comerciominho_26021878_755.xml
- conteúdo
-
)
’8
coMHEitciA.ii, Hasiauaí-ãosi.^
hí ^o'rací<>.*».%.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA NOVA
N.°
3
E.
6/
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.............................. 1&600
»
6
.......
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
A’
SENTI9A
MORTE BE SUA
SAXTIBABE
PIO
IX.
SONETO.
Morreu
o
grande Pio, o
sabio,
o
f
rle,
Queda
céga
impiedade
combatido,
Soube
suster na
dextra
sempre
erguido
O
lábaro da
Fé,
aos
chrislãos
Norte.
Passou
o
sopro gélido
da
morte
Sobre
o
homem de
Deus,
o seu ungido,
E
se,
de
cujos
lábios
ha
pendido
O
mundo
crente
em
perennal
transporte.
Morreu!...
Mas este
lucto,
que
se
ostenta
Espontâneo
e
sincero
ein
toda
a
terra,
Mais
nossas esperanças
aviventa.
Não
morre
a
Egreja,
que
em
seu
grémio
encerra
Tanta
fé,
tanto
amor
!
Deus
a sustenta;
E
’
palavra
de
Deus,
e Deus
não
erra.
D.
M. SOTTOMAYOll.
BRASA
-TEHÇA-FEIK1 «fi OK
FEVEKE6HB
ME ISIS
©s «ettvenctanndoiii
de
Evora-
.Vlunte*
1-
ia
e
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUIETAS
E
SABBÁDOS.
«mear
uma commissão composta do tenente
>'
«general
conde
de Lumures,
que
servirá
1
«de presidente,
do
marechal
de
campo
1
«graduado
barão
de
Pernes,
do
brigadeiro
«José
Maria de
Sousa,
dos
brigadeiros
«graduados
José
Antonio
Vieira
‘
da
Fon-
«seca,
e
Luiz
Ignacio
de
Gouveia,
dos
«coronéis
de
arltlheria Francisco
Cyp
’
iano
«Pinto,
e
José
Gerardo
Ferreira
Passos,
«que
servirá
de
secretario,
e
dos
cirur
giões
do exercito
Joaquim
Antonio
dos
«Santos
Teixeira,
membro
do
conselho
de
«saude,
e
JoȎ .Maria
Queimado, addido
«a
veteranos
de
Belem,
a
qual
se
reu-
«nirá
quanto
antes
em
uma
das salas do
«edifício
em
que
se acha
a
inspecção fis-
«cai
do
exercito;
lerá
duas sessões
por
«semana:
inspeceionará aquelles
dos
d.tos
«oíficiaes
que
se
lhe
apresentarem;
formará
«de
lodos
os
inspeccionados
uma
relação
«geral por
graduações
com
declaração
de
«nomes,
postos
que
leg
timamente
lhes
«competem,
arma
a
que
pertencem,
an-
«nos
de
edade
e de
serviço
legal,
e
lado
«physico, e
circumstancias peculiares
de
«cada
um;
remetlendo
a
final
a
sobredita
«relação
assim
organisada
ao
estado maior
«general
do
commando
em
chefe
do
exer-
«cito,
a
fim
de
que com
a opinião
de
«el-rei
possa
chegar
pelo
ministério
da
«guerra
á
minha
real presença,
para
eu
«resolver o que
julger justo
e
conveniente.
«O
barão
de
Almofalla,
ministro
e
secre-
«tario
de
estado
dos
negocios
da
guerra,
«o
tenha
assim
entendido,
e
faça
execu-
«tar.
Paço
das
Necessidades,
em
vinte
de
«Outubro
de
mil
oitocentos
quarenta
e
«sele.
—Rainha
—Bardo
de
Almofada».
Ora
estando
hoje
no
ministério
o
snr.
Antonio
Rodrigues
Sampaio,
tem
elle
obrigação,
se
quizer
ser
coherente.
de
advogar
pela
sua parle
a
causa
dos
oífi-
ciaes
convenciona
íos
de
Evora-Monte.
O
perigo todo
está
em
que
elle,
n
’este
assumpto, como em muitos
outros, não
pense
e
pratique
agora o
contrario
do
que
sustentava
em
outro
tempo.
; Se
assim
fôr, não
nos
causará
admi-
i
ração.
Joaquim Martins de
Carvalho.
Agradecemos
ao
nosso
estimável
col
iega
do
«Gonimbricense»
o
haver atten
dido
tão prompta
e
obsequiosamente
ao
nosso
pedido
a
toda
a
imprensa,
com
relação
á
Memória
que
publicamos
em
o
nosso
n.°
de
19.
Reproduzimos
em
seguida
as
palavras
d’
aquelle esclarecido
publicista:
«U
nosso
coliega
do
«Commercio
do
Minho»,
de
Braga,
publica
no
seu
ultimo
numero
uma—
Memória
dirigida
ao
ill.'ao
e ea?."lu
snr.
Antonio
M.
de
Fontes
P.
de
Mello,
presidente
do
conselho de
ministros
e
ministro
da
guerra,
por
um
convencio
nado
de
Evora-Monte—
em
nome
dos
seus
ccmpanheires.
O
«Commercio
do
Minho»
pede
á
im
prensa
periódica
para
emittir
a
sua
opi
nião
ácêrca
do
assumpto
d
’
esta
Memória.
A
esse
respeito
vamos
dar
homem
por
nós.
E’ a
opinião
do
actual
ministro do
reino
o
snr.
Antonio
Rodrigues
Sampaio
Dizia
elle
em
o
numero
da
«Revolução
de
Setembro»
de
6
de
Novembro
de 1847:
«O
governo
parece
disposto
a
tomar
alguma
medida em beneticio
dos
oíficiaes
j
convencionados
em
Evora-Monte.
Nós
•
prestaremos
lodo
o
tusso
apoio
a
quaes
quer
resoluções
que
se
queiram
tomar
em
favor d’esta
ciasse
desvalida.
Ha
ainda
entre
estes
oíficiaes
muitos
de
incontes
tável
merecimento
e
de
muita
probidade.
Quasi
todo*
tem atravessado
com
muita
resignação
e
muita
Ifonra
a
calamitosa
quadra
das reacções
políticas,
por
que
le
mos
passado,
as
quaes
tem
oífendido
os
seus
interesses como
cidadãos, depois
de
lhes
terem
tirado os
seus
soldos
como
militares.
Eis
aqui
o
decreto
dirigido
»o
commandanle
em chefe
do
exercito
para
o
indicado
fim:
«Tendo
el-rei
D.
Fernando,
meu
pre-
«sado
esposo,
marechal
general
comman
"danle
em
chefe do
exercito,
proposto a
«conveniência
política
e
moral que
resulta
«de
se
tomar
a
respeito dos
oíficiaes
«amnistiados
da
concessão
de
Evora-Mon-
«te,
e
separados
do
quadro
do
exercito,
«uma providencia
que
melhore
a
sorte
«dos
mesmos,
e
allendendo
ao seu esta-
«do
pbysico, e
defina
de
uma
maneira
po-
«sitiva
a
sua
situação:
hei
por
bem
no-
A
peregrin»?»®
portwgueaa
»
ISoma.
XXIV
EPÍLOGO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.
»
»
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
Folha
avulso...............................
6
»
....................
sendo
duas
assignaturas
2&000
1^050
3&600
3&600
10
N.»
755
aproveitam
este
meio de
melhor manifes
tarem
a
fé
que
os
anima,
com o
grande
espirito
de
caridade
que
os une.
Que
ha
n’
isto
d’
eslranhavel
?
Estamos
no século d
’
apostazia
por
parte
das
nações.
Monarchias
ou
republicas,
o virus
do
aiheismo
a
todas
ha
contaminado;
e
quan
do
os
governos
que
as dirigem,
como
que
allrahidos
pelo
mesmo
(im
commum,
se
colligam
para
a
perseguição,
justo
é
que
os
fieis
se
unam
lambem
para a
«lefeza.
As
peregrinações
dão
este
grande
re
sultado.
São
mais
um vinculo destinado
a
estreitar
quanto possível,
as
fileiras
dos
que militam
pelo Evangelho.
Com as
peregrinações animam-se
os
tíbios,
robustecem-se
os
mais
corajosos,
e
até
os
indifferentes encontram
n
’ellas
um
motivo
d
’incitamento,
que
os
afervora
na
fé
e
os
retempera
na caridade.
A
Egreja que
não
tem
exercitos,
e
não
or iena
batalhas, precisa
d
’
estas
gran
des
manifestações,
que
são
o seu
modo
de
combater,
quando
está
em
perigo
Requer-se
que
a historia
as
auctorise
sanecione
?
muito
bem.
E
que
diz
a
historia
a
tal
respeito?
Que
nos
primeiros
séculos
do Chrislia-
nisino,
séculos
de perseguição
e
martyrio,
os
fieis
não
cessavam
de
correr ás cata
cumbas,
e orar
alli sobre a
terra
orvalha
da
pelo sangue
dos
martyres.
E
o
que
fóram
as cruzadas
na
edade
media,
senão
verdadeiras
peregrinações
des
tinadas
a
levautar
um
dique
ao
islamismo
triumphante
?
