comerciominho_25031878_767.xml
- conteúdo
-
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3 E.
6.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes..............................
1&600
»
6
»..........................
Correspondências
parlic.
cada
iinha
Annuncios
cada linha
.....................
Repetição
....................................
830
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TEKÇÃS,
QUIiXTÃS E SABBÁDOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.....................
»
ti »
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
Folha
avulso..........................
2&000
1&050
3&G00
3$600
10
N.°
767
exequias
por
alma
do
san
to
PADRE PIO IX, DE
SANTA
MEMÓRIA,
NOS DIAS
2 E 3
D
ABRIL NA SÉ CATHEDRAL
DE BRAGA.
D.
JOÃO
Cíl/lYSOSTOMO
DE
A
UOR1M
Pessoa,
por
mercê
de
Deus,
etc.
Achando-se
destinado o
dia 3 do
pro
ximo
futuro
mez
(Fabril
para
em
a
Nossa
Sé
Cathedral
serem feitas
exequias
so-
Içmnes
peia
alma do
Santíssimo Padre
Pio
IX;
e
desejando
Nós
que
este
tesli-
munho
religioso
de
verdadeira
fé e
intensa
saudade,
de
que
estão
possuídos
os
habi
tantes
d
’
esta cidade, seja dado
com toda
a
possível soleinnidade;
Havemos
por
bem
ordenar:
1.
°
Que no dia
2
do
proximo
mez
de
abril
pelas 2
horas
da
tarde
em
todas
as
torres
da
cidade
sejam
dados
os
si-
gnaes
do eslyio; os
qua s
serão
repetidos
no dia
3
pela
manhã ás
5,
ás
9
horas
e na
occasião
em
que as torres
da
Ca-
thedral
aununciarem,
que
vão
dar-se
as
absolvições
prescriptas
pelo
Pontifical
Ro
mano;
2.
"
Que
o
Nosso
muito
revd.
u
Desem
bargador
Vigário
Geral
mande
avisar lodo
o
clero
da
cidade
e
seu
concelho
para
assistir
ás
mesmas
exequias
com
sua
so-
brepelliz,
tanto
no
dia
2,
em
que
serão
cantadas
vesperas
e matinas,
como
no
dia
3,
em
que
terão
iogar
as
laudes,
Missa
de
Pontifical,
sermão
e
absolvições
do
estylo;
3.
°
Que
n'esse
dia
haja
feriado
tanto
nos
tribunaes
ecclesiasticos,
como
nas
aulas
do
Nosso
Seminário;
4.
°
Que os
revd.
os
parochos
recom-
mendem a
seus
freguezes
á
estação
da
Missa
Conventual,
que
será
muito para
desejar e
também para
louvar,
que
os
heis,
que
forem
assistir ás
exequias,
mos
trem
por
esta
occasião o
sentimento, de
que se
acham
possuídos,
trajando
de
luto.
Paço Archiepiscopal
de
Braga
26
de
março
de
1878.
João,
Arcebispo
Primaz.
Como
se vê
da Portaria
que
precede,
terão
Iogar
nos
dias
2
e
3
do
proxirno
abril
as
solemnes
exequias
que
s.
exc.a
I
revd.
ma
,
conjuntamente
com
os
habitantes
'I*
(Testa
cidade,
faz
celebrar por
alma
do
! Santo
Padre
Pio
IX,
de
santa
e
gloriosis-
"*
sima
memória.
0
magestoso
templo
da
Sé
será
deco-
m
rado
com
extraordiitaiia
pompa,
a
julgar
mos
pelos
preparativos
em
que
já
ha
dias
:
se trabalha
activamente.
A
orchestra
será
igualmente
magnifica.
Na
tarde
do
dia
2
haverá vesperas
■0
matinas
solemnes,
e
no
dia
3
missa
de
^
Pontifical,
sermão
prégado
pelo
rev.
m
°
co-
nego
dr.
Alves
Matheus,
e
responsorios
e
ja
iabsolvições
pelos
capitulares,
sendo
a
ul-
pima
dada
por s.
exc.
a
revd.
mi
o
snr.
.
arcebispo,
que
ciliciará
a
tudo.
,
'
Haverá
missas
geraes
pelo que
se dará
•de
esmola
500
reis.
a
5
Lembramos a
todos
os
fieis
que
con-
7.
corram áqueila
fúnebre
solemnidade,
que
.1-1
deverão
apresentar-se
trajados
com
de-
pencia.
Não
ha
alli
distineções,
é
ver-
™de;
mas
seria
mui
pouco
decoroso que
a
*guem
se
apresentasse
de
soccos,
de
Cako,
de
lenço
branco
ou
de
côres
vi-
'
as
i
por
exemplo.
Não
queremos
dizer
s
<]iie
todos
devem
ir
vestidos
á
côrte,
mas
sim que
vão
vestidos
decenlemente e
em
j
ar
«ionia com os
sentimentos
que n
’a-
n
pNdle
acto
se
traduzem.
!‘
KU!.V «llVf.l-FESSii 3S
flARÇO
»K ÍS7S
quintanistas <!e SSis-eito esn
Coimbra.
Recebemos
pelo
correio
uma
corres
pondência,
sem
data
nem
reconhecimento;
mas peia
marca
do correio
vimos
que ella
foi
lançada
em Coimbra,
no
dia
23
do
corrente.
Não lendo nós
a
honra de
conhecer
os
signatários
da
mesma,
pedimos
a
alguém
informações
ácêrca
d’aqueilas
assignaturas;
e
sendo-nos
aílirmado
que
algumas
delias
são de bacharéis
de
Direito
quintanistas,
não
duvidámos
que todos
os
signatários
seriam igualmente
condiscípulos.
Não
obstante
nem
nós,
nem
o
nosso
correspondente,
haver
offendido
directa,
ou
indireclamente,
os signatários d
’
aquella
carta,
e
ainda
pondo
de
parte
o
não
vir
esta
nos
termos
da
lei.
não
hesitámos
em
lhe
dar
publicidade,
como
em
seguida
fa
zemos;
Snr.
redaclor.
Em
a
correspondência
de
Braga
para
um
jornal do
Porto
a
«Actualidade».
allude-
se
a
uma
outra
correspondência que
vem
inseria no
n."
765
do
«Commercio
do
Minho» que
v.
tão
habilmente
redige,
e
que
é
assignada
do
Coimbra. Diz
o
au
clor
d
’ella referindo-se
á
sentença
ulti-
mamente
pronunciada
pelo
conselho
de
decanos
e
pela
qual foram
riscados
da
Universidade
oito estudantes, seis
Jos
quaes
pertencem
ao 5.°
anno
de Direito
que-
tal
decisão
lôra
recebida
com
geral
ap-
plauso
e
que
n
’ella
apenas
transluz o
principio
de
justiça
que
sempre
animou
tão
elevado
tribunal.
Não
nos
daríamos
ao
trabalho
de
lhe
dizer
que mentia e
que
mentia
cobardemente,
occultando-se
na
escuridão
do
anonymo.
Ahi
estão
bem
patentes
as
manifestações
de
toda
a
im
prensa
do
paiz que
mais
ou
menos
tem
censurado
o rigor
de
que
o
conselho
de
decanos
usou no julgamento
a
que
nos
referimos.
Bastar-lhe-hia
pois
a candencia
d’esse
pequeno
ferro
para queimar-lhe
de
todo
a
sua
consciência
de
miserável
Todavia,
snr. redaclor, ha
uma
cir-
cumstancia
fortíssima
que
nós
não
podía
mos de
fôrma
alguma
esquecer
sem con-
junclamente
com
ella
esmagarmos
a
nossa
dignidade.
O
correspondente
de
Braga
para
a
«Actualidade»
diz
que
o auctor
da
correspondência
do
«Commercio
do
Minho»
é
um
estudante
do
o.° anno
ju
rídico.
E
’
por
isso
que
nós,
os abaixo
assignados,
pertencendo
a
tal
curso
vi
mos
energicamente
protestar
contra tal
indicação,
declarando
que
não
podia
exis
tir
entre
os
nossos conJiseipulas
um
só
que se
deixasse
baixar
á
infamia
d
’
um
similhante
proceder;
sentindo
profundis-
simamente que
o
mal
informado
noticia
rista
viesse
coliocar
no
meio
do
nosso
curso
o
covil
abjecto
de tão
grande
tor
peza.
N’islo
vae
a
desaífronta
da
nossa
di
gnidade,
lamentando
do
fundo
d'alma
não
podermos chegar
por emquanlo
ao
conhe
cimento
do
tão
safado
deturpador
e cor
respondente
do
«Commercio
do
Minho»,
para
aqui
pessoalmente lhe
dizermos:
«Canalha,
mentiste
e
és
infame como
a
tua
mentira».
Ficar-lhe-ão
immensamente
gratos
por
esta
declaração
os
De
v.
etc.
Joaquim
Braamcamp
Mattos
—Antonio
Carlos
de
Carvalho
Barreio
—
Augusto
Di-
niz
Vieira de
Sousa—
Augusto
de Sousa
Tavares
—Francisco
Antonio
de
Souza
Do
nas
Bôlto
—
Alexandrino
da
Silva
Guima
rães—João Damasceno da Fonseca
Cou-
tinho—Adolfo
M.
