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-
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»
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sía.Beiios.A
eí
iwoticio
M
z
A.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA
COSTA,
RUA NOVA
N.°
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PKEÇO
DA
ASSIGNATURA
6.°
ANNO
Braga,
12
mezes.
. .
.
.
.
1&600
»
6
...............................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada linha
....................
20
Repetição
....................................
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS
E SABBÃDOS.
Províncias,
12
mezes
................
2&000
»
6
»................
1^050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte. . 3&600
Folha
avulso
........................
10
N.e
753
BKfcGA
—QUMNTA.-FEÍKA »l
1>E
FEVF.KKIUO
S>E
1»?»
O
eonelave
depoia dw
morte do
Pap«.
O
Papa
é
como
diz
Billarmino:
Papa
paler
palrum,
christianorum
Pontifex,
summus
sacerdos,
princeps
avos-
tolcrum,
sacerdolum,
Viçarias
C
‘
risti,
capul
corporis
Ecclesice,
paitur
ovilis
Do-
wini,
pattr
et
dominus
omnium
fideliurn,
redor
domus
Dei,
custos
vinece
Dei,
spon-
sus
Ecclesice,
prcesul
aposlolicce,
Sedis,
Episcopus
universalis.
Ora
d
’aqui já
se
vê, que
sua
morte
e
sua
eleição
devem
ser
coisa
mui
grave
e
solemne
na
Egreja.
Se
elle
não
morre
de
repente,
quan
do
está
agonisante
chama
para
junto
de
seu
leito
todos
os
seus
prelados
e
creados
familiares,
íaz
sua
profissão-
de
fé. e
re
cebe
do
prelado
sachristão
o
Sagrado
Via-
tico
e
do cardeal
penitenciário a indul
gência
plenaria.
Se
ha
tempo,
convoca
o
Sacro
Collegio,
e em
sua
presença
reno
va a profissão
de
fé
recommenda
lhes
a
Egreja
de
Deus,
e a
dar-lhe para succes-
sor
o
que julgarem
mais
digno
de
apas
centar
os
cordeiros
e
as
ovelhas.
Os
pre
lados
e
familiares
uão
deixam
o
Papa
agonisante.
Logo
que
o
Papa deixou
de
viver,
o
cardeal
Camerlengo,
para
quem
pela
mor
te
do
Papa
passa
immediatamente
o
go-
virno
e
poder
das
temporalidades,
ves
tido
d
’habito
roxo
e
precidido
do
mestre
de
ceremonias,
dirige-se
ao
palacio
e
ao
leito
onde repousa
o
augusto
finado,
que
tem
o
rosto
coberto
com
um
véo
bran
co.
O
cardeal
faz genuflexão
e
uma
pe
quena
oração,
levanta-se,
e
os
ajudantes
da
camara
descobrem
o
rosto
do
Papa;
então
approxima-se
o
Camerlengo
e
cha
ma
tres
vezes pelo
Papa,
tocando-lhe
ao
mesmo
tempo
com
um
pequeno
marlello
de
prata,
e depois
voltando-se
para
os
assistentes,
diz:
O
Papa
está
realmenle
morto.
Depois
do corpo
embalsamado é
pos
to
em
capella
ardente
por
tres
dias,
e
fazem-se-lhe
os
funeraes;
terminados
os
quaes
o
cadaver
do
Papa
é
collocado
em
um
tumulo,
onde
eslava
o
cadaver
do
seu
antecessor
que
só
n
’
esta
occasiao
passa
para
o
mansoléo
que
lhe
é
destinado.
Este
tumulo
é
na Egreja
do
Vaticano
mettido
na
parede
logo
á
entrada
do
la
do
do
Evangelho.
N
’elle
se conserva
o
cadaver
até
á
morte
do
seu
successor.
Dez
dias
depois da
morte
do
Papa
se
procede
ao
conclave
para a
eleição
do
novo
Papa.
Este
espaço
de tempo de
dez dias é
destinado
não só
para
os
funeraes
do
Summo
Pontífice como
para
dar
tempo
a
que
venham os
cardeaes que
estejam
longe
para
se
fazer
o
conclave,
e
a elei
ção.
Logo
depois
do
fallecimenlo
do Papa
são
chamados
lodos
os
cardeaes que
pe
lo
menos
tenham
a
sagrada Ordem
de
Diácono,
ainda mesmo
os
excommunga-
dos,
suspensos
ou
inlerdictos
(vide Crais-
son). Chama-se
conclave
á
reunião
dos
cardeaes
para
eleger
o Papa,
e
lambem
se
dá
este
nome
ao
lugar onde
se
reú
nem
para
este
fim.
O
conclave
começou cerca
do
anno
de
1270.
quando
pela
morte
de
Clemente
IV
em
Vilerbo
os
cardeaes
nào concordando
na
escolha
do
Papa
e
lendo
passado
mui
to
tempo,
r s
habitantes
do
Vilerbo
por
con
selho
do
Sarro
collegio.
fecharam
os
car
deaes
no
palacio
Pontifício
e
não
os
dei
xaram
sair
até
que
elles
elegessem
o
Papa; d’aqui
a
origem
e
o
nome
do
con
clave.
Ordinariamente
o
conclave
é
feito
em
Roma
no
Vaticano;
onde
para
isto
se
preparam durante
os
dez
dias
com
taboas
tantos
compartimentos
quantos
são
os
car
deaes;
cada
uma
d’eslas
cellas, tem
doze
pés
e
meio
de
comprimento
e
dez de
largura,
e
este
espaço
destinado
a
cada
um dos
cardeaes,
ainda
é
repartido
em
pequenos
gabinetes
para elle
e
dous pa
dres que
póde
levar
comsigo, que
tomam
o
nome
de
conda
vistas.
São
estas
cellas
forradas
por
dentro
e
por
fóra
d'um
teci
do
de
la
de
cór
verde;
porém
se
foi
creado
pelo
Papa fallecido,
então
é
de
côr
rôxa.
Sobre
a p
>rta
da
cella
çada
cardeal
põe
as
suas
armas.
Todas
as
portas
e
janellas d’
este
com
partimento
são
tapadas
a
pedra e
cal,
fi
cando
apenas
uma
abertura no
cimo
para
a luz
e
a
porta
para
a
escada
principal
que ainda
assim
e
fechada
com
quatro
fechaduras,
duas
de
dentro
e
duas
por fó
ra.
A comida é introduzida
por
uma
ro
da
cemo as
dos
conventos
das
Religio
sas.
Se
algum
cardeal adoecer
e
sair,
não
póde
outra
vez entrar
e
.perde o
direito
de
concorrer
á
eleição
actual.
Admittem-
se
também
no
conclave
dons
mestres
de
ceremonias,
o
secreiario
do Sacro
Collegio.
o
sachristão,
o sub-sachristão,
um con
fessor,
dous
médicos,
um
cirurgião,
um
boticário,
quatro
barbeiros,
trinta
e
cinco
creados,
um pedreiro, um marceneiro.
‘
Antes
de
continuarmos
na
descripção
do
conclave,
será
conveniente
dizer
al
guma
coisa
áctrca
d»S
Cardeaes.
Os Cardeaes
são como
o
Senado
da
Egreja
Romana,
tem
o
direito
de
eleger
o
S.
Pontífice,
e
ajudam
o
no
governo
da
Egreja
Universal;
e
assim
podemos
definir
o
collegio
cardinalício
«uma con-
«gregação
de
clérigos
para
auxiliar
o
Ro
mano
Pontífice no
governo
da
Egreja
isede
plena;
e
a
supprir
a
sua
falta
sede
«
vacante»
.
O
seu
nome
vem
do
latino
cardo,
que
significa
couçoeira,
pois
assim
como
sobre
a
couçoeira gyra
toda
a
porta,
assim
tam
bém
sobre
os
Cardeaes
se
firma
a
porta
da
Sé Aposlolica
e
de
toda
a
Egreja.
Antes
de
Sixlo V
o numera
dos
Car
deaes
era
indeterminado,
depois
por
este
Papa
foi
marcado
o
numero
de
70;
quasi
em
memória
dos
72
anciãos
que assis
tiam
a
Moyses
e
dos
72
discípulos de
Chrislo.
D
estes
70,
são
6
Bispos,
50
Presby-
ter.os,
e
14
Diáconos;
e
a
cada
um
se
lhe
assigna,
segundo
a
sua ordem,
uma
Egreja
particular,
titulo,
ou
Diaconia,
d
’
onde
tomam
o
titulo de
Cardeaes,
Bis
pos, Presbyteros
ou
Diáconos,
embora
se
jam
Bispos.
Usam
de
vestes
vermelhas
para
signi
ficar
que
estão
promptos
a derramar
o
seu
sangue
pela
exaltação
da
Santa
Sé,
paz
e
concordia
do
povo
chrislão,
au
gmenlo
e
conservação
da
Santa
Egreja
Romana.
