
Francisco.
Na
occasião
da
prisão
de
Mégy,
que,
como
dissemos,
teve
papel
importante na
communa
de Paris,
e
era chefe
de
bando
em
Nova-York,
o
juiz
obrigou
a
dar
fiança
e
reprehendeu-o
pela
sua
conspiração
em
terra
estranha,
observando-lhe
que
a
«com
muna»
não
era
instituição
americana
e
que
as
suas
.doutrinas
não
seriam
toleradas
nos
Estados-Unidos.
ÍVKarinba mercante portugtteza.
—A
marinha mercante
portugueza
tem
actualmente 576
navios,
sendo
17
vapo
res
de rodas
e
24
de
helice,
12
galeras,
73
barças, 24
lugres,
45
brigues, 1
bri-
gue-polaca,
73
patachos,
35
escunas, 1
galeota,
254
hiates, 14
chalupas
e
3
cu-
lers.
Estes
navios
representavam a
lotação
de
105.611:791
metros
cúbicos.
«»
«nandoto».—
Assim
se
intitula
o
navio
couraçado
guarda-costa
que
a
ma
rinha
italiana
terá
prompto
no mar, e
que
montará
canhões
de
100
toneladas.
O
«Dandolo» tem
de
altura
103
metros
e 50
cenlimetros.
As
maebinas
deverão
desen
volver
uma
força
de
7500
cavallos
e
im
primir
ao
navio
uma
velocidade
de
14
mi
lhas.
O
consumo
do
combustível
será
um
kilo
por
hora
e cavallo,
e
sua
provisão
de
1,150
toneladas,
quantidade
sufficiente
para
o
Mediterrâneo.
Terrível
exploaifô.—
N
um
jornal
de New-York,
as
«Novedades»,
lê-se o
seguinte:
Anle-hontem (2
de
maio),
ardeu
quasi
a
terceira
parte
de Minneápolis,
impor
tante
povoação
do
estado
de
Minnessota.
O
incêndio começou
na
grande fabrica de
faiinha
de
Washburd, onde
occorreu
uma
terrível
explosão
que fez
estremecer
todo
o
povo.
Outras cinco grandes
fabricas
de
farinha,
e vários
ediíicos
annexos, foram
consumidos
pelas
chammas.
Segundo
os
últimos
telegraramas,
queimaram-se
vivas
17
pessoas
e
outras
varias
sofferam
quei
maduras,
feridas
e
contusões
mais
ou
me
nos graves. As
perdas
materiaes
avaliara-
se
em
1:500,000
pesos
furtes.
Calcula-se
que
cs
vidros
quebrados
em
toda
a
aldeia
por causa
da
explosão
valiam
16000
pesos
fortes.
Questft®
«lo
©rienste.—
Os últimos
telegraramas
relativos
á
questão
do
Oriente,
são
os que seguem:
New-York
23—
A
Rússia
está nego
ciando
com um
fabricante de Boston
pa
ra
o fornecimento
de
peças
de
grosso ca
libre.
Londres
24
—
A
moção
do
marquez
Hariington
censurando
o
chamamento
das
tropas
indianas,
foi
regueitada
pela ca-
mara
dos
deputados
por
347
votos con
tra 226.
A
emenda
implicando o
voto
de
con
fiança pelo
governo
foi
approvado.
Os
periódicos
inglezes
mostram-se
ge
ralmente
satisfeitos
pelas
promessas
lormaes
trazidas
pelo conde Schouvalofl.
O
«Morning
Post»
diz
que
o
czar
faz
concessões
consideráveis,
e
assegura
que
foi
probibido
a
Tolleben
tentar
coisa
alguma
contra
Constantinopla.
O governo russo
é
estranho
ao
mani
festo
relativo ao
equipamento
de
navios
para
o
cruzeiro;
ainda
assim
a
Rússia
recusa
passar
uma esponja
sobre
o
tra-
ctado
de S.
Stefanio,
preparando
se para
discutir
no
congresso.
O
«Morning
Post»
acredita
que as
pró
ximas
negociações
conduzirão
ás
bases
para
a solução
definitiva.
Constantinopla
23
—
0 resultado
da
abor
tada
conspiração
em
20
do corrente, foi
ir
preso
o
director
do
periodico
«Bassi-
ret».
O
fim
dos
conspiradores
era
a
de
posição
de Abdul
Hamide
a
proclamação
de
Moura
d.
Corre
o
boato
de
que
o
ex-sultão
Mou-
rad
foi
tranferido
para
a
Asia.
