comerciominho_23031878_766.xml
- conteúdo
-
COMBIEHLCBJk.1.,
SSSsB.ESÍSOSA
KS
WOT1CIOSA.
•
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
SSESi
6.°
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
..............................
1&600
»
6
»
..........................
Correspondências
parlic.
cada
iinha
Annuncios
cada
linha.....................
Repetição.....................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
Províncias, 12
mezes
.....................
»
6
......
»
sendo duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso
...............................
DA
ASSIGNATURA
20000
1â050
3&600
3&600
10
N.° 766
BRAGA-S4BHWO
33
BB
RARÇO
DE
ISÍS
£®i®
SX
e
ea
jessistas.
Alguns
jornaes
liberaes, e nomeada
mente
o
«Jornal
do
Commercio»
de
Lis
boa
teem
ahi
repisado
na falsa opinião,
que
attribue
a
influencias
jesuíticas
mui
tos
dos
actos
do
pontificado
do
immortal
Pio
IX,
como
o
Syllnbus.
a
definição
do
gmática da
Immaculada
Conceição,
etc.
Não
é
novo
este
erradíssimo
conceito
dos
sectários
liberaes;
e mesmo
agora
foi
elle
mais
uma
vez
apresentado
pelo
jornal
italiano—
a
«Opinione»;
o
que
provocou
uma
frisante
resposta
da
«Civiltà Catto-
lica»,
da
qual
vamos
fazer
presente
aos
periodiqueiros
portuguezes, que
abundam
nas
ideias dos
seus
confrades d
’
além
dos
Alpes.
«Mas
o
grande
peccado
de
Pio IX
a
r
s
olhos
da
judaica
«Opinião»
(diz
a
citada
resposta da
«Civiltà») foi
o
haver-se
en
tregado,
de
mãos
e
pés atados,
nos
bra
ços
dos jesuítas.—
A
cabeça
e
o coração
tinha-os
elle
entregado
ao
poder
do
je
suitismo...
A acção
dos
jesuítas
era
visí
vel,
e
Pio
IX
soflri-a
tanto
mais
facil
mente,
quanto
ella
era
destinada
a
exal
tai
o.
(Este
ullimo
asserto
diz
a verdade.
Os
jesuítas,
consoante
o
seu dever,
tra
balharam
sempre
para
exaltar
Pio
IX]...
Assim
os
jesuítas
conseguiram
amesqui-
nhar
um
Papa
de
sentimentos generosos.
[Com
effeito
!
Pio
IX
havia-se
tornado
tão
pequeno,
que
poude
encher
com
o
seu
nome
o
mundo
inteiro]...
O
governo
je
suítico
ha
produzido
os
seus
fruclos
mais
perniciosos.
Feriu
o
Papa
e
lodo
o
clero,
tanto
o
superior
como
o
inferior.
[Certo
que
a
concordia maravilhosa d’
esle clero,
produzida
sob
Pio
IX,
foi,
no
sentir
da
lOpinião»,
um
damno
immensoJ.
—
V.
depois
exclama:
—Saberá o
novo
Papa
affrontar
o
mal e
combalel-o
?...
Surja este
Papa,
que
redima
as
consciências
do
jesuitismo
e
da
superstição.
—
»
«Ora
a
«Opinião»
é
cônscia
de
que
men
te.
Ella
sabe
muitíssimo
bem
a
nenhuma
influencia
dos
jesuitas
no
governo
ponti
fício.
Ella
mente
tão
torpemente, que
até
não
duvida coniradizer-se;
porque
ao
pas
so
que aflirma
haver
Pio
IX
entregado
a
cabeça
e
o coração ao poder
dos
jesuitas,
diz
por
outro
lado
que
o
mesmo
Pontífice
querendo
dar
a
Mamiani um
epitheto
de
desprezo,
lhe
chamava
jesuíta.
Quel
je
suíta
dei
Mamiani,
é
a
frase
que attribue
ao
Pontífice.
Não
se
póde
duvidar
de
que
lambem
isto
seja
uma
pura
mentira.
Mas
pelo que
respeita
ao
novo
Papa,
esteja
socegada
a
«Opinião».
Elle
não
será
senão
um
Pio
IX
redivivo.
O
ihrono
da
Egreja
não
é
como
o
dos príncipes
leigos,
em
que
o successor
póde
apresentar
uma
or
dem
de ideias
de
todo
novas.
Sobre
o
throno
da
Egreja
se
assenta
Pedro,
sem
pre
immortal,
e
da
sua voz
não
são
mais
que
simples
eccos
os
seus
successores
0
Papado
não
se
muda
jámais.
As
mu
danças,
que como
etn
tudo
o
que
existe
n
’este
mundo
sublunar,
possam
occorrer,
não
passam
de
accidentaes;
a
substancia
porém
é
sempre
a
mesma.
Os
princípios
que
regem a
sua
conducta,
em tudo
o
que é concernente
aos
interesses
da
Egre
ja,
são
immutaveis.
Aquillo
que
Pio
IX
condemnou,
será
igualmente
condemnado
pelo
seu
successor;
aquillo
que
elle
ap-
provou,
será
approvado».
«E
como a
«Opinião»!
’
na
sua maledi
cência
ha
juntado
os
jesuitas
com
a
ve
neranda
memória
do
Papa
Pio
IX,
seja-
nos
licito
juntal-os
lambem
na
defeza,
Quanto
á
d’
aquelle
grande
Pontífice,
apraz-
JJos
concluil-a
não
com
palavras
nossas,
mas sim
com
as
de
um
jornal
certamenle
insuspeiio,
qual
é
o
«Moniteur
Universel»;
e
valham
ellas
de
victoriosa
resposta
a
todas
as
mentirosas
declamições
do libe
ralismo.
—A
Pio IX
(diz
o alludido
jor
nal)
reformador
do governo
pontifício
e
da administração
romana,
promplo
a
dar
o
seu concurso
a
uma
confederação
ita
liana,
que teria
dado
satisfação
aos
sen
timentos
patrióticos
da
Italia,
pediu
se-lhe
alguma
cousa
mais.
Era
um
pouco
mais
do
que
elle
podia
e
devia
conceder.
Elle
tinha
acceiiado
a
missão
de
Papa
refor
mador;
repelliu
porém
a
de
Papa
revo
lucionário.
O
rompimento
era
inevitável;
e
essa
foi
a
origem
de todas
as vicissi
tudes,
cuja
grandeza
magestosa
enchem
o
fim do
pontificado
de Pio
IX.
A
’
ideia
de uma
Italia
confederada,
que
tanto
surrira
a
Pio
IX,
e
que
teria
coliocado
o
Papado á testa
do
movimento
patriótico
italiano,
succedeu
a
da unidade
italiana,
que
devia
arrastar
após
si
a
queda
do
poder
temporal,
e
a successiva
expolia-
ção,
primeiro
das
Legações
e depois
de
Roma
mesmo,
o que
foi
para
o Santo
Padre
como
que
uma
paixão
dolorosa.
Debaixo
d
’
estes
golpes formidáveis Pio
IX pareceu
crescer
em
mageslade.
A
esta
sua
grandeza
rende
hoje
homenagem o
mundo
inteiro
cobrindo-see
de
luto».
«Quanto
á
defeza
dos
jesuitas
apraz-
nos também reproduzir quasi
integralmen
te
o
cxtraclo,
que
a
«Unilà
Caltolica»
faz
de
um
discurso
do
P.
Felix
sobre
este
objecto:
«O
orador
(diz ella)
mostra
que
a
Companhia
de
Jesus
tem
sido
assaltada
sempre,
assaltada
por
toda
a
parle,
assal
tada
em
tudo. E
este
tríplice
caracler do
assalto
revela
na
historia
da
Companhia
uma
perseguição
Ires
vezes
universal,
quer
dizer,
catholica,
como
a
própria
per
seguição
da
Egreja.
O
P.
Felix
pergunta:
Quem
nos
perseguq?
Cemo
somos
per
seguidos?
Porque
nos
perseguem? E
obser
va
que
não
ha
um
só chrislão santa
mente
inílammado
no
amor
de
Jesus
Chris-
to,
e
em
cujo
coração
reine
o
amor
de
Deus,
que
nutra
contra
Santo
Ignacio
e
seus
filhos
uma
qualquer cousa
que
se
assimêlhe
ao
odio.
Não;
vós
não
o
acha
reis:
Vòus ne
le
trouverez
pas.
Pelo
con
trario,
quem
persegue
os
jesuitas?
Em
tres
legiões
divide
o
P. Felix
aquelles
que
nutrem
um
odio
especial
contra
a
Companhia
de
Jesus;
e
são:
1.'
A
legião
dos
impios; 2.a
A
legião
dos
revolucioná
rios;
3.a
A
religião
dos
apóstatas;
como
se
disséssemos
os traidores
para
com
Deus,
os
traidores
para
com
a
sociedade
e os
traidores
para
com
a Egreja.--Procurae
um
impio que
nos
não
odeie,
um
revo
lucionário
que
nos não
odeie,
um
apóstata
que
nos
não
odeie. Não;
vós
não
o
acha
reis:
Vous
ne
le
trouverez pas».
«E
como se
odeia
a
Companhia
de
Jesus? Com a mentira,
com a calumnia,
com
a
conlradicção.
Se
ficamos
nas
nos
sas cellas,
chamam-nos
inúteis.
Se
sahi-
mos
d
’
ellas,
perguntam
logo
os livres
pensadores:
O
que pretende
esta
gente?
