comerciominho_28021878_756.xml
- conteúdo
-
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA
N.°
ò
E.
6.°
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.............................. 1&600
»
6
»..........................
Correspondências
parlic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha....................
Repetição....................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÃS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBÃDOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias, 12
mezes
.....................
»
6
».....................
» sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso...............................
2&000
1&050
3^600
3&600
10
N.
‘
756
A
’SAKTA .VÍEMOÍSIA »E
FIO IX.
Suspiros, ais, amargo
pranto
em
fio
Soltae,
lieis,
sollae!
Que
ao
golpe
cruel
da
morte cahiu Pio,
E
elle
era
nosso
pae!
Quando
tam
cara
vida
era
em
perigo,
Qual
foi
nosso
pezar!
Empoz, veio
de
esp
’rança
um
raio
amigo
N
ssa
alma
consolar.
Mas
ai!
devia
a
luz
confortadora
Tam
cédo
fenecer'
’
!
Quam triste é
vêr
aos
arreboes
da
aurora
Negro
veo succeder!
Exlincto
é tudo
!
Ao
pé
d
’
esse
ataúde
Choremos, meus
irmãos.
Inerte
e frio o
heroe
jaz
da
virtude,
O
chefe
dos
christãos!
Contra
as fúrias
do
mar
e
da
procella
Jámais
fraco
tremeu,
Que
a
Immaculada
Virgem
lhe
era
eslrella,
E
norte
o Rei
do
ceo.
Mas
o
piloto
que
de
Pedro
a
barca
Immnne
conservou,
A
’
lei
da
morte,
que
o universo
abarca,
A
cabeça
curvou!
Era
um
gigante
!
A
seu
lado
O
maior
era
pygmeu
!
E
este
século
extraviado
Ah!
bem
pouco
o
conheceu!
Em
quanto
a
humana
sciencia,
Cheia
de
orgulho ou
demencia,
Ora
do
homem faz
um
deus,
Ora
o julga
sem
respeito,
Mero
animal
mais
perfeito
Entre
os
congeneres
seus;
Oráculo
da
verdade,
Elle
o seu
facho empunhou,
Vindicou
a
Divindade,
E o
homem desalfrontou.
E
quando
a
macilia insana
Da
sociedade
humana
Mina
os
princípios
vitaes,
Elle
á
grei
querida
falia,
O
ingente
mal
assignala,
Maximas
dieta immortaes.
Deu-lhe
o
mundo,
em
recompensa,
Afflicções,
tormentos
mil
I
De
dôr,
de
amargura
immensa
Saturou-lhe
a
alma
gentil
!
Ingrato!
o
teu
terno
amigo,
Teu
defensor,
teu
abrig»,
Teu
pae,
teu
mestre,
onde
está?!
Quem
n
’
e»ta
hórrida
tormenta,
Que
cresce,
brama,
rebenta,
Da
ruina
le
salvará?
!
Christãos,
n
’
esla
hora
solemne
Não
só
devemos
chorar,
Mas
prece
ardente
e
perenne
Aos
pés
do
Eterno
elevar.
Se
é
cheia
de fel
e
laça,
Se
é
grande
a
nossa
desgraça,
Eguale-a
o
nosso
valor:
Tenhamos
certa
esperança
Que
hade
trazer
a bonança
A
’ terra anjo
do
Senhor.
Póde
acaso
ser
perdida
A
obra
ineflavel
da
Cruz?
Ou
póde ser
desmentida
A
promessa
de
Jesus?
Ruja
embora
o
negro
inferno,
E,
animado
do
odio eterno,
Empregue
os
mil
ardis
seus:
Por
sua
egreja combate
O
braço
que
o
inferno
abate,
E,
christãos,
quem
como
Deus?!
O
nosso
Pio
imitemos,
Qne
egregio
exemplo
nos
deu;
A
sua
voz
escutemos
Bradando-nos
lá
do
ceo:
«Temeis
que
á
Barca
divina
Cause
a
procella
urina,
O
’
gentes
de escassa
fé?
Não
!
para
que
a
salvo
a
reja.
Na
firme
pedra da
Egreja
O
Papa está
sempre
em
pé!»
Porto
10
de fevereiro
de
1878.
A.
M.
Bello.
-------------
''
'-------------
D.
JOÃO
CHHYSOSTOMO DE
AMOR1M
Pessoa,
por
mercê
de Deus,
ele.
A concessão
do
indulto
Apostolico,
que
no
presente
anno
benignamente
Nos
foi
dada
para o
uso
da comida
de
carne
no
tempo
da
próxima
quaresma
n
’esta
Nossa
archidiocese
de
Braga,
Primaz
das
Hespanhas,
nem
auctorisa este uso
nas
sextas-feiras
e
sabbados
de cada semana,
nem
nos dias
6,
13 e 18
de Março, e
18,
19
e
20
de
Abril,
nem
derroga a
antiga
disciplina
d
’este arcebispado em
quanto
ao
costume,
em
que
os
lieis, desde
tempo
immeraorial se
acham,
de
tempe
rarem
a
sua
comida
com
unto
nos
dias
de
abstinência
;
mas esta
concessão
Apos
tólica
mais
ampla
não poderá
aproveitar
senão
ás pessoas
que tomarem
a
Bulia
da
Cruzada
da
taxa
de
esmola
correspon
dente
aos
seus rendimentos
e
condições,
e
ainda
mesmo áquelias que
pela lei
da
Egreja
ainda
ou já
não
estão
subjeitaa
ao
jejum
ecclesiastico.
Julgamos,
meus
filhos
em Jesus
Christo,
fazer-vos
esta
declaração
para
socego
da
consciência
de
muitos
e
conhecimento
de
lodos
os
fieis d
’
este
Nosso
arcebispado,
e
por
ser
lambem esta
a
piedosa
e
mani
festa
intenção
da
Sé Apostólica,
quando
Nos
fez a
tào
necessária
e importante
con
cessão
do
uso
da
comida
da
carne
no
tempo
da
próxima
quaresma.
A
utilidade
que
a
Egreja
Calholica
tem
tirado
em
Portugal
da pequena
esmola,
que
vós
daes
pelo
summario
da
Bulia
da
Cruzada,
é
tão
grande
e
tão
manifesta,
que
não
ha
necessidade
de
encarecel-a,
para
ser
melhor
conhecida
;
e
os
benefí
cios,
que
esta
Nassa
archidiocese
já
lem
recebido,
são
tão
consideráveis
e
sabidos
por
lodos
vós,
que
seria
inútil referil-os
aqui.
Serão,
porém,
ainda
maiores,
meus
filhos
em
Jesus
Christo,
se apesar
das
difficuldades
que
utlimamente
teem
surgido,
Nós conseguirmos, como
devemos esperar,
por
que
já
Nos
foi
promellido,
um
edi-
íicio
melhor
para
o Nosso
Seminário
Con
ciliar,
onde
haja
maior
espaço,
e
possam
ler
logar
todas
as
condições,
tanto
hygie-
nicas
como
litterarias
para
admiltir
maior
numero
de alumnos
internos
e
dar
aos
estudos
eeclesiasticos
n
’
esta archidiocese
aquelle
desenvolvimento
que
a epoca
actual
exige,
e
que
as
necessidades
religiosas
d
’
este
Nosso
arcebispado
reclamam,
e
elle
tanto
merece,
não
só
pela
sua
grandeza,
mas
também
pela
piedade
e
pela
fé
ge
nerosa
e
nunca
desmentida
dos
fieis, que
pertencem
á
Santa
Egreja
Bracarense.
As
artes,
as
sciencias,
as
instituições
sociaes,
a
civilisação
no
seu
progresso,
exi
gem
hoje condições muito
diflerentes
d
’
a
quellas que
em
outros
tempos
eram
sufli
cientes
para
o
seu
desenvolvimento
; e
quando
por
lodos
e
em
toda a
parle
é
reconhecida
esta
grande
verdade,
só
a
-----------------------
Egreja
Calholica, que
por
tantos
séculos
(1,
---
caminhou
sempre
á
frente
das
artes,
dasjCicero
de
Officiis.
sciencias,
das
instituições
sociaes
humani
tárias.
e
da
civilisação,
como
é
innegavel,
só
ella
deverá
ficar estacionaria,
só ella
não
deverá aperfeiçoar
os
meios, que
lhe
são
indispensáveis,
para
cumprir
a
missão
divina
que
lhe
está
encarregada
sobre a
terra
?