Isto
mesmo
lhes
diz
o
Pontí
fice
quando
lhes dá
o
chapéu
vermelho
Depois
do
enterro
do
Papa,
que
é
ao
nono
dia,
reunem-se
os
Cardeaes
no
Va
ticano.
O
Cardeal
Deão
canta
a
missa
do
Es
pirito
Sapto
na
Egreja do
Vaticano
e
re
cita-se
um
discurso
em
latim
para
exor
tar
os
Cardeaes
a fazerem uma
eleição
santa
e
prompta,
e
depois
vão
em
pro
cissão
cantando
o
Veni Creator
para
o
sitio do
conclave.
A’
noite
ao
som
do
sino,
que
para
jsso
loca
o
mestre
de
ceremonias,
saem
todas
as
pessoas,
ficando só
os
Cardeaes,
conclavistas
etc.,
fechando-se
tudo na fór
ma
acima
dita;
e
fazendo
o
Cardeal
Deão
e
Camerlengo
a
visita
para
que
tudo
es
teja
em
ordem.
No dia
seguinte
á entrada
para
o
con
clave
o
Cardeal
Deão
celebra
uma
missa
resada
do Espirito Santo,
commungando
a
ella todos
os
Cardeaes,
tendo
se
lodos
confessado
previamente;
e
faz-se
a
leitura
das bulias
concernentes
ao conclave.
A
eleição segundo
o
disposto
na Con
stituição
de
Gregorio
XV
deve ser
feita
por
escrutínio
ou
por
accesso.
O
escrutínio
é
feito
por
tres
escruli-
nadores
tirados
á sorte,
e dando cada
um
dos
cardeaes
juramento de
eleger
aquelie.
que
mais
digno julguem
em
suas
con
sciencias,
e
o
seu
voto
é
dado
por es-
cripto
com
o
nome
do
Cardeal
volante,
e
collocado
este escripto dentro
d’
um
calix.
Para
a
eleição
ser
valida
e
perfeita
de*e o
votado
ler
duas
terças
partes
dos
votos.
Se
porém
não
combinarem
as
duas
terças
parles, publicado
que
seja
o
escru-
t
nio,
póde
proceder-se
ao
que
se
chama
accesso,
isto é,
póde
a
menor parle
unir-
se
nos
votos á
maior
parte,
ou mesmo
a
maior
unir
á
menor.
Este
uso
remouta
a
antiga
Roma.
O
senador
que
era
da
opinião d
’outro
levantava-se
do
seu
logar
e
aproximava-se
d
’
elle;
ou se
não
queria
deixar
o
seu
logar
dizia
muito
alto=*accei/o
ad
idein,
isto
é,
voto
com
este.
O
escrutínio
é
feito
de
manhã
ás
6
horas,
e
de tarde
ás
2, convocando
para
isto
um
mestre
de ceremonias,
tocando
uma
campainha, e dizendo==ud
capellam,
Domini. O
accesso
só
póde ter
logar
á
tarde
pelas
2
horas.
Como
já
dissemos
são
necessários
dois
terços
dos
votos
para
a
validade
da elei
ção,
e
quando
os
escrutinadores
conhe
cem
que
um
membro
do
Sacro
Collegio
reuniu
essa
maioria,
um d
’entre
elles
elevando
a
voz
proclama o nome dizen
do
o
Cardeal
N... Apenas
este
nome
é
pronunciado
o
Cardeal
Diácono
loca
a
campainha
e
a este
signal
entram
na
capella
o
mestre
de
ceremonias
e
o se
cretario
do
Sacro
Collegio; pergunta-se
ao
Cardeal
eleito se
acceita
a
eleição,
e
obli
do o
consentimento
logo
se
abatem
todos
os
dóceis,
ficando
apenas
só o
do
novo
Papa.
Então
se
pergunta
qual
o
nome
que
quer
tomar. Até
1009
conservavam os
Papas
o
seu
nome
de
baplismo.
porém
desde
então
o
que
foi
eleito
por
isso
que
se
chamava
Pedro
não
quiz
ter
o
nome
sagrado
dado
por Jesus
Chrislo
ao pri
meiro Papa
e
tomou
o
nome
de
Sérgio
IV.
Lavra-se
então
um
auto
d
’
esta
eleição
e
conduzem
o
novo
Papa atraz
do
altar-
mór,
onde
o
reveslem
com
os
ornamen
tos
proprios,
isto
é,
solaria
de
inelania
branca,
.cinto
de
borlas
d
’
oiro, roquele
de linho
lino,
murça
de
selim
vermelho
com
arminhos,
estola
bordada
a oiro,
meias
brancas, sapatos
de
velludo
verme
lho
ornados
de cruz d
’
oiro.
Assim
vestido
senta-se
na
cadeira
que
está
junto
do
altar
e
ahi
recebe
a pri
meira
homenagem dos
Cardeaes
que
lhe
beijam
o
pé
e a mão,
e
o Santo
Padre
lhes
dá
o osculo da
paz.
Depois
um
Cardeal se dirige
á varan
da,
onde
se
costuma
dar
a bênção soíemne.
e
diz em voz
alta
ao
immenso
povo, que
ancioso
espera
a
noticia=Annuncio
vobis
gaudium
magnum
habemus Papam,
Ern.m
ac
Rvd
m
Dominum
N.
N
...
qui
sibi
noínen
ímposuit
N...
E
’
então
que
rompem
as
de-
Imonstrações
d’alegria
de
toda a
cidade
O
Santo
Padre
é
levado
a
outra
ca
pella,
onde
novamente
recebe
as
home
nagens
dos
Cardeaes
na
presença
de
todo
o
povo,
e
depois
do Te-Deum
abençoa
a
assembleia.
(
Conlinúa)
O»
ultimoa momentos de
Pio IX,
Roma,
8
de
Fevereiro.
•
Por
vezes
tenho
tomado
a
penna
para
dar-vos a
mais dolorosa
noticia,
mas
na
convulsão
da
dôr
vehementissima não
me
foi
possível
escrever uma
só
palavra.
Quiz
mandar
vos
um
telegramma,
mus
pensei
que
não
faltaria
quem
com
zelo
cruel
vos
man
dasse
o
luctuoso
annuncio
sem
que
fosse
necessário
que eu
acrescentasse
mais
um
golpe
ao
vosso
coração.
Pela
vossa podereis
avaliar
a minha
profunda
tristeza
n’
este
momento
terrível.
Como
vós,
perdi
lambem
eu
um
Pae
amo
rosíssimo,
e
n
’
estas hora*
d
’infinita
amar
gura
accode
á
minha
mente
a
lembrança
d
’aquelles
momentos
felizes
da
minha
vida
em
que
pude
ouvir
o
som da sua doce
voz,
gozar
as
suas
ternuras, recrear-me
com
a
vista
da
sua
veneranda magestade,
e
receber
as
suavidades
intimas
da
suà
bênção
paternal.
E
no
meio
d
’
esta tem
pestade
de
sentimentos
e
d’alfectos que
perturbam a mente
e
o coração,
quasi
não
posso
crer
a
realidade
do
funesto
aconte
cimento.
E’
todavia
mister
curvar
a
fronte
ante
os
decretos do
Altíssimo
e
receber
com
resignação
christã
este
golpe
terrível.
Foi
uma
improvisa
catástrofe
que
nos
colheu
quando
menos
esperávamos,
e por
isso
maior
é
a
impressão
que'aios
causou.
Ain
<a
hontem
era
tranquillo o
animo
de
lod
s,
e
ninguém
imaginava
uma
tal
des
ventura;
quando
de
repente
em
todas
as
egrejas
começou
a
expor-se
o
Santíssimo
Sacramento,
o
que
suscitou
uma
indizível
commoção
em
toda
a cidade. Diante
d
’este
facto
inesperado
e insolito
to
los
poderam
conhecer
que
estava
imminente
uma
cala
midade
universal.
O
sinistro
annuncio
do
perigo
em
que
estava
a
vida
preciosíssima
do
Angélico
Pio correu
d
’
um angulo
ao
outro
de
Roma com
a
rapidez
do
relâmpago,
e
o
assombro
foi
geral. .
O
Santo
Padre
assaltado
durante
a noite
por
uma
febre
violenta,
e
suffocado
por
uma
grande
afluência
d
’humores,
tinha
por
si
mesmo
anuucciado
o
proximo
fim
da sua
existência.
A
estas
vozes tristíssimas outras
ainda
mais
trines
se
seguiam
de que
as espe
ranças
nos
meios
humanos
eram
de
todo
perdidas.
Foi
uma
perturbação
geral,
e
a
cidade
tomou
um
aspecto
verdadeiramente
iugirbre.
