comerciominho_20041878_777.xml
- conteúdo
-
BBKiLIWaOSA ro®BTTS£^
«>!«/&.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA
COSTA,
RUA NOVA
N.
õ
E.
G.°
ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
.
. 1&600
.
.
850
40
20
10
Braga,
12
mezes.
.
»
6
»
.
.
Correspondências
partic.
cada
linha
Ânnuneios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, QLIVTAS E SABBADOS.
PREÇO] §DAj
ASSIGNATURA
Províncias,
13
mezes.....................
»
C> »..................
»
sendo
duas
assignaturas
mezes,
moeda
forte.
.
j
Brazil,
12 mi
ij
Folha
avulso
2&000
ISO
3M00
3&600
10
N.° 777
BHASA-SASBÁB9 «0
»E
ABBIL
»K
ÍSÇS
sociedade». Ao
terceiro
dia
tinha
dito
que
havia
resuscitar,
e
as
profecias precisavam
cumprir-se.
Ao
romper d
’
alva
do
terceiro
dia, se
dirigem
Maria
Magdalena,
e
Maria mãe
dè
Thiago,
ao
santo
sepulchro,
afim
de
embalsamarem
o
corpo
sacrosanto
de
Jesus.
Esperançadas
em
que
um
potente
bra
ço
lhes
ajudaria
a
levantar
a
lapida
se-
pulchral,
proseguem
corajosamenle
em
tão
heroica
como
diííicullosa
resolução.
Ed
as
chegadas
ao
santo
sepulchro,
sem
que
encontrem
o
corpo de seu
di
vhio
Mestre.
Soou
a
hora
annunciada pelos
pro
fetas.
O
Filho
da
Virgem
de
Nazareth
havia
resuscilado
!
Mil
precauções
haviam
toma
lo
os
che
fes da
Sinagoga;
põem guardas
ao
pé
do
sepulchro,
mas tudo isto
serve
para
mais
mostrar
sua
fraqueza.
Tão
extraordinário
acontecimento, se
espalha
por
toda
a
Judea.
A
Sinagoga
perturba-se,
recorre
a
mil caviilações
e
sublerfugi
s,
que
não
serviram
senão
para
mais
comprovar
e
tornar mais
pateme
aos olhos
de
todos
o
milagre
da
resur-
reição.
Uma
immensa
confusão
lhes
perturba
o
espirito,
vendo
a
verdade
triunfar
do
èrro,
vencidas
todas
as
precauções,
frus
trados
seus
nefandos
projeclos, porque as
tentativas
do
homem
são
impotentes
con
tra
o infinito
poder
de Deus.
A
esperança
de
salvação
é
já
para
elles
um
grilo de
remorso,
que
os
abys-
ma
n
’
uma
nova
torrente
de
perversidades
e
de
crimes.
«Povo
d’
Abrahão
!
povo
d
’
Abrahão
!
dizia
,um
eminente
escriptor
de
nossos
dias,
teu
nome
é
um
opprobrio,
tua
pa-
tria
o desterro.
«Grande
é
o
castigo
que
Deus
manda
sobre
a
tua
raça;
mas
o
teu
crime
é
gran
de,
pois
derramaste
o
seu
sangue
quan
|
do
Elle
te
havia
escolhido
para
sua
pa-
tria».
«Em
vão
esperas, povo
maldito,
a
vinda do Messias:
no
teu
seio teve
seu
berço,
cuspiste
no
seu
rosto,
derramaste
o
seu
sangue,
e
a
sua
maldição
esmaga
com
o
seu
peso
a
prosperidade
de
teus
filhos.
«Fechaste
os
olhos
aos
seus
milagres,
os
ouvidos
ás
suas
palavras,
e
aquellas
palavras
e
aqnelles mbagres foriin
a lua
eterna
condemnaçào.
K
E S U SC 8S
E
S Ç
Ã
«>.
Cessou a
tristeza
e
o
luto;
os
gemi
dos
melancólicos
e
lúgubres
extinguiram-
sc!
Ao
que
honiem
era
dôr
e
tristeza,
luto e
agonia,
succede
uma
manhã
riso
nha e
céo sem
nuvens,
e
tanto
mais
ale
gre
quanto
e>a
triste
e
inconsolável.
Rompeu-se
o
aereo
véo
das
nuvens,
e
qual mysleriosa
rainha
da
noite,
que
rompe
as
escurecidas
trevas
para
brilhar
com
lodo o
seu esplendor
e
claridade,
assim
a
Egreja
deixa
suas iutuosas
vestes
para
trajar
de
gala, convidando
todos
os
seus
filhos
a
regosijarem-se.
com ella,
porque
o
seu Esposo,
triunfador
da
mor
te,
resuscitou!
Um
novo sol
parete
.
despontar
no
horisonte,
despertando
nesta
quadra
de
altracttvos
e
encantos,
o
aroma
suavíssimo
das
flores
e
o
melodicso trinar das
ave-
sinhas.
O rouxinol,
esse monarcha
das
nos-
nas
florestas,
contemplando
o
vasto
quadro
da natureza,
e, Cvmo
quem levanta
triun
fante
o glorioso
estandarte
da
victoria,
solemnisa
com
seus
harmoniosos
canta
res,
tão
festival e esplendido dia.
O
som
do
bronze,
vibrando
dos
hu
mildes
campanarios
d
’
aldeia,
como
das
elevadas
torres
das cidades
mais opulen
tas,
suggere
a
todo
o
chrtslão
um
facto
sempre
memorando
nos
annaes
do
chrislia-
nismo
e
na
historia da humanidade.
E n
’
um
impelo
dVnlhusiasmo
musical,
o
som
das harmoniosas
notas,
enviado
nas
azas
do
zephyro,
parece
suavisar
o
formosíssimo
ambiente
que
nos
cerca.
Por
todo
o
orbe
calholico
reina
o
maior
enthusiasmo,
por
toda
a
parte
a
mais
expansiva
alegria.
O
homem
medita
no
vasto
panorama
que
a
natureza
olferece hoje
á
sua
con
templação,
e
sua
altna
expande-se
em
do
ces
e
reconhecidas
commoções.
E
’
porque
o
Messias
promeltido
veio
alíim
libertar-nos
do
aflronloso
jugo
da
escravidão,
quebrar
o
laço que
prendia
a
luz
ás
trevas,
e semear
a fecunda
se
mente
da
liberdade
do
homem,
da cari
dade
e
da
mansidão.
«Jesus
íoi
o
Salvador
do
homem,
o
facho divino
que
veio derramar sua
luz
sobre
as
espessas
trevas que envolviam
a
«Jerusalem
!
Jerusalein!
Em
li
não
ha
de
íicar
pedra
sobre
pedra, te
disse:
e
a
sua promessa
cumpriu-se.
«Jerusalein!
Jerusalein
!
a
tua
passada
gloria
é
hoje
um
montão
de ruinas,
sobre
as
quaes
se
agita
ainda
a aterradora
maldição
de
Deus,
repelindo
sem
ces
sar:
chora ! chora
!
chora
!
cidade
ingra
ta
'
.
...........
»
Sobre
o
caminho
tortuoso
da
vida
se
encontram mil
abrolhos
e
precipícios.
Só
o
chrslianisino.
só
essa
religião
divina,
que
v
io
accender
o
astro
fulgente da
fé
e.
sclla
la
com o martyrio
de dezoito
mi
Ihões
de chrislãos, aniquilar
as
trevas
do
paganismo,
pode
adoçar
imssas
penas,
mi
tigar nossas dores
e reanimar
nossa
cora
gem,
para
caminharmos
a
passos
firmes
na
senda
da virtude.
Salve
pois,
mil
vezes
salve! Cruz
bem-
dito,
symbolo
augusto
da redempção,
que
d
’
objecto
de vilipendio e
de ignominia
te
tornaste a
consolação do
opprimido,
e
o
sagrado
emblema,
resgate
da
humani
dade.
O
desejo
insaciável
do
bem
e
da
fe
licidade,
nobre
e
sublime
aspiração
do
nosso
espirito, que
arrebatado
pelo
amor
da
gloria,
prolonga
sua existência
alem
do
tumulo,
só
em
vós,
ó
Divino
Jesus
Christo,
é
satisfeito; só
vós
podeis
pre-
hencher
esse
vacuo
immenso que
jaz em
nossa alma,
vós
que
sois
a
fonte
inexgo-
lavel de todo
o
bem,
e
que
do
alto
d
’essa
cruz,
quando
recebíeis
dos
infames
deici-
das,
insultos,
gargalhadas
satanicas,
que
vos
dilaceravam
a alma,
saiam
de
vossos
lábios dessequidos, sorrisos
de
mízeri-
cordia.
«Pae,
perdoae-lhes
que
não
sabem
o
que
fazem»!
As
vossas
palavras
foram uma fonte
perenne
de consolação;
o
vosso
sangue
a
chave
que
nos
abriu
as
portas do
pa
raizo.
,
.
Bemdito
sejaes,
ó Divino
Jesus
Chris-
lo,
Redemplor
Nosso
que
espargistes
por
toda a
parle
os
perfumes
da
caridade,
-
que
suavi-asles
o
caminho
da
vida
com
flores
de
excelsas
virtudes.
Domine Dominus
nosler,
quarn ad-
mirabile
est -nomen
tuum
in
universa
terra
!