Quando
o
quartel
do
soldado
se
alarga
e melhora,
quando
a
casa
da
prizão
se
converte
em
monumento
nacional,
quando
o
tribunal
da
justiça
merece
o
nome
de
palacio,
quando
o
albergue
do
homem
pobre
e
enfermo
é
construído
coma
maior
sumptuosidade;
o
Seminário
d
’esta
archidio
cese,
edificado
ha
tresentos annos,
no
tempo
em
que
o
clero
regular se achava
abundantemenle
espalhado
por
toda
a área
d
’
este
Nosso
arcebispado,
o
Seminário que
não
tem
uma
capella
publica,
que
não tem
orna
enfermaria,
nem
casa
para
ella,
que
não
tem
uma
cêrca,
um
quintal,
um
palmo
só
de
tetra
em
volta,
ou contíguo
a
elle,
e
que
em
grande
parle
ameaça
próxima
ruina,
deverá
continuar
a
servir para
a
educação
do
clero
?
Não
póde
ser, porque
não
deve
ser.
Se
a
religião
christã
é
um
grande
ele
mento
d
’
ordem,
de tranquiIlidade, de pros
peridade
para
o
homem
e
para
a
socie
dade;
se
a
religião
christã, formando
santa
e
admiravelmente
os
costumes
do
po'0,
é
a base
mais
solida e duradoura
das
leis
que
regem
a
sociedade,
por
que
as
leis,
como
disse
o
Orador
romano,
pouco ou
nada
valem
sem
a
moralidade
;
como
po
derá
então
a
Egreja
Calholica
ficar
esque
cida,
abandonada,
desprezada
em
seus jus
tos
desejos
de
necessário
desenvolvimento,
sem
que
haja
grave
transtorno
no
governo
da sociedade.
(I)
Quem
desejará
que
a
religião
christã,
e
por
tanto
a Egreja
Calholica,
que é
a
sua
unica
e
verdadeira
expressão,
seja
re
duzida
no seu culto,
nos
seus
ministros,
na
instrucção
do
seu
clero,
nos
seus
meios
de
acção
lodos
moraes, até
á
sua
anniquilação
?
Quem desejará
que elia
de
finhe,
se
exlingua
e
acabe n
’estes reinos
de
Portugal
e
suas
conquistas
gloriosas,
onde
a
cruz
tantas
vezes
precedeo
a
es
pada,
onde
ainda
hoje existe
o missionário
portuguez
e
já
não
chega
o
dominio
de
Portugal
?
Quem
poderá
desejar
tudo
isto?
—
Os
inimigos,
e
só
os
inimigos
de
Deus
e
da
Sua
Egreja.
Qual
será
o
dique
poderoso
e dura
douro
que possa suspender, como
é
ne
cessário,
a
torrente
impetuosa
das
idéas
dissolventes,
que
tantos
estragos
já
tem
feito,
e
que
muito
maiores
ainda
deverá
fazer na
sociedade,
se
deixarem
engrossar
essa
torrente
devastadora
?
Qual
será o
destino
da sociedade,
sem
a
idéa de
Deus,
sem
os
vínculos
sagra
dos
com
que a religião
contém
o
homem
na
esphera
da
sua
justa
actividade,
por
meio
dos
seus
dogmas,
dos
seus
preceitos,
dos
seus
conselhos,
e
das
verdades
que
lhe
en
sina
?
Levar-Nos-hiam,
porém,
muito
longe,
meus
filhos
em
Jesus
Christo,
estas
mo
mentosas
considerações,
se
por
ventura
fosse
Nosso
intento
traelar
agora
este
objecto
tão
importante.
Os grandes
acon
tecimentos,
que
ha
cem
annos se
teem
dado
na Europa
e
na America, seriam
uma
prova
d
’
esta
verdade.
Em
frente
da
religião coilocou-se
a
idéa
da
liberdade:
pretendeu-se
estabelecer
um antagonismo
desastroso
e
fazer
acreditar
que
a
reli
gião
era inimiga
da
liberdade,
da
verda
deira
liberdade
dos
povos.
—
Mentira,
meus
filhos
em Jesus
Christo,
mentira,
má
fé! —
(1)
Ouid
sunl
leges
sine
moribus
?
—
vos
dizemos Nós,
e
não
Nos
illudimos,
nem
vos enganamos.
(2)
Como
póde
a
religião
christã
ser
ini
miga
da liberdade, se
foi
ella
que
quebron
as
algemas
que
o
despotismo
dos
Cesares
romanos
tinha
lançado
nos
pulsos
de
todo
o
mundo
conhecido
?
Como
póde
a
religião
christã
ser
ini
miga
da
liberdade,
se Jesus
Christo,
Nosso
Divino
Salvador,
foi
o primeiro
que
aflirmou
que Nós
éramos
livres?
(3)
Voz
em
grila
brada-se
contra o
cle-
ricalismo
nos
livros
e
nos
jornaes,
que
se
intitulam
de propaganda
liberal,
publicam-
se
os
maiores
erros
em
doutrina
religiosa,
deturpam-se
os
factos,
atropella-se
a°
ver
dade,
organisa-se a
calumnia,
e
escrevem-
se
as_
mais
violentas
aggressões
contra
a
religião
calholica,
conira
as
suas
institui
ções e
contra
os
seus
ministros,
desde
o
Chefe
supremo
da
Egreja
até
ao
simples
sacerdote
da
mais pequena
aldeia,
situada
na
encosta
da
serra,
ou
no
reconcavo
dos
valles.
E
se
não
houver
um
clero
verdadei
ramente
instruído,
conscio
do
seu
dever
e
disposto a
cumpril-o,
não
obstante
Iodas
as
difliculdades,
que
encontrar
no
exercício
do
seu
ministério
sagrado,
a
despeito
mes
mo de
qualquer
genero
de perseguição,
que
se
lhe
possa
fazer,
com
o
intento
de
paralysar
a
sua
acção,
sempre
benefica
e
salutar;
quem
será
capaz
de
dar
remedio
eflicaz
ao
grande
mal,
que
os
inimigos
de
Deus
e
da
religião
christã
procurarem
fazer
á
sociedade?
E
como
poderá preparar-se
devidamen
te
este
clero,
se
elle
não
receber
uma
educação
própria
do
seu
estado,
e
do
fim
para
que foi
instituído?
E
como
po
derá
o
clero
receber
esta
educação
indis
pensável,
se
não
houver
um
edilieio
sufli-
cienle
para
o
admiltir
?
um Seminário
nas
condições
de
lha
dar
?
Se
esta
archi
diocese
não
tiver
um
Seminário corres
pondente
á
sua
grandeza,
como
poderão
ser
satisfeitas
bm
e
devidamente
as
mui
tas
e
incessantes
necessidades
religiosas
que
ella tem
?
Sabe
o
governo
de
Sua Magestade
esta
verdade,
não
desconhece
mesmo
a
neces
sidade
de
um
novo
edifício
para o
Semi
nário
d
’esta
Nossa
archidiocese bracaren
se,
e
Nós.
que
muitas
vezes
em
cumpri
mento
do
Nosso
dever, temos
levado
ao
seu
conhecimento
este
importantíssimo
ob
jecto,
devemos esperar,
e
esperamos
con
fiadamente,
que
as
Nossas
ponderações
e
as
Nossas
supplicas
serão
benignamenle
attendidas, e
que o
Nosso
grande
desejo
e
o
Nosso
empenho
serão
completamente
satisfeitos.
Não
é,
porém,
bastante,
Meus
filhos
em
Jesus
Christo,
que
o
governo
de
Sua
Magestade,
como
protector
dos
Sagrados
Cânones
da
Egreja
Calholica
e
padroeiro
da
Egreja
portugueza
nestes
reinos
e
nas
suas
conquistas,
attenda
benignamente
ás
Nossas
reiteradas
supt
licas
; é também
necessatio,
é
mesmo
indispensável,
que
vós
auxilieis
esta
grande obra,
tomando
todos
a
Bulia
da
Cruzada
;
porque
a
Egreja
Calholica
t/estes reinos
para
a
instrucção
e
educaçã
>
do
st-u
clero
de
pende
boje
inleiramente
d
’
csle
auxilio,
sendo
do
producto
das
pequenas
esmolas
que
vós
daes,
tomando
a
Bulia
da
Cru
zada, que
são
pagos
os
professores,
os
em
pregados
dos
setmnarios,
e
que
são
sus
tentados
gratuitamente
muitos
ordii-andos
pobres,
como
por
vós
todos
é
sabido.