Se
repousamos,
apodam
nos
de mandriões;
se
trabalhamos,
dizem
nos
ambiciosos.
No
silencio,
fazem-nos
passar
por
conspi
radores;
á
luz
do
sol,
gritam
que
somos
usurpadores.
Se deixamos
de
ensinar,
já
não
estamos
á
altura
do
século; se
ensi
namos,
queremos
envenenar
a
sociedade.
Sob um
governo
monarchico,
calumniam-
nos
como republicanos;
sob
um
governo
republicano,
chamam-nos
monarquistas
as
sanhados.
Se
pregamos
contra
os
vicios,
eis aqui
uns
perturbadores;
se
nos
mos
tramos
indulgentes, eis
aqui
uns
relaxa
dos;
usando
maneiras
civis,
passamos
por
mundanos;
se
reservados
e
modestos,
so
mos
uns
hypocritas».
«E porque
se
aggridem
os
jesuitas?
Não
se
aggridem
certamenle
pelo
esplen
dor das suas virtudes;
pois
que,
com
quanto
virtuosos,
não
merecem
só
porisso
nem
tanto
amor
de
uma
parte,
nem
tanto
odio
da
outra. Também
não
se
aggridem
pelos
seus
vicios;
porque, se
bem
não
sejam
impeccaveis.
não
póde
deixar
de
se
render
alguma
homenagem
á
sua
mo-
rigeração.
Não
se
aggridem
pelo
mal
que
fazem
na
educação
da
juventude,
visto
que
os
seus
proprios
inimigos
lhes
con
fiam
os
seus
filhos,
(e
isto
estamos
nós
vendo
lambem
em
Portugal).
Nem
tão
pouco se
aggridem
pelas conjurações, que
tramam,
porque
se
não
vê
um
unico je
suíta
citado
perante
os tribunaes
como
conspirador.
E
também
não
podem
ser
aggredidos
corrto
inimigos
da liberdade,
porque
não
impedem
n-mhuma
liberdade
em
nenhum
logar;
nem
como
inimigos
do
progresso,
porque
se
utilisam
d
’
elle,
e
em
todo
caso a
sua
opposição
não
vale
ria nada. Porque
se
aggridem
pois
os
jesuitas?
Aggridem-se:
l.°
Porque
defen
dem
o
Papa;
não
diremos
que
sejam
os
seus
únicos defensores,
mas
vão
na
van
guarda
d
’
este-; 20
Porque
defendem
a
família,
a
propriedade,
a
sociedade,
sem
jámais
confundirem
a
auctoridade
com
o
despotismo,
a
liberdade
com
o
liberalis
mo,
a
sociedade
com
o
socialismo:
Eis
aqui
porque
são
aggredidos
os
jesuitas;
e
a
Companhia
é
assás
justificada, já
pe
los
inimigos,
que a
aggridem,
já pela
ma
neira
e
pelas
razões com
que
é
aggre-
dida».
«Dadas estas
explicações,
não
é
para
maravilhar
que
um
jornal
dirigido
por
judeus
[allude
á
«Opinião»)
se
mostre
desaffecto
aos
jesuitas;
(o
«Jornal
do
Com-
mercio»,
se
não
é judeu no
corpo, é-o
por
certo na
alma),
assim
como
não
é
para
maravilhar
que
similhantes
jornaes
se
mostrem
hostis á
memória
do
Papa
Pio
IX».
D.
M.
S.
V
Kedacção
do
«Comniereio do
Rlinlaoit.
Londres,
9
de
Março,
1878.
SUMMARIO.
(ConclurôoJ
II.
—
Analyse
curiosa
de
um
longo
e
muito importante artigo
directivo do
Jor
nal
The
Daily Telegraoh
(geralmeute
aqui
tido
por ministerial
e
de
accordo
com
os
sentimentos
do
Governo,
cuja
política
advoga),
que muito
circula
em
Inglater
ra,
da
eleição
do
novo
Pontífice.
III.
—
Particulares
e
considerações
im
portantes
sobre
a
eleição Pontifícia.
IV.
—
Mais
particulares
tocantes
á
no
meação,
etc.,
de
Leão
XIII.
V.
—
Duas
palavras
á
pressa
sobre
a
guerra
do
Oriente.
Lembra-me,
que, nas
discussões
que
tiveram
logar
na
imprensa
Europea,
ao
(empo
das
usurpações
Napoleónico-Pie-
montanas,
se
publicou
nos
papeis
o
mon
tante
dos
impostos
que
o
povo
pagava
respeclivamente
nos
Ires
Estados
de
Mo-
dena,
Parma,
e
Toscana.
Em Modena
pa
gavam
os
cidadãos
4
°/
0
de
seus
grangeios
ou
rendimento;
em
Parma
pagavam
6
e
em
Toscana
8 p
/
0
,
se
estou
bem lem
brado
nos
dois
últimos
casos.
Quisera
sa
ber
quanto
respeclivamente hoje
pagam,
e
se
o
povo
(não
fallo
dos
chalradores
e
aventureiros,
e
ambiciosos, e
pedreirada,
que.
sob os
auspícios
do P<oteslanlismo
Inglez,
íizéram,
por
instrumenio
do
Pie
monte,
as
usurpações
e
revolução
de
Ita-
lia)
se
acha
mui
contente, satisfeito
e
fe
liz, com as
vantagens,
encargos
e
syste-
ma
actuaes
!
A
minha
própria
esperien-
cia,
n
’
uma
visita
de
dois
mezes
a
Roma,
ha
3
para
4
annos;
e
o
testemunho que
recolhi
de gente
simples
e
humilde—
da
classe
a
mais
inumerosa,
do verdadeiro
povo,
—
inspirou-me
convicção
mui
diversa
desse
apregoado
contentamento
das
massas
Italianas
com
os
resultados
da
mesma
re
volução.
O
Escriptor
no Telegraph,
diz
depois,
que
o
Pontífice
é
agora ainda mais
rico
do que
era,
em
razão
dos
rendimentos
que
lhe
produz
o
dinheiro
de
S.
Pedro;
e
denois
contimía:
—
«Mesmo se
o Vaticano
fosse
pobre,
o
que
não
é.
duvidamos
que
adoptasse
qualquer
medida
de
reconciliação
pratica
com a
Italia.
O
fazer
isto
seria
uma
pu
blica
repudiação
e
contradicção
de
cem
protestos.
Seria
a/Jixar
o
sello
de
annel
do
Pescador
á
espoliação
tantas
vezes
de
nunciada
e
reprovada.
Seria
sanccionar
os
actos passados,
e
convidar
novo'
ata
ques.
E
é
bem
sabido,
que
ha
Italianos
que
não
parariam
á
porta
do
Vaticano
mesmo.
«Quando
o
Primeiro
Ministro
aclual
de
Italia
eslava
na
Opposição,
é
bem
sa
bido
que
nutria
idéias
hostis
ao grande
principio
de
Cavour, Igreji
livre
em
Es
tado
livre.
O
Snr.
Chrispi
acreditava
mais
na
necessidade
de
uma
cruzada
B
smarkina
contra
os
padres
e
suggeria
que
se
re
vogasse
a
Lei
das
Garantias,
que
traça
um
circulo
em
torno
do Vaticano,
e
pro-
hibe a
entrada
nelle da
autoridade
ou
lei
Italiana.
«Em
face
de
inimigos
taes,
um
tra
tado
que
habilitasse
a
Italia
a
citar
o
per
dão
da
Igreja
para
o
que aquelle
já
pra
ticou,
seria
uma
política que
convidaria
no
vas aggressões».
Vejam
os
leitores
Catholicvs pelo
que
tão
sensata
e
imparcialmente
assim
ra
ciocina
este
escriptor
Protestante,
e
mi
nisterial, que
idéia
se
tem da fé
Púnica
dos
Chrispis
e
da
quadrilha
Italiana
e
do
Quirinal!
Londres,
24
de
Fevereiro
—
«Que
o
novo
Papa
seja moderado
ou
irreconci
liável,
as probabilidades
sam,
que elle
definirá
a
sua posição
por
um
protesto
formal,
e
não
passará
d’ahi».
O
Escriptor
aponta
então,
como todos
os
Soberanos
depostos
costumam
fazer,
e
têm
feito, protestos
assim,
e
cila
para
exemplos
os
de
Luiz
XVIII
(contra
Na-
poleão
I);
do
Conde
de
Cbambord,
quando
Napoleão
III
foi
feito
Imperador;
d
’
EI-Rei
de Nápoles;
dos
Duques
de
Parma,
e
do
Rei
do
Ilanover.
Esqueceu-lhe
o
d
’
El-Rei
D.
Miguel
1
de
Portugal,
a
quem
a
In
glaterra
e
a
ihiquissima
Quadrúpede
Al-
liança expulsaram
do
Throno
que
legiti-
mamente
lhe
pertencia,
pela
verdadeira
Constituição
da
Monarchia,
e
pela
prova-
dissima
vontade
nacional
do
Povo
Portu-
guez;
para
impôr
ao
Remo
Fidelíssimo
um
systema
ladrão,
corruptor,
e
charla-
tanio,
que
abaixou
aquella
nação,
outrora
illusire,
ao
Ínfimo
grao
entre
as
da Eu
ropa
na
importância
e
respeito;
e
ao pri
meiro
e
mais
alto
no
charlalauismo,
no
ridículo
—e
na
divida
publica (em
com
paração
com
seus recursos
e
população)
maior
que
a
de
Inglaterra.
