comerciominho_24091878_840.xml
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-
FOMIA. RELIGIOSA,
■^OBJMTaCA.
E5 MC-'S’
Bí:i:S»S.%.
REDACTORES
—D. Miguel Sollo-JIayor e Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
6.° ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes..........................
»
6
».............................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
1&600
bòt)
40
30
10
PLBLIGÁ-SE
ÁS TERÇÃS, QUINTAS
E SABBÃDOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes
................
2§000
»
6
n.....................
l$05(í
» sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3§6iR)
Folha
avulso........................ 10
N.°
840
BRAGA
—
TERÇA-FEIRA
«4
MK
SETE.USERO
J»BÍ
Í8J8
O
ií
frades de
XíaeeÍB
’
i4-I?ão
O
«Jornal
do Commercio»
,
de
Lisboa,
fez
ahi
grande
bulha
com
um
oílicio
di
rigido
ás
côries
de
1821
pelo
corregedor
de Vizeu,
João Cardoso
da
Cunha
Araújo
e
Castro,
em
que
se referiam
cousas
es
pantosas
dos
monges
Bernardos
do
mos
teiro,
ou
antes
hospício
de Maceira-Dão.
Não
é
para
espantar que
o «Jornal
do
Commercio»,
cuja
imparcialidade é
bem conhecida
quando
se
trata
de
frades
e
padres,
jure
nas
palavras
do
tal
cor
regedor,
segundo
o
teslimunho
do
qual
os
de
Maceira-Dão
eram
pouco
menos
que
uns
barbares
de
cogulla,
que
feriam
e
matavam
os visinhos
do
convento,
e
seduziam
e
violavam
as
(ilhas e
mulheres
dos
seus
colonos
e
caseiros.
Menos
crédulos
se
mostraram
porém
os
deputados de
1821.
os quaes
desde
logo
protestaram contra
a
exagerada pin
tura,
feita
pelo magistrado
viziense,
da
inpcredilavei
devassidão
dos
monges.
Abra
o
«Jornal
do Commercio» o
«Diário
das
Côries
geraes,
extraordinárias
e
constituin
tes»,
e
ahi
verá
que,
ao
lêr-se
na
ses
são
do
dia
24
de
julho
de
1821
o
pare
cer
da
commissão
de iníraeções da
Con
stituição,
elaborado
por
alguns
dignos pre
cursores
dos
commercieiros
d
’hoje,
dissera
o
deputado
Camello
Fortes
que
—
tendo
esta
do
nos
tres
últimos
annos
em logares
proximos
ã
Maceira-Dão
nunca
ouvira
di
zer
nada
conlra
aqudles
frades.
Outro
deputado—
Gouvêa Osorio
—
ac-
crescentou:
«A
informação
da
commissão
«está
exaggerada
bastanie.
O
abbade
de
«Maceira-Dão
é
um
prelado
muito
digno;
talvez
dos
frades
mais dignos».
E
como
Borges
Carneiro
procurasse
sustentar o
parecer
da
commissão
que,
segundo
elle,
tinha
oplimos
fundamentos
na
representa
ção
do
juiz
da
vintena
de
Fragozella,
e
no
depoimento
de
8
testimunhas
assim
como
na
informação
do
corregedor, que
versava
sobre
informações
particulares,
o
outro deputado
Brito
redarguia
declarando
que
—bastava
só
o
que
linha
ouvido
para
desconfiar
do
corregedor.
«Pois
esse
rna-
«gistrado
conta
barbaridades
d’
esses
frades
«(disse elle)
e
não'os
pronuncia?
E
co
imo
é
possível
que
elles
tenham
feito
«esses
horrores,
e nenhum
magistrado
os
«haja condemnado»?
Sobre
o grau
de
confiança, que mere
cia
o
tal
juiz
da vintena,
o
deputado
Cor-
reia
de
Seabra
observou
o
seguinte:
«Fra-
«gozella
é
uma
pequena povoação,
e
tão
«miserável, que
me
parece
ha
alli
um
só
«lavrador;
e
os
juizes
de
vintena
na
co-
«marca
de
Vizeu
são
as
pessoas
mais
mi-
tseraveis da
freguezia»
—
E
quanto
á
vera
cidade
da
accusação
accrescentava:
«Tenho
estado
muitas
vezes
perto de
«Maceira-Dão,
e
nunca ouvi
os
factos,
«que
ahi
se
contavam».
O
debate
nas
cortes
terminou
por
se
resolver que
o
corregedor
de
Viseu
abrisse
um
inquérito
de
testimunhas sobre
os cri
mes
imputados
aos
frades,
para
estes
se
rem
punidos
judicialmente.
Não
sabemos
o
desfecho,
que
teve
esta
historia;
sabe
mos
apenas
que
o
referido
magistrado
di
rigia
um
oílicio ás
cortes (veja-se
o
res-
pectivo Diário, n.°
147)
no
qual
disia,
que
tendo
repergunlando
as
mesmas
lesti
munhas. estas
não
culpavam
lodos
os
fra-
dei
de
Maceira
Dão,
mas
sómente
quatro.
O
D.
Abbade
eslava innocenle
—
affirmava-o
o
proprio
corregedor;
e
todavia,
se
eram
exactos
os
factos
criminosos
imputados
aos
seus
súbditos,
elle
devia
lêl-os
im
pedido
ou
castigado; do
contrario
seria
cúmplice
n
’
elles.
Nós
não
queremos
deffender
absoluta
mente
os
frades
de
Maceira-Dão.
Faltam-
nos
presentemente
os
elementos
para
isso;
e
até
não achamos
impossível
que
a
dis
ciplina
monastica
fosse
mais
ou
menos
in
fringida
em
um
pequeno hospício,
que
nem
sequer
se
podia
chamar
communi-
dade
regular.
O que
queremos
fazer no
tar
aos
leitores
é
a
insigne
má
fé
do
jornal,.que
tomou
para
base
das
suas
de
clamações
caiumuiosas
contra
as
institui
ções
de
outras
eras um
documento
tal
como
o
oílicio
do
corregedor
de
Vizeu,
obra
visivelmente
eivada da
seita,
e
desde
logo
lida
como
exaggerada
e inexacta
em
seus
detalhes
pelos
proprios
deputados, a
quem
fôra
submettida
a sua
apreciação.
Não pasmamos
todavia
deante
do
pro
cedimento
do «Jornal
do
Commercio»,
por
que
já
de
ha
muno
sabemos
que
é
d
’
esta
maneira
que
os
adeptos
da
escola
liberal
usam
de
escrever
a
historia.
D.
M.
S.
i
’
Redaeçúo
«J®
«tvniniereio
«1®
SEAnía®».
Londres,
3
de
Setembro,
1878.
Eis
ahi
o
resto
da
minha
longa car
ta de
8
do
mez
proximo
passado
ao
Apostolo,
que
não
pôde
ir
primeiro,
para
o
Commercio
do
Minho,
por
não
ter
quem
logo
a
copiasse.
Os leitores
verão»,
to
davia,
que
o
seu
conteúdo
é
de
nature
za
que
não perde
por
se
demorar
um
pou
co
na remessa.
Os
factos
e
circumstan
cias
que
.contém,
ou a
que
aliude,
sam
de
natureza, que
possuem
interesse
per
manente;
não
obstante
serem
escritos
as
sim
á carreira, para
irem
occupar
o
lo
gar
que
os
espera nas
columnas
do
Apostolo,
para
o
qual
a
carta
foi
em
de
vido
tempo.
A.
R. SARAIVA.
Londres,
8
d'Agosto,
1878.
(Continuação)
SUMMARIO.
IV.
—
Todos
ontros resultados
do
Con
gresso
sam
insignificantes
na
opinião
In-
gleza,
em
comparação
da
aequisição
de
Chypre;
razões d’isso
bem
fundadas
e
justificadas.
V.
—
O
Arcebispo
de
Canterbury,
e
um
cento
de
Bispos
Protestantes de
varias
côres,
parodiando
o
Concilio
do
Vatica
no,
e
preparando se
o
grande
e
systema-
tico
ataque
ao
Catholicismo.
VL—
Ha symptomas
muito
favoráveis
de
que
Bismark
e
o
Governo
Prussiano
começam
a
conhecer
o
grande
êrro
que
coinmelteram
em
perseguir
a
Igreja
Ca-
tholica.
