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-
ií
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el
,
igiosa
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tvotjlíe
:®
íss
^
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
6.°
ANNO
PREÇO DA ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
...............................
1^600
»
6
»
..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
830
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇÃS,
QCIXTAS
E
SABBADOS.
PHEÇO| gDA||
ASSIGNATUBA
Províncias,
12
mezes..........................
í
»
6
»........................
»
2&000
1&030
'
sendo
duas
assignaturas
3&000
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3$600
>................................
10
H
Brazil,
12
nu
Folha
avulso
11
:££K3££S»te
i
£££38.
N.° 778
■RIGA
—ÇflSTA-FEIHA
»5 S»E
ABRIL
BK
Í8TS
Tomando
a
vontade
geral
por
primei
ro
principio
da
economia
publica,
e
regra
fundamental
do governo,
não
ha
neces
sidade
de
examinar
a
fundo
se os ma
gistrados
pertencem
ao
povo,
ou se
o
po
vo
ao
magistrados;
e também
não
é
ne
cessário
saber
se
nos
negocios públicos
deve
consultar
se
o
bem
do
Estado,
ou
o
dos
seus
chefes.
Ha
muito
tempo,
que
estas
questões
estão decididas
de
uma
fórma,
pela
pra
tica;
e
de outra
fórma,
pela
razão;
e
fô
ra
tempo
perdido
esperar
que
aquelles
que
se
fizeram
senhores,
prefiram
ao
seu
proprio interesse,
outro
qualquer;
e
ó
por
isto
que
convém dividir
ainda a
econo
mia
publica,
em
popular,
e lirannica:
aquel-
la,
é
a
de
qualquer
Estado,
em
que
reina
entre
os
chefes e o
povo
a
unidade
de
interesses,
e
de
vontade;
e
a
outra
ha
de
existir
necessariamente
onde
o
povo
e
go
verno
tiverem
interesses
differentes,
e
con
seguintemente
vontades
oppostas:
e
d
’esta
indole
e
d
’
esta
natureza,
e
d
’
este
gene
to
é
o
que
se
está praticando
n
’este
malaven-
turado
paiz.
As
maximas
de uma,
achara-
se
inscriptas nas longas
paginas
da
his
toria,
e
nas
satyras
da
Machiavel:
e as
da
outra,
acham-se
nos
escriplos
dos
phi-
losofos,
que
tiveram
a
coragem de advo
gar
os
direitos
da
humanidade.
A primeira
e
a
mais
importante
ma-
xima
do
governo
popular,
ou
d
’
aquelles
que
tem
por
objecto
o
bem do povo, é
seguir
em
tudo
á
vontade
geral;
mas
pa
ra
isto
é
preciso
conhec
l-a,
e
mais do
que
tudo,
distingutl-a
da
vontade
particular,
começando
este
estudo
por
nós
mesmos,
distincção
esta
assaz
ddlicil
de
fazer,
e
a
que
sómente
póde
dar
luz suíliciente
uma
virtude
superior:
e
coino
para
querer,
é
necessário ser
livre;
surge
outra
dilíi-
culdade
não
menor
em
fazer
a
combina
ção
da
liberdade
publica,
com
a
auctori
dade
do governo.
Se
indagarmos as
rasões porque
os
ho
mens,
unidos
pelas
suas
necessidades
mu
tuas
na
grande
sociedade,
se
uniram
es-
treitamente
nas
sociedades
civis,
nós
as
achamos
na segurança
para
cada
ura
dar
sua
propriedade,
da sua
vida
e
da
sua
liberdade,
por
meio
da
protecção
dada a
todos.
Como
poderá porém
o
homem
ser
obrigado
a
defender
a
liberdade
de
um
sem
atacar
a
dos
outros? E como
se ha de
provêr
ás
necessidades
publicas,
sem
al
terar
a
propriedade
particular
d’
aquelles,
que
são
obrigados
a
contribuir
para
sa-
li>fazel-as?
Por
mais
que n’
esta
matéria
se
possa
sofismar,
é
certo
que
se
a minha
xontade
póde
ser
contrariada,
eu
não
sou
livre;
e que
não
posso
ser
senhor
abso
luto
dos
meus
bens, se
outrem
póde
to
car-lhes.
Estas
difliculdades,
que
parecem
inso
lúveis,
tem
sido
removidas pela
mais su
blime
das instituições
humanas,
ou
antes,
Por
uma
inspiração
celeste,
que
ensinou
o
homem
a
imitar
na
terra,
os
decretos
do
ceu:
Porque
inconcebível
artificio
póle
descobrir
se
o
meio
de sugeitar
o
homem
para
que
elle
possa
ser
livre?!
De
empre
gar-lhe
os bens,
os
braços,
e
a
vida no
serriço
do
Estado;
e
sem
o
consultar,
e
86111
constrangei-o,
prender-lhe
a vontade
polo
seu
proprio
voto?! De
fazer
com
que
Seu
consentimento
prevaleça
á
sua
recu
sa
induzindo-o
a
castigar-se
a
si
mesmo
quando
faz
o
que
não
quiz
fazer?
Como
se
póde
ter
conseguido
que
elle
obedeça,
quando
não
ha
quem
mande;
e
que
sir-
'
a
sem
que
tenha
senhor?!..
Estes
prodígios
são
obra
da
lei: é
só
a lei
que
o
homem
deve
a
justiça,
e
a
liberdade:
é
este
o
orgão
salutar
da
von
tade
geral,
que
estabelece o direito,
e
a
igualdade natural
entre
os
membros
da
sociedade:
é
essa
voz
celeste,
que
dieta
a
cada
um os
preceitos
da
razão
publica,
e
o
ensina
a
obrar
segundo
as
regras
do
seu
proprio
jtiizo,
e
a
por-se
em
armo-
nia
comsigo
mesmo:
é
essa
voz,
que
os
chefes
devem
fazer
ouvir,
porque,
saindo
d
’
esta
orbita,
se
o homem
quizer
impor
a
sua
vontade
a
outro homem,
o
estado
civil
desapparecerá.
U
mais
rigoroso
dever
do
chefe
é
por
tanto vigiar
sobre
a
observância
da
lei,
de
que
é ministro,
e
em
que
se
fuuda a
sua
auctoridade;
e
se
elle
deve
fazei
a
observar
pelos
outros,
com
dobrada
razão
deve elle
mesmo
observal-a
porque
gosa
de
todo
o
favor que
ella
concede;
e
o
seu
exemplo
terá
tamanha
força,
que
ain
da
no
caso
que
o
povo
quizesse cons-n-
tir
em
que
elle
fosse
irresponsável,
de
veria
renunciar
uma tão funesta
preroga-
tiva,
para
evitar
que
outros
a
usurpas
sem
em
seu
prejuiso...
E
’
essencialmente
necessário
saber,
que
sendo
todas
as
convenções
sociaes
por
sua
natureza,
reciprocas,
não
é
possível
que
alguém
seja
superior
á
lei
sem
renunciar
ás
vantagens,
que d’
ella
lhe
resultam;
e
é por isto
que
nenhuma
excepção
póde
fazer-se
á
lei
a
favor de
pessoa
alguma
no
governo
que
fôr
bem
policiado.
Os
que
tiverem
bem
merecido da palria,
de
verão
ser recompensados
com
as
honras,
e
nunca
com
privilégios; porque
do
con
trario
o Estado
caminhará
para
o
abys-
mo
para
logo que
os
seus membros
pen
sem
que é
bom
não
obedecer
ás
leis
O
poder
das
leis
depende ainda mais
da
sua
sabedoria, do
que
da
severidade
dos
executores;
e
a
vontade
publica tira
a
sua força
maior da
razão
que
a
dieta;
e
por
assim
ser,
foi
que
Platão leve
por
uma
coisa
muito
importante
fazer
proce
der
as
leis
de
relatórios,
que
lhes
mos
trem
a
utilidade, e a
justiça.
E
na
ver
dade
o
rigor
dos
castigos
não
passa
de
um recurso
vão,
imaginado
por espíritos
apoucados,
para
substituírem
pelo
terror,
o
respeito,
que
elles não
pódem, nem
sa
bem
conseguir;
e
a
historia,
e
a
expe-
riencia
tem
assaz
ensinado,
e
provado,
que
nos
paizes,
onde
os
castigos tem
sido mais
terríveis,
tem os
crimes sido
mais
fre
quentes,
de
maneira
que
a
crueldade
das
penas
só
prova
a
quantidade
dos
infracto-
res,
e
que
punindo-se
com
a
m
sina
se
veridade
os
differentes
culpados,
o
resul
tado tem
sido
levar
os
culpados a
com-
metter
crimes
para
não
serem
punidos
por
meras
faltas.
Ora,
ainda que o governo
não
seja
o
mestre, e
senhor
da
lei, é
todavia
ne
cessário
que
seja
o
seu
garante,
e
que
tenha
todos
os
meios
de
fazel-a
executar,
e
está
n’
islo
o
talento
de
reinar.
Quando
se
tem
a
força
na
mão,
não
é para fa
zer
tremer
o
mundo, nem
ha
n
’isso
mui
to
a ganhar
corações,
porque
a
experien-
cia
ha
muito que
tem
ensinado
o povo
a
conhecer
os
males
que
lhe
vem
das
mãos
dos
seus
chefes,
e
a
adoral-os
quan
do
elles
querem
o
seu
bera.
Um
imbecil
póde, como
qualquer
outro,
punir
os cri
mes;
mas
o
verdadeiro
homem
de
Estado
sabe
prevenil-os,
porque
elle
estende
o
seu
respeitável
império
mais
sobre
as
vonta
des,
do
que
sobre
as
acções.
