comerciominho_26091878_841.xml
- conteúdo
-
ESSÍB.BGIOS.H,
E
Bí53.E'rfiC .^. ES .'WTSC
®«®?£.%_
REDAETOBES
—D. Miguel Sotto-Mayor
e Dr. Custodio \elloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
a»ww»a4.
PREÇO
DA
ASS1GNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
6.°
ANNO
Braga,
12
mezes...............................
l^COO
»
6
S30
Correspondências
parlic.
cada
linha
40
Annuncios
cada linha
.....................
20
Repelirão....................................
1(|
PUBLICA-SE
ÃS
TERÇAS, QUINTAS E SABB4DÔS.
Províncias,
12
mezes
..........................
2&000
»
6
»..'... 1^050
»
sendo
duas
assignatur^s
3í)6ôô
Brazil,
12
mezes, moeda
forte.
.
3$6i)S
Folha
avulso
.
...........................
í©
N.°
841
K&sâaúaMwmMMt
íii i
.i
«■
BRACiÂ
—
QUINTA-FEIRA
«O
BE
SETtnBRO BE
tSÍS
Estamos
a
braços
com
um
anno
de
carestia,
como
poucos
se
tem
experimen
tado.
São
estas
as
informações
que
nos
che
gam
de
toda
a parte, e
muito
princi
palmente
dos
diíferentes pontos
d
’
esla
belfa
província.
De
feito,
as
queixas
são
geraes
e
os
factos
de
sobejo
vão mostrando
quanto
são
fundadas.
No
Minho,
a província
mais
fértil
do
paiz,
a
classe
agrícola
terá
que
luetar
com
todas
as
difliculdades
que
um anno,
escasso
de tudo,
é
capaz
de
produzir.
As
sementeiras
colmiferas
perderam-se
completamente.
O
vinho
desappareceu
de todo.
Os
batataes
não
deram
fruclo.
E a
colheita
do
milho,
que
entre
nós
é
cultivado
em
grande
escala,
regulará por
menos
de
atnelade
do
anno
anterior.
Póde
dizer-se
que
é
um
anno
de
fome
que
nos
bate
a
porta,
e
cujas
con
sequências
pesando
sobre
todas
as
clas
ses,
hão
de
concorrer para
mais aggra-
var
o
nosso
estado
economico.
Em presença
pois
d
’
este estado
deso
lador,
necessário
se
torna
que o
governo
estude
os
meios
de
suavisar
os
males
que
nos
ameaçam.
Já
eram
grandes
as
contribuições
que
pesavam
sobre
a
agricultura,
e
excessivas
as
tornou
agora
a
reforma
administrativa
com
o
augmento
de
impostos a
que
obri
gou
as
camaras
tnunicipaes.
O
lavrador,
o proprietário,
não podem
com
tanto.
Se
ha
um ou
outro
a
quem
porventura
não
seja
demasiado
«penoso
um
augmento
de
contribuição;
a
Igrande
maioria
que
vive
èxclusivamente
do
parco rendimento
do
seu
trabalho,
não
póde, nem deve
despojar-se
do
que
tem,
para
locupletar
o
thesouro
publico.
E’
sabido
o
modo
defeituosissimo
por
que entre
nós
estão
orgamsados
os ca
dastros, para
as
respectivas
derramas tri
butarias.
Pagam
sempre
demais
os
que
menos
podem pagar;
porque
emíim
a
tão
preco-
nisada
igualdade
não
tem logar ante
a
mais
leve consideração política.
E
d
’
este
defeituosissimo
systema, que
0
liberalismo
implantou
em lodos
os
ra
mos
da publica
administração,
procede
a
primeira
injustiça
com que os
pequenos
proprietários
são
sacrificados
na
derrama
tributaria.
Imagine-se
agora,
quanto
deve
ser
pesada
esla
desigualdade
n
’
um anno,
como
o
aclual,
em
que
as
colheitas
não
paga
ram
sequer
a
despeza
feita
com
os
diffe-
rentes
amanhos de
cultura,
e
conhecer-
se-ha
então
quanto
é
de justiça
o
pedido
com
que
nos
dirigimos
aos poderes
pú
blicos.
Se
é
justo,
que
todos
contribuam
para
as
necessidades
do
Estado,
em
justa
pro
porção
com os seus
rendimentos,
não
o
é
que
se
obrigue
a
pagar
à
quem, sobre
na^a
colher,
tem
que
lamentar
a
perda
completa
de
trabalho
e
capitaes
empre
gados.
Não
contamos
em
que
a
nossa
voz
seja
ouvida;
mas
emtim
cumprimos
o
nosso
dever.
E
que
o
nosso
pedido
é
de
toda
a
justiça,
ninguém o
ignora,
porque
a
la
mentável
realidade
dos
factos
em
que
se
apoia,
está
patente
a
quem
tenha
inte
resse
em
conhecel-a.
Não
somos
dos
que
folgam
em
levan
tar embaraços
a
qualquer
governo, só
porque
d
’ahi
lhes
póde
provir
mais
algum
favor para a
bandeira
que
hasteam.
A
nossa
causa,
porque
está
bem
se
gura
na
justiça
que
a
sustenta,
não
pre
cisa
soccurrer-se
de
taes
meios
para
vin
gar;
mas
emfim
as
necessidades
dos
po
vos
impõem-se
por
si
mesmas,
e
pela
nossa
parle
nunca
nos
furtaremos
a
advo
gal-as, porque
é
toda
obrigação que
pesa
sobre
os
que occupam
este
logar.
M.
MAtU.XHO.
A
*
RedaefSo do
«Coiumereio
do
Minho».
Londres,
8
d'Agosto,
1878.
(Continuação)
SUMMARIO.
V. —O
Arcebispo
de
Ganterbury,
e
um
cento
de
Bispos
Protestantes
de
varias
côres,
parodiando
o Concilio
do
Vatica
no,
e preparando se
o
grande
e
systema-
lico
ataque ao
Catholicismo.
VI.
—
Ha symptoinas
muito
favoráveis
de
que
Bismark
e
o
Governo
Prussiano
começam
a
conhecer
o
grande
êrro que
commetteram
em
perseguir
a
Igreja
Ca
tholica.
V.
—
[Agosto
8)
—
Outro
notabilíssimo
symptoma
das
aspirações
d
’
esle
paiz,
quaes
mais
de uma
vez «s
lenho denunciado,
de
governar
o
mundo
todo, política,
finan
ceira,
commercial
e
moraimente,
acaba
de
repetir-se
aqui;
em
maior
escala
agora
do
que
o
primeiro
que veio,
annos
ha,
im-
caquear
o
Concilio
do
Vaticano.
O
presente
Papa
Inglez,
o
Arcebispo
de
Canlerbury,
convocou de novo
o
seu
Concilio, a
que
quer
dar
um
titulo
de
(Econienico,
sem
comludo
servir-se
do
ter
mo
consagrado
já
pela
verdadeira Igreja
Universal.
Inventou,
pois,
um
nome
hybrido,
meio
Grego
meio
Inglez,
que
pertende
signifi
car
universal, ou
Catholico;
mas
que
só
significa
uma
perleuçào
ridícula
de em
parelhar-se
com
a
verdadeira
Igreja
de
Christo,
que
é
uma,
e
não
pode
ser
ou
tra,
nem
muilas.
Debaixo,
pois,
do
titulo
de
Pan-An-
glicano,
ou
Universal-lnglez,
convocou
pa
ra
a
sua
residência aqui,
uma centena
de
«Bispos»
de
varias castas
e
côres,
que
vieram
de
vários
quartéis
do
Globo,
e
ali
juntos
physicamenle,
e
ideologicamen
te
variegados,
concordaram
em
uma
cou
sa
primeiro
que
tudo,
scilicet:
—
Que
a
Igreja
Catholica
Romana
era
a
unica que
eslava
fóra da
communhão
Christã,
por
suas
«corrupções»
e
«suprslições»;
e
porque
o
Papa
de
Roma
não
queria reconhecer co
mo
irmão;
socio,
e
igual,
o Papa
de
Can
lerbury.
Mais
por
aqui,
mais
por
ali,
n
’isto
é
que principalmente
se
cifrava
o
«con
cilio»
de
Lambelh.
(o
bairro
além do
Ta
misa,
onde
residem
o
Arcebispo,
Arce-
bispa,
arcebispinhos,
e arcebispinhas
de
Ganterbury
’
.
Convém
todavia
notar,
que,
ridícula
como
é
em
si
esta
parodia
ou
macaquice
dos
verdadeiros
Concílios
da
Igreja
Uni
versal, dá
comludo
um
indicio
de
inten
ção
e
projeclo
de
fazer
á mesma
Igreja
Catholica
d
’
ora
em
diante
uma
guerra
corporativa, combinada,
e
sysiemalica,
pela
alliança das
Seitas
protestantes
todas;
cu
jo
vinculo
de união
e
mot
d'ordre
é
«Guer
ra
á
Igreja
Catholica Romana!»
O
tal
arremêdo
de
Concilio
de
Lam-
belk,
não
é
mais
que o
desenvolvimento
da
política
e Propaganda
Protestantes,
que,
de
mãos dadas,
vão
trabalhando para per
turbarem
as
outras
nações,
introduzirem
n
’
ellas
a
divisão,
a
revolução,
a
destrui
ção
dos systemas
de
governo
naturaes
e
nacionaes;
tirarem
a
influencia
e
aucto-
ridade ás classes
conservadoras
e
sérias,
e
pôl-a
nas
mãos
de
aspirantes
ambiciosos,
que
aceitam
tudo,
seja
que
systema
fôr,
ou
desordem,
com
tanto
que
sejam
ellas
quem
disfruiem
as nações,
se enriqueçam, e
subam á custa d
’ellas;
embora
as
degra
dem,
as
perturbem,
as empobreçam, as
endividem,
as
arruinem, as
desmoralizem.