Já
se
fala
também
de
occupação In-
gleza
de
Tenedos;
uns
affirmam-n
’
a;
ou
tros
a
contradizem;
não
é
porém
cousa
de
importância
alguma n
’um
ou
n’
outro
caso,
pois
é
uma
pequena ilha
perto
da
bahia
de
Bosnia
(aonde
as
esquadras
Bri
tânicas
têm
estacionado
ha
muito):
acha-
se
ali
mui
perto
da
costa
da
Asia
Menor.
E’
mui
provável, se
tem
boas
proporções
para
isso,
venha
a
ser
um ponto
de
des
embarque,
deposito,
residência, dos
agen
tes
Britânicas,
e
dos
especulidores,
emi
grados
etc.,
que
lerão
de
concorrer
por
ali
áquella
parle
da Natalia;
que necessa
riamente
ha de
ter
de
vir
a
ser
entrada
e
visitada
por
toda
a
parle,
e
inspeccio-
nada,
por
empregados
e
agentes Inglezes;
afim
de
executarem
os
compromissos
do
tratado que
acompanha a cessão
de
Chy
pre,
de
organisar
e
reformar
a
admini
stração
da
grande Península,
por
acção
e
direcção
Britanica.
Que o
Aposlolo
e
seus
leitores
não
estranhem
o
insistir
eu
tanto
n
’este
ne
gocio
de
Chypre
e
da
Natalia;
pois,
ha
muito
tempo,
sem
exceptuar
mesmo
o
grande
Congresso
de
Vienna,
se
não
deu
acontecimento
tão
prenhe
de consequên
cias as
mais
transcendentes.
O
Congresso
de
Vienna
entendia,
e
entendeu,
principalmente,
ou
exclusiva-
ménte
com
os
negocios
e
interesses
po
lilicos
da
Europa;
este
arranjo e
Conven
ção
de
Chypre,
vae abraçar
em
seu
al
cance
todo o
Mondo
Antigo
conhecido,
e
muito
parte d
’
elle
(em
África
e
no
re
moto
Oriente)
que
o
mesmo
Antigo
Mun
do
não
conhecia
nem suspeitava.
Em poucos
mezes
completarei
cincoen-
ta
annos
de
minha residência n
’
este
paiz
e
Capital;
e
n
’
este
espaço
de
meio-seculo
se
tem
leito
no
mundo
immensos
progreásos
(falo
dos
progressos
physicos
e
verdadei
ros,
os
mais
maravilhosos
que
a Provi
dencia
Divina
de-tinou
a nosso
tempo-
não
do
tal
«progresso»
cbôcho,
de
que
tanto
fala
e blazona
em
Portugal,
e
no
Brazil,
um
bando
de
fátuos,
que
não
sa
bem
o
que dizem,
nem
sam
capazes
de
delinil-o
inlelligivel
e
rasoavelmente).
N
’
es-
te
período,
o
vapor,
a
electricidade, a
im
prensa,
a
actividade,
o
ouro,
os hábitos,
e
a
posição
geographica
d
’esle
povo,
tem
feito
de Londres
o
coração,
e
em
gran
de
parte
a
cabaça,
do
inundo moderno,
que
vemos
prestar
a
este
paiz
uma
ho
menagem—aié
servil.
Elle
merece
a
por
sua
habilidade,
ca
racler,
actividade
e consistência
nacional:
os outros
paizes, que renunciaram
a
si
proprios
para
macaquear
este,
solfreram
a
pena
de
ficarem
sendo
umas
inferiores
e
mas
cópias;
deixando de
ser
o que
foram, e
não
podendo
tornar-se
outras
tantas
Inglalerras,
como
fatuamente per-
lenderam.
Não
fallarei
de
Portugal,
de
Hispa-
nha,
das Republicas
Hispano-Americanas,
do
Brazil
mesmo,
e
até
da
italia
ílibu-
steira;
d
’esses
paizes deixo
aos
leitores
o
julgarem
como entendam;
mas
limilar-
me-hei
á
França,
que
agora
mesmo
está
fazendo
com
sua
famosa
Exposição,
mui
ta
figura
e
muito
dinheiro.
Perguntarei:
^Occupa
acaso
a
nação
que
foi Chrislia-
nissima,
n’
esle
momento,
a
posição
que
lhe compelia,
que o
Frederico
Grande
da
Prussia
lhe
assignava,
que
Luiz
XVIII,
em
1823,
que
Carlos
X,
de
Í827
a
1830,
lhe
revindicáiam—
:
sem
faiar
já
do
Pri
meiro
Napoleão—
e
um
tanto do
11?
Em
meio
de
suas
«glorias» Gambeli-
cas
e
republicanas,
vê
o
«lago
Francez»,
o
Mediterrâneo,
tornar-se
verdadeiramente
lago
Inglez;
como aqui
já
tem
sido
agora
designado
na
imprensa
depois
da occu-
paçào
Britanica
de
Chypre.
No
Levante,
onde
os
«.Francos»
e
seu
nome
repre
sentavam
a
Europa, sua
civilisação
e
po
der,
passará
essa
influencia, essa
lama,
essa
gloria
aos
Inglezes.
E
nada
deve
ad
mirar,
que
estes
agradeçam
o
favor
aos
Republicanos
Francezes,
nem
que
o
Prín
cipe
de Galles
aperte
a
mão,
convide
a
jantar,
e
faça
a
Gambetta
os
cumprimen
tos
que
recentemente
acaba
de
prodigali-
sar-lhe.
Era
a
França
o
ura cousa
quando
nos
princípios
d
’
este
século,
aqui
pintavam
o
retrato
de
Napoleão
I
no
fundo
de cer
tos vasos
cujo
logar
mais
usual
é
debai
xo
da cama
—
tanto
aqui
se
odiava,
e
te
mia,
o
poder
Francez
—
.
Se
eu
fosse
Fran
cez,
preferia
semelhante
honra
á
dos
aper
tões
de mão
a
Gambettas
pelo
Successor
presumptivo
do
phantaslico
diadema
da
Republica
Rritanica.
As
amabilidades
para
o
presumpçoso demagogo
significavam
os
agradecimentos
pelo
abatimento
da
França.
Acrescentarei
ainda
um»
reflexão
a
este
já
longo
artigo, n’esta
pergunta: —
«Aca
so
será
por
interesse
e
amor
ao
engran
decimento,
influencia
e
poder
da
Fran
ça,
que
o
Times
(o
verdadeiro
e
mais
authentico
representante
da
alma
política
Ingleza)
pugnou
sempre
com
unhas
e
den
tes-,
desde
a queda
de
Napoleão
!!!,
por
que
a
mesma França
se
organisasse,
não
em
monarchia,
mas em republica?
),Era
isto
advogar
pelo
maior
poder,
grandeza
e influencia
Europea
da
Nação
que
foi
Christianissima?
—
A
quem
respondesse
a
isto
aflirmativamente,
replicaria
eu com
um
simples:
—
Credat
Judceus!
A.
R.
SARAIVA.
Está
de
luto
o
partido
legitimista
por-
tuguez.
Os nossos
collegas
da
capital
dão-nos
a
dolorosa notícia
de
ler
fallecido
em
Pau, onde
residia,
o
primeiro
soldado
da
legitimidade,
o
ex.
mo
snr. D.
Nuno
Al
vares
Pereira
de
Mello,
oitavo
duque
de
Cadaval,
undécimo marquez
de
Ferreira,
duodécimo
conde
de
Tentm»al.
D
Este
só
nome
resume
bem
uma epo
peia
de dedicação
e patriotismo inexce-
diveis.
Com
razão
diz
um
nosso collega:
ninguém
era
mais legitimista
do
que
elle,
ninguém
mais
amigo
da sua
patria.
Eis
os
titulos
noblissimos
com
que
o
duque
de
Cadoal
sobredoirava
as
ex-
cellencias
do
seu
alto
nascimento,
hon
rando
assim
as
tradicções
dos
seus
pro
genitores.
Paz á
sua
alma.
SAZETILEl
EXPEDIENTE
Toda
a correspondência para
a
redacção,
administração
ou
outra qualquer que
tenha de ha
ver
com o «Commercio
do
Mi
nho», será enviada ao seu di-
rector Antonio Joaquim de Mes-
quista
Pimentel, rua
Nova n 0 4
—Braga.
'
«
Ke«tabei«et
mento.
—
Felizmente
o
revd.°
padre
João
Radcmaker, que
ha
dias
annunciàmos
ter
estado
gravemenle
enfer
mo
em
Hespanha,
consta-nos
que
se
en
contra
completamente
livre de
perigo
e
que
vae
continuar
seus
trabalhos
apostoli-
cos.