E
para
que
da
Nossa
parle
nada
falte
que
possa
concorrer
para
esta
obra
tão
importante
como
necessária,
renovamos
e
concedemos
a
todos
os
sacerdotes
devida
mente
habilitados-
para
confessores,
todas
as
faculdades
que
no proximo
passado
mas»
anno
de 1877 fôram
renovadas
e
conce
didas em
a
Nossa
Exliortação
Pastoral
de
2
de
Janeiro
d’
aquelle
anno.
Temos
toda
a
confiança,
meus
filhos
em
Jesus
Chrislo,
nos
vossos
sentimentos
religiosos,
até
agora nunca
desmentidos,
e
que
pelo
auxilio
da
graça
de
Deus
Nosso
Senhor,
os conservareis
sempre
puros,
nào
obstante
quaesquer
meios
que
se
empreguem
para
dimininl-os
ou
perver-
têl-os, e
contra quaesquer esforços que
se
façam
para
acabar com
elles.
Em todo o
munio
catholico
a
archidiocese
de
Braga,
Primaz
das
Hespanhas,
é
conhecida
e
res
peitada
p^a
piedade
esclarecida,
pela fé
inabalavel,
pelos
sentimentos
religiosos
de
lodos
vós.
Deveis,
porém,
estar
vigilantes,
para
que
não possa
ler
logar
a
tentação
(4j;
deveis
estar
atlentos
e
prevenidos
centra
os
laços
insidiosos que
os
inimigos
de
Deus
e
da
sua
Egreja
possam
armar
á
vossa
boa
fé,
á
sinceridade
da
vossa
crença.
Elles
procurarão
enganar-vos,
mostrando
um
falso
zelo
peia
religião
catholica
;
procurarão
cobrir-se
com a pelle
da
ove
lha,
como
diz
Jesus
Chrislo
em
S.
Ma-
theus
(5)
;
mas
nos
seus
intentos são
lobos
vorazes,
que
só
teem
por
fim
aba
lar,
e,
se
fòr
possível, acabar
con a
vossa fé,
com
a
vossa
piedade,
com
o
vosso
amor
para
com
Jesus
Chrislo,
Nosso
Salvador,
e
para
com
a
Sua
Egreja,
unica
verdadeira,
que
é
a
Egreja
Catholica
Apos
tólica
Romana.
Acauti
lae-vos, meus
filhos
em
Jesus
Chrislo,
acaulelae-vos
bem;
por
que,
como
diz
o apostolo S.
Pedro,
o
demonio
vosso
inimigo,
vendo
a
vossa
piedade
e
a
vossa
devoção, anda,
qual
leão
raivoso,
rugindo
em
torno
de
vós.
buscando a
quem
possa
enganar
e
perder
(6).
Firmes
na
verdade
dos
sentimentos
religiosos,
vós podereis
ser
perseguidos,
mas
nunca
sereis
venci
dos,
e
a
vossa firmeza
e
o
vosso
triumpho
causarão
verdadeira
gloria
a
Deus,
alegria
aos
anjos
do céo paz
na
terra
aos
homens
de
boa
vontade,
augmento
e
esplendor
á
Santa
Egreja
Catholica
Aposlolica Romana,
e
grande consolação ao Pae
Commum
dos
fieis,
ao
Sandíssimo Padre
Pio
IX,
que,
no
meio
das
suas
dores
e das
suas
amar
guras,
não
cessa
de
erguer
suas
mãos
ao
Eterno,
para interceder
por
seus filhos
espalhados
por
toda a
superfície
do mundo
conhecido,
assim
como
a
Nós
lambem,
que
com
toda
a
t(fusão
do
Nosso
coração
vos
damos
a
Nossa
Bênção
Pastoral
era
nome
do
Padre,
do
Filho
e do
Espirito
Santo.
Benediclio
Dei (Jmnipoteniis
Patris,
Pilii
el
Spiritus
Sancli,
de>cendat
super
vos
el
maneai
semper.
Ainen.
Mandamos
aos
revd.'
s
parochos,
que
leiam
esta Nossa
Exliortação
Pastora!
á
estação
da
missa conventual,
no
primeiro
domingo
da
próxima
quaresma,
podendo
accresce.ntar-lbe
as
reflexões
que
a
sua
piedade
e
o
seu zelo
lhes
suggerir,
ou
as
circumstancias
especiaes
das
suas
fre-
guezias
exigirem.
Dada
e
passada
sob
o
Nosso
signal
e
selio das
Nossas
Armas,
no Paço
Archie-
piscopal
de
Braga,
em
20
de
Janeiro
de
■1878.
Logar
do
Selio.
João, Arcebispo Primaz.
(2)
Deus
el
Paler
Domini noslri
Jesu
Chrisli.
qui
esl
benedictus
in
scecula.
scil
quod
non
mentior.
(II
Cor.,
XI
—3í.)
(3)
Jam
non
dicam
vós
servos.
(Joan
XV
—
15).
(4)
Vigilale
ul
non
inlrelis
in
tenlatio-
nem.
(S.
Matt.,
XXVI
—
41.)
(5)
Allendile
a fatsis
prophelis,
qui
veniunl
ad
vos
in
veslimenli»
ovium,
in
trinsecus
aulem
sunl lupi
rapaces.
(S.
Matt.,
VII
—
15.)
(6;
Vigilale
quia
adversarias
vesler
dia-
bulus
lanquam
leo
rugiens
eircu.il
,
queerens
quem
devorei,
cui
resislile forles
in
(ide.
(I
Pedro,
V
—
8
e
9.)
BRAttA —QUÍISTA-FEIHA «H E5K
FEVEREIHO HE
1«Í8
A
morte
de Sua
Santidade
o
Papa
Pio
IX
foi
muito
sentida por
toda a
Real
Familia
Porlugueza
exilada.
No
dia
19
deviam celebrar-se em
Bronnbach exé
quias
pelo eterno
descanço
da
alma
do
grande
Pontífice.
Por noticias
ullimamenle
recebidas,
sabemos
que
o
Senhor
Dom
Miguel
e
Sua
Augusta
Esposa
continuam
em
Veneza,
estando,
porém,
quasi
restabelecidos
do
incommodo,
que
os
obrigou
a
ir mudar
de
ares para
aquella cidade.
Os
médicos
declararam
que
a Senhora
A
estes
damos
cordeaes
pezames
por
tão
fatal
acontecimento.
SíeíxaM.—
Uma
folha italiana diz
que
Pio IX
legou
a Henrique
V
uma
santa
Virgem
em
mosaico:
chamada
a
«
Virgem
do
Destino»:
á
duqueza
mãe,
de
Modena,
lambem
uma
Virgem em
mosaico:
á
ex-
rainha
Isabel
de
Bourbon
um
crucifixo:
ao
rei
de
Nápoles,
ura
grupo
representando
a
Santa
Familia;
ao
gran-duqne
de
Tos-
cana,
uma copia
da
«Virg-tn»
de
Ra-
phaei:
ao duque
de
Parma,
uma grande
miniatuia
representando
o
sinile párvulos
ad
me venire: a
D.
Affonso
de Bourbon
e
Este,
um
grande
medalhão,
em
nacar,
representando
a
«Resuneição»; e
eraíii»
á
Esposa
do
Senhor
Dom
Miguel
um cru
cifixo
de
prata,
enriquecido
de diaman
tes,
com
relíquias
da
verdadeira
cruz.
Expedifãe tacientiflei*.— A
expedi
ção
scienliíica
enviada
pela
Sociedade
de
Geographia
de
S
Petersburgo
ao
lago
Lob-Nor,
sob
o
cominando
do
coronel
Prjivalski,
deu
excellentes
resultados
que
tem
uma
importância
particular
especial
mente
no
que
diz
respeito
á
exploração
do Kashgar.
Os
novos
pormenores
rela
tivos
ao
lago
Lob-Nor
são
muito
notá
veis.
A
expedição,
a
partir
de
Koila,
seguiu
o
curso
do
Tarim
até ao
seu
confluente
com
o
Bokala
Darja.
Na
sua
excursão
ao
Lob-Nor,
os
via
jantes
passaram
pelas
ruínas
de
tres
ci
dades.
O
lago
Lob-Nor,
é
de
natureza
pa
ludosa;
tem
perto
de
100
kilomelros
de
comprimento,
sobre
20
de largura.