Mais
de
uma
vez
tenho alludido a uma
célebre circular
n.°
VIII,
da
Alliança
Pro
testante,
e
que
foi
então
publicada
(im-
prudentemenle
sem duvida)
pelo
Morning
Herald,
em
1853; onde se
confessava,
que
era
a Igreja
Protestante
quem
tinha
con
corrido
e
trabalhado
'
na
inlroducção
des
tas
revoluções
e
reformas,
chamadas
«con-
litucionaes»
(consistindo
em
destruir as
verdadeiras
constituições
dos
povos
e
na
ções); afim
de
atraz d’
isso,
ou ao
mes
mo
tempo, introduzirem
a propaganda
Pro
testante.
Os
procedimentos
propagandistas
em
Portugal,
na
Hispanha,
no
Brazil,
nas
Àmericas
Hispanholas,
na
Italia,
todos
de
accordo
com
os annuncios
d
’
aquella
men
cionada
Circular
n
0
VIII;
e
os
procedi
mentos e
declarações
e
medidas
do
tal
Concilio
Pan-Anglicano
em
Lambeth,
vam
bem
de
accordo
com
isso
Agora, com
os
arranjos
Anglo-Tur-
cos
symbolisa
!os
na
cessão
e
Convenção
de
Chypre,
vam
todas
as sociedades
Pro
testantes
e ricas,
como
sam,
prodigalisar
esforços,
intrigas,
e
dinheiro,
para semea
rem a
granel
o
Protestantismo na
Asia
Menor,
e
em
todos os
paizes da
Asia
Turca,
por onde
ha
de
atravessar
a es
trada
ferrea
para
a
Índia.
A
nossa
Igreja,
os
nossos
missionários,
terám
de
redobrar de
zêlo,
de
aclividade,
de
perseverancia,
e
de
sacrifícios,
assim
como
de
supplicas
ao
Céo,
para
neutra-
lisarem
o
mais
possível
os
effeitos
perni
ciosos
d’
este exame
de
ricos
missionários
do
êrro.
A.
R. SARAIVA.
---
—---
Todos
os
homens são
eguaes—
dizem
os
modernos
publicistas,
e
fazedores
de car
tas
com
duas
cabeças.
Em
que
sentido—-perguntamos
nós?
No
íisico,
ou
no
moral?
Mostrem-nos
dois
ao
menos
eguaes
em
um
e outro
sentido!
Não
são
capazes.
E
’
uma
eguaidade melhafisica,
e
de
invenção
—
dizem
ainda os
discípulos
da
moda.
Como
assim?
São eguaes
perante
a
lei
porque
a
lei
proteje
com
protecção
egual
o
rico,
e
o
pobre,
o
sabio,
e
o
ignorante,
o
no
bre,
e
o plebeu em
tudo
_o
que
respeita
á
vida,
á
propriedade,
aos
talentos, ás
vir
tudes,
e
aos vicios.
Pois
se
é
como
dizeis,
respondei:
Porque
razão
não
premiaes
os
homens,
que
são reconhecidamente
virtuosos?
Porque
não
casligaes
os
crimes,
e os
erros
dos que,
sendo
creados
para
admi
nistrar
justiça,
prevaricam
umas
vezes
por
malicia,
e
outras
por
ignorância?
Porque corrompeis
o sufrágio,
e
at-
tentaes
contra
a
consciência
publica nas
eleições?
Porque
quereis
levar
ao parlamento a
uns
certos,
que
vos
apoiem,
e
susientem
com
o
seu
voto
pedario
a
um
acceno
que
lhe
façaes?
Sois
acaso
santos,
e
únicos
para
fazerdes
a
felicidade
publica?
Sois
por
ventura
os
creadores,
e
regu
ladores
d
’
essa
felicidade,
fóra
da
qual
não
ha
salvação?
Porque
embrulhaes
este
pobre
povo
n’
um
tecido
de
leis
sem
fim?
Ignoraes
a
historia,
que
vos
moslrafque
a
permanência
das
leis prova
a sua
bon
dade?
Não
sabeis
o
estado
de
prosperidade
a
quê
chegou
Portugal
nos
séculos
dos
tres
codigos
Aflonsino,
Manuelino
e Filippino;
e
não
sabeis
que
os
povos
mais
felizes tem
sido aqnelles,
que
se
governaram
por
poucas,
mas
boas
leis?
Que
tem
o
thesouro
de
melhor
que
o
erário?
Que
tem
o
tribunal de
contas
de
mais
vantajoso
do
que
o
concelho da
fazenda,
e
do
que
a
rneza
da
consciência,
e
or
dens?
Em
que
influe
a
escripiuração
por
partidas
dobradas
sobre
as
partidas
sin-
gellas
para
mostrar
a
receita, e
a
des
peza,
e
a
existência
de
fundos
nos
cofres
do
Estado?
Não
vos
sóbe
o rubor
ás
faces,
compa
rando
as receitas publicas
com
as
enor
míssimas
despezas durante o
reinado
de
D.
José,
e vendo
qne
no
erário
ficou
um
sobejo
de
oitenta
milhões
de
crusados
da
gerencia
do
marquez
de
Pombal,
emquanlo
que
vós
regeneradores,
e progressistas
de
mão
furafa
e
de
unhas
agudas,
tendes
centuplicado
os
tributos
sem
terdes
re
edificado a
cidade
arrasada
pelo
terre
moto
de 1855,
sem
terdes
a
respeitável
marinha
de
guerra
d’
aquelles
dias,
hoje
reduzida
a
quatro
chavecos
e meio; sem
lerdes
sustentado
uma
guerra peninsu
lar,
que
involvesse
a Europa por vinte
an
nos?
Em
que
consumistes
o
património
ré
gio,
o
património
do infantado,
os
bens
das
ordens
militares,
e
religiosas,
mise
ricórdias,
hospitaes,
irmandades,
alberga
rias,
os
bens ecclesiasticos,
capeilas
vagas,
heranças
jacentes?
Quaes
são
as
reformas
nos
costumes,
que
tendes
feito
para
tornar
sobrio.
e
vir
tuoso
este
paiz
oulr
’
ora
tão
respeitado,
e
hoje
tão
abatito?
Em
que
consiste,
e
aonde
está
essa
regeneração
apregoada
pelos
vossos
trom-
beteiros?
Se
todos
os
homens
são
eguaes
pe
rante
a
lei
porque
os
não
aferis
pelo
mesmo
padrão,
e
os
não
libraes
na
mes
ma
balança; e
para
que
antepondes
os
afilhados
aos
mais
benemeritos
sem
pa
drinho?
Estabelecestes
os
concursos
para nos
deitardes
poeira nos olhos, porque
sois
sacerdotes
da
casa
de
Meca,
e
sómente
attendeis aos
que
lá
tem
alampada!
Apren
destes
com
os
Crassos,
com
os
Silas,
com
os
Cesares!
Eguaidade,
eguaidade!
Sois
o
argolão
de
Pausanias,
que
só
uma
chave
abre,
e
essa
chave
passa
de
mão
de
Dictador
a
Dictador!
Tanto
na
íisica,
como
na
moral,
como
na
política,
a eguaidade,
só
póde
dar-se
em
eguaidade
de
circumslancias:
temol-o
diclo
cem
vezes:
é
este
o
direito,
ou a
sua
re
gra:
mas
na
pratica
não
passa
de
uma
palavra
sonora
aos ouvidos
dos
fanaticos,
e
de
terror
na
sua
verdadeira,
e
unica
si
gnificação?
Pallida
mors
oequo pulsai
pede
Pauperum
tabernas,
regumque
turres.
Eis
ahi
a
realidade
da eguaidade, em
que eu
creio.
José
de
Freitas
Amorim
Barbosa.
IGNACIU
I.
Cardeal
Presbytero
da San
ta Egreja Romana.
do
titulo dos
San
tos Nereo
e
Acliilleo,
Patriarcka
de
Lis
boa,
etc.
AO
CLERO
E
FIEIS DO PATRIARCÍIADO E
PRELAZIAS AN.NEXAS
bímiíSe, S
*
»
íb
«
em
J
cmiih
ChriMtí»
IV<9ss<»
WsUv.vtlor
Antes
de ouvirdes,
caríssimos
Filhos
em
Jesus
Christo,
as
tremendas
palavras
da
sentença,
que
condemnou
o
infeliz
apo-
stata
António Ferreira
de
Miranda,
cum
pre
dirigir-vos
algumas reflexões,
qhe
vos
levem a
repeliir
o
alUntado,
que
a
cau
sou;
e
a
nao
deslisar,
um ponto,
das
crença^
calholicas, que
são
a
maior
glo
ria
do
povo
portuguez.
Apostasia,'caríssimos
filhos, vale
o
mes
mo,
que
deserção:
catholico,
que
a
pra
tica,
deserta
do
campo
da
verdadeira
egre-
ja,
pàra
incorporar-se
na
fileira
dos
he-
reies
que
a
combatem;
e
se é presbytero,
nao
póde
em
especial,
exiinir-se
do
cri
me
de
traição,
porque
promessas
éspe-
ciaes
o
legavam,
espontaneamente
mani
festadas.