. de
Moraes—
Adriano
Monteiro
Cancella
—
Antonio Maria
d
’\rau
jo Leite
—
Antonio Augusto
Bótlo
Machado
—
José
Caetano
Rebello
—
LeOpoldino Au
gusto
Ramires
—
José
Osorio
da
Gama
e
Castro
—
Antonio
José Gomes
de
Lima
—
Francisco
de Sousa
Namorado
—João
Ba
plista
Correia
da
Silva
—
M.noel
Freire
Garcia
Lobo—
Antonio
Augusto
Barbosa
—
João da
Costa
Santiago
—
José
Sampaio
—
José
Manoel
Paes
de
Faria
—
Miguel
Justi-
no
(1
’
Araujo
Alvares
—
Jorge
Gonçalves
Li
ma
—
Adelino
Pinheiro
Ferreira
Galhardo
—
José
Augusto
d
’
Oliveira Mattos
—
Manoel
Borges
de
Sousa
Telles
—
Annibal
Alvares
da
Silva
Júnior—
Manoel
da
Costa
Pinto
—
Miguel
Maria de Sousa
Horta
e Costa
—
Anionio
Osorio
Sarmento
Teixeira
—
Joaquim
Correia
Botelho—
Martinho
Pedro
Pinto
Bastos
—
Antonio
de
Mendonça
David
—
Al
berto
Supico
—
Manoel
da Silva
Cavadas
—
José
Marcellmo
de Sá
Vargas
—
Anionio
Vieira
d
’
Andrade—
Carlos
Cândido
de
Brito
Corte
Real
—
Joaquim
Hilário
Pereira
Al
ves
—
José
Lucio
da
Costa
Ribeiro
—
Albano
Baptista
de
S
nisa—
Lucas
da Costa Frazão
—
Álvaro
Passado
de Froes de
Sousa—
Antonio
Joaquim
d
’
Almeida—José Luiz
Moutinho
Luna
d
’
Andrade—
Victor
Paes
Saraiva
do
Amaral
—
José
de
Castro
Sousa
e
Silva—
Antonio
Augusto
de Sá
Varella
—
Augusto
Cesar
Fernandes
de Sequeira
—
José
Barata
Gomes
Feio
—
Tiberio
A.
da
Maia
Mendes
—
José
Ricardo
Ferreira
Girão
—
José
Ignacio
Delgado
de
Carvalho
—
'Alfredo
Augusto Dias
Machado
—
José
d
’
Abreu do
Couto
d
’
Amorim
Novaes
—
Francisco
Soares
d
’
Albergaria—
Miguel
Ma
ria
de
Mendonça
Baisemão—
Adriano
Car
los
Vaz
Pinto
e
Mello—
Leonardo
da
Cruz
Jorge
—
Maximiano
Pereira
da
Fonseca
e
Aragão
—
Alfredo Ferreira
de
Mattos—
Ma
noel
José Frota—
Diogo
Gomes Paulo
—
Henrique
Ernesto
da
Costa Santos--An
ionio
Coelho
da
Motla
Prego
—
D.
Caetano
Segismundo
de
Bragança—Antonio
Au
gusto
Cardoso
de Mello e
Castro
—Augusto
de
Sequeira
Thedim
—
Francisco
Domingos
Marçal
—
Vicente
Pinheiro
Lobo
Machado
de
Mello
e
Almada.
Esta correspondência
contém duas
parles
distinctas:
n
’tima
achámos
d’
alguma
forma
desculpável
o
desabafo
com
que
os
snrs.
quintanistas
querem illibar
a
sua
honra,
—
visto
que
o
correspondente
de
Braga
para a «Actualidade» assevera
que
o nosso
correspondente
conimbricense
é
um
académico do
quinto
anno
de
Di
reito.
Se por
tal
motivo s
exc
as
se
tives
sem
dirigido a
nós,
ter-lhe-iamos afiian-
çado,
como
agora
aífiançamos,
que
o
nosso
correspondente
não
pertence
aos
qumtanislas
de
Direito.
N’
este
particular
indicamos
a
s.
exc.as o
snr.
Ximenes
Jú
nior,
que
na
«Gazela de
Coimbra»,
n.°
9,
diz
que
muito
bem conhece
o
auclor
de
tal
correspondência,
e
cujo
conhecimento
ou
simples
suspeitas
não
o
levam
decerto
a
julgai-o
quintanista
de
Direito.
Os
mo
tivos
que teve
em
vista
o
collaborador
da
«Actualidade»
em
Braga,
querendo metler
a
scisão
e
crear suspeitas
entre
s.
exc.
as
,
afirmando
aquillo
que
ignora,
decerto
de
vem
ser
muito
mijsleriosos, e
por
isso
nós,
como
simples
profanos,
não
os
podere
mos
descubrir.
E
quem
sabe se
o
auctor
do
«Diário
de Braga»
na «Actualidade»,
não
será
algum
safado
deturpador
de
no
ticias.
e que
minta
por interesse
do
proprio
jornal
de
propaganda
em que
col-
labora
?...
Quanto
á
segunda
parle conslitue
ella
a
queixa desbragada
e
formulada com
expres
sões
impróprias
de
cavalheiros
que
estão
proximos
a
empunhar
a toga
da justiça,
contra
um inimigo imaginário.
E’
lamen
tável
que
tão
de
leve
façam obra
pelas
asserções
atrevidamente mentirosas
d
’
um
correspondente
falsario, sem
se
terem
dignado
ler
a
malfadada
correspondência
de
17
do
corrente,
inseria
em
o n.°
765
d
’
este
jornal,
que
hoje enviamos
acom
panhado
dos
n.°
s
seguintes
ao
primeiro
signatário
da
carta
acima
publicada.
No
primeiro
(Testes n.
1
’
disse o nosso
correspondente:
«Foram punidos
uns2t estudantes,
sen
do
oito
riscados
e
o
resto
punide-s com
prisão.
«Dos
riscados
uns
terão
de
perder
dois
annos,
e
outros um.
São estudantes
de
Direito,
quasi
todos».
Porventura
faz-se
n’
es es
peridos
al-
lusão
especial
aos
quintanistas
de
Di
reito ?
Se
o
nosso
correspondente
tem
slygma-
tisado
os
factos
pouco
decentes
praticados
na
Universidade,
e
nomeadamente aqnelles
que se deram na
procissão
ce
Passos
do
anno
pretérito,
obedece
ás
inspirações da
sua
consciência:
c
não
diz elle junta
mente que
«os
condemnados
não
foram
dos
mais culpados, mas que
nos depoi
mentos
que
fizeram
se comprometteram
muito»
?
O
nosso
correspondente
merece-nos
inteiro
credito,
e
é
d’um cavalheirismo
na
mais
lata
acepção
da
palavra,
como
nol o
tem provado
nos
muitos
annos
já
que
com
elle
temos
relações.
Sempre que
s.
exc
a
dá qualquer
noticia
menos
exa-
cta,
por
mal
informado,
immediatamente
tem
acudido
a
rectiíicar
essa
inexactidão:
é
recente
exemplo
d
’
isto
a
correspondên
cia
do
dia
20,
publicada
em
o
n.°
766.
Parece-nos
ter
dado
plena
satisfação
aos
signatários
da
carta
que
publicamos
acima,
aos quaes
nunca
otfendemos para
lhe merecermos
as palavras
duríssimas
e
indeiicadissimas
que
nos
dirige;
pois
que
sendo
dietas a
um
dos
membros da
nossa
redaeção,
importa
o
mesmo
que
serem
dirigidas
a
nós
coliectivamente.
J. M.
D.
C.
íiettianulrnçõen
tl?)
He:<tiinrnto
pe
la
snurte
tio
SS. I*a4re
IX.
Sande.—O clero
e vários
cavalheiros
de
todo
o
vaiie
que abrange
aquelle circulo
e
Taipas celebraram
pomposas
exequias.
no dia 8 do
correnle,
na
egreja
de
fe.
Martinho
de
Sande,
que
se
achava
rica
mente
armada
pelo
snr.
João
Baptista
Braga,
d
’
esta
cidade.
A
capclla
era
dos
snrs.
Esmerizes. Houve
lambem
sermão.
Esteve
alli
postada
um guarda d’honra
e os
porte-
màchados
de grande
uniforme.
Os
promoto
res
d
’
este
acto devem
estar
satisfeitos,
pois
tudo
esteve esplendido
Guimarães.
—
No
dia
14
celebraram-se
no
templo
de S.
Francisco
exequias
lam
bem
pomposas,
a
expensas
dos
clérigos
d
’
aquella cidade
e arcyprestado,
que
para
taljfim
se
cotisaram,
o
que
muito
os
hon
ra.
O
templo
estava
decorado
com
ma
gnificência. erguendo-se
no
centro
um
sumptuoso
calafalco
encimado
pela
tiara
coberta
de crepe.
O
numero
des
eccle-
siasticos
que
assistiram
aquelle
acto,
que
principiou
ás
10
horas
da
manhã
e
fina-
lisou
ás
4
da
tarde, subia
a
150.
A
or-
cheslra
era
numerosa,
e a
musica
execu
tada
foi
a
de
Peres,
Jumelli,
Carlos
Bor-
romeo
e Gallacie, e
no
intervallo entre
o
sermão
e
as
absolvições tocou se
a
peça
fúnebre
a Salva.
Orou
o
pregador
ré
gio o
snr.
p.e
Joaquim
José
da Costa,
celebrou
o
revd.°
arcypreste
do julgado
acolytado
por
dois
parochos
e
fôram
absol-
ventes
quatro
dos
mais antigos.
Fez
guarda d
’
honra
a
força
d
’
infan-
leria
6.
Assistiram
a
Camara Municipal,
admi
nistrador
do
concelho,
juiz
de
direito,
de
legado,
o
corpo
judicial,
juiz
ordinário
e
substituto,
Mezas
da
Misericórdia
e
Ordens
de
S.
Domingos,
Carmo
e S.
Francisco,
major
e
oflicialidade
da
ala
esquerda
do
regimento
6,
associações
Commercial,
Ar
tística,
de
Soccorros
Mutuos,
e
Monte-pio
Commercial, direcção
do
Asylo,
imprensa
local,
e
muita concorrência.