O
coronel
Prjivalski
explorou
todas
as
suas
margens
a
ésle
e
a oeste,
e,
se
guindo
a correi te
do
Turim,
chegou
ao
meio
do
lago. N’
este
ponto
a
pouca
profundidade
e
o massiço impenetrável
de
vegetação
impediram-no
de
ir
mais
longe.
Quasi
toda
a
superfície
do
lago
está
coberta
por canniços
e
outros
arbustos.
Os
habitantes
da
região
de
Kara-Kur-
chinlz
sobre
as
margens
do
Lob-Nor,
acham-se
no
grau
o
mais baixo de
civi
lização.
Habitam
uns
nas
extremidades,
outros
n>s
ilhas
próximas
do
lago,
em
ca-
banas
miseráveis,
feitas
de
cannas
e
de
ramos
entrelaçados.
Trazem
umas
vestes
que
lhes
cobrem
o
meio
do
corpo
feitas
de
fibras
de
uma
especie
de
herva
do
lago.
Os
barcos
de
que
se
servem
são troncos
d
’ar«ores
ouças
de
proposito
para
o
fina
a
que
os
desti
nam.
Os
objectos
metálicos,
taes
como
faças,
machados,
são
extremaraente raros
entre elles.
O
coronel Prjivalski
além
d
’estes
re
sultados
ethnographicos,
collecionou
ricos
materiaes
ornitli
logicos.
Diz
elle, que
é
impossível
fazer
uma
idéa
aproximada
da
enorme
quantidade
de
aves
de
arribação
que
emigrando
das
regiões
meridionaes
para
os
paizes
do norte, e vice-versa,
escolhem
o
lago Lob
Nor
para
ahi
esta
cionarem.
Actualmente
o
viajante
russo
dirigiu-se
para
o
sul
aggregando
se
a
uma
exploração
ao
Thibet,
diz
o
«J.
do Com
mercio».
«cpi-eSiensão
-
O
imperador
d
’
Au-
stria
reprehendeu
vivamente
o
archi-du-
que
Renier
por
não ter
sahido
de
Roma
desde
o
fim
dos
funeraes
e
por
ter
as
sistido,
na
qualidade
de
príncipe
da
se
reníssima
casa
archi-ducal
á
prestação
do
juramento
no
Monte
Cilorio.
Sua
Ma
gestade
Aposlolica
viu
na
presença d’
um
príncipe
de
sua
casa
n
’esta
ceremonia
um
acto
contrario
ao
respeito
devido
ao
Papa,
e
de
natureza
a oflender
profunda
mente
Sua Santidade.
O
archi-duque
Reniar
desculpa-se,
al-
legando
as
vivas
instancias feitas
por
seu
sobrinho,
o
rei
Humberto
II,
para
o
de
morar
em
Roma
em
vista
d
’
esta cerimo
nia
de
Monte
Cilorio.
Será
verdade? —
Diz
um
periódico
estrangeiro
que o
governo inglez
déra
parte
para o
Vaticano
que
mandava
es
tacionar
em
um
porto
da
sua
escolha,
um
navio
de
guerra
que
estava
á
disposição
do
Santo
Padre.
-
Esta
decisão
foi
tomada ao
saber
que
M.
Waddington
tinha
mandado
retirar
o
«Kléver».
O eongrean» meteorologico in-
ternatlonnl.—
Este
congresso
que
devia
ter-se
realisado
em
Roma,
em
dezembro
ultimo,
e que
circumstancias
políticas
força
rara
a
ser
adiado,
propunha-se
a
determinar
as bases
de
uma
vasta
empreza
scientifica
com o
nome
de expedição
polar
interna
cional.
Muitos
governos
e
sociedades
sabias
tinham
promellido
o
seu auxilio
para
esta
empreza,
cujo
programma
foi
redigido
pelo
Dona
Isabel
Maria
de Bragança
está
no
seu
estado
interessante.
Está
também
em
Veneza S.
A.
R.
a
Senhora
Dona
Aldegundes
de
Bragança,
Condessa
de Bardi,
tendo
dado
serio
cui
dado
a
sua saude
em consequência
de
ter
soffrido
um
plenriz.
S.
A.
R.
o Duque
de
Baviera,
Carlos
Theodoro,
lambem
tem
estado
doente,
a
ponto dos
médicos
o
mandarem
sair
de
Munich para
ir
procurar restabelecer-se
em
um
paiz
mais
ameno.
—O
Senhor
Dom
Carlos
VII
e
sua
Au
gusta
Esposa
assistiram
no
dia
18
ás
ex
equias,
que
foram celebradas em
Notre
Dame
de
Passy
peia
alma
de
Pio
IX.
—
O
Senhor
Dom
Miguei
de
Bragança,
a Senhora
Dona
Isabel
Maria
de Bragança
e
a
Senhora Dona Adelaide
de
Bragança
encarregaram
o Exc
,nu
Snr.
Conde
da
Re-
dinfia
de,
em
nome
d’Aquelles
Augustos
Senhores,
dar
ao
Exc.
1110 Snr.
Antonio
Cominho
os
pezames
pela
morte
da
Exc.'
“
a
Snr.
D.
Marianna
d’
Àlineida.
—
(«Nação»).
Avie» d«
alireetor eenês-aS
Apostelado ecn Fortugal
a
os
directores dto®e»>m®s a pire-
Mi.4ex2t«s
A
todos
os
Associados
da
nossa PIE
DOSA
LIGA
urge
cumprir
com
o
sagrado
dever
de
gratidão
para
com
o
Sumtno
Pontífice
Pio
IX,
fallecido
hf
pouco,
com
immensa
magoa dos Cathoiicos.
Foi
Pio
IX
que
animou,
enriqueceu
de
iunumeras
indulgências, graças
e
privilégios
o
nosso
Apostolado;
d’
Elle
é
que recebeu
os
Es
tatutos,
a
organisação
do
Resario
Vivo,
da
Communhão
Reparadora.
Em
vista de
tudo
isto
recommendamos
aos
nossos
directo
res
e
presidentes
de
lodo
o
reino
para
que
convidem
todo o
povo
a
fazer
Com
munhão
geral
na
primeira
dorainga
de
Quaresma,
oflerecendo
as indulgências
da
Communhão
por
alma
do
defunto
Pon
tífice.
Santa
Marinha.
De
todos
vós
infimo
servo
P. Luiz
Prosperi.
unrini
Trantfereneia
ste
«siíTrngios.—
Em
virtude
da
resolução
tomada
pela
As
sociação
Catholica
de
fazer
celebrar
uma
missa
solemne
por
alma
do
saudoso
Pio
IX,
na egreja
do
Hospital
de S.
Marcos,
no
proximo
sabbado
ás
10
horas da
ma
nhã,
os
capellães
do
mesmo
Hospital
e
da
Misericórdia
resolveram
transferir
os
que
n
’esse
dia
e
na
mesma
egreja
ten
cionavam
celebrar
pelo
Soberano
Pontífi
ce.
para
a
próxima
terça-feira
5
de
março
ás
9
e
meia
horas
da
manhã.
Convite.—
Tendo
a
pia Associação
das
Filhas
de
Maria,
d
’esta
cidade,
re
solvido
fazer
celebrar na egreja dos
Re
médios,
exequias por
alma
de
8.
S.
Pio
IX,
as
abaixo
assignaias
convidam
todas
as
associadas
a
concorrerem
a
este
pie
doso
acto,
que
terá
logar
no
dia
4
de
março
ás
10 horas
da
manhã,
bem
como
a
offerecerem
n’
esse
mesmo
dia
uma
com
munhão
pela
alma
do
mesmo
Pontífice.
Presidente
— D.
Maria
Gracinda
da Luz
Marinho
Falcão.
Secretaria
—
D.
Bila
de
Cassia
Barbosa
Solto-Maior.
Kstrada d® CSaaves
—
Foi
mandado
construir
o
lanço
da
estrada
real
d’
esta
cidade
a
Chaves,
entre
Ponte
Pedrinha
e
a
Cruz
dos
Pardieiros,
sendo as
obras
orçadas
em
30:765^300
reis.
Rouba
e
nMiissinsto.
—
Por
noti
cias
telegráficas
á
sua
familia,
consta
que
fóra
roubado
e
depois
assassinado
na sua
casa,
na
freguesia
de
Seixas,
o
snr.
Vi
cenle
Jo
é
Ferreira,
viuvo,
natural
d
’esta
cidade,
negociante
que
foi
na
praça
de
Valença.
e
agora
rico
proprietário
resi
dente
n
’
aqueila
freguesia.