Deus
o
conserve,
e
depois
de
haver
missionado
ein
Portugal,
Italia
e
Hespanha
o
traga
de novo
para
o
seio da
patria
que
lhe
den
o
Berço.
São
estes
os
nossos
votos.
SeraSiwar
«2a Aaãn.
—
No
proximo
do
mingo
tem logar
no
logar
da
Naia,
na
freguezia
de
Ferreiros,
a
festividade
de
N.
Senhor
das
Afflicções.
Chamamos
a
attenção
pare
o annuucio
respectivo,
na
sessão própria (festa folha.
BMtMíve.
—
Osnr.
João
Ferre
r>
Bra
ga, sobrinho do
snr.
Manoel
José
Simões
(festa
cilade,
deu
para
as
obras
dosao-lpara vergonha
do
reino
fidelíssimo
está
ctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte
a
impor-
rntre
nós
colhendo
prosélitos...
Quem
se-
ianle
somrna
de 1123300
reis.
Camittlaoii
-Se
fers-o
iisgaese»
—
Durante
o
ann»
ultimo
os
desastres
oc-
corridos
nos
caminhos
de
ferro
ingleses
oceasionaram
a
morte
a
560
pessoas
e
ferimentos a
2:000.
Não
achamos
muito...,.........
A
:3ef»rw»a.
— Recebemos n
’
esta
re-
dacção
ura
nojento
papel,
com
este titu
lo,
saido
das
fezes
da
imprensa do
Por
to
e
que
parece
ser
o
ferrão
da
hydra
protestante,
que
por
estes
reinos
vae fa
zendo
as
suas
crias,
graças ao
liberalismo,
que
nos
atrophia.
«Não
ha
alli
sequer
a
mais pequena
cousa
que
me
eça
resposta digna
e
séria.»
Não
nos
occupamos
a
desenvolver
deati
•
e
do
leitor
o estendal
de sandices,
dispa
rates
e
misérias
de
que
vem
recheado
o
papelucho
alludido,
por
varias
razões;
Em
primeiro
logar
seria
rebater
asneiras,
blasphemias
e
êrros
monstruosos
que mil
vezes
estão
invencivelmente
refutados
era
milhares
de
jornaes
e
de
obras
catholi-
Porisso
a
ignor-ancia
e
.a
má
fé
an
dam
ah
irmanadas
era cada
período.
Pre
cisamos do
tempo
e
do
espaço
do
jornal
para
outras
cousas.
Em
segundo logar
se
ria
dar-lhe
uma importância que
na
rea
lidade
não
tem,
porisso
mesmo
que
alli
não
ha
lógica,
nem o
que
se
chama
senso
commum
Só espíritos levianos,
frívolos
e
superíiciaes
poderão
gostar
d
’
aquelle
man
jar.
E
finalmente
porque
entendemos
não
dever
abraçar o
deplorave.l
êrro
que
tem
produzido
péssimas
consequências,
qual
o
de
combater
o
mal
nos
seus
eflfeitos
e
deixal-nprogredir nassuas
causaès.
E
’
tactica
da
impiedade
distrair
a
altenção
da
im
prensa
catholica
de
proposito
e
caso
pen
sado
com
tolices
e
asneiras
que vomita,
emqua.ito
o
mal
vae
lavrando,
por
não
ser
combatida
a
causa.
E’
preciso
que
nos
desenganemos
d’
uma vez
para sempre.
A
causa
do
mal
é
que
urge combater
e
combater
sem
tregoas.
se é
que
Portu
gal
ainda
póde
ser
salvo
E o
mal
não
está
na
Reforma,
mas
nos
que a
con
sentem
com
violação flagrante
das
leis
divinas
e
humanas,
tanto
civis,
como
ec-
eiesiastlcas.
.. ......
thPpada
não
é
a
fera
em
atacar
e
m
rder,
mas
o
que
a
solta
da
jaula.
Culpada
não
é
a
planta
nociva
e
parasita
em
cresci
r
e vegetar,
mas
o
jar
dineiro
que
a
não
persegue
até
ás
raizes
mais
profundas.
Culpado não
é o
lobo em
de
vorar
o
rebanho,
mas
o
pastor
que.
de
braços
cruzados,
presenceia
essa
scena
hor-
;
orosa
com
o
máximo
indifferentismo.
Cul
padas
não
são os
miasmas
em
exhalar-se
de
corpos
putrefactos,
mas
os
municípios,
que
descuram
a
limpeza
cora
prejttizo
da
sanidade
publica.
Estudem-se
as
causas
do
mal
e
combatam-se
energicamente,
acer-
nmamente.
desassombradamente. O
mais
são
pancadas
no
ar.
Estes
miasmas, sem qualificativo
como
a
Reforma
do
Porto,
não
se
combatem
directamente.
porque
rebaixam
a digni-:
dade
do
jornal
catholico e
nem
sequer
qualquer discussão compensa
a
"perda
da
tinta
e
do
papel.
Apontam-se
apenas,
mas
apontam
se bem
áquelles
que,
esquecidos
inteiramente
dos
seus
mais
sagrados de
veres,
dormem
o sorano
da
mais
crimi
nosa
indifferença,
deixando
caminhar
a
pa-
tria
para
o
abysino.......................................
Deus
salve
Portugal!
O
liberalismo
mata Portugal!
CondcmnafSo
<S’«sm
jornal.—
Por
ordem
do
snr.
governador
civil
da
Co
rtina
foi
condemnado
a
15 dias
de suspen
são
o
jornal
El
Ndiciero
que
se
publica
n
’
aquella
cidade.
A
razão
d
’
este procedimento foi
o
ter
ac.lhido
desfivoravc-lmente
a
pastoral
em
que
o
snr.
arcebispo
de
Santiago excom-
mung
u
a
Reforma
é
o
Diário
de
San
tiago.
EíTeltfl»»
dfats
;náa
leíiiir-wa
—
Um
pae
de
famílias
catholico.
cujos
sentimen
tos
era
j
por
lodos
reconhecidos
como
taes,
conservava,
sem
embargo,
na
sua
mbliotheca.
alguns
livros
um
tanto
su
speitos.
Tinha
um
li
lho
dos
seus 10
au-
itos,
espirito
bastante
promeltedor.
muito
dedicado
á
le
lura,
e porisso,
com
muita
satisfação
do
pae,
passava
algumas
horas
entretido
com
os
livros.
Era
um
d
’elles
pintava-se
um
padre,
como o
costumam
pintar
os romancistas
de certa laia.
O
rapaz
leu, gostou,
tomou
mós e
mais
in
teresse,
e
acabou
por
fim.
por
aborrecer
todos
os
padres,
a
ponto
de
sugeitar-se
ao
castigo,
antes
do
que
traclar
famí
lia'mente
com
um
sacerdote
qualquer.
Emancipado
da
tutella
paterna,
eman-
cipou-.-e
também
da
Egreja
Catholica,
e
íot
aggrerniar-se
á'
egreja
anglicana, que
Com
respeito
aos
outros
cardeaes nadi
está
por
emquanto
decidido
ZSwaabo
no
eors-eio.
—
Um
estran
geiro
residente
em Madrid,
recebeu
uma
carta
em
que
lhe certificavam
ter
sido
roubados
2:000
francos
em
bilhetes
de
banco.
Deu
as
providencias
necessárias,
■
achando-se
já
suspensos
o
chefe
da
ad
ministração
central
e
quatro
empregados!
E
o
que
não vae
cá
por
este
Portu
gal
!
E8í»8rf»m»ps».
—
A
celebre
hespa
nhola
d’
este
nome,
que
tanto
occupou
a
imprensa
europeia,
vae
ser
defendido
pelo
illustre
advogado
hespanhol D. Luiz
Felip-
pe
Aguilera,
tão
conhecido
no
visinho
rei
no E
’
de suppôr
que
vá
para
a
rua
......
se
fosse
algum
pobre
diabo
que-
roubasse
um
pão..
.
então
ia
de
passeio até
as
Phiiippinas.
Este
mal é por
toda
a
parte.
Cá
e
lá
......
^Jsissía-o
falíeracíaig.