Lanhozo.
—
O
revd.0
arcypreste
e
pa
rodio de
Lanhozo,
no dia
11
de
Feve
reiro
celebrou missa e responço
com
as
sistência de
muito
povo
principiando
de
pois
as
preces,
e
no
dia
3
do corrente
celebrou
um
solemne
Te-Deum
pela
feliz
eleição
do novo Pontífice
com
assistência
dos
revd.os parochos
e
clero
das
freguezias
circumvizinhas.
ÊAZITILHA
í.s*HMpecennt".
—
Expõe-se Sabbado
na
real
capella
de
Santa
Cruz.
Trassgfer-ínesa
dextqHí»».
—
As
solemnes
exequias
pela
alma
de
Pio
IX,
promovidas
pelo
clero
de
Vdla Verde,
e
que
deviam
ter
Igar
a
3
d
’
abril.
na
egreja
parochial
da
Lage,
ficaram
transfe
ridas
para
o
dia
10
do mesmo
mez,
em
razão
de
n
’
aquelle
dia
se
fazerem
as
d
’
esta
cidade.
Consta-nos
que n
’aquelle
acto
será
orador
o
snr. conego Figueiredo.
SermAv,—
Na
2.a
dominga
da
pre
sente
quaresma
pregou
na
capella
do
Paço
archiepiscopal,
o
snr.
Pofirio
da
Silva,
fâmulo
de
S.
Exc.
a
Revd.
ma o
Snr.
Ar
cebispo
Primaz,
e
distincto
alumno
do
curso
theologico.
Foi
a
segunda
vez
que
subiu ao
púl
pito,
continuando
a
demonstrar os
mere
cimentos
que
deixou
entrever
na
sua
estreia
auspiciosa.
A
sua
linguagem
é
correcta
e
por
vezes
alevantada,
os
gestos
muito
apro
priados
e
a
exposição
claríssima.
Felicitamos
o
estudioso
moço.
—Sabemos
que
o
snr.
Antonio
Domingues
Alvim,
farmacêutico,
na
qualidade
de
f
rnecedor
de
medica
mentos
para
a associação
do
Monte-pio
de S.
José,
pediu,
em
officio
de
5
do
corrente,
dirigido
á
actual
Direcção
do
mesmo
estabelecimento,
a
sua
exoneração
de
fornecedor,
baseando
o
seu
pedido
em
querer
concordar
no
desejo
de
alguns
socios,
que
perteu
lem a
liberdade
de
farmacia.
A
Direcção,
respondendo
dignamente,
não
dispensou
a exoneração
pedida,
em
consequência
de não
caber
nas
suas
at-
tribuições
tal
decisão.
Peiegrim»?5o
allemii. —
O
«Mor-
ning
Posl»
publicou
um
despacho
de
Br-
lim,
tio
qual
lhe
ioi
annunciado:
que
os
catholicos da
Allemânha
preparavam
uma
peregrinação
a
Roma,
que
apresentai
ia
a
Sua
Santidade
Leão
XIII
uma
felicitação
em
nome
de
todos
os catholicos
da
Ger-
mania.
AHSoeàoçcio
Commercial,
—
No
dia
25,
á
noite.
houve reunião
extraordiná
ria
da
assembleia
d
’
esta
associação,
que
concorreu
em
grande
numero.
Ahi
o seu
presidente,
o
snr.
Fernando
Castiço,
deu
circumstanciadamente
conta
do
modo
como
em Lisboa
se
desempe
nhára
a
commissão
nomeada
no
rmeting
do
dia
10,
com
referencia
ao
caminho
de
ferro
a
Chaves.
Depois
de
ler
exposto
todas
as
peripécias d
’esta
questão,
parli-
cularisando
a
necessidade
de desvanes-
cer
impressões,
pouco
favoráveis
a
nós,
occasionadas
por
esforços
dos
directores
da
companhia
do
caminho
de
ferro
do
Porto
á
Povoa,
aquelle
cavalheiro
fez
sciente
á
assembleia
da
existência
d
’um
cilicio
particular,
de
março
de
1876,
do
director
das
obras
publicas
d’esle
districlo,
o
ex.
m0
snr.
Henrique
Thomaz
Branco,
e
que
tem
relação
com
a
questão
de
que
se
tracta.
Fez
do mesmo
um
pequeno
resumo;
e
sendo
instado
para
que
o
lêsse
na
integra,
declarou
que
o
não
podia
fa
zer
sem
licença
do
seu
auctor,
pois
que
era
apenas
um
documento
particular.
Re
solveu-se
então
que
em
nome da Asso
ciação
se
pedisse
ao
snr.
Branco
aucto-
risação
para
se
tornar
publico
aquelle
offi-
cio,
a
qual
por
certo
s.
exc.a
concederá.
Foi
resolvido,
sob
proposta
do
ex.
mo
snr.
José
Antonio
Rebelío
da
Silva,
que
se
désse
um
voto
de
louvor
aos
quatro
cavalheiros
que
fizeram
parle
da
commis
são,
e
assignaram
os
telegrammas
envia
dos
áquella
Associação,
sendo aos
mes
mos
participado
o
que
a
tal
respeito
se
deliberasse.
Por
parle do
snr. Alves
Passos
foi
declarado,
—
que,
em
razão
da grave
doen
ça
de seu
filho, quando
partiu
a
depu
tação
para
Lisboa,
não
podéra,
com
muito
sentimento
seu,
fazer
parte d'ella,
pro-
metlendo
advogar
a
nossa
causa
como
bom
procurador,
e
hoje
nosso
patrício.
Hospedes.—
Estiveram
ante-hontem
nesta
cidade
os nossos
presados
amigos
e
distinctissimos
escriptores,
os
snrs.
pa
dre
Senna
Freitas,
e dr.
Custodio
Velloso.
Conciirso,—
Partiram
para
o
Porto,
onde
vão
fazer
concurso
para escrivães
de
direito,
alguns
cavalheiros
(Testa
cida
de,
entre
elles
os snrs.
Cunha
Vianna
e
Antonio
de
Moraes Sarmento.
Conselho de dísitricto.
—
Foram
no
meados
vogaes
effectivos
do
conselho
de
dislricto
de Braga,
no biennio
de
1878
e
1879
os
snrs:
Anlonio Gaspar
Teixeira
de
Magalhães
Carneiro,
bacharel
Jeronymo
da
Cunha
Pimeutel,
bacharel
José
Borges
Pacheco
Pereira
de Faria,
e
José
Antonio
Rebello
da
Silvi.
E vogaes
substitutos
do
mesmo
con
selho,
os
snrs:
Bacharel
Nicolau
de Mello
Marinho
Falcão
Barata,
bacharel
Domingos
Moreira
Guim
rães,
bacharel
Ji ão
de
Barbosa
de
Mendonça Magalhães,
e
Manoel
Luiz
Fer
reira
Braga.
Creanfo abandonada.
—
A
’
s
8
ho
ras
da
noite
d ante-honlem
appareceu
aban
donado
na
loja
da
casa
n.°
27,
dos Chãos
de Baixo,
um
recem-nascido.
Estava em
brulhado
n’
uns
pannos.
Foi entregue
á
policia.
The«*ro.
—Houve
no
domingo
o
es-
pectaculo
annunciado
em
que
tomou
par
te
o
homem
peixe.
Constou
de
tres
comedias,
cujo
desem
penho
está
abaixo
de
toda
a
critica,
e
que
provocou á
plateia
constantes
e es
trondosas
demonstrações
de
desagrado.
Aquillo
nem
para
o
mais immnndo
barracão
de
feira.
Quando se
convencerão
estes
snrs.
de
que
o
theatro
de
Braga
não
é
tablado
d
’
histriôes
e
saltimbancos?
Outrotanto
não
diremos
dos
trabalhos
do
homem
peixe,
o
snr.
J.
França,
que
é
reahnente
admiravel.
A plateia
assim
o
entendeu
applaudindo
o
com
enthu-
siasmo.
—
Na
segunda
e
terça-feira
tivemos
duas
recitas
dadas
pela excellente
compa
nhia
do
Baquet.
Completíssimo reverso
da
medalha.
Subiu
á scena
a
comedia
em
1
acto
Lua
de
mel
e
out
’
oulra
em
3
aclos Pro
cesso
Levarrieux.
Esta
ultima
é
perfeitamente
fresqui
nha,
e
da-se
melhor com
os
paladares
parisienses
do
que
com
os
d
’
esta
prince-
za
do
Minho.
Mas
não
nos causou
admi-
ção
que
ella
agradasse,
pois
estamos
já
muito
afeitos
a
conhecer
o
gosto
da
épo
ca,
essencialmenle
immoral
e
muito
apre
ciadora
d
’
estas scenas
d
’
escandalo
descar
nado.
E
’
uma
triste
verdade,
mas
é
ver
dade.
O
desempenho d
’
uma
e d’
oulra
foi
verdadeiramente
irreprehensivel,
sendo
por
isso
os
actores
muito
vicloriados,
e
mere-
cidissimamenle.
Já
são
todos
nossos
co
nhecidos,
exceplo
a
aclriz
Carmen
que
se
nos
apresenta
como
actriz
de
primei
ra
ordem.
Na terça-feira representou-se
a
ope
reta
em
3
actos
intitulada
O
segredo
d
’
u-
ma
dama.
Este
espectaculo
correu
geralmente
d
’urn
modo
brilhante.
Josepha
d
’
01iveira
canta
com
a
maior
correcção
e mimo,
pisa
muito
bem
a
sce
na,
mas
na
declamação
vae
mediocremen-
te.
Portugal
tem
uma
formosíssima
voz,
e
é
um
bom actor.
Foilo,
Carmen
e
Amé
lia
Garraio,
sempre
irreprehensiveis.