Continua
o
Telegraph:
—
«O
exemplo
não
era
provável
fos^e
perdido
em
uma Monarchia
com
tradições
muito mais
veneráveis.
Um
dos u
t
mos
actos
o reinado de
Pio
IX
fci
um
Pro-
teslo
regular,
pelo Cardeal
Simeoni,
Se
cretario
(1
’Estado,
contra
a
accessão
do
Rei
Humberto
a
um
reino
que
incluía
os
Estados
proprios
do
Santa
Padre;
e
o
novo
Papa, quaesquer
que
sejam
suas
opiniões,
provavelmente, realizará
a
te
nacidade
tradicional
da
Igreja
por
igual
maneira
«Se podemos
fiar-nos
no
que
em
Roma
corre
nas conversações,
as
probabilidades
em
favor
do
Cardeal
Pecci
para
a
tiara
tem
augmentado
muito ha
pouco.
A
sua
eleição,
até
certo
ponto,
representaria
um
compromisso
Elle
não
é liberal, mas,
como se
achou
ausente
de
Roma
durante
os
dias
da
tormenta
e violência,
não
se
acha
associado
a
nenhum
dos
senti
mentos
mais
ácres
excitados
no
Vaticano
desde
186!)
a
1870.
«Por
cutro
mo
lo
também
o
seu
nome
podia
ser
acceitavel
a
mais
de
um
Car
deal
ou
dique.
E’ o
mais velho
membro
do
Collegio. tem
agora
oitenta
e
dois
annos»
(aqui
enganou-se
o
jornalista,
pois'
o
novo
Pontífice
só
completará
68
annos
a
2
de
Março
proximo),
dando
assim
aos
eleitor,
s
ou
’ra
opp
rtunidade
próxima
de
poder
eleitoral.
«0
nome
do
Cardeal
Bilio
é
também
muito
repetido,
parece
ser
um
primeiro
favorito
em algumas
listas,
e
o
segundo
em
muitas.
Mas.
como
é
reputado
ter
sido
o
auctor
do
Syllabus,
deve
ser
pouco
acceitavel a muitos
estadistas
Calholicos».
Estes
«Estadistas
Calholicos»
inimigos
do
Syllabus,
ficam
por
ahi
caracterizados
quanto
ao
seu tCalholicismo»
de
encorn
menda.
Espero
não
me
enganar
em
minha
conjectura,
de
que
os
leitores
do
Apostolo
me
não
levarám
a
mal o
ler
eu conti
nuado
extraclando
e
analysando
o
artigo
do
Telegraph.,
mesmo
quando
a
noticia
me
chegou,
no
meio
da
analyse,
de
que
a eleição
tinha
recahido,
e
tão
prompta-
mente,
em
Sua
Santidade
Leão
XHl.
0
juizo e
reflexões
assim
de
um
papel
da
maior
circulação,
e
reputado
rellectir,
em
grande
parte
pelo
menos, as
opiniões
e
sentimentos
do
Gabinete
actual
aqui,
sam
de
tomar
em muita c
msideração,
espe-
cialmenle
nesta
conjunctura
de
tanto
mo
mento.
III.
—Como
se
verá pelo
semanario
de
hontem,
o
Weekly
fíegisler,
que
remetto,
e
que
até
dá,
na
sua
primeira
pagina,
um
retraio,
por signal que
de
mui
agra-
davel
apparencia,
do
novo
Pontífice, a
conjectura
do
Redaclor do
Telegrapb,
qne
a
eleição
do
novo
Papa
seria demorada,
verificou-se
tão
pouco,
que
a noticia da
dita
eleição
quasi
que
chegou
aqui
ao
mesmo
tempo
que
o
jornal se
distribuía
de
manhã
—
ou
logo
depois.
Do
mesmo
Weekly
Pegister
podem
lá
extrahir
os
interessantes
particulares
da
eléição
mais
miuJamente,
pois
não
me
chega
a
mim
o
teinpo
para isso,
devendo
attender
a
outros
pontos
do
muitíssimo
que
neste
momento
interessa
a
Europa
e
o
mundo.
Não
quero deixar
de notar
uma
re
miniscência
que
tenho
do tempo
em
que
o
Cardeal
Pecci
(agora
Leão
XIII),
foi
chamado
pelo
Papa
seu
predecessor, para
vir
occupar
o logar
de Camerlengo
no
Vaticano.
0
dito Correspondente
(de
certo
im
parcial
neste
ponto),
ao enviar
ao
Times
uma
descripção
e
juizo
do
caracler,
ca
pacidades,
etc.,
de
todos
os Cardeaes,
Italianos
especiabnenle; já
com
relação
ao
Conclave,
que
a
idade
de
Piõ
fazia
na-
turalmeute
prever
não
tarda-ia
muito
a
ter
logar;
dizia,
que
o
Cardeal
Pecci,
Arcebispo
de
Peruggia
fora
nomeado
Ca
merlengo
e chamado
pelo
Papa
a
ex
ercer
suas
funcções
como
tal no
Vati
cano.
A este
respeito
acrescentava
ou
in
sinuava
o Correspondente,
que
o Cardeal
não
estimára,
ou devia
estimar,
tal
no
meação;
porque
o
Camerlengo
estava
cer
to,
ou quasi
certo, de
não ser eleito
Papa;
e
se
bem
me
lembro,
insinuava,
ou
dizia,
que
Pecci
aceitara
com
certa
repugnân
cia
o
logar.
Suppondo
(o
que
mal creio)
que fosse
exacto
o
que
assim
allegava
o
Corres
pondente,
seria
isso
mais uma
prova
de
como
a
Providencia
—
que
sabe
escrever
direito
por
linhas
tonas
—
fez desses mes
mos
tropeços
que
o
C-rrespondente
sug-
geria,
degraos
d
’
escada
para
o inerilor-io
Cardeal
subir
ao Throno
Pontifício.
E
note-se
mais,
que,
segundo
a
mi
nha
opinião,
e
todos acharám
razoavel,
que,
para
guardar
e
continuar
as
nobres
tradições
de
Pio
IX,
ninguém
podia
ser
mais
aproposilo,
mais
proprio,
que
o
Car
deal
habil,
respeitável,
e
respeita
lo
(não
menos
de
certo
que
o fallecido
Antonelli),
e ultimamente
chamado
por
Sua
Santidade
para
o
Vaticano,
onde
o
seu
logar
o
constituía
naluralmente
como
substituto
do
Pontífice
durante
o
interregno
ponti
fício.
Todas
estas
considerações,
creio
serem
para
nós
Catholicos,
novos
motivos
para
dar
graças
ao
Altíssimo,
que
evidente
mente
manifesta
não
estar
Disposto
a
de
samparar
a
Sua
Igreja,
mao
grado
aos
Chrispis
e
a
outros
animaes
da
mesma
raça
maçonico-liberanga.
IV.—
Enc
ntro
agora
no
Times
de
hon
tem,
uma
coltirnna
quasi
inteira,
de
com-
municação do
seu
celebre
Correspondente
em
Roma,
com
data
de ante
hontem,
e
que
sendo
agora
para
o Mundo
Catholico
as
mais
interessantes
noticias
as de Roma,
relativas
ao
novo
Pontífice,
e
novo
Pon
tificado,
não quero
deixar
de
estratal-as
para
o
Apostolo
em
preferencia
a
tudo.
A
communicação
é
de Roma, 22
de
Fe
vereiro, e
vai
bem
de
aceordo
com
o
que
eu disse
ames
me lembrava
ter
o
dito
Correspondente
escripto ha
tempos
a
res
peito
do
Cardeal
Pecci.
Advirto
porem
aos
leitores,
que
não
tomem muito
ao
pé
da
letra o que o
dito
Correspondente
diz, insinuando,
ou
inculcando
uma
côr
ou
cheiro
de
hbe-
ranguismo
em
o
novo
Pontifice.
Lem
brem-se,
de
qne
estes
correspondentes
a
quem
o
rico
Times
paga
salarios
muitos
altos,
precisam
guizar
e
perfumar
suas
communicações
com
adubo
de liberalismo
mais
ou
menos.
Recordem-se
do
facto
au-
thentco
que
alguma
vez
antes
lhes
com-
muniquei,
do
Correspondente
do mesmo
Times
tm
Paris,
que,
ao
representar
lhe
um
seu
conhecimento
e
meu
amigo,
Ir-
landez
como
o diclo Correspondente,
as
desfigurações
que fazia
de
factos
e
cir-
cumstancias
em
sentido
liberangal;
o
ho
mem
lhe respondeu:—«Qne.
mil libras
nor
anno,
se
não
encontravam
a
ganhar
fa
cilmente;
sendo
preciso
no
serviço
agradar
ao
amo».
De
outro
Correspondente
do
Times em
Lisboa
no letnpo
do
Snr. D.
Miguel,
sube
eu
aulhenticamente,
que
indo
elle
visitar
o
Reitor do
Collegio
dos
Inglezes
na
Capital
Porlugueza;
e
levando
feita
a
correspondência
para
o
Times
que
ia
dei
t-.r
na
caixa
do
paquete;
leu a
mesma
ou
pa
te
delia
ao dito
Reitor;
que
vendo
o
chorrilho
de
mentiras
e
calumnias
in
ventaras
e
mandadas
ao
jornal,
contra
o
Governo
e
povo
Legitimisla,
e
contra
El-
Rei;
se
irritou
tanto,
que
disse
ao
sujei
to.,
que se
pusesse
no
andar
da rua,
e
não
tornasse a
pôr-lhe
os
pés
em casa
com
semelhante
carga
infame
de
menti
ras
e
calumnias.