Foi
por
este
meio,
que
a
Egreja sal
vou
a
civilisação,
ameaçada
pelo
alfange
mtisuimano.
O
mundo
admirou
então
de
abnegação
e
coragem,
cujos
fructos
nós
ainda
hoje
estamos
colhendo.
E
lodo
este
sentimento
de
veneração
com
que
recordamos
esses
lempos
legen
dários,
tem
por
origem essas
grandes
ro
marias,
que encaminhando
se,
ora
a
Je
rusalém,
ora
a Roma,
defendiam
a
ié, e
salvavam
a
civilisação
O
nosso
século
não
é mais
por
tanto
do
que
uma
continuação
dos
que
o
prece
deram
n'estes
grandes
actos
de
piedade
e
religião.
Pio
IX,
sempre
perseguido,
hostilisado,
logrou reanimar
este
de
peregrinação,
que
a paz
da
tornara
como
que
desnecessário.
E
emqnanlo
que
a
maçonaria
e
Para
que servem as
peregrinações
?
E
’
tempo
de
respondermos
a
esta
per
gunta
que
muita
gente
vem
diariamente
repelindo.
Pessoas
ha
que
imaginam
saber
tudo;
e
que,
não
obstante,
ignoram
o
que
é
de
simples
intuição.
Para
se
conhecer
a razão de
um
lacto
qualquer,
primeiro
que
tudo
cumpre
es
tudar esse facto
em
si.
e
na
significação
que
elle
importa.
As
peregrinações,
por isso que
são
unica
e exclusivamente
uma
prova
de
vi
da
no
seio
da Egreja,
explicam-se
facil
mente
pelos
motivos
que as
determinam.
Não
são
factos
isolados,
nem de
tal
novidade,
que
possam
surprehender
nin
guém
; mas, ao
contrario,
tem
uma
causa
conhecida
e
bem
constatada
na
historia.
Em
todas
as
epochas
de perseguição
á
Egreja,
as
peregrinações
tôram
sempre
uma'
manifestação
de
força
por
parte
dos
lieis
opprimidos.
E
tal
é
a
sua
primeira
razão
de
ser.
Os
catholicos,
que
não
conspiram, que
não
derrubam
dynaslias,
e
nem
mesmo
I
pegam
em
armas
para
fazerem
valer
os
{direitos
da própria
consciência oílendida,
Além
de que
as
peregrinações
leem
ainda
grande vantagem
na
ordem
puramen
te
temporal
e
econornica.
Um
povo
que não
viaja,
permanece
estacionário,
não
progride.
Nas
viagens,
quando
feitas com
ordem,
ha
sempre
muito
que
aproveitar.
As
sciencias,
as
artes,
o
commercio
e
alé
a
agricultura,
lucram
Iodas
as
veres
que
se
pódem
colher
novos
meios
de
se
aperfeiçoar.
E
os benefícios que a
este
respeito
receberam
das
cruzadas,
são
hem
conhe
cidos,
para que d
’elles
tenhamos
a occu-
par-nos
O
dinheiro,
pois, que
se
gasta
n
’
uma
peregrinação,
é fecundíssimo.
Pensando,
que
só á
proveitoso,
como
todas
iazem
com os
olhos
em
vel
de
multiplicar-se
na
despende.
religião
póde
ser
as
obras que
se
Deus,
é
suscepti-
mào
de
quem
o
M.
MARINHO.
Avi«®
lia dircctoi* central do
A
pnaíciudo
em Portugal
a todue
oa direetore* «liocenuM»» « pre
sidente»
lacae».
esses
r; sgos
sempre
espirito
Egreja
A
todos
os
Associados da
nossa
PIE
DOSA
LIGA
urge
cumprir
com
o
sagrado
dever
de
gratidão
para
com
o
Summo
Poutilice
Pio
IX,
fallecido
ha pouco, com
itnmensa
magoa dos
Catholicos. Foi
Pio
IX
que
animou,
enriqueceu
de
iunumeras
indulgências,
graças
e
privilégios
o
nosso
Apostolado;
d’
Elle
é
que
recebeu
os
Es
tatutos, a
organisação
do
Resario
Vivo,
da
Communhão
Reparadora.
Em
vista
de
tudo
isto
recommendamos
aos
nosso*
directo
res
e presidentes
de todo o
reino
para
que
convidem
lodo
o
povo
a
fazer
Com
munhão
geral
na
primeira
dominga
de
Quaresma,
oflerecendo
as
indulgências
da
’
Communhão
por
alma
do
defunto
Pon-
!
tifice.
Santa
Marinha.
E
emqnanlo
que
a
maçonaria
por to
da
a
parte
conspira
para
destruir
o indes-
truclivel,
os
catholicos retomam o
bordão
de
peregrinos,
e,
acercando-se
da
Cadeira
de
S.
Pedro,
restabelecem
as cruzadas.
E’
nem
mais
nem
menos,
o
que
está
succedendo
e
o
que se
torna
preciso
que
succeda
desde
que
a
diplomacia
e
a
políti
ca
fizeram
apostazia
publica.
Os
governos,
desamparando
o
Papa,
accorJaram
os
povos,
que,
ao vêrem
aban
donado
o
Vigário
de
Christo.
correm
de
toda
a
parle
a
testiinunhar-Lhe
o
seu
amor
e
dedicação.
O Papa,
que
ao olhar em
volta
de
si,
não
vê
a
farda
agaloada
dos
diplomatas,
que
reconhece
as
intenções
pérfidas
dos
políticos,
volta-se
para o
povo;
e
a
sua
alocução
—
Lwctuusis—
é
a
voz
d’
alarme
para
todos
os
lieis
do
mundo
catholico.
Como esse
brado
foi
ouvido,
os
factos
attestam.
E
quando
a
maçonaria procurava
obstar
peregrinações,
viu
com
surpreza
a
0
ás
peregrinações,
grande
praça
de
S.
peregrinos.
Assim
succedeu,
que
succeda
ainda,
De
lodos vós infimo
servo
P.
Luiz
Protperi.
UZETILO
Esclareci»»*©***»».
—
Com a
epígrafe
Será
verdade
? transcrevemos
em
o
n.°
lassado
uma
local do
«Amigo
do
Povo»,
que
despertou
natural
curiosidade.
Se
tiella
se
laz
referencia
á
snr.
a
D. Leonor,
do
Armão,
pudémo»
averiguar
que
o
facto
alli
alludido
está
essencialmente
alterado.
E
’
certo
que
aquelia
snr.a saíra
ha
dias
da
casa
do
Armão,
para
uma
outra,
onde
esteve
alguns
dias,
em
consequência
de
ter
ouvido
d
’
alguem
que
aili
fôra
in-
fortes,
porisso
e
sem
viu
com
surpreza
a
Pedro
apinhada
de
e
assim
é
necessário
até
que
os
governos
se
convençam
de
que
a
fé
tem
raízes
muito
fundas,
no
coração
dos
povos.
stailar-se,
expressões
algum
tanto
que
ella
julgou
serem
ameaças;
relirou-se,
mas
voluntariamente,
coação alguma.
Aílirmam-nos
que
a
mes
ma
snr.
a
assim
o
declarara
ao
snr.
admi
nistrador
do
concelho,
perante
o
qual
foi
chamada,
assim
como
uma
sua
serviçal.
Inauguruçã». —
Realisou-se
aule-
hontem
a
inauguração
do
lanço
do
cami
nho
de
ferro
do
Minho
entre
Barcellos
e
Darque.
As
estações
iutermediai
ias
acha-
|vam-se adornadas
com
bandeiras,
e
em
algumas
queimaram-se
muitos
foguetes
e
tocavam
bandas
de musica.
Assistiram
á
inauguração
muitos ca
valheiros
importantes,
entre
os
quaes
os
snrs.
Margiochi,
Espregueira, Mattos,
em
pregados
superiores
do
caminho
de
ferro
do
Minho
e
Douro,
etc.
Em
toda
a
linha
era
grande o
con
curso
de
povo.
goubiieaçõe».
—
Coutinuamos a
ennu-
merar
as
que
temos
recebido:
—
Os Dois
mundos
—
lllustração
para
Portugal
e
Brazil.
—
Gerente
em
Portugal:
David
Cerazzi,
Lisboa.
Recebemos
o
n.
#
6
d
’
esta
brilhante
revista,
uma
das
mais notáveis
que
co
nhecemos,
não
só
litterariamenje
fallando,
mas
ainda emquanto ás
soas
condições
typograficas.
.
Publica
este
n.°
artigos
dos
snr.
Gm-
Ihermino
de
Sá.
Mendes
Leal, Bulhão
Pa
io,
Guiomar
Torresão,
L. Méry,
João
Tedesehi,
e
outros.
As
bellas
gravuras
representam:
Victor
Manuel,
O
caminho
do
Dever,
A
gaveta
dos
segredos,
O
aguaceiro,
Roma
aotiga
e moderna,
A
defeza
da
bandeira.
—
O
Agricultor
do norte de
Portugal.
_
>,.•
4.
Livraria
de
E.
Chardron.
Esta
interessí.nlissima
publicação
con-
tinúa a
sustentar
se
á
altura
das
melho
res
da
sua
especialidade, e
cada
vez
au-
gmentando
mais
e
mais
os
bons
créditos
com
que
foi
auspiciada.