Ervededo,
abril
de
1878.
A.
A.
de
Moraes
Guerra.
C®»irgreBS<0
<!«■ eratUrem e etsrg-i-
ptarea
—
ei» Braga,
O
Segundo
Congresso de
oradores
e
escriptores
catholicos
de
Portugal,
será feito
n
’esta
cidade
e
consoante
o programma
que
já
publicámos,
e
que
abaixo
repro
duzimos.
Deverá
ser
aberto
na
quinta-feira,
25
do
corrente,
por
7
horas
da
tarde,
no
salão
dos
Retratos do Paço
arehiepiscopal,
que
s.
exc.
a
revd.‘
na
o
snr.
arcebispo
obsequiosamenle
franqueou.
E
’
de
presu
mir
que o
venerando
Prelado
se
digne
assistir
á
sessão
da
abertura
Todas
as
sessões
que
depois tiverem logar,
quer
publicas,
quer particulares,
serão
feitas
sob
a
presidência
do
exc.
‘
"° snr.
conde
de
Samodães,
Presidente
do
Congresso
em
Portugal.
No
mesmo
dia
25,
p
r
10
horas
da
manhã
celebrar-se-ha
Missa
ao
Divino
Espirito Santo,
na capeila
do
Paço,—
acto
a
que
são
convidados
a
assistir
os
mem
bros a
tivos
do
Congresso
e
todas
as
pessoas
que
devem ter
entrada
nas
ses
sões.
Desde
o
dia
23,
depois das
10 horas
da
manhã
até
ás
4
da
tarde,
podem
ser
procurados
os cartões
de
admissão,
na
an-
te-sala
da
Relação
Ecclesiastica:
os
mem
bros
activos
podem havel-os alli ou
das
mãos
do
exc.
mo
snr.
D. Antonio d
’AI-
meida,
secretario
do Congresso.
Os
res-
pectivos
bilhetes
são
pessoaes
e
perma
nentes
durante
o
tempo
do
Congresso,
para
todas
as
reuniões
publicas
que te
nham
logar,
podendo
os cavalheiros
casa
dos
levarem
comsigo
suas
esposas;
as
senhoras
viuvas
podem
ser
acompanhadas
de
duas
filhas,
ou
d
’
uma
pessoa
de
sua
família.
Congresso
dos
oradores
e
escriptores
c-i-
tholicos
de
Portugal, debaixo
do
pa
trocínio de
Maria
Santíssima
Immacula-
da
reunido
em
segunda sessão,
em
Bra
ga, com a
approvação
do
Exceli
enlissi-
mo
e
Reverendíssimo
Snr.
Arcebispo
Pri
maz.
e
por
mercê
de
Sua
Excellencia
Reverendíssima
na
sala
dos
Arcebispos
do
Paço
Arehiepiscopal.
O
Congresso
reunir-se-ha
na
quinta-fei
ra
da
semana
de
Paschoa,
25
de
abril
de
1878.
O Congresso,
segundo
o
programma
se
guido
na
sua
primeira
sessão,
só se
oc-
FOLHETIM
Se d
’ella
nos
constasse
ao
menos a
existência...
Pilatos
a
ignorou...
então...
condescendência.
E
o
homem
(ó
deshonra)
adora prosternado
N
’
esse
farçanle
vil
o
orgulho
endiabrado.
PALAVRÕES
(Conclusão)
0
mal
no
apogeu
exclama:
Eu
sou
o
Bem
Nem
já
tal
estranhar
é
licito
a ninguém
Depois
de
um
sec
lo,
ou
mais,
de
triste
aprendi
zado.
Quem
quer
é
hoje heroe
e
sabio
rematado;
Heroesem
hombridade,
excepto
a
do egoísmo:
Doutor
sem
discorrer, e
viva
o
Scepticismo.
Almas
sem
lastro
algum,
sem
bússola,
sem
norte,
Que entrevem
n
’
uma
brisa
a
vida
e
noutra
a
morte,
E
buscando
a
penumbra
e
a
paz
da
cobardia,
Cuidam
que
vogam
bem
ao
somno
da
apalhia.
Abaixo
a
discussão, caluda!
paz!
mudez!
“
tu,
consciência, dorme
em
doce
languidez,
bei
principio
absoluto
os
ânimos
inílamma,
Tolerar;
lei
de
amor
contra
questões
reclama.
twdade
é
lindo
nome
e
a
lodos
nos
captiva,
Alas
quem
viu
alégora
a
linda
fugitiva?
Ah!
sim;
a
hora
é
propicia
á vossa
dictadura;
Ciganos
da
instrucção, augustos
de
aventura,
Mandae;
tudo
podeis,
que
o
mundo
está
sem
te.
Tu,
povo,
aos
sabichões
oscula
humilde
o
pé,
Sê
doei! ao
forneiro,
ó
massa
eleitoral,
Balofa
na
instrucção, corrupta na
moral.
Confiança
merece um habil
impostor,
Guarda'fiel
leu
voto ao
vi!
adulador
Ai! povo,
enigma
és
tu,
e
até
teu
bem
ignoras;
Odeias
a
quem
te
ama,
a
quem
te
odeia,
adoras.
Escravo,
dão-te
um
sceptro,
um
sceptro
vil de
canna!
Se
até
teu
nome é
laço
e
a
ti
mesmo
engana!
O
Povo...
e
onde
está?
Quem
é
o
grao
senhor?
Seremos
lodos
nós, ou a fraeçãq
maior.
Será
a
cifra
maior, a deusa
maioria?
E
’
o
pobre
que
estrebuxa
em
transes de
agonia.
Será
o
ambicioso,
em
planos
só
fecundo,
Oue
em
delirios
de
sangue
esboça um
novo
v
mundo?
Macaco
do
grão
Luiz,
um
rabula
sandeu
Saindo
entre
uns
toneis
«O povo,
diz,
sou
eu.»
inda mal;
ao
villão
unanime
é
o
assenso,
E
ao
idolo
da
tasca
ondeia
logo
o
incenso,
Nada
de
fel,
amigo,
abrande-se
a
amargura,
Em
paz
fique
nossa
alma,
ainda
na
censura.
P
’
ras
lutas
deste
século
armou-nos
Deus
solda
dos,
E não
para
jazer,
como
uns
vis apoucados,
No
campo
do queixume e
frívola
utopia.
O
guerreiro do ceo
combale
e
soflre e
expia,
E,
isento
de
temor,
isento
de
rancuna,
Fé,
coufiança,
amor
no
coração
aduna.
Mas
piedade
viril
admitte
um
justo
enfado,
Sophistas,
charlatães, que
um
povo
desgraçado
Com
palras
vis,
com vis
escriplos corrompeis,
Que
enjôo
nos
causaes,
mal
vós
o
concebeis.
Que
é
feito do bom povo, o
povo
de
outra edade?
idel-o
embriagando em
fofa
necedade;
,
Furtaes-lhe
o seu
bom
senso
e
daes-lhe
o
vosso
engano,
E
em
dóceis
corações
sopraes
furor
insano.
Ciganos
da
instrucção,
ciganos
da
política
Ao
povo
que
enfesaes
na
morbidez
rachilica,
Lançaes,
como
se
lança
o
pasto á
vil manada,
De
chochos
palavrões
insípida
palhada.
E
o
bom povo perece!
oh
barbara
matança!
Adeus
honra
da
terra,
adeus
amada
França!
Peregrino de
Deus,
valente
nobre
e certo
A
’
columna
de
fogo
olhavas
no
deserto.
E
agora?...
olhas ao
longe
e
Iriste
e, em
sangue
os
pés,
Cuidas
oásis
ver, e um vão
reflexo vês!
Mudas
de
estrada?
ai!
não;
só
mudas
conductor,
Sempre
enganado
e
sempre
atraz
d
’um
impos
tor
!..
.
O
’
Christo,
ó
eterna
luz
do
mundo,
eterna
es-
p
’
rança,
Entre
as
nações lua
luz
raiou
primeiro
á
França;
No povo
teu,
Senhor,
emprega
olhar paterno;
O
êrrro
assas
reinou;
não
seja o êrro eterno.
___________ G. L.
N
’uns
ais
de
pátrio
amor,
no
ardor
de
sacro
fogo
D
’
um
peito
bem
francez
rompeu
tal
desafogo.
Pois
tu,
meu
Portugal,
mais
dó que a França ex
citas;
Se
era
glorias a
igualaste,
excedes-i
’a
era
desditas!
Rachilico
te
fez
a
pseudo-illuslração,
E
os
lábios
te
infamou
com
chocho
palavrão.
Consagra
bocca
e
braço
ao
reino
da
Verdade,
N
’ella
acharás
amor,
grandeza,
liberdade.
O
Traductor.
cnpará
do
modo
como
melhor
possa
tra-1
balhar
no
serviço
dos interesses
catho
licos,
exlranho
a
tudo
qne
seja
ou
tenha
ligação
com
partid
>s
políticos.
Não
terá
entrada
no
Congresso
qual
quer
discussão
de pr ncipios;
obedece
el
le
inteira
e
absolutamente
á
doutrina
ca
tholica
como
a ensina
a
Santa
Egreja
Ca
tholica
Apostólica
Romana.