—-Na
sessão
de
19
do
tribunal
do
commercio,
da
cidade
do
Porto,
foram
abertas
as
seguintes
fal-
iencias:
da
Associação
União
dos
Artistas
Portuenses,
a contar
de
2 d
’agosto;
de
João Clemente
Teixeira,
de
Penaíiel,
a
contar
de
7
do
mesmo
mez;
de
João
Pe
reira d’Aranjo
Guimarães,
da
rua
dos
Cal
deireiros,
a
contar
de
10
do
dito
mez;
e
de Joaquim
de
Vasconcellos
Almeida,
da
rui
das Congoslas,
a
contar do
mesmo
dia
tla»
SJaitB»
*
.
—
Recebemos
o
n.°
141
do
Jornal
das
Damas,
de
que
é
editor o
snr.
J.
.1. Bordallo,
e
redactor
o
snr.
Barbosa
Nogueira. Contém
a
re
vista
de
modas
e
alguns
artigos
iitterarios.
Acompanham-no
dois
figurinos
illuminados
e gravados
em
Paris.
Swbaes-ípçSo.
—
A
siibscripção aberta
em
Londres
a
favor
das
famílias
das
vi-
cliinas
do
vapor
Princeza
Alice
sóbe
a
14:000
libras.
Excede
a
700
o numero de
cada
veres
encontrados.
—
A
que
foi
aberta,
ha
tem
pos,
em
França,
para
se
erigir
um
mo
numento
a
Joanna
d
’Are
em
Domremy,
atiingia,
em
14
do
corrente,
á
quantia
de
77:000
francos
(14:800^000 reis).
FaJSeeãments».
—
Falleçeu no
dia
20
do
corrente,
de
manha,
o
snr.
José
Joa
quim
Pinto
Coelho,
intelligenlissimo
dire-
ctor
litterario
do
«Commercio
do
Porto».
Era
cunhado
do
dislioclo
jornalista
o
snr.
Rodrigues
de
Freitas,
e
primo
do
íinado
romancista
Julio
Diniz
Foi
victuna
d’
utna
phlisica
pulmonar.
«5saís
*
o.
—
Os jornaes
do
Porto
trazem
nos
a
triste noticia
do
fallecimento
do
snr.
Auguro
Cesar
Munhoz,
cominandante
da
guarda
municipal
d’
aqueila
cidade.
São
unanimes
em
renderem
á
sua
memória os
maiores
e
mais
merecidos
elogios. Por
falta
d’
espaço
pômos
de
parte
a
biographia
do
íinado,
mas
extraetamos
do
«Commercio
Porluguez» o
seguinte:
Falleçeu
o
snr.
Augusto
Cesar
Munhoz,
tenente-coronel,
digno
e
respeitável com-
mandante
da
guarda municipal do Porto,
cujas
funcções
melindrosissiraas
sewpre
desempenhou
com
brio
e
honestidade,
sa
bendo
alliar
á disciplina
da
força
que
sem
pre.
manteve
na
ordem,
o
respeito
e
es
tima
da
oílicialidade,
o
amor
dos
solda
ios
e
a
consideração
dos
habitantes
d
’
esla
terra
que
viam
n
’elle um
militar
cheio
de
hombridade e
um
cavalheiro
perfeito,
do
melhor
tracto
e affabilidade.
Como
homem
e
soldado
a
sua vida des-
lisou
suavemente
sem
attritos
que
mere
cessem
exprobação.
v
A
’
inconsolável
esposa
e
attribulados
fi
lhos
enviamos
a
expressão
sincera
do
nosso
sentimento
profundo.
CatísasaiBses»!»
*
».
—
Da
«Lídia
Catho
lica»
de
Bombaim:
Ceglão
5
de
agosto
de
d8~8.
—
Do
«Jaf-
fna
Calholic
Guardian»
transcrevo aqui
com
prazer
o
resultado
do
calhecumena-
lo nesse
vicarialo:
eil-o:
—
Baptisma
dos
pagãos. -Apraz
nos
an-
nunciar
que
na
terça-feira,
23
do
cor
rente
(p.
p.
’
mez)
foram
recebidos
no
gretnio
da
Egreja
12
adultos
e
7
meni
nos
pelo
Mi."
Rdo.
F.
P
Moukel,
Pro-
Vigario
Geral;
e
o
Rdo.
Gh.
.Massiel,
su
perior
do
seminário,
lhes
administrou
o
sacramento da
regeneração.
Temos
ao
presente
no
cathecumeaato
30
candidatos
para
baptsmo
e
12
para
confirmação.
Eis
o
resultado
do
calhecumenato
des
de
a
sua fundacção;
setembro
de
1877
até
30
de
julho
de
1878.
Desde
3 de
outubro
de 1877
até
I
de
janeiro
de
1878:
148
adultos
e
75
meni
nos.
Desde
1
de
janeiro
até
abril
de
1878:
289
adultos
e
132
meninos.
Desde
1
de
abril
aié
23
de
julho
de
1878:
112
adultos
e
39
meninos.
Total:
550
adultos
e
246
meninos.
rá
responsável
pela
perdição
d
’
esle
joven?
Quantos
obreiros
empregou
o
diabo
para
o
ganhar
para
si?
Qual
o
mais
culpado?...
Responderá
cada
um
como
entender,
nós
porém
damos
ao
pae o
lugar
d
’
honra
entre
os
logar-tenentes
do
diabo.
O Es
pirito
Santo,
que
(sabe
muito
liem
o
que
diz)
aconselha
na Escriptura
que
se
deve
obstar
aos
princípios:
observa
que
quem
semeia
ventos
colhe
tempestades
etc.
* *
*
iHwj»tríí:>s
foirtwa.
—
Viajavam
ha
dias
em
carruagem
de
2.
a
ciasse
da
ferrovia,
dons
indivíduos,
um
magro,
a
ma rei lo,
com
olhos
encovados,
de
bigode
castanho; ou
tro
naioralmente
refeito,
córado,
tracta-
vel
e
jovial,
com
um
bigode
em
minia
tura.
O
primeiro,
que
'pertencia
á
classe
d
’
aquelles
que
faliam
muito
dizendo
pou
co,
ou
que
faliam
do
que
absolutamente
ignoram
(o
que
hoje
está
em
mo
la)
vinha
laramellando
muito
soffrivelménte. E’ fa
cil
imaginar
que
a
sua
conver-a
d
’
eile,
versava
sobre
religião.
Dizia
disparates
de tal
natureza,
que
alguns
dos
visinhos
houveram
por bem
começar
uma conversação
sobre
outro
as
sumpto.
Não
o
entendeu
assim
o
nosso
segun
do
personagem,
que
lhe dirigiu
a
palavra
do
modo
seguinte:
«V
s.a não
jejua
nem
come
d
’
absti-
nencia
nos
dias
de preceito, e nem
por
isso
está
mais
gordo,
nem
ptrece
ter
mais
saude
do
que
os
que
guardam
esses
pre
ceitos
Não
quer
a
consciência
aggrilhoa-
da
com
a
confissão,
e nem
porisso
go-
sa
de
mais
paz
interior,
a
julgar
pe'o
carrancudo
do
semblante,
e
pelo
seu
mo
do
impertigado.
Lê
todos
os
livros
sem
reparar se
estão
prohibidos,
ou
como
diz,
com
mais
interesse
(!)
por
serem prohi
bidos;
e
nem
porisso
tem
a
sciencia
ha
slante
para
não
dizer
absurdos.
Fallou
muito
d’
Egreja
e
de Papa
e,
se
não
me
engano,
confunde
aquella
com
alguma
camara de villa
e
este
com
algum
regedor
d
’
aldeia,
aliás
sempre
lhes
faria
a
justiça
de
os respeitar
mais
um
pouco;
a
Egreja
como
uma
instituição,
ou
antes
a
sociedade
legitiraamente
organisada
é di
vinamente
instituída,
cap>z
de
legislar
e
castigar
os transgressores
das
suas
leis,
e
o
Papa como
Chefe,
o
Cabeça,
o
Mo-
narcha
d’
essa
mesma
sociedade.
Se
v.
s.
a
não
é filho
da
Egreja,
que
temos
nós
com
isso?
Porventura
interrogou-o
alguém
a
tal
respeito?
Ou
foi
com
o
fim de
desil-
ludir
os
illusos?!...
Mas
n
’este ponto
sil
vou
a
maquina,
e
o
empregado
grilou==
Fainalicão=».
Houve
baldeamento
de pas
sageiros, e
o
dos
bigodes
foi
para o
Por
to,
e
do
buço
para a
Povoa.
Este
caso
está
disfarçado
o bastante
para
que ninguém
possa offender-se.