—
Diccionaria
Popular
—
Dirigido
por M
Pinheiro
Chagas
e collaborado por
mui
tos
dos
nossos
mais
notav
is
escripto-
res.
Recebemos
os
últimos
fascículos
pu
blicados
desta
obra,
o
ultimo
dos quaes
contém
as
folhas
50
e
60
do
volume
3."
e
corre
até ás lettras
BUS.
—
O
Occidente
—
Revista
Ulnstrada
de
Porttiual
e
de estrangeiro.
—
Lisboa, rua
do
Lorelo,
43.
Traz
o
n.°
3.
que
recebemos,
os se
guintes
artigos:
Victor
Manoel,
pelo
vis
conde
de
Benalcanfor
—
Aclualidades
scien-
liíicas,
por
H.
de
Macedo—
A
resposta
do
Inquisidor,
por
G. Crespo
—
Chronica
do oc
cidente,
por
G.
d
’
Azeveio—
A
primeira
tempestade,
por
J.
Seguier.
As
gravuras
são:
Victor
Manoel II,
rei
de Italia—Serpa
Pinto
e os
seus
mo-
J
e
q
l!es
—
Oflicinas
no
Port»
do
caminho
de
ferro
do
Porto á
P.
do
Varzim—
A
con
dessa
Ltmberlini
—
Telephono
—
Enigma.
E
’
bem
escripto,
e
bem
impresso.
—
Revista
Catholica
—
Redigida
pelo pa
dre
Chrispim
Caetano
Ferreira
Tavares.
—
N.°
I.
Ernesto
Chardron
—
editor.
Temos
sobre a
meza
este
novo perió
dico
religioso,
cujo
redactor
é
já
bem
conhecido
pela
soa
illuslração
e
compe
tência.
Saudamos
com
íntimo
júblilo
o
novo
athleta,
que se
apresenta
na
arena
do
;
jornalismo,
ornado
valentemente
e
com
o
maior
garbo,
em
defeza
da
mais justa
das
causas.
Ao
illuslre redaclor
e
editores
um
cor-
deal
paiabem,
acompanhado
dos
votos
mais
ferventes
pela
prosperidade
d
’
esla
empreza
tão
gloriosa quanto
necessária
nos
tempos
que
atravessamos.
Collegio
«lo Espirito
Santo.
—
O
digno
Superior
do
collegio do
Espirito
Santo,
cujos
alumnos
se
acham já
no
novo
editicio
em conslrucção em
Iníias,
commemurou
com
alegres
demonstrações
a
grata
noticia
da
elevação
de S.
Santi
dade
ao
throno
pontifício, as
quaes
foram
precedidas
de
muitos
foguetes
lançados
no
quintal
d
’aquelle
estabelecimento.
Exposição <t usina eopio da ea-
theiiriíl de
Burgos. —
E«lá
n
’
esla
ci
dade,
onde
se
demora
alguns dias, o
snr.
A.
Pascua,
construcior
d’
uma
copia da
cathedral
de Burgos, executada
em
vime,
e
que
nos
dizem
ser
um
trabalho
admi
rável.
Ninguém
ignora
quanto
é
celebrada
a
cathedral
de
Burgos
pelas
suas
bellezas
archileclonicas,
de
maravilhosa
concepção
a
execução;
porisso
não
será
precito
en
carecer
o
alto
mereeimento
da
copia
que
annunciamos.
Acha-se
esta
exposta
ao
publico,
assim
como
um
bonito
panorama
universal,
no
campo
de
D.
Luiz
I,
n.*
37.
A
entrada
é
de
100
reis,
e
para
creanças
e soldados
sem
graduação,
de
50
reis.
Prnaurndoret
á Junta Cloral.—
Verificou-se
no
sabbado
a
reunião
das
de
putações
dat
camaras
e 40
maiores
con
tribuintes
d’
esla
cidade
e
concelho*
d
’A-
mare»
e
Villa Verde,
para
se
proceder
á
eleição
dos
quatro
procurados á
Junta
Geral
do
districlo.
Ficaram
eleitos os
ex.
mos
snrs:
Visconde
da
Torre.
Adolpho
da
Cunha
Pimentel.
Antonio
de Campos
d
’
Az«vedo
Soares.
Antonio
Roberto
de
Araújo
Queiroz
Júnior
Dizem que
os
progressistas
se
absti
veram
de
votar.
Asseveram-nos
que
nos
outros
conce
lhos
lambem
os
eleitos
serão governamen-
laes.
Assim,
no
dizer
do
correspondente
d
’
esta
cidade
para
o «Commercio
do Por
to»,
teremos
nos
futuros
conselheiros
de
districlo
regeneradores
mais
puros
ainda
dos
que
os
actuais.
E
o illuslre
corres
pondente
que
o
diz,
é
porque
o
sabe,
pois
conhece
melhor
do
que
nós
o
mecha-
nismo
d
’
estas
coisas
eleitoraes.
Fellcitaçõea.—
O
novo
Papa
já
rece
beu os
embaixadores,
que
o
foram
feli
citar,
sendo
um
d
’
elles
o
de
Portugal.
!*enn>ns trações do «leiitimesato
peia
morte do
S».
í’
atire Pio IX.
—
S.
Thomé
de Estorães.—O
revd.0
abbade
Luiz
Lopes
Vieira
de Castro,
no domingo
10,
convidou
os
seus freguezes
para
a
assistenca
de
uma missa
que
disse
no
dia
II,
pelo
eterno
descanço
de S.
San
tidade,
e
á
qual
assistiram
mais
de
400
pessoas,
com
devoção
e
recolhimento.
Crespos
e
Navarra.—
Houveram
n'estas
freguezias,
celebradas
pelo
revd.
0
abbade
e
outro
ecclesiaslico.
duas missas
por a
mesma
tenção,
sendo
muito
grande
a
concorrência
dos
lieis.
Vianna do
Caslello.
—
Parochia
de
Mon-
serrale.
O
revd.0
prior
José
Maria
de
Bar-
ros
fez
celebrar,
no dia
14,
uma
missa
solemne, com Libera
me
a
musica e
Res
ponso
com absolvição
—
a
que
assistiu
o
clero
da
mesma
parocbia,
o
qual
também
celebrou
missa.
Foi
grande
a
assistência
de
povo,
especialmente
d’
esta
freguezia
Villa
Puuca
d
’Aguiar.—
O
revd.
0
pa
rocho
José Bernardino da
Silva,
depois
de
ter
concluído
as
preces
ordenadas
por
S.
Exc.
a
«Rev.
uu,
no
dia
16,
rom
a
coadju-
vação
do
revd."
parocho d
’
Affonsim
e clero
da
sua
freguezia
e duas
visinhas,
celebrou
missa
cantada
e
oílicio, ao qual
assistiu
grande
numero
de
fieis.
5.
Martinho
de
Lume.
—
O
revd.®
ab
bade
e
seu coadjutor
celebraram,
no dia
18,
missas,
ás
quaes
concorreram
muitos
lieis.
S.
Lourenço
de Celeiros.
—
No
dia
20
o
revd.
0
reitor
Antonio
José
Fetreira
d
’Àraujo
celebrou
na sua
egreja
missa
e
oflicio,
a
que
assistiu
crescido
numero
de
parochos
e
ecclesiasltcos circumvisinhos e
muitos
fieis.
llibeirio.
—
O
revd.
0
abbade
Manoel
Maria
Teixeira,
celebrou
missa
no
dia
19,
á
qual
assistiram
mais
de
800
pessoas.
S.
Joào
Ííaplista de
Eeboredo —
O
revd.0
abbade
e
arcypreste
de
Caminha,
Carlos
Joaquim
do
Valle
celebrou
missa
no
dia
19,
e concluiu
as
preces. Não
obstante
em
quasi
todas
as
parochias
do
arcyprestauo
se
estar
fazendo
o
mesmo,
em
algumas
tencionam
fazer
exequias
solemnes.
Solemne
he-Ueum.
—
Em
cumpri
mento
da
veneranda
portaria
do
exm.0
go
vernador
d
’
este
arcebispado,
de
21
do
cor
rente,
cantou-se
hontem na
egreja
do
con
vento
dos Remedios,
no
fim
do costumado
exercício
de archi-confraria
do^SS.
Imacu
lado
Coração
de
Maria,
um
solemne
Te-
Deum,
com o
SS.
Sacramento exposto,
em
acção
de graças a
Nosso
Senhor
peia
feliz
e
prompta
eleição
do
SS.
Padre
Leão
XIII.
Na
egreja
do
convento
do
Salvador
can
tou
se
lambem
no mesmo
dia
e
por
egual
motivo
um
solemne
Te-Leum
:
e
o
mesmo
consta
se
fará
quinta-feira
de
tarde
na
egreja
do
Hospital
de
S.
Marcos,
antes
da
encerração do
SS.
Sacramento,
e
na
capella
de Nossa
Senhora
da
Lapa,
a
ex-
pensas d
’
esta irmandade ecclesiaslica.
E
’
de
crer
que
nas egrejas
da
Mise
ricórdia.