Embora
o Congresso
venha
a
occupar-
se
d
’ontros
pontos suscitados em
assem
bleia,
mas
dentro
das
regras
estabeleci
das,
os
dous
que
são
propostos
no
pro-
gramma são:
—1.°
Sustentação
da
educa
ção
religiosa
da
mocidade
e
seu
maior
de
senvolvimento;
2
’
Sustentação
e maior
de
senvolvimento
da
imprensa
catholica se
gundo
as
differentes
fôrmas
d
’
ella.
Reunidos
os
mmbros
do
Congresso
será
este
inaugurado
ou constituído
e
di
rigido,
segundo
o
regulamento,
que
foi
adoplado
para
a
primeira
sessão.
A
inauguração
será
antecedida
e
o
en
cerramento
seguido
com
os
actos
de in
vocação
celeste
e
de acção de
graças
ao
Ceo.
A
’
s
sessões
particulares do Congresso
assistem
só
os
membros
d
’
elle;
ás
sessões
publicas
póde
assistir
o
publico;
a todas,
d’
nma
e
outra
especie,
a
auctoridade
ci
vil
ou
os
seus
representantes
terão
as
portas
abertas;
a mesma
auctoridade
será
devidamente
prevenida.
Os
membros
activos
da
primeira
assem
bleia
ott
sessão
são-no
da
segunda;
ou
tros
poderão
entrar
de novo,
conforman
do-se
com
as
regras
prescriptas.
A
receita
para
fazer
face
ás
necessá
rias
despezas
relativas
será
constituída
na
joia
dos membros
do
Congresso
antigos
ou novos;
e
na
metade d’
esta
que
sa
tisfarão
as
pessoas
que
desejarem assistir
ás sessões
publicas;
dá-se
uma
vez
para
todo
o tempo
do Congresso.
Os
membros
ausentes,
e
aquelles
que
o
desejarem
ser
e
não
possam
concorrer,
tanto
uns
como
outros
podem mandar
as
suas
adhesões
e
aquillo
que
lhes
suscitar
ainda
o
seu
zelo
e
a
soa
generosidade.
0
Congresso
estará
reunido
8
dias,
conlando-se
o
da
in
niguração
e
o
do
en
cerramento,
salvo
qualquer
resolução
ex
traordinária.
Com
o
Divino
Auxilio
o
Congresso
irá
reunindo-se
pelo
decorrer
dos
annos
em
differentes
terras
notáveis
de
Porlugal,
se
guindo
o
exemplo
dos
Congressos
catho
licos
na
Península
Italica,
na
confedera
ção
helvetica,
na
França,
na
Allemanha
confederada,
etc.
A correspondência
relativa
poderá
ser
dirigida
desde
já
para
o
Porto ao
presi
dente
da
commissão permanente
do
Con
gresso
o
exc.
m
“
snr.
Con
!e
de
Samodães;
ou
ao
secretario
da
mesma
commissão
D.
Antonio de Almeida.
Oito
dias
antes
da
inauguração
do
Con
gresso
deve
ser enviada
toda a
correspon
dência
alludida
ou
presumida
para
Braga
aos
mesmos
destinatários.
0
intento
é
catholico,
síc
Deo
placeat
!
Em
3
d
’
abril
de
1878.
D.
Antonio
de
Almeida.
A'
Etediaeção do «Commercio (lo
tS
illSltOD.
Londres,
6
de
Abril,
1818.
(Conclusão)
SUMMAR10.
II
—
Coroação
do
Santo Palre
Leão
XIII
—
que
provavelmente,
vai
perder
como
Pontifice.
as
qualidades
e
virtudes
que
lhe
achava
Galienga,
quando
esperava
que
cilas
o
excluíssem
do
Pontificado.
III.
—
Coroação
de
Sua
Santidade
Leão
XIII,
opinião
mui
vantajosa
delle
entre
tida
antes por
Galenga,
que.
sem
duvida
esperava
nelle
um
Papa «liberal».
IV.
—
Allegação falsa
a
respeito
do
Ge
neral Kauzler.
V.
—
Allegação improbabilissima,
de
qne
Leão
XIII
queria immediatamente,
assim
que
foi
eleito,
contradizer
e
condemnar
a
conducta
de
Pio
IX
II
—(Londres,
8
de
Março)
—
A
co
roação
de
S. Santidade
Leão
XIII teve
logar
no
Domingo, 3
do corrente,
em
presença
da
mais
numerosa
congregação
dos
Príncipes
da
Igreja
que jámais
se reunira
antes;
faltaram só
tres
Cardeaes,
um
Francez,
Brossais
Samt
Marc
por
doente,
Cullen,
o
Arcebispo
de Dublin,
e Mc.
Closkey.
o
de
Nova-York,
que não
pode-
ram
chegar
a
tempo.
Do
Cardeal
Cullen,
pirece-me
não
po*!e
haver
duvida
que,
se
estivesse
presente,
o
seu
voto
acompanharia
o
da
maioria
que elegeu
a
Leão XIII;
e
de
Mc.
Cios
key,
não
ha
tal
duvida, porque,
ao
che
gar
a
Roma
logo
depois
da
eleição,
de
clarou
elle
mesmo
como
haveria
votado
se
chegasse
a
tempo,
dizendo,
«Graças
a
Deos,
nào
íiz
falta;
sahiu
eleito
aquelle
por quem
eu votaria».
Quarenta
e
qua
tro votos
dados
tão
promptamente
ao
Car
deal
Pecci
(agora
Sua
Santidade
Leão XIII)
indicam
bem
o
homem
qne
a
Providen
cia
Divina tmha
destina
lo
para
Successor
de
Pio
IX.
III.
—
Emquanto
elle
não
era
mais
que
Cardeal,
tanto
merecia
a
approvação,
por
capacidade
e
qualificações para
um
bom
Pontifice;
que
até
o
confidente
do
Times
e
correspondente
auctorizado,
o Snr.
Gd-
lenga
sentia
que
Pio
IX o
tivesse
cha
mado
paa
Camerlengo;
porque
isso,
en
tendia
o
mesmo Galienga,
o
impediria
de
ser
eleito
ao Pontificado.
Agora
que
se
viu,
como
os
imaginados
ciúmes
e
pai
xões,
e
intriguices,
tão
gratuitamente
at-
tribuidos ao Sacro
Collegio
p
r
Galienga
e
pela
Liberanga
fa (que
julgam
os
outros
por
si
proprios),
foram tão victoriosa-
mente
desmentidos
pela
eleição
do
proprio
Camerlengo, chamado
por
Pio
IX
(prova
vehnente
já
com
esperança
e
vistas
de
que
o
Camerlengo
lhe
succedesse),
ver
mos
que
os
Gallengas
e
Companhia
não
deixaram
de
ir
logo
encontrando
pechas a
este
Pecci,
agora Leão
XIII.
Galienga
não
tem
nada
de
tolo,
e
mais
de uma
vez
eu
lhe
tenho
visto
exprimir
opiniões
verdadeiras
e razoaveis a
respeito
de
Italia —
como
a
que
já
citei
ha
tempos,
de
uma
sua correspondência,
que
Florença
devia
continuar
a
ser,
e
que
estava
ta
lhada
para
ser
a
capital
do
Reino
de
Italia.
Mas
isto
não
agradava
ao
Times,
nem
á Pedieirada,
nem
a-
Protestantismo,
que
todos
juntos
inst
:
gáram, apoiáram,
subsidiáram,
apregoáram
a revolução
Pie-
monleza,
a
revolução
de
Italia,
a occn
pação
de Roma, e
a
transferencia
para
lá
da
tal
corte
ladroa,
por acinte
e re
vendida
contra
o
Catholicismo
e
contra
o
Papa.
Quem,
como
eu,
tem
observado
atteutamente,
aqui,
por
quasi
meio
sé
culo,
as
manifestações
sectarias
dos
dois
fieis
adiados,
o
Protestantismo
e
a Maço
naria; não
pode
entreter
a menor
duvida
quanto
á
verdade
do
que acabo
de
enun
ciar.
Uma
destas
liberaes
virtudes
qne
o
proprio
Galienga
já
ia
emprestando
a
Leao
XIII,
era
a ingratidão
para
com
os
defensores
da Igreja
e
seus direitos;
e
a
desfeita
á memória
do
mesmo
Pio
IX,
que
tão
recentemente
havia
chamado
o
Cardeal
Peccm
para
vir
ser
a
primeira
personagem
depois
do
Papa ao
Vaticano.
IV.
—
Annunciou,
ha
poucos
das,
o
dito
Correspondente
ao Times,
que
Leão
XIII
tinha
despedido
do
Vaticano
e
do
seu serviço
o
General Kauzler;
indo
o
veraz
Correspondente até
o
ponto
de
bor
dar
o
caso, com
attribuir
ao
Pontifice
uma
apostrophe
ao
fiel
General,
a qual
ficaria
mal
na
bocca
de
um
Garibaldi
ou
de
um
Gambetta,
em
circumstancias
ana
logas,
quanto
mais
na
de
um
Pontifice.
Escreve
que
o
Papa
dissera
sarcastica
mente
ao
General:
tNon
voglio
far
la
guerra
io»
(Não
quero
fazer a guerra
eu»—
este eu
reflectmdo
evidentemente,
se
fosse
verdade,
sobre
a
memória
de
Pio
IX;.