Co
ros
muito
bem
ensaiados.
O
empresário
da
companhia,
o
actor
Portugal,
fez distribuir
a
seguinte
despe
dida: —
«Aproveito
esta
occasião
para
agrade
cer
ao
illustre
publico
bracarense
a
ma
neira
benevola
com
que
sempre
me
aco
lheu;
e
hoje que
vou
abandonar
o
theatro
envio-lhe
o
adeus
mais saudoso
como
ar
tista,
consignando-lhe
solemnemente
a
mi
nha
gratidão immorredoira.
—Antonio
Por
tugal.»
N
’
estas
duas noites,
especialmente
na
ultima,
houve
enchente
real.
encimada por
uma
almofada
de
veludo,
em
que
descançavam
as
armas
pontifícias,
um
calix
e
um
missal.
Assistiram
a
exc.
ma
camara
municipal,
os
exc.
mos
snrs.
juiz
de
direito,
delegado
do
procurador
regio,
administrador do
concelho
e
as
illustradas
direcções
do
grémio
progressista,
do
asylo
da
Infân
cia
desvalida
e
da
Associação dos
ar
tistas.
Concorreram
também
todas
as
Irman-
dades
e confrarias
da
cidade,
que
alumia-
ram
com
suas
tochas,
durante
todo
o
officio
e
absolvições do
tumulo.
Assistiram
dezeseis
parochos da
cidade
e
das
povoações
do
arciprestado
e,
além
d
’elles,
mais
cincoenta
clérigos:
cleresia
mais
imponente
em
numero
e
em
respei.
tabilidade
nunca
vira
Covilhã,
a
cidade
calholica
.
Regeram
o
officio,
que
foi
acompanhado
a
orgão,
os
snrs.
padres
José
Pinto,
José
Tavares,
Anlonio
dos
Reis
e
o
respeitável
parocho
de
S.
Martinho,
que
enchia
o
templo
com
sua
voz
forte,
extensa
e
ma
viosa.
relembrando
n’
estes
tempos
demo
lidores do
claustro
e
da
cathedral esse
passado
de
mysteriosas
harmonias, que
re
boavam
pelos
giganteos zimborios
e
arca
das
e
elevavam a
alma
crente
á
contem
plação
do
bello
ideal
e
da
verdade abso
luta do
mystico
e
social
christianismo.
Logo
depois
da
missa,
subiu
ao
púlpito
o
revd.0
dr.
Alçada.
Houve-se
bem
e
o
auditorio
apreciou
com
justiça
o
discurso
do
sacerdote
illustradj
e
sympathico.
Officiou
o
revd.0
dr.
Urbano
de
Fi
gueiredo
e
foram
absolventes
do
tumulo
os
revd.°
s
arcipreste,
dr.
Abílio,
prior
do
Teixoso
e
prior
do
Tortuzendo.
Foi
uma
solernnidade
apparatosa,
muito
digna
da
cidade da Covilhã, da
confraria
dos
Clérigos
e dos
snrs.
padres
José
Da
niel,
José
Teixeira,
João
Ignacio
e
José
'lavares,
que
formavam
a
commissão
pro
motora
das exequias.
ASíessçsso.
—
Aos
nossos
lueladores,
incolores e
commercieiros
de
lodos
os
feitios,
pura
que
reclifiqucm
!
No
jornal
oílicial
da
Santa
Sé
o
«Os-
servatore
Romano»,
de 12
de
março,
lêinos
o
seguinte:
«A
«Agencia
Stefani»
transmittiu
lele-
graphicamenle
aos jornaes as seguintes
informações:
«Roma,
8
de
março.
—
Mons.
Franchi,
secretario
d’
Estado,
enviou
aos
Núncios
uma
circular,
pedindo-lhes
informações
particularisadas
a
respeito
da
situação
em
que
se
encontram
relalivamente
aos
gover
nos
junto
aos
quaes
se
acham
acredita
dos.
«A
circular
pede
egualmente
que
se
informe a Santa
Sá
de
que
um
lo
os
go
vernos estrangeiros
olhariam
uma mudança
de
politica
no
Vaticano
n
’ura sentido
firme
I
mas
menos
aggressiva.
«O
rei
Humberto
encarregou
um
pre
lado
da
alta
Italia
de
felicitar
o
Papa
em
seu
nome.
Leão
XII! fez
agradecer
ao
rei
pelo
mesmo intermediário».
«
È
’
damos no caso
de
poder
a
(firmar
que
n
’
esle
despacho
da
«
Agencia
Slefani»,
desil
a
primeira
até
á
ultima
palavra,
não ha
uma
syllaba de
verdade».
Se
em
todas
aquellas
palavras
da
«Agencia
Stefani»
não houve uma
syllaba
de
verdade,
imagine-se
se
haverá
sequer
uma
lettra
n’
est
’
outro telegramma
do
ha
poucos
dias:
«O
Papa louvou
o
discurso
de
Sua
Magestade.
Os
cardeaes
estão
impressio
nados. A
nobreza
romana
retrahe-se
com
relação
ao
Vaticano.
Os
suissos
estão
amotinados,
e
fazem
manifestações
irres-
peilosas».
Menti,
menti
como
demonios,
que
sem
pre
fica
alguma
coisa,
dizia
o
mestre
da
liberalaria,
Voltaire.
Mais.
—A
aereditadissima
«Unità
Cat-
tolica»
do
insigne
padre
Margotti,
em
seu
numero
de
13
de
março,
publica
o
se
guinte:
«A
guerra
surda
contra
Leão
Xill
Os jornaes
da revolução
veem
dizer-
nos que
se
faz
em
Roma,
no
Vaticano,
uma
guerra
surda
contra
Leão XIII,
pa
ra
impedir
as
suas reformas
e
as
suas
conciliações!
Voltamos
a
1846, quando
subiu
á
cadeira
de S.
Pedro
Sua
Santi
dade
Pio
IX.
Então
os
inimigos
da
Egreja
espalhavam
que
certos
catholicos
se
op'
punham
aos
designos
do
novo
Ponlifice.
e
até
o
famigerado
Fihpo
de
Boni
escre
veu
e
imprimiu
em
1847,
em
Lausana.
um
livro
intitulado:
A
Conspiração
de
Roma
e
Pio
IX.
Exprobrava-se
a
«torpe
gentalha»
q
ue
impedia
a
obra
do
grande
Pio,
e gritava-
Assassínio.
—
No
passado
domingo,
voltando
de
Cabreiros,
onde
fôta
vêr
a
procissão
de
Passos,
um
pobre
moleiro
do
logar de Villar,
freguezia
de
Ferrei
ros,
ao
passar
em
Sequeira
dispararam-
lhe dois tiros,
deixando-o
semi-morto.
Sendo
ao
outro
dia
conduzido para
o
Hospital
de
S.
Marcos, alli
falleceu
ante-
bontem.
O
assassinado
chamava-se
Domingos
Alexandre,
contava
27
annos,
e
deixa
ao
desamparo Ires
filhos.
Diz-se
que
o
assassino
tencionava
di
rigir
a
monstruosa
aggresão
não
ao
in
feliz
moleiro,
que
era
muito
pacato
e
inoffensivo,
mas
sim
a
um
irmão d
’este,
por
causa
d
’
uma
rapariga
com
quem
ti
nha
relações.
O
criminoso
ainda
não
foi
prezo.
Governador
civil «lo Porta. —
Ante-hontem tomou
posse
do
cargo
de
governador
civil
do
Porto,
o
exm.°
con
de
de
Margaride.
Foi-lhe
conferida
pelo
snr.
secretario
geral,
que
interinamente
exercia aquellas funcções.
Exequins
pelo immortRl
Pio
IX
na
eidade «la Covilhã.—A
cidade
da
Covilhã,
tão
profundamente
catholicã,
tão
dedicada
ao grande
Pontífice,
que
regeu
a
Egreja
de
Deus,
sábia
e
christãmente,
deu no
dia
27
de
fevereiro
mais uma
prova
eloquente
de
quanto
é
snsceptivel
uma
profunda
crença
religiosa
e
uma
de
dicação
sincera.
Era justo.
O Pontífice, que
traçou
com
sua
mão
firme
a
memorável
incyclica
de
9
de
novembro
de
1816,
em que des-
cre
e
com
desassombro
a
sociedade
mo
derna,
lançando-lhe
em
rosto
seus
mons
truosos
erros,
suas
tenebrosas
maquina
ções;
o
Pontífice,
que
publicou
o
famoso
Syllabus,
em
que
condemna
todas
as
fal
sas
theorias
religiosas,
sociaes
e
philoso-
phicas
do
presente
século
e
em
que de
fende
as
verdades
catholicas,
os
princípios
sãos, e os legítimos
direitos
da
verdadeira
democracia;
o
Pontífice,
que
reuniu
o
im
ponente
concilio
do
Vaticano,
onde
cen
tenares de
claríssimos
luminares
da
Egreja
universal
definiram
o
dogma
da
infallíbi-
lidade
pontiíicia, arma
poderosíssima
con
tra
a
nefanda
e
cosmopolita revolução,
que,
não
respeitando
o
passado,
pretende
derrocar
todas
as
suas
instituições,
ainda
que
n
’
ellas
esteja
gravado
o
caracler
da
sua
divina
fundação;
o
Pontífice,
que
não
se arreceiou
dos
sessenta
mil
italianos,
que
injusta
e
sacrilegamente
forçaram
em
1870
a
porta
Pia
e
invadiram
a cidade,
alle-
gando
apenas
a
razão
suprema
das
armas,
e
permaneceu
encarcerado
peio
espaço
de
mais
de
sele
annos,
e
até
á morte
se
manteve
heroicamente
no
seu
posto
de
honra;
o
Pontífice,
finalmente,
que
fez
tremer
o
grande
chanceller
allemão
o
que
travou
por mais
de seis lustros
um
duello
gigantesco
contra
as
ambições
dos node-
res
da
terra,
opulentando
assim
de
grandes
feitos
a
sua
formosa
e surprehendente
his
toria,
merecia,
tinha
direito
a que os
catholicos
da
populosa
cidade
da
Covilhã,
lhe
prestassem
derradeira
homenagem,
tão
significativa, quanto
era
enorme
o
homem,
cujo
passamento
commemoravam.