Londres 25-0
concelho
de
ministros
esteve
hontem reunido
durante
3
horas.
Deve
proseguir
hoje
nas
suas
deliberações.
O
«Standard»
renova
a
sua
aflirmação
e
que
as
diíficuldades
estão
prestes
a
desap-
parecer,
e
que
as
prespectivas da
paz
são
hoje
mais vivas
do
que
nunca.
O
czar
mostra-se
inflexível
com
respeito
á
Bessa-
rabia,
mas
fez consideráveis
concessões
relativamente
aos limites
da Bulgaria.
Constantinopla
24
—
A
Porta
está
deci
dida
a
evacuar
Varna.
Chuva tle pe«jueia<»3 animaes e
ouiros objectos.—
A
sciencia
aceita
hoje,
e
explica
mesmo,
diz o
«Diário
de
Portugal»,
este
curioso
phenomeno
que
por muito tempo
se
considerou
fabu
loso.
Entre
vários
observadores
ha alguns
cuja
auctoridade
é
incontestável.
Mr.
Pal-
teer
viu
cair
em
Ham
uma
chuva
de
sa
pos
em
tal
quantidade
que
cobriram
o
terreno,
apanhando
alguns no
chapéu
e
nas
mãos.
Mr.
Vital
Masson,
cura,
em
França
no
Loire
inferior, viu
em
1820,
durante
uma
tempestade,
cair
uma
infinidade
de
pe
quenos
peixes
de
2
cenlimetros
proxima
mente
de comprimento.
N
’esle mesmo
anno, perto
de
Nanles,
cobriu-se
um
campo
n
’
uma
extensão de
400
passos
com
peixes
de
3
cenlimetros
de
comprido.
Mr.
de
Castelnau
viu
em
Singapure
depois
d
’
uma
chuva
tão
expessa
que
não
se
destinguia
o
minimo
objecto á distan
cia
de
3
passos,
o
solo coberto
de
peixes
com
25
a
30
centímetros de comprimen
to,
pertencentes
a uma
especie
(clarial
balarchus]
abundante
nas
aguas
doces
das
ilhas asiaticas.
Na Escócia
tem
havido
chuvas
de
aren
ques.
Na
America
meridional
de
sangue-
sugas.
Explicam-se
estes
phenomenos
suppon-
do
que
as
trombas levantam
estes animaes
de
preferencia
a
outros
objeclos
por
causa
da
sua
conduclibilidade
eleclrica,
deixan-
do-os cair
n
’
outro
ponto.
Os
seguintes
factos corroboram
esta
opinião.
Em 8 de
julho
de
1833
formou-
se no
mar
perto
de
Nápoles uma
tromba
fazendo
irrupção
na
praia,
aonde
uma
grande
porção
de laranjas
contidas em
cestos
desappareceram.
Alguns
instantes
depois
n
’
um terreno
afastado
viram
cair
uma
chuva
de
laranjas!
Mondint
observou
em
13
de
setem
bro
de
1835
no
paiz
de Caux
uma
trom
ba
que
levou
a agua
d
’
uma lagoa
com
os peixes,
ora
estes
animaes
deviam
cair
mais
cedo
ou
mais
tarde
em
algu
mas
parles
formando
uma
chuva
de
pei
xes.
Pede-se
aos
assignantes
d
’este
jornal
o
obséquio
de
mandarem
pagar
a
impor
tância
de
suas
assignaturas
em
debito,
para
não
soffrerem interrupção
na
rernessa.
SECÇÃO
BE
C0MUJÍIC1D0S
Snr.
redactor
do «
Commercio
do
Minho
*
.
Também
aqui
na
villa
de
Boticas se
fiseram no
dia
21
de
maio
soleuines
exé
quias
pela
alma
do
nosso
immorlal
Pio o
Grande,
de saudosa
memória.
Também
aqui
n
’
esle
cantinho
de
Portugal
não
nos
esquecemos
de
suffragar
pela
alma
d’
aquel-
le
nosso
bom
pae, que
passou
vida
amar
gurada
para sustentar
seus
direitos
e
bem
duigir
a
Barca
de
Pedro.
Foi
na
sua
egreja
matriz
que
o
muito
reverendo
João
Evangelista
Chaves,
rei
tor
da
villa de
Boticas,
as
mandou fa-
ser,
a
expensas
suas,
e
sendo
orador
o
muito
revd.