Julguem
os
leitores,
se
um
semelhante
procedimento e
pequenez
fôra digno já
não
direi
de
um
Pontifice
mas de
qual
quer
homem
de
bem,
alludindo a
um
predecessor
que
lhe
tinha
mostrado a
maior
estima
e
affectuosa
confiança
—
como
o mesmíssimo
Galienga
escreveu
recente
mente
mais
de uma
vez,
quando
noticiou
ler
Pio
IX,
depms da
morte
de
Anlonelli,
chamado
o
Cardeal
Pecci
para
Camerlengo
no Vaticano.
Nào
precisamos,
porem,
recorrer
a
taes
argumentos,
bem
que
conclusivos,
contra
semelhante
pêta;
pois
um Zuavo
Pontifício,
assim
que
appareceu
a
falsi
dade
Gallengueira,
immediatamente,
es
creveu
ao
Times
mesmo,
conhadizendo a
mentira
sobre
auciorida
le
irrecusável,
e
mostrando
não
ter
havido
alteração algu
ma
na
condicção
do
General
Kauzler
em
razão
da
accessão á
tiara,
do
novo
Pcn-
Idice.
V.
—
E
para
mostrar
esta
boa
wntade
de
Galienga
de
emprestar seus proprios
sentimeutos,
e
as
aspirações
do
Times
ao
novo
Pontifice,
notarei também
outra
c
rcumstancia de
que
ninguém mais
fez
menção,
que
eu
saiba,
senão
o
mesmo
Galienga;
e
que
não
é
muito
facil advi-
nhar
como,
ou
por
quem, elle
veio
a
sabel-a
— como
eu
muito
duvido
sou
besse.
Dizia
ao
Times,
quando
lhe
deu
conta
da
eleição
de
Leão
XIII,
que
na
occasião
e
momento
de
contarem-se os
votos
do
Conclave;
e
quando
os
Cardeaes,
vendo
por
elles
eleito
Papa
o
Cardeal
Pecci,
se
dirigiram
immediatamente
a
elle,
ajoelháram,
a
beijar-lhe
a
mão,
e
manifestar-lhe
a devida
obediência
e
veneração;
havendo
o novo
Pontifice
logo
declarado
que
o
seu
nome
havia
de
ser
Leão
XIII; este
se
levantara
e
di-sera
desembaraçadamente:
—
lAndiamo
á
la
loggia»
(«
vamos á tribuna»).
Queren
do
dizer;
«Vamos,
annunciar,
segundo
o
costume,
á
Cidade
e
ao
Mundo
—
Urbi
et
Orbi
—
a
eleição do
novo
Pontifice,
e
abençoal-os;
como
é costume, immedia
tamente
assim
que
o
novo
Papa
é
elei
to»
.
Este
annuncio
é
feito, esta
Bênção
é
dada,
pelo
novo
Papa
em
pessoa;
e
antes
da occupação
e
usurpação
de
Roma
pelos
amaveis
ladrões do
Piemonte
(ás
ordens
da
Pedreirada e
do
Protestantismo
In
glez),
era dado
pelo novo
Pontifice da
grande
tribuna
exleri
>r, acima
da
grande
porta
da
Basílica Vaticana,
dominando
a
magestosa
e unica
praça
de S.
Pedro.
0
nosso
Galienga,
em
seu
ardente
zelo
philanthropico
e
caritativo,
desejava
que
Leão XHI,
sem
mais
ceremonia,
tque-
brasse o vidro
ou
zelo»
.segundo
a
expres
são
Gallengalica),
e
fosse
immediatamente
contradizer
o
seu Predecessor
e
amigo,
condemnar
a
conducta
deste,
e acenar
d’ali
ao
fronteiro
Quirinal,
e
dizer-lhe:
—
«Isto
agora,
amigo,
é
ontro
cantar;
nada
de
mais arrufos
como
os
d
’
aquelle
tonto
velho
Pio.
Ladrões
e
roubados seja
tudo
um.
Embrassons
—
nous,
et
que
cela fi-
nisse».
E’
isto
o
que
insinua
o
Snr.
Gallen
ga,
a
quem,
não
sei
se
Leão
XIII,
ou
o
Cardeal
Franchi,
lh’
o communicou
n’
um
bilhelinho
confidencial;
pois
nos aflirma,
que
apems Leão
XIII
se
chrismou
a
Si
proprio,
e
se
levantou
dizendo:
—
Andiamo
a
la
loggia,
—
hesitou
um
momento,
e
se
ia
a
dirigir
para
a tribuna
exterior (onde
me
lembro
que
Pio
IX,
em
semelhante
occasião,
veio
assim
abençoar
a
Cidade
e
o Mundo,
lavado
em
lagrimas,
que
quasi
lhe
soffocavam
a
voz—como
nesse
tempo foi notorio).
0 Pontifice
aclual
porem,
lede
Gallen-
ga,
ia,
sem
ceremonia, contradizer
o
seu
Predecessor
íallecido (e
com
isso
deshon-
rar-se
a
si proprio
—
acrescento
eu),
fa
zendo
a
vontade
a todos
os
Gallengas
e
a lodos
os
la
irões,
e
sancionando
o
roubo
que
os
3
P.
P.
P. (o
Piemonte,
o Pro
testantismo,
e
a
Pedreirada)
fizeram ao
Mundo
Catholico
!
Infelizmente
(secundum
Galienga],
o
Cardeal
Franchi
disse
uma
palavra
ao
ou
vido
de
Leão,
e
este, sem
mais hesitação,
em
logar
da
esquerda,
voltou
para
a
di
reita,
e
íoi
abençoar
a
Cidade
e
o
Mundo,
da
Tribuna
interior, dominando
Ioda
a
Basil ca
e
fronteira
ao Altar-Mor.
Desculpem
os
Leiiores
todos
estes
de
talhes
e
reflexões;
pois creio
conlribuirám
a
manifestar,
como
se
illude
e se
engana
o
publico superficial
e
prevenido,
como
o
Inglez
vulgar,
capaz
de
tragar
petas
de
tamanho
d
’
elepbantes,
desque
sejam,
ou
pareçam
ser,
em
desabono
do
Catho
licismo,
de que
os
apartou
aquelle pio
sanlarrão
o
VIII
Henrique,
e
sua
Filha
adulterina.
Tudo
quanto
até
agora
tenho
sabido
de
boas
fontes,
leva-nos
a
crer,
que a
Providencia
deparou
no
Santo Padre
Leão
XIII
precisamente
o
Pontifice
de
que
a
Igreja
carecia,
na
falta
do
immorlal
Pio
IX.
Por
isso
tratei de indicar
os ardis
e
fingimentos
com que
se
pertende
enganar
os
Catholicos.
A.
R.
SARAIVA.
BIBLIOGRAPHIA.
Curso
pratico
e
grammalical
da
língua
franceza
segundo o
plano
do
professor
Ahn,
por Albino
Coelho.
—
Este
methodo foi
ap-
provado
para
uso
dos
Lycens
por
decreto
publicado no
«Diário
do
Governo»
de 12
do
corrente
abril.
E
’
o
primeiro
methodo
pratico
e
ele
mentar
que,
á
similhança
dos
que
ha
muito existem
nos
paizes cultos
para
o
estudo
das
linguas
vivas,
apparece
entre
nós
para
os
porluguezes
aprenderem
o
francez.
No
estrangeiro
tem-se
ensaiado
os
sys-
temas
dTLmiíton,
Jacotol
e
Ollendorff,
mas
nenhum
tem
produzido
mais
brilhan
tes
resultados
do
que
o
de
F.
Ahn.
To-
dos
os
que
o
conhecem
são
accordes
em
dizer
que
é
um
methodo
que
produz
ma-
ravilhas.
Justifica
isto
mesmo
o
snr.
Albi
no
Coelho
no
prefacio
do
seu
livro,
que
o
adopla
ha
muitos
annos
na
leccionação
do
francez,
e
que
só se
resolveu a publical-o
depois
d’
uma
longa
pratica
que
nunca
se
desmentiu
no
aproveitamento
dos
seus
discípulos.
Porisso
a
grammatica pratica
que
hoje annunciamos,
não é
uma
sim.
pies
tentativa
especulativa,
está
já
pro.
vada
e
garantida.
Póde ser adoptada pira
todos
os
principiantes
d
’um
e
outro
sexo,
e
de
todas as
elades
e
inlelligencia,
que
o
resultado
ha
de
ser forçosamente o
mais
satisfatório.
Para
evidenciar
o mérito
e
o
successo
do
methodo
Ahn,
basta
acrescentar
que
o
seu curso
de lições para aprender
a
lingua
franceza.
conta
hoje
mais
de
130
edições,
subindo
a
tiragem
de
ca
la
uma
a
um
milhão
de
exemplares;
e
isto
n’
um
curto
espaço
de
tempo
que
conta
a
sua
existência.
O
snr.
Albino
Coelho
poz
n’
este
me.
thodo
modificações, que
lhe
augmentam
muito o seu valor,
porque
substituiu
ás
phrases
vulgares
e
inventadas
por
Ahn
as locuções e
phrases classicas
dos
gran
des
escriptores
modernos.
São elles
os
que
devem
dar
a
solução
das
gramles
diíficuldades
da lingua. Imitando a sua
loumure
póde
escrever
se
e fallar
se
betn,
embora se
ignore
a
regra;
a
regra são
as
phrases,
o
modo
d’exprimir
d
’
ellas,
E
’
o
que
fez
o snr.