—
Logo
que
constou na
cidade,
a
morte
de
Pio
IX.
reuniu-se
a
illustrada
confra
ria
dos
Clérigos
e resolveu nomear
uma
commissão,
que
directamente
promovesse
umas
exequias solemnes
ao
que na
vida
fóra
seu
preclaro
e
experimentado
chefe.
Vamos fazer
rapida descnpção
de'
so~
leranidade
tão
imponente,
para
que
sai
bam
os
catholicos
a
profunda
sympalhia,
que o Grande
Pio IX conquistára
n’
uma
ciiade
illustrada
e
a
adhesão inahalavel,
que
a
Santa Sé
merece
a
uma
cidade
tão
populosa.
Principiaram
as
exequias
ás 10
horas
da
manhã,
e terminaram
ás
3
da
tarde.
A
egreja
da
Conceição,
a
mais
vasta
da
cidade,
estava
adornada
com
esse
primor
lutuoso,
que,
em
casos
semilhantes,
é
re
velado
por
uma
alma
de
sentimentos
de
licados
e de
sinceras
convicções
christãs.
O
snr.
padre
José
Tavares
da
Costa,
que
fôra
encarregado
da
ornamentação,
deu
mais
uma
prova
d
’
estes
sens
acrysolados
sentimentos
e
da
sua
veia
pronunciada-
menle
artística.
A
capella
mór
achava-se
toda reves
tida
de
crepes,
no alto da
tribuna
fôra
collocado
um crucifixo de
proporções na-
turaes,
que
produzia
maravilhoso effeito:
era
a
melancolia
do
pallido
Christo
a
apro
fundar
ainda
mais
os
sentimentos
piedosos,
as
saudades
indizíveis
dos
seus crentes,
que
pagavam
tributo
sincero
á
memória
d
’
aquelle,
que fôra
seu
indefectivtl repre
sentante
na
terra.
A
eça
foi
d’
uma
concepção verdadei
ramente
artística;
severa e imponente, er*
a
S
e
então Viva
Pio
IX só!
Vicente
Gio-
berlí
dizia
aos
romanos
que
Pio
IX
não
estava
«ó,
visto
que tinha
comsigo o
ge
neroso povo de
Roma.
Pouco
depois
viu-
se
quem
era que
combatia
o
Papa
com
guerra
antes
«surda»
e
depois
aberta
e
feroz,
—
se eram
os
catholicos
ou
os
hy-
pocritas
e
os
traidores
liberalescos.
Esta
artimanha,
já empregada
contra
o
grande
pio,
deveria
omillir-se
a
respeito de
Leão
XIII,
por
que
já
não
póde
enga
nar senão
alguns poucos
simplórios,
ha
vendo aberto os
olhos
quasi
a
toda
a
gente.
A
guerra
surda
fazeil-a
vós
ao
Papa,
com
as
vossas
insinuações,
com
as
vossas
esperanças, e
com
as
vossas ca-
himnias».
Muito bem
!
Verdadeiro
republicano —
«La
América
del
Sud»,
de
Bueuos-Ayres,
traz
o seu
numero
de
12
de
fevereiro
com
ornamentos fúnebres
e
em
vistosas
leiras
este
pomposo
epilapliio:
PIO IX
Pontífice
e Rei
O
PÀPA
DA
IMMACULADA
Do
Syllabus
e
do
Concilio
Vaticano
Fundador
da
Gerarchia Catholica
nos
Estados
Unidos
da
America
do
Norte
Restaurador
da Gerarchia
Ecciesiastica
Na
Inglaterra,
Escossia,
Hollanda
e Grécia
Defensor
unico da
Polonia
escravisada
Providencia
das
despojadas
egreja^Ja
Italia
Prodígio
de virtude
na
vida
intima
e
de
inconcebível
valor
na
publica
Nobre
e
augusta
victima
da
Revolu
ção
e
do
Liberalismo
FALLECEU NO VATICANO
A
7
de
Fevereiro
de
1878
A
America do
Sul, em
nome
dos
ca-
tholicos
argentinos, se
associa ao luto
da
Egreja
Universal
recordando
que
são
bemaventurados
os
que
morrem
no
Senhor.
12
de Fevereiro.
Banes
Com me ceia I de Brnga,
—
Proeedeu-se
homem
á
eleição
da
com-
missão
liquidataria
d
’
esle
Banco,
bem
co
mo
á
do presidente da
assembleia
geral
e.
respectivos
secretários.
Foi
muito
concorrida,
como
nunca,
esta
eleição;
e
como
era
grande
o
nu
mero
de
procurações
levou muito tempo
a
descarga
dos
votantes.
A’
hora
em
que
o nosso
jornal
está
a
entr.ir
na
maehina,
não
podemos
ainda
dar
o
resultado
d
’esta
eleição.
O
presidente
provisorio
da
mesa foi
o snr.
Antonio
da
Silva
Pereira
de
Ma
galhães.
Canspaaba
do ©rteníe.
—
Os
rus
sos
tomaram na
ultima
campanha:
Na
Asia:
14
pacbás.
50:209
olficiaes e
soldados,
662
canhões, 16:000
feridos, 42:090
espingar
das,
18:000 cavallos,
11:090
lanças,
790
alfanges,
12
bandeiras
e
grande
quantida
de de
provisões
e
petrechos
de
guerra.
Na
Europa:
15
pachás,
113:000
oíTi-
ciaes
e
soldados,
606
canhões,
9:000.
barra-
cas
de
campanha.
140:000
espingardas,
24:000
cavallos, 200:000
pistolas,
lanças
e
alfanges
e
68 bandeiras.
Os
cartuchos
aprehendidos
são
mais
de
509
milhões.
Quanto
ganharão,
ou
quanto
perderão
na
guerra
que
vai começar?
O
futuro
responderá
a
esta
pergunta.
Pis»
HX
e
Vietor
fflfanoel.
—
Eis
una
episodio
singular
que
foi
recentemen
te
referido
ao
«Journal
de
B
uxellas».
Tracta-se
dos
últimos
dias
de
Viclor
Ma
noel:
Era
nos
fins de dezembro.
Viclor
Ma
noel tinha
de quando em
quando
presen-
timentos
sombrios.
Andava
melancólico
e
sentia-se
vagamente
enfermo,
sem que
po-
desse
detinir
essa
doença.
Via
aproximar-
se o
anuo
de
1878
com uma
especie
de
terror:
temia
não
sei
què
do
acaso,
não
tanto
par
sua
causa
como
por
causa
do
seu
paiz.
N
’estas
circumstancias,
concebeu
a
edea
de
visitar
Pio
IX,
e
ura
dos
seus
confidentes
foi
ao Vaticano
perguntar
ao
banto
Padre
se
estaria
disposto
a
receber
secrelamenle
ao rei
de
Italia.
O
Papa, que
linha
conservado
a Viclor
Manoel
uma
amisade,
que
participava ao
mesma
tem-
Po
da
ternura
e
da
misericórdia,
conveio
na
tal
visita e
fixou
a respectiva
data.
,
Umi
noite,
Viclor
Manoel
malte
u
se
a
«in
carro,
e
depois
de
grandes
voltas,
fez-se
condusir
a
um
dos
porlaes
do
Va
ticano.
Entrou
silenciosamente,
guiado
por
um dos
servos
de S.
S ,
atravez
de sa
lões
e
corredores
desertos.
Era
quasi
meia-noite
quando
elle
pene
trou
na
camara
de
Pio
IX,
e
se
lhe dei
tou
aos
pés.
Ficaram
então sósinhos,
um
com
o
outro,
no
espaço
de
tres
horas...
Que
se
passaria
n
’esta
entrevista
dramalica
?
Sim,
que
se
diriam
mutuamenle,
o
pon
tífice
despojado
e
prisioneiro,
e
o
príncipe
que
o
desenlhronisara
e
desapossara
?
Que
lagrimas
lhes
correriam pelas
faces
augus
tas
?
Quaes
foram as
palavras
supremas
d
’
esse
Papa
e
d
’esse
rei, a
quem
Deus
reservava,
por egual, tão
proximo
passa
mento?...
E
’
por
emquanto
um
myslerio.
O
caso
decorreu
sem
lestimunhas,
e
eu
ignoro
quem
sejam
aquelles
a
quem os
dois
conferentes
o
revelaram.
Sabe-se
qual
foi
a
benevolencia
que Pio
IX
manifestou
a
Viclor
Manoel, já
mori
bundo.
E
’
muito
pi-ovavel
que
a
entrevista
no
Vaticano
desse
de algum modo
aso a
essa
benevolencia.
Cisserra
«1»
©riente.
—
Os
últimos
telegrarnmas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os que seguem:
Paris
1
—E
’
esperado
ámanhã
em
Paris
e
Londres
o
texto
do
tractado
de
paz.
No
conjunto,
as
informações recebidas
dão
esperanças
de
que
a
Rússia
fará
algumas
concessões
que
sejam
suflicienles
para
o
bom
resultado
mesmo
no
congresso.
A
Inglaterra
activa
os armamentos.
S.
Petersburgo
21
—
Foi
pubicado
o
tex
to
official
do
tractado
de
paz
que
é
con
forme
com
o
resumo
publicado
pela
«Ga
zela
da
Colonia» de 8
de
março.