As
egrejas
eram
invadidas
por
milha
res
de
pessoas
que
com
as
lagrimas
nes
olhos
corriam
a
implorar
a
graça
da
con
servação
d
’
aquella
vida que
era
a
felici
dade
de
todos,
a
unica
consolação
que
nos
restava
no
meio
das
nossas
grandes
amar
guras.
Os
parochos
mandavam
aviso
pelas
casas
para
que
n
’estas horas
de
.suprema
agonia
lodos
corressem
á
presença
de Je
sus
Sacramentado,
mas
o
aviso
era
des
necessário,
porque
a
nova
funesta
tinha
penetrado
em
todas
as
habitações desde
o
palacio
até
ao
mais
humilde
tugurio;
e
todas se
precipitavam
nos
templos
que
estiveram
apinhados
de
povo
até
ao
ca-
hir
da
tarde.
Ao
mesmo
tempo
a
ponte
de S.
An
gelo
foi
tomada
d’
assalío
por
uma turba
immensa
que
corria
a
indagar com
ancie-
dade noticias
do
augusto
prisioneiro:
Na
praça
de
S.
Pedro
e
todas
as
ruas
que
conduzem
ao
Vaticano
era
um
tu
i
multo
de
povo
e
de
.
carruagens
que
só
pódem
comparar-se
com
o
dos
dias
felizes
do
passado,
que
não
podemos
recordar
sem
que
olhos
se
nos
ar<aszem
de
la
grimas.
Quem quer
que
sáliia do
Valicano
era
rodeado
de
centenares
de pessoas
que
entre
o temor
e
ardente
esperança
perguntavam
pelo estado
do
augusto
en
fermo.
Mas
quanta
desolação
augmentavam
as
respostas
tristíssimas
que
todos
davam
!
Gomo
a
pallidez
d’
agonia
se
tornava
mais
sensível
em
lodos
os
vultos
a
cada
momento
que
passava
!
As
nossas
espe
ranças
eram
de. todo
perdi
las!...
A
’
s
3
horas
da manhã
o
temor
tinha-se
dissi
pado, porque
Sua
Sanlí
lade depois
de
ter
tomado
uma
leve
refeição
ficara
suflicien-
temente
tranquillo
e
quasi
livre
do
impro
viso
ataque:
mas
ás
5
horas
’tinha-se
ma
nifestado
novamente
uma grande
agitação
acompanhada
de
fri
>s
e
frequência
de
res
piração.
A
’s
8
e
meia
o
estado
do
Santo
Pa
dre tornou-se
gravíssimo,
de modo
que
Monsignor
sacrisla
lhe
administrou
o
Santo
Viatico. Meia
hora
depois
o
mesmo
Pon
tífice manifestava
aos
que
o
assistiam
que
chegara
o
momento d
’abandonal-os
e
mandava
que
lhe
dessem
a
Exlrema-Unc-
ção.
Foi
n
’
este
momento
fatal
que
um
grito
de
profundíssima
dôr
revoou
em todo
o
Vaticano,
e
o
silencio
romneu
se
por
que
não
era
possível
conter
o desafogo:
e
foi
então
que.
o
cardeal
Vigário
avisado
do
dolorosissimo
caso
mandou
immedialamente
expôr
o
Santíssimo Sacramento
em
todas
as
egrejas
de
Roma.
a
’
s
10
horas
o
pulso
era
apenas
sen
sível e progressivamente se
augmentavam
os
signaes
de morte
inevitável
e
pró
xima.
As
salas do
Valicano
estavam
cheias
de
gente, e
nos
aposentos
do
Pontífice acha
vam-se todos
os
cardeaes,
aristocracia
ro
mana,
corpo
diplomático
e
todos
os
mem
bros
da
cone
pontifícia.
Dominava
um
silencio
profundo
apenas
interrompido
pelos
soluços.
Ao
meio
dia
já
a
voz
do
Santo
Pon
tífice
se
linha
perdido
e
as
horas
d'ago-
nia
se
aproximavam,
e
foi
então
que-,
entrando
no
quarto todos
os cardeaes,
o
cardeal Bilio
como
Penitenciário
Mór.
assistido
pelo
cardeal
Martinelh
Agosti-
niano
começou
as ultimas preces
d
’ago-
nia.
Antes
d
’
isto
porém
o
Pae
amorosíssimo
quiz.
mostrar
aos
circumstanles-
que
no
seu
coração quasi
extincto
ardia ainda viva
a chamma
dq
am-r,
e
tirando
debaixo
do
travesseiro
o
crucifixo,
o
beijai
ternamente
e
com
elle
abençoou
todos
os
que o
ro
deavam.
Começaram então
as preces
d
’
agonia
no
meio
d’
um
continuo
murmurio
de
sus
piros.
Apenas
terminadas,
o cardeal
Bilio
pediu
ao
Santo
Padre
que
abençoasse
o
Sacro
Collegio
dos
cordeaes
que
alli
es
lava
presente,
e
o
angélico
Pio
levan
tando
a
mão com
grande
difíiculdade,
fez
entender
balbuciando
a
palavra
benedico.
Foi
a ultima palavra
que
sahiu
d
’aquel-
les
lábios
illuininados sempre
pelo
sorri
so
da
paz
e do
amor
!
Foi o
ultimo adeus
que
deixou
a
este
mundo
onde
não
fer
vem senão
maldições,
odio
e
guerra'en
tre
os
bomens!
Uma
palavra
de
bênção,
uma
palavra
de
paz,
uma palavra
d
’amor
eis
o
sello
do
testamento
que
o
grande
Pio
deixa
aos
seus
filhos
ao
separar-se
d
’elles I
Ha
32
annos que
Elle
inaugura
va
o
seu
reino
com
a
palavra
do
perdão
e
da
elemencia,
e
agora
eil
o
no
leito
da
sua
dôr
terminando
o
curáo da
sua
vida
com
uma
palavra de
bênção!
Oh! desça
esta
bênção
sobre
lodo
o
universo,
e seja
o
signal
da
paz
e
da
reconciliação
entre
os
homens, o
preludio do
triunfo
da
Egreja,
o
balsamo
que
suavise
a infinita
dôr
em
que
nos
deixa
o melhor dos
paes,
0
nosso
amoroso
Pastor,
o
nosso angélico
Pio
!
O
Santo Padre
tinha conservado
uma
perfeita
lucidez
de
mente
e
a
serenidade
dos
justos
pairava
sobre
aquelle
vulto,
onde
o
valor
da mórte
não
era
capaz
de
vencer
aquelia
doçura
angélica,
aquelle
ar
de
rara‘
sympalhia
que
lhe
dava
um
poder
magnético
sobre todos
e
até
sobre os
seus
mesmos
inimigos.
Nenhum
signal
mani
festava
que
o horror'da morte
se
tivesse
avisuihado
áquelle leito:
era
o
transito
feliz
do
santo
que
passa
o
limitar da
eter
nidade
arrebatado
em
um
estasi
ce
leste.
A
tarde
vae
cahindo
e
os
últimos raios
do
sol
desapparecem
no
horisonte
e
com
elles
um
outro
sol
esplendidissimo
está
para
deixar
a
terra
nas
trevas
d
’
immensa
tristeza.
A
praça
do Valicano
estava
corberta
de povo
e
irevas
d
’
immensa
tristeza;
como
a
tarde
ia
escurecendo,
iam
escurecendo
Umbem
os
corações
de
milhares
e
milha
res
de-
filhos
que
buscavam
um triste con
forto
á
própria
agonia
fixando
os
olhos
n
’aquella
janella dentro
da
qual
sabiam
que
estava
expirando o
grande
Pae.
Era
uma
instincliva
demonstração
de
vivíssimo
amor,
era
um
espectaculo
que
não
é
possível
de-crever.
Entretanto
a hora
faial
avisinha-se.
Eram
5
e meia
quando
o
cardeal
Bilio
fez
signal
que
vae
começar
a
recitar
o
santo
rosário,
e
todos
ajoelhan
lõs
com
os
olhos
fitos
no
augusto
Poutilice
do
qual
já ape
nas se póde
perceber
o
breve
respiro, co
meçam
com
a
voz baixa
a
recitação
dos
mysterios
dolorosos.
Diz
a-se
a
primeira
Ave-Maria
do
quarto
mysterio quando
o
relogio
de S. Pedro
bate a
hora
da
sau
dação
angélica,
e
de
«epente
um
grilo
ge
ral
parle
de todos
os
lados
do
ieilo
e
echoa
em
todo
as
salas.
Eram
a
e
tres quartos,
os
sinos
da
cidade
davam
as
Ave-Marias.
e
11
’aquelle
momento
a
alma
caud
da
do grande
e
an
gélico
Pio
voava
ao
Pgraizo.
A
Virgem
Immacuiada
convidava n
’
a-
quella
hora
o
Pontífice
que
a cingira
da
mais
fulgente
aureola,
a
receber
a
corôa
dos
bemaventurados
!