Terceiros,
S.
Vicente,
real
capel
la
de Santa
Cruz
e Carmo se
dê
também
cumprimento
áquella
portaria,
bem
como
nas
egrejas
parochiaes
da
cidade,
onde o
Te-Deu>n
póde
e
deve
celebrar-se.
Ktegowijo catiaolico. —
O
collegio
de S.
Luiz n
’
esta cidade
acaba
de
dar
mais
um
teslimunbo
notável
de
interesse
e
dis-
velo
que toma
em
ministrar
aos
jovens
alumnos
uma primorosa
educação
calho-
lica
e
litleraria.
Os
alumnos
d
’
aquelle
es
tabelecimento
os
quaes
temos visto assistir
sempre
aos aclos mais importantes
de
culto,
compareceram
na
sexta-feira
,
como
disse
mos,
presididos pelo
corpo
docente
e
dis
ciplinar
ao
Te-Deum
celebrado
na
Sé,
guar
dando sempre o
mais
profundo
recolhi
mento.
A
’
noule
houve
n
’
um
dos
salões
do
collegio
uma
innocente
e
expansiva
diver
são,
a
que
assistiram
algumas pessoas
de
reconhecida virtude e
piedade.
Fallaram
alguns dos
professores,
que
foram
muito
applaudidos,
e
alguns
alumnos
exhibiram
lambem provas
de
talento
e
es
peranças.
Nos
intervallos
executou
vários
hymnos
calholicos
um
quarttelo
do
instrumental
do
snr.
Luiz
Baptista
e
Esmeriz.
Como
tudo
era
com
o
fim de
comme-
morar
o
fausto
acontecimento
da
ascenção
ao
solio
pontifício
de
Leão
XIII,
levanta
ram-se muitos
vivas
ao novo
Pontífice,
á
Egreja
Catholica,
e
orou-se por
Pio
IX.
O
que
mais
nos
encantou foi a
alegria
expansiva
e
innocente
que
a
todos
domina
va,
e,
sobretudo,
as creanças cujo rosto tra
duzia
bem
a
innocencia
e o
prazer,
inef-
favel que lhes
ia
na alma,
mórmente
ao
levantarem
os
vivas.
Fizeram-nos
lembrar
aquellas
palavras
de
David
:
Ex
ore
in-
fantium
et
laclanlium
perfecisli
latidem.
O
magestoso
frontispício
da
casa
estava
illuminado
em
todo
o
cumprimento,
o
que
era d
’
uma
vista
deslumbrante.
Exequiai»
a Pio IX.
—
Os
capel-
lães
da
real
capella
da
Misericórdia
e
Hos
pital
de
S.
Marcos,
celebram
no
sabbado,
2
de
março,
pelas
9
horas
da
manhã,
mis
sa
cantada
com
responso
e canto-chão,
na
egreja
do
mesmo Hospital,
por
alma
do
chorado
Pontífice
Pio
IX.
Na
egreja
do
convento
dos
Remedios
a
pia
associação
das
Filhas
de
Maria,
faz
lambem
celebrar
missa solemne de Re-
quiem
com responso,
para
suílragar
a
alma
do
hnmortal
lho
IX.
no
dia
4
do
proximo
março.
Aoooeiaçdto
Catholiea. —
A
Junta
Directora da
Associação
Catholica
desta
ci
dade
de
Braga,
annuncia
e
declara
aos
snrs.
associados que
para
se
conformar
com
a
vontade
de
s.
ex.
a
rev.
l)ia
o
snr.
arcebispo
Primaz
de que se fizessem
n
’
es-
ta
cidade
umas
exequias
sómente
pela
al
ma
do SS. Padre
Pio
IX,
mas
essas
so-
lemnissimas,
desistira
do
projecto
de
as
fazer
celebrar,
como
linha
resolvido
por
parte d
’esta associação,
e
com
os
meios
que
os
seus
associados voluntariamente
qui-
zessem
offerecer.
Por
este
motivo,
a
Junta
directora,
agradecendo
a
coadjuvação
qne
todos
os
snrs.
associados
estavam dispostos
a
pres
tar-lhe.
retira
o
pedido
que
por
carta
lhes
fóra
dirigido,
e
convida-os
a
assistirem
a
uma
missa que
pela
alma
do Soberano
Pon-
tifice
de
sancta e
saudosa memória
a
as
sociação
mandará
celebrar
na
egrep
do
Hospital
de
S.
Marcos,
ás
10 horas da
manhã,
do dia
2
do
proximo
março.
O
secretario,
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
Coneur»»».
—
Em
virtude
de
resolu
ção superior
se
declara
aberto
concurso,
documental
por
espaço
da 30
dias
a con
tar
de
20 do
corrente,
para provimento
das
seguintes
egrejas:
Alie
(Nossa
Senhora
da
Assumpção),
concelho
de
Loulé,
diocese
do
Algarve.
Arnoso
(Santa
Eulalia
e
sua
annexa
Salvador),
concelho
de
Villa
Nova
de
Fa-
malicão,
diocese
de
Braga.
Ay
àes
(Santa Maria,
1,
concelho
de
Fel-
gueiras, diocese
de
Braga.
Cabeçudos
(S.
Chrislovão), concelho
de
Villa Nova de
Famalicão,
diocese de
Braga.
Carregai
(Espirito
Santo),
concelho
de
Sernanceihe,
diocese
de Lamego.
Chacim (Santa
Comba),
concelho
de
Macedo de
Cavalleiros,
diocese
de
Bra
gança.
Esloy
(S. Martinho),
concelho
de
Faro,
diocese
do
Algarve.
Ferreiros
de
Tendaes
(S.
Pedro),
concelho
de
Sinfáes,
diocese
de
La
mego.
Freixiel (Santa
Maria
Magdelena),
con
celho
ue
Villa
Flor,
diocese
de
Braga
Fundada
(Santa
Margarida),
concelho
de
Villa
de
Rei,
diocese
de
Caslello
Branco.
Junqueira
(S.
Sioião),
concelho
de Villa
do
Conde,
diocese de Braga.
Linhares
(S.
Miguel),
concelho
de
Carrazeda
de
Anciães,
diocese
de
Braga.
Macieira
(Santa
Leocadia),
concelho
de
Felgueiras,
diocese
de
Braga.
Mertola
KNossa
Senhora
de
Entre
as
Vinhas),
concelho
de
Mertola,
diocese
Beja.
s
Montalvão
(Nossa
Senhora
da
Graga),
concelho
de
Niza,
diocese
de
Porlale-
t
gre
a
Monte
Virgem (Nossa Senhora
do
Monte (
Virgem),
concelho
de
Redondo,
diocese
de
Evora.
(
Móra
(Nossa
Senhora
da
Graça),
con-
r
celho
de
Móra
diocese
de
Evora.
t
Panascoso
(Senhora
do
Pranto),
con
celho
de
Abranles,
diocese
de
Caslello
Branco.
v
J
_
IGraizo
(S. Pedro),
concelho
de
Caslello
j
de
Paiva,
diocese
de
Lvmego.
I j
Pinheiro (S. Miguel),
concelho
de
Mer-
t
tola,
diocese
de
Beja.
.
.
t
Poiares
(S.
Thiago, concelho
de Ponte
do
Lima,
diocese
de
Braga.
Pomares
(Santa
Luzia), concelho de t
Arganil,
dioeese
de
Coimbra.
.
j
Portalegre
(Nossa
Senhora
da
Assum
pção da
Sé),
concelho
e diocese de
Por-
'
talegre.
Refonloura
(S.
Cypriano),
concelho
de
í
Felgeiras,
diocese
de
Braga.
Santa
Ciuz (Nossa
Senhora
da
Encar- I
nação),
concelho
de
Almodovar,
diocese
|
de
Beja.
Santo
Estevão
(Nossa
Senhora
da
Con-
|
i
ceição),
concelho
do
Sabugal,
diocese
da t
Guar
ia.
;
j
Sobreira
(S.
Pedro),
concelho
de
Pa
redes,
diocese
do
Porto.
!
<
Souto
(S.
Silvestre),
concelho
de
Abran-
•
í
tes,
diocese
de
Caslello
Branco.
Urrô (S.
Miguel),
concelho
de
Arouca, 1
diocese
de Lamego.
I
<
Vianna
do
Caslello
(Santa
Maria
I
Maior),
concelho
de
Vianns,
diocese
de
j
Braga.
t
i
Villa
Maior
(Nossa
Senhora da
Purifica-
'
ção),
concelho
de
S.
Pedro do
Sul,
dio-
<
cese
de
Vizeu.
Villa
de Punhe
(Sinta
Eulalia),
concelho
1
de Vianna,
diocese
de
Braga.
•
Tesirtiut-nío.
—
Falleceu
no
dia
24,
|
no
Rio
de
Janeiro,
João
da
Costa
Soares
e
Silva,
casado
com
D.
Candida
Rosa
de
Almeida
e
Silva.
Era
natural
de
Portu
gal,
e
baptisado
na
freguezia
da
Fonte
i
de
Arcada;
filho legitimo
de
Antonio
Tor-
quato
Gonçalves
da
Silva
e
D.
Anlonia 1
Joaquina
da Costa
Soares
e
Silva,
ainda
vivos.