O
apóstata
par
conseguinte,
Antonio
Ferreira
de
Miranda,
é‘
desertor,
é trai
dor;
e
como
tal
não
podia
deixar
de
ser
castigado
com
a
pena,
que
a
Egreja
ca-
tnolica
tem
decretado
contra
os.
reus
de
tão
grande
delicio
—
a
excommunhão
maior
vitanda.
Por
esta
pena pois,
em
que
incorreu
o
infeliz
presbytero
e
que
(ui
applicada
solemnrmente
pelo,
tribunal
da
nossa
re
iação Patriarchal,
não
poderá
elle
ser
admillido
aos
sacramentos
da
Egreja,
ain
ua
á
hora
da
morte, ter
sepuilura
eccle-
.jasiicíi c
suíTr^gios
*
sc
âolcs
não
mani
festar,
que
tem
arrependimento
sincero
dos
escândalos
que
déra
aos
fieis.
E
pelo
que
respeita
a
estes,
não o
poderão,
saudar
ou
cumprimentar
em
qual
quer
logar,
que
o encontrem,
e muito
menos conviver
com elle
seja
qual
foro
modo.
Não
poderá
lambem
ser
permitti-
do
nas
egrejas
por
occasiaq da
celebràção
do
santo
sacriticio da
missa,
ou
quaes-
quer
outras
solemnidadts.
Todos
os
caiholicos,
que,
exeeptuadps
casos
de
grave
necessidade
espiritual,
ou
temporal,
communicarem
com
elle,
incor
rem
na
pena
de
excominunhão
menor.
T
*
es
são.
caríssimos
filhos
em
Jesus
Christo.
os
effeitos
de
pmt
gravíssima,
imposta
ao
presbytero
Anlonio
ferreira
de
Miranda,
os
quaes
deveis
ler
muito
em
vista,
não
só
parà
cumprir
o
que
vos
diz
respeito,
excluindo-o
das
vqjsas
re
lações
em
qualquer
logar;
ma».
lambem
para
que
concebáes
horror
a
tão
vil
al
umiado,
como
é
o
da apostasia,
ou
deser
ção
do
grémio
cattiolic.o
’ para
o
m.eio
d
?s_
herejes
corrom
i
los
e
corruptores,
E
antes
de
concluir, cmnpre-Nos
ain
da,
mostrar
a
lealdade
do
ijelicto
cpm-
metlido,
alternas
as
cireumslancias,
que
tem
dado
e
,se
estão
observando
desde
tempos
não
muito
remutos.
Quando, cari-sirnos
filhos,
em
.toda,-,
as
nações
da
Europa,
que;
tiveram
a
fra
queza
de
abraçar
a
Elsa
religião
pro
testante,
na
I
iglaterra,
prineip
dmente
se
estão
vendo
numerosas
conversões
de
protestantes
ao
cr.thohcismo;
quando
es
tas
conversões
subiram
a
ponto
de
que
a
Santa
Sê
de
(doma
leve
de
crear
adi
treze
Dioceses;
quando
á
própria
Escócia,
<mrle
o
protestantismo
tem
sido
mais
re
nitente.
tta
p.
ueos
meses
sua santidade
Leão
X1U
decretou
>eis
novas dioceses;
quando
os
filhos
da
Inglaterra
protestai!
-
tes
nos
p;;:
z
s
de
Alem
mar,
Estados-
Uuidos
da
America do
Nprte,
onde
ha
men
>s
de
um
scçu!o
nao
.havia
um
só
bispo,
hoje
contam
sessenta
e
seis
olio,-
ceses calbolicas;
quuido
os
m
sinos
tilnos
da
Grã
‘
helanh>
na
Austcilasia
tem
á
sua
frente
de-iest-is
bispos
e
sete
vigários
aposlolicos;
quando
njima
pa
avra,
na
Europa,
America
e
Auslralssip.
milhões
de
protestantes
abandonando
ar>
divers-.s
sei
tas,
em
que
f
ram
educados, para
■en
trarem
no
grémio
da
Egreja
calholica, a
fim
de
segurarem
a
saGação
de
suas
al
mas:
é
agora,.
ç
ti
'estas
cirenmst
meias,
que,
o
presbytero
Antonio
Ferreira
de
Miranda,
abandona
a
mesma
Egreja
para
sujeitar-se
am>
priucipips
de
seitas
con
d
n.das!
Tem-se
acolhido
milhões
de
protestan
tes
á
verdade,
á
luz,
á
vida;
o
presbytero
Adtonio
Ferrsira
de
Miranda
acolhe-se
ao
erra,
ás
trevas,
á
morte!
Não
o
imiteis,
caríssimos
filhos,
cm
Jesuv
Christo.
Tende
compaixão
dq
vós
mesmos,
de
vossas
almas,
agradando a
Toda a
correspondorneia para
a
redacção,
administração ou
outra
qualquer que tenha de ha-
I
ver com o «Commercio do Mi
nho»,
será enviada ao
seu
di-
rector Antonio
Joaquim de Mes-
quista Pimentel, rua Nova n 0 4
—Braga.
Huietian cio
guvrriio eeeleaiasti-
eo
ais>»
Abares.
—
Recebemos
o
ultimo
numero
d
’este
periodico
o/ficial
do
bis
pado
de
Angra
do Heroísmo e
flitas
tios
Açores,
que
já
vae
no
tomo 3.°
luleressapte
e
çonsolador.
como
setp-
I
pre, para
o
espirito
dos
bons
catholicos,
este
Boletim
é
um
monumento
glorio-o
que
teslimunltará
ás gerações por
vir
que,
n
’
este estado
deplorável
de
degradação,
a
que
o
liberalismo
arrasta
Portugal,
ain
da houve prelados
revestidos
de
dedicação
e
desvelada
solicitude
pastoral
para
com
o
rebaulio que
lhes
fu
confiado.
E
’
ainda
um
protesto
elpquente
e
su
blime
conlia
esse
esfacelamento
religio
so
e
social,
proveniente
do
mais
crimi
noso
indifferentismo,
do
mais
funesto
si
lencio,
da
mais
deplorável inreção
que
nos
ameaça
de
morte;
um
protesto
consola
dor
e
esperançoso,
que,
ainda
hem,
no?
impede
de
dizer:
tudo
está
perónio!
Honra
e
loqvor
ao
venerável
bispo
de
Angra
do
Heroísmo!
0
presente
numero
d
’este boletim
prin
cipia
por
uma
carta
d
excommunhào
ful
minada
contra
Luiz
Alves
Galego e
An-
tonia
de
Jesus, n’
eila
incursos,
por
le
rem
commellido
o
attentatlo
de
preten
derem contrair
entre
si
o
Sacramento
do
Matrimonio, na
occasião
em que o
rev.°
parodio celebrava
o Santo Sacriticio da
Missa,
sem
que satisfizessem
ás
condições
e
• f
.rmajidades
prescriptas
pelo
Concilio
Tridenlino
e
constituição
do
bispado.
Pohlica
em
seguida
uma
pratica
de
sua
ex.
a
revm.
a
,
como
introducção
aos
exercícios
espirítnaes,
feitos
no
corrente
anno
em
o
seminário
d
’
aquella
diocese.
Apesar
da
sua
extensão
e
do
pouco
es
paço
de
que
podemos
dispôr,
talvez
a
publiquemos na sua
integra,
por ser
um
transumplo
fi.d
do
verdadeiro
zêlo,
unc-
.ção
religiosa
e
sollicitude
pastoral,
que
auiíiia
o
excelso
prelado
d
’
Angra.
Termina
com
um
edital
pira
matri
culas.
exerciciqs
espirítnaes
p»ra
semina
ristas
etc.,
e
com
uma
relação
dos
alum-
nos
iuternos
admittidos
tio
Seminário
Epis-
copal,
no
anuo
lectivo
de
1878
a
*
879
D
’
esta
relação
vêmos
que
são
admittidos
dos
annos
anleriores
28
alumnos
gratui
tos
e
por
despacho
de
4
do
corrente
5,
allumnos
porcionisras-,-
31.
e
pensionistas,
l
Estes
pagam
a
mensalidade
de
8^000
reis;
o.-
põrclonisfas,
ha
os
desde
5:600
até
500
reis,
págando
o
maior
numero
apenas
esta
uhirna
quantia.'
N^esta
rela-'
ção
enlr.im
alumnos
das
seguintes
ilhas:
,8.
Miguel,
Pico, Graciosa,
Terceira,
S.
Jor
ge,
Flores,
Faial,
Horla
e
Angra.
€
’«snpreaa»
c»
tlcveri
—
ó
snr.
^òver-
ni.lor
civil
dá
Côfuna ordenou
ao
jorha!
a
■«Reforma
de
Satúiago»,
ultimaménte
.excommungado
pelo
snr.
arcebispo
d
’ã-
qiiídla
cidade.,
a
suspensão
iilLiiilada.
«EI
Teleyra
hq
»
acaba de
ser
condemnado
a
pjgir
a.
m.uita
de
23
pezêías.
A
esla
policia
<fo
«Jornal
da
Noite»,
lã
«Família»
accreseenta:
«Deus
perraiiti
que
a
intrepidez
do
snr.
arcejiispo.de
Çompo.sleíla,
coroada
dos
melhores'
resoliádos,
passe
0
Minho
pàra
i
cá,
chegue,
até
m:
Tejo
e
depois
'se
diri'-
jja
alé
an
Guadiana.
Os
inimigos
da
Rc-
;
Íigíàp
’ Cátliõlica/são.alrèvitfõs,
qriaMdo
não'
iencomtram
pela freiite
arcebispos'
de
Cbm-
!p
stel^a.»