0
Domingos Ferreira de Mat
tos,
natural
d
’
esle
mesmo
concelho,
que
tomando
para
tliema do
seu
discurso
as
palavras
do
Psalrao
111,
v. 7—In
me
mória
(eterna
erit
justus;
discursou
lar
gamente
sobre
a
vida e virtudes
do
maior
dos Pontífices
e
melhor
dos homens.
Os
nossos
parabéns
ao
virtuoso
ora
dor
por
dempenhar
tão
dignamente
a
sua
ardua
missão,
e
ao
muito
digno
reitor da
villa
por
ter
seguido
o
bom exemplo de
tantos outros
bons
catholicos
portuguezes,
e finalmenle a
todo
o
clero
que
leve
o
trabalho
de
assistir
e
por se
ter
dignado
honrar
com
a sua
presença
um
acto
tão
soiemne.
E’
muito
sensível a
falta
do
clero:
se
um
parocho
tem
a
infelicidade de se
achar
doente, é diíficil
encontrar
um
padre
que o
substitua
nas
suas
funeções
sagradas.
A reunião
das
egre
’
as em
bre
ve
se
effectuará
por
estes
sitios,
pois
a
falta
de
clero
dá
causa
a que
os inimigos
da
nossa
santa
religião
esfreguem
as
mãos
de
contentes.
Concelho
de Boticas
22
de
maio
de 1878.
C.
P. C.
AGBiDECIMEITOS
Os
abaixo
assignados
faltariam
ao
mais
restricto
dever
d
’
um
eterno
reconheci
mento
para
com
o
dislincto
medico,
d
’
esta
cidade,
o
exc.
mo
snr.
João
Baptista
da
Silva Ramos,
deixando
de,
por
este
meio,
patentear
publicamente
a
sua
sincera
gra
tidão
para
com
o
mesmo snr.
pelo
in
cansável
zêlo
e
verdadeira
mesliia
com
que
lhes
tratou
sua
tenra
filhinha, Maria
da
Conceição,
na
grave
moléstia
que
acaba
de
sofírer.
Egualmente
agradecem
a
todas
as
pes
soas
da
sua
amisade
o
interesse
que
to
maram nas
melhoras
da
dita
sua
filha.
Braga
24
de
maio
de
1878.
Diolinda
Rosa
da Silva
Pereira
Ribeiro
Duarte
Pereira
Dias Ribeiro
ANNUNCIOS
DBSPBBIDA
Antonio
Joaquim
da
Cruz,
da
Povoa
de Lanhoso,
lendo
de
fazer
uma
viagem
temporariamente
ao
Rio
de
Janeiro,
e
não
lhe
sendo
possível
despedir
se
pessoalmen
te
de
todas as pessoas
de
suas
relações,
o
faz
por
este
meio,
offerecendo
seu
pou
co
préstimo
n
’
aquella
cidade.
Povoa
de
Lanhoso,
25
de maio de
1878.
(907)
Antonio
Joaquim
da
Cruz.
Aluga-se
a
casa
n.°
88
da
rua
••jíí
da
Boa-VisU.
(906)
Tendo no dia
23
do
corrente
falle-
cido
na
freguezia
de
Villa
Cova
da
Mor-
reira,
o
illm.®
snr.
Antonio
José
de
Bar-
ros,
os
collegas
e
amigos de
seu
neto,,
o
joven
estudante
snr.
Manoel
José
Go
mes, lhe
enviam
e
a
sua familia
os devi
dos
sentimentos de
pezames.
GODIGO
ADMINISTRATIVO
APPROVADO
POR
Carta i!e lei «Se & de
eeiuíu
de 1878
Seguido
do parecer
da
cómmissão
de
administração
publica ácerca
do
projecto
d
’
este
Coligo, com
um
desenvolvido
re-
portortn aipbabetieo,
e
accrescenta-
do
com a
lei
eleitoral,
contendo
o
ntAjigia
dos respectivos
círculos
do
con
tinente
do
reino, ilhas
adjacentes
e
pro
víncias
ullramarin
s,
a
Dei sobre a
iEtHtriieção
primaria
e
as
alterações
á
Dei
«lo Sêlio.
1 volume
500
reis;
pelo correio
530.
A
’
venda
na
Livraria
Portuense,
edito
ra,
rua
do
Almada,
123,
Porto.
Carreira diaria
em
direitura a
Visella.
Narciso
José
Marques,
faz publico
que
no
primeiro
de
junho
principia
com
suas
carreiras para
Visella,
saindo
d
’
aqui
ás
4
e
4
e
meia
horas
da
manhã
e
2
da
tar
de,
também
em
direitura para
Visella
o-
carro
que
sae
d
’aqui
ás
4 e
meia
fica
em
Guimarães
e
volta
ao
meio dia,
e
de
Visella sae
ás
3
horas da
manhã
e
ao
meio dia.