Albino
Coelho,
con
densando
em
grande
numero
de
themas
os
bons
modelos
clássicos,
e
esclarecen
do-os
depois
em observações
concisas e
claras,
que
são
a
regra
que
o
principian
te
deve
fixar.
Esses
exemplos
foram todos escolhidos
com
gosto,
encerrando
de
mais
a
mais,
quasi
sempre,
um
pensamento
moral,
uma
ideia
graciosa
ou
um
conceito
delicado;
de modo que,
emquanto
o alumno
estuda
ou
julga
estudar
os
factos
grammalicaes,
enriquece
simultaneamente
o
espirito e
o
coração
com
a
belleza
da virtude
e
mui
tos
conhecimentos
uteis.
E’
um
trabalho
completamente
novo
para
o
estu
fo
da
lingua
franceza.
Não
es
tabelece
theorias,
nem
apresenta
regras
enfadonhas
com
as
suas excepções
mais
enfadonhas
ainda,
mostra
praticamente
o
genio
da lingua
sob
a
auctoridade
dos
mestres.
E
o
reflexo
d
’
elles
é
como
um
éco
do
uso,
da
pratica.
Segue
o
grande
principio
hoje
adopla
do
por
todos
os
grandes
mestres:
apren
der
uma
lingua
estrangeira
como
se
apren
de
a
lingua
materna.
Famdiarisa
o
prin
cipiante
com a lingua
franceza,
sem
lhe
fazer
decorar
d
íinições
e
regras
multi
plicadas,
mas
repetindo-lhe
muitas
vezes
e
continuamenle
as
palavras
e
phrases.
No
logar
competente
vae o
annuncio,
sendo o cusio
d
’
esta
obra
300
rs.
Sermãa
«lo TSasisluti».—
Na Quinta-
feira
Santa,
S.
Exc?
Revm.
a
o
Snr.
Ar
cebispo
celebrou,
de
manhã,
a
bênção
dos
Santos
Oleos,
e
aos 12
presbyteros
da
bênção m
nistrou
na
sala
grande
dos
ar
cebispos
um
esplendido
jantar,
servindo
el
le
mesmo
a
primeira
coberta.
De
tarde
fez
a
mui
tocante
ceremonia
de
lhe
la
var
e
beijar
os
pés
—
imitando
o
que
em
igual
dia
fez
o
Divino
Mestre
no
Cená
culo
—
ceremonia esta
a
mais
tocante
de
que
só
a
Egreja
.Catholica nos dá exemplo.
Findo
este
acto,
e
tendo-se
desparamen-
tado,
os
presentes
presencearam
um
facto
que,
segundo é
tradição,
ha
73
annos
se
não
(lera:
viram
um
Prelado
Bracarense
subir
ao
púlpito.
A
’
voz
do
Prelado
todos
os
joelhos
se
dobram,
todas
as
cabeças
so
curvam,
e
todas as
inteligências
se
ren
dem
.
Foi
sublime
este
sermão.
Mostrou que
os
mysterios
do
chrislia-
nismo,
e
principalmente
o
do
presenlfi
dia
—a
instituição
da
Eucharislia
—
eram
t
base
unica da
verdadeira
civilisação;
pa
fi
isto
comparou
primeiro
a
civilisação
d®
s
povos antigos e modernos
não
christãos,
com
a
dos
christãos,
e
depois
tomando
os
dogmas
principaes
do
christianismo
8
o
da
Eucharislia,
fez
vêr
clara
e.
eviden*
temente
como
necessariamente
estes
W
ziam
á
sociedade
e
ao
individuo
as
bis®s
necessárias
para
a
verdadeira
felicidade-
Oh!
como
foi
poético
e
sublime
qoai>^
fallou
no
dogma
Eucharislico
relativarne
81
®
ao
homem
nos
últimos
momentos
vida!
—
Na
Sexta-feira
Santa
houve
o
oflicio
na
fórma
<1°
estilo
do
rito
Bracarense.
A
paixão
foi
acompanhada
a
baixos
Ciliciou
0
revm.0
Deão.
Na
procissão
do
Enterro,
como
fossem
com
os
minlos
soltos
só
4
conexos,
iam
lambem,
para
a
tornar
mais
extensa,
os
collegiaes
de
S,
Pedro,
em
se
<mida
ao
côro
da musica,
que
era
com
posto,
na
maioria,
dos
mesmos
colle
giaes.
Atraz
do
pallio
ia
S.
Exc.a
Revm.»
com
seu
manto
solto,
que
assistiu
desde
o
principio
ao
oflicio, e
ao
lado
ia
o
seu
secretario,
e o exm.°
Governador
Civil,
com
tochas,
os desembargadores
da
Rela-
.ção
Ecclesiastica,
e
alguns
examinadores
svnodaes;
sentia-se
a
falta da camara
mu
nicipal,
que
desde
183
í só
mm
ido,
se
bem
nos
recordamos,
5
<
u
6
vezes.
De
tarde
houve
o
oflicio,
acompanhado
a
baixos,
seguindo-se
o
miserere
das
Vio
letas,
rematando
com
o
sermão
da
Soledade,
prégado
pelo
revd.®
snr.
padre
João
Re-
bello.
o
qual
mostrou
a
grande
dôr da
SS.
Virgem
Maria na
sua
Soledade,
não
só
pela
recordação
dos
tormentos
que
vi
ra
padecer
a
seu Filho, e
que
era
ao
mes
mo
tempo seu
Deus, e porisso
que
ella
amava
mais do
que
todos
os
homens,
santos
e
anjos juntos,
e
portanto
a
sm
dôr
não
podia
nem
póde
ler
igual;
mas
lambem
pela
lembrança
das
ingratidões
com
que
previa,
pe*a
illustração
de
seu
enten
dimento,
os
homens corresponderiam
a
tanto
amor,
que
levava
seu
Filho
e
seu
Deus
a
sacrificar-se
por
elles.
Finalisou
ás
8
e
meia
horas.
ProsissiSo «le Endoenças,—
Por
causa
da
chuva não
percorreu
esta
pro
cissão
o
itenerario
do
costume,
'.penas
saiu
da
Misericórdia,
e
foi
dar
a
volta
por
dentro
da
Sé e
claustros,
onde
a
aflluen-
cia de
povo
era
intium
ra.
A
imponente
procissão
levava
ricos
anginhos
e
bastante
clero.
Procissão «lo Enterro.—
Não
poude
ter
logar,
não
obstante
achar-se
tudo
pre
parado, esta
magestosa
e commovente
procissão,
que,
como
dissemos,
deveria
sair
de
Santa
Cruz.
Comtudo
houve
o
sermão,
prégado
pelo
revd.'no
snr.
conego
dr.
Figueiredo,
que
satisfez
plenissima-
menle.
Durante
o
sermão
foi
feita a
mudança
do
esquife
par
a
o
sepulchro
da
devotíssi
ma
Imagem
do Senhor
Morto.
Esta
ce-
remonia, que
é
muito
tocante,
e
as
do
etnbalsamamento,
a
subida
para
o
sepul
chro
e
a
deposição
nelle,
foram
effectua-
das
com
toda
a
devoção
e
respeito
por
quatro presbyteros
paramratados
de alvas
e
capas
pretas
Terminou
este
acto
e
o
sermão
com
a
apresentação
do
Santo
Sudário,
pedido
das
mãos
da
SS.
Virgem
da
Soledade
que
se
achava
n
’
um
rico
andor
proximo
ao
púlpito.
Tanto
o
calvario
como
o
sepulchro,
devidos
aos
trabalhos
artísticos
do snr.
Antonio
Luiz
Rodrigues,
eram
de sur-
prehendente
efleito,
assim
como
a
dispo
sição
e
collocação dos anginhos
com
os
emblemas
da
Paixão,
e
todos ricamente
vestidos.
E
’
digna
de
louvor
a
Meza
da
Real
Irmandade de
Santa
Cruz
pelos
bons
ser
viços
a
que
se
prestou
para
todo
este
acto,
e
bem assim os
devotos
e
devotas
que
d
’
elle
tomaram
a
iniciativa
e concor
reram com
todas
as
despezas
Sitbbado
si
’
—
Verilicaram-
se
na
Sé
todos
os
actos deste
dia,
como
já
noticiáramos.
No
magestoso
templo
dos
Congregados, que
se
acba
bellamente
ar
mado,
far-se
ha,
pelas
5 horas
da
tarde,
a
Coroação
de Nossa
Senhor
i,
cantando
se
a
Regina
Coeli e
Ladainha,
acompa
nhadas
a
instrumental.
llonaing» de Faseliot». —
A*ma-
nhã
na
Sé
terá
logar
a
procissão
da
Re-
surreição,
e
fará o
Pontifical
o
snr.
arce
bispo, no
fim
do qual
dirá
a
absolvição
Papal,—o que
só
tem
logar
duas
vezes
no anno.
Este
acto
religioso
é,
alem
de
imponente,
de
grande
vantagem
para
os
fieis.
Recommendamos
de
novo
a
leitura
da
Pastoral
do
mesmo
exc.
mo
snr.
arce
bispo
que
já
publicamos
em
o
n.®
de
terça-
feira
16.