Se
nisto
ha
falta
de
verdade,
fique
ás costas do
dito
Reitor
mesmo
do
Collegio,
com quem
a cousa
se
passou,
pois elle
proprio
aqui
nesta
mesma
sala
me
referiu
o caso.
Perdoa-se-me
este
preambulo;
pois
ha
de
servir
para
verdadeira
interpretação
ou
rectificação
da parle
do
que vou
ex-
tractar
da
dita
correspondência
lelegraphica
do
Times
de
hontem
23.
Diz, em
resumo,
e
confirmação
do
que
ha tempos
escrevera
ao
jornal
sobre
o
caracler
de
Pecci
(como
acima recordei
de
memória):
que
o
caracter
determinado
do
Camerlengo (quando Pio IX
o
mandou
vir,
depois
da morte
de
Antonelli;,
tinha
aterrado
os
outros
empregados
no
Vati
cano
Que
elle
tinha
posto côbro
a
varias
liberdades
e abusos que
ali
prevaleciam
antes,
em
consequência
da
idade
avan
çada
e
forças
declinantes de
Pio
IX.
Que
notando,
ao
mover-se
o
cadaver do
fal
lecido Pontifice para
a
Basílica,
duas
se
nhoras,
que
o
Mestre
de
Ceremonias
ti
nha
deixado
entrar,
quando
elle
Pecci,
como
Camerlengo
tinha
dado
ordens
pre
cisas
a
respeito
das pessoas
que
só
de
viam
ser
admittidas;
elle
reprehemfendo
pela
trangressão,
dissera:
«Eu
não
sou
Pio
IX».
Isto
dá
boas
esperanças,
em
vez
de
nos
desanimar.
«Poucas
horas
depois
da
sua
procla
mação»,
diz
mais o
Correpondente,
«quan
do
os
Cardeaes
em
torno
delle
lhe
obser
vavam
os
movimentos,
levantou-se
subi
tamente
sem
os
consultar
e
disse
iAn-
diamo
a
la
loggia»;
e
procedeu
para
a
sacada
(na
frente da
Basihca),
donde,
se
gundo
o
costume,
um Pontifice
novamente
eleito,
se
espera
vá lançar
a bênção
á
multidão
junta
na
praça
do
Vaticano,
para
o
acclamar.
Ha
outra
tribuna
semelhante
que
olha
para
dentro
da
Basílica,
ficando
em
frente
do
altar-mor.
«Se
elle
se
determinasse
a
ir
á
sacada
ou
balcão
deitar
a
bênção,
romper-se-hia
o
gelo,
e
a
accessão
do
novo Pontifice
seria
acompanhada
de
todas
as
ceremonias
que
rodearam
o Papado
antes
do
fabu
loso
capliveiro
que
eclipsou
nos
últimos
annos
o
lustre
de
Pio
7X».
—
Estas
linhas
que
puz em
grifo
sam
como
disse
acima,
pira
contentar
o
Times;
pois, se
o
novo
Pontifice
cedesse,
applaudia-se
no
mo
mento,
e
escarnecia
se
ao
mesmo
tempo,
cantando-se
um
triumpho
maçónico;
como
quando
acinlemente
foram
installar
em
Roma
com
toda
a
pompa
e acinte
o
«Templo» (de
Haal)
«Maçónico»,
para
insultar
o
Pontifice
e
o
Mundo
Catho
lico.
Diz
depois,
que
assim
que
se
percebeu
que
Sua
Santidade
ia
dar
a
Bênção
da
tribuna
interior
da
Basilica,
foi
imraenso
o
aperto
da gente
a
entrar
no
templo;
e
assim
que
o
Pontifice
a
pronunciou, que
fora
immenso
o
enlhusiasmo e
applauso,
a
que
se
não
pôde
pôr
cobro mesmo
dentro
do templo.
Não
tenho
tempo
de
acrescentar
o
resto;
porque
vai
chegar
a
hora
de
fechar-se a mala.
V.—
Da
guerra
e
negociações
de
paz,
muito
pouco de
positivo
se
sabe.
Não
pude
entrar
nesse
assumpto, por
causa
do outro,
mais proprio
do
Apostolo;
as
noticias
da guerra outras
folhas
as
darám
ao
longo.
Eu
estou
persuadido,
que a
Rússia
não passa
sem
fazer
a
experiencia
de
occupar,
ainda que
seja só por
dias,
Constantinopla
ou
parie;
á
semelhança da
Prussia
em
Paris
ha 8
annos.
A.
R.
SARAIVA.
Coimbra,
?í)
de
março.
(Do
uosso correspondente).
Chegou
de Lisboa
a
commissão
aca
démica,
que
fui
pedir
indulto
para
os
estudantes
condemnados. Diz
que
foi
mui
to
bem recebida
pelo
ministério,
el-rei,
deputados,
etc.
Apresentou
se
nas
redacções
dos
jor-
naes
para
estes
advogarem
a
sua
causa.
Os
d
’
aqui
todos
teem
defendido
os
estu
dantes,
ou
censurado
o
proceder
dos len
tes,
sem
nos
dizer
que
pena
se
deve
applicar
aos
delinquentes.
Não
se
devem
porém
casiigar
os
in-
nocentes,
porque
o
estão
muitos,
segun
do
se
diz.
Apure se
a
verdade,
e proceda-
se
depois
com
rigor.
Podem
todavia
ser castigados sem
causar
perdas
ás
famílias.
Deixem-n
’os
fazer
acto,
e
dêein-lhes
depois
cadeia
durante
as
terias.
São
7
horas
da
tarde.
Chega
um
te-
legramma
de
Lisboa,
cujo
contheudo
ainda
ignoramos.
A
Academia
está-se
reunindo
no
thea
tro
académico.
Consta
á ultima
hora,
que
começa
ámanhã
a
applicação
da
pena.
Tem
chegado muitos
lelegrammas
das
províncias,
querendo
saber
os nomes
dos
estudantes
riscados,
receiando encontrar
na lista
algum
nome
êslr.emecido.
Até
hoje
ainda
os nomes
não
foram
publicados,
embora
já
toda
a
Academia
os
saiba,
e
muitos
deixassem
já
de
ir
ás
aulas.
A
Academia
tem-se
portado
muito
bem
no
meio
de
to'<a
esta
calamidade.
Esjá
em
socego
completo.
Lnmperenne.
—
Expõe-se
ámanhã
no
templo da
V.
0.
Terceira;
na
terça-
feira
no
convento
dos
Rernedios,
e
quinta-
feira
na
egreja
do
Carmo.
iwylt» de S.
José.—
No
dia
19 fes-
tejou-se
no asylo
dos
entrevados
que
tem
a
invocação
de
S.
José,
este glorioso
Santo.
Houve
de
manhã
missa cantada,
sendo
celebrante
o
revd.mo
snr.
conego
dr.
José
Gomes
Martins,
que
ministrou
a
Sagrada
Commnnhão
a todos
os
asyla-
dos,
pegando
á
umbella
o
ex.
ni0
e
revd.,no
Deão
da
Sé.
A
estes
aclos
assistiram
a
Direcção,
o
snr.
administrador
do
conce
lho,
e
alguns
devotos.
Acolytos,
mestre
de
ceremonias,
mu
sica
vocal
e
instrumental
organisada
pelo
snr.
Manoel João
de
Paiva,
armação
e
seis
anginhos
que
pegavam
ás
toalhas,
do
snr.
Arnozo,
tudo
foi
gratuito.
De
tarde
foi
este
pio
estabelecimento
visitado
por
muitas
pessoas,
que sairam
satisfeitíssimas
do
aceio
e
boa
ordem
que
nelle
notaram,
dando justos
louvores
ás
dignas
Irmãs
Hospitaleiras
que
se
acham
á
testa
do
mesmo,
e
ao
trabalho
manual
das
quaes
são devidas
as
alfaias
do
altar,
que
muito
agradaram.
S. exc.
a revd.nia o
snr.
arcebispo
dignou-se visitar
as enfer.
marias,
n
’
uma
das
quaes
esteve
a
con-
versar
com o
decano
dos
asylados.
Ao
sair
dirigiu palavras muito
afiáveis
á
Di.
recção,
recommendando-lhe
a
perseveran.
ça
nestes
trabalhos
de
caridade;
—
depois
entregou
ao
presidente
uma
esmolla
de
45$OOO
reis.
0
ex.
m,snr.
secretario
geral,
servindo
de
governador
civil,
também
entregou
das
sobras
das
esmollas
dos
sanctuarios
e re-
siduos
a
quantia
de
150$000
reis.
Com
muita
satisfação
registramos
este
facto,
que mostra
que n’
aquella
repartição
a
cargo
de
s.
exc.
a
já
não
impera o
e
t
.
quecimenlo,
que por tanto tempo a
avas-
sallára,
a
respeito
d
’
este
asylo, cujos soc-
corros
se
tornam hoje
mais
que
nunca
precisos,
—não
só
pelo
grande
numero de
asylados
qne
sustenta, como
pelo
subido
preço
porque
ficam hoje
as
subsistências.
0
snr.
D.
Luiz d
’
Azevedo
deu
tain-
bem uma
esmolla de
4$500
reis. A
ban
deja
rendeu
7$
100
reis.