Póde
facilmente
ima
ginar-se o que se
passou
ifaquellas
salas
cheias
da
presença
do
grande
Pontilice,
d
’
aquellas
salas
testimunhas
das
suas
dô-
res
e
das
suas
orações, das
suas
'amar
guras
e
dos
seus
triunfos!
E
ifesle
ponto
a.penna
cahe-me
da
mão e
os
olhos inundados
de pranto
não
me
deixam
vêr
o papel
em
que
escrevo
estas
palavras
desalinhadas.
’O coração
par
te-se
de dôr
cada
vez
que
á
imaginação
se
apresenta
aquelia
veneranda
e
mages-
tosa
figura do
maior
vulto
d’
esle
século.
Oh
!
quanto perdeu
Boma,
quanto
perdeu
o
mundo
com
a
morte
do
nosso amoro
síssimo
Pio!
A
Egreja
terá
sempre
o
seu
chefe,
á
barca
mystica
não
faltará
o
pi
loto,
o
Vigário
de
Christo
lerá
o
seu
soc-
cessor,
mas
Pio
IX,
o
nosso grande
Pon
tífice
não voltará,
e
a
alegria
verdadeira
e completa
não
voltará
também
ao
nosso
coração,
aenão quando
na
celesta Sião
iremos
de novo
unir-nos
áquelle
Pae
es-
tre
doso
que
tanto
nos amou
e
que
foi
por
nós
tanto
amado!
Não,
não
ha
conforto,
não ha
conso
lação
possível
para
nós
n
’
estes
momentos
de
suprema,
de
incomparável
desventura!
—
(«Palavra»),
A. Braz.
CORRESPO.1ÍDESCIA
ExplicaçAo uo
publico
(ConclusãoJ
Por
occasião
do
fallecimento
de
seu
estremecido
e
mallogrado
irmão,
que
eu
conheci desde
creança
e
que,
pouco
de
pois,
comecei
a
admirar
como
poeta
ver-
dadgiratnente
inspirado
e
como esplendido
talento,
mas
que
entendo
em
minha
con
sciência
e
segundo
minhas
convicções
ha
ver
feito
ás
vezes
bem mau
uso
das
fa
culdades
com que
Deus
o
brindou,
a
«Palavra»
não
disse,
que
me lembre,
coisa
alguma
susceptivel
de
poder
inter
pretar-se
como
falta de respeito
aos
mor
tos
O
que
se
entende
e deve
entender
por
respeito
aos
mortos não
é
inconciliável
com
a
critica
sisuda
e
desapaixonada
dos
actos
que
praticaram
em
vida
Sempre
respeitando
os
mortos
como
taes,
se
algum d
’elles
deu
em
vida
mais
ou
menos que
fallar
de
si,
não
será
li
cito,
não
será
muitas
vezes
conveniente
e
até
necessário
propor á
imitação
as
virtudes ou
boas
acções
que praticou,
e,
se
houve actos
que
não
são
virtudes,
fallar
mesmo d
’
esses
actos
por
fórma
a
que
não. tenham
imitadores
!
Como
po
deria
escrever-se
a
historia
se
houvésse
mos
de
levar
o
respeito
aos
mortos
ao
extremo
de
nos
impormos absoluto
si
lencio
sobre
o
que elles foram
e fizeram
em
vida
?
Lá
que,
quer
julguemos
o
mal,
quer
avaliemos
o
bem,
não
deve,
fallando-se
d
’
um morto, e
principalmente
quan
lo
acaba
de
fechar-se-lhe o
tumulo,
influir
em
nosso
espirito
nem
a
ideia mesquinha
da vingança,
nem
a opposta,
embora
menos
reprehensivel,
da
lisonja:
que
a
caridade, a
justiça, o
proprio
bom
senso
nos
prescrevam
em
taes
ou taes
casos
que
isto ou
aquillo
não
seja
objecto
de
nossas
apreciações;
n
’
isso
convenho.
Mas
que
disseram
ou
escreveram
do
seu
irmão
os
redactores da
«Palavra»
para
merecerem o
epitheto
de
harpias?
O
snr.
dr.
Alexandre
Braga
dizia-me
que
me
não
tivesse
metlido
com
essa
gente,
se
queria
ser
respeitado.
Fallou-me
lá,
berrando
muito
alto
a
meus
ouvidos,
na
phtlosophia
ou
nas
con
quistas
da
philosophia
que
nós,
segundo
elle
dizia,
combatíamos,
mas
que eram
immorredouras..
immorredouras!
repelia
e
bradava
s.
exc.a
Quinto
a indicar-me
as
pessoas
com
quem
eu
me
não
devo
melter,
o snr.
Alexandre
Braga nem
ao
menos
se
mos
trará
modesto,
reconhecendo-se
de
todo
e
por
lodos
os
titulos
incompetente
para
me
dar
conselhos
n
’esse
ponto.
Isto
não
quer
dizer
que
n
’
outres
assumptos
eu
não
tivesse
em
s.
exc.
a
um
conselheiro
seguro
e
habilíssimo.
Quanto
a
atacarmos
a
philosophia,
e
a
luclarmos
debalde
contra
ella
por
ser
imtnorredoura,
muito
teria
eu
que
res
ponder.
Também
conheço
um
pouco
essa
phi-
losophiâ.
Lá os fóros
de
immorlafidade
não
lh
’
os concedo tão
facilmente.
Por
ora
ainda
lh
’
os
contesto:
mas
tanto n
’esse
particular,
como
nos
outros
nenhuma
du
vida
tenho
em
travar
com
s.
exc.
a
uma
discussão
cordata
e
leal
aqui
na
imprensa.
No
tribuiul
não
lhe
podia
responder,
ainda
que
quizesse, porque
m’
o
não
con
sentiam.
Razões
que
não-são
para
aqui
demo
rarão
a publicação
do
que
deixo
exposto.
Vou teraninar
com
as
seguintes
decla
rações:
Ia
No
que fica
escripto
não
lenho
a
intenção
de
ofíender
pessoa
alguma.
Não
escrevi
para
ofíender,
escrevi
para me
defender. Aquelles
mesmos
a quem
possa
ser
desagradavel
alguma
coisa
do
que
exponho
consultem
sua
consciência:
diga-
Ihes
ella
quem
foi
o
primeiro
oHendido,
e
se
me
assiste
ou
não
o
direito
de
defeza.
Não conservo resenlimenlo
ném
contra
o
snr. Mengo,
nem
contra
pessoa
alguma
que
me
hostilisasse
n’
esta
pen
dência.
2.
a
Havendo
sabido
que algumas
pes
soas
deixaram
de
ser
freguezes
do
snr.
Mengo
depois que
elle
me
insultou,
peço
a
todos
que
por tal
motivo
não
deixem
de
gastar
livros
do antigo
e
acreditado
estabelecimento
a cuja
frente
elle
se
acha,
e
que
é
hoje
propriedade
sua.
Faço
este
pedido
com a
maior
sinceridade,
e
com
lodo o
desejo
de que
seja
etficaz.
3.
a
Agradeço a
todas
as pessoas
que
se
interessaram
por mim
e me
teslimu-
nharam
sua
amisade
por
occasião
de
ser
insultado
pelo snr.
Mengo;
e
não posso
deixar
de consignar aqui
d
’
um
modo
es
pecial
a
minha
gratidão
para
com
o ex.
mo
snr.
dr.
Casimiro
de Castro Neves,
meu
advogado,
que no tribunal defendeu
’bri-
Ihantemeute
a
minha
causa,
e durante
todo
o andamento
do
processo
me
pres
tou
os
mais
relevantes
e
desinteressados
serviços.
7
de
fevereiro
de
1878.
Padre
Manoel
Joaquim
de
Mesquita
Pi-
mentel.
liZBTUO
Exequial
«le
S. S
Pio IX
—
Fize-
ram-se,
no
dia
18,
na
cathedral
do
Por
to,
exequias
pomposissimas
pela
alma
do
Grande
Pio
IX.
Segundo os
jornaes
da
localidade,
foi
esta
funcção
religiosa
a
mais
imponente
que
se
tem
presenceado
n
’
aquella
cathedral.
U
vasto
templo,
que
estava
litieral-
mente
repleto
de
fieis
de todas
as
clas
ses, achava-se
todo
forrado
de luto.
Na
capella-mór
levantava-se
uma
eça mages-
tosa.
Finda
a missa, houve
as
absolvições
do
Ritual
feitas
pela
dignidade
do
corpo
capitular,
sendo
a
ultima
a
do ex.
mo
pre
lado
d
’
aquella
diocese.
Assistiram
a
este
acto
as
auctorida-
des
civis
e
militares,
seminário, collegios
e
íunccionarios
públicos.
—
Em
Coimbra
fizeram-se
também
na
cathedral
sumptuosas
exequias
suflragando
a alma
de
S.
Santidade.