Enuloessças n»a Penh».
—Estiveram
verdadeiramente
imponentes
as
ceremonias
da
Semana
Santa
n
’este templo.
A
capel-
la-mór
estava
vistosamente
illumi
nada
e
or
nada
de
flores,
como
mm
ia
o
ritual.
O
SS.
Sacramento
eslava
recluso em uma
urna como ordena o rito
romano.
Na
quin
ta-feira
mór
cantou
missa
o
muito
revd.
0
abbade
de
S.
Titiago
d
’O'iveira,
Manoel
Agostinho
da
Cunha.
A
’
s
varas
do
pallio
pegaram
alguns membros
da
dincção
do
asylo
de
D.
Pedro
V. e
outras
pessoas
praias,
que
alli
se
achavam.
Na
sexta-feira
ofliciou
o
revd.
0 paro
dio
emcommendado
de
S. Lasaro. Gran
de numero
de
ecclesiasticos
abrilhantava
o
acto
e todos
prestaram
generosamento
os
seus
serviços.
A
concorrência
dos
fieis
foi
escassa,
at-
tento
o
mau
tempo
e
o
não
ser
geralmente
sabido
que
alli
se
celebravam
este
anno
as
ceremonias
da
Paixão
do
Redemptor.
As
meninas
asyladas não
assistiram
na
sexta-feira
por
o
tempo o não permittir.
Parabéns
á digna
commissão
que
tão
brãasameptft
se
houve na
realisação
da
primeira
solemnidade,
que
sob a
sua
di-
recção,<$o-celebrou
n
’
aqueile
templo.
Festividade.
—
Na
segunda-feira
fes
teja
se
no
templo
dos
Congregados, a
Ima
gem
de
S.
Tlieotonio,
1.°
prior
de
Santa
Cruz
de Coimbra,
com
missa
a
instrumen
tal,
exposição
e
sermão
prégado
pelo
revd.0
D
Joaquim da Boa-Morte.
Estreia
•ratori»,—
Recebemos
em
duplicado
o
Discurso
recitado
na
canella
do
Paço
archiepiscopal,
no
dia
17
de de
zembro
de
1877=-Terceira
dominga
do Ad
vento—por
Joaquim Antonio
da
Silva,
es
tudante
do
2.
u
anno de Ideologia
Por
hoje limitamos-nos a
accusar
a
re
cepção
d
’
este
discurso,
e
a annunciar
aos
leitores que
elle
se
acha
á
venda
nas
li
vrarias
Chardron,
Germano,
e Moré.
No
proximo
n.°
diremos sobre
este
trabalho
duas
palavras.
Vietiswas da
emigraçãa.—
Escreve
o
«Commercio
Portuguez;
O
«Diário do Governo» de
14
publi
ca
uma
extensa
lista
de 330
súbditos
por-
tugoezes
fallecidos
no
Rio
de
Janiero
du
rante
o
mez
de
fevereiro
findo.
Na
quasi totalidade
pertenciam
estes
desventurados,
que
exalaram o
ultimo
sus
piro
nas
asphixiantes
agonias
da
febre
ama-
rella,
longe
da
palria,
mais
estremecida
e
lembrada
na
ultima
hora,
e
desprotegidos
dos
carinhosos
cuidados da
família,
ás
nossas
assim populosas
como
férteis
pro
víncias do
norte,
que
mais que
nenhu
mas
outras
do paiz estão
diariamente
ali
mentando
com
a
sua
população,
mais
ro
busta
e
valida,
essa
deplorável hecatom-
be
do império
brazileiro.
Com
razão
póde
de nós dizer se
que
o
único proveito que auferimos da
desco
berta
das terras
de
Santa
Cruz,
foi
cons
truir
alli
o vasto
cemiterio
do
nosso
paiz.
Durante
28
dias,
só
na
capital
do
im
pério,
209
portuguezes
succumbiram
ao
terri
el
flagello das febres
endemicas
!
a
maior
parte
na
edade
viril,
entre
18
e
33
annos,
bruialmente
roubados
ás
es
peranças
da
familia
e
á
prospriedade
da
palria
!
E
’
triste
!
Para
mais
porém
informa
o
consu
lado
geral
que
o
estado
sanitario
do
Rio
de Janeiro
tem
peorado
consideravelmen
te,
fazendo
a
epidemia
grande
numero
de
viclimas
já
entre
a
população
fixa,
ja
nas
tripulações dos
navios
fundeados
no
porto.
Quando
se
convencerão
as
nossas
al
deias
que
essas pobres
creanças
que
men-
salraenfe
atiram
quasi
desprotegidas
ás
praias
da
America,
estimuladas
antes
pelas
enganosas
esperanças
de
umas
fallazes
ri
quezas,
que não
pela
necessidade
de pro
curar
trabalho
n’um
outro
continente,
são
alli
traiçoeiraraente surprehendidas,
pelos
horrores
da
peste
?
Quando
fará
crise perniciosa
e
cres
cente
enfermidade
da
emigração que
nos
quernia
o
nosso
melhor
sangue?..
Owests»® do
Oriente.—
Os últimos
telegratnmas
relativos
á
questão
do
Oriente,
são
os que seguem:
Londres
26—
Foi distribuída
hoje no
parlamento
uma
correspondência
diploma
tica,
contendo
a
nota circular
e
o
annexo
do
principe
Gortschakoff.
A
«Correspondência» comprehende
um
telegramma
do
chanceller russo ao
con
de
Schouwaloff,
dizendo
que
o
texto
com
pleto
dos
preliminares
fóra
communicado
ás
potências
deixando-lhes
plena
liberdade
de
apreciaçio.
Um
telegramma
accrescenta
que
a
com-
municação
de
Elliot,
segundo
a qual Gor-
tschakoff
dissera
ao
agente roumanioque
a
Russia
oppunha-se a
que
fosse discuti
da
no
congresso
a questão
da Bessara-
bia, deve
fundar-se
em algum mal
enten
dido,
pois
que
cada
membro
do
congres
so
lerá
direito
a
discutir
todas
as ques
tões
referentes
aos
tractados.
Respondendo
ao
deputado
Forster,
sir
Slfard
Norlcothe
disse
que
julgava inop-
portudo
entrar
em
pormenores ácerca
da
situação,
podendo
comtudo
dizer
na
ge
neralidade
de
que
não
sobreveio
cousa
al
guma
que
possa
augmentar
as
anciedades,
ou
diminuir
a
esperança
n
’
um
accordo
sa
tisfatório.
Accrescentou
que
conhece a
no
ticia
que
circula
com
respeito
á
inten
ção
da
Russia
empregar corso
marítimo,
mas
não
tem a
esse
respeito
nenhuma
in
formação
oflicial.
Não
acredita
que
a
Russia,
signataria
na
declaração
de
Paris,
adidte similhante
procedimento.
Paris
17
—Um
telegramma
de
Berlim
para
o
«Journal
des
Débats»
diz
que
são
inexaclos
os
boatos
relativos
a
uma
con
ferencia
preliminar:
as
negociações
exis
tentes
bastam
como
preparativos
do
con
gresso.
Bucharest
16
—
Stourdza
apresentou na
camara
uma
moção,
convidando
o
gover
no a protestar
contra
a
entrada
dos rus
sos
na
Roumania.
Respondeu
lhe
Bratiano
que o
governo
faria
o
seu
dever.
Stourdza
retirou
a sua moção.
O
«Times» pub'ica
um
telegramma
de
Widdim,
dizendo
que
foi
ordenado
por
uma
tikase
imperial
a
organisação
da Bul
gária
para
15
de
junho
proximo.
O
ministro
da
marinha
declarou
hon-
tem
no
parlamento
inglez
que o
gover
no
espera
a
solução
satisfatória
das
nego
ciações
entaboladas
com
as
ilhas
de
Zu-
la(?).
S.
Petersburgo
17
—A
agencia
russa
diz
que
as
negociações
entre
Berlim,
Lon
dres
e
Vienna
continuam
em
sentido
con
ciliador
e
satisfatório.
O
«Jornal
de
S.
Petersburgo»
assegura que
a mediação
da
Allemanha
auctorisa que
se
alimentem
melhores
esperanças.
O
general
E.
de
Thotleben
foi
a
S.
Stefanio
em
missão
especial.
Constantinopla
18
—
Mehemet-Ruchdi-
Pachá
e
Savft-Pachá
recusaram
o
logar
de
primeiro ministro
do
senado,
sendo
nomeado
Sady-Pachá,
ex-embaixador
otto-
mano
em Paris.
Cheikhul-Islam
ou
Monfti
também
deu
a
sua
demissão,
sendo
sub
stituído
por
Molakbey.
Vienna 18—Hoje
receberam-se
as
me
lhores
impressões
do
estado
da Europa.
Informações
de
Londres
e
S.
Petersburgo
indicam
que
o
marquez
Salisbury
e
o
principe
Gortschakoff
acceitam o
congresso
e
desejara
a
reunião
d
’
elle.
Londres
18—
0
«Echo» diz poder
an
nunciar
que
os convites
para
o
congresso
serão
enviados
esta
noite;
os
tratados
de
1836
e
1872 estarão
sobre
a
meza do
congresso
para
serem
comparados
com
o
tratado
de
S.
Stefanio.
O
«Times»
publica
nm
telegramma
de
S.