Se
elle
•pô
de
conseguir
que todos
obrem
bem,
na
da
mais
lhe
restará
que fazer.
José
de
Freitas
Amoriín
Barbosa.
(Continua)
-------------------------------------------------------------
Kedaeção «í» «Commereio d®
Min
ho».
Londres,
17
de
'Abril, 1878.
Essa
carta
ao
Apostolo,
que
só
hoje
envio,
por não
ter
podido
aproniptar
mais
cedó a
copia
para o
Commercio
do
Minho,
verão
os
leitores
que
não perde
por
ir
a
dita
um
pouco
velha.
Acharão
até.
que
não lenho
escripto
muitas que
oflereçam
tanto
interesse,
a
mais
de
um
importante
respeito.
Requeiro,
pois,
que
seja
composta
e
conjgida
com
cuidado;
pois
não
desejo
tomar
de
empreslimo
forçado,
como
bas
tantes
vezes me
succede.
erros
de
várias
castas,
que ás
vezes
vem
na
impressão,
e
de
que
sou
innocente.
A.
R.
SARAIVA.
SUMV1ARIO.
I.
—
Respeitabilidade
singular
do
pro
posto
Congresso,
onde
nenhum
dos
Re
presentantes póde
apparecer
de mãos na-
cionaes
lavadas,
ou
cara
sem
ferrete.
II.
—Extractos
de
carta
muito
impor
tante
sobre
a
conjunctnra
aclual,
em
re
lação
principalmente
ao
interesse
da
Italia
Flibusleira
e
usurpadora.
III.
—
O
primeiro
e excellente
discurso
de
Sua Santidade
Leão
XIII,
depois
de
sua
ac.cessão
ao
Pontificado.
IV.
—
Revelações
do maior
interesse ai
respeito
da
Maçonaria, que
começam
aí
chamar
sobre
ella considerável
attenção;
pela
indubitável
aulhenlicidade
das
mes
mas,
como
pelas
circumsiancias
que
lhes
deram
occasião.
V.
— Considerações
sobre
o
estado
in
deciso
e
delicado da
Questão
Oriental.
VI.
—Celebração
do
dia
e
festa de
S.
Patrício,
Patrono
da
Irlanda,
em
Roma,
pelos
Cardeaes
Inglezes
e
Irlandezes;
as
sistindo
o
Americano
de
Nova-York
etc.—
Varias
noticias
menores.
I.
-Agora
que
a
Rússia
fez
a
paz
com
o
Sultão,
sem
muito se
importar
com
as
objecções
que
outras
Potências, principal
mente
a
Inglaterra,
fariam
ás
clausulas
e
coudiçôes
da
mesma
paz;
deseja-se
um
Congresso
onde
as mesmas
condições
e
arranjos
Turco
Russos sejam
examinados
e
approvados,
ou censurados
—
talvez mo
dificados,—
por
votos
das
Grandes
Potên
cias
Europeas.
O
tal
Areopago.
todavia,
para
ser
ver
dadeiramente
respeitável, e
poder
decen
temente
apn sentar-se
como
juiz
dos
pro
cedimentos políticos
da
Rússia
(e
não
se
entenda
que
eu
aqui
emprehendo
defen-
del-os
ou
app'oval-os),
deviam
poder
seus
areopagitas
atirar
a
pedra
aos transgres
sores
dos
direitos
e
independencia
das
na
ções;
mas’,
em
vez
d
’isso, todos tem feis-
simas
culpas
no carlorio
político,
ou
de
commissão,
ou
de
ommissão.
Uns,
como
a
Inglaterra,
especialmente,
sam
culpados
de excitar
as
revoluções
nos
outros
paizes;
dar
a
mão
a
partidos
am
biciosos
e
inquietos
para
transtornarem
as
verdadeiras
e naturaes
constituições
dos
Estados;
dividil-os,
anarchizal-os,
paraly-
sar-lhes as
forças
naturaes,
com
pôr
me
tade
(mais
ou
menos)
contra
a
outra
par
te,
e
assim
annuilar,
ou
minimizar
o
peso
e
acção
nacional
e
natural
do
Es
tado.
Outros,
como
a
França
segundo—
na-
poleouica,
pondo-se
ás
ordens
do
Carbo-
nirismo
e
do
maçonismo,
para ir anar-
chizar
a
Italia,
expulsar
os
Soberanos
Le
gítimos,
usurpar
os
Estados
e
direitos
da
Igreja,
e
pôr
os
Santuários,
a
proprieda
de,
os
direitos,
as instituições
desta,
á
mercê
de
aventureiros
sem
religião,
sem
moral,
sem
consciência,
sem
°vergonha.
Examine-se,
analyse-se
um
pouco,
a
qua
drilha palradora,
ou
parlamenteira,
do
Citorio,
e
julgue-se
do
que
acabo
de
di
zer,
a
ver se não
é plenamente
justifi
cado
J
Outros,
como
a
Prussia,
querendo
forçar
a
Igreja
Catholica,
ou
Universal
(que
é solidaria
em toda
a
parte)
a
fa
zer-se
simplesmente
o
instrumento
da
po
lítica
do
Snr.
Bisniarck.
em
transformar
o
Império
Aposlolico
e
Calholico,
em
ou
tro
Luitierano
em nome, impio
e
racio-
nahslico
na
essencia.
Querendo tornar
o
Espiritual,
o
mais nobre,
simplesmente
o
instrumento
de
um
Temporal
ambicioso
usurpador, vandalico.
Outras,
como
a Rússia, mesma,
per-
lendendo
hypocr
lamente
que
faz
a guerra
em
favor
do
Christianismo; emquanlo. no
que
foi
Polonia
exerce
preseguições
e
crueldades
contra
os
Catholicos. em
que
rivaliza
—
e,
chamando-se
christã, excede
—em
perseguições,
os Imperadores
anti-
christãos
que
precederam
a Constan-
lino.
Outros,
como
a
Áustria,
dando
a
mão,
abraçando
fraternalmente
os flibusteiros
do
Piemonte,
que
se
ligaram
e
alliaram
com
o
pedreirismo,
o
carbonarismo.
o
jtistinismo,
o
Napoleanismo
o
Anglica-
uismo,
o
Bismarckismo,
para
roubarem
ao
Imperador
e
a
seus
Parentes,
os
Es
tados
que
toda
a
Europa
em
Vienna
lhes
havia confirmado
e
garantido;
assim
como
havia determinado que
a
Lombardia
e
a
Venecia
fossem
governadas
e
mantidas
pela
mesma
Áustria,
para
segurança da
Europa,
contia
novas
eslrepolias
da
inquieta
França.
Outros,
com
a
Italia
Piemonlizada
(Ga-
ribaldad»,
ás
ordens,
e
com o
dinheiro,
do
Protestantismo
e
da
Maçonaria
Ingle-
za), que
usurpou
e
roubou
o
mais pérfida
e
descaradamente
os
legítimos
Príncipes
Soberanos
da
Península e
das
Duas
Sici-
lias;
e
sobre tudo
os
Estados
da Igreja,
e
a
própria Capital
delles,
que
o
era
do
Mundo
Calholico,
e
como
elles
lhe
per
tencia.
A
Hispanha
e
Portugal já
não
contam
entre as
nações
e
Potências
da Europa;
depois
que
o
honrado
Canning
alliviou
a
primeira
das
Américas,
que
ella
linha
descoberto,
chrislianisado,
civilisado;
e
divorciou o
segundo
da Mãi
—
palria,
’
ou
antes,
destruiu o
Estado,
o
Império
in
fante,
de
Portugal,
Brazil
e Algarves;
que
mais que
outro
qualquer na
superfície
do
Globo,
podia,
com
suas
proporções
natu-
taes,
possessões
e
posição
geographica,
com
os auxílios
do
vapor
e
da electrici-
dade,
vir
a
fazer
sombra
a
esta
mesma
Inglaterra,
e
(em
tempo
a
compelir
cem
ella.
Verdade seja,
porem,
que
para
isto
era
preciso
que Portugal
produzisse
ainda
homens,
como
em tempos
Catholicos
e
patrióticos,
que
sabiam
respeitar-se
e
fa
zer-se
respeitar;
e
não
macacos,
como
hoje,
só
empenhados
em
plagiar
sentimen
tos,
instituições,
maneiras,
divertimentos
linguagem,
costumes,
vicios
estrangeiros,
corridas
de
burros
e
asneira?
—
que
tam
bém
as
ha
cá
por fora,
bem
que
menos
tolas
e
ridículas
que
as
da
nova
rara
Lusitana
macaca.
Em
presença e
consideração deste
es
boço
de
verdades,
imagine-se
o
que
tal
Congresso
prometia.
11.
—
Londres,
18
de
Marco.—
Tudo
0
que
pertence
á
Italia
e
a
Roma
interessa
muito
sempre
aos
Catholicos,
mas
e?p;--
cialmenle neste
momento.
Por
is.o
ac.óo
mui
dignas
de
registrar-se
varias
consi
derações
enviadas ao
Times
pelo seu
Ga!-
lenga
em
Roma,
escriptas
em
28
de Fe
vereiro
e
publicadas no
dia
8
do
corren
te,
—
provavelmente
por
virem
pelo
correio
ordinário,
em
vez
do
telegrapho.