Além
das
auctoridades
ecclesiasticas
e
civis,
empregados
de
repartições,
etc.
as
sistiu
o corpo
cathedratico
que
muito
ap-
paratosa
tornou
aquelia
fúnebre
solemni
dade.
—
Nesta cidade,
como
já
annunciamos,
a
Associação
Calholica
tomou
a
iniciativa
de
celebrar
aqui
também
exequias,
pira
o
que
abriu
logo
subscripção
entre
os
seus
directores.
Mais tarde,
outros
cavalheiros
e
com
especialidade
aquelles
que
faziam
parle
da
commissão
denominada
dos
festejos
que
em
Braga
costumavam
fazer-se
nos
anniversarios
de
Pio
IX,
lembraram-se
que
•seria melhor
que
todos
reunissem
os
seus
trabalhos
para
que
nesta
cidade
se
li-
zessem
umas
exequias
em
tudo
dignas
do
fallecido
Poutilice.
Segundo
nos
con
sta,
ha
hoje
tuna
reunião
dos
diversos
influentes
para
traclar
d’
este
assumpto.
Como
nos
primeiros
dias
de
março, se
não
podem
fazer,
não
só
pela
ausência
do
snr.
Arcebispo,
como
por
ter
de
na
Sé
sb
celebrar
o
Lausperenne,
nos
dias
6, 7
e
8;
só
mais
tarde
é
que se
poderão
começar
—os
tra
balhos
para
as
eííecluar.
iVIente
Fia
<te
S.
José.
—
Realisou-
se
no
domingo
a
reunião
da
Assembleia
geral
deste
monte
pio,
a
qual,
como
dis
semos,
foi
convocada para
proceder
a
nova
e
definitiva
eleição
da
Direcção
e
mais
cargos
d
’
aquefla
associação
utilíssima.
Precedeu
este
acto
uma
obra
de
caridade
que não
deve
ficar
esquecida.
Havendo
um
socio
perdido
o
goso
dos
seus
direitos em
rasão
do
atraso
no
pa
gamento
das mensalidades,
—
como
é
de
terminado
pelos
Estatutos
—
;
o
digníssi
mo
Presidente,
o snr.
Alvim, fez ver
á
assembleia
que
esse
atrazo
fôra
proveniente
d
uma
gravíssima
enfermidade
de
que
o
alludido
socio
está
affectado;
e
por
essa
rasão
lembrava
á
generosidade
da
assem
bleia
o
infeliz
artista,
e
propoz
que
se
fizesse
entre
os
presentes
uma
Subscripção
para
se
lhe
preencherem
as
quotas
não
pagas,
reintegrando-o
assim
no
uso
dos
seus
direitos
para poder
continuar
a
re
ceber
os soccorros
dados
pelo monte
pio.
,
Este
louvabilíssimo
alvitre
foi
unani-
memente
approvado
Procedendo-se
á
sub
scripção,
deu
esta
em
resultado
não
só
a somma
necessária
para
o
pagamento
integral
das
mensalidades
atrazadas,
mas
ainda
uma
boa
quantia
que
fui
mandada
entregar
ao
desditoso
artista.
Acções
d
’esta
natureza
dispensam
en
cómios.
Da
eleição
resultou
o
seguinte:
Meza
da
Assembleia
geral.
Presidente.-—Antonio
Domingos
Alvim,
com 11)8
votos.
Vice-presidente.—Antonio
José
da
Silva
.Mello,
com
166
votos.
1.
°
Secretario.—
José
Antonio
Peixoto
Braga,
com
167
votos.
2.
°
Secretario.
—
Antonio
Luiz
Rodrigues,
com
165
votos
Direcção.
Joaquim
José
de Paiva,
com
166
vo
tos.
Manoel
José de
Sousa,
com
165
vo
tos.
Antonio
Joaquim
Ferreira
da
Costa,
cotn
167
votos.
Joaquim
Bernardino
da
Cunha,
com
165
votos.
Francisco
Alves
Pinheiro,
com
165 vo
tos.
Supplentes.
Jeronymo
José
Antunes,
com
166
vo
tos.
Manuel
Ribeiro
de
Carvalho
Júnior,
com
166
votos.
José
Antonio
Alves,
com
166
votos.
Antonio
José
Fernandes,
com
166
vo
tos.
Gomes
Antonio
Fernandes
dos
Santos,
com
166
votos.
Fiscaes.
Antonio
José
Gonçalves,
com
166
vo
tos.
Miguel
da
Silva
Pereira
de Vasconceilos,
com
165
votos.
Rodrigo
d
’
01iveira
e
Sousa,
com
167
votos.
Thesoureiro.
José
Bento
de
Barros,
com
165
vo
tos.
Declaraçío.—
Por
falta
d
’
espaço
não
foi
possível
publicarmos
em
o
n.° pas-
pado
a
conclpsão
da
correspondência
do
snr.
padre
iMesquila
Pimentel, sobre a
pendencia
entre este
snr.,
e
o
snr.
Men
go,
livreiro
do Porto.
Errata».
—
Na
columna
1.
’
da
pagina
2.
a
do
n.° antecedente,
iin.
10.*,
—
onde
se
diz
Crux
de
Crucem,
deve ler-se
Crusa
de
Cruce;
e
na lin.
19.* Lux
de
coelum,
deve
ler-se
Lumen
in
coelo.
Na
columna
2.
“,
lin. 81.
’,
lê:
uma
outra
n
’uma
do
lado
da
Epistola,
deve
ler-se
—
uma outra
capella
que
está
do
lado
da
Epistola.
Na
lin. 93.*
da mes
ma
columna
onde
está:
fica
fronteira
á
mais
rica,
deve
ler-se:
—
fica
fronteira
uma
outra
que
é
a
mais
rica.
Cnriosa estattatiea.—
0
«Figaro»
calculou
o
numero
das
pessoas que
p
>-
dem
assistir
ás
exequias
de
Pio
IX.
nas
principaes
egrejas
da
Europa
em
180:000,
distribuídas
da
seguinte
maneira:
Na
de
S.
Pedro,
de
Roma, 54:000,
na
cathedral
de
Milão.
37:000,
na
de
S.
Pau
lo
de
Roma,
25:000,
na
de
Santa
Sophia,
de
Constantinopla,
23:OQO,
na
de
Nossa
Senhora,
de Pariz, 21:000,
na
cathedral
de
Piza, 13:000,
e
finalmente
na
de
S.
Mar
cos,
de
Veneza,
7:000.
Novo
nos
tamiahos «le
fers-a
«5o
Sâiatíio
e Doura. —
Desde
o
proximo
domingo
em
diante
começará
a
vigorar
um
novo
horário
nos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro.
Esta
alte
ração
é
devida
á
abertura
do
lanço do
caminho
de
ferro
do
Mmho,
-no espaço
comprehendido
entre Barcellos
e
Darque,
junto
a
Viauna
do
Castello,
e
cuja inau
guração,
como
é
sabido,
se
verificará
no
domingo, assistindo o
snr.
ministro
das
obras
publicas,
Lourenço
de
Carvalho.
O
referido
horário
ficará
estabelecido
como
se
segue:
Via
fcrrea
do
Minho
-Comboyo
n.* 1
—
Parúda do
Porto
ás
6 horas
e
45
mi
nutos
da
manhã;
chegada
a
Darque
ás
11
horas
e
48
minutos.
Comboyo
n.°
3
—
Partida do
Porto
ás
6
horas
e
15 m.
da
tarde;
chega
la
a
Darque
ás
9
h.
e
18
m.
da
noule.
Comboyo
n.*
5
h.
e
30“
m.
da
ás
P
’
e
20
m.
Comboyo; n.°
5
h
da
manhã;
h.
e
5
na.
Comboyo
n.°
onde
se
Segundo
ordens
que
receberam
do
seu
quartel-general,
os
russos
não
occuparam
Galippoli. Ás
tropas russas
não
transpo-
zeram
as
linhas
de
fortificações
de
Cons
tantinopla.
A
esquadra
ingleza
sahiu da ilha
dos
Príncipes para
se
aflastar
de
Constantino
pla.
Vai
pira
a
bahia
de
Mondama.
Conclue
se
que
os
rassos
desistiram
de
avançar
sobre
Conlantinopla.
Savfet
Pachá
recebeu
ordem
de
aclivar as negociações
para
a
paz.
Londres
18
—
Os
jornaes
inglezes
con
sideram
a
situação
momentaneamente
des-
afirontada.
A
Rússia
teria
acceitado
o con
gresso
em
consequência
da
intervenção
de
Bismark,
afim
de
obviar
á
mobilisação
do
exercito
austríaco.
Crê-se
que
Bismark
fará
terça-feira
no
Reichstah
umi
declaração
em
confor
midade
com
esta
situação.
A
Rtissia
e
a
Inglaterra
guardarão
durante
o
congresso
as
respectivas
posições
acluaes.