O
assassinado
devia
ter
cêrca
de
67
annos.
Tem
ainda
5
irmãs
vivas,
e grande
numero
de
parentes n
’
esla
cidade.
conde
Wilreck
e
logar-tenente
Weypretht,
já
conhecido
pelas
suas
explorações
Qas
regiões
acticas.
A
expedição
polar
internacional
tem
por
fim
crear
estações
permanentes
de
observações
no
ma
or
nomeio
de
regiões
praticáveis das
regiões
circumpolares.
Não
é
tanto
ás
descobertas
geographi.
cas,
mas
ao
estudo
de
phenomenos
physi.
cos.
que
elles
se
propõem.
O
programma
estabelece
primeiramente
a
unidade
do
systema
de
instrumentos
e
a
uniformidade
dos
methodos
que
ha
a
empregar,
e
trata
especialmente
do
meio
para
chegar
ao
synchronismo
o
mais
per-
leito
nos
momentos
de
observação,
afim
de
poder
compirar
conjunctarnente
os
resul-
tados
á
mesma
hora
mathematica,
nas
dif-
ferenies
estações.
Antes
e
depois
de cada
observação,
notar-se-ha
a
posição
e
a
fórma
das
au-
roras
boreaes;
procede-se
depois
aos
estudos
meteorologicos
na
ordem
se
guinte:
Temperatura,
humidade,
ventos
nuvens,
pressão
atmospher
ca.
O
programma
termina
pela
designação
de
alguns
pontos
das
regiões
arcticas
e
antarcticas
que
parece
serem
as
mais
fa-
voraveis
ao
estabelecimento
de
estações
permanentes,
taes
como
o
lado
norte
do
Spitzberg,
da
Nova
Zembla,
para
o
polo
norte:—
os
arredores
do
cabo
Horn;
as
ilhas
Kerguelen.
o
grupo
sul
das ilhas
Anckland,
para
o
polo
sul.
ESeaeoSjes-á»,
—
Um
joven
engenheiro,
mr.
Belleroche,
addido á
direcção
dos
ca
minhos
de
ferro
Grand
Central
belga,
aca
ba
de
descobrir
o
meio
de
aquecer,
sem
grande
despeza,
todas
as
canoagens
dos
passageiros.
Consiste
o
systema
n’
um
jorro
con
tinuo
d
’
agua
quente a
38
graus,
vindo
do
tender
da
locomotiva,
e
voltando
alli,
de
pois
de
ter
percorrido
todo
trem,
com-
municando
o calor que
se
deseja ás
pla
cas
de
metal
que
se
acham encaixadas
no
ferro
do
sobrado
das
viaturas.
Dez
minutos
depois
de
engatada
a
ma-
china
ás
carroagens
que
ella
deve
puchar,
a
temperatura
no
interior
dos
comparti-
mentos
é
de
15
a
18
graus
centígrados
acima
de
zero.
Esta
temperatura
conser-
voti-se
durante
todo
o
transito,
que
foi
de
122
kilomelros,
entre
Anvers
e
Charle-
roi.
Será
difiicil
fazer miis;
o
conforto
dos
viajantes
nada
deixa
a
desejar;
tolo
o
trabalho
braçal
para
a
manipulação
foi
supprimido.
O
custo
do aquecimento
c
n-
siste
apenas
no
aniornamento
dos
appa-
relhos
e
na
collocação
dos
tubos.
Kxtraeto.—
Da correspondência
de
Pa
ris
para
a
«Palavra»,
datada
aquella
de
15
do
corrente,
fazemos
o
seguinte
extra-
cio:
Tiveram
logar
hontem
em
Nolre
Da
me
as
exequias de
Pio IX
e
na
quin
ta
feira
em
Ver
ailles.
Os
republicanos
es
tão
pouco
satisfeitos
com
o que
se
passou
n
’
esta
occasião
em
Versailles.
Os
tres
po
deres
do
estado
fizeram-se
representar
oíficialrnente
nas
exequias,
apenas
a
ca
mara
dos
deputados
se
negou
a
essa
re
presentação,
apezar
do
Bispo ter
partici
pado
ao
presidente
que
tinha
logares
re
servados.
Esta manisfestação
livre
pensa
dora
escandalisou
todas
as classes
da
po
pulação,
com
excepção
unica
dos
socia
listas,
que
ainda
em
cima
se
mostram
as
sanhados
contra
o
marechal
por
ter
assis
tido
com a
sua
comitiva
a esias
exequias,
quando
nas
de
V.
Manoel
apenas
se
fez
representar
por
alguns ajudantes
de
cam
po.
A
resposta
a
isto
é
facil.
As
exequias
de
Victor
Manoel
tinham
um
caracler
de
uma
manifestação meramente
política
e
particular;
nada
tinham
de
ofiicial
e
por
tanto
de
obrigatorio p
ra
o
pessoal
ofiicial
do
estado,
e
com
tudo
a camara lá se
fez
representar
bem
oslentivaraente.
As
exequias
pelo
Pontífice
tinham
um
caracter
meramente
sympathico
e
religioso
e
é
po-
ris.vo
que
o
chefe
do
estado
assistiu
co
mo
era
de seu direito.
Mas
nao
assistiu
ás de
hontem
que
olfereceram
um
dos
espectaculos
mais
commoventes
e
edifican
tes.
Ao
vêr
a immensa multidão
que
en
chia
o
templo
e
átrio
de
Notre
Dame,
suppõe-se
que
ha
em
Paris
mais
ca-
tholicos
fervorosos
do
que
geralmenle
se
crê.
Emquanto
-
á
ceremonia,
esteve
de
tal
forma imponente,
que
deixará
impressão
indelevel
em
todos que
a
presenciaram.
Á
marechala de
Mac-Mahon
e
a
rainha
Isabel
assistiram,
bem
como
todos
os
mi
nistros
e
parte
dos
membros do
corpo
diplomático,
a
côrte
de
cassação
com
as
isuas
togas
vermelhas,
o
tribunal
de
ap-
e
II
ação cm
grande
uniforme
e
o
Insti
nto.
Presidiu
Monsenhor
Richard,
coalju-
tor
do
Arcebispo,
assistido
de
Mgr.
Me-
■dia. Núncio
apostolico
e
de
muitos
Bis
pos.
Em
summa,
póde
dizer-se
que
todo
o
Paris
ou
pelo
menos
o
que
n
’elle
ha
de
são.
se
associou
do
coração
á
dôr
dos
assistentes
e
dos Prelados.
Csarso
subtsaTnneo
4o* rios.—
E
’
frequente verem
se
rios
assás
conside
ráveis
desapparecer
de repente
esconden
do-se nas
entranhas da
terra
para reappa-
recerera
mais
longe
e
occuparem
de
no
vo
o
leito,
que
deixaram
em
secco.
Encontram-se
muitos
exemplos
d’
esta
particularidade
geologica principalmemle
na
Hespanha,
no
norte da
África,
na
Turquia
da
Asia
e
na
Grécia.
Vê-se
até
n’estes
paizes gande
numero
de
regatos,
cujo
curso
exterior
nào
existe
realmente
senão
na
estação
invernosa,
tendo
outro
curso
subterrâneo
que
é
permanente.
D
’
aqui
a
denominação
de
rio
secco
tão
comrnum
na
hydrographia
da
Hespanha,
e
a
de
onecl-
btla-el-ma,
que
exprime a
mesma
idéa.
Estes rios
seccos,
ou
rios
sem
agua
apre
sentam
de ordinário
o
aspecto
d
’eslradas
d
’areia.
Mas
se
se
cavar
na
areia
mais ou
menos
profundatnenle
encontra-se
sempre
agua,
que
vem
do
curso
subterrâneo,
que
nunca
sécca.
E’ esta
permanência
do
cur
so
subterrâneo que
distingue
esta
especie
de
rios
das
correntes ordinafias.
As
mar
gens
dos
rios
seccos
e dos
oneds
são
qna-
si
sempre
indicados
por
linhas
de verdu
ras
formadas
especial
mente
de
tamarindos
e
loureiros-rosas,
o
que contrasta
agrada
velmente
com
a
aridez,
algumas
vezes
grande,
dos
paizes
que
atravessam.
As
absorpções
lotaes
dos
rios
que a
terra
engeita,
depois de correrem
algum
tempo
por
debaixo
da
sua
superfície,
ofTe-
recem
algumas
vezes
um
espectaculo
im
ponente,
tal
como
o do
desapparecimento
do Rholauo
entre
Génova
e
Lyon.