Começa por
considerar
a
posição
van
tajosa da
Russia
actualmente
em relação
ao
negocio
do
proposio
Congresso
em
Berlim;
por
isso
que ella,
achando-se
ás
portas
de
Constantinopla
de
facto
e
po
dendo,
quando
lhe
parecesse,
occupar,
se
qvizesse,
a
mesma
Cidade;
havendo
feito
um
tratado,
já
aceito e
approvado
pelo
Sultão,
a
principal
parte
interessada
no
negocio
com
a
mesma
Russia;
conser
vando
em
sua
occupação
ainda
vários
pontos
estratégicos
e
fortificações
na Tur
quia
Europea;
e
ao
mesmo
tempo
indo
tomando
suas
medidas para
se
assegurar
bem dos pontos,
e
territórios
cedidos
na
Asia;
concebe-se facilmente
que não te
nha
grande
pressa
em
submctier
tudo
isso
á
censura
e
sancção
do
Congresso.
E
pensa
o
mesmo
Correspondente,
que
quando
o
Congresso
se
reuna,
ha
de
ser
ddTicil
que
os
Representantes
de
on
iras
nações
se
determinem
a
desapprovar
os
actos
e
pertenções
da
Russia;
sabendo
bem
que
para
ella
desistir
do
que
tem
*
ganhado,
ha
de
ser
necessário
o
emprego
de
força
—
isto
é,
uma
guerra,
que
pode
ser
cousa
muito
séria.
Considera
depois,
os
interesses
e
as
pirações
da
Italia
quaes
seriam
(se
ella
estivesse
em
termos
de
revindical-os)
e
pondera
qtie
a
estes
interesses,
vindo
a
Russia
a
predominar
no Oriente;
senhora
de
Odessa e
do
Mar
Negro;
livre
de
sa-
hir para
o
Mediterrâneo
quando
queira;
ficando
senhora
do Mar
de
Marmora, do
minará
lambem
o
Archipelago, o
Adriá
tico,
etc
Que
desta
sorte
será grande
impudi-
menlo
a
que
o
Mediterrâneo,
destinado
a
ser
(quando
Deos
qnizer)
um
lago
Ita
liano,
ficará
de
alguma
sorte,
pertencendo
á
Russia.
A
’
vi-ta
disto,
temos tres
pertenden-
tes
ao
dito
lago,
que
tem
o
nome
de
Mediterrâneo,
e
que
tão
cobiçado
é;
pois
a
França
é
bem
sabido,
que
também
ha
considerado
o
tal
Mar
Inlernum
como
lago
seu,
especialmente
depois
que
fez
de
Argel
Colonia
sua.
Porem,
o
mais
bonito
é, que,
por
ora,
o
Lago
é
verdadeiramente
Inglez
—
graças
a
Napoleão Pequeno,
que
foi
ca
var
o
Canal de
Suez
para
o
entregar,
com o
Egyplo
á
Inglaterra;
e
centuplar
assim
a
esta
o
valor de
Gibraltar
e
de
Malta
-emquanto
se
não
encaixa
também
cm
Creta,
e
talvez
em
Gallipóli.
Mas
não
ha
de tardar muito
que te
nhamos
outro
pertendente,
ao
menos
a
uma
boa
parte
d
’
iníluencia no
Lago. Quan
do
o
tunel
do Santo
Gothard
der
á
Ger-
mania
Prussianizada
breve
e
facil
passa
gem
de
sua
gente
para
as bordas
do
Adriático,
é
mui
provável
se
arranje
com
sua
intima
amiga a
Falia
Piemontizada,
para
lhe
dar
uma
boa
estação
naval,
em
alguma
borda
do
lago,
onde
venha
ani-
nhar-se
uma
boa
porção
e
força
da
muito
aspirante
Marinha
Prnssiana.
Se
a
França,
a
ítala,
e
a
Península
Ibérica
se
não
tivessem
deixado
infeccio-
-nar
do
dissolvente
Constitucionalismo
in
glez
(que
por
isso
não
devia ser
o
del
tas);
se
houvessem
dado-se
as mãos
para
manter
os
verdadeiros
princípios
de Go
verno,
de moral,
e
de
religião
da Raça
Lusitana,
não
se
achariam
hoje,
como
se
acham,
á
mercê
da revolução,
da
Ma
çonaria,
da
impiedade:
Não veríamos
a
França
mutilada;
a
Italia
ir-se rojar
aos pés
de
Bismarck; a
Hispanha
e
Portugal eli
minados,
por assim
dizer,
da
Communidade
Europea.
Março
Í5.
—
As opiniões
e
modo
de
ver,
na
conjunctura
actual,
deste
Corres
pondente,
1
talianissimo
elle
proprio,
e
que
nada
tem
de
tolo,
concernentes
ás
dispo
sições
e
interesses
da
Italia.
sam
dignas
de
registrar-se neste
momento,
em
que
até
a celebração
do
Congresso
'
tão
falado
ainda
parece
um
tanto
problemática.
Con
tinuarei,
pois, citando
o
mais
importante
da
correspondência,
prosegue dizendo:—
«Se
a
Italia
fosse
rica
e
forte,
ou
podesse
contar
com
o
auxilio
de
alliados
poderosos
e
ricos, poderia tentar-se
a
dar
um
golpe
para
segurança
e
indepen
dencia da
Europa
e
de si
própria.
«Mas
a
conlicção
de
suas
financias,
e
de
suas
forças
de
terra e de
mar,
cons
pira
em
recommendar
uma
política
de
neutralidade;
de
que
não
podia
desviar-se,
a
não ser
que
seus
alliados
naluraes
dis-
posessem
de
tal
preponderância
militar
e
naval,
que
tornasse
até supérflua
a
sua
cooperação
delia».
Isto
é
muito
bonito:
os
Italianos,
quando
vissem
que
se formara uma liga
de força
tal
que
já
não
houvesse
perigo
de
ser
vencida; então
viriam
heroicamente
em
auxilio
delia
!
Isso
porem não
seria
cousa
nova;
pois,
quando
foi
da
guerra
da
Crimea,
o
Piemonte
foi
desta
sorte
acudir
á
Inglaterra,
á
França, e
á Tur
quia,
que mal sabiam
(j coitados!)
o que
havia
de
ser
delias,
se
Cavour
não
ti
vesse
combinado seu
jogo
com
o
Minis
tro
inglez
em Turim,
e
com
os
Whigs,
e o
Napoleão
pequeno,
e
a Pedreirada,
para,
pouco
depois,
o
deixarem,
o
ajuda,
rem,
a ir roubar
todos
os
outros
Sobe
ranos
de
Italia—
bem
que
tios,
primos,
etc.,
do
mesmo
Piemontez
pao-de-cabel-
leira do Protestantismo
e da
Maçona
ria
!
A.
R.
SARAIVA.
(Cont-
iúal
nati-uçõe»
de
lenthnento
pe-
morte do
SS.
Paire JPío
IX.
S.
Miguel
de
Poiares.-—
No
dia
l.°
do
corrente
celebraram-se
exequias
soletnnes,
a
que
assistiram
ps
clérigos da
freguezia
e
viainhas,
as
irmandades
incorporadas, os
professores
d
’
instrucção
primaria,
e
gran
de
concurso
de
povo.
Orou
o
revd.°
co
nego
Santos
Monteiro.
Passam de
13*0
as
communhões
offerecidas
n
’
aquella
freguezia
desde
a
morte
do
grande
Pio
IX,
por
sua
alma
No
dia
18
de Fevereiro
celebra
ram-se
na mesma
egreja
umas
nove
missas
para suffragar
a
alma
do
chorado
Pontifice.
Povoa
do
Varzim.
—
No dia
27
do
pas
sado
fizeram-se pomposas exequias
na
egreja
matriz da
Povoa
do
Varzim.
As
sistiram
60
ecclesiasticos,
auctoridades admi
nistrativas,
judiciaes,
camara
municipal,
alfandega,
delegado,
conservador,
contador,
commissão
da
de Villa
do
Conde,
juizes or
dinários
e
de
paz,
grande
concurso
de
povo,
sendo
a
guarda
d’
honra
d
’
infante-
ria
18,
com os
porta-machados. O
tem
plo
estava
bellamente
decorado.
Orou
o
revd.
0
dr.
Freire,
abbade
de Santo
Ilde-
fonso,
que
se
houve
com
muita
mestria.
A
musica
foi
da
capella
do
snr.
Silvestre
do
Porto.
E
’
digno
de louvor
o
clero
da
Povoa,
que não se
poupou
a
despezas
e
fadigas.
UZETIHI
Praeiuto «I» Enterro
em 8«at«
Cruz.—
Na
local
Procissão
do
Enterro
em
Santa
Cruz,
que publicamos
no
ultimo
numero, 777, não fomos
bem
informados
no
que
dissemos
em
relação
aos
devotos
e
devotas
que
concorreram
para
as des
pezas
do
acto
alli
narrado.
Foi
dadiva
de
devotos, cujos
nomes
involve
profundo
in
cógnito,
o
rico
manto
e
vestido
novo
que
N. Senhora
da
Soledade
tinha
quando
es
tava
exposta
no
andor.
Quanto
ás
outras
despezas
foram
feitas
pelos
membros
da
Meza,
que
as
ratearam
entre
si na
occasião
em
que definitiva
mente resolveram
levar
a
effeito
a
pro
cissão.
l-BCkindalo
e tentativa «Se assas
sinato.
—
No
domingo deu-se
na
fregue
zia
de
Nogueira
um
facto repugnante
e
brutal,
que
bem
mostra
o
lastimoso
esta
do
a
que
vae attingindo
a
sociedade
neste
século
essencialmente
corrupto
e corruptor.
E’
o
seguinte:
Na
tarde d’esse
dia,
e
na
occasião
em que
o
revd.
0
padre
Domingos
Lopes
Granja, encommendado
d’
aquella fregue
zia,
andava,
como
é
costume,
a
dar
as
boas-festas
aos seus
freguezes,
foi
infa
me
e
cobardemeute
apupado por
um
ce
lebre
José
Velho, ex-regedor d’alli.