Petersburgo,
disendo
que
a acção
conciliadora
da
Allemanha
continua sem
resultado.
Ha
difliculdade
em
convencer
que
o
traclado
seja
inteiramente
submet-
tido
ao
congresso,
e
parece
que
invencí
vel.
A
Russia
consentiria
talvez
na
adopção
de
um novo ponto
de
partida,
como
por
exemplo a
discussão das
mudanças
neces
sárias
nos
tractados
de
1856
e
1871,
Noticias
particulares
de
Vienna
disem
que
existem
negociações
entre
o
conde
Andrassy
e
o
embaixador russo
o
snr.
Nevikotizs
mas
que
a
Áustria
insiste
na
reunião
do
congresso.
Bucharest
17
—
Na
camara
o
ministro
dos estrangeiros
o
snr.
Cangalniceanire
declarou
que
o
exercito
será
desarmado
e permanecerá
nos
Barpathis
para
evitar
confliclos
com os
russos.
Constantinopla
18
—
O sultão
acceitou
a
demissão
que
lhe
foi
apresentada
pelo
seu
primeiro
ministro
Ahmed-Venk-Pa-
chá.
Os
outros
ministros
estão
agora
reu
nidos
no
palacio
imperial.
Paris
17—
Das
informações
recebidas
pe-
os
jornaes
póde deprehender-se
que
as
perspectivas
de
lucta
estão
menos
pronun
ciadas
por factos
positivos,
e
que
até
ago
ra
só
está
real
mente provado
que
existem
negociações
para mediação. Comtudo,
no
tícias particulares
de
outra
fonte
aífirmam
que
a
Inglaterra
mantém
lodos
os pelidos.
Calcutá
16—
O
governo
indiano
orde
nou
a
marcha
para
Malta
de
2
regimen
tos
de
cavalleria
eoropea, 2
de Goorka,
2
de
infanieria
indiana,
duas
baterias
de
arlilheria
de
campanha
e
uma companhia
de
sapadores
e
mineiros
Dois
ofliciaes
par
tiram
para
Malta.
Está
assignado o contracto
do
emprés
timo
d’
Austria
com
Credite
Fonoier
e
o
banco
de Paris,
de 55
milhões
em
ouro
Desmente-se
que
a
Áustria
pedisse
a
occupação
da
Bosnia
e
Herzegoviua
S. Petersburgo
16
—
Os jornaes
respon
dem
ao
«Times»
aflirmando
novamente
que
a
Russia
deseja o
congresso e
a
longa
dis
cussão,
n
’
elle,
de
todos
os
assumptos
que
dizem
respeito
á
questão
do
Oriente.
Constantinopla
17
—Os
russos
deram
o
praso
de
8
dias
para
a evacuação
de
Schumla,
Varma e
Batoum.
Sermão.
—
O prégado
nas
exequias
de
Pio
IX,
no
dia
23
de
março,
na
egreja
parochial
de
S
Jnlião
de
Lisboa
pelo eminente
orador
catholico
padre
Sea-
bra,
vende-se
no escriptorio
da adminis
tração
d
’
este
jornal
pelo preço de
109
reis.
MX1
ãy AJ
O Vi VO
CURSO PlUTICi)
E
GR
ã
M
ã
TÍCH
DA
ij\i;iA
Segundo o plano do profesnor Altn
POR
ALBINO A.
COELHO
Vende-se
em
Coimbra,
e no
escriptorio
d
’
este
jornal,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino.
Preço
......................
500
rs.
G.
H.
NOBLE & MURAT
Vianna
do
Cautello
Fazem
publico
para
os
devidos
effeitos
que
despediram
do
seu
serviço
o seu
cai
xeiro,
snr.
Manoel
Fernandes
Familiar.
Vianna
18
d
’
abril
de
1878.
(836)
Arrematação
de bens de raiz
Por
deliberação
da commissão
liquida
tária
do
Casal do
illm.®
snr.
Manoel Go
mes
da
Silva
Mattos,
da
rua
d'Agua d
’
es-
ta
cidade,
creada
pela
escriptnra
publica
celebrada
na
nota do
Tabellião
Ribeiro,
aos 7
de dezembro
de
1877,
tem
de
ser
vendidos
em
praça no
salão
do
lheatro
de
S.
Geraldo
ás
11
horas
do dia
28
do
corrente
mez,
a
casa
nobre
numero
7
do
Campo
de
Sanl’Anna,
as
quintas e
bens
situados
nas
freguezias
de
S.
Victor,
e
de
Gualtar,
e
bem
assim
os
fóros
pertencen
tes
ao mesmo
casal.
Em
casa
do
snr.
Paulo
José
da
Costa,
no
largo
do
Barão de
S.
Martinho
podem
ser
examinados
os
mappas
descriptivos
com
os
esclarecimentos
precisos
e
respeitantes
aos
bens
do casal
em
liquidação.
O
pagamento
dos
bens
e
foros
que
fo
rem
arrematados
deverá
ser
feito
dentro
de
oito dias,
mediante
um
recibo
interino,
com
dedução
do
importe do~< laudemios
re-
lativamenle
àquelles
bens,
que
tendo
a
na
tureza
de praso, a
commissão
não
te
nha
podido
distinguir
dos
bens
allu-
diaes,
devendo
celebrar-se
as
escriptura-
d
’tssas
compras
dons
mezes
depois,
den
tro
de
cujo
periodo
os
re pectivos
dire-
ctos
senhorios
são
convidados
a
designar
aos
compradores,
á
face
dos
tilulos,
os
bens
de
cujo
valor
tenham
direito
a
lau-
demio.
Os
directos
senhorios
suppõe
a
com
missão
serem
o
Arcediago
de
Braga, a
Casa
dos
Bravos,
a
exm.
a
Camara,
a
con
fraria
de
Nossa
Senhora
da
Abbadia da
Porta
do
Souto,
a
confraria
do
Subsino
da
freguezia
de
Gualtar,
e
o
exm.®
snr.
Francisco
Falcão,
a
exm.a snr.
a
D.
Ma
ria
Ignacia
de
Faria Machado, e
o
snr.
João
Leite
de
Magalhães
da freguezia de
Lamaçães
d
’este concelho.
Braga
3
de
abril
de
1878.
Â
commissão liquidataria
Henrique
Freire d
’Andrade
Manuel Luiz
Ferreira
Braga
(837)
Antonio
Santos
d
’
Azevede Magalhães.
Vende-se
uma
morada
de
casas
de
dois andares na
rua
do
Campo
(antiga
Porta
de S.
Francisco),
disignada
pelo
n.°
21
e
21
A.,
é
alu-
dial,
pode
ser
vista
a
qualquer
hora
do
dia
trata se
no Banco
Mercantil.
(850)
DINHEIRO
A
JURO
A Confraria de
Santo
Amaro
da
Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
Quem
quizer
arrendar
a
casa
n.°
7.
no
cau.po
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d
’
esla
cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713j
Esta
medicina
anti-gottosa e
anti-rheumatica
é
de
justo
titulo o
reputada
infalli-
vel
desde
30
annos,
contra
os
ataques,
e
as recaídas.
Sua
eílicacia
é
tão
grande,
que
duas
011
tres
pequenas
colheradas
são
bastante
para
curar
as
dores
mais
agudas.
E
’
a unica scienliftca
e
officialmenie
reconhecida
e
que
oíferece
Iodas
as
garantias.
Veja-
se
o
livrinho,
que
se
dá
grátis
em
todas
as
pharmacias.
Preço
2$00i>
rs.
Para
evitar-se
os
graves
perigos
da
falsificação,
a
qu
d,
em
vista
da
alta
repu
tação
de
nossos
produtos
augmenla
cada
dia,
deve-se exigir
a
assignatura
do
dr.
Laville
e
o
sello
de
garantia .estampado
em
tinta
azul)
do
Governo
Francez.
—
Venda
por
maior,
F. GOMAR.
28
rue
St. ClauJe—
Deposito
no
Porto
Ferr
ira &
Irmão,
rua
da
Banharia
77
e
79.
(42^-)
ims
tow
»
Já
proveniente de
algum
defeito de
constituição, já
de
accidente,
curada
com
pletamente
pelo
tratamento
de
Mad.
Lachapelle.
Consultas
das
3
ás 5.27,
rue Mon-
tliabor,
perto
Tolherias,
Paris.
(39 -H-)
S UI1SCIIIPÇÒ
ES
EST
ílA
v
G
E
í
B
AS
Bem conhecidas
são
a
pontualidade
e
economia
com
que
as
toma
em
Paris,
Lon
dres e
demais
capitaes
da
Europa e
America,
desde
1845,
A
AGENCIA
FRANCO HISPANO-PORTUGUEZ\
DE
G.
A. SAAVEDRA, 55
—Rua Taitbout, Paris.
Citemos
alguns
periódicos:
Charivari,
Kewi,
Debata,
Figuro, Frnner, Calignaniã, Mes
xanger, Cazctte de France, Gazette Médicale,
ftazette dea Tribunaux,
E!
luatratioia franeaiae, 2
liuHtratioiB aílenuauJle, íis^cpentiaiiee
helge,
Journal
<!ea
ecoiioinUtei:, Xaberté, jVSoniie«vr de ia
coifure, tiíuriling
(Jhrenicie,
IVEerninjj-IXerivSs!,
Word,
Patrie, kvevite britaniejue, Sieele,
Sport. I'ni<i92, Univeru.