Outras
vezes,
pelo
contrario,
o rio
infiltra
se
feia
e
prosaicameute,
como um
homem
embaraçado
e limido
que
se
escôa
atra-
vez
d
’
uma
porta
entreaberta;
o
Meuse
pa
rece
um
exemplo
d
’estes
na
parte supe
rior
do
seu curso.
Emflm
acontece
tam
bém
que
a
corrente
da
agua,
similhanle
a'graci
sa
rapariga
que
joga
as
escondi
das,
deslisa caprichosamente
pelas
fendas
d
’
um
terreno
hem
enfeitado,
e
apparece
de
novo
por
entre
luxuriantes
moitas
de
verdura. E
’
o
que acontece
com
o
Gua
diana.
perto
da pequena
Villa-Robbia
na
Andalusia,
na
localdade
poeticamente cha
mada
los
ojos
de
Guadiana.
Sues-ra
«lo
®ri«n4©.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á guerra do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Pera 22—Os russos
exigem
a cessão
e
posse
definitiva
da
bahia
de
Beikos,
no
Bosphoro,
para
estabelecer uma esta
ção
naval
russa.
Md
russos
entram
ámanhã
em
San
Stefanio,
perto
de
Pera.
Segundo
as
condições-
da
Rússia, o
principado
da
Bulgaria
estender
se
ha
até
Salonica,
comprehendendo
o
monte
Athos.
Constantinopla
23 —A
Rússia
retirou
a
exigência
ralativa
á entrega
da
esquadra,
em
consequência
do
suitão
haver
pro-
rnettido
que não
entregará a
esquadra
a
nenhuma
potência
estrangeira.
8.
Petersburgo
23 —
As
negociações
avançam.
Alim
de
activai
as.
o
gran-du-
que
Nicolau
transferiu
o
seu
quartel
ge
neral
para
San
Stefanio.
Paris 23
—As
negociações
de
paz
avan
çam.
A
Rússia desistiu
da
entrega
da
es
quadra
turca,
mas
exige
a
bahia
de
Bei-
kos
no Bosphoro
para estação naval
russa.
Pera
23
—
Crê
se
que
o
traclado
de
paz
será
assignado
hoje em San
Stefanio
pelos
delegados,
turcos
e russos.
Os
musulmanos
leriam
no
praso
de
2
annos
para
abandonar
o
lerrilorio
da
Bul
gária.
S.
Petersburgo
24—
U
n
telegramma
do
gran-duque
Nicolau,
datado
de
San
Stefanio
a
23
annuncia
a
chegada
alli com
um
destacamento
de
tropas
com
o
con-
sent mento
da Porta.
Reouf-Pachá
e
Mehemel-Ali-Pachá
fo
ram dar-lhe
as
boas
vindas.
Constantinopla
24
—
As
condições
de
paz
serão
assignadas
ámanhã.
As
ratifica
ções
serão
trocadas
no
dia
7
de
março
proxirno.
O
commanlante inglez da divisão
da
frota
de
Galhpoli
tomou
disposições
para
unpedir
a
coilocação
de
torpedos.
Snleiman-Pactiá
foi
desterrado.
Vienaa 24—Reuniu
hoje
o
grande
conselho
de
miu
slros; foi
auctorisad
o An-
drassy
a
pedir
na
camara
um
credito
de
60
milhões
afim
ds
apoiar
os
intuitos
da
Áustria
na
conferencia,
visto
serem
inadmis
síveis
certas
cendições
da
Rússia,
sobre
tudo
a
occuprção
da
Bulgarii
como
pe
nhor
da
indemnisação
de
guerra.
Paris
25
—Noticias
de
Bucharest
asse
guram
que,
o
imperador
da
Rússia
não
desiste
de
reivindicar
parte
de
Bessarabia
pertencente
á
Romania,
estará
imminenle
a abdicação
do príncipe
Carlos,
ao
qual
succederá
Gregorio
Stouraza.
Londres
26
—
Norlhecoth
declarou
na ca
mara
dos
deputados
que
o
governo
não
conhece
ollicialmente
as
condicções
de paz;
o
governo
sómente
recebeu
a
noticia
da
chegada
do
grau
duque
Nicolau
e
pleni
potenciários
turcos
a
San Stefanio.
A
da
ta
da
reunião da
conferencia
ainda
não
está
officialmente
fixada.
Lord
Sions
repre
sentará
a
Inglaterra.
Os periódicos
inglezes annunciam
que
Andrassy
assistirá
pessoalmente
á
confe
rencia,
que
é
provável
que não se
reuna
antes
de
1 de
abril,
em consequência
de
Gorlschakok
ler
allegado que não
estará
apto
mais
cedo.
Parece
estarem
reguladas
as
diíficulda-
des
entre
a
Rússia
e
a
Turquia,
tendo
a
Rússia
consentido
reduzir a
indemnisação
de
guerra
A’*
alma* ben»-fazej*g.—
Recom
mendamos
ás
almas
bem-fazejas
Manoel
Vicente,
cocheiro
(o
Trintanario
’),
casado,
entrevado, que está
luclando
com
a
maior
das
misérias—
a
fome.
Mora
na
rua de
S.
Gonçalo
n.°
21.
Appele
á
eariílade.
—
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
o
pobre
Antonio
Joaquim
da
Motla,
oílieial de sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no ultimo grau de
pobreza,
não
aodendo,
pelo
seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios
para sua
subsistência,
de
sua
mulher
e filhos.
A
’
mesma.
—
Recommendamos
á
ca
ridade
publica,
Antonio
de
Passos,
mo
rador
na
rua
das Palhotas
n.°
57.
pesias*
caritativas.—Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16 annos
de
idade,
e
filha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor de
Deus.
A
’s
(Horas
eartdosat.—
Recommen
damos ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
18,
(solão).
Tendo 80
annos
d
’
edade,
a
porisso sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lu
ta
com a
miséria
extrema.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
BAILE
DE
MASCARAS.
EM
BENEFICIO.
Quinta-feira
28
de
fevereiro.
Principia
ás
8
horas
da
noite.
SABU£
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o
uso da
delicio
sa
farinha de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
Sl>
arntí»»
<’isnvariav®l
sus?et»s«
6
Goinbilenio as
indigestões
(dispe-
psia) gastiica,
ga-tralgia,
flegma,
airotos,
amargor na
bocea,
pituitas,
nauseas,
vó
mitos,
irritações
inteslinâes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
aslhmi,
bexigas,
falta
de
respiração,
oppressào,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabéthes, debilidade,
todas
as demrdens
no
peito,
na
gargan
ta, do
alito,
dos
hróochios,
da bexiga,
do
íigaio,
dos
rios,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
8o:09
curas,
comprehendendo
n
’
eilas
as
da
duqueza
de
Castlesluarl,
do
duque
de
Pluskjw,
da
marqueza
de
Brehan,
de
Lord
Sluarl,
par
djngiaterra,
<lo
doutor
e
professor Wur-
zer, etc.,
etc.
Cura
m
.°
65:841.
—
Mr.
A.
Bruneliére,
cura,
de
uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos
médicos lhe
darem só
pou
cos
mezes
de
vida.
Cura
n.°
62:476.
—
Saiote
Romaine-des-
lles
(Saône
et-Loire.
—
Senh
r.
—
Bi-mdito
seja Deus!
A
Revalesciére
du Barry
poz
íirn
aos
meus
18
annos
de
soffrimentos
do
estomago
e
dos
nervos,
de
fraquezas e
de
■u>res
nocturnos.
—
J.
C
omparet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719. —
H
ydropsia
,
retenção
.
—
-Tres
d’
estes
casos
foram
ra-
dicalmente
curados.
Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um
tesliiamento,
produz
a
sus
pensão
repentin imente;
para
as
retenções
de
ourina
e
doenças
de
estomago,
pro
duz
o
melhor
eífeito
e
dissipa
a
melan
colia.
—L
angevin
,
cura.
Cura
n.°
48:816.
—
Certificado
do
ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
Bmn,
19
de
janeiro de
1855.
—
A
BSevaiescscre
substituiu
admiravelmente
tola a
medici
na
em muitas doenças,
sobretudo
nas
dia-
beihes,
constipações
obstinadas
e
habituaes,
assim
como
oas
diarréas
nas
afl
cçõ
s
dos
rins
e
da
bexiga,
uas contracções
e
nas
hemorrhoidas,
assim
como
nas
doenças
pulmonares
e
dos
bionchios,
nas
tossesre
na
lisic>.