D’
aç.çprdo.
'çólleg-ã.
1Í3
eccHéisoastScòs.
—
O
I
«Diário»
de
23
publica,
os
seguintes. 6es-
!
■p
cli'
-:
.
O
présbylefi)
António
Dias
:
da
’
Fb’
riSecà'
'
llves
—
apresentado
na'egrejá parochiál
de
Nossa
Senhora
da
Penha
das
Aranhas,
no
cbnceilió
de
Pètiamacor,
bispado
da
Guarda.
Declarando
sem
effeito
o
decreto
de
'2
de
novembro
de
1877,
que
apresentou
João
Mendes
de
Almeida,
parócho
coPa-
Deus
no
grémio
da
Egreja
Calholica Apos
tólica
Romana.
Dada
em
Lisboa
aos
2
de
setembro
de
1878.
1.
Cardeal
Patriarcha.
do na
egreja
de
Santa
Marinha
de
Avan
ça,
bispado
do
Porto,
na
egreja
parochial
de
S.
Julião
de Mangualde,
bispado
de
Vizeu.
O
presbytero
João
Pessoa de
Campos,
parodio
collado
na egreja
de
S.
João
de
Carvalhal
Redondo, bispado
de
Vizeu—
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Julião
de
Mangualde,
do mesmo
bispado.
I¥í
*
t«r«Seza.
—
-E
tá
imblicado
o
n.°
42
da
Naluraleza,
semanario
illuslra lo",
destinado
a
vulgarisar
os
progtesíos
das
sciencias modernas.
Eis
o
seu
suramario:
«Los produclos
químicos
para
la
grau
industria
en
la
exposicion
universal
de
1878.
—
Formas exteriores
de
los
mbteori-
tos.
—
Cuidades
prehistóricas
de
la
época
lacustre
(contmuacion).—Gran-globo
cau-
tivo
de
M.
Henry
Giífard
(continuacion).
—
Miscelânea.
—
Micrófqqo
Hughess.
Este
numero contém 19
preciosas
gra
vuras.
O
preço
da
assignalura
d
’
este
bello
jornal
é
diminutissimo.
altenlas
as suas
condições:
25
pesetas
por
anuo
e
13
por
semestre,
em
Portugal.
ftoiitíeio
«»g«-í®oía.
—Foi
inaugurado
no
dia
13,
em
Lamego
um
comicio
agrí
cola.
Assistiu á
inauguração o snr. Jayhie
Batalha
Reis,
que,
n
’
um
bello
discurso,
tornou
evidente,
segunda
informa
um
cor
respondente
da
locaíidadç,
qtiaiitò
se
me
lhorariam
ás
condicçoei
de
vitalidade
do
concelho
de Lamego,
quanto
concorreria
ésle
pfógresso
para fomentar outros
no
bres
eslituulos
da
iniciativa
particular
e
quanto
deveria orgulhar
se
aquella
cidade
por
ser
a
primeira
èm
Portugal
em
crear,
em
organisar
solidâmentê
o
primeiro
co
micio
agrícola
de
que
adviriam
para
o
paiz
vantagens
dé
grande
alcance.
Presidiu
o
snr.
bispo da diocese
e
as
sistiu
grande
nuírtèfo
dè
cidadãos,
e
en
tre
elles
os
membros
da camara
munici
pal,
aucloridaceS
écClesiaSticas,
militares
e
civis
Discursaram
também
os
snrs.
visconde
de Guedes
Teixeira,
dr.
Miguel
Moreira
da
Fonseca
e
o
rèvd.°
bispo.
CoseapiraçAo.
Disse-se
ha
dias
que
se
havia
descoberto
em Sevilhà nma conspi
ração
republicana.
Hoje podemos
accrescentar
o
seguinte
que
encontramos
n
’
um
jornal-
Sabendo
o
snr
governad
r
civil
da
província
que
alguma
cousa
se tramava
contra
as
instituições,
procedeu
á
prisão
>
de
vadias
pessoas, algumas delias
de
im
j
pertar.cia
ífestâ
capital,
entregando
as
im-
mediatamente
aos
tribunae-.
Em
consequência
dhsto
firam
presos'
D.
Eduardo
Agmrrevgngoa,
presidente do
|
centro
reptib
icatio;
I)
Rafael
Peréz,
dfeH
Álamo,
chefe
superior
do
movimento
pro-
l
jectado
em
Andaluzia,
e
um
snr.
Mon-|
tanehez.
A
estes
cabecilhas
foi
tomada
nma
porção
de
papeis,
entre
elles
a
lista
das
individuos
que
uiensãlmente
ciíniiibu
am
para
o
movimetito;
ebrn
indicação
das.j
quantias
que
cada
’ bitr
d’
tíl
tís
abotiaV.i;
oijtrhS
’
listas
dos
dèz pelotões
ehrqiié
ti
nham
dividido
a;
forças
de
que
dispu
nham,
com
os
nomes
dos
chefes
e offici
íés
dos
mesmos,
e
unias
cartas
e
outrtfs
do
cumentos
que compfomiítfèm
varias
:pbs-
'soas
de
Sevilha.,
A
polícia
procurava
no
.Tm
'9
òs l-e-
voltósbs
p
:
ra
premféT-dS,
e
os
doenmin
tos
citados
"estavam'
:
em
poder
do
áÓr.
go
vernador
ei v
I
da
ófóvíficià:
E
’
ctfrmsâ
a
divisão
por
pelotões;
pwts
esfavãm
perfeitamlente
qrganisadbs;
e
nos
papeis que
diziaifi
respeito
a
cada
hm
de
elles designava-se’ a
'çlàhse
de
‘
arma
mentos
que
k
se
.
tinha
dado
a cada
in-di-
vMuo, e
outros
'
pormèri
res
qmf
dè
>
on-
stfam
'que
í
*
ud>
éstava
feito
c'om
perfei
ção.
<S5
Réite
-Há'
ijuateata
<;n
nos
qiírt
Boòssignadit
cóilieljou
a
fazer
es
tudos
sobre
o
sdçCo
do
G
daeteídlroii,
co
nhecido táíimêm
pelá
denotòiliãçào
de
ar
vore
-
vacai.
’
0s
eXempla’
res
‘expostos
eStè
anno
no
'Campo
de
Mãíté
jjértni'tti
i
fam-;lhé
continuar
e
completar
os
estudos
súottfíj
'leite
veg
-tal;'
e
;
xp
»
s
?
os
seus,
rèsúltailos
á
academia
das scierídas’
de
1
’
aViJ.
A
arvvrè
vácca
tem
13
a
2i
òrejtrós'
■de
altura,
as
sóis
'
f
dlws’ sã
‘i
‘ bblotigas
e
adi
raas,
e
térpíinaúá
por
p.mtas 'coria-
oeas.
Bastà expremer
o
tronco
para
que sê'
escape
uma
sêlva
JèTtcJsaí
Chamam
os ín
dios a
esta
operação
«ordenhar
a arvo
re».
As
propriedades
nutritivas
o
’
esie
leile
são
iriconteslàveis.
Botissi.tnauli
usou-o
durante muitos
mezes
no
café e
choco
late.
E’
muito
mais
consistente que
o
leite
de
vacca
e
produz
uma
reacção
acida.
Exposto
ao
ar
coagula-se
facilmente,
to-
mando
o
aspecto
de
queijo.
Este
encerra
uma
matéria
gorda,
indubitavelmente
com
plexa,
em
que
se funde
a
50
’,
muito
analoga
á
cera
de
abelha
com
a
qual
Beumguanet tem
formado
excelientes
ve-
las.
Encontra
-se
n
’
eiie
lambem
uma
sub
stancia
azotada
que
recorda
a
albumina
ou
fibrina
vegetai
Substancias
assucara-
das,
saes
de
potassa,
de
cal,
de
magnesia,
phosptiatosi
e
agoa
completam
a
composição
deste
liquido.
Ainda
que
encerra
os
mesmos
elemen
tos
que
o
leite
de
vacca,
varia
no
en
tanto
na
s'Oa
composição
quantitativa.
.TÍM-i-íiesres
exee»a4a<5s»».
—
Até
ha
pouco
tempo
não
havia
sido
executada
ne
nhuma
mu
‘
her
em
Inglaterra no
período
de
17
annos.
Não
é
assim
em
França.
As
estatísticas
cri
ninaes
publicadas
annualmen-
te
pelo
ministério
de
justiça
indicam
que
desde
1830
até
1876
foram
executadas
24
mulheres.
Se
se
accreceníar
a.
este
nuine-
ro
86
mulheres
conde.iíinadas
.á
morte
e
cuja
pena
foi
commuiada
peia
de
traba
lhos
forçados,
resultará um
total
de
110
mulheres
contlemnadas á
pena
ultima
n
’
a-
qitelle
periodo.
Os
annos
em
qtie
houve
inaior
numero
de mulheres
condemmdas
á
são:
1834
duranre
o
qual
houve
16
COndemnadas;
1832,
em que
houve II;
1833
e
187o,
em
que
houve
7;
1830
e
|I85!,
em
que
houve
6. Alem
d
’isso,
em
1853
foram
executadas'
4
mulheres;
em
1830,
1851,
1834
e
1838
execntaiam-se
3. O<
annos
em
que
não
se
executou
ne
nhuma
mulher
áào:
1359,
1?-6í, 1862.
1864,
1865. 1866,
1868.
1869.
1870,
Í871,
1873
e
1874
Como
se
vê, es
tas
execuções
foram-se
tornando
pouco a
pouco
mais
raras;
desde
1860
a
1876
só
foram executadas
7
mulheres
em
quanto
que
desde
1850
a
1859 foram
17.