O venerando
ecclesiastico
admoestou-o,
dizendo-lhe
que
aquelle
acto
não
era
para
grosserias
e
chucalhices.
Quando
o
snr.
padre
Granja se reti
rou,
José
velho
vollou-se
para
os
que
tinham
presenciado
aquella
scena
revol
tante,
e
disse:—hade ser
morto
hoje.
Pelas
9
horas
da
noite,
indo
aquelle
sacerdote
a
recolher-se
a sua
casa
foi
as
saltado
de
navalha
em
punho
pelo
mariola,
que
leria satisfeito
o
seu
damnado
inten
to,
se
aos gritos
de soccorro
da viclima
não
acudissem
immediatamenle
algumas
pessoas,
que
conseguiram
prender
o
feroz
aggressor,
que
depois conduziram
para
esta
cidade,
sendo
logo recolhido
á
cadeia.
Estreii»
oratoria.—
O
discurso
pro
ferido
na capella
do
Paço,
no
dia
16
de
dezembro
de
1877,
pelo
collegial
Joaquim
Antonio
da
Silva,
e
que
recentemente
foi
dado
á
estampa,
é
um
trabalho
de
muito
merecimento.
Não o
dirieis
uma
simples
estreia;
—
tal
é,
geralmenle,
a
vernaculidade
e
ele
gância
da
elocução,
e
a
facilidade
no
desen
volvimento
do
assumpto.
Merece,
pois,
ser
lido.
O
auctor offerece
esta
sua
primeira
producção
ao
snr.
conego
Alves
Matheus,
honra
e lustre
do
púlpito
p
.rtuguez,
e
na
carta dedicatória
explica
as
razões que
o levaram a
dar
ao
prelo
o seu
discurso,
—
primícias exhuberantemente
prometle-
doras.
Felicitamos
o
joven
orador,
a
quem
nos
parece
antever
um
futuro
brilhante,
e
f-licilamos
também
a
s.
exc.
a
revd.
,na
o
snr.
arcebispo,
cujos
lios
exforços
vão
assim
desentranhando
opimos
fructos.
®
ChE-ysostOEiio
Portuguez.—
O
snr.
C,
Ga.-telio
Branco
foi
um
dos
que
votou
com
mais
energia
contra
a
publi
cação
do
Chrysostomo
Portuguez.
Logo,
porém,
que
teve
na mão
e
deu
uma
vista
ao
l.
e
volume, que
já annunciámos,
es
creveu
aos
editores:
«Li
o
prefacio
do
Chrysostomo.
Está
admiravelmente
pensado
e
escripto.
Des
fez-me
as
minhas
preoccupações
quanto
á
temeridade
das
mutilações.
A
meu
ver
esla
publicação,
se
vier
a
completar
se,
reporá
Antonio
Vieira
nas
escolas,
como
já
es
tava
no
fim
do
século
XVII, das quaes
passára
para
as
estantes
dos
collectores
perdendo
a
influencia
que
tivera
no
púl
pito».
Concordamo-
neste
ponto
com o
no
tável
romancista.
E ainda
bem
!
Ao
Clwy-
sostomo
Portuguez
agouramos
mais
de
uma
edição,
e
brevemente.
«>
t «gnrto-roedor da frneta.—
|
Dá
um jornal
a
seguinte
noticia
de muito
interesse
para
os
cultivadores
de
frucla.
que
desejarem
á
custa
de
um
pequeno
trabalho
evitar
o
lagarto-roedor
da
fructa,
que
tanto a estraga.
E’
sabido
que
este
insecto
provém
da
ovação
de umas
pequenas
borboletas so
bre
a
flor dos
arbustos,
depositadas
ao
centro
do cálice
que
se
vê
no
fructo
ainda
pequeno.
O
meio indicado
é
cortar
fóra
este cá
lice,
operação
facil
emquanlo
o
fructo
está
novo,
porisso
que
está
muito
saliente
acima
do
fructo.
Este
disforma-se
nm
pouco,
mas
não
perde
nada
do
seu
sabor
e
tamanho.
Segundo as
experiencias
feitas,
a
fru
cta
assim traclada
conserva-se
e
só
cae
aquella
que foi
deixada
com
a
(lor.
IVoticin»
de
Jtomii.—
Depois
da
al-
locução
que
Sua
Santidade
pronunciou
no
Consistorio
de
28
de
Março,
sua
eminên
cia
o
cardeal
Borromeo
tendo-se
demit-
tido
da
sua
diaconia
dos Santos
Vito
e
Modesto,
optou pelo
titulo
de
Santo
Pra-
xedes,
passando
da ordem
dos
diáconos
para
as
dos
presbytero.
O
Santo
Padre,
tendo
depois
conferido
pelas
fôrmas
ordinárias
o
cargo
de
ca-
merlengo
da
Santa
Egreja
romana ao
erninentissirno
cardeal
Camillo
di
Pietro.
dignou-se
prover
varias
egrejas
na fórma
seguinte
:
A
Egreja
episcopal
de
Philadelphia,
in
partibus
inlidelium, para
o
R.
P. Domin
gos
Gaspar
Lancia,
dos
duques
de
Brolo.
da
congregação
de
S.
Bento do
Monte
Cassino,
padre
de
Palermo,
professor
de
theologia
dogmatica
e
moral,
antigo
prior
do
mosteiro
de
S.
Plácido,
perto
de
Mes-
sina,
auxiliar
de
Mgr.
Celesia, arcebispo
de
Palermo.
A
Egreja
episcopal
de
Carrhes.
in
pailibus
infidelium,
para
o
R.
P.
Antonio
Grusca,
padre de
Vienna,
antigo
camareiro
secreto
supranumerário,
professor
de
theo
logia
na
universidade
de
Vienna,
conego
d
’esla
metropole, esmoler
do
exercito
imperial
e real d
’
Austria,
doutor
em
theologia.
Depois
foram
publicadas as
egrejas
se
guintes,
providas por
breve:
A
Egreja
de
Glasgow,
na
Escossia,
re-
cenlemenle
erigida
em
arcebispado,
para
Mgr. Carlos
Eyre,
transferido
d
’
Anazarba,
in
pari. inf.
A
Egreja
de
Santo
André
d
’
Edtmbourg.
na
Escossia,
recenlemenle
erigida
em
metró
pole,
para Mgr. João
Str.iin, transferido
d
’
A-
bila,
in
pari.
inf.
A
Egreja
archiepiscopal
de Hiéropolis,
in
pari.
inf.
para
Mgr.
Paulo
Goethals,
da
companhia
de
Jesus,
vigário
apostolico
do
Bengala
Occidental,
transferido
d
’
Evaria,
in
pari
inf.
A Egreja
episcopal
de
Curium,
in
pari.
inf.
para
Mgr.
João
José
Conroy,
bispo demissionário d
’
Albany,
na
Ame
rica.
A
Egreja
d'Alberdeen,
na Escossia,
re-
cenlemente
erigida
em
calhedral,
para
Mgr.
João
Mac-Dondd,
transferido de Nicopolis,
in pari.
inf.
A
Egreja
episcopal de Tenipe,
in
part,
inf.
para
o
R.
P.
José
Masi,
padre
de
Mezzojuzo,
na archidiocese de Palermo,
deputado
bispo
ordinando,
do rito
grego,
na
Sicilia.
A
Egreja
de Dunkeld, na
Escossia,
re,
centemente
erigida
em
calhedral,
para
o
R.
P.
Georges
Rigg.
A Egreja
de
Galloway,
na Escossia,
recentemente
erigida
em
calhedral,
para
o
R.
P.
João
Mac-Lachlan
A
Egreja
d'Argyll
e
das
Ilhas,
n
8
Escossia,
recenlemenle
erigida
em
calhedral^
para
o
R.
P.
Eneas
Mac-Donald.
A
Egreja
cathed
r
al
de
Vincennes,
nos
Estados-Unidos,
para
o
R. P.
Francisco
Chatard,
antigo
camareiro
secreto
supra-
numerário
e
reitor
em
Roma do
collegio
dos
Estados-Unidos
da
America
seplen-
trional.
A
Egreja
cathedral
de
Bichemond,
para
o
R.
P.
João
José
Keane,
padre
da dio
cese
de
Baltimore
e
administrador
de
vi-
cariato
apostolico
da Carolina
septentrio-
nal.
A
Egreja
episcopal
d
’
Eucarpia,
in
pari,
inf.
para
o
R.
P.
Eduardo
Gasnier,
vigário
apostolico
de
Siam
Occidental.
A
Egreja episcopal
de
Tanasia,
in
pari,
inf
para
o
R. P.
Giordano
Ballsieper,
vigá
rio
apostolico
de
Bengala
oriental.
Foi
depois
feito
o
pedido
do
sagrado
pallium
para as
sés
archiepiscopaes
de
Glasgow
e
de Santo
André
d’
Edimbourg
em
favor
dos
sobre
itos
arcebispos,
actual-
menle
presentes
em
Roma.
Sua
Santidade pronunciou,
segundo
o
costume,
a
profissão
de
fé
e
prestou jura
mento
ás Constituições
apostólicas
Tendo-se
aberto
a sala
consislorial,
o
erninentissirno
cardeal
João
Mac
Klcskey,
creado
e
publicado
a
lo
de Março
de
187o,
do
titulo de Santa Maria
Sur-Mi-
nerva,
arcebispo
[de
New-York,
tendo
cumprido
as
formalidades
do
costume
e
tendo
feito
as
devidas
reverencias, apre-
sentouse
junto
do
throno
pontifício,
e
ten
do-se
alli
ajoelhado,
o
beijado
as
mãos
e
pés
do
Santo
Padre e
recebido
o
abraço,
foi
abraçar
todos
os
seus
eminentíssimos
collegas
; depois
voltou
para
o
throno
e
tendo-se
ajoelhado
de novo,
Sua Santidade
lhe
impoz
o
chapéu
cardinalício,
pronuncian
do a
formula
prescripta.