Os
bilhetes
vendem-se
em
casa
de
José
Antonio
Marques
&
C
a praça
do
Barão
de
S. Marlinho
n.° 5, e
em
Vi
sella
em
casa do
snr.
Francisco
da
Cos
ta
e
Silva
Guimaraes.
Preço
440
rs.
Braga
27 de
maio
de
1878.
(908)
Fallencia da Caixa Economica
Penhorista
Sociedadeanonyma
de
responsabilidade
limitada
Filial em Braga
Continua
até
o
dia
6
do
proximo
mez
de
junho,
a
entregar-se
os
penhores
exis
tentes
n
’esla
Filial,
nos
dias
não
santifi
cados,
desde
as
9
e
meia
horas
da
ma
nhã
até
ás
2
da
tarde, mediante
o
pa
gamento
do
debito,
e
apresentação
das
medulas.
O
representante
da
curadoria
fiscal,
(904)
Antonio
José
Gomes
Martins.
ÉDITOS DE 10 DIAS
Pelo
juiso
de
direito
d
’esta comarca,
e
cartorio
do
l.°
oíTicio
(escrivão
Freitas)
na
execução
que
João
da
Silva
Moura,
d
’
esta
cidade,
move
contra José
Fernan
des
Carneiro
Braga
da
rua
dos
Capellis-
tas, d’
esta
mesma,
correm
éditos
de
10
dias
a
contar de
24
de
maio
corrente,
e
por
elle
são ciladas e
chamadas
todas
as
pessoas
incertas
que
tenham
algum
di
reito
ou
acção
á
quantia
de
110$000
rs.
(penhorada na
mão
e
poder)
digo
reis
cu
ja
quantia
penhorada
se
acha
depositada
em
poder da
firma
commercial
de
Pinhei
ros
e
companhia
irmão, negociantes
n’
es-
ta
mesma
cidade, que
o
venha
deduzir
e
allegar
em
suas perferencias,
e
dentro
do
dito
prazo,
sob
pena
de
se
passar man
dado
de levantamento
a
favor
do
exequen-
te
pelo
seu credito.
Braga
24
de
maio
de
1878.
O
escrivão,
José
Firmino da
Costa Freitas.
Vericado—
O
juiz
de
direito
(908)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
Companhia
carris
americanos
de
Villa do Conde á Povoa,
em
liquidação
No
dia 2 de
Junho
se
procederá á
venda
em
hasta
publica,
na
estação
de
Villa
do
Conde,
de
todos
os
haveres
da
companhia,
constando
da
casa da estação,
carros
americanose
respectiva
linha,
car
ros
de
rodagem
ordinário, como
coupés.
victorias,
char-á-bancs,
arreios
e mais
obje
ctos,
tudo
constante
do
respeclivo
inven
tario
que
se acha
patente
na
estação
em
Villa
do
conde,
desde
o
dia
20
em
dian
te,
onde
póde
ser
examinado,
bem co
mo
todos os objectos
constantes
do
mes-
ino,
cuja
arrematação
lerá
logar
pelo meio
dia,
e
será
feita por
lotes
ou
em globo
conforme
convier
aos
interesses
da
Com
panhia
reservando-se
a
commissão
liqui-
dalaria
o
direito
de
acceitar
ou
não
os
lanços
offerecidos.
Porto
22
de
Maio
de
1878
A
commissão
liquidataria
Evaristo
Nunes
Pinto
José
Germano Brandão
(903)
A.
B.
Ferreira
Vianna.
Arrematação da calcetaria da. es
trada da
Falperra.
No
dia
2
de
junho
pelas
11
boras
da
manhã
se
hade proceder na
ante
sala
das
sessões
da
Venerável Ordem
Terceira
á
arrematação
da
calcetaria
da alludida
es
trada
segundo as
condições
que
se
acham
desde
já
palenles
aos
cnteressados
no
lar
go
do
Paço
n.°
5,
em
casa
de
Domin
gos
Pereira
d
’
Azevedo.
O
Secretario
—Padre
Anlonio
José
de Lima.
(905).
BEXTIST.4
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Bua
de
S.
Marcos
n.°
Í9.
braga
.
Faz
tudo
quanto
diz respeito
á
sua
arte
e
continiía
operando
grátis,
pobres
e
«oldados.