—
Doutor
R
ed
. W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades
scientiíicas.
E
’seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
reinedios. —
Preços
ixos
da
venda
por
tniudo
em
tods
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de
l/
l
kilo
500
;
de
i
/i
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
1^400
res;
de
2
*/,
kilos,
3$200 reis;
de
6
ki
los,
6^400;
«
de
12
kilo*,
42#OOÓ
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se po
lem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
s!ioe«slatad»
t
ella
res-
titue
o
appeitite,
digestão, somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Êin
pó
e
em paus,
em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24 cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
i$4ÔO
;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25
reis
cadí
chavena.
MSI
53/O&ISY
«fe C.
a
I.E.tHKTKB».
—
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
‘
streji,
Londres. Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pe.lidos ao deposito
Central;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
ndudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
írrnaos,
rua
Aurea,
12—fi*or-
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPÓSITOS
ENTRE
DOURO
E
Ml-
NH0.
=
<veíro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
È$«s>rceííos,
Antonio
.
Jcão
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte,
—
gSraa»,
Domingos
J.
V.
Machado, drog.,
praça
Municipal, 17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão, rua
do
Souto.
—
«i«»
€»ss-
telio,
Affonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A. de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
©Mimarã®»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.—Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva, drog.,
Rua
da
Bainha, 29
e
33.—
Miranda,
pharm,
—
Farta,
M.
J.
de Sou
sa
Ferreira
<Sc Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm..
Casa
Vermelha; E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160; Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio,
225
a
227.
—
«ío
>Li-
ssa»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
«5®
Varsitm,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valenç®
d®
Mfinho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
As
CJ®s»d®,
A.
L. Maia
Torres,
pharm
á
NN
OT01OS
VENDA
DE
CASAS.
Vende-se
uma
na
rua da
Ponte
com
os
n.
os
60, 61
e
62,
tem
quintal
e poço.
Trata
se
na
rua
das
Palhotas
n.°
2,
ou
na
Senhora
a
Branca
n.°
15. x782)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobrehypo-
theca.
PO6)
VACCINA.
Na
prox
ma quinta-feira,
28
de
Feve
reiro,
ás
11
horas
da
manhã,
vae
esta-
be!ecer-se
a
vaccinação
permanente no
Hospício
dos
Exposto»,
ficando
patente
ao
publico
em
todas
as
quintas-feiras
do
anno.
(779)
ULTIWIA
HOVÍOÃOE
GANDARELLA
^C.a
Campo de Sanr’. inna
Grande
sortido
para
a
Quaresma
e
Semana
Santa.
Acaba
de
chegar
a
este
estabeleci
mento
direclamente
das
melhores
fabricas
de
Paris
um
grande
sortido
de
Brilhan
tinas
pretas
de
seda,
failles
e
glacés,
bem como merinos
pretos
de
pura
lã,
tornando-se
a
sua
boa
qualidade
e
os
seus
modicos
preços
dignos
da attenção publica.
_______________________________
(780)
Quem
perteuder
tomar
a
juros
da
lei,
5
por 100
as quantias
que
se
achim
na
Caixa
geral
dos
depositos,
a
quantia
de
340^000
réis.
Outra
dita
de
27(^100
rs.
E
também
compram
ou
arrematara
em
praça
publica,
duas
moradas de
casas,
com
seus
eidos juntos,
de
terra
lavradia,
pró
ximos
e
juntos
á
estrada
do
Bom
Jesus
do
Monto, em
Tenões,
que
pertence
«os
filhos
e
mulher
de Bernardino d’
Araujo
Carvalho
Heis,
na
rua
de
S.
Victor.
(781)
A
VIS® AO S*ITBE<KC®.
Pela
direcção
do
correio
de
Braga,
se
faz
publico,
que
a
começar
no
dia
1
de
março
proxirno
futuro o
correio
para
a Povoa
de
Lanhoso e
Vieira, sairá d
’
esla
direcção á
I
hora
da
larde,
devendo
por
tanto
ser tirada
a
correspondência
da
caixa
geral
para
os
dittos
correios
ás
12
horas
da
manhã.
Os nossos bispos do continente—A
proposilo
das exequias
da
Lapa
em
honra de Alexandre Her-
culano.
I volume de
71
paginas,
em
bom
papel
200 rs.
Envia-se
franco
de porte a
quem
man
dar
a
sua importância
(2'10
is.)
em
es-
tamp
lhas
ao
editor
Teixeira
de
Freitas,
em Guimarães.
Vende-se
nas
principaes
livrarias do
paiz.
i
revenção
Lourenço
da
Cunha Velho
Solto-Maior
na
qualidade
de tutor
de
seu
íilho
menor,
declara
que tenciona
usar
dos
direitos
de
enfithenta
que
tem
sobre
a propriedade
denominada
O
«Armão»
sita
na fregue
zia
de
S.
João
do
Souto,
proxirno
ao
Campo
da Feira.
Declara
quo protesta
contra
qualquer
contracto
simulado
que
haja,
ou
porventura
possa
haver, a
res
peito
da
sobredita
propriedade:
e
para
que
se não
possa
allega^
ignorância
faz
este
annuncio
para
os fins
convenientes.
Braga
18 de
fevereiro
de 1878.
Lourenço
da
Cunha
Velho
Solto-Maior.
(776)
DKCLARAÇî.
Antonio
José
Gonçalves
Nugueira,
de
clara,
para
todos os
eíTeilos,
que
por
escriptura publica
feita
em
24
de
janeiro,
na
nota
do labellião Bastos,
d’
esta
cidade,
foi
dissolvidada a
sociedade, que
havia
formado
entre
si,
e
os
snrs. Joaquim
Au
gusto
de
Carvalho
e
João
Augusto
d
’01i-
veira
Braga, sob
a firma
de Carvdhos
&
C.
a
da
qual
era
primeiro
socio
capita
lista,
recebendo,
e cada dos
referidos
snrs.»
o
que
lhe
pertencia
nos
haveres?da
refe
rida
sociedade.
E
declara
mais, que
conlinúa
com
o
mesmo
ramo
de negocio,
e
com as
mesmas
garantias
como
até
hoje, sob a
sua
unica
responsabelidade
e
firma
de
seu
nome,
na
sua
casa
da
rua
do
Souto
n.°
9.
Braga 9
de
feveriro
de
1878.
(758)
0
METOE POPULÂB
O
francez
sem mestre
Descoberta
inapreciável
para
toda
a
pessoa
que
quizer
aprender
só,
com
pou
ca
despeza
e
no
mais
curto
espaço
de
tempo, a
língua
franceza.
Traduzido do
inglez
por
Joaquim Gonçalves Pereira,
Um
numero
por
semana
a
60
rs.
Curso
completo
ou
52
numeros
3$12O
reis.
Remettem-se
os
dois
primeiros
n
08
a
quem
enviar a sua
importância
em
es
tampilhas,
ao
editor,
rua
das
Flores,
15,
—
Figueira
da
Foz.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Em
virtude
do
despacho
proferido
pe
lo
Tribunal
do
Commercio
d’
esta
cidade,
no
processo
da
prorogação de
moratoria
requerida
pelo
Banco Commercial
de Bra
ga,
são
convidados
os
snrs.
accionislas do
mesmo
Banco,
por
deliberação
do
Conse
lho
Fiscal,
a
fim
de
no
dia
4
de
Março
proximo
pelas
11
e meia
horas
da
manhã,
reunidos
em
Assemblea
geral extraordi
nária.
elegerem
os
membros
accionislas
da
commissão
mixta,
que
tem
de proceder
á
liquidação
do
mesmo
Banco.
Fica
por este
modo
sem effeito
o
annuncio anterior
para
as
eleições
dos
dif-
ferentes
cargos
que
se
achavam vagos.
Braga
16
de fevereiro
de
1878.
No
impedimento
do
presidente
O vice-presidente
Antonio
Brandão
Pereira.
A
BELLEZA
DAS
SENHORAS
Pomada
sympalbica,
para
destruir,
de
momento,
o
pello
da
cara
e
mesmo
cabel-
lo
em
quantidade,
sem
causar
o
menor
damno
á
pelle.