0
Santo
Padre,
tendo-se
retirado
para
a
sala
destinada
aos ornamentos,
para
os deixar,
o Sacro-Collegio
foi
processio-
nalmente para
a
capella
erigida
ao pé
da
sala
consislorial, onde
os
chantres das
capeilas
pontificaes
cantaram
o
Te-Deum
e
ond
1
o
cardeal
di
Pietro.
sub-deão
do Sa
cro-Collegio
fez
as
orações
do
çostnme
Super eleclum.
Em
seguida
Sua Santidade
d'gnouse
receber
em
audiência
particular
Mgr.
o
car-
d
al
Mac-Kloskey.
Preparativo» para a guerra.—
Os
preparativos
para
a
guerra
por
parte
da
Inglaterra
são
enormes.
Segundo
os
jornaes
dos
Estado*
Uni los
no
Oeste,
e
principalmcnle
no
Kenluckye
Hillinois,
estão-se
realisando
compras
im
portantes
de
cavallos,
por
conta
do
go
verno
inglez.
Parece
que
os
agentes
lem
para
adquirir
18:009
cavallos
que
serão
expedidos
para
Inglaterra
pelo
Canadá.
0
preço
varia
de
700
a 1:000
francos
O
«Evening-Star»,
fallando sobre
os
preparativos
militares
da
Inglaterra, diz:
«O
numero
dos
oííiciaes superiores
que
se
tem
posto
á
disposição d>
governo,
bastam
para
que possam
formar-se
facil
mente
dois corpos
de
exercito.»
O
«Senalor»,
barco
a
vapor
de
pro
priedade
particular,
embarca
actualmente
nas
dokas
de
Victoria,
uma
grande
quan
tidade
de
lanchas-torpedos,
que
devem ser
distribuídos aos navios inglezes
que
com
põem
a esquadra
do
Mediterrâneo.
Todas
as
lanchas-torpedos
estão
pro
vidas
dos
apparelhos mais
aperfeiçoados
que se
tem
fabricado
em
Chatam
e etn
Sheerness.
para
produzir
a
explosão
dos
torpedos.
Ha
idéa
de
distribuir
duas
lan*
chas
a cada
navio.
Também
se
embarcam
muitos canhões
de
grosso calibre
(de
64
a
100
toneladas)
para
o
Mediterrâneo.
A
«Galatea»,
que
actualmente está
nas
dokas
de
Londres,
vae
transportar a
Gi
braltar
varias
peças de
38
tonelladas,
além
de
muito outro
material
de
guerra,
des
tinado
a
tornar
inexpugnável,
a
já
inven
cível,
praça
de
Gibraltar.
Com o
íim
de
proteger
os
navios
da
esquadra
dos
tor
pedos.
foram
enviadas
grande
numero
de
chalupas
a vapor
para
as
aguas
em
q
ae
estão
fundeados
os
navios
inglezes.
Coisieidencia
singular.—
Em
Bar-
celotia,
um
joven
elegante encommendou
a
um
chapeleiro
cinco
chapéus
iguaes,
de
nina
fôrma
nova,
que
levou e
pagou
;
jnas
o
chapeleiro
fez
um
mais
de
igual
modelo
e
collocouo
no
armario.
Ao
vêr
emfiin
que ninguém
lh
’o
comprava,
um
bello
dia
pegou
n
’
elle
e
saiu.
Aqui é
que
foi o
bom
e
o
bonito.
Na
praça
do Pino,
como
na
de
Cata
lunha
e
na
planície da
Bogueria,
foi
gran
de
a
sua
surpreza
ao
approximarem-se
d
’
el-
le
tres
rapazes
que
lhe
entregaram
ou
tros
tantos
relogios,
fugindo
com
tal
pre
cipitação
logo
depois,
que
não
deram
tem
po
a
que o chapeleiro lhes
dirigisse
a
me
nor
palavra.
Este
voltou
a
casa com
os tres
relo
gios,
que
denotam
a
existência
de uma
quadrilha
de
larapios,
os
quaes,
pelo
vis
to,
se
distinguem
por
meio
do
chapéu,
e
que
tomaram
assim
o
digno
industrial
por
jlgum dos
collegas.
Um»
fera.—
Um
periodico
do
Uru-
guay fornece
os
dados
seguintes
com
re
ferencia
ao
hediondo
crime
que
foi
per
petrado
alli
recentemenle:
Existia
tfaqueila
cidade
uma
familia
que
se
compunha
de
ura
casal
e
tres
fi
lhos.
D
’
estes,
o
mais
velho
contava
apenas
15
annos. Entabulara
relações
nos
últi
mos
bailes
de mascaras
com
uma
costu
reira,
e
tanto
possuirá
d
’
elles que.
de
um
èeilo
dia
era
diante, não
voltou
a
casa.
O
pae,
homem
honrado
e
serio, edu
cara
bem
seus
filhos sem nunca
lhes
ba
ter.
Chegando
aos
seus
ouvidos
o
proce
dimento escandaloso
do
filho,
dirigiu-se
a
casa da
costureira
e
lá
deu
com
elle.
Conseguiu
leval-o
na
sua
companhia,
e
como
castigo,
não permitira que
elle
saisse
n
’
essa
noite,
em
que
devia
realisar-se
um
baile,
onde
ella
ficara
de
apparecer.
O
filho
pediu
dinheiro ao
pae e consenti
mento
para sair, não
obtendo
nem
uma
nem
outra
cousa.
O
creançola,
bastante
contrariado
e
amuado,
resolveu
desobedecer
ao
pae
e
encaminhou-se
á
porta
da
rua.
A
mãe
tractou
de
obstar
á
saida,
e
o
garoto
as
sentou-lhe
uma
tremenda
bofetada.
O pae,
que
estivera
ausente, chegou
precisamen
te
n
’
aquella occasião,
e
vendo o
filho
a
bater
na
mãe,
levantou
a
bengala e
com
ella
o castigou.
O
rapaz
recolheu-se
ao
quarto.
Passaram
duas
horas.
Já
todos
dormiam
exceplo elle,
que
scismava
no baile
e
na
sua
amada.
Os
ciúmes
começaram
a
agui-
llioal-o.
Afinal,
ergue-se,
veste-se
e
corre
allucinadc- á
cosinha...
Encontra
alli
um
machado
e
uma
faca.
Pega
em
ambos
os
instrumentos
e
pene
tra
na
alcova
dos
paes
Depois,
immedia-
tamente,
alça
o
machado
e
descarrega
tre
mendo
golpe
na
cabeça
do
pae.
A
mãe
acorda
e
desata a
grilar.
O
filho
desna
turado
acerca-se da
infeliz
e tres
vezes
de
seguida lhe
enterra
a
faca
na
gar
ganta.
Os
innocentes
irmãos,
que
presencea-
raua
tudo,
começara
a
chorar
em
altos
berros
O
malvado
apodera-se
outra
vez
do
machado
e
separa
de
repente
a
cabe
ça
do tronco
a
um
d
’
elles.
Seguidamente,
sae
para
a
rua
em ca-
bello,
na
direcção
do baile;
mas
antes
de
lá
chegar,
defronta
com
tres
ou quatro
indivíduos
que brigavam
de
faca
em
pu
nho,
e
ao
passar
cegamenle
pelo
meio
d’elles.
ficou
ferido
cora
duas
punhaladas,
uma no
ventre e
outra no
coração.
Morreu
d
’ahi
a
instantes,
confessando
o
allentado
que
perpetrara.
Cultos na Turquia.—
No
Oriente
|
o
qne
constitue
sobre
tudo
a
nacionali-'
dade
é
a
religião,
e
debaixo
d
’
esle
ponto
I
de
vista
os súbditos
do
sultão
dividem
se
4
cultos
principaes.
Os musulmanos
são
na
Europa
3.800:600;
na
Asia
12:250:000;
na
África
3.800:000.
Total
20.550:000.
Os
gregos
reúnem
íl.140.000
na
Europa,
e
2.370:000
na
Asia.
Total
13.510.000.
Os
catholicos
são
260:000
na
Europa
e
610:000
na
Asia.
Total
900:000.
Os
judeus
são 70:000 na
Europa
e
100:009
na
Asia.
Total
170:000.
Assim
o
império
turco
compõe-se
de 35
milhões
de
habitantes.
O tratado
de S.
Stefanio
vem
alterar
completamente
este
estado
de
coisas,
por
que
feitos
os
cálculos
sobre
as
pretenções
da~
Rússia,
aquelle império
perde
seis
mi
lhões
e
meio de súbditos e tres
milhões
e
meto
de
vassallos.
Conianutação de pe
m
».
—
Os
per
dões
que
el-rei
concedeu
po
r
occasião
da
Semana
Santa
aos presos
civis foram
os
seguintes:
Dada
por
expiada
a
culpa
aos
réus:
Amélia
Augusta,
condemnada
em
2
annos
de
prisão
cellular
ou 3
de
degredo,
tendo
soffrido
quasi
3
annos
de
prisão;
Ber
nardo
Soares,
condemnado
em
1
anno
de
prisão
cellular
ou 2
de
correccional;
Fran
cisco
Leite,
condemnado
em
2
annos
de
prisão
correccional,
sendo menor
de
12
annos;
Guilherme
Esteves
de
Azevedo,
condemnado
em
1
anno
de prisão
cellu
lar
ou
2
de correccional; José Jordão,
condemnado
em
5
annos
de prisão
cellu
lar ou
9
de degredo; José
de
Oliveira
o
«Callado», condemnado
em
1
anno
de
prisão
cellular
ou 2
de
correccional;
Ma
noel
da
Costa,
condemnado
em
18
mezes
de prisão correccional, e
Victorino
Pinto
Leite,
condemnado
em
2
annos
de
prisão
correccional.