Não
podemos
deixar
de
louvar
o
exc.®»
snr.
coronel
dánfanteria
8
pela
boa
von
tade
com
que
mandou
a guarda
que
se
lhe
pedira,
e
concedeu
licença
á bania
do
seujregimento
para esta
t
locar
no
terreiro
do
asylo. Também exaltaremos
a
não
menor
boa
vontade
com
que
o
bondoso
mestre
da
banda,
o snr.
Martinho,
e
os
seus
de
pendentes
se
teem
ha
tantos
annos
a
isso
prestado
gratuitamente.
0
snr.
chefe
da
policia
esteve
alii
igualmente,
com
alguns
dos
seus
subor
dinados,
concorrendo
assim
para
a ma
nutenção
da
boa
ordem,
que
sempre
houve.
Esta
noticia
não foi
publicada
em
o
n.°
antecedente, porque
aguardavamos
mais
alguns
esclarecimentos,
que
ainda
não
re
cebemos.
Fnlíeeimenío.
—
Por
10
horas
<la
manhã
d
’anle-hontem falleceu, com
65
annos
d
’
edade,
o snr.
José da
Rocha
Veiga,
antigo
recebedor
d
’
esta
comarca.
0
seu cadaver
foi
hontem
de tarde
conduzido
para o
cemiterio,
na
capella
do
qual
teve
responsos,
a
que
assistiram
muitos
dos
seus
amigos.
Como
o finado,
entre
outras
conde
corações
tinha
a
da
Torre
e
Espada,
uma
guarda d
’honra
esperava-o á
porta
do
cemiterio
e
depois deu as
descargas do
estilo.
Movimento do
Mospitnl
<1®
S.
Uorcos.
—
Doentes
existentes
em 10
de
março:
90
homens
e
100
mulheres.
-
Entraram
durante
a
semana finda: 21
homens
e
21
mulheres.
Sahiram: 15
homens
e
25
mulheres.
Falleceram:
2
homens
e
6
mulheres.
Ficaram
em
tratamento em
16
de
Março
91
homens
e
93
mulheres.
JSoticiws thentraes.—
Chega
hoje
a
esta
cidade
o
celebre
rei
das
agoas
(snr.
J.
França), rival de
miss
Lurline,
o
qual
acompanhado
de
vários
actores
tenciona
dar
dois
espectaculos
no
theatro
de
S.
Ge
raldo.
0
primeiro, que
tem
logar
ámanhã,
compõe-se
das
comedias Inglez
e
Francez,
Pato
recheado
ou
Eu
já
ouvi
espirrar
es
se nariz
e
outra,
e
das
exhibições
do
rei
das
agoas,
que
dentro
do
aquario
execu
tará
trabalhos dilliculiosissimos,
como
co
mer,
beber,
escrever,
dormir,
etc.
—Consta-nos
também
que
a
excellen-
te
companhia
dramatica
do
Baquel
virá
dar
algumas
recitas,
a
primeira
das
quaes
será
na
próxima segunda-feira.
Estotiotleas curiotas.—
São
d
’
um
jornal
de
Coimbra
as
seguintes
estatísti
cas:
Navios
porluguezes
perdidos
em
1877
—
Brigues:
Flor
do
Mar,
Triunfante,
Triun
fo,
União, D. Antonia, Bom Jesus de
Mat-
tosinhos,
Feliz
Ventura,
Saldanha
Marinho,
Lusitania,
Providencia,
Mentor
2.°;
hiates:
Tres
amigos.
Nova
Luz
do
Dia,
Indispen
sável,
Estrella
de
Caminha,
Novo Passa
rinho,
Conde de
Cavour,
Cruz
4.°,
Auro
ra
Odmirense, Príncipe
Feliz; escunas:
Frei
re
2.°,
Sereia,
Maria, União,
Pereira; bar
cos:
Luiza, Carlota
2.
a,
Africana,
Amisa-
de,
Deusa dos
Mares;
Patachos:
Gertru-
des,
Marcial,
Lealdade;
palhabotes: Mar-
quez
de Pombal,
Maria
José,
S.
Gerony-
mo;
cahiqués:
Flor
de
Buarcos,
Jesus,
Gloria;
galeota:
Amélia; vapor:
Athlan-
lico.
Navios
construídos
de
novo
em
1877
—
Vapores:
Auxiliar,
Príncipe D. Carlos,
Açor,
Silva
Americano;
canhoneira:
Quanta;
bar
ça:
Aceriana;
palhabote: Sirius;
patacho:
D.
Pedro
V;
chalupa:
Celestina.
incêndios
em Portugal
em 1877
—
A
es
tação
do
cabo submarino de
Carcavellos;
o
deposito de
tabacos
da fabrica Leal
dade;
a
fabrica
de
massas
do
snr.
An-
dré
Domingos
Alves,
em
Faro;
os
depó
sitos
de
algodão
da
fabrica
de
tecidos
e
tinturaria
em
Alcantara,
Lisboa;
parte
do
hospital
da
Misericórdia
de Barcellos;
a
fa
brica
de
phosphoros
de
cera na
rua
Wil
lesley,
Porto;
a
fabrica
de
lanifícios
dos
snrs.
Cunhas
em
Manteigas;
a
fabrica
de
moagens
a
vapor
do
snr.
Oliveira
e
Silva,
perto
de
Alcácer
do
Sal,
a
fabrica
de
refinação
de
assucar
na
rua
dos
Çannos
em
Lisboa;
a fabrica
de
moagem
de
ce-
reaes
a
vapor
do snr.
João
Lonrenço
Ga-
vinho
de
Caminha; a
fabrica
de Louça
rta
•sor.
’
viuva
Lima
&
C.a
em
Massaréllos,
Porto; o convento
de
Rendufe
em
Braga;
os
armazéns
de
vinhos finos
e
agua-ar-
dente
do
snr.
Nieport
A
C.
a
em
Villa
No
va
de
Gaya,
Porto;
a
tanoaria
do
snr.
An
tónio
Alves
Guimarães
em
Villa
Nova
de
Gaya.
A/fJ
clero fallecido
em
1877
—
Cardeae*:
Filippe
d
’
Angelies;
Nardi;
Venicelli;
Xisto
Riario
Sforza; Annibale;
Capalti; Patriz-
zi;
Bizarri; Tervisanato;
patriarcha
de
Ve
neza, arcebispo
de
Sevilha
e Ferreira.
Bispos:
de Bloix; de
Mondonedo;
de
Langres;
de
Versailles;
de
Nantes;
de
Mo
guncia;
de
Perpignon;
de
Nevers;
de
Aiac-
cio;
de
Ketheler;
de
Gerona; de
Koz-
miain;
de Municli;
de
Santa
Cruz,
Bo
i-
via;
de
Fano.
Portuguezes
illuslres
fallecicos
em 1877
—
Escriptores: Alexandre
Herculano
de
Carvalho
e
Araújo;
D.
José
Miria
do
Al
meida
Correia
de
Lacerda
;
Rodrigo
José
Felner;
Feliz
José
da
Costa;
Luiz
Fran
cisco
Mi
:osi.
Publicistas:
Miguel
Maria
de
Almeida
Pedroso;
Germano Vieira de
Meirelles;
Jo
sé
Ribeiro
Guimarães.
Professores:
dr.
João
Anlonio
de
Sou
sa
Doria;
D.
Francisco
de
Araújo
Por
tugal;
Joaquim
Romão
Lobato
Pires;
Ma-
riano
Ghira;
Manoel
Carlos
Teixeira;
Ber-
nardino Anlonio
Gomes.
Poetas:
Anlonio
Pinheiro Caídas;
Luiz
de
Almeida
Mello
e Castro.
Resolução.—O
conselho
municipal
de
Doublin tomou
a
resolução seguinte;
os
membros
conservadores
(protestantes)
abstiveram
se
de
votar:
«Nós, a
corporação da
metropole
de
Irlanda,
saudamos
com
alegria
a
elevação
de
Sua
Santidade
o
Papa Leão
XII!
ao
throno
pontifício,
e
felicitamos
a
nossa
pa-
tria
e todo
o
mundo
por
este
grande
acon
tecimento».
Resolveram
que
o
sello
da
cidade
fos
se
posto
na
resolução,
que
se
mandasse
ao
cardeal
Cullen
para ser presente
ao
Papa.
Ainda Leão Xlll.—
Soa
Eminência
o
cardeal
Dechamps, arcebispo
de
Malines,
escreveu
ao
Correio de
Bruellas
o
seguinte:
«Eu
julgava
partir
cedo,
mas
o
Papa
testemunhou-me o
desejo
de
me ver
assis
lir
á
sua
coroação
e
de
alli
representar
a
Bélgica,
que
eu
entendi
ser
um
dever
e
urna
alegria
o
corresponder
a
este
de
sejo
paternal.
De
resto,
isto
dá-me
occa
sião
de
conversar
por
mais
tempo
com
o
Santo
Padre.
Leão
XIII
era
visivelmente
o
Papa
que
se
devia eleger.
Tres
escrutínios
bastaram
para
chegar
a
44 votos.
Quando
o resultado
da eleição
foi
co
nhecido,
o
cardeal
Pecci
estava
tão
pallido
como
a
parede.
Esta
manhã, Leão
XIII
fez
me vir
as
lagrimas
aos olhos,
pelo
modo
como
el
le
exprimia
a
impotência
humana de
sup-
portar
o
pezo
do
Papado.
Os
jornaes
da
esquerda
são
constran
gidos
a
confessar
a
superioridade
do
no
vo
papa.
Physicamente,
Leão
XIII é um
Alexan
dre
VIL
Alto,
magro,
magestoso:
physio-
nomia accentuada
e
firme,
mas um
grande
fundo
de
bondade.