^©s-jjíayn-o.
—
A
SentineUe du imdi
conta
que
um contractador
de
obras
pu
blicas
de
Cahnes
descobriu
nma
grande
porção
de
porphyro
nas
montanhas
que
orlam
o
littoral
de
Ganhes
a
Tolon.
Se se
considerar
que
cada
metro
cu
bico
de
pofpltyro
se tem
chegado
a
pa
gar
a
2:500
francos,
póde
se
dizer
que
o
descobrimento
d
’
osta mina
será
para
a
re
gião em
que
se
acha
nma
verdadeira
fon
te
de
riqtieza:
O
mesmo
indivíduo
descobriu
também
nos
terrenos
do
Saint
Vallier
ou
de
Sain-
te-Tropez
utn
jazigo
de
mármore
ama-
reHo
e
negro
de
uma
belleza
notavei.
Porluguezeu
fsilleeãdoH
—
N
- R
0
de
Janeiro,
falleceram
desde
o
dia
22
até
28
de
agosto,
os seguintes
súbditos
p
»rlu-
guezes:
Manoel
Valente
de
Mattos,
36
a,
s;
Caetano
Miguel
Pinho
d
Azevedo,
30
a,
s;
Manoel
Lourenço
Gor
’
>o,
-40 a.
Anto
nio
de
Oliveira
.Bratif
),
30
a,
s;
João
Lopes
dos
Santos
Braga.
3í
a,
s;
José.
Correia
Macedo,
21
a,
s;
Antonio
Gomes
Nova,
30
a.
c;
Joaqniua
Emilia
do
Co
ração
de
Jesus. 30
a,
s;
Anlonio
da
Sil
va Monteiro,
30
a,
s;
.Bernardino
Mar
ques, 23
a,
s; Anua
de
Jesus
Correia,
34
a,
s;
João Joaquim
Lojies
da
Silva
Telles
18
a,
s;
João
Antonio
dos
Santos,
24
a,
,s;
Joaquim
José
Bernardes.
32
a,
.c;
Antonio
Francisco
Lopes
Ferreira,
54
a;
Maria
Joaquitia
Rodrigues
52
a;
Maria
da
Conceição,..
18
a,
s;
Antonio
Car
alho
da
Silva,
26a; Anlonio
Alves,
50
a;
An-
tqnfo
Gonçalves 1
‘edra,
3.0
a,
c;
Manoel
Brun
da
Silva.
36
a,
,c;
José Vicente
de
Sousa,
18
a,,
s';
Maria
Ferr.çira
Pinto,
44
a,
s;
Manoel
de
Soqsa,
34 a,
c;
José
Manoel
de'
Àràujo
’
26
a,
s;
Joaquim
Gonçalves,
27
a,
s;
Severiano
Joaquim
de
Saíif
Aima
69
s;
Manoel
de Pinto,
n3
aj
s;
José
Matl-ns
de
Jesus.
3
<
a,
s;
Ahtouib
<to
Rosário
Léiie;
22
a,
c;
Jóãtf
GotiçaLos
Braz,
38
a,
s;
Manoel
Leite
Rasto,
21
a,
s;
Luiz
Madeira,
34
a,
s;
José M‘odes,’
22
s.
CODtôO
ADMimSTR
ATIVO
líTíiLO
X
ISwtí
eieiç
3??.<«.
áaa
® ir
p.»s
atlssBtni-
CAPITULO
V
Das
assembléas
de apuramento
[
(7o.nl
ííínaçSo]
,Vt.
324
0
No
Jdtningo
immediato
ao
da
eleiçã':,
pulas
nove horas
da
manhã,
reunir-se-hão na
casa
da
camara
os
por
tadores
das
actas
de
todo
o
concelho
c
oit)
o
presidente
da
commissão
do
re-
íe
nseaineuto;
proceder-se
lia
logo á
for
mação
da
mesa,
conforme
o
disposto
nps
ar
tigos
278
°
e
seguintes d
’
esle
codigo,
e
observar-se-hão
todas
as
mais
disposi
ções
applicaveis
com
respeito
á
formação
das
mesas
das
,
assembleas
eleiloraes
pri
marias,
e
ao modo
de
manter
ahi
a
li
berdade
e
fazer
a
policia,
compelindo
pa
ra
esse
fim
ao
presidente
e
mxisa
das
a&-
setnbleas
eleitor,ges
deapuramento
as
mes
mas
altribuiçôes.
que
pelos
citados
arti
gos
compelem
aos
presidente?
„e mesas
0
’aquellas
asserrfbleas,
§
1.®
Se o
presidente
não çomparqcer
4
hora
asdgíiada
neste
artigo,
.
prove r-sçi
*
ba
a
sua
falta pelo
modo indicado
no arti
go
281/’
_
II
,0:11/1
1:1
Quem
quiser
airen-Jãt'uma
casa na
rua
do
Alcaide
n.°
4,
e
éoçíprar
uma
grade
de
um
jazigo,
póde
traolar
com
Almeida
&
Pereira.
(2001;
Vende-se
uma
de
pau
oleo,
com
pou
co
uso,
própria
para sali
de
visitâs.
Falla-sè
n
’
^ila
tedacção.
(2002)
ÉDITOS DE 30
DIAS
Pelo
juizo
de,
diréito
jd^tá
comarca
de
Braga,
e
cartono’ do'
esérivãô
dõ
.primeiro
offieío
Freitas, de
quem
actiralmerite
é
escrivão ‘
ajudante
Manoel Gonçalves
da
Maia,
a
requerimento
Ató
Mànôél
?
Seíjuteirà
Dias,
solteiro,
de
maior
edade,
da
fnegtie
sia
dé
Sequeira, e
sua
irmã
e
cunhado,'
Rosa
Sequeira
Dias
e
marido
António
Fer
nandes
Ramos,
da
fregÕèzia
de
$.
Pedro
de
Merelim,
José
Sequeira
Lopes,'
solteiro,
de
maior
edade,
Sítílhsiião
Sequeira
Lo
pes.
também
solteiro,
de
maior
edade,
e
ambos
da
fregõezia
de
Sequeira,
Antonio
Sequeira
Lo/ès
e
mulher
Antopia Lpn-
renço
Vãihça,
Rosa Sequeira
Dopes
é
ma
rido
José
Ferreira
Fabrico,
Maria Josefa
e
marido
João Martins,
lodos
da
freguesia
ij
2.°
0
administrador
do
concelho'
assistirá
a
todos
os.
actos
da
assembjea,
§
3.° Nas
cidades
de
Lisboa
e
Poj
r
to
assistirá
o administrador
do
bariro
on
r
de estiver,
situada a
casa
da
camara.
Art.
32o.
0
Constituída
a
mesa,
o
pre
sidente
da commissão do
recenseamento,
que
fica
sendo
o presidente
da
assemblea,
lhe apresentará
fechado
e
lacrado
9
du-
plicado
da acta
que,
na
conformidade
do
artigo
319-°,
tiver
si
Jo
remeltido
ao
pre
sidente
da
çamara municipal,
que
pira
lai
fim
o
entregara;'
os
portadores
das
actas
apresentarão
tambepi
os
duplicados
que
lhes
tiverem
sido entregues.
er
y
o
administrador
do
concelho
apresentará
os
cadernos
e
toais
papeis
que
"houver rece
bido
nos
termos
do artigo
319."
§
unico. Feita
esta
apresentação,
no-
mear-se-hào,
pelo
modo
indicado no
ar
tiao
278.°.
as
eommissõé’
que se
julga
rem
necessárias
para
a mais
prompta
ex
pedição
dos
trabalhos, e
por
estas
com-
missôes
se
distribuirão
proporcionalmente
as
actas
das
assembleas
do
conselho,
de
maneira
porém
que
0
exame
da
acta
de
uma
assemblea
não
seja
nunca
encarre
gado
á
commissão
de
que
forem mem
bros
os portadores
da
acta
dessa
assem
blea.
Art.
328.°
As
commissõfis
proc
‘
éderãO
imme
liatam
mie
a
examinar
as
actas
que
lhes
forem
«le
distribuídas,
e
apular os
respectivôs votos
Do
resultado
darão
con
ta
á
assemblea.
Art.
327.°
Os
pareceres
daS
diversas
commtssões
serão
lidos
e
ãpprovaíos
ou
reformados
pela assemblea
geral
de
apura-
menlo.
'
-
"2
Art.
328.°
Approvados
ou
reformados
os
pmeceres,
a mesa
procederá
immedia
lamente
ao
apuramento
géral,
na confor
midade
tPelles,
a
fim
de
averiguar
0
nu
mero
total
de
votos que
cada
um
dos
cidadãos
votados
tiver
em
todo
0
concelho,
e
sobre
i-to.lavrará
um parecer,
que
se
rá
lambem
lido
e
approyado
ou
reforma
do
pela
assemblea.
Art.
329.°
As
funeções
das
assembleas
de
apuramento
reduzem-se a examinar,
pela
comparação
das
acta?
trazidas
pelos
portadores
cotm
os
duplicados apresenta
dos
pelo
presidente
da commis^o
do
re
censeamento.
e
também
cara
os
cadernos
do
recenseamento,
se a“qfte!t-s
actas
são
realmente
as
mesmas
quê
f-vfih
confia
das
aos
portadores
pelas
mesas,
e
se
os
votos
que
d’ellas
consta
haver
. lido
*-
cada
cidadão
na
respecliva
assemblea
são
real
mente
os
que
elles
ahi
tiveram,
e
bem
assim
a
apurar
esses
votos.