Os
estreitos
permanecerão
abertos
no
tempo
de
guerra
para
os
navios mercan
tes
dos
paizes
neutraes.
A
indemnisação
de guerra
é
de
1410
milhões
de
rublos
que
serão
pagos
1100
em
territórios
e
310
em
especies.
Londres
21
—
Derby
disse
na camara
dos
lords
que
o governo
exigiu
como
condi
ção sine qua
non
que
a
Grécia
fosse
admit-
lida
no
congresso
com direitos
idênticos
aos
das potências signatarias
do
tractado
de
Paris,
mas
simplesmente
para
fazer
co
nhecer os
seus
desejos
e
reclamações
com
referencia
á communicação
na
integra
do
texto
lo
tractado;
que
a Inglaterra
exige
que
lodos
os
artigos
do tractado
sejam sub-
mellidos ao
congresso,
afim
de
serem
exa
minados
e
discutidos
por
simplesmente
não
se conhecer
ainda
a
resposta
da
Rússia,
sendo
o
pedido
rasoavel e
moderado.
Se
a
resposta
fôr
negativa a reunião
do
congresso
será
inútil.
Athenas
21
—Malograram-se
as
negocia
ções
entre
Hobart-Pachá
e
os
insurgentes
da
Thessalia,
porque
estes
insistem
na
an-
nexição da
Thessalia
á
Grécia.
Washington
20—
A
Rússia
faz
secreta
mente
grandes compras
de
material
de
guer
ra
ros
Estados-Unidos.
Loudres
22
—
0
«Standard»
publica
um
telegra
-.ma
de Pesl,
dizendo
que os
jor
naes
húngaros
asseguram
que
Andrassy
re
cusa
positivamente
a
alíiança
da
Inglaterra.
Eliol declarou
que
a
Inglaterra
não
irá
então
ao
congresso.
O
«Morning
Post-
diz
saber
que Gorts-
chakoff
declarou
a
Ghika
que
a
decisão
da
Rússia
a respeito
da
Bessarabia é
irrevo
gável.
Que
seria
insultar
o
imperador
o sub-
metler
a
congresso.
A
Rússia tractará da
questão só
com
a
Romania,
e
se
fôr
necessário
tomará
Bes
sarabia
á
força.
O
«Times»
entende
que
o
tractado
é
crilicavel
mas
nada
contém
que
obste
á
sua
discussão.
A
delegação
austriaca
votou
um
credito
de
60
milhõe-
’
.
Londres
23
—
0
«Standard»
o
«Daily
Telegraph»
e
o
Morning
Post»
publicam
ar
tigos
muito
bellieosos.
Declaram
que
o tractado
de
paz
cele
brado
entre
a
Rússia
e
a
Turquia, sem
fazer
caso
dos
direitos
e
interesses
europeus,
de
ve
ser
modificado
pela
diplomacia
ou
pela
guerra.
O
«Times»
eo
«Daily
News»
mostram-
se
menos
pessimitas.
Berlim
23
—
A
«Gazeta
da
Allemanha
do
Norte»
diz
que
o
tractado
de
S.
Stefanio
não
lesa
por
lórma
alguma
os
interesses
allemães e
inglez.es
.
Londres
23
—
Assegura-se
que
cinco
grandes
«sleamers»
da
companhia
«Cunard
line»
foram
fretados
provisoriamente
pelo
governo.
Paris
23—
Desmenle-se a
noticia
da
revo
lução na
Romania.
Também
se desmente
que
o
duque de
Chartry
aspira
ao
throno
da
Bulgaria.
Paris 24
—Muitos
jornaes
francezes
e
estrangeiros
consideram
inevitável
a guer
ra
entre
a
Inglaterra
e
a Rússia.
Em
ambas continuam
preparativos
for
midáveis.
Vienna
21
—Andrassy declarou
á
dele
gação
húngara
que,
em
consequência
das
difficuldades
que
tinham
sobrevindo
entre a
Inglaterra
e
a
Rússia,
não
podia
designar
posilivamente
a
data da reunião
do
con
gresso.
Londres
21
—
O
«Observer»
diz que
até
hontem
não
se
recebeu
nenhuma
informa
ção
de
que
a
Rnssia
acceíle
o pedido
da
Inglaterra. O
mesmo
jornal
assegura
que
o
khediva,
em
virtude
da
representação
dos
governos inglez
e
francez,
consentiu
n
’nm
inquérito
ás
condições
financeiras
do
Egypto.
Athenas
24—O
almirante
Hornby man
dou
um
couraçado
inglez soccorrer
as
fa
mílias
gregas
do
Olympo,
A
esquadra de
Hobbarl-Pachá
fechou a
saída
aos
insur
gentes.
Londres
23
—
Diz
o
«Times»
que
depois
da
publicação
do
tractado
de
paz
o
governo
da
Allemanha
não
se
mostra
desejoso
de
traclar
a
mediação,
da qual reconhece
diíli-
culdades
extremas. O
«Times»
diz
egual-
mente
que
Derby perguntou á
Rússia
se
a
communicação
do
tractado ás
potências
equi
valia á
apresentação d
’elle
no
congresso.
A
Rnssia
respondeu
negativarnenle;
por
tanto accrescentaa mesma
folha que
a
Rús
sia recusa acceitar
a
unica
condição
que
levaria
a
Inglaterra
a
tomar
parle
no
con
gresso.
O
«Times»
ainda
confirma
que
a
Rússia
não
fará
representação
alguma
com
referencia
á
permanência da
esquadra
no
mar
Marrnara,
mas
os
russos também
não
embarcarão
agora
em
Bukdere
como ten
cionavam.
Constantinopla
23—Osman-Pachá
será
recebido
hoje
aqui
com
grandes
honras
pelo
governo
da
Porta
e
o
sultão.
Berlim
23—
A
«Gazeta
da
Allemanha
do
Norte»
confiirma
que
a
reunião
do
congres
so
é
pouco
provável,
mas
em
geral
não se
guirá
forçosamente.
Accrescenla
que o
exercito
russo
que
está
na Romania
regulará o
seu
procedi
mento
pelo
que
tiver
a
esquadra.
A
«Gazela
da
Colonia» diz
que
já
quasi
não
resta
esperança
ácerca
da
reunião
do
congresso.
Paris
23
—
0
«Temps»
publica
um
te-
legramma
de
Vienna
dizendo
que
o
texto
ofílcial
do
tractado
de
paz
surprehendeu
o
gabinete
de
Vienna,
que
o julga
incom
patível
com
o
interesse
da
monarchia
aus-
tro-hungara.
Londres
26
—O
«Morning
Post»
diz
que
a
Rússia
imagina
ter já as
suas
mãos
no
império
do
Oriente,
mas
a
Rússia
aspira
a
uma
cousa
que
passue
a
Inglaterra
e
que
esta
não
deixará
que
lhe
arranquem
sem
lacta.
O
priucipe
de
Ballembergue
nega
ter
sido alguma
vez
candidato
ao
throno
da
Bulgaria.
Constantinopla
23
—Chegaram
a
Bt.ika
mais
2
transportes
inglezes.
Osrussos
es
tão
fortificando
as
suas
posições
para
os
lados
de
Tscherlow.
((•orteigueze»
falEeeitli»».
—
De
20
de
fevereiro
a
2
de
março, falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes
súbditos
por-
luguezes.
Em
20
de
fevereiro,
José
Gonçalves
da
Silva,
30
annos;Joãode
Freitas,
33;
Anto
nio Ca
lano
Pires,
50;
Maria
Eugenia,
33;
Antonio
de
Sousa,
24;
Domingos
da Rocha
e
Sousa.
16;
Antonio
Augusto
do
Amaral,
12;
Guilhermina
Ferreira,
20;
Joaquina
Del-
(ina
Candida, 40;
Domingos
Lopes
de
Mo-
raes Martins.
23
Em
2í,
Cesar
da
Cunha,
38;
Julio
Ayres
Pinto,
33;
José
da Costa,
17;
An
tonio
Alfredo,
17;
Antonio
Alfredo,
17;
Au
gusto Vicente
Ferreira,
13;
Manoel
Fran
cisco
Ferreira,
18;
Manoel Gonçalves
Mou
ra,
23;
Malheus
Ferreira
e Silva,
34;
José
de
Carvalho,
48;
Julio Gomes,
44;
Manoel
José
Soares,
48;
Manoel
Mattos
d
’
Olivei-
ra
Bastos,
36;
Henrique
Pereira da
Silva,
26,
Miguel'
Carlos
dos
Santos,
21.
Em
22, Antonio
Maria Correia
Gomes,
53;
Antonio
da
Silva Anjo,
41; Francis
co Gonçalves
Guerra,
33;
Antonio
Mon
teiro,
32;
José
Antonio
Gomes,
13;
Luiz
Malheus
da Silva,
39;
Joaquim
Alves.
23;
José
Gomes,
28;
João
Pinto,
26;
Manoel
de
Araújo
Avellar,
29;
Antonio
Machado
Loureiro,
10;
José
Rib
.iro
da
Silva.
25;
Domingos
de
Mattos,
26;
Antonio
José
Pe
reira de
Castro,
44;
Jeronymo
da Costa
Pereira, 33;
José
Leite
Ribeiro,
39.
Em
23
Anna
Maria,
70;
Manoel
da
Cruz,
18;
Joaquim
Thomé
da
Silva
Moreira,
14;
Fernando
Castiço
Loureiro,
18;
Joaquim
Alves,
22;
Joaquim
Ferreira
Gonçalves,
23;
Rosa
do
Carmo Mello,
18;
A.
da
Silva
Peixoto,
12; A.