Nomeou
testamenteiros:
1.°sua
mulher,
j
2.°
Joaquim
de Carvalho
Bastos,
3.°
João
José
Elioni
de Almeida
e
4.° Francisco An
tonio
Alves
de
Aguiar.
Declarou
ser
socio
da
confeitaria
da
rua
do Conde
d’Eu
n
0
132,
placa
sob
a
firma de Joaquim
de
Carvalho
Bastos
&
C.*,
na qual
tinha
o
capital
realisado
de
20:000^000,
tendo
mais
de
capital
a
reti
rar 5:500^000
e
lucros. A
liquidação
será
feita
de
accordo
com
o disposto
no
contra
cto
social.
Deixou
a
seu
afilhado
Leoncio
Amandio
de
Almeida
1:000^009,
livre
de
qualquer
imposto.
Instituiu
heideira
dos
remanescentes
de
sua
terça,
sua
mulher,
passando
por
morte
d
’
ella
ás
suas
irmãs
Ephigenia
e
Er-
melinda,
residentes
em
Portugal.
A
parda
Lidia
será livre
depois da
morte
de
sua mulher.
Algnrvs.
—
Do «Commercio
do
Sul»
do
dia
17
tomamos
o
seguinte:
«Continua
desoladora
a
secca.
Os
tam
pos
apresentam
um aspecto
que
dá
las
tima.
A
crise parece
infallivel.
No
mais
sombrio
d
’este
quadro
surge
o rosto
da
fome,
esqueleto
terrífico,
de
fauce
de
cer-
bero
que
nos
ameaça
devorar.
Nào
são
apenas
as
sementeiras
que
fi
carão
improductivas,
é
também o
arvoredo
que
se
vae
acceleradamenle
definhando e
que,
a
proseguir
a
estiagem,
ámanhã
per
dida
de
toda a
seiva,
cahirá
para
nào
se
reerguer
tão
cedo dentro
de baslissimos
annos.
E
será
essa
—
que
a
Providencia
o
não
permitia
-a
ma>s
fatal
das
calamida
des.
No
domingo
cahiram
sobre
esta
cidade
alguns borrifos
de chuva, mas
nem
estes
mesmos
con
inuarain,
ficando
illudidas
ainda
as
extremas
esperanças
que
haveria a
nu
trir
n
’
eslas
duas
circumslancias.
Factos são lodos estes
que
bem
alto
clamam
comnosco,
impetrando
as
pro
videncias
dos
poderes
superiores
do
paiz.
Eaaiça
de
Chaves «
Uraya.—
Os
srs.
deputados
Jeronymo
Pimentel,
Guilher
me
de
Abreu
e
Antunes
Guerreiro,
constituídos
em
comissão,
procuraram
o
sr.
ministro
das
obras
publicas,
pedindo-
lhes
para
mandar
completar
a
conslruc-l
ção
do
segundo
lanço
da
estrada
de
Cha-;
ves
a
Braga.
0
sr.
ministro prometteu
attender
tão
justo
pedido.
O
testamento d» Pio 5X.
—0
tes
tamento
do
ultimo
pontifice
romano
foi
aberto
na
presença
dos
seus
herdeiros,
os representantes
da
famila
Mastai.
Consta
d
’
elle
que
era
pouco
impor
tante
a
fortuna
pessoal
de
Pio
IX,
pois
não vae além
de
150:000
francos
(30
con
tos).
Determinou
o ultimo papa
que
o
seu
corpo
fosse
sepultado
na
egreja
de
S.
Lou-
renço, extra-muros,
precisamente debaixo
do arco que
se
levanta
em
cima
da
pe
dra
chamada
parrilla,
onde
apparecem
as
manchas
procedentes
do
marlyrio
do
illus-
tre
levita.
O
papa
escreveu
pelo sou
proprio
pu
nho
o epitaphio
que
deve
por-se no
sett
tumulo.
E
’
o
seguinte:
OSSA.
ET.
CINERES
Pll
P. IX.
SUM.
PONT.
VIXIT.
ANN.
(LXXXV)
IN.
PONT1FICATU.
ANN
(XXXI)
ORATE. PRO
EO.
Em
virtude
do
testamento
de
Pio
IX,
monsenhor
Cenni
ficou
encarregado
de
dis
tribuir
os
dillerenles
objectos
que
legou
parlicularmente.
Aos
cardeaes
Belio,
Simeoni
e
Monaco
deixou
os
objectos
pertencentes á
Santa
Sé
para
os
entregarem
ao
seu
successor.
O
periodico
ultramontano
«La
Voce
Delia
Verilá»,
de Roma,
diz
que
Pio
IX
deixara
á
ex-rainha
de
Hespanha
D.
Iza-
bel
um
precioso Crucifixo
e
ao
rei D.
Alfonso
um
medalhão
de
nacar
que
figu
ra
a
Resurreição;
e
acrescenta que
deixou
outra
recordação
ao
conde
de
Chambord
e aos
ex-soberanos
da
Italia
dividida.
Guerra «ís» «rient*.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres
21—
O
«Times»
publica
um te-
legramma
de
Pera,
dizendo
que
Namik-Pa-
chá
vai
a
S.
Petersburgo
afim
de
obter
do
czar
a
modificação
nas
condições
de
paz.
Northcol
disse
na
camara
dos
deputa
dos
que
a
Rússia prometteu
não occupar
a
península
de
Gallipoli,
nem
Botilair.
nem
a
margem
asialica
dos
Dardanellos.
A
In
glaterra
fez egual
promessa. Os
documen
tos
relativos
ás negociações
com
a
Rússia
serão
apresentados
no
parlamento.
Stanley,
secretario
do
ministério
da
ma
rinha,
declarou
que não
julga
necessário
pedir orçamento supplementar
para
a
ma
rinha.
Bourk
Misse
que
não
estão
confirma
das
as
noticias
de
insurreição
geral
de
Creta
e
o
massacre
dos chrislãos
no
Rhe-
timo.
Derby
declarou
que foi
defimlivamen-
te
escolhido
Baden para
o
local
da
reunião
da
conferencia.
A
Áustria
queria
na pri
meira
semana
de
março
reunião,
mas
a
Rússia
mostra-se
menos
apressada.
S.
Petersburgo
21—
A
agencia
russa
desmente
que
a
Rússia
pedisse
a
expulsão
dos
turcos
da
Bulgaria.
Londres
22
—O
«Morning
Adverlicer»
diz
que
as
condições
de
paz
da
Rússia
com
prebendem 200
milhões
sterlinos;
a
cessão
do
território
e
a frota.
A
Turquia
porém,
recusa
absolutamente
Um
despacho
de
S.
Petersburgo,
publi
cado
pelo
«Times»
alfirma
que
se
não
che
gou
ainda
ao
accordo
sobre
o
programma
da
conferencia.
*
olído.—o
director
do
Observatório
de
Moncalleri,
perlo
de
Turim, escreve
á
«Gazeta
piemonleza»
que
um
magnifico
bo-
lido,
como
não
se
vira
desde
muito
tempo
cm
Italia,
foi
visto
no
dia
5
d
’esle
mez,
pelas
10
horas
e
40
minutos
da
noute.
O
meteoro
começou a inllaminar-se
perto
da
segunda
esUelIa
do
timão
do
Grand-Cha-
nol,
como
lhe
chamam
os
francezes,
e
extinguiu-se
tranquillamente,
sem
reben
tar,
acima
da
mais
baixa
das
eslrellas
de
duas rodas. Marchava
lentamente
deixan
do
no
seu
percurso
um
largo
rastilho lu
minoso.
O núcleo
attingiu
gradualmenle
o
dobro
da gran
lura
apparente
de Venus
e
mostrou
se
diversamente
colorido,
primeiro
vermelho,
depois a?ul,
e
emlim
d
’
um
bran
co
scintillante.
Sua
luz era tão
viva,
tjoe illuminou
todo
o
terreno
do
Obser
vatório.
Hervario
monstro.
—
Segundo
um
calculo
recente,
ha
no
hervario
de Kiew
tnais
de
112,000
especies
de
plantas.
E
a
maior
collecção
que
ha
no
mun-
0
numero
das
plantas
cultivadas
no
'Jardim
Botânico
de
S.
Petersburgo
é su
perior
a
22,000
especies.
E’
iinmenso
o
seu
hervario,
sendo pouco
inferior
ao
de
Kiew.
O
seu
Museu
Botânico
contém
60,147
amostras de
madeiras,
e
2,006
vegelaes
fosseis;
e
a sua bibliolheca
8,547
obras
e
17,562
volumes.
Phiiípe Vett.—
Morreu
o
famoso
pin
tor
allemão, Philipe
Veit.
A
restauração
da primitiva
arte
chrislã
na Allemanha
deve-lhe
muito.
A
singular
excellencia
das
suas
obras
foi
sempre
reconhecida
e
apre
ciada.
Era
calholico
devoto.
Pertugurzea fallecido».—
Desde
22
a
27
de
janeiro
ultimo
falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes súbditos
porlugue
zes.
Laura
da
Comba,
19
annos, casada;
Manoel
José
Barcdlos,
36
a.,
c.;
Jesuino
Fernandes
da
Cunha,
22 a.,
solteiro;
An-
lonio Maria
Alves
Pacheco.