§
unico.
De
maneira
neqhpma
por^m
deixarão
de
contar vptes
a
qiialqner
ci-’
dadão.
ou
poderão
ánrrtmar
as
actas
das
quaes
elles
constam.
Com
0
fundamento
!
de
que
houve
alguma
nullidade
no
recén-j
searnento,
na
forriíaçJto
das
mesas,
no
processo
eleitoral-,
de que
algnm
das
ci
dadãos
votados
é
absoluta
ou resppctvva-
meute
ia.-fègivtd,
ou
com
qualquer
otítro
que
não
seja
a
falta
'le
aulhenltchlade
011
exacçào
expressamente
especificadas
n
’
este
artigo.
f
-
;■
í";
Art.
330.°^Quando
por
qualquer
mo-
|
livo
imprevisto
deixar
'de
ser
apresenta
do
á
assemblea
de apuramento
algmn
dos
exempla
‘
es
çíaíÇjptas,,
far-se-hM'
apiira-
ment-.i
pejos «ue
Art
33r.0
';‘G.qnclui'^,0
(apunmèiíto.
escrevei'-se-.ha
em
dois
cadernos,
assina
dos
e
rubricados
pela
,
tnçsa.
_
0
h 11
mero,
de
votos
que
téve
cada
cidaílã
<
Art.
332.
0 Serão
considerado^ cVfmo1
eleitos
aquelles
ci
hdãos
que
reunirem
maior
numero
de
votos.
§
l.° Quando
dois
ciiidãos
tiverem 0
mesmo
numera de votos,
nreterirá
0
mais
velho.
§
-2.°
0
nome
-ífaipMIes
quft.
sahirem
elêifõs
public'ar-sé-ha
'por
edittíes
*
alfixados
na
porta
da
casa
da assemblea.
Art.
333.°
Do
apuramento
deve
la-
vrar-se
acta,
na
qual
serão
declarados
os
nomes
dos cidadãos
eleitos
e
0
numero
de
votos que cada um
teve.
Art.
334.°
Da
acta
do
apuramento
se
entregará
duplicado
ao administrador
do
concelho ou
bairro
que
estiver
presente.
§
unico.
Nas
cidades
de
Lisboa
e
Porto
será
remettida
uma
copia
aos
admi
nistradores
dos
outros
bairros.
ArL.
335JL
A
mesa
que
proclamar
a
eleição
remetlerá
a
cada
um
dos
eleitos
iun
extrácto
da
acta
assignada
por
lodos
os
vogaes,
que
será
0
diploma
da
sua
nomeação^
-.
íj
-
g
$
Art.
336.°
A
acta
do
apuramento
tom'
as actas
das
assembleas
primarias,
ieclamaçfes apresentadas,
cadernos
e
mais
papeis
relativos
á
eleição,
serão,
remetti-
tlos
pelo
presidente
da
assetnbfèã
ao
go
vernador
civil
dodistricto.
até
ao
domin
go
immediato
ao
do
apuramento
011
ao
da
eleição,
nos
casos
em
que
não
ha
assem
blea
de
apuramento.
§
unico.
Os
duplicados
apresentados
pelo
presidente
da
camara
volverão
ao
archivo
da
mesma
camara.
§
4.°.
Se
as
reclamações
apresentadas
nas
assembleas
do
apuramento
tiverem
por
olijecto
as
operações
das
assembleas
pri
marras,
0
presidente
<la
assemblea
convo
cará
immediataimeiHe
os
cidadão'
que
com-
pozerem
as
mes»s eleiloraes,
para que
in
formem 0
que
se
lh'S
oíferecer
ácerca
das
mesmas
reclamações;
e
a
resposta
que
derem
será junta
ao
processo elei
toral.
Art.'
338.
*
A’s
juntas
gèraes
de
dis
tricto
pertence
veriírcár
a
validade
das
eleições
..dos
procuradores,
e
resolver
ácer
ca
das
reclamações
e protestos
cdtnra
el-
Iqs,
apresentados.
Art.
339.° Aos
conselhos
de
districto
pertence julgar
as
reclamações
e protes
tos
relativos
ás'
eleições
municipiés
e
pa-
rochiaes.
*
j
Art.
340.°
Todas
as
reclamações
,e
pro
testos.
relativos
aos
actos
eleiloraes'
serão
resolvidos
até
ao
segundo
doinipgo-
imme-
Hiato
ao
dõ
apuramento,
ou
ap
da
ei
ição
nos
casos,
em
que,
não
ha
asemblea
de
apuramento.
§
unico. Se
.as
reclaç.õ.eã
e protestos
de
que
trata
este
artigo,
não
forem
re
solvido^
dentiP
do
pi
’
;so
iixado.
n,e4te
mesmo,
arúgo:
çopsideça-se confirmada
p
eleição
a
respeito
da
qual
se
tenham lei
to
as
referidas reclamações-
011
protestos,
Art.
341.? 9
secretaria
geral
do
‘dis
tricto
como
representante
do
ministério
publico
é
compelfinte
pvra
rçdajnar
e
Te?
correr
áerca
da
validade
das
eleições
dos
corpos
administrativos.
Art.
312.°
Da
decisão,
do conselho
de
districto
ha
recurso
para
0?
supremo
tri
bunal
administrativo.
Art.
313.°
A
frtiltidade da
eleição
em
uma
ou
mats
;
asstpmbleàs.
não
iuvíjida
a
eleição
geiíii
oo
círculo,
*
§efiao
uts
casos
em
que
a
nollidade-da
ereiçáo parcia.
pos
sa
influir
no
resultado
gqral da votação.
§
unico.
Annullaia
porem
a eleição,
‘repete-se"'
0
aõfo
eleitoral
'
em
tõ-las
as
as
sembleas do circula.
-
CAPITULO
VI
Reclamações
e
recursos
Art.
337.
0
Todõ
0
eleitor
tWn
direi
to
de
reclamar
contra as
illegilidades
das
Opérações
/
.eleiloraes^
relativas
á
corpo-
raçao,
em
cuia
eleição
tiver
direito
de
Votar.
„
ÍC|!,
.
■
§ I.9
As
reclamações
. po^m
?er
fpi-
tas,
ou no
p.oprio
acto
da
eleição,
ou
no
tfo
apuramento,
quando
este
tenha
logar;,
podendo
n
’
este
ultimo
caso
ter
por
objecto
tanto
as
operações
do
apuramento
como
ias
das
assembleas
primarias.
§ 2.°
As
reclamações
poderão
ser fei
tas
verbalmente
ou por escr.iplo; no pri
meiro
caso,
serão
inseridas
nas
actas
co
mo
forem
dictadas
pelos
reclamantes:
no
segundo
caso,
far-se-ha
simples
menção
drellas
na acta,
e
as
reclamações
originaes,
com
todos
os
documentos que
lhes
di
gam
respeito,
serão
juntas
ao
prpeesso,
depois
de tudo
rubricado
pela
mesa
e
pe
los eleitores,
que 0
pedirem. Dar-se-ha
lambem
recibo
aos interessados
que
0
Thomé de
Sousa
Pereira
Veiga,
phar-
maceulico
do
Hospital
de S
Marcos,
vem
por
este
meio, emquanto
0
não
póde
fa
zer
pessoalmente,
agradecer
aos
snrs.
fa
cultativos,
a
lodos
os
snrs.
e
senhoras,
e
mais
pessoas
de sua
amisade,
0
cuidado
que
lhes
mereceu
durante
a
sua moléstia.
Á
todos
se
confessa
grato
e
reconhecido.
(1090)
Os
abaixo
assignados,
>ektremamente
re-
cotibecidos
para
com
todos
os
Hi.lll0S
e
éxc.
IUÍ
'
s
snrs.
e
snr.
íls
qte se
dignaram
cumprimental-os
por
occasião
do
fallecê-
mehto
de sua muito
presada
esposa e nora
D.
Narcisa
de Lima ‘
Pimenta,
■ assistir
ao
seu
funeral
e
acompanhamento,
bèm
como
a
uma
missa
resada que,
dias
de
pois,
foi
celebrada
por
alma
da
finada,
veem
por
este
meio
agtddecer tão
destin-
ctos
obséquios,
e mahifestar
lhes
a
sua
muita
gratidão.
Igualmente
dirigem
séus
agradecimen
tos
e
gratidão
a
todoá
os
ill.1U0S
e
revd?n9S
snrs.
ecclesiasticos
que
lhes
prestaram
a
finesa
de
celebrar
missa
e
assistir
aos
óíTicios
íunebres
gratuitamente.
Braga
21
de
setembro
de
1878.
Antonio José
Pimçnla
Gonçalves.
Antonio
José
Pmeiitá
Gonçalves
Júnior.
(1092)
,.
:b
nli!
'
L>eonardo
da
Silva
Ppçpira
de Lima,
e
pua
ràmilia
em
geçal.
p^iihoradUsimos
pa
:
ra
com
lodos
os
ilim.
G
.
*
*
*
&
*
*
9
e
exm.°
s
snrs.
que
pos
obsequiaram
por
occasião
do
fal-
lècimento
de
sua semppq.íçhorada
esposa,,
Maria
Emilia
Soares.Çimá, vimos
por
este
meio.,
não
0
podendo
fazer
pessoãlmeníe,
significar-lhes
a
nossa
gratidão
indelevel.
(1089)
exigirem.
§
3.°
As
mesas,
quer
das assembleas
primarias,
quer
das
do apuram-nto,
di-
râó
na
acta
a sua
informação
ácerca
do
objecto das reclamações
apresentadas
con
tra
os
actos
praticados
nas mesmas
as
sembleas.