Nosso Santo
Padre
o
Papa
abraçou
-
me
com
uma
verdadeira
ternura,
dizendo-
me
coisas
muito
affectuosas
para
mim
e
para
toda
a
Bélgica.
Não
posso
partir
senão
depois
da
coroa
ção
do
Papa, e
peço
orações
a S.
Ra-
phael
c
aos
santos
anjos
para
ser
bem
di
rigido
em
minhas
vias.
Blgcurson
oríginaes.
—O
presiden
te
Hiyes,
dos
Esta
los-Unidos,
está
adqui
rindo grande
celebridade
pela
originalidade
d
os
seus
discursos.
No
dia
2! d
’
agosto ultimo,
visitando
a
povoação
de
Welles
River,
a
multidão
pediu-lhe
que
fallasse Hiyes
não
se
fez
f
ogar
e
expressou-se
nos
seguintes
termos:
«Senhores, não
posso
apertar
a
mão
a
todos os circunstantes,
porque
sois
mui
tos
e
tenho
pressa.
Deveis, pois,
conlen-
tar-vos
com
ver-me,
com
eu me
con
tento
em
ver-vos.
Para
isto
viemos
aqui
,
vós
e
eu;
e,
co
mo
dizia
o
defunto
presidente
Lincoln,
to
dos
ganhamos
em
conhecer-nos.
Agradeço
o
acolhimento
que
me
dis-
pensaes;
mas
não
me
proponho
a
tractar
de
assumptos
do
estado.
Escutam-me
pessoas
de
differentes opi
niões
políticas,
que
diilicilraente
se
poriam
de
accordo
sobre
alguns
pontos,
mas
que
unaaimente
desejarão
ver
o
paiz
prospe
ro
e
a
administação
purificada
Podemos
commetter
erros
por
falta
de
critério ou
pop
ignorância;
mas
nunca
os
com
met
leremos
por
nos
escassearem
boas
intenções.
Adens
meus
senhores;
antes
de partir
quero
apresentar-vos
o
juiz
Key: é
um
hom<
m
qoe se
tem
enganado
muitas
ve
zes,
mas
que
prornetle
emendar
se».
Outro
discurso
pronunciado
pelo
pre
sidente
Hayes,
em
Lisboa:
«Senhores,
agradeço
as
vossas
altenções.
Queremos
chegar
ao monte
Washington
á
hora
pr
pria para
contemplara
paizagem;
não
temos
por
isso
tempo
para
apertar-
vos
a
mão,
nem
para
pronunciar
grandes
discursos.
Isto posto,
limitar-nos-hemos
a
perguntar-vos—
estaes
bons
de
saude?
e
accrescentar
—
Adeus».
í
*
ío
ix.
—
Pretende-se
que algumas
ve
zes
Deus
o
favorecia
com
o
dom
dos
mila
gres.
Ignoramol-o,
mas
o
que
podemos
cer
tificar,
diz
nm
periodico
estrangeiro,
é
o
facto
seguinte
que
aconteceu
estando
nós
em Roma.
Um
dia
chegou
um visitante
ao
Va
ticano.
Elle
p
dia
para
ver
o
Papa,
mas não
tinha
bilhete
d
’
audencia.
Recusaram-lhe
a
entrada das
ante-camaras.
Elle
insistiu
extremamenle,
sob
o
pre
texto
de
que
linha
um segredo para
com-
municar ao Sa
to
Padre.
Conduziram-n
’o
atravez
da
sala dos Suis-
sos,
da
dos
Guardas
Nobres,
e
introdu
ziram
n
’o
na antiga
camara
dos
catnara-
rios.
Mgr.
Pacca,
hoje cardeal, eslava
de
serviço,
o
homem
renovou
diante
deste
prelado
o
seu
pedido, e
supplicou
que
o
deixassem
chegar
até
Pio
IX.
O
camara-
rio
foi
ter
com
o
Papa,
que
encontrou
ajoe
lhado
sobre
o
seu
genuflexório,
depois
de
ter
parado
alguns instantes,
e
vendo
que
o
Papa
não se
levantava,
Mgr. Pacca
apro
ximou-se
d
’
elle e
communicou-lhe
o
dese
jo
do
visitante.
Pio
IX
respondeu
sem
se
levantar;
Sinite
mortuos
sepelire
mortuos.
Mgr.
Pacca,
não
sabendo
o
que
esta
res
posta
significava,
e
julgando
que
o Papa
não
tinha
comprehendido,
repetiu
o
que
já
tinha
dito.
Então,
Pio
IX,
mais
explicito,
replicou,
sempre
sem
se
levantar.
«Não
dou
audiência
a
um
morto».
O
camarano,
não
comprehendendo
melhor,
retirou-se.
Tendo
chegado
á
ante-camara.
viu
mui
tas
pessoas
em volta
do
visitante a
desa-
perlal-o
e,
ao
mesmo
tempo,
elle
expirando.
Tinha
comsigo
um
punhal
e
um
re-
wolv.er
carregado
Uma
apoplexia
fulmi
nante
o
linha
morto
no
momento
em
que
ia
para
assassinar
o
Papa.
Este
facto
teve logar
em
1862,
no
mez
de maio.
Que
o
expliquem
como
quizerem.
O
faíleciilo Areliirísiquí Francis
co Carlos.—
Dêmos
ha
dois
dias
a
no
ticia
da
morte
do Archiduque
Francisco
Carlos,
pai
de
S.
M.
o
Imperador,
de
Áus
tria;
temos,
porém,
a accrescentar
com
a
«Esperança»
que
o
Augusto
Enfermo re
quereu
e
recebeu
todos
os
Sacramentos
da
Egreja,
e
por
solicitude
de Seu
Filho,
o
Imperador,
recebeu
in articulo mortis
a
Bênção
de Sua
Santidade
o
Papa
L
ão XIII
No
dia
11
foi
o
corpo
do
Archiduque
exposto
na
capella
ardente,
na
capella
da
corte,
no
Burg,
e
milhares
de
pessoas
aílluiam
de todos
os
lados
para
a Joseph
Platz, procurando
ver,
pela
ultima
vez,
o
homem
mais
popular
da
Áustria.
Foi
gera!
a pena
pela
morte
do
pai
do
Imperador,
e
um grande
numero
de
casas
linha,
desde
manhã,
postas
ás suas
janel-
las bandeiras
de
luto,
e
não
era
uma
de-
monstraeção
vã,
era
a
expressão
da
parte
que
tomavam
no
luto
da
Casa
Imperial:
não
tiveram
só
logar
na
capital
estas
de
monstrações; foi
muito
sentida
em
todo
o
império
a
morte
do
Archiduque.
O
corpo
ficou
ainda
exposto no
dia
seguinte
até
ás
4
horas da
tarde,
em
que
foi
com
o
devido
cerimonial
á
sua
ultima
morada,
nas
catacumbas
iinperiaes
da
egreja
dos
frades
capuchinhos.
O
Santo
Padre
fez-se
representar
no
funeral
pelo
Núncio
de
Vienna.
O
Archi
duque
era
dotado
de
uma
grande carida
de;
quando
saía
os
pobres
faziam
o
seu
principal
cortejo,
e
só deixava
de
dar
es
mola
quando
ja
não
tinha
dinheiro.
Foi
sempre
irreconciliável
com os
revolucioná
rios
e
com
os
inimigos
da Áustria.
Nun-
ca
estava
em Vienna
quando
alli
eram
es
perados
os
principes;
nem
tinha
relações
com
Victor
Manuel
e
sua
familia,
com os
Orleans,
com
os
Bonapartes,
etc.
Era
um
Príncipe
modelo,
Deus
terá
recompensado
as
suas
virtudes.
CJuerri*
aS a»
Oriente.—
Os últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os que
seguem:
Paris
á9
—
As
noticias
de
Londres
des
mentem
o
boato da
demissão
de
Derby,
que
está
completamente
de
accordo
com
Beaconsfiel
ácerca
da
altitude
da
Inglater
ra
com
referencia
ao
congresso.
Londres
19—Na
camara
dos
deputados
o
snr.
Bourk,
respondendo
a
Veel,
disse
que
Nortcolh
já explicou
recentemente
sob
que condições
a
Inglaterra
tomará
parte
no
congresso
de
potências.
Se
fòr
possive!
o
accordo
n
’essas
condições,
é
provável que
o
congresso
reuna
em
31
de
março.
Nort
colh
declar
ou
que
o
governo
ainda
não
recebeu
o texto
das
condições
de
paz.
Paris
20
—
Um
despacho
de Vienna
pu
blicado
pelo
«Journal
des
Débats»,
diz
que
chegou
áquella
cidade.o
texto
do
tracla-
do
de
paz.
O
conjuncto
do
tractado
julga-
se
inacceitavel,
mas
vanos
pontos
d
’elle
deixam
a porta
aberta
para
algumas
recli-
íicações
que
lhes
faça
o
congresso.
Des
mente
se
a
concentração
dos
russos
na
fron
teira
austríaca.
Constantinopla
19—
Os
russos
insistem
na
sua
ida
a Buyukdere
apesar
da
oppo-
sição
dos turcos.
Chegaram
a
Bukdere
2
navios russos
carregados
de
torpedos.
D
’
este
facto
con-
ciue-se que
a
commodidade
do
embarque
não
foi
o
verdadeiro
motivo dos russos
irem
áquella
localidade.