31
a.,
s.;
Ricardo Augusto Guerra
Velho,
14
a.;
João
da
Costa
Mrchado.
25
a.,
s.;
Ale
xandre Ferreira
Lemos,
19
a.,
s.;
Mano
el
Rodrigues
Vieira, 13 a.;
José
Fernan
des
de
Sousa,
25 a.,
c.;
Maria
Izabel
do
Coração
de
Jesus. 45
a.,
v.;
Maria
da
Conceição,
51
a.,
s.;
Virgílio
Francisco.
23
a ,
s
;
Maria
do
Carmo
Carvalho
24
a.,
c.;
José
Rodrigues,
40
a.,
c ;
João
Cardoso,
23
a.,
s.;
Nanoel
Francisco,
29
a.,
c.; José
Ferreira Pinto
Jnnior.
16
a.;
Maria
Rosa
de
Lima,
60
a.,
v.;
Maria
Benedicta
Ursula,
21
a.,
s.;
Maria
Ignez
Wilih,
85
a.,
v.;
Maria Thereza
da
Cunha
i
93
a.,
v.;
Antonio
Lopes
Pereira,
32
a.;
s.;
Francisco
Madureira,
29
a., s.;
José
Jorquim
Alves
29 a., c.;
Maria
de Sousa
Rasteiro,
40
a.,
c
;
Manoel
Alves
Mendes.
43
a
,
c.;
Manoel
Domingos
Barbado, 55
a.,
v.;
Joaquim
Rodrigues
Simões,
39
a.,
c.;
Manoel
José Nunes, 40
a.,
c.;
João
Pinto
da
Costa,
30
a.,
c.;
José Figuei
ra,
16
a.;
José
da Silva
Pereira,
26 a.,
c.;
Manoel
Maria
Rosa, 47 a.,
c.;
Domin
gos
Lopes
de Mendonça,
43
a.,
s.;
An-
tonia
Augusta
de
Jesus
Soares,
36
a., c.;
João
da
Costa
Soares
da
Silva,
43 a.,
c.;
Luiz
Maria de
Magalhães,
23
a.,
s.;
An
tonio
Dias,
31
a.,
s.,
Manoel
Joaquim
de
Mattos
Vieira,
30
s.,
s.;
Joaquim
Dias
de
Oliveira,
35
a.,
s
;
João, da Silva,
46
a.,
c., Domingos
Lopes,
23
a.,
s.;
Tha-
dim
Fernandes
de
Almeida
Fins,
17
a.;
José Pereira,
52
a.,
c.;
Antonio
Martins
Gandra,
26
a.,
s.;
Manoel
Pereira
Madru
ga
Bittencourt,
23 a.,
s.;
Albino
Fran
cisco
dos
Santos,
25
a.,
s.
Em
28
e
29
falleceram
os
seguintes:
Francisco
Gonçalves
Barbosa,
50
annos,
casado;
Maria
Izabel,
45
a.,
viuva;
Cus
todio
Rodrigues
Marques,
30
a.,
s.;
José
Borges
Franco,
19
a.,
s.;
Luiz
Antonio
dos Reis, 55 a.,
s.;
Joaquim
Lopes
Gan-
celli,
30
a.,
s.;
José
Lourenço, 36
a.,
s,;
João
Alves
de
Mello,
52
a.,
s.;
Adriano
de
Oliveira,
23
a
,
c.;
Eufrasio
Branco.
37
a., Antonio
Lopes
de
Magalhães,
53
a.,
c.; Luiz
Feneira
Ouarle,
34 a.,
s.;
José
Luiz Pereira,
25
a.,
s.;
José Maria
de
Almeida,
13
a.;
José
Dias
de
Pinho,
14
a.
Appelo
á
caridade. —
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
o
pobre
Antonio
Joaquim
da
Motta,
oílicial
de
sa
pateiro,
morador
nas Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo
grau
de
pobreza,
não
podendo,
pelo
seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios
para
sua
subsistência,
de
sua
mulher
e filhos.
V messisa.—
-Recommendamos á
ca
ridade
publica,
Antonio
de
Passos,
mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n.°
57.
peesoM caritativas.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S
Pedro
de
Ma-
xiininos,
n.°
18, existe
uma
entrevadinha,
de
16 annos
de
idade,
e
filha
de paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soífre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem dar
algum
alhvio,
soccorrendo a
com
uma
esmola
pelo divino
amor
de
Deus.
A
’e
almas caridosas.—
Recommen-
damos ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
18,
(solão).
Tendo
80
annos d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucla
com
a
miséria
extrema.
COItHES
S*O A»EXCI A
Meu
caro
José Maria.
Alegrou-me
sobremodo
a
carta
do
snr.
rev.
’
padre
Luiz
Gomes
da
Silva,
inseria
no
seu
jornal
de
sabbado,
com
referen
cia
á
erecção
de
um
monumento
á me
mória
do
nosso
bondoso
e
sempre
chora
do
Pio
IX,
bem
como
a
sua
opinião
a
tal
respeito.
Eu
applaudo
do intimo
d
’
alma
tão
no
bre
pensamento,
e—
desculpe-me
a
vaida
de
—
congratulo
me por ter
sido,
talvez,
um
dos
primeiros a
concebel-o.
No
domingo,
f7 do
corrente,
subi
ao
Sameiro,
acompanhado
de
alguns
membros
da
commissão
administradora
das
obras
que
ahi
se
andam
construindo,
e,
já
n’
es-
se
momento,
tive
o prazer
de
rntnifestar
a
alguns d
’esses
snrs.
o desejo
vehemen-
lissimo
de
ser
adornado
o
pedestal
da
Vir
gem
com
o
busto
do
glorioso
Pontifice
da
Immaculada.
E
quem
se
não sentirá
possuído
de
tão
nobre
d
sejo?
Qual
será
o
filho
d’
esta
augusta
cidade
sempre
tão
extremosa
pa
ra com o
sublime
Pastor,
que
não
quei
ra
deixar,
ás
gerações
futuras,
um
testi-
munho
do
seu
grandioso
aífecto,
da
sua
alta
admiração
pelo
maior
vulto
do sécu
lo
XIX?
Sendo
isto
assim,
creio
que
nenhum
outro
local
será
mais
proprio,
nenhum
mais bem
escolhido
do
que
alli,
no
pe
destal
da
estatua,
á
sombra
protectora
da
Virgem
da
Conceição
Immaculada
cujo
dogma
foi
por
elle
definido.
Já
vê,
pois,
meu
caro José
Maria,
que
estou
inteiramente
comsigo,
e
do
coração
disposto
a
cooperar,
quanto
seja possível,
para
se
levar
a cabo este
pensamento,
que,
convenço-me,
achará
echo
em
lodos
os
corações.
Agora deixe-me
aproveitar
o ensejo
para
dizer-lhe
o
que
me
parece
mais
optavel
emquanto
á
forma
porque,
segun
do
entendo,
se
deve fazer
a
memória,
e
é
o
seguinte:
Que
seja
feita
de
bronze
em
fórma
de
medalhão,
tendo
no
centro,
e em alto
relevo
o
busto
de
Pio
IX.
Este
alvitre
suggere-me
a
lembrança,
que
já
lhe
manifestei
de se
collocar
em
um dos
lados
do
pedestal
da
estatua
um
outro
medalhão
com
a
efigie
de
um
ou
tro
homem
noiavel
pelo
seu
talento
e
ain
da
mais
pelas
suas
virtudes,
o
finado
pa
dre
Maninho,
principal iniciador d
’
aquel-
le
monumento.
Desta
sorte
daremos
a
ca
da
uma
das memórias
um
logar proprio
e
simétrico.
Se
lhe parecer
aproveitável
o
que
pro
ponho,
v
queira
ap-ial-o
com
a
sua
in
fluencia,
pois
me
convenço
que
se,
co
mo
espero,
tomar
sobre
si
a
iniciativa,
terá
o
prazer
de vèr
coroados
os
seus
esforços
do
mais
feliz
exilo.
S.
C*
25.
Manoel Ignacio
da
Silva
Braga.
Publicando
esta
carta
do
nosso ami
go,
o
snr.
Manoel
Ignacio,
reportar-nos-
hemos
ao
que
dissemos
em
o
n.°
passa
do
d
’
esle
jornal.
Apoiamos
a
ideia
de
se
erigir
ao
Grande
Pio
um
monumento
na
cional;
e
confiamos
em
que,
quando
tal
se
não
possa
eífectuar,
o
alvitre
do
snr.
M. ignacio,
que
é
também
o
nosso,
será
d
’
a!guma
fórma
negocio
decidido. Para
o
levar
a
cabo,
é safficienle a
iniciativa
e
a
boa
vontade
dos
pequenos
na
«exlracção
social
.
O
nome
do
immortal
Pio
IX
e
o
do
fallecido padre
Martinho
devem
ficar per
petuados
no
monumento
do
Sameiro.
O
do
primeiro,
porque
foi
quem
incrustou
na coroa
da
Virgem
o
mais
belio
florão:
o
do
segundo,
porque
foi
o
iniciador
do
monumento
do
Sameiro.