Commutada
a
pena em
um
anno
de
prisão
aos
réus:
Antonio
Gomes
Correia,
condemnado
em
2
annos de
prisão
cellular
ou
3
de
degredo:
Gualdino
de
Oliveira,
condem
nado
em
2
annos
de
prisão cellular
ou 3
de
degredo;
Januario
José da
Sdva,
con
demnado
em
3
annos
de
prisão -
cellular
ou
3
e meio
de degredo; José
Duarte,
condemnado
em
2
annos
de
prisão
cellu
lar
ou
4
de
degredo;
José
Martins
Grillo,
condemnado
em
2
annos e
meio
de
pri
são
cellular
ou
5
de
degredo;
José
Nu
nes
Capellão,
condemnado
em
2
annos
de
prisão
cellular
ou
3
de degredo;
José
da
Siha
da
Conceição,
condemnado
em
3
an
nos
de
prisão
cellular
ou 5
de
degredo;
Manoel
Dias,
condemnado
em
3
annos
de
prisão
cellular
ou
6
de
degredo;
Ma
noel Martins, condemnado em
4
annos
de
prisão
cellular,
seguida
de
8
de
de
gredo.
Commutada
a
pena em
seis
mezes
de
prisão
ás
rés
Genoveva
Gonçalves
de
Car
valho.
condemnada
em
3
annos
de
prisão
cellular,
seguida
de 4
de
degredo;
e
Maria
de S.
José,
condemnada
em
2
annos
de
prisão
cellular.
Commutada
a
pena
em 2
annos
de
prisão
cellular
ou
4
annos
de
prisão
maior
sem
trabalho,
a José
Geraldes
dos
Santos,
condemnado
em
3
annos
de
prisão
cellular,
seguida
de
8
de
degredo.
Curiosa estatística.—
Os
jornaes es
trangeiros
publicam
uma
estatística
envia
da
de
Calcula,
que
indubitavelmente
é
mui
lo
curiosa.
Refere-se
aos
prejuízos
causa
dos,
durante
o
anno
de
1876,
pelos ani-
maes
ferozes
e
serpentes
venenosas.
São
estas
ultimas as
mais
funestas
e
produ
ziram
no
mencionado
periodo
a
morte
de
15:916
pessoas.
Deve
juntar-se
a
este
numero
3:437
indivíduos, mortos
por
alguns
quadrúpe
des. Contam-se 917
mortes
produzidas
por
tigres,
887
por ursos e
523
por
lobos.
O
restante
é
attribuido
a
elephantes,
leo
pardos
e
hyenas.
O
governo
da
colonia
emprega
os má
ximos
esforços
para
a
destruição d’esles
inimigos
da
raça
humana,
e
com
esse
fim
estabeleceu
prémios
para
quem
exterminar
essas
feras.
Subiu
a 56:250^000
réis
a
quantia
gas
ta
durante
o
anno
de 1876 n’esses
pré
mios.
Aquelle
que
matar
um tigre
recebe
20$520
réis, o
que
não
é
exaggerado se
altendermos
aos perigos
que
apresenta
a
caça
d
’
esles
animaes.
Mataram-se
em
1876:
1:693
tigres, 1:362
ursos, 5:979 lobos,
1:585
hyenas
e
212:000
serpentes;
comludo
este
numero nada
re
presenta, sabida,
como
é,
a
grande
quan
tidade
d
’
ellas
que
andam
espalhadas
por
aqtieilas paragens indianas.
Escusado será
dizer
que
pela
veraci
dade
da
eslatistica
que
apresentamos
não
somos
responsáveis.
Cȍn
grossa «le animaes dam-
ninhos.—A
Austria
é
um dos
paizes
da.
Europa
onde
mais
abunda
a
caça
gros
sa
de
animaes
damninhos.
Para
se
fazer
idea
copiamos
alguns
dados ofliciaes
de
ani
maes
mortos
em
1876:
Ursos,
51
(dcrs
quaes
37
em
Gallicia);
lobos,
233
(na
Gallicia
167);
lynces,
10
(5
na
Gallicia);
rapozas,
23:606
(quasi
to
das
na
Gallicia,
Baixa-Austria,
e
Styria);
martas,
7:113;
doninhas,
-
6 327;
lontras,
550;
gatos bravos
e
furões,
5:390;
texu
gos,
2:426.
Em
relação a
passares
damninhos:
Águias,
361
(sendo
215 na
Gallicia);
corujas, 616;
abutres, falcões
e
francelhos,
66:025; mochos
e
gralhas,
12:411.
E
’
na
Gallicia,
Bohemia,e
Baixa-Aus-
tria
que
se
encontram
as
regiões
d’
estas
caças,
mais
intensas e abundantes.
relação
ao
projecto
do
afastamento
simul
tâneo
da
esquadra
ingleza
e tropas
russas,
que
a
Inglaterra
exige
que
as
distancias
sejam combinadas
de
modo
que
a
esqua
dra
tenha
um
avanço
sobre
as
tropas rus
sas
para
o
caso
de
voltarem ás
actuaes
posições.
S.
Petersburgo
22
—A
agencia
russa
confirma
que
a
Rússia
e
a
Inglaterra ad-
mittiram
sem
principio
a
evacuação por
fórma
a tornar
igual
a distancia
para
o
exercito
russo e
para
a
esquadra ingleza,
tendo
em
conta
o
tempo
necessário
para
se
ganharem
as
posiçSes
evacuadas.
Entretanto
proseguem
as
negociações
para a
verificação
da
conferencia
prelimi
nar;
o
accordo
é
sobre
estes
dois
pon
tos
e
depende
da
probabilidade
do
con
gresso.
Londres
22
—
Os
jornaes
inglezes são
pouco favoráveis
á
proposta
da
retirada
si
multânea
das
forças russas e
esquadra
in
gleza.
Ura
telegramma
de
Calcutá
diz que é
extraordinária
a
actividade
que
alli
se
de
senvolve
nos preparativos bellicos.
Londres
23
—
Um
despacho
de S.
Pe
tersburgo
p»ra
o «Times»,
diz
que pro
seguem com
espirito
amigavel
as
negocia
ções
para
a retirada
simultânea das
tro
pas russas
e
a
esquadra ingleza.
O
resul
tado
pode ser
demorado
pois
que
os
rus
sos
exigem
garantias
a
que
a
Turquia
não
se
opporá
a
que
elles
voltem a
posições
primitivas, na eventualidade
do
mallogro
das
futuras
negociações.
O
«Daily»
publi
ca
um
telegramma
de
Constantinop
’
a, no
ticiando
que
se acredita
alli
na
existên
cia
de uma conspiração
para
restaurar
Mou-
rad
no
throno.
Os
novos
ministros
são fa
voráveis
a
essa
restauração,
mas
Osman
e
Mouktar
Pachá conservam-se
fieis
ao
sul
tão
actual.
Noticias agrícolas.—
A
chuva
tem
continuado,
sendo
geral
em
todo
o
paiz,
pois
o proprio
Algarve
foi comtemplado
com
dias
de
chuva
constante,
cujo
efifei-
lo
é
facil
de
presumir.
—
N
’algomas
vinhas
do
Algarve
tem-se
desenvolvido
muito
um insectoque, roen
do-as,
lhes
faz
cahir
a
parra
e
os
re
bentos.
Também
já
começa
a apparecer
a
epiphitia,
que
no anno
anterior tanto
pre
juízo
causou
nas
figueiras.
E
’
porém
na
tural
que
as
ebuvas
façam
desapparecer
estes
ílagellos.
—
Na
Guarda
as
cearas
de
trigo
tem-
porão,
centeio
e
cevada
apresentam
o
me
lhor
aspecto,
dando
as
mais
bem
funda
das
esperanças
de
haver
uma
óptima
co
lheita
d
’estes
cereaes,
se
as chuvas,
que
ha
dias
tem
cahido
quasi
lorrencialmente,
não
continuarem
excessivas.
Os
prados,
as
sim
como
as
pastagens
das
terras
seccas,
que
estavam
já
soffrendo
com
a
prolongada
falta
d
’agua,
lambem
teem
melhorado
mui
to com
estas chuvas,
desapparecendo
as
sim
o
receio,
que
havia entre
os
lavra
dores,
dos
seus
gados perecerem
á
fome
ou
serem
victimas
de doenças
que,
pela
pouca alimentação,
lhe
sobreviriam.
Os
pomares
de fructa
temporã
mos
tram
já
flor,
porém
receia-se
que
est»
se
perca,
se
o tempo
continuar
invernoso,
e
vierem
frios
que
projudiquem
o
seu de
senvolvimento,
o
qual é
precoce
n
’este
dis-
tricto.
Os
trabalhos
de
campo
estão
para
lisados.
Forísuguezes
fallecidos.