Segundo
o
«Daily
News»
as negociações
para
a
-paz
terminarão
quarta-feira
em
Andrinopla; en
tão
os
russos
evacuariam
immediatamen
te
a
Roumelia.
Constantinopla
17—
A
esquadra
ingleza
ancorou
em
Gemlik,
na
margem
asiatica
do
mar
de
Marmara.
Confirma-se
que
os
russos
não
trans-
pozeram
a
zona
neutra
nem
se
aproxima
ram
de
Galippoli.
Londres
18
—
Northcote
mapa
dos deputados que
gleza
fôra
para
Mondania
ser
melhor ancoradouro.
Oerby
disse
na
gravíssima
enfermidade,
veem
por
este
meio
agradecer,
protestando
a
todos
um
eterno
reconhecimento.
Braga
18
de Fevereiro
de
1878.
(769)
Os
Viscondes
de
Pindella
e sua
Irmã
D.
Anna
Elvira
de
Freitas
Rangel
e
Qua
dros
em extremo penhorados
pelas
pro
vas
de
estima
e
consideração
que
recebe
ram
de todas
as
pessoas das
suas
rela
ções
e
amisade pela
occasião
da morte
de seu
Tio
o
snr
Diogo
de
Freitas
Mello
e
Castro
bem
como
da
idêntica
occasião
do
fallecimento
da
sua
Tia
e Prima,
a
snr.*
Condessa
de
Basto,
publicamente
lhes
manifestam
o
seu
agradecimento.
D.
Maria
d
’Amorim
Soares
d’
Azevedo,
D.
Maria
da
Gloria
Fernandes
Dias
d
’
A-
morim,
Antonio
Cândido
da
Silva
Amorim
e
Francisco
Jo é
da
Silva
Amorim, agra-
dacem
a
todos
os
ill.mos e
exc.
mos snrs.
que
os
cumprimentaram
por
occasião
do
fallecimento
de
seu
presado
marido,
sogro
e
pae Bento
José
da
Silva,
assim
como
aos ill.mo
’ snrs. que assistiram
aos
oílicios
fúnebres.
(767)
Contra-annuncio
A
arrematação
da
construcção
da
fron-
teria
da egreja
de
Maximinos,
anntinciada
para
o dia 24-
do corrente,
fica, por
motivos
supervenientes,
transferida
para
o
dia
17
de
março,
ás
11
horas
da
ma
nhã,
no
mesmo
local.
Braga
21
de
fevereiro
de
1878.
O
presidente
da junta
(775)
Manoel José
d
’
Oliveira
Guimarães.
0 MEffiE POPULAR
O
francaz
sem
mestre
Descoberta inapreciável para toda
a
pessoa
que
quizer
aprender
só,
com
pou
ca
despeza
e
no
mais
curto
espaço
de
tempo,
a
lingua
franceza. -
•
■
■
inglez
por
Traduzido
do
31
—
Partida
do
Porto
ás
manhã;
chegada
a
Darque
2
—
Partida
de
Darque
ás
chegada
ao
Porto
ás
9
Darque
á
ao
Porrto
Comboyo
n.°
4
—
Partida de
1
h.
e
45
m.
da
tarde; chegada
ás
4
h. e
40
m.
Comboyo
n.°
32
—
Partida
de
4
h.
da
tarde;
chegada
ao
Porto
m.
noule.
Os
comboyos
n.
os
31 e
32
só
serão
obrigatorios
ás
terças,
quartas
e
quintas-
feiras, transportando apenas
passageiros
de
2.
’ e
3.
a
classes,
Ramal de Braga—
Comboyo
n.°
4—
Par
tida
de
Nine
ás
7
h.
e
45
m.
da
manhã;
chegada a
Braga
ás
8
e
21
m.
Comboyo n.°
7—Partida
de Nine ás
10
h.
e
35
m.
da
manhã;
chegada
a
Braga
ás
11
h.
e
II
m
Comboyo n.°
9—Partida
de
Nine
ás
3
h. e 20 m.
da
tarde;
chegada
a
Braga
ás
h.
e
56
m.
Comboyo
n.°
11
—
Partida
de
Nine
ás
h.
da
noule;
chegada
a
Braga
ás
8
h
26
m
.
Comboyo
n.°
6
—Partida
de
Braga
ás
6
e
40
m
da
manhã,
chegada
a
Nine ás
7
h.
e
14
m.
Comboyo
n.
h.
e
40 m.
da
manhã;
chegada
a
Nine
10
h. e
14
m.
Comboyo
n.°
2
b. e
16
m.
da
h
e
5
l
m.
Comboyo
n.°
h.
e
30
m.
da
h.
e
4
m.
Via
ferrea
do
Douro
—
Comboyo n.° 21
—
Partida do Porto
ás
8 h. e
45
m.
da
manhã;
chegada
a Cahide
ás
10
h
e
50
m.
Comboyo
n.°
13
—
Partida
do
Porto
ás
6
h. e
25
m.
da
tarde;
chegada
a
Cahide
ás
li,
e
19
m.
Comboyo n.°
22
—
Partida de Cahide
ás
h.
da
manhã;
chegada
ao
Porto
as
9
h.
5
m.
Comboyo
n.°
21
—
Partida
de Cahide
ás
h.
e
4
i
m.
da
tarde;
chegada
ao
Porto
ás 4
h.
e
40
m.
«lo
SSríente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á guerfa do
Oriente,
são
os que seguem:
Londres
17
—
0 «Times»
diz que
é
ne
cessário certo
optimismo
para
acreditar
que
um
congresso
acceilo
pela Rússia pos
sa
ler desenvolvimento
e
mesmo
princi
pio
facil.
Um
lelegramma
de Vienna,
pu
blicado
peio
mesmo
jornal,
diz
qn
t
as
im
pressões
são
hoje peiores
que
fionlem. A
Rússia
opporia
ao
congresso
europeu
objec-
Ções
demoradoras.
Assegura
se
que
a Rússia preten
I
e
que a
republica
dos
Estados-Unidos
da
America
tome
parte
no
congresso.
A
In
glaterra
náo
se
óppõe. mis
propôz
que
a
Rrecia
seja
também
representada.
Darque
ás
ás
8
h.
50
3
8
e
2
o
6
8
7
e
2
disse
na
a
esquadra
unicamente
ca-
i
ti
po
r
dos
não
não
camara
lords
que
a
questão
da
conferencia
avança
um
passo.
Acrescèntou
que
recebera
nenhuma
nova
informação
ácerca
I
da
marcha
dos
russos
sobre
Gallipoli.
Só
recebeu
um
importante
despacho
que
com-
municará
tão
depressa
seja
possível.
Nos
círculos parlamentares crê-se
que
o
allu-
dido despacho
é
muito
importante.
Londres
19
—
Os jornaes
estão
accordes
em
que
o
despacho
mencionado
por
Derby
está
rçdigido
em
termos
conciliadores
e
é
destinado
a
confirmar
as
esperanças
de
paz.
No
referido despacho
seriam
pedidas
á
Inglaterra
concessões
em
troca
da
não
|
occupação
de
Gallipoli
pelos
russos.
O
«Standarl»
publica
um
despacho
de
Pesth
aminnciíyido
que o governo
está
resolvido,
se
fôr
necessário,
a
defender
pela
força
os
inglezes
no império
austro-hungaro.
Foi
enviada
artilheria
para a
fronteira.
O
ministro
da guerra
propõe
se
con
centrem
na
fronteira
600:000
homens
Constantinopla
17—
Os
russos
evacua
ram
o
reducto
de Gandie
comprehendido
na
zona
neutra
e
receberam ordem
de
não
pasaare
n
a
linha
de
demarcação.
Vienna
18
—
A
«Correspondência
Polí
tica»
diz
que
as
negociações
para
a paz
começaram
em
Adrinopla
sómente
no
dia
16
do
corrente.
Surgiram sérias
difficul-
dades
desde
o comêço
das
negociações
e
porisso
não
se
conclusão.
acredita
na
sua
próxima
8—Partida
de
Braga
ás
9
ás
caridade. —
Pedimos
ás
uma
esmola para
‘o
pobre
10
—
Partida
de
Braga
tarde;
chegada
a
Nine
ás
ás
ás
12
—
Partida
de
Braga
tarde;
chegada
a
Nine
ás
Appelo á
almas
caridosas
Antonio
Joaquim
da
Motta,
oílicial de
sa-
Baleiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo grau
de
pobreza,
não
aodendo,
pelo
seu
mau
-estado de
saude,
;anhar
meios
para sua
subsistência,
de
sua
mulher
e filhos.
A
’
mesma.—
Recommendamos
á
ca
ridade
publica,
Antonio
de Passos,
mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n.°
57.
ANNOTCIOS
Joaquim
Uotifalve»
Um
numero
por
semana
Curso
completo
ou
52
numeros
3$I2O
reis.