* » *
SJeagísiclio
íelegraplMíe».
—
De
Ro
ma
eni
12
de
setembro
foi
expedido
o
seginte despacho
telegraphico:
«Em consequência
da
carnificina
exer
cida sobre
muitos
catholicos
nas
provín
cias
dos
Bãlkans,
o
Papa
encarregou
o
Cardeal
Nisss
(secretario
de
Estado de
Sua
Santidade)
de
chamar
a
alt
nção
das
po
tências
sobre
o
facto
e
de
sollicitar
a
fovor
dos
catholicos
da
península
dos Bal-
kans».
Cowsistaa-ío.—
Annuncia-se
para
meia-
do
do
mez
o
consislorio que deve
cele
brar
Leão
XIII,
e
no
qual
serão
crea-
dos
os
primeiros
cardeaes
do
seu
ponti
ficado.
Entre
os
futuros
príncipes
da Egreja
teem-se como
certos:
monsenhor
Lassa-
gni
e
monsenhor
Jacobini,
o
primeiro
dos
quaès
era
secretario
do
conclave
que
ele
geu
Leão
XIII,
e
o
segundo núncio
de
Sua Santidade
na
Áustria.
A
primeira
de
estas
promoções'
é
quasi regulamentar,
pois
existe
o costume
de que o
secre-
laro
do
conclave,
que
durante
elle des
empenha
çonjunctamenle
as
funcçõos
dê
secretario
de
estado
da
Santa
Sé,
receba
das
próprias
mãos
do
novo
Papa
o
bar
rete
de
seda
encarnada
que
este
trazia
na
cabeça.
Leão
XI
I
não
o
fez
assim;
não
por
que
não
reconhecesse
os
méritos
do
mon
senhor
Lassagni,
mas
porqoe
julga
que
as
dignidades cardinalícias exigem
prepa
ração
em
quem
as
occupa
e
ser
medita
das
profundaraenté.
por quem
as
concede.
Monsenhor
Jacobini
é
ura
dos
núncios
mais
antigos
e
intelligentes
da
corte
ro-,
mana,
e
prestou
em
Vienna
exeellenles
serviços.
A
sui
elevação
á
purpura
car
dinalícia
deve
dar
logar
a
mudanças im
portantes
nas
nunciaturas.
Mais
conversão.
—
O
Mto.
Rdo.
C.
X"
Affonso,
Vigário Geral da
missão
portu-
gueza
acaba
de administrar
o
sacramen
to
do
baptisino
a
dois
protestantes
e
um
buldú,
no
dia
da
festa da Senhora
San
ta
Anna.
O
Rdo.
Chounavel,
do
Vicarialo
Apos-
tolico
de
JaíTna.
á 8
adultos;
e
tem
o
mesmo
outros
30
no
cathecumenato.
E
digam
agoram
os
liberaes
se
é
ou
não
d
’
um
missionário
catholico
ensinar
o
ignorante,
consolar
o
afUigido
e encami
nhar
o
homem
para
a
vida
eterna!
Quem,
como
elies percorrem
mares
proceílosos,
desertos
medonhos,
perigos
mil
para
emprehender
o
ensino do igno
rante!
Este
sacrifício
foi,
é
e hade
ser
unicamente
a
partilha
do
missionário
ca-
tholico que.
com
a
cruz
na
rnão,
o
Evan
gelho
no
córação
e
nas
acções,
e
a
paz
nos lábios,
vae
o
caminho
do
mundo, a
desbraval-o
de
duros
halutos
e
de
costu
mes
corrompidos.
—
O
^anto
Padre
honrou
o
titulo
de
Monsenhor
e de
*
seu
prelado
domestico
o
snr.
fr.
Jo
é
da
Pureza.
Os
nossos
parabéns.
SíneiSa
—
Em
Portalegre
foi
preso
um
hespanhol
passador
de
moedas
falsas
de
cinco
tostões, sendo-lhe
ainda
encontradas
algumas
d
’
essas
moedas
I«ssto
’M®ção
psjísSieis.
—
Foi
creada
uma
cadeira
de ensino
primário
.
para
o
sexo
masculino
na freguezia
de
S.
Pedro
de
Villa
Real.
SíoSSrj
©srjpa.—0 snr
Sicart,
com ca
sa de
pasto
em
Louvres,
França,
apresen
ta
uma cepa
que
tem
pendentes
375
cachos!
dílfferençsi
entre
ns
«saietn-
ritíartea «Se
—O
snr
governador
civil
da
Cortina sus
pendeu o
jornal
a
«Reforma»
de Santia
go,
ultimamente
excummungado
pelo
snr.
arcebispo
d
’
aqnella
cidade.
«El
Telegram-
ma» acaba
de
ser
c.oqdemnado
a
pagara
multa
de 25
pessetas.
eíseíera.—
A
doença
deste
nome
está
affligmdo
algumas
das aldeas da
Ín
dia porlugueza, aonde
na
próxima
capi
tal
o estado
sanitario
está
longe
de
ser
o desejado.
Segundo
noticias
d
’
aíli
chega
das,
e
que
isto
narram,
havia
também
falta
de
soccorros
médicos.
Sí
rita
«5®ri»»«eza
Ali
ce».
—Diz
em
jornal
iriglez
que
são
já
600
os
cadaveres
recolhidos
do
naufragio
do
vapor
«Princeza
Alice»,
sendo.
210
homens,
270
mulheres,
e
120
crianças.
íraHecí:?»».
—
No
R‘O
de Janeiro,
faileceram
desde
o
dia
21
até
28
de
agosto,
os
seguintes
súbditos
portu-
guezes:
Adelaide
Salgado
Moreira,
50
a.,
c
;
Bernardo
Gomes,
38
a.,
v.;
Manoel
Ra
poso
Roumaldo
Tavares 97
a.
v.;
Antonio
<le
Smsi
Am
tri
o
13
a.;
Jo
sé
da
Custa
20
a.,
c.;
Pereira
da
Ro-
za
31
*
a.,
s.;
Julio
Pacheco
9
a.;
Anto
nio
Gonçalves
Ferreira
38
a.,
c
;
iMa-
aoel
dos
Santos
Feitosa,
63 a.,
s.;
Vi-
clorino
da
Costa
Reis,
58 a.,s.:
Manoel
Goulart
da
Silveira,
62
a.,
c.; Francisco
José
ua
Siiva,
60
a
,
c.;
José
Teixeira
Durão
33
a.,
s.
ar
eosiij»ees.p
a
eontrnftte-
çsíe
<h»
ví«3»o.
—
Para
dar
cor
ao
vi
nho
juntam-lhe,
em
geral,
baga
de sa
bugo, louro,
tuédronhos,
ginjas
e
«erejas
pretas,
amoras,
campeche
e
gyrasol.
Para
se
saber
se
um vinho
tem
ou
não
a
cor
natural
podem
empregar-se
os
seguintes
reagentes:
o alúmen
saturado
de
potassa,
a
potassa
só
e
,a
amónia.
Se
o vinho
não
tiver sido adulterado
na
cor,
dará,
tratado
pelo alúmen
satu
rado de
potassa,
a
cor
pardo
avermelhada;
pela
amoma,
<>
cor
verde
garrafa;
pela
potassa,
a
cor
verde
negra.
Para
saber,
no
caso
de conlrafacçáo,
qual a
cor
artificial,
ha
diíferentes
rea
gentes,
qoe,
todavia,
não
dão
reações
bas
taste
cia
as
e
precisas.
Era Portugal
uza
se
quasi
exclusiva-,
mente
a
baga
de
sabugueiro
para
dar
cor
ao
vinho,
o
que
é
facil ir
reconhecer.
Em
ura
pouco
de
vinho lança-se
uma
solução
de
perchlorelo de ferro.
A
côr
de
Itiaz
denunciará
a
presença
da
baga
e
cor
violacea
a
sua
ausência
Pelo
peraoxydo
de magnesia, bem
co
mo
por
uma
solução
de
gelatina
póde-se
igualmente
descobrir esta
conlrafacçáo.
No
primi
iro
caso,
fervido
o
vinho
com
peroxydo
deve
ápparecer
a
cor
de
e«fé,
se
o vinho
jem
baga,
a
cor
de pa
lha,
se o
nau tem.