(801)
LE CONSEILLER
DES DAMES ET DES DEMOISELLES.
ANNO
XXIX.
E
“
criósSico i9»sti
*
u«3o.
ANNO
XXIX
Publica-se
no dia l.° de
cada
mez.
—
Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
innumeraveis
melhoramentos
successivamenle
introduzidos,
é
hoje
este
jornal
de modas uma
verdadeira inciclopedia
de
todos
os
lavores
proprios
para
senhoras.
A
utilidade
e
esmerado
estillo
de
sua
redacção,
as
preciosas
gravuras
de figurinos,
já
em
preto,
já
a
cores,
os
padrões
riscados
em
tamanho
natural,
de
modo
a
permittirem
a
qualquer
pessoa
executar
lodos
os
toilelles
publicados;
os
modelos
de
tapeçara,
coloridos
com admiravel
mestria,
e
de
facil
reproducção;
grandes
liras
de
bordados
com
as
iniciaes
dis suas
assignantes;
numerosos
traba
lhos
de
crochet,
guipure,
tricol,
etc.;
penteados,
chapéus,
rouparia
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
piltorescos,
guarnições
para
vestidos,
e
desenhos
de passama-
neria,
tornam
esta
publicação
a
mais sedutora
e
completa,
que
uma
senhora
ou
uma
menina
podem
desejar.
Le
Conseiller
des
Dames
el
des
Demoiselles
é
o
unico periodico
que póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e padrões,
com
tal clareza,
que
possam
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PREÇO
PARA
PORTUGAL,
POR
ANNO
2^100
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas, o
director
do
Le
Conseiller des
Dames et
des
Demoiselles,
entendeu-se
com a
administração
d
’
esle
jornal,
em
Braga, rua
Nova,
3, para onde
podem
ser
dirigidas,
acompanhadas
do seu
importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remetter
ás
senhoras
assignantes
os
brindes
que
escolherem.
Ktua <!»«
C»peSlistas, 2 3
Defronle
da
Alfandega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível, a saber; chitas
largas
bem
sortidas,
tinas em
côr, e
bom
panno,
a
80,
90.
100
e 110
o
covado;
ha
linda
len-
çaria
de
seda e
selim,
tanto para
senho-
ra,
como
outros
proprios
para assoar;
guardasoes
de
seda,
para homem
e
se
nhora;
castiçaes
de
metal,
e
vidro;
jarras
de procelana; agoas
de colonia;
collarinhos
e
punhos
para homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos
criís;
lenços
de
cambraela
de
linho
para
bolso; jarras
pra
teadas,
ern
differentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos;
sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão.
largas,
para
homem, modernas;
lençaria
de
cores
em
algoção,
cassa,
sarja,
melim,
e
d’
outras qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de
bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
d
’
arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e
barato.
(858)
,
Aí
Verdadeiras
,
$
j
fALULâs ®
SÃO
AS
ÚNICAS
®
APPROVADAS
PELA
ACADEMIA
DE
MEDICINA©
g)
DE
PAIOS
(fj
í?)
Por
sua Pureza e inalterabilidade @
@
CURAM
as
escrófulas, a insufficiencla do ©
gÀ sangue, a anemia paludosa,
•
FORTIFICAM
as
constituições fracas
A
ou arruinadas,
V
®
AJUDAM
a formação das jovens, ctc., etc.
L
®
/ ©
•
Exigir
nossa firma,
yjJ'
Cp
@
Zagui juncta,
posta na
™parte
inferior
de um
©
rotulo
verde.
wD
Pharmacien,
40,
n
Bouapane,
Paris
®
Q © © @ @
® © @ @@ ® @ ® ®
Linimento
B.)Yi:n-MIClÍEL para caval-
los.
i.czciido as vrzc.- <le fogo
e não deixando
.g>vs>l<>
seu eiiij.rt-go
M
icheí
, pharma-
ceuiKO
cm
Vsx
(lia Provença; Franca. -
Preço
l
ji
.
ii
>
-
Ein
Lisboa
o
snr
Barreio,
Lerelo,
n
0
28
—
30.