Remettem-se
os
dois
primeiros
n
os
a
quem
enviar
a
sua
importância
em
es
tampilhas,
ao
editor,
rua
das
Flores, 15,
—
Figueira
da Foz.
Pereira,
a 60
rs.
VINHOS
00
000R0
Manoel
de
Sampaio
seu
armazém
do
largo
23
vinhos
finos
do
alto
sua
casa
e
armazém
da
Fonte
Nova,
e
alli
ha vinhos a
retalho
pelos
preços de
50
reis
o
quartilho,
e
sendo
por
canada
a
180;
de
60
reis
o
quartilho
e
sendo
por
cada
220,
e
excellente
vinho
da
no
vidade
de
1876
a
80
reis
o
quartilho,
e
sendo
por
canada
a
300
rs.
Ha
vinhos
velhos
engarrafados
a
150,
200
e
250
reis
por
garrafa,
e
ha vinhos
mais
velhos,
400,
500
e
600
especiaes.
e
cuja
O
mesmo tem
sito
bem
sortido
I
para
vender
por
pipas
na
rua
de
Santo
André,
n.°
I,
on
de
se
póde
escolher
tanto
em gosto
co
mo
em
preços.
Tem
outros
armazéns
íiliaes
d
’
este,
e
onde
se vendem todos
estes
vinhos
a re
talho,
como
59,
largo
de
da
Vinha
n.°
A
’
s pessoas caritotivas.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de Ma
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e filha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo-a
com uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
no
n.‘
tem
á
venda
dos
Penedos,
Douro,
vindos
da
já
antigos
e
secos
a
300,
reis
por
garrafa,
todos
qualidade
se
garante,
um armazém
de
depo-
de
todos
estes
vinhos,
grosso
de
almudes ou
é:
largo
de
SanfAnna
n.°
S.
Thiago
n.°
15,
Campo
21.
O
gerente
Francisco
Alves da
Fonseca
Coulinho
e
Fi
gueiredo.
(773)
ÉDITOS
DE
60
DIAS.
Pelo
juizo
de
direito d’
esta
comarca
de
Braga,
e
carlorio
do
escrivão
do
l.°
olficio,
Freitas,
correm
éditos
de 60
dias,
citando
e
chamando
a
Manoel
José
Lo
pes
da
freguezia
de Freiris,
comarca de
Villa
Verde,
e ora
ausente
no
Império
do
Brazil.
para
na
2.a
audiência
d
’
este
juizo,
depois
de
passados
os ditos
60
dias,
a
contar
da
data
da
publicação
do
se
gundo
annuncio,
que
sobre
este
mesmo
objecto
se
publicar
na
folha oílicial,
vêr
assignar-lhe
dez
dias
para
pagar
ao
exe-
quenle
João
Antonio
de
Oliveira
da
fre
guezia
de
Freiris
da
dita
comarca
de
Villa
Verde,
a
quantia
de
87$250
reis
de
ca
pital,
juros
e
custas,
liquidado»
nos
autos
de
execução
que
este
promove
áquelle
ou
no mesmo
prazo
nomear
bens
á
penhora
sob
pena
de
se
divolver
o
direito de
no
meação ao exequente,
e
vêr
correr todos
os
termos
da
mesma
execução,
com
a
pena
de
revelia
e
lançamento.
Declarando
que
as
audiências
n’
este
mesmo
juizo,
se
cos
tumam
fazer
todas
as segundas
e
quintas-
feiras
de
cada semana,
não sendo
dia
friado
ou
sanctificado,
porque
sendo-o
será
nos
immediatos que
o
não
sejam.
Braga
12
de
fevereiro
de
1878.
O
Escrivão
José Firmi.no
da
Cosia
Freitas.
Verefiquei.
João
Carlos
Pereira
Lobato
d'Azevedo.
(765)
NOVO
HORÁRIO
Antonio
Garcia,
de
Villa
Vetde, parti
cipa
ao
publico
que
o
seu
carro
que
sae
de
Braga
para Villa
Verde
ás 2
horas
da
tarde,
principia
a
sair
no
dia
22
do
cor
rente
ás
3
da
tarde,
e
de
Villa
para
Braga 6 horas
da
manhã.
Braga
20
de fevereiro
de
1878.
(774)
Antonio
Garcia.
Prevenção
Verde
DECLARAÇÃO.
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira,
de
clara,
para
todos
os
efleilos,
que
por
escriptura
publica
feita
em
24
de
janeiro,
na
nota
do
labellião Bastos,
d
’
esla
cidade,
foi
dissolvidada
a
sociedade,
que
havia
formado
entre
si,
e
os
snrs.
Joaquim
Au
gusto
de
Carvalho
e
João
Augusto
d’
Oli-
veira
Braga,
sob
a firma
de
Carvalhos
&
C.
a
da
qual
era primeiro socio
capita
lista,
recebendo,
e
cada
dos
referidos
snrs.,
o
que
lhe pertencia
nos
haveres
da
refe
rida
sociedade.
E
declara
mais,
que
continúa
com
o
mesmo
ramo
de
negocio,
garantias
como
até
hoje,
sob
a
sua
unica
responsabelidade
e
firma
de seu nome,
na
sua
casa
da
rua
do
Souto
n.°
9.
e
com
as
mesmas
Lourenço
da
Cunha
Velho Sotto-Maior
na
qualidade
de
tutor
de
seu
filho
menor,
declara
que tenciona
usar
dos
direitos
de
enfilhenta
que tem sobre a
propriedade
i
na
fregue-
,
proximo
ao
Campo
da
Feira.
Declara
que protesta
contra
qualquer
contracto
simulado'
que
haja,
ou
porventura
possa
haver,
a
peito
da
sobredita
propriedade:
e
para
se
não
possa
allegar
ignorancia faz
annuncio
para
os
fins convenientes.
Braga
18
de fevereiro de
1878.
Lourenço
da
Cunha
Velho
Solto-Maior.
(776)
'
almas
cas^idosas. —
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
...... .......
n.°
18,
(solão).
Tendo 80
annos
d
’
edade,
denominada
O
«Armão»
sita
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
Lj
a
jo
ão
do
Souto,
rabalho,
lucta coma
miséria
extrema.
p
Braga
9
de
feveriro
de
1878.
(758)
Companhia
Edificadora e Indus
trial
Bracarcnse
âffiASECISEaiOS
res-
que
este
Manoel
José
de
Araújo
e
sua.
familia,
summamente
penhorados
para
com
lodos
os
snrs.
e
snr.
as
que
os
visitaram
e
se
enleressaram pela
sua
saude,
durante
a
sua
Os
debito
acções,
são
convidados
pela ultima vez,
a
realisal-as
até
o fim
do
corrente
mez,
certos
de que,
os
que
assim
o
não
fize
rem,
ficam
ditinitavamente incursos
no
art.
17
dos
Estatutos.
snrs. Accioniílas que estão em
das
16.
a
e
17,
a
entradas
de
suas
Braga
15
de
fevereiro
de
1878.
(766)
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Em
virtude
do
despacho
proferido
pe
lo
Tribunal do
Commercio
d
’e»ta
cidade,
no
processo
da
prorogação
de
moratoria
requerida
pelo
Banco
Commercial
de
Bra
ga,
sáo
convidados
os
snrs.
accionistas
do
mesmo
Banco,
por
deliberação
do
Conse
lho
Fiscal,
a
fim
de
no
dia
4
de
Março
proximo
pelas
11 e
meia
horas
da
manhã,
reunidos
em
Assemblea
geral
extraordi
nária.
elegerem os
membros
accionistas
da
commissão mixta,
que
tem
de
proceder
á
liquidação
do
mesmo
Banco.
Fica
por
este
modo
sem
effeito
o
annuncio
anterior
para
as eleições dos dif-
ferentes
cargos
que se
achavam
vagos.
Braga
16
de
fevereiro
de
1878.
No
impedimento
do
presidente
O
vice-presidenle
Antonio
Brandão
Pereira.
ESTEIRAS
PARA
FORRAR
SALAS.
Manoel
Dias
da Silva,
premiado
na
exposição
de
Braga
em
1863,
na
Inter
nacional
Portuense
em
1875,
na
de
Vien-
na
de
Áustria
em
1873
e
na
de Phila-
delphia,
em
1876,
laz
publico
que
tomou
conta
do
estabelecimento
de
es'eiras
da
rua
do
Souto n.°
40
e
40
A,
d
’esta ci
dade, aonde
o
fabrico
das
esteiras
prin
cipia
a
ser
no
sistema
de
Lisboa e
Porto.
Também
lava e
compõe,
sendo
presizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de capachos
de esparlo,
(761)
A
BELLEZA
DAS
SENHORAS
Pomada
sympalhica,
para
destruir,
de
momento,
o
pello
da
cara
e
mesmo
cabel-
lo
em
quantidade,
sem
causar
o
menor
dam
no
á
pelle.