No
segundo,
isto
é,
com
a
solução
de
gelatina,
apresentará
o
vinho
a cor
rosada,
se náo
tiver
baga
ou
conservará
a
cor
primitiva
embora
mais
aberta,
no
caso
contrario.
ui
mciranros
Thomé
de Sousa
Pereira Veiga,
phar-
maeeuiico
do Hospital
de
S
Marcos, vem
por
este
meio, emquanto
o
não
póde
fa
zer
pessoalmente,
agradecer
aos snrs.
fa
cultativos,
a
lodos
os
snrs.
e
senhoras,
e
mais
pessoas
de sua
amisade,
o
cuidado
que
lhes
mereceu
durante
a
sua
moléstia.
A todos
se
confessa
grato
e
reconhecido.
(1090)
Os
abaixo
assignados,
extremamente
re
conhecidos
para
com
todos
os
ill.
mos
e
exc.mos
snrs. e
snr.
as
que
se dignaram
cumprimental-os
por
occasião
do
falleci-
mento
de sua
muito presada
esposa e
nora
D.
Narcisa
de
Lima
Pimenta,
assistir
ao
seu
funeral
e acompanhamento,
bem
como
a
uma
missa
resada que,
dias
de
pois, foi
celebrada
por
alma
da
(inada,
veem
por
este
meio
agradecer
tão
deslin-
cios
obséquios,
e
manifestar-lhes
a
sua
muita
gratidão.
Igualmenle
dirigem
seus
agradecimen
tos
e
gratidão
a
todos
os
ill.
raos
„e
revd.m°
s
snrs.
ecclesiaslicos
que
lhes
prestaram
a
íinesa de
celebrar
missa
e
assistir
aos
oílicios
fúnebres
gratuitamente.
Braga
21
de
setembro
de
1878.
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves.
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves
Júnior.
(1092)
Leonardo
da Silva Pereira
de
Lima,
e
sua
familia
em
geral,
penhoradissimos
pa
ra
oom
todos
os
iilm.
08
e
exm.
os
snrs.
que
nos obsequiaram
por
occasião do
fal-
leciuiento de
sua
sempre
chorada esposa,
Maria
Emilia
Soares Lima, vimos
por
este
meio,
não
o
podendo
fazer
pessoalmenle,
signilicar-lhes
a
nossa
gratidão
indelevel.
(1089)
O
Gerente
da
Succursa!
da
Companhia
União
Popular
penhorista
do Porto
sita
na
rua
dos
Biscainhos
n.°
9,
faz
publico
a
todos
os
snrs.,
qne
tiverem
no
seu
es
tabelecimento
penhores,
que
tenham
dei
xado
de
ser
pagos
ha
mais
de
3
mezes,
os
queiram
satisfazer
até
o
fim
do
cor
rente
setembro,
para
se
não
ver na
dura
necessidade
de
os
mandar
para a
sede
da
Companhia
afim
de
alli
serem
arremata
dos em
basar
publico,
como
lhe
é
orde
nado.
Braga
20
de
setembro
de
1878.
O
Gerente
Fauslino José
de
Sousa.
ÉDITOS
DE 30 DIAS
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
de
Braga,
e
cartorip
do
escrivão
do
primeiro
oíficio
Freitas,
de
quem
actualmenle
é
escrivão
ajudante
Manoel
Gonçalves
da
Maia,
a requerimento
de
Manoel
Sequeira
Dias,
solteiro,
de
maior
edade,
da
fregue
sia
de Sequeira,
e
sua
irmã
e cunhado,
Rosa
Sequeira
Dias
e
marido
Antonio
Fer
nandes
Ramos,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Merelim.
José
Sequeira
Lopes,
solteiro,
de
maior
edade.
Sebastião
Sequeira
Lo
pes,
lambem
solteiro,
de
maior edade,
e
ambos
da
freguezia
de
Sequeira,
Antonio
Sequeira
Lopes
e
mulher
Antonia
Lon-
renço
Villaça, Rosa
Sequeira
Lopes e
ma
rido
José Ferreira
Fabrico,
Maria Josefa
e
marido
João
Martins,
todos
da
freguesia
dita
de
Sequeira,
Sebastião Fernandes Ra
mos
e
mulher
Maria
Lourenço
Goines,
da
freguesia de
S.
Pedro de .Merelim,
José
fernandes
Ramos
e
mulher
Rosa
Fernan
des
Dias
Ramos,
da
mesma
freguesia,
An
tonia
Fernandes Ramos,
solteira,
de
maior
edade,
também
da
mesma
freguesia,
Rosa
Fernandes
Ramos
e marido
Manoel
Fran
cisco,
da
freguesia
de
S.
Martinho
de
Du-
«te,
Maria
Fernandes
Ramos
e
marido
Si-
mão Gomes,
da
freguesia
de
Semelhe,
Joanna Martins Sequeira
e
marido
Anto-
nio' Rodrigues,,
da
freguesia
de Cabreiros,
Anua Pereira
Sequeira
e
marido
Fran
cisco
Dias
da
Silva e Maria
Rosa
Pereira
^queira,
e
marido
Antonio
Francisco,
da
mesma
freguesia
de Cabreiros,
todos
lavra
stes
desta
comarca,
correm
éditos
de-
30
dias
citando
e
chamando a todas
as
pes
soas
incertas
que
se
considerem
com di
reito
e
acção
á
herança
de
seu
fallecido
irmão
e
thio.
Francisco
Sequeira
Dias,
solteiro,
proprietário,
natural
da
freguesia
de
Sequeira,
desta
comarca,
fallecido
na
cidade
do
Rio
de
Janeiro,
.do império
do
Brazil,
em
13
de
maio
do
corrente
anno
de
1878,
com
testamento
solemne,
o
ve
nham
deduzir
a
este
juizo,
findo
o prazo
de
30
dias
que
commeçam
a
correr
depois
da
publicação
do segundo
annuncio
que
so
bre
este
mesmo
objeclo
se
publicar
na
fo
lha
oíiicial
e
noutra
d’
esta cidade,
verem
marcar-lhes
o
praso
de
ires
audiências
para
contrariarem
os
artigos da
justifica
ção
e
habilitação,
tudo
na
forma do
dis
posto
nos
artigos
393
e
397
do
Codigo
do
Processo
Civil,
e
debaixo
da pena de
lançamento
e
revelia.
Declarando
que as
audiências
se
fazem
n
’este
juízo
todas
as
segundas
e
quintas-feiras
de
cada semana,
por
10 horas
da
manhã
no
tribunal
da
justiça
sito no
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esla
cidade,
não
sendo
dias
feriados
ou
santificados,
porque
sendo-o se
fazem
nos
immediatos
áquelies
quando
o
não
sejam
também.
Braga 31
de
agosto
de 1878.
O
escrivão
ajudante
do
l.° oíficio
Manoel
Gonçalves da
Maia.
Verifiquei
a
exactidão.
(1093)
Adriano
Carneiro
de
Sampaio.
.-Vítasjíw-Â-Sf:.
Quem
quizer
arrendar
uma morada
de
casas
reedificadas
de
novo
com
grandes
e
decentes
accommodações
para
uma
fami
lia,
com agua
e
excellentes vistas, sita na
rua
das Aguas
n.°
73.
Trala-se
na
mesma.
(1099)
O
Juiz e
mezarios
da
devoção de Nosso
Senhor
das
Afflicções,
que
se
venera
na
sua
capella
erecta
no
logar
da
Naia,
su
búrbios
d
’
esla cidade, teem
destinado fa
zer
a fesla á
mesma
sagrada
Imagem
no
dia
29
do
corrente
mez
de setembro,
havendo
de
manhã 4
confessores
na
ca
pella,
para
iodas
as
pessoas que
se qui
zerem
aprovedar,
e missas para
no
acto
d
’
ellas ministrar a
Sagrada
Com.munhão
aos
lieis,
pira
poderem
alcançar
as indul
gências
concedidas
por
sua
Exc
a
Revd.
iUa
o
Snr.
Arcebispo
Primaz, por
sua
vene
randa
Portaria
de
12
de
junho
de
1876,
que
são
10
dias
de verdadeira indulgência,
a todas
as
pessoas
que devidamente pre
paradas
rezarem
de
joelhos
3
Padre-Nos-
sos
deante
da
mesma sagrada
Imagem.
No
dia
28,
a
banda
de
musica
da
«Philarmonica»
percorrerá
as
ruas
da
ci
dade,
annunciando
a
fesla,
e
no
dia
20
pela
1
hora da
tarde,
depois de
ter
lam
bem
percorrido
algumas
ruas,
se
dirigirá
ao
dito
local
da
Naia,
onde
tocará
esco
lhidas
peças
para
entreter
o
publico
no
arraial
antes
e depois
do
sermão,
havendo
lambem
leilão
de
prendas.