—
Desde
28
a
30 de
março falleceram
no
Rio
de
Janeiro,
os
seguintes
súbditos
portu-
guezes:
Manoel
Joaquim
da
Costa e
Sá,
60
an
nos;
Bernardino
Queiroz,
33
annos;
An
tonio
de
Carvalho,
32;
Antonio Luiz
Ro
drigues
26;
Manoel
Joaquim
de Faria,
18;
André
Luiz,
14;
Manoel
Pedro Gonçalves,
12;
Antonio
da
Costa
Lobo,
60;
Emilia
Candida,
25;
Theresa
.Maria
de
Jesus, 49;
Bernardino
Fernandes
de
Oliveira,
22;
An
tonio
de
Sousa
Mello,
23;
Antonio
Lopes,
28;
Margarida
Julia Carvalho, 29;
Antonio
Ferreira,
25; João
Augusto
Fernandes,
50;
Antonio
José
Lima,
16;
Cypriano
de
Oli
veira
Pardal,
45;
José
Lopes
Cardoso,
12,
João
Botelho
do
Rego.
25;
João
Igoa-
cio
Pereira
de
Barros,
40;
Bento
Ribei
ro
da
Silva,
37; Maria
Theresa,
30.
—
Durante
os
mezes
de
dezembro
de
1877
e
janeiro
do
corrente
anno, fallece
ram
em
Pernambuco
os
seguintes:
Amalia
Augusta
de
Lima,
45
annos;
Eduardo
José
da
Silva
Guimarães,
24;
João
dos
Anjos
Fialho,
25;
João
José
de
Me
deiros
Mello,
70;
João
Francisco
Ra
mos,
38;
Domingos
Antonio
da
Silva,
72;
Emilia
Candida
Medeiros,
60;
Felix
Au-
gu-to,
30; Ignacio Ferreira
da
Costa,
66;
Joaquim
Coelho
Ferreira,
25; Joaquim
de
Oliveira,
18;
José
Antonio Lopes
Pimen
ta,
21;
José
Rodrigues
de
Amorim,
24;
Questão do ©riente.—
Os
últimos
telegrarnmas
relativos
á questão do Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres
19
—O «Times» publica
um
despacho
de
S.
Petersburgo,
anntinciando
que
a
situação está
decididamente
paci
fica
Nos círculos
ofliciaes
assegura-se
que
a
Allemanha conseguiu
completamente
o
seu
fim.
O
congresso
examinará
os
traclados
de
1856
e
71.
que
devem
ser modificados
em
presença
dos successos que
motivarem
o
tractado
de
S.
Stefanio.
Julga-se
que
todas
as nações aeceitam
esta
reforma.
O
«Daily
News»
diz que
a
Inglaterra
comprou
grande quantidade
de
cereaes
em
Trieste.
Um
telegramma
de
S.
Petersburgo
diz
qne
Izzet-Pachá
foi
nomeado
ministro,
em
substituição
de
Reouf-Pachá.
Calcuta
18
— O
general
de
brigada
Ross
foi nomeado commandante
da
expe
dição que
parte
para
Malta
esta
tarde.
Ross
commandará
especialmenle
a
l.a
brigada,
Macpherson
a
2.
a
o major
Wor-
lon
a
cavalleria,
e
Perdanzerl
os
vapores.
Paris 19
—
A
retirada
simultânea
das
tropas
russas
dos arrabaldes
de
Constan
tinopla
e
da esquadra
ingleza
do
mar
Mar-
mora,
será
facto
subordinado
ás
negocia
ções
para
a
conferencia.
Assegura-se
que
a
Inglaterra declarou
que
não
fará
retirar
a
sua
esquadra
sem
que
os
russos se
retirei»
de
Andrinopla.
Londres
19—
O
couraçado
inglez «In-
vencible»
partiu
para
o
Mediterrâneo.
Um
telegramma
de Vienna
d
’Austria
para
o
«Daily
News»
diz
que
se
annun-
ciam
alli
hoje
semi-oíricialmente
que
a
mediação
da
Allemanha
não
deu resultado.
O
«Times»
publica
um
despacho
de
S.
Petersburgo
dizendo
que
a
grande
confi
ança
do
bom
resultado
da
mediação
da
Allemanha
foi
prematura.
Parece,
accrescenta
o
mesmo
despacho,
que
surgiram
novas
difficuldades,
mas
ain
da
assim
as
negociações
continuam.
Um
despacho para
o
«Times»
dirigi
do
de
Berlim
diz
que
a
Rússia não
se
oppõe
a
que
o
congresso
discuta
as
mais
importantes
clausulas
do
tractado
de
S.
Stefanio,
mas
recusa
acceitar
o
princi
pio
de que
a
validade
do
tractado
depen
da
casualmente
das
potências.
O
bom
resultado das
negociações pre
liminares
é
ainda
possível,
diz
o
mesmo
telegramma,
mas
duvidoso.
Londres
20=0
«Times» diz
que
a
In
glaterra
pede
sómente
que a
Rússia
re
conheça
sob
uma
forma
qualquer
um
prin
cipio
vital,
pois
que sem
elle
nenhum
tra
ctado
poderá
ser
ulil. O
príncipe
de Bis-
mark
não
póde
fazer admiltir
este
prin
cipio.
O
congresso
é
impossível
de todos
os
modos.
Berlim
20
—
Assegura-se que
a
Ingla
terra e
a
Bussia
chegaram
a
ura accor-
do
sob
o
principio
da
retirada simultânea
das tropas
russas,
e
da
esquadra
ingleza
para
os
portos
ainda
não
designados.
Cons'antinop!a
20—
Namik-Pachá
foi
no
meado gran-meslre
de
artilheria.
Corre
o
boato
de
que
Reouf-Pachá e
Ostnan-Pachá
serão
nomeados
governado
res
de
2
longínquas
províncias
asiaticas.
Paris
21
—
Diz
um
telegramma
de
Lon
dres,
publicado
pelo
«Temps»,
que
se
es
pera bom
resultado
dos
esforços
da
Al
lemanha. mas
ainda assim
julga-se
que
continuarão
energicamente
os
preparativos
militares
para
o
caso em
que
se
mallo-
grem
as
negociações.
Berlim
21—Corre
o
boato
de que o
imperador
Guilherme
não
irá
a
Wiesba-
den,
afim
de
estar
presente
se
se
realisar
a
conferencia.
Londres
22
—
O «Times»
publica
um
telegramma
de
S.
Petersburgo,
dizendo
que a
Rússia
e
a
Inglaterra
accederam a
acceitar
como
principio
qne
o
congresso
examinaria
as
mudanças
que
é
necessário
fazer
nos tractados
existentes,
mas
a
In
glaterra insiste
pelo
reconhecimento
do prin
cipio
que
as
mudanças
no
Oriente,
laes
como
aquellas
operadas
pelo
tractado de
S.
Stefanio,
constituem
uma questão
eu
ropeia.
Paris
27
—Noticias
de
Moscow
confir
mam
que
a
Propaganda
Nobilista
toma
con
sideravelmente
desenvolvimento
na
Rússia.
Parece que
se
installou
um
governo
se
creto
intitulado
Nacional,
que no dia
7
do
corrente
publicou
uma
proclamação,
de
senvolvendo
um
programma de
revolução
economica
política
e
chamando
o
povo
da
Rússia
ás
armas.
Mallogrou
se
uma
nova
tentativa
de em
préstimo
russo
em
Paris
e
Londres.
Ura
telegramma
de
Berlim
assegura com
José
Caetano
de
Magalhães,
50; José
Li
-
no
do
Conto. 37;
Maria
do
Rosário
Fer-
reira
Borges,
74;
Manoel Jacintho
de
Pai
va,
46;
Sebastião
José
da
Silva
Braga,
83;
Venancio
Ferreira
Cruz,
30.
Sermão.—
O
pregado
nas exequias
de
Pio
IX,
no
dia
23
de
março,
na
egreja
parochial
de S
Julião
de
Lisboa
pelo
eminente
orador
catholico
padre
Sea-
bra,
vende-se
no
escriptorio
da adminis
tração
d’
cste
jornal
pelo
preço
de
100
reis.
âgbádecimotos
Os
devotos
promotores
da
solemne
festividade que
em
honra
de
S.
Theotonio
se
celebrou
no
templo
dos
Congregados,
no
dia 22
do
corrente,
summamente
pe
nhorados,
agradecem
ao ex.
‘
nj
snr.
juiz
da
irmandade
de
N.
Senhora das
Dôres
a
licença que
lhes
concedeu,
bem
como
a
boa
vontade
com
que
mandou
prestar
as
alfaias
necessaaias
para
tal
solemnida-
de,
não
podendo
dizer-se
outro
tanto
de
dois
dos
snrs.
mezarios
da
mesma
irman
dade,
pela
acção
indecorosa
que
pratica
ram
para
com
os
ditos
devotos.
Outrosim
agradecem
ao
digno
mezario o ill."10
snr.
José
Pereira
da
Cunha
o obséquio
da
ar
mação
que
generosamente
lhes
prestou,
bem
como
aos
dignos
membros
da
capella
do
snr.
Luiz
Baptisla
da
Silva,
que
igual
mente
prestaram
grátis seus
serviços
em
honra
de
tão
benemerilo
Santo,
e
a
todos
protestam
sua gratidão.
NOVO HORÁRIO
Teixeira,
Mesquita
&
C.
a
, fazem
pu
blico,
que
as
suas
diligencias
que
de
Braga
saem
diariamente
para
Vieira,
Sa-
lamonde.
Povoa,
Simães
e
Senhora do
Porto,
desde
o
dia
25 do corrente
mez,
principiam
a
sahir
de
Braga
ás
horas
abaixo
mencionadas.
Vieira
e
Salamonde ás 5 horas e
meia
da
manhã.
Povoa
de
Lanhozo,
Simães
e
Senhora
do
Porto
ás
6
horas
da
manhã,
2 e 3
da
tarde.