Pereira da
Costa,
37;
Ma
noel
Rodrigues,
64;
Joaquim
Augusto
Mon
teiro,
28
Em
24, João
Domingos,
24;
José
de
Aguiar
Júnior, 21;
F.
da
Cosia
Bernar-
des,
16;
Carlos
d’
Andrade,
12;
João
da
Silva,
23;
Lino
Marques
Figueiredo,
38;
A.
da
Rocha, 39;
Bernardo João
Caslel-
lo,
34;
J
Teixeira
dos Sinlos;
40;
Do
mingos da
Silva
Malheiro,
22;
Antonio
Jo
sé
Barboza,
29.
Em, 23
Joaquina
de
Oliveira, 33;
Joa
quim
de
Oliveira,
35;
A.
J. de Souza,
19;
Joaquina
Augusta
Teixeira
de
Carvalho,
42:
Francisco
Antonio,
28; Maria
da
Estrella,
33;
J.
Rodrigues
Grillo;
J.
Gonçalves
da
Costa,
33;
Bernardo
Pereira
Falcão,
33;
Joaquim Alves
da
Silva, 36;
Francisco
Domingos,
43; A. Rodrigues
Ramos,
55;
Antonio
Pereira
Fortunato,
28;
J.
Igna-
cio,
60.
Em
26,
J.
Simões Pedrosa, 51;
F.
Cor
reia
Velho
Júnior,
16;
Henrique
Arlhur
da
Cunha Barbosa, 29; Agostinho
Mendes
Tei
xeira,
42;
Francisco
d
’Almeida
Moreira.
39.
Em
27,
Manoel
Gonçalves
Rites,
23;
J.
Manoel
Diadella,
25;
Antonio
Gomes
Fer
reira,
26;
J.
Gonçalves
Nelto, 27; F.
Fer
reira
de
Aguiar, 26; Joaquim
Pontes,
15;
Salvador
da
Cunha,
47; Manoel
Jacyntho
Pa
checo.
38;
Ermelinda
Rosa, 40;
Julio
Maria
Infante
da Camara
Martins,
20;
Antonio
José
da
Costa
Guimarães.
33;
Antonio
Pereira,
38.
Em
28,
José
Manoel
de
Sá
Sequeira,
60;
João
Fernandes
Bonito, 43;
Silvestre
Maria
de
Barros,
26;
Francisco
d
’
01iveira
Especial,
36;
José
Alvares,
20;
Joaquim
Geraldo
Basto,
9;
Borges de
Mello,
23;
An
tonio
Martins d’
Oliveira,
28;
Antonio
Dias
Ferreira,
51;
Antonio
Domingos, 30; Ber-
nardino
Fernandes
da
Silva, 32;
José
Ta
vares
d’
01iveira, 24.
Em 1 de
março, Manoel
Martins
Telde
23;
Margarida
Emilia
Machado
d’
Avila,
66;
Izabel
Augusta
de
Mello,
36;
BelmiroNo-
gueira
Martins,
39;
José
da
Silva,
26;
João
José,
36;
José da
Cruz
Ruas.
23;
Alfredo
Soares,
13; Ftlippe
Gonçalves
Nelto, 34;
Domingos
Ribeiro
26;
Manoel
Francisco
Leal,
59;
Maria
da
Gloria
da Silva,
35;
José
Pereira,
21;
Antonio
da
Silva
Ramos,
34;
Dyonisio
Gomes
de
Barros,
27.
Em
2,
Antonio
Julio
Barreira,
11;
José
jopes de
Carvalho,
34;
Manoel
Alves
Fer
reira,
20;
Antonio
Nunes
Rebello,
24;
Ma
noel
Antonio
d’
Azevedo,
32;
Carlos
Lobo
7
erreira
Ramos,
15; Joaquim
Borges
de
Carvalho,
30;
José
Antonio
Monteiro,
23;
Serafim
Pereira
Leite,
26;
José
Pinto
Borges,
40;
Antonio
Jacitilho
de Castro, 52.
SECÇÀO
COMimSÃDOS
^Jiseatão da
Cosítrasturã».
Como
em tempo
annunciei
que
Lria
aequisição
d
’uraa
peça
marcada
e
pesada
por
cada um
dos
Contrastes,
—o
que rea-
lisei,
e
de
c»jo
exame
vejo que
as
des
igualdades
subsistem
não
só
no toque,
como
no
procedimento
dos
snrs. Contras
tes;
não
declaro,
como
então
prometti,
o
toque
por
mim
encontrado,
visto
ler-
se
levantado no
parlamento
uma voz
ati-
clorisada
que
diz respeito
ao
estado
anar-
chico
das
Contrastarias.
Ha
muitos
annos
que
a
nossa
classe
lamenta
esse
estado
de
coisas,
e
de
cada
vez
mais se
convence
de
que
só com
a
reforma
da
respectiva
lei—
em
todo
o
sen
tido—
poderá
prosperar
este
importantís
simo
ramo
do
commercio
e
industria.
Todos
teem
a
lucrar
com
a
igualdade
nas
Contrastarias:
até
os
proprios
Contrastes.
Hoje,
em
rasão
da
facilidade
de
commu-
nicações
é
triste
que
nós,
os fabrican
tes
d
’
esta
cidade,
e outras,
não
possamos
ir
commerciar
onde melhor
nos
conviria;
—
isto
pelo
facto
de
os
Contrastes
não
acreditarem
muluamente
as
suas marcas.
Em
tempos
idos,
pouca
importava
isso;
mas
actualmenle
não
acontece
o
mesmo,
porque
os
meus
collegas
d
’
oulra
ciiade
nos
visitam
mui amiudadas
vezes.
Reportando-me
ao qoe
digo
acima,
accrescentarei
que
a
Contrastaria
deve
servir
aos
fins
para
que
foi
instituída;
aliás
lorna-se
perfeitamenle
dispensável.
Sendo
quatro os
Contrastes
do
ouro,
não
lhes
era
ddhcil
iniciarem
arcordemente
uma
reforma,
pois tudo eslava
na mão
d
’
elles.
Ora
emquanto
não
procederem
os
Contrastes
de
Lisboa,
Braga
eGnimirães
com
o
do
Porto,
é
certo
que
nã
>
nos
poderemos
considerar
como
fabricantes
d
’
uma
mesma
nação.
Esperemos
agora
que
o governo
dê
a
esta
questão
toda
a
importância
que.
merece,
e
assim
ficaremos
devendo
mais|agna,
e
«ste
bom
serviço
ao
iilustre
deputado,
o
exc.
“10
snr.
Jeronymo Pimentel.
Braga, 26 de
março de
1878.
Antonio
Catimiro
da
Cosia.
Ilynino
itloiisanentie.
(Dedicado
aos
benignos
habitantes
de
Man
são
por
virtude
da
sympathia
e consi
deração
que
a
este
Povo prende
o
seu
auclor
J.
B.J
N
’es(e
reino,
—
ao
norte—no
Minho,
Uma
saphira
brilhante
reluz...
E
’
Monsão,
que
uma
nobre
mulher,
Lhe
deu
nome
que
as gentes
seduz
!
CORO
Monsanenses
!
D
’
aqui
nossa
luz...
Vae
á
gêma
da
patria
brilhar!...
Que
diz
ella
a
lodos
os lusos?
Que esta
Terra...
é
sólo
sem
par!
E
’ cingida por
densa
muralha
Que
essa nobre
matrona
pizou...
Quando inspirada...
com honra
e
ardil..
Este
Povo
ao
inimigo...
tirou!
O
seu
rio...
que
plácido
corre,
Quanto
fasto a
esta
villa
dá?!,..
E quem,
n
’
esle
nosso
horizonte,
Uma
nuvem
pestífera...
viu
já?
E
as
lymphas
thermaes
que
possue
São
riqueza
que
pode
incitar
—
No
affavel
povo
que
encerra
Energia.
.
progresso
e
lidar...
Magno Povo
!
Tu...
és
sólo ferti!
!...
Do
paiz—
a
pérola
sem
rival!...
Pois
—
unidos...
em
festa—
brademos:
Que
somos
um
timbre
de
Portugal!
CÔRO
Monsanenses
!
D’
aqtii
nossa luz...
Vae
á
gêma
da
patria
brilhar!...
Que
diz
ella
a
todos
os
lusos
?
Que
esta
Terra...
é
sólo
sem
par!
ACHA.DO
Quem
perdesse
um
objecto
d’
ouro
pode
procural-o
no
Parocho
de
S. Mamede
de
Este,
que
dando
os
signaes
certos
e pa
gando
o importe
d
’
este
annuncio
lhe
será
entregue.
(815;
Vendem-se
trez
moradas
de
ca-
sas, contíguas
umas ás
outras,
na
rua
Direita
d
a
Cruz
de
Pedra
com
os
n.
os
22,
23,
e
23
A.,
lendo um
bom
e
grande
quintal
poço,
e
onlras
casas
no
fundo
do
referido
quintal
com
frentes
para
o
Beco.
Quem
pertender
dirija-se
ao
vendedor, nas
casas
n.°
23
A.
(816)
ÉDITOS DE
30 DIAS
Pelo
Juizo
de
Direito
d
’
esta
cidade
e
comarca de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
do
4.°
oílicio
Gaspar Augusto
d
’()liveira
Faria
Basto,
correm
éditos
de
30
dias,
citando,
chamando
e requerendo
todas as
pessoas
incertas
qnaesquer
credores
e
le
gatários
desconhecidos
ou
residentes
fora
da
comarca,
que se
julguem
com algum
direito
e acção
ao
cazal
da
finada
The-
reza
de Jesus Soares,
morada
que
foi
no
logar
da
Lage,
freguezia
de
Gualtar,
d
’esta
comarca,
para
que
venham,
n’
aquelle
prazo, deduzir
e
allegar
seus
direitos
ao
inventario
a
que,
por
este
Juizo
e
car
torio
do referido escrivão,
se anda pro
cedendo
por
seu
fallecimento,
sob
pena
de
revelia
e
lançamento.