•
Loddres
20
—
Derby exigiu
directa
e
ca-
thegoricamente
á Rússia
que
o
tractado
de
paz
seja
na
sua integra
submettido
ao
congresso
e
que sómente
a
unanimidade
e
não uma
simples
maioria
poderá
decidir
a
questão.
A
Rússia e
a Inglaterra
estão
actual-
mente
face
a
face
e
a
sorte do
congresso
depende
d
’
um
sim
ou d
’
um
não.
Constantinopla
20
—
Assegura-se
que
Ho-
bar-Pachá
encetou
as
negociações
com
os
insurgentes
da
Thessalia.
Londres
21—
O
texto oíTicial
do
tracta-
do
de
paz é
conforme
a
versão
já
conhe
cida.
O
engrandecimento
territorial
do
Mon-
tenegro
e
da
Servia
é
maior do
que
o
que
fóra
annunciado.
O
«Daily
Telegraph»
publica
um
des
pacho
de
Vienna
dizendo
que
a
Rússia
enviára
ás
potências
urna
communicação
reconhecendo
o
direito que
individualmen
te
cada
potência
tem
para
pedir
discussão
de
qualquer
clausula do
tractado,
mas
re
servando-se
a
Rússia
o
direito
de
recu
sar
ou
submelter
á
saneção
essa
clausu
la,
ainda
mesmo
que
a
isso
se
oppouha
a
maioria
do
congresso.
Um
telegramma
de
San
Stefanio
diz
que
o
gran-duque
Nicolau
renunciou
embarcar
em Buynkdere
por
haver
declarado
a
Lay-
ard
que
em
tal
caso
a
esquadra
ingleza
entraria no
Bosphoro.
AGRADECIMENTOS
Custodio
Mendes
da Silva Braga,
D.
Emilia
Adelaide
Mendes
de
Carvalho,
Francisco
José
Vieira de
Carvalho,
e
D.
Anua
Amalia
Mendes
da
Silva,
não po
dendo
agradecer
pessoalmenle
a
todos
os
ill.
mos
e
exc.mos
senhores
e
senhoras
que
os
obzequiaram
por
occasião da
doença
e
morte
de
seu
muito
presado
cunhado,
thio
e
primo
o
snr.
Fortunalo
Ribeiro
Machado
Guimarães, o
fazem
por
este
meio, protestando a todos a
mais
viva
gratidão.
(812)
corrente
mez
em
diante,
em
direitura
a
Vieira
e
Salamonde, sendo
o
seu horário
da
fórma
seguinte:
sae
uma
diligencia
de
Braga
ás
6
horas
da
manhã
da
casa
do
snr.
Ribeiro
Braga,
a
chegar
a
Vieira
ás
I
1
da
manhã,
e
a
Salamonde ao
meio
dia,
e
volta
de Salamonde
ás
3
horas
da
tarde
e
de Vieira
ás
4.
Sae
outra
dili
gencia
da
casa
do
snr. Domingos
Alves
Pereira
á
1
hora
da
tarde
para as
mes
mas
localidades
acima
indicadas
e volta
de
Salamonde
ás
4
da manhã
e
de
Viei
ra
ás
5.
Preços
são os
seguintes:
de
Braga
a
Rendufinho
210
—Egreja
Nova
400
—
Cruz
de Rial 500
—
Penedo
600
—
Salamonde,
dentro,
700,
fóra
600
— Vieira,
dentro,
700,
fóra
600:
a
cada
passageiro
é-lhe
concedido
10
kilos
de bagagem
grátis,
e
paga
o
que
fòr
de
excesso
20
rs.
por
cada
<ilo. Toda
a
bagagem
que
não
estiver
uma
hora
antes
da
partida
na
estação
o
passageiro não
tem direito
a
fazel-a
se
guir.
Não
é permittido
aos
creados
rece
ber
bagagens
ou
encotnmendas
fóra
da
estação.
Braga
19
de
março
de
1878.
Mo
annunciante
—
Ribeiro
Braga.
(813)
REAL
SANCTIJAUIO »O BOM JE
SUS BO HOMTE
A
Commissão
Administrativa
faz.
publi
co
que
acceila
proposta
em carta
fecha
da
para o arrendamento
do
Hotel da Boa
\
’
ista,
sito
no
local
do
Sanctuario,
por
tempo
de
um
anno,
que
decorre
desde
29
de
setembro
do
corrente
anno
a
egnai
dia
e
mez
do anno
de 1879, e
segundo
as
condições
que
todos
os
dias
não
sancli-
ticados
e>larão
patentes
em
casa
do
ill.ina
snr.
João
Augusto
da
Cunha,
Largo do
Jarão
de
S.
Marlinho.
As propostas
devem
ser
dirigidas
ao
signatário
d’
este
annuncio
até
ás
3 horas
da
tarde
do
dia
19 do
proximo
mez
de
Abril,
trazendo
as
cartas
na
parte
exteri
or
a
seguinte
declaração
—
Proposta
para
o
arrendamento
do
HOTEL
DA
BOA
VIS
TA.
As
propostas
serão
abertas no
dia
11
do
proximo
mez de
Abril,
á
uma
hora
da tarde, em
sessão
publica
da
Commis
são Administrativa,
que
funcciona
em
uma
das
salas
do
edifício
do
tribunal
judiciário,
sito
no
largo de
St.°
Agostinho, d’
esta
cidade.
Braga
18
de março
de
1878.
O
presidente
da
Commissão
(810)
José
Maria
Rodrigues de Carvalho.
DEGLARAÇAO.
Os
abaixo
assignados,
declaram
para
todos
os
eífeitos
que
por
escriptura
pu
blica,
feita
nesta data
na nota
do
Ta-
aellião
Pessa
d’
esta
cidade,
dissolveram
a
sociedade
que
tacitamente
haviam
for
mado
entre
si
sob
a
firma
de
FERNANDES
&
PINTO;
ficando lodo o
activo
e
pas
sivo
da
referida
sociedade,
a
cargo
do
primeiro
signatário
Anlonio
Fetnandes
Lopes.
Braga
18
de
Março
de
1878.
Antonio
Fernandes
Lopes.
Manoel
Ferreira
Pinto.
Anlonio
Fernandes Lopes,
declara
que,
em
consequência
de
haver
ficado
a
seu
cargo
todo
o
activo
e passivo
da
socie
dade
dissol
ida
de
FERNANDES &
PINTO,
da
qual
era
socio continúa com
o
mesmo
ramo
de
negocio
de
cêra,
como
até
hoje
na
sua
casa da
rua
Nova n.
“
47
onde
espera
continuar
a receber
as
provas
de
amizade
dos
seus
amigos
e
freguezes.
Braga
18 de
Março
de
1878.
(809)
CARREIRAS
DIARIAS.
Manoel
Anlonio
de
Castro
Teixeira
e
Antonio
José
Ribeiro,
fazem
publico,
que
continuam
com
as
suas diligencias
diarias
em
sociedade,
a
principiar
no
dia
25
do
THEATRO
DE S. GERALDO.
Não
se
tendo
verificado
no
dia
17
do
corrente,
por
falta
de
numero
legal
de
associados,
a
reunião
que
estava
annun-
ciada
para
aquelle
dia,
são
por
esta forma
convidados
todos
os
snrs.
accionistas do
theatro
de
S.
Geraldo a
comparecer
no
mesmo
theatro
no dia
24
do
corrente,
pelo
meio
dia,
afim
de
se dar cumpri
mento ao determinado
no
art.°
6.
”
§
1.®
do estatuto.
Braga
18
de
Março
de 1878.
O
l.°
Secretario
Anlonio
Jo<è
Pereira
de
Magalhães
Júnior.
(808)
(42-)
G3TTAE
LHE-J
.MIO)
Licor
e pílulas do dr.
Lauillé
Esta
medicina anti-gottosa
e
anli-rheumatica
é
de
justo
titulo
o
reputada
infalli-
vel
desde
30
annos,
contra
os
ataques,
e
as recaídas.
Sua
eííicacia é
tão
grande,
que
duas
ou
tres
pequenas colheradas
são
bastante
para curar
as
dores
mais agudas.
E’ a
unica
scienlifica
e officialmenle
reconhecida
e que ollerece
Iodas
as
garantias.
Veja-
se
o
livrinho,
que
se
dá
grátis
em
todas
as
pharmacias.
Preço
2$00<i
rs.
Para evitar-se
os
graves
perigos
da
falsificação,
a
qu
d,
em
vida
da
alta
repu
tação
de nossos productos
augmenta
cada
dia,
deve-se
exigir
a
assinatura
do
dr.
Laville
e
o
sello
de
garantia
estampado
em tinta azul)
do
Governo
brancez.
—
Venda
por
maior,
F.
COMAR
28 rue
St.
Clau
le —Deposito
no
Poilo
Ferr
ira
&
Irmão,
ua da Banharia
77
e
79.
r
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
GRA1VDE
REDUCÇÃO DE PREÇOS NA 3.a CL
4SSE.
Gran
êxito
en Paris
VELOUTINE
GH'
“
FAY
POLVO
DE
ARROZ ESPECIAL
PREPARADO
CON
BISMUTO
INVISIBLE
Y
ADHERENTE, dá
ai cútis frescura y trasparencia,
I
nventor
CHARLES FAY, 9,
rue
de
la
P
aix
, PARIS
ÓLEO
HOGG
Farmacia
de
HOGG, 2, rue de Gastiglione, Paris (Unico proprietário).