Braga 20
de
Abril
de
de 1878. Pelos
annunciantes
(857)
Ribeiro
Braga.
Cobrança
de contribuição.
Acha-se
aberto
o
cofre do
concelho
para
o
pagamento
da
derrama
municipal,
de
1877-1878
por
espaço
de
trinta
dias
que
começaram
em
22
do
corrente
e
lin
dam
em
22
de
Maio
proximo
futuro.
(859)
O
Escrivão
.4.
M.
Alves
Costa.
curso
mnw
e
gruiíiatícàl
DA
iiMiii
íioai
Segundo o plano d» professor Alin
POR
ALBINO A. COELHO
Vende-se
em Coimbra,
e
no
escriptorio
d
’este jornal,
e
nas
principaes
livrarias
do
re«no.
Preço.....................
500
rs.
PIANO DE MEZA
Vende-se
um
de
7
oitavas de
muito
bom
auclor.
Trata-se
com Antonio
Fernandes
Gomes
de
Campos,
no
campo
de
SanCAnna
d
’esta
cidade.
(824)
RETRATOS
DE
S. SANTIDADE
LEAO XIII.
No
escriptorio
da
administração
d’
este
jornal
vendem-se
duas
magnificas
foto
grafias
de
S.
Santidade
Leão
XIII.
Própria
para
quadro
—
200
reis.
Miniatura
—
140
reis.
POLVO
DE ARROZ
ESPECIAL
PREPARADO
CON
BISMUTO
INVISIBLE
Y ADHERENTE, dá al
cútis frescura y trasparencia.
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
Se
vende en
las Farmacias, Perfumerias. Peluquerias y tiendas de quincalla.
.
Se
venae en
ias rarmacias, renumerias, reiuquenas y u
Desconfiar fle
las falsificaciones.
TRATAMENTO (em
necessidade
de repoiso nem
regimen)
por
Mad.
Lachapelle,
professora
parteira,
das
enfermidades
das mulheres,
inllammações,
ulcrids,
ixi-equen-
cias
do
parto,
desarranjo
dos
orgãos,
ca.usas
frequentes
e
ás
vezes
ignoradas
da
es
terilidade,
languidez,
palpitações, debilidade,
doenças
nervosas,
eulraquecmiemo
e
muitas
enfermidades
reputadas
incuráveis
—
Os
meios
de
cura
que
empnga
Mau.
La
chapelle,
simples
e
infalliveis,
são o resultado
de
assíduos
estudos
e
observações
pra
ticas.
Cônsul ações
das
3
ás
5—
Rue
Monlhebor,
27,
perto
Tulherias,
Paris.
(40-^j
0
G.
H.
NOBLE
& MURAT
Viannu
«io
CaMtello
Fazem
publico
para
os
devidos
efleitos
que
despediram
do
seu
serviço
o
seu
cai
xeiro,
snr.
Manoel
Fernandes
Familiar.
Vianna
18
d’
abril
de
1878
(856)
Arrematação de bens de raiz
Por
deliberação
da
commissão
liquida
tária
do
Casal do illm.° snr.
Manoel
Go
mes
da
Silva Mattos,
da
rua
d
’Agtia d’
es-
ta cidade,
creada
pela
escriptura
publica
celebrada
na
nota do Tabellião Rib
iro,
aos
7
de
dezembro
de 1877, tem
de
ser
vendidos
em
praça
no
salão
do theatro
de
S.
Geraldo
ás
11
horas
do
dia
28
do
corrente
mez.
a
casa
nobre
numero 7 do
Campo
de Sanl
’Anna,
as
quintas
e
bens
situados
nas
freguezias
de
S.
Victor,
e
de
Gualtar,
e
bem
assim
os
fóros
pertencen
tes
ao
mesmo
casal.
Em
casa
do
snr.
Paulo
José
da
Costa,
no
largo
do Barão
de S.
Martinho
podem
ser
examinados
os
mappas
descriptivos
com
os
esclarecimentos
precisos
e
respeitantes
aos
bens
do
casal
em
liquidaçã
>.
O
pagamento
dos
bens
e
foros
que
fo
rem
arrematados
deverá
ser feito
dentro
de
oito
dias,
mediante
um recibo interino.
com
dedução
do
importe
dos
laudemios
re-
lativamente
áquelles
bens, que
tendo
a
na
tureza
de praso, a
commissão
não
te
nha
podido
distinguir
dos
bens
allu-
diaes,
devendo
celebrar-se
as
escriptura
d\ssas compras
dous
mezes
depois,
den
tro
de
cujo
periodo
os
re.-pectivos dire-
ctos senhorios são
convidados
a designar
aos
compradores,
á
face dos títulos,
os
bens
de
cujo
valor tenham
direito
a
lau-
demio.
Os
directos
senhorios
suppõe
a
com
missão
serem
o Arcediago
de
Braga,
a
Casa
dos
Bravos,
a exm.a
Gamara,
a
con
fraria
de Nossa
Senhora
da
Abbadia
da
Porta
do
Souto,
a
confraria
do
Subsino
da
freguezia
de Gualtar,
e
o
exm.®
snr.
Francisco Falcão,
a
exm.
a
snr.
a
D.
Ma
ria
Ignacia
de
Faria
Machado,
e
o
snr.
João Leite de
Magalhães
da
freguezia
de
Lamaçães
d
’este concelho.
Braga 3
de abril
de 1878.
A
commissão
liquidalaria
Henrique
Freire
d
’
Andrade
Manuel
Luiz
Ferreira
Braga
(837)
Antonio Santos
d
’
Azevede
Magalhães.
A
QUEM SE QUIZER ESTABE
LECER
Lucro
certo
PASSA-SE
um
estabelecimento
situado
no melhor sitio
de
Braga,
muito
amplo
com
armação
nova
que
serve, sem
fazer
mais
despesa
alguma,
para
loja
de
fazen
das,
de
modas,
de
quinquilherias
ou
para
o
ramo
de
negocio
que
actualmente
tem.
Está forrado
exteriormente
a
pedra
már
more
e
é
o
mais
vistoso
da
cidade. Fa
cilita-se
o
pagamento
a
praso por
letras,
que
oflereçam solbabilidade. Em
Braga
carta
com
as
eniceaes
G.
C.
rua
de
Jano
n.°
2,
no
Porto
á
redação
do
jornal
«Pri
meiro
de
Janeiro».
(849)
DINHEIRO A JURO.
A
Iimandade
de
Santa Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1:3500000
reis.
Braga
2
de fevereiro
de
1878.
O
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
$
Vendem-se
os
pódios
20 a 20
B, 21
a
21
A,
22
a
22
C,
silos
na
rua
dos
Ca-
pellistas.
Para
tractar-se,
entrada
da
mes
ma
rua,
22
C.
(838)
•
Vende-se
uma
morada
de
casas
de
dois
andares
na
rua
do
Campo
*(antíga
Porta
de S. Francisco),
disignada
pelo
n.b
21 e
21
A.,
é
alo
dial,
pode
ser
vista a
qualquer
hora
do
dia
trata
se
no
Banco
Mercantil.
(850)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(70è)
Quem
quizer
arrendar
a
casa n.°
7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po, d’
esta cidade,
que
está
anctorisado
paia
este
fim.
(713)
VENDE-SE
Uma
morada
de
casas
de
um
pri-
-
?
mei.ro
andar
com
muitos
commodos
..
'
A
para
familia,
boas
lojas,
poço
com
muito
boa
agua, e
grande
quintal,
já bem
plantado e
muito
a
vinhado,
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra
n.°
55.
Para
tratar
no
n.°
57
C.
(831)
CIRURGIÃO
DERíTISTA
DA
Escola Americana
Consuitono
a
toda
a
hora,
tanto
de
lia
corno
de
noite
Rua
do
Campo (antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(843)
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—
5
Rua
Nova de Souza
5—
Copi
estabelecimento
de mercearia,
pregagens
e
objectos
para flores
e
de
es-
criplorio.
Vende
pregos
de
arame
de
todas
as
dimenções.
(843)
RETRATOS
DE
PIO
IX.
Na administração
d
’
este
jornal ven-
dem-se
bellos
retratos
oleograficos,
em
ponto
grande,
do
fallecido
Ponlitice
Pio
IX.
Com caixilho
em
preto
com
friso
doi
rado—
700
reis.
Só
o
retraio
—
200
reis.
língua
frangeza
.
Ensina-se na rua
de S.
Victor
n.°
1,
em
Braga.
(828)
JDIItSJllWaÃO
OE.1ÍTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDIGO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
soa
arte e
conlinúa
operando
grátis, pobres e
joldados.
(801)
g
|RUA
de
s
.
MARCOS,
N.°
5.|
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
saltas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em 80 reis
a
peça.
1
1
hf
í
5
Vende
ofio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas, tudo
de
boa
quali
dade.© preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma-
i
no
para
vedar
aguas, ges- '
so
para
estuques
de
ca-
.?
sas,
tudo
de primeira
qua-
i
lidade.
St
Os
Itebuçndo»
mytilieos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
es-
pectorante,
são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito: PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
'Antonio, 227,
no
Porto.
Em Braga:
PHARMACIA DOS
0R-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(814)
Diccionario
Prosodico de
Por-
tugal
e Brazd
por Antonio
José
de Carvalho e João de
Deus.
1
vol.
—10000
reis.
Remette-se
pelo correio
a
quem
man
dar
10050.
Todos
os
pedidos
devem ser
feitos
a
Pacheco
&
Barbosa
—
Lisboa.
No
Brazil,
a
Lopes
do
Couto
&
Filhos
—
Rio
de
Ja
neiro.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITAKÁ
—
1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