Agora
uma
digressão:
Foi
lambem o
fallecido
padre
Mani
nho
quem
iniciára
em
Braga
os
festejos
que
por
qnatorze
on quinze
annos se
fi
zeram
nos anniversarios
de
Pio
IX.
N’isto
foi
áquelle
virtuoso
sacerdote
coadjuvado
pelos
seus
amigos—
Antonio Braz,
João
Baptisla
Braga, José
Maria
Dias
da
Costa,
e
Luiz
Bapusta
da
Silva,--os
quaes
foram
convidar
para
seu
presidente
o
revm.°
co-
nego
Francisco
Barbosa
do
Couto
Cunha
e
Mello,
já
fallecido,
o
qual
foi
subsfitui-
do
depois
pelo exm.
0
snr.
D.
Manuel
Mar
tins
Alves
Novaes,
actual
Deão
da
Sé.
No
segundo
anno
jí
a
commissão
dos
festejos
era
mais
numerosa;
e
entre
os
cavalheiros
que
a
compunham
não
pode
mos
d
ixar
de
mencionar especialmente
os
nomes
dos
snrs.
padre João
Antonio
Vel
loso,
que
gratuilamente
prégou
o sermão
gratulatorio,
o
do
fallecido
commendador
Bernardino
de
Senna
Freitas,
que
n
’
aquslle
anno
pagou de
per
si
só
a
cèra
para
mais
de
300
assistentes,
e
o
de
Vicente
Francisco
da
Silva
Braga,
que
a
expen-
sas
suas
mandou
lançar
todo
o
fogo e
n
’
alguns
annos
mais.
—
Esta
commissão tor
nou-se
mais
tarde
notabilíssima,
até
ao
momento
em
que
no
seu
seio
foi
enros
car-se
a serpe
da
política.
—
entrada
rui
dosa,
que
fez
com
que
alguns
se despe
dissem
e
outros
que
fossem
desconside
rados.
Terminada
esta
digressão,
afíirmainos
que
forcejaremos
tanto
quanto
nos
fôr
possível
para a
realisação
do alvitre
acima
apresentado.
ANNUNCIOS
Banco Commercial
Jc Coimbra
Soeiedade
anuninií, responsabili
dade limitada.
A
começar
no
dia 6
do proximo
mez
de
março,
ás
segundas,
quartas
e
sextas-
feiras,
pagar se-ha
aos
snrs.
accionistas
d
’
este
Banco,
nos
locses
abaixo
mencio
nados,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde,
o
dividendo
relativo
ao
segundo
semestre
de 1877,
na
razão
de
1$250
rs.
por
acção.
Coimbra
—
Séde
do
Banco.
Mangualde
—
Filial
do
mesmo.
Braga
—
Pinheiros
tc
Irmão.
Lisboa
—
Corrêa
&
C.*, 178,
rua
das
Douradores.
Porto
—
Banco
Industriai.
Vianna
—
Elias
Augusto Vieira
d
’
Araujo.
Coimbra,
18
de
fevereiro
de 1878.
Pelo Banco
Commercial
de Coimbra
Os gerentes
Manuel
dos
Santos
Júnior.
José
Barbosa
Lima.
J.
Melchiades
Ferreira
Santos.
VAC0INA.
Na
próxima
quinta-feira,
28
de
Feve
reiro,
ás
11
horas da
manhã,
vae
esta
belecer-se
a
vaccinação
permanente
no
Hospício
dos
Exposto»,
ficando
patente
ao
publico
em todas
as
quintas-feiras
do
anno.
(779)
ULTIMA HOVIOÃDE
GA.NDA.RELLÂ
^C.
:i
Campo de B»nt’4nna
Grande
sortido
para
a
Quaresma
e Semana
Santa.
Acaba
de chegar
a
este
estabeleci
mento
directamente
das
melhores
fabricas
de Paris
um grande sortido
de
Brilhan
tinas
pretas
de
seda,
failles
e
glacés,
bem como merinos
pretos
de
pura
lã,
tornando-se
a
sua
boa
qualidade e
os
seus
modicos
preços
dignos
da
atlenção
publica.
(780)
Quem
pertender
tomar a
juros
da
lei,
5
por
J00
as
quantias
que se
achim
na
Caixa
geral
dos depositos,
a
quantia
de
340$0í)0
réis. Outra
dita
de
270$000
rs.
E
lambem
compram ou
arrematam
em
praça
publica,
duas
moradas
de
casas,
com
seus
eidos
juntos,
de
terra
lavradia,
pró
ximos
e
juntos
á esirada
do
Bmn
Jesus
do
Monte,
em
Tenões,
que
pertence
aos filhos
e mulher
de
Bernardino d
’Araujo
Carvalho
Reis,
na
rua
de
S.
Victor.
(781)
AVBSO
A© PUBLICO.
Pela
direcção
do
correio
de Braga,
se
faz publico,
que
a começar
no dia 1
de
março
proximo
futuro
o
correio
para
a Povoa de
Lanhoso
e
Vieira, sairá
d
’
esla
direcção
á
1
hora
da
tarde,
devendo por
tanto
ser
tirada
a
correspondência
da
caixa
geral
para
os
ditlos
correios
ás
12 horas
da
manhã.
SALLA
E
LOJA.
Aluga-se
junto
ou em
separado
na
rua
do
Souto.
O
pretendente
falle
na
mesma
rua
e
vesti
menteria
Rocha.
(739)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
tem
dinheiro para
dar
a 5
0/0
st
brehypo-
theca.
(706)
AVISO.
A
Commissão
encarregada
da
distri
buição
dos
objectos
e
subsídios
concedidos
ás
egrejas pobres d’este
Arcebispado
Pri
maz,
pela
exc.
“
‘
a
junta
<la
Bulia
da
Cru
zada
faz
scienta
aos
reverendos Parochos
das
freguezias
de
Esporões,
Penso, e
Villa
Cova
de
.Morrei'a
do
arciprestado
de
Braga,
aos
das
freguezias
de Urgezes
e
Sanche
dos
arciprestados
de
Guimarães
e
Ama-
rante,
que
pódem
desde
já
mandar
receber
os
objectos,
com
que
foram contempla
dos,
e
que
a
pessoa
encarregada
para
esse
fim
deverá
apresentar
uma
procuração
as-
signada
pela
junta
de parochia,
devendo
a
assignatura
do
seu presidente
ser
abonada
pelo
muito
revd.
0
Secretario
da Camara
Ecclesiaslica
d
’
esta
cidadade.
Braga,
21
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
da
Commissão
Fr.
Francisco
da Visitação.
Os
nossos Bispos do continente—A
proposito das exequias
da
Lapa
em
honra
de Alexandre Her-
culuno.
1
volume
de
71
paginas,
em
bom
papel
200
rs.
Envia-se
franco
de
porte
a
quem
man
dar
a
sua
importância
(200
rs.) em
es
tampilhas
ao
editor Teixeira
de
Freitas,
em
Guimarães.
Vende-se
nas
principaes
livrarias
do
paiz.
Brevenção
Lourenço
da
Cunha
Velho
Sotto-Maior
na
qualidade
de
tutor
de
seu
filho menor,
declara
que
tenciona
usar
dos direitos
de
eníithenta
que
tem sobre
a
propriedade
denominada
O
«Armãos sita
na
fregue
zia
de
S.
João
do
Souto,
proximo
ao
Campo
da Feira. Declara que
protesta
contra
qualquer
contracto
simulado
que
haja,
ou
porventura
possa
haver, a res
peito
da
sobredita
propriedade:
e
para
que
se
não
possa
allegar
ignorância
faz este
annuncio
para
os
fins
convenientes.
Braga
18
de
fevereiro
de
1878.
Lourenço
da
Cunha
Velho
Solto-Maior.
(776)
VIHHdS
00
Manoel
de
Sampaio tem
á
venda
no
seu
armazém
do
largo
dos Penedos, n.
“
23
vinhos
finos
do
alto
Douro,
vindos
da
sua
casa
e
armazém
da Fonte
Nova,
e
alli ha
vinhos
a
retalho
pelos preços de
50
reis
o quartilho,
e
sendo
por
canada
a
180;
de
60
reis
o
quartilho
e
sendo
por
cada
220,
e
excellente
vinho
da
no
vidade
de 1876
a
80
reis
o
quartilho,
e
sendo
por
canada
a 300
rs.
Ha vinhos
velhos
engarrafados
a
150,
200
e
250 reis
por
garrafa,
e
ha
vinhos
mais
velhos,
já
antigos
e
secos
a
300,
400,
500
e
600
reis
por
garrafa,
todos
especiaes,
e
cuja
qualidade
se
garante.
O
mesmo
tem
um
armazém
de depo
sito bem
sortido
de
todos
estes
vinhos,
para
vender por
grosso
de
almudes
ou
pipas na rua
de
Santo
André,
n.°
1,
on
de
se
póde
escolher
tanto
em
gosto
co
mo
em
preços.
Tem
outros
armazéns
íiliaes
d
’este, e
onde
se
vendem
todos
estes vinhos
a
re
talho,
como
é:
largo
de
SanUAnna
n.°
59,
largo
de
S.