Recommenda
lambem
os
amenos
e
uteis
jornaes
de
inoda
Eteganee
Parisieiine.
Primeira
edição:
dois
n.
os
cada
mez
com
numerosas
gravuras,
tres
bellas
aguarellas
e moldes
cortados
em
papel.—Um
anno 100
rea
les,
ou 40500
reis;
seis
mezes,
56
reales,
ou 20520.
Segunda
edição:
um
n.° cada
domingo,
illuslrado
com
numerosas
gravuras,
se
te
a
nove
bellas
aguarellas,
e
moldes
cortados
cm
papel
cada
mez.
—
Um
anno 236
reales,
ou
100620
reis;
seis
mezes
108
reales,
ou 40860 rs.
Moies
nnuveiSea,
Congeillei* des Mames
ANNO XVI
ANNO
XXIV
O
melhor
elogio
que
se
lhe
póde
fazer
é
referir
a
época da sua fundação.
O
seu
preço por
anno
é de
20400
rs.
Também se encarrega
a
Agencia
Franco-Hispano-Portugueza
da
compra
de
li
vros
estrangeiros
e em
geral de
toda
a
classe de
commissões.
Os
particulares,
Alhe-
neus,
Casinos, Círculos,
Gabinetes
de
leitura,
encontrarão
n
’
esta
tarifa
os títulos
das
melhores
folhas
periódicas
que
se
lêein
na
Europa.
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
GRANDE
REBUCÇÃO
MÍE PREÇOS XA
8.a
(I. iSSE.
Para S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
a
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ,
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PEI.O
MES.VI®
FREÇO
QUE
P-.R1 © «19 ME JAXEIRO
PAQUETRS
A
SMR
DE LISBOA
TAGUS
....................
13
de
Marco
I
NEVA..............................
13
de
Abril
GUADIANA .... 29
de
Março |
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
PREGOS
COMMODOS
Ca«8a
paquete «l’e»ts»
companhia
leva
a
bordo
eríados
e eoeinheiron
f»»rt«(ijuezes pura
commodidade
dos
passageiros de
todos ae «laissea.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
Os
passageiros
cora
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento e hospedaria
gratuita
durante a
demora
precisa
para
obter trasbordo.
A
bordo «
íh
passageiros
tsesss grátis eatísu, ?- rjssprs de eesss», eo-
Kisida
feita
pov
eosiuheíro» portugueses, vinEao tíwas vezes por «!»a,
assisteneia
inediea, serviço de eriado» e outras despesas.
A
EXPERIENC1A
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’esta
companhia
(a
mais
antiga na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança excepcionai; além d’
isso
pela
limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a
bordo, e
pelos melhoramentos
mais
modernos
tanto
para a hygiene
como
para a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que
ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
ma'as
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
ura
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador e
Impe
ratriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser obtidos no
PORTO
na
rua
dos Inglezes,
23,
de
GUILHERME
C.
TA1T.
Para
esclarecimentos
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua
do
Souto.
A
QUEM SE
QUIZER
ESTABE
LECER
Lucro
certo
PASSA-SE
um estabelecimento
situado
no
melhor
sitio de
Braga,
muito
amplo
com
armação
nova
que
serve,
sem
fazer
mais
despesa
alguma,
para loja
de
fazen
das,
de modas,
de
.quinquilherias
ou
para
o
ramo
de
negocio
que
aclualmente
tem.
Está
forrado
exteriormente
a
pedra
már
more
e
é
o
mais vistoso
da
cidade.
Fa-
cilita-se
o pagamento
a
praso
por
letras,
que
oflereçam
solbabilidade.
Em
Braga
carta
com
as
eniceaes
G.
C.
rua
de
Jano
n.°
2,
no
Porto
á
redação
do
jornal
«Pri
meiro
de Janeiro».
(849)
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—
5
Bua
Nova
de
Souza
5—
Com estabelecimento
de
mercearia,
pregagens
e
objectos
para
flores
e
de
es-
criptorio.
Vende
pregos
de arame
de todas
as
dimenções.
(843)
VENDE-SE
Uma
morada
de
casas
de
um pri
meiro
andar
com
muitos
commodos
para
familia,
boas lojas,
poço
com
muito
boa
agua,
e grande
quintal,
já
hem
plantado
e
muito
a
vinhado,
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra
n.°
55.
Para
tratar no
n.°
57
C.
(851)
Escola Americana
Consnltono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta de S.
Francisco)
n.°
22.
(845)
DINHEIRO A
JURO.
A
Iimandade
de
Santa Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1:3500000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
0
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
Ven;lem-se
os
prédios
20
a
20
B,
21
a
21
A,
22
a
22
C,
sitos
na
rua
dos
Ca-
pellistas.
Para
tractar-se,
entrada da
mes
ma
rua,
22
C.
(838)
PIANO DE
MEZA
Vende-se
um
de
7
oitavas
de
muito
bom
auctor.
Trata-se
com
Antonio
Fernandes
Gomes
de
Campos, no
campo
de
Sant
’
Anna
d
’
esta
cidade.
(824)
RETRATOS
DE
S. SANTIDADE
LEAO
XIII.
No
escriptorio da administração
d
’
este
jornal
vendem-se
duas
magnificas
foto
grafias
de
S.
Santidade
Leão
XIII.
Própria
para
quadro
—
200
reis.
Miniatura
—
140
reis.
RETRATOS
DE PIO IX.
Na
administração
d
’
este
jornal
ven
dem-se
bellos
retratos
oleograftcos,
em
ponto
grande, do
faliecido
Pontifice
Pio
IX.
Com
caixilho
em
preto
com
friso
doi
rado
—
700
reis.
Só
o
retrato
—
200
reis.
™
^H
ngu
TV
rangeza
7~
Ensina-se
na
rua
de S.
Victor
n.°
1,
em
Braga.
(828)
Vende-se
uma
porção
de
traves
de
castanho.
Quem
pertender
dirija-se
á
rua
da
Boa-Vista
n.°
24.
n
l'O. .1
i>
illhi-. igia.» >
depois m ús de
4i> nnnos por a maior parti
dos
médicos por curar
a rhiorosis ,flw
bràucoj
doança das mancebas
tiih.is e io
das as
moléstias chioróticas. Eis a ;ui a |
opinião
dos mais eminentes
médicos que
j
tem oxperimeuiado :
«
Depois 35 ■
nnos que exerço
a m-du-ina. |
8
«
tenho reconhocido a
este
HK-dicaminlv í
|
« (Pílulas de Bi.iud, vant.agems
incmitc.-bi- |
«
veis
sobre todos
os outros tern os ■■ i-u I
«
o
mi’0 como o melhor anti-chi-.irolmo. . I
D
r
DOUBLE, eir-piesidenle dn Acuilonía i
de
Medicinei.
«
De
todas >s preparaçóe» ferroas
qm-
i
« nos hão
dado bons
resu lados no. tr.ii.i- |
« mento
das atleições cliloróti- as.: as
pitu-
|
« las de
i;ui<l parcee-nos
deveu.
<i
a
t
« primeira
tila. »
—
Diccunoiric
r
|
Aledicina.
t. ti. page f9.
H
8
Como
j.rova ila loilbeijliemaiie
•'pfPS;.
Ppb
s
nome do inverdor esiâ gravado
•*
q
S cada pílula como aqui jimio
tj
S Deposito» : Paru, s, r. Payew/ir.
jj
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorèto
n.°
28—30
(27
*)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E
D E V0ÇÕ E S
ADOPTADAS PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
deveções indul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima Raccolta.
Com
approvação
de
8.
Exc.
& Bev.
ma
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorirn
Pessoa, Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga,
na
i
ua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na Livraria
Catholica,
P;aça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense de
Manuel
Malheiro, rua
do
Almada.
Preço
era
brochura.
. . .
160
reis
»
encadernado ....
240
»
i)IS' URSO
»S«>
deputa:!» fs-nncez cntbolieo
O
CONDE ALBERTO DE MUN
Frouuneiudo
no encerramento da
asseswbíet:» geral
io» inenbr»»
da
obra dos circulos catboliceg.
«!e eprriarios
TRADUZIDO
PELO
FASmF.
SEiVffA
FREITAS
Dedicado ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n’
esta
redacção
por
60
rs.
Pio
IX em Miniatura ou liesumo
da
Historia de I io
IX.
Pelo
Padre
Luiz
B.
C. Pacheco.
A
’
venda
no
escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço
300
reis.
O CHRYSO
VFOMO
PORTU-
GUEZ
ou
O
PADRE ANTONIO VIEIRA
Da Companhia
de
Jesus
N’um
ensaio
d’
eloquencia
compilado
dos
seus
sermões
segundo
os
princípios
da
oratoria
sagrada
PELO
S» A SP !■: AXTMX 3
0 21©X«H
i Tí
Da
mesma
Companhia
SEKMÓES
DE
QUAKESMA.
Um
volume
de
667
paginas
10800.
Vende-se
em
Lisboa, na Livraria
Edi
tora
de
Mattos
Moreira
&
CJ
—
Praça
de
D.
Pedro,
n.°
68-,
BRAGA,
TY
CGRAPKIA
LUS1TAKA
—1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