Os
mesmos
devolos
leem
mandado
di
zer
pelas almas
de
todos
os
bemfeitores
vivos
e defuntos
que
tem
concorrido
com
suas
esmolas
e
serviços
para
as
obras
da
capella
e
augmento
d
’
aquella
devoção,
no
espaço
de
16
annos
até
o
fim
do
anno
de
1873=192
missas
celebradas
peio
revd.0
reitor
da
freguezia
de Ferreiros,
e
pelo
seu
antecessor
e
outros
padres;
e depois
de
construída
a
capella
e
ter-se
obtido
do
Ex.
mo
e
Revd.
mo
Snr.
Arcebispo,
Pro
visão
para
na
mesma
se
poder
celebrar
missa e lodos os mais
actos
d
>
culto di
vino,
em
21
de
Janeiro,
de
1876. lem-se
celebrado
já
na mesma
153
missas
pela
mesma
tenção,
isto
aos domingos
e
dias
santos,
que
todas
prefazera
a
totalidade
de
343.
(2600)
Armazém
de
vinhos'
Vendem-se
vinhos'
puros
de
Villa
Real
na
rua
de
D.
Pedro
V n.°
25 d
’esta
cidade.
(1033)
COMPKAM-SE
Acções
dos
Bancos
de
Villa
Real,
Dou
ro,
Commercial
de Guimarães, Mercantil
de Braga,
e
do
Minho,
Rua
de
S.
Victor
n.°
64.
(1087)
Está
aberta
n
’
este
Collegio,
situado
no
Campo
de
S.
Thiago,
Palacio
dos
Falcões,
a
matricula
das
disciplinas,
que
aqui
hão
de
ser
professadas
no proximo
anno
lectivo,
a
saber:
Disciplinas
Corpo
Docente
Mensalidades
Instrucção
primaria
elementar
I
Luiz Antonio
da
Costa
/
Ordinando
João
Antonio
Fernandes
d
’
Azeved
»
Porluguez
Francez
Latim
Latinidade
Rhetorica
Geographia
Geometria
Philosophia
»
complfmentar
—Padre
Antonio
Acacio
de
Castro
Valente
1.°
e
2.°
anno
—
Padre
Pedro
Gonçalves
Sanches
—
Francisco
da
Conceição
Pereira
Cabral
-
—
t
»
»
»
—
Dr.
Luiz
José
Dias
—
Dr.
José
Alves
de Moura
e
Historia
—
Padre Pedro
Gonçalves
Sanches
—Dr.
Luiz
José
Dias
—
Abbade
Manoel
José
Pereira
Desenho,
curso
completo
—
Engenheiro
Joaquim
P,ereira
da
Cruz
o
800
10000
10000
10-00
10000
10200
10200
10200
10200
10200
10300
As
aulas
abrir-se-hâo
no
dia
l.°
d
’
outubro.
(1079)
■M
—an
—
MUm
i
n l
I
~
1 i
w
i
r
l
r
1I
MII
I
IWM
llllW
—
1
ARREMATAÇÃO
POANTE
0 GOVERNADOR CIVIL DO
DISTRICTO ABAIXO
DECLARADO
«íít»
6
de
<5s»ítt8»ro
de
£898.
LISTA
N.°
3478
S»E
3K.4GA
CONCELHO
DE
CABECEIRAS
DE
BASTO
Collegio
de
S.
Bento
de
Coimbra
Comeres
‘
AvaliaçSes
36289
Fôro annual
subsistente
de 3
reis,
importo
no
casal
da
Deveza,
freguezia
de
Mosteiro
de
Refojo.
—
Emphyteuta,
Antonio
Mendes
Leite
de
Magalhães e Vasconcellos
0100
36290
Fôro
annual
subsistente
de
10
reis,
imposto
em
devezas,
proprie
dades
pertenças
do
casal
de
Felgueiras,
na
freguezia de
Mosteiro
de
Refojo.—Emphyleuta. Jeronymo Pereira
da Costa
0200
36291
Fôro
annual
subsistente
de
20
reis, imposto
em
diversas
proprie
dades
do
casal da
Lameira
e
outras do
casal
de
Felgueiras,
na
freguezia
de
Mosteiro de
Refojo.
—
Emphyteuta, Joaquim Leite
Pinto
de
Barros Cardoso
0400
36292
Fôro
annual
subsistente
de 10666
reis,
imposto
em
diversas
pro
priedades do
casal
do
Assento
da
Igreja, na
freguezia
de
S.
Mar-
tinlio
do
Arco.
—
Emphyteuta,
Antonio
Mendes Leite de
Magalhães
Vasconcellos
0033
36293
Fôro annual
subsistente
de
10666
reis,
imposto
em
diversas
pro
priedades
do
casal
do Assento
da
Igreja,
na
freguezia
de
S.
Mar-
linho
do
Arco.
—
Emphyleuta,
Antonio
Mendes
Leite de
Magalhães
Vasconcellos
0033
36294
Fôro
annual
subsistente
de
10666
reis,
imposto
em
diversas
pro
priedades
do
casal
do
Assento
da
Igreja,
na
freguezia
de
S
Mar-
tinho do Arco,
—
Emphyteuta,
Antonio
Mendes Leite de Magalhães
Vasconcellos
0033
36295
Fôro
annual
subsistente
de
2
3
reis,
imposio
no
casal
de
S.
Mai
li
nho,
na
freguezia
de
S.
Thiago
da
Faia.
—
Emphyteuta,
Antonio
Mendes Leite de
Magalhães
Vasconcellos
”
0050
36296
Fôro
annual
subsistente
de
2,5
reis,
imposto
no casal
de
S. Mar-
tinlio, na
freguezia
de
S.
Thiago
da
Faia.
—Emphyleuta,
Antonio
Mendes
Leite
de
Magalhãfes
Vasconcellos
"
0030
CONCELHO
DE FAFE
36297
Fôro
annual
subsistente
de
20
reis, 3,663 de trigo
e
0,75 de
um
frangão,
que
não
remiu,
imposto
em
parle
do
casal
do
Santo,
na
freguezia
de
Santa
Etilalia
de
Fafe.
—Emphyteuta,
José
Leite
Pinto
Saldanha
de Castro
40640
36298 Foro
annual
subsistente
de
60
reis,
imposto
em
parte
do
casal
do
Santo
e
campo
da Lameira,
na
freguezia
de
Santa
Eulalia
de
Fafe.
—
Emphyteuta,
José
Leite
Pinto
Saldanha
de
Castro
10200
CONCELHO
DE
GUIMARÃES
Beguengo
de
Guimarães
36299
Fôro
annual
subsistente
de
20
reis,
imposio
no
casal
do
Outeiro
e
Fermentaria, a
que
chamam
do
Filippe, na
freguezia
de
S.
Mar
imbo
do Conde.—
Emp
lyteuta,
Manoel
Francisco
0400
36300
Fôro annual
subsistente
de
20 reis,
imposio
no
casal
do
Captivo,
na
freguezia
de
S.
Martinho do
Conde.—
Emphyleuta,
Manoel
Fran-
cis
c°
,
“
0400
36301
Fôro
annual
subsistente
de
20
reis,
imposto
no praso
da Bouça
dos
Castanheiros
e
Pombal,
na
freguezia de
S.
Martmho
do
Conde.
—
Emphyteuta,
Manoel
Francisco
0400
CONCELHO
DE
AMARES
Mosteiro
de
Bouro
36302
Fôro
de
22,694
de
trig..,
47,01
de
centeio,
95,61
de
milho
alvo,
51,3
de
vinho
molle,
1,245
de
azeite,
2,23
gallinhas
e
75
reis’
com
vencimento
em
29
de
Setembro,
imposto
em
diversas
proprie
dades, no
logar
do
Adegoeiro,
freguezia
de Santa Maria
de
Bouro.
Emphyteuta,
Manoel
José
1370920
Somma
reis.
.
.
.
1450839
Declara-se
que
os
fóros
estão
reduzidos e
que
o laudemio é de
quarentena
con
forme
a lei.
Primeira
Repartição
da
Direcção
Geral
dos
Proprios
Nacionaes, 28
de
Agosto
de 1818.
^Joaquim
Pedro
Seabra.