Thiago
n.°
15,
Campo
da
Vinha n.°
21.
O
gerente
Francisco
Alves
da
Fonseca
Coulinho
e
Fi
gueiredo.
(773)
caswawiî
«
emtista
DA
Escola
Americana
Consultono
a toda
a
hora,
tanto
de
dia
como de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(687)
ET
DES
LE
fWS JLLEB
DKMOISELLE^.
I
lxm
:s
ANNO
XXIX.
8se«e ilustra
3».
ANNO XXIX
Publica-se
no
dia 1."
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
iuniiméraveis
melhoramentos successivamente
introduzidos,
é
hoje
este jornal
de modas
uma
verdadeira
inciclupedia
de todos
os
lavores
proprios
para
senhoras.
A
utilidade
e
esmerado
estillo
de
sua
redacção.
as
preciosas
gravuras
de
figurinos,
já
em
preto,
já
a
côres,
os
padrões
riscados
em
amanho
natural,
de modo a
permiltirem
a
qualquer
pessoa
executar
todos
os
loitelle-
publicados;
os
modelos
de
tapeçara,
coLridus
com
admiravel
mestria,
e
de
ia- <1
reproducção;
grandes
liras
de
borda
los com
as
iniciaes
dis
suas
assignante>;
numerosos
traba
lhos
de
crochel,
guipure,
Iricul, etc.;
penteados,
chapéu*,
roupana
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
pittorescos,
guarnições
para
vestidos,
e
Desenhos
<le
passama-
neria,
tornam
esta
publicação
a
mais
sedutora
e
completa,
que uma senhora
ou
uma
menina
podem
desejar.
Le
Conseiller
des
Dames
et
des
Demoiselles é
o
unico
periodico que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto, dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PREÇO
PARA PORTUGAL,
POR
ANNO
2^100
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas,
o
direclor
do
Le
Conseiller des
Dames et
des
Demoiselles,
entendeu-se
com
a
administração
d’
esle
jornal,
em
Braga,
rua
Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigidas,
acompanhadas
do seu importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remetter
ás
senhoras
assignantes
os
brindes
que
escolherem.
Farmaoia
de HOGG, 2, rue de Castiglione, Paris {Unico proprietário).
I
higados
^
frescos
I
í
DB
5
I
BAGALAO de I
OLEO
HOGG
Prescripto por
todos os médicos
e empregado com o mayor succeso
contra
:
as enfermidades do peito, aflcicóes escrofu
losas, tosses clironicas, rheumatismos,
magreza
crianças, das impigemes,
<0^7
fluxos
brancos, debilidade geral, etc.,etc.
tj
HOCKT X
Agradavelefacil
de tomar.
—Desconfiar das
falsificações.
3
(d
S
Exigir-se-ha
a marca da Fabrica juntó que encobro
a
capsúlo de cada frasco de feitio
triangular, e a firma
HOGG
e Cia, que devera
achar-se sobre o rotulo.
Depositos
nas principaes Pharmacias e em Lisboa, nas casas de B
abreto
,
rua
<lo Lorcto, e-30. A
zevedo
e
Filhos, B
arral
e I
rmão
; em
Porto,
nas*casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
; em
Coimbra,
Salvador F
erraz
.
ESTEIRAS
PARA
FORRAR
SALAS.
Manoel Dias
da
Silva,
premiado
na
exposição
de
Braga
em 1863.
na
Inter
nacional
Portuense
em
1875,
na
de
Vieu-
na
de Áustria
em
1873
e
na
de
Phila-
delphia,
em
1876,
laz
publico
que
tomou
conta
do
estabelecimento de
es*eiras
da
ma
do
Souto
n.°
40
e
40
A, d
’
esta
ci
dade,
aonde
o
fabrico
das esteiras
prin
cipia a
ser
no
sistema
de
Lisboa-e
Porto
Também lava
e
compõe,
sendo
presizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de
capachos
de espaito,
(761)
HECLAIKAÇÃO.
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira,
de
clara,
para
todos
os
effeilos,
que
por
escriptura
publica
feita
em
24
de janeiro,
na
nota
do tabellião
Bastos,
d
’esta cidade,
foi
dissolvidada a sociedade,
que
havia
formado
entte
si,
e
os
snrs.
Joaquim
Au
gusto
de
Carvalho
e
João
Augusto
d
’
Oli-
veira
Braga, sob
a
firma
de Carvalhos
&
C.a da
qual
era
primeiro
socio
capita
lista,
recebendo,
e
cada dos
referidos
snrs.,
o
que.
lhe
pertencia
nos haveres
da
refe
rida
sociedade.
E
declara
mais,
que
continúa
com
o
mesmo
ramo
de
negocio,
e
com
as
mesmas
garantias
como
até
hoje,
sob
a
sua
única
responsahelidade
e
firma
de
seu
nome,
na
sua
casa
da
rua
do
Souto
n.°
9.
Braga
9
de
feveriro
de
1878.
(758)
0
POPULAR
O
francez
sem
mestre
Descoberta
inapreciável
para
toda
a
pessoa
que
quizer
aprender
só,
com
pou
ca despeza
e
no
mais
curto
espaço
de
tempo,
a
lingua
íranceza.
Traduzido
do
inglez
por
Joaquim
Gonçalves Pereira.
Um
numero
por
semana a
60
rs.
Curso
completo
ou
52
numeros
3$I2O
reis.
Remettcm-se
os
dois
primeiros
n
08
a
quem
enviar
a
sua
importância
em
es
tampilhas,
ao editor,
rua
das
Flores,
15,
—Figueira
da
Foz.
DINHEIRO
A
JURO.
A
Irmandade
de
Santa
Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
l:350$000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
O secretario—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
Quem
quizer
arrendar
a
casa
n.°
7,
no campo das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d
’
esta
cidade,
que
está
anctorisado
para
este
fim.
(713)
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Em virtude
do
despacho
proferido
pe
,
lo
Tribunal
do
Commercio
d
’esta
cidade
no processo da
prorogação
de
moratorij
requerida
pelo
Banco
Commercial
de
Bra.
ga,
sáo
convidados
os
snrs.
accionistas
d
mesmo
Banco,
por
deliberação
do
Conse.
lho
Fiscal,
a
fim
de
no
dia 4
de
Março
proximo
pelas
1
1 e
meia
horas
da
manhã,
reunidos
em
Assemblea
geral
exlraordh
naiía.
elegerem
os
membros
accionistasdl
cómm.S'ã
>
mixla,
que
tem
de
procederá
liquidação
do
mesmo
Banco.,
Fica
por
este
modo
sem effeito
o
annuncio anterior
para
as
eleições
dos
dif.
fereules
cargos
que
se
achavam
vagos.
Braga
16
de
fevereiro
de
1878.
No
impedimento
do
presidente
O
vice-presidente
Antonio
Brandão
Pereira.
A
BELLEZA
DAS
SENHORAS
Pomada
sympathica.
para
destruir,
de
momento,
o
peilo
da
cara
e
mesmo cabei-
lo
em
quantidade,
sem
causar
o
menor
damno
á
pelle.
Xarope peitoral
de
Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta,
dos
nas
moléstias
pulmonares,
tosses
an
tigas
e
modernas,
bronchites agudas
e
chronicas,
broncorrhea,
catharro pulmonar
seja qual
fôr o
seu
estado,
pneumonia, pleu-
resia,
tisica,
catharro
suílocante,
angina
nervosa,
tosse
astbmalica,
escarros
de
san
gue,
etc.
etc.
Os
efleitos
d
’este
verdadeiro
especifico
são
seguros
e rápidos
e
é
considerado
na
opinião
publica
o
melhor
medicamento
pa
ra
laes
padecimentos.
A’ venda
em
Braga'
nas
pharmacias
Pipa
&
Irmão,
Orphãos
e
Alvim.
Em
Guimarães
na
pharmacia dei
Pereira
Martins.
Deposito
principal
na
Phar
macia
Lisbonense, Largo
do
Corpo
Santo
-LISBOA.
(762)
JOSÊ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
5, Wuu
&
BRAGA
Com
estabelecimento
de pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e
chá
—cartonagem
pari
I
dezenho, floragem
e aprestes
para
ílôres
—
stearina,
pós finos para
gomma,
etc,,
etc.
N
’
este
antigo
e acreditado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo
sortimeii-l
to
do
livros
em branco, proprios
para
[
escripluração
mercantil,
bem
como
papeis I
e
artigos
para escriptorio.
Também se
i
encontra
um
sortido
de chá
hyson
desde
800
a
1^400
rs.
459
gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
CAIXA
PARA AZEITE
No largo de S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e.
toda
forrada
de
castanho.
CIHIRfiSÀO
OKXT1STA
APPROVADO
PELA ESCOLA MED1CO-CIRURGI-
CA DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
faz
tudo
quanto diz
respeito
á
soa
arte
e
continúa
operando grátis,
pobres
e
soldados.
’
1688)
Os
Mehuçadofi
swy4iHe«s,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos
remédios
até
boie
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200 reis.
—
Meia
caixa 100
reis.
Unico
deposito: PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de Santo Antonio,
227,
no
Porto.
’
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
Parte de Comércio do Minho (O)