f25)
Heiação
dos alumnos do
collegio
de
S. Luiz,
que ficaram
ap-
provados no exame dilnstruc-
ção
Primaria:
Abrahão Bravo
Paes
de
Menezes
Antonino
Álvaro Vieira
Lisboa
Antonio
Joaquim
Fernandes
Braga
Antonio
José
da
Silva
Mello
Júnior
Arlhur
da
Fonseca
Gouvêa
Guedes
Menezes
Domingos
Gomes Alves
Eduardo
de
Carvalho
Almei
la
Francisco
Ferreira
Monteiro
Francisco José de
Faria
Guilherme
Frederico
da
Fonseca
Gouvêa
Guedes
Menezes
Heitor
Correia
da
Silva
Sampaio
Joaquim
Augusto Carvalho
de
Sá
José
Fernandes
Alves
de
Mattos
José
Fernandes
de Magalhães
Bastos
(dis-
linclo)
Leocadio Fernandes
Alves
de
Mattos
Manoel
da
Conceição
Pinto
Quirino
Augusto
Souza
da
Cunha
Salvador Paes
de
Sande
e
Castro
Simão
Timolheo
Barbosa.
(900)
Quem
qmzer
arrendar
a
casa
n.°
7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d’
esta
cidade,
que está
auctorisado
aara
este
fim.
(713)
LÍNGUA
frangeza
.
Ensina-se
na
rua
de
S.
Victor
n.°
1,
em Braga.
(82’
8)
DA
Escola Americana
Consultorio
a
toda
a
hora, tanto
de
dia
como
de noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(893)
3 S
V 4 > Q
Vende-se
a casa n.°
5
da
rua
JfjlÈ,
da
Sé.
«stíaíte
*
para
(raiar
na
rua
(]
os
Cap
e
|.
listas,
n.°
15.
(901)
INJECÇÃO
HYGIENICA
BALSAMIGO PROPHITATIGO
Esta
injecção é
a
unica
e
eflicaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais rebeldes.
Vende-se
em
Braga,
na phariuacia
Alvim,
á Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
Phar
macia
Madureira, rua
do
Triunfo
n.° 142,
proximo
ao
Paiacio
de Christal.
Preço
de
cada
frasco—
400
rs.
(861)
QUE
SE
ACHAM A’ VENDA
No escriptorio cUeste
jornal
4 —
rua
nova
—
4
Algumas
reflexões
sobre
certos
ab
surdos
onlologicos, que
se
encon
tram nas Noções
Eleminares
de
Ontologia,
Psycologia,
Racional e
Theodicea
ou
Metaphisica
de
Ge-
nerense,
reformada
por
M.
Pi
nheiro
d’
Azevedo
e
Almeida
(Edic-
ção de
1845), escriptas
em pro
da
Religião,
e
para
desengano
da
mocidade,
por
J
F.
M.
S.
240
A
Libertina
—
romance
por
Manoel
Pereira Lobato
300
As
Leis
e
Douctrinas
da
Santa
Egre
ja
Calholica
Aposlolica
Romana,
sobre
a
Communhão
Frequente,
por
fr.
João
Baptista
de
Jesus,
Egresso
de
Santa
Maria
Magdalena 80
Sonhos
da
Meia
Noite,
com
gravuras
Raphaelilicas
100
Vida
Publica
e Privada
de
Mr.
de
Talleyrand,
3
° tomo
360
Considerações
sobre
o porte
e con-
ducta
dos
diflerentes partidos,
por
João
Chrysostomo
Correia
Guer
reiro
100
Exposição
Critica
do
Processo
do
Julgamento
de
J.
Christo,
avalia
do á
loz
da
historia
e
da
jurispru
dência,
vertido
livremente
de
lin
guagem
vernacula
120
Devoção
das Dores
da
Virgem
Mãe
de
Deus por 1).
Fr.
Alexandre
da
Sagrada
Familia,
Bispo
que
foi
de
Malaca,
de
Angola
e
Angra,
3.a
edicção
120
S. Theotonio
—sua
vida, virtudes,
benefícios,
milagres e
culto,
com
approvação
do
Ordinário
100
Vende-se
uma
morada
de
casas
' ;
;
sita
na
ma
da
Cruz
de
Pedra
n.°
G
a 6
A,
de
2
andares,
aguas
furtadas,
lojas,
sotto,
quintal
e
agua.
Trata-se
com
Francisco
Martins
da
Silva
Araújo,
morador na
mesma
rua,
ca
sa
n.°7,
contígua
áquella.
(862)
Os
têebufadss
sssyisSic&H,
de na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
e.x-
pectorante,
são o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa 200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposto:
PHARMACIA CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(844)
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—5
Bua
Nova de
Souza
5—
Com
estabelecimento
de
mercearia,
pregagens
e objectos
para
flores
e
de
es-
criptorio.
Vende
pregos
de
arame
de todas
as
dimenções.
(843)
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