Xarope
peitoral
de
Rei
Empregado
com
os melhores
resulta
dos
nas
moléstias pulmonares,
tosses
an
tigas
e
modernas,
bronchites
agudas
q
chronicas,
broncorrhea,
calharro
pulmonar
seja
qual
fôr o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
resia. tisica,
calharro
suflocanle, angina
nervosa,
tosse
asthmatica,
escarros
de
san
gue,
etc.
etc.
Os
efieitos
d
’este
verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos
e
é
considerado • na
opinião
publica o
melhor
medicamento
pa
ra
taes
padecimentos.
A’
venda
em Braga,
nas
pharmacias Pipa
&
Irmão, Oiphãos
e
Alvim.
Em Guimarães
na
pharmacia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal
na
phar
macia
Lisbonense,
Largo
do
Corpo
Santo
—
LISBOA.
(762)
JOSÊ ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
S,
Bna Kova,
5
BRAGA
Com
estabelecimento
de
pregagem
de
todas as
qualidades,
mercearia,
papel
e chá
—
cartonagem
para
dezenho,
floragem
e
aprestes
para
ílôres —
stearina,
pós
finos
para
gomma, etc.,
etc.
N
’este
antigo
e
acreditado estabeleci
mento se
encontra
um
completo.sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para
escriptorio.
Também
se
encontra
um
sortido
de chá
hyson
desde
800
a
l$400
rs.
459
gram.,
e
muitos ou
tros
artigos
proprios
de seu
negocio
que
tudo vende
por
preços
commodos.
(725)
CIRURGIÃO
DBITIS.Ti
DA
Escola
Americana
Consnllono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de noite
Bua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco) n.°
22.
(687)
DINHEIRO
A
JURO.
A
Iimandade
de
Santa
Maria
Magda-
lena,
da
Falperra, tem
para
dar
a
juro
1:350^000
reis.
Braga 2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
braga
.
Faz
tudo
quanto
diz respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis, pobres
e
soldados.
(688,
No
Deposito
«le
Vinhos do
Oou-
r®
—
rua
de S.
Marcos
n.®
15
—
ha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
teem,
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
Sem augmento «Se
pri to i
—
F.
n.®
1
;
F.
n.®
2
; F.
n.® 3;
F.
n.°
5.
=
V
n.®
I
;
V.
n.°
2
;
V.
n.«
3
;
V.
n.°
4
«=Baslardo
de
1863
=
Vinho
branco n.®
1;
=-=
Vinho
branco n.®
2.
Vinho
branco
de
1863.
=
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.°
2
; Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.°
2
=
Malvasia secca.
=
Geropiga loira
;
Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840
=
Alvaralhão
de
1840
—
Roncão
de
1820
=
Lacrima-chrisli.
Vinho* de diflerentes proeeden-
cír
8 t
Collares
;
Madeira,
de diversos
pre
ços
e
muito
baratos;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho
de
Valdepena
;
Bordéus
;
Champagne.»
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda
a
qualidade
de fructa,
tanto
em
sècco
como
em calda
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa
;
farinha
de
diversos
legumes
;
conservas
;
mostarda
;
peixe
d’
escab*eche
; sardinhas
de
Nantes;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e
preto
;
bolacha
ingleza
de
diversas
qualidades
; biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
; quei
jo
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
MESMO ESTABELECI
MENTO
Ha
um excellenle
restaurante,
e
se
apromplam
consoadas
de
qualquer
comi
da,
tanto
era
carne, como
em
doce. —
Tem
sempre
fiambre,
e
aos
domingos
fazem-se
alli
pastelinhos
de massa
á franceza,
tanto
de carne
como
de diversos
doces
=Mor-
cellasde
lombo
de
porco
e
de
doce:
aprom-
lando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE
S.
MARCOS —
15
(643)
.
’
V ~V;
£ Lí
•
;
.-Y.\
thUA
DES.
MARCOS,
N.5.^
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em
80
reis
a
peça.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no para
vedar
aguas,
ges
so
para estuques
de
ca
sas,
tudo
de primeira
qua
lidade.
-d
1
CIRURGIÃO
DESTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA
MEDICO-CIRURG1-
CA
DO PORTO
Linhnfrtito
EOYfOt-MICIIEL
pará
caval-
lo>.
:■•/.;
nd.-i
as vezes
<!e
fojio
e
nào deixando
ve
<!o
sou
emprego
M
ic
.
hel
.
pharroa-
ceuieo
cm
Aix
(.na
Provença)
França.
—
Preço
reis.—
Ein
Lisboa
o snr B.irreto,’ Loreto,
n 0 28—30.(25)
JOSE’ DA SILVA FUlXDAO
Coais loja
<ie fato feito
13
—
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
—
13
f
s. Participa
aos seus
amigos
e fre-
goezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
proviociasque
tem
um
bonito
|
e
variado
sortimento
de
fato fei-
“
to,
casimiras
para
fato muito
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500, 2$000
e
2t$500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e meoles,
bonets de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
800;
anantas
de
seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer
obra
que
lhe
seja
eocommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade do
freguez.
SALLA E LOJA.
Aluga-se
junto
ou
em
separado
na
rua
do
Souto.
O
pretendente
falle
na mesma
rua
e
vestimenteria
Rocha.
(739)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
.
(706)
LARGO
DE
N.
S.
A
BRANCA
N.°
4
E
5,
BRAGA.
Trocam-se
acções
de
diversos
Bancos,
por
promissórias
do
Banco
Commercial
de
Braga.
(764)
CAIXi
PAKA AZEITE
No largo
de S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bou
estado
que leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
'
Quem
quizer
arrendar
a casa
n.°
7
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle coni
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Ca®,
po,
d’
esta
cidade,
que
está
auctorisadj'
pata
este
fim.
(713)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
deveções
mdul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente á
ultima Raccolta.
Com
approvaçôto
de
S. Exc.
&
Rev.mí
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n?
3 E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porte
na Livraria
Catholica,
Praça
de
D. Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel
Malheiro,
rui
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160
reis
»
encadernado
....
240
»
RAPHAEL
ou o
ÍTIenino
devoto e instruído
Collecção
de
orações
e
meditações,
com
ta
dialogo
entre
um
sacerdote
e
áquelle
me-
nino; extraclos
das
obras
de vários
auclo-
res
sábios
e
piedosos,
COORDENADOS
PELO
PADRE
J.
J.
C.
DE
SEQUEIRA
Acha-se
á
venda
unicamente
no
escri
ptorio
da
«Palavra»,
Cima
de
Villa
n.°
25:
Preço,
120
reis—
pelo correio,
140.-
Encardernado,
220—
pelo
correio,
240
rs,
E
’
pago
adiantado.
DISCURSO
«5o
<SepulaiSo
ft-unerz esctíiolis-o
O
CONDE
ALBERTO
DE
MUN
Pronunciado no
encerr»lísenao da
assembleia
geral
sins
nsenbrai
da obra doa
ei?eul«»s eatbolieoi
de
operai-ios
TRADUZIDO
PELO
PADRE
SEMAA FKEIT«S
Dedicado
ás
Associações
Calholicasdo
*
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’esta
redacção
por
60
rs.
PADRE
SENNA
FREITAS
Tíí
i?
h • UM
Preço
.
SíítS reis
A
’
venda
na Livraria
Catholica
P<
rtuen-
se,
praça
de
D.
Pedro, 131.
LIVRARIA
BORDALO
Travessia
da
Viciaria u.° 49,
I.’,
andar, Eisbaa
N
’este
estabelecimento
ha
um
variai
sortimento
de differentes
obras,
Romanj
ces,
Historias,
Comedias,
Dramas,
Scertf
Cómicas
e
Almanachs
para 1878,
e
faz-s
abatimento
para
negocio, e
remetlem-s
os
catálogos
grátis,
e
qualquer
das
obrai
abaixo
mencionadas
são
remetlidas
fraiici*
de
porte
aquera
enviar
0
seu
importe
4
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado
de
fa{
zer
flores
artificiaes
ornado
de
estampil
500,
MANUAL
DO
COSINHE1RO,
moi
de preparar
as
melhores
iguarias da
cosi'
nha
portugueza
e
franceza, arte
de q
peiro
e
pasteleiro
240,
MANUAL
Dl
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes
4
vertidas
tanto
de
mãos
como de
cartast
physica
recreativa,
ornado
de
80
estaffi'
pas
500,
MANUAL
DO
CONSERVEIROl
CONFEITEIRO,
modo
de
fazer
bollos
paF
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DANSA, arte de aprender
a
dansar sê»
mestre
120,
MANUAL DAS
SINAS,
e>
plicação
das
sinas
e
sonhos
120.
BRÀGA,
TYPOGEAPHIA LUSITANA—181&
Parte de Comércio do Minho (O)