Xarope
peitoral
de
Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta
dos
nas moléstias
pulmonares,
tosses
an
tigas
e
modernas,
bronchites
agudas
e
chronicas.
broncorrhea,
calharro
pulmonar
seja
qual
fôr o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
resia,
tisica,
calharro
sufiocante,
angina
nervosa,
tosse
asthmatica,
escarros
de
san
gue,
etc.
etc.
Os
efleitos
d
’este
verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos
e é
considerado
na
opinião
publica
o melhor medicamento
pa
ra
taes
padecimrntos.
A’
venda
em
Braga'
nas
pbarmacias
Pipa
Irmão,
Orphãos
e
Alvim. Em
Guimarães
na
pbarmacia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal
na
Phar
macia Lisbonense,
Largo
do
Corpo
Santo
—
LISBOA.
(762)
C1HUKGlA®
BEJWT1STA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
00
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BR
A G A
.
Faz
tudo quanto
diz
respeito
á
sua
arte e
continua
operando grátis,
pobres
e
soldados.
688
CIS&URGIî
BB8ÍTISTA
DA
Escola
Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.° 22.
(687)
No
Deposito
d« Vinhos d» S"ou-
ro
—
rua
de
S.
Marcos
n.°
15
—
ha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1,
Estes
vinhos
teem,
augmenlo
de
10
reis
e
garrafa.
Sem
aiiginento <5e
preço t — F.
n.o 1
;
F. u.
«
2
;
F.
n.»
3;
F.
n.°
5.
=
V
n.°
i
; V.
o.u
2
;
V.
n.°
3
;
V.
n,°
4
“
Bastardo
de
1863
—
Vinho
branco
n.°
I
;
=
Vinho
branco
n.
”
2.
Vinho
branco
de
1863.
=
Moscatel
n.°
1 ;
Moscatel n."
2
;
Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.°
2
=
Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
: Ge-
ropiga
branca.
==
Lagrima
branca n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840
=
—
Alvaralhão
de
1840—
Roncão
de 1820
—
Lacrima-chrisli.
Vinhos
de differentm
[iraeeden-
eias
s
Collares
; Madeira,
de
diversos
pre
ços
e muito
baratos
;
Xerez
;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho
de
Valdepena
;
Bordéus
;
Champagne.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda a
qnalidade
de
frucla,
tanto
em
sêcco
como
em
calda
; licores
francezes
;
massas
para
sopa
;
farinha
de
diversos legumes
; conservas ;
mostarda
;
peixe d’
escab*eche
;
sardinhas
de
Nantes;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito bonitas para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e
preto
;
bolacha
ingleza
de
diversas
qualidades
;
biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
;
quei
jo
londrino,
papel, flamengo
e
suiço.
E
muitas
oulras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha
um excellente restaurante,
e
se
apromptam
consoadas
de
qnalquer
comi
da,
tanto
em
carne,
como
em
doce.
=
Tem
sempre
fiambre,
e
aos
domiug- s
fazem-se
alli
pastelinhos
de massa
á
franceza,
tanto
de
carne
como
de
diversos
doces
=
Mor-
cellasde
lombo
de
porco
e
de
doce:
aprom
tando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE
S.
MARCOS
— 15
(643)
DINHEIRO
A
JURO.
A Iimandade
de
Santa
Maria
Magda
lena, da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
l:350$000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
0
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da Silva.
(735)
Quem
quizer
arrendar
a casa
n.°
7,
no
campo
das Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d
’
esta cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
Eua
da»
Capeitista», 88
Defronte da
Alfandega.
Tem no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos abaixo
exarados
pelo menos
preço
possível,
a saber;
chilas
largas
bem
sortidas,
tinas
em
côr,
e
bom panno.
a
80,
90,
10o
e
110
o
covadu;
ha
linda
len-
ç.aria
de
seda
e
setim,
fn
i,<>
para
senho
ra, como
outros
propinas
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e
se
nhora;
casliçaes
de
metal,
e
vidro; jarras
de
procelana;
agoas
de colonia; collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos crús; lenços de
cambraeta
de linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em
diflerentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos;
sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão,
largas,
para homem, modernas;
lençaria
de
côres
em algoção, cassa,
sarja,
melim,
e
d
’outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de
bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pôs
d’
arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e
barato.
(606)
JOSÊ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
5, "ui>
Sova, ã
BRAGA
Com
estabelecimento
de
pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e
chá—
cartonagem
para
dezenho,
floragem
e aprestes
para
flores
—
stearina,
pós
finos
para
gomma,
etc.,
etc.
N
’
este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra um completo sortimen
to
de livros em branco,
proprios
para
escripturaçào
mercantil,
bera
como
papeis
e
artigos
para
escriptorio.
Também
se
encontra
um
sortido
de chá
byson
desde
800
a
l$400
rs.
459
gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços commodos.
(725)
FLUIDE
IATIF
de
JONES
Por suaa
propriedadet beneUcat, goza eate
pro-
ducto
de alta e merecida reputaçSo. Suaviza e ama
cia
a
pelle, ailivia
as irritaçõei causadas pelas mu-
dançat
dc
clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradareis
do
vento ou do
calor,
etc, etc.
Uma
simples applicaçDo faz desapparecer as ra
chaduras das
maos e doa beiços. Preço 650 reis.
PARA OS
CUIDADOS
DO
TOUCADOR
É
muito
digno de ser recommandado ó
Sabão
latif,
que
possue todas as
propriedades suavizan-
tes
doFluide.eumaroma
delicadíssimo.PreçoSOOr*.
23,
Boulevart
des Capucines, Paris,
De
Fronte da entrada do
Grand-i
(otel.
Fabricante
de
Escovas
Inglesas
Perfumaria,
Loja
de
papel.
Objetos
de
Fantasia,
Estojos
diversos,
Cutelaria,
Artigos
de Luxo,
Luvas,
etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr.
Barreto, Lorêto
n.°
28
—
30
(26
*)
'a
CAIXA 3» A ISA AZEITE
No
largo de
S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
1)
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bout
estado
que
leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de castanho.
(700)
SWSUP
—
a—
Wissiwr «»*»»■-■
■».
urawaiuoMiMwrw-tirax:saian.-nain
LARGO
DE
N.
S.
BRANCA
N
4
E
5,
BRAGA.
T.-ocam-se
acções
de diversos
Bancos
por
promissórias
do
Banco
Commercial
de
Braga.
(764)
BREVE
COMPENDIO
DE
■
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA EDIÇÃO
Novamente
correcta e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
8.
Exc.
&
Rev.
m
*
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.'
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Calholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
de Manuel
Malheiro,
rua
do
Almada.
.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160
reis
»
encadernado
....
240
»
RAPHAEL
ou o
tlenino devoto
e
instruído
Collecção
de orações e
meditações,
com
um
dialogo
entre
um
sacerdote e
aquelle
me
nino;
exlraclos
das
obras
de
vários
ando
res
sábios
e piedosos,
COORDENADOS
PELO
PADRE
J. J. C.
DE
SEQUEIRA
Acha-se
á venda
unicamente
no
escri
ptorio
da
«Palavra»,
Cima de
Villa
n.°
25,
Preço,
120
reis
—
pelo
correio,
140.-
Encardernado,
220
—pelo
correio,
240 rs,
E
’
pago
adiantado.
IIVLUIA
DTUGEMO
CIIAWON
BRAGA
UitimRO
publieaçSes
(
obras
completas
)
PADRE
R1VAUX
Historia
Ecclesiaslica,
desde
o
seu
co
meço até
1876,
traduzida
da
6
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
3. vol
...................................
3$OOÔ
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
chrislão,
traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimentel
1
vol.....................................................
1$20d
BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea, 4
vol.
2^408
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote, 1
vol. br.
500
cart
...............................................
$600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br.
5u0
cart
.
.
.
:
..........
$600
D.
MARIA
DO
PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de lendas
baseadas
nos
preceitos
do Decálo
go,
1
vol
....................................
$soo
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a Divindade
de
Nosso
St
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Cu
thedral
de
Coimbra.
Preço..................
200 rs.
Os Sâebuçados
mytilieos,
de
Di
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
eíj
pectorante,
são
o melhor
dos
remedios
ai
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas
Caixa
200
reis.—
Meia
caixa
100
reif
Unico
deposito: PHARMACIA
CEIÍ
TRAL, rua
de Santo
Antonio,
227,
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
0R
PHÃOS,
praça
Municipal. (621)
BRAGA,
TYPOGRAPEIA LUSITANA—187&
Parte de Comércio do Minho (O)