DK
HIGÁDOS
FRESCOS
Dl
BAGALAO
de
Prescripto por
todos os médicos e empregado com o mayor succeso
contra
:
as enfermidades do peito, alfeicâes escrofu
losas,
tosses clironicas, rheuniatismos,
magreza
crianças,
das Impigemes,
fluxos
brancos,
debilidade
geral,
etc.,etc.
Agradavel
e facilde tomar.—Desconfiar das falsificações.
Exigir-se-ha
a marca da Fabrica juntó que
encobro
a
capsulo de cada frasco de
feitio triangular, e a firma
HOGG
e Cia, que devera
achar-se sobre o rotulo.
Depositos
nas principaes
Pharmacias e em Lisboa, nas casas
rua do Loreto, 5B8 e SO. A
zevedo
e
Filhos, B
arrai
,
e I
rmão
; em
Porto.
nas*casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
oséíinto
; em
Loimhra,
Salvador F
erraz
.
de
B
abreto
,
SUBSCBIPCÔES
ESTHA^GEIKAS
5
Bem
conhecidas
são
a
pontualidade
e
economia
com
que as
toma
em
Paris,
Lon
dres
e
demais
capitaes
da
Europa
e
America,
desde
1845,
A
AGENCIA
FRANCO
HISPANO-PORTUGUEZX
DK
C. A. SAAVEDRA, 25—Rua Taitbout, Paris.
Citemos alguns
periódicos:
Charivari, Daily
News, Dsbats, Figira, Franee, Ciaiignanis, Mez
aangrr,
Cnzriie de France, Gnsette Médienle, Claxette de» frihunitnx,
lllustration
franeaise, Illuatration
allemnn Ce, Endépendanee belge,
Journal
dei eeouomixtes,
Liborté, lloniteur la coifure,
Corning
Chronieie, Norning-Herald, Xoril, Patrie,
feevue britanique, Siecle,
Sport.
l'nion, Vniven.
Recommenda
também
os
amenos
e
úteis
jornaes
de
moda
Kleyance
Pariaienne.
Primeira
edição:
doi»
n.“
cada
mez com
numerosas
gravuras,
tres
bellas
aguarellas
e
moldes cortados
em papel.—
Um
anno
100
rea
les,
ou
4^500
reis;
seis
mezes,
56
reales,
ou
2$520.
Segunda
edição: um
n.°
cada
domingo,
illustrado
com
numerosas
gravuras,
se
te
a
nove
bellas
aguarellas,
e
moldes
cortados
em
papel cada
mez.
—
Um
anno
236
reales,
ou
10$620
reis;
seis
mezes
108
reales,
ou
4^860
rs.
Modes
■«uvellei, Conseiller
deu Dama*
ANNO
XVI
ANNO
XXIV
O
melhor
elogio
que
se
lhe
póda
fazer
é
referir
a
época
da
sua
fundação.
O
seu
preço por
anno
é
de
2^400
rs.
lambem
se
encarrega
a
Agencia
Franco-Hispano-Portugueia
da
compra
de
li
vros
estrangeiros
e
em geral
de
toda
a
classe
de commissões.
Os
particulares,
Atbe-
neus,
Casinos,
Círculos,
Gabinetes
de
leitura,
encontrarão
n
’
esta
tarifa os litulos
das
melhores
folhas periódicas
que se
lêem
na
Europa.
ULTIMA
NOVIDADE
GANDARELLA
^C.a
faittpo
d®
SanCAnn»
Grande
sortido
para
a
Quaresma
e
Semana
■Santa.
Acaba
de
chegar
a
este
estabeleci
mento
directamente
das
melhores
fabricas
de
Paris
um
grande sortido
de
Brilhan
tinas
pretas
de
seda,
failles
e
-glacés,
bem
como
merinos
pretos
de
pura lã
tornando-se
a
sua
boa
qualidade
e
os
seus
modicos
preços
dignos
da
atlenção
publica.
(780)
JOSÉ RECALLI.
Afina
e
concerta
pianos,
órgãos,
har-
moni-flutes
e
caixas
de
muzica
de
todas
as
qualidades
e
auctores,
por
preços
mo
dicos
Pode
ser
procurado no
coro
da
Egreja
do
Carmo
em
Braga.
(806;
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES.
ã, Rua Sova,
5
BRAGA
Com
estabelecimento
de
pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e chá—
cartonagem
para
dezenho,
floragem
e
aprestes
para
ílôres
—
stearina,
pés
finos
para
gomma,
etc.,
etc.
N
’
este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo
sortimen
to
de
livros
em
branco, proprios
para
escri
pt
ti
ração
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para
escriptorio.
Também
se
encontra
um
sortido
de
chá
hyson
desde
800
a
l$400
rs.
459
gram.,
e muitos
ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
ATTENÇÃO.
Quem
precizar
de
dinheiro
a Juro
sobre
hipotbeca
dirija-se
a Bento
J.
B.
A.
Regallo,
roa
da
Boa
Vista
n.°
137.
(807)
Para S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
a
classe,
com
trasbordo
no Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ,
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORlA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral e interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PELO
MES.V1O
PREÇO
Çl f. P t B« 4 O RIO WE JANEIRO
PAQULTKS
A
SAIR
BE
LISBOA
TAGUS
.....................
13
de
Março
|
NEVA............................ • 13
de
Abril
GUADIANA ....
29
de
Março
|
MONDEGO.
.
.
28
de Abril
PREÇOS
COMMODOS
Cada
jíttijm-Se- d
’
eaía
eompanhia
leva
a
bordo
eriadoa
e
cosinheiras
portuguezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
lódag
as classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Cmpanhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter trasbordo.
A
bordo uz
passageiros
teem grátis caevta, iwiipa de cama, co
mida
feita por cozinheiros portuguezes, vinho dtaas
vez.es por
dia,
assistência
medica, serviço d® criados e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com que
os
paquetes
d’esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil) sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a bordo,
e pelos
melhoramentos mais
modernos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande concorrência
que teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros_agradecimentos que
ha
archivadqs
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe
ratriz
do Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante D. Augusto.
TODAS
AS
INFOBMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
rua
dos
Inglezes,
23,
de
GUILHERME
C.
TAIT.
Para
esclarecimentos
em Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua
do Souto.
É
ia
Aluga-se
a
casa
da
rua
de
S.
Vi-
cente
n.°
61
com
muitos
commo
í
®
dos
para
família
e
também
se
alu
ga
a
loje
em
separado
com
linda armação
envidraçada
própria para
qualquer
ramo
de negocio,
Para
ver
e
tractarna
mesma
ou
no
largo
da
S.
Francisco
n
0
12.
(814)
ESTEIRAS
PARA FORRAR
SALAS.
Manoel
Dias
da Silva,
premiado na
exposição
de
Braga em 1863,
na Inter
nacional
Portuense
em 1875,
na de Vien
na de Áustria em
1873
e
na
de
Phila-
delphia,
em
1876,
faz
publico
que
tomou
conta
do
estabelecimento
de
esteiras
da
rua
do
Souto
n.°
40
e
40
A, d’
esta
ci
dade,
aonde
o fabrico
das esteiras
prin
cipia
a
ser
no
systema
de
Lisboa e
Porto.
Também
lava
e
compõe
sendo
precizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de
capachos
de
esparlo.
(761)
Dicciunario
Prosodico
de Por
tugal e Brazil por Antonio
José
de
Carvalho
e
João de
Deus.
1
vol.
—
1$00O
reis.
Remette-se
pelo
correio
a
quem
man
dar
l$050.
Todos
os
pedidos
devem
ser
feitos
a
Pacheco
&
Barbosa—Lisboa.
No Brazil,
a Lopes
do
Couto
&
Filhos
—
Rio
de
Ja
neiro.
CIRURSIÃO DENTISTA
DA
Escola
Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22. (800)
VENDE-SE
Em
uma
das
melhores
ruas
d
’
es-
ta
cidade
uma morada
de
casas,
em
muito
bom
estado.
No
escri
ptorio
da
administração
d
’
este
jornal,
se
diz
com
quem
se
trata.
(787)
DINHEIRO A JURO.
A
Iimandade
de
Santa
Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juto
l:350$000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes da
Silva.,
_______________________________
(735)
Pio
IX em Miniatura ou Resumo
da
Historia
de
Pio
IX.
Pelo
Padre
Luiz B.
C.
Pacheco.
A’
venda
no
escriptorio
d’este
jornak
Preço
300
reis.
Quem quizer
arrendar
a
casa
n.°
7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d
’
esta
cidade, que
está
auctorisado
para este
fim.
(713)
CAIXA
S>ARA
AZEITE
No
largo
de S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
1L
ha
para
vender uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
CAPITAL
BEM EMPREGADO-
Vende-se
uma
morada
de
casas
sita
na
rua
do
Souto
n.°
47.
Trata.
se
com
seu
(]
pno
j
cs
g
^|.
ves
d
’
Araujo,
rua
de
S.
Marcos
n.°
10,
ou
com
o
escrivão
d
’este
juizo
Pessa.
(799)
4
rENDA
8ÍE CaSA
Vende-se
uma
de
dois
andares,
-
;
.
sita
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
•
com os
n.
os
policiaes
92,
92
A
*
92
B
Tracta-se
no
Banco
do
Minho.
(811)
I
i
<
i
s
i
t
0
a
b
c
d
5
d
n
8
II
U
d
li
tf
qi
B)
te
aL
re
d'
Ss
sii
T8'
nu
se
e
i
Po
ne|
abi
tin
art
de
coi
dei
t
cei
dai
alg
cal
vas
qm
sin
bai
qui
Parte de Comércio do Minho (O)