B
aga
15
de Março
de
1878.
0
Escrivão
do
processo
Gaspar Augusto d
’Oliveira
Faria
Basto.
Verifiquei
a
exaclidão.
(817)
Antonio
Brandão
Pereira.
VENDE SE
Uma
morado
de
casas
de
um
pri
meiro
andar
com muitos
commodos
para
familia, boas
lojas,
poço
com
muito
boa
grande
quintal,
já
bem
plantado
e
muito a
vinhado,
na
rua
Direita da
Cruz
de
Pedra
n.°
55.
Para
tratar
no
n.°
37
C.
VENDE-SE
12
Cadeira?
2
Con«>los
com
pedra
2
Cadeiras
de
Braço
um
Sola
e
um
Alma-
rio
trez
Camas tudo
novo
inda
empalhado
como
veio
do
Pi>rto
n>
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra
n.°
57
C
(818)
NOVA
LÕJÃ
DE
AIjt*
ui
i
ac
Manoel
José
de
Lima
(vulgo,
Ganda-
rella),
annuncía
ao
respeitável
publico,
e
aos
seus
amigos,
que
acaba
de
se
esta
belecer
na
rua de
S.
Marcos,
n.°
11.
Pede,
pois,
a
todos, para irem
alli
utilisar-se
dos
seus
serviços.
As
suas
obras
serão
feitas
com
esme
ro,
e
rasoaveis
em
preço.
REAE
SATCTU.ASilO OO BOU JE
SUS
1)0
HOSTE
A
Commissão Administrativa
faz publi
co que
acceita
proposta
em
carta
fecha
da
para
o
arrendamento
do
Hotel da
Boa
Vista,
sito
no local
do
Sancluario,
por
tempo
de
um
anno,
que
decorre
desde
29
de
setembro
do
corrente
anno
a
egual
dia
e
mez
do
anno de
1879,
e
segundo
as
condições
que
todos
os
dias
não
sancti-
licados
estarão
patentes
em
casa
do
ill.
mo
snr.
João
Augusto
da
Cunha,
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho.
As propostas
devem
ser
dirigidas ao
signatário d’este
annuncio
até
ás
3
horas
da
tarde
do
dia
10
do
proximo
mez
de
Abril,
trazendo
as
cartas
na
parle
exteri
or
a
seguinte
declaração
—
Proposta
para
o
arrendamento
do
HOTEL
D \
BOA
VIS
TA.
As
propostas
serão
abertas
no
dia
11
do proximo
mez
de
Abril,
á
uma
hora
da
tarde,
em
sessão
publica
da Commis
são
Administrativa,
que
funcciona
em
uma
das
salas
do
edilicio
do
tribunal
judiciário,
sito
no
largo
de
St.°
Agostinho,
d
’
esla
cidade.
Braga
18
de
março
de
1878.
0
presidente
da
Commissão
(810:
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho.
JOSÊ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
5, SSwa Nova, 5
BRAGA
Com
estabelecimento
de
pregagem de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e
chá—cartonagem
para
dezenho,
íloragem
e aprestes
para
ílòres
—
stearina,
pós
finos para
gomma,
etc.,
etc.
N
’
este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para escriptorio.
Também
se
encontra
um
sortido
de chá
hyson
desde
800
a
l$400
rs.
459 gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços commodos.
(725)
ESTEIRAS
PARA FORRAR
S
Í.EAS.
Manoel
Dias
da Silva,
premiado na
exposição
de
Braga
em 1863, na
Inter
nacional
Portuense
em
1875, nade
Vien-
na
de
Áustria
em
1873
e
na
de
Phila-
delphia,
em
1876,
faz
publico
que
tomou
conta
do estabelecimento
de
esteiras
da
rua
do
Souto
n.°
40
e 40
A,
d
’
esta
ci
dade,
aonde
o fabrico
das
esteiras
prin
cipia
a
ser
no
systema
de
Lisboa
e
Porto.
Também
lava e compõe
sendo precizo.
No
mesmo
estabelecimento ha
sortimento
de
capachos
de
esparto.
(761)
Quem
quizer
arrendar
a casa
n.°
7,
no
campo das
Carvalhheiras, falle com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rua
do
Cam
po,
d
’esta cidade, que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
CAIXA
PARA AZEITE
No
largo
de
S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
LE CONSEILLER
DES
DAMES ET DES
DEMOISELLES.
ANNO
XXIX.
PeriórJie» ilustrado.
ANNO
XXIX
Publica-se
no dia
l.°
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
innumeraveis
melhoramentos
successivamente
introduzidos,
é
hoje
este jornal
de
modas
uma verdadeira
inciclopedia
de todos
os
lavores proprios
para
senhoras.
A
utilidade e esmerado
eslillo
de
sua
redacção,
as
preciosas
gravuras
de
figurinos,
já
em
preto,
já
a
côres,
os
padrões
riscados em
tamanho
natural,
de
modo
a
permiltirem
a
qualquer
pessoa
executar
lodos
os
toilelles
publicados; os
modelos
de
tapeçaria,
coloridas com
admiravel
mestria,
e
de
facil
reproducção;
grandes
tiras
de
bordados
com
as
iniciaes
das
suas
assignantes;
numerosos
traba
lhos
de
crochet,
guipure,
tricot,
etc.;
penteados,
chapéus,
rouparia,
musicas,
agua,
relas,
rendas,
enigmas
pittorescos,
guarnições para
vestidos,
e
desenhos
de
passama,.
neria, tornam
esta
publicação
a
mais
sedutora
e
completa,
que
uma senhora
ou
uma
menina
podem
desejar.
Le
Conseiller des
Dames
et
des
Demoiselles é
o
unico
periodico que
póde,
pela ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PREÇO PARA PORTUGAL,
POR
ANNO
2^100
REIS.
Para
facilitar
as
assignaluras,
o
director
do
Le
Conseiller
des
Dames
et
des
Demoiselles,
enlendeu-se
com
a
administração d
’este
jornal,
em Braga,
rua
Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigidas,
acompanhadas
do seu
importe.
Também
se
encarrega, mediante
pequena
retribuição,
de
remetter
ás
senhoras
assignantes
os
brindes
que
escolherem.
As
Verdadeiras
©
_
SAO
AS ÚNICAS
g;
OAPPROVADAS
PELA
ACADEMIA
DE
MEDICINA©
@
DE
PAH1S
@
Por
sua
Pureza e inalterabilidade
@
CURAM as escrófulas, a insnfílclencla do ©
g»
sangue, a anemia paludosa,
7»
FORTIFICAM as
constituições fracas
gp
ou arruinadas,'
55
ajudam
a formação das jovens, etc., etc. ®
é
’
/
-
Exigir
nossa
firma,
aqui
juncta,
posta
na
CteJífá
£<-
)
í?
parte
inferior
de
um
_
--------
V
-
@ rotulo verde.
------
" Cz
'
<i-
Çg,
Pliarmacisn,
l
0, r. taapane, Paris &
TEA’S3A KE CaSA
Vende
se
uma de
dois
andares,
.
sita
na
rua
da
Cruz de
Pedra,
...ií&a
coni
os n os
p
0
|j
c
jaes
92,
92
A
e
92
B
Tracta-se
no Banco do
Minho.
(811)
VENDE-SE
Em
uma
das melhores
ruas
d
’es-
(iL-
,
la
cidade
uma
morada
de
casas,
em
muito
bom
estado.
No
escri
ptorio
da administração
d
’
este
jornal,
se
diz
com
quem
se
trata.
(787)
DINHEIRO A JURO.
A
Iimandade
de
Santa
Maria Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1:350^000
reis.
Braga 2
de fevereiro de
1878.
O
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
Pio IX^eni Miniatura ou Resumo
da
Historia de Pio
IX.
Pelo
Padre
Luiz B.
C.
Pacheco.
A’ venda no
escriptorio
d’este
jornal.
Preço
300
reis.
I.iniraento
Hli
-
M1C1IEl. para caval-
:
a.» '
."7.e>
<ie fuço e nào deixa mio
v,--1: ;
s
mu
.-
i
icgo
M
ichel
,
ptiurira-
çimiiro
<•::!
Ai»
[na |‘ryvença)
França. -
Lisboa o snr B.rrelo,
Lorelo,
n 0 28—30/25)
Aluga-se
a
casa
da
rua
de S.
Vi-
É|j!;Íg
cento
n.°
61
com
muitos
coinmo-
^3®
dos para
familia
e
também
se alu
ga
a
loje
em
separado
com
linda
armação
envidraçada
própria
para
qualquer
ramo
de
negocio,
Para ver
e
tractar
na
mesma
ou
no
largo
de
S.
Francisco
n.°
12.
(814)
Dicciunario
Prosodico
de
Por
tugal
e
Rrazil por Antonio
José
de Carvalho e João
de
Deus.
1
vol.
—
1^000 reis.
Remelte
se
pelo
correio
a
quem
man
dar
M050.
Todos
os
pedidos
devem
ser
feitos
a
Pôcheco &
Barbosa—
Lisboa.
No
Brazil,
a
Lopes
do
Couto
&
Filhos
—
Rio
de
Ja
neiro.
ClRUKCtlin
BIESTISTA
DA
Escola
Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S. Francisco)
n.°
22.
(800)
CIRURGIÃO
OESITKSTA
4.PPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos n.°
19.
braga
.
Faz
tudo
quanto
diz
arte
e
continúa
operando
aoldados.
respeito
á
sua
grátis, pobres
e
(801)
Parte de Comércio do Minho (O)