MOBÍLIA
dita
de Sequeira,
Sebastião
Fetnmdss
Ra
*
pios e
mulher Maria
Lotirenço
Gomes,
da
freguesia
<ie
S.
Pedro
de Merelim,
José
Feruandes
Ram..s e
mulher
11
>sa Feruati-
iles
Dias
Ramos,
da
mesma
freguesia,
An-
jonia
Fernandes
R,amoç>
^soReiua,
dq.
mqior
édade,
também da .tud«tfta freguesia.
Rosa
fernandes
Ra.mos e
p|èfÁio
Manoel
:
Fran
cisco',
da
freg-.iiçsia
de
S.
Marliuho
.de
D<t-
íne,
M
>f'ia;
Ftrnan
!es
Ramos
e
marido
Si-
toãõ Gomis., da.,,
freguesia
de Semelhe.
JjitW.à.
Martins
Siqueira
e
marido
Anlo-
n.io
l^wigties, da
fregnp&ia de
Cabreiros,
Aniia
Peneira
Sequeira
e
marido
Fran
cisco
Dias
da
Silva e
Maria
Rosa
Pereira
tftbrièo
oÁBilíffiÕ
FráM^siA,
mesma
freguesia
de
Cabreiros, tolos lavra
dores
desta
ciaidárca,
cérrem-
éditos
de
30
dias
cilniifib e
chamando
á
todas
as
pes
soas
itrcertas
—
rjTre
se
-crmsh+erem
com
di-
íeito
e
acçlo
,á
de
seu
fallecido
irmão
e thio,
Francisco
Sequeira
Dias,
solteiro,
proprietário,
natural
da
freguesia
de Sequeira,
desta
c
marca, fallecido
na
cidade
do Rio de
Janeiro,
do
iinperio
do’
Brazii,
em
15
de
maio do
corrente;
atino
de
1878,
com
testamento
solemne,
0
vej
nham
deduzir
a
este
juizo
findo
0
prazo
de 30
dias
que
commeçam
a
correr
depois
da
publicação
do segundo
annoncio
que so
bre
este
mesmo
objecto
se
publicar
na
fo
lha
official
e
noutra
d’
esta
cidade,
verem
marcar-lhes
0
praso
de
tres audiências
para
contrariarem
os
artigos
da
justifica
ção
e
habilitação,
tudo na
forma
do
dis
posto
nos
artigos
593
e 597
do
Codigo
do
Processo
Civil,
e
debaixo
da
pena de
lançamento
e
revelia.
Declarando
que
as
audiências
se
fazem
n
’
este
jmzo
todas
as
segundas
e'
quintas-feiras
de cada semana,
por
19
horas da
maubã
no
tribunal
da
justiça
silo
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esta
cidade,
não
sendo
dias
feriados
ou
santificados,
porque
sendo-o se
fazem
nos
iminediatos
aquelles
quando
0
não
sejam
tamhçflp.
Braga
31
de
agosto
de
1878.
0
escrivão
ajudante do
1.®
oíficio
Manoel
Gonçalves
da
Maia.
Verifiquei
a exaptidão.
(1093)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
J
ÃPKOVELTEM-SE
Vemfe-se
a
bonita
casa
construída
de
novo,
‘
na
rua
de S.
Marcos
n.°
53,
bem
como
oi
‘
móvfeis
qtie
a
adornam,
em
ra
zão
de seu
dorfo
se
adsêiítàr
para
Boe-
nos-AyreS;
podendo
0
comprador
ficar
com
a-^hetade
do
preço
a
juro
de
4
p. c.
dom
Irypolheca
na
mesma
casa,
por tem
po
de
um
anno.
‘
Para
vèr
‘;se,
de
manhã,
das
9
ás
11
—
e
dé.
iarde,
das
4
ás
6
—
podendo tratar-
'se
com
0
snr. Francisco
José
Ferreira
Torres,
na
mesma rua,,
que se
acha
au-
ctorisado.
(1061)
TOUBÁ
Perdeu-se
uma
em
Famalicão
Quem
souber
d
elia., roga-se 0
favor avisar em
Braga José
Antonio
Ferreira
Gomes,
e em
Famalicão,
Joaquim
Fernandes
de
Souza.
(1078)
ARRENDA-SE
na
rua
das
Aguas
um
bom
prédio,
constrpido
de
Novo, cora
inuilos commodos,
grande
quintal,
com
dois
poços,
fructas,
etc.
E
’
designado
pelo
n.u
27.
(1081)
----
—
—
--------------------- —
—
---------------- -
ATTENÇAO
Vemle-se
na rua
Nova n.®
20
uma
escada da
columna.
Trata
se
na
mesma.
(4074)
ALEG
V-SE
um
bom
sotão
no
Gnupo
de
D.
Luiz
I,
esquina da rua
do
Salva
dor.
(1080).
AKnKíí
8JA-SE.
Quem
quizer arrendar
uma
"morada
de
•casas
reedificadas
dé
novo
com
grandes
e
de&eples
accommodações
para
uma famí
lia.
com
agua
e
excellentes
vistas,
sita
na
rua
dás
Aguas
n.°
73.
Trata-se
na
mesma.
.(1099;
'Armazém de vinhos
Vendem-se
vinhos
puros de
Villa
Real
na
rua
de D.
Pedro
V
n.°
25
d
’
esta
oidõde.
(1085)
VENDA DE
CASAS
No
largo
da
Ponte
de
S. João
t'
ir?
ao
eptrar
na
rua
do
Pacmanle
(la-
do
esquprdç)
vendem-se
as
duas
motadàs
de
casas
construídas
de
novo,
juntas
ou separadas;
(rata-se
na
rua
de
S.
Marcos'
com Antonio
Silverio
dé
Paiva.
Arrepda-se
na
rua
de
S.
Marcos,
o-
andar
superior
da
casa que
habita
Anto-
hío
Silverio
hle
Paiva
’, em
frente
ao con
vento
dos
Remedios.
Prefere
se
uma
se
nhora
de
probidade
com
creada,
ou
eccle-
siasiico
idoso.
Póde
ver-se
a
qualquer
hora.
(916)
■
-------------------------- -
—- ----- -
—
------
Vende-se
urna
morada
de
casas
■
(
sifa
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.u
6
a
6
A,
de 2
andares,
aguas
-fttrladas,
lojas
sotto.
quintal
e
agua.
Trata-se
tom
Francisco
Martins da
Silva Araújo,
n orador
na
mesma
rua.
ca-
■
sa,
n.°7,
contígua
áquella.
(862)
Aluga-se
a
casa
nJ
’
88
da
rua
da
Boa
Vista.
(906)
ARREMATAÇÃO
PERANTE
O GOVERZÍADO
’* CIVIL DO DISTRICTO ABAIXO |
DECLARADO
Na dia
£ d» Outiabro de 1SJ8
LISTA
N.°
3480
UISTKUT»
DE
HKAGA
MOfll
BãS
TRATAMENTO
(sem
necessidade
de repoiso
nem
regimen)
por
Mad.
Lachapelle
professora parteira,
das
enfermidades
das
mull
*
eres,
inllammações,
ulceras,
consequên
cias
do
parlo,
desarranjo
dos
orgãos,
causas
frequentes e
ás
vezes
ignoradas
da
es
terilidade,
languidez,
palpitações, debilidade,
doenças nervosas,
enfraquecimento
e
muitas
enfermidades reputadas
incuráveis
—
Os
meios
de
cura
que
emprega Mad.
La
chapelle,
simples
c
infalliveis.
^ão
o
resultado
de
assíduos
estudos
e
observações pra
ticas.
Consubações
das 3
ás 5
—Rue
Monthebor,
27,
perto
Tolherias,
Paris.
(40
-Hj
CONCELHO
DE
BRAGA
Extincta commenda de Merelim
'Numeros
36321
Fôro
subsistenle
de 10
reis,
com vencimento
no
dia
31
de
dezembro,
imposto
no
casal
da
Cobrada,
sito
na
freguezia
de
S. Pedro
de Merelim.
—
Emphyteuta,
Boaventura
José
Gomes
36322
Fôro
subsistente
de 10 reis, com
vencimento no
dito
dia,
imposto
n’
um
prazo sobre
a
estrada
na dita
freguezia.
—
Em
phyteuta,
Boaventura
José
Gomes
36323
Fôro
subsistente de
10
reis,
com
vencimento
no
dito
dia.
imposto
na
leira que
foi
de
Francisco
José
Gomes
de
Abreu
F.deiro,
sita
na dita freguezia.—
Emphyteuta,
Boaventura
José
Gomes
36324
Fôro subsistente
de
20
reis,
com
vencimento no
dito
dia,
imposto
no
casal
de
Fundo
de
Villa,
sito
na
freguezia
de
Sernelhe.
—
Emphyteuta,
José
Joaquim
de
Almeida
36326
Fôro subsistente'de
60 reis,
com
vencimento
no
dito
dia,
imposto
no
prazo
do
Assento,
na
freguezia
de S.
Pedro
de
Merelim.
—
Emphyteuta,
Antonio
Gomes
36326
Fôro
subsistente
de
60
reis,
com
vencimento
no
dito
dia,
imposto
no
prazo de
Antonio
de
Sousa
ou
também
cha
mado
de
S.
Braz
do
Carmo,
na
dita
freguezia.—
Emphyteu
ta,
Antonio
Gomes
36327
Fôro
subsistente
de
166
reis,
com
vencimento
no
dito
dia,
imposto no
prazo
de
Geremd d^Baixo,
sito
na
dita freguezia.