(1095)
DE
TABACOS
NACIONAES
E
ESTRANGEIROS
RUA
DO
SOUTO,
N.
os
27,
27
A, 27
B
(esquina
da
rua
de
Jano)
bkaga
.
Í.M in.VIM.Zl
CÁMRÓ
DE
S
á
NTANNA,
(ESQUINA
DA
RUA DAS
AGUAS)
BRAGA
DEPOSITO
PRINCIPAL
DE
TABACOS
MlfflS í ESTitfflCEIW
Recebidos
directamente
d.s principaes Fabricas.
GRANDE REDUÇÃO DE
PREÇOS NOS RAPÉS
<Sa
Companha»
Nacional
tíe Tabacos
em
Xabregns,
OâMS
«W
MS
m»
DOS
Da Fabrica Nacional
dc
Tabacos em Xabregas
Meio grosso e fino
250
grammas .
.
. 350
r»
rv r
reis
Cruz
de
Malta
meio grosso
e fino
b
»
UOÍ)
»
Mazulipatão e
Princeza
B
B
420
B
Reserva
húmido
b
»
440
B
Secco
meio
grosso
b
>
560
B
Meio
grosso
25
B
35
B
Tabaco
Cidade
100
»
2<O
»
Da Companhia Lisbonense de
Tabacos em Santa Apolonia
Meio grosso
e fino
250 grammas
•
350
reis
Cruz
de
Malta
b
B
•
385
B
Mazulipatão
»
B
•
420
440
B
Reserva
b
»
•
B
Secco meio
grosso e fino
B
»
•
560
»
Reserva
secco
B
B
•
680
B
Principe
secco
fino
B
»
•
950
»
Meio
grosso
25
B
•
35
B
Tabaco
Cidade
100
»
•
250
»
Da Real Fabrica
de Tabacos Lealdade
Estrella
meio
grosso e fino
250 grammas
•
•
250
reis
Meio
grosso e fino
D
B
•
300
b
Mistura
J>
«
•
•
300
B
Vinagrinho
D
»
•
300
a
r\r\
»
Mazulipatão
B
»
•
400
»
Secco
»
B
•
• •
•
560
B
Vinagrinho
e mistura
25
»
•
30
Da
Fabrica de Tabacos Bôa-Fé
Meio
grosso e fino
250 grammas
•
•
225 reis
Vinagrinho
B
B
•
•
225
B
Secco
B
»
•
•
•
•
•
225
»
Vinagrinho
25
B
•
•
25
»
Grande especialidade em Tabacos das primeiras fabricas nacionaes
e
estrangeiras da
CASA
HAVANEZA
DE LISBOô.
DE
Primeiro, segundo, e terceiro armo de Portuguez (Rhetoricd) e
Francez
O
ordinando
Antonio
Joaquim
de
Mesquita Pimentel,
habilitado
com
o
curso
de
preparatórios
pelo Lyceu
Nacional
do
Porto
e
com
triennio
de
Theologia
pelo
Seminário
Episcopal
da
"mesma
cidade,
tendo
tomado
a
resolução
d
’
abrir
no
pro
ximo
outubro
um
curso
de
Rhetorica
e
Francez
no
Campo
de
Sanl
’
Anna,
n.°
44,
oíTerece,
n
’
este
sentido,
o
seu humilde
préstimo
ás
famílias
que
quizerem
confiar-
Ihe
seus
filhos
e
aos
alumnos
que
quizerem
frequentar
as
mencionadas
disci
plinas.
O annunciante,
inteiramente
dedicado
por
gosto
e
vocação
ao
ensino da mo
cidade,
despretenciosamenle
declara
que
está
devéras
empenhado
a
envidar
todos
os
exforços
e
a
mais
desvelada
sollicitude
assim
pelo
adiantamento
inteilectual
e
moral
de
seus
discípulos,
como pela boa
ordem
e
regularidade
da sua
escola,
afim
de corresponder
em tudo
e
por
tudo
á
confiança
que
n
’
elle
se
dignarem
de
positar.
Porisso
e>pera lambem
encontrar
o
apoio
e protecção
de
que
carece
pa
ra
levar
por
diante
a
sua
empreza.
As
mensalidades
são de 1-$000
rs.
por
disciplina.
O
curso
abrir-se-ha
impre
terivelmente
no
1.°
do proximo mez d’outubro.
As pessoas
que quizerem
quaesquer esclarecimentos,
pódem
procurar
o
an
nunciante
na
casa
n.°
44
do
Campo de Sanl’Anna,
desde
as
10
até ás
12 da
manhã.
Fóra
d
’estas
horas,
só
póde ser
procurado
na
rua Nova
de
Santa
Cruz,
n.®
9.
’
Meio
grosso
e
fino,
250
grm.
»
»
»
»
Cruz
Malta
Mazulipatão
Piinceza
»
Rezerva
do
Mestre
Fabrica
Secco
meio
grosso e fino
Meio
grosso
em 25 grm.
Tabaco
Cidade
da
Real
Fabrica
de
Tab.ibus
Lealdade
Bapé
meio grosso
e
fino
em
250
grm.
»
Mistura
e
Vinagrinbo
»
Secco
meio
grosso
e
tino
»
em
pacolinhos
de
25
grm
Fabrica
de
Tabacos
Bo»-Fé
Rapé
meio
grosso
e
fino,
250
grm.
»
Vinagrinho
e
Secco
»
em
pacolinhos
de
25
grm.
350
reis
380
»
420
»
440
»
580
»
35
>
250
»
280
reis
280
»
520
»
25
»
220
reis
220
>
25
»
GRANDE
ESPECIALIDADE
EM
CHARUTOS HAVANOS
LEGÍTIMOS
SEM
CO3tP£TIDOR
Effl
PRJEÇOS
E
QITA&I0ADE.
(1084)
AGUAS
DE
VEHI.V1
Estas
aguas,
pertence
a
sua
nascença
a
um
abastado
capitalista
do
Porto, que a
comprou
ao
governo hespanhol.
e
resol
veu
fazer
um
deposito
das
mesmas
aguas
uo estabelecimento
de
José
Joaquim
Cor-
reia
Viilas
Boas,
na
rua
dos
Biscainhos,
n.°
24,
Braga.
(1086)
Banco
Commercial, de Braga em
liquidação
O
0
M
T
K
A
-
A
JS
X UA C
S
O
Por
ordem
do
exm.°
vice-presidente,
São
convocados
todos
os
accionistas
d
’
este
Banco
a
reunirem-se
em
assembleia
ge
ral
extraordmaria
no
Edifício do
mesmo
Banco
no
dia
2
do proximo
mez
de
ou
tubro
pelas 11
horas da
manhã,
e
não
no
dia
28
como
previamenté
foi
annunciado,
para
se
nomear
uma
Commissão
liquidatá
ria que substitua
a
demissa
e
tomarem
conhecimento
do
relatorio. que
tem
de
apresentar
a
Commissão Syndicante,
e
approvar
o
regulamento
para
a
mesma
liquidação.
Baaga
16
de
setembro
de
1878.
O
Secretario,
(1082)
Manoel Duarte
Goja.
Declaração
D.
Maria
Juíia
da
Silva
Braga,
declara
para
os
devidos
effeilos,
que
■
achando-se
habilitada
para
negociar,
por escriptura
que
se
acha
registada
no
Tribunal
Com
mercial
d
’
esta
cidade, passou
procuração
com
todos
os
poderes
a
seu
marido
Do
mingos.
José
Alves
Braga,
que
lambem se
acha
registada para a
representar
em to
dos
os negocios
que
achar
convenientes;
e
delara
mais que
já
abriu
o seu
estabele
cimento
de
sola
e
cabedaes,
e mais
ar
tigos
concernentes
ao
mesmo
negocio,
o
que
tudo
vende
pelos
preços
mais
resu
mido
possível.
(1026)
ALUG
a
M-SE
as
casas
n.°
21,
no
Campo
Novo
do Reduto, nobres
e
com
muitos
commodos. Trata-se
na
casa
imme-
diata
n.°
22.
(981)
to
tn
o
Si
i>>
w
o
0)
0
ÍQ
DINHEIRO
A
JURO.
A
irmandade
do
Marlyr
S.
Vicente,
tem
em
ser
a
quantia de 800$000
reis
para
mutuar
por
hypotheca
de
raiz.
(1056)
RESPONSÁVEL—Luiz Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
-1878.
1
i
i
I
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1
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(
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1
I
I
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I
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1
S
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I
I
I
<
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j
i
i
t
Parte de Comércio do Minho (O)