—Emphyteuta,
Francisco
Xavier
Çoulo
36328
Fôro
subsistente
de
20 reli,
com
vencimento
no
dito
dia,
imposto
no prazo de Fonte
d'Elle
e
outros,
na dita fregue
zia.
—
Emphyleuta,
D.
Maria
Felizarda do
Sacramento
e
Carmo
*
36329
Fôro
de
45,335
de
meado
e
5,25
ovos,
com
vencimento
no
dia
29
de setembro, imposio
no
casal
da Cobrada,
na
dita
freguezia.
—Emphyleuta,
Luiz Antonio Barbosa
36330 Fôro
de
30,224
de
meado,
com
vencimento
no dito
dia,
imposio
no
casa!
da
Cobrada,
na
dita
freguezia.
—
Emphy-
tepta,
Luiz
Antonio
36331
Fôro
de
127,5 reis, 120,893
de
meado
e
1,5
gallinha
com
vencimento
no
dito
dia,
imposto
no
prazo
de
Ardega,
sito
na
freguezia
de
Santo
Andié
de
Lemaçães.—
Emphyteuta,
Pedro
José
Ferreira
e
mulher Custodia
Maria
Vieira
Extincta
commencía de
Lomar
Avaliações
«8200
$200
$200
$400
i$ooo
1$000
3$300
$400
24$820
16$200
720390
As
Verdadeira^
j elLULAs í
0
SÃO
AS ÚNICAS
fá
©APPROVADAS
PELA
ACADEMIA
DE MEDICINA®
0
J>tl
PAIOS
$
Por
sua
Pureza
e inalterabilidade
@
CURAM as escrófulas, a insuffleiencia do
sangue,
a aiiem.a paludosa,
FORTIFICAM
as constituições fracas
£>
ou
arruinadús,
®
AJUDAM a formação das jovens, etc., etc. >
Exigir
nossa
firma,
O
*
juncta,
posta
na
&&
2
parte
inferior de um
®
rotulo verde.
-
Pharmacièii,
40, r.Bonaparu, Parts
PHARMACIA
A.
D.
ALVIM
Tem
deposito,
das
aguas
mineraes
do
Gerez,
em
garrafas
de 8/0
e
vidros de
4/0;
para
collegas
fornecem-se
com
abatimento
rasoavel.
Banco
Commercial de Braga
em
liquidação
CONTRA-ANNUNCIO
Por
ordem do exm.° vice-presidente,
são
convocados
lodos
os
accionistas
d’
este
Banco
a
reunirem-se
em assembleia
ge-
ral
extraordinária
no
Ediíicio
do
mesmo
Banco
no
dia
2
do
proximo
mez
de
ou
tubro
pelas
11
horas
da
manhã,
e
não no
dia
28
como
previamente
foi
annunciado,
para se nomear
uma
Commissão
liquidata-
ria
que
substitua a
demissa
e
•
tornarem
conhecimento
do
relatorio, que
tem
de
apresentar
a
Commissão
Syndicante,
e
approvar
o
regulamento
para
a
mesma
liquidação.
Baaga
16
de setembro
de
1878.
O
Secretario,
(1082)
Manoel
Duarte
Goja.
36332
Fôro
de
164,716
de meado,
0,75
de
gallinha
ou
45
reis,
0,562
de carneiro
ou 202,5
reis,
com vencimento
no dito
dia,
im
posto
em
parle
do
casal
do
Bairro,
sito
na
freguezia
de S.
João
Baptista
da Nogueira.--Emphyteuta,
Cândido
Augusto
Martins
Pinheiro
930250
Fóros
em
divida
de
1846
a 1853
e
1873
a
1876
27$995
------------
1210245
36333
Fôro
de 68,758
de
milho e
18,889 de
centeio,
com
ven
cimento
no
dito
dia,
imposio
em
parle
do
casal da
Bouça,
na
freguezia
de
Salvador de Tebosa.—
Emphyteuta,
Manoel
Gomes
Monteiro
de
Faria
e
outros
42$160
Fóros
em divida
de
1873
a
1876
80432
-------------
500592
36334 Fôro
de
675 reis,
com
vencimento
no
dito
dia,'imposto
em
parte
do
casal
do
Ribeiro,
sito
na
freguezia
de
S. Mi
guel
de
Guizande.
—
Emphyleuta,
Joaquim
José
Gomes Ribeiro
13$500
Fóros
em divida
de
1873
a
1876
2$700
------------
160200
CONCELHO
DE
VILLA
NOVA
DE
FAMALICÃO
Pomada sympathica,
para
destruir
de
prompto
o
pello
da
cara
e
mesmo
cabel-
lo em
grande
quantidade,
sem
causar
damno
algum.
----------------
•.
I«
AGUA
DE
LA
REINA
—
Especifico
por
excellencia
para
tirar
toda
a
qualidade
de
sardas
e
panno
do
rosto,
seja qual
fôr
a
sua
origem.
A
FLOR DA
MOCIDADE-Infallivel,
para
restabelecer
aos cabellos .e
á
barba
a
sua
côr
primitiva.
O
vigor
do
Cabello
de
Ayer.
OLEO
DA
PERS1A
para
fazer nascer
e
crescer
o
cabello,
fortificando-lhe
a
raiz
e
dando-lhe
a
côr
desejada.
Vendem-se
os referidos
preparados na
Pharmacia
A.
D.
Alvim.
‘ AGUAS
MINERAES
Vendem-se
na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim,
na
praça
d
’Alegria—
de
Vidago,
Verim, d
’
Enlre-os-Rios,
de Sei-
dhlz,
das
Caídas
da
Rainha,
do Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide,
Al
calinos
de
Moura
e
de
Vichy.
(996
T)
36335
Fôro
de
10185
reis,
com vencimento
no
dito
dia,
imposto
no
casal
do Outeiro
e
terras
da
Quebrada
de
Lomar,
silo
na
freguezia
de
Santa
Maria do
Telhado.
—
Emphyteuta,
Joa
quim
Fóros
Ahes
de
Campos
em
divida
de 1873
a
1876
2307'0
40740
36336
Fôro
CONCELHO
DE
BRAGA
Fóros que voltam á
praça
pela
2.3
fórma
do
artiqo
40." do
regulamento
de
12
de
De
zembro
de
1863
Extincta commenda de
Lomar
de
108,803 de pão terçado, 0,75 de gallinha e
0,375
de
frango, com
vencimento no
dito dia, imposio
em parte
do
prazo
da Bouça, sito na freguezia de S. Pedro de Lomar.—
Emphyleuta,
Domingues José Fefreira
Fóros
em divida
de 1873 a 1876
Braga
520767
120664
280440
COLLEGIO
BE N.
SFNHORA
CONCEIÇÃO
Lisboa,
rua
da
Esperança,
224
Este
collegio
está
estabelecido
n
’
um
vasto
ediíicio,
bem
situado,
com
bom
re
creio, e
quartos
separados
para
os
alum-
nos.
A
recommendação
d’
esta
casa
de
edu
cação
faz-se pela
sua
existência
de
qua
renta
annos,
com
créditos
bem
reconhe
cidos.
E’ um
estabelecimento
completo.
Os
exames
d
este
anno
fôram,
como
sempre,
bem
succedidos.
A
direcção
con
tinuará
zelosa,
no
cuidado
dos
seus
aluro-
nos
e
na
admissão
dos
seus
professores
e
empregados.
Os
Estatutos
e
mais
esclarecimentos
dão-se
no collegio.
No
dia
1
de
outubro
abrem
se as aulas
para
o
novo anno le
ctivo.
O
Director
Geral
(997-S)
Joaquim
Lopes
Carreira de
Mello.
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—5
Rua
Nova
de
Souza
5
—
Com
estabelecimento
de mercearia,
pregagens e objectos
para flores e de es-
criplorio.
Vende
pregos de arame de todas
as
dimenções.
(843)
650431
Somma reis
3540298
Declara-se
que os fóros estão
conforme a lei.
Primeira
Repartição da Direcção
lK18.=Joaquim
Pedro
Seabra.
reduzidos,
Geral
dos
e
que o laudemio
Proprios Nacionaes,
é
de
quarentena
CIKlKGliO DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO PORTO
DINHEIRO
A
JURO.
A
irmandade do Martyr S. Vicente,
•tem
em
ser a quantia de 800$000
reis
j>ara mutuar por
hypotheca de raiz.
(1056)
28 de Agosto de
(1096)
COMPRAM-SE
pedido
A
Meza
da Santa Casa da Misericór
dia,
de Braga, tendo
em consideração
a avulladissima despeza
que
está custan
do
o fornecimento de pannos e fios
para
o curativo de feridas
no Hospital de S.
Marcos,
empenha n
’este
acto de caridade
a devoção de seus concidadãos.
Acções
dos
Bancos de Villa Real, Dou
ro,
Commercial
de Guimarães, Mercantil
de
Braga, e do Minho. Rua de S. Victor
n.»
64.
(1087)
Rua
de S. Marcos
n.°
19.
BR
a
GA.
Faz
tudo
quanto
diz respeito á sua
arte
e
continúa operando grátis, pobres e
soldados.
(801)
Dr.
Domingos Moreira
Guimarães.
O
Escrivão
RESPONSÁVEL—Luiz Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—1878.
1
.
1
!
1
i
1
t
I
<
<
I
(
1
I
(
I
f
1
(
(
(
I
I
I
t
3
I
(
I
I
(
a
l
r
<
c
c
Parte de Comércio do Minho (O)
